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‘Fool’s Paradise’: Kate Beckinsale e Adrien Brody no trailer do ÚLTIMO filme de Ray Liotta

A comédia ‘Fool’s Paradise‘, último filme estrelado pelo ator Ray Liotta – que faleceu devido a um ataque cardíaco no ano passado –, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito, dirigido e estrelado por Charlie Day (It’s Always Sunny in Philadelphia).

A trama segue um publicitário que tira a sorte grande quando descobre que um homem recentemente liberado de um centro de saúde mental se parece com um ator metódico que se recusa a deixar seu trailer. Com a ajuda de um poderoso produtor, o publicitário ajuda o homem a se tornar uma grande estrela, casando-se até com sua bela protagonista. Suas aventuras os levam a cruzar caminhos com coadjuvantes bêbados, irreverentes heróis de ação, diretores imprevisíveis, superagentes e magnatas loucos por poder. Fama e fortuna não são tudo o que dizem ser, e os dois homens devem lutar para recuperar as coisas que realmente importam.

O elenco ainda conta com Ken Jeong, Kate Beckinsale, Adrien Brody, Jason Sudeikis, Edie Falco, Jason Bateman, Common, Jillian Bell, Dean Norris, Jimmi Simpson e John Malkovich.

A comédia será lançada nos cinemas norte-americanos no dia 12 de maio.

Mark Wahlberg e seu cachorro superam limites no trailer de ‘Uma Prova de Coragem’; ASSISTA!

A Diamond Films divulgou o trailer nacional de ‘Uma Prova de Coragem‘, filme estrelado pelo astro Mark Wahlberg (‘Transformers’).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril.

Dirigido por Simon Cellan Jones, o longa é baseado no livro Arthur: The Dog who Crossed the Jungle to Find a Home, escrito por Mikael Lindnord.

A jornada de Michael Light, um corredor determinado a vencer o Campeonato Mundial de Corrida de Aventura. A competição na República Dominicana é sua última chance de conquistar o título de campeão do esporte de resistência mais difícil do mundo. Ao lado da sua equipe e de um cachorro de rua, Michel enfrenta centenas de quilômetros na selva, atravessando rios, montanhas e alguns dos cenários mais desafiadores do mundo.

O elenco ainda conta com Nathalie Emmanuel, Simu Liu, Michael Landes, Paul Guilfoyle, Rob Collins e Ali Suliman.

‘Marvel Zombies’: Série animada é confirmada para OUTUBRO de 2025

A Marvel finalmente confirmou a previsão de lançamento da série animada ‘Marvel Zombies‘ no serviço de streaming do Disney+.

A produção, que contará com 4 episódios, está programada para outubro de 2025.

Baseada nos quadrinhos homônimos, a série se passa em um universo alternativo onde vários heróis foram infectados e transformados em zumbis e os vivos precisar salvar ao mundo e a si mesmos.

O projeto está sendo descrito como uma “continuação” do episódio de ‘What If…?‘.

O episódio em questão, comandado por Bryan Andrews e escrito por Matthew Chauncey, terminou com um grande gancho onde um pequeno grupo de sobreviventes se reagrupa em Wakanda, sem saber que um Thanos zumbificado, em posse da Manopla do Infinito, já havia dizimado a área.

Vale lembrar que, recentemente, a atração recebeu classificação indicativa para maiores de idade, tornando-se o terceiro projeto da Marvel nessa faixa etária, seguindo os passos de ‘Eco‘ e ‘Deadpool & Wolverine‘.

Segundo o The Direct, o diretor Bryan Andrews compartilhou alguns detalhes sobre seu novo trabalho, expressando sua satisfação com a decisão de criar uma produção voltada para um público mais maduro: “Bem, vai ser muito incrível. Quero dizer, é +18, é hardcore. As pessoas morrem. E elas morrem de forma brutal. Então, ainda há algumas risadas aqui e ali. Não é completamente terrível”.

Entretanto, o cineasta enfatizou que a animação ainda contará com momentos engraçados e de alívio durante a produção: “Mas, você sabe, podemos animar você com algumas risadas, humor e momentos bons, e então e então tiramos coisas. Então, é bem brutal. Há uma ação enorme. Há uma grande emoção. Há drama. Tem tudo”.

Para finalizar, ele prometeu “muitas surpresas honestas” que pretende manter em segredo por enquanto, incentivando os espectadores a entrarem na nova obra sem expectativas: “Mal posso esperar para quando as pessoas finalmente começarem a ver ou adivinhar essas coisas. Mas só espero que não entreguemos nada porque acho que há muitas surpresas honestas ao longo do caminho. E acredito que as pessoas indo sem expectativas seria muito melhor. Elas ficarão além de surpresas quando virem algumas das coisas loucas que temos planejadas para elas”. 

Marvel Zombies’ estreia no Disney Plus, mas ainda sem data de lançamento confirmada. A animação é um spin-off de What If…?’ que teve um episódio dedicado à saga em sua primeira temporada.

Lembrando que todos os episódios de What If…?’ estão disponíveis no Disney+.

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A Morte retorna no clipe inédito do episódio especial de ‘Sandman’; Confira!

Netflix divulgou um clipe inédito do episódio especial de ‘Sandman‘, série baseada nos escritos de Neil Gaiman.

Intitulado Morte: O Alto Custo da Vida, o novo capítulo será focado na Morte (Kirby Howell-Baptiste).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O episódio bônus será lançado no dia 31 de julho na plataforma de streaming.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Adaptação de ‘Elden Ring’ será o filme mais CARO da história da A24

De acordo com o The Hollywood Reporter, a adaptação live-action de ‘Elden Ring‘ será o filme mais caro da história da A24.

O site afirma que o longa contará com um orçamento acima de US$ 100 milhões, e suas filmagens devem se estender por um período de 100 dias.

O projeto marca uma mudança na logística de lançamentos do estúdio, que ganhou notoriedade com produções independentes de baixo custo – focando em filmes de drama, comédia e terror de pequena escala.

Kit Connor (‘Heartstopper’) será o protagonista.

O elenco ainda contará com Ben Wishaw, Cailee SpaenyTom Burke, Havana Rose Liu, Sonoya Mizuno, Jonathan Pryce, Ruby Cruz, Nick Offerman, John Hodgkinson, Jefferson Hall, Emma Laird e Peter Serafinowicz.

A adaptação está programada para estrear no dia 3 de março de 2028.

Criado por Hidetaka Miyazaki através da FromSoftware, o jogo foi baseado em uma história de George R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.

Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.

Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.

Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.

Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.

Chris Evans tinha medo que o primeiro ‘Capitão América’ fizesse sucesso

Enquanto a maioria dos atores têm medo que seu filme fracasse tanto entre os fãs, como nas bilheterias, a história foi bem diferente para Chris Evans.

O ator, que vestirá o manto de Capitão América pela última vez em ‘Vingadores 4, revelou em uma entrevista que o sucesso era seu maior medo.

Segundo ele, a boa recepção de sua versão do herói americano era assustadora, uma vez que ele temia ter sua carreira sufocada pelos próximos cinco filmes que seu contrato com a Marvel determinava.

Segundo ele:

“Um dos meus maiores medos era que os filmes se saíssem bem, porque se fosse o caso, eu teria que fazer todos os seis. Naquela época, este era o aspecto mais aterrorizante, pois eu achava que aquilo me dominaria, consumindo minha carreira”.

Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ deve ser renovada para a 6ª temporada, diz site

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ ainda está na sua quinta temporada, mas é bem provável que seja renovada para um sexto ciclo. Pelo menos é o que o portal MovieTVTechGeeks afirmou.

Segundo a publicação, eles teriam três fontes internas da ABC, da Disney e da equipe de produção da série, que teriam confirmado a renovação para a 6ª temporada.

Diante das especulações, o site Screen Rant procurou a emissora e a divisão Marvel TV para confirmar a informação, mas a ABC salientou que eles ainda não haviam anunciando as renovações de suas respectivas séries.

 

 

 

 

‘O Quinteto’: Reboot de clássica série dos anos 90 ganha primeira imagem oficial

O reboot da clássica série dos anos 90, ‘O Quinteto‘, ganhou sua primeira imagem oficial.

Confira:

A nova versão trará uma abordagem bem pontual, trazendo como protagonistas um grupo de irmãos de descendência latina, cujos pais foram deportados de volta para o México. Sozinhos, eles terão que vencer as adversidades e sobreviver por conta própria.

Em entrevista, o produtor executivo do reboot e também criador da versão original. Chris Keyser, falou sobre a nova abordagem escolhida:

“Esta série é sobre luto, de uma maneira um pouco diferente, porque o que fora perdido não se foi para sempre. E uma vantagem é que isso tudo é real. Esse tipo de coisa está acontecendo todos os dias. Outra é que quando fizemos ‘O Quinteto‘ original, aqueles pais mortos permaneceram assim por seis anos. Uma coisa que nos empolgou muito a respeito da nova versão é que os pais são um fator existente. Eles não estão presentes, mas estão lindando com problemas do tipo: ‘como nós vamos atuar como pais a uma distância tão grande?'”

 

Anova versão foi desenvolvida pela mesma dupla responsável pela produção original, Amy Lippman e Chris Keyser e terá episódios de uma hora de duração. O canal encomendou uma primeira temporada completa, com 10 capítulos.

Na nova trama, o público vai acompanhar os filhos Acosta, que tentam sobreviver a uma sucessão de dificuldades em união, após os seus pais terem sido deportados para o México. O elenco da produção vai contar com Brandon Larracuente como Emilio, Emily Tosta como Lucia, Niko Guardado como Beto e Elle Paris Legaspi como Valentina.

O episódio piloto foi co-escrito por Lippman, Keyser e Michal Zebede.

O Quinteto‘ contou com seis temporadas, exibidas originalmente entre os anos de 1994 e 2000. O elenco contava com nomes que eventualmente se tornaram sucesso, como Matthew Fox (‘Lost‘) e Neve Campbell (‘Pânico‘), acompanhados de Scott Wolf, Lacey Chabert e Andrew e Steven Cavarno.

‘One Day at a Time’: Assista aos primeiros minutos 4ª temporada

Após ter sido resgatada de seu cancelamento, a 4ª temporada da série One Day at a Time’ está finalmente próxima de sua estreia. 

E para aguçar o entusiasmo dos fãs, a emissora POP TV – a nova responsável pela série – compartilhou os primeiros 90 minutos do mais recente ciclo. O primeiro capítulo já conta, logo de início, com a participação do mais novo membro do elenco, o comediante Ray Romano.

Assista:

O novo ciclo estreia em 24 de março.

Criada por Gloria Calderon KellettMike Royce, a série havia sido cancelada pela Netflix depois de apenas três temporadas, deixando os fãs da produção desolados. No entanto, a produção foi adquirida pela emissora POP TV.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘Liga da Justiça’: Snyder Cut não terá muitas piadas, revela Zack Snyder

Um dos aspectos mais criticados da versão de Joss Whedon de ‘Liga da Justiça‘ foi o uso indiscriminado de piadas ao longo de toda a produção, que teriam comprometido a seriedade da narrativa e que não se encaixariam no contexto.

E muitos se questionam se o tom do Snyder Cut deve seguir por uma viés mais sombrio ou se repetirá a mesma abordagem da versão original. E um curioso fã decidiu questionar o diretor Zack Snyder a respeito do assunto, por meio da rede social Vero.

Na ocasião, um usuário autointitulado Alvaro perguntou ao cineasta: “Chefe, eu tenho uma grande pergunta. Nós veremos piadas como aquela em que o Bruce diz ao Arthur ‘fiquei sabendo que você conversa com peixes’ ou agora você as tirou?”

Em resposta, Snyder foi categórico ao dizer que “não haverão muitas piadas”.

Confira o print da conversa:

Vale lembrar que nessa semana, fã clubes e sites de cinema iniciaram uma mobilização para que a Warner Bros. lance o aguardado Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ nos cinemas nacionais.

A hashtag #ReleaseTheSnyderCutInBrazil chegou a figurar no quarto lugar dos Trending Topics do Twitter.

E parece que está funcionando.

Pela primeira vez, Snyder indicou que o filme deve ser lançado nos cinemas e terá um intervalo de 10 minutos durante a projeção, como aconteceu com ‘Titanic‘.

“São 4 horas de imagem e depois os créditos. Acho que passa de 4 horas por alguns minutos, mas isso é, você sabe, por causa dos títulos, Há muitas pessoas que trabalharam no filme. Se algum dia o filme for para ser visto no cinema, temos um intervalo de 10 minutos que é integrado ao filme.”, revelou Snyder ao I MINUTEMEN.

O filme estreia nos EUA direto no Streaming da HBO Max no dia 18 de Março. Como não temos HBO Max, a campanha pede que o filme seja lançado nos cinemas nacionais no mesmo dia.

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Bilardo, o Doutor do Futebol’: Série documental da HBO Max ganha trailer legendado e data de estreia

A série documental ‘Bilardo, o Doutor do Futebol‘ ganhou seu trailer legendado e data de lançamento na plataforma de streaming HBO Max.

A estreia acontece no próximo dia 24 de fevereiro na grade de programação.

A produção, que é um Max Original, contará com quatro episódios de 45 minutos cada e abordará a trajetória profissional e pessoal do excelente treinador, captando a personalidade de um homem tão único que foi amado por alguns, mas nem tanto por outros.

Assista ao trailer:

O “doutor” do futebol é o homem que levou a seleção Argentina à glória e de alguma forma se redimiu para sempre. Carlos Salvador Bilardo marcou pelo fogo aqueles que puderam trabalhar sob ele, assim como seus seguidores e detratores.

A série trará um material exclusivo e inédito, reunindo fitas antigas de momentos íntimos da vida do treinador.

Bilardo, o Doutor do Futebol‘ foi dirigida por Ariel Rotter e escrita por Sebastián Meschengieser e Gustavo Dejtiar, sob a produção executiva de Federico D’elia, Cune Molinero e Alejandro Turner.

 

Crítica Netflix | Amigos da Faculdade – 2º Temporada mantém relevância zero

Após o fiasco da primeira temporada, Amigos da Faculdade (Friends From College) voltou à Netflix, no último dia 11 de janeiro, para não acrescentar nada à trama definhante de oito episódios. Depois de um ano das revelações do último capítulo A Night of Surprises, os personagens continuam caricatos e sem carisma de modo que a história é uma sequência de ressentimentos, gritos e ladainhas que poderiam ter sido encerradas na primeira temporada.

O casal  Ethan Turner (Keegan-Michael Key) e Lisa Turner (Cobie Smulders) são os piores personagens do seriado e a trama de ambos é sempre mal desenhada. Primeiro, porque o ressentimento da mulher traída pelo marido e todos os seus amigos não funciona e torna-se uma chacota por  todos os episódios. Segundo, todas as situações soam irrisórias, sobretudo o novo namorado de Lisa, Charlie (Zack Robidas).

Para reuni-los, surge o jantar de noivado de Max (Fred Savage) e Félix (Billy Eichner) com a presença de um gambá no primeiro episódio para criar uma situação embaraçosa. Já no segundo episódio, Ethan e Lisa têm uma recaída, o que já provoca uma previsível  “reviravolta” digna dos piores roteiristas de conveniências.

Mariana (Jae Suh Park) continua perdida sem uma história para si mesma, sendo sempre rebaixada pelos “amigos”. O pior de tudo é que a gente não consegue nem acreditar que eles são amigos ou que ao menos gostem uns dos outros, pois todas as escolhas dos personagens são prejudiciais aos outros.

Com todas as cenas clichês de filmes de casamento, desde o jantar de noivado, despedida de solteiro até a cerimônia, cada capítulo é uma montanha de frustrações, questões mal resolvidas e meias histórias para tentar fundamentar o roteiro fraquíssimo. Um exemplo dessas pontas frouxas é o relacionamento sem tempero, açúcar ou nenhum condimento entre Nick (Nat Faxon) e Merrill (Sarah Chalke).

O personagem de Nat Faxon passa de um versão mal lapidada de Joey, de Friends (1994-2004), para um fantasma sem rumo e arrasado. Sem muita veracidade, Nick termina seu estranho relacionamento e escolhe amparar a carente Lisa, mas ela não o corresponde.  Assim como Samantha (Annie Parisse), que tenta finalmente manter um relacionamento normal com Ethan, mas quebra a cara e tudo volta ao começo do primeiro episódio da primeira temporada.

Os roteiristas miraram em Friends, mas acertaram em Friends With Better Lives (2014), cancelada depois da primeira temporada, por conta dos personagens estereotipados e piadas fracassadas. Depois da enrolação de oito episódios, de vinte e poucos minutos cada, Amigos da Faculdade devia ser cancelada e esquecida, no entanto, pode ser que engate mais uma desastrosa temporada, na qual apenas os dilemas de Max conseguem criar uma atmosfera divertida de sitcom.

Ouça “Run for Your Life”, da trilha sonora de ‘Tomb Raider: A Origem’

A artista K. Flay, indicada ao Grammy, está responsável por uma das faixas da trilha sonora deTomb Raider: A Origem. Ouça “Run for Your Life”:

Analistas de bilheterias indicam que ‘Tomb Raider: A Origem’ será um fracasso

A produtora 2WEI também liberou a faixa “Survivor”, cover do ex-grupo Destiny’s Child (ft. Beyoncé) para a trilha sonora de Tomb Raider: A Origem. A música também pode ser ouvida no trailer do longa. Ouça:

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

A Warner Bros. distribuirá o projeto da MGM. A estreia de Tomb Raider: A Origem está marcada para 16 de março de 2018 no Brasil.

Comic-Con 2018: James Gunn terá anúncio misterioso na convenção; Veja imagem!

Estaria James Gunn envolvido com um novo filme de terror? O diretor usou seu Twitter para anunciar uma aparição misteriosa na convenção e compartilhou uma imagem de um simbolo intrigante. Confira:

Junto com a imagem, vem também a data e local: sexta-feira, dia 20, às 18h15 (horário local). Vale lembrar que o anúncio não deve ter relação com Guardiões da Galáxia Vol. 3, afinal o Marvel Studios decidiu ficar de fora da Comic-Con deste ano.

Especula-se que o projeto seja o filme de terror com a atriz Elizabeth Banks, anunciado alguns meses atrás. É esperar para ver.

Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa da San Diego Comic-Con 2018.

 

Crítica | ‘The Boys’ – Soldier Boy rouba a cena em quinto episódio ELETRIZANTE

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos cinco primeiros episódios de The Boys, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

O grande destaque do episódio é novamente Billy Bruto e sua jornada de se tornar aquilo que jurou destruir. Conforme ele consegue mais Composto V Temporário, mais ele busca justificativas para seguir tomando a substância. E ele percebe que está se viciando, mas não consegue parar. Em certo ponto, ele conversa com o Hughie e vê nele a imagem do seu irmãozinho, Lenny. Esse paralelo já havia sido abordado anteriormente na série, mas acaba servindo agora tanto para justificar o uso do ‘V’ quanto para condenar as ações de Bruto em não impedir que o garoto tome a fórmula. Ao mesmo tempo em que ele vê aquilo como uma forma de protegê-lo, Billy sabe que o está expondo a algo viciante e que potencializa o lado ruim deles. É como o próprio Bruto disse ao longo do episódio: “Com grandes poderes, você vira um grande babaca”. Isso poderia ser apenas uma referência ao Tio Ben, mas é nítido pelo comportamento dos dois, tanto Hughie quanto Bruto, que o composto realmente deixa ambos mais confiantes e babacas. O que, no caso do Billy, pode levá-lo a um nível parecido com o do próprio Capitão Pátria, não à toa ele trai e droga o Leitinho, que planejava sua vingança contra o Soldier Boy, além de seguir dando ‘V’ ao Hughie. Já o garoto segue mentindo para a Luz-Estrela e agindo de forma questionável.

Pulando para o outro lado da mesma moeda, o Capitão Pátria se mostra cada vez mais Pária. Enfim assumindo o controle da Vought, ele deixa de lado um pouco do lado “super-herói” enquanto tenta aprender a ser um empresário/ acionista. O problema é que seu complexo de Deus fala mais alto e ele se recusa a aceitar opiniões de outros membros da diretoria. Seria interessante ver a Vought entrando numa potencial falência ou dele tendo que lidar com uma crise publicitária com a chegada do Soldier Boy.

Fato é que fora as pressões do mundo corporativo, ele já sabe do plano de outros membros dos 7 para derrubá-lo. Ele só não acredita que a Rainha Maeve e a Luz-Estrela serão capazes de alguma coisa. Além dos mais, ele tem o apoio do misterioso Black Noir, que mesmo que já tenha aparecido em cenas do passado, quando ele integrava os Payback, ainda parece muito cedo para afirmar que sua trama dos quadrinhos foi completamente abandonada. Afinal, a última vez que vimos seu rosto no passado, ele estava completamente deformado, andando em estado catatônico. Enfim, o personagem volta a ter destaque depois que a Rainha Maeve confronta o Pátria e o Noir aparece para derrubá-la e fazer sabe-se lá o quê.

Outro ponto interessante é ver como ao mesmo tempo em que tenta se distanciar da imagem da falecida Tempesta, o Capitão Pátria começa a reproduzir um discurso cada vez mais parecido com o dela, só não assumiu ainda a suástica. E como a temporada anterior mostrou, quanto mais ele chega próximo desse discurso, mais o povo americano o apoia.

Quando o assunto é discurso, não dá para não citar o arco do Trem-Bala. Depois de entregar o plano da Luz-Estrela para o Capitão Pátria, ele ganha uma moral mínima dentro da Vought, já que ele segue sem poder correr por conta do risco de parada cardíaca. Como recompensa, a empresa atende o pedido dele de conversar com o Blue Hawk, que vinha fazendo chacinas em bairros negros com a desculpa de estar apenas policiando o local. O problema é que o próprio Trem-Bala não está realmente envolvido na causa, ele vê nessa história de promover discursos antirracistas apenas uma alavanca para voltar a ter o prestígio de antes. Assim, quando ele tem a possibilidade de realmente falar alguma coisa e pedir a prisão ou – descer a porrada no ‘Gavião’ -, ele fica sem saber o que fazer e aceita que ele faça um “pedido de desculpas oficial”.

Claro que não dá certo, porque é apenas uma solução chapa branca para que o suposto herói se promova em cima das próprias chacinas e saia por cima da situação. A comunidade negra não aceita bem essa palhaçada e começa a questioná-lo sobre seus crimes. E aí, amigo… Um show de hipocrisia e preconceito sai da boca do Blue Hawk, que mete clichés como “não sou racista, tenho amigos negros”, “todas as vidas importam” e “eu mato negros porque tem mais bandidos negros”. É chorume puro, mas o mais assustador é que esse papinho babaca dele pode estar na boca até do seu vizinho. São tempos sombrios e a série retrata isso com maestria.

E mostrando que nem sempre os Supers saem por cima, o Blue Hawk massacra os negros que protestavam sobre os crimes cometidos pelo dito herói, incluindo o irmão do Trem-Bala, que não morre, mas fica paraplégico. E para alguém cuja vida girava em torno das corridas, perder a capacidade de andar é algo mais frustrante que a morte. Espera-se que esse possa ser um ponto de virada para o velocista, que já foi humilhado de diversas formas pela Vought.

Vale ressaltar também o elenco de apoio dos protagonistas, principalmente o Francês e a Kimiko. Enquanto a mulher descobre que aparentemente perdeu os poderes, o que tiraria sua utilidade para o grupo e teoricamente permitiria que ela levasse uma vida normal, o Francês volta a se envolver com os russos, mas agora sem ter Bruto, Hughie e Leitinho por perto. A sequência musical na imaginação da Kimiko é um dos momentos mais fofos da série e também um dos mais tristes, porque ressalta que ela nada mais é que uma criança cuja vida foi tomada pelo Composto V, e agora sonha com um futuro que provavelmente nunca terá.

Já o Leitinho segue em sua vingança pessoal contra o Soldier Boy, enquanto vê o padrasto lerdão encher a cabeça de sua filha com os discursos deturpados do falso moralismo dos heróis da Vought. E quando ele está prestes a consumar sua vingança, que supostamente traria fim ao seu envolvimento com os Supers, ele é traído novamente por Bruto, que o dopa para usar seu arqui-inimigo para tentar derrotar o Pátria.

E nesse processo de ajudar Billy e Hughie a encontrar o paradeiro do Soldier Boy, o Leitinho traz para a série uma participação sensacional: A Lenda. Uma clara paródia do falecido Generalíssimo Stan Lee, o personagem foi o responsável por “vender” os Payback e os heróis do Século XX, o que fez dele uma celebridade muito influente no meio dos Supers.

Toda a arrogância e a influência dos anos 70 no personagem flertam bem não apenas com o lado marketeiro de Stan Lee, mas também com outro falecido ícone do século XX, o criador da Playboy, Hugh Hefner. Sua participação é breve, mas traz diversos easter eggs na sala do produtor. Trazê-lo nessa versão mais Hollywoodiana em vez da faceta de quadrinista das HQs foi uma sacada bem legal da série.

Por fim, precisamos falar do grande destaque dessa temporada: o Soldier Boy. Congelado desde os anos 80, quando foi submetido a testes pelos russos, com chancela de sua própria ex-namorada, a Condessa Escarlate, o personagem foi “despertado” pelos ‘Boys’ na viagem à Rússia do episódio anterior. Com sua nova habilidade de causar explosões com um raio peitoral, o ‘Capitão’ dá um jeito de voltar para os Estados Unidos, onde se depara com uma sociedade totalmente diferente.

Um dos pontos mais legais do retorno do Capitão América nos anos 60 é toda a história de adaptação do “Homem Fora de Seu Tempo”. Se a sociedade americana já avançou bastante entre 1945 e 1963, The Boys brinca com isso ao trazer as mudanças dos EUA entre a década de 80 e os anos 2020. Nesse ponto, o Soldier Boy é um homem fora de seu tempo, mas em vez de se adaptar, ele estranha coisas como a aceitação de casais inter-raciais e casais LGBT. Uma das piadas mais repetidas acerca do Capitão América do MCU é que ele deveria ter despertado em 2011 como um homem cheio de preconceitos da época e não o escoteiro amigo de todos. Sem perder tempo, The Boys vai pegar essa piada e explorá-la na persona do Soldier Boy.

E outro ponto interessante é que além de parodiar o Capitão América, o Soldier Boy da série traz elementos do Bucky, que teoricamente seria o falecido Pólvora nesse universo. Representando todos os estereótipos do ajudante mirim, o Pólvora herdou as polêmicas de ser o jovem sem poderes em roupa apertada que era assediado e abusado pelo imponente herói adulto, questão constantemente associada ao Batman e o Robin, e o Capitão América com o Bucky.

E como o Bruto assassinou o Pólvora com seus olhos laser, o personagem não terá tempo para ter seu arco de ‘Soldado Invernal‘. E nem será necessário, porque essa trama já foi adaptada para o próprio Soldier Boy. Os experimentos russos que ele sofreu, ter ficado em animação suspensa por meio de um gás e afins são muito similares aos procedimentos que o Bucky sofreu. Dessa forma, condensando dois personagens em um, o Soldier Boy promete ser o destaque da reta final da temporada.

Isso porque ele aceita a oferta de Bruto, assassina a Condessa Escarlate a sangue frio e parece estar disposto a voltar a ter o prestígio de antes. Vale lembrar que antes do Capitão Pátria virar ícone publicitário dos heróis e dessa palhaçada dos 7 virar febre, o Soldier Boy foi esse ícone, assim como os Payback foram o grande grupo de heróis do Século XX. A cena em que ele vê o mundo estampado pelos 7 já indica que ele não vai aceitar isso de boa, e como ele é tão babaca quanto o próprio Capitão Pátria, parece que essa aliança com Billy e Hughie vai enfim fazer com que o Pátria seja forçado a descer de seu pedestal nos próximos episódios. E caso o Soldier Boy realmente seja capaz de ocupar o lugar do Capitão, será mais ou menos como a relação polêmica e controversa entre EUA e Al-Qaeda, no qual os americanos criaram e fortaleceram seu próprio demônio e depois tiveram de lidar com ele. O que não deu muito certo.

E aí? Ansiosos para os próximos episódios? Lembrando que o próximo capítulo é o ‘Herogasm’, que deve ser uma das coisas mais bizarras da história da TV.

Os novos episódios de The Boys estreiam toda sexta-feira no Amazon Prime Video.

Crítica | Amado – Filme de Ação Policial Brasileiro para Fãs de Steven Seagal

Os anos 1980 marcaram a história do cinema mundial em muitos níveis. Os filmes de ação produzidos e lançados nesta década criaram uma escola que viria a influenciar as produções das décadas subsequentes, tamanho o impacto que as narrativas trazidas neste tempo tiveram. Protagonistas machões, muitas cenas de luta e perseguição, tiroteio e explosões são algumas das características mais marcantes que podem ser destacadas dos longas dessa época. Hoje, quase quarenta anos depois, a garotada que cresceu ou passou a juventude assistindo a esses filmes e que posteriormente foram estudar e fazer cinema já está fazendo seus próprios longas, como a produção que estreia essa semana: ‘Amado’, filme de ação nacional que chega às salas de cinema de todo o país a partir dessa quinta-feira.

Amado (Sérgio Menezes, que atualmente participa da ‘Dança dos Famosos‘) é um policial civil de Brasília que costuma fazer suas rondas não só na capital do país, mas principalmente pelos bairros periféricos, como Ceilândia, onde mantém a segurança dos moradores e combate a proliferação da venda de entorpecentes a menores em um dos lugares mais violentos do país. Incorruptível, ele trabalha com seus parceiros de ronda (Gabriela Correa e Alexandre Barillari, o Prudêncio de ‘Nos Tempos do Imperador’) pelas madrugadas, até que, certa vez, param um veículo suspeito com uma carga mais suspeita ainda. Durante a abordagem, uma outra viatura se aproxima, trazendo um comandante (Igor Cotrim) corrupto que tenta dissuadir o grupo. Diante da negativa de Amado, uma desavença se arma dentro da polícia civil brasiliense, colocando em risco não só o batalhão chefiado pela capitã (Adriana Lessa, a Deusa de ‘O Clone’), mas também a vida daqueles que são caros a Amado.

Mesmo não sendo tão jovenzinhos, os diretores Edu Felistoque e Erik de Castro mostram o quanto os filmes de ação da década de 1980 inspiram a realização de ‘Amado’ ao fazerem um longa cujo protagonista é misterioso, de poucas palavras e mais de atitude: o tipo de personagem que resolve tudo no braço, não na diplomacia. Assim, o roteiro de Erik de Castro constrói a jornada do lobo solitário em busca de justiça com as próprias mãos bem estilo Steven Seagal, Chuck Norris e, mais recentemente, conduzido por Liam Neeson: o sujeito brucutu caladão, sempre na dele, cujos princípios conduzem a história e que mostram que, apesar do sistema ser falho, há justiça nesse mundo, porque há pessoas boas como esses protagonistas que fazem a justiça acontecer, ainda que a seu próprio modo.

Inspirado numa história real, o longa – localizado e passado em Brasília e com elenco que inclui atores brasilienses – poderia talvez ter contextualizado melhor esse personagem para um público que possivelmente não o conheceu. Mas descentraliza a violência do eixo Rio-São Paulo levando-a a Ceilândia, mostrando que a violência urbana não é exclusiva da região sudeste do país, e ainda traz sequências de ação, tiroteio e perseguição bem no estilo que o público de filmes de ação curte – e que, na telona, ganha profundidade. ‘Amado’ quer mostrar a polícia que dá certo num país fraturado por camadas de corrupção. É o tipo de personagem que poderia ganhar continuação, e que depende do retorno de seu público para fazer isso acontecer.

As produções mais problemáticas da história do cinema

O CinePOP resolveu relembrar algumas das produções com bastidores mais conturbados da história da sétima arte. Confira!

 

BOHEMIAN RHAPSODY

Bohemian Rhapsody conquistou quatro estatuetas do Oscar e faturou mais de US$ 900 milhões nos cinemas mundiais. Mas o caminho até o sucesso não foi nada fácil. Em 2010, foi anunciado que o filme contaria com direção de Stephen Frears e com Sacha Baron Cohen na pele Freddie Mercury. Pouco depois, Frears deixou o projeto após desavenças com os integrantes do Queen. Cohen seguiu o mesmo caminho ao perceber que os músicos pretendiam fazer uma cinebiografia que ignorasse as polêmicas acerca de Mercury e que deixasse um pouco de lado sua homossexualidade. Na sequência, Ben Whishaw chegou a ser anunciado como Mercury, mas problemas na agenda o impediram de continuar.

Foi assim que Rami Malek chegou ao papel, mas os problemas nos bastidores não pararam por aí. Além de lidar com as acusações de assédio por parte do diretor Bryan Singer, o filme viu seu cineasta simplesmente desaparecer em meio às filmagens. Com isso, a Fox acabou demitindo o diretor e chamando Dexter Fletcher (Rocketman) para terminar o longa. Como Singer comandou quase toda a produção, seu nome foi mantido nos créditos como único diretor, por determinação do DGA (Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos).

 

APOCALYPSE NOW

As filmagens de Apocalypse Now, clássico de Francis Ford Coppola, foram tão problemáticas que renderam até um cultuado documentário sobre os caóticos bastidores da produção: Francis Ford Coppola – O Apocalipse de Um Cineasta. Com o sucesso de O Poderoso Chefão, Coppola conseguiu carta-branca para fazer o projeto que quisesse. E acabou escolhendo um ambicioso épico sobre a Guerra do Vietnã. Buscando a maior autenticidade possível, o diretor optou por filmar no meio da selva, consumindo muito mais dinheiro e tempo do que o esperado. Inicialmente, as filmagens estavam previstas para durar quatro meses. Acabaram levando mais de um ano. O processo foi tão desgastante, que o diretor chegou a perder 45kg durante as gravações.

Ainda no início das filmagens, Coppola decidiu trocar seu protagonista. Harvey Keitel acabou substituído por Martin Sheen, que por sua vez teve constantes brigas com o cineasta e chegou a sofrer um ataque cardíaco.

Engana-se quem pensa que a pós-produção foi melhor. Coppola gravou mais de 200 horas de material e passou três anos na sala de edição até chegar a uma versão final.

 

TITANIC

Terceira maior bilheteria da história do cinema, Titanic é um caso de sucesso na sétima arte. Mas muita gente temeu pelo pior durante a produção. As filmagens acabaram durando muito mais tempo do que o previsto inicialmente e exigiram construções ambiciosas. Inicialmente orçado em US$ 135 milhões, o filme acabou custando bem mais do que isso no fim: US$ 200 milhões. O valor é maior do que o custo do próprio navio Titanic, que custaria cerca de US$ 150 milhões, em números atualizados.

E não parou por aí. Histórias apontam que James Cameron exigia muito dos atores durante as gravações. Com o lema de que “fazer cinema é guerra”, o cineasta submeteu os astros a condições quase torturantes, especialmente no que diz respeito às filmagens na água, sob uma temperatura baixíssima.

 

O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE

Em cartaz nos cinemas brasileiros, O Homem que Matou Dom Quixote sofreu para ganhar vida. O cultuado diretor Terry Gilliam começou a pensar no projeto em 1989. Em 98, finalmente conseguiu fundos para iniciar a produção. Jean Rochefort (Quixote) e Johnny Depp (Toby Grisoni) assinaram para o filme e as gravações começaram no ano 2000. Após uma série de problemas, que envolveram uma inundação no set e uma grave doença de Rochefort, as filmagens foram suspensas e, depois, canceladas.

Nos anos seguintes, Gilliam seguiu tentando realizar o longa. Robert Duvall, Michael Palin, e John Hurt chegaram a assumir o papel de Quixote, mas a produção não saía da gaveta. Quando tudo parecia caminhar bem, Depp deixa o projeto por problemas na agenda e Hurt é diagnosticado com um câncer, que levaria a sua morte.

Gilliam só consegue retomar as filmagens em 2017, agora com Jonathan Pryce e Adam Driver nos papéis principais. Em 2018, o filme faz sua estreia no Festival de Cannes, não sem antes um novo problema: uma briga na justiça por causa dos direitos de distribuição quase impede sua exibição no festival. Mas, no final, Gilliam ao menos conseguiu ver seu projeto pronto.

 

 CHATÔ: O REI DO BRASIL

Está achando que problemas nos bastidores são exclusividade de Hollywood? Nada disso! O Brasil também tem seu ícone no quesito produção problemática. 21 anos. Este foi o tempo que Chatô: O Rei do Brasil levou para ser realizado.

A produção começou em 1994, com Guilherme Fontes adquirindo os direitos do livro de Fernando Morais. O ator escolheu o projeto para marcar sua estreia como diretor, e foi ambicioso desde a etapa inicial. Com a ideia de fazer um Cidadão Kane brasileiro, Fontes chegou a articular uma parceria com a American Zoetrope, produtora de Francis Ford Coppola, cujas exigências só aumentaram os custos. A coisa só piorou quando Coppola decidiu não se comprometer com o projeto.

Sem respeitar seu orçamento, Fontes fez opções ousadas, como comprar boa parte dos equipamentos de filmagens e utilizar quase seis mil figurantes. Sem querer retroceder, começou as gravações sem ter o dinheiro para concluí-las. O roteiro exigia locações e reconstituições trabalhosas, e um elenco de luxo foi contratado. O figurino era um destaque à parte, com peças da época de 30, 40 e 50 que vieram diretamente de Los Angeles. Como tragédia pouca é bobagem, um incêndio destruiu boa parte do figurino.

Fontes iniciou as filmagens em janeiro de 1999. Dois meses depois, o dinheiro acabou e a produção começou a ser auditada por órgãos como o Ministério da Cultura e a Comissão de Valores Mobiliários. Sem crédito no mercado, o diretor não conseguia mais dinheiro e, em 2001, viu sua produção ser despejada de um estúdio por falta de pagamento. Em 2006, a Ancine inscreveu Guilherme e sua produtora no cadastro dos inadimplentes do governo, com uma dívida de R$ 36 milhões. Em 2014, o TCU apontou que o valor estava na casa dos R$ 80 milhões. Chatô: O Rei do Brasil chegou aos cinemas em 2015, mas até hoje Fontes tem problemas com a justiça por causa do filme.

 

CLEÓPATRA

Clássico do cinema estrelado por Elizabeth Taylor, Richard Burton e Rex Harrison, Cleópatra foi mais um filmes a sofrer pela vontade de seus produtores em realizar algo épico. Inicialmente, a Fox pretendia gastar apenas US$ 2 milhões na produção. Antes mesmo do início da gravação, os gastos já haviam ultrapassado a casa dos US$ 4 milhões, sendo que só Liz Taylor recebeu US$ 1 milhão pelo trabalho.

Logo no início das filmagens, Joseph L. Mankievitz foi contratado para substituir Rouben Mamoulian como diretor. Os constantes atrasos nas gravações e a necessidade de construir sets grandiosos só aumentaram os custos. Ao final, o orçamento chegou em US$ 44 milhões, o que quase gerou a falência da Fox. Menos mal que foi um sucesso de bilheteria.

 

O MÁGICO DE OZ

O Mágico de Oz é um clássico do cinema e querido por muitos. Mas foi um verdadeiro caos nos bastidores. Antes de ser finalizado, o roteiro passou pelas mãos de 17 pessoas. E a situação não foi muito melhor no que diz respeito à direção. Richard Thorpe foi o diretor contratado inicialmente, mas foi demitido após duas semanas de filmagens. Na sequência, George Cukor assumiu a função de forma interina até que Victor Fleming foi contratado. O último, no entanto, deixa a produção para se dedicar a …E o Vento Levou. King Vidor e Mervyn LeRoy dirigiram as cenas restantes.

A produção também teve problemas à frente das câmeras. Contratado para viver o Homem de Lata, o ator Buddy Ebsen era alérgico à tinta de alumínio que o personagem exigia e acabou substituído por Jack Haley.

 

TUBARÃO

O clássico de Steven Spielberg é um caso raro em que as dificuldades acabaram ajudando o filme. Diante dos problemas técnicos envolvendo um tubarão mecânico, o cineasta se viu obrigado a usar o mínimo possível do “animal”. Até hoje, a utilização discreta do tubarão é considerada um marco em termos de linguagem cinematográfica e da construção de um clima de suspense e tensão.

Nos anos 70, filmar no mar era uma dificuldade ainda maior do que nos dias de hoje. O que inicialmente seriam 55 dias de gravações, acabaram sendo 159 dias, o que desgastou os atores e a equipe técnica. Spielberg também mais que dobrou seu orçamento inicial de US$ 4 milhões.

É claro que ninguém na Universal teve a coragem de reclamar dos custos, afinal o filme faturou US$ 470 milhões nos cinemas mundiais, sendo considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história.

 

FITZCARRALDO

Outro exemplo clássico de bastidores caóticos e de um diretor megalomaníaco. Buscando uma autenticidade, o cultuado Werner Herzog fez questão de rodar seu filme em plena floresta Amazônica, no Peru, o que resultou em inúmeros problemas. O principal deles envolveu o protagonista Jason Robards, que ficou doente após seis semanas de filmagens, quando 40% do longa já havia sido rodado. Ele foi substituído por Klaus Kinski. Uma companhia de seguro pagou os custos da produção até ali, mas a necessidade de começar tudo do zero fez com que Mick Jagger deixasse o projeto.

A partir daí, outros problemas começaram. Um membro da equipe foi picado por uma cobra venenosa. Sem estrutura para socorro, acabou tendo sua perna amputada para sobreviver. Herzog e Kinski brigavam constantemente. E o diretor chegou a revelar que bolava planos para assassinar seu ator. Além disso, a produção foi expulsa por uma tribo indígena da região em que filmava no Peru. Os índios também tiveram problema com os abusos do cineasta, até que não aguentaram mais e colocaram fogo no campo da produção.

Herzog levou mais de um ano para encontrar um novo local de filmagem, agora no Brasil. Alguns destes problemas nos bastidores estão presentes no documentário O Peso dos Sonhos.

 

ALIEN 3

O terceiro Alien é um dos capítulo mais questionáveis da franquia. E não ajudou o fato de ter seguido dois ótimos filmes: Alien, o Oitavo Passageiro e Aliens – O Resgate. Mas a falta de qualidade também está relacionada com os vários problemas de bastidores.

Uma das principais razões para o caos envolvendo o longa foi o fato da Fox ter contratado um diretor iniciante, mas não ter dado autonomia para realizar o filme que queria. O diretor em questão é ninguém menos que David Fincher, que viria a realizar obras memoráveis como Seven, Clube da Luta e Garota Exemplar. Então com 28 anos, o cineasta bateu de frente com os executivos do estúdio e lidou com interferências constantes no roteiro, que foi reescrito em meio às gravações.

Sem direito ao corte final, Fincher viu seu filme ser montado por executivos à sua revelia. “Ninguém odeia esse filmes mais do que eu”, chegou a dizer o diretor.

‘As Panteras’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

Sony Pictures divulgou o novo cartaz internacional do longa As Panteras.

Confira:

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

‘Dispatches From Elsewhere’: Sally Field na nova cena do episódio 01×07; Confira!

Dispatches From Elsewhere, nova série da AMC com Jason Segel, teve uma nova cena do episódio 01×07 divulgada.

O capítulo vai ao ar hoje à noite.

Confira:

Além de estrelar, Segel fica responsável pela criação e pela produção da série ao lado de Garrett BaschScott RudinEli Bush.

A série é centrada em quatro pessoas comuns que percebem que algo falta em suas vidas, mas não conseguem descobrir o que é. Esse grupo diverso se encontra quando cruza caminho com um quebra-cabeça que se esconde no âmago do vida cotidiana. À medida que aceitam esse misterioso desafio, eles percebem que sua jornada é mais profunda do que parece e que seus olhos foram abertos para um mundo de possibilidades e magia.

Sally FieldAndré BenjaminEve Lindley completam o elenco. Richard E. Grant é o narrador da produção.

‘The Batman’: Filmagens do longa serão retomadas em setembro

Segundo a Variety, as filmagens do vindouro e ambicioso The Batman serão retomadas ainda este ano, mais precisamente em setembro. O longa havia sido colocado em hiato devido à pandemia do COVID-19 e, para que volte à ativa, seguirá os protocolos de segurança e saúde pública.

Recentemente, a Warner Bros. revelou o logotipo oficial da produção.

Confira:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Riverdale’: Ator de ‘Pretty Little Liars’ entra para o elenco da 5ª temporada

Segundo o DeadlineChris Mason, conhecido por seus trabalhos em séries como BroadchurchPretty Little Liars: The Perfectionists, foi elencado como um dos personagens regulares da vindoura quinta temporada de Riverdale em um papel-chave.

Mason será Chad Gekko, caracterizado como “o marido ciumento e controlado de Veronica (Camila Mendes), que trabalha na Wall Street. Um cachorro-alfa, Chad é ameaçado pela vida de Veronica em Riverdale, especialmente com a amizade dela e de Archie (KJ Apa)”.

As informações ainda indicam que o personagem irá aparecer no quarto episódio do novo ciclo, que será exibido em 10 de fevereiro. O capítulo trará um avanço na história de sete anos, fundalmente mudando a química de um show que é centrado em aventuras adolescentes.

Confira o trailer:

A próxima temporada irá estrear no dia 20 de janeiro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Crítica | ‘Pose’ aposta no drama familiar para o 5º episódio da última temporada

Apesar de ter esbarrado em certos obstáculos na semana passada, Pose continua, episódio a episódio, mostrando que é uma das melhores e mais importantes séries da atualidade – e até mesmo da história. Através de personagens complexos e temas cuja importância se estende para os dias de hoje, a produção, criada por Ryan Murphy, vem se afastando de uma superficialidade iconográfica desde a temporada anterior e abrindo espaço para reflexões sobre o que significa ser humano e se colocar no lugar do outro, canalizando esforços para o que a comunidade LGBTQ+ enfrenta numa sociedade movida pelo tradicionalismo retrógrado.

Caminhando para o series finale, que será exibido em pouco tempo, é apenas natural que Murphy já venha finalizando os arcos dos protagonistas, como fez com Pray Tell (Billy Porter) no quarto capítulo, por exemplo. Agora, chegou a hora de termos um relance do que o futuro aguarda para nossas amadas personagens, especialmente no tocante a Angel (Indya Moore), que, depois de cair inúmeras vezes, encontrou seu final feliz ao lado de Papi (Angel Bismark Curiel), ambos prestes a unirem laços matrimoniais – mas, como é de se esperar, regados a mais problemas que surgem quando tudo parece perfeito.

A princípio, Steven Canals, que fica a encargo da direção e assina o roteiro ao lado de Brad Falchuk, resolve retomar a leveza atmosférica de capítulos anteriores, indicando a nós que, talvez, faça uso de um filler para dar mais dinamismo a uma narrativa que vem se concentrando com força no flashback. Entretanto, essa sutileza aponta para a evolução do outrora conturbado relacionamento entre Angel e Blanca (Mj Rodriguez), principalmente quando esta descobriu que a filha estava usando drogas; e do encerramento entre Blanca e Elektra (Dominique Jackson) mais uma vez, mostrando que o amadurecimento chegou para ambas as personagens em um ciclo de amor e respeito mútuos que ainda tem muito a ser explorado – por mais que o fim esteja próximo. É preciso dizer que certas escolhas artísticas talvez pequem por não se casarem com a trama principal, como colocar Elektra em uma breve narração sobre os negócios que fechou com a máfia nova-iorquina.

Não se enganem: o enredo que inicia o episódio, intitulado “Something Borrowed, Something Blue”, é o dá forças para todos os eventos consecutivos, mas não a condução da cena de abertura – algo que deixa o restante da iteração um pouco desconexa. Felizmente, Canals é ágil o suficiente para perceber os erros que cometeu e tentar repará-los antes das revelações finais e de mais uma reviravolta que coloca os laços de todos em xeque. Elektra, chamando a si mesma como uma “reencarnação de Cleópatra”, sente-se completa por ter vencido todas as adversidades e poder dar o que suas filhas bem entenderem – uma reforma absoluta para Blanca e o casamento dos sonhos para Angel -, e é justamente isso que torna a história ainda mais densa.

Novamente, nota-se um emprego antológico que, apesar de não seguir a mesma estrutura dos anos anteriores, é uma opção interessante para a brevidade dessa série tão implacável. Se observarmos cada um dos capítulos como pequenos contos de superação e de amor-próprio, é possível até mesmo traçar uma linha separada de cada protagonista, que une-se pelo momento em que vivem e pela cultura do ballroom, que permitiu que se transformassem numa família. Tais predileções também impedem que as fórmulas são jogadas para debaixo do tapete e se respaldam numa liberdade maior que transmutam a si mesmas conforme o que se quer contar – nesse caso, apostando na exuberância de um casamento e de uma festa de despedida de solteira em contraposição ao melodramático momento em que escolhas irresponsáveis podem mudar uma vida inteira.

Os holofotes são destinados a Angel e a Papi, essencialmente, mas, como é de se esperar, Jackson rouba a cena com mais uma performance soberba como Elektra. A matriarca da antiga Casa Abundance não leva desaforos para casa, como bem sabemos, e repete o mesmo discurso recheado de sarcasmo e ironia para um dono de uma loja de vestidos que se recusa a atendê-las por seres mulheres transsexuais – colocando em voga, como é de se esperar, um preconceito injustificável que vem acompanhando a comunidade queer desde sempre. Porém, tudo é mascarado com uma veia ácida que não funcionaria em mais nenhum lugar além daqui.

É triste pensar que Pose está chegando ao fim e que, a cada semana, percebemos que o adeus já é inevitável. Em sua mais recente entrada, os pontuais equívocos são ajustados, apesar de ainda existirem – mas vê-se que, ao que parece, estamos sendo preparados para uma emocionante conclusão.

‘Harley Quinn’: 3ª temporada da animação ganha primeiro teaser oficial; Confira!

Durante a última edição do DC FanDome, foi revelado o primeiro teaser oficial da 3ª temporada da aclamada animação ‘Harley Quinn’.

O próximo ciclo segue sem previsão de estreia, mas será lançado diretamente na HBO Maxb.

Confira:

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no novo teaser oficial do reality show; Confira!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians, ganhou mais um teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Confira:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | ‘Lemonade’ se consagra como a magnum opus de Beyoncé

Publicado originalmente em 09 de maio de 2019.

Beyoncé Knowles-Carter tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: Lemonade, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos que virão.

A priori, é ímpar tem em mente que o disco é inteiramente visual; ainda que as poderosas letras, delineadas com maestria pela cantora em colaboração com nomes importantes da esfera fonográfica (incluindo The Weeknd, Kendrick Lamar e James Blake), perpassem por dias de luta e dias de glória e resgatem sua belíssima e aplaudível herança, os videoclipes não funcionam como produções à parte, e sim com extensão de algo inovador e renovador ao mesmo tempo. Afinal, é justamente aqui que Beyoncé abre portas para canções declarativas ao R&B, ao soul, ao jazz e ao folk, gêneros historicamente datados da cultura afrodescendente que encontrou uma expressão única ao serem marginalizados na sociedade estadunidense, bom, desde sempre.

A estética visual, por exemplo, fala muito alto quando nos restringimos aos vídeos de “Hold Up” e “Formation”. O primeiro, de forma deliciosamente contemporânea, traz a lead singer encarnando Oxum, deusa da água iorubá do amor, da sensualidade e da fertilidade – ora, não é nenhuma surpresa que a artista declare no refrão “eles não te amam como eu te amo”, partindo de um escopo bastante pessoal para uma universalidade incrível que já se provou próprio de sua identidade musical. A canção, por sua vez, traz batidas próprias de um delicioso reggae, além de fazer claras referências de bandas que a influenciaram para construir o CD em si – como Soulja Boys. Talvez aqui, Knowles-Carter abra espaço para explorar timbres vocais sem qualquer peso artificial, fluidamente escorrendo em uma sutileza categórica e emocionante.

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

De qualquer forma, essas não são as únicas composições a roubarem nossa atenção – muito pelo contrário: fica bastante claro os esforços de Beyoncé em transformar cada uma das produções pelas quais fica responsável em um discurso de “mais amor e menos ódio”, sem perder a força de seus solilóquios. Ora, não é à toa que ela traga samples de todas as pessoas que já lhe inspiraram na vida, incluindo a própria avó, Agnéz Deréon, e a avó de seu marido Jay-Z, Hattie White (bem como nomes como Malcolm X e Frank Ocean, este último com quem já trabalhou diversas vezes). A primeira faixa, “Pray You Catch Me”, é uma balada desconstruída que reflete as dores de um eu lírico marcado por dores, mais uma vez, passando do particular para o universal.

Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

Enquanto “Love Drought” e “Sandcastles” unem-se em uma narrativa com início, meio e fim – focando principalmente em mentiras e na consequente reconciliação -, “Freedom” volta com uma atmosfera quase gospel, marcada por um coro enérgico que vai ao encontro da instrumentalização própria do hip-hop, incluindo as batidas demarcadas de uma jovem banda colegial, ramificando suas mensagens de louvor para as gerações atuais. Lamar, que instantaneamente é reconhecido conforme entra na transição entre o segundo e o terceiro atos logo antes do último refrão, acrescenta ainda mais dinamismo à track.

Lemonade é nada menos que necessário. Uma nova e ocultada perspectiva de uma história que se repete há séculos e que, mais que nunca, reflete a importância do “conhecer a si mesmo”. Como já reafirma a premissa principal dessa obra-prima, se a vida lhe dá limões, faça uma limonada; e, bom, foi exatamente isso o que Beyoncé resolveu fazer.

Nota por faixa:

1. Pray You Catch Me – 4,5/5
2. Hold Up – 5/5
3. Don’t Hurt (feat. Jack White) – 4,5/5
4. Sorry – 5/5
5. 6 Inch (feat. The Weekend) – 5/5
6. Daddy Lessons – 5/5
7. Love Drought – 4/5
8. Sandcastles – 5/5
9. Forward (feat. James Blake) – 4,5/5
10. Freedom (feat. Kendrick Lamar) – 5/5
11. All Night – 4,5/5
12. Formation – 5/5
13. Sorry – Original Demo – 5/5

Artigo | ‘Final Space’ é uma incrível animação sci-fi que você precisa conhecer

Nos últimos anos, a Netflix vem investindo esforços em diversas produções de ficção científica, misturando o gênero com diversos outros espectros narrativos. Tivemos, por exemplo, a subestimada ‘Star Trek: Discovery’ e o thriller ‘Aniquilação’, bem como a recente produção ‘1899’ (que foi cancelada após uma temporada). E, em meio a um mar de títulos que chegam todos os dias à gigante do streaming, um deles provavelmente passou longe do seu radar: a animação Final Space. 

A princípio, é quase impossível delinear qualquer traço narrativo que faça sentido: a cena de abertura da temporada traz um astronauta vagando perdidamente pelo espaço, com apenas dez minutos restantes de oxigênio, já entregue ao seu fatal destino e tendo como única companhia a inteligência artificial de sua antiga nave, a Galaxy One. Momentos depois, somos transportados para um passado não tão distante no qual as coisas passam a ter uma estruturação mais compreensível: o astronauta, na verdade, se chama Gary Goodspeed (Olan Rogers) e cumpre pena como único tripulante da espaçonave em companhia de robôs. A cada dia, ele parece tentar se comunicar com uma espécie de amor perdido, mandando-lhe mensagens em vídeo sem qualquer resposta, mas que mantêm sua sanidade intacta. Ele é vigiado constantemente pelo computador de bordo HUE (Tom Kenny) e pelo irritante auxiliar KVN (Fred Armisen), os quais ama odiar. 

Já no episódio piloto percebemos a total irreverência construída por Rogers e David Sacks, ambos showrunners. Assim como recentes seriados da própria plataforma, a história não é para crianças e busca uma rebeldia transgressora que mantém paralelismos com Rick and Morty’ e BoJack Horseman’, trazendo certas críticas interessantes, mas que infelizmente se perdem ao longo do excesso de fantasia e impossibilidades. No geral, lidamos com uma jornada do herói que emula certos aspectos de famosas franquias de ficção científica (Star Wars’, por exemplo) e que não se preocupa com entregar-se a uma carga dramática catártica. Gary personifica um jovem galã afundado nas próprias metáforas vencidas e que carrega, ao mesmo tempo, uma necessidade de se provar útil para alguma coisa – afinal, seu coração ainda é puro e ele sempre se coloca na frente de todos, ainda que desajeitado. 

Tudo muda de perspectiva quando uma pequena criatura apelidada de Mooncake aparece na Galaxy e traz consigo uma horda de guerreiros malignos que tenta a todo custo sequestra-lo. Entretanto, os tripulantes conseguem vencê-los e mantém o gato humanoide Avocato (Coty Galloway) como refém, tentando arrancar algumas informações. Em meados da primeira parte, o antagonista se transforma em um aliado inesperado, revelando sua verdadeira história e convencendo o nosso herói a ajudá-lo a combater um inimigo muito mais poderoso para resgatar seu filho, Gatito (Steven Yeun). A partir disso, o time de roteiristas passa a fazer escolhas um tanto quanto interessantes para dar continuidade à trama principal e aumentar a complexidade dos arcos apresentados; entretanto, os eventos se desenrolam quase subjugados ao pano de fundo e não abrem brechas. 

Em se tratando de uma série de comédia, narrativas secundárias são importantes para a criação de um ritmo envolvente e frenético, impedindo que o público caia nas ruínas da monotonia. Em grande parte da temporada isso acontece, apesar de alguns deslizes que quebram uma estrutura sólida e nos desligam do universo ao qual somos apresentados. De qualquer modo, os irônicos e propositalmente autoexplicativos diálogos, combinado à química do elenco, conseguem varrer os claros equívocos para debaixo do tapete – e aqui abro um parênteses para uma performance incrível, ainda que um pouco over-the-top, de David Tennant como Lorde Commander, o principal obstáculo a ser enfrentado pelos protagonistas. Além da incrível versatilidade cênica, que compõe cliffhangers angustiantes, os clímaces e viradas são muito bem pontuados e chocantes, e brincam com todas as ideias já exploradas pelo gênero, desde as viagens no tempo até as fendas cósmicas. 

E é claro que o enlace romântico não poderia deixar de existir, e aqui ele insurge na figura da guerreira-cientista Quinn (Tika Sumpter), que parece brotar do nada, mas mantém relações inesperadas com Gary e até mesmo com sua família. Ela é a representação do arquétipo da inteligência e da proteção, que eventualmente entrega a própria vida por uma causa maior e representa um sacrifício não premeditado para a conclusão do arco do herói – o qual, com grande surpresa, não encontra seu fim, mas um gancho assustador para uma futura temporada. 

A animação não ousa mais do que deve e mistura elementos do 2D e do 3D, oscilando entre originalidade e nostalgia, reforçando laços dialógicos com obras clássicas e inclinando-se para a contemporaneidade e o futuro. Mesmo não explorando todo o potencial, a fluidez funciona, principalmente àqueles que procuram uma boa e divertida aventura que entrega o que quer. Os momentos introspectivos se afastam do melodrama desnecessário e preparam terreno para incríveis cenas de ação que satisfazem até os mais céticos espectadores. 

Final Space pode ter seus problemas, mas definitivamente cumpre o seu papel e não força algo além do que pode entregar. Sua premissa é simples, divertido, não se escorando em tramas pretensiosas e, ao mesmo tempo, conseguindo flutuar entre momentos trágicos, hilários, emocionantes e de tirar o fôlego. Uma sequência é mais que aguardada – e muito bem-vinda, ainda mais para fechar algumas pontas que ficaram soltas e nos deixaram bastante angustiados. 

‘With Love’: Assista à cena de abertura da 2ª temporada da série romântica!

A 2ª temporada da série romântica With Love’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do primeiro episódio como forma de divulgar a produção.

Confira:

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

Jovens se APAIXONAM no trailer inédito da comédia romântica turca ‘Last Call for Istanbul’; Confira!

Netflix vem investindo em peso em produções internacionais e, agora, divulgou o trailer oficial de sua próxima produção turca: Last Call for Istanbul.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 24 de novembro.

Assista:

O filme é dirigido por Gonenc Uyanik, com roteiro assinado por Nuran Evren Sit.

Nova York, amor e segundas chances… Serin, cuja bagagem foi levada por outro passageiro, cruza com Mehmet no Aeroporto Internacional JFK de Nova York. Os dois estranhos, em busca de bagagens desaparecidas, embarcam numa exploração do amor, do casamento e da lealdade na cidade que nunca dorme.

Kivanç TatlitugBeren SaatAnnie McCain EngmanMichael LoayzaZihan ZhaoJoy Donze e outros estrelam.

‘A Mãe da Noiva’: Comédia romântica com Miranda Cosgrove estreia ESTA SEMANA na Netflix!

‘A Mãe da Noiva’, comédia romântica estrelada por Miranda Cosgrove (‘iCarly’), estreia esta semana no catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Na trama, uma mãe extremosa viaja para um resort numa ilha tropical para o casamento da filha e descobre que o pai do noivo é o ex-namorado que não vê há décadas.

Relembre o trailer:

Ao lado de Cosgrove, o elenco estelar inclui Benjamin Bratt (‘Miss Simpatia’), Rachael Harris (‘Diário de um Banana’), Sean Teale (‘Quem É Erin Carter?’), Chad Michael Murray (‘A Nova Cinderela’) e Wilson Cruz (‘Star Trek: Discovery’).

A direção está nas mãos de Mark Waters, renomado por seu trabalho em ‘Meninas Malvadas’ e ‘Ele é Demais’.

Doutor Destino terá relação importante com OUTRO personagem do MCU além de Reed Richards

Os fãs de ‘Quarteto Fantástico’ sabem que Reed Richards/Sr. Fantástico e Victor von Doom/Senhor Destino possuem um relacionamento bastante complicado – visto que começam como grandes amigos antes de se tornarem inimigos mortais. Porém, é notável como o respeito mútuo entre os dois permanece, levando-os até mesmo a se aliar várias vezes através dos anos.

É notável como a dinâmica da dupla é um aspecto definidor de ambos os personagens. Todavia, parece que a mais nova rendição do Doutor Destino, interpretada por Robert Downey Jr., terá um relacionamento mais próximo a outro personagem do MCU.

Um antigo rumor sugeriu que o Doutor Destino e o Sr. Fantástico (Pedro Pascal) não teriam tantas cenas juntos no vindouro ‘Vingadores: Doomsday’. Entretanto, de acordo com o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, os dois personagens terão interações importantes – mas não tão importantes quanto a do antagonista com Homem-Aranha (Tom Holland).

Caso o boato seja verdadeiro, tudo indica que Downey Jr., na verdade, dará vida a uma variante de Tony Stark que resolveu trilhar um caminho mais sombrio, transformando-se no Doutor Destino em vez de se sagrar o Homem de Ferro. Dessa maneira, Peter Parker não reconheceria seu antigo mentor, considerando a roupagem vilanesca que adota.

insider também afirma que a Capitã Marvel (Brie Larson) terá um papel de importância significativa tanto em ‘Doomsday’ quanto em ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Em conversa com ao Hollywood Reporter, Downey Jr. revelou como foi o convite para voltar.

“[O presidente da Marvel Kevin Feige disse] como não regredir, como não desapontar as expectativas, como continuar a superar as expectativas… Vamos acertar com o Victor Von Doom. Então eu disse ao Kevin: ‘posso falar com o Bob Iger?’. Fomos ao apartamento do Iger e ele disse: ‘gostei disso'”.

O ator receberá o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel.

O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.

Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.

Avengers: Doomsday‘ estreia em maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

Crítica | ‘O Melhor Amigo’ é uma cândida comédia romântica que escorrega aqui e ali

Produções de comédia romântica têm um apreço significativo por cinéfilos por, na maioria das vezes, não se levarem a sério e construírem histórias que nos satisfazem pela simplicidade e pela familiaridade. Porém, boa parte dos espectadores está acostumada com obras internacionais e que possuem uma cultura diferente da brasileira – motivo pelo qual, quando cineastas brasileiras resolvem temperar essas obras com trejeitos nacionais, somos atraídos para nos vermos representados em situações cômicas e divertidas que nos proporcionam um escapismo aprazível. E essa é a ideia por trás da rom-com O Melhor Amigo, que chegou aos cinemas brasileiros no último dia 13 de março.

A trama é centrada em Lucas (Vinicius Teixeira), um jovem gay que nunca teve sorte no amor: o primeiro beijo que deu, ainda na faculdade, o fez entender quem era – mas um suposto par romântico acabou sumindo logo após o ocorrido, levando-o a crer que alguma estava errada com ele; quando mais velho, seu melhor amigo e confidente, Martin (Leo Bahia), aparece na rua de casa com um carro de som para se declarar a ele, compelindo-o a se reclusar e a tirar umas férias para pensar a respeito de tudo o que aconteceu. Hospedando-se em um hotel no centro de uma cidade turística cearense, ele se vê em meio a inúmeras possibilidades até cruzar caminho com Felipe (Gabriel Fuentes), o mesmo amor da faculdade que acreditava ter perdido – e sentimentos escondidos há muito tempo começam a ressurgir em um turbilhão de emoções.

A ideia não é nem um pouco original, mas isso pouco importa: logo de cara, podemos compreender a construção de personalidade de Lucas, um garoto introvertido e desiludido que não sabe o que quer e não consegue se jogar de cabeça em quase nada, temendo que algo de errado aconteça e que ele seja responsável por causar problemas. E, dentro desse espectro, o vemos, por exemplo, participando de um karaokê drag em um bar local, soltando a voz antes de se deixar levar por pensamentos intrusivos e sair correndo – talvez sentindo que não merecesse sentir aquela felicidade, posando como usurpador de si mesmo. Algo similar acontece quando ele é chamado para participar de um trisal no mesmo hotel em que está, ou em seu controverso relacionamento com Felipe, ou até mesmo no modo como trata Martin quando ele o visita de surpresa.

Allan Deberton fica a encargo da direção e transforma o curta-metragem homônimo que comandou lá em 2013 e que trouxe Jesuíta Barbosa e Victor Sousa como protagonistas, em uma história sólida que dialoga com praticamente qualquer um que lhe assista – deslizando aqui e ali por não conseguir se desvencilhar de convencionalismos próprios do gênero. E, aliando-se ao trio de roteiristas formado por André Araújo, Otávio Chamorro e Raul Damasceno, Deberton arquiteta uma trama funcional e prática que traz elementos de drama e comédia a uma jornada de descobrimento que permite que Lucas se livre das amarras da autossabotagem. De fato, as personas que compõe o enredo não são tão complexas como poderiam ser, mas funcionam como emblemas sociais.

A própria fotografia é pensada com cautela, mesmo não funcionando todas as vezes: Beto Martins sabe transitar entre a solidão de Lucas ao apostar na sobriedade de paisagens abertas e que o confinam como o único personagem cênico, ou colocando-o na claustrofobia de um beco escuro ou de uma boate em que se sente estranho e sozinho mesmo na companhia de outras pessoas. Porém, ao lado de Felipe, esse respaldo dimensional é pincelado com cores mais quentes e um escopo mais aberto – culminando, nos momentos finais, em uma junção de ambas as partes que garante a conclusão de um coming-of-age necessário e bem-vindo.

Os principais deslizes, entretanto, destinam-se ao elenco – não por não fazerem um bom trabalho, mas por serem desperdiçados em meio a diálogos fracos e a entregas medíocres, por assim dizer. Teixeira encarna Lucas com diversão e tem uma voz muito boa para o inesperado e breve musical que se desenrola em tela, mas não nutre de quase química alguma ao lado de Fuentes ou Bahia; Claudia Ohana, interpretando a mística Estrela Dalva, faz breves participações que apenas servem como apoio para o protagonista – funcionando como uma espécie de “mentora” que não tem o peso que merecia; e Solange Teixeira parece repetir as mesmas coisas que já fez em ‘A Sogra que te Pariu’ ao encarnar Roberta. No final das contas, os personagens funcionam melhor quando estão restritos a seus respectivos arcos do que em um conjunto desengonçado.

O Melhor Amigo traz mensagens de bonança através de uma narrativa cândida e bem apessoada, que reaviva nosso interesse em comédias românticas nacionais e nos presenteia com um inesperado musical que dialoga com o que deseja entregar.

Stevie Wonder, Eric Clapton e outros artistas para ouvir neste Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais!

No próximo dia 10 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais – e nada melhor que celebrar esse momento com algumas das pérolas da indústria fonográfica.

De Stevie Wonder a Eric Clapton, preparamos uma lista separando dez músicas para ouvir no dia de hoje e junto de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.

Confira abaixo:

“BUTTERFLY KISSES”, Bob Carlisle

Em 1997, Bob CarlisleRandy Thomas uniram forças para construir a ótima e pouco conhecida “Butterfly Kisses” – que, diferente das canções que podemos encontrar nessa lista, traz a perspectiva de um pai proferindo seu amor pela filha. Integrando o compilado de originais ‘Butterfly Kisses (Shades of Grace’), a cândida faixa celebra o 16º aniversário de Brooke, filha de Carlisle, e ganhou inúmeras versões pelas vozes de Raybon BrothersJeff CarsonWestlifeCliff Richard.

“MY FATHER’S HOUSE”, Bruce Springsteen

Bruce Springsteen é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da música e, mesmo nos dias de hoje, permanece trabalhando em conteúdos novos e que encantam seus fãs ao redor do mundo. Entretanto, foi em 1982 que Springsteen demonstrou uma vulnerabilidade apaixonante com o lançamento do aclamado álbum ‘Nebraska’ – cuja estrutura inclui a tocante “My Father’s House”. A balada folk, pincelada por vocais dilacerantes e pelas notas do violão e da gaita, fala sobre suas memórias com o pai, que sofreu com problemas mentais e que é homenageado em uma trágica e emocionante narrativa.

“THE GREATEST MAN I NEVER KNEW”, Reba McEntire

Ainda que “The Greatest Man I Never Knew” tenha sido eternizada pela voz de Reba McEntire, a canção country parte da experiência de Richard Leigh para tomar forma. Assinando os versos ao lado de Layng Martine, Leigh construiu uma narrativa inspirada na vivência com o próprio pai, que aprecia a presença dessa figura mesmo em meio às imperfeições e aos erros e que funciona como quarto e último single do álbum ‘For My Broken Heart’ – alcançando o primeiro lugar das paradas canadenses e fazendo um comedido sucesso nos charts dos EUA.

“PAPA DON’T PREACH”, Madonna

Pertencente ao álbum ‘True Blue’“Papa Don’t Preach” é uma das melhores e mais conhecidas músicas da rainha do pop Madonna. Lançada em 1986, a canção gira em torno de uma jovem garota que engravida e que se recusa a abortar, tendo uma conversa franca com o próprio pai e reconhecendo que precisa dele para dar continuidade à escolha que tomou. A canção é pincelada com inúmeras referências à música latina, que viriam a acompanhar Madonna em vários momentos de sua carreira, e mergulha em um espetacular dance-pop que permanece na memória popular até os dias de hoje.

“MY OLD MAN”, Zac Brown Band

Zac Brown Band pode não ser um nome muito conhecido, mas certamente lançou uma das melhores baladas de 2017 com a cândida e intimista música “My Old Man”. Apoiando-se nos clássicos tropos do country, a narrativa é autobiográfica e fala sobre o pai de Zac Brown e os exemplos de estilo de vida que ele deixou. A canção nos chama a atenção pelos os vocais harmônicos do grupo, que impulsionam um arranjo mais leve de guitarra acústica, violino e cordas leves. Logo no primeiro verso, o narrador reflete sobre sua própria infância, enquanto o segundo se concentra em sua vida adulta, e o terceiro se recorda com melancolia e saudades a memória do pai.

“MY FATHER’S EYES”, Eric Clapton

“My Father’s Eyes” configura-se como uma das faixas mais tocantes da carreira de Eric Clapton. Assinada pelo próprio artista, que também ficou responsável pela produção ao lado de Simon Climie, a história é inspirada pelo fato de Clapton nunca ter conhecido o pais – visto que ele morreu de leucemia em 1985. Em sua autobiografia, Eric Clapton: The Autobiography’, o performer diz que, “na canção, tentei descreve o paralelo entre olhar nos olhos do meu filho e os olhos do meu pai, que eu nunca conheci, através do nosso parentesco sanguíneo”. A faixa foi condecorada com o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Awards.

“ISN’T SHE LOVELY”, Stevie Wonder

Assim como “Butterfly Kisses”“Isn’t She Lovely” é uma confessional obra-prima que fala do amor de um pai pela filha. Estendendo-se por nada menos que seis minutos e meio, a faixa foi eternizada por ninguém menos que o lendário Stevie Wonder em celebração ao nascimento da filha, Aisha Morris, ficando responsável também pelos versos e pela ótima produção – que mistura incursões do soul e do pop, e que integrou um dos álbuns mais aclamados da história da música, ‘Songs in the Key of Life’.

“DANCE WITH MY FATHER”, Luther Vandross

“Dance with My Father” é uma das canções mais tocantes do século e traz o melhor de Luther Vandross à tona – aliás, o próprio Vandross já considerou a faixa como a mais bem escrita e produzida da carreira. Assinada também por Richard Marx, a música é baseada em uma experiência pessoal e presta homenagem ao pai, que morreu em virtude de complicações com diabetes, quando Luther tinha apenas oito anos. Na trama discorrida, o cantor e compositor de recorda do fato de que o pai adorava dançar com a mãe – e, como reconhecimento, a iteração levou para casa os prêmios de Música do AnoMelhor Performance Vocal R&B Masculina no Grammy Awards.

“UNFORGETTABLE”, Nat King Cole & Natalie Cole

Em 1991, através da mágica da edição digital, Natalie Cole conseguiu o impossível: realizar um “dueto virtual” com o pai, o lendário musicista de jazz Nat King Cole, para uma colaboração da icônica canção “Unforgettable”. A versão foi elogiada pelos críticos especializados e pelo público, funcionando como uma união de duas gerações diferentes sob uma perspectiva de celebração memorialística que nos conquista desde os primeiros segundos – e que se vale da química de pai e filha de forma esplêndida e fabulosa.

“DADDY LESSONS”, Beyoncé

Beyoncé consagra-se como uma das maiores artistas de todos os tempos do cenário fonográfico – e, apesar de já ter composto uma canção para o pai em seu álbum de estreia, não foi até ‘Lemonade’ que esse relacionamento foi explorado mais a fundo. Com “Daddy Lessons”Queen B eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para o próximo desafio no novo episódio da 18ª temporada

A WOWPresents divulgou o ato de abertura do terceiro episódio da 18ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O capítulo vai ao ar nesta próxima sexta-feira, 16 de janeiro, na plataforma e no catálogo da Paramount+.

Confira:

As 14 queens selecionadas para o próximo ciclo são Athena DionBriar BlushCiara MystDarlene MitchellDD FuegoDiscord AddamsJane Don’tJuice Love DionKenya PleaserMandy MangoMia StarrMyki MeeksNini Coco Vita VonTesse Starr.

As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.

No episódio de estreia, as competidoras deverão mostrar seus carisma, singularidade, ousadia e talento no desafio “Reclaim! Renew! Rejoice!”, que presta tributo às queens que vieram antes delas ao utilizar sobras de materiais para criar um visual que melhor as represente.

RuPaul retorna como apresentador. Michelle VisageCarson KressleyLaw RoachTs MadisonRoss Matthews fazem parte do time de jurados.