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Steven Spielberg indica querer dirigir novo filme de TERROR

Em seu discurso ao aceitar o Urso de Ouro honorário no Festival Internacional de Cinema de Berlim, o aclamado diretor Steven Spielberg revelou seu desejo em retornar às suas origens.

O cineasta, que começou sua carreira dirigindo filmes de terror como ‘Encurralado‘ (1971), ‘A Força do Mal‘ (1972) e o clássico ‘Tubarão‘ (1975), indicou que quer dirigir um novo filme do gênero.

“Eu me sinto alarmado ao ouvir que já vivi uma vida inteira porque eu ainda tenho muitas coisas para fazer. Eu quero continuar trabalhando. Eu quero continuar aprendendo, descobrindo e assustando a mim mesmo e, algumas vezes, o público.”

Ele completa, “Eu quero voltar para aqueles anos iniciais [da minha carreira] quando dirigi alguns filmes de terror, mas essa é uma história para outro dia. Enquanto isso me fizer feliz e enquanto o público puder se divertir e encontrar outros valores humanos em seus filmes, eu estarei relutante em parar com tudo.”

Recentemente, Spielberg ganhou o prêmio de Melhor Direção no Globo de Ouro 2023 pela autocinebiografia ‘Os Fabelmans‘. Além disso, o longa foi indicado a 7 Oscars, incluindo Melhor Direção e Melhor Roteiro Original e Melhor Filme.

Confira o trailer:

Ótimos trabalhos dos ASTROS de ‘Onion Glass’ no cinema e nas séries

A queda das bolhas de proteções quando os pingos do fracasso começam a aparecer. Glass Onion: A Knives Out Mystery (assim mesmo é o nome oficial do filme, com esse subtítulo completamente desnecessário), escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Rian Johnson, envolve o espectador do início ao fim com um roteiro empolgante, até mesmo surpreendente, que abre brechas convidativas para uma série de hipóteses usando a troca de perspectiva como uma ferramenta importante, muito bem detalhada e com o foco da análise humana em cima da relação interpessoal que se sobrepõem em relação as ações morais.

A antologia criada por Johnson (que provavelmente deve ganhar um terceiro filme nos próximos anos), e que começou com o sucesso de Entre Facas e Segredos no ano de 2019, tem em comum apenas uma peça no tabuleiro dos seus mistérios: o excelente personagem protagonizado por Daniel Craig, Benoit Blanc.

Para vocês conhecerem um pouco mais dos artistas envolvidos nessa ótima produção, segue abaixo Ótimos trabalhos dos ASTROS de ‘Onion Glass’ no cinema e nas séries:

 

Daniel Craig (Benoit Blanc)

Filho de uma professora de arte e um dono de bar, o experiente ator britânico Daniel Craig participou da National Youth Theatre e se formou na Guildhall School of Music and Drama em Londres. Ele ficou mundialmente conhecido no papel de 007 em alguns filmes recentes da franquia. Logan Lucky, Nem tudo é o que Parece, Millennium: Os Homens Que Odeiam as Mulheres são alguns outros elogiados trabalhos do artista.

 

Edward Norton (Miles Bron)

Nascido em Boston há 53 primaveras atrás, o ator norte-americano Edward Norton é um rosto bastante conhecido dos cinéfilos e já fora indicado três vezes ao Oscar. Formado em História na prestigiada Universidade de Yale, acabou optando pela carreira nas artes. Clube da Luta, A Outra História Americana, As Duas Faces de um Crime, são alguns dos fabulosos trabalhos desse genial artista.

 

Kate Hudson (Birdie Jay)

A californiana de 43 anos, Kate Hudson, filha de uma atriz muito famosa e um músico, tem algumas comédias bem famosas do público brasileiro no currículo. Como perder um Homem em 10 Dias, Noivas em Guerra, Alex e Emma além do excelente Quase Famosos (filme pelo qual concorreu ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante) são alguns dos mais conhecidos filmes que já participou.

 

Dave Bautista (Duke Cody)

Mundialmente conhecido nas telonas pelo seu papel de Drax na franquia de sucesso Os Guardiões da Galáxia, Dave Bautista antes de ir para os cinemas, foi um vitorioso lutador de MMA e de WWE. Ele ainda não tem muitos filmes currículos mas apareceu em ótimos trabalhos como: Blade Runner 2049, 007 Contra Spectre e Duna. Ele está no elenco do aguardado filme de M. Night Shyamalan, Batem à Porta.

 

Janelle Monáe (Andi Brand)

Filha de uma zeladora e um motorista de caminhão, a atriz e compositora Janelle Monáe nasceu em Kansas City. Ela mudou-se para Nova York para estudar teatro musical na American Musical and Dramatic Academy. Ela tem no currículo ótimos filmes, como: Moonlight, Estrelas Além do Tempo e Harriet.

 

Kathryn Hahn (Claire Debella)

Conhecida por seu papel de Agatha Harkness na minissérie Wandavision, essa talentosa atriz se formou em teatro na faculdade Northwestern e depois fez mestrado em Yale. Começou a carreira na televisão, no seriado Crossing Jordan. Duas vezes indicada ao Emmy, Kathryn já participou de mais de 70 produções. Entre os destaques o ótimo filme, disponível na prime vídeo, As Delícias da Tarde.

 

Leslie Odom Jr. (Lionel Toussaint)

Um dos destaques do aclamado musical da Broadway Hamilton, o ator nova iorquino de 41 anos, Leslie Odom Jr. vem aparecendo cada vez mais no universo do cinema. Seu grande destaque, inclusive indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, foi no filme Uma Noite em Miami.

 

Jessica Henwick (Peg)

Atriz britânica de 30 anos, que foi a personagem Nymeria Sand no seriado Game of Thrones, já esteve em filmes de grande sucesso como Matrix Resurrections e Star Wars: O Despertar da Força.

 

Madelyn Cline (Whiskey)

Filha de uma agente imobiliária e de um engenheiro, Madelyn nasceu em Goose Creek, na Carolina do Sul. Começou pelos comerciais de televisão, e depois fez pequenas aparições em seriados como: The Originals e Stranger Things. Mais recentemente entrou no elenco de Outer Banks onde é uma das protagonistas. Nos cinemas participou do ótimo filme: Era uma Vez em Staten Island.

Sur l’Adamant – Único Documentário na Competição leva o Urso de Ouro [Berlim 2023]

Contrariando as apostas do CinePOP, Kristen Stewart, a presidente do júri da 73ª Berlinale – Festival de Berlim, anunciou na noite de sábado, dia 25 de fevereiro, o documentário francês Sur l’Adamant como o ganhador do Urso de Ouro, prêmio máximo do festival. 

Sur l’Adamant, de Nicolas Philibert

Dirigido pelo cineasta Nicolas Philibert, de 72 anos, Sur l’Adamant era o único documentário entre os 19 títulos da competição. Em poucas palavras, a obra retrata o cotidiano de um centro de acolhimento para adultos com distúrbios psiquiátricos, localizado em um barco ancorado às margens do Rio Sena, em Paris. 

De acordo com o crítico Jordan Mintzer, do Hollywood Reporter, “o que vemos em cena não é apenas uma descrição do tratamento psiquiátrico administrado com muito calor humano e entusiasmo, mas um retrato de vários indivíduos que, apesar de suas deficiências perceptíveis, são capazes de produzir obras de arte originais e comoventes.” Por certo, este é o motivo do júri tê-lo escolhido como o mais impactante filme na Mostra Competitiva. 

Os Ursos de Prata

Durante a cerimônia, o júri também premiou outras categorias e concedeu menção honrosa a duas outras produções, consideradas como o segundo e o terceiro lugar. O Grande Prêmio do Júri (Silver Bear Grand Jury Prize), o segundo mais importante, foi entregue à tragicomédia Afire (em tradução livre Em Chamas), do alemão Christian Petzold. Seguido pelo Prêmio do Júri (Silver Bear Jury Prize) ao português Mal Viver, de João Canijo

Afire, de Christian Petzold.

Já no quesito prêmios individuais, o veterano cineasta francês Philippe Garrel ganhou o Urso de Prata de Melhor Direção por Le Grand Chariot (em tradução livre, A Grande Carruagem). De um outro lado, a estreante no cinema, Sofia Otero, de 8 anos, levou o prêmio de Melhor Performance Protagonista por 20.000 Especies de Abejas. No filme, ela interpreta um menino de 8 anos que não se reconhece no seu corpo biológico e deseja ser tratado como uma menina.

Sofia Otero, de 20.000 Especies de Abejas

Sem distinção de gênero na premiação de artistas, o Urso de Prata de Melhor Performance Coadjuvante foi concedido à atriz austríaca transexual Thea Ehre pelo alemão Till the End of the Night (em tradução livre, Até o Fim da Noite). 

Veja a lista completa prêmios da Mostra Competitiva: 

  • Urso de Ouro: Sur l’Adamant, de Nicholas Philibert
  • Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri: Afire, de Christian Petzold
  • Urso de Prata do Prêmio do Júri: Mal Viver, de João Canijo
  • Urso de Prata de Melhor Direção: Philippe Garrel por Le Grand Chariot 
  • Urso de Prata de Melhor Interpretação Protagonista: Sofía Otero por 20.000 Especies de Abejas
  • Urso de Prata de Melhor Interpretação Coadjuvante: Thea Ehre por Till the End of the Night
  • Urso de Prata de Melhor Roteiro: Angela Schanelec por Music 
  • Urso de Prata por Contribuição Artística Excepcional: Hélène Louvart pela cinematografia em Disco Boy.

Vale lembrar que o Festival Internacional de Cinema de Berlim possui diversas mostras paralelas e cada uma delas tem sua premiação separadamente. Por exemplo, o curta brasileiro Infantaria, de Laís Santos Araújo, ganhou o Prêmio Especial do Júri na mostra Generation 14+, no dia 24 de fevereiro. 

Atriz de ‘The Righteous Gemstones’ terá papel de DESTAQUE no reboot de ‘O Exorcista’

De acordo com o Variety, Jennifer Nettles (‘The Righteous Gemstones’) entrou para o elenco do reboot de ”, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Apesar do seu papel não ter sido divulgado, o site afirma que a atriz será uma das protagonistas da nova versão.

Leslie Odom Jr. estrelará o reboot ao lado de Ellen Burstyn, que reprisará o seu papel como Chris MacNeil, do filme original de 1973.

Na trama…

Odom Jr. interpretará o pai de uma criança possuída. Desesperado, ele busca a ajuda da Chris MacNeil, que já lidou com a mesma situação perturbadora no passado.

O elenco ainda contará com Ann DowdLidya JewettRaphael SbargeOlivia Marcum.

O reboot, que será o primeiro filme de uma nova trilogia, está programado para estrear no dia 13 de outubro.

David Gordon Green será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Scott Teems.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Roteirista sugere participação de personagem INUSITADO em ‘Vingadores: A Dinastia Kang’

O roteirista Jeff Loveness, do vindouro ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ e também de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, concedeu uma entrevista para o Comic Book onde detalhou mais do processo de escrita de seu filme mais recente, bem como pincelou alguns detalhes para o próximo filme dos Vingadores.

Perguntado qual era sua empolgação para escrever o próximo filme dos Vingadores e qual personagem está mais ansioso para trabalhar no longa, o roteirista declarou:

“Namor, cara. Estou animado para escrever cenas do Namor.”

Namor é interpretado por Tenoch Huerta e foi introduzido no filme ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘. Ele é líder da nação subaquática Talokan e foi o principal oponente de Shuri, a nova Pantera Negra, interpretada por Letitia Wright, que também deve voltar em ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘.

O mais recente filme da Marvel Studios, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ registrou a maior estreia global da franquia, com US$ 225.3 milhões arrecadados mundialmente.

Nos EUA, foram arrecadados US$ 104 milhões – quase o dobro da estreia do longa original (US$ 57.2M), em 2015. No mercado internacional, foram US$ 121.3 milhões.

Domesticamente, essa é a terceira melhor estreia para o feriado do Dia do Presente da história do cinema, atrás de ‘Pantera Negra‘ (US$ 202 milhões) e ‘Deadpool‘ (US$132 milhões). No entanto, a arrecadação internacional ficou abaixo das projeções. De acordo com o Deadline, o filme teve uma performance fraca em países asiáticos como a China e a Coreia, onde elementos de ficção científica não são muito populares.

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O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Indiana Jones 5’: John Williams gravou 90 minutos de trilha sonora para o filme

O lendário compositor John Williams voltou para gravar a trilha sonora do novo filme ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘. Ele já havia gravado a dos quatro últimos filmes da franquia, dirigidos por Steven Spielberg.

Em entrevista para a Variety, o compositor revelou que gravou cerca de uma hora e meia de trilha sonora para o novo filme.

“Certamente deve ser uma hora e meia de música, talvez mais”, estima Williams. “Mas estou muito feliz com isso. Tem muito material novo. O material antigo funciona muito bem também, mas me diverti muito e tenho um tema que escrevi para Phoebe Waller-Bridge, essa atriz maravilhosa.”

A atriz interpreta Helena Shaw, afilhada de Indiana Jones, interpretado novamente por Harrison Ford.

Assista ao trailer:

É o primeiro filme da franquia sem a direção de Steven Spielberg, já que a função é ocupada por James Mangold (‘Logan’).

Durante uma entrevista para o DeadlineSpielberg tocou no assunto e esclareceu que não fiou totalmente de fora da sequência.

Ao elogiar o trabalho de Mangold, o cineasta deixou claro que foi “perifericamente consultado sobre a trama”, mas reforçou que:

James é quem tomou as decisões mais importantes sobre o rumo da história.”

Infelizmente, Spielberg não deu mais detalhes e nem revelou nada sobre a trama.

A nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz Harrison Ford de volta ao papel titular, bem como Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

‘Outlander’: Gravações da 7ª temporada foram concluídas

As gravações da sétima temporada da aclamada série ‘Outlander‘ foram conclúidas. O anúncio foi feito pelo ator Sam Heughan através de um post em seu Instagram, que também animou os fãs para a oitava temporada, que será a última da série.

Confira:

“220 dias de filmagem, um ano inteiro de Outlander. OBRIGADO à nossa equipe incrível que trabalhou tanto e aos nossos fãs brilhantes… mal podemos esperar para você ver a temporada 8.”

Vale lembrar que um spin-off, que servirá de pré-sequência da série original, foi confirmado e está em produção.

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Você gosta de SUSPENSE fora da caixinha? HBO Max lança filme com Andrew Garfield e diretor de ‘Corrente do Mal’

O que quase sempre acontece quando um cineasta novato emplaca com uma produção considerada divisora de águas em sua carreira, é que seu passo seguinte invariavelmente ocasiona numa obra maior, com um orçamento mais folgado e ambiciosa. David Robert Mitchell não foge a esta regra. Diretor de 47 anos de idade, Mitchell chamou atenção da comunidade cinéfila e dos fãs do gênero terror ao entregar Corrente do Mal (It Follows), filme que ainda se mantém como seu mais famoso e celebrado. O longa fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Cannes em 17 de maio de 2014 e rapidamente se tornou uma produção cult, enaltecida pelos adeptos. Com um roteiro muito criativo, o diretor-roteirista cria uma interessante analogia com os males das doenças sexualmente transmissíveis ao incorporar na trama uma maldição pra lá de assustadora que é passada de pessoa a pessoa após o ato sexual.

David Robert Mitchell começou sua carreira como diretor e roteirista em 2002, ao lançar o curta Virgin, que misturava drama e romance em meio a visões da Virgem Maria numa pequena cidade. A estreia em longas ocorreria oito anos depois, com o lançamento de The Myth of the American Sleepover (2010), filme inédito nos cinemas brasileiros, que começou sua carreira por festivais no South by Southwest, depois seguindo para Cannes. O longa figurou em muitas listas dos melhores do ano de críticos norte-americanos. Quatro anos depois, como citado, Mitchell ganhava o mundo com Corrente do Mal, emanando toda a sua vibe do clássico Halloween (1978) – seja através do clima de pertencimento na pacata vizinhança, cenas basicamente replicadas e a trilha sonora que presta grande homenagem às batidas de Carpenter.

Quando um diretor se posiciona na crista da onda desta forma, os fãs ficam ouriçados em querer saber seu próximo passo. O que será que tal artista irá nos trazer agora? Será apenas fogo de palha, uma promessa que não irá se concretizar? Ou se tornará um dos grandes a ser elevado no panteão dos Deuses do Cinema? Foi a pergunta que todos fizeram durante os quatro anos que David Robert Mitchell levou após o sucesso de Corrente do Mal até finalmente entregar seu passo seguinte, o suspense O Mistério de Silver Lake (Under the Silver Lake), inédito nos cinemas do Brasil, que chegou recentemente ao acervo da HBO Max.

O orçamento do projeto cresceu em oito vezes em relação a Corrente do Mal (que custou US$1 milhão). Para a nova empreitada, foi disponibilizado ao cineasta US$8,5 milhões pelas produtoras e a distribuição da balada A24, referência quando o assunto é cinema independente. Como costumeiro, o debute do novo longa ocorreu no Festival de Cannes em 15 de maio de 2018 – desta vez com avaliações mistas da mídia especializada, causando certo esquecimento ao filme após a passagem por terras francesas e sua turnê por festivais de cinema.

Uma coisa não difere nos filmes do cineasta, o artista possui uma fascinante capacidade de nos transportar para suas locações, como se ali habitássemos. A rotina e a atmosfera das cidades e bairros nos quais conta suas histórias ganham tamanha vida, como poucos conseguem retratar. Mitchell dá atenção aos detalhes, aos cenários, usa poucos cortes para que entendamos a geografia da cena, onde se encontram os personagens nos ambientes. Consegue nos remeter inclusive os sentimentos de seus protagonistas através dos locais em que estão inseridos. E a sensação é sempre a melancolia e solidão. O que torna tudo ainda mais identificável.

Na trama, Mitchell utiliza o ex-Homem-Aranha Andrew Garfield como protagonista. Ele vive Sam, o retrato do californiano desmotivado, de pessoas que apenas vivem, sem qualquer propósito ou objetivo. Sem trabalho, amigos, namorada ou família, cada situação do cotidiano se transforma em um verdadeiro evento para um tipo desocupado como ele. Pense em Jeff Bridges em O Grande Lebowski (1998), dos irmãos Coen, no qual o personagem do ator era descrito como o “homem mais preguiçoso de Los Angeles”. Garfield vive uma versão mais jovem do mesmo personagem, sem os entorpecentes (bem, talvez ocasionalmente). De fato, os Coen e Paul Thomas Anderson (Vício Inerente) entregaram outras versões da mesma história – que envolve um protagonista medíocre, porém, bem intencionado, tragado para dentro do olho do furacão a uma trama tão complexa que os cineastas não fazem questão que o espectador pegue todas as nuances de primeira.

O que faz a história girar em O Mistério de Silver Lake é a nova vizinha do protagonista Sam no conjunto habitacional em que vive em Los Angeles, Califórnia. Inicialmente planejada para ter as formas de Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Sarah, o objeto de afeto do protagonista que desencadeia toda a trama, terminou com aparência de Riley Keough, a neta do rei Elvis Presley. Loiríssima, com ares de dondoca, exibindo seu biquíni branco e chapelão com direito a cachorrinho a tiracolo, é claro que a atenção do sujeito seria capturada de imediato. A conexão de uma noite após se conhecerem é o suficiente para deixar o protagonista, geralmente letárgico, completamente apaixonado. Sarah é exatamente o tipo de gente que Sam quer por perto. É claro que na manhã seguinte ela simplesmente desaparece sem deixar vestígios. E o sujeito fará de sua missão descobrir o paradeiro da moça.

Assista ao trailer:

O Mistério de Silver Lake, no entanto, está bem longe de ser apenas a sinopse descrita. O filme é mil coisas acontecendo ao mesmo tempo. Assim como a vida, inúmeras vezes nos deparamos com desvios do caminho que traçamos para nós, que podem ser bem-vindos ou não. Aqui, por exemplo, em meio a juntar as milhares de pistas para encontrar a moça, o personagem de Garfield se depara com tantas outras figuras excêntricas, numa Los Angeles que parece hiperconectada. Em meio a tudo, a lenda urbana do assassino de cães, com dezenas de animaizinhos domésticos desaparecendo e um serial killer canino procurado. Outra lenda que ganha espaço na narrativa é a da mulher nua com máscara de coruja, tida como entidade que aparece e desaparece num piscar de olhos, mas não antes de fazer suas vítimas. Tudo isso “documentado” por folhetos e quadrinhos que enfatizam a teoria da conspiração. Sim, por esta descrição você não está de todo errado se acha que Silver Lake soa muito como uma viagem alucinógena.

Existem subtramas para dar e vender, todas elas levando a algum resultado e conclusão, que podem estar ligadas à trama principal ou não. Em outros tipos de filme poderíamos apontar a falta de sentido, coesão e conexão com a narrativa, acusando tais trechos de descartáveis ou desnecessários. Mas Silver Lake é o tipo de filme que aprendeu na escola de Pulp Fiction, por exemplo, onde por mais desnecessária que aparente ser a cena, acrescenta em muito à atmosfera proposta por tais cineastas: e aqui o acréscimo diz respeito ao teor delirante do longa. Junte a isso um figurão desaparecido, sua bela filha na mira de homens perigosos, atrizes de filmes independentes que dublam como garotas de programa, ataques de gambás, cultos fanáticos, um mundo controlado por mensagens subliminares, passagens secretas subterrâneas e até mesmo uma cena perdida do filme inacabado de Marilyn Monroe recriado por Keough e o diretor (sua personagem é fã da estrela).

Acima de qualquer outra coisa, O Mistério de Silver Lake é um retrato de uma localidade muito específica, esta no caso sendo o bairro de Silver Lake em Los Angeles na Califórnia. Um bairro residencial que segundo a descrição, abraça totalmente o estilo de vida hipster, dono de quarteirões estilosos com muita arte pelas ruas, muitas cafeterias, restaurantes vegetarianos, restaurantes asiáticos e eventos de música independente / alternativa. Silver Lake é também um dos bairros mais caros para se viver atualmente em Los Angeles, e um dos mais seguros. Parte deste estilo de vida bem único é capturado por David Robert Mitchell, que escolheu ainda sacudir tal cenário com uma trama detetivesca repleta de perigos e muita teoria da conspiração. Seu filme é a maçã no paraíso.

Esquenta PÂNICO | 4º filme da franquia teria outra abertura, mais assassinos e final DIFERENTE

É impossível falar sobre a franquia Pânico (Scream) sem mencionar (sempre) a importância que o original teve para o terror slasher. Escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven (um dos grandes mestres do gênero), Pânico não apenas revitalizou um subgênero saído dos anos 80, mas igualmente foi o responsável pelo uso de muito humor consciente e metalinguagem como nunca anteriormente em filmes assim.

Natural que tamanho sucesso – que fez muitos críticos o terem como um dos melhores filmes da década de 1990 – gerasse uma sequência logo no ano seguinte. Planejada como uma trilogia, o terceiro longa demorou mais a sair do forno devido ao impasse com a protagonista Neve Campbell (Craven não queria fazer o filme sem ela), o que terminou por tirar o roteirista Williamson de jogada, ficando de fora de seu primeiro Pânico. Mas eis que onze anos depois Pânico 4 foi saía papel, com toda a trupe de atores, Craven na direção e Williamson no roteiro, voltando à raízes. Foi a reunião da banda.

E é justamente dele que falaremos aqui. Pânico 4, a sequência tardia e, digamos, subestimada da franquia completa 12 anos de seu lançamento nos cinemas em 2021. O filme teve sua estreia nos cinemas nacionais no dia 15 de abril de 2011.

Começando nosso esquenta para o novo Pânico, que estreia dia 9 de Março de 2023,  resolvemos comentar algumas curiosidades sobre o quarto filme da franquia. Ah sim, devo mencionar também que o texto contém spoilers, com segredos da trama. Caso não tenha assistido ao filme, volte à matéria após tê-lo feito. Confira.

Bilheteria e Nova Trilogia

Pânico 4 era planejado para ser o início de uma nova trilogia, com um quinto filme já em fase de pré-produção na época após o lançamento deste. Além do trio protagonista (Campbell, David Arquette e Courteney Cox), Marley Shelton (que vive a policial Hicks) e Hayden Panettiere (Kirby) também retornariam. Porém, segundo relatos, a morte de Wes Craven (em 2015) e o programa de TV Scream, da MTV, igualmente lançado em 2015, colocaram um ponto final na sonhada nova trilogia. No entanto, a bilheteria de US$97 milhões mundiais (num orçamento de US$40 milhões) e avaliações de críticas mornas (60% de aprovação) são fatores que também podem ter custado a continuidade do quinto filme na época. O novo capítulo sairá de fato ano que vem, com novos onze anos de diferença.

A história da Nova Trilogia e Final diferente

Em uma entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista Kevin Williamson revelou detalhes sobre os seus planos originais para ‘Pânico 5‘ e ‘Pânico 6‘.

“[Em ‘Pânico 5’], Jill iria para a faculdade, então assassinatos começariam a acontecer no campus. O assassino sabia que ela estava por trás da máscara no filme anterior, então ele estaria tentando expor a verdade. Para esconder o seu passado, a Jill teria que continuar matando para encobrir os fatos. Seria assassino vs. assassino. E a Sidney sofreria de amnésia e seria uma professora na faculdade.”

Ele completa, “O ‘Pânico 6’ iria responder o que aconteceu entre Dewey e Gale. Sidney também iria retornar, mas o filme seria focado na narrativa da Gale.”

Ou seja, no final do filme Jill e Sidney sobreviveriam, e a cena no hospital não aconteceria.

Kevin Williamson Pistola

Embora muitos tenham celebrado o retorno do roteirista original Kevin Williamson à franquia (após ter ficado de fora em Pânico 3), as coisas não correram de forma tão suave como todos possam pensar. Segundo relatos, a relação do escritor era tão ruim com os produtores, os irmãos Weinstein (Bob e Harvey), resultando em inúmeros conflitos, que eles terminaram trazendo Ehren Kruger (roteirista do terceiro) de volta para reescrever trechos e cenas. Williamson expressou seu desagrado no lançamento do filme, porém, o cineasta Wes Craven jogou panos quentes afirmando que a espinha dorsal, ideias principais, conceito e história do colega foram mantidos e que Kruger fez apenas pequenos ajustes.

O Bebê de Dewey e Gale

Numa das primeiras versões do roteiro, o casal Dewey e Gale teria um filho no quarto filme: um bebê. No entanto, lembrando a máxima do quão problemático pode ser trabalhar com crianças e animais num set de filmagem, a ideia foi alterada. E você, gostaria de ter visto o casal como pais de uma criança?

Término Numa Boa

Como todos sabem os atores David Arquette e Courteney Cox, intérpretes do policial Dewey e da repórter Gale Weathers, se conheceram nos bastidores do primeiro Pânico (1996) e após o segundo (1997) se casaram em 1999. No terceiro (2000), Cox inclusive usa o nome do então companheiro nos créditos. Porém, todo sonho um dia acaba e a relação do casal chegou ao fim, com o anúncio da separação já em 2010. Ou seja, durante as gravações de Pânico 4, a dupla de atores precisou ser profissional e passar por cima do sofrimento a fim de concluir a produção. Podemos notar que Courteney Cox já não usa mais o sobrenome Arquette nos créditos do quarto filme.

A Abertura Original

Segundo Wes Craven num comentário do diretor, a abertura do filme seria diferente. Originalmente, o começo do longa se passaria numa festa comemorando o término do livro de Sidney. No local, Ghostface apareceria e atacaria Sidney, a ferindo seriamente. O resto do filme se passaria três anos após o ocorrido. No entanto, mais uma vez os irmãos Weinstein, os produtores, entraram em cena interferindo. Segundo eles, um pulo no tempo perturbaria o ritmo do filme. E você, o que acha?

Abertura Alternativa

A abertura original filmada seria muito mais assustadora e sangrenta, mas foi refilmada após as exibições-teste retornarem negativas.

A Rede Antissocial

Pânico 4 é o primeiro da franquia a estar mais intimamente ligado com o mundo que temos hoje. Nos primeiros filmes, celulares e a internet estavam engatinhando ainda. Já no quarto temos blogs, webcams, Facebook e Twitter no meio da sociedade. Porém, esse elemento seria ainda mais forte no roteiro. Numa das primeiras versões do texto, ao invés dos já icônicos telefonemas, o assassino usaria as redes sociais, em especial o Facebook, para se comunicar e apavorar suas vítimas – coisa que ocorre numa das cenas na abertura. Na abertura também as personagens Rachel e Chloe (Anna Paquin e Kristen Bell) brincam com o fato numa gag do diálogo.

A Rainha do Grito Emma Roberts

Hoje, a jovem Emma Roberts, sobrinha de Julia Roberts, possui inúmeros trabalhos no gênero terror em sua carreira, ao ponto de alguns fãs a considerarem uma nova Rainha do Grito. Séries como American Horror Story e Scream Queens, e filmes como A Enviada do Mal e a Caçada provam isso. No entanto, tudo começou aqui com Pânico 4, que foi a primeira incursão de Emma Roberts no gênero terror em sua carreira. E que papel! Podemos dizer que a moça começou com o pé direito.

Policial Hicks Cortada

Acima comentei que embora pareça ter sido morta no filme, Kirby (Hayden Panetierre) fez surgir uma dúvida, pela primeira vez na franquia, sobre um personagem ter sobrevivido. Os fãs a querem de volta e até o saudoso Wes Craven afirmou que ela tinha ficado viva. No entanto, com outra loirinha do terror, ocorre algo diferente. A policial Judy Hicks (Marley Shelton) embora tenha claramente sobrevivido ao desfecho do filme, essa não era a ideia inicial. Numa primeira versão do roteiro, a oficial da polícia seria eliminada off-screen (quando um personagem é morto sem que vejamos) e seu cadáver apareceria achado por Sidney no clímax da história. A policial Judy Hicks está confirmada no quinto filme, ainda bem, pois foi uma das boas adições aqui.

Outros Ghostfaces

Deve ser o maior barato participar da criação do roteiro de um filme Pânico e poder acompanhar de perto quem será o assassino da vez na trama. Na maioria das vezes faz todo o sentido na história e a revelação é sempre uma surpresa (cof cof – tirando você Pânico 3 – cof cof). E no quarto filme isso não é diferente. Porém, nem sempre foi assim. Num dos tratamentos do roteiro, seria revelado que Ghostface, ou um deles, seria Trevor (Nico Tortorella), o namorado de Jill (Emma Roberts), emulando ainda mais o primeiro filme. Justamente por isso, por ser muito próximo ao longa original, a ideia foi vetada.

Outra que terminou de fora foi a que traria o policial Hoss (Adam Brody) como um dos assassinos. Essa proposta é até interessante. Primeiro porque daria uma importância maior ao personagem, que praticamente entra mudo e sai calado, e inclusive podemos notar certo comportamento suspeito de sua parte em algumas cenas (o que corrobora com o  fato) – se bem que aqui todos agem de forma suspeita propositalmente. No entanto, ter um agente da lei como um dos criminosos traria ineditismo à franquia.

A Cena de Wes Craven

Muitos podem não se dar conta, mas era uma espécie de tradição para a franquia Pânico trazer uma ponta do diretor Wes Craven, dando seu melhor de Alfred Hitchcock (outro que adorava aparecer em pontas mudas nos seus filmes). Isto é, tirando no primeiro Pânico, que todos estão cansados de reconhece-lo como o faxineiro Freddy (com as vestimentas de Freddy Krueger) no corredor do colégio. Porém, o diretor também apareceu em Pânico 2, como um médico no hospital, e em Pânico 3, como um turista no estúdio atrás de Jay e Silent Bob (Jason Mewes e Kevin Smith). O gracejo voltaria a ocorrer em Pânico 4, com Craven inclusive perguntando aos fãs no Twitter qual ponta deveria fazer no filme. No final, o cineasta terminou interpretando o legista numa cena do necrotério em que examina os cadáveres de Jenny (Aimee Teergarden) e Marnie (Britt Robertson). Mas você lembra desta cena? Nem eu. Acontece que ela terminou deletada do filme, e pode ser vista apenas no material extra do DVD e Blu-ray do filme.

A Despedida de Wes Craven

Wes Craven é um verdadeiro mestre do terror. Além da franquia Pânico, ele foi o responsável pela criação de um dos maiores maníacos do cinema, ninguém menos que Freddy Krueger em A Hora do Pesadelo, franquia da qual dirigiu dois longas, incluindo o primeiro. São muitas pérolas, mas também algumas escorregadas. Nada que tire seu brilho como realizador proeminente e eternizado do gênero. Seu último trabalho no cinema, soando como despedida, foi aqui em Pânico 4, em 2011, doze anos atrás. O diretor nos deixaria quatro anos depois, em 2015.

É Nostalgia Demais! Relembre as Franquias de Comédia Mais FAMOSAS dos anos 80!

Tirando os grandes filmes de ação e as dezenas de super-heróis que lotam os cinemas, a comédia é um gênero de preferência mundial e talvez o tipo de filme mais popular com o grande público. Filmes de ação e blockbusters possuem um apelo, digamos, mais juvenil. Mas quando falamos em comédias, o gênero consegue cativar todo e qualquer tipo de espectador, incluindo os adultos. É dito inclusive que a comédia e o drama são os dois únicos tipos de gênero dentro da dramaturgia, e todo o resto é derivado destes dois. Por exemplo, podemos ter filmes de terror mais sérios e dramáticos, e outros mais divertidos e leves (que seriam mais para o humor). O mesmo se aplica com os filmes de ação e os super-heróis – sempre divididos em dramas (mais sérios) e comédias (mais divertidos).

Aqui, nesta nova matéria iremos homenagear justamente este gênero que todos adoram assistir e esquecer dos problemas dando risadas por duas horas, esteja você onde estiver no mundo. Mas como sempre, temos uma reviravolta, porque adoramos a nostalgia. Sendo assim, daremos uma olhada nas franquias de comédia mais populares saídas lá dos anos 80. Confira, relembre e divirta-se.

Férias Frustradas (1983-2015)

De todas as franquias de comédia na lista, Férias Frustradas é uma das que teve um filme lançado mais recentemente. A franquia está completando 40 anos em 2023, com seu longa original estreando ainda em 1983. Muitos podem não saber, mas a revista cômica National Lampoon foi a responsável pela produção do filme sobre a família Griswold e seu atrapalhado patriarca Clark (Chevy Chase), que decide viajar de carro pelas estradas dos EUA até um parque de diversões que é paródia da Disney. Outra curiosidade que muitos podem não saber é que o lendário John Hughes foi responsável pelo roteiro dos três primeiros filmes. No segundo (de 1985), a família vai para a Europa, e no terceiro (de 1989), decide passar as festas de Natal em casa com os parentes. Oito anos depois, em 1997, os Griswold vão para Las Vegas. Já em 2015, foi a vez do filho Rusty (Ed Helms) assumir as rédeas numa espécie de continuação/reboot que não deu muito certo.

Loucademia de Polícia (1984-1994)

E se Férias Frustradas pega a medalha de prata como franquia cômica dos anos 80 com mais continuações lançadas (cinco filmes), o campeão absoluto com a medalha de ouro é Loucademia de Polícia – que possui nada menos que sete filmes lançados (sendo seis somente nos anos 80), um desenho animado, uma linha de bonecos e uma série em live-action. Tá bom para você? Loucademia de Polícia é para a comédia o que Sexta-Feira 13 foi para o terror nos anos 80, lançado praticamente um filme por ano, e dominando a década. É engraçado pensar que uma comédia que tem palavrões, mulheres nuas, piadas com um homem se vestindo de mulher para adentrar o dormitório feminino, bar de sadomasoquismo gay e até mesmo uma gag repetida ao longo da trama sobre sexo oral num púlpito tenha sido visto pelos produtores como algo que poderia apelar ao público infantil. Tá certo que nas sequências o teor foi ficando cada vez mais infantilizando. Onde está o reboot prometido há tempos, é o que queremos saber.

Corra que a Polícia Vem Aí (1988-1994)

Ainda falando em policiais atrapalhados, Corra que a Polícia Vem Aí! fez a carreira do simpático Leslie Nielsen, o imortalizando a este tipo de humor nonsense – mas tudo o que o ator fez nessa linha jamais se comparou com os longas desta franquia em que interpreta o detetive Frank Drebin. Até mesmo se compararmos com Loucademia de Polícia, perceberemos que Corra que a Polícia Vem Aí ainda possui um apelo maior junto à geração atual do que o item citado acima, que talvez tenha ficado preso na década de 80. Embora muitos pensem que a franquia cômica estrelada por Nielsen tenha iniciado em 1988, ela na verdade é fruto de 1982. Isso porque antes de tudo houve o seriado Esquadrão de Polícia (Police Squad!), no qual Leslie Nielsen apareceu pela primeira vez como Frank Drebin. Infelizmente a série não daria certo e duraria apenas 6 episódios. Porém, seis anos depois os produtores tentariam de novo e encontrariam o sucesso nos cinemas. Depois disso, em 1991 e 1994, foram lançadas duas continuações. E agora, ao que tudo indica, Liam Neeson herdará a franquia num reboot a ser lançado em breve. Será que vai funcionar?

Bill & Ted (1989-2020)

Quando eu disse acima que Férias Frustradas era uma das franquias saída dos anos 80 com um exemplar mais recente lançado, é porque antes dela existe uma que lançou um filme há pouquíssimo tempo – há menos de três anos para ser mais exato. Estamos falando de Bill & Ted. Assim como Loucademia de Polícia, essa comédia “descerebrada” sobre dois amigos monossilábicos que adoram rock n roll, caiu nas graças do público infantil e os produtores, sem perder tempo, resolveu transformá-los em desenho animado para a garotada. Tudo começou em 1989, quando Keanu Reeves e Alex Winter deram vida a Ted e Bill respectivamente, dois típicos adolescentes desmiolados, que recebem uma visita do futuro e ganham de presente uma máquina do tempo (no estilo De Volta para o Futuro). Mas ao invés de um DeLoren, a máquina do tempo dessa dupla é uma cabine telefônica.

O filme não fez o sucesso esperado, mas virou cult e virou desenho antes mesmo da continuação sair do papel em 1991. Nessa sequência, a dupla morre e tem um encontro com a morte em pessoa, no melhor estilo O Sétimo Selo (1957), filme “cabeça” demais para a dupla assistir, mas não para parodiar. Depois de todo esse tempo, Keanu Reeves resolveu demonstrar mais uma vez que é o astro mais cool de Hollywood e em 2020 (ao lado de Alex Winter) retornou ao papel de Ted no tardio Bill & Ted – Encare a Música.

Porky’s (1981-1985)

Por mais incorretos que todos os itens acimas sejam, existe uma forma de contornar esta questão numa possível nova roupagem destas franquias para os novos tempos. Veja por exemplo, Bill & Ted e Férias Frustradas, que tiveram filmes novos há menos de dez anos. Loucademia de Polícia e Corra que a Polícia Vem Aí! também prometem novos episódios. No entanto, nos deparamos agora com o primeiro item da lista no qual uma nova versão para os tempos de hoje seja praticamente impossível. Isso porque Porky’s, em especial o primeiro filme – subtitulado por aqui “A Casa do Amor e do Riso” é uma das produções mais incorretas dos anos 80.

Muitos consideram American Pie um herdeiro de Porky’s, mas a semelhança se encontra no fato de serem comédias picantes sobre jovens rapazes atrás de sexo. A diferença é que American Pie possui mais coração e conta uma história de redenção. Porky’s é mais sujo, e por se passar na década de 1950, apresenta uma realidade onde a mulher não tinha a mesma liberdade dos homens e era sempre tratada como mero objeto. Aliás, o Porky’s do título se refere a um prostíbulo que os protagonistas frequentam em sua cidadezinha do sul dos EUA (ou seja, espere muitos comportamentos racistas também). Na continuação, de 1983, eles até tentam redimir a temática, ao contar uma história sobre o combate à Ku Klux Klan, a defesa das minorias (em especial os indígenas) e a sabotagem contra políticos corruptos e fanáticos religiosos. O terceiro filme, de 1985, é o mais autoconsciente e leve – mesmo sem esquecer a acidez e as obrigatórias cenas de nudez. A trilogia Porky’s é definitivamente um produto de seu tempo, uma franquia adolescente sem-vergonha e diferente de todas as outras.

Um Morto Muito Louco (1989-1993)

Terminamos a lista das franquias de comédia mais famosas dos anos 80 com um item que só teve dois filmes para chamar de seu – mesmo assim é o único a ganhar uma música de funk brasileiro, quantos outros filmes da matéria podem dizer isso? Aqui também temos uma história incorreta, que fala sobre dois jovens yuppies (papeis de Andrew McCarthy e Jonathan Silverman) visando desesperadamente subir de cargo em sua empresa. Para isso, eles aparecem na festa de seu chefe numa casa de praia numa ilha paradisíaca. O problema é que seu chefe estava metido em falcatruas perigosas e termina assassinado, antes da festa no fim de semana começar. E quem são os dois azarados que chegam antes no local e já encontram o chefe morto? Exato, a dupla protagonista, que desesperados para não serem incriminados como os assassinos, têm a “brilhante” ideia de fingir que o morto está vivo. E realmente o fazem por toda a duração da festa (e do filme), sem que ninguém perceba. Tudo o que foi preciso foi colocar óculos escuros no cadáver. O sucesso cult foi tanto que em 1993, o defunto preferido de todos retornava e ainda estava morto (como diz o slogan). No entanto, agora em sua trilha, criminosos praticantes de vudu usam a magia negra que, através de uma música, faz o morto sair dançando – daí a música funk brasileira.

Novo suspense psicológico da Netflix começa bem, mas é massacrado pelo público; Confira as reações!

Chegou ao catálogo da Netflix esta semana o suspense psicológico ‘Excluídos‘ (The Strays), que está dando o que falar entre os assinantes da plataforma.

Na trama, Neve (Ashley Madekwe) é a vice-diretora de uma renomada escola particular e vive em uma bela e luxuosa casa junto com o marido e seus filhos adolescentes, Sebastian (Samuel Small) e Mary (Maria Almeida).

Mas sua vida cuidadosamente elaborada e aparentemente perfeita começa a desmoronar com a chegada de duas figuras sombrias de seu passado, Abigail (Bukky Bakray) e Marvin (Jorden Myrie).

Misturando críticas ao racismo em meio a uma trama de conflitos de interesse, ‘Excluídos’ explora como a ganância pode gerar consequências catastróficas quando o passado insiste em vir à tona.

Escrito e dirigido pelo estreante Nathaniel Martello-White, o longa se tornou um destaque entre os críticos e recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Inclusive, o crítico do The MacGuffin afirma que:

Nathaniel Martello-White se anunciou com uma estreia fortíssima. Se este é seu ponto de partida, só posso imaginar a que alturas ele nos levará a seguir.”

Em apenas dois dias em exibição, ‘Excluídos‘ já ocupa o 2º lugar entre os filmes mais vistos da semana.

Por outro lado, parece que as reviravoltas não estão agradando o público…

Nas redes sociais, os usuários estão comentando que o longa se sai bem até um certo ponto, mas a trama começa a ficar entediante até que se perde vez em um final completamente sem sentido.

Confira as reações:

Confira o trailer:

Primeiras reações de ‘Luther: O Cair da Noite’, filme da Netflix, não são muito empolgantes…

Luther: O Cair da Noite’, longa-metragem baseado na aclamada série e que traz Idris Elba de volta ao papel titular, teve suas primeiras reações divulgas da internet e, ao que parece, os jornalistas que já assistiram ficaram bem divididos.

Alguns destacam a ótima performance de Idris Elba, mas apontam que o enredo do filme é uma bagunça.

Separamos algumas reações divulgadas pela imprensa internacional. Confira:

“Como o último inimigo de Luther, ‘O Cair da Noite’ cresce, e nem sempre de maneiras que funcionam ao seu favor.”IndieWare

Luther: O Cair da Noite exagera às vezes – especialmente em seu clímax, apresentando uma luta em um carro submerso em um lago congelado, que parece algo saído de um filme de Bond. Mas definitivamente entrega o que precisa, tornando bastante óbvio que DCI John Luther não vai embora tão cedo.”The Hollywood Reporter

“Quem sabe, talvez eles façam valer a pena Elba se tornar o próximo James Bond em algum futuro próximo. Mas ‘O Cair da Noite’ está longe de ser a melhor oferta que fizeram.”Variety

A produção chega à plataforma de streaming da Netflix no dia 10 de março.

Confira, junto ao trailer:

Jamie Payne comanda o projeto, enquanto Neil Cross assina o roteiro.

Enquanto o brilhante e decadente detetive John Luther (Elba) está atrás das grades, um assassino brutal aterroriza Londres. Assombrado por seu fracasso em capturar o psicopata cibernético que continua a desafiá-lo, Luther decide fugir da prisão para concluir a tarefa a qualquer custo.

Cynthia ErivoAndy SerkisDermot Crowley, reprisando seu papel como Martin Schenk, também estrelam.

‘Homem-Formiga 3’ deve sofrer a PIOR queda da história para um filme de super-heróis nas bilheterias

De acordo com o The Hollywood Reporter, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ corre o risco de sofrer a pior queda de bilheteria no segundo fim de semana para um filme de super-herói de Hollywood.

Projeções indicam que o longa pode ter uma queda de 71,6%, devido à baixa recepção do público norte-americano.

Como o longa abriu com US$ 106 milhões nos três primeiros dias no mercado interno, significa que deve arrecadar apenas cerca de US$ 30 milhões até o fim do próximo domingo.

O último filme de heróis que registrou uma queda tão brusca foi ‘Batman vs Superman‘ (2016), que teve uma queda de público de 69,1% no segundo fim de semana.

Entre os filmes da Marvel, o pior registro tinha sido o de ‘Thor: Amor e Trovão‘ (2022), com 67,7% no mesmo período.

E entre todos os filmes que abrem com pelo menos US$ 100 milhões, independentemente do gênero, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (2011) foi o título que sofreu a maior queda até agora, com 72% por cento, segundo a Comscore.

A concorrência contra ‘O Urso do Pó Branco‘ também deve ser um fator que irá prejudicar bastante o desempenho de ‘Homem-Formiga 3‘.

O longa que conta a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína registrou US$ 8,7 milhões na sexta-feira, contra US$ 8,3 milhões do filme da Marvel.

Agora só resta aguardar para saber qual dos títulos vai sair vencedor até domingo.

Enquanto isso, confira nossas entrevistas com o elenco de Homem-Formiga 3‘:

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Wonder Man’: Atriz de ‘Mindhunter’ se junta ao elenco da vindoura série da Marvel

De acordo com o Comic Book, a atriz Lauren Glazier, de ‘Mindhunter’, foi adicionada ao elenco de ‘Wonder Man‘, vindoura série da Marvel.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre sua personagem, mas foi dito que ela terá um papel coadjuvante na atração.

Glazier se junta a Yahya Abdul-Mateen II como o protagonista Simon Williams, e Ben Kingsley, que vai reprisar seu papel como Trevor Slattery após ‘Homem de Ferro 3‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

Nos quadrinhos, o Wonder Man apareceu no início dos anos 1960, criado por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck. A principal versão do herói é Simon Williams, que ganha poderes especiais, como força e durabilidade sobre-humanas, após se aliar com o Barão Zemo para invadir a sede dos Vingadores.

Anteriormente, o Deadline divulgou que Stella Meghie foi a mais recente diretora contratada para comandar alguns episódios da adaptação seriada de Wonder Man, da Marvel Studios.

A realizadora é conhecida por seu trabalho em ‘Jean of the Joneses’‘The Weekend’‘A Fotografia’. Detalhes sobre sua participação na série não foram revelados.

Meghie se junta aos previamente confirmados James Ponsoldt (‘Daisy Jones and the Six’) e Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

Já o roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ quase contou com a participação de Jennifer Coolidge

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem um tom mais dramático que os filmes anteriores, mas a sequência quase ganhou um toque a mais de humor.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o roteirista Jeff Loveness revelou que a equipe por trás do longa cogitou convidar Jennifer Coolidge (‘The White Lotus’) para um papel cômico.

A vencedora do Emmy daria vida à Linda, uma mulher que Hank Pym (Michael Douglas) namorou enquanto sua esposa, Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer) estava presa no Reino Quântico.

“Linda é o nome da minha mãe, então sugeri essa homenagem a ela”, explicou Loveness. “Linda sempre foi um bom nome de mulher adulta para comédias. Não sei se devo dizer isso ou não. Acho que a ideia nem entrou no roteiro, mas queríamos que Jennifer Coolidge fosse Linda por um breve momento. A ideia nunca foi além de uma conversa via Zoom entre a equipe, mas tive algumas boas ideias lá.”

Ele continuou:

“Pena que a ideia não foi para frente, e Jennifer Coolidge, acho que ela nunca recebeu uma ligação. Vou avisá-la da próxima vez. Tenho certeza que ela vai acabar no MCU, em algum momento.”

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ registrou a maior estreia global da franquia, com US$ 264.8 milhões arrecadados mundialmente.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 135 milhões. Já no mercado internacional, foram US$ 129.6 milhões.

Assista nossas entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Wagner Moura vai substituir ator de ‘Better Call Saul’ em série da Apple TV+

O ator Wagner Moura (‘Narcos’, ‘Sergio’) vai substituir Michael Mando (‘Better Call Saul’) na nova série da Apple TV+, ‘Sinking Spring‘, que tem a direção e produção de Ridley Scott e roteiro de Peter Craig, de ‘Top Gun: Maverick‘.

A substituição ocorre devido à demissão do ator Michael Mando após se envolver em uma briga com outro membro do elenco da série. As informações são do Deadline.

Sinking Spring‘ é uma série policial que acompanha bandidos que se passam por agentes do governo para roubar uma casa, mas acabam descobrindo em um grande e perigoso esquema de narcotráfico.

A série é baseada no livro ‘Dope Thief’, de Dennis Tafoya, e tem Brian Tyree Henry (‘Passagem’), Kate Mulgrew (‘Star Trek’) e Ving Rhames (franquia ‘Missão: Impossível’). Ainda não há data de estreia prevista.

‘M3GAN’: Saiba quais são as principais diferenças na versão sem censura!

A versão sem censura de ‘M3GAN já chegou ao catálogo da versão norte-americana do Peacock.

E, de acordo com o The Daily Beast não há diferenças gritantes em comparação com a versão exibida nos cinemas, então não espere cenas inéditas ou um corte de maior duração.

Ao que parece, a maior mudança na versão sem censura é que há mais sangue, mais violência e mais palavrões… Nada que traga um novo ponto de vista à trama.

Dentre as cenas mais explicitas, é possível ver o sangue da cabeça de Brandon (Jack Cassidy) jorrar logo após M3GAN arrancar sua orelha.

A cena de matança nos escritórios da Funki também é muito mais brutal e sangrenta, principalmente o momento do elevador.

Quanto aos palavrões, a maioria deles é dita pela personagem de Allison Williams, a roboticista responsável pela criação da boneca assassina.

Na cena original em que M3GAN ameaça a personagem de Williams para manter sua sobrinha fora da sala no final do filme, a boneca diz:

“Se ela entrar nesta sala, vou arrancar a cabeça dela do pescoço, juro por Deus”.

Na versão sem classificação, a fala muda para:

“Se ela entrar nesta sala, vou arrancar a cabeça dela direto da p*rr# do seu pescoço.”

Há alguns dias, a Universal Pictures divulgou dois clipes da nova versão, destacando o quanto M3GAN é violenta.

Confira:

A versão para maiores estará disponível em mídia digital, DVD e Blu-ray 4K nas lojas norte-americanas a partir de 21 de março.

Lembrando que a sequência, intitulada ‘M3GAN 2.0‘, tem previsão de estreia para 17 de janeiro de 2025.

Foi dito que o longa vai contar com o retorno da roteirista Akela Cooper e das protagonistas Allison Williams e Violet McGraw.

No original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.

‘Sherlock Holmes 3’: Diretor diz que realização do filme depende de Robert Downey Jr.

Em entrevista ao Collider, o diretor Guy Ritchie, que comandou os dois primeiros longas de ‘Sherlock Holmes‘ estrelados por Robert Downey Jr., disse que a realização do terceiro filme está dependente da participação do astro no projeto.

O diretor foi perguntado se uma terceira entrada na franquia será feita ou se “essa hora já passou”. Ritchie não confirmou nem negou a produção do longa, dizendo apenas:

“Bem, honestamente, deixei isso para Robert [Downey Jr.]. Ele queria ser responsável por isso. Então ele está no comando do roteiro e de todo o resto. Eu não vou me envolver nisso até que haja um momento para eu me envolver”, explicou Ritchie.

Faz anos que a Warner está tentando tirar o terceiro filme da franquia ‘Sherlock Holmes‘ do papel.

Daisy Ridley (Star WarsAssassinato no Expresso do Oriente) estava sendo cotada para viver Sidney, a protagonista feminina do longa-metragem. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.

Além disso, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.

Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie do comando, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob a direção de Dexter Fletcher… se o filme realmente for feito. 

‘Aladdin 2’: Diretor comenta sobre produção do novo filme

Aladdin‘, adaptação em live-action do famoso filme animado da Disney, arrecadou mais de US$ 1 BILHÃO nas bilheterias mundiais, e não demorou muito para que o estúdio anunciasse uma sequência.

Agora, Guy Ritchie, o diretor do primeiro filme, disse ao Collider que gostaria muito de comandar a sequência do filme. Confira:

“Eu gostaria muito. Eu não posso te dizer o quanto eu gostei dessa experiência. Foi uma ótimo. Essa coisa toda da Disney, como você pode imaginar, é uma produção tão profissional. Apenas a partir dessa perspectiva, foi muito divertido. […] Há algum tempo estamos trocando algumas ideias, mas seria ótimo fazer.”

Em entrevista à Variety, o ator Mena Massoud revelou que a sequência do live-action de ‘Aladdin‘ (2019) será baseado em uma história inédita.

“Os produtores Dan Lin e Jonathan Eirich estão se certificando de que será uma boa sequência. Ela não será baseada nas animações, e sim em uma história original.”, afirmou.  

O cineasta Guy Ritchie também revelou em entrevista ao The Hollywood Repoter que Will Smith está mais que convidado para retornar à sequência do título, que a Disney já confirmou.

“Nunca conheci um homem mais adorável, e trabalhar com ele foi uma das experiências mais maravilhosas e incríveis que já tive. Eu nunca vi nada além de um cavalheiro generoso e consumado. Eu não teria nenhum problema em escalar Will Smith para qualquer coisa, porque, como eu disse, ele era simplesmente o perfeito cavalheiro”, falou Ritchie.

Vale lembrar que a carreira de Smith sofreu uma pequena queda desde o escândalo envolvendo o astro e o comediante Chris Rock na cerimônia do Oscar deste ano.

Os roteiristas John Gatins (‘O Voo’) e Andrea Berloff (‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.’) foram escolhidos para trabalharem no roteiro da sequência. Guy Ritchie retorna para a direção, ao que tudo indica.

O estúdio também trará de volta o elenco principal, formado por Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (Jafar).

Assista nossa crítica de ‘Aladdin‘:

‘Percy Jackson’: Criador elogia performance de Walker Scobell na série: “Totalmente pefeito”

O autor dos livros e um dos showrunners da vindoura série Percy Jackson e os Olimpianos‘, Rick Riordan, concedeu uma entrevista à EW na qual elogiou muito o ator Walker Scobell, intérprete do personagem-título da adaptação para o Disney+.

Ele afirmou que “o Percy de Walker é totalmente perfeito […] Por meio dos diálogos, de suas expressões, de suas ações…”

“E Walker tem aquele senso de alquimia. Todo mundo diz isso sobre ele quando o assistem se apresentar: ‘esse garoto é um superastro.’ A tela o ama, e ele é tão bom, tão natural e tão dedicado em tudo. É realmente impressionante, e ele é um grande fã dos livros”, completou.

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell, Leah Jeffries e Aryan Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

A série não possui data de estreia prevista.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.