Em uma recente entrevista à Empire, Michael Keaton, que irá reprisar seu papel como Batman no vindouro ‘The Flash’, revelou que ele improvisou a icônica fala “vamos ficar malucos” (“let’s get nuts”, no original), que aparece no trailer final do longa-metragem.
“Não creio que ‘vamos ficar malucos’ estava no roteiro, isso fui eu”, ele conta. “Aquela cena nunca foi tão boa escrita, para ser honesto. Esse foi um dos dias em que dávamos voltas e mais voltas. Acho que Kim, Jack e eu estávamos nela, ninguém conseguia acertá-la. Eu pensei: ‘ok, a pressão subiu, cara. A pressão. Subiu’. Eu pensei que ele diria: ‘ok, estou num beco sem saída, tenho uma chance para acertar e é bom que eu deixe esse personagem saber o que vai acontecer’. Houve muitas coisas que descobrimos à medida que filmávamos”.
Lembrando que o filme estreia em 15 de junho nos cinemas nacionais.
‘The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.
Em entrevista ao Collider, o astro Finn Wolfhard, que interpreta Mike na aclamada série ‘Stranger Things’, revelou que ele já leu parte dos roteiros da 5ª e última temporada da produção e que alguns deles foram finalizados antes da greve de roteiristas.
“Bom, acho que [a nova temporada] responde uma quantidade insana de perguntas sobre a mitologia de ‘Stranger Things’“, ele conta. “Acho que muitas pessoas ficarão felizes em retornar – é a última temporada, então quisemos voltar às raízes do porquê o show era especial e porque as dinâmicas são tão especiais. Vai ser muito bom. Estou animado, obviamente, em retornar e filmar”.
Wolfhard continua: “acho que vai ser muito triste, mas estou animado, como fã, em mergulhar nisso – e estou animado para ver todos. Eu não sei como [a série] acaba, de verdade. Li apenas os três primeiros [roteiros], então, vamos ver. Mas sim, estou animado para ver aonde a jornada de todos os personagens vai”.
Anteriormente, em entrevista exclusiva ao ComicBook.com,Caleb McLaughlin, o intérprete de Lucas, compartilhou detalhes sobre o ciclo de encerramento.
Segundo McLaughlin, as gravações da temporada final ainda não tiveram início devido à greve de roteiristas de Hollywood. Essa greve tem impactado a indústria do entretenimento, afetando o processo de desenvolvimento de roteiros em várias produções, incluindo ‘Stranger Things‘.
“No momento, estamos dando todo o apoio aos roteiristas. Acredito que será bom, muito bom. Tenho certeza de que as pessoas ficarão felizes com o que está por vir”, afirmou McLaughlin. “Ainda não tenho conhecimento completo sobre o que vai acontecer, mas assim que a greve terminar, terei acesso a mais detalhes.”
Originalmente, as filmagens do ciclo final estavam previstas para começarem durante o verão norte-americano (período que engloba os meses entre junho de agosto). Infelizmente, é impossível prever até quando a greve irá durar.
Vale lembrar que a greve anterior dos roteiristas, que aconteceu em 2008, se estendeu por um período de 100 dias – no qual diversas produções cinematográficas e, principalmente, televisivas foram profundamente afetadas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 07 de setembro.
Confira:
Dirigido por Marc Forster, o longa é baseado na graphic novel homônima de R.J. Palacio.
A produção, ambientada no mesmo universo de ‘Extraordinário‘, seguirá uma jovem judia escondida por um garoto e sua mãe em uma França ocupada por nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.
Lançado em 2017, ‘Extraordinário‘ se tornou um sucesso de público e crítica, arrecadando mais de US$ 305 milhões mundialmente e conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A Warner Bros. da Coreia do Sul divulgou mais um trailer de ‘The Flash‘, trazendo diversas cenas inéditas, incluindo a aparição do Superman.
Em um breve trecho, o herói aparece em um noticiário enquanto controla a erupção de um vulcão com sua visão de calor.
Provavelmente, esta deve ser uma das poucas (se não a única) cenas em que o herói será mostrado.
Confira:
A Warner Bros. já possui um roteiro pronto para a sequência de ‘The Flash‘, que foi escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick (‘Aquaman’). As informações são da Variety.
Embora o estúdio não tenha anunciado oficialmente a produção de ‘The Flash 2‘, o roteiro está pronto caso a continuação seja confirmada.
De acordo com informações, o script do filme já finalizado terá o retorno de Michael Keaton como Batman e Sasha Calle como a nova Supergirl.
O diretor Andy Muschietti, responsável por ‘The Flash‘, já havia expressado sua confiança em manter Ezra Miller no papel principal para a continuação.
Em uma entrevista ao Playlist, Muschietti afirmou: “Se [a sequência] acontecer, sim. Eu não acredito que haja alguém que possa interpretar o personagem tão bem quanto Ezra. As outras representações do personagem são ótimas, mas essa visão particular do personagem, Ezra simplesmente se destacou”.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um featurette de ‘The Flash‘ focado no Batman de Michael Keaton.
Assista:
‘The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida porAndy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
O empresário e aristocrata Philippe Pozzo di Borgo, que inspirou a história do filme francês ‘Intocáveis‘ (2011), morreu aos 72 anos. A informação foi confirmada na sexta-feira (2) pelo diretor do filme, Éric Toledano.
“É um choque e, acima de tudo, uma grande tristeza porque foi uma relação de incrível longevidade”, lamentou Toledano.
Portrait of Philippe Pozzo di Borgo, paralized after an paragliding accident, and Abdel Sellou (L) who inspired the French succesfull movie ‘Intouchables (Untouchable)’ directed by Olivier Nakache and Eric Toledano. Essaouira, MOROCCO-11/11/2011/Credit:BISSON/JDD/SIPA/1111141532
‘Intocáveis‘ foi assistido por mais de 23,1 milhões de pessoas fora da França e por quase 20 milhões de espectadores em seu país, sendo assim, a segunda maior bilheteria da França e o filme francês mais assistido no mundo.
O filme conta a história de Phillipe, um rico aristocrata, que após um acidente de parapente, contrata Driss, um jovem recém-saído da prisão para ser seu cuidador… Em outras palavras, a pessoa menos apropriada para o trabalho. Juntos, eles irão misturar Vivaldi e a banda Earth, Wind and Fire, dicção elegante e jazz de rua, ternos e calças de moletom… Dois mundos vão colidir e chegar a um acordo para que nasça uma amizade tão louca, cômica e forte quanto inesperada, uma relação única que irá criar faíscas e torná-los… Intocáveis.
‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, nova adaptação de um conto do mestre do terror Stephen King, já está em exibição nos cinemas. O filme vem recebendo elogios da imprensa especializada e vem sendo enaltecido como uma obra verdadeiramente assustadora. Na trama, um psicólogo passa pelo trauma da perda da esposa, ao lado de suas duas filhas, a adolescente Sadie (Sophie Thatcher) e a pequena Sawyer (Vivien Lyra Blair). O filme pode ser visto como uma grande analogia para o sofrimento da perda, as meninas estão de luto pela mãe. No entanto, o bicho-papão realmente existe, e ele chega na forma de uma maldição, testando ainda mais os limites desta família fragilizada.
‘Boogeyman’, como dito, é baseado num conto de Stephen King, porém, um de seus contos menos conhecidos. Pegando essa deixa como gancho, resolvemos criar uma nova matéria relembrando com você alguns filmes clássicos (dos anos 80, 90 e início de 2000) que também foram baseados em textos de King, mas que se tornaram alguns de seus filmes mais esquecidos, sem que grande parte do público correlacione a autoria do escritor. Confira abaixo.
Lembranças de um Verão (2001)
Seguindo mais o clima de obras como ‘Conta Comigo’ (1986), ‘Um Sonho de Liberdade (1994) e ‘À Espera de um Milagre’ (1999), este ‘Lembranças de um Verão’ não é um filme de terror, mas sim um drama emocionante, que fala sobre uma grande amizade. Quem protagoniza é o saudoso Anton Yelchin ainda pequeno na infância. Ele vive o menino Bobby, que se muda para uma nova cidade rural ao lado da mãe, viúva de seu pai. No local ele conhece o misterioso Ted, papel do monstro sagrado vencedor do Oscar Anthony Hopkins – o grande nome da produção. Ted possui seus próprios segredos. O longa utiliza elementos sobrenaturais, assim como ‘À Espera de um Milagre’.
O Aprendiz (1998)
Outro filme que fala sobre a relação entre um adolescente e um homem mais velho. Ao contrário do item acima, esse suspense de gelar a espinha não usa elementos de fantasia ou sobrenaturais em sua narrativa. Acompanhamos o jovem Todd (papel do falecido Brad Renfro, de ‘O Cliente’), que está estudando na escola sobre o Holocausto nazista, se interessa pelo tema e resolve se aprofundar. Para sua surpresa, começa a desconfiar que seu vizinho da casa ao lado seja na verdade um ex-oficial nazista fugido e escondido nos EUA com nova identidade. Assim, ele desenvolve uma amizade com o idoso e começa a investigar seu passado. Ah sim, no papel do vizinho, o grande Sir Ian McKellen, dando show como sempre.
A Maldição (1996)
Lançado no mesmo ano de ‘O Professor Aloprado’, com Eddie Murphy, esse filme também fez uso de uma impressionante maquiagem prostética para transformar o ator Robert John Burke (‘Robocop 3’) em um advogado bem rechonchudo. Ele sem querer atropela e mata uma cigana na estrada. Como era conhecido na cidade, se livra da pena com a ajuda de um juiz. Porém, assim como em ‘Arraste-me para o Inferno’ (2009), ele irá sofrer com uma justiça que não é dos homens. Um velho cigano, como forma de vingança, joga uma maldição nele, que começa fazê-lo emagrecer, definhando sem parar. Quem dirige é Tom Holland (não o Homem-Aranha), dos clássicos ‘A Hora do Espanto’ (1985) e ‘Brinquedo Assassino’ (1988).
Aqui temos um filme diferente de Stephen King. Isso porque ‘Sonâmbulos’, que marcou a infância de muita gente, não é baseado em um livro de Stephen King, e sim teve roteiro escrito por ele diretamente para o cinema. King resolve dar uma de roteirista e cria uma história sobre um jovem e sua mãe que aparentam ser pessoas normais que acabam de se mudar para uma nova cidade. No entanto, escondem um segredo de sua verdadeira identidade como seres monstruosos atrás da força vital de jovens virgens, e que temem acima de tudo felinos. No elenco, Mädchen Amick, saída do sucesso de ‘Twin Peaks’, era Tanya, o próximo alvo da dupla.
Às Vezes Eles Voltam (1991)
Esse filme feito para a TV tem direção de Tom McLoughlin, de ‘Sexta-Feira 13 – Parte 6’ (1986). Na trama tipicamente de Stephen King, um homem retorna para sua cidade natal, e começa a ser assombrado pelo espírito dos jovens que morreram no local (e seu carrão possante) quando ele ainda era criança.
A Criatura do Cemitério (1990)
Produção da Paramount Pictures, esse filme é declaradamente um terror B, daqueles bem divertidos. O mais curioso, no entanto, é que a trama não se passa em um cemitério. A tradução literal de ‘Graveyard’ pode até ser cemitério, mas o título ‘Graveyard Shift’ se refere ao horário de expediente da madrugada. Aqui temos uma fábrica antiga, infestada de ratos, que guarda um segredo bizarro em seu porão. Alguns funcionários começam a investigar e outros acabam sumindo do mapa.
Outro filme baseado em Stephen King que não é de terror. Aqui, curiosamente temos um dos únicos filmes de ação da carreira do autor, que também usa elementos de ficção científica. Na verdade, quando escreveu essa história, King usou o pseudônimo de Richard Bachman, como fazia em alguns de seus trabalhos iniciais. O texto foi modificado e adaptado para acomodar um filme de ação estrelado por ninguém menos que Arnold Schwarzenegger. Na trama passada no futuro, as massas são entretidas por um programa de TV, que traz um jogo de sobrevivência onde homens condenados são caçados vivos e morrem em plena transmissão.
Outro dos filmes cult de Stephen King, esse aqui tem a honra de ser o primeiro e único filme que o escritor dirigiu na vida. É claro que King também adaptou o roteiro, baseado em um de seus contos. Aqui, toda e qualquer máquina do planeta Terra ganha vida e se volta contra os humanos após a passagem de um cometa – muitas tramas foram influenciadas na época pela passagem do cometa Halley no mesmo ano. Assim, em sua maioria, carros e caminhões travam uma guerra contra os seres humanos, e o principal antagonista é um caminhão com o rosto do Duende Verde, inimigo do Homem-Aranha (não pergunte). O protagonista é Emilio Estevez.
Os que foram criança nos anos 80 e 90 devem lembrar bem da estreia deste filme na Tela Quente, e certamente se esconderam debaixo das cobertas assistindo a ele. Um dos filmes de lobisomem mais subestimados do cinema, talvez o longa tenha envelhecido mal, ainda mais pelo uso dos efeitos para criar o bicho peludo. Mas o suspense e o medo são eficientes em muitos momentos. Na trama, temos o menino cadeirante Marty (papel do falecido Corey Haim – agora que me dei conta como alguns dos jovens protagonistas dos filmes de King já não estão mais aqui), que ganha de presente uma espécie de cadeira motorizada / motinho para se locomover. Seu tio é o malucão beleza Red (Gary Busey). A dupla, assim como a cidade, se depara com a ameaça de um lobisomem – que pode ser quem menos se espera.
Drew Barrymore era uma criança na década de 80. Isso todos os fãs sabem, já que ela ficou imortalizada como a menininha de E.T. – O Extraterrestre (1982). Dois anos depois, ela estrelou em ‘Chamas da Vingança’ (1984), baseado em um livro de Stephen King. No ano seguinte, lá estava ela de novo estrelando um projeto com a assinatura do autor. No entanto, este ‘Olhos de Gato’ é mais um filme onde King se aventurou como roteirista, criando uma história original, sem que fosse baseada em um livro seu. O filme é uma antologia com três contos, ligados por um gato de rua.
Ah, os anos 80! Essa década tão especial jamais deixará o coração e a mente dos que nela viveram. Tudo é inesquecível, os filmes, as músicas, a moda, os desenhos, os programas de TV. Foi uma época especial para ser criança e assimilar toda essa cultura pop. Aqui foi onde muitas das propriedades que ainda fazem sucesso começaram. E uma das tendências de Hollywood se tornou adaptar para o cinema as séries de TV badaladas do período. Já tivemos versões cinematográficas de seriados como ‘Esquadrão Classe A’ (2010), ‘Miami Vice’ (2006), ‘Anjos da Lei’ (2012) e ‘S.O.S. Malibu’ (2017), por exemplo.
Em breve será a vez de ‘Duro na Queda’, que ganhará filme comandado por David Leitch (‘Trem Bala’, ‘Hobbs & Shaw’, ‘Deadpool 2’ e ‘Atômica’), e estrelado por Ryan Gosling e Emily Blunt. O mais legal é que a série falava sobre dublês de Hollywood e Leitch começou a carreira nesta função. ‘Duro na Queda’, o filme, está programado para 2024. Pensando nisso, resolvemos já ir aquecendo os motores com essa nova matéria. Aqui apresentamos quais séries dos anos 80 em nossa opinião também mereciam ganhar uma versão para as telonas. Confira abaixo.
A Supermáquina (1982-1986)
Talvez não seja o material mais interessante para os dias de hoje, uma história sobre um carro falante. Na verdade, KITT já funcionava com inteligência artificial naquela época – o que para a tecnologia de hoje é mais aceitável. O fato é que ‘Knight Rider’ (no original) fez enorme sucesso e rendeu um filme para a TV em 1991, intitulado ‘A Supermáquina 2000’. Assim como um reboot em 2008, que rendeu apenas uma temporada. Por mais ridícula que seja a premissa, alguém como o diretor James Gunn, que sabe mesclar elementos nonsense, com muito humor e bastante drama – é só ver o novo ‘Guardiões da Galáxia’. Para o papel de Michael Knight, Aaron Taylor-Johnson ficaria legal.
MacGyver – Profissão Perigo (1985-1992)
Essa série inesquecível sobre um agente que conseguia transformar uma caixa de fósforo, um elástico e um clips em uma bomba já teve um bem-sucedido reboot, no qual MacGyver é vivido por Lucas Till. A série nova, da CBS, durou 5 temporadas, entre 2016 e 2021. Como a proposta aqui é a ação desenfreada, seria interessante ter como diretor Chad Stahelski, o responsável pela franquia ‘John Wick’. O sujeito entende de ação, só precisaria reduzir o sangue e a violência para um filme mais abrangente e focado nas peripécias do protagonista. Para o loirinho MacGyver, Chris Pine cairia como uma luva. Uma curiosidade é que a série original teria um derivado chamado ‘The Young MacGyver’, cujo piloto foi gravado e nunca exibido, em 2003.
Outra que marcou época foi a série do detetive bigodudo Magnum, vivido por Tom Selleck, um investigador particular desvendando casos no Havaí. Esse é outro programa que ganhou um reboot moderno. A nova versão estreou em 2018 e já dura 6 temporadas – com o mexicano Jay Hernandez no papel principal desta vez. Para o filme, seria legal ver mais uma mudança de etnia para o protagonista. Nossa escolha é o talentoso e multifuncional Michael B. Jordan, já acostumado a portar seu bigode por conta própria. O ator possui a suavidade necessária para o protagonista, além de se sair igualmente bem nas cenas de ação. Fora isso, como demonstrou no recente sucesso ‘Creed 3’, poderia também dirigir o filme.
ALF – O Eteimoso (1986-1990)
A figura do E.T. narigudo e peludo é conhecida até mesmo pelos mais novos e que não viveram na época. ALF é simplesmente icônico. A sitcom fez enorme sucesso em suas exibições na TV aberta aqui no Brasil, pela rede Globo. Só mesmo os anos 80 para apresentarem um boneco de fantoche interagindo com humanos, a coisa ser crível, e dar certo. Algo assim hoje seria inimaginável. É justamente por isso, que se um filme do alien adotado por uma típica família americana fosse produzido, a criatura precisaria ser toda criada através de CGI. Nossa pedida aqui é por Edgar Wright no comando, um diretor que sabe misturar humor com muita acidez, vide a trilogia do Cornetto. Afinal esse é o teor do personagem. Simon Pegg e Nick Frost, que já encontraram um alien em ‘Paul’ (2011), precisariam estar no elenco. Pegg é a pedida para o patriarca Willie Tanner.
Super-Herói Americano (1981-1983)
Nessa época em que vivemos, dominados por filmes de super-heróis a cada semana nas telonas, é inconcebível que nenhum produtor tenha pensado em tirar do papel uma nova versão da icônica ‘Super-Herói Americano’. Mais cult que as demais, no entanto, quem viveu os anos 80 conhece bem. O loirinho William Katt viveu Ralph Hinkley, um professor certinho, que é o cidadão médio americano. Isto é, até ser presenteado com um traje alienígena que lhe concede superpoderes, com os quais ele sai para combater o crime. O problema é que ele ainda está aprendendo a controla-los. Aqui temos a mistura entre comédia e ação. Acreditamos que Zachary Levi e o diretor David F. Sandberg não receberam justiça com a franquia ‘Shazam’, em especial em relação ao subestimado segundo filme. Assim, raspados da DC, eles poderiam tentar de novo com um filme de teor similar, e quem sabe obterem aqui o sucesso esperado.
Bruce Willis se tornou um astro graças ao sucesso dessa série, que abriu portas para que ele seguisse para as telonas. O programa marcante igualmente na rede Globo, trazia Willis como o cara de pau David Addison Jr., um detetive particular, trabalhando numa agência investigadora ao lado da ex-modelo Maddie Hayes (Cybill Shepherd), com quem tem uma relação de amor e ódio. Para a versão cinematográfica desse clássico olharemos para o vindouro filme da ‘Barbie’, um longa que promete utilizar muito humor para um tema batido. A diretora Greta Gerwig poderia fazer o mesmo com esse programa, dando uma visão feminina única para o embate, e de quebra trazer a protagonista Margot Robbie para o papel de Maddie. Para o papel de David, o jovem Taron Egerton é a pedida.
Dama de Ouro (1985)
Quem viveu os anos 80 jamais esquecerá de Katy Mahoney, a ‘Dama de Ouro’. Outro programa que fez muito sucesso graças às exibições da Globo, o que muitos podem não saber é que a série durou apenas uma temporada de 14 episódios nos EUA antes de ser cancelada. O motivo é que acharam muito violenta, e para acharem algo assim nos anos 80 é que a coisa devia ser braba mesmo. Aliás, a personagem era conhecida como ‘Skirt Harry’ – brincadeira com ‘Dirty Harry’, algo como Dirty Harry de saia. A personagem inclusive ganhou paródia brasileira na ‘Armação Ilimitada’, com Débora Bloch interpretando ‘Katy Machone’. Para o papel, a vencedora do Oscar Jessica Chastain seria a ruiva ideal. Na direção, Taylor Sheridan tem boa mão para tramas criminais, vide ‘Terra Selvagem’, ‘A Qualquer Custo’, ‘Sicario’ e ‘Tulsa King’.
Essa série de ficção científica e toques de terror foi responsável por traumatizar todas as crianças que cresceram na década de 80. A trama mostrava alienígenas chegando ao nosso planeta, se mostrando criaturas evoluídas, e pedindo nossa ajuda. De começo, tudo parecia ir bem, porém, aos poucos alguns humanos descobrem a verdadeira intenção destas criaturas, que fingem se parecer conosco, mas na verdade são criaturas lagartos humanoides. Quem viveu na época certamente lembra a horrenda revelação da verdadeira face dos aliens.
Essa ideia para lá de criativa começou de forma curiosa, como uma minissérie em dois episódios no ano de 1983 na rede NBC, com produção da Warner Television. O sucesso foi tanto que voltou no ano seguinte, para mais 19 episódios. Em 2009, a Warner ao lado da ABC tiraram do papel um reboot do seriado, que durou 2 temporadas de 23 episódios, mas não causaria o mesmo impacto. Para uma versão cinematográfica do material, a melhor pedida seria entregar nas mãos de Jordan Peele, um cineasta que sabe mesclar terror, certo humor e bastante crítica social – que é o que a história necessitaria nos tempos de hoje.
Os anos 80 nos traziam muita coisa sem noção, e nós adorávamos. Era um tempo de mais ingenuidade, onde a tecnologia ainda engatinhava. E justamente por isso, podíamos imaginar e sonhar com robôs de todos os tipos. Nessa sitcom, um inventor cria um androide perfeito, que imita as formas de uma garotinha, com direito a inteligência artificial e tudo. Para que o governo não confisque sua invenção para fim nefastos, ela a cria como sua filha e a batiza de Vicky (papel de Tiffany Brissette). Aqui tínhamos a mesma premissa de ‘ALF’, mas ao invés de um e.t. em família, tínhamos uma menina-robô. A voz da dublagem da menina robótica certamente jamais saiu da cabeça daquela geração.
Uma das únicas coisas boas do pretenso blockbuster ‘Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível’ (2015), da Disney, foi mostrar como seria um filme da ‘Super Vicky’, já que Raffey Cassidy estava perfeita como a menina robô – é só pensar que ela era a Vicky. Como isso nunca aconteceu e agora Cassidy é uma adulta – o jeito é sonhar que uma versão de Vicky para o cinema saia um dia. Nossa escolha é por Shawn Levy na direção, produtor de ‘Stranger Things’ e diretor de ‘Free Guy’ – mesclando essas duas produções teremos o filme da ‘Vicky’. Para a menina robô, Millie Bobby Brown. Ou quem sabe, Jenna Ortega.
Outra série infantil que marcou os anos 80, ‘Punky’ era uma menininha abandonada em um supermercado, adotada pelo caridoso Henry (George Gaynes), um homem de meia idade. O programa mostrava as desventuras da dupla enquanto o sujeito aprendia a ser pai solteiro de uma menina levada, e a menina se adequava às regras do sujeito. O sucesso foi tanto que ‘Punky’ ganhou um desenho animado em 1985. Em 2020, a mesma Soleil Moon Frye, que faz a garota nos anos 80, agora com 40 anos de idade, protagonizou um revival, voltando a viver a personagens décadas depois. Para um filme de ‘Punky’, o diretor ideal seria Jeff Fowler, que tem feito sucesso com os filmes infantis do ‘Sonic’ e sabe misturar aventura e comédia inofensiva para a garotada. E para o papel da pequena levada da breca, a graciosa Alisha Weir, que deu show como a nova ‘Matilda’ da Netflix, seria uma escalação certeira.
Em entrevista à Associated Press, o astro Tom Holland revelou qual é o seu filme PREFERIDO do ‘Homem-Aranha‘, e não é nenhum dos três estrelados por ele.
Segundo ele, seu filme preferido é ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘, de 2018.
“Eu acho que o primeiro filme do Aranhaverso é o melhor filme do Homem-Aranha que já foi feito. Estou muito orgulhoso de todos os envolvidos. Amy Pascal é como minha mãe. Eu deveria ir com ela como seu encontro. Não pude ir porque estou aqui trabalhando. Mas estou incrivelmente orgulhoso deles. Estou animado para o segundo. Tenho certeza de que corresponderá a todas as expectativas e mal posso esperar para vê-lo.”, afirmou.
Você concorda?
Holland revelou sua animação em voltar para o papel de Peter Parker no próximo filme do Homem-Aranha, durante uma entrevista concedida à ET.
A aguardada sequência, que ainda não teve seu título oficial divulgado, está com o desenvolvimento parado devido à greve dos roteiristas de Hollywood, mas voltará à ativa assim que possível.
Durante a entrevista, Holland compartilhou sua gratidão por ter a oportunidade de interpretar o icônico super-herói e expressou seu compromisso em continuar evoluindo a história do Homem-Aranha.
“Enquanto pudermos fazer justiça a Peter Parker e continuar evoluindo os filmes, eu estarei lá. Eu seria idiota se não dissesse que sou o cara mais sortudo do mundo por ter essa oportunidade. Algumas coisas estão acontecendo, mas temos que esperar para ver o que acontece.”
A presidente da Sony Pictures e produtora dos filmes do ‘Homem-Aranha‘, Amy Pascal, também comentou sobre o status da produção.
“Vamos fazer outro filme? Claro que sim. Estamos no processo, mas a greve de roteiristas interrompeu tudo. Ninguém está trabalhando durante a greve. Estamos apoiando e assim que eles se organizarem, começaremos.”
Enquanto Pascal mostrou otimismo em relação à continuação da franquia, o chefe da Sony, Tom Rothman, preferiu manter mistério sobre o futuro da franquia.
Entre risos, ele brincou: “Se eu contasse, teria que te matar”.
Além de Holland, o longa vai contar com o retorno de Zendaya como a MJ, apesar do final de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro revelou que tiraria uma folga antes de voltar a viver o aracnídeo.
Relembre o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘:
Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
O aguardado ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ chegou aos cinemas de todo o mundo e caminha para quebrar inúmeros recordes de bilheteria.
Segundo recentes notícias (via ComicBook.com), a sequência alcançou o valor de US$51,750 milhões apenas em sua sexta-feira de abertura, tornando-se a terceira maior abertura de um filme animado de todos os tempos.
E isso não é tudo: o filme também se tornou a maior abertura de um filme da Sony Pictures da história – e projeções atuais indicam que o fim de semana pode render nada menos que US$133 milhões para o longa-metragem (triplicando o valor arrecadado pelo primeiro capítulo da franquia).
No Rotten Tomatoes, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ debutou com 97% de aprovação, tornando-se o filme do gênero animação e super-herói mais bem avaliado do ano até o momento. As críticas indicam que o filme é cheio de emoção e surpresas, e destacam a belíssima qualidade visual da animação.
Confira algumas avaliações:
“É dinâmico e intrigante, embora os detalhes e a emoção possam se perder no alarde.” –The Guardian.
“O primeiro filme foi astuto, engraçado, complicado, emocionante, único e ousado. E agora, sua sequência só cresce e se expande nesses objetivos.”– IndieWare.
“Visualmente surpreendente, emocionalmente poderoso, narrativamente propulsivo – é outra obra-prima.” – Empire.
Lembrando que o longa já está em exibição nos cinemas.
Lançado em 2018, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ abriu com US$ 35,4 milhões no mercado interno.
Ao fim da temporada em cartaz na região, a sequência deve fechar o caixa com uma estimativa entre US$226 e US$ 325 milhões.
Já o anterior fez US$ 190,2 milhões ao fim de suas exibições.
E aí, você está animado?
Assista ao trailer:
Kemp Powers e Justin K. Thompson também entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
O astro Dwayne Johnson teve seu retorno confirmado na franquia ‘Velozes e Furiosos‘, afirmando que os conflitos com o Vin Diesel são coisas do passado.
Além disso, o ator também revelou que estrelará um novo filme da franquia focado em seu personagem, Luke Hobbs, que será lançado antes do próximo capítulo da franquia original – que continuará a narrativa do décimo filme.
O site Giant Freakin Robot revelou recentemente que os atores Ryan Reynolds e Kevin Hart estão confirmados para reprisar seus papéis no novo derivado. Segundo informações do site Reynolds e Hart já assinaram contrato para participar da nova produção.
Os dois atores tiveram participações especiais em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, que introduziu o personagem de Hobbs como protagonista de um spin-off da série principal.
“Espero que estejam preparados! Hobbs está de volta! Luke Hobbs retornará à franquia ‘Velozes e Furiosos’. A reação do público sobre o retorno do personagem em ‘Velozes e Furiosos 10’ realmente nos surpreendeu. O próximo filme da saga será focado no Hobbs, e servirá como um novo capítulo que abrirá o caminho para ‘Velozes e Furiosos 10: Parte 2’.
No último verão, eu e o Vin deixamos o passado para trás. Nós seguiremos em frente com irmandade e determinação – sempre cuidando desta franquia, seus personagens e dos fãs que amamos. Nós construímos uma carreira pensando em nosso público, e essa sempre será a minha bússola. Parabéns para a família ‘Velozes e Furiosos’ e para Universal Pictures pelo sucesso estrondoso de ‘Velozes e Furiosos 10’. Estamos ansiosos para levarmos essa saga a novas e surpreendentes direções para os fãs ao redor do mundo.”
Hope you’ve got your funderwear on…
HOBBS IS BACK.
And he just got lei’d
Luke Hobbs will be returning to the Fast & Furious franchise.
Your reactions around the world to Hobbs’ return in Fast X have blown us away
O novo derivado da franquia foi anunciado recentemente por Dwayne Johnson, e será lançado antes do próximo capítulo da franquia original – que continuará a narrativa do décimo filme.
Agora, em entrevista a Associated Press, o realizadores revelou detalhes sobre o projeto, incluindo o motivo pelo qual uma parte do filme é em cores e a outra, em preto e branco.
“Eu sabia que tinha duas linhas do tempo correndo no filme”, ele explica. “Uma é em cor, que é a experiência subjetiva de Oppenheimer [Cillian Murphy]. Essa é a matriz do filme. E a outra é a linha do tempo em preto e branco. É uma visão mais objetiva da história, da perspectiva de um personagem diferente”.
Lembrando que o longa terá 3 horas (180 minutos) de duração, tornando-se a produção mais longa da carreira de Nolan.
Além disso, a MPA (Motion Picture Association) classificou o filme como Rated-R (para maiores de 17 anos) por “cenas com sexualidade, nudez e linguagem chula.”
A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.
Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
Nos últimos meses, os executivos da Disney vêm tomando uma série de decisões controversas visando uma readequação financeira, que renderam inúmeras reclamações dos fãs e muitas incertezas acerca do futuro de franquias queridas.
Dentre as polêmicas, as mais recentes foram a exclusão de conteúdos originais do Disney+ para reduzir a carga tributária, mesmo que isso signifique apagar produções que existiam exclusivamente na plataforma, e agora a demissão de 75 funcionários de uma de suas marcas mais poderosas: a Pixar.
Para quem não conhece, ambos estavam na Pixar desde o começo da empresa, mas Galyn ficou imortalizada no meio da animação por ter salvo o trabalho de milhares de colegas com uma ação simples e despretensiosa há algumas décadas.
Nos anos 90, após o lançamento e a enxurrada de críticas positivas de Toy Story (1995), a Pixar entrou de vez no ramo das grandes animações cinematográficas e começou a trabalhar incansavelmente para manter o alto padrão que eles mesmos estabeleceram e colocaram como meta seguir inovando o máximo possível. Isso rendeu ao time de animadores e roteiristas uma estafa mental gigantesca, que atingiu seu ápice na produção de Toy Story 2, como revelou o cofundador da Pixar, Ed Catmull, em seu livro Creativity Inc., lançado em 2014.
A animação ‘Lightyear’ pode até ter tido uma recepção relativamente sólida por parte da crítica (conquistando 74% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas, infelizmente, se tornou um dos grandes fracassos da Walt Disney/Pixar do ano passado.
Apesar das boas intenções, o longa-metragem arrecadou apenas US$226,4 milhões contra um orçamento altíssimo de US$200 milhões – causando um grande e raro prejuízo financeiro para a Casa Mouse, como aponta o Deadline.
De acordo com um novo relatório, os gastos totais do filme, incluindo uma extensa campanha de marketing, atingiram a casa dos US$373 milhões, causando uma perda de US$106 milhões para a companhia e juntando-se a títulos como ‘Carros 3’ e ‘O Bom Dinossauro’ como grandes fracassos da subsidiária Pixar.
‘Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.
É inacreditável, meus amigos, mas o ano de 2023 acaba de chegar à sua metade! Parece que foi ontem que adentrávamos a uma nova década, os anos 2020. E agora o quarto ano dessa década viu sua primeira metade ir embora. Mas aqui não falamos de outra coisa a não ser cinema, e em matéria de filmes, 2023 teve um dos melhores inícios desta nova década, com sucessos como ‘John Wick 4’, ‘Super Mario Bros’, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, ‘Pânico VI’, ‘Creed III’, ‘Air’, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, entre outros.
Engana-se quem acha que junho será um mês morno, pois entre outra coisas, veremos o retorno de um certo arqueólogo mais famoso da história do cinema em sua nova aventura. Tem também a continuação de uma produção animada que ganhou o Oscar na categoria e que apresenta um dos super-heróis mais populares de todos. A nova animação da Disney também dá as caras no sexto mês de 2023, além do super-herói mais rápido do mundo, Michael Keaton retornando como Batman, uma comédia nacional, os robôs que viram carros, Jennifer Lawrence fazendo traquinagem e Shaielene Woodley caçando assassino. Junho nos cinemas tem filme para todos os gostos. Confira abaixo e programe-se.
Já nos cinemas!
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
O dia finalmente chegou, queridos leitores! Abrindo o mês de Junho temos a estreia de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’, continuação do sucesso vencedor do Oscar de 2018. ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ levou para casa a estatueta de melhor animação, mas seu maior feito foi roubar o coração dos fãs, e introduzir o personagem Miles Morales para uma nova geração, pela primeira vez em uma produção nos cinemas. Agora a sequência promete ainda mais insanidade (no bom sentido), quando Miles conhece novos Aranhas, além de ter que enfrentar o Homem-Aranha 2099.
Quem disse que o mês de Junho não terá um bom filme de terror nas telonas. E esse vem com a aprovação do selo Stephen King de qualidade, já que é baseado num conto do autor. Aposta da Disney (através da 20th Century Studios), ‘Boogeyman’ conta a história de duas irmãs adolescentes atormentadas em sua casa por um espírito maligno, após o falecimento de sua mãe. Se prepare para incontáveis sustos e muito medo.
08/06
Transformers – O Despertar das Feras
A franquia ‘Transformers’ é uma das mais lucrativas do cinema entretenimento na atualidade, e já dura mais de 15 anos. Tem noção? Depois de cinco filmes dos robôs gigantes que se transformam em carros e caminhões, o diretor Michael Bay aposentou seu megafone e decidiu se afastar do comando de tais filmes. Depois disso veio o derivado ‘Bumblebee’ – que rapidamente se tornou um queridinho dos fãs. Mas ao invés da sequência para ele, o estúdio apostou em um sexto ‘Transformers’, desta vez com robôs que se transformam também em animais. Quem comanda é Steven Caple Jr., de ‘Creed II’ (2018).
Entre as grandes estreias do mês de Junho, está simplesmente um dos filmes mais aguardados do ano. Trata-se de ‘The Flash’, primeiro longa solo do herói mais rápido do mundo. O personagem havia dado as caras pela primeira vez em ‘Liga da Justiça’ (2017) e roubou muitas das cenas. Agora em sua própria produção, o personagem tem a chance de brilhar mais do que nunca. Quem viu em exibições prévias garante que é simplesmente maravilhoso. Como se não bastasse a trama sobre viagem no tempo e universos paralelos, o filme ainda traz de volta Michael Keaton para o papel de Batman, 31 anos depois de ‘Batman – O Retorno’, sua última aparição como herói. Lendário é pouco.
Junho é o mês das férias da garotada. Sendo assim, os pais não têm com o que se preocupar, pois a diversão estará garantida nas telonas. Não bastasse ‘Homem-Aranha’, ‘Transformers’ e ‘The Flash’, os menores terão de presente uma animação da Disney para chamar de sua. ‘Elementos’ é uma bela história que mostra que os opostos podem se atrair. Aqui somos apresentados a uma cidade onde os moradores são feitos de água, fogo, ar e terra. Nesse contexto Ember, uma jovem feita de fogo, e Wade, um rapaz que é de água, irão se apaixonar.
A musa Jennifer Lawrence já fez de tudo em sua carreira, drama, aventura, ação e suspense em seus filmes. Mas algo que ela ainda não tinha feito era uma comédia escrachada e picante. Assim, a estrela aceitou participar de uma para a Sony. Aqui, ela vive uma jovem desesperada por dinheiro, que acaba aceitado um anúncio no jornal de um casal milionário para que ela saia com o filho deles, um adolescente para lá de introvertido. Dessa inusitada união saem as mais hilárias situações.
Depois do sucesso argentino ‘Relatos Selvagens’, os cinéfilos aguardaram ansiosamente pelo próximo trabalho do diretor Damian Szifrón. E nós esperamos, esperamos e esperamos. São quase 10 anos que separam ‘Relatos Selvagens’ o novo filme do diretor. Mas em Junho ele finalmente estará entre nós. O cineasta resolve fazer sua estreia em Hollywood, num filme sobre a caça a um psicopata, estrelado pela jovem talentosa Shailene Woodley. Pela sinopse e trailer este parece ser um filme repleto de reviravoltas.
Época de férias escolares, os pais também costumam tirar férias para poder dar atenção à prole. E para eles esta é justamente a dica. Uma comédia nacional com assinatura do diretor Hsu Chien, cineasta brasileiro que coleciona sucessos como ‘Quem Vai Ficar com Mário?’, ‘Me Tira da Mira’ e ‘Desapega!’. Aqui, quem protagoniza é Estevam Nabote, humorista do ‘Porta dos Fundos’. Ele vive um sujeito com problemas financeiros, cuja maior paixão é o carrão antigo, o qual ele deu o carinhoso nome de ‘Mozão’. A última saída para quitar as dívidas seria vender o carro, mas ele decide algo melhor: se tornar motorista de aplicativo, enquanto precisa orquestrar uma festa de aniversário para a mãe.
Quem também retorna no sexto mês de 2023 é simplesmente um dos maiores personagens da história do cinema. O arqueólogo mais famoso da sétima arte, Dr. Henry Jones Jr., ou Indiana Jones para os íntimos, volta nas formas do imortal Harrison Ford quinze anos depois de sua última aventura nas telonas. Desta vez Indy retorna a fazer o que sabe bem: combater nazistas. A novidade é que o ajudando em seu trabalho estará sua afilhada Helena, papel da britânica Phoebe Waller-Bridge. No elenco também as participações de Antonio Banderas e Mads Mikkelsen. Simplesmente imperdível.
Ruby Marinho – Monstro Adolescente
O mês fecha com o lançamento de mais um filme para a garotada, desta vez uma produção da Universal Pictures. A história mostra seres mágicos que vivem debaixo d’água, bem na esteira do sucesso do recente ‘A Pequena Sereia’ da Disney. Aqui, a protagonista é Ruby, parte de uma espécie que vive na água, ela descobre que sua família vem de uma linhagem real, que conseguem se transformar em monstros gigantes. Na dublagem original, vozes de estrelas como a veterana Jane Fonda e Toni Collette.
A segunda parte da 4ª (e última) temporada de ‘Manifest‘ foi adicionada hoje (02) ao catálogo da Netflix.
Nos últimos capítulos, os passageiros irão enfrentar repercussões alarmantes em um mundo dominado pelo ódio, não mais livres para resolver seus próprios chamados sem supervisão constante do inescrupuloso Registro 828. Logo, um acidente misterioso oferece avisos sinistros em escala bíblica que comprometerá ainda mais a subsistência de todos.
Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a 4ª temporada encerra o grande mistério em torno do desaparecimento e retorno do avião que mudou a vida dos principais personagens e os envolveu numa trama de eventos sobrenaturais.
Entre as críticas, o The Wrap afirma que:
“A 4ª temporada de ‘Manifest’ não irá decepcionar os fãs do show, embora seja provável que parta seus corações e/ou faça seus corações dispararem.”
Nas redes sociais, o clima não é diferente, com os internautas demonstrando sua ansiedade, expectativa e até mesmo tristeza pelo fim da atração após cinco anos acompanhando a trajetória de Michaela (Melissa Roxburgh), Ben (Matt Dallas), Zeke (Matt Long) e companhia.
A série é inspirada no desaparecimento do voo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.
Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.
‘Velozes e Furiosos 10’ chegou aos cinemas recentemente – e apresentou novos rostos à franquia de ação, incluindo Alan Ritchson como o Agente Aimes.
Agora, em uma entrevista ao The Rich Eisen Show (via ComicBook.com), o ator revelou ter visto o primeiro capítulo da saga “no ensino médio”, mas não assistiu aos outros. Depois de ter sido escalado para a nova iteração, ele conferiu os filmes restantes, mas ficou “mortificado” quando admitiu a Vin Diesel, intérprete do protagonista Dominic Toretto, que não tinha feito isso antes.
“Eu não assisti a nenhum outro [filme], e contei isso para Vin. Eu disse: ‘ei, cara, eu não assisti a nenhum deles. Assisti ao primeiro no ensino médio e, agora que consegui o papel, assisti a todos. Amei o que você fez nessas duas últimas décadas’. E ele respondeu: ‘obrigado. De verdade'”, ele conta.
Ritchson continua: “ele gastou mais de vinte anos da vida, esse é o seu bebê. Eu passei vários anos trabalhando em ‘Reacher’. E se alguém me dissesse ‘obrigado por me ter em ‘Reacher’, cara, eu não assisti a nenhum deles’, eu responderia: ‘você é muito estúpido… Por que diria algo assim?’. E esse cara ficou décadas [em ‘Velozes e Furiosos’]. Eu sou um idiota”.
Por fim, o ator disse: “Quanto mais eu via [a franquia] se desenvolvendo, mais eu ficava: ‘não é surpresa que essa é uma saga multibilionária, é a coisa mais divertida no mundo'”.
Vale lembrar que ‘Velozes e Furiosos 10‘ recentemente ultrapassou a impressionante marca de US$ 500 milhões em bilheteria ao redor do mundo.
Apesar do sucesso nas bilheterias internacionais, o filme enfrentou uma queda significativa em sua receita nos Estados Unidos, registrando uma diminuição de 66% em relação ao fim de semana de estreia e arrecadando apenas US$ 28 milhões no segundo fim de semana, que incluiu o feriado do Memorial Day.
Embora ‘Velozes e Furiosos 10‘ tenha demonstrado força em mercados internacionais, a queda na arrecadação nos Estados Unidos é um ponto de preocupação.
O The Wrap destaca que as perspectivas de lucro para a Universal Pictures, produtora do filme, estão cada vez mais incertas. Isso se deve em parte ao alto custo de produção da obra, estimado em impressionantes US$ 340 milhões.
Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.
Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.
Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.
A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
A estrela principal de ‘The Flash‘, Ezra Miller, ainda não fez nenhuma entrevista de imprensa e, de acordo com a Variety, fará uma aparição discreta na première em Los Angeles, em 12 de junho, apenas para posar para fotos, sem conceder entrevistas.
O diretor do filme, Andy Muschietti, e os membros do elenco Ben Affleck, Sasha Calle e Michael Shannon, bem como o colega super-herói do Universo DC, Jason Momoa, também estarão presentes no tapete vermelho, que estará sem a presença dos tradicionais veículos de imprensa.
“Ezra quer que o filme seja lançado e que a conversa seja sobre o filme, e não sobre sua pessoa”, explica uma fonte próxima a Miller.
Ezra Miller estava envolto em polêmicas após prisões e comportamento erráticos, mas ficou longe de problemas depois de procurar tratamento para “problemas complexos de saúde mental” após “um período de intensa crise”.
Lembrando que o filme estreia nos cinemas no dia 15 de junho.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um featurette de ‘The Flash‘ focado no Batman de Michael Keaton.
Assista:
‘The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida porAndy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
O mês de junho está se aproximando e a Netflix e oAmazon Prime Video prepararam uma nova leva de lançamentos que chegam à grade de programação ao longo deste período.
A Netflix lança 36 títulos entre filmes, séries, documentários e conteúdos familiares. Entre as principais apostas para os assinantes, teremos a 4ª e última temporada de ‘Eu Nunca…‘, a minissérie documental ‘Arnold‘ – que traz a história de Arnold Schwarzenegger -, além da aguardada 6ª temporada de ‘Black Mirror‘.
Em se tratando de longas-metragens, os assinantes serão presenteados com a sequência ‘Resgate 2‘ e com o suspense/terror ‘Blumhouse’s Fantasy Island‘.
O Prime Video lança ‘Esquema de Risco: Operação Fortune’, ‘John Wick 4’ e várias novidades.
E para você não perder nenhuma novidade, separamos a agenda completa de lançamentos. Então, já separe os seus favoritos, renove o estoque de milho de pipoca e comece a planejar suas maratonas!
01/06
Prime Video
Deadloch: Temporada 1
Esquema de Risco: Operação Fortune
Netflix
Três Dias que Mudaram Tudo
Os funcionários da usina nuclear de Fukushima Daiichi precisam enfrentar um desastre inédito. Será que eles são heróis ou culpados?
The price of glory
Este drama musical eletrizante acompanha quatro cantoras talentosas e os desafios que enfrentam no caminho da fama. O maior de todos? A empresária.
Ninjago Ascensão dos Dragões
Poderes Ninja e a missão de lutar contra vilões que maltratam dragões? Essa dupla de adolescentes vai ter um trabalho e tanto pela frente.
Alvinnn!!! E os Esquilos Temporada 1
Criados por um pai humano, um esquilo musical e seus irmãos fazem muita bagunça e aprendem lições valiosas pelo caminho.
Alvinnn!!! E os Esquilos Temporada 2
Criados por um pai humano, um esquilo musical e seus irmãos fazem muita bagunça e aprendem lições valiosas pelo caminho.
Ricos de Amor 2
Paula deixa o Rio de Janeiro para voltar ao trabalho como médica voluntária na Amazônia. Teto bola um plano para acompanhá-la, sem pensar nos problemas que pode criar.
Valéria: Temporada 3
Triângulos amorosos, aniversários e novas fases da vida marcam o início de mais uma década, e as quatro amigas estão de volta para encarar tudo isso juntas.
04/06
Prime Video
A Morte do Demônio: A Ascensão
A Morte do Demônio: A Ascensão conta a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família.
05/06
Netflix
Barracuda Queens
Ao se afundar em uma dívida gigantesca, um grupo de garotas de um bairro rico de Estocolmo passa a roubar as casas vizinhas. Inspirada em uma história real.
06/06
Netflix
My Little Pony: Deixe sua Marca: Capítulo 4
A malvada Opaline quer roubar as cutie marks dos pôneis e virar a Alicórnio mais poderosa de todas, a menos que Sunny, Hitch, Izzy, Pipp e Zipp consigam impedi-la.
Casamento às Cegas: Brasil – Temporada 3
Será que o amor verdadeiro vai nascer nas cabines? Camila Queiroz e Klebber Toledo acompanham um novo grupo de homens e mulheres em busca de conexões reais.
Arnold
Esta série documental intimista retrata a vida e a carreira multifacetada de Arnold Schwarzenegger, campeão de fisiculturismo, astro de Hollywood e político.
Eu Nunca…: Temporada 4
Enfim, chegou o último ano! Entre dilemas sobre faculdades, crises de identidade e paixões não superadas, será que Devi e a galera estão prontos para enfrentar o futuro?
Tour de France: No Coração do Pelotão
Em meio a lágrimas e conquistas, esta série acompanha diversas equipes na edição de 2022 da competição de ciclismo mais desafiadora do mundo.
Este Mundo Não Vai me Derrubar
Um velho amigo voltou para casa e Zerocalcare quer ajudá-lo a encontrar um novo lugar no mundo. Mas qual é o caminho certo a seguir?
Cães de Caça – Produção coreana
Três amigos que trabalham para um agiota bonzinho se reúnem para derrotar um concorrente impiedoso que se aproveita das pessoas mais vulneráveis.
Recursos Humanos: Temporada 2
As criaturas do departamento de Recursos Humanos estão a postos para ajudar um novo grupo de humanos a lidar com noites de sexo casual e romances de escritório.
10/06
Netflix
Casa da Mãe Joana
Quatro amigos vivem de farra em farra em um apartamento no Rio. Mas quando recebem um aviso de despejo, eles precisam fazer o que mais detestam: trabalhar.
11/06
Netflix
Irmãos por Escolha
Este documentário acompanha a jornada de jovens cadetes que buscam se tornar oficiais na maior academia militar do Brasil.
14/06
Prime Video
Till – A Busca Por Justiça
Netflix
Mãe substituta
Uma mulher aluga seu útero para uma poderosa família de empresários mexicanos para salvar a vida de seu pai. Depois de dar à luz, ela acorda em um hospital onde recebe um bebê que nasceu com uma deficiência física. Anos depois, a vida a confrontará novamente com esse momento, apenas para descobrir a verdade.
Nosso Planeta 2
Conheça os mistérios que envolvem os bilhões de animais que habitam a Terra nesta série documental sobre as grandes migrações no planeta.
15/06
Prime Video
John Wick 4: Baba Yaga
Netflix
Transformers: A Centelha da Terra
Com o apoio de uma família de humanos, uma nova geração de Transformers busca seu propósito enquanto protege a Terra contra ameaças malignas.
Resgate 2
Depois de escapar da morte por um triz, o mercenário Tyler Rake encara mais uma missão perigosa: resgatar a família de um criminoso implacável.
Black Clover: A Espada do Rei Mago
Um garoto destemido e sem poderes mágicos luta pelo título de Rei Mago, enfrentando quatro rivais que foram banidos e agora ameaçam destruir o Reino Clover.
Glamorous
Marco Mejia, um jovem queer, se sente estagnado na vida. Até que começa a trabalhar para uma ex-modelo e magnata dos cosméticos. Será que Marco vai conseguir lidar com o novo trabalho e as confusões na vida amorosa?
Queremos o Divórcio!
Nesta série de comédia romântica, um casal que parece perfeito decide se divorciar. É aí que a situação se complica.
A Ilha da Caveira
Após naufragar em uma ilha, um grupo de exploradores encontra inúmeras criaturas assustadoras, incluindo o macaco gigante Kong.
Devil’s Advocate
Na Cidade do Kuwait, uma advogada desafia a opinião popular e aceita o caso de um cliente polêmico: um jogador de futebol acusado de assassinar a esposa.
23/06
Netflix
Através da Minha Janela: Além-mar
Depois de um ano separados, Raquel e Ares se reencontram para uma viagem romântica. Mas será que esse amor vai resistir a novas tentações e inseguranças?
A Descoberta Perfeita
Uma editora de moda vê seu retorno profissional ameaçado ao descobrir que o desconhecido que beijou em uma festa é seu novo colega de trabalho — e filho da chefe.
Na Cola dos Assassinos: Temporada 3
Investigadores reais contam histórias sobre assassinos cruéis, o trabalho para detê-los e as pessoas corajosas que conseguiram levá-los a julgamento.
Série Jornadas Supremas Pokémon: Parte 3
Com a ajuda de amigos e parceiros Pokémon, Ash e Goh chegam ainda mais perto de realizar seus sonhos.
25/06
Netflix
Titãs: Temporada 4
No caminho de volta para casa, os Titãs enfrentam vários obstáculos, como uma poderosa seita com o objetivo de destruir o mundo.
29/06
Netflix
The Witcher: Temporada 3 Volume 1
A série de fantasia indicada ao Emmy® está de volta para uma nova temporada.
30/06
Netflix
Nimona
Acusado de um crime terrível, um cavaleiro pede ajuda a uma criatura para conseguir provar sua inocência. Mas o que acontece se ela for o monstro que ele jurou matar?
Blumhouse’s Fantasy Island
Um resort em uma ilha misteriosa promete realizar todos os desejos dos hóspedes. Mas esse sonho acaba se transformando em uma verdadeira luta pela sobrevivência.
Em breve:
Black Mirror: Temporada 6
A série de ficção científica indicada ao Emmy® volta para uma nova temporada.
Celebrity – Produção coreana
Fama, dinheiro e poder. Uma jovem quer se tornar a próxima grande celebridade do mundo glamoroso e cheio de escândalos dos influenciadores de Seul.
‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ já está quebrando recordes. O filme se tornou a segunda maior pré-estreia de quinta-feira da história dos EUA com US$ 17,3 milhões, ultrapassando os US$ 12 milhões de ‘Toy Story 4‘.
A liderança ainda é de ‘Os Incríveis 2‘ que arrecadou US$ 18,5 milhões nas pré-estreias de quinta-feira.
Para comparação, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ fez apenas US$ 3,5 milhões no mesmo período.
Confira abaixo e como sempre, comente dizendo a sua ordem de preferência.
10. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)
Quase tudo está errado aqui, inclusive o subtítulo nacional, que cismou em dar cartaz para o vilão mais esquecível da franquia. Nem tudo está perdido, no entanto, e existem sim algumas coisas legais na produção. Porém, ao contrário da primeira investida de Andrew Garfield num filme do herói, cujo maior pecado é não possuir personalidade alguma, este filme opta por algumas escolhas bem equivocadas. A pior delas é a extrema caricatura de todos os seus vilões.
Pobre Jamie Foxx, o vencedor do Oscar precisou ver seu papel reduzido a um cartoon tão bidimensional quanto os antagonistas de Batman Eternamente (1995). O que falar de Paul Giamatti e Dane DeHaan, como Rino e o Duende Verde, então. Fora isso, Felicity Jones e Shaielene Woodley nunca veriam suas Felicia Hardy (a Gata Negra) e Mary Jane Watson de fato concretizadas. Esse é o maior pecado do filme, abarrotar a produção de personagens para eventuais continuações, que nunca viriam.
Quando a Sony optou pelo reboot da franquia ao invés da continuação Homem-Aranha 4, a maioria dos fãs chiaram, reclamando que era cedo demais. Realmente, dez anos depois da comoção que foi a estreia do personagem nas telonas, ganhávamos uma refilmagem. O caso deve servir de estudo para produtores lembrarem sempre o que não fazer em suas franquias cinematográficas. Além disso, Andrew Garfield, o novo ator escolhido para o papel, apesar de bastante empenhado e apaixonado pelo personagem, era envolto num novo arco do herói, mais voltado para os novos fãs e fora do cânone.
Aqui, Peter Parker era um skatista descolado, que cometia bullying e não o sofria, e sua maior motivação era a busca pelos segredos dos pais. O diretor Marc Webb vinha do quintessencial filme sobre relacionamento 500 Dias Com Ela, e era o nome certo para o projeto. O fato, porém, não o ajudou tanto na relação de Peter com Gwen Staci (Emma Stone). Na verdade, essa reimaginação tem como calcanhar de Aquiles a qualidade extremamente esquecível, sem grandes cenas de ação, vilões marcantes ou um romance intenso como nos primeiros filmes. Tudo é muito blasé, e esse poderia ser qualquer filme, de qualquer herói.
Depois dos muito bem sucedidos primeiros filmes do herói, um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad – o homem da Marvel no cinema então – ocorreu, sobre que caminho o terceiro longa do personagem deveria seguir. Inicialmente, Raimi desejava ter o Abutre como vilão – antagonista que finalmente dá as caras no novo De Volta ao Lar. Já Arad, com a finalidade de agradar os fãs mais jovens do herói, não via a hora de encaixar Venon, inimigo popstar do Aranha, que de tanto sucesso ganhou seus spin off na forma de histórias em quadrinhos próprias.
Raimi declaradamente não é fã do personagem, e deixou isso bem claro quando precisou concretizá-lo, a contragosto, em seu filme. Sabe a síndrome de O Espetacular Homem-Aranha 2 citada acima, com muitos personagens, muitas subtramas, sem que todos ganhem a atenção devida, pois bem, não era novidade e pode-se dizer que começou aqui para o personagem. Se ao menos tivessem olhado para o companheiro da editora rival, e aprendido com os mesmos erros de Batman & Robin (1997).
Homem-Aranha 3 recai na mesma categoria, sobressaindo apenas no fato de que existem elementos satisfatórios a serem tirados da obra, como a conturbada relação entre Peter e Mary Jane, e todo o arco do vilão principal, o Homem Areia, papel do indicado ao Oscar Thomas Haden Church, assim como todas as possibilidades estéticas criadas com o personagem. O desfecho deixava a porta aberta para uma conclusão que nunca viria. Ps. Quem pode esquecer o Peter Emo e sua dança da vergonha alheia.
Homem-Aranha: Tobey Maguire. Diretor: Sam Raimi. Vilões: Homem Areia, Venom, Duende Verde. Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard, Rosemary Harris, JK Simmons, James Cromwell.
Agora a lista começa a ficar boa de verdade. Por mais que existam elementos interessantes a serem tirados dos três filmes acima, é indiscutível que eles não podem ser usados como exemplos de boas produções do gênero, ou tampouco de bons exemplares contendo o herói. Já o recente Homem-Aranha: De Volta ao Lar não sofre desse mal e inicia uma nova fase para o personagem nas telonas. O que os fãs queriam e pediam finalmente se realizou, e com uma parceria megalômana entre os estúdios da Sony e Disney/Marvel, o amigo da vizinhança finalmente pôde ser incluído no universo cinematográfico da editora, ao lado de companheiros de como o Homem de Ferro e o Capitão América.
Fora isso, o filme de Jon Watts ganha por mostrar algo diferente do já apresentado nos outros filmes, o que inclui inclusive a mudança de localidade da ação, de Manhattan para o Queens. Tom Holland exala carisma na pele do Peter Parker mais jovem até o momento e Michael Keaton, reinventado, dá peso ao vilão, como poucos no acervo do MCU. Existe também grande homenagem aos filmes adolescentes de colégio, inspirados pelo papa do gênero, John Hughes.
Com diversas atualizações para a geração atual, como um uniforme extremamente tecnológico, alunos de diversas etnias respeitando a tão sonhada representatividade e a inclusão do herói na era das mídias sociais, o novo Homem-Aranha é mais do que nunca sinal dos novos tempos. Apesar de todos esses acertos e elogios, nenhum filme do herói respeitou tanto o cânone do personagem quanto as primeiras posições da lista.
Homem-Aranha: Longe de Casa é uma experiência cinematográfica inigualável, que mistura comédia, drama e ação na medida certa e entrega um blockbuster cheio de coração que vai conquistar até o fã mais xiita. Justiça seja feita: essa sequência é infinitamente superior a Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que apresentou o herói para uma nova geração em uma aventura satisfatória, mas que não conseguiu mostrar o potencial deTom Holland. Aqui, o ator nos conquista logo nos primeiros minutos e abraça o(s) uniforme(s) do Homem-Aranha de maneira esplêndida, conquistando o posto de melhor intérprete do amigão da vizinhança.
Após um primeiro ato cheio de humor, e um segundo ato mais dramático, o ato finalmente é pura aventura e pancadaria. Arrisco a dizer que este também é o filme do herói com mais ação, já que temos diversos embates diferentes entre o aracnídeo e vários vilões, sempre nos surpreendendo com reviravoltas de cair o queixo que rendem mais e mais e mais cenas de ação. É um ritmo frenético que proporciona cenas repletas de efeitos especiais de ponta, e batalhas surpreendentes usando como pano de fundo as belíssimas locações da Europa, como Veneza, Londres, entre outras.
Inteligente, audacioso, divertido e cheio de ação, Homem-Aranha: Longe de Casacoloca a franquia nos trilhos. O final impactante abre caminhos para a franquia tomar novos rumos e entregar histórias nunca vistas antes no cinema. Você vai ficar boquiaberto com os rumos que eles tomam aqui, e ainda mais ansioso para saber o desenrolar dos eventos apresentados nos minutos finais.
Se O Espetacular Homem-Aranha e De Volta ao Lar são reflexos de seu tempo, modernizando o herói para o público de hoje, o primeiro filme do personagem no cinema veio no caminho oposto, quase voltando no tempo para a década de 1960, quando o personagem foi criado. Mesmo passado no tempo presente, no caso em 2002, o primeiro filme do Homem-Aranha, de Sam Raimi, é dono de uma enorme sensação nostálgica, como uma volta ao passado de sentimentos, comportamentos, relações humanas e tudo o que rodeia o protagonista.
É como se os anos 1960 fossem modernizados apenas em sua estética. Até na tecnologia o longa de Raimi não investe tanto. Fora isso, temos caracterizações assombrosas, soando como cópias carbono, de carne e osso, de suas contrapartes de papel, vide JK Simmons como JJ Jameson, e Rosemary Harris como a tia May. Willem Dafoe é outro que rouba a cena na pele de Norman Osborn, deixando orgulhoso outro Norman do cinema, o Bates, com sua caracterização mais intensa do que esperaríamos encontrar em um filme do gênero, ainda mais na época, ao retratar um personagem que sofre de personalidade dividida.
Embora existam algumas reclamações, mesmo que mínimas, como o tom cartunesco das cenas de ação e efeitos, temos que lembrar acima de tudo que Homem-Aranha (2002) foi o alicerce para o que temos hoje no gênero cinema de super-heróis e que sem ele, muitos veículos não existiriam.
Essa animação é genial, e o roteiro definitivamente é melhor que qualquer outro filme do aranha. Dirigido por Bob Persichetti (O Pequeno Príncipe), Peter Ramsey (A Origem dos Guardiões) e Rodney Rothman (Anjos da Lei 2), e roteiro assinado pelo próprio Rothman e Phil Lord (Uma Aventura Lego), o longa-metragem tem Miles Morales (Shameik Moore) como centro de sua história. O jovem, ao ser picado por uma aranha radioativa da Alchemax e ganhar os mesmos poderes que do Aranha original, ele começa a esbarrar com outras versões do herói de diferentes dimensões e juntos precisam enfrentar uma ameaça que pode destruir toda a realidade.
A narrativa é, sem dúvidas, uma das mais bem roteirizadas de todas as versões que já foi vista do Homem-Aranha. O filme navega entre a comédia com algumas pitadas de drama de forma coerente. Além disso, o espectador é facilmente imerso na trama parecendo que está vivendo toda a história mostrada na tela juntamente aos personagens. A jornada do herói, neste caso de Miles Morales, transmite veracidade e consegue trazer peculiaridades que transforma o longa no tipo de produção que constitui seus próprio universo.
No geral, Homem-Aranha no Aranhaverso é um longa-metragem que acerta em todos os quesitos, especialmente, no coração de todos aqueles que sempre amaram e acompanharam as histórias do Amigo da Vizinhança.
PS.: a cena pós-crédito não poderia ser melhor nem se tentassem.
Um dos filmes mais aguardados de 2021, quiçá dos últimos 30 anos, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é um dos maiores acertos recentes da Sony. Quando foi anunciado, não havia uma expectativa tão grande por conta das críticas mistas de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), mas o trabalho feito por Jon Watts e Tom Holland neste terceiro capítulo da trilogia é tão bem amarrado que vai fazer até mesmo que odiava o Peter de Holland sair dos cinemas amando o personagem.
Com esse jeitão de reboot, o terceiro filme solo da saga de Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel indica o caminho que o herói seguirá daqui para frente, já que uma nova trilogia já foi encomendada pela Sony e provavelmente acompanhará o garoto em seus primeiros anos de vida adulta, culminando em uma sonhada liderança dos Vingadores ao lado do Capitão América (Anthony Mackie). E se antes o distanciamento dos quadrinhos era uma crítica recorrente, tudo indica que o herói agora terá muito mais de suas raízes das HQs o acompanhando nas telonas.
A entrega de Tom Holland também enche os olhos, porque é nítido que ele se doou ao máximo para que esse filme pudesse ser essa obra-prima dos filmes com heróis. E conseguiu seu objetivo.
Quase tão poderoso quanto ‘Homem-Aranha 2‘, do Sam Raimi, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é de fato a continuação da carta de amor aos fãs do “amigão da vizinhança” escrita lá em 2018, dessa vez com muito mais vontade e inspiração para superar seu antecessor. É difícil estabelecer se realmente irá se sobressair sobre ‘No Aranhaverso’, visto que a nova produção possui uma história dividida em duas partes e muitas pontas soltas para serem amarradas na próxima instalação. Mas, o que se pode garantir no momento, é que o terreno preparado promete uma conclusão épica à jornada de Miles Morales e o Aranhaverso.
Mesmo que o enredo tenha um vilão decente, para não dizer “funcional”, e diversas reviravoltas, é evidente que este filme se desdobra como uma ponte para a próxima sequência, intitulada de ‘Além do Aranhaverso’, e que funcionará como um desfecho para a saga. Por isso, vários dos segmentos desenvolvidos ao decorrer do filme não são acabados propriamente, deixando várias brechas e um instigante gancho ao final para ser reatado na sequência, que pode transformar ‘Aranhaverso’ em uma das melhores trilogias não só dos longas animados mas também do gênero de super-heróis.
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso quase levou o primeiro lugar, mas as qualidades e méritos da direção de Sam Raimi transformam esse clássico em poesia. A continuação orquestrada pelo cineasta entra para o hall dos filmes do gênero que sobressaíram seus predecessores e marcaram o imaginário popular, tendo sua relevância até os dias de hoje e sendo considerado um dos melhores filmes de super-herói da história. Talvez os novos filmes do aracnídeo não envelheçam tão bem quanto esse envelheceu.
No roteiro, os conflitos do personagem aumentam. Já estabelecido como o herói justiceiro mascarado, ele precisa equilibrar sua dupla personalidade e sua dupla jornada, apresentando os dilemas que sempre fizeram do personagem, único. Contas atrasadas, trabalhos devidos na faculdade, problemas românticos, tia idosa.
Outro grande embate surgia com o melhor amigo Harry (James Franco), que acusava o herói de ter matado seu pai. Todo o drama envolvendo esta situação é de primeira. O vilão, interpretado de forma entusiasmada porAlfred Molina, igualmente possuía suas questões, se afastando ao máximo de caricaturas bidimensionais, geralmente encontradas em tais produções. Se formos pensar na diferença de tais antagonistas para os filmes com Andrew Garfield, dá vontade de chorar. Não é por menos que Homem-Aranha 2 é tido como uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos.
Seis meses após o acidente que colocou sua vida em risco,Jeremy Renner, conhecido por interpretar o Gavião Arqueiro no Universo Cinematográfico da Marvel, comentou sobre a possibilidade de retornar ao papel do super-herói.
Durante sua participação na convenção Phoenix Fan Fusion, o ator revelou que estaria disposto a retornar à Marvel “em um piscar de olhos” se o estúdio manifestasse interesse.
Além disso, Renner compartilhou que sua recuperação está progredindo bem e que pretende continuar atuando normalmente, levando em consideração a vontade e o apoio de sua família.
No primeiro dia do ano, o astro da franquia ‘Vingadores‘ quebrou mais de 30 ossos e passou por várias cirurgias depois de ser atropelado por um trator limpa neves.
Em entrevista ao JimmyKimmel, Renner revelou que vai manter o veículo:
“Só preciso aprender a dirigir melhor. O trator vai continuar desempenhando um papel integral na nossa propriedade em Reno [Nevada, nos EUA]. Temos muita neve lá em cima. “Minha mãe quer atear fogo no trator – e isso daria uma festa inteira… Mas não, é um veículos incrível. E eu o adoro.” (via Yahoo).
Ele acrescentou que:
“É uma necessidade, sabe? É com ele que a gente se vira quando há tempestades de neve gigantes.”
O bom humor e o olhar agradecido do indicado ao Oscar se sobressaíram à bengala que ele usava para se apoiar enquanto segurava a mãe de sua filha Ava, de 10 anos.
“Estou transbordando de gratidão e entusiasmo, diferente de tudo que senti em muito, muito tempo, sabe?”, disse o astro à People. “Porque não é um filme que estou promovendo, não é um show, é minha vida, é minha vida, cara, é isso o que eu faço.”
Após o susto, o astro vem tranquilizando os fãs ao publicar atualizações sobre sua rotina, e parece que ele está cada vez mais perto de se recuperar totalmente.
Nos últimos meses, os executivos da Disney vêm tomando uma série de decisões controversas visando uma readequação financeira, que renderam inúmeras reclamações dos fãs e muitas incertezas acerca do futuro de franquias queridas. Dentre as polêmicas, as mais recentes foram a exclusão de conteúdos originais do Disney+ para reduzir a carga tributária, mesmo que isso signifique apagar produções que existiam exclusivamente na plataforma, e agora a demissão de 75 funcionários de uma de suas marcas mais poderosas: a Pixar.
O mais curioso disso tudo é que a Pixar já vinha numa época de crise há alguns anos, e isso se intensificou após John Lasseter se desligar da empresa por acusações de assédio sexual. Para piorar a cena, no período pandêmico, as concorrentes no setor de animação parecem ter encontrado novos caminhos inovadores para conquistar o público, enquanto a Pixar seguiu com sua fórmula padrão, que já está desgastada para boa parte dos espectadores, o que reflete diretamente nas bilheterias de seus últimos projetos.
Segundo a agência de notícias Reuters, uma das principais causas para a Pixar entrar na rota de demissões foi o desempenho baixíssimo de Lightyear (2022), que não conseguiu se pagar com seu baixo desempenho em críticas e bilheteria, rendendo um grande prejuízo para os cofres da Disney. E não pense que a reestruturação afetou apenas as partes mais simples da empresa. Alguns medalhões foram mandados embora, como Angus MacLane e a LENDA Galyn Susman. Para quem não conhece, ambos estavam na Pixar desde o começo da empresa, mas Galyn ficou imortalizada no meio da animação por ter salvo o trabalho de milhares de colegas com uma ação simples e despretensiosa há algumas décadas.
Nos anos 90, após o lançamento e a enxurrada de críticas positivas de Toy Story (1995), a Pixar entrou de vez no ramo das grandes animações cinematográficas e começou a trabalhar incansavelmente para manter o alto padrão que eles mesmos estabeleceram e colocaram como meta seguir inovando o máximo possível. Isso rendeu ao time de animadores e roteiristas uma estafa mental gigantesca, que atingiu seu ápice na produção de Toy Story 2, como revelou o cofundador da Pixar, Ed Catmull, em seu livro Creativity Inc., lançado em 2014.
O contexto era o seguinte: os executivos haviam decidido que iriam investir no mercado Home Video, e que a melhor forma para chamar atenção para esse ramo seria trazer a sequência do fenômeno dos cinemas como um lançamento exclusivo para esse formato, com Toy Story 2. Então, era um filme que não poderia dar errado, já que poderia colocar em risco toda a segmentação de Home Video da empresa. Só que a equipe criativa vinha de dois projetos enormes, Toy Story (1995) e Vida de Inseto (1998), e estavam todos esgotados. Isso refletiu diretamente na produção da sequência, que não estava fluindo.
Com essa “crise criativa” e a estagnação da equipe, parecia que eles não conseguiriam fazer um Toy Story tão bom quanto o original, o que só aumentou a pressão para cima do time. Para complicar ainda mais a situação já precária dos animadores, um dos funcionários acidentalmente apagou de forma irreversível aproximadamente 90% de tudo que já havia sido produzido de Toy Story 2, com mecanismos, efeitos, cenários e personagens animados indo embora com o simples digitar do código /bin/rm -r -f *.
Agora pense: se a situação já estava ruim com a equipe criativa precisando de um descanso para pensar em como concluir o filme, o quanto mais insalubre ficaria sua condição de trabalho se o longa precisasse ser reanimado todinho de novo? O desespero foi tanto que eles tentaram cortar a energia do prédio para impedir que o apagamento fosse concluído, mas correram em vão. E a situação foi tão aterrorizante que até mesmo o arquivo de backup do filme estava corrompido. Ou seja, foram meses de trabalho efetivamente jogados no lixo por acidente.
No entanto, como mar calmo nunca fez bom marinheiro, foi no meio desse caos queGalyn Susman se consagrou como uma das maiores lendas da história da Pixar. Na época, ela fazia a supervisão da direção técnica do projeto, mas teve que se afastar por conta do nascimento de seu bebê. Só que ela não queria deixar de trabalhar, mesmo estando de licença maternidade, porque sabia como o time estava cheio de trabalho e não queria complicar ainda mais a produção do filme.
Por conta desse pensamento proativo, Galyn realizou uma cópia de praticamente tudo que havia sido produzido até então e levou para casa para poder supervisionar de lá e eventualmente ligar para os companheiros para passar orientações. Assim, quando chegou a notícia de que haviam apagado o filme todo por acidente, a supervisora avisou que tinha uma cópia dos arquivos e levou para a equipe um raio de esperança, salvando a produção do filme.
Com essa raio de luz trazido por Galyn, a equipe conseguiu finalizar o filme a tempo e entregar para o estúdio. Então terminou tudo bem, certo? Errado! Isso porque apesar da Disney ter aprovado o projeto, que foi finalizado a duras penas, John Lasseter chegou da turnê de divulgação de Vida de Inseto e correu para assistir o corte final de Toy Story 2, dirigido pelo então iniciante Ash Brannon (Tá Dando Onda). E o resultado foi um filme tão genérico e previsível, que Lasseter ligou imediatamente para a Disney e pediu um prazo para refazer o projeto todo. Inicialmente, o estúdio achou que era piada, já que o processo médio de realização de um longa animado era de aproximadamente quatro anos. Mas o diretor insistiu e a empresa deu a ele um prazo máximo de apenas um ano para entregar o novo filme.
Foi assim que John Lasseter abriu mão de suas férias, afastou Brannon do projeto e se reuniu com a equipe criativa para escrever um novo roteiro do zero, inserindo a trama da Jessie e do Mineiro e toda a sequência final ambientada no aeroporto. Com isso, o filme ganhou muito mais alma e aventura, fazendo dele o sucesso que é amado até os dias de hoje. Para não dizer que a ação de Galyn foi descartada por isso, seu resgate do filme original permitiu que os animadores reaproveitassem alguns códigos e personagens já animados previamente para ajudar na construção do novo filme. E foi por meio dessa reciclagem, que aproveitou também cenários e elementos de animações prévias, que os animadores conseguiram finalizar o projeto com excelência nesse prazo recorde de um ano.
Quando os executivos viram o novo filme, eles acharam o resultado tão espetacular que desistiram da ideia do Home Video e prepararam um pomposo lançamento para os cinemas, correndo o risco de terem mais uma sequência com o selo Disney indo mal nas bilheterias. E isso logo se provou uma grande besteira, já que a altíssima qualidade do filme o levou a arrecadar impressionantes 512 milhões de dólares ao redor do mundo, fazendo dele um grande sucesso da casa.
Agora, com a demissão de Galyn Susman, que ascendeu na empresa até virar produtora, a Pixar se despede de uma de suas maiores lendas, que marcou época não só com essa história incomum, mas principalmente por sua contribuição para alguns dos maiores sucessos da casa.
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