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FRACASSO de bilheteria com Aaron Eckhart faz sucesso na Netflix…

O suspense criminal intitulado ‘Última Chance‘ (Line of Duty), estrelado por Aaron Eckhart (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) e Courtney Eaton (‘Yellowjackets’), está fazendo o maior sucesso na Netflix.

Lançado em 2019, o longa dirigido por Steven C. Miller (‘Arsenal’) não se saiu muito bem nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 640.363 pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 15 milhões.

Além disso, recebeu apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

No entanto, o título encontrou redenção na Netflix e está ocupando o 3º lugar entre o TOP 10 da semana na plataforma de streaming.

A trama escrita por Jeremy Drysdale (‘The Other Side’) acompanha o policial Frank Penny (Eckhart), que vê a chance de se promover quando a filha de seu superior é sequestrada, colocando-o no centro de uma possível virada em sua decadente carreira.

Unindo-se à repórter Ava Brooks (Eaton), eles farão de tudo para trazer a menina de volta para casa sã e salva.

Nas redes sociais, o público está elogiando a trama frenética, misturada aos momentos de drama e tensão, enquanto Penny se vê entre a ambição e o heroísmo.

O elenco também conta com Ben McKenzie (‘Gotham’), Giancarlo Esposito (‘The Boys’), Jessica Lu (‘American Horror Story: Hotel’) e Dina Meyer (‘Jogos Mortais V’).

Filme do Homem-Aranha feito por James Cameron tem imagens reveladas

Já faz algum tempo que o aclamado cineasta James Cameron (‘Titanic’) afirma que não é lá um grande fã dos filmes de super-herói que Hollywood tem produzido na última década. Na última semana, aliás, ele chegou a dizer que o seu novo filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, é diferente dos filmes de heróis porque os seus personagens lidavam com problemas reais, diferente dos encapuzados.

Porém, muito antes desse filão dos super-heróis surgir na indústria, Cameron quase foi o responsável por comandar um filme do Homem-Aranha. Pois, para quem não sabe, o diretor passou um bom tempo nos anos 90 desenvolvendo um filme do Cabeça de Teia, que teria Leonardo DiCaprio como Peter Parker, veja só.

A produção acabou nunca saindo do papel, pois a 21st Century Film Corporation e a Carolco Pictures, que estavam bancando o desenvolvimento, faliram e foram vendidas para a MGM, e por isso projeto nunca andou de verdade.

Mas, felizmente, graças ao livro ‘Tech Noir: The Art of James Cameron‘, compartilhado pelo usuário Chris Evangelista, podemos ver algumas imagens do filme que nunca saiu, que na verdade são artes conceituais do Cabeça de Teia, na visão de James Cameron.

Confira:

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

A Querida Sessão da Tarde Está na HBO MAX! 10 Clássicos dos anos 80 para reviver a época tão especial

A Sessão da Tarde foi um programa formador de apaixonados por cinema, em especial nos anos 1980 e 1990. Para toda uma geração, o programa diurno na Globo (e suas contrapartes no SBT, por exemplo) foi responsável pela introdução de alguns dos maiores sucessos da sétima arte, numa época que precede até mesmo as vídeo locadoras – que fez parte da transição para a adolescência de grande parte do público, afinal era preciso saber mexer no vídeo cassete para alugar as fitas. Sendo assim, as crianças da época simplesmente ligavam a Televisão e assistiam à programação, desta forma conseguindo conhecer alguns dos filmes mais badalados da época. Por isso a Sessão da Tarde é tão especial e querida para quem cresceu nesta época.

Hoje, os mais novos contam com as plataformas de streaming para assistir filmes a qualquer dia e a qualquer hora. E quem sabe o que virá amanhã em termos da relação dos cinéfilos e os filmes. Seguindo por este caminho da nostalgia, reunimos 10 produções clássicas dos anos 80 que marcaram época na Sessão da Tarde e que se encontram disponíveis atualmente para serem assistidas na HBO Max. É a união de dois mundos, passado e futuro dando as mãos em prol da nostalgia. E você não pode perder. Confira abaixo e prepare-se para voltar no tempo.

Leia também: A Querida Sessão da Tarde Está na NETFLIX – 10 Clássicos dos anos 80 para reviver a época tão especial

Batman (1989)

Se hoje temos um dos grandes sucessos de 2022 nas formas do Batman de Robert Pattinson, é preciso olhar para trás e perceber que tudo foi graças ao pioneiro dos pioneiros – a primeira adaptação em grande estilo do Homem Morcego para o cinema. Com Tim Burton como diretor e Michael Keaton protagonizando, Batman foi uma verdadeira febre mundial, dando início a uma nova era de adaptações de quadrinhos e elevando o personagem a uma das propriedades mais quentes da época. O filme deu início a uma verdadeira “Batmania” e o merchandising da produção estava em todo lugar. Mais do que isso, Batman é um filme adulto e sombrio, que mudou para sempre a forma como todos veriam o herói de Gotham.

Os Fantasmas se Divertem (1988)

Por falar em Tim Burton, antes de ser contratado para a direção do mega blockbuster da época, Batman, o cineasta entregou para a mesma Warner esta comédia “de outro mundo”, que fez muito sucesso com sua mistura de trama surreal e alucinada, e efeitos especiais de primeira para a época. De fato, foi este Beetlejuice que chamou atenção para Burton e o fez ser considerado para Batman, o resto é história. Burton deu a volta por cima em sua carreira recentemente, graças ao sucesso absoluto da série Wandinha, na Netflix – e quem quiser conhecer como o estilo do diretor começou, é só conferir este seu primeiro grande sucesso sobrenatural. Há anos fala-se de uma sequência para o filme – que pode estar mais perto de acontecer.

Máquina Mortífera (1987)

Hoje, o subgênero dos buddy cop movies são lugar comum no cinema policial e de ação. Mas foi Máquina Mortífera um dos filmes que ajudaram a consolidar o estilo. No filme temos Danny Glover como o paizão americano, um policial da velha guarda, que gosta de paz e sossego, evitando problemas e se dedicando à sua grande família: esposa, três filhos e um cachorro na grande casa. Para seu desespero, seu novo parceiro na força é um sujeito literalmente louco, o suicida interpretado por Mel Gibson. Hoje, o personagem seria diagnosticado com depressão, já que desistiu da vida após a morte da esposa – e usa este desprezo para realizar seu trabalho policial de uma forma… digamos, não convencional. Durante muito tempo, Máquina Mortífera foi uma das propriedades mais lucrativas da Warner, e gerou três continuações até 1998 (todas contidas na plataforma). A novidade é que foi confirmado para o ano que vem o quinto filme da franquia, com a dupla agora na terceira idade. É ver para crer.

Gremlins (1984)

Deu para ver que a Warner tem algumas das produções mais emblemáticas dos anos 1980 em seu acervo. E muitas delas fazem parte da filmoteca da HBO Max. Uma das mais queridas é esta produção de Steven Spielberg, perfeita para ser assistida nesta época do ano, afinal embora não pareça, trata-se de um filme natalino. A verdade é que facilmente se enquadra também no dia das bruxas, já que mistura comédia, clima família e certo terror. Era comum nos anos 80 misturar gêneros e deixar os espectadores confusos. Aqui, um jovem é presenteado pelo pai com um bichinho incomum da cultura chinesa, chamado Mogwai. A criaturinha possui algumas regras para quem cuida delas, e desrespeitá-las pode se mostrar fatal para todos ao redor. O sucesso foi grande, mas a continuação demorou para vir. Atualmente, fala-se muito em um terceiro filme.

Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981)

Aqui temos outra produção estrelada pelo astro Mel Gibson, essa com clima mais cult. Acontece que o primeiro Mad Max (1979) é uma obra australiana pequena mesmo para os padrões de antigamente, mas que caiu nas graças do público brasileiro graças às reprises no SBT. Dois anos depois, chegava a sequência, maior e melhor em todos os sentidos e que não precisava verdadeiramente do anterior, já que recapitula tudo direitinho e rápido em seu prólogo. Da mesma forma, Mad Max 2 se tornou cult, e no Brasil muito famoso graças às exibições na Globo. Os fãs e críticos, no entanto, o elegiam como um dos grandes filmes de ação de todos os tempos – realmente o que o diretor George Miller faz aqui ainda impressiona. Se você nunca assistiu a esta pérola não perca mais tempo e faça esse favor a si mesmo.

A História Sem Fim (1984)

Assim como a franquia Karatê Kid encontrou um novo sopro de popularidade junto às novas gerações graças ao sucesso da série Cobra Kai (e o fato de a Netflix disponibilizar em sua plataforma todos os filmes da franquia do saudoso Sr. Miyagi), esta franquia de aventura e fantasia também recebeu sobrevida para as gerações atuais devido ao sucesso de uma série da mesma plataforma: Stranger Things. A série dos irmãos Duffer é uma verdadeira carta de amor aos anos 80, e em um dos últimos episódios da terceira temporada da série, os produtores prestam uma bela homenagem ao filme A História Sem Fim, quando dois personagens cantam a música tema (numa cena que virou icônica no programa). Na trama desta coprodução entre Alemanha e EUA, o menino Bastian mergulha num mundo de fantasia ao ler de um livro fantástico, repleto de criaturas fascinantes e também muito perigo.

Superman II – A Aventura Continua (1980)

É curioso pensar num mundo onde as adaptações da DC dominavam e a Marvel sequer havia aparecido neste mercado. Este mundo é o nosso, apenas precisamos voltar mais ou menos uns 40 anos no passado. Nesta época, Superman – O Filme (1978) estreava e se tornava o primeiro filme de um personagem de quadrinhos verdadeiramente levado a sério. Ou seja, com a produção de um grande estúdio (a Warner), um grande orçamento e um elenco de primeira, encabeçado por figurões da época como Marlon Brando e Gene Hackman, levando seus papeis a sério, como se estivessem em um drama. Sim, antes da estreia do primeiro filme do Batman, que deu continuidade a esta onda de bons exemplares da DC, Superman já havia estrelado quatro filmes nos cinemas – todos disponíveis na HBO Max. Aqui, no entanto, selecionamos um veterano da Sessão da Tarde, Superman II, a primeira continuação do herói, que muitos consideram inclusive superior ao original – sem dúvidas com mais ação e um desafio à altura.

Cobra (1986)

Até hoje este filme policial é conhecido como “Stallone Cobra” por todos que cresceram nos anos 80 e 90, e assistiram às inúmeras exibições do longa na TV aberta. Acontece que os responsáveis olharam para a capa do filme e viram o nome do ator Sylvester Stallone (constando apenas como Stallone) acima do título Cobra – e decidiram (ou confundiram, esperamos que não) que o título era Stallone Cobra. Muitos podem não saber, mas este thriller de ação barra-pesada surgiu graças a outro ícone da década, a comédia policial Um Tira da Pesada (1984), com Eddie Murphy. Acontece que tal filme iria ser protagonizado por Stallone, mas o ator decidiu pular fora. Assim, Um Tira da Pesada foi remodelado para as piadas de Murphy. Mas Stallone vendo o sucesso que o longa fez, decidiu dar mais uma chance par a tal ideia sobre o policial de Los Angeles, adaptando ele mesmo a história. E assim nascia uma lenda. Pena que nunca gerou uma sequência. Stallone, nunca te pedimos nada.

A Lenda (1985)

Por falar em filmes de aventura e fantasia mirados para toda a família, nos anos 1980 este gênero ainda era muito forte com o grande público. Depois da década, o gênero só seria resgatado novamente com os lançamentos de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. Hoje, este tipo de filme vive novo auge de popularidade. Seguindo os passos de A História Sem Fim, quem protagoniza aqui, acredite se quiser, é Tom Cruise, um ano antes de se tornar um astro internacional graças ao sucesso de seu primeiro blockbuster, Top Gun. Essa aventura fantástica é assinada por Ridley Scott – saído dos sucessos cult de Alien – O Oitavo Passageiro (1979) e Blade Runner – O Caçador de Androides (1982). A Lenda também ressurgiu como cult, e guarda um ótimo desempenho de Tim Curry como o vilão do filme, um grande demônio vermelho conhecido como Escuridão. Nessa onda atual de continuações tardias, seria interessante ver Tom Cruise retornando a este universo, com uma superprodução no melhor estilo de O Senhor dos Anéis.

Viagem Insólita (1987)

Finalizando a lista temos mais uma produção assinada por Steven Spielberg. O diretor foi figurinha certa na década e parecia estar em todos os cantos. Quando não estava dirigindo, pegava para si a produção de obras icônicas – como Gremlins e este aqui. Espécie de reimaginação do clássico Viagem Fantástica (1966) em que um submarino é diminuído a um tamanho microscópico e inserido na corrente sanguínea de um brilhante cientista a fim de salvá-lo da morte, Viagem Insólita está completando 35 anos em 2022, e tem direção do mesmo Joe Dante de Gremlins. Na trama, um piloto é reduzido a um tamanho microscópico para um experimento, que termina sabotado e ele é injetado num sujeito amalucado e com sérios problemas de paranoia, que trabalha como caixa de supermercado. Dennis Quaid vive o piloto minúsculo e Martin Short pôde usar muito de seu talento na comédia para o papel do amalucado Jack. Completando o elenco Meg Ryan. Marcou época.

‘Gran Turismo’ completa 25 anos e ganha vídeo INCRÍVEL; Confira!

A Sony Interactive Entertainment junto à Polyphony Digital divulgaram um trailer em comemoração ao 25º aniversário de ‘Gran Turismo‘.

Kazunori Yamauchi, presidente da Polyphony e criador da franquia, agradeceu em comunicado aos milhares de fãs do jogo e a equipe por trás de seu desenvolvimento.

Confira abaixo o vídeo especial:

“Acho que não existem muitas franquias no videogame que continuaram por 25 anos com o mesmo título e com o mesmo tim. Os membros fundadores da empresa ainda estão trabalhando na linha de frente, e estou grato e orgulhoso por todos os 200 funcionários serem uma equipe que tem a mesma motivação e amor com que a empresa começou”, falou Yamauchi.

A adaptação para o cinema de ‘Gran Turismo‘ terá o excelente Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’) em seu elenco principal. Também foram confirmados Geri Halliwell-Horner, ex-integrante das Spice Girls, Daniel Puig (‘Naomi’), Josha Stradowski (‘A Roda do Tempo’) e Thomas Kretschmann (‘O Pianista’), ainda que não temos detalhes de quais serão os seus papéis.

Lembrando que Archie Madekwe (‘See’), David Harbour (‘Stranger Things’) e Orlando Bloom (‘Piratas do Caribe’) já estão definidos como principais protagonistas.

De acordo com o Deadline, a trama deve acompanhar um homem (Harbour) que se torna um ás das pistas após jogar muito ‘Gran Turismo‘ na juventude. Uma proposta bastante simples e inusitada para uma superprodução de Hollywood.

Gran Turismo‘ chega aos cinemas dos EUA em 11 de agosto de 2023. As filmagens estão programadas para começar no próximo mês, na Hungria.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

‘Avatar 2’ Já está aí! Conheça 6 Filmes que Tiveram a Mão do Diretor James Cameron e Você NÃO SABIA

Na última quinta-feira, dia 15 de dezembro, estreou em grande circuito pelo Brasil um dos filmes mais aguardados de 2022: Avatar – O Caminho da Água. A sequência do fenômeno de 2009 na realidade significa muito mais. Significa uma nova conquista técnica e visual, que deixou o midas da sétima arte James Cameron trabalhando focado por nada menos que treze anos. O diretor revolucionário não cansa de entregar marcos do cinema, mas para isso se empenha durante anos até lançar uma nova produção, às vezes com janela de décadas entre elas. James Cameron é verdadeiramente um perfeccionista. Quando estreou Titanic no fim de 1997, todos tinham medo de que o longa se tornasse um dos maiores fiascos da história, mas o cineasta provou que os detratores estavam errados e entregou algo sem precedentes. Foram 12 anos até Cameron “quebrar” de novo o cinema – algo cada vez mais difícil. Mas ele está disposto a fazer de novo nestes 13 anos que separam o Avatar original de sua continuação. E a coisa não irá parar por aí, com Avatar 3, Avatar 4 e Avatar 5 já prometidos até 2028.

Apesar de ser um dos diretores mais badalados da atualidade, e de ter em seu currículo alguns dos filmes mais famosos da história da sétima arte, existem algumas produções que talvez nem todos saibam que tiveram a mão de James Cameron em alguma capacidade. E são justamente estas obras o foco desta nova matéria. Confira abaixo seis filmes que você não sabia que tiveram envolvimento do diretor de Avatar: O Caminho da Água.

Rambo II – A Missão (1985)

Pois é, querido leitor, embora quase ninguém saiba a criação do herói de ação Rambo teve envolvimento de James Cameron. O primeiro filme de 1982, Programado para Matar, é baseado num livro escrito como um libelo anti-guerra. O longa foi responsável por uma segunda onda de popularidade na carreira de Sylvester Stallone e fez muito sucesso há 40 anos. Assim, o estúdio logo se prontificou a tirar do papel uma continuação – desta vez um roteiro original e não baseada em qualquer material prévio. Nesta época também, James Cameron já era um nome de sucesso em Hollywood, tendo emplacado o primeiro O Exterminador do Futuro, e preparava Aliens – O Resgate (lançado no ano seguinte). Assim, os produtores e Stallone não tiveram dúvida e escalaram o diretor para escrever o roteiro da segunda aventura do ex-combatente, que voltava às selvas do Vietnã para resgatar prisioneiros americanos. Embora tenha se tornado um símbolo americano da era Reagan, Rambo também possui um discurso político antissistema, com o protagonista sendo traído pelo próprio país. James Cameron hoje afirma que escreveu apenas as cenas de ação (algumas das mais espetaculares dos anos 80) e que Stallone, também creditado como roteirista do filme, foi o responsável pelo discurso político da obra.

Caçadores de Emoção (1991)

Esse foi o primeiro grande sucesso da carreira da diretora Kathryn Bigelow, que anos mais tarde se tornaria a primeira mulher a receber um Oscar na categoria de direção na história da sétima arte. E o elo entre Bigelow e James Cameron é antigo e muito forte. Acontece que os cineastas foram casados de 1989 a 1991. Antes disso, eram colegas e colaboraram em algumas produções. A primeira foi o longa solo de estreia de Bigelow, o terror western sobre vampiros Quando Chega a Escuridão (1987). É só reparar no elenco do filme, de nomes como Bill Paxton, Lance Henriksen e Jenette Goldstein, e perceber que foi “emprestado” de Aliens – O Resgate, assinado por Cameron. O casamento entre os dois terminou em 1991, mas eles seguiram amigos e continuaram a trabalhar juntos. Como neste item, por exemplo, sobre um jovem agente do FBI (Keanu Reeves) infiltrado numa turma de surfistas californianos adepta de esportes radicais (encabeçados por Patrick Swayze), que nas horas vagas se diverte assaltando bancos. O filme de ação repleto de adrenalina foi dirigido por Bigelow, mas teve o ex-maridão James Cameron produzindo.

Estranhos Prazeres (1995)

E James Cameron ainda colaboraria mais uma vez com a ex-companheira Kathryn Bigelow, quatro anos após seu casamento ter acabado. Esse aqui era ainda um projeto mais pessoal, já que Cameron bolou a história, escreveu o roteiro e produziu para a ex dirigir. Uma pena que o filme não vingou da maneira devida, não fez o sucesso esperado, mas rapidamente atingiu status de cult. Ficção científica criada nos moldes que o diretor de Avatar e O Exterminador do Futuro gosta, Strange Days (no original) apresenta um futuro onde uma nova tecnologia virtual é realidade. O que o diretor propõe é um artefato capaz de transformar nossos olhos em câmeras ao ser colocada em nossas cabeças, com a finalidade de registrar tudo o que vemos e gravar nossas lembranças. Assim, não precisamos confiar apenas em nossas recordações de certos fatos, podemos assisti-los com tais gravações. “Isso é muito Black Mirror” antes mesmo de Black Mirror existir.

Santuário (2011)

Esse filme se aproveitou do boom da nova era do 3D criado no pós-Avatar. De fato, após o filme das criaturas azuladas gigantes de James Cameron, uma verdadeira enxurrada de obras produzidas em 3D (ou convertidas) aportaram nos cinemas. Filmes como Fúria de Titãs, Alice no País das Maravilhas e Tron – O Legado, por exemplo, se beneficiaram muito dos ingressos mais caros graças aos óculos de terceira dimensão – seguindo a trilha do filme de Cameron. Assim, enquanto não assinava a direção de um longa só seu, o cineasta resolveu usufruir do filão que tinha revigorado e quis lançar seu próprio filme em 3D. Para isso, foi o produtor de Santuário, produção que veio e foi sem ser muito notada. Com lançamento num dos meses mais mortos para o cinema (fevereiro – onde geralmente toda a atenção está para os filmes do Oscar), nem mesmo a produção de um nome como o de James Cameron estampando seu poster e as peças de marketing foi o suficiente para fazer o filme deslanchar. Na trama, uma equipe de mergulho em cavernas subaquáticas (tema muito caro ao diretor) precisa lutar por sua vida quando decidem se aventurar numa das travessias mais perigosas jamais exploradas.

Alita – Anjo de Combate (2019)

Por vezes os artistas precisam deixar a oportunidade de criar aquela obra dos sonhos passar. Isso é muito verdade quando falamos sobre cineastas. Um realizador com o renome de James Cameron possui uma agenda apertadíssima e muitos projetos que gostaria de tirar do papel. Concretizar tudo o que se sonha é uma tarefa impossível. Assim, é preciso colaborar com outros criadores a fim de ver aquela ideia antiga finalmente ganhar forma. Todos os diretores de cinema do mundo possuem aquela história do “filme que nunca realizaram”, embora fosse algo muito caro e pessoal. São as lendas da sétima arte. Em muitas ocasiões, tais produções chegam até perto de ser concluídas, mas por alguma razão terminaram antes mesmo de começar. É claro que James Cameron tem uma história assim, e uma delas se chama Alita. Baseada na Graphic novel japonesa Gunnm, a história sobre um futuro onde ciborgues (seres meio humanos, meio máquina) são uma realidade e uma jovem chamada Alita precisa descobrir quem verdadeiramente é, encantou o cineasta, que sonhava em adaptar para as telonas. Vendo que as continuações de Avatar iam tirar muitos anos de sua vida, Cameron escreveu o roteiro e produziu, mas deu o projeto para o colega Robert Rodriguez comandar na cadeira de direção.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

Desde que entregou seu filme derradeiro da franquia que criou, com O Exterminador do Futuro 2 (1991), James Cameron se despediu com chave de ouro desta história, que ele mesmo havia encerrado de maneira esplendorosa, sem a necessidade verdadeira de que ela continuasse. Mas diga isso para os engravatados ambiciosos de Hollywood, que preferem sempre apostar numa ideia já famosa e numa marca pré-estabelecida do que criar algo novo e pagar para ver. O curioso é que muitas destas investidas contínuas em um material querido do grande público podem acabar com gosto azedo, pela sensação de tirar até a última gota de um material saturado. É o caso com a franquia O Exterminador do Futuro, que realmente não vai bem das pernas desde que James Cameron encerrou sua participação como diretor. Acontece que para conseguir realizar o primeiro filme, James Cameron vendeu os direitos da franquia para a produtora Gale Anne Hurd – com quem casaria no ano seguinte – com a promessa de que dirigiria o filme. Desde então a franquia já esteve nas mãos de diferentes estúdios. Mas em 2019, Cameron finalmente retornaria ao universo que criou, bolando a história e produzindo o sexto Exterminador do Futuro.

Bônus 1: Solaris (2002)

Aqui James Cameron também assumiu o cargo de produtor nessa reimaginação da Fox para o clássico da literatura de ficção científica. Como todos os cinéfilos sabem, a história já havia sido levado às telonas na forma de uma produção russa cult de 1972 e 3 horas de projeção, assinada pelo cultuado cineasta Andrei Tarkovsky. A versão americana com o nome de James Cameron como produtor foi escrita e dirigida por Steven Soderbergh, então saído da dupla indicação ao Oscar de direção – por Erin Brockovich e Traffic (seguida de vitória pela segunda) -, e estrelada por George Clooney. A história passada no futuro e no espaço, mostra um astronauta numa base fora da Terra, tendo alucinações muito reais com sua falecida esposa.

Bônus 2: Dark Angel (2000-2002)

A única incursão de James Cameron pela TV (então recém-saído do fenômeno de Titanic) resultou neste programa que já nasceu cult e hoje possui uma legião de fãs, mesmo na época não fazendo o sucesso devido, e durando apenas 2 temporadas. O seriado foi criado por Cameron, produzido, escrito e teve um episódio dirigido por ele. Fora isso, serviu para apresentar ao mundo o talento e a beleza da sumida Jessica Alba, em seu primeiro papel de destaque. A trama passada no futuro, apresenta um grupo de crianças que serve de “ratos de laboratório” em experiências genéticas em uma poderosa empresa. Todas elas conseguem fugir, e anos mais tarde encontramos uma delas nas formas de Max, a protagonista vivida por Alba, que se tornou um membro de uma rebelião contra o governo, e se esconde nos subterrâneos de um mundo à beira do colapso. Ela faz de sua missão encontrar outros iguais a ela.

‘M3GAN’ ganha vídeo com James Wan contando tecnologia por trás da boneca encapetada

O aclamado cineasta James Wan, apareceu em um vídeo de bastidores, mostrando a tecnologia por trás da boneca do capeta ‘M3GAN‘, em um novo clipe do filme que está dando o que falar. E, acredite, a coisa é mais bizarra do que vocês já viram nos trailers.

Wan, que assina parte do roteiro e também a produção, mostra como a boneca foi criada em computação gráfica a partir dos movimentos reais de uma criança no set.

Mais cenas de ‘M3GAN‘ com sede de sangue também farão a festa dos fãs de terror. Incluindo até dancinha de TikTok que todo mundo que viu o filme está fazendo.

Essa é a mais nova aposta da Blumhouse Productions no cenário do terror, estúdio que já foi responsável por filmes como ‘Corra!‘ e o recente ‘O Telefone Preto‘.

Confira o vídeo logo abaixo:

Veja as últimas imagens divulgadas:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de janeiro.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

Gostou de ‘Matilda’? Aqui estão outras DEZ adaptações musicais para você conferir!

Recentemente, a Netflix lançou em seu catálogo a aguardada adaptação de Matilda: O Musical’.

Baseada no romance homônimo de Roald Dahl e na aclamada peça teatral, a narrativa conta a história de uma garotinha extraordinária e muito criativa, que ousa se impor para mudar sua trajetória de vida e acaba conquistando resultados inacreditáveis.

Estrelada por nomes como Alisha WeirEmma ThompsonLashana LynchAndrea RiseboroughStephen Grahma e tantos outros, a produção já caiu no gosto do público e da crítica e se tornou um ótimo título para conferir neste final de ano.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com outras dez adaptações de peças musicais que você pode conferir caso tenha gostado de Matilda.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

AMOR, SUBLIME AMOR (1961/2021)

Seja no clássico de 1961, seja no aclamado remake de 2021, ‘Amor, Sublime Amor’ não poderia ficar de fora da nossa lista. Ambos os filmes, inspirados na peça homônima de 1957, caíram nas graças do público e da crítica, além de se consagrarem como grandes produções de suas respectivas épocas.

O longa se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria, dos Sharks, tudo inspirado na tragédia ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare.

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE (1971)

Antes de Johnny Depp encarnar o icônico chocolateiro Willy Wonka, Gene Wilder fez história com a primeira adaptação do clássico romance infantil A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Roald Dahl. Por incrível que pareça, o longa-metragem não fez um sucesso grandioso à época do lançamento, tornando-se um clássico cult décadas depois e sendo selecionado para preservação na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

A história é centrada em Charlie Bucket, (Peter Ostrum) um menino pobre que encontra um dos cobiçados “bilhetes dourados” que dão direito a um carregamento vitalício de chocolates Wonka, além de poder conhecer a misteriosa fábrica de chocolates homônima. Ele e mais quatro crianças passeiam pelo lugar, mas Willy Wonka (Wilder), o dono da fábrica, não é uma pessoa bacana e sim uma figura manipuladora. As crianças, ao mesmo tempo em que mergulham de cabeça nos seus desejos, pagam um preço por isso.

CABARET (1972)

Lançado em 1972 e dirigido pelo lendário Bob Fosse, o longa trouxe nomes como Liza MinnelliMichael York e Joel Grey às telonas e apresentou uma nova perspectiva da Alemanha nazista dos anos 1930. Na trama, a cantora de cabaré estadunidense Sally Bowles (Minnelli) conhece o acadêmico britânico Brian Roberts (York), que está terminando seus estudos na universidade. Apesar da confusão de Brian acerca de sua sexualidade, os dois se tornam amantes – mas a chegada de um abastado e decadente jovem, Maximilian von Heune (Helmut Griem) complica as coisas para eles. O triângulo amoroso, então, se desenrola em meio à ascensão do partido nazista e o colapso da República de Weimar.

Aclamado pela crítica especializada e condecorado com inúmeras honrarias, o filme conquistou oito prêmios do Oscar, incluindo Melhor Direção para Fosse, Melhor Atriz para Minnelli e Melhor Ator Coadjuvante para Grey, além de ser selecionado pela Biblioteca do Congresso para preservação nos Estados Unidos, por sua relevância cultura, estética e histórica.

CHICAGO (2002)

São poucos os filmes musicais que conseguiram superar o impacto causado por Chicago. Baseado na peça homônima de 1975, a história explora temas como celebridade, escândalos, corrupção e disparidade de gênero e traz no elenco nomes como Renée ZellwegerCatherine Zeta-JonesRichard Gere e Queen Latifah – além de ter ganhado nada menos que seis estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme.

Na trama, Velma (Zeta-Jones), a sensação de um clube noturno, assassina seu marido mulherengo. Então Billy Flyn (Gere), o advogado mais esperto de Chicago, é o escolhido para defendê-la. A novata cantora Roxie (Zellweger) também acaba na prisão por matar seu namorado, e Billy também pega seu caso, transformando tudo em um circo da mídia. Agora, elas disputam entre si pelo topo do estrelato.

RENT (2005)

Contando com nomes como Idina Menzel e Rosario Dawson, a adaptação do musical homônimo merece ser visto com outros olhos, ainda mais considerando que é uma produção extremamente subestimada.

Na obra, um grupo de amigos vive na boêmia e moderna East Village, bairro da cidade de Nova York. Entre eles está Mark Cohen, um cineasta nerd que ama Maureen Johnson, uma professora pública. Já Maureen sente atração por Joanne Jefferson. Roger Davis é o companheiro de quarto de Mark, sendo viciado em drogas e portador do vírus HIV. Roger é apaixonado por Mimi Marquez, uma dançarina sadomasoquista que mora com o gênio da computação Tom Collins que, por sua vez, gosta da drag queen Angel.

SWEENEY TODD (2007)

Lançada em 2007, a narrativa é adaptada da peça homônima assinada por Stephen Sondheim e Hugh Wheeler, que inclusive conquistou inúmeros Tony Awards após sua estreia, e reconta a história melodramática do personagem titular, um barbeiro inglês e serial killer que assassina seus clientes com uma lâmina afiada, com a ajuda de uma padeira que transforma os corpos das vítimas em tortas de carne.

Estrelado por nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterAlan RickmanTimothy SpallSacha Baron Cohen e muitos outros, o longa foi ovacionado pela crítica especializada por seus elementos fantásticos, as performances do elenco, os números musicais e a fidelidade à obra original, conquistando três indicações ao Oscar (levando o prêmio de Melhor Direção de Arte) e duas estatuetas do Globo de Ouro (Melhor Filme – Musical ou Comédia e Melhor Ator para Depp).

HAIRSPRAY (2007)

A releitura cinematográfica de Hairspray optou pelo caminho do sucesso, tanto comercial quanto crítico. Lançado em 2007, a produção, comandada por Adam Shankman, trouxe elementos tanto do longa original de John Waters quanto da versão teatral de Mark O’Donnell e Thomas Meehan.

A trama é ambientada nos anos 1960 e acompanha Tracy Turnblad, uma adolescente de Baltimore apaixonada por dança que se inscreve para participar de um programa local, chamado The Corny Collins Show, e é aceita. Da noite para o dia, torna-se uma celebridade e eleva seu estilo irreverente de dança no show. O fato de ser popular é suficiente para terminar o reinado de Corny e provocar uma integração racial.

OS MISERÁVEIS (2012)

Os Miseráveis é uma adaptação do musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado na clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert.

Com direção de Tom Hooper, o filme se tornou um sucesso gigantesco de crítica e de bilheteria, levando inúmeros prêmios para casa – incluindo o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Anne Hathaway. Além dela, o elenco trouxe nomes como Hugh JackmanEddie RedmayneAmanda SeyfriedGerard ButlerHelena Bonham CarterSacha Baron Cohen e vários outros às telonas.

CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

Caminhos da Floresta é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

O longa-metragem é baseado na peça homônima, que estreou na Broadway em 1987 e fez um sucesso gigantesco. Contando com mais de 764 apresentações, a produção levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Tony Award de Melhor Trilha Sonora e de Melhor Livro, bem como um Drama Desk Award de Melhor Musical.

EM UM BAIRRO DE NOVA YORK (2020)

Antes de ‘Hamilton’Lin-Manuel Miranda já havia se aventurado no mundo dos musicais com ‘In the Heights’, peça que começou a eternizar sua carreira recheada de sucessos e que fez um estrondo assim que estreou. Anos depois, Jon M. Chu se reuniu com Miranda para levar a história aos cinemas sob o título de Em um Bairro de Nova York.

A história é centrada em Washington Heights, bairro de Nova York que concentra a diversidade das comunidades latinas, incluindo mexicanos, dominicanos, cubanos, porto-riquenhos e muitos outros. Nessas coloridas e quentes ruas, está Usnavi (Anthony Ramos), um jovem sonhador que guarda cada centavo que ganha para voltar à terra natal – sem perceber que o lar que tanto busca está bem à sua frente.

Artigo | ‘Soul’ é uma profunda celebração da vida e uma ótima pedida para o final do ano

De alguma forma, os estúdios Pixar nutrem de uma originalidade narrativa que não é vista em nenhuma outra grande companhia ocidental. Desde seu surgimento ainda em 1995 até sua compra pela Walt Disney, o competente time criativo trabalha com cautela extrema para entregar ao público obras animadas que fogem do convencionalismo principesco ou da comédia escrachada, por exemplo, valendo-se de profundos temas antropológicos que transformam cada capítulo dessa ainda breve história em uma ode ao próprio ser humano – e em produções destinadas tanto às crianças quanto aos adultos.

Ao longo de vinte e cinco anos (quase a idade do autor por trás desta singela crítica), a Pixar mergulhou nas águas profundas de Procurando Nemo’ e da inesperada sequência Procurando Dory’, viajou a longínquas terras paradisíacas com Up’ e visitou (e revisitou) o mundo dos brinquedos com a aclamada e premiada franquia Toy Story, uma das mais adoradas de todos os tempos. Em suas bodas de prata, a companhia apostou em uma revitalização sequencial que manteve vivo as incursões psicopedagógicas de Divertidamente e as celebrações mnemônicas de Viva – A Vida É uma Festa’ (por mais que este último título tenha cedido às novelescas construções narrativas em prol de um visual espetacular). Enquanto as fichas se restringiam há algum tempo em sequências para levar a nova geração a conhecer as preciosidades cinematográficas do estúdio, estava mais que na hora que um enredo original ganhasse nossos corações novamente.

E então surgiu Soul’. O título, que definitivamente não precisa de uma tradução para o português, visto que pode se referir ao estilo musical homônimo, traz de volta Pete Docter para a cadeira da direção cinco anos depois de sua última investida – e onze depois de ter feito sua estreia com o atemporal Monstros S.A.’. A simplicidade da trama entra como máscara de uma análise interessante sobre a vida após a morte e sobre como somos “programados” para ganhar vida na Terra, unindo diversas mitologias em um lugar só e abrindo espaço para as reflexivas considerações do espiritismo. Aqui, Jamie Foxx dubla Joe Gardner, um pianista frustrado que talvez tenha reencontrado sua vontade de seguir em frente, esmaecida com o passar dos anos e com dezenas de rejeições, ao ensinar jovens sobre o poder da música. No momento em que ele acredita que sua vida está prestes a mudar ao ser chamado para tocar com a lendária Dorothea Williams (Angela Bassett), ele sofre um acidente e morre.

Na verdade, Joe não morre logo de cara; conforme fica claro poucos momentos depois do personagem cair em um bueiro aberto, ele se vê em uma inexplicável situação. Caminhando em direção à luz de um universo minimalista, acompanhado de tantas outras almas que aguardam o descanso eterno, ele faz de tudo para retornar ao corpo que deixou para trás, mas acaba indo para um lugar conhecido como pré-vida. O infinito cenário, que nos chama a atenção pela ausência de detalhes explosivos e por uma comedida utilização artística (algo “estranho” quando comparado com a exuberância de outras entradas do catálogo Pixar), é onde as almas não nascidas ganham suas personalidades e suas pré-disposições antes de finalmente se tornarem parte do mundo material – e onde a rebelde alma chamada 22 (Tina Fey) se recusa a encarnar.

É aí que Joe encontra a brecha para voltar à vida que conhecia e para finalmente transformar seu monótono cotidiano em algo que vale a pena, ansioso por estar beirando a meia-idade e por ser tratado com condescendência crítica pela mãe (Phylicia Rashad). Joe rouba a identidade de um dos “mentores” do pré-vida e é destinado a 22 para prepará-la para o nascimento, buscando nos confins do universo metafísico uma missão. Visto que as coisas não saem como o planejado, ele decide usá-la como canal para recuperar o que perdeu – e talvez seja a partir daqui que os enredos começam a se fundir em um transbordante panorama que, vez ou outra, tropeça em sua própria ambição.

Não se engane: Soul’ é mais uma ótima entrada desse panteão cinematográfico e um sopro de originalidade em meio a produções mainstream que apenas reciclam tramas datadas e formulaicas. É claro que o conceito de destino e do que existe quando passamos para um outro estágio da jornada humana moveu inflexões de diversos artistas ao longo dos séculos, desde os primeiros filósofos greco-romanos até as fusões sci-fi do estilo cyberpunk com as íntimas alegorias do determinismo sociológico. Joe é movido pela simples acepção de que seu propósito é a música; 22, por sua vez, não acredita que tem uma missão e, por essa razão, prefere ficar em um lugar que já conhece a enfrentar os obstáculos mundanos que a humanidade cria e recria dia após dia. A verdade é que ambos não conseguiam enxergar um palmo à frente dos olhos para compreender que essa delegação não existe: o que há, de fato, é a busca por fazer o máximo de algo efêmero e inevitável – o tempo.

Docter começou a trabalhar no longa-metragem ainda em 2016, desenvolvendo conceitos que dialogassem com as entidades abstratas que regem a origem de tudo. Em um lugar para além da prática cronologia que conhecemos, a medição de algo impalpável é nada mais que uma tentativa esdrúxula de ter poder sobre o subjetivo, sobre uma ideia. É por essa razão que o minimalismo imagético é a força-motriz da obra, entrando em conflito espasmódico com o proposital excesso das sequências na Terra – marcando uma profunda quebra entre as produções anteriores do diretor e o que lhe aguarda no futuro.

‘Soul’ pode não ter o melhor filme já criado pela Pixar, mas certamente é um que deixará sua marca criativa para os membros da companhia e até mesmo para o modo como contamos histórias. Entre celebrações do aqui e do agora, a animação é o estandarte do carpe diem que não sabíamos que precisávamos até os créditos finais subirem nas telas.

‘The Irrational’: Ator de ‘The Flash’ estrelará a nova série criminal da NBC

De acordo com o TVLine, Jesse L. Martin (‘The Flash’) vai estrelar ‘The Irrational‘, nova série criminal da NBC.

Na trama…

Alec Baker, um professor renomado da ciência de comportamento, oferece sua ajuda única e inesperada em entender o instinto humano para ajudar a resolver casos importantes envolvendo o governo, aplicação da leia e corporações.

O elenco ainda contará com Maahra Hill, Travina Springer, Molly Kunz e Arash DeMaxi.

Arika Lisanne Mittman (‘Elementary’) assina o roteiro e também servirá como produtora executiva ao lado de Mark Goffman, Samuel Baum e do diretor David Frankel.

A produção é inspirada no livro Predictably Irrational, de Dan Ariely, que servirá de consultante na série da NBC.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Avatar: O Caminho da Água’ ultrapassa US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

De acordo com o Deadline, o longa de James Cameron deve superar a marca global de US$ 1 bilhão ainda hoje (27).

Em apenas duas semanas, a produção já se tornou a terceira maior bilheteria do ano, e a quarta maior desde o início da pandemia.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 293.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 661.9 milhões. Os maiores mercados incluem a China (US$104.5M), França (US$60.5M), Coreia (US$55.4M), Alemanha (US$41.5M) e Índia (US$39.2M).

No Brasil, ‘Avatar 2′ já vendeu mais de 4.3 milhões de ingressos, arrecadando um total de R$ 92.4 milhões nas bilheterias nacionais.

Ao total, a produção já soma impressionantes US$ 995.1 milhões.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Netflix Crítica | Emily em Paris – Terceira Temporada roda, roda e continua no mesmo Lugar

Com todo o charme da capital parisiense para explorar e todos os aspectos da adaptação em uma nova cultura, a produção de Darren Starr dá as mesmas voltas sem objetivos. A terceira temporada se ancora na enfadonha e sem sex appeal trama romântica — Emily e Gabriel (Lucas Bravo) —, rodeada de roupas extravagantes.  

Desde a primeira temporada, Emily em Paris já apresenta-se ancorada em clichês bobos, mas engraçados. O público não espera profundidade e nem crises existencialistas da personagem título. Apesar de todo encanto aos olhos e de looks exuberantes, a protagonista é a personagem mais insípida de todo o seriado. Apresentada como uma jovem aventureira e esperta, Emily (Lily Collins) sabe apenas ser insistente, fazer lives e usar hashtags. 

Embora acompanhamos sua “aventura” parisiense há três anos, Emily ainda não completou um ano em solo estrangeiro. Sem calendários pontuais no roteiro, a grávidez de Madeline (Kate Walsh)  é a nossa referência temporal. Quando o bebê nasce nesta temporada, é possível imaginar que a jovem executiva de marketing está mais ou menos há nove meses em Paris e não sente um pingo de saudade de casa, família, amigos, etc. 

Aliás, este é um ponto de incômodo para qualquer expatriado. Como um personagem em decisão de voltar ao país de origem e seguir em um estrangeiro não tem o seu momento de reflexão baseado em suas âncoras afetivas? Emily tem amigos além de Mindy Chen (Ashley Park)? Pai, mãe, irmãos? Colega da faculdade? Ela está o tempo todo nas redes sociais, mas não se comunica com ninguém além dos seus novos amigos na França. 

O círculo social da protagonista é de meia dúzia de pessoas e seus seguidores virtual, mas como “workaholic”, ela não se importa, afinal seu trabalho sempre está associado a festas, jantares e viagens. A difícil escolha de Emily no final da segunda temporada não é feita, tanto quanto ao trabalho quanto sua ao relacionamento. A ideia é que não fazer escolhas é também uma escolha, isto é, ela é na vibe “deixa a vida me levar”.  

Durante dois episódios, a protagonista vê-se sem emprego, sem visto e sem perspectivas futuras. Sua resposta a isso? Fazer turismo e lives no Instagram. Os produtores da série já deixaram claro que trata-se de uma comédia alto astral, mas Emily não derramou uma lágrima em 30 episódios. Ou seja, ela torna-se uma personagem sem vida, não conquista empatia e o público se afasta. 

Há coisas boas na nova temporada? Evidentemente. Outros cantos de Paris são apresentados como o parque de La Villette, suas festas e exposições, como o sucesso de público Pop Air — a da piscina de bolinhas para adultos —, além de outros pontos turísticos, como a Basílica de Sacré Coeur, o Muro de Je t’aime e o Museu de la Vie Romantique. Para além da cidade título, o seriado leva os espectadores aos encantadores campos de lavanda em Aix-de-Provence. 

Apesar da falta de desenvolvimento na trama, a comédia ainda tem cenas engraçadas, protagonizadas principalmente por Luc (Bruno Gouery) e sua maneira “sem filtro” de ser. Sem destaque nas duas últimas temporadas, o colega de trabalho ganha mais espaço e até uma utilitária ex-namorada (Laurence Gormezano). Vale pontuar ainda a apresentação de uma versão francesa (comme si, comme ça) de Shallow, da Lady Gaga, por Mindy e a estranha permanência de Alfie (Lucien Laviscount) em Paris, assim como as decisões de Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) sobre o futuro de sua empresa. 

Em contrapartida, quase todos os personagens parecem ser apenas utilitários para Emily, eles estão sempre dispostos a ajudá-la, a dar mais uma chance e se deixar encantar por ela. Do outro lado da tela, a pergunta continua: será que Emily é talentosa como o roteiro deseja martelar? Não, ela não tem ideias brilhantes. Todas as suas ideias são muletas e sem grande inspiração, porém ela apresenta como se fosse uma descoberta de ouro.

O segredo de Emily é: fazer um bom pitch. Ela é uma executiva de marketing, mas é tratada como sócia da agência, algo que aliás, finalmente causa revolta no seu colega Julien (Samuel Arnold). O mundo de Emily é lúdico. É possível entrar na brincadeira da jovem de manter-se positiva e sem emoções fortes em uma vida filtrada para as redes sociais, caso Emily em Paris fosse uma crítica velada da vida pueril construída pela geração Z, mas não é. 

O problema é que os produtores perderam a mão da comédia e armaram um rocambole novelesco sem fim. Após 10 episódios, o relacionamento de Emily e Alfie é desconstruído em segundos, o rapaz londrino é irreconhecível nos últimos minutos. No fim, tudo volta à dinâmica modorrenta de Gabriel e Emily separados pelo inconveniente dele ter uma namorada (Camille Razat). Sim, mais uma vez, porque a quarta temporada já está confirmada. 

Clássicos dos anos 90 que Foram verdadeiros SUCESSO de Bilheterias

Hoje, os blockbusters estão cada vez maiores e mais caros. As produções megalomaníacas de Hollywood no fundo têm o propósito de entregar uma experiência de um verdadeiro espetáculo para o espectador. Afinal, só assim pode rivalizar com o advento das séries, das plataformas de streaming, das TVs em alta definição de telas gigantes e tudo que faça a audiência preferir permanecer em casa ao invés de ir até as salas de exibição. É bem verdade que o cinema tem recebido pancadas a torto e a direito de todo tipo de competição; sendo assim precisa constantemente se reinventar e ser cada vez maior e melhor. Ou seja, entregar algo que você não terá em casa.

O resultado disso é que temos cada vez mais produtos voltados ao público jovem (os adolescentes e crianças), uma vez entendido que eles são a maior fatia pagante deste tipo de serviço. Mas nem sempre foi assim. E nem precisamos voltar tanto no tempo. Olhando apenas 25 anos no passado, podemos notar um tipo diferente de superprodução. Essa foi uma época em que muitos cresceram e foi responsável pela formação cinéfila de uma geração. Neste passado não tão remoto assim, os filmes de maior sucesso e rentabilidade ainda resistiam como obras de entretenimento voltadas tanto para os mais novos quanto para os adultos. Este tipo de entretenimento mais maduro foi se perdendo com o tempo, abrindo espaço para superproduções de intermináveis coreografias de lutas ou que usem tantos efeitos visuais de computador que se comportam quase como desenhos animados ao invés de filmes com atores reais.

Seja como for, aqui trazemos para você mais uma matéria nostálgica, especialmente destinada para aqueles que acreditam que não se fazem mais filmes como antigamente. Aqui, iremos revisitar os grandes blockbustes de 25 anos atrás, que dominavam as bilheterias norte-americanas e mundiais. Esses foram Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 25 anos em 2021. Não esqueça de comentar e dizer se você lembra de todos eles. Confira.

10) Tempo de Matar

Começando por este primeiro item, podemos notar que o tipo de filme de entretenimento dos anos 90 era bastante diferente dos atuais – dominados pelos super-heróis da Marvel. Aqui tínhamos um outro tipo de herói: um advogado sulista tentando livrar um homem negro, que se vinga dos estupradores de sua pequena filha, da pena de morte numa região ainda muito racista dos EUA. A fonte de adaptação também era outra: um livro do romancista John Grisham, ao invés de quadrinhos. Uma superprodução adulta da Warner, o filme do saudoso Joel Schumacher conta com um elenco renomadíssimo, de nomes como Sandra Bullock e Samuel L. Jackson, e ainda serviria de revelação para o então iniciante Matthew McConaughey – o protagonista. Com um orçamento de US$40 milhões, o filme faturou US$152 milhões mundiais.

09) A Gaiola das Loucas

Sim, essa era a época onde uma comédia com fortes entrelinhas políticas e sociais conseguia figurar entre as 10 maiores bilheterias do ano. Remake de um sucesso francês de 1978, a versão norte-americana é tão boa quanto e fez enorme estrondo quando lançada há 25 anos. Em partes, devido à direção precisa do talentosíssimo Mike Nichols (A Primeira Noite de um Homem). Em partes, devido ao elenco de peso, que acerta de forma precisa o tom dos personagens. Em especial o saudosíssimo Robin Williams na pele de um dono de boate gay de Miami. Seu filho deseja se casar com uma moça. Mas só tem um problema: o pai dela é um político extremamente conservador, vivido pelo grande Gene Hackman. Agora ele precisa “sumir” com seu estilo de vida, o que inclui o companheiro afetado (Nathan Lane), e fingir ser hétero. A comédia da United Artists custou US$31 milhões e arrecadou US$185 milhões mundiais.

08) O Professor Aloprado

Outra comédia de muito sucesso dos anos 90, e outra refilmagem de um clássico. A diferença dos remakes desta época é que tentavam trazer originalidade e diferencial em relação a seus materiais fonte. Veja este caso da reimaginação do clássico com Jerry Lewis da década de 60. No original, Lewis vivia um professor tímido e nerd, que consegue uma fórmula e se transforma num “pegador”, refletindo muito da personalidade do amigo Dean Martin. A repaginada era dada pelo gênio do humor Eddie Murphy, neste filme que marcou seu retorno ao sucesso e às grandes bilheterias. Além da óbvia troca representativa racial, Murphy cria seu professor introvertido com muitos quilos de sobrepeso – e para isso foi feito um soberbo trabalho de maquiagem. A Universal Pictures gastou US$54 milhões na produção, mas viu de volta impressionantes US$273 milhões mundiais.

07) Jerry Maguire – A Grande Virada

Há 25 anos, Tom Cruise estava no topo da cadeia alimentar de Hollywood. Passadas mais de duas décadas e Cruise, embora uma figura polêmica (de certa forma), conseguiu se manter no topo, protagonizando alguns dos filmes mais caros e rentáveis da indústria. Para o astro de Top Gun, pouca coisa mudou (apenas a idade, a aparência nem tanto). Aqui, protagonizava um sucesso de certa forma inesperado. Esse não é um filme de ação, tiros e explosões. Mas sim um drama mais intimista e romântico, sobre um agente esportivo que perde seu emprego e precisa se reinventar. O filme cativou o grande público e com um orçamento de US$50 milhões, fez para a Columbia Pictures (Sony) uma bilheteria de US$273 milhões mundiais.

06) O Preço de um Resgate

Presente no acervo atual da Netflix para todos aqueles que quiserem degustar deste eletrizante thriller que fala sobre o pior pesadelo de qualquer pai: o sequestro de seu filho pequeno. No auge de sua fama, o astro Mel Gibson é quem estrela e explora seu lado humano e dramático como em poucos filmes. O ator se envolve pessoalmente na trama, já que na vida real é pai de nove filhos. Gibson interpreta um milionário que tem o filho sequestrado e começa a viver uma jornada truculenta para recuperar a criança intacta – o que inclui colocar a cabeça dos sequestradores à prêmio. O filme da Touchstone Pictures (subsidiária da Disney) é dirigido pelo vencedor do Oscar Ron Howard, custou US$70 milhões e arrecadou US$309 milhões mundiais.

05) 101 Dálmatas

Esse ano, o filme Cruella fez enorme sucesso ao trazer a estrela Emma Stone no papel título da vilã ainda na juventude, contando como a personagem teve se início e se transformou na icônica caçadora de dálmatas. Mas é só voltarmos 25 anos no tempo para nos depararmos com a primeira versão em live-action do adorado desenho da Disney da década de 60. Neste filme, a escolha da intérprete da vilã foi certeira, com a grande Glenn Close dando tudo de si e se divertindo horrores na pele da personagem. Esse primeiro remake em live-action da Disney custou US$75 milhões ao estúdio e arrecadou em bilheteria US$320 milhões mundiais.

04) A Rocha

Primeiro filme de ação da lista, aqui temos uma aventura no melhor estilo de espiões a la 007. De fato, o filme conta com o primeiro e único James Bond em pessoa, Sean Connery. Se eu te contasse, você provavelmente não acreditaria, mas houve uma época em que Michael Bay verdadeiramente fazia bons filmes. E esse é um deles. Em seu segundo longa para o cinema, Bay entregava para a Hollywood Pictures (subsidiária da Disney) uma história sobre um ex-agente secreto voltando à ativa, papel do veterano Connery, que muito bem poderia ser uma versão de 007. Ao lado de um especialista em armas químicas (Nicolas Cage recém-saído de sua vitória no Oscar), o espião precisa se infiltrar na prisão desativada de Alcatraz (apelidada de A Rocha) e parar um militar de alta patente renegado e sua tropa. A Rocha, num orçamento de US$75 milhões, atingiu a marca de US$335 milhões mundiais.

03) Missão: Impossível

Os blockbusters da década de 90 eram tão diferentes que esta adaptação de um clássico seriado dos anos 60 se comporta mais como um típico filme complexo de espionagem e suspense, do que com um longa de ação repleto de adrenalina. Não me leve a mal, Missão: Impossível ainda tem sua cota de momentos pra lá de eletrizantes e surreais, como a cena final com o trem, o helicóptero e o túnel. Mas é que se comparado com o que viria na franquia, este primeiro episódio é até bem contido. A propriedade foi comprada pelo astro Tom Cruise e já rendeu seis filmes, com o sétimo pronto a estrear no ano que vem. Mas tudo começava aqui há 25 anos, neste longa que carrega no gênero thriller graças à direção do mestre Brian De Palma. O filme da Paramount custou US$80 milhões e arrecadou expressivos US$457 milhões.

02) Twister

O astro Tom Cruise revitalizava a marca Missão: Impossível para os anos 90 e marcava um golaço, realizando um verdadeiro fenômeno de bilheteira. O filme foi um dos maiores sucessos de 25 anos trás, com apenas dois filmes capazes de desbanca-lo financeiramente. Um deles foi essa superprodução da Universal Pictures que contava com um verdadeiro ás na manga: a presença do produtor Steven Spielberg. Então recém-saído do assombroso fenômeno Jurassic Park (1993) que, entre outras coisas, serviu para implementar a técnica dos efeitos especiais gerados por computadores (o chamado CGI), Spielberg ficaria quatro anos sem dirigir um filme, mas usaria as mesmas técnicas de efeitos que criaram os dinossauros, desta vez para criar tornados tão agressivos quanto os seres pré-históricos. Hoje, muitos podem considerar Twister vazio e inconsistente, mas na época o filme foi fortemente vendido por seus efeitos impressionantes e de qualidade extrema, se comportando quase como uma ida a um simulador de parque de diversões. Com um orçamento de US$92 milhões, o filme rendeu US$494 milhões para o estúdio.

01) Independence Day

O grande campeão de bilheteria e popularidade de 25 anos atrás foi Independence Day, filme sobre uma invasão alienígena em grande escala na Terra como nunca havia sido vista antes nas telonas de cinema. Não tem para ninguém. Independence Day, junto com Missão: Impossível e Twister formam a trindade das grandes bilheteiras deste quarto de século passado, ajudando assim a reformular os blockbusters para os novos tempos. Embora utilize efeitos visuais gerados por computadores e telas verde, grande parte da confecção deste longa de Roland Emmerich foi criado da forma tradicional, com miniaturas e explosões reais. Antes, filmes com tal temática eram considerados filmes B do cinema e prosperaram muito na década de 50. O que esta superprodução fez foi trazer essa história para o mainstream, gerando interesse do grande público. Como se não bastasse, o longa serviu para apresentar Will Smith como o próximo astro de Hollywood. Com um orçamento na casa dos US$75 milhões para a Fox, o filme lucrou US$306 milhões só nos EUA, e absurdos US$817 milhões mundiais, quase o dobro do segundo colocado, se tornando assim não apenas um campeão do ano, mas da década e da história da sétima arte.

Crítica | Élite – 6ª Temporada Foca nos Preconceitos, na Disseminação do Ódio e na Identidade de Gênero

A seu modo, a sérieÉlite’ veio se firmando como uma das mais queridinhas séries juvenis dessa última década, misturando um pouco da pegada de ‘Gossip Girl, na qual alunos com alto poder aquisitivo se encontravam em uma escola e possuíam segredos sórdidos por detrás de seus sobrenomes de peso, e ‘Pretty Little Liars’, que também envolvia um grupo de garotas em uma escola só que com um grande crime como o segredo que segurava o grupo de pé. Repaginando e condensando esses universo, ‘Élite’ veio construindo sua carreira de sucesso por trazer dois elementos diferenciais: ser falado em língua espanhola e envolver muitas cenas de sexo entre os personagens. E seguiu assim por anos, estreando agora, no final de 2022, sua sexta temporada na Netflix.

Após a prisão de seu pai e diretor de Las Encinas (Diego Martín) o trio de irmãos Mencía (Martina Cariddi), Patrick (Manu Ríos) e Ari (Carla Díaz) tenta seguir em frente, mas tudo fica mais  complicado pois a vida de seus melhores amigos também anda atribulada. Enquanto Iván (André Lamoglia) assume abertamente sua relação com Patrick, seu pai, o famoso jogador de futebol Cruz (Carloto Cotta), sofre as consequências de admitir publicamente ser homossexual. Ao mesmo tempo, Isadora (Valentina Zenere) têm problemas para se lembrar exatamente o que aconteceu na noite em Ibiza, quando foi sexualmente abusada, e, diante da impunidade de seus agressores, decide tomar a iniciativa de puni-los por sua própria conta. Para tentar superar a perda de Samuel (Itzan Escamilla), Ari passa a se interessar por Nico (Ander Puig), um rapaz transgênero que acaba de passar por todas as cirurgias e assumir sua identidade masculina na escola. Por fim, Mencía começa a prestar atenção na influencer Sara (Carmen Arrufat), cuja vida brilhante parece esconder diversas violências domésticas.

Dividida em oito episódios de cerca de cinquenta minutos cada a nova temporada de ‘Élite’ não traz nada de grande novidade em seu enredo, passando mais a sensação de estar reciclando temas já anteriormente desenvolvidos na série e repaginando-os para o contexto atual. De olho no que é debate entre os jovens nos dias de hoje, Darío Madrona e Carlos Montero dedica boa parte da trama em desenvolver temas de comum interesse ao seu público consumidor: a violência consequência de machismo desde uma idade mais jovem, a disseminação do ódio e a homofobia em diversas instâncias, a impunidade da violência sexual e seu trauma subsequente, e a transexualidade, que hoje está ocorrendo em idades mais jovens que antigamente. Este último tema é desenvolvido de uma maneira interessante, quase imparcial: ao mesmo tempo em que Ari tem barreiras para aceitar e entender a ausência fálica no corpo de Nico, este, por sua vez, mesmo sendo um rapaz trans, também possui seus preconceitos (raciais), o que sinaliza que absolutamente todos os personagens têm suas falhas, mesmo que também tenham suas razões e passem lições uns nos outros. No final, ninguém é perfeito, mesmo sofrendo discriminações.

Funcionando como a ‘Malhação’ brasileira, ‘Élite’ se transformou nesse laboratório de atores, em que os núcleos principais terminam a escola e outros se formam, tomando o lugar. Na história, nada se cria, tudo se recicla, e sempre à base de sexo, drogas e álcool como escapismo e solução para tudo, cerceado por crimes que ocorrem mui naturalmente na boate de Isadora (que basicamente substitui Las Encinas). A sexta temporada ainda deixa uns ganchos beeeem forçados para a próxima, mas tudo indica que, enquanto continuarem a fazer novos capítulos, o público continuará assistindo ‘Élite’.

‘Órfã 2: A Origem’: Terror será lançado no Prime Video em janeiro!

O terror ‘Órfã 2: A Origem‘ finalmente ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 4 de janeiro.

Na sequência, Leena fugia de um asilo e viaja para a América usurpando a identidade da filha desaparecida de uma família. No entanto, a vida como “Esther” a coloca contra uma mãe que fará qualquer coisa para proteger sua família.

Confira o trailer dublado:

O longa surpreendeu o público e se transformou em um sucesso de críticas, com 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes até o momento.

No Brasil, o terror virou um fenômeno de audiência e levou mais de 2 milhões de brasileiros aos cinemas, se tornando um dos 10 filmes mais vistos do ano.

Com o sucesso, o diretor William Brent Bell comentou sobre os planos para ‘Órfã 3‘.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme.”, afirmou.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

 

Ferrari de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ é leiloada por preço abaixo do esperado; Confira!

De acordo com a Entertainment Weekly, a Ferrari 250 GT California usada no filme ‘Curtindo a Vida Adoidado‘ (1986) foi leiloada pela Heritage Auctions por apenas US$ 337.500, o equivalente a R$ 1.7 milhão na cotação atual.

Fabricado em 1961, o carro é apenas um item de colecionador, pois não tem motor e nem transmissão, então não é possível dar partida.

Ainda assim, o preço foi considerado abaixo do esperado, já que uma das três réplicas construídas pela produção foi vendida em 2020 a US$ 400.000, aproximadamente R$ 2 milhões.

A descrição do veículo diz que:

“Este ‘carro’ é um acessório e não um automóvel em funcionamento. A produção do filme usou três réplicas de ‘kit car’ da Ferrari 250 GT California feitas pela Modena Design & Development. Este ‘carro de choque’ foi construído e usado exclusivamente para este filme memorável, uma vez que foi arremessado para trás através do vidro da garagem do pai de Cameron caindo no chão abaixo. Após a produção, o carro foi reconstruído como uma peça de exibição. Ele consiste em uma carroceria de fibra de vidro aparafusada a um chassi rolante com acabamento estético interior com assentos de vinil bege, carpete bege, painel de fibra de vidro preto fosco com instrumentação e volante com acabamento em madeira repleto de uma réplica do logotipo ‘cavalo empinado’ no centro. Os pneus são montados em rodas de arame cromado. Não há motor ou sistema de transmissão presente.”

Esperava-se que o valor do carro fosse ainda mais alto depois que foi anunciado um derivado do filme.

Intitulado ‘Sam and Victor’s Day Off‘ (‘O Dia de Folga de Sam e Victor‘, em tradução livre), o projeto vai acompanhar as aventuras da dupla de manobristas do filme de John Hughes.

Na trama do original, eles decidem levar a Ferrari do pai de Cameron (Alan Ruck) para um rolê na cidade, sem saber, é claro, que o veículo é praticamente um outro filho para o coroa.

E o derivado vai explorar como foi essa aventura enquanto Ferris (Matthew Broderick), Cameron (Alan Ruck) e Sloane (Mia Sara) matam aula.

Em entrevista para o Deadline, o criador da ideia, Jon Hurwitz (‘Cobra Kai’) deu alguns detalhes sobre os planos da equipe criativa para o projeto.

“Estamos muito empolgados com o projeto que estamos produzindo. Temos um grande roteirista, que é o Bill Posley. Ele trabalhou conosco em ‘Cobra Kai‘ e amamos o trabalho dele, porque ele uma visão incrível. É emocionante mergulhar no universo de John Hughes, mas ver um lado desse mundo que não vimos com esses personagens, Sam e Victor, que eram os manobristas do filme original.”

Ele continuou, explicando como o projeto vai ajudar a expandir o universo crido por Hughes.

“Personagens secundários em geral são divertidos porque geralmente não sabemos o que está acontecendo em seus mundos, então será divertido quando chegarmos a isso.”

Em ‘Curtindo a Vida Adoidado‘, os manobristas foram interpretados por Richard Edson e Larry Jenkins, que faleceu em 2019.

Mas Edson ainda está trabalhando em Hollywood e foi visto recentemente em ‘Os 3 Infernais‘, de Rob Zombie.

Obviamente, o spin-off irá reformular os papéis com atores mais jovens, considerando que o filme tem mais de 35 anos, mas certamente seria divertido trazer Edson para uma participação especial.

Até o momento, os nomes do elenco ainda não foram anunciados. O trio de ‘Cobra Kai‘, Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg e Josh Heald assina a produção.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para ‘Sam and Victor’s Day Off‘.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

‘The Witcher: A Origem’ recebe a nota mais BAIXA da franquia entre os críticos

The Witcher: A Origem‘ chegou ao catálogo da Netflix recentemente. E, apesar de ser bastante aguardada, a produção não agradou críticos e fãs.

Com apenas 38% de aprovação da crítica especializada, a derivada representa a nota mais baixa da franquia no Rotten Tomatoes.

A nota do público é ainda pior, já que recebeu míseros 8% de avaliações positivas dos assinantes da plataforma.

A animação ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘ permanece com a maior pontuação entre os críticos, acumulando 100%, enquanto o público deu 83%.

A 2ª temporada da série original, estrelada por Henry Cavill, conquistou 95% de aprovação dos críticos e somente 58% do público.

Já a 1ª conquistou 68% dos críticos e 90% do público.

E aí, qual das produções baseadas nos romances de Andrzej Sapkowski você mais gostou?

Relembre o trailer de ‘The Witcher: A Origem‘:

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

“A Origem conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

‘Sandman’: Sonho e Morte são destaque na cena DELETADA da 1ª temporada; Confira!

A primeira temporada de Sandman se tornou um dos grandes sucessos da Netflix em 2022 e já deixou os fãs ansiosos para a próxima iteração.

Enquanto os novos episódios não chegam, a plataforma de streaming aproveitou para divulgar uma cena deletada do ciclo de estreia, dando destaque a Sonho (Tom Sturridge) e a Morte (Kirby Howell-Baptiste).

Confira:

Recentemente, Neil Gaiman, aclamado realizador e romancista responsável pela história, revelou que Delírio irá aparecer nos novos episódios.

Para aqueles que não a conhecem, Delírio é a irmã mais nova do grupo supracitado e cheira a suor, vinho azedo, noites tardias e couro velho. Seu reino é próximo e pode ser facilmente visitado. As mentes humanas, porém, não foram feitas para compreender seu domínio, e os poucos que viajaram até ele conseguiram relatar apenas fragmentos perdidos.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Aaron Paul, astro de ‘Breaking Bad’ e ‘Westworld’, muda de nome oficialmente

De acordo com o TMZ, o ator Aaron Paul (‘Breaking Bad’) mudou seu nome de batismo oficialmente para… Aaron Paul.

Para quem não sabe, este era apenas o nome artístico de Aaron Paul Sturtevant, e agora o astro decidiu cortar o sobrenome para ser reconhecido juridicamente como o público o conhece.

A mudança foi aprovada pelos tribunais depois que Paul entrou com uma petição, que se estende também para sua família, incluindo a esposa, Lauren Paul (antes Lauren Parsekian), e seus filhos.

O casal tem uma filha de quatro anos que já nasceu com o sobrenome Paul, além de um filho pequeno; parte do motivo da troca de nome de família é que Aaron e Lauren também queriam mudar o nome inteiro de seu novo filho, de ‘Casper Emerson Paul’ para ‘Ryden Caspian Paul‘.

Lembrando que o trabalho mais recente do ator foi na série ‘Westworld‘, que acabou sendo cancelada pela HBO após a 4ª temporada.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

‘Gato de Botas 2: O Último Pedido’ conquista NOTA A no CinemaScore; Confira!

Após onze anos desde o filme original, a aguardada sequência ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido’ tem estreia marcada para 05 de janeiro de 2023 nos cinemas nacionais.

Além de receber 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação está fazendo um tremendo sucesso entre o público e conquistou a nota A, no CinemaScore, a segunda mais alta da plataforma.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira, junto com a nossa crítica:

“Nós pesquisamos a aceitação do público e ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ conquistou nota A! Parabéns à Dreamworks, a Antonio Banderas, Salma Hayek e todo o elenco e equipe! #CinemaScore”

Crítica | O Gato de Botas 2: O Último Desejo: Aguardada sequência emociona adultos e crianças

O longa traz novamente às telonas o felino mais amado do planeta e mostra que ele está de volta para o que pode ser a sua última aventura. ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ narra uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas nove vidas perdidas. No filme, o Gato de Botas conta com apenas uma vida restante e ele terá de pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga, a cativante Kitty Pata Mansa, para continuar vivo.

O time de estrelas que compõem elenco de dublagem nacional conta com Alexandre Moreno, dublador oficial do Gato de Botas desde o primeiro filme; Miriam Ficher, que dá voz a Kitty Pata Mansa; Marcos Veras como o cão Perrito; Giovanna Ewbank que dá voz Cachinhos Dourados e Sérgio Malheiros como Bebê Urso.

 

Assinantes da Netflix DETONAM comédia natalina estrelada pela GKay: “Horrível”

A nova comédia Natalina da Netflix estrelada por Gkay, Sérgio Malheiros e Vera Fischer falhou em conquistar o público.

Nas redes sociais, os assinantes do streaming detonaram ‘Um Natal Cheio de Graça‘.

Separamos as principais reações para você:

 

O longa é ambientado na véspera de Natal, depois que Carlinhos descobre uma traição da ex-namorada e tenta esconder a situação ao levar uma desconhecida chamada Graça para acompanhá-lo na ceia servida tradicionalmente na mansão de sua avó, a ricaça Lady Sofia. Só que a misteriosa convidada se revela capaz de botar a casa abaixo…

Relembre o trailer:

Produzido em parceria com a GLAZ Entretenimento, o filme é dirigido por Pedro Antônio e escrito por Carol Garcia, com e consultoria de Fil Braz.

O elenco também conta com Monique Alfradique, Letícia Isnard, Nando Cunha, Cezar Maracujá, Flavia Reis, Valentina Vieira, Gabriel Louchard, Heitor Martinez, Valéria Vitoriano, Victor Meyniel, Noemia Oliveira, Diogo Defante, Mariana Armellini, entre outros.