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‘Luther: O Cair da Noite’: Filme baseado na série já está disponível na Netflix!

Luther: O Cair da Noite’, longa-metragem baseado na aclamada série e que traz Idris Elba de volta ao papel titular, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 10 de março.

Enquanto o brilhante e decadente detetive John Luther (Elba) está atrás das grades, um assassino brutal aterroriza Londres. Assombrado por seu fracasso em capturar o psicopata cibernético que continua a desafiá-lo, Luther decide fugir da prisão para concluir a tarefa a qualquer custo.

Relembre o trailer:

Jamie Payne comanda o projeto, enquanto Neil Cross assina o roteiro.

Cynthia ErivoAndy SerkisDermot Crowley, reprisando seu papel como Martin Schenk, também estrelam.

Miley Cyrus lança o videoclipe oficial de “River”, single do álbum ‘Endless Summer Vacation’; Confira!

popstar Miley Cyrus divulgou o videoclipe oficial de “River”, novo single do vindouro ‘Endless Summer Vacation‘.

O clipe foi lançado hoje, 10 de março.

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas de streaming e também conta com a faixa “Flowers”.

Confira:

O álbum conta com treze faixas, incluindo uma colaboração com Brandi Carlile e outra com Sia.

Veja a tracklist:

1. Flowers
2. Jaded
3. Rose Colored Lenses
4. Thousand Miles, feat. Brandi Carlile
5. You
6. Handstand
7. River
8. Violet Chemistry
9. Muddy Feet, feat. Sia
10. Wildcard
11. Island
12. Wonder Woman
13. Flowers (demo)

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado Plastic Hearts, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

Miley Cyrus lança ‘Endless Summer Vacation’, seu aguardado 8º álbum de estúdio

popstar Miley Cyrus finalmente lançou seu aguardado 8º álbum de estúdio, ‘Endless Summer Vacation‘.

O compilado de originais foi lançado hoje, 10 de março, e conta com os singles “Flowers”“River”.

O álbum conta com treze faixas, incluindo uma colaboração com Brandi Carlile e outra com Sia.

Veja a tracklist:

1. Flowers
2. Jaded
3. Rose Colored Lenses
4. Thousand Miles, feat. Brandi Carlile
5. You
6. Handstand
7. River
8. Violet Chemistry
9. Muddy Feet, feat. Sia
10. Wildcard
11. Island
12. Wonder Woman
13. Flowers (demo)

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado Plastic Hearts, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

Criatura sinistra ataca no trailer TENSO do terror ‘The Tank’; Confira!

O terror ‘The Tank‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Scott Walker (‘Sangue no Gelo’) é responsável pela direção.

“Após herdar misteriosamente uma propriedade costeira abandonada, Ben e sua família acidentalmente libertam uma criatura antiga e adormecida que aterrorizou toda a região – incluindo seus próprios ancestrais – por gerações.”

O elenco conta com Luciane Buchanan, Matt Whelan, Zara Nausbaum, Regina Hegemann, Jack Barry Holly Shervey.

Os efeitos da criatura foram criados por Richard Taylor, vencedor do Oscar de Melhor Efeitos Especiais, e seu time do estúdio Weta Workshop.

O terror será lançado em VOD no dia 25 de abril.

Retro Dance #05 | Com ‘Fever’, Kylie Minogue lançou tendências que seriam emuladas até hoje

Kylie Minogue lançou seu 15º álbum de estúdio no ano passado – e voltou de forma gloriosa às pistas de dança e às raízes que a colocaram no topo do mundo anos depois de sua incursão country-pop com Golden. Entretanto, nada disso seria possível se não fosse pelo lendário disco Fever, que foi lançado há mais de duas décadas.

Pensando em termos mercadológicos, a produção continua, mesmo tanto tempo depois, como o mais bem-sucedido de sua carreira. Estreando em terceiro lugar na Billboard 200, Fever vendeu mais de 6 milhões de cópias – e a sua faixa mais famosa, “Can’t Get You Out of My Head”, alcançou o topo das paradas em mais de 40 países, além de ter vendido, também, 6 milhões de cópias e se tornado uma de suas canções-assinatura.

Mas qual a importância do álbum?

Quando paramos para analisar a discografia de Kylie Minogue, é quase impossível não nos recordarmos de seu incrível début homônimo em 1988, que vinha como uma consecutiva resposta ao disco e ao nu-disco da década passada. Trazendo à vida o melhor do dance-pop e do bubblegum pop, a cantora e compositora já criava músicas memoráveis como “I Should Be So Lucky” e “The Loco-Motion” – mas a investida era encarada como forçada e afetada por alguns críticos da época, que encaravam-na como um produto formulaico de uma indústria que falhava em se reinventar. Felizmente, Minogue provou o contrário, com seu lançamento de 2001 emergindo como ápice de um amadurecimento invejável e de um impacto que ultrapassaria as barreiras do espaço-tempo.

Duas décadas mais tarde, Fever continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, Kylie demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado Confessions on a Dance Floor, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de The Fame, de Lady Gaga. Enquanto alguns historiadores insistem em reafirmar que não há como estudar a relação de causa-consequência entre um e outro, ouso discordar e dizer que quaisquer referências não são mera coincidência (ora, as similaridades entre “Can’t Get You Out of My Head” e “How High” aparecem logo nos primeiros toques).

De qualquer forma, é possível destrinchar o alto número de artistas que Minogue influenciou com suas inflexões inclinadas para o groove-pop e para o electro-pop – mas isso pode ser explorado em um artigo único. Aqui, é preciso focar em como o CD auxiliou na contínua reinvenção da imagem pública da performer e na consolidação de seu lugar na história da música pop, como bem apontou Chris True na biografia que assinou sobre a cantora. Como se não bastasse, nota-se que o supracitado amadurecimento se estendeu para a composição de algumas tracks, como a vibrante “Love at First Sight” e a subestimada “Give It to Me”, que perdeu o momentum de se tornar um single de enorme sucesso. Em retrospecto, podemos encarar essa tomada de controle como prenúncio da pessoalidade que imprimiria em Golden e em Disco.

Fever introduziu Kylie aos Estados Unidos depois de um sólido reinado na Austrália e no Reino Unido – e foi guiado por nomes de peso por trás das belíssimas canções, como Tommy D, Richard “Biff” Stannard e Cathy Dennis (esta chamada novamente para trabalhar com Minogue em Body Language. Em meio à exuberante tracklist, podemos apontar vários ápices que despontam consistentemente por 45 minutos de pura euforia: a faixa-título é a epítome de uma sutil elegância que resume todas as mensagens que ela deseja nos entregar; “In Your Eyes” é uma frenética e dinâmica construção que fala sobre tensão sexual e sobre o desejo de uma pessoa pela outra; a vencedora do Grammy “Come Into My World” se delineia em uma sexy rendição dance-pop, fechando com chave de ouro uma jornada que celebra o amor e a vida como o quarto e último single.

Há algumas incursões que podem ter passado longe do radar mainstream, mas que merecem atenção do público apaixonado pelos anos 2000 e, absolutamente, pelos fãs da artista – incluindo “More More More”, que dá início à obra, e a burlesca semi-balada “Fragile”, que faz ótimo uso do baixo e dos sintetizadores para talhar uma densa atmosfera. Além disso, podemos enxergar a influência do álbum dentro da própria carreira de Minogue: assim como em 2001, ela apostaria todas as fichas em um ressurgimento quase fabulesco com Aphrodite, quase uma década mais tarde, em que reintroduziria a si mesmo como uma mulher ainda mais ciente de si e das escolhas que faria para manter-se viva na memória dos ouvintes.

Fever sustenta a si mesmo como um dos melhores e mais importantes discos de todos os tempos – e um dos que marcaram o século XXI. Em meio a diversas escolhas certeiras e um sagaz objetivo que alcança sucesso desde os primeiros minutos, inúmeros artistas voltam-se para o CD em busca de inspirações (e encontram terreno fértil para vasculhar, desconstruir e reconstruir).

‘RuPaul’s Drag Race’: A corrida pela coroa esquenta na prévia oficial do episódio 15×11; Confira!

A WoW e a MTV divulgaram um novo vídeo promocional da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’, mostrando a primeira parte do décimo primeiro episódio.

O capítulo vai ao ar amanhã, 10 de março.

Confira:

A vencedora do Grammy Ariana Grande é uma das juradas convidadas do novo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

Crítica | Miley Cyrus nos convida para uma íntima jornada com o álbum ‘Endless Summer Vacation’

A partir de 2010, Miley Cyrus já havia se dissociado completamente de sua imagem como Hannah Montana e uma das queridinhas da família Disney e abria portas para uma nova era de sua carreira com ‘Can’t Be Tamed’. O subestimado disco foi apenas o primeiro capítulo para uma revolução estética que atrairia, sem justificativa palpável, olhares tortos para as mensagens que queria passar para seus fãs – e até uma reformulação de sua marca artística. Doravante, Cyrus navegaria por uma multiplicidade considerável de gêneros e subgêneros até se reencontrar de diversas maneiras, como o recente e ótimo disco rock-pop Plastic Hearts, que conquistou a crítica e o público e nos deixou animados para sua própria empreitada.

Três anos depois de seu último álbum, a cantora e compositora retorna para os holofotes com o antecipadíssimo Endless Summer Vacation. Facilmente uma das iterações mais esperadas de 2023, os fãs foram agraciados com o lançamento do lead single “Flowers” alguns meses atrás – emplacando a faixa no topo das paradas mundiais e adorando a ácida e sensual atmosfera construída por Cyrus. A track, que conta com a produção de Kid Harpoon e Tyler Johnson, transforma-se em uma espécie de narrativa vingativa pincelada com a calmaria de uma semi-balada pop-rock e disco-funk, além de trazer potentes versos antêmicos como “eu posso me amar melhor do que você”. E, agora, podemos desfrutar da jornada completa da obra, uma sinestésica e amadurecida aventura que, sem sombra de dúvida, é a mais coesa da discografia da performer.

Nessa nova investida, Miley não tem medo de explorar recursos novos e nem mesmo de referenciar aqueles que a inspiraram desde o começo da carreira. Temos, por exemplo, o avant-rock de “Rose Colored Lenses”, que se une com vibrantes sintetizadores e com o baixo (este ditando, basicamente, toda a progressão); em “Handstand”, ela se volta para o icônico ‘Erotica’, de Madonna, abrindo espaço para o trip house e o synth-pop, além de introdução falada e exalando delineações literárias à medida que pinta paisagens psicodélicas que constroem um elo entre os instrumentos escolhidos e a tríptica viagem a que nos convida; “Jaded”, por sua vez, soa como uma homenagem da artista a si mesma, promovendo um movimento regressivo a seus álbuns anteriores.

Se há algo que Cyrus aprendeu com o passar dos anos, foi a não dar ouvidos a ninguém além dela. É claro que, como qualquer outra celebridade, ela está atenta ao que os fãs querem – mas o público sabe sua capacidade de fazer escolhas certeiras e destilar enredos que falam sobre empoderamento e autoconsciência – como é o caso de “Island”, cujas referências latinas são mascaradas com a essência experimental das faixas conterrâneas. E, apesar da familiaridade gritante com o lead single e com um refrão um tanto quanto frustrante, o resultado é bem positivo, analisando a solidão como um sentimento positivo e um momento de reflexão e descoberta.

A ambientação antêmica é contínua e ganha camadas inesperadas com “You” (considerada por este que vos escreve a melhor track do disco). Embebida em uma celebração da independência e do amor verdadeiro, em que ela sabe que não precisa de alguém para completá-la, mas sim transbordá-la, a canção nos chama atenção pelos vocais e pela simplicidade instrumental (cortesia da produção de Jonny Coffer e J Moon). Temos bateria, violão, piano e baixo em uma rendição inenarrável e transcendente, traçando similaridades com Bonnie Tyler e SZA, por exemplo. Em um espectro contraposto, “River” nos leva em uma viagem nostálgica pelos anos 1970 e 1980 infundidos em um só, alavancando o dance-pop e o EDM em um saudosismo apaixonante; é claro que os versos não fogem muito da curva, porém, o frenesi sonoro é forte o suficiente para ofuscar os deslizes.

Outros equívocos momentâneos ocorrem no álbum, como em “Thousand Miles”, que desperdiça o talento de Brandi Carlile ao colocá-la em segundo plano, ou em “Violet Chemistry”, que soa desconexa consigo mesma. Isso não quer dizer que as tracks sejam ruins – muito pelo contrário: enquanto esta promove uma utilização desconcertante dos sintetizadores em uma mixórdia explosiva dos anos 2000 e dos anos 2010, aquela se inclina para um country-pop com pulsões do glam, talvez se valendo demais da arquitetura fonográfica para nos afastar dos tropeços. E nada poderia nos preparar para a incrível balada “Wonder Woman”, marcada pelo piano clássico que fecha com chave de ouro uma trajetória de tirar o fôlego.

Endless Summer Vacation é uma adição muito bem-vinda à discografia de uma artista que, ano após ano, conquista seu merecido espaço e reitera sua importância no escopo contemporâneo. Miley Cyrus conseguiu superar as nossas expectativas novamente – e garanto que os fãs irão escutar várias e várias vezes esse incrível corpo de trabalho.

Nota por faixa:

1. Flowers – 4/5
2. Jaded – 4/5
3. Rose Colored Lenses – 4,5/5
4. Thousand Miles, feat. Brandi Carlile – 3,5/5
5. You – 5/5
6. Handstand – 4,5/5
7. River – 5/5
8. Violet Chemistry – 3,5/5
9. Muddy Feet, feat. Sia – 3,5/5
10. Wildcard – 3,5/5
11. Island – 4,5/5
12. Wonder Woman – 5/5

‘Missão Impossível 7’: Chefe da Paramount quer DIMINUIR duração do filme, que passa de 3 horas

A Paramount realizou a primeira sessão-teste de ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1‘ em fevereiro e, ao que parece, o filme agradou muito a audiência presente.

De acordo com o site World of Reel, a versão exibida teve mais de 3 horas de duração e foi uma “montanha russa de emoções”.

No entanto, o chefe da Paramount, Bob Bakish, quer que o filme tenha uma duração menor para ser lançado nos cinemas. A declaração do CEO veio durante uma entrevista enquanto participava da Morgan Stanley Technology, Media and Telecom Conference (via IndieWare).

“Não vi todo o filme ainda, mas já vi uma boa parte”, disse Bakish. “Fizemos a primeira sessão-teste para o público recentemente, e a audiência perdeu a cabeça. Só que ainda é muito longo, eles têm que cortar algumas coisas. Mas o filme é uma loucura. Um passeio emocionante. E Tom [Cruise], ele é demais.

O diretor Christopher McQuarrie conversou com a Empire Magazine, dando detalhes sobre os filmes que vão concluir a história do agente Ethan Hunt (Cruise).

O cineasta antecipa que os capítulos finais, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘, serão épicos e ainda mais impressionantes que os filmes anteriores da saga.

“Há muitas coisas do passado do Ethan que virão à tona. ‘Acerto de Contas’ é um termo de navegação. Isso significa que você está escolhendo um curso baseado apenas em sua última posição conhecida e isso se torna uma metáfora não apenas para Ethan, mas para vários personagens.”

Ele completa, “A primeira coisa que nós sabíamos sobre o capítulo final era que seria uma aventura dividida em duas partes. Será épico. Terá que ser uma conclusão que irá superar toda a franquia. Não há outro jeito de terminar a história.”

McQuarrie assumiu a direção da franquia em ‘Nação Fantasma‘ (2016), retornou para ‘Efeito Fallout‘ (2018) e está por trás do 7º e do 8º, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘.

Lembrando que o oitavo capítulo chega aos cinemas em 28 de junho de 2024. O sétimo, intitulado Missão Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’, está programado para ser lançado em 14 de julho de 2023.

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

Com orçamento de US$ 100 mil, terror com ‘Ursinho Pooh’ já arrecadou US$ 4 milhões mundialmente

A recepção negativa dos críticos (que resultou em alarmantes 5% de aprovação no Rotten Tomatoes) não foi o suficiente para desencorajar a curiosidade do público.

O terror independente ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘ (Winnie the Pooh: Blood and Honey), filme bizarro baseado no clássico personagem infantil, já arrecadou impressionantes US$ 4 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa teve um lançamento limitado, onde arrecadou US$ 1.7 milhão.

Vale destacar que o orçamento do filme foi de apenas US$ 100 mil, ou seja, o terror já arrecadou 40 vezes o valor de sua produção.

Por causa do enorme sucesso, a sequência já foi confirmada!

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles. Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

‘Super Mario Bros – O Filme’ ganha trailer final DUBLADO espetacular #MarioSemStarTalent

A Universal Pictures acaba de divulgar o trailer final dublado de ‘Super Mario Bros – O Filme‘.

Assista:

Recentemente, os fãs iniciaram uma campanha para que a Universal Pictures não contrate famosos para dublar o filme do ‘Super Mario Bros‘, e a hashtag #MarioSemStarTalent viralizou nas redes sociais.

E o estúdio ouviu os fãs. Foi anunciado hoje o elenco de dubladores composto por profissionais e não celebridades.

Confira o nome dos dubladores na nova sinopse oficial:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

O filme chega aos cinemas nacionais dia 5 de Abril.

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

Jenna Ortega diz que ‘Wandinha’ não foi seu momento de maior orgulho: “Achei que ia ser bem mais sombrio. Não era.”

A atriz Jenna Ortega, de ‘Wandinha‘, afirmou durante uma entrevista ao podcast Armchair Expert que decidiu modificar algumas falas e se afastar de cenas específicas da série que não condiziam com a sua visão sobre a personagem (via Variety).

“Quando li a série inteira, percebi: ‘Oh, isso é para o público mais jovem’”, disse Ortega. “Quando assinei o contrato para a série pela primeira vez, não tinha todos os roteiros. Achei que ia ser bem mais sombrio. Não era.”

A estrela explicou por que a experiência de fazer ‘Wandinha‘ foi desafiadora, compartilhando algumas razões pelas quais ela sentiu a necessidade de manter o personagem fiel a quem ela era.

“Tudo o que Wandinha faz, tudo o que eu tinha para interpretar, não fazia sentido para a personagem dela. Ela estar em um triângulo amoroso? Não fazia sentido. Havia uma frase sobre um vestido que ela teria que usar para um baile da escola e ela disse: ‘Oh meu Deus, eu amo isso’. Ugh, eu não posso acreditar que eu disse isso. Eu literalmente me odeio. Eu tive que dizer ‘Não.'”

Houve momentos naquele set em que até me tornei pouco profissional, em um sentido em que comecei a mudar as falas”, comentou a atriz. “O supervisor do roteiro pensou que eu estava indo com alguma coisa e então eu tinha que sentar com os roteiristas e eles diziam, ‘Espera, o que aconteceu com a cena?’. E eu tinha que explicar por que não podia fazer certas coisas. Eu me tornei muito, muito protetora com ela”.

Jenna Ortega ainda acrescenta:

“Agora, muitas pessoas me conhecem pela série. Não é meu momento de maior orgulho, o que, eu acho, também adiciona um nível extra de insegurança e estresse porque finalmente estou recebendo essas ofertas [de papéis] incríveis, mas não quero ser conhecida especificamente por esse papel [Wandinha].”

Recentemente, Jenna Ortega revelou durante um evento organizado pela própria Netflix que sua jornada de filmagens para ‘Wandinha‘ era torturante, e que ela “chorava histericamente todos os dias”.

“Minha rotina diária era chegar ao set duas horas antes do começo das filmagens, gravar por 12 ou 14 horas, depois ir para casa e entrar em um Zoom para ter aulas sobre violoncelo e esgrima”, afirmou.

Ela continuou.

“Não podia para um minuto. Quando estávamos filmando 6 dias por semana, eu tinha um dia de folga. Era quando eu assistia aulas. Estava arrancando os cabelos. Fiz tantas ligações de FaceTime chorando histericamente”.

Tim Burton, que era diretor e produtor, tentou ajudar falando que ela não precisaria aprender a tocar violoncelo para as cenas em que a personagem toca o instrumento.

“Tínhamos uma dublê para tocar, mas eu queria mesmo estar o mais preparada possível. É muito mais realista quando você consegue ver o rosto do ator”, finalizou. 

Lembrando que ‘Wandinha‘ se tornou um enorme sucesso na Netflix, registrando impressionantes 1.237 bilhão de horas assistidas nos primeiros 28 dias, sendo a terceira produção a ultrapassar a marca na plataforma de streaming.

A atração também superou a popularidade de ‘Dahmer‘, tornando-se a segunda produção de língua inglesa mais assistida da história da Netflix, perdendo apenas para a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.

Após esses enormes feitos, já era esperado que a Netflix renovasse a série para uma segunda temporada. Confira o vídeo de anúncio:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

Jenna Ortega, Emma Myers, Christina Ricci, Hunter Doohan, Gwendoline Christie, Catherine Zeta-Jones e Luis Guzmán estrelam.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

 

Filme da franquia ‘Star Wars’, que seria dirigido por Patty Jenkins, é CANCELADO

De acordo com o Variety,  o longa ‘Star Wars: Rogue Squadron‘, que seria dirigido pela Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’), foi oficialmente cancelado.

O projeto havia sido oficializado em 2020, mas acabou sendo removido do calendário de lançamentos da Disney no final de 2022. Agora, o site confirma que o longa não está mais em desenvolvimento ativo.

O Variety também declarou que o novo filme da franquia ‘Star Wars‘, que seria produzido pelo Kevin Feige, também foi engavetado.

Anteriormente, Jenkins já havia demonstrado incerteza sobre o futuro do projeto ao declarar “eu não sei se realmente vai acontecer ou não”.

Vale lembrar que o jornalista Jeff Sneider, do The Ankler, havia declarado que o filme estava “uma bagunça”:

“Ouvi algumas coisas sobre Patty Jenkins. Ouvi dizer que ela é um pesadelo. Sinto muito, eu odeio ser o cara que xinga uma mulher! Mas, ouça, eu também disse isso sobre inúmeros diretores do sexo masculino. Ouvi dizer que as ideias dela para ‘Mulher-Maravilha 3′ foram uma bagunça. Ouvi dizer o mesmo de ‘Star Wars: Rogue Squadron‘, é uma completa bagunça.”

O longa iria acompanhar as missões da equipe de artilharia espacial introduzida em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ (1980).

‘Os Winchesters’: Produtor promete final de temporada satisfatório para os fãs

O último episódio da primeira temporada de ‘Os Winchesters‘, série derivada de ‘Supernatural‘, irá ao ar hoje (07) no canal norte-americano CW.

E durante uma entrevista para a TV Line, o produtor Robbie Thompson prometeu que o final da primeira temporada será satisfatório para os fãs da série. O comentário é referente ao futuro incerto da série, que pode acabar não ganhando uma segunda temporada.

“Falei com nossos parceiros da Warner Bros. porque, obviamente, não temos certeza do que irá acontecer”, disse o produtor. “Conversamos sobre lugares… que talvez tenhamos que procurar no futuro [se a série não for renovada e precisar de uma nova casa] […] Só posso dizer que, apesar das incertezas, nossos parceiros da CW e da Warner, em particular, têm sido realmente incríveis de se trabalhar.”

Ele acrescenta: “Fiquei contente por estarmos indo na direção certa [da série] mesmo havendo mais histórias para contar […] e que o final será satisfatório sem deixar as pessoas esperando por mais, porque isso é sempre ruim.”

Confira a prévia do último episódio da temporada:

A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

James Gunn diz que projetos anunciados são menos da metade do 1º capítulo do novo DCU

Agora que James Gunn e Peter Safran foram contratados como presidentes da DC Studios, a divisão está passando por uma reestruturação para trazer mais qualidades aos filmes, séries e animações baseados na editora de quadrinhos.

Recentemente, foram divulgados 10 projetos para o primeiro capítulo do novo DCU, chamado ‘Gods and Monsters’ (Deuses e Monstros).

Ainda assim, esses projetos representam menos da metade deste primeiro capítulo.

A informação foi revelada pelo próprio Gunn em resposta a um usuário do Twitter.

Confira:

“Aproximadamente, quanto do Capítulo 1 da DC foi revelado por você?”, perguntou o fã.

Ao que Gunn respondeu:

“Menos da metade.”

Vale lembrar que o cronograma inclui cinco filmes (‘Superman – O Legado’, ‘The Authority’, ‘The Brave and the Bold’, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’ e ‘Monstro do Pântano’) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos’, ‘Waller’, ‘Booster Gold’, ‘Lanterns’ e ‘Paradise Lost’).

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

Nova temporada de ‘Slasher’, inspirada no Jack Estripador, ganha trailer sangrento; Confira!

O Shudder divulgou o trailer completo da 5ª temporada da série de terror antológica ‘Slasher‘, intitulada ‘Slasher: Ripper‘.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 6 de abril.

A trama se passará no Século 19 e será estrelada por Eric McCormack (‘Will & Grace’).

O ator interpretará Basil Garvey, um magnata carismático cujo sucesso só é rivalizado por sua crueldade, enquanto ele supervisiona uma cidade à beira de um novo século, e uma convulsão social que verá suas ruas ficarem vermelhas de sangue.

A trama seguirá um assassino espreitando as ruas, mas ao invés de atacar os pobres como o Jack, o estripador, o Viúvo fará justiça contra os ricos e poderosos. A única pessoa no caminho desse assassino é o detetive Kenneth Rijkers, cuja fé inabalável na justiça pode acabar se tornando mais uma vítima.

’65 – Ameaça Pré-Histórica’: Ação sci-fi com Adam Driver abre com apenas 40% de aprovação no RT

A ação sci-fi ‘65 – Ameaça Pré-Histórica‘, estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’), chega em breve aos cinemas nacionais – mas parece que não agradou à crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 40% de aprovação com nota 5.70/10 baseada em 5 reviews até o momento. Como a contagem de críticas é bem baixa, é muito provável que a porcentagem sofra alteração nos próximos dias.

Confira os principais comentários:

“Um pseudo-blockbuster que às vezes parece barato, não gera muita tensão, se parece demais com outros filmes e, em geral, desperdiça uma premissa com potencial olímpico” – Me gusta el cine.

“O desempenho comprometido de Adam Driver não é suficiente para superar a execução sem brilho do filme” – Fiction Horizon.

65′ são 93 minutos tensos de tensão suada, ação apropriadamente dimensionada e ternura surpreendente” – Screen-Space.

“Outros rascunhos do roteiro possivelmente teriam salvado o filme, junto a um final mais criativo” – The National (UAE).

“Não é um filme ruim. Aqueles que estão esperando um monte de dinossauros lutando contra Adam Driver vão conseguir exatamente isso – e talvez um pouco mais” – The Weekend Warrior.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

Na trama, um astronauta aterrissa acidentalmente no que parece ser um planeta misterioso e descobre que não está sozinho.

O longa foi escrito e dirigido pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘.

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

 

Tudo que você precisa saber sobre Citadel, nova e ambiciosa série de espionagem da Prime Video

Citadel é uma das principais estreias da plataforma Amazon Prime Video para o 1º semestre de 2023. Com sua estreia agendada para 28 de abril, a série traz uma ambiciosa abordagem e acompanha dois espiões, vividos por Priyanka Chopra Jonas e Richard Madden, que serão confrontados por seu misterioso passado como membros da recém destruída agência de espionagem Citadel.

Com uma trama global que percorre os quatro cantos do mundo, a original Prime Video é produzida pelos Irmãos Russo (Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato), a partir de um conceito criado por Jen Salke. Expansiva e com um valor de produção que promete competir em nível de igualdade com longas-metragens, Citadel constrói para si uma espécie de spy-verse, conforme revelou o próprio roteirista e showrunner David Weil, durante a coletiva de imprensa da série.

“O que há de tão belo e ambicioso em todo esse ‘spy-verse’ que estamos criando é que estamos fazendo isso em conjunto com parceiros em todo o mundo. Anunciamos a divisão da Índia e a da Itália. E começamos a trabalhar com esses incríveis roteiristas, cineastas, atores, produtores – verdadeiramente de todo o mundo, e construímos toda essa história juntos”.

Cruzando fronteiras

Um dos elementos chave de Citadel é exatamente sua abrangência territorial. Deslocando-se dos galpões e das cidades cenográficas de Hollywood, a produção leva a sério a noção de apresentar uma trama que seja cultural e socialmente múltipla – seguindo o próprio conceito da agência Citadel, que seria uma instituição infiltrada ao redor do mundo.

Para o produtor Joe Russo, a ideia de Salke de entrelaçar a narrativa ao redor de diversos países já se apresentava como um diferencial na produção televisiva:

“Primeiramente, pensamos como essa era uma ideia tão inovadora para uma trama. E, em segundo lugar, como era uma maneira incrível de criar uma comunidade global realmente diversificada de contadores de histórias, para juntos montarmos um mosaico gigante em forma de narrativa. E depois do nosso trabalho nos filmes da Marvel e de passar tanto tempo viajando pelo mundo, essa foi uma ideia que eu acho que foi realmente empolgante e inflamável para nós, Anthony e eu. E parecia um desafio incrível”.

Anthony Russo complementou seu raciocínio, refletindo sobre a autenticidade da premissa apresentada por Jen, que unifica diversos mundos e culturas através de uma única trama. Segundo o produtor e irmão de Joe, essa perspectiva narrativa permite que diversos polos criativos se encontrem em uma única série:

“Quero apenas enfatizar que Joe e eu nunca havíamos ouvido uma premissa como essa antes. Sabe, os créditos são realmente da visão de Jen Salke e do que a Amazon é capaz de fazer. O fato dela ter nos trazido uma ideia, basicamente um modelo, para uma série que era tão ambiciosa, abrangente e tão global em sua natureza. E isso é algo que Joe e eu estamos trabalhando há muitos anos. Como contadores de histórias, adoramos o envolvimento da comunidade cinematográfica global. E então, essa é uma oportunidade incrível e trabalhamos tentando encontrar a história certa que pudesse cumprir essa ambição e pudemos contar com colaboradores incríveis para encontrar isso”.

Multiplicidade de personagens

Com Chopra e Madden interpretando diversos personagens ao longo dos episódios, a série é um complexo emaranhado de subtramas que se conectam a essa misteriosa e escusa agência chamada Citadel. E conforme explicado por Weil:

“[…] Mason Kane e Nadia Singh são os principais espiões da mais poderosa organização de espionagem da qual você nunca ouviu falar: Citadel. E isso, é claro, na teoria. O dia em que os conhecemos será o dia em que a agência cairá. Ela é derrubada por este nefasto novo sindicato de espionagem chamado Manticore”.

Dentro deste contexto, somos apresentados à duas versões distintas de Mason e Nadia. Com suas memórias e qualquer registro que os liguem à Citadel completamente apagados, eles gradativamente serão confrontados pelas vidas que um dia levaram e o que suas lembraçadas esquecidas significam.

De acordo com o showrruner, é nesse contexto que o spy-verse começa a ganhar vida:

“Em seguida, cortamos pata oito anos depois. Continuamos com Mason Kane – ele está vivendo uma vida tranquila em Oregon com sua esposa e filha e não tem nenhuma memória de quem ele era ou qual era o seu passado. Até que em uma noite, um homem chamado Bernard Orlick, interpretado pelo único Stanley Tucci, bate à sua porta e precisa de sua ajuda para derrubar Manticore antes que eles criem uma nova ordem mundial. Mason descobre que Nadia ainda está viva e os dois viajam pelo mundo derrubando Manticore e desvendando os segredos muito perigosos de seu passado”.

Essa jornada de autodescoberta e vilões maquiavélicos levará Chopra e Madden a uma espiral de personalidades distintas, apresentando novas camadas em ambas as performances, conforme eles vão aprendendo a desvendar quem eram e quem hoje realmente são diante de tantas revelações.

Frente à frente com uma história alternativa completamente desconhecida, ambos tentarão resgatar seu passado e suas personalidades antigas a fim de traçar um futuro seguro para a humanidade. Nesta trajetória, os protagonistas se veem diante de versões distintas de si mesmos, algo que será fundamental para encarar o enorme e iminente desafio.

“Acho que a série tem tantas camadas e complexidades e há uma palavra que usamos desde o início para cada personagem: dualidade. O que você vê é o que você não entende. Não acredite no que você vê. Tudo é apenas conceitualmente louco. E é muito empolgante poder compartilhar isso com o mundo, porque essa produção levou muito tempo para ser feita, por ser muito ambiciosa e eu estou muito animada com isso!”

Para Madden, a versatilidade de viver diversas personalidades em um único personagem é o que torna a missão de viver Mason Kane uma diversão:

“Essa é a alegria do trabalho, poder interpretar esses dois personagens muito, muito diferentes, mas ambos no mesmo corpo. E os dois são o mesmo homem de muitas maneiras distintas, mas em cada versão dele você tira diversos aspectos do tipo de humanidade e de quem somos como pessoas. E um deles carrega muitas cicatrizes do passado e muitos traumas, enquanto o outro não carrega nada dessa bagagem. Ele só tem um monte de informações desconhecidas para ele. E o que foi emocionante explorar sobre eles é o quanto de seus traços de caráter são construídos e quantos são herdados a partir de um trauma e de uma experiência”.

Qualidade cinematográfica

Se tornando a segunda série mais cara da história da televisão, ficando atrás apenas de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, Citadel contou com um orçamento de US$ 250 milhões em sua 1ª temporada. Com um valor de produção altíssimo, a original da Prime Video investiu boa parte de seus recursos em sua parte técnica, dedicando-se às cenas de ação desde suas coreografias ao trabalho com os dublês.

“Acho que Joe e Anthony trouxeram a equipe de dublês mais incrível para a série. […] Eles trabalharam com os melhores do ramo e tivemos muita sorte de poder trabalhar com pessoas assim. Nossa equipe de dublês foi incrível. Eu realmente acho que a personagem de Nadia é durona e ela tem muita confiança em sua forma física e em seus instintos. E pude explorar muito disso com as acrobacias que fizemos. Toda vez que eu lia novas páginas do roteiro, as acrobacias ficavam cada vez maiores. E foi incrível poder imaginar isso e depois entrar no set e realmente executá-las, foi ótimo”.

Além do extenso trabalho na execução das cenas de ação, o showrunner David Weil ainda falou sobre a grandiosidade dos cenários, que possuem qualidade semelhante a de filmes de grande orçamento:

“Além de sermos fiéis ao gênero, a série possui alguns cenários grandiosos. Eu diria que é competitivo com o formato cinematográfico. Essa era a missão aqui: trazer histórias de espionagem em larga escala para a Amazon e para a distribuição digital. A parte emocionante para nós é a escala das sequências de ação e a ambição necessária que tivemos para executá-las”.

Madden complementou o raciocínio de ambos, ponderando também sobre o equilíbrio no ritmo narrativo, que orbita entre o suspense de espionagem, a ação e o drama:

“Sim, temos cenários grandiosos e é incrível poder fazer parte disso. E não só isso. Muitas vezes, vemos séries que são 80% drama e 20% ação e vice versa. Mas Citadel é 100% os dois. E acho que conseguimos fazer isso, justamente porque no meio dessas enormes sequências com explosões temos esse tipo de drama íntimo entre esses dois personagens e como eles se entrosam. Então, para mim, o que foi tão empolgante nessas grandes peças de ação foi que elas são repletas de emoção, drama e contexto narrativo. Podemos ver muito sobre esses personagens, como eles interagem fisicamente. Não temos apenas ótimas sequências de ação, mas há também drama no coração de cada um deles”, concluiu.

Opinião | ‘A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata’ é uma das gemas menos conhecidas da Netflix

É impressionante a fascinação de storytellers pelo antigo. Histórias ambientadas no polêmico cenário bélico da primeira metade do século XX não apenas conseguem abrir margens para as mais encantadoras tramas envolvendo heróis e heroínas, paixões proibidas e sequências de ação de tirar o fôlego, mas também mostram o número de diferentes perspectivas a serem tratadas em relação àquela época. É claro que algumas produções acabam caindo nas generalizações de sempre, como O Zoológico de Varsóvia’ ou A Menina que Roubava Livros; outros inclinam-se para a comédia satírica proposital, como Caçadores de Obras-Primas; e há aqueles feitos para chocar e misturar ficção com realidade de formas lúdicas e intensas – e aqui não posso deixar de citar Império do Sol’ e A Lista de Schindler.

Mas e quando tenta-se unir múltiplas vertentes narrativas em um único cosmos? É muito fácil também cair nas saídas formulaicas quando se cria um mundo próprio, ambientado numa ilha outrora paradisíaca até a chegada do inimigo – no entanto, A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata propõe sair da caixinha ao trazer um elenco interessante, uma trama que fuja de qualquer coisa que já tenhamos visto e algumas viradas surpreendentes, ainda que com falhas evidentes. E assistir a uma obra desse gênero é refrescante e apaziguador, principalmente considerando o controverso catálogo da Netflix – consagrando-se como algo que serve tanto para os apaixonados por comida, por eventos históricos e por romances ao melhor estilo Romeu e Julieta.

À época de lançamento do longa, Lily James havia mergulhado em uma boa fase de sua vida, fazendo escolhas aceitáveis que a colocaram em voga: com Cinderela’ vindo três anos atrás e com a estreia da sequência de Mamma Mia!’, a atriz provou sua versatilidade e resolveu abraçar um personagem um tanto quanto confortável, no qual conseguiria criar uma química interessante ao lado de seus colegas e mostrar mais uma vez certas habilidades cênicas. E é justamente por isso que o papel da escritora Juliet Ashton, cuja consternação com o período que sucedeu a II Guerra a impede de se sentir satisfeita com a publicação de seus romances – e é claro que o fato de sua primeira obra não ter sido um sucesso também contribui para a melancolia. Mesmo assim, ela tenta se encontrar em meio ao luxo londrino, tendo como parceiro o futuro noivo Mark (Glen Powell).

Eventualmente – claro, funcionando como o compulsório deus ex machina de um romance como esse -, Juliet passa a se corresponder com Dawsey Adams (Michiel Huisman), que porventura encontra um dos exemplares da coleção da autora em uma das únicas livrarias restantes na Ilha de Guernsey e pede para que ela encontre outros volumes “raros”, por assim dizer. E, como podemos imaginar, ela se encanta pelo redator misterioso e pelo hilário clube do livro que fundam no impulso de se esconderem da ocupação germânica em sua casa – nome emprestado ao título da obra. Logo, a romancista resolveu viajar para Guernsey em uma visita surpresa ao grupo, conhecendo alguns dos personagens mais adoráveis que já vi.

Como dito, o longa carrega consigo erros bem visíveis: o primeiro ato, ainda que compreensível de ser mais monótono por querer contrastar o antes e o depois dos efeitos da guerra, move-se em um vagaroso início de coming-of-age que pode ou não envolver os espectadores. É mais provável que o público sinta afabilidade pela presença carismática de James e por seu apaixonante sotaque britânico que pela história em si – afinal, as coisas só ganham uma guinada considerável quando Juliet chega à famigerada ilha. Na verdade, a atmosfera começa realmente a ganhar forma e a mudar quando a primeira carta chega ao seu pequeno apartamento e o som da máquina de escrever volta a encher os corredores.

Mais que um romance, ‘A Sociedade Literária’ é uma crítica aos governos nazifascistas, mesmo mascarada. A resistência representada pelas figuras de Isola (Katherine Parkinson) e Eben Ramsey (Tom Courtenay) reflete os traumas daquele período, mas nenhum deles chega aos pés da representatividade catártica de Elizabeth McKenna (Jessica Brown Findlay). Ela ousou quebrar os padrões da época e enxergar a bondade até mesmo nos tachados de inimigos, envolvendo-se com um dos soldados do exército alemão e provando que nem todos estavam ali por seguirem a mesma ideologia; conforme a narrativa se segue, abrindo margens para um paralelismo interessante que não é tratado com a importância merecida, Juliet embarca em um mistério muito maior do que esperava, cavando fundo nos eventos de Guernsey e compreendendo que o mundo que pensava existir na verdade tem cicatrizes dolorosas.

Mike Newell faz um trabalho interessante com a condução cênica, resgatando elementos de uma de suas obras anteriores mais famosas – Harry Potter e o Cálice de Fogo. Seja pela preferência de uma fotografia mais escura e expressiva ou pelos ângulos distorcidos – a presença dos planos holandeses é mais do que necessária nessa produção -, as marcas registradas de seu trabalho fílmico estão em todos os lugares e também conseguem fugir dos parâmetros esperados, ainda que falte um pouco de polimento em certas sequências. De qualquer forma, os enquadramentos mais fechados em diálogos de descoberta e amadurecimento refletem a intimidade entre os personagens e permite a criação de laços interpessoais.

A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é uma boa pedida para os amantes de histórias românticas e clássicas. Claro, não espere algo que chegue ao nível de Casablanca’, mas há certas inclinações inegáveis e até mesmo modernizadas que entregam uma obra interessante e satisfatória.

Personagem de ‘Pânico 6’ originalmente não sobreviveria no 5º filme

Pânico VI‘ já está em exibição nos cinemas nacionais e conta com o retorno de várias estrelas da franquia e também do filme anterior.

No entanto, algumas delas não retornariam para essa sequência. É o caso do personagem Chad Meeks-Martin, interpretado por Mason Gooding, que iria morrer no filme ‘Pânico‘ de 2022.

No roteiro original, Chad deveria ter sido morto quando foi atacado pelo Ghostface.

“O roteiro que recebi da primeira vez dizia que eu morri. Eu não acho que você necessariamente entra em um filme da franquia ‘Pânico’ esperando viver todas as vezes. Eu meio que aceitei meu destino. Mas quando começamos a filmar ‘Pânico 5’ que me disseram que eu iria sobreviver para estar na sequência”, disse o ator para a Entertainment Weekly.

Assista a crítica com as entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou Hayden Panettiere e Dermot Mulroney. Questionada se toparia estrelar um filme ou série focado na Kirby Reed, Hayden  respondeu:

“Podia ter um spin-off sobre as aventuras da Kirby no FBI. Há muitas pessoas assustadoras por aí. Há muitas pessoas assustadoras por aí. Eles tentam me derrubar, mas será que finalmente vão conseguir?”, ela revelou. 

No Rotten Tomatoes, ‘Pânico VI‘ conquistou 80% de aprovação.

Das 38 críticas publicadas até o momento, 29 são positivas e apenas nove são negativas.

Entre os comentários, os críticos elogiaram como o filme consegue reaproveitar os elementos que fizeram da franquia um sucesso, como o suspense, as cenas sangrentas e as cenas de susto, tudo isso sem perder seu humor característico.

Confira:

“Put# merd#. O sexto filme da série de terror pós-moderna ‘Pânico‘ é sangrento… É fervoroso, tenso, mas também tem seus devidos momentos cômicos.” – London Evening Standard.

“‘Pânico VI‘ não reinventa o gênero – embora ele convença o público disso por um minuto – mas entrega o que promete com rapidez, eficiência e precisão.” – Globe and Mail.

“Até a revelação do assassino em seu terceiro ato, ‘Pânico VI‘ é uma das melhores sequências da franquia e o título mais inventivo baseado em personagens da série.” – AV Club.

“O filme aborda a cultura da franquia como um todo, estabelecendo uma premissa de que tudo está fora de questão, o que mantém as coisas agradavelmente sangrentas para quem gosta disso.” – Scotsman.

“Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett mantêm a ação em um ritmo acelerado enquanto os corpos se acumulam e o sangue flui. O elenco muito bem escolhido ajuda muito.” – Deadline.

“Nenhuma franquia como ‘Pânico’ precisa se reinventar constantemente com metanarrativas, ao mesmo tempo em que mantém conexões diretas com suas parcelas originais. ‘Pânico VI’ é um título medíocre, desagradável e divertido, exatamente como Wes Craven [criador da franquia] sempre pretendeu.” – Comic Book.

Assista nossas entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

O filme recebeu a classificação etária para maiores de 18 anos no Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, menores não poderão assistir a produção por ela trazer cenas com “Drogas, Violência Extrema e Linguagem Imprópria”.

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: James Gunn se irrita com comentário RACISTA sobre vilão

Chukwudi Iwuji, o intérprete do vilão Alto Evolucionário em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, foi alvo de comentários racistas em uma publicação do diretor James Gunn.

O cineasta havia publicado uma nova imagem do astro caracterizado como o vilão do longa, e se deparou com um comentário bem preconceituoso vindo de um usuário.

“Outro personagem branco que transformaram em negro”, escreveu um seguidor. “Por que não poderiam simplesmente deixá-lo branco ou escolher uma minoria diferente? Que tal asiático ou latino? (Existem quantos latinos e asiáticos na Marvel? Uns cinco?) Ou torná-lo um índio ou algo assim… Da próxima vez, um personagem importante será trans, homossexual ou não-binário. Triste e patético. Eles estão escolhendo com base na raça e não na atuação e no que está estabelecido.”

O diretor James Gunn respondeu ao comentário:

“Eu escolhi o melhor ator, ponto final, e a melhor pessoa para o papel. Eu não ligo para a etnia de Chukwudi Iwuji, então pare com suas presunções preconceituosas sobre por que ele foi escolhido. (E, a propósito, ele está interpretando um cara que é quase sempre roxo nos quadrinhos).”

Lembrando que a sequência chega aos cinemas em 5 de maio deste ano.

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos