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10 filmes emocionantes que transformam a dor em arte

Trazendo traumas e conflitos de forma intensa, e ressignificando os sentimentos mais dilacerantes, alguns filmes emocionantes nos levam a jornadas tão íntimas que é preciso de um lenço ao lado quando termina a sessão. Para você que está com o coração em dia, segue abaixo uma poderosa lista que dialoga diretamente com esse título:

 

Hamnet (Em cartaz nos cinemas)

Nessa trama dilacerante, acompanhamos o jovem William Shakespeare e sua esposa, Agnes, enquanto lidam com uma tragédia que abala sua família, inspirando-o a escrever uma obra que nunca mais sairia das memórias.

 

O Apego (Estreia em breve nos cinemas)

Sandra (Valeria Bruni Tedeschi) é uma mulher solteira que vive seus dias dedicada ao trabalho como administradora de uma livraria. Um dia, sua vizinha da frente precisa que ela cuide de seu filho pequeno, Elliot, pois está em trabalho de parto e precisa ir ao hospital. Quando a vizinho morre durante o parto, o marido dela, Alex (Pio Marmaï), enfrenta a dor dessa perda, e Sandra passa a fazer cada vez mais parte dessa família, acompanhado situações pelos meses que se seguem após o ocorrido.

 

Você não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai, Ricky (Kris Hitchen), resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade financeira de sua família. A partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta.

 

Manchester à Beira-Mar (HBO MAX)

Lee Chandler (Casey Affleck) é um homem solitário que sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão, Joe (Kyle Chandler), acabou de falecer. Imediatamente, Lee precisa voltar até a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho, Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

 

Aftesrun (Netflix)

Sophie (Frankie Corio) é uma jovem bastante esperta que vai passar férias com o pai, Calum (Paul Mescal). Desde a chegada ao local, Sophie registra tudo com uma câmera: as alegrias, as discussões, as dúvidas, as descobertas, os marcantes momentos daquele curto período. Percebemos logo que são lembranças, memórias, com uma carga alta de sentimentos vindos de vários lados.

 

Foi Apenas um Acidente

Após um incidente na estrada, um homem e sua família precisam de ajuda com o carro. O que parecia uma situação comum toma outros rumos quando ele é reconhecido por alguém que o identifica como seu antigo torturador.

 

Valor Sentimental (MUBI)

Um diretor de cinema, mantém uma relação distante e estremecida com as duas filhas, está prestes a iniciar seu novo filme e oferece o papel principal a uma delas. Diante da recusa, ele convida uma famosa atriz norte-americana para o projeto. Aos poucos, vamos compreendendo a complexa dinâmica familiar que se forma, marcada por sentimentos conflitantes de todos os lados.

 

De Tirar o Fôlego (Netflix)

De Tirar o Fôlego nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre. Escrito e dirigido pela cineasta irlandesa Laura McGann, esse projeto tem a maestria de uma narrativa que consegue manter o interesse do espectador do início ao fim, onde reviravoltas são vistas aos montes, nos levando para enormes caminhos de tensão, angústia e reflexões sobre a vida.

 

As Ondas (Prime Video)

Tyler é um jovem estudante que vive uma bela vida ao lado de sua madrasta Catharine, seu pai Ronald e sua irmã Emily. Extremamente pressionado aos seus treinos e em ser o melhor, Tyler vive um grande conflito interno quando recebe a notícia de que sua namorada está grávida e vai ficar com o bebê. A partir dessa situação, se desenrolam fatos que vão marcar para sempre a vida do jovem e também de sua irmã, que precisará ter forças para lutar contra pensamentos do seu passado para seguir em frente e tentar encontrar a tão sonhada felicidade.

 

No Vale das Sombras (Mercado Play)

Na trama, um jovem soldado volta do Iraque, e no seu primeiro fim de semana longe da guerra, some misteriosamente. Acompanhamos então seu pai em sua busca, contando com a ajuda de uma policial responsável pelo caso.

Crítica | ‘Wuthering Heights’ é uma gloriosa entrada para a imaculada discografia de Charli XCX

Charli XCX vem trilhando um caminho de enorme sucesso desde que surgiu na indústria fonográfica, sendo um dos emblemas do movimento conhecido como PC Music. Aliando-se a nomes como A.G. Cook e SOPHIE, a artista deu início a uma revolução que acompanhou as contínuas investidas do cenário mainstream e que culminou em intersecções experimentais que incluem o hyperpop e o industrial pop. Recentemente, Charli encontrou sucesso ainda mais considerável com o lançamento de ‘BRAT’, que trouxe impacto significativo à cultura pop e rendeu a artista nada menos que três estatuetas do Grammy Awards – as primeiras da performer.

Três anos mais tarde, somos convidados para mais um ambicioso projeto que é inspirado no remake de O Morro dos Ventos Uivantes, de Emerald Fennell, que já está em exibição nas salas de todo o planeta. Intitulado Wuthering Heights, o compilado de originais é composto por doze faixas inéditas e vem sendo promovido desde novembro do ano passado. Os três singles que precederam a estreia do disco – “House”, “Chains of Love” e “Wall of Sound” – esquadrinharam o tempestuoso e comoventes cosmos eternizado por Emily Brontë e deram o tom de uma releitura inesperada da icônica história de amor entre Catherine e Heathcliff em uma união entre passado e presente.

Logo de cara, Charli se reúne com John Cale para a já citada colaboração “House”, dando o tom cinemático e evocativo que acompanha essa etérea narrativa musical – e precedendo a igualmente provocante “Wall of Sound” ao fortificar a grandiosa e maximizada composição instrumental que entorpece cada uma das faixas. À medida que navegamos por essa exploração psicoafetiva do significado do amor e a maneira como escapar desse sentimento acolhedor e destrutivo é uma tarefa impossível. E, como a máxima diz, “se não pode vencê-los, junte-se a eles” – e é então que chegamos a “Dying of You”, uma celebração dos anos 2000 incorporado à conhecida identidade despojada da cantora, seja com cíclicos sintetizadores, seja com a hiperbólica constatação do amor como necessidade e sacrifício, ao mesmo tempo.

Se ‘BRAT’ nos trouxe Charli em meio a impetuosas e empoderadoras declarações sobre sua percepção de si mesma e do mundo ao longo de explosivas e vibrantes construções, Wuthering Heights vem como contraposição contundente ao envolvê-la em um escopo mais restrito, por assim dizer. A performer não abandona em momento algum a essência que a transformou em uma das maiores popstars da atualidade, mas utiliza um mandatório amadurecimento para construir as tracks que compõe essa densa obra, como é o caso da dissonante e fabulesca intangibilidade delineada em “Always Everywhere”, em que traz elementos robóticos e orquestrais dentro de uma atmosfera propositalmente opressiva, dando um duplo sentido ao título.

Um dos aspectos que mais nos chama a atenção é a forma como as canções são uniformizadas nos vários estilos de que se dispõe, mas não no tocante à estruturação dialógica, borrando as conhecidas divisões de uma peça sonora em expressivas distinções que vão desde a lírica até a duração. “Out of Myself”, por exemplo, trata o amor como libertação através de metáforas brutais e inesperadas, antecipando o efêmero e psicodélico interlúdio “Open Up”; já em “Seeing Things”, os violoncelos e violinos respaldam uma ambientação que une a elegância orquestral às distorções vocais que transmuta o sentimento em uma experiência universalizante, pautada numa melancólica esperança que é pincelada pelas várias camadas de vozes.

A genialidade do álbum está na própria contraditoriedade: de um lado, temos uma exímia coesão artística e estilística, cortesia do trabalho de Finn Keane na produção. Unindo forças a nomes como Lewis Pesavoc e Justin Raisen, Keane sabe com quais instrumentos deseja colocar em atividade, forjando peças que, à medida que se complementam em capacidade técnica, se afastam pela temática assinada por Charli e pelo restante dos compositores – e essa ideia é concretizada principalmente com “Altars”, uma das faixas mais bem escritas do álbum, em que o amor ultrarromântico se destitui das próprias máscaras e cede a uma dura realidade (talvez tarde demais).

O compilado não é livre de equívocos, por mínimos que sejam: aqui me refiro à colaboração “Eyes of the World” ao lado de Sky Ferreira, que se mantém tão fiel à robusta estética das outras músicas, que perece em meio a regurgitações cansativas do electro-synth e é ofuscada pela própria falta de originalidade. Todavia, Charli logo se recompõe com o nostálgico electro-rock que se apodera da apoteótica “My Reminder”, sem sombra de dúvidas uma das entradas mais gloriosas do projeto e que coloca a abstração intocável do amor em uma verdade pungente, mas fundamental; e com a espetacular “Funny Mouth”, que fecha com chave de ouro uma aventura sinestésica que quase beira a perfeição.

Wuthering Heights é uma ótima e sólida entrada a uma das discografias mais imaculadas da música contemporânea, unindo literatura, cinema e música em uma experiência sensorial, emulativa e inebriante que apenas uma artista com o calibre de Charli XCX poderia nos entregar.

Fernando Meirelles e estrelas de Hollywood assinam carta contra “silêncio” de Festival de Berlim sobre Gaza

Fernando Meirelles - Österreichpremiere "360" im Wiener Volkstheater

O cineasta brasileiro Fernando Meirelles (‘Cidade de Deus’) e os astros internacionais Mark Ruffalo e Tilda Swinton estão entre os 92 signatários de uma carta aberta que sacudiu o Festival de Berlim (Berlinale) em fevereiro de 2026.

Conforme a Variety, o documento condena o que classificam como “silêncio” da instituição em relação ao conflito em Gaza e denuncia a suposta censura a artistas que se manifestaram sobre o tema.

A crise institucional foi deflagrada após declarações do presidente do júri, Wim Wenders, que afirmou que o cinema deveria “se manter fora da política”. Os signatários rebateram veementemente: “Não se pode separar uma coisa da outra”.

O documenta cita a recusa de mais de 5.000 profissionais do cinema, incluindo nomes importantes de Hollywood, em trabalhar com empresas e instituições cinematográficas israelenses consideradas cúmplices.

A carta destaca o contraste com edições anteriores, nas quais a Berlinale emitiu declarações claras sobre atrocidades no Irã e na Ucrânia.

“Conclamamos a Berlinale a cumprir seu dever moral e declarar claramente sua oposição ao genocídio de Israel, aos crimes contra a humanidade e aos crimes de guerra contra os palestinos, e a encerrar completamente qualquer envolvimento na proteção de Israel contra críticas e pedidos de responsabilização”, conclui a carta.

O grupo exige que o festival declare oposição ao que chamam de crimes de guerra contra os palestinos e interrompa o financiamento e a proteção institucional a entidades israelenses consideradas cúmplices.

A diretora do festival, Tricia Tuttle, tentou conter a repercussão afirmando que artistas não devem ser cobrados por debates políticos complexos sobre os quais não têm controle.

Confira a carta e siga o CinePOP no Youtube:

“Escrevemos como trabalhadores do cinema, todos nós participantes atuais e anteriores da Berlinale, que esperamos que as instituições do nosso setor se recusem a ser cúmplices da terrível violência que continua a ser perpetrada contra os palestinos. Estamos consternados com o envolvimento da Berlinale na censura a artistas que se opõem ao genocídio contínuo de Israel contra os palestinos em Gaza e ao papel fundamental do Estado alemão em possibilitá-lo. Como declarou o Instituto de Cinema da Palestina, o festival tem estado ‘policiando cineastas ao mesmo tempo em que mantém o compromisso contínuo de colaborar com a Polícia Federal em suas investigações’.

No ano passado, cineastas que se manifestaram em defesa da vida e da liberdade do povo palestino a partir do palco da Berlinale relataram ter sido duramente repreendidos por programadores seniores do festival. Foi divulgado que um cineasta teria sido investigado pela polícia, e a liderança da Berlinale insinuou falsamente que o discurso emocionante do artista, fundamentado no direito internacional e na solidariedade, era ‘discriminatório’. Como outro cineasta relatou ao Film Workers for Palestine sobre a edição do ano passado: ‘havia uma sensação de paranoia no ar, de não estar protegido e de estar sendo perseguido, algo que eu nunca havia sentido antes em um festival de cinema’. Estamos ao lado de nossos colegas ao rejeitar essa repressão institucional e o racismo anti-palestino.

Discordamos veementemente da declaração feita pelo presidente do júri da Berlinale 2026, Wim Wenders, de que o cinema é ‘o oposto da política’. Não se pode separar uma coisa da outra. Estamos profundamente preocupados com o fato de a Berlinale, financiada pelo Estado alemão, estar ajudando a colocar em prática o que Irene Khan, Relatora Especial da ONU para a Liberdade de Expressão e Opinião, recentemente condenou como o uso indevido, por parte da Alemanha, de legislação draconiana ‘para restringir a defesa dos direitos palestinos, esfriando a participação pública e encolhendo o debate na academia e nas artes’. Isso também é o que Ai Weiwei descreveu recentemente como a Alemanha ‘fazendo o que fez nos anos 1930’ (concordando com seu entrevistador que sugeriu que ‘é o mesmo impulso fascista, apenas com um alvo diferente’). Tudo isso em um momento em que estamos tomando conhecimento de novos e horríveis detalhes sobre os 2.842 palestinos ‘evaporados’ pelas forças israelenses com o uso de armas térmicas e termobáricas fabricadas nos EUA e proibidas internacionalmente. Apesar das abundantes evidências da intenção genocida de Israel, de crimes sistemáticos de atrocidade e de limpeza étnica, a Alemanha continua a fornecer a Israel armas utilizadas para exterminar palestinos em Gaza.

A maré está mudando no mundo internacional do cinema. Muitos festivais internacionais endossaram o boicote cultural a Israel sob regime de apartheid, incluindo o Festival Internacional de Documentários de Amsterdã, o maior do mundo, bem como o BlackStar Film Festival, nos EUA, e o Film Fest Gent, o maior da Bélgica. Mais de 5.000 profissionais do cinema, incluindo figuras de destaque de Hollywood e do cenário internacional, também anunciaram sua recusa em trabalhar com empresas e instituições cinematográficas israelenses consideradas cúmplices.

Ainda assim, a Berlinale até o momento sequer atendeu às demandas de sua comunidade para emitir uma declaração que afirme o direito palestino à vida, dignidade e liberdade; condene o genocídio israelense em curso contra os palestinos; e se comprometa a defender o direito dos artistas de se manifestarem sem restrições em apoio aos direitos humanos palestinos. Esse é o mínimo que pode, e deve, fazer.

Como afirmou o Instituto de Cinema da Palestina, ‘estamos estarrecidos com o silêncio institucional da Berlinale diante do genocídio do povo palestino e com sua relutância em defender as liberdades de expressão e de fala dos cineastas’. Assim como o festival fez declarações claras no passado sobre atrocidades cometidas contra pessoas no Irã e na Ucrânia, conclamamos a Berlinale a cumprir seu dever moral e declarar claramente sua oposição ao genocídio de Israel, aos crimes contra a humanidade e aos crimes de guerra contra os palestinos, além de encerrar completamente seu envolvimento em proteger Israel de críticas e de pedidos de responsabilização”.

Sucesso de ‘Hamnet’ no Oscar impulsiona turismo histórico na Inglaterra

O longa Hamnet – A Vida Antes de Hamlet, indicado ao Oscar, está provocando um fenômeno cultural que vai além das telas. De acordo com a Reuters, a produção sobre a juventude de William Shakespeare gerou uma nova onda de turismo no centro da Inglaterra, especialmente na casa de infância do dramaturgo e no chalé de sua esposa, Anne Hathaway.

Embora o filme não tenha sido rodado em Stratford-upon-Avon, a conexão emocional com a história atraiu um público massivo. Richard Paterson, diretor do Shakespeare Birthplace Trust, afirma que o fluxo de visitantes, que costumava ser de 250 mil pessoas ao ano, cresceu entre 15% e 20% desde o lançamento em janeiro.

“Os números de visitantes aumentaram entre 15% e 20% em todos os locais desde que o filme foi lançado, em janeiro. E acredito que isso só vai continuar ao longo do ano. Eles querem especialmente ver a casa de Anne Hathaway e entender como a família vivia nesses espaços e na paisagem ao redor da propriedade… dá para perceber por que ele teria se sentido inspirado”, disse Richard Paterson, diretor de operações do Shakespeare Birthplace Trust.

Steven Spielberg faz história e, com ‘Hamnet’, quebra o próprio recorde no Oscar

De ‘O Agente Secreto’ a ‘Pecadores’: Onde assistir aos filmes indicados a Melhor Filme no Oscar 2026

Baseado no aclamado drama literário,Hamnet – A Vida Antes de Hamlet foi um dos maiores destaques da lista de indicados deste ano. O longa é estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), cujas performances foram essenciais para levar a produção ao topo das apostas da Academia.

O projeto conquistou nada menos que oito nomeações ao maior prêmio do cinema, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Zhao e Melhor Atriz para Buckley. Infelizmente, Mescal foi esnobado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

Hamnet – A Vida Antes de Hamlet tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.

Astro de ‘Transformers’ entra para o elenco do thriller ‘The Good Samaritan’!

Josh Duhamel stars in LOST IN THE SUN. ©Cargo Entertainment.

Josh Duhamel, astro da franquia Transformers, acaba de se juntar a Sharlto Copley e Daisy Ridley no elenco deThe Good Samaritan (O Bom Samaritano, em tradução livre). O novo thriller de ação será dirigido por Pierre Morel (‘Busca Implacável’).

Segundo o The Hollywood Reporter, o longa tem roteiro original de Matthew Ian Cirulnick (‘Rambo: Até o Fim’). A produção fica a cargo da Canton Entertainment, em parceria com a Oakhurst Pictures e Sentient Entertainment, com filmagens previstas para começar em julho.

A Trama Daisy Ridley interpreta a Dra. Rosalind Carver, uma empresária de sucesso que, ao lado do marido, resgata um homem à deriva na costa da Indonésia. O gesto de bondade, porém, desencadeia uma conspiração mortal: após o sequestro do marido por uma gangue de piratas liderada por Langbore, Rosalind precisa se aliar a um ex-mercenário experiente. Juntos, eles enfrentam os criminosos e acabam expondo um império global de tráfico.

O projeto está sendo apresentado a compradores no European Film Market, em Berlim, com a promessa de ser um thriller implacável e emocionalmente envolvente.

Novo TERROR com Mckenna Grace promete mistura entre ‘Meninas Malvadas’ e ‘A Substância’; Confira o trailer!

O terror cômico ‘Slanted‘, descrito como uma mistura entre ‘Meninas Malvadas‘ e ‘A Substância‘, ganhou o primeiro trailer.

Shirley Chen (‘A Mestra do Trivia’) e Mckenna Grace (‘Pânico 7’) estrelam a produção.

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Amy Wang (‘Irmãos Sun’) é responsável pela direção e roteiro.

A trama acompanha Joan Huang, uma jovem asiática que idolatra as garotas populares e sonha em ser rainha do baile, mas teme que a única maneira de vencer seja se parecer com todas as rainhas do passado cujos retratos enfeitam os corredores de sua escola.

É aí que entra a Ethnos: uma misteriosa clínica de cirurgia plástica que transforma pessoas de cor em caucasianas. Joan se submete ao procedimento e acorda como uma linda loira destinada à coroa, mas a que custo?

O elenco ainda conta com Vivian WuMaitreyi RamakrishnanAmelie Zilber e Fang Du.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março.

Berlinale 2026 – Dias 5 e 6 – Amy Adams decepciona, Ethan Hawke brilha e Juliette Binoche emociona

Desde 12 até o dia 22 de fevereiro, a 76ª edição da Berlinale apresenta 22 filmes em competição pelo Urso de Ouro e quase 200 títulos em sua programação total. Já na segunda metade do evento, nos dias 5 e 6 da cobertura, a competição se mostra mais fraca em comparação aos últimos cinco anos, com nenhuma obra impressionante e muitas medianas ou ruins.

Em 16 de fevereiro, o tapete vermelho do Berlinale Palast recebeu o drama At the Sea, dirigido pelo húngaro Kornél Mundruczó e estrelado por Amy Adams. Este era um dos mais aguardados da competição. Apesar do nome de peso, o filme acabou se tornando um dos mais rejeitados do festival até agora e Amy Adams coleciona mais um papel ruim e atuação desconfortável em sua carreira. A prometida carga emocional não se sustenta ao longo da narrativa, resultando em uma obra irregular e distante.

Ethan Hawke na Berlinale 2026Etha,

Em contraste, The Weight, do diretor irlandês Padraic McKinley, trouxe um cinema mais clássico e estruturado. Protagonizado por Ethan Hawke, o longa aposta na jornada do herói tradicional, com uma construção dramática sólida e uma atuação segura de Hawke. O filme, entretanto, está apenas em Especial Gala. Esta é a primeira vez de Ethan em Berlim sem o seu amigo e parceiro de longos anos, Richard Linklater. Ambos estiveram na mostra competitiva no ano passado com Blue Moon, indicado a dois Oscars neste ano.

Entre os títulos europeus, My Wife Cries, da alemã Angela Schanelec, mantém o minimalismo radical e uma abordagem austera. A linguagem é difícil de digerir por adotar uma abordagem experimental que a torna excessivamente maçante. Já Nina Roza, da canadense Geneviève Dulude-De Celles, oferece um olhar delicado sobre identidade e pertencimento, enquanto o australiano Wolfram, de Warwick Thornton, leva o público ao deserto para refletir sobre colonização e preconceito contra comunidades aborígenes.

Ali Ahn e Anna Sargent em Take Me Home

O filme, no entanto, é maniqueísta e apresenta montagem e roteiro confusos, além de atores medianos. Ainda assim, o título chega ao festival por transmitir uma reflexão política sobre colonização e genocídio de povos nativos.

No campo mais íntimo, Queen at Sea, estrelado por Juliette Binoche, emociona ao abordar o envelhecimento e a demência, além dos conflitos familiares e a reflexão sobre cuidadores. 

Tema que também aparece em Take Me Home, da diretora coreano-americana Liz Sargent, exibido na mostra Perspectives. Protagonizado por Anna Sargent, irmã da diretora e que está dentro do espectro autista, este é um dos filmes mais delicados do festival até agora, ao tratar o autismo com humanidade e respeito.

Com poucos dias restantes até o encerramento em 22 de fevereiro, a Berlinale 2026 aponta alguns favoritos a prêmios, como Rose — apresenta no primeiro resumo — e Queen at Sea. A cobertura completa da reta final continua aqui no CinePOP

Veja os comentários de todos os filmes no YouTube:

 

Gerard Butler DESISTE de ‘Alerta Máximo 2’ semanas antes das filmagens e sequência é CANCELADA

Em entrevista ao The Direct, Mike Colter (‘Luke Cage’) confirmou que a sequência do thriller de ação ‘Alerta Máximo‘ (Plane) foi oficialmente cancelada.

O ator declarou que seu colega de elenco Gerard Butler (‘Covil de Ladrões’) desistiu do projeto faltando apenas duas semanas para o início das gravações.

“Na última hora, Gerard [Butler] decidiu que não queria seguir em frente [com a sequência]. Aconteceram muitas discussões sobre isso. Faltavam duas semanas para as gravações começarem e ele simplesmente abandonou o projeto. Depois disso, tentamos descobrir como seguir em frente, mas a sequência acabou caindo aos pedaços.”

Sobre o que poderíamos esperar da continuação, o ator declara: “O novo filme começaria a partir do desfecho do longa original. Mostraria o que aconteceu com aquele personagem, e como ele saiu da ilha. Essa é a direção que iríamos seguir, e eu estava muito animado com isso.”

Com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Alerta Máximo‘ arrecadou US$ 43 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, o piloto Brodie Torrance (Gerard Butler), está fazendo um voo de Singapura para Honolulu quando precisa salvar seus passageiros fazendo um pouso arriscado em uma ilha devastada pela guerra. Quando a maioria dos passageiros são feitos de reféns por rebeldes perigosos, a única pessoa com quem Torrance pode contar para ajudar é Louis Gaspare (Mike Colter), um acusado de assassinato que estava sendo transportado pelo FBI. Para resgatar os passageiros, Torrance precisará da ajuda de Gaspare e descobrirá que há mais em Gaspare do que aparenta.

‘Porto Rico’: Bad Bunny fará sua estreia na atuação em “faroeste caribenho”

O astro global Bad Bunny fará sua grande estreia como protagonista nas telonas em ‘Porto Rico’, longa que marca a estreia do rapper Residente (René Pérez Joglar) na direção.

Segundo o Deadline, a produção é descrita como um “faroeste caribenho” e um drama histórico de proporções épicas.

Embora os detalhes atuais da trama sejam mantidos sob sigilo, o projeto foi originalmente inspirado na vida do revolucionário José Maldonado Román, o “Águila Blanca”. No final do século XIX, Román liderou um grupo de ex-condenados em uma luta feroz contra o colonialismo para reivindicar a identidade nacional porto-riquenha.

Bad Bunny estrela o longa ao lado de Viggo Mortensen, Edward Norton e Javier Bardem.

O vencedor do Oscar Alejandro G. Iñárritu assina como produtor executivo, enquanto o roteiro foi coescrito por Residente e Alexander Dinelaris.

“Eu sonho em fazer um filme sobre o meu país desde criança. A verdadeira história de Porto Rico sempre esteve cercada de controvérsias”, declarou Residente. “Este filme é uma reafirmação de quem somos, contado com a intensidade e a honestidade que a nossa história merece”.

Samara Weaving e Jason Segel tentam se matar no trailer do suspense cômico ‘Over Your Dead Body’

O suspense cômico ‘Over Your Dead Body‘ (Por Cima do Seu Cadáver, em tradução livre) ganhou o primeiro trailer.

Remake do thriller irlandês ‘The Trip‘, a nova versão é estrelada por Jason Segel (‘Falando a Real’) e Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

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Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.

Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.

O elenco ainda conta com Timothy Olyphant, Juliette Lewis, Paul Guilfoyle e o lutador do UFC Keith Jardine.

O roteiro é assinado por Nick Kocher e Brian McElhaney.

Tommy Wirkola, diretor do longa original, serve como produtor executivo ao lado de Karen Gillan.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de abril.

‘Harry Potter’: Daniel Radcliffe faz pedido aos fãs sobre o reboot da franquia

Daniel Radcliffe, o eternoHarry Potter, comentou recentemente sobre o reboot da obra de J.K. Rowling e fez um pedido especial aos fãs do ‘Menino Bruxo’.

Em entrevista ao ScreenRant, o ator pediu que o público dê espaço ao novo elenco da série da Max.

“Se vocês realmente querem protegê-los, uma das melhores coisas que podem fazer é não perguntar sobre nós, eu, Emma e Rupert, o tempo todo”, afirmou Radcliffe.

O ator relembrou que, após o anúncio dos novos protagonistas, pessoas ao redor do mundo pediram umas às outras para “cuidarem dessas crianças”, reforçando que a constante comparação com o elenco original pode atrapalhar esse novo começo.

‘Harry Potter’: Dominic McLaughlin revela reação ao ler carta de Daniel Radcliffe; “Insano”

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

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Miley Cyrus retorna ao estúdio em teaser do especial de 20 anos de ‘Hannah Montana’; Confira!

Miley Cyrus, a eterna estrela de Hannah Montana, agitou as redes sociais ao compartilhar um teaser da celebração especial de 20 anos da série de sucesso da Disney. No vídeo, a cantora aparece retornando ao estúdio a bordo de seu icônico Mustang.

Miley confirmou que o ‘The Hannah Montana 20th Anniversary Special’ será lançado no dia 24 de março, exclusivamente no Disney+. Gravado diante de uma plateia ao vivo, o especial contará com uma entrevista exclusiva conduzida por Alex Cooper.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Hannah Montana’ está disponível no Disney+.

“Embora pareça ser uma adolescente comum para seus colegas e professores durante o dia, à noite Miley se transforma na famosa cantora Hannah Montana. Somente sua família e amigos mais próximos conhecem sua identidade secreta”, diz a sinopse.

‘Predador: Terras Selvagens’ supera ‘A Caçada’ e se torna a MAIOR estreia da história do Hulu

Sucesso! O aclamado ‘Predador: Terras Selvagens‘ registrou quase 9 milhões de visualizações em seus cinco primeiros dias no Hulu.

O longa superou o desempenho de ‘O Predador: A Caçada‘, tornando-se a maior estreia da história do serviço de streaming.

O site ainda afirma que a franquia ‘Predador‘ já acumula mais de 300 milhões de horas assistidas na plataforma.

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Terras Selvagens‘ arrecadou US$ 184.5 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a arrecadação da história da franquia, superando ‘Alien vs. Predador‘ (US$177.4M).

Crítica | Predador: Terras Selvagens transforma o vilão em HERÓI em ficção científica divertida e estonteante

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

A competição fica mais ACIRRADA na prévia do próximo episódio de ‘RuPaul’s Drag Race’; Confira!

A WOWPresents divulgou o ato de abertura do oitavo episódio da 18ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O capítulo vai ao ar nesta próxima sexta-feira, 20 de fevereiro, na plataforma de streaming e no catálogo da Paramount+.

Confira:

As 14 queens selecionadas para o próximo ciclo são Athena DionBriar BlushCiara MystDarlene MitchellDD FuegoDiscord AddamsJane Don’tJuice Love DionKenya PleaserMandy MangoMia StarrMyki MeeksNini Coco Vita VonTesse Starr.

As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.

No episódio de estreia, as competidoras deverão mostrar seus carisma, singularidade, ousadia e talento no desafio “Reclaim! Renew! Rejoice!”, que presta tributo às queens que vieram antes delas ao utilizar sobras de materiais para criar um visual que melhor as represente.

RuPaul retorna como apresentador. Michelle VisageCarson KressleyLaw RoachTs MadisonRoss Matthews fazem parte do time de jurados.

‘Bishop’: John Malkovich é escalado para a nova série de SUSPENSE do Prime Video

SPACE FORCE (L TO R) JOHN MALKOVICH as DR. ADRIAN MALLORY in episode 101 of SPACE FORCE Cr. AARON EPSTEIN/NETFLIX © 2020

Segundo o Deadline, o aclamado ator John Malkovich (‘Con Air’) foi escalado para o elenco de Bishop, nova série de suspense dramático do Prime Video estrelada por Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’).

Na trama, o detetive de homicídios Bishop Graves (Kinnaman) – brilhante e experiente – colocará todas as suas habilidades à prova na caçada a um assassino esquivo que tem como alvo a classe rica de São Francisco. À medida que esse assassino cada vez mais audacioso conquista seguidores entre os mais desfavorecidos da cidade, Bishop se convence de que esses assassinatos estão ligados ao homem mais poderoso de São Francisco, seu próprio pai, Lincoln Graves (Malkovich).

O projeto foi criado e produzido por Little Marvin (‘Them’) e Tony Salzman (‘Dexter: Ressurreição’), em parceria com a Vertigo e a Amazon MGM Studios.

Marvin também assume a cadeira de showrunner, além de entrar como produtor executivo ao lado de Saltzman, Roy LeeMiri Yoon.

Mais informações não foram divulgadas.

Kristen Bell se junta ao elenco da sequência ‘Sonic 4’

De acordo com o Deadline, Kristen Bell (‘The Good Place’) foi confirmada no elenco da aguardada sequência ‘Sonic 4‘.

A atriz dará voz à icônica Amy Rose, personagem popular dos jogos que já havia sido introduzida no final do terceiro filme.

Vale lembrar que o novo capítulo está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

Rumores recentes, divulgados pelo portal The Direct, indicam que a sequência terá um orçamento maior do que os filmes anteriores da saga.

Essa elevação orçamentária segue a tradição de crescimento da série:

  • Sonic: O Filme’ (2020): Teve um custo estimado entre US$ 85 milhões e US$ 90 milhões.
  • Sonic 2: O Filme’ (2022): Contou com um orçamento de US$ 90 milhões a US$ 110 milhões.
  • Sonic 3: O Filme’ (2024): Alcançou a marca de US$ 122 milhões.

Dessa forma, espera-se queSonic 4’ ultrapasse o orçamento de US$ 122 milhões, refletindo a ambição da produção em expandir a escala e a qualidade visual da franquia.

O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose.

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

‘Sonic 4’ e ‘A Lenda de Zelda’ vão disputar os cinemas em mesmo época de lançamento

Netflix ameaça ByteDance com ação judicial por vídeos de IA envolvendo ‘Stranger Things’ e outras produções

O debate sobre o uso de Inteligência Artificial em Hollywood ganhou um novo e explosivo capítulo. A Netflix emitiu um comunicado contundente condenando a ByteDance (dona do TikTok) por utilizar conteúdos originais da plataforma, como Stranger Things e ‘Guerreiras do K-Pop’, para treinar e gerar vídeos via IA.

Conforme revelado pelo Deadline, a Netflix afirmou em carta que “não ficará parada assistindo à ByteDance tratar sua valiosa propriedade intelectual como se fosse clip art gratuito de domínio público”.

A gigante do streaming exige a remoção imediata de qualquer conteúdo gerado por IA que envolva produções como ‘Bridgerton’, ‘Round 6’ e ‘Guerreiras do K-Pop.

A situação escalou rapidamente com a formação de uma frente jurídica unida. A Netflix somou forças com Warner Bros. Discovery, Paramount Global e The Walt Disney Company para impedir que conteúdos gerados por usuários deturpem suas franquias mais lucrativas.

Embora Amazon, Apple e Sony ainda não tenham se manifestado, a entrada oficial da Netflix na disputa sinaliza que a indústria atingiu um ponto de ruptura.

Mindy LeMoine, chefe de litígios da Netflix, apresentou evidências forenses de que a ferramenta Seedance, da ByteDance, foi usada para criar obras derivadas não autorizadas:

  • Bridgerton: Vazamentos de designs da 4ª temporada, incluindo o vestido “Lady in Silver”.
  • Stranger Things: Recriações em alta fidelidade do episódio final e de monstros como o Demogorgon.
  • ‘Round 6’: Crossovers não autorizados, incluindo a inserção de figuras reais, como Elon Musk, nos cenários da série.

A carta acrescenta: “A Netflix jamais autorizou a ByteDance a utilizar nosso conteúdo para gerar essas imagens ou vídeos. As atividades da ByteDance são intencionais e constituem violação direta e indireta de direitos autorais. O uso de obras protegidas para criar um produto comercial concorrente, especialmente um que reproduz o original, não é protegido pelo princípio do uso justo”.

A Netflix ainda refutou o argumento de “uso justo” (fair use), alegando que a ByteDance está criando um produto comercial concorrente baseado em cópias. A empresa chinesa tem três dias para cumprir uma lista de exigências, que inclui o bloqueio tecnológico de termos protegidos, a exclusão de materiais dos bancos de treinamento de IA e a entrega de um relatório detalhado de todas as infrações cometidas até agora.

Confira o trailer sinistro do terror ‘The Gates’, ÚLTIMO filme do James Van Der Beek

O terror ‘The Gates‘, que marca o último filme da carreira do James Van Der Beek (‘Dawson’s Creek’), ganhou o primeiro trailer.

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O elenco ainda conta com Mason Gooding (‘Pânico’), Algee Smith (‘Euphoria’), Keith Powers (‘A Guerra do Amanhã’) e Brad Leland (‘Friday Night Lights’).

A trama acompanha três estudantes universitários em uma viagem que dá errado. O trio pega um atalho imprudente por uma comunidade fechada isolada, onde se veem presos após presenciarem um assassinato. Ao longo da noite, eles são culpados, perseguidos e divididos por suas próprias crenças divergentes, enquanto o perpetrador emerge como o patriarca astuto que mantém toda a comunidade sob seu controle.

John Burr é responsável pela direção e roteiro.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março.

John Cena e Kate McKinnon entram para o elenco de ‘One Attempt Remaining’, nova rom-com da Netflix

Segundo o DeadlineJohn Cena (‘Pacificador’), Kate McKinnon (‘Saturday Night Live’) e Aimee Carrero (‘Seus Amigos e Vizinhos’) foram escalados para a nova comédia romântica da NetflixOne Attempt Remaining.

Detalhe sobre seus papéis não foram revelados.

Dirigido por Kay Cannon (‘Blockers, ‘Cinderela’), o projeto é estrelado por Jennifer Garner (‘De Repente 30’, ‘Juno’).

Garner também assume a função de produtora ao lado de Shawn LevyDan Levine, da 21 Laps, e de Nicole King, da Linden Productions.

Na trama…

Anos após um divórcio conturbado, um ex-casal descobre que a criptomoeda que ganharam em uma noite louca em um cruzeiro agora vale milhões, mas eles esqueceram a senha necessária para acessar os fundos. Com apenas três dias restantes até o vencimento da conta, eles precisam refazer seus passos daquela noite, não apenas para descobrir a senha de sua fortuna, mas também para redescobrir o motivo pelo qual se apaixonaram.

Joe BootheAlexa Alemanni e Cannon ficam responsáveis pelo roteiro. Cannon também entra como produtora executiva ao lado de Becca EdelmanBergen SwansonDeanna Barillari.

Garner já colaborou algumas vezes com a Netflix, tendo estrelado produções como ‘Dia do Sim’‘O Projeto Adam’‘Trocados’.

Ator de ‘Chucky’ se junta ao elenco da 13ª temporada de ‘American Horror Story’

Em entrevista ao Baltimore Fishbowl, John Waters (‘Chucky’) confirmou que participará da 13ª temporada de ‘American Horror Story‘.

“Não posso revelar meu personagem, mas tenho um grande papel [na 13ª temporada de] ‘American Horror Story’. Sempre me escalam para os mesmos papéis. Sempre atuo como o diabo ou o pai do Chucky… Estou tentando roubar a carreira do Vincent Price,” declarou o ator.

Ele se juntará aos veteranos Jessica Lange, Sarah Paulson, Evan Peters, Angela Bassett, Kathy Bates, Emma Roberts, Billie Lourd, Gabourey Sidibe e Leslie Grossman e a popstar novata Ariana Grande, previamente anunciados.

Confira o teaser do anúncio: