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Crítica | Escolhida – Terror com Janelle Monáe é uma mistura pouco inspirada de Jordan Peele e Shyamalan

Com estreia prevista via streaming a partir de 18 de setembro nos EUA, Escolhida (Antebellum) chegou aos cinemas franceses no dia 9 de setembro, enquanto o lançamento no Brasil é incerto.

No meio de indefinições, contudo, o interesse do público brasileiro é evidente e o trailer da produção atiçou a nossa curiosidade, já que possui os mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019). Os diretores e roteiristas Gerard Bush e Christopher Renz, no entanto,  miram na crítica social de Jordan Peele, mas acertam nas escavações mentais de M. Night Shyamalan.

Com o enredo montado em três partes, os debutantes cineastas apresentam como ponto de partida a citação de William Faulkner: “The past is never dead. It’s not even past” (em português, “O passado nunca está morto. Nem sequer passou”). Frase esta que levou Woody Allen a um processo judicial por usá-la em Meia-Noite em Paris (2011) sem mencionar a fonte. Da obra de Allen, neste suspense de horror, sobrou apenas a questão nostálgica e o desejo de preservar aspectos do passado, precisamente a Guerra de Secessão (1861-1865), nos Estados Unidos. 

Assim como o movimento antirracista tornou-se a pauta política em 2020 (antes tarde do que nunca), os filmes sobre a questão racial têm buscado fazer esta mudança na percepção imagética, isto é, deixar apenas de falar da escravidão para colocar os negros no protagonismo do mundo, ainda que eles tenham que enfrentar essa opressão histórica. Filmes como Histórias Cruzadas (2011), 12 Anos de Escravidão (2013) e Estrelas Além do Tempo (2016), além do vergonhoso Green Book – O Guia (2018), ainda apresentam a perspectiva da raça negra à mercê do homem/mulher branco(a) e suas qualidades de benfeitores, generosidade e/ou piedade.  

Não é preciso ressaltar que essas são representações históricas, porém sempre chegam aos olhos do público da mesma forma. Portanto, quando Jordan Peele consegue trazer com humor uma discussão social atual, as pessoas aplaudem de pé, tal como Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, para citar obras recentes. Nesta conjuntura, Escolhida chega para incrementar esta vertente, entretanto, não tão aguçado quanto os supracitados.

Após brilhar em Estrelas Além do Tempo e Moonlight (2016), a talentosa cantora Janelle Monáe encara a protagonista em duas narrativas, como a escrava Eden e a palestrante Veronica Henley. Com um pôr-do-sol escarlate, a dupla de cineastas introduz o filme a partir de uma selvagem cena de caça, tortura e extermínio de escravos em fuga de uma plantação de algodão. Espancada pelo seu capataz, Eden é obrigada a dizer como se chama e sofre pesadas torturas nas mãos do Senador Denton (Eric Lang), um líder dos Estados Confederados. 

A partir deste doloroso começo, o filme intensifica a exploração sexual das mulheres negras, o estupro, a violência e o escárnio. Apesar do cenário e indumentária, algo logo destoa da ambientação campesina e da dúbia submissão servil dos catadores de algodão. A chegada de novos escravos, principalmente a grávida Julia (Kiersey Clemons), à plantação é o ponto de virada do jogo em que o roteiro começa a colocar o público dentro da encenação pretendida pelos diretores.

Se o espectador já esteve em contato com o trailer de Antebellum, a linha narrativa do enredo se projeta em decrescente expectativa. Depois de 40 minutos, Veronica Henley acorda ao lado do formoso marido Nick (Marque Richardson) e sua adorável filha Kennedi (London Boyce). Seu dia começa como um comercial de margarina, ela assiste à sua participação em um debate televisivo, toma café com a família e realiza uma entrevista por Skype, a qual mostra a primeira conexão entre as narrativas. Na pele da entrevistadora Elizabeth, Jena Malone (Jogos Vorazes: Em Chamas, 2015) incorpora uma vilã debochada com comentários racistas.

Este segundo ato é tomado pela presença da relações públicas Dawn, amiga de Veronica, vivida por Gabourey Sidibe (Preciosa: Uma História de Esperança, 2009). Com puro charme e graça, a personagem funciona como alívio cômico da tensão em torno das pistas sobre o destino de Veronica. Se a sensação era de uma fantasia, um escapismo da realidade ou mesmo uma falha temporal, Antebellum não é nada disso. A obra poderia discutir como seria o roubo de uma vida bem sucedida para a condição de escravizada, considerando apenas a questão do tom de pele no espaço-tempo.

Essas elucubrações, entretanto, ficam por conta do espectador, uma vez que Antebellum não as provoca diretamente e, indiretamente, traça um paralelo pacóvio. No terceiro ato, Veronica/ Eden vai engendrar sua vingança e libertação, no entanto, as descobertas e resoluções parecem com as epopeias de M. Night Shyamalan a brincar com a percepção do espectador, mas não de forma impactante como em O Sexto Sentido (1999) e A Vila (2004), na verdade, mais próximo de Fim dos Tempos (2008) e Vidro (2019). 

Com uma premissa envolvente, Antebellum promete uma discussão sobre o papel social das pessoas negras, contudo se envereda pela apresentação do mal interior dos seres humanos, no qual o sucesso alheio é um expurgo aos seus privilégios. Com um jogo de narrativas entre grupos, como o sangrento A Caçada (2020), de Craig Zobel, Bush e Renz traz uma estética de câmera lenta e profundidade de batalha, ambas vistas nos filmes de Zack Snyder (Batman vs Superman: A Origem da Justiça), mas a qualidade cênica não apaga um certo desencanto.

Antebellum mostra um sadismo que ainda dificulta as lutas antirracistas, ou seja, os seres humanos que ainda necessitam pegar em armas de extermínio para provar serem mais forte que outros. Por outro lado, este quadro de vingança alude ao final de Django Livre (2012), de Quentin Tarantino, mas sem o seu traço de violência exacerbada. Com um valoroso começo em longas-metragens, a dupla Bush e Renz, infelizmente, deixa a desejar no terror e na discussão social.

Dom Quixote de Terry Gilliam finalmente ganha primeira foto oficial

Após mais de 17 anos de produção, o “amaldiçoado” ‘The Man Who Killed Don Quixote’, de Terry Gilliam, finalmente deve ser lançado. Confira a primeira imagem:

Há anos em gestação, Gilliam tentou tirar o longa do papel em 2000, com Jean Rochefort no papel de Quixote e Johnny Depp como Sancho Pança, mas o projeto não foi para a frente.

Na nova versão, Jonathan Pryce assume o papel que era de Rochefort e Adam Driver atua no lugar de Depp. Olga Kurylenko e Stellan Skarsgard completam o elenco.

O longa ainda não possui data de estreia.

Heróis e vilões estampam novas fotos de ‘Vidro’

Vidro’ (‘Glass’), a sequência de ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’, ganhou seu primeiro trailer completo, exibido durante a San Diego Comic-Con 2018. Além disso, o filme ganhou três novas imagens destacando os protagonistas.

Confira, junto com o trailer e o novo cartaz:

A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.

Oi? M. Night Shyamalan filmou cenas de ‘Glass’ no Brasil; Veja foto!

M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Vidro‘.

De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores James McAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e Anya Taylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.

Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.

A nova produção, que vai unir os acontecimentos de ‘Corpo Fechado‘ a ‘Fragmentado‘, vai contar com o retorno de Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy e Anya Taylor-Joy.

Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.

 

 

 

Crítica ‘Mulher-Hulk’ | Episódio final traz uma deliciosa ironia e encerra a série com perfeição

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

A premissa básica do humor é a quebra de expectativas. A surpresa é um dos elementos mais simples e fundamentais na hora de fazer uma boa piada. E para uma série cuja proposta se deu desde sempre pelo humor, por não se levar a sério, encerrar sua temporada com um episódio como esse é a prova maior do sucesso de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis. Convivendo desde o início com o ódio de supostos fãs que estavam mais preocupados em reclamar incessantemente do que curtir a produção, o seriado da Mulher-Hulk se desenvolveu bem, deu pequenas alfinetadas ao longo das semanas e aguardou o último capítulo para lavar sua alma.

Enquanto especulávamos que o vilão da série poderia ser O Líder, clássico inimigo do Hulk, a produção subverteu todas as expectativas e mostrou que o verdadeiro malfeitor era um retrato escarrado do que a comunidade de fãs de quadrinhos tem de pior: os Incels. Preste atenção, não estou dizendo que todos os fãs são incels, mas é inegável que a presença deles no grupo é enorme. E a série foi extremamente corajosa ao desafiar e mostrar o quanto essa parcela é ridícula.

O Todd é arrogante, metido, baixinho, feio, ruim de papo – provavelmente tem bafo -, e convive com um irritante complexo de superioridade, mesmo sendo incapaz de conseguir um encontro sem subornar alguém. E apesar de ser constantemente desmoralizado na série, ele tenta compensar sua falta de noção comprando objetos caros – e traficados – e formando seu grupinho de lerdões para humilhar uma mulher que ele deseja, mas sabe que nunca terá.

Qualquer fórum da internet tem pelo menos uns 500 Todds prontos para gastar o dia com assuntos terríveis e uma chatice incompreensível. Na série, ele seguia com seu culto de ódio às mulheres, se aproveitando do machismo estrutural da sociedade para rebaixar a Jennifer a uma louca descontrolada. E quando a série ia realizar seu sonho, que era ter poderes e se sentir mais do que um fracassado com brinquedos legais, Jen usa suas habilidades para quebrar a quarta parede e dar um basta nessa palhaçada.

Por mais legal que fosse ter uma sequência de pancadaria com quatro monstros de CGI, é um fato que a produção estaria priorizando uma sequência de ação comum ante o desenvolvimento de sua protagonista. Jennifer passou a série inteira tentando se aceitar como Mulher-Hulk, mostrando que a radiação gama não era a vilã da história, apenas uma consequência, e ao dar poderes ao Todd, toda a discussão acerca da aceitação de Jen e suas habilidades seria jogada fora.

Cansada das humilhações que passou ao longo dos episódios, Jen toma o controle de sua vida, quebra a quarta parede e transcende. Há vários momentos na história do cinema em que o encontro de um personagem com seu criador é feito de forma poética, fascinante. No próprio MCU há momentos assim, como visto em Eternos (2021), por exemplo. Mas estamos falando de uma série de humor, então esse momento de encontro entre criador e criatura se aproveita da genialidade de sua equipe criativa para satirizar toda a existência desse universo, mostrando que a Jen não apenas está ciente de sua existência, como também tem críticas a fazer. Nesse momento, ela representa o fã “do bem”, que gosta dos personagens e sabe que não pode engolir tudo que o Kevin Feige despejar só “porque é Marvel”.

E a ideia de fazer do Kevin Feige uma máquina do entretenimento, ao melhor estilo 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), foi muito bem sacado. Não é fácil ver um nome grande da indústria como ele aceitar esse tipo de zoação, explorando seus pontos fracos de forma tão franca como é feito nessa série. Eles brincam com o CGI da série, que vem sendo alvo de críticas desde sempre, sacaneiam a Fórmula Marvel e sua repetitividade; zoam os contratos de não divulgação, a falta de liberdade criativa, a necessidade por linkar as produções mesmo que isso custe o desenvolvimento dos personagens, o puritanismo da Disney… Enfim, é um papo divertido e orgânico demais, que parece representar o que qualquer fã saudável falaria caso tivesse a oportunidade de bater um papo com o Kevin.

Por fim, a série termina com a Jen tendo um refresco, podendo curtir sua vida agora que aceitou que ela e a Mulher-Hulk são uma só, mas deixa no ar que o problema do machismo segue vivo na sociedade. Não à toa, quando ela está indo para o tribunal, um repórter não perde a oportunidade de perguntar qual a grife da roupa que ela está usando, mesmo que isso não tenha qualquer tipo de valor jornalístico. Enfim, plena, com um primo-sobrinho espacial calvo, um peguete com habilidades únicas e atuando na sua profissão sem precisar esconder quem é, Jen coloca sua vida nos trilhos e caminha rumo ao tribunal preparada para resolver todos os casos possíveis. É uma mensagem muito legal e que encerra a série de forma perfeita.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.

Crítica | A Órfã 2: A Origem – Prequel traz menos Terror, mas tem reviravolta BEM interessante

Em 2009, um filme de terror com thriller fez muito sucesso entre os fãs do gênero. Falamos de ‘A Órfã’, que, como diz o título, contava a história de uma menina sem pais que tinha tendências assassinas e executava uma matança geral. O filme trazia, ainda, Vera Farmiga no elenco, o que ajudou a elevar o hype da produção uma vez que Vera é a estrela da franquia ‘Invocação do Mal’. Treze anos depois, a inesperada – porém bem-vinda – continuação do filme chega aos cinemas brasileiros a partir dessa semana, sob o título ‘A Órfã 2: A Origem’.

Leena (Isabelle Fuhrman) é uma jovem paciente de um hospital psiquiátrico no interior de Amsterdam, no início dos anos 2000. Ela é esperta, manipuladora e maliciosa. Quando uma nova médica (Gwendolyn Collins) começa a trabalhar na instituição, Leena vê ali sua oportunidade de escapar do lugar. Uma vez do lado de fora, Leena decide se apropriar da identidade de Esther, uma jovem que está há anos desaparecida. É assim que acaba indo morar com seus novos pais, Tricia Albright (Julia Stiles, de ‘10 Coisas Que Eu Odeio Em Você‘) e Allen (Rossif Sutherland), e seu irmão mais velho, Gunnar (Matthew Finlan), nos Estados Unidos. Porém, as tendências assassinas da jovem falarão mais alto, e, aos poucos, Esther começará a demonstrar sua verdadeira face, o que levantará a suspeita do detetive Donnan (Hiro Kanagawa) e da psicóloga Dra. Segar (Samantha Walkes).

Embora se trate de uma continuação da franquia, ‘A Órfã 2: A Origem’ é, na verdade, uma pré-sequência, ou seja, um filme que conta a origem da história. Tendo isso em mente, é bem interessante a jogada que o roteiro de David Coggeshall para os personagens criados por Alex Mace na história elaborada por este e David Leslie Johnson-McGoldrick faz para trazer ao espectador o início do mal nesta enigmática personagem. O roteiro encontra soluções bem interessantes para problemas práticos da produção, sendo o principal deles a idade real da atriz que dá vida à jovem protagonista; para tal, o roteiro se explica através de uma doença rara, porém real, em que adultos formados se parecem com crianças, tanto física quanto psicologicamente, e esta seria uma das razões de Esther estar trancada em uma instituição psiquiátrica. Bela jogada!

Isabelle Fuhrman as “Esther” in Orphan: First Kill from Paramount Players, eOne, and Dark Castle Entertainment.

Apesar do início empolgante, rapidamente o filme de William Brent Bell recai na mesmice, e vai se desacelerando com menos cenas de terror/matança e, quando as tem, não são evidentes, focando a câmera no rosto ou nas costas da protagonista – ou seja, o espectador vê as feições da personagem e o sangue voando, mas não vê a matança em si. Então, quando a gente já está quase desistindo do filme, achando que ele não trará nada do que esperávamos, o roteiro apresenta uma reviravolta bem, bem interessante, que faz valer não só a ida ao cinema, mas também introduz um elemento bem legal para a franquia.

Com menos terror e mais suspense, ‘A Órfã 2: A Origem’ surpreende por mostrar uma solução original e inesperada para esta personagem sombria. Para quem curte filmes do gênero, é uma boa pedida para se sentir psicologicamente desafiado pela produção.

Pretty Little Liars | O que estão fazendo as atrizes e atores da série

Lançada em 2010, Pretty Little Liars contou com sete temporadas de muito suspense, drama e romance. A série marcou época na TV americana e ficou conhecida pelo elenco jovem e carismático. Agora, três anos após o final da produção, é hora de descobrir o que estão fazendo as atrizes e os atores da série.

O CinePOP decidiu matar saudade dessa clássica série adolescente dos anos 10. Como poderão ver a seguir, alguns nomes seguiram numa trajetória de sucesso após o trabalho na produção, enquanto que outros acabaram não tendo tantas oportunidades. Vem ver!

 

Lucy Hale (Aria Montgomery)

Nossa Aria Montgomery foi dos nomes que mais se destacou após o fim de PLL. Ela atuou nos suspenses Verdade ou Desafio e A Ilha da Fantasia (ainda inédito no Brasil), e é protagonista de uma nova série de destaque: Katy Keene. Trata-se de um spin-off do hit Riverdale, em que Lucy interpreta a personagem-título, uma jovem que trabalha como consultora de moda em uma loja de departamentos e que sonha em criar sua própria linha de roupas. A atriz possui alguns projetos em andamento no cinema, com destaque para The Hating Game, A Nice Girl Like You, Big Gold Brick e Son of the South

 

Troian Bellisario (Spencer Hastings)

Filha de importantes produtores de Hollywood, Troian Bellisario atua desde os três anos de idade. Seu papel mais famoso, é claro, é o de Spencer Hastings. Após a série, a atriz viu a carreira dar uma esfriada, mas isso foi algo opcional. Ela se casou com o também ator Patrick J. Adams (Suits) em 2016, e os dois tiveram uma filha em 2018. Com isso, Troian acabou dedicando boa parte de seu tempo pós-PLL à família. No ano passado, a atriz ensaiou uma retomada na carreira com Cadê Você, Bernadette?, contracenando ao lado de Cate Blanchett. Ela também fez participação na série Stumptown, estrelada por Cobie Smulders e Jake Johnson. No momento, está escalada para atuar ao lado de Patrick Dempsey no drama Ways & Means.

 

Shay Mitchell (Emily Fields)

Destaque como Emily Fields em PLL, Shay Mitchell praticamente saiu da série para outra produção de sucesso. A atriz interpretou Peach Salinger, melhor amiga de Guinevere Beck, na primeira temporada de Você. Ainda em 2018, ela protagonizou o filme de terror Cadáver. No ano seguinte, embarcou em uma nova série, Dollface, em que atua ao lado de Kat Dennings e Brenda Song, e que já foi renovada para uma segunda temporada. Mitchell também está envolvida com uma outra série, The Heiresses, ainda sem previsão. A trama acompanha uma família conhecida no ramo dos diamantes, mas que luta para superar uma sequência de tragédias. 

 

Ashley Benson (Hanna Marin)

Apesar de ter aproveitado muito do hype de PLL durante o andamento da série, fazendo inúmeros projetos importantes do cinema, Ashley Benson acabou diminuindo um pouco o ritmo após o fim da produção. Desde então, nossa Hanna Marin participou de apenas um filme: Her Smell, drama estrelado por Elisabeth Moss, Cara Delevingne e Dan Stevens, e que foi destaque do Festival de Toronto em 2018. No momento, a atriz possui dois filmes em pós-produção. The Birthday Cake, thriller estrelado por Ewan McGregor, Val Kilmer e Penn Badgley, e Lapham Rising, comédia com Bobby Cannavale.

 

Sasha Pieterse (Alison DiLaurentis)

De PLL para PLL. Isso mesmo, Sasha Pieterse foi o nome do elenco principal que seguiu ligada na série, afinal voltou a interpretar Alison DiLaurentis no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists. O projeto, no entanto, não deu muito certo e acabou cancelado após uma temporada. Recentemente, a atriz também atuou no drama A Lista de Honra, que foi lançado diretamente no streaming no Brasil (está disponível no Prime Video). No momento, Sasha está envolvida com a série interativa Epic Night.

 

Janel Parrish (Mona Vanderwaal)

Mais um nome que embarcou no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists, no qual reprisou o papel de Mona Vanderwaal. Mas Janel Parrish não perdeu tempo após PLL e realizou vários outros projetos. Ela está no trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você e Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean, no papel de Margot Covey, irmã mais velha de Lara Jean. A atriz também fez uma participação na nova versão de Magnum P.I., isso sem falar dos filmes I’ll Be Watching, Hell Is Where the Home Is e Tiger

 

Ian Harding (Ezra Fitz)

Após sete anos na pele do professor que se envolve com uma aluna, Ian Harding fez algumas pequenas participações nos cinemas em filmes que nem entraram em cartaz no Brasil, como Office Uprising e No Apologies. Seu filme mais badalado foi o indicado ao Oscar Ford vs Ferrari, mas sua participação se resumia a uma ponta como um executivo da Ford. O ator viu a carreira dar uma nova esquentada quando decidiu voltar às telinhas. No momento, Harding está no elenco de série médica Chicago Med, na qual interpreta Phillip Davis.

 

Tyler Blackburn (Caleb Rivers)

Interesse amoroso de Hanna (e brevemente de Spencer), Caleb foi um dos principais personagens masculinos na série, só aparecendo menos que Ezra. Após o trabalho em Pretty Little Liars, o ator Tyler Blackburn participou de dois filmes: Hello Again, adaptação do musical da Broadway escrito por Michael John LaChiusa; e Capsized: Blood in the Water, sobre um grupos de jovens que fica perdido em alto mar após uma tempestade e acaba cercado por tubarões. No momento, Tyler é um dos nomes principais do elenco da série Roswell, New Mexico.

 

Keegan Allen (Toby Cavanaugh)

Toby sempre foi um dos personagens mais misteriosos de PLL. Ele surge como o cara esquisito que não queria papo com ninguém até se tornar par romântico de Spencer. No meio disso tudo, ele ainda consegue ser um dos aliados de A e até policial. O ator Keegan Allen não fez nada de muito destaque após o término da série. Ele fez participações eventuais nas séries Crimes Graves, Dilema e Rick e Morty, e assumiu papel secundário na comédia dramática Zeroville, estrelada e dirigida por James Franco. No momento, o ator está envolvido com o terror Follow Me e está gravando o piloto de uma nova série, Walker, com Jared Padalecki.

 

Tammin Sursok (Jenna Marshall)

Típica garota malvada – que ao mesmo tempo era vítima do quinteto principal – Jenna Marshall foi importante personagem na trama de Pretty Little Liars. O papel foi interpretado pela sul-africana Tammin Sursok. Logo após o fim de PLL, a atriz assumiu o papel de protagonista de outra série, Aussie Girl. A produção, no entanto, acabou durando apenas uma temporada, com sete episódios. Depois disso, a atriz participou do thriller Killer in a Red Dress e da comédia Braking for Whales, com Tom Felton

Crítica de Álbum | ‘Charli’ é uma obra evocativa e puramente vanguardista

Se você tem em mente que o gênero pop já nos ofereceu tudo o que tinha para oferecer, então definitivamente não vem acompanhando o trabalho da cantora britânica Charli XCX. Ganhando notoriedade após participar da música “Fancy”, de Iggy Azalea, e de ter escrito a música-tema do drama ‘A Culpa é das Estrelas’, ela apostou em um suis-generis diferente de tudo o que os grandes nomes já haviam apresentado e seguindo os passos vanguardistas de divas como Lady Gaga, Madonna e Kylie Minogue. E foi em meio a lançamento de EPs e mixtapes que Charli encontrou uma poderosa voz e uma habilidade incrível de fugir do esperado – coisa que talvez apareça muito mais em seu terceiro álbum de estúdio homônimo que em qualquer outra obra que tenha lançado.

É um fato dizer que a lead singer iniciou sua carreira ainda nova e, desde então, vem trilhando um caminho de pura glória. E mesmo que alcance esse patamar sem prometer e sem se valer de convencionalismos mercadológicos, ‘Charli’ consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa que essa nova jornada abra com “Next Level Charli”, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

Talvez algo que possa assustar os ouvintes seja a quantidade imensurável de participações especiais. É claro que ela maneja com habilidade ímpar o equilíbrio entre sua voz e seus convidados, criando, em grande parte, tracks inovadoras, extremamente originais e que drenam de cada uma das vozes secundárias suas características únicas. É nesse fértil e convidativo território que temos a presença da icônica Lizzo em “Blame It On Your Love” que, ainda não tenha o mesmo respiro renovador que as outras faixas por se respaldar em uma progressão conhecida – a ballad, em tempo mais enérgico do que o precedido, mergulha nos estilos eletrônicos que oscilam desde o beat-drop até o refrão puramente instrumental. Troye Sivan, que trabalhou no final do ano passado com a cantora em “1999”, marca presença não apenas nessa canção, como volta um século mais tarde para futurista e quase distópica “2099”.

Seu avant-pop não se restringe apenas ao que poderíamos esperar, mas expande-se para uma deliciosa batida mais dark, minimalista e retumbante em iterações como “Gone”, uma das poucas em que reflete sua envolvente performance-solo. Essa ambiência mais obscura também aparece na track seguinte, “Cross You Out”, cujas dissonâncias entram em proposital conflito com as variações vocais – em especial o incrível falsetto que ela nos apresenta. Como se não bastasse, Sky Ferreira divide os holofotes com Charli em uma congruência melódica apaixonante.

O álbum aproveita seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade (respaldando com sutileza quase indecifrável no trap) – e ganha uma complexidade interessante ao entregar versos como “como uma Mercedes branca, sempre correndo muito rápido” dentro de uma atmosfera mais recuada.

Em suas revoluções estéticas, Charli brinca com uma inebriante sinestesia – sem deixar que os chocantes esforços caiam numa monotonia soporífera. Na verdade, ela mostra seu apreço pelo gênero eletrônico, aumentando nossas expectativas em um arco musical que quebra quaisquer expectativas pré-determinadas, permitindo que encontremos uma contraditória fluidez entre as estrofes de “Silver Cross” ou a paradoxal unidimensionalidade de “Official”. Em outras tentativas, entretanto, a artista busca por algo que nunca consegue achar, como é o caso de “I Don’t Wanna Know” e suas declamações românticas e fragmentárias.

Pabllo Vittar também retorna em mais uma parceria com XCX em “Shake It” – e isso não é tudo: se “Flash Pose” funcionou como uma cópia de qualquer outra música ballroom da comunidade drag queen norte-americana, a track em questão é diferente de tudo que já ouvimos antes: o riff-off mistura o pop experimental com a transgressora explosão do synth-electro ao mesmo tempo que se rende a um engrandecedor rap que nos conquista do começo ao fim.

‘Charli’ é um álbum totalmente experimental que, diferente de outras produções que morrem na praia e insurgem com esquecíveis boas intenções, alcança sucesso em praticamente tudo a que se propõe. A sonoridade avant-garde faz uso quase redundante de sua significação redundante e reafirma a importância de Charli XCX para um gênero que já sofreu muito por suas saturações e excessos – e, no caso, até mesmo as demasias são compreensíveis nas vigorosas quinze faixas.

Nota por faixa:

  • Next Level Charli – 4,5/5
  • Gone – 5/5
  • Cross You Out (feat. Sky Ferreira) – 5/5
  • 1999 (with Troye Sivan) – 4/5
  • Click (feat. Kim Petras and Tommy Cash) – 4,5/5
  • Warm (feat. HAIM) – 5/5
  • Thoughts – 4/5
  • Blame It on Your Love (feat. Lizzo) – 4,5/5
  • White Mercedes – 5/5
  • Silver Cross – 4,5/5
  • I Don’t Wanna Know – 2,5/5
  • Official – 4,5/5
  • Shake It (feat. Big Freedia, cupcakKe, Brooke Candy and Pabllo Vittar) – 5/5
  • February 2017 (feat. Clairo and Yaeji) – 3/5
  • 2099 (feat. Troye Sivan) – 4/5

Algo fantástico está chegando no novo teaser de ‘Amazing Stories’; Confira!

Apple TV+ divulgou hoje (17) um novo teaser oficial de ‘Amazing Stories’, reboot da série homônima lançada por Steven Spielberg em 1985.

Confira, junto ao trailer completo:

A nova versão está sendo descrita como uma “reimaginação” da icônica produção e irá transportar o público para “mundos de maravilhas”.

Edward KitsisAdam Horowitz (‘Once Upon a Time’) serão os showrunners e produtores executivos.

Mark MylodChris LongMichael DinnerSylvain WhiteSusanna Fogel dirigem os episódios.

‘Amazing Stories’ estreia no dia 06 de março.

‘Duna’: 1º trailer do remake deve ser lançado no mês que vem

Segundo o Palads Teatret na Dinamarca, o aguardado remake do clássico ‘Duna’ deve ganhar seu primeiro trailer oficial no mês que vem.

O vídeo, sem detalhes sobre a duração divulgados, será transmitido antes da reexibição de ‘A Origem’, filme de Christopher Nolan que completa dez anos em 2020. Além disso, ‘Mulher-Maravilha 1984’‘Tenet’ devem ganhar novos teasers promocionais.

Em entrevista ao podcast Team Deakins, o aclamado diretor Denis Villeneuve revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remakei.

Os dois trabalharam juntos em ‘Blade Runner 2049’, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.

“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de ‘Duna’ e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.

A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

‘Star Trek: Discovery’: Michael e Georgiou se enfrentam na promo do episódio 03×09; Confira!

CBS All Access divulgou a promo oficial de “Terra Firma Part I”, nono episódio da 3ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’.

No capítulo, que vai ao ar no dia 10 de dezembro“a tripulação do U.S.S. Discovery viaja para um misterioso planeta para encontrar uma cura para a condição deteriorante de Philippa Georgiou (Michelle Yeoh)”.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

Lana Del Rey anuncia título e data de lançamento de seu 8º álbum de estúdio

A indicada ao Grammy Lana Del Rey anunciou nas redes sociais que seu 8º álbum de estúdio ganhou um novo título e uma nova data de lançamento.

Anteriormente chamado ‘Rock Candy Sweet’ e previsto para estrear em 01 de junho, a produção agora recebeu o nome de ‘Blue Banisters’ e chegará a todas as plataformas de streaming em 04 de julho.

Confira:

Enquanto isso, o aclamado ‘Chemtrails Over the Country Club’ está disponível na íntegra no Spotify, contando com 11 faixas e produção de Jack Antonoff:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

A era é precedida pelo ovacionado ‘Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada é renovada para a 2ª temporada!

A Paramount+ anunciou hoje (21) que a adorada série animada ‘Rugrats: Os Anjinhos’ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

Os novos episódios ainda não tem data de lançamento confirmada, mas acredita-se que devem estrear apenas em 2022.

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

‘Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

‘Naomi’: Tensões aumentam na sinopse oficial do episódio 01×06; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Homecoming”, 6º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Na trama, “é dia de ‘homecoming’ em Port Oswego e Naomi e seus colegas estudantes estão muito animados para o evento – mas a tensão entre Nathan e Anthony escala quando Anthony sente que a tradição de seu lar está sendo desrespeitada por uma criança militar. Enquanto isso, Naomi descobre uma nova fonte de informações em potencial, mas ela pode saber mais do que ela esperava. Uma revelação de seu encontro com caçadores de recompensas leva Dee a procurar por respostas sobre alguém do passado, enquanto Zumbado tem uma corrida com Greg e Jennifer”.

O episódio vai ao ar no dia 01 de março.

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen Sugar’‘Ozark’, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘Entrevista com o Vampiro’: Adaptação da AMC ganha novas artes OFICIAIS; Confira!

A AMC divulgou três novas artes promocionais de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.

Os cartazes trazem falas que aparecerão na série, incluindo diálogos de Eric Bogosian como Daniel Molloy, Bailey Bass como Claudia e Jacob Anderson como Louis de Pointe du Lac.

A produção será lançada no outono estadunidense, isto é, entre setembro e novembro de 2022.

Confira:

O elenco conta com Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que será o vampiro Louis de Pointe du Lac; Sam Reid (‘The Newsreader’), que dará vida ao vampiro Lestat; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

Assista às primeiras cenas da produção abaixo:

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

As 50 Melhores Músicas de 2022

2022 se provou um ótimo ano para a música, com o retorno de aguardados atos do cenário fonográfico, bem como a estreia de vários outros.

Depois de separarmos os 22 melhores álbuns do ano, montamos uma segunda matéria celebrando as 50 melhores músicas, focando essencialmente na composição lírica, na produção e na rendição dos artistas.

Desde a reimaginação rap de “Vegas”, performada pela vencedora do Grammy Doja Cat, até a belíssima e antêmica arena-rock de “Hold My Hand”, música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ assinada pela lendária Lady Gaga, montar nosso ranking não foi um trabalho fácil – e com certeza devemos ter deixado alguma pérola de fora.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é sua canção favorita:

50. “SNAKES IN THE GRASS”, Dolly Parton

Retornando com força descomunal para o mundo do entretenimento, a icônica Dolly Parton se aventurou na literatura, na música e, futuramente, no cinema com ‘Run, Rose Run’ – e, apesar de nem todas as faixas funcionarem como deveriam, “Snakes In the Grass” emerge como a clássica Dolly que todos aprendemos a amar, mergulhando no cativante country-rock e em uma narrativa atemporal sobre os perigos de confiar em qualquer um.

49. “CANNONBALL”, Avril Lavigne

Desde “Cannoball”, faixa de abertura do novo álbum de Avril Lavigne, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.

48. “VERSIONS OF ME”, Anitta

Depois da problemática identitária de ‘Kisses’Anitta, que vem se consagrando como uma das maiores performers mundiais da atualidade, retornou com força descomunal com ‘Versions of Me’, uma ode a todas as camadas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.

47. “IT’S ONLY LOVE, NOBODY DIES”, Sofia Carson

As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.

46. “DON’T GO YET”, Camila Cabello

Com ‘Familia’Camila Cabello parece muito mais confortável dentro de seu escopo artístico,  deixando transparecer uma diversão apaixonante que nos guia por essa jornada incrível e que merece ser apreciada até mesmo por aqueles que não são tão fãs de música latina. E, dentro desse respiro, somos agraciados com a espetacular “Don’t Go Yet”, em que Cabello encarna uma versão modernizada de Gloria Estefan e, dessa maneira, gesta uma das melhores canções de sua carreira.

45. “IMMACULATE”, Years & Years

Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, ‘Years & Years’) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

44. “USED TO KNOW ME”, Charli XCX

No mais novo álbum da icônica Charli XCX, ‘CRASH’, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.

43. “MATILDA”, Harry Styles

Em “Matilda”Harry Styles promove uma desmistificação profunda do conceito de família e de lanços sanguíneos, narrando uma personagem que não foi amada por aqueles que deveriam amá-la e encontrou independência e felicidade ao se afastar deles: “você não deve pedir desculpas por ir embora e crescer” resume com consciência assustadora o que significa se libertar das amarras impostas pela sociedade e perceber que o mais difícil é, por vezes, o caminho a ser seguido.

42. “VIGILANTE SHIT”, Taylor Swift

“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original de ‘Midnights’ (décimo álbum de Taylor Swift), puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.

41. “HOT IN IT”, Tiësto feat. Charli XCX

Além de ter lançado o impecável ‘CRASH’ e ter participado da trilha sonora de ‘Morte Morte Morte’Charli XCX se uniu ao icônico DJ Tiësto para uma celebração do dance-pop com a incrível e sensual “Hot In It”. A faixa é destinada essencialmente às pistas de dança e funciona como uma incursão incrível da música eletrônica com um refrão impregnante e uma forte batida que nos impede de ficar parados por muito tempo.

40. “NO ONE DIES FROM LOVE”, Tove Lo

O segundo single de ‘Dirt Femme’, quinto álbum da incrível Tove Lo, não poderia ficar de fora da nossa lista. A produção irretocável da faixa traz o melhor do electropop à tona, seja com a multiplicidade de camadas vocais, seja com o uso pungente dos sintetizadores – escolhas que refletem a habilidade do produtor A Strut e que fala sobre um relacionamento que chegou ao fim da pior forma possível e que, mesmo assim, deixará memórias.

39. “29”, Demi Lovato

Demi Lovato retornou para o mundo da música com o aguardado ‘Holy Fvck’ este ano, abandonando o estilo mais conceitual que vinha apresentando e apostando nas raízes do pop-rock. “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação.

38. “MY MIND & ME”, Selena Gomez

Selena Gomez se tornou uma das porta-vozes sobre saúde mental e, com o lançamento do documentário ‘Minha Mente & Eu’, aproveitou a oportunidade para retornar ao mundo da música com uma ótima balada pop. Intitulada “My Mind & Me”, a potente canção fala sobre a fragilidade mental da cantora e compositora, caminhando para uma história de superação e fraternidade consigo mesma (eternizada pelo verso “nós não nos damos vem às vezes, e fica difícil respirar”).

37. “MISUNDERSTOOD”, BANKS

A breve faixa “Misunderstood”, da artista BANKS, é uma sinestésica obra-prima que aposta fichas numa produção conceitual, retumbante e guiada pela confluência de estilos que reflete o apreço da cantora e compositora por misturar gêneros conflitantes entre sim – e, ao longo de efêmeros 1:42, ela emplaca uma das melhores música do ano com a fusão entre R&Bpop alternativo.

36. “KOMBI VERSACE”, ROSALÍA

ROSALÍA causou um grande impacto ao retornar ao cenário fonográfico com o aclamado ‘MOTOMAMI’, facilmente um dos melhores álbuns do ano e da década. E, em meio a tantas faixas impecáveis, tivemos a presença da minimalista “Kombi Versace”, que mistura o experimentalismo dos sintetizadores com vocais em falsetto e uma presença demarcada do reggaeton.

35. “HEUTE NACHT”, Maddix

Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).

34. “BAD HABIT”, Steve Lacy

Com “Bad Habit”Steve Lacy alcançou o topo da Hot 100 da Billboard e serviu como uma divisora de águas na carreira do cantor e compositor. A faixa foi assinada por Lacy em colaboração a Diana GordonJohn KirbyFoushéeMatthew Castellanos, e trouxe inúmeros elementos a uma construção memorável em R&Blo-fifunk-pop.

33. “PLAN B”, Megan Thee Stallion

Megan Thee Stallion vem quebrando inúmeras barreiras de gênero dentro da configuração do rap e do hip-hop e, depois do aclamado ‘Good News’, retornou com o ótimo ‘Traumazine’. Dentro da produção, temos o single “Plan B”, uma antêmica incursão de empoderamento que fala sobre um problemático relacionamento que a rapper teve no passado.

32. “GOD TURN ME INTO A FLOWER”, Weyes Blood

“God Turn Me Into a Flower” traz uma celebração melancólica do enfrentamento dos problemas, em que a cantora clama por Deus para que ele a transforme em uma flor, um símbolo de força que é associado erroneamente à fragilidade – pois, quando ela cai, ela não se estilhaça como um copo de vidro. Cada nota proferida pelos sintetizadores ou pela multiplicidade de vozes é pensada com exímia cautela, adotando elementos teatrais que nos relembram de Fiona Apple e que se desvencilham de um melodrama desnecessário.

31. “NOBODY LIKE U”, 4*TOWN

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

30. “LOVE ME MORE”, Mitski

A artista Mitski vem ganhando espaço no cenário fonográfico ano após ano e, em 2022, lançou o elogiadíssimo ‘Laurel Hell’, seu sexto álbum de estúdio. O compilado de originais é uma celebração do synth-pop, do electro-pop e do nu-disco – e a faixa que melhor o representa é a instigante “Love Me More”, lançada como quarto single e que, em uma produção impecável e muito bem pensada, fala sobre a necessidade de ser amada.

29. “TITÍ ME PREGUNTÓ”, Bad Bunny

Bad Bunny fez um estrondo gigantesco ao lançar o álbum ‘Un Verano Sin Ti’ em 2022, trazendo a música latina com mais força para o cenário mainstream americano. “Tití Me Preguntó”, afastando-se das costumeiras incursões do reggaeton, apresentou um novo lado do cantor ao misturar dembowpsychedelia, puxando elementos do dancehall centro-americano e arquitetando uma atmosfera sensual e dançante.

28. “SUMMER RENAISSANCE”, Beyoncé

No aclamado ‘Renaissance – Act I’, nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

27. “HONDA”, FKA Twigs feat. Pa Salieu

“honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa.

26. “BROOKLYN BRIDGE”, Anaïs Mitchell

Em seu álbum de estúdio homônimo, Anaïs Mitchell nos presenteia com a singela e atmosférica “Brooklyn Bridge”, reafirmando-se como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos

25. “MAROON”, Taylor Swift

Logo na primeira metade de ‘Midnights’, Taylor Swift entrega inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer“Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora

24. “DAFFODIL”, Florence + the Machine

‘Dance Fever’ marcou o glorioso retorno de Florence + the Machine ao mundo da música – e uma das principais entradas do disco é “Daffodil”, uma mítica peregrinação de autorreflexão, lidando com uma expressividade que se transpõe ao literário e borra a separação entre os tipos de arte (considerando que o alcance sensorial da obra é múltiplo e avança até mesmo para o industrial psicodélico).

23. “YOU KEEP ME CRAWLING”, AURORA

‘The Gods We Can Touch’ é, facilmente, a obra-prima de AURORA, recheada de diversas faixas de tirar o fôlego. Uma das melhores é, sem dúvida, “You Keep Me Crawling”: nesta track, temos o início de uma tendência teatral que viria ser explorada em outras incursões. A progressão é pincelada pela densidade dramática do piano, do violino e da bateria, abrindo espaço para uma rendição espetacular e tocante que discorre sobre um relacionamento tóxico de que o eu-lírico não consegue escapar (Por que eu continuo implorando como o animal? Talvez seja porque eu precise servir alguém).

22. “VEGAS”, Doja Cat

Com “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.

21. “FAST TIMES”, Sabrina Carpenter

Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Sabrina Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza)

20. “FREE YOURSELF”, Jessie Ware

Apesar de não termos sido agraciados com mais um álbum, Jessie Ware não deixou de fazer sua participação em 2022 e lançou o incrível hino de autoaceitação e empoderamento “Free Yourself”. A faixa permitiu que Ware continuasse a explorar sua paixão por incursões dos anos 1980 e 1990 em uma narrativa sobre libertar a si mesmo, guiada pelas notas conhecidas do italo disco, do house e do dance-pop.

19. “THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis HiltonWhitney Houston.

18. “ABOUT DAMN TIME”, Lizzo

Já faz três anos desde que Lizzo parou o mundo com o lançamento de seu último álbum de estúdio – mas, atendendo nossas preces, ela está retornando para o cenário musical. O lead single de seu próximo compilado, “About Damn Time”, estende-se para o saudosismo inebriante do final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, com um nu-disco absorvido pelo funk-pop, marcado pelas impactantes notas do piano e por um baixo arrepiante – além de uma narrativa de empoderamento própria da identidade da cantora.

17. “4 DA MANHÃ EM SALVADOR”, Baco Exu do Blues

Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.

16. “HOW LONG”, Tove Lo

Depois da nostálgica incursão de ‘Sunshine Kitty’, que merecia mais reconhecimento do que tem, a performer sueca Tove Lo foi escalada para compor e cantar uma das faixas originais da aclamada série adolescente ‘Euphoria’, estrelada por Zendaya. Intitulada “How Long”, o pulsante electro-dark parte da perspectiva de um eu-lírico marcado por tristezas e decepções, declamando sobre um relacionamento tóxico que, na verdade, nunca foi verdadeiro.

15. “BOYFRIEND”, Dove Cameron

Dove Cameron começou a fazer sucesso no Disney Channel e, depois de ter protagonizado a trilogia ‘Descendentes’, começou a investir em peso em sua carreira musical. “Boyfriend”, dessa maneira, representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo que remete às incursões iconográficas de Ariana Grande. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

14. “CAROLINA”, Taylor Swift

Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos, Taylor Swift nos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.

13. “N95”, Kendrick Lamar

Kendrick Lamar voltou em 2022 com mais um projeto espetacular, intitulado ‘Mr. Morale & the Big Steppers’. Uma das faixas que melhor representa as ideias por trás do álbum em questão é “N95”, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzblues e rap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

12. “ATOPOS”, Björk

Björk escolheu “Atopos” como a faixa de abertura e como lead single  da inesperada obra-prima ‘Fossora’ – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade.

11. “PURE/HONEY”, Beyoncé

‘Renaissance – Act I’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

10. “FRANKENSTEIN”, Rina Sawayama

Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina Sawayama deu tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano com o ótimo ‘Hold the Girl’, seu segundo álbum de estúdio oficial. E a faixa-assinatura do compilado veio um pouco depois de seu lançamento oficial, com “Frankenstein” – um mergulho no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina.

9. “PAPI BONES”, FKA Twigs

No ótimo ‘CAPRISONGS’FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.

8. “DREAM GIRL EVIL”, Florence + the Machine

Colaborando com Dave Bailey, vocalista da banda Glass AnimalsFlorence Welch dá vida à narcótica atmosfera de “Dream Girl Evil”, construindo um enredo sarcástico e ácido, revelando a disparidade de gênero em que, quando uma mulher se posa como independente, atrai olhares de desprezo pelos homens: puxando elementos da icônica canção “Freedom!”, de George Michael, Florence abusa de uma retórica com propósito condescendente para com seu interlocutor, perguntando a ele se “eu o desapontei? A mamãe deixou você triste? Eu te faço lembrar de todas as garotas que te deixaram louco?”.

7. “TAKE MY BREATH”, The Weeknd

lead single de ‘Dawn FM’, recente álbum de The Weeknd, veio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do discoGiorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.

6. “HOLD MY HAND”, Lady Gaga

Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.

5. “OUT OF TIME”, The Weeknd

‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.

4. “CHILDREN OF THE EMPIRE”, Weyes Blood

A evocativa “Children of the Empire” é uma explosão instrumental que renega a maximização espetacular, procurando um ponto de encontro entre os arranjos que despontam e a rendição irretocável da performer. A princípio, a profusão de instrumentos pode parecer estranha, oscilando entre sintetizadores robóticos, o dedilhar de cordas e as notas ácidas de um piano (tudo pincelado com um coro gospel que surge no refrão) – mas a mixórdia de sensações é um deleite para os ouvidos, principalmente aliada a versos como “nós não temos mais tempo para ficar com medo” e “filhos do império sabem, sabem que não são livres”.

3. “SAOKO”, ROSALÍA

Com ‘MOTOMAMI’, ROSALÍA lançou seu melhor e mais experimental álbum até hoje, utilizando toda sua criatividade para refletir sobre a própria vida. E um dos singles oficiais da produção vem com “Saoko”, uma investida extremamente conceitual que desconstrói conceitos do reggaeton e do cyberpunk, unindo-os em uma alternância de estilos que não poderia ser feita por mais ninguém além dessa já memorável artista.

2. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

1. “L’ENFER”, Stromae

É provável que você nunca tenha ouvido de falar de Stromae – mas certamente deveria. O cantor e compositor belga retornou em 2022 com o incrível ‘Multitude’ e, dentro dessa melancólica e expressiva jornada, rendeu-se à melhor faixa do ano até agora – a profunda “L’Enfer”. Movida pelas densas notas de um piano clássico e pela interpolação com urgentes sintetizadores, a canção fala sobre depressão e pensamentos suicidas, enquanto realiza uma compressão niilista sobre o mundo e sobre a vida.

BÔNUS: “GOOD DAYS”, SZA

Quando montamos essa lista, SZA ainda não havia lançado o irretocável álbum ‘SOS’. Para não reestruturarmos o ranking inteiro, resolvemos dedicar uma seção hors concours para a icônica cantora e compositora e colocar “Good Days” como uma das melhores incursões do ano. A faixa traz aspectos do R&B alternativo, do neo-soul e do soul psicodélico, alimentado por uma atmosfera saudosista dos anos 2000 e inclusive conquistando uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B.

‘Jack Ryan’: 4ª e ÚLTIMA temporada ganha cartaz oficial e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou o cartaz e a data de estreia oficiais da 4ª e última temporada de ‘Jack Ryan‘, série estrelada por  John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’).

Os novos episódios serão lançados no dia 30 de junho na plataforma de streaming.

Confira:

Composta por 8 episódios, a terceira temporada mostrará o personagem titular “em fuga e em uma corrida contra o tempo. Jack é acusado em uma grande conspiração e se torna um fugitivo. Agora, caçado por todos os lados, ele é forçado a se esconder para se manter vivo enquanto tenta prevenir um enorme conflito global”.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

‘Patrulha do Destino’: Episódios FINAIS da série já estão disponíveis na HBO Max!

Os episódios finais da 4ª e última temporada de ‘Patrulha do Destino’ já estão disponíveis no catálogo da HBO Max.

Os capítulos de encerramento foram lançados na plataforma de streaming no último dia 12 de outubro.

Relembre o trailer:

Na primeira parte do ciclo final, os protagonistas acabaram presos em uma dimensão chamada Orqwith. Já na mansão, o refrigerador contendo uma criatura perigosa foi deixado acidentalmente aberto.

De acordo com o diretor Bosede Williams, em entrevista ao Entertainment Weekly, os novos episódios irão continuar imediatamente a partir destes ganchos na narrativa: “O criador da série [Jeremy Carver] realmente queria apresentar a dimensão Orqwith para os fãs, porque ela tem sido mencionada desde a primeira temporada.”

Ele completa, Nós sabíamos que essa dimensão devia ser sombria e desorientadora porque os personagens nunca haviam visto algo parecido. Devia ser algo sinistro para realmente tirá-los de sua zona de conforto.”

Apesar do cancelamento, os fãs podem ficar despreocupados, pois o ator Mark Sheppard (‘Supernatural’), intérprete de Willoughby Kipling, disse à Entertainment Weekly que a atração terá um desfecho apropriado em respeito ao público.

“Sinceramente, acho que estávamos preparados para esse cancelamento. O final da 4ª temporada é muito bom. É muito bom como um final para a história em si. O que posso garantir é que tivemos a oportunidade de fazer quatro temporadas de um lindo trabalho. Foi uma alegria e tanto.”

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), ‘Patrulha do Destino‘ é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

‘Them’: 2ª temporada da série antológica estreia ESTE MÊS no Prime Video!

A 2ª temporada da série antológica de terror ‘Them‘, intitulada ‘Them: The Scare‘, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Os novos episódios serão lançados na plataforma de streaming no dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada em Los Angeles, a história gira em torno de Dawn Reeve, uma detetive que recebe um novo caso: o assassinato bizarro de sua mãe adotiva que deixou até os profissionais mais experientes em choque. Lidando com o caos da cidade, Dawn está determinada a prender o assassino. No entanto, enquanto ela se aproxima da verdade, algo sinistro e malevolente espreita sua família…

A série foi criada por Little Marvin, que também serve como showrunner e produtor.

Deborah Ayorinde retornará como uma nova personagem ao lado de Luke James e Pam Grier. O elenco ainda contará com Joshua J. WilliamsJeremy BobbWayne Knight, Carlito OliveroCharles Brice e Iman Shumpert.

Katy Perry lança videoclipe oficial de “I’m His, He’s Mine”, colaboração com Doechii; Confira!

A icônica popstar Katy Perry lançou o videoclipe oficial de “I’m His, He’s Mine”, terceiro single de ‘143’, seu aguardado sétimo álbum de estúdio.

A faixa é uma colaboração ao lado da artista Doechii e já está disponível nas plataformas de streaming.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais também conta com as canções “Woman’s World”“Lifetimes”, com estreia marcada para o dia 20 de setembro.

Confira a tracklist:

1. Woman’s World
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage)
3. Gorgeous (feat. Kim Petras)
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii)
5. Crush
6. Lifetimes
7. All the Love
8. Nirvana
9. Artificial (feat. JID)
10. Truth
11. Wonder

Lembrando que Perry se apresentará no Rock in Rio, no Palco Mundo, no mesmo dia de lançamento do álbum.

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, ‘Smile’, foi lançado em 2020.

Universo Mágico Harry Potter | O ranking DEFINITIVO de todos os filmes da icônica saga bruxa

Goste ou não, ‘Harry Potter’ tornou-se um marco na cultura pop, seja em termos dos romances escritos por J.K. Rowling, seja na franquia cinematográfica que até hoje está na ativa.

Lançado originalmente em 1997, ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ veio a se tornar um divisor de águas no cenário literário – a despeito de críticas de especialistas em literatura. Afinal, é inegável que Rowling, aliando-se com diversos membros do alto escalão da esfera cinematográfica (Chris Columbus, Alfonso Cuarón, David Yates e muitos outros), arquitetou um universo bastante envolvente, que nutria de inspirações de clássicos da fantasia, como ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘As Crônicas de Nárnia’. A narrativa trouxe à vida e imortalizou o personagem titular, um jovem de onze anos que, morando com os tios infernais e um primo insuportável após o acidente dos pais, descobriu ser um bruxo de potencial enorme e viu seu mundo virar de cabeça para baixo ao ingressar em Hogwarts, uma escola de magia regada a feitiços, poções e constantes problemas.

28 anos depois da estreia do primeiro romance original e 24 anos depois da chegada da primeira adaptação audiovisual aos cinemas, a franquia tornou-se uma marca multibilionária e multimidiática que inclui uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’, bem como parques de diversão, livros, peças de teatro e uma série reboot que está sendo desenvolvida pela HBO | Max e que deve chegar às telonas em 2026.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando todos os longas-metragens da icônica saga bruxa, incluindo os filmes derivados.

Veja abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu favorito:

11. ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS CRIMES DE GRINDELWALD (2018)

‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ deu continuidade ao spin-off iniciado em 2016 com um sólido primeiro capítulo. É claro que esperaríamos uma qualidade semelhante ou até mesmo superior – ainda mais considerando as pessoas envolvidas no time criativo e técnico. Porém, o resultado foi extremamente aquém do esperado, e não apenas por conta de uma história cansativa e recheada de fórmulas, mas também por uma fraca inspiração artística que deixou os fãs da saga sedentos por algo mais bem formulado e arquitetado.

10. ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS SEGREDOS DE DUMBLEDORE (2022)

Direção: David Yates

Depois de um segundo filme decepcionante e frustrante, ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ respondeu a algumas questões e se sagrou como uma obra muito melhor que a anterior, ainda que não chegue aos pés da coesão do capítulo inicial desse spin-off. O elenco faz o máximo a partir de um roteiro que não sabe exatamente em que direção seguir e em meio a cenas sem muito sentido para o desenrolar da trama – mas foi Mads Mikkelsen quem roubou os holofotes com uma interpretação fantástica de Gellert Grindelwald, substituindo Johnny Depp em uma bem-vinda adição ao time de performers.

9. HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA (2002)

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ não é um filme ruim, por assim dizer – pelo contrário: aqui, Chris Columbus retorna à cadeira de direção depois de ter comandado o capítulo de estreia e mantém-se atrelado fielmente à estética que explorou e deu vida. E talvez esse tenha sido o problema: a narrativa parece não trazer muitas coisas novas em relação à identidade e à condução, ainda que arranque várias cenas de ação esplendorosas. Aqui, Harry se prepara para voltar a Hogwarts e começar seu segundo ano na escola de bruxos. Na véspera do início das aulas, a estranha criatura Dobby aparece em seu quarto e o avisa de que voltar é um erro e que algo muito ruim pode acontecer se Harry insistir em continuar os estudos de bruxaria – o que, como bem sabemos, acontece.

8. HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL (2001)

Chris Columbus foi o diretor responsável por trazer ‘Harry Potter’ à vida ao encabeçar o primeiro capítulo da saga: ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’. Apresentando oficialmente Harry, Rony e Hermione, bem como o vislumbre impressionante da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Columbus e o restante da equipe criaram mágica ao capturar a essência do romance original – mesmo cometendo deslizes aqui e ali. Porém, é inegável dizer que, quase vinte e cinco anos depois de seu lançamento, é notável que o filme é uma das entradas mais fracas da franquia quando posta lado a lado com os outros títulos.

7. HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX (2007)

Direção: David Yates

Não ouso dizer que ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’ marca um retrocesso para esta série mágica, mas a entrada de David Yates e de uma nova equipe – inclusive um roteirista estreante nesse universo – definitivamente desequilibrou o andamento da própria narrativa em relação aos longas predecessores. O quinto ano de Harry em Hogwarts se sagra uma entrada bastante caótica para saga, seja para o bem, ou para o mal. Na trama, Harry volta para a lendária escola de magia, onde pouquíssimos alunos e pais acreditam nele ou em Dumbledore sobre a volta de Voldemort. Ainda por cima, Dolores Umbridge, a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, prova ser a pessoa mais repugnante que Harry já conheceu.

6. ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM (2016)

Direção: David Yates

O maior receio de reviver a saga ‘Harry Potter’ com uma saga spin-off era que as possibilidade se tornassem tão vagas que o novo longa não faria jus ao seu real potencial – e que ficasse confuso ao ponto de decepcionar até os fãs mais fervorosos, ainda mais considerando o escasso material original (uma brevíssima enciclopédia). Felizmente, não foi isso que aconteceu: ao chegar aos cinemas em 2016, Animais Fantásticos e Onde Habitam’ conseguiu entregar além do prometido, criando uma atmosfera indescritível capaz de trazer os melhores conceitos de um universo mágico que já conhecemos e, ao mesmo tempo, construir sua própria identidade – e, com tristeza, se consagrar como a única entrada realmente boa de uma franquia que morreu muito cedo em meio a inúmeras polêmicas.

5. HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1 (2010)

harry potter e as relíquias da morte

Direção: David Yates

Em 2010, David Yates retornava pela terceira vez consecutiva à cadeira de direção de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1’, que dava início à conclusão dessa incrível narrativa iniciada com ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’. Já tendo comandado os ótimos ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’ e ‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe’, Yates não era nenhum estreante nesse fantasioso cosmos e, seguindo os passos do que havia nos apresentado anteriormente, focaria em uma identidade diferente dos capítulos anteriores – apostando fichas em uma ambientação ainda mais obscura e que premeditaria a queda do mundo bruxo como, até então, o conhecíamos.

4. HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE (2009)

enigma do príncipe

Direção: David Yates

Conquistando uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Fotografia‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe’ costuma ser subestimado pelos inveterados fãs da saga – mas posa como uma quase irretocável incursão audiovisual que arranca performances magníficas de seu elenco e nos prepara para a impactante conclusão que sairia pouco mais tarde. No sexto ano de Harry em Hogwarts, Lord Voldemort e seus Comensais da Morte estão criando o terror nos mundos bruxo e trouxa. Dumbledore convence seu velho amigo Horácio Slughorn para retornar a Hogwarts como professor de poções após Harry encontrar um estranho livro escolar. Draco Malfoy se esforça para realizar uma ação destinada por Voldemort, enquanto Dumbledore e Harry secretamente trabalham juntos a fim de descobrir o método para destruir o Lorde das Trevas uma vez por todas.

3. HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO (2005)

Direção: Mike Newell

Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, a partir da conclusão desse épico filme comandado por Mike Newell, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.

2. HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2 (2011)

Direção: David Yates

Há quase uma década e meia, a aclamada e memorável conclusão da saga ‘Harry Potter’ fazia sua estreia na Praça Trafalgar, em Londres, uma semana antes de oficialmente chegar aos cinemas de todo o mundo. Ovacionado pela crítica especializada e pelo público, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2’ fez um sucesso enorme e deu fim a uma das franquias mais importantes do cinema contemporâneo. O filme continuou a história do capítulo anterior e arquitetou o confronto final entre o bruxinho titular e Voldemort, o Lorde das Trevas do mundo mágico em uma épica batalha regada a reviravoltas, sustos e emoções. Levando inúmeros prêmios para casa, o longa arrecadou mais de US$1,3 bilhão nas bilheterias, alcançou o terceiro lugar das produções mais lucrativas da história e se tornou a obra mais bem-sucedida da Warner Bros. até ser ultrapassada por ‘Barbie’.

1. HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN (2004)

Direção: Alfonso Cuarón

Em 2004, Alfonso Cuarón deu vida ao que podemos encarar como a melhor entrada da saga ‘Harry Potter’‘O Prisioneiro de Azkaban’ continuou com louvor a levar a icônica saga mágica às telas e, diferente do que imaginamos, ele permanece destinado tanto para as crianças que acompanharam as aventuras predecessoras quanto para um público mais velho, que compreende as complexas nuances engendradas pelas dinâmicas entre família, amigos e o entendimento de que o mundo é bem mais difícil do que parece. E são esses os motivos que, quase duas décadas depois de seu lançamento oficial, o validam como uma obra-prima cinemática dos anos 2000 – e um dos melhores filmes de fantasia do século.

Emmy Awards 2025 | Kathy Bates faz HISTÓRIA ao ser indicada à premiação por ‘Matlock’

A série ‘Matlock‘, estrelada pela Kathy Bates (‘American Horror Story’), ganhou momento significativo com os inúmeros elogios à atriz – que, inclusive, fez história durante a cerimônia de indicados à 77ª edição do Emmy Awards.

Bates conquistou uma nomeação à cadeira de Melhor Atriz em Série de Drama por seu aplaudido trabalho e, com isso, tornou-se a atriz mais velha a realizar o feito, com 77 anos de idade.

Bates tem grandes chances de vencer a estatueta, considerando sua vitória no Critics Choice Awards por sua performance. Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.

Na trama, após alcançar sucesso em seus anos mais jovens, a brilhante septuagenária Madeline Matlock (Bates) volta a trabalhar em um prestigiado escritório de advocacia, onde usa seu comportamento despretensioso e táticas astutas para ganhar casos e expor a corrupção interna. Inspirado na clássica série de televisão de mesmo nome.

O elenco ainda contará com Skye P. Marshall, Jason Ritter, David Del Rio e Leah Lewis.

Jornada ÉPICA nas cenas inéditas de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, próximo spin-off de ‘Game of Thrones’

A HBO divulgou uma prévia com seus principais lançamentos para 2026 e aproveitou para revelar cenas inéditas de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.

A produção será lançada oficialmente no dia 19 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.

Confira, a partir de 00:33:

 

Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Kesha lança videoclipe oficial do single “ORIGAMI!”; Assista!

A popstar indicada ao Grammy Kesha lançou hoje (21) o videoclipe oficial de seu mais recente single, “ORIGAMI!”.

A faixa, que chegou às plataformas de streaming no começo do mês, funciona como música solta e foi produzida de maneira independente pela artista e por Kyle Buckley.

Ouça:

Lembrando que o último compilado de originais de Kesha foi o elogiado ‘.’, que conta com onze faixas, incluindo as canções“JOYRIDE”“DELUSIONAL”“YIPPEE KI YAY”.

Kesha ganhou fama em 2009 com o single “Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns ‘Animal’ (2010) e ‘Rainbow’ (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto ‘Warrior’ (2012) e ‘High Road’ (2020) entraram para o Top 10.

Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por ‘Rainbow’Melhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.

‘The 100’: Atriz de ‘The Perfection’ entra para o elenco da 7ª temporada

De acordo com o Deadline, Alaina Huffman (‘Supernatural’) fará uma participação especial na 7ª e última temporada de ‘The 100′.

Huffman irá interpretar Nikki, uma imprevisível e feroz assassina, que é despertada de sua prisão em Eligius IV para assumir a liderança de seu povo no problemático mundo de Sanctum.

A atriz também é conhecida por interpretar a Canário Negro em ‘Smallville’, e a vilã Abaddon em ‘Supernatural’.

Recentemente, ela estrelou o suspense ‘The Perfection, da Netflix.

Lembrando que a 6ª temporada de ‘The 100‘ já está em exibição na Warner Channel.

Assista ao trailer:

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

Amber Heard abandona processo de difamação contra Johnny Depp

De acordo com o The Blast, Amber Heard foi abandonada pela equipe jurídica que a representava no caso de difamação iniciado por Johhny Depp em 2019.

Para quem não sabe, Depp entrou com uma ação contra a ex-esposa no ano passado por difamação depois que ela escreveu um artigo acusando-o de abusar fisicamente dela durante os dezoito meses de casamento.

Prestes a enfrentar mais uma audiência no segundo semestre de 2020, a atriz não será mais defendida pela equipe chefiada por Roberta Kaplan, contratada por Heard desde o início da polêmica.

Foi dito que a equipe decidiu se afastar do caso por conta das “despesas com viagens e logística”, que estavam se tornando “cada vez mais caras” devido à distância para se encontrar com a atriz.

Fontes ligadas ao caso afirmam que Heard está de acordo com o fim da parceria e irá buscar novos representantes no estado da Vírginia, nos EUA.

Por outro lado, Adam Waldman, um dos advogados de Depp disse ao portal que:

Kaplan está se retirando do caso para evitar qualquer ligação com as falsas alegações da senhorita Heard contra o meu cliente. Pretendemos descobrir as reais motivações sobre a saída da equipe jurídica dela.”

Agora, a defesa de Depp também está investigando se Heard realmente doou para a caridade os milhões de dólares que ganhou em seu processo de separação contra o ator.

Em uma recente investida, os advogados do astro pediram ao tribunal da Virgínia para emitir intimações obrigando as supostas organização de caridade a comprovarem que foram beneficiadas por doações vindas de Heard.

Lembrando que este processo é um caso separado à ação judicial movida por Heard em 2018, quando ela alegou os abusos sofridos enquanto estava casada com Depp.

‘Titãs’: 3ª temporada será a melhor de todas, garante Alan Ritchson

A série live action dos ‘Titãs‘ atraiu uma legião de fãs ao longo de suas duas temporadas por trazer o Asa Noturna (Brenton Thwaites), o Robin de Jason Todd (Curran Walters), Ravena (Teagan Croft), Mutano (Ryan Potter) e companhia em carne e osso.

Outro destaque da série é a dupla Rapina e Columba, vividos por Alan Ritchson e Minka Kelly, respectivamente.

Durante uma entrevista para o Collider, Ritchson não escondeu seu entusiasmo sobre a vindoura 3ª temporada e garantiu que será a melhor de todas.

“É a melhor temporada até agora e não estou usando exagerando. Essa é uma daquelas séries extraordinárias, o elenco é incrível e a produção está impecável. Há um milhão de maneiras diferentes de contar uma história e, às vezes, leva uma ou duas temporadas para descobrir quem realmente são os personagens e porque eles fazem o que fazem. Eles [os roteiristas] fizeram um trabalho muito bom em explorar algumas dessas coisas.”

Ele continuou:

“Todas as temporadas foram boas, mas a 3ª há um toque de excelência porque estamos mais focados do que nunca, agoira que todos descobriram o que querem e onde querem chegar. Repito: será a melhor temporada de todas.”

Alguns dos primeiros detalhes em torno da 3ª temporada indicaram exatamente o que esse ‘toque de excelência’ trará, com novos personagens como Tim Drake (Jay Lycurgo), Barbara Gordon (Savannah Welch) e Jonathan Crane se juntando à série.

A nova temporada também vai mostrar Jason Todd se tornando o Capuz Vermelho e a invasão da Estrela Negra (Damaris Lewis) à Terra, além de muitas outras coisas.

Você está ansioso?

Lembrando que o site The Vulcan Reporter divulgou uma lista com os possíveis títulos dos 10 primeiros episódios da 3ª temporada, deixando de fora apenas os três capítulos finais do próximo ciclo.

Confira:

  • Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
  • Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
  • Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
  • Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
  • Episódio 5: Lazarus
  • Episódio 6: Lady Vic
  • Episódio 7: 51 Percent [51%]
  • Episódio 8: Home [Casa]
  • Episódio 9: Souls [Almas]
  • Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]

Vale lembrar que a informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Novidades da 3ª temporada

Vale lembrar, que a terceira temporada trará Jason tramando uma jornada para derrubar os ‘Titãs‘.

Nos quadrinhos, Jason Todd foi morto pelo Coringa e ressuscitou sob o polêmico codinome Capuz Vermelho, tornando-se um assassino frio e calculista. Apesar de ser pouco adaptado em animações e em nenhuma versão live-action, o personagem se tornou um dos anti-heróis mais populares de DC.

Além disso, o icônico supervilão Espantalho, alter-ego do Dr. Jonathan Crane, também fará sua estreia na série.

Informações sobre elenco ou em quantos capítulos os personagens irão aparecer não foram reveladas.

Relembre o trailer da temporada anterior:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Ritchson) e Columba (Kelly) também irão retornar.

‘Gavião Arqueiro’: Jeremy Renner reflete sobre a trajetória do herói em novo promo da série; Assista!

A Marvel Studios lançou um novo promo de ‘Gavião Arqueiro‘ com entrevistas de Jeremy Renner e a equipe por trás da série refletindo sobre a trajetória do herói.

“Clint Barton é um dos seis Vingadores originais”, explica Renner. “E, através dessa série, podemos compartilhar tudo sobre quem é Clint Barton de uma forma muito emocionante… Tem sido uma jornada empolgante e estimulante, e é difícil medir o que isso significa para minha carreira. Mas quando penso no MCU e em minhas experiências interpretando esse personagem, torna-se muito mais uma jornada pessoal. E estou animado para ver onde isso vai me levar.”

O diretor Rhys Thomas acrescentou que:

“‘Gavião Arqueiro‘ é atraente porque há uma sensação de que esse cara comum é movido por esse senso de justiça, mais do que qualquer coisa. Ele não tem super poderes e mesmo assim não teme ameaças que estão cima dele. Acho interessante que você se junte a ele nessa trama, quando ele essencialmente encontrou a paz que sempre quis. Mas você sabe que esse preço foi pago com sangue e lágrimas.”

Para o produtor Brad Winderbaum “Clint sempre foi o rosto humano dos Vingadores. Ele tem todo esse peso sobre os ombros e acho que muitas pessoas se identificam com ele.”

Assista:

Jeremy Renner e a equipe de ‘Gavião Arqueiro‘ refletem sobre a jornada de Clint Barton em um novo vídeo especial. Os dois primeiros episódios da série original já estão disponíveis na Disney+.”

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

‘O Mandaloriano’ Giancarlo Esposito mostra sua habilidades com o Sabre Negro em evento de fãs; Confira!

No último fim de semana, a Fan Expo Boston reuniu diversas personalidades de variadas franquias para um bate-papo com os fãs.

E um dos convidados foi Giancarlo Esposito, intérprete do Moff Gideon em ‘O Mandaloriano’.

Quem acompanha a série sabe que o personagem estava em posse do lendário Sabre Negro antes da arma ser tomada dele em um duelo contra Din Djarin (Pedro Pascal).

E, para provar que é um exímio espadachim, Esposito demonstrou suas habilidades com a arma durante o evento, fazendo a alegria do público.

Confira:

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ será lançada em fevereiro de 2023.

Por enquanto, não se sabe se Esposito estará presente nos próximos episódios.

Enquanto isso, as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+. 

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Star Wars: Andor’: 2ª temporada será ambientada 3 dias antes dos eventos de ‘Rogue One’

Em entrevista para a Empire, Tony Gilroy, showrunner de ‘Star Wars: Andor‘, revelou que a 2ª temporada da série será ambientada três dias antes dos eventos de ‘Rogue One‘, filme que deu origem à atração.

Ao fim da primeira temporada, Andor (Diego Luna) já estava flertando com os ideais da Aliança Rebelde contra as forças imperiais.

Ao que tudo indica, esses três dias serão extremamente essenciais para transformá-lo naquele personagem que o público conheceu no filme dirigido por Gareth Edwards em 2016.

Vale lembrar que os novos episódios serão lançados no Disney+ apenas em agosto de 2024, ainda sem dia oficial confirmado.

Durante a Star Wars Celebration, a equipe criativa da série ofereceu atualizações sobre o processo de filmagens, dizendo: “nós começamos a gravar em novembro. Estamos na metade. Vamos rodar até agosto. E estamos no mesmo cronograma da última vez… Vamos passar mais um ano em pós-produção e na música… E acredito que vamos estrear em agosto [do ano que vem]”.

Anteriormente, em uma entrevista para a Variety, o astro da série, Diego Luna, revelou que o feedback positivo dos espectadores da 1ª temporada inspirou fortemente o desenvolvimento dos novos episódios.

Confira:

“Agora nós sabemos que as pessoas gostaram, e também sabemos por que as pessoas gostaram. É uma boa ferramenta que temos hoje em dia, através das redes sociais. Ouvimos o público e os críticos. Entendemos quais coisas se conectaram e quais não se conectaram”, revelou Luna.

Ele ainda complementa:

“É legal ter a oportunidade de fazer outra temporada tendo essas informações. É uma temporada que representa o público, de certa forma. A recepção com o público serviu de inspiração para essa temporada.”

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis no Disney+.

Relembre o trailer:

A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Frase icônica de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ NÃO foi escrita por Christopher Nolan; Confira!

“Ou você morre herói… Ou vive o bastante para se tornar vilão”, esta é uma das frases mais icônicas do cinema, dita em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, quando Harvey Dent (Aaron Eckhart) ainda sonhava em transformar Gotham em uma cidade livre da criminalidade.

Infelizmente, ele acabou comprovando a veracidade de suas próprias palavras quando se transformou no vilão Duas Caras.

Apesar de muitos fãs creditarem a genialidade do diretor Christopher Nolan na construção do personagem, a frase foi escrita por seu irmão, Jonatahn, co-roteirista do longa.

Em entrevista para o Deadline, Christoper brincou ao dizer que:

“Isso me mata, porque é a frase que mais marcante do filme. Eu li em seu rascunho e pensei: ‘Tudo bem, vou mantê-la aí, mas não sei realmente o que significa. Significa realmente alguma coisa?’ Mas, ao longo dos anos, desde que o filme foi lançado, essa frase parece cada vez mais significativa. Inclusive, ‘Oppenheimer’ trata-se exatamente absolutamente isso. Construção e destruição. É a maneira como tratamos as pessoas.”

Vale lembrar que ‘Oppenheimer’ é um dos grandes favoritos ao Oscar de Melhor Filme em 2024.

Durante o anúncio de indicados, o longa-metragem liderou a lista de nomeações em 13 categorias, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Nolan, Melhor Ator para Cillian MurphyMelhor Atriz Coadjuvante para Emily Blunt Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr..

Os vencedores serão revelados no dia 10 de março.

‘Oppenheimer’ apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

‘Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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Atriz de ‘Ted Lasso’ se junta ao elenco de ‘Missão Impossível 8’

O diretor Christopher McQuarrie, encarregado pelos filmes ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1 e 2′, confirmou que a atriz Hannah Waddingham, conhecida por ‘Ted Lasso‘ e ‘Sex Education‘, estará no elenco da Parte 2 do longa.

O cineasta fez o anúncio através de uma postagem no Instagram. Confira:

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)

Anteriormente, Christopher McQuarrie conversou com a Empire Magazine, dando detalhes sobre os filmes que vão concluir a história do agente Ethan Hunt (Tom Cruise).

O cineasta antecipa que os capítulos finais, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘, serão épicos e ainda mais impressionantes que os filmes anteriores da saga.

“Há muitas coisas do passado do Ethan que virão à tona. ‘Acerto de Contas’ é um termo de navegação. Isso significa que você está escolhendo um curso baseado apenas em sua última posição conhecida e isso se torna uma metáfora não apenas para Ethan, mas para vários personagens.”

Ele completa, “A primeira coisa que nós sabíamos sobre o capítulo final era que seria uma aventura dividida em duas partes. Será épico. Terá que ser uma conclusão que irá superar toda a franquia. Não há outro jeito de terminar a história.”

McQuarrie assumiu a direção da franquia em ‘Nação Fantasma‘ (2016), retornou para ‘Efeito Fallout‘ (2018) e está por trás do 7º e do 8º, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘.

Lembrando que o oitavo capítulo chega aos cinemas em 28 de junho de 2024. O sétimo, intitulado ‘Missão Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’, está programado para ser lançado em 14 de julho de 2023.

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia. 

‘Agatha: Darkhold Diaries’: Série derivada de ‘WandaVision’ pode ter ganhado nova data de estreia

Segundo um registro de direitos autorais nos Estados Unidos, a série derivada de ‘WandaVision‘, intitulada agora como ‘Agatha: Darkhold Diaries‘, pode fazer sua estreia no Disney+ em 19 de setembro de 2024. (via The Direct)

Embora a informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada pela Disney, a notícia gerou grande empolgação entre os fãs da Marvel.

A série, que já concluiu as gravações e está atualmente em pós-produção, promete explorar o universo mágico e misterioso da personagem Agatha Harkness, interpretada por Kathryn Hahn.

Anteriormente, a atriz revelou o que os espectadores podem esperar da vindoura série:

“Eu não faço ideia. Eu estou muito ansiosa para conferir [o resultado final]. Eu amo [a Agatha Harkness]. Ela é uma bruxa, então não poderia ser mais delicioso que isso. Depois de estrelar [‘Tiny Beautiful Things’], é muito legal poder participar de outro projeto complexo e emocionante. Tem sido um ano muito difícil, mas incrível.”

Confira as imagens dos bastidores:

Emma Caulfield Ford também reprisará o seu papel como Dottie, de ‘WandaVision‘.

Além de Kathryn Hahn reprisando o papel da personagem-título, o elenco ainda contará com Aubrey PlazaPatti LuPone, Joe Locke, Ali Ahn, Maria Dizzia e Sasheer Zamata.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

Patolino e Gaguinho enfrentam uma invasão ALIENÍGENA em novo filme dos ‘Looney Tunes’!

O primeiro teaser do novo filme de animação ‘Looney Tunes’, ‘The Day the Earth Blew Up’ (‘O Dia em que a Terra Explodiu’, em tradução livre), foi divulgada e mostra os amados personagens Patolino e Gaguinho em apuros.

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Confira a sinopse:

Devido a uma série de travessuras na fábrica de chicletes, Patolino e Gaguinho descobrem uma conspiração alienígena secreta para dominar a Terra por meio do controle mental. A dupla deve trabalhar junta para deter os alienígenas, enquanto tenta evitar enlouquecer um ao outro.

O filme é dirigido por Pete Browngardt, que faz sua estreia na direção, e tem roteiro de Kevin Costello. O elenco de dublagem conta com Eric Bauza como as vozes dos personagens protagonistas, bem como Candi MiloPeter MacNicolFred TatascioreLaraine Newman.

O longa tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2024, ainda sem data confirmada.

Confira o primeiro cartaz oficial da produção: