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10 curiosidades de MIB: Homens de Preto – Internacional | O filme que falhou em tentar trazer a MIB para a nova geração

Uma das franquias mais curiosas e divertidas dos últimos anos é MIB: Homens de Preto. Com um capítulo inicial fazendo muito sucesso e um segundo filme apresentando uma considerável queda na qualidade, a saga recuperou sua honra vários anos depois, com o fim da trilogia encerrando os caminhos dos Agentes J e K de forma emotiva e interessante. Porém, em 2019, a Sony tentou trazer a franquia de volta com um Spin Off que tinha muito potencial, mas acabou sendo uma das aventuras mais chatas daquele ano. No fim das contas, os bastidores dessa produção polêmica foram cheios de confusões, o que explica o fracasso do filme. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre MIB: Homens de Preto – Internacional. Confira!


Spin Off

Inicialmente, esse filme estava programado para ser o lendário crossover de MIB com a franquia Anjos da Lei, que seria comandado pela dupla Chris Miller e Phil Lord. Porém, após uma série de contratempos, que incluíram também o famoso vazamento de e-mails, a Sony decidiu não arriscar com esse projeto e lançar algo supostamente mais seguro: um Spin Off para trazer a MIB para as novas gerações.


Um clássico

A ideia do Spin Off era de revitalizar a franquia de todas as formas possíveis. Além de dar mais destaque às personagens femininas, a produção contratou uma equipe para reavaliar e fazer versões mais modernas das icônicas armas da saga. No entanto, teve uma que permaneceu a mesma: o Neuralizador. O responsável pelo novos designs, Pierre Bohana, explicou que esse apagador de memórias era tão autêntico e icônico que o máximo que ele teve de fazer foi usar a computação para dar um mecanismo de funcionamento um tiquinho mais elaborado, porque de resto seria um erro mexer no que já é perfeito.


Tradição

Ao mesmo tempo em que queriam conquistar o público novo, com mais tecnologia e novos aparatos criativos, trazendo essa inovação para a saga, os produtores sabiam que precisam também agradar aos fãs da trilogia original. Então, uma forma encontrada para tentar resgatar aquele clima do primeiro filme, ele convidaram o brilhante compositor Danny Elfman, que comandou a trilha sonora do longa de 1997, para compor a trilha do quarto capítulo da franquia.


Ajudou muito

Além de Elfman, para dar esse toque de antigo e novo se encontrando em tela, a produção convidou Chris Bacon para compor a trilha em conjunto. No entanto, até mesmo pelo renome e respeito de Danny no mercado, suas decisões pesaram mais. E isso refletiu diretamente na trilha da Agente M. Inicialmente, ela seria acompanhada de uma versão da trilha clássica da MIB. Só que Danny fez uma intervenção para que ela tivesse sua trilha sonora própria, já que seria a personagem responsável por criar um vínculo emocional com o público. E assim foi feito.


Ignorado

A protagonista da vez é a personagem de Tessa Thompson, que investiga a MIB desde a infância e consegue ser aceita no time com o codinome de Agente M. Só que essa não foi a primeira vez que esse título foi citado na saga. Lá em 1997, em MIB: Homens de Preto, acontece uma das participações especiais mais famosas da história do cinema, quando Michael Jackson surge numa base da Antártica conversando por meio de uma tela. Ele sugere que possa ser o Agente M, mas o Zed o ignora. Nos filmes seguintes, não é revelado se ele se tornou ou não o tal Agente M, mas caso seu pedido tenha sido aceito, faz sentido que a personagem de Thompson herde o título, já que Michael faleceu em 2009.


Novato

Uma das boas adições deste filme à franquia foi o ETzinho “Pawny”. Feita toda com CGI, a criaturinha é interpretada pelo humorista Kumail Nanjiani, que foi indicado pela própria Tessa Thompson. E apesar de só precisar fazer a voz do alienígena, coisa que poderia ter sido feita em um estúdio, Kumail foi até Londres para ensaiar com a Tessa e o Chris Hemsworth, para melhorar a interação entre seus personagens.


Digno

Uma das boas cenas desse filme é quando o Agente H (Chris Hemsworth) está desarmado no meio de uma briga e se vê diante de um martelo. Ele se estica todo para pegar a arma e joga a ferramenta de uma maneira toda errada. A piada dessa cena é óbvia e presta uma homenagem legal ao papel que o lançou ao estrelato, o deus nórdico Thor, nos filmes da Marvel. O mais engraçado disso tudo é que se você prestar atenção, vai conseguir ouvir brevemente a música tema dos Vingadores ao fundo enquanto o loirão joga o martelo.


Alinhado

Além de terem estreado juntos o sucesso Thor: Ragnarok, lançado em 2017, Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilham mais uma semelhança: ambos nasceram em 1983. Além deles, outros dois membros do elenco principal deste filme fazem aniversário em 83. São eles: Rebecca Ferguson e Rafe Spall.


Flopou

Apesar dos esforços para trazer de volta a franquia para o topo de Hollywood, o que incluiu campanhas de marketing voltadas para os diferentes mercados (por exemplo, no Brasil, eles fizeram uma campanha toda voltada para o humorista Sérgio Mallandro, que chegou até a virar agente na versão brasileira do filme), MIB: Homens de Preto – Internacional arrecadou apenas 259 milhões de dólares, obtendo a pior bilheteria da franquia. Além disso, a Sony investiu cerca 110 milhões de dólares na produção do filme, com o resto sendo financiado pelas produtoras Hemisphere e Tencent. Ou seja, foi um grande fracasso.


Polêmicas

Com o fracassos nas bilheterias e nas críticas, não demorou para surgirem os culpados. Assim que foi divulgado o fraco desempenho do longa, surgiram boatos de bastidores dizendo que a produção do filme foi uma das mais caóticas da história de Hollywood. Segundo as notícias divulgadas pelo The Hollywood Reporter, o embate entre velho e novo na saga ficou representado pelas divergências criativas entre o diretor do filme, F. Gary Gray, que ameaçou abandonar o cargo inúmeras vezes, e o produtor Walter Parkes, que trabalhou no filme de 1997. De acordo com o site, Gary queria se manter fiel ao roteiro original, que traria questões polêmicas para o filme, como o debate sobre os refugiados e brincaria com grande ícones da história, como vilões incorporados nos Beatles, enquanto Parkes queria um filme de humor pastelão. Há boatos de que tudo que fosse minimamente novo incomodava e era removido do roteiro por Parkes, inclusive horas antes das filmagens. A situação ficou tão crítica que Chris Hemsworth e Tessa Thompson contrataram roteiristas particulares, com dinheiro do próprio bolso, para reescreverem algumas de suas fala, diante do tamanho da tragédia que havia ficado o remendo no roteiro. Não tinha como dar certo, né?

MIB: Homens de Preto – Internacional está no catálogo da Netflix.

10 curiosidades de ‘Venom’, o suposto filme ‘Cult’ do universo ‘Homem-Aranha’

Lançado em 2018 sob forte desconfiança, Venom foi a primeira tentativa da Sony de emplacar um universo do Homem-Aranha sem o Homem-Aranha. E apesar de ter sido uma autêntica bomba de críticas, o longa acabou conquistando parte do fandom por seu humor descompromissado e grosseiro e fechou o ano com uma das maiores bilheteria do universo do Cabeça de Teia. Assim, Venom garantiu uma sequência e se tornou um dos filmes mais controversos desse meio de super-heróis. Confira agora dez curiosidades sobre essa aventura do vilão transformado em anti-herói que cativou uma galera!

Confusão

A ideia de fazer um filme centrado no Venom existia desde 2007 e seria o primeiro spin off da franquia do Homem-Aranha de Sam Raimi. Só que Homem-Aranha 3 foi um fracasso de crítica e a Sony decidiu encerrar a franquia por ali mesmo para fazer o reboot com Andrew Garfield. Com a nova abordagem do herói, outro filme do Venom foi anunciado para entrar em desenvolvimento e aconteceria naquela leva de filmes focados no AranhaVerso, como O Sexteto Sinistro e Tia May. Porém, com os vazamentos de e-mails da Sony e o acordo com a Disney para inserir o Cabeça de Teia no MCU, o projeto do filme do Venom foi novamente transformado, agora para liderar uma franquia do Homem-Aranha sem o Homem-Aranha.

Aniversário

E apesar de todos esses atrasos e mudanças no projeto, acabou que lançar o filme em 2018 serviu como uma boa homenagem para o personagem. Afinal, o Venom surgiu nos quadrinhos em O Espetacular Homem-Aranha #299, de 1988. Ou seja, o filme chegou aos cinemas no aniversário de 30 anos do vilão.

Anti-herói

Apesar de ser mais conhecido pelo público-geral como um dos grandes vilões do Homem-Aranha, o Venom teve várias fases e incorporou diversos hospedeiros ao longo de sua trajetória, incluindo o eterno valentão que atormentava Peter Parker no colégio, Flash Thompson. Com o corpo de Flash, ele se tornou o Agente Venom, um dos anti-heróis mais celebrados da Marvel nos últimos tempos. E apesar de ser Eddie Brock o protagonista deste longa, a produção trouxe algumas inspirações da fase do Flash para ajudar a compor essa versão cinematográfica do simbionte.

Pedido do filho

Principal estrela do filme, Tom Hardy disse só ter aceitado o papel por conta de seu filho, Louis Thomas Hardy, que é grande fã das histórias em quadrinhos do Venom. Segundo o ator, ele queria poder fazer um filme que pudesse assistir com o pimpolho. Tudo bem que o protagonista come a cabeça de alguns bandidos ao longo da trama, mas ainda assim consegue ser uma história mais leve que os filmes de máfia e guerra que ele fazia na época. Além disso, o pequeno Louis serviu como um tipo de consultor não-oficial do projeto, já que era ele quem avaliava a atuação do pai e dava dica de como se portar mais como Eddie Brock.

Duas vozes

Tom Hardy é conhecido por ser um ator dedicado, então sua presença nesse projeto chamou a atenção de uma parte do público. Durante as gravações, para se acostumar com a ideia de ser um homem atormentado pela voz de um alienígena em seu corpo, Tom usou um método pouco convencional, mas que aparentemente deu certo. Ele gravou todas as falas do Venom e ficava com um ponto no ouvido repetindo elas enquanto ele gravava as cenas. Assim, ele realmente estava sendo incomodado pelo Venom durante as filmagens.

Agregador

Segundo a atriz Michelle Williams, o principal motivo que a convenceu a entrar nesse projeto foi a confirmação de Tom Hardy no papel principal. Além de ser fã do trabalho do ator, Michelle disse que ele consegue seguir sempre pelos caminhos mais incomuns na atuação para encontrar a verdade de seus personagens. E essa entrega reflete também em seus companheiros de elenco.

Influências

Enquanto a equipe criativa citou grandes nomes do terror, como John Carpenter e David Cronenberg, e filmes de comédia de terror, como Os Caça-Fantasmas e Um Lobisomem Americano em Londres, como as principais influências para a construção do filme, Tom Hardy citou a animação Ren e Stimpy, repleta de humor politicamente incorreto de uma dupla que mais parece agir como um casal não-oficial, para compor a personalidade de Eddie e sua relação com o Venom.

Batman

Diferentemente de parte do elenco, que entrou no projeto pelo selo da Marvel ou pela presença de Tom Hardy, o diretor do filme, Ruben Fleischer, estava ali para realizar um sonho de infância. Isso porque após ver o Batman (1989) de Tim Burton, ele estipulou como meta fazer um filme de super-herói que pudesse ser sombrio e repleto de ação, assim como o clássico longa do Homem-Morcego.

CGI

A ideia original da equipe de produção era construir o Venom e moldar suas expressões por meio da captura de movimentos. No entanto, o visual do monstrão era tão grotesco que eles não conseguiram encontrar uma forma de mixar as expressões faciais de Tom Hardy com a gosma viva. Então, para não ter erro, eles construíram as expressões do Venom todas por meio de CGI.

VenomVerso

A primeira versão do filme traria uma cena que talvez animasse os fãs mais assíduos do simbionte, porque teria uma cena que mostraria o planeta natal do Venom, onde haveria uma porção de outros simbiontes coexistindo. No entanto, apesar de não ter entrado no corte final do filme, esse momento é citado em Venom: Tempo de Carnificina (2021), quando o Venom diz que há vários outros simbiontes compartilhando informações por meio de uma mente coletiva. Não sabemos se haverá novos capítulos para essa franquia, mas se houver… Parece ser um caminho cuja produção está doidinha para explorar.

Venom está disponível no catálogo do Disney+.

NOSTALGIA! Relembre os Melhores Filmes de Terror Adolescente dos Anos 90

Existiu um período muito peculiar para os filmes de terror no fim da década de 1990. Nesta época, os fãs puderam se animar novamente, com produções de certo prestígio que elevavam o gênero a um alto patamar, fazendo igualmente uma legião de novos seguidores. Para quem era adolescente, estes filmes significaram muito, dando sobrevida a um subgênero que parecia morto e enterrado.

Os filmes slasher, ou terror adolescente, foram cimentados na década de 1980 com produções como Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, além de seus inúmeros “primos” – foi uma época muito fértil para este tipo de cinema. Para se ter uma ideia, estas duas franquias marcaram presença nos 80s, lançando praticamente um filme por ano. No início da década seguinte, tais filmes pareciam ter esgotado o interesse do público e se exaurido.

Numa reviravolta digna de cinema, em meados da mesma década – em 1996 para ser mais preciso – novo fôlego foi soprado para dentro do subgênero, muito graças ao roteirista Kevin Williamson, o diretor Wes Craven e seu mais novo produto, Pânico. Acrescentando muito humor, metalinguagem e brincadeiras com a fórmula do subgênero, mas, obviamente, sem esquecer os sustos, a tensão e o gore, surgia uma nova era para tais produções. A influência foi tão forte que este molde foi assimilado por toda e qualquer produção do gênero, até novos exemplares de franquias consagradas, como veremos na lista a seguir.

Pensando nisso, o CinePOP resolve homenagear este período tão especial para os fãs de terror – que embora tenha durado pouco, ecoa até hoje. Portanto, separamos 12 filmes importantes para esta ressurreição, independente de seus resultados. Vem com a gente conhecer e não esqueça de comentar.

 

Jovens Bruxas (1996)

Antes de Pânico, 1996 já havia feito um ensaio para reviver este tipo de filme. Jovens Bruxas não é bem um slasher, mas possui muitas similaridades e se banha nas mesmas águas formulaicas de Pânico e dos filmes popularizados na década de 1980. O ambiente de colégio, personagens principais problemáticas, intrigas adolescentes, namoros, rivalidades e, claro, elementos de terror. Aqui, ao invés de um maníaco mascarado com uma faca, temos quatro amigas descobrindo poderes sobrenaturais através de livros de bruxarias e magia negra.

O filme inclusive inspirou o seriado Charmed (1998-2006), que no Brasil recebeu o título de Jovens Bruxas também, e ganhou um reboot ano passado. Com estes dois filmes, embora aqui num papel de coadjuvante, a atriz Neve Campbell (que ainda estava no ar com o seriado Party of Five – O Quinteto) se tornou ídolo juvenil.

Pânico (1996)

Como dito, Pânico mudou o jogo. Não é exagero. Uma verdadeira sensação, o longa surgiu como grande homenagem aos filmes de terror slasher, uma verdadeira carta de amor. Além dele mesmo pertencer a tal tipo de cinema, o filme se mostra um dos exemplares mais inteligentes, brincando com seus mecanismos. Não faltaram elogios e o filme rapidamente atingiu status de cult, conseguindo emplacar até mesmo seu vilão Ghostface como a nova febre mundial. Quem não conhece a fantasia preta com a máscara branca? A graça também estava em ser um whodunit, no qual qualquer um entre os muitos personagens poderia ser o assassino mascarado – mais um elemento de diferencial em relação aos assassinos imortalizados de antes, como Jason e Freddy.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Como dito, Kevin Williamson foi “o” grande nome para esta retomada do terror adolescente. O roteirista, que na época também criava o seriado Dawson´s Creek (recheado de referências à cultura pop), teve o dedo na maioria dos projetos mais relevantes lançados no período – e os que não tinham, sofreram influência de seu texto. Este filme de título longo chegou logo na esteira de Pânico, mas foi escrito antes, sem que o autor conseguisse vendê-lo a um estúdio.

Após o sucesso de Pânico, a Sony comprou o texto e prontamente lançou o terror nos cinemas. Curiosamente, o roteiro é baseado no livro homônimo da escritora Lois Duncan, lançado em 1973. Modificado para se adequar a um slasher, enquanto o material fonte era criado em cima do suspense, o resultado não agradou à sua autora. Mas apesar das críticas mistas, o filme se tornou sucesso de público.

Pânico 2 (1997)

Os fãs brasileiros penaram para conseguir assistir à continuação de Pânico. O filme original criou seu status de cult graças ao mercado de vídeo, se tornando o fenômeno que foi nos cinemas dos EUA por aqui nas locadoras. Foi graças à fita que milhares de adolescentes conheceram o terror e mal podia esperar pela continuação. Apesar da sequência ter sido lançada logo no ano seguinte nas salas de exibição dos EUA, problemas com a distribuição do filme no Brasil (que mudava da Playarte para a Paris Filmes) fizeram o longa atrasar nada menos do que 1 ano e 2 meses para poder finalmente ser exibido por aqui – numa época em que não existia os downloads ilegais da internet.

Williamson e Craven novamente à frente fizeram de Pânico 2 mais um sucesso. E se no ano anterior Neve Campbell era o grande nome do gênero, em 1997, com uma participação neste filme e no citado acima, além do seriado Buffy – A Caça-Vampiros que estava a toda, Sarah Michelle Gellar se consolidava como a nova “Rainha do Grito” do momento.

Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Lembra quando citamos no início do texto que até mesmo franquias famosas aderiram ao “estilo Pânico de ser”? Pois bem, este filme de terror sobre lobisomens foi o primeiro do lote. Um Lobisomem Americano em Londres (1981), de John Landis, é um marco para o terror e está bem longe de ser considerado um filme para adolescentes. Sua continuação, no entanto, desnecessária e atrasada em quase 20 anos, pegava clara carona, injetando um ar juvenil na história. Na trama, um trio de amigos mochileiros americanos em viagem por Paris salva uma jovem francesa do suicídio (papel da bela Julie Delpy, a Celine da trilogia Antes). Eles acabam descobrindo que a mulher esconde um terrível segredo, ligado a uma sociedade secreta sobrenatural.

A opção pelo uso de efeitos especiais para criar as criaturas lupinas não envelheceu bem – ao contrário de seu predecessor que fez uso de maquiagem e efeitos práticos ainda impressionantes.

Comportamento Suspeito (1998)

Este filme não teve qualquer envolvimento de Kevin Williamson, mas não deixa de ter um elo com o autor. Acontece que a protagonista do filme, Katie Holmes (então uma jovem que dava seus primeiros passos no cinema), era uma das estrelas do projeto queridinho do autor, o citado Dawson´s Creek (1998-2003).

Para não ficar somente em cima da temática slasher, este terror adolescente tem uma premissa mais elaborada, psicológica e interessante. Na trama, alunos de um colégio de uma pequena cidade americana começam a notar que os jovens mais problemáticos estão exibindo um comportamento “perturbador”, ou seja, estão se comportando de maneira exemplar. Algo que não os condiz. Assim, começam a investigar uma conspiração envolvendo um experimento científico maquiavélico.  É um dos mais criativos e subestimados do lote.

Halloween H20 (1998)

Com Halloween aderindo à tendência, chegávamos ao auge desta fórmula. Só faltaram mesmo novos exemplares de Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, que perderam a chance de surfar nesta onda. Halloween, de John Carpenter, é uma obra-prima, mas todas as continuações do fim dos anos 80 são dignas de pena e qualquer nota (desde que não seja boa). Assim, a franquia precisou sofrer uma repaginada, e nada melhor do que se banhar com o tipo de roteiro em vigor no período: muita referência, cultura pop, diálogos espertinhos e tiração de sarro (comportada) com os clichês do gênero. Ah sim, e a volta da rainha do grito original Jamie Lee Curtis. Dizem as más línguas que Williamson ajudou a dar uma lapidada no roteiro, mesmo de forma não creditada. O resultado: um dos melhores exemplares desta série de terror.

Lenda Urbana (1998)

Era a época de auge dos filmes slasher de novo, e todos estavam tirando uma casquinha. A enxurrada chegava ao seu terceiro ano e ninguém queria ficar de fora. Filmes do tipo são fáceis e rápidos de fazer, assim a Sony não perdeu tempo e no ano seguinte do sucesso Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado emplacava mais um slasher adolescente. Novamente, um grupo de jovens espertinhos, cheios de diálogos rápidos e satíricos, desfilava em tela, brincando com o formato enquanto eram mortos de forma violenta um a um (isso não pode faltar).

Em comum com Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, e por consequência com Pânico, está a estrutura do whodunit. Um assassino está à solta no campus de uma universidade, fazendo vítimas inspirado nas mais diversas lendas urbanas dos EUA. E cabe ao público descobrir qual dos personagens está por trás dos assassinatos, portando um traje de esquimó. Aqui temos até mesmo a participação do Freddy Kruegger em pessoa, Robert Englund. Ah sim, reparem nas presenças de Jared Leto e Joshua Jackson (em mais um elo com Williamson e Dawson´s Creek).

A Noiva de Chucky (1998)

Até o Brinquedo Assassino entrou nessa. Antes de ganhar um remake moderno – em cartaz nos cinemas – Chucky era reimaginado nos padrões do fim dos 90s. Assim, o personagem ganhava uma companheira, Tiffany (Jennifer Tily), que também morre e volta na forma de uma boneca – para a qual passou sua alma. O mote aqui é A Noiva de Frankenstein, dando foco para a presença feminina, cara metade do vilão principal. Fora isso, o novo Chucky (o primeiro a não portar a marca Brinquedo Assassino em seu título – devido a uma briga de direitos autorais e distribuição) seguia de perto a cartilha da época, com muitas cenas, diálogos, tiradas e personagens pseudo-espertinhos. O humor autoconsciente sem dúvida foi uma das marcas deste “movimento”. No quesito jovens rostos famosos e promissores, temos Katherine Heigl como a mocinha.

Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com o gancho (com o perdão do trocadilho) deixado ao final e os milhões nas bilheterias, a Sony tratou de confeccionar logo para o ano seguinte a continuação de seu slasher sobre quatro amigos que se envolvem em um acidente, atropelando e matando uma pessoa, somente para serem atormentados por alguém que sabe o que eles fizeram. A trama desta sequência leva a protagonista, novamente vivida por Jennifer Love Hewitt para as Bahamas ao lado de novos amigos. Nesta sequência, saem os loiros Gellar e Ryan Phillipe, e entra o casal de negros Brandy (jovem cantora de sucesso na época) e Mekhi Phifer.

Os compromissos de Williamson com tantos projetos no período o impediram de escrever ambos este filme e Pânico 3 (2000), sequência de seus primeiros sucessos. Uma terceira parte intitulada Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado foi planejada logo para 2000, com Hewitt, Brandy e Prinze Jr. vinculados para retornar. A Sony deixou o projeto descansar e ele viria a ser lançado somente em 2006, direto para vídeo, com um elenco novo de desconhecidos.

Prova Final (1998)

Um dos projetos que Kevin Williamson não abandonou foi esta parceria com o cineasta Robert Rodriguez, recém-saído dos sucessos de A Balada do Pistoleiro (1995) e Um Drink no Inferno (1996), se mostrando igualmente um dos artistas mais originais e quentes da época. Aqui, a dupla une forças e brinca misturando o clássico adolescente Clube dos Cinco (1985) com uma invasão alienígena digna de A Noite dos Arrepios (1986). A ideia por trás é a de desafiar a autoridade, quando jovens disfuncionais descobrem que seus professores não são mais eles mesmos.

Um elenco estelar, que conta com nomes como Elijah Wood, Salma Hayek e Jordana Brewster, e uma trilha sonora que trazia como carro-chefe a regravação de Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, na versão do Class of ’99, projeto do falecido Layne Staley (Alice in Chains) em parceria com Tom Morello (Rage Against the Machine e Audioslave), Stephen Perkins (Jane´s Addiciton), Martyn Lenoble (Jane´s Addiction e The Cult) e Matt Serletic (Matchbox Twenty).

Tentação Fatal (1999)

E se com Prova Final a fórmula já dava sinal de desgaste e perda de interesse, com o lançamento deste último exemplar da retomada a coisa foi ainda pior. A esta altura os fãs já haviam embarcado em outra, e o reinado de Kevin Williamson como nome quente para o slasher chegava ao fim. É verdade que ele se manteve criativo, investindo em ideias fora da caixinha, sempre arriscando e quebrando os moldes do gênero. Aqui, o roteirista dava um novo passo e assumia o comando de uma produção. Como diretor, Williamson escalou como protagonistas duas de suas atrizes de séries na TV: Katie Holmes (Dawson´s Creek) e Marisa Coughlan (Wasteland).

Fora isso, conseguiu escalar a Dama Helen Mirren (que não possuía o renome que tem hoje) para dar vida à megera Sra. Tingle do título original, uma professora linha dura, que termina se tornando alvo de jovens desesperados por uma boa nota. O “medo” do professor como figura de autoridade mais uma vez é pauta num terror de Williamson, aqui indo ainda mais além no psicológico da questão ao não adicionar qualquer elementos sobrenatural a este acerto de contas entre professores e alunos. O filme, no entanto, sofreu com polêmicas reais, precisando mudar seu título original (Killing Mrs. Tingle para Teaching Mrs. Tingle) devido ao massacre de Columbine em abril do mesmo ano.

Conheça o TERROR fenômeno que está dando o que falar…

Um novo terror foi exibido para os críticos nos EUA e está dando o que falar, por ser extremamente gore e repulsilvo.

Confira:

Com 45 críticas publicadas até o momento, ‘The Outwaters‘, terror found footage no estilo ‘A Bruxa de Blair‘, conquistou 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as cenas assustadoras da produção, além de elogiar o desfecho absolutamente insano e sangrento da história.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Algumas cenas são tão potentes e assustadoras que irão chocar os espectadores mesmo que eles ainda esperem por elas.” (Reverse Shot)

“Esse filme foi projetado para deixar os espectadores tensos e tem algumas cenas incrivelmente eficazes.” (RogerEbert.com)

“‘The Outwaters’ evoca uma atmosfera palpável que intensifica as cenas chocantes que ainda estão por vir.” (New York Times)

“Até chegarmos nas cenas realmente grotescas do ato final, eu quase desisti do filme. Não estou dizendo que o desfecho não é impactante – muito pelo contrário –, mas o desenvolvimento da história é cansativa.” (Third Coast Review)

“‘The Outwaters’ é assustador, grotesco e psicodélico. É uma experiência cinematográfica única.” (CBR)

“O subgênero found footage não é popularmente conhecido por apresentar visuais interessantes, mas ‘The Outwaters’ é realmente belíssimo.” (Boston Hassle)

“É um filme bem feito, que sabe aproveitar muito bem o próprio ambiente e apresenta um alto nível de violência.” (Movies and Munchies)

Infelizmente, o terror ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Robbie Banfitch.

Quatro amigos acampam no deserto com a intenção de gravar um vídeo musical. Apesar da viagem começar normal, a paz do grupo rapidamente é quebrada por causa de sons inexplicáveis, vibrações e o comportamento estranho dos animais. Então, tudo muda uma noite… o que acaba levando o quarteto em uma jornada traumatizante de terror.

O elenco ainda conta com Angela Basolis, Leslie Ann BanfitchRobbie Banfitch Scott Schamell.

Tim Burton, Mel Brooks, Scorsese, del Toro e os grandes diretores que foram para as telinhas em séries de TV

Existe uma máxima que afirma que cada um dos três canais da dramaturgia é voltado para um determinado tipo de artista. Ou seja, o cinema é a mídia do diretor, a TV é a mídia dos roteiristas e o teatro é a plataforma dos atores. O último ainda pode se guiar por essa verdade, mas nos últimos tempos, presenciamos uma mudança em relação aos dois primeiros. O cinema cada vez mais se torna o canal dos produtores e os cineastas (que sempre preferiram trabalhar mais com seus escritores) se uniram aos roteiristas e migraram para a “nova televisão”.

Sim, a TV é hoje o refúgio para as mentes criativas, onde se pode ousar mais e deixar correr solta a imaginação. Muitos realizadores sempre tiveram dificuldade em cortar suas produções para que coubessem no formato de cinema (necessitando de filmes mais curtos para mais exibições ao longo do dia); mas com o advento das plataformas de streaming e o prestígio atual alcançado pelos seriados, não é preciso mais podar tanto as obras. Esse é o motivo pelo qual vemos cada vez mais grandes nomes de diretores de cinema trabalhando em séries e filmes para a TV. Nessa nova matéria iremos justamente lembrar com você alguns dos maiores cineastas que já trabalharam criando programas de TV recentes. Confira abaixo.

Tim Burton

O adorado cineasta gótico Tim Burton fez seu nome quando comandou o primeiro longa-metragem do Homem-Morcego para as telonas, com ‘Batman’ (1989). Com o sucesso, Burton logo se tornou um nome muito famoso, seguindo com produções como ‘Edward Mãos de Tesoura’ (1990) e ‘Ed Wood’ (1994). Os últimos filmes do diretor, no entanto, não lembravam mais o Burton raiz, graças a mandos e desmandos de produtores dos estúdios. Assim, o cineasta voltou-se para a TV a fim de recuperar seu prestígio e fazer as pazes com o sucesso. É claro que falamos de ‘Wandinha’, sensação da Netflix, que já tem sua segunda temporada confirmada. Burton produziu e dirigiu 4 dos 8 episódios.

Mel Brooks

Um dos diretores mais importantes para o gênero da comédia no cinema, Mel Brooks não realizava um filme desde que entregou ‘Drácula – Morto, mas Feliz’ em 1995. De fato, já nonagenário, imaginava-se que o cineasta permaneceria aposentado. Mais eis que recentemente surgiu o trailer de ‘A História do Mundo – Parte 2’, série da Hulu (Star+ no Brasil), que continuará  a antologia do diretor iniciada no clássico ‘A História do Mundo – Parte 1’ (1981), parodiando acontecimentos históricos muito conhecidos. A série, que estreia em março, traz Brooks nas capacidades de produtor e roteirista dos 8 episódios da primeira temporada, aos 96 anos de idade. E você, o que tem feito?

Guillermo del Toro

O vencedor do Oscar Guillermo del Toro lançou no final do ano passado sua primeira animação como diretor – ‘Pinóquio’ foi uma parceria com a Netflix no estilo stop-motion. Pegando o gancho, o diretor mexicano aproveitou também para dar uma de “Alfred Hitchcock do horror” e apresentar sua própria série de antologia assustadora, com ‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro’, cuja estreia ocorreu no fim de outubro de 2022. O cineasta criou a ideia, escreveu os episódios e produziu o seriado.

David Fincher

Podemos dizer que o diretor David Fincher, dos cultuados thrillers ‘Seven’ (1995) e ‘Clube da Luta’ (1999), foi um dos primeiros a ver potencial na Netflix e com a empresa formar uma parceria de sucesso – antes mesmo de Adam Sandler. Isso porque Fincher é o produtor da badalada ‘House of Cards’, primeira produção original da plataforma a se tornar um verdadeiro fenômeno de público com os fãs, tendo estreado ainda em 2013. O drama político, que é adaptação de um programa britânico, também contou com a direção de Fincher em alguns episódios. Depois disso, o cineasta ainda renovaria os votos com a Netflix em ‘Mindhunter’ (2017-2019), outra série querida que fala sobre o estudo de agentes do FBI em relação aos serial killers – que novamente contou com produção e direção de David Fincher.

M. Night Shyamalan

O diretor indiano é outro que tem mais de uma série para chamar de sua no currículo. M. Night Shyamalan estreou nos cinemas como poucos realizadores, logo de largada recebendo indicações no Oscar para melhor diretor e melhor filme – ‘O Sexto Sentido’ (1999), ainda hoje seu filme mais unânime. A primeira incursão de Shyamalan pelas telinhas ocorreria em 2015, época em que voltava às boas com o sucesso com ‘A Visita’. A série ‘Wayward Pines’ tentou ser a nova ‘Twin Peaks’ e trouxe o cineasta nas capacidades de produtor e diretor para o programa da Fox. Em 2019, Shyamalan retornaria para a TV ainda mais forte, com parceria agora com a AppleTV+ em um dos carros-chefes para impulsionar a recente plataforma junto aos fãs. Trata-se de ‘Servant’, que atualmente está no ar em sua 4ª temporada e fala sobre a estranha relação de um casal chorando a morte de seu filho e uma babá. O cineasta igualmente produz e dirige o programa.

Jordan Peele

Podemos dizer que o sucesso obtido por M. Night Shyamalan com ‘O Sexto Sentido’ foi experimentado por Jordan Peele com ‘Corra!’ (2017), igualmente um primeiro trabalho de um realizador que ganhou prestígio mundial e chegou até o Oscar. Peele se difere, no entanto, ao ter pego para si um filão, preenchendo uma lacuna que se encontrava aberta. Jordan Peele se tornou famoso e um dos precursores do chamado “terror social”, que mistura crítica, sátira e sustos em seu discurso. O cineasta parece estar em todos os lugares atualmente, apesar de ter dirigido apenas 3 longas até o momento. Nessa rápida trajetória de sucesso, Jordan Peele remodelou o clássico dos anos 1950, ‘Além da Imaginação’ (The Twilight Zone) para os novos tempos, e lançou um programa moderno e relevante em 2019, nas capacidades de criador, produtor e roteirista.

Woody Allen

Até meados da década passada, digamos, o diretor Woody Allen era sinônimo de cinema cult, e apelava diretamente aos cinéfilos “cabeça” com seus dramas e comédias. Os fãs de cinema mais velhos tinham imenso prazer em correr toda vez que saía um filme novo de Woody Allen nas telonas. De uns tempos para cá, no entanto, o octogenário cineasta se viu em meio a tantas polêmicas, acusações e controvérsias numa época sensível a certos temas na qual vivemos, que terminou se tornando persona non grata nas mesmas rodinhas de cinéfilos onde reinava. Hoje, a maioria evita falar de Woody Allen – e o realizador precisou dar um tempo em suas produções lançadas anualmente. Antes dessa má sorte se abater sobre ele, o diretor ainda conseguiria lançar ‘Crise em Seis Cenas’, sua primeira série de TV, fruto da parceria com a Amazon Prime Video, que estreou em 2016. Como de costume, Allen escreveu, dirigiu e protagonizou os seis episódios do programa.

Martin Scorsese

Terminamos a lista com o lendário Martin Scorsese. O diretor sempre preferiu o cinema, mas nos últimos anos se viu obrigado a aderir às plataformas de streaming a fim de conseguir financiamento para suas produções. Não que estes filmes não sejam igualmente exibidos nos cinemas (mesmo que de forma mais breve) antes de estrearam nos streamings, evitando assim a pressão de performar boas bilheterias. Scorsese já fez parceria com a Netflix (‘O Irlandês’) e esse ano estreia seu filme ‘Assassinos da Lua das Flores’ com a AppleTV+.

Antes de tudo isso, porém, Scorsese havia marcado também em séries de TV. A primeira foi uma produção da HBO (antes da era dos streamings), com o épico mafioso ‘Boardwalk Empire’ (2010-2014), que contou com produção e direção de Scorsese (em 1 episódio). Depois foi a vez de ‘Vinyl’ (2016), série sobre os bastidores da indústria fonográfica de Nova York na década de 70, com produção de Scorsese e Mick Jagger – também da HBO. O cineasta está por trás também da adaptação de seu longa ‘Gangues de Nova York’ (2002), na forma de uma série de TV, a qual irá dirigir, atualmente em fase de pré-produção.

Um dos melhores TERRORES do século faz 10 anos em 2023; Veja curiosidades!

Se há algo que James Wan sabe fazer, são filmes de terror. E uma de suas produções mais famosas é o aclamado, instigante e aterrorizante Invocação do Mal.

A produção, inspirada em uma história real, acompanha a família Perron, formada por um casal e cinco filhas, que se muda para a pequena cidade de Harrisville, nos Estados Unidos. Inexplicavelmente, estranhos acontecimentos começam a assustar as crianças, o pai e, principalmente, a mãe. Preocupada com algumas manchas que aparecem em seu corpo e com uma sequência de sustos que levou, ela decide procurar Ed e Lorraine Warren, famosos investigadores paranormais, para cuidar do caso – mas eles não aceitam o convite, acreditando ser somente mais um engano de pessoas apavoradas com canos que fazem barulhos durante a noite ou coisas do gênero.

Porém, quando eles aceitam fazer uma visita ao local, descobrem que algo muito poderoso e do mal reside ali. Agora, eles precisam descobrir o que é e o porquê daquilo tudo acontecendo com os membros daquela família. É quando o passado começa a revelar uma entidade demoníaca querendo continuar sua trajetória de maldades.

O longa-metragem é considerado como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos e ajudou a eternizar a carreira de Patrick Wilson e Vera Farmiga no cenário cinematográfico – visto que ambos reprisariam os papéis protagonistas mais algumas vezes. Além da aclamação crítica, a produção fez um estrondo de bilheteria, arrecadando quase US$320 milhões nas bilheterias mundiais e deixando vários fãs sem dormir à noite.

Em 2023, o primeiro capítulo da saga completa dez anos desde seu lançamento e, para celebrarmos seu aniversário, preparamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Oito gerações de famílias viveram e morreram na casa antes dos Perrons se mudarem. Andrea Perron sugeriu que alguns dos espíritos das famílias nunca partiram. As mortes incluíram dois suicídios documentados, um envenenamento, um estupro e assassinato de uma menina de 11 anos, dois afogamentos e quatro homens que morreram congelados.
  • Wilson e Farmiga viajaram para Connecticut para se encontrar com a verdadeira Lorraine Warren antes das filmagens.

  • Wan modelou a fotografia e a atmosfera do filme com base nos filmes de terror antigos dos anos 1970.
  • O estado de Rhode Island não exige que os vendedores de imóveis divulguem histórias documentadas de atividades criminosas de um local (muito menos supostas assombrações paranormais e sobrenaturais) a compradores em potencial. É por isso que os Perron não sabiam do que havia acontecido antes de adquirirem a propriedade.
  • Em um dia, Wan estava trabalhando no roteiro tarde da noite. Ele tinha acabado de adotar um novo cachorrinho, que começou a olhar para um lado vazio da sala e a rosnar agressivamente. Wan afirmou que a cabeça de seu cachorro seguiu algo por toda a sala, mas ele não viu nada.

  • Para se preparar para o papel de Carolyn Perron, Lili Taylor assistiu e fez pesquisas sobre o clássico ‘O Exorcista’.
  • Invocação do Mal marcou a terceira colaboração entre Wan e Wilson. A dupla já havia trabalhado junto em ‘Sobrenatural’ e ‘Sobrenatural: Capítulo 2’.
  • As mesmas três notas tocadas no piano deste filme também podem ser encontradas em um filme chamado ‘Essência da Maldade’, de 1973.

  • Joey King, que interpretou Christine, disse que contraiu uma doença no sangue durante as filmagens e, assim que terminaram o filme, a doença no sangue desapareceu. Segundo uma entrevista com Howard Stern em 2020, a doença era trombocitopenia imune e pode durar apenas algumas semanas antes de desaparecer por conta própria.
  • No final do filme, Lorraine desliga o telefone e diz a Ed que um padre quer discutir um caso em Long Island. Esse caso é o caso Amityville, que serviu de base para o filme ‘Terror em Amityville’, de 1979.

Supergirl surge poderosa em nova foto e vídeo de ‘The Flash’

The Flash chega aos cinemas nacionais em 15 de junho e ganhou uma nova imagem e vídeo que traz a Supergirl.

Confira:

O filme promete revolucionar o Universo DC com sua trama envolvendo o Multiverso.

O trailer do filme chamou bastante atenção do público, aumentando a ansiedade e as expectativas pela estreia.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, os quadrinistas Jeff Lanzing e Collin Kelly (Batman: One Bad Day – Clayface) disseram que já sabem diversos detalhes da trama.

Ao longo da conversa, Lanzing deixou claro que The Flash‘ vai explodir a mente do público”.

“Eu sei muito sobre esse filme, mas não posso falar sobre isso. Eu conheço segredos que nenhum de vocês conhece! Tenho que ser super tranquilo quando se trata disso. Mas tudo isso é pra dizer que estou empolgado. É uma história de explodir cabeças, certamente vai explodir a mente dos fãs.”

Questionado a dar uma nota de 1 a 10 em relação às reviravoltas e surpresas do filme, ele disse:

“Dez. Dez. Acho que se metade das coisas que ouvi é verdade, a nota é dez. É insano. Uma completa loucura. Mas o filme é incrível.”

Enquanto isso, confira a sinopse e o trailer da adaptação.

E não esqueça de seguir o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Além do protagonista Ezra Miller, o elenco também conta com Michael Keaton e Ben Affleck reprisando seus papéis como Batman, enquanto Sasha Calle vive a Supergirl, e Michael Shannon retorna como o vilão Zod.

‘O Senhor dos Anéis’ vai ganhar novos filmes! Relembre a icônica saga de fantasia de J.R.R. Tolkien

Ao longo da história da literatura, inúmeros épicos fantásticos se tornaram bastante populares – desde a epopeia de ‘Gilgamesh’, considerada a narrativa mais antiga da humanidade, até os clássicos gregos ‘Odisseia’ e ‘Ilíada’, contando as fabulosas e perigosas aventuras de Ulisses e Aquiles. Aos moldes de Homero, que assinou estas duas últimas obras supracitadas, tivemos também a ilustre presença de Luís Vaz de Camões com ‘Os Lusíadas’, considerada como uma das produções mais importantes de todos os tempos (e isso sem comentar os trabalhos de Mary Shelley e Edgar Allan Poe, que fizeram renascer o século XIX com um terror gótico que exalava traços da fantasia). E, dentre esses honráveis nomes, temos o grandioso nome de J.R.R. Tolkien.

Nascido em solo britânico, Tolkien não foi apenas um dos escritores mais notáveis do século XX, mas trabalhou como acadêmico, poeta e filólogo, concentrando todo o aprendizado de sua carreira em sua magnum opus, O Senhor dos Anéis. Enquanto muitos costumam virar as costas para a extensão do enredo criado por Tolkien e, principalmente, da adaptação que Peter Jackson levou aos cinemas, não há uma pessoa no mundo que não tenha ouvido falar do título dessa espetacular saga. Afinal, a jornada de Frodo Bolseiro e Samwise Gamgee serviu de inspiração para diversos autores que despontariam no cenário mainstream décadas mais tarde – incluindo George R.R. Martin, George Lucas, J.K. Rowling e Neil Gaiman.

É necessário comentar que O Senhor dos Anéis veio como sequência de ‘O Hobbit’, história arquitetada por Tolkien para seus filhos – o que, naturalmente, engloba uma visão mais pueril e destinada a um público mais jovem. Ao migrar para a lenda do Um Anel e acrescentar mais complexidade aos personagens, ampliando uma mitologia já invejável e rica, o teor da inocência passa a ganhar camadas e mais camadas densas de perceptividade social, como se a crença de que a realidade é algo tangível e manipulável fosse totalmente varrida para debaixo do tapete, e as sólidas barreiras do pré-conhecimento, derrubadas. É nessa essência que os três romances se baseiam, além de pegar inúmeros elementos emprestados do esquema d’A Jornada do Herói, de Joseph Campbell.

Para aqueles não familiarizados, os livros acompanham, a princípio, quatro hobbits, criaturas diminutas e alegres que têm uma aparência semelhante à dos anões, mas com algumas diferenças (como os pés peludos): os supracitados Frodo e Sam, além de Merry e Pippin. Depois de cruzarem caminho com um objeto poderoso conhecido como o Um Anel, eles são orientados pelo sábio mago Gandalf a levá-lo para longe do Condado, lugar onde mora, a fim de que se decida como destruí-lo antes que caia nas mãos erradas. Mas já sabemos que essa jornada não é tão simples como imaginamos e, eventualmente, Frodo e Sam unem forças para atravessar a Terra-Média, enfrentar o lorde das trevas Sauron e destruir o Anel.

Resumir uma narrativa tão imponente quanto essa em um parágrafo é quase criminoso – visto que inúmeros detalhes importantes para o desenrolar da trama se perdem. Entretanto, é um início sucinto do que qualquer fã de obras de fantasia poderia esperar, carregando de um classicismo que transforma O Senhor dos Anéisem uma joia atemporal que merece ser absorvida em sua completude geração após geração.

Cada personagem é dotado de um arquétipo que nutre das análises de Campbell, desde o herói até o mais momentâneo dos coadjuvantes. Frodo, portador do Um Anel, é construído aos moldes de Ulisses e se vê compelido a cruzar o limiar de sua zona de conforto para os múltiplos caminhos que o esperam lá fora; guiado e fortalecido pela presença de Sam, braço-direito e, de fato, quem mantém Frodo forte o suficiente para terminar sua missão, ele percebe que o Condado é apenas um pedaço minúsculo da vastidão multiétnica que se espalha pelos quatro cantos da Terra-Média (algo que só experimentara com a presença de Gandalf, o velho sábio). O escape cômico muitas vezes é destilado da química entre Merry e Pippin, cuja ingenuidade é explorada de tal maneira a criar dois arcos muito bem estruturados e emocionantes de ascensão e queda, de otimismo e apatia. E, como se não bastasse, temos o pináculo da coragem e da bondade canalizada para guerreiros como Aragorn, Legolas e Gimli, e a expressão máxima da maldade e da ambição desmedida com o supracitado Sauron e seus asseclas, Saruman e o Rei Bruxo de Angmar (citando alguns).

À medida que a saga foi ganhando popularidade, inúmeros críticos citaram a falta de protagonistas mulheres, dizendo que a história se beneficiava de uma construção à la “clubinho dos homens” e que a ambientação em si era desfalcada no tocante a verossimilhanças com o mundo real. Entretanto, é notável como Tolkien cria várias comunidades diferentes entre si, cada qual com sua peculiaridade – e, mencionando algumas das personagens femininas, temos Galadriel, uma das maiores e mais poderosas elfas da Terra-Média que inclusive ajuda Gandalf em momentos de desespero; Arwen, filha de Elrond e Celebrían, uma híbrida elfa-humana que auxilia Aragorn e os outros guerreiros na batalha; e Éowyn, uma brava combatente que põe fim ao reinado de caos do Rei Bruxo de Angmar na Batalha dos Campos de Pelennor.

Vários dos arquétipos analisados serviram de inspiração para outros personagens que ficariam eternizados na cultura pop. A dinâmica entre Frodo e Gandalf, por exemplo, foi traduzida para o relacionamento entre Luke Skywalker e Obi-Wan Kenobi em ‘Star Wars’ ou então entre Harry e Alvo Dumbledore em ‘Harry Potter’. A própria figura do sábio sofreu diversas alterações com o passar do tempo, encontrando uma forma menos maniqueísta e mais falha com o Sr. Wednesday em ‘Deuses Americanos’, ou numa base mais solene como vista com Moiraine Damodred em ‘A Roda do Tempo’. A figura do companheiro inseparável e insuperável se transmutou em Rony e Hermione, C-3PO e R2-D2 e, de uma forma mais óbvia, nos companions do Doutor na clássica série ‘Doctor Who’. A força feminina foi explorada ad nauseam nas décadas subsequentes, permitindo que Arya Stark, Daenerys Targaryen e Cersei Lannister remassem contra a maré tradicionalista do gênero em questão e roubassem os holofotes em ‘Game of Thrones’. E isso sem falar da inspiração que Tolkien exerceu para a criação do Alto Valiriano de Martin e para a ascensão de incontáveis línguas-fantasia na contemporaneidade.

Se Tolkien deixou uma vastidão de elementos a serem utilizados e reaproveitados, Jackson honraria com louvor a Terra-Média ao levar O Senhor dos Anéis para os cinemas em uma trilogia surpreendentemente irretocável e que também marcou época. Lançados entre 2001 e 2003, os longas-metragens se tornaram um sucesso financeiro e crítico, conquistando, ao todo, dezoito estatuetas do Oscar e denunciando o conservadorismo da Academia em não reconhecer a grandiosidade de produções fantástica. Afinal, em 94 anos de cerimônia, apenas ‘O Retorno do Rei’, último filme da franquia original, foi condecorado com o prêmio de Melhor Filme e, desde então, nenhum outro realizou o mesmo feito.

Entretanto, deve-se notar que a surpreendente vitória de ‘O Retorno do Rei’ (talvez não tão surpreendente assim) abriu portas para que a fantasia fosse tratada com mais carinho por especialistas, motivo pelo qual tivemos a presença do drama fantástico ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’ indicado à categoria mencionada acima e a vitória da fantasia romântica ‘A Forma da Água’ em 2017 (cujas controvérsias acerca do gênero a que ela pertence ainda são fruto de discussão). Mas, para além disso, o maior legado deixado pelas adaptações fílmicas foi a capacidade de Jackson em transformar o “inadaptável” em nada menos que três das maiores obras de todos os tempos.

Com perda de US$ 2 bilhões, CRISE financeira na Warner preocupa executivos sobre o futuro da DC

Agora que James Gunn e Peter Safran foram contratados como presidentes da DC Studios, a divisão está passando por uma reestruturação para trazer mais qualidades aos filmes, séries e animações baseados na editora de quadrinhos.

No entanto, nem tudo são flores. Desde que a Warner Bros. se fundiu com a Discovery, o atual CEO David Zaslav vem economizando cada centavo desde que assumiu o cargo, seja adiando filmes da empresa ou até mesmo cancelando alguns, como foi o caso de ‘Batgirl‘, da DC, que já estava com as filmagens prontas e foi cancelado mesmo assim, com a justificativa de que o longa era “horrível” e que traria prejuízo se fosse lançado.

Ontem (23), foi divulgado que a Warner Bros Discovery. teve um prejuízo líquido de US$ 2 BILHÕES no quarto trimestre fiscal de 2022 (via Variety), e isso acendeu o alerta vermelho para muitas pessoas. O tabloide We Got This Covered aponta que, devido as perdas de dinheiro, os executivos da empresa estão preocupados que o planejamento de 10 anos feito por James Gunn e Peter Safran possa não ser executado integralmente com a visão pensada pelos co-CEOs.

Isso já se reflete no próximo filme do universo, ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘, que mesmo não sendo parte do planejamento estabelecido, está sendo criticado pelos fãs por não estar tendo um bom marketing por parte da Warner, resultando em projeções de bilheterias catastróficas, com uma abertura prevista de US$ 35 milhões a US$ 40 milhões.

O site ainda afirma que é possível que o orçamento dos filmes seja menor do que o preciso, o que descontentaria muitas pessoas e até mesmo os produtores envolvidos, já que um filme com personagens grandiosos como Batman e Superman não poderiam ser limitados devido ao orçamento.

Tudo vai depender do desempenho dos próximos filmes da DC para este ano, além de ‘Shazam!‘, teremos ‘The Flash‘ e ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, que precisam ter uma bilheteria média acima de US$ 700 milhões para gerarem lucro à empresa.

Vale lembrar que Gunn e Safran, anunciaram dez projetos para o futuro do DCU, divididos entre cinema e TV.

Intitulado ‘Gods and Monsters’ (Deuses e Monstros), o cronograma inclui cinco filmes (‘Superman – O Legado’, ‘The Authority’, ‘The Brave and the Bold’, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’ e ‘Monstro do Pântano’) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos’, ‘Waller’, ‘Booster Gold’, ‘Lanterns’ e ‘Paradise Lost’).

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

SAG Awards 2023 | Saiba ONDE e QUE HORAS assistir à premiação!

Hoje, 26 de fevereiro, serão revelados os vencedores da 29ª edição do Screen Actors Guild Awards, um dos principais termômetros para o Oscar e uma das premiações mais cobiçadas do ano.

A transmissão do evento será realizada pelo canal do YouTube da Netflix, a partir da 22h (horário de Brasília).

Vale lembrar que a plataforma de streaming adquiriu os direitos de exibição da cerimônia e, partir de 2024, irá transmitir o evento.

Relembre os indicados:

FILME

MELHOR ELENCO
Babilônia
Os Banshees de Inisherin
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans
Entre Mulheres

MELHOR ATOR
Austin Butler, Elvis
Colin Farrell, Os Banshees de Inisherin
Brendan Fraser, A Baleia
Bill Nighy, Living
Adam Sandler, Arremessando Alto

MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, TÁR
Viola Davis, A Mulher Rei
Ana de Armas, Blonde
Danielle Deadwyler, Till
Michelle Yeoh, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Paul Dano, Os Fabelmans
Brendan Gleeson, Os Banshees de Inisherin
Barry Keoghan, Os Banshees de Inisherin
Ke Huy Quan, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Eddie Redmayne, O Enfermeiro da Noite

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Angela Bassett, Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Hong Chau, A Baleia
Kerry Condon, Os Banshees de Inisherin
Jamie Lee Curtis, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Stephanie Hsu, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS
Avatar: O Caminho da Água
Batman
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Top Gun: Maverick
A Mulher Rei

SÉRIES

MELHOR ELENCO – DRAMA
Better Call Saul
The Crown
Ozark
Severance
The White Lotus

MELHOR ATOR – DRAMA
Jonathan Banks, Better Call Saul
Jason Bateman, Ozark
Jeff Bridges, The Old Man
Bob Odenkirk, Better Call Saul
Adam Scott, Severance

MELHOR ATRIZ – DRAMA
Jennifer Coolidge, The White Lotus
Elizabeth Debicki, The Crown
Julia Garner, Ozark
Laura Linney, Ozark
Zendaya, Euphoria

MELHOR ELENCO – COMÉDIA
Abbott Elementary
Barry
O Urso
Hacks
Only Murders in the Building

MELHOR ATOR – COMÉDIA
Anthony Carrigan, Barry
Bill Hader, Barry
Steve Martin, Only Murders in the Building
Martin Short, Only Murders in the Building
Jeremy Allen White, O Urso

MELHOR ATRIZ – COMÉDIA
Christina Applegate, Disque Amiga para Matar
Rachel Brosnahan, A Maravilhosa Sra. Maisel
Quinta Brunson, Abbott Elementary
Jenna Ortega, Wednesday
Jean Smart, Hacks

MELHOR ATOR – SÉRIE LIMITADA/FILME PARA TV
Steve Carrell, O Paciente
Taron Egerton, Black Bird
Sam Elliott, 1883
Paul Walter Hauser, Balck Bird
Evan Peters, Dahmer

MELHOR ATRIZ – SÉRIE LIMITADA/FILME PARA TV
Emily Blunt, The English
Jessica Chastain, George & Tammy
Julia Garner, Inventando Anna
Niecy Nash, Dahmer
Amanda Seyfried, The Dropout

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS
Andor
The Boys
A Casa do Dragão
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder
Stranger Things

‘The Flash’: Barry e Iris se preparam para uma nova vida na sinopse oficial do episódio 09×06; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “The Good, The Bad and the Lucky”, sexto episódio da 9ª e última temporada de The Flash.

Na trama, “enquanto Barry e Iris se preparam para sua nova vida, a sorte muda para as pessoas em Central City. Cecile assume um caso com a ajuda de Allegra envolvendo uma série de eventos infelizes – e altamente inesperados. Enquanto isso, Chester e a equipe trabalham com Khione para descobrir suas habilidades”.

O capítulo vai ao ar no dia 15 de março.

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Bad Boys para Sempre’: Filme de ação já esta disponível na Netflix!

A sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘ fez um grande sucesso quando lançada em 2020 e, agora, os fãs da franquia de ação já podem reassistir ao filme na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 25 de fevereiro na plataforma de streaming.

Na trama, “os policiais Mike Lowery e Marcus Burnett se juntam à recém-criada equipe de elite do departamento de polícia de Miami para derrubar o líder de um cartel de drogas da cidade”.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah.

Will Smith e Martin Lawrence estrelam. Paola Núñez, Vanessa Hudgens, Jacob Scipio, Alexander Ludwig, Charles Melton, Kate del Castillo, Nicky Jam e Joe Pantoliano completam o elenco.

‘Adoráveis Mulheres’: Aclamada adaptação com Saoirse Ronan estreia na Netflix!

O aclamado drama de época Adoráveis Mulheres, dirigido por Greta Gerwig, se tornou um dos grandes filmes de 2019 e, agora, chegou ao catálogo da Netflix.

A produção foi lançada no último dia 25 de fevereiro na plataforma de streaming.

A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.

Relembre o trailer:

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.

O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée ChalametLaura DernBob OdenkirkChris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.

‘Superman & Lois’ estão de volta nas novas cenas oficiais da 3ª temporada; Confira!

A CW divulgou um novo vídeo promocional compilando suas próximas estreias e aproveitou para revelar cenas inéditas da 3ª temporada de Superman & Lois.

Lembrando que o próximo ciclo estreia no dia 14 de março.

Confira, junto ao trailer completo:

Anteriormente, a emissora havia divulgado as imagens promocionais do novo ciclo.

Uma delas mostra Clark (Tyler Hoechlin) e Lois (Elizabeth Tulloch) em um momento descontraído, enquanto a outra destaca os filhos do casal, Jordan (Alex Garfin) e Jonathan (Michael Bishop) Kent.

Vale lembrar que Bishop assume o papel no lugar de Jordan Elsass, que deixou o elenco da produção em agosto para “cuidar de sua saúde mental”.

Confira as imagens:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Gotham Knights’: Série da CW ganha novos clipes OFICIAIS; Confira!

A CW divulgou um novo vídeo promocional compilando suas próximas estreias e aproveitou para revelar cenas inéditas da 1ª temporada de Gotham Knights.

Lembrando que o ciclo de estreia será lançado em 14 de março.

Confira:

Recentemente, Ethan EmbrySunny Mabrey, que são casados na vida real, foram escalados como Arthur e Crystal Brown, pais de Stephanie Brown.

Confira as descrições dos personagens:

ARTHUR BROWN (Ethan Embry) – o meticuloso e excêntrico apresentador de um game show, Arthur é sempre a pessoa mais inteligente da sala – e ele sabe disso. Por fora, ele é charmoso e engomado, com altas expectativas para a filha, a única pessoa que consegue se equiparar ao seu intelecto. Mas um lado sombrio se esconde debaixo da superfície, e Arthur age com muita cautela para manter a vida pessoal de sua família de se tornar um escândalo público, por mais que isso o faça quebrar algumas quebras.

CRYSTAL BROWN (Sunny Mabrey) – elegante e atraente, como a esposa de uma celebridade local, Crystal exala um carisma natural. Entretanto, para os mais próximos a ela, Crystal é adorável como um raio de luz em um momento e brutalmente fria em outro, porque ela luta contra um vício secreto que poderia acabar com a vida de todos em sua família.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca Marchm e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

Última temporada de ‘Riverdale’ ganha primeiras cenas oficiais; Confira!

A CW divulgou um novo vídeo promocional compilando suas próximas estreias e aproveitou para revelar as primeiras cenas oficiais da 7ª e última temporada de Riverdale.

Lembrando que o ciclo de encerramento estreia no dia 29 de março.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

‘True Lies’: Série inspirada no filme de James Cameron ganha mais um teaser INÉDITO; Confira!

CBS divulgou mais um teaser oficial de ‘True Lies‘, série baseada no clássico longa-metragem de James Cameron.

A primeira temporada, que conta com 13 episódios, chegou aos Estados Unidos no último dia 23 de fevereiro. No Brasil, segue sem data de estreia confirmada.

Confira:

O roteiro do primeiro episódio foi escrito por Matt Nix (‘Burn Notice’).

Chocada ao descobrir que seu marido, um insípido e comum consultor de tecnologia, é na verdade um habilidoso espião internacional, uma dona de casa suburbana insatisfeita é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo – enquanto tentam revitalizar seu casamento sem paixão.

O elenco conta com Steve Howey, Ginger Gonzaga, Omar Miller, Erica Hernandez, Mike O’Gorman, Annabella Didion e Lucas Jaye.

‘Capitão América 4’: Anthony Mackie responde se Steve Rogers está mesmo morto

Capitão América: Nova Ordem Mundial’ já está em desenvolvimento na Marvel Studios e trará o personagem de Anthony Mackie, Sam Wilson, como o novo portador do escudo.

Em entrevista para o programa do Jimmy Kimmel, o astro foi perguntado se há alguma chance de Steve Rogers, o primeiro Capitão América, aparecer no filme ou em algum outro do MCU.

Ele reitera que gostaria que aparecesse sim, visto que não há confirmação alguma que o personagem morreu desde que apareceu envelhecido em ‘Vingadores: Ultimato‘.

“Eu não o vi morrer!”, disse Mackie. “Eu não sei, eu vi Chris [Evans] há duas semanas, e ele parecia muito bem.” 

Ele também repreendeu de brincadeira o apresentador Jimmy Kimmel por presumir que Rogers estava morto, o que ele rotulou de “discriminação de idade”.

O ator comenta que ficou levemente chateado ao saber que seu colega Sebastian Stan, o qual protagonizaram a série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ juntos, vai estrelar um filme da Marvel sem ele.

“Estou muito chateado porque eles colocaram Sebastian [Stan] em um filme [Thunderbolts] com Wyatt [Russell] e me deixaram de fora. Eu deveria ter Chris [Evans] em meu filme então”, disse Mackie.

Anthony Mackie estrelará como o novo Capitão América. O elenco ainda contará com Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl Lumbly e Shira Haas.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2024.

Vale lembrar que todos os episódios de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ continuam disponíveis na Disney+.

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‘O Urso do Pó Branco’ vai ganhar mockbuster BIZARRO com jacaré drogado; Confira!

O suspense cômico ‘O Urso do Pó Branco‘, que narra a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína, vai ganhar o seu próprio mockbuster.

A produtora The Asylum, responsável pela franquia ‘Sharknado‘, anunciou o lançamento do terror ‘Attack of the Meth Gator‘, que vai focar em um jacaré assassino viciado em metanfetamina (!).

Ainda sem data de lançamento, a produção deve estrear em meados de 2023.

Confira o cartaz:

Vale lembrar que ‘O Urso do Pó Branco‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 09 de março.

O roteiro é escrito por Jimmy Warden.

Ray Liotta, Keri Russell, Alden Ehrenreich, O’Shea Jackson e Jesse Tyler Ferguson estrelam. Margo Martindale (‘Mrs. America’), Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’), Christian Convery (‘Sweet Tooth’), Brooklynn Prince (‘Home Before Dark’), Kahyun Kim (‘American Gods’) e o comediante Scott Seiss fazem parte do elenco.

O urso em questão foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.

Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.

O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.

A história do filme mostrará o urso preto de 80 quilos que foi encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta pelo traficante.

Phil Lord e Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) entram como produtores do longa.

10 ÓTIMOS filmes água com açúcar

Quando pensamos sobre filmes que possuem uma nítida melancolia, alguns até ingênuos, logo pensamos naquela expressão água com açúcar. Muitas vezes, em meio ao caos do cotidiano que se forma ao nosso redor, precisamos relaxar assistindo projetos que de alguma forma causem essa sensação de tranquilidade e que no final já sabemos que tudo vai dar certo! Pensando sobre isso, segue abaixo 10 filmes água com açúcar:

 

Tal Pai, Tal Filha

Na trama conhecemos Rachel (Kristen Bell), uma jovem, workaholic, que vem crescendo rapidamente na empresa onde trabalha. Sua vida é 90% trabalho e isso acaba por terminar seu noivado no dia da cerimônia de casamento, evento que seu pai Harry (Kelsey Grammer) apareceu de surpresa. Sem entender direito a sucessão de fatos que acontecem nesse dia direito, Rachel, resolve à noite, sair, para uma bebedeira com Garry, que não vê a mais de duas décadas e acabam acordando em um cruzeiro onde seria sua lua de mel. Assim, ao longo de curtos dias, os dois precisarão enfrentar os dramas do passado e tentar construir uma ponte para um entendimento melhor para o futuro.

 

Sem Filhos

A busca pelos sonhos e seus caminhos diferentes para cada indivíduo. Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta mexicano Roberto Fiesco nos mostra sua adaptação a uma comédia homônima espanhola de 2015. Mesmo na água com açúcar, esbarrando em muitos clichês, provoca um pequeno mas válido debate sobre o querer ou não ser pai ou mãe dentro de uma sociedade que muitas vezes impõe seu modo de pensar dentro do senso comum. Há conflitos internos e psicológicos dos personagens como se fossem um escudo para enfrentar as questões da vida até ali. Disponível na Netflix.

 

O Bom Sam

Na trama, conhecemos a corajosa e persistente repórter Kate (Tiya Sircar), que busca a todo dia a melhor matéria para subir na sua concorrida carreira. Filha de um senador norte americano, não desiste da luta em sair dos holofotes com matérias sobre tragédias que beiram ao sensacionalismo. Sua grande chance chega de maneira inusitada, quando fontes da emissora onde trabalha descobre um caso inicial de uma pessoa que recebeu 100 mil dólares e ninguém sabe o paradeiro de quem deu essa bolada de maneira gratuita. Assim, reunindo toda sua experiência e seu faro para notícia, Kate embarca em uma jornada de descobertas que vai além de uma matéria para a televisão.

 

Diga-me Quando

Na trama, conhecemos Will (Jesús Zavala), um jovem economista de formação, sem amigos, que nunca se diverte, workholic, pentelhado pelo seu chefe inclusive aos sábados, que mora em Los Angeles próximo a seus avós de origem mexicana. Quando seu avô morre no mesmo deserto que atravessou anos atrás quando chegou aos Estados Unidos, o tempo passa e Will encontra uma pequena caderneta que o avô deixou dizendo todas as coisas que ele precisa fazer no México (redescobrir suas origens, cantar com mariachis, ficar bêbado com mezcal, ir até a praça da constituição, ao palácio belas artes…encontrar um amor, fazer amigos…)  para ser uma pessoa mais feliz. Assim, parte em busca desse país multicultural e lá acaba conhecendo pessoas que mudarão sua maneira de ver o mundo, principalmente a atriz de teatro Dani (Ximena Romo), por quem se apaixona loucamente.

 

45 do Segundo Tempo

Na trama, conhecemos Pedro (Tony Ramos), um homem que chegou ao limite de suas emoções e do seu pessimismo em relação ao mundo. Aos poucos foi perdendo o prazer de viver, cheio de dívidas, sem conseguir um novo empréstimo no banco está prestes a perder o estabelecimento da família, a Cantina Baresi, um restaurante italiano que está aberto faz mais de 50 anos, fundado pelo seu avô que veio da Itália sozinho e montou o negócio com todo seu esforço. Certo dia, acaba reencontrando dois grandes amigos, Ivan (Cássio Gabus Mendes) e Mariano (Ary França), para uma reportagem baseada em uma foto que ele e seus amigos tiraram no metrô na inauguração do mesmo, em 1974 (cerca de 40 anos atrás). O primeiro é um bem sucedido advogado, o segundo virou padre. Os três vão tentar reacender a chama dessa amizade entre longas conversas sobre suas visões e pensamentos sobre o mundo que vivem, a partir do desejo de morrer em breve de um deles.

 

Canção para Marion

Na trama, o ranzinza Arthur (Terrence Stamp) vive com sua mulher Marion (Vanessa Redgrave) em uma casa simples num bairro afastado do grande centro. Marion possui uma doença terminal e a única alegria que possui em seus melancólicos dias é cantar e se reunir com o coral da cidade, repleto de outros carismáticos velhinhos. Arthur, a acompanha em todos os ensaios mas faz questão de ser antipático com todos. Quando Marion falece, Arthur começa a tentar se reconstruir com a ajuda de todos que conhecem sua dolorosa história.

 

A Intrometida

Na trama, conhecemos a carinhosa Marnie Minervini (Susan Sarandon), uma mulher já na metade final de sua vida que recentemente perdeu seu companheiro de toda uma vida. Completamente sem rumo, resolve se mudar para mais próximo de sua filha Lori (Rose Byrne), em Los Angeles, na Califórnia. Expondo sua solidão de diversas e muitas vezes engraçadas maneiras, Marnie acaba invadindo a privacidade de sua filha a todo instante (fruto de uma carência do momento) e após um chega pra lá de Lori, Marnie embarca em uma jornada de descobertas onde irá conhecer pessoas que mudarão para sempre esse momento instável que vive.

 

14 Dias, 12 Noites

Na trama, conhecemos Isabelle (Anne Dorval) uma mulher que sofre com os abalos de uma tragédia. Em paralelas passagens de tempo, acompanhamos essa oceanógrafa canadense que adota uma criança no Vietnã no início dos anos 90. Só que tempos depois descobrimos que algo acontece com a criança, fazendo ela retornar a cidadã natal dela. Nessa ida até o Vietnã, algo para superar o luto, acaba encontrando a mãe biológica da criança, a guia turística Thuy (Leanna Chea). Logo de cara não se identifica e acaba criando uma amizade com ela, assim, precisará encontrar o melhor momento para contar a verdade.

 

Lulli

Na trama, acompanhamos a esforçada estudante de medicina Lulli (Larissa Manoela), uma jovem de classe média baixa que sempre teve o objetivo em ser médica. Na fase final desse sonho, já na residência, busca encontrar um equilíbrio entre sua carreira e o seu relacionamento com Diego (Vinícius Redd). Durante um exame em um paciente em estado muito debilitado, Lulli acaba levando um grande choque o que faz com que ela ganhe o poder de ler a mente das pessoas. Assim, acaba entrando em uma espiral de redescoberta sobre o poder da comunicação em relação ao que sente sobre os que a cercam.

 

Jogada de Amor

Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.