“O que desaparece sempre volta”. Esta é a frase de impacto escolhida pelo roteirista Arthur Warren (Historietas Assombradas: O Filme) para dar início ao suspense Dente por Dente, protagonizado por Juliano Cazarré e Paolla Oliveira. A narrativa é contagiada por dezenas de bordões dessa espécie, ditos pelo protagonista/narrador como um guia de introspecção ao personagem. O artifício, no entanto, soa como a leitura de um romance de banca de jornal, de modo verborrágico a completar o mínimo de páginas de uma trama simplista.
“Eu sonhava muito, porque dormia mal ou dormia mal porque sonhava muito?”, questiona-se Ademar (Cazarré).Dente por Dente desenvolve-se por meio dos sonhos e frases de efeito do segurança/guarita de um empreendimento imobiliário. Numa noite, ele presencia uma dos seus colegas quebrando um pavimento da obra. O estranho acontecimento é seguido do sumiço do mesmo, o que desperta a curiosidade do guarita e os seus sonhos aparentam ter uma estranha relação com o caso.
“O problema é que os sonhos não desaparecem…” Instigado pelos seus pesadelos de dentes sendo arrancados, Ademar investiga o sumiço do colega Teixeira (Paulo Tiefenthaler) e o envolvimento ao que parece escuso do desaparecido com a empreiteira, comandada por Valadares (Aderbal Freire Filho) e Meirelles (Renata Sorrah). Após o ocorrido, os sócios da empreiteira são apresentados como gananciosos e pouco empáticos em relação aos crimes ao redor do empreendimento. Algo nada sutil para fomentar o suspense da trama.
“O sonho te persegue. Para se livrar, você tem que olhar o que ele está querendo te mostrar”. Assim como na série O Mentalista (2008-2015), Ademar utiliza dos seus sonhos dedutivos para solucionar o mistério por trás dos crimes. Se não fosse a pesada tentativa de criar um clima de horror e subjetividade, Dente por Dente seria até um suspense mediano, tal como um episódio de seriado policial, no qual é mais interessante seguir a vida dos policiais do que os crimes investigados. Ademar, no entanto, não é um policial habilidoso e a sua vida é um vazio de interrogações. Construída a partir da ideia da literalidade da metáfora “dente por dente, olho por olho”, a narrativa de folhetim contrapõe-se totalmente a um thriller de vingança ou uma instigante investigação policial.
“O sonho não é espelho da realidade, é outra coisa”. Com direção de Pedro Arantes e Júlio Taubkin, os quais trabalharam juntos no curta A Guerra de Arturo (2009), Dente por Dente tem a intenção de misturar mistério, horror psicológico e crítica social. O conjunto, entretanto, não encontra harmonia. A narrativa introspectiva torna-se cansativa; as pistas para os enigmas são excessivamente óbvias; os caminhos de resolução são gritantes; e o esforço de uma crítica social afoga-se em um mar de concreto endurecido.
“O sonho é a realidade que está atrás do espelho”. Com um roteiro defectível, a proposta do filme é simples, no entanto, toda a mise-en-scène joga contra o desenvolvimento da trama. As cenas de dentes arrancados, como metáfora de interpretações dos sonhos e vingança do proletariado, tornam-se um apêndice para o título do filme, ao invés de representação de dor e de desespero. Se os elementos de dualidade, entre sonho e realidade, fossem subtraídos, o enlace policial ganharia mais projeção e, igualmente, mais relevância para a pauta de luta de classe embutida na retórica “o que [ou melhor, quem] desaparece sempre volta”. Ou seja, a culpa eternamente vai infernizar a consciência dos responsáveis.
Dente por Dente, entretanto, nos coloca em um inferno de camadas subjetivas grosseiras. As especulações oníricas funcionam mais como apelo visual sanguinolento do que um mergulho no inconsciente do personagem e no seu papel de mensageiro. Assim como, o mistério revelado funciona como uma espécie de anticlímax, já que as sequências mastigam o caminho do espectador e o caráter denunciativo perde o rumo. Ao final, Ademar sela a sua narrativa insípida – com a mesma frase inicial – entre o mundo dos sonhos e a vida real, mas do outro lado do pavimento.
O novo sci-fi estrelado por Natalie Portman, intitulado ‘Aniquilação‘, teve seu trailer legendado divulgado pela Netflix e data de estreia, além de um novo cartaz belíssimo:
O elogiado blockbuster chega no catálogo dia 12 de março.
Confira o trailer e as primeiras reações da crítica, que o considerou hipnotizante e instigante, com uma trama bem construída e executada:
Just saw #Annihilation, and damn, it’s gorgeous. Beautifully done, riveting and smart. Going to need to process this one for a while, and I want to see it again! pic.twitter.com/rFl5cnacon
“Acabei de assistir Aniquilação e, cara, é maravilhoso. Lindamente feito, instigante e esperto. Precisarei processar isso por um tempo e tudo que quero é assisti-lo novamente!”
Alex Garland’s #Annihilation is absolutely phenomenal. It’s gorgeous and mesmerizing, with brilliant performances from the entire ensemble. It’s a remarkable vision, and has a sequence so thrilling that I was left literally dizzy. It will be on my Top 10 of 2018 without question. pic.twitter.com/zGmDGlyh0M
“Aniquilação, de Alex Garland, é absolutamente fenomenal. É maravilhoso e hipnotizante, com atuações brilhantes de todo o elenco. É uma visão memorável e possui uma sequência tão empolgante que eu fiquei literalmente confusa. Ele estará no meu Top 10 de 2018, sem sombra de dúvidas”.
Make no mistake, #Annihilation is a new sci-fi classic. Brilliant, thrilling, and provocative, it has as much metaphoric depth as it does narrative tension. I’m floored. pic.twitter.com/o2taDg2Z7L
“Não se iluda, Aniquilação é um novo clássico do sci-fi. Brilhante, empolgante e provocativo, possui tanta profundidade metafórica bem como uma tensa narração. Eu estou no chão”.
#ANNIHILATION: This is the type of sci-if we always say we want to see. Bold, challenging, singular, visually dazzling. Would not be the least bit surprised to see it hailed as a masterpiece (and it might actually be one).
“Aniquilação: Este é o tipo de sci-fi que nós sempre dizemos que queremos ver. Ousado, desafiador, singular e visualmente hipnotizante. Não ficaria nem um pouco surpreso de vê-lo ser aclamado como uma obra-prima (e pode muito bem ser uma)”.
#Annihilation is big budget Alex Garland with all the head-spinning intelligence of “Ex Machina.” It’s violent and patient and then suddenly so transfixing you’re pinned to your seat.
It’ll take time to process. Another auteur studio gamble from Paramoint after “mother!”
“Aniquilação é um filme de Alex Garland com grande orçamento e com toda aquela inteligência de girar a cabeça de Ex Machina. É violento, paciente de derepente é tão perfurador que você é pregado no assento”.
A adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de Jeff Vandermeer, teve seus direitos de distribuição vendidos pela Paramount – quem cuidará do lançamento internacional é a Netflix, que lançará o filme direto em seu serviço de streaming.
O diretorAlex Garland, de ‘Ex-Machina‘, se revoltou com a decisão.
“Estou decepcionado. Fiz esse filme para ser exibido nos cinemas. Não tenho preconceito com a exibição na TV, mas ele não foi feito para ser visto nessa mídia. Pelo menos, ele ainda será exibido nos cinemas dos EUA, o que me agrada muito. O bom da Netflix, é que ele atingirá um público maior. Vejo os lados positivos e negativos, mas ele foi feito para ser visto nos cinemas”, afirmou em entrevista ao Collider.
Ao que parece, a decisão se deu após uma briga entre os produtores David Ellison e Scott Rudin após o filme não performar positivamente nas exibições-teste.
A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.
O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.
O drama‘What They Had’ ganhou um novo trailer. O filme, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, traz Hilary Swank tendo que lidar com o agravamento do Alzheimer de sua mãe, vivida pela Blythe Danner. Assista:
A trama de gira em torno da personagem de Swank, que retorna para casa atendendo ao pedido de seu irmão para lidar com o Alzheimer de sua mãe.
Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.
Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.
Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.
E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.
E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?
Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.
Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.
Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.
Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.
Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.
Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.
Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.
Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.
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O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.
Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.
E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.
Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.
Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).
O canal pago Multishow já vem se firmando como um grande produtor de conteúdo humorístico há muitos anos. De lá saíram excelentes programas de comédia que eventualmente extrapolaram o espaço do canal e ganharam o formato fílmico, como ‘Vai Que Cola’, ‘Tô de Graça’ e, mais recentemente, ‘Os Suburbanos’, programa surgido em 2015 no canal pago e que a partir dessa semana ganha seu primeiro longa-metragem estreando nas salas de cinema do país sob o mesmo título.
Jefinho (Rodrigo Sant’Anna) quer fazer sucesso de qualquer jeito. Enquanto isso, trabalha como piscineiro na casa de Lorena (Cristiana Oliveira), na expectativa de que ela entregue seu CD ao marido, J. P. (Paulo Cesar Grande), dono de uma importante gravadora. Mas seu primo, Wellington (Babu Santana), responsável por empresariar o grupo de pagode deles, marca diversas apresentações dos rapazes, às quais Jefinho sempre se atrasa. Dentre as peripécias do trabalho e do grupo, Jefinho ainda arranja tempo para amar Gislene (Carla Cristina Cardoso) e compor aquela que ele acredita ser a música que irá alavancar sua carreira artística, o pagode “Xavasca Guerreira”, mesmo que o resto do grupo discorde da qualidade da canção.
Para quem não acompanha a série homônima, dá para assistir a ‘Os Suburbanos’ sem prejuízo de não entender a história. O roteiro de Rodrigo Sant’Anna com Denise Crispun é bem redondinho, começando com o protagonista quebrando a quarta parede para iniciar a narrativa de suas desventuras, seguindo por toda a sequência de acontecimentos até a história encontrar o tempo presente e apresentar a conclusão final. Esse formato circular não oferece brecha para que o espectador se confunda, e é ideal para uma comédia de grande público.
Com luxuosa participação especial de Jojo Todynho e Tadeu Mello, que se mostram bastante à vontade em interação com o elenco, o filme de Luciano Sabino (que também dirigiu a série) constrói um apurado retrato da vida da zona norte carioca não-elitizada, lá pelos lados de Penha, Irajá e acima. As cores vivas, as falas ligeiras, as piadas prontas, os tremeliques e caras e bocas do elenco são reproduzidos em consonância com a essência dos personagens expansivos do subúrbio, que têm, na mesma medida, amor e volume. Ainda que, ao final do filme, tenhamos a sensação de termos assistido a uma sequência de esquetes agrupadas por tema, há um fio condutor que une as cenas de maneira plausível e convincente; as piadas, centradas no protagonista, funcionam em todos os núcleos do enredo, apesar de alguns personagens de apoio serem construídos em cima de estereótipos.
Alinhado com as qualidades e os defeitos do cidadão comum – que repete preconceitos mas, na hora do vamos ver, deixa os temores de lado para embarcar no sonho e no amor – ‘Os Suburbanos’ é uma comédia leve e atual à contemporaneidade no centro urbano. A produção acerta ao trazer o elenco tradicional da série televisiva e dar um tom ‘Austin Powers’ ao malandro Jefinho. Com humor, o filme mostra que todos nós erramos em nossos pré-conceitos, mas que o importante é evoluirmos como pessoa e respeitarmos aos outros, da mesma maneira como queremos que respeitem nossos sonhos. Para rir e refletir, como toda boa comédia deve ser.
Uma coisa que marca o fã de séries de TV é a paixão com que defende suas produções favoritas, e a torcida constante para que as mesmas sejam sempre renovadas pelas emissoras. Abrir mão é uma coisa difícil. E séries comoSupernatural e Grey’s Anatomy estão aí até hoje para provar isso.
É claro que existem grandes séries com várias temporadas que conseguiram manter um padrão bom de qualidade. Outras, contaram com bons anos e acabaram piorando com o tempo. E temos também aquelas que souberam quando e como acabar.
São milhares de exemplos no mundo das séries. Mas o que nos interessa aqui é outra coisa… são as produções que tiveram grandes primeiras temporadas e que deveriam ter ficado só nelas. A boa qualidade de uma série não deve necessariamente significar uma renovação. Ainda mais como em casos de adaptações de livros que já no primeiro ano contaram toda a trama original, e temos vários exemplos do tipo.
Abaixo, você confere nossa lista completa. E não deixe de participar através dos comentários. Está liberado discordar. Ou mesmo lembrar de outros exemplos.
Nada como abrir a lista com a série que inspirou a matéria. A segunda temporada de Big Little Liesacaba de ir ao ar na HBO, dois anos após o lançamento da original. Ainda que tenha seus méritos e a adição marcante de Meryl Streep, o segundo ano simplesmente não tinha razão para existir. Nada justificava. E nada justificou.
Criada por David E. Kelley e com produção de Reese Witherspoon e Nicole Kidman, BLL é inspirada em livro de Liane Moriarty, e já havia esgotado toda a história literária no primeiro ano. Agora, inclusive, há uma abertura para uma terceira temporada. O que é muito estranho para uma série que concorreu como minissérie/série limitada em seu primeiro Emmy.
The Handmaid´s Tale
The Handmaid’s Tale é outro exemplo claro de produção que praticamente esgotou o material original em sua primeira temporada, no caso o livro homônimo de Margaret Atwood. Por mais que a própria autora continue como consultora e que o criador Bruce Miller defenda que muito do presente nas temporadas seguintes tem inspiração direta da obra, é certo que o livro contava com uma trama que já foi esgotada nas telinhas. Tudo que a história podia contar já estava presente no primeiro ano.
A presença de uma série na nossa lista, não significa necessariamente que ela virou uma bomba após a primeira temporada. The Handmaid’s Talesegue uma produção com temas importantes e atuações extraordinárias. Simplesmente, não possui mais o frescor inicial. E também pesa a mão no sofrimento das personagens femininas.
Big Little Liese The Handmaid’s Talenão precisavam de segundas temporadas, mas as que vieram contaram com bons momentos. O mesmo não se pode dizer deHeroes. Criada por Tim Kring, em 2006, a série de heróis foi um verdadeiro fenômeno em sua primeira temporada. Tudo ia muito bem até o capítulo final do primeiro ano, quando jogaram tudo a perder. A partir daí, o que veio foi um estado permanente de sofrimento, com tramas rasas e personagens pouco desenvolvidos.
Foram poucos os fãs que conseguiram resistir até o final da quarta temporada. Algo muito triste para uma produção que começou tão bem. Para piorar, em 2015, tentaram revitalizar a trama com Heroes Reborn, mas ninguém comprou a ideia.
Talvez chamar13 Reasons Whyde ótima seja um exagero… mas é verdade que a primeira temporada conta com boas atuações e aborda temas realmente importantes para os jovens, embora sempre caiba ressaltar a forma em que mostrou o suicídio da personagem principal, algo tão gráfico e impactante que gerou inúmeros debates – e inclusive resultou na decisão da Netflix em cortar a cena da série recentemente.
Mas é isso… 13 Reasons Why tinha seu valor. E a produção jogou tudo a perder com a decisão de fazer uma segunda temporada. E uma quarta temporada acaba de estrear, fechando a história de maneira bem duvidosa. Tudo isso é muito louco, uma vez que ninguém parece realmente interessado com o futuro de personagens tão superficiais.
Lançada em 2014, True Detective foi um verdadeiro fenômeno de público e crítica, contando com atuações memoráveis de Matthew McConaughey e Woody Harrelson. A série da HBO ajudou a lançar os nomes do criador Nic Pizzolatto e do diretor Cary Joji Fukunaga, responsável por comandar toda a primeira temporada.
Após o sucesso do ano inicial, a emissora decidiu capitalizar em cima do projeto. Nasceu assim uma série de antologia, com cada temporada contando uma história com personagens diferentes. Colin Farrell, Rachel McAdams e Vince Vaughn estrelaram o segundo ano, enquanto que Mahershala Ali e Stephen Dorff são os destaques do terceiro. Mesmo com eventuais boas atuações e uma trama interessante, a verdade é que True Detective nunca mais foi a mesma coisa.
Homeland já está a caminho de sua oitava temporada. Neste meio tempo, contou com ótimos momentos, mas nunca conseguiu repetir o nível visto no primeiro ano. A verdade é que, hoje em dia, os fãs veem a série quase que no piloto automático, sem o mesmo interesse ou atenção.
E o motivo é simples. Após uma ótima primeira temporada, Homelandvirou uma série comum de espionagem. Algumas reviravoltas prendem a atenção do espectador, mas tudo o que precisamos saber de Carrie (Claire Danes), Saul (Mandy Patinkin) e companhia pode ser visto nos doze episódios iniciais, exibidos em 2011.
É provável que alguns fãs da série já estejam tatuando planos para ferir o autor desta matéria por ousar colocarPrison Break na lista, mas uma coisa é certa: a série é uma durante e outra após sua primeira temporada. Ao longo de cinco temporadas, incluindo um revival em 2017, a produção sempre abraçou o absurdo, mas a cada ano que passava, só chutava mais o balde.
É certo que fãs defendem apaixonadamente até mesmo as temporadas mais fracas, mas também é verdade que Prison Break poderia estar na história das séries de TV se não tivesse se perdido tanto com o passar do tempo. O primeiro ano é empolgante, envolvente e repleto de reviravoltas. Depois, o sentimento vai passando e só resta os plot twists insanos.
Refilmagem da série dinamarquesa Forbrydelsen(2007), The Killing foi um verdadeiro fenômeno na primeira temporada. Com ótimas presenças de Mireille Enos e Joel Kinnaman, a produção acompanhava a história de dois policiais durante a investigação de um brutal assassinato de uma jovem de 17 anos, em meio a uma campanha política. A trama é envolvente e instigante, mas muitos fãs se sentiram traídos pelos produtores da série, que não resolveram o caso na primeira temporada.
Após o “golpe”, a série nunca foi a mesma. Chegou a contar com bons momentos, mas perdeu muito do engajamento. Chegou a ser cancelada após o final da segunda temporada, mas o canal AMC acabou voltando atrás. No final da terceira, novo cancelamento. E novo salvamento, agora pela Netflix. Pouco adiantou. O nível nunca retornou ao patamar original.
Mais uma série da lista que segue em cartaz, embora já tenha deixado alguns protagonistas pelo caminho, como Ruth Wilson. A série do Showtime aborda de forma muito envolvente o tema da infidelidade, especialmente em seu primeiro ano, em que usa diversas perspectivas para desenvolver a narrativa.
The Affair levou o Globo de Ouro de Melhor Série Drama por sua primeira temporada, mas o que veio a seguir não manteve o mesmo nível. A produção desencadeou em um melodrama pra lá de exagerado e desinteressante. Tem seus momentos, mas sem a mesma qualidade. A quinta temporada será a última da série. E já estava mesmo na hora.
Quase uma paródia de programas como The Bachelor, UnREAL contou com quatro temporadas no canal Lifetime. Ácida, divertida e com ótimas presenças de Shiri Appleby e Constance Zimmer, a série abraça o mundo absurdo dos reality shows. O primeiro ano é excelente, oferecendo momentos de humor, romance e, é claro, muita intriga.
A partir da segunda temporada, a série passa a tentar abordar temas mais sérios, como raça e violência policial. E a decisão não dá certo. A quarta temporada acaba parando de surpresa no Hulu, mas foi mais ignorada do que qualquer coisa. No final das contas, era melhor ter ficado só no primeiro ano.
A Variety confirmou hoje (16) que Krystin Ver Linden vai escrever e dirigir o novo drama da Steel Springs Pictures, ‘Alice’.
A produção é baseada em fatos reais e gira em torno do sul pré-guerra dos Estados Unidos que escapa de sua fazenda apenas para descobrir a dura realidade que se esconde para além de sua casa.
As filmagens devem começar em Louisiana, no início de 2020.
Ver Linden é conhecida por seu trabalho ao lado do diretor Quentin Tarantino, com quem trabalhou como assistente de roteiro durante sete anos em obras como ‘Django Livre’ e ‘Bastardos Inglórios’. Ela recentemente vendeu seu filme ‘Ride’ para a Lionsgate, que ficará a encargo da diretora Jill Soloway.
Kikuchi dará vida à supervisora de Jake Adelstein (Ansel Elgort), o primeiro estrangeiro a trabalhar no maior jornal do Japão. Ken Watanabe, Ella Rumpf e Odessa Young completam o elenco.
‘Tokyo Vice‘ é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.
Segundo o site TheOneRing.net, a vindoura e ambiciosa série ‘O Senhor dos Anéis’, da Amazon, trará três personagens clássicos da franquia de filmes original: Sauron, o principal antagonista da saga; Galadriel, a poderosa elfa vivida por Cate Blanchett nos longas-metragens; e Elrond, portador de um dos três Anéis e um dos grandes guerreiros da comunidade élfica.
Confira o anúncio:
Lord of the Rings SDCC update: JA Bayona is CURRENTLY filming in New Zealand, the biggest production in the world to resume filming post-COVID.
⚔️New NZ cast added
⚔️More NZ crew than any production ever
⚔️Galadriel, Elrond & Sauron confirmed
⚔️Cast has a tighter bond than ever
“Atualização de ‘O Senhor dos Anéis’: J.A. Bayona está filmando na Nova Zelândia, a maior produção do mundo a voltar à ativa pós-pandemia. […] Galadriel, Elrond e Sauron estão confirmados”.
A trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.
Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.
Assista ao primeiro teaser da produção:
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.
Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
O filme é baseado no livro de memórias best-seller homônimo de J.R. Moehringer, que criou uma série de lembranças do período em que passou buscando por figuras paternais – incluindo os patronos do bar de seu tio em Long Island.
Ainda não se sabe se Clooney pretende atuar nesse filme. Sua última incursão diretorial foi ‘O Céu da Meia-Noite’, drama pós-apocalíptico sci-fi que protagonizou ao lado de Felicity Jones e que será lançado pela Netflix no dia 23 de dezembro.
A Amazon Studios ficará responsável pelo mais novo projeto.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Milagre Azul’, drama cinebiográfico que gira em torno de um orfanato mexicano que entra para um torneio de pesca para salvar os garotos que lá vivem.
Confira:
O filme é dirigido por Julio Quintana, que também assina o roteiro ao lado de Chris Dowling.
‘Blue Miracle’ é a história verdadeira da Casa Hogar, um orfanato à beira de ser hipotecado em Baja, México. A história gira em torno do cuidado Omar Venegas, que dedicou sua vida a cuidar de jovens garotos com integridade; entretanto, depois do Furacão Odile, a Casa Hogar pode fechar para sempre. A única esperança dos garotos é vencer o prêmio máximo do torneio de pesca Bibee’s Black & Blue.
Jimmy Gonzales, Dennis Quaid, Anthony Gonzales, Bruce McGill, Nathan Arenas, Raymond Cruz, Miguel Angel Garcia, Isaac Arellanes, Steve Gutierrez, Dana Wheeler-Nicholson, Fernanda Urrejola e Silverio Palacios estrelam.
A The CWdivulgou as imagens oficiais de “Next to Normal”, 18º capítulo da quinta temporada de ‘Riverdale’.
Na trama, “recusando-se a aceitar o que está acontecendo com ela, Alice cria um mundo imaginário musical em que os Coopers são uma grande e feliz família de novo. Entretanto, à medida que a mãe continua a espiralar na loucura, Betty faz o que sabe de melhor e a traz de volta à realidade. Enquanto isso, Tabitha leva Jughead a um jantar com sua família, enquanto Veronica e Archie fazem uma grande decisão sobre o futuro”.
O episódio vai ao ar em 29de setembro.
Confira:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A HBO Max divulgou recentemente o trailer oficial do 8º e último episódio da temporada de estreia de ‘Pacificador’, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida’ estrelada por John Cena.
O capítulo, intitulado “It’s Cow or Never”, vai ao ar no dia 17 de fevereiro.
Confira:
‘Pacificador’ traz John Cena reprisando seu papel do filme O Esquadrão Suicida: o polêmico Pacificador. Uma figura determinada a alcançar paz, não importa quantas pessoas ele tenha que matar. Na trama, o personagem é convocado por uma força tarefa improvisada do governo, sem o consentimento de Amanda Waller, para tentar impedir uma ameaça que coloca em risco a vida de muitos.
James Gunn assina o roteiro da série e comanda diversos episódios.
Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.
‘Olá, Adeus e Tudo Mais’, nova rom-com dos mesmos produtores da franquia ‘Para Todos os Garotos’, já está disponível na Netflix.
O longa foi lançado hoje,06 de julho, na plataforma de streaming.
Clare (Talia Ryder) e Aidan (Jordan Fisher) combinam de terminar o relacionamento antes de irem para a faculdade. Em sua última noite juntos, os dois relembram os momentos mais marcantes da relação, do dia em que se conheceram ao primeiro beijo e a primeira briga. Nesse encontro épico, eles começam a questionar se esse namoro de colégio precisa mesmo chegar ao fim.
Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:
“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”
Ele continuou:
“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”
Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).
A trama gira em torno de uma colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.
“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.
O Prime Video divulgou um novo trailer promocional de ‘Air: A História por Trás do Logo‘, aclamada cinebiografia que conquistou 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O longa estreará no serviço de streaming no dia 12 de maio.
Confira:
Nos cinemas, a produção se tornou um grande sucesso, tendo arrecadado US$ 79.2 milhões mundialmente. O filme marcou o primeiro grande lançamento global da Amazon nas telonas.
A trama revela a parceria revolucionária entre o Michael Jordan e o incipiente departamento de basquete da Nike, um verdadeiro divisor de águas no mundo dos esportes e da cultura contemporânea com a marca Air Jordan.
O elenco conta com Matt Damon como o executivo da Nike, Sonny Vaccaro; Affleck como o co-fundador da Nike, Phil Knight; Jason Bateman como Rob Strasser; Chris Messina como David Falk; Matthew Maher como Peter Moore; Marlon Wayans como George Raveling; Chris Tucker como Howard White; Viola Davis como Deloris Jordan; Gustaf Skarsgård como Horst Dassler; e Julius Tennon como James Jordan.
‘AIR: A História Por Trás do Logo‘ revela a inacreditável parceria revolucionária entre o então novato Michael Jordan e o incipiente departamento de basquete da Nike, um verdadeiro divisor de águas no mundo dos esportes e da cultura contemporânea com a marca Air Jordan. Esta história comovente retrata a arriscada aposta que definiu a trajetória de um time nada convencional, a visão intransigente de uma mãe que conhece o valor do imenso talento de seu filho e o fenômeno das quadras que se tornaria o maior jogador de basquete todos os tempos.
O roteiro é co-assinado por Affleck e Alex Convery.
A MGM divulgou recentemente o trailer oficial de ‘American Fiction’, dramédia satírica estrelada por Jeffrey Wright (‘Angels in America’).
O longa-metragem fez sua estreia oficial no Festival de Toronto 2023 e chega aos cinemas norte-americanos em 15 de dezembro, em circuito limitado, e em 22 de dezembro, em circuito ampliado.
A carreira de escritor de Thelonious “Monk” Ellison estagnou porque seu trabalho não é considerado “negro o suficiente”. Monk, escritor e professor de inglês, trabalha em um romance satírico sob seu pseudônimo, com o objetivo de expor as hipocrisias do mundo editorial. O sucesso imediato do livro o força a ficar mais profundamente enredado na sua identidade assumida e desafia as suas visões de mundo arraigadas.
A Warner Bros. finalmente divulgou o primeiro trailer oficial da aguardada sequência ‘Coringa: Delírio a Dois’, que traz ninguém menos que Joaquin Phoenix de volta ao papel titular que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator, e Lady Gaga como uma versão inédita da icônica Arlequina.
Com estreia agendada para o dia 04 de outubro, o longa-metragem dirigido por Todd Phillips não teve sua sinopse oficial divulgada, mas sabe-se que, na trama, Arthur Fleck é levado ao Asilo Arkham após os eventos da produção anterior – onde cruza caminho com a anti-heroína conhecida como Arlequina. A partir daí, o enredo explora como os dois se envolveram romântica e psicologicamente, através de uma espécie de musical jukebox que reflete a psicose compartilhada (folie à deux) de ambos.
Pensando nisso, preparamos uma breve matéria elencando os pontos mais importantes do teaser trailer a que você deve prestar atenção.
Diferente da história cânone dos quadrinhos da DC, Arlequina não começará a história como a Dra. Harleen Quinzel – responsável por cuidar de Arthur Fleck/Coringa em Arkham antes de se apaixonar perdida e psicoticamente pelo vilão e se transformar na antagonista como a conhecemos. Ao que tudo indica, após Arthur ser transferido para Arkham, ele cruza caminho pela primeira vez com uma já internada Harleen que, ao que tudo indica, admira todo o “trabalho” que seu par romântico fez em Gotham City. Uma sacada genial de Phillips, que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver, em mudar os eixos narrativos que esperávamos para uma ambiciosa e intrigante aventura cinematográfica.
FOLIE SIMULTANÉE
Como já explorado em uma matéria paralela a esta, o título original de ‘Coringa: Delírio a Dois’, folie à deux, faz menção a um distúrbio psicológico conhecido como psicose compartilhada. Mas isso não é tudo: existem várias ramificações desse distúrbio, incluindo uma intitulada folie simultanée (psicose simultânea) – muito provavelmente o objeto de estudo incorporado por Phillips para trazer a história à vida. Na folie simultanée, duas pessoas influenciam a desilusão uma da outra até se tornarem iguais ou muito similares – e a mais predisposta às ilusões psicóticas engatilha os sintomas na outra. Ora, até mesmo vemos Harleen, em determinado momento do trailer, dizendo a Arthur: “vamos sair daqui”, mostrando a clara influência que um exerce sobre o outro em níveis parecidos.
“O NOSSO SALVADOR”
Há duas cenas que podem indicar a jornada de Arthur Fleck na sequência: a primeira delas mostra o protagonista titular fugindo de outras duas pessoas vestidas como Coringa, aterrorizando-o e fazendo com que ele tente escapar de um passado não muito remoto. A segunda o coloca dentro de uma viatura de polícia, em que ele parece ser aplaudido e venerado por uma multidão que o encara como um possível “salvador” – e que o leva a aceitar esse novo status. Para aqueles que não se lembram, o filme anterior terminou com uma anárquica confusão logo após o momento em que Arthur dá um tiro em Murray Franklin (Robert De Niro), levando a população de Gotham a se voltar contra o próprio poder e contra as instituições que dominam a cidade. Logo, é apenas natural que esse arco seja finalizado na sequência.
O MUNDO É UM PALCO
Como bem sabemos, ‘Coringa: Delírio a Dois’ será uma espécie de musical jukebox, em que clássicas canções terão uma roupagem diferente e versões originais. E, como pudemos perceber pelo trailer, as cenas que emulam esse gênero cinematográfico devem se passar não apenas na mente de Arthur, mas também na de Harleen, ainda mais levando em conta a psicose de que compartilham. Logo, não é surpresa que as sequências em questão sejam construídas com tons fortes de neon e com figurinos teatrais, buscando referências a inúmeros títulos para orquestrar um contraponto entre a realidade e a insanidade dos protagonistas.
“PUT ON A HAPPY SMILE”
O shot final do trailer é simplesmente uma jogada impressionante de Phillips em colaboração com o diretor de fotografia Lawrence Sher – e não poderia ter maior simbologia para o que esperar da sequência. Seguindo os passos da clássica sequência em que Arthur Fleck escreve a frase “put on a happy smile” no primeiro filme, aqui vemos o momento exato em que Harleen mostra estar completamente apaixonada por Arthur ao desenhar um semi-sorriso com um batom vermelho (uma sutileza artística de tirar o fôlego e que, de imediato, nos leva a querer assistir ao longa-metragem).
A série ‘Bebê Rena‘ se tornou um dos maiores fenômenos da Netflix – e não deixaria de faturar alguns prêmios do Emmy Awards.
Durante a mais recente cerimônia, a produção levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro em Minissérie. Além disso, Jessica Gunning conquistou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie por seu aplaudido trabalho.
Inspirada em uma história real, a trama gira em torno de Donny Dunn (Richard Gadd), um bartender de Londres que sonha em se tornar um comediante. Sua vida muda quando ele conhece Martha (Gunning), que começa a visitá-lo no trabalho todos os dias. Logo, o que parecia uma amizade normal se transforma em obsessão. E não demora muito para ele descobrir que a Martha é uma stalker condenada e acusada de perseguir inúmeras pessoas…
No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.
Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.
Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.
Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.
A Universal Pictures está mudando seu cronograma de lançamentos de 2026 – e, infelizmente, retirou o próximo filme dos vencedores do Oscar Daniel Kwan e Daniel Scheinert (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’) do calendário (via Variety).
O filme seria lançado no dia 12 de junho de 2026 nos cinemas e, agora, não tem previsão de estreia.
A data agora é ocupada pelo próximo sci-fi de OVNIs dirigido por Steven Spielberg (que, anteriormente, estava agendado para 15 de maio).
Outras informações não foram reveladas, como o título oficial, a história e o elenco.
Kwan e Scheinert, conhecidos como Os Daniels, fizeram um grande barulho em 2022 com o lançamento de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’: o filme se consagrou como a maior bilheteria da produtora A24 (US$140,2 milhões), bem como o filme independente mais premiado da história – conquistando nada menos que sete estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz para Michelle Yeoh, Melhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee Curtis e Melhor Ator Coadjuvante para Ke Huy Quan.
Lembrando que a obra está disponível no catálogo do Prime Video.
‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ conta a história de Evelyn Wang (Yeoh) uma mulher que se envolve por acaso em uma aventura multidimensional que coloca o destino de todos os universos em suas mãos – e também a faz questionar quem ela é para si mesma e sua família.
Inspirado em um roteiro especultivo de Daniel Gold, a história acompanha dois capangas que estão cansados de serem descartáveis e se libertam do submundo do crime, reescrevendo as regras enquanto constroem uma nova vida em seus próprios termos.
Gosling e Jessie Henderson estão em negociações para produzir através da Open Invite Entertainment, enquanto Ferrell e Jessica Elbaum estão em negociações através da Gloria Sanchez Productions.
Gosling é um dos atores mais conhecidos da atualidade e já conquistou indicações ao Oscar por seu trabalho no drama ‘Half Nelson’, no musical ‘La La Land: Cantando Estações’ e por interpretar Ken no live-action de ‘Barbie’. Ferrell, por sua vez, é conhecido por inúmeros trabalhos no cinema e na televisão, tendo estrelado mais recentemente a comédia romântica ‘Casamentos Cruzados’ e o documentário ‘Will & Harper’.
Em 2009, James Cameron voltou a reafirmar sua visionária visão cinematográfica, depois de ter encantado os cinéfilos ao redor do mundo com ‘Aliens, o Resgate’, ‘O Exterminador do Futuro’ e ‘Titanic’, com o aclamado ‘Avatar’. Introduzindo-nos ao mundo de Pandora e aos Na’vi, a história explorou o caráter inerente do ser humano à ambição e à autodestruição, colocando como alvo um planeta extraterrestre que deverá ser colonizado pelos homens – colocando em xeque a simbiótica cultura do planeta.
Caindo no gosto das críticas e assumindo o posto de maior bilheteria da história até ser desbancado por ‘Vingadores: Ultimato’, o longa ganhou uma sequência que chegou aos cinemas quase uma década e meia mais tarde. ‘Avatar: O Caminho da Água’, apesar de se valer dos mesmos tropos narrativos do filme original, expandiu a mitologia de Pandora ao nos introduzir ao povo da água – e nos preparando para um antecipadíssimo terceiro capítulo que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de dezembro.
Desde seu anúncio oficial, ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ singrava à sombra dos capítulos anteriores, colocando em dúvida a necessidade de mais um capítulo. Porém, ao afastar-se das incursões exploradas nos dois primeiros filmes, o projeto consegue oferecer algo novo ao focar não apenas no épico espetáculo cinematográfico rodado em 48 frames por segundo, mas nas relações entre os personagens. Cameron, responsável também pelo roteiro, mostra estar disposto a arriscar onde se é devido, não pensando duas vezes antes de arquitetar um conflito fabuloso que une tecnologia e arte em um mesmo lugar.
Sam Worthington, Zoë Saldaña, Kate Winslet e Stephen Lang são alguns dos nomes que retornam, mergulhando em arcos que se mantêm fiéis ao desenvolvimento de suas respectivas personas à medida que esquadrinham novos territórios. Oona Chaplin, o grande destaque do novo capítulo, faz um sólido trabalho como a vilanesca e psicótica Varang, roubando os holofotes como uma das melhores antagonistas da franquia até agora – e trazendo ritmo e profundida para expressivas três horas e vinte que se desenrolam com fluidez.
A crítica completa sai no dia 16 de dezembro, às 11h.
De acordo com o Deadline, Harry Melling (‘Pillion’), Adam Nagaitis (‘Cidade das Estrelas’) e Aminah Nieves (‘1923’) foram escalados para o elenco da 2ª temporada de ‘Task‘, aclamada série daHBO que conquistou impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Melling interpretará Brennan Boylan, um agente da DEA explosivo, enquanto Nagaitis será o leal e imperturbável agente da DEA, Luke Clemmons. Nieves interpretará Nataly Zamora, uma agente do FBI pragmática e jovem mãe dedicada que luta bravamente para proteger a comunidade que a criou.
O trio se junta ao vencedor do Oscar Mahershala Ali (‘Moonlight’), previamente anunciado.
No próximo ciclo…
Mark Ruffalo (‘Thor Ragnarok’) retorna como o Agente Tom Brandis, que assume o comando de uma nova força-tarefa, mas quanto mais aprofundada a operação, mais difícil fica identificar o alvo.
Vale lembrar que todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na plataforma de streaming da HBOMax.
Alma (Rosa Salazar) é uma jovem insatisfeita com a vida, que descobre uma relação única com o espaço e o tempo após sofrer um grave acidente de carro.
Quando visões de seu falecido pai (Bob Odenkirk) começam a atormentá-la, ela viaja através das dimensões para tentar a impedir a morte dele.
Essa é a trama de ‘Undone‘, nova série animada daAmazon Prime.
Durante uma entrevista para o Comic Book, Salazar disse que a produção mudou completamente sua maneira de encarar a realidade.
“Eu estava em um ponto da vida onde eu estava farta da monotonia, da rotina, e dos padrões de vida. Eu estou constantemente procurando algo a mais. Deve haver mais. […] E foi essa série! Eu me identifiquei com a trama e isso me aterrorizou. Quero dizer, eu experimentei uma fração do que Alma vive. Tive um momento em que realmente estava exausta e questionei a natureza da minha realidade. Foi uma fração de segundos, mas foi aterrorizante.”
A série lida com ansiedade, tristeza, amor, relação familiar e crises existenciais com uma facilidade surpreendente.
Tudo isso através de um estilo de animação exclusivo.
Assista ao trailer:
A série traz Raphael Bob-Waksberg (‘Bojack Horseman’) como showrunner.
Segundo o site TVLine, o show é pioneiro dentro da indústria televisiva ao utilizar a técnica da rotoscopia aliada a cenários pintados em óleo para dar vida às animações.
De acordo com o Deadline, o governo chinês está ordenando o fechamento das salas de cinema que foram reabertas em Pequim devido ao aumento de contágio de COVID-19 na capital.
Foi dito que três novos casos foram notificados pelas agências de saúde, e são os primeiros desde que o governo local autorizou a reabertura do comércio, há dois meses.
Felizmente, os pacientes não deixaram a cidade, e as autoridades estão monitorando a situação para que a Capital não se transforme em um novo ponto de propagação do Coronavírus.
Isso só prova que ainda é muito cedo para apostar na reabertura de qualquer setor do mercado que venha a gerar aglomerações desnecessárias.
Ao redor do mundo, diversos países registraram um rápido crescimento nos casos da doença após o afrouxamento ou suspensão das medidas de isolamento social.
Nos EUA, Texas e Florida notificaram aumentos surpreendentes no número de infectados após a reabertura da última semana, com cerca de 3.500 casos diários, somando os dois estados.
Lembrando que o vírus já infectou mais de 7,2 milhões de pessoas no mundo, causando pelo menos 400.000 mortes.
Apesar do número assustador, o CEO da Disney, Bob Chapek, minimizou as preocupações sobre a doença durante uma entrevista para a CBNC.
Questionado se a companhia estava preocupada com a possibilidade de novos contágios após a reabertura das salas de cinema, o executivo respondeu:
“Se você pensar bem, a ocupação das salas de cinema durante segunda à sexta-feira não chega a 25% da lotação. O problema é aos fins de semana, mas acredito que isso pode ser controlado.”
Chapek ainda disse que o deve de manter as salas controladas cabe aos expositores, e não aos estúdios de cinema.
“O controle sobre o número de clientes é dever dos nosso expositores parceiros. Tudo vai depender da demanda [de pessoas que chegarem ao cinema].”
Bob Chapek durante uma convenção da Disney em 2019
De acordo com o Comic Book, a Disney+ ultrapassou oficialmente a marca de 100 milhões de assinantes pelo mundo em tempo recorde.
Lançado em novembro de 2019, o serviço de streaming alcançou um rápido sucesso com aclamadas produções originais, como ‘O Mandaloriano’, o musical ‘Hamilton‘ e a recente ‘WandaVision’.
Além de disponibilizar títulos que seriam lançados originalmente nos cinemas, como a versão live action de ‘Mulan‘ e as animações ‘Soul’ e ‘Raya e o Último Dragão’.
Com um catálogo recheado de produções da Marvel, Lucasfilm, Pixar, National Geographic e vários outros estúdios, a Disney+ é um dos serviços de streaming mais populares da atualidade, ao lado da Netflix e daAmazon Prime.
Com toda essa visibilidade, é apenas uma questão de tempo para que a plataforma tome o posto da Netflix como gigante do streaming.
Em dezembro de 2019, a Netflix acumulou seus 204 milhões de assinantes pelo mundo, mas já está no ramo desde o final da década de 1990…
Mas foi só em 2010 que a plataforma começou a ganhar popularidade, quando anunciou a criação de produções originais, como ‘Hemlock Grove’ e ‘House of Cards’, que tiveram suas estreias em 2013.
Através de um comunicado, Bob Chapek, presidente da Walt Disney Company, comemorou a marca dos 100 milhões de assinantes, dizendo:
“100 milhões de assinantes são um reflexo do enorme sucesso da Disney+, uma marca que nos inspira a ser ainda mais ambiciosos e a aumentar significativamente nosso investimento no desenvolvimento de conteúdo de alta qualidade.”
Ele continuou:
“Na verdade, estabelecemos uma meta de mais de 100 novos títulos por ano, e isso inclui os selos da Disney Animation, Disney Live Action, Marvel, Star Wars e National Geographic. Nossa ligação direta com o consumidor é a principal prioridade da empresa, e nosso robusto conteúdo continuará a alimentar seu crescimento.”
Após o evento do Dia do Investidor da Disney em dezembro de 2020, o serviço de streaming tem sido o principal foco do estúdio, já que estão sendo preparados diversos títulos das franquias ‘Star Wars’ e Marvel, além de documentários da National Geographic e, gradativamente, mais conteúdo voltado para os adultos.
Há alguns dias, o Deadline divulgou que a atriz Natasha Liu Bordizzo (‘The Voyeurs’) foi escalada como Sabine Wren na série da ‘Ahsoka‘, que vai explorar as aventuras da jedi renegada após sua aparição em ‘O Mandaloriano‘.
Pensando nisso, uma fan page do Twitter dedicada a novidades da saga ‘Star Wars‘ divulgou um belo fan pôster, que traz Bordizzo caracterizada como a personagem.
Para quem não a conhece, Wren é uma Mandaloriana que se junta à investida dos rebeldes contra as forças imperiais, tornando-se uma forte aliada de Ahsoka Tano, que foi recentemente interpretada por Rosario Dawson em ‘O Mandaloriano‘.
Ambas fazem parte da animação ‘Star Wars: Rebels‘, e rumores já haviam apontado que a série da ‘Ahsoka‘ traria uma reunião entre os personagens do desenho.
A última vez que elas foram vistas juntas foi ao final da animação, quando planejam encontrar seu amigo Ezra Bridger, desaparecido após enfrentar o exército do Grande Almirante Thrawn.
Lembrando que Bridger e Thrawn também devem aparecer na adaptação, sendo interpretados por Mena Massoud (‘Aladdin’) e Lars Mikkelsen (‘The Witcher’), respectivamente.
No início do ano, o insider Daniel RPK também já havia divulgado informações valiosas sobre a trama.
Ao conversar com fontes ligadas à produção, RPK ficou sabendo que os episódios vão acompanhar Ahsoka em sua busca por Thrawn enquanto tenta encontrar pistas sobre o paradeiro de Ezra Bridger.
Falando nisso, o Bespin Bulletin divulgou que as gravações da série devem ser iniciadas em março de 2022, com previsão de conclusão para o outono do mesmo ano (entre setembro e dezembro).
Além disso, parece que a Disney+ pretende lançar a atração na primavera norte-americana de 2023, que acontece entre março e junho.
As informações foram publicadas originalmente no site Production Weekly, considerado como a principal fonte da indústria do entretenimento quando se trata de rastrear os dados de produções de filmes e séries.
Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então só nos resta aguardar por novas atualizações.
Lembrando que foi anunciado no mês passado que Hayden Christensen vai reprisar seu papel como Anakin Skywalker/Darth Vader na atração.
Como os fãs já sabem, Tano foi aprendiz padawan de Skywalker durante as Guerras Clônicas antes de abandonar a Ordem Jedi e seu mestre… No entanto, eles se reúnem em ‘Star Wars: Rebels‘, quando Skywalker já está transformado em Vader.
Até o momento, não se sabe como será a participação de Christensen na atração, já que a trama deve ser ambientada após ‘O Retorno de Jedi’, período em que Vader já está morto.
Então é possível que Skywalker retorne em lembranças de Ahsoka ou como um Fantasma da Força.
Esta será a primeira vez que as versões live-action dos personagens irão se encontrar e é claro que os fãs estão indo à loucura por causa da novidade.
Enquanto as atualizações não são divulgadas oficialmente, confira o logo da série:
As séries documentais viraram um formato interessante e com grande demanda dentro do planeta audiovisual. Com a chegada dos streamings, essa produções ganharam maior destaque e muitas vezes somos apresentados a ótimos trabalhos com uma qualidade que impressiona. Pensando nesse recorte, viemos aqui com sugestões para você que gosta desse formato, abaixo, segue 5 séries documentais imperdíveis pelos streamings:
Os segredos por trás das verdades escondidas. Chegou recentemente à Netflix uma série documental que aborda um fato real, um misterioso desaparecimento de uma jovem de 15 anos que morava no Vaticano nos anos 80 que se torna o início de uma história onde acompanhamos a busca de soluções de familiares e jornalistas em um caso que abalou os italianos. A Garota Desaparecida do Vaticanoé recheado de matérias da época, entrevistas, depoimentos de quem viveu intensamente essa história. O projeto busca reunir em uma via todos os passos de família e jornalistas em busca das verdades sobre o ocorrido.
O Spielberg frustrado que virou um ícone da música brasileira. Com exibição de dois episódios no Festival do Rio 2022, a série documental Vale Tudo com Tim Maia, já toda disponível na Globoplay, consegue por meio de uma ótima edição e montagem contar a trajetória de um dos artistas mais peculiares da história da música popular brasileira, por ele mesmo. Dirigido por Nelson Motta e Renato Terra, com manchetes de jornais, vídeos da vida pessoal, entrevistas na televisão, imagens inéditas, até mesmo uma passagem de um curta-metragem da década de 80 do cineasta Flávio Ramos Tambellini, e também gravações na antiga TV Tupi, o projeto nos mostra vários momentos do eterno síndico.
Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez
Disponível na HBO Max, uma das séries documentais que mais chamaram a atenção do público em 2022 foi sem dúvidas Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez. No projeto, dividido em alguns episódios, vamos conhecendo detalhes importantes da história por trás do assassinato da atriz Daniella Perez na década de 90 no Rio de Janeiro, um crime que choca o país até hoje.
Arremesso Final
Uma das maiores dinastias dos esportes norte-americanos, o super time do Chicago Bulls que dominava a liga da NBA nos anos 90 ganhou uma série documental de 10 impactantes episódios onde conhecemos um pouco melhor alguns detalhes que fizeram parte da história dos esportes mundiais. Liderados por Michael Jordan, grande ícone desse time, o projeto nos mostra o início da carreira desse grande astro do basquete, sua aposentadoria e seu retorno para uma nova conquista. Há reflexões sobre o início, meio e fim dessa dinastia que já está na história.
Disponível no Globoplay, a série documental sobre a maior apresentadora da história da televisão brasileira, Hebe Camargo, é um projeto emocionante que mostra muito da personalidade carismática dessa grande mulher que deixa saudades até hoje. Com depoimentos da família, de amigos, e de inúmeras personalidades de todos os campos culturais de nosso país, temos a chance de relembrar momentos históricos no seu caminho profissional.
Um dos projetos mais subversivos do ano, Spring Breakers: Garotas Perigosas tem como mote um conceito que por si só já é muito interessante, pegar quatro jovens inocentes, e transformar totalmente sua imagem. Para isso, o polêmico cineasta americano Harmony Korine, de 40 anos, escalou ex-atrizes mirins da Disney, como Vanessa Hudgens (High School Musical), Selena Gomez (Os Feiticeiros de Waverly Place), Ashley Benson (Pretty Little Liars) e sua própria esposa, Rachel Korine, e as colocou de biquíni durante toda a projeção, realizando atos inesperados.
O cineasta Harmony Korine começou a carreira como roteirista do elogiado Kids (1995), aos 22 anos de idade. De lá pra cá o diretor se manteve no circuito de produções de arte, longe do cinema mainstream americano, e entregou obras controversas como Vida Sem Destino (1997), Mister Lonely (2007) – cujos personagens principais eram Michael Jackson, Marilyn Monroe, Charles Chaplin e o Papa, vividos respectivamente por Diego Luna, Samantha Morton, Denis Lavant e James Fox; e Trash Humpers (2009). Em sua fase de experimentação com entorpecentes, o diretor foi expulso do programa de David Letterman, por mexer na bolsa de Meryl Streep no camarim.
No mesmo programa, James Franco o defendeu, e a atriz Selena Gomez disse que só participou desse filme inflamatório porque sua mãe é uma verdadeira fã do diretor. Na trama, Candy (Hudgens, 24 anos), Brit (Benson, 23 anos), Cotty (Korine, 27 anos) e Faith (Gomez, 20 anos) são amigas universitárias, que durante as chamadas férias da primavera, se desesperam e literalmente resolvem fazer qualquer coisa para conseguir dinheiro e embarcar nessa viagem de pura celebração e êxtase. Para quem não conhece no que consiste o chamado Spring Break, existem diversos vídeos online. Resumidamente: festas alucinadas acompanhadas de bebida, drogas e sexo.
Após serem presas, as quatro infratoras acreditam que seu sonho de curtição plena chegou ao fim de forma estarrecedora. Porém, entra em cena o melhor personagem, Alien, vivido de forma metódica por James Franco. Com trancinhas no cabelo, cheio de tatuagens (que incluem seu rosto e pescoço) e com metal nos dentes, é reportado que Franco, um talentoso ator, permaneceu em seu personagem durante os intervalos de gravações assustando as meninas, em especial a mais nova da turma, Gomez. O sujeito é um pretenso “gangsta”, um pequeno traficante querendo subir ao mundo do crime, que usa Scarface como sua referência máxima (assim como muitos pretensos criminosos).
Ao longo o sonho dessas meninas passa a se transformar em pesadelo, quando começam a se embrenhar por um território muito perigoso, sob a influência de seu benfeitor. A personagem de Gomez, vinda de uma vida religiosa, é a primeira a combater a presença de Alien, e o que ele trará para suas vidas. Ao longo algumas vão caindo, para outras se enrijecerem e sobrepujarem. Um conto cautelar, a história de Spring Breakers serve como prevenção para meninas que gostam de viver de forma acelerada. O estilo vídeoclíptico da obra de Korine combina muito bem belas imagens, ótimas atuações e uma trilha sonora pesada.
Sucesso nos Estados Unidos (onde foi um dos filmes mais lucrativos do ano, levando em conta a proporção de salas de exibição), e em festivais, Spring Breakers é um grande flerte com o perigo, e talvez a obra criminosa mais divertida e tentadora de todos os tempos. Franco mergulha de cabeça nos trejeitos de Alien, mostrando ser ao mesmo tempo sedutor e assustador, enquanto as meninas são pedidas para darem o maior passo de suas carreiras, e se saem igualmente muito bem. As ninfetas tentadoras e criminosas de Korine definitivamente não são para todos os gostos. Mas alguns serão pegos como reféns delas.
Um dos mais talentosos atores de sua geração, o astro Ryan Gosling, de 41 anos, coleciona em seu currículo produções elogiadas pelos críticos e os fãs, além de ter sido indicado duas vezes para a honraria máxima de sua profissão: o Oscar. Seu mais recente lançamento, a superprodução Agente Oculto (um dos filmes mais caros da história da Netflix) já é o novo sucesso de sua carreira, tendo emplacado forte no gosto do grande público. Agente Oculto (The Gray Man) se tornou a segunda maior estreia da história da Netflix, tendo sido assistido durante 88,5 milhões de horas no primeiro fim de semana. Fora isso, a Netflix já confirmou a continuação do longa, assim como também um derivado. Na trama, Gosling interpreta o agente secreto Six, que durante anos esteve encarregado de missões fantasmas para o governo americano. Quando descobre segredos obscuros de sua agência, ele logo se vê alvo de um antigo colega psicótico, que coloca sua cabeça à prêmio, contratando diversos assassinos para mata-lo.
Como forma de comemorar este novo sucesso dos irmãos Joe e Anthony Russo (responsável por quatro dos melhores filmes da Marvel) em sua primeira parceria com a Netflix, e também celebrar este ainda subestimado grande ator que é Ryan Gosling (cujo próximo personagem é nenhum outro senão a versão em carne e osso do boneco Ken no filme da Barbie), resolvemos recapitular rapidamente a carreira do jovem astro, apontando os cinco melhores e também os cinco piores filmes de sua carreira – na opinião dos críticos e também do grande público. Confira abaixo.
Escrito e dirigido pelo quase sempre ótimo Shane Black, este filme traz Ryan Gosling de um jeito que você nunca viu, diferente de tudo em sua carreira. Realizando com maestria um papel cômico, ele vive o azarado Holland March, um detetive particular fracassado que termina se envolvendo numa trama de sequestro e assassinato, com laços no alto escalão, numa Los Angeles da década de 1970. Tudo começa com a morte de uma estrela pornô, e depois as coisas vão escalando até saírem do controle. Aqui, Gosling faz uma parceria inusitada com outro astro, Russell Crowe, que interpreta o detetive durão Jackson Healy. Apesar dos incontáveis elogios da imprensa, Dois Caras Legais não atingiu o esperado pelos produtores em termos de bilheteira e os planos de uma continuação foram eliminados. Mas esse é um filme que merece nova chance e seria muito bom ver a dupla em novas aventuras. Onde assistir: HBO Max.
Ao contrário do item acima, esse A Grande Aposta foi um enorme sucesso de crítica e público, chegando até o Oscar com nada menos que 5 indicações, incluindo melhor filme, e saindo vitorioso da categoria de roteiro adaptado. O longa usa como base o livro de Michael Lewis sobre a crise econômica americana gerada pela bolha da especulação imobiliária no fim da década de 2000. Dirigido por Adam McKay (Não Olhe para Cima), o filme traz um elenco de peso e Ryan Gosling é uma das peças-chave no papel do jovem especulador e investidor Jared Vennett, um sujeito egocêntrico, ambicioso e arrogante. Além de Gosling, A Grande Aposta conta ainda com gente do calibre de Christian Bale (indicado ao Oscar pelo filme), Steve Carell e Brad Pitt (que também produz o longa) vivendo os outros personagens principais e importantes para a trama. Onde assistir: Netflix, Amazon, HBO Max.
Se tinha um astro que poderia substituir o icônico Harrison Ford assumindo o protagonismo de um novo Blade Runner, esse ator é Ryan Gosling. O filme original da década de 1980 está completando 40 anos de estreia em 2022 – curiosamente não fazendo sucesso em sua época de lançamento e vindo a ser redescoberto um tempinho depois por um novo público e especialistas. Blade Runner foi elevado ao status de cult, ainda enaltecido como uma das melhores ficções científicas do cinema. Essa continuação tardia obteve sucesso de crítica logo no lançamento, sem precisar esperar o teste do tempo. Na trama, Gosling vive um replicante que trabalha como Blade Runner – sim, os tempos mudaram. Ele começa a investigar um possível bebê nascido de uma relação entre uma replicante e um humano, ou seja, os seres artificiais agora são capazes de gerar vida. Quem dirige é o talentoso Denis Villeneuve. Onde assistir: Netflix.
Ryan Gosling marcaria sua carreira com um tipo de personagem específico: o sujeito calado e introvertido, que vira “bicho” quando é necessário. E nenhum outro personagem em sua carreira se enquadra mais nestas características do que o ator interpreta em Drive. Conhecido apenas como driver, ou motorista, seu personagem é um sujeito misterioso que trabalha como dublê em filmes de Hollywood e à noite faz bico como piloto de fuga em assaltos reais. Ele termina se apaixonando por uma vizinha, papel de Carey Mulligan, ao mesmo tempo em que se mete em encrenca com mafiosos. A obra é dirigida por Nicolas Winding Refn, que usa e abusa da estética dos anos 80, com luzes de neon e trilha sonora de sintetizadores. O segundo melhor filme da carreira de Ryan Gosling foi um fenômeno do cinema underground que conseguiu emergir até o mainstream – e que muitos consideram um grande esnobado do Oscar, recebendo apenas indicação de edição de som. Onde assistir: Netflix.
No mesmo ano de Dois Caras Legais,Ryan Gosling ainda entregaria o melhor filme de seu repertório, demonstrando que o ator teve um ano de 2016 maravilhoso para sua carreira. La La Land, musical que celebra a arte e o estilo de vida de Los Angeles, é definitivamente o filme preferido do astro de nove entre dez pessoas. E se o item acima foi um fenômeno underground que se transformou em popular, esse aqui já nasceu para o estrelato e desde sua estreia no festival de Veneza em agosto daquele ano vinha despertando falatório de prêmio e elogios como uma de suas melhores produções. No filme, Gosling faz par pela terceira vez com a jovem estrela Emma Stone, e entregam o melhor desempenho de sua parceria. Com músicas e cenas inesquecíveis, La La Land jogou o nome do diretor Damien Chazelle nas alturas e recebeu impressionantes 14 indicações ao Oscar, incluindo de melhor filme (o qual “venceu momentaneamente”), levando 6 prêmios, entre os quais melhor atriz (Emma Stone) e diretor (Chazelle). Onde assistir: GloboPlay.
PIORES
5. Caça aos Gângsteres (2013)
E se tivemos uma parceria entre Ryan Gosling e Emma Stone como o melhor filme do ator, aqui temos outra dobradinha do casal das telas chegando como quinto do top 5 dos piores no currículo dele. Um elenco pesadíssimo anunciava este filme como um dos mais promissores de nove anos atrás. O longa era vendido como “o novo Os Intocáveis (1987)”, e o roteiro trazia uma equipe de elite de policiais incorruptíveis na trilha de um inescrupuloso mafioso. Aqui, mudávamos apenas a cidade de Chicago para Los Angeles, e o criminoso em questão – saía o Al Capone de Robert De Niro para a entrada do Mickey Cohen de Sean Penn. O verdadeiro protagonista aqui era o obstinado sargento John O’Mara, papel do carrancudo Josh Brolin. Já Gosling ficava com o papel do suave sargento Jerry Wooters que, entre outras coisas, descolava a namorada do bandido, uma Jessica Rabbit vivida por Emma Stone, de nome Grace Faraday. Apesar de todas as peças no lugar, o resultado foi apenas de estilo, sem muita substância. Onde assistir: HBO Max.
Não se pode acertar sempre. É curioso notar como nem sempre um raio cai no mesmo lugar duas vezes. Aqui Ryan Gosling repetia a parceria com o diretor de Drive(2011), Nicolas Winding Refn, responsável por um de seus melhores filmes. Tamanho foi o sucesso, que todos os fãs esperavam ávidos a nova colaboração da dupla. Mas foi aí que o cineasta ficou cheio de si, muito confiante em seu taco – e recaiu na armadilha de diretores que se acham gênios infalíveis. Resultado: o consenso geral de que Apenas Deus Perdoa é um filme pretensioso e autoindulgente. Na trama, Gosling vive o traficante Julian, pego num dilema Shakespeariano em Bangcoc quando seu irmão, também um criminoso, é morto por um policial, que é um verdadeiro paladino na luta contra o crime. Agora, instigado pela mãe, ele deverá partir em vingança contra o homem da lei. E se o ano de 2016 foi o ponto alto da carreira de Gosling, podemos ver 2013 como um de seus pontos baixos. Onde assistir: HBO Max.
3. Entre Segredos e Mentiras (2010)
No mesmo ano em que entregou o ótimo Namorados para Sempre (que por pouco não entrou na lista dos melhores), sobre uma relação problemática e depressiva, Ryan Gosling voltava a investir num estudo psicológico de personagens nesse filme baseado numa história real. Na trama ele vive David Marks, um jovem que guarda uma relação problemática com seu pai poderoso e rico, papel de Frank Langella. O rapaz conhece e se apaixona por Katie, papel de Kirsten Dunst. A relação entre os dois começa a ficar conturbada, até que Katie desaparece e as suspeitas apontam para o marido, que talvez tenha sido responsável pela morte da mulher. Indo e voltando no tempo, o filme mostra a relação dos dois e como o sujeito vive anos depois do ocorrido. Apesar de retratar uma história forte e impactante, este se tornou um dos filmes mais obscuros da carreira de Gosling, que não emplacou no gosto do público e dos críticos.
Agora voltamos mais no tempo, para o primeiro filme da lista que foi lançado na década de 2000 e não na de 2010. Aqui Ryan Gosling era mais jovem, mas já demonstrava seu talento dramático escolhendo papeis que lhe dessem alcance de atuação. Nem todos resultavam em bons filmes, apesar de seu empenho. Neste suspense dramático, a direção é do talentoso Marc Forster e o elenco conta ainda com os nomes de Ewan McGregor e Naomi Watts. A trama mistura realidade, sonhos e alucinações, contando sobre os esforços de um terapeuta, papel de McGregor, enquanto tenta lidar com os problemas psicológicos de seus pacientes, em especial o jovem problemático Henry (Gosling). O filme veio e foi sem que muitos o percebessem, e terminou não caindo no gosto nem do público e nem dos críticos. E você, já tinha ouvido falar? Onde assistir: Star+.
1. Cálculo Mortal (2002)
Em primeiro lugar do top 5 dos filmes menos apreciados de Ryan Gosling, como o pior filme de sua carreira, se encontra este suspense estrelado por Sandra Bullock. Dizem as más línguas que Bullock teve um namoro de bastidores com Gosling, muitos anos mais jovem, durante a produção deste longa – que é levemente inspirado no clássico de Alfred Hitchcock, Festim Diabólico (1948). Na trama, dois adolescentes colegiais, interpretados por Gosling e por Michael Pitt, não possuem nada em comum, mas se unem por um projeto: matar um colega e sair impune usando apenas a inteligência. Na cola da dupla, investigando o caso, a detetive Cassie Mayweather de Sandra Bullock.
Foi revelado o visual da Linda Hamilton no próximo filme da franquia ‘O Exterminador do Futuro‘. Com os cabelos loiros e curtos, a atriz está muito diferente.
Confira:
Recentemente, a Paramount divulgou o logo oficial do filme no painel na CinemaCon:
Isso sugere que Azar talvez volte a interpretar uma versão jovem do T-100 no próximo filme.
O reboot teve sua estreia adiada para 22 de novembro de 2019.
James Cameron retorna como produtor na nova trilogia e afirmou que dará sequência aos eventos dos filmes de 1984 e 1991, ignorando os demais. Linda Hamilton, atriz que imortalizou a personagem Sarah Connor nos dois primeiros filmes da franquia, também retorna.
Poucos pessoas sabem, mas Cameron perdeu os direitos da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ em seu acordo de divórcio com a atriz Linda Hamilton, protagonista dos dois primeiros filmes. A atriz foi casada com o diretor de 1997 a 1999, com quem teve uma filha, Josephine Archer Cameron, nascida em 1993.
Quando se separaram, ela prontamente vendeu os direitos da franquia para a Carolco Pictures, e os direitos passaram de empresa a empresa até acabar nas mãos da Skydance Productions e Annapurna Pictures, produtoras da nova trilogia.
Os direitos voltam para sua propriedade, em 2019, vinte anos após sua venda.
A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.
A Warner Bros antecipou a estreia de ‘Doutor Sono‘, a sequência da clássica adaptação ‘O Iluminado‘. Inicialmente previsto para chegar aos cinemas no dia 24 de janeiro de 2020, o longa agora será lançado no dia 8 de novembro de 2019.
O ator Ewan McGregorinterpretará a versão adulta de Danny Torrance, o garotinho do primeiro filme.
Recentemente, o diretor MikeFlanagan comentou que é “bem provável” que o longa seja feito dentro da censura R-rated e não na PG-13. Para os amantes do clássico, a novidade é certamente vista com bons olhos, uma vez que não haveriam restrições do tipo de conteúdo a ser abordado nas telonas.
Além disso, a decisão segue e iria um pouco mais além dos moldes do icônico original de 1980, que possui sua classificação indicativa para +16 anos, contendo conteúdo agressivo, nudez, sangue e linguagem ofensiva.
Emily Alyn Lind (da série ‘Revenge‘) irá interpretar Snakebite Andi, membro de um grupo psíquico nômade que se “alimenta” das crianças “iluminadas”. Já a jovem atriz Kyliegh Curran foi escalada para viver Abra Stone, a neta de Jack Torrance (Jack Nicholson). Bruce Greenwood será o Dr. John, mas detalhes sobre o papel estão sendo mantidos em segredo.
Alex Escoe eCarl Lumbly viverão papéis icônicos na trama. Escoe será a mãe de Danny, Wendy Torrance – que no passado fora interpretada por Shelley Duvall. Já Lumbly dará vida a Dick Halloran, vivido no longa original porScatman Crothers.
A história mostra o que aconteceu com Danny Torrance trinta anos depois de sua terrível experiência com o pai (vivido por Jack Nicholson no original) no Overlook Hotel. Em Doutor Sono, Stephen King dá continuidade a essa história, contando a vida de Dan, agora um homem de meia-idade, e Abra Stone, uma menina de 12 anos com um grande poder.
Além deste projeto, a Warner Bros. continua trabalhando na pré-sequência de ‘O Iluminado‘, intitulada ‘The Overlook Hotel‘, que pode ter o diretor Mark Romanek (‘Retratos de uma Obsessão’, ‘Não Me Abandone Jamais’) no comando.
A ABC cancelou oficialmente a série ‘Grand Hotel‘ depois de apenas uma temporada.
O cancelamento não é realmente uma surpresa se considerarmos a baixa audiência da série. A primeira temporada registrou uma média de 0.5 na demo, e um total de 2.7 milhões de espectadores.
“Mundos colidem neste sexy drama que gira em torno de uma família que é dona de um hotel em Miami Beach, a equipe que o comanda, e os explosivos segredos que eles escondem sob a sua faixada perfeita.”
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