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‘Scare Package 2’: Trailer do terror antológico faz homenagem aos clássicos do gênero; Confira!

A sequência ‘Scare Package II: Rad Chad’s Revenge‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Quando o funeral do mestre do terror Chad Buckley se torna uma série de armadilhas mortais e elaboradas baseadas em seus filmes favoritos, os convidados precisam se unir e usar as regras do gênero para sobreviver esse jogo sangrento.

A trama principal foi dirigida por Aaron B. Koontz. Os outros segmentos são comandados por Alexandra BarretoAnthony CousinsJed Shepherd Rachele Wiggins.

O elenco conta com o retorno de Jeremy KingZoe Graham Byron Brown, além de introduzir Kelli MaroneyRich SommerGraham SkipperMaria Olsen e Shakira Ja’nai Paye.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 22 de dezembro.

Invasão alienígena no trailer do TERROR ‘Kids vs. Aliens’; Confira!

O terror sci-fi ‘Kids vs. Aliens‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Jason Eisener (‘Treevenge’) é responsável pela direção, além de ter assinado o roteiro ao lado de John Davies (‘Hobo with a Shotgun’).

Gary só quer gravar vídeos caseiros com seus melhores amigos. Samantha, sua irmã mais velha, só quer andar com a turminha popular. Quando seus pais saem da cidade no final de semana de Halloween, eles planejam uma festa épica, mas quando alienígenas atacam, os irmãos terão que se juntar para sobreviver.

O terror será lançado em VOD no dia 20 de janeiro, pelo RLJE Films e Shudder.

O elenco conta com Dominic MarichePhoebe RexCalem MacDonaldAsher Grayson PercivalBen Tector.

‘Atração Fatal’: Lizzy Caplan e Joshua Jackson são destaque na 1ª imagem da adaptação da Paramount+

O site Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem oficial da série ‘Atração Fatal‘, nova adaptação da Paramount+ baseada no clássico suspense dos anos 1980.

A imagem destaca os atores Lizzy Caplan (‘Castle Rock’) e Joshua Jackson (‘Dr. Death’), que interpretam Alex Forrest e Dan Gallagher, respectivamente.

Confira:

Amanda Peet (‘The Chair’) também estrela a produção. O elenco ainda contará com David MeunierAlyssa JirrelsToby HussReno Wilson e Brian Goodman.

Jackson interpreta Dan, o marido infiel, enquanto Peet é Beth, uma esposa leal, mãe carinhosa e mulher de negócios bem-sucedida, cujo mundo desaba quando a traição de seu marido ameaça destruir suas vidas juntos. Caplan dará vida à amante que se torna obcecada após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

HBO Max | Denzel Washington, Julia Roberts, Cameron Diaz e Alicia Silverstone em thrillers dos anos 90

As plataformas de streaming são verdadeiramente as locadoras de vídeo da atualidade. Para quem viveu os anos 80 e 90, o boom deste tipo de loja, os streamings são o futuro e a evolução natural. Um dos argumentos muito utilizados para enfatizar a superioridade do serviço em relação às lojas físicas de antigamente, é que online os filmes desejados pelo cliente estão sempre disponíveis para serem assistidos a qualquer hora. Quando alugávamos um filme na locadora tínhamos um prazo para ver e devolver, isso é, quando não suávamos para conseguir pegar aquela fita muito visada, um lançamento que algum infeliz havia alugado antes de nós e não devolvia de jeito nenhum.

Esse argumento tem sua coerência, porém, não é cem por cento exato. Explico. O que ocorre atualmente nos serviços de streaming é que (quando não falamos de uma produção própria de determinada plataforma) os filmes ficam trocando de “mãos” entre elas. Por exemplo, um filme original da Netflix nunca estará disponível em outra plataforma, no entanto, uma produção mais antiga, digamos dos anos 80 ou 90, de estúdios como a Universal ou a Sony, pode constar por um tempo no acervo da plataforma. E é só por um tempo mesmo, já que a lei de Murphy entra quase sempre em jogo, e quando queremos ver tal filme, ele já não está mais disponível. Em alguns casos é só esperar um pouquinho e perceber que o longa mudou de casa, migrando para a videoteca de outro sistema, como a HBO Max ou a Amazon. Isso pode se configurar como um “filme alugado” nos tempos modernos, quando não conseguir encontrar o que queremos assistir.

Pensando nisso, resolvemos voltar ao passado mais uma vez, garimpando algumas preciosidades que as principais plataformas de streaming trazem em seu acervo atual. Desta vez o foco é a HBO Max e para essa matéria o gênero escolhido são os filmes de suspense protagonizados por verdadeiros ícones de Hollywood como Denzel Washington, Julia Roberts, Cameron Diaz, Alicia Silverstone e Harrison Ford. Confira abaixo e corra para assistir enquanto ainda se encontram disponíveis.

O Diabo Veste Azul (1995)

Produção da Columbia Pictures (Sony), este filme subverte o gênero dos detetivescos noir – onde sempre tínhamos um investigador particular em uma trama de mistério. O lance nesta obra assinada por Carl Franklin é que ao invés de um detetive branco, comum da época, este é um dos filmes mais famosos onde o protagonista é um homem negro. E para o feito o grande Denzel Washington foi o escalado. Mas este não é um caso de representatividade despropositada, já que o roteiro leva em conta a época em que a história se passa, o fim dos anos 1940, e a condição de um homem negro numa sociedade antes da revolução social dos anos 1960. Na trama Washington vive Easy Rawlins, um veterano da Segunda Guerra Mundial atrás de emprego. Ele termina contratado para encontrar uma mulher desaparecida, com laços com figurões muito poderosos. O que era para ser um serviço simples se mostrará uma intrincada e complexa trama conspiratória, que irá pegar o protagonista de surpresa.

O Segredo de Mary Reilly (1996)

Outro thriller que merece ser descoberto na HBO Max, esse com ares dramáticos e até mesmo com elementos de terror, quem estrela aqui é a Linda Mulher em pessoa, Julia Roberts – descaracterizada para o papel e não tão linda assim. Essa era uma época em que Roberts visava ser reconhecida por suas atuações e se esquivou um pouco das comédias românticas que fizeram sua carreira. Também produzido pela Columbia Pictures e com direção de Stephen Frears, baseado no livro de Valerie Martin, a proposta aqui é uma visão única sobre o conto clássico de O Médico e o Monstro. Um brilhante cientista desenvolve uma fórmula, mas ao invés de um monstro irracional e selvagem, a ideia aqui é mais similar a O Professor Aloprado, onde uma figura tímida e reservada se transforma num extrovertido amante sedutor, com tendências homicidas. O grande John Malkovich é quem dá vida a ambos o Dr. Henry Jekyl e ao alter ego Edward Hyde. Ah sim, Julia Roberts vive a tal Mary Reilly do título, a empregada do médico que se apaixona por ele.

Paixão Sem Limites (1993)

Alicia Silverstone para sempre será a musa dos anos 90, eternizada pelo cult teen As Patricinhas de Beverly Hills (1995). Na época, a atriz descolou ainda o papel da Batgirl no blockbuster Batman & Robin (1997) – uma das maiores franquias do período (só para sentirmos o potencial da moça na década). Mas Silverstone não saiu do nada, e antes de ser a “patricinha”, foi a musa adolescente dos clipes da banda de rock Aerosmith para as canções Crazy, Cryin’ e Amazing. Foi assim que a moça ficou famosa e daí foi um pulo para a transição ao cinema. Na mesma época, a geração que cresceu no período e que já estava apaixonada por Silverstone na MTV, pôde assistir a moça num filme cult muito conhecido na era das vídeo locadoras. A atriz era pura sensualidade nos clipes e neste longa, mas não era a boazinha que viemos a adorar nas Patricinhas. Em Paixão Sem Limites temos uma versão adolescente do clássico Atração Fatal (1987). A história mostra Silverstone como uma adolescente com uma paixonite aguda direcionada ao novo inquilino de sua família, morando na casa acima da sua – papel de Cary Elwes, um homem mais velho. Ela faz de sua missão seduzir o sujeito, mesmo que para isso precise usar de métodos dignos de uma vilã.

Acima de Qualquer Suspeita (1990)

Se envolver com uma colega de trabalho pode ser uma das piores decisões que qualquer um pode tomar. Para começar que desta forma misturamos nossa vida pessoal com a vida profissional, o que quase nunca dá certo. Depois, se o relacionamento estiver fadado ao fracasso, e não terminar da melhor forma possível, é preciso lidar todos os dias com a presença desconfortável da pessoa. Este thriller de 32 anos atrás vai ainda mais longe, no entanto. Protagonizado pelo herói bom-moço Harrison Ford, uma das propostas deste suspense dirigido por Alan J. Pakula, baseado no livro de Scott Turow, foi justamente subverter a imagem que o público sempre teve do ator, ao mostrá-lo interpretando seu primeiro personagem dúbio, um advogado casado que é o principal suspeito do assassinato de uma colega de trabalho com quem estava tendo um caso. De arrepiar os pelos da nuca.

O Último Jantar (1995)

O último item desta lista de dicas de suspense dos anos 90 é também o mais provocativo do lote. A estrela Cameron Diaz planeja um retorno triunfal em breve, saindo de uma aposentadoria precoce que durou quase dez anos. A modelo transformada em atriz fez sua estreia nas telonas com o pé direito no fenômeno O Máskara em 1994. Logo em seu segundo trabalho no cinema, Diaz optava por uma obra incomum e incorreta. Aliás, a moça ao longo de sua carreira demonstrou ter um gosto por produções do tipo bem ácido e fora da caixinha – que o diga suas participações em filmes como Amor Alucinante (1996), Quem Vai Ficar com Mary?, Uma Loucura de Casamento, e Medo e Delírio, os três de 1998. Voltando para seu segundo trabalho como atriz, o filme se mostra mais atual até mesmo do que em sua época de lançamento em 1995.

Preste atenção nessa história: um grupo de cinco amigos (dentre os quais está incluída Diaz) liberais idealistas tem como hobby se reunir e oferecer jantares a desconhecidos, esperando tirar da ocasião uma experiência agradável de conversa e trocas. No entanto, logo de cara um dos primeiros sujeitos a entrar pela porta é um simpatizante do nazismo (papel do saudoso Bill Paxton). Depois de um confronto que escala até se tornar físico, o sujeito termina morrendo, e os amigos se livram do corpo. Daí começam a pensar que o mundo seria um lugar melhor sem estar pessoas horríveis. Então, decidem convidar apenas a escória da humanidade, racistas, homofóbicos, anti-ambientalistas e machistas misóginos como pretexto para irem eliminando-os um a um. É claro que a ideia não dá certo, quando a polícia chega em sua cola.

Tiro, Porrada e Bomba! Os filmes de ação que completam 40 anos em 2022 – Antes da era dos Blockbusters!

Talvez você tenha ficado um pouco confuso com este título. Sim, é verdade que os blockbusters nasceram na década de 1970 e foram cimentados na década seguinte, os anos 1980. E aqui deixamos claro que tratamos como blockbusters os filmes que ultrapassaram US$200 milhões em suas estadias nas salas de cinema dos EUA – é preciso levar em conta que no passado o mercado internacional não era tão importante e rentável para Hollywood quanto é hoje em dia. Nessa época, o grosso das bilheterias vinha da arrecadação no próprio território americano e o que vinha de fora era irrisório e mal somava com o todo. Hoje é o contrário e o mercado fora dos EUA muitas vezes consegue salvar um filme do fracasso, quase sempre arrecadando o mesmo ou mais do que a quantia dentro do país de origem. Justamente por isso cada vez mais Hollywood se preocupa em ser inclusivo para outros lugares além de suas fronteiras.

Voltando para os blockbusters, nos anos 70 tivemos apenas dois (Tubarão e Star Wars) e nos anos 80 a coisa começava a tomar forma com cada ano da década reservando pelo menos uma superprodução. Assim a coisa começava a caminhar ainda. Justamente por isso, não era comum vermos filmes deste porte mesmo na década de 80, quando o público começava a se acostumar com este escopo de produção. E quando voltamos 40 anos no passado, para 1982, notamos que apenas cinco filmes haviam ultrapassado a tal marca de bilheteria para ser considerado um blockbuster: Tubarão, Guerra nas Estrelas, O Império Contra-Ataca, Indiana Jones e E.T. – O Extraterrestre. Assim, é natural notar que os filmes de ação, nesta época em que os filmes grandiosos apenas engatinhavam, não possuíam a mesma magnitude de hoje. Conheça abaixo alguns exemplares do gênero que chegam ao quadragésimo aniversário de lançamento em 2022.

48 Horas

Esta é uma franquia que merecia um novo exemplar para chamar de seu. Escrito e dirigido pelo veterano Walter Hill, a trama acompanha as desventuras do detetive policial durão Jack Cates, papel de Nick Nolte, que mesmo a contragosto precisa se unir a um presidiário liberado momentaneamente da cadeia para uma missão extraordinária, o malandro Reggie Hammond, papel de Eddie Murphy. Pelas 48 horas do título, a dupla disfuncional precisará trabalhar junta para um bem maior, capturar um psicopata assassino em série. O filme rendeu uma continuação em 1990, e agora que Eddie Murphy está renovado e tirando da manga sequências de sucessos do passado, vide Um Príncipe em Nova York e Um Tira da Pesada, bem que poderia mexer seus pauzinhos ao lado de Hill e Nolte para reviver também seu primeiro longa-metragem nas telonas. Valor sentimental tem.

Raposa de Fogo

Recentemente falei sobre essa superprodução (para os padrões de 1982) da Warner na matéria dos filmes mais caros de 40 anos atrás no cinema. Estrelada pelo veteraníssimo Clint Eastwood, e também dirigida por ele, a obra é baseada num livro e pode ser considerada um “Top Gun” antes mesmo de Top Gun estrear. De fato, o filme com Tom Cruise seria lançado quatro anos depois, mas Eastwood já demonstrava ser um piloto de caças inigualável antes mesmo de Maverick. E não duvidamos. Na pele do durão Mitchell Gant, Eastwood é o único que pode roubar um super jato russo bem debaixo do nariz dos soviéticos. Não será nada fácil, mas o protagonista, como sempre, demonstrará que “missão impossível” para ele é um passeio no parque.

Desejo de Matar 2

O lendário Charles Bronson trabalhou em diversos gêneros no cinema em sua carreira. Para os mais velhos ele será sempre conhecido por seus faroestes, em especial como o “Gaita” no clássico absoluto Era uma Vez no Oeste, de Sergio Leone. Ao adentrar a década de 1970, no entanto, Bronson ficaria marcado por filmes policiais de suspense, que fizeram muito sucesso na TV aberta no Brasil. Um deles se sobressaiu sobre os demais: Desejo de Matar (1974), em que um homem comum é forçado às últimas consequências quando uma cidade sem lei faz sua família de vítima. Oito anos depois, a picareta Cannon Films resolveu comprar a ideia e tirar da cartola uma sequência, movendo a trama de Nova York para Los Angeles. Bronson ainda estrelaria mais três filmes da franquia até 1994, e em 2018 um remake foi lançado com Bruce Willis.

Os Donos do Amanhã

A violência urbana e a criminalidade sempre foram problemas que preocuparam as grandes metrópoles. E quando falamos nos EUA, a cidade de Nova York nos filmes dos anos 80 em especial era um lugar bem diferente e muito pior do que hoje, com o crime e as gangues fora de controle. Nessa proposta surgiu este filme cult que visava prever para onde a sociedade caminharia se as coisas seguissem descarrilhadas. Neste cenário, somos apresentados a uma das piores escolas dos EUA, onde os professores precisam ir trabalhar armados para saírem ilesos de seus alunos – onde grande parte são membros de gangues perigosíssimas. É uma previsão sombria de um futuro – e neste cenário a trama se desenrola com um professor novato do local que vira alvo de uma destas turmas da pesada de alunos e precisa lutar por sua vida. Curiosamente é um dos primeiros papeis da carreira de Michael J. Fox, que anos mais tarde estrelaria o sucesso De Volta para o Futuro (1985).

Banana Joe

Quem cresceu nos anos 1980 jamais esquecerá a dupla italiana que ficou conhecida mundialmente como Trinity, formada pelo loirinho Terence Hill e pelo grandalhão barbudo Bud Spencer. A dupla fez tanto sucesso na época aqui no Brasil que veio visitar o país e fez participação no igualmente lendário programa dos Trapalhões, na Globo. Aqui, quem estrela é apenas Spencer, no papel de um homem humilde que vive em sua propriedade plantando bananas com sua família. Quando suas terras são ameaçadas por um sujeito poderoso, ele decide ir à cidade pela primeira vez procurar ajuda. Como sempre, os filmes de ação de Bud Spencer possuem grande teor cômico – ele é como um Jackie Chan da época (embora Chan seja tão antigo quanto).

A Caçada do Futuro

No futuro de… 1995 (??!!), a sociedade evoluiu para uma forma selvagem em um regime totalitário. Com uma espécie deturpada do clássico 1984, de George Orwell, misturado com outro livro clássico famoso, ‘The Most Dangerous Game’, que inspirou desde O Sobrevivente (1987), assinado por Stephen King, até o thriller de ação O Alvo (1993). Na trama, prisioneiros deste futuro distópico têm a chance de fugir para a liberdade, e tudo que eles precisam fazer é sobreviver a uma jornada infernal, enquanto são caçados por esporte por uma equipe de elite armada até os dentes. O longa ganhou uma reimaginação em 2014, produzida diretamente para a TV e estrelada por Dominic Purcell. No original, o nome mais famoso é o da argentina Olivia Hussey (Romeu e Julieta / Natal Sangrento).

Os Vigilantes

Como dito, muitos filmes de ação policial dos anos 80 tinham como tema o combate à criminalidade com as próprias mãos. Podemos dizer que essa tendência segue até hoje de certa forma, e deu origem a um subgênero próprio. Esse aqui é um dos casos mais famosos de “clone” de Desejo de Matar. Quem estrela é o saudoso Robert Forster, indicado ao Oscar por Jackie Brown (1997) e falecido em 2019. Ele vive Eddie Marino, um sujeito comum, vítima de uma sociedade corrupta onde a impunidade corre solta, que tem a família brutalizada e decide tomar a justiça para suas próprias mãos. A frase de efeito do longa diz: “… num país no qual doze mulheres são estupradas por minuto, no qual 65 pessoas são assassinadas todos os dias, está acontecendo agora, nesse minuto, a polícia é impotente, a lei é corrupta e as cortes os soltam…”. Qualquer semelhança com a realidade atual não é mera coincidência.

Vingança Forçada

Terminando a matéria, é claro que não poderíamos finalizar uma lista de filmes de ação dos anos 1980 sem um exemplar com o “imortal” Chuck Norris. E aqui temos exatamente isso com este longa de 40 anos atrás, em que o ator mestre marcial vive Josh Randall, um segurança de cassino em Hong Kong, que possui um passado como militar condecorado experiente. Quando membros da máfia local começam a ir atrás de seus amigos, o protagonista precisar agir e pega para si a missão de combater os criminosos, com todas as armas disponíveis a seu alcance, em especial suas técnicas imbatíveis de luta. Norris é tão durão que no cartaz do filme dá um golpe e quebra até mesmo o título do filme ao meio – é só dar uma olhada no poster abaixo.

Produtor acredita que derivado de ‘Piratas do Caribe’ com Margot Robbie ainda deve acontecer

Jerry Bruckheimer, o produtor da cinessérie ‘Piratas do Caribe‘, disse que acredita na possibilidade do spin-off da franquia com Margot Robbie ainda deverá acontecer em algum momento, porém ele afirma que o roteiro dessa nova produção precisa ser mais trabalhado.

“Está muito vivo para mim. Está vivo para a Disney. Tenho certeza de que Margot (Robbie) ficou desapontada por não ter feito isso (rapidamente). Mas, talvez seja uma bênção trabalhar nisso por mais tempo. Acreditamos que vamos fazê-lo. É uma história muito forte”, disse o produtor ao The Hollywood Reporter.

A própria Margot Robbie havia dito à Vanity Fair sobre como a trama do reboot iria funcionar: “Tínhamos uma ideia e estávamos trabalhando nela. Já faz algum tempo. Seria algo mais centrado em mulheres. Era algo bem legal, mas acho que a Disney não tem interesse em fazer”.

Nos resta então aguardar a definição final de como será essa nova aventura. E você, gostaria de um filme solo da franquia com a atriz?

O filme mais recente da franquia é ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar‘ (2017). Todos os longas trazem Johnny Depp no papel do icônico Jack Sparrow.

Vale lembrar que o reboot com Margot Robbie foi anunciado em 2020, mas pouco avanço veio na produção desde então. A atriz ainda está confirmada para uma nova versão de ‘Onze Homens e Um Segredo‘, que não tem previsão de lançamento.

Depp chegou a comentar sobre um retorno, mas a resposta foi bem menos animadora para os fãs de ‘Piratas do Caribe‘, já que mesmo se recebesse uma proposta gigantesca financeiramente da Disney e ter vontade de concluir a história de Jack Sparrow, ele recusaria retornar para ‘Piratas do Caribe 6‘, mesmo que a oferta fosse de US$ 300 milhões. Já o produtor Jerry Bruckheimer deixou a possibilidade em aberto.

Integrantes de RBD indicam que grupo mexicano voltará em 2023

Sim, um dos comebacks mais aguardados dos últimos tempos vai finalmente acontecer, pois os integrantes do RBD compartilharam nesta segunda-feira (19) um emocionante vídeo que alterna entre momentos de Rebelde.

No final também é revelado um link para uma página que traz uma contagem regressiva nas cores do grupo. Confira:

Por sinal, a contagem regressiva disponibilizada no site indica um grande anúncio para o dia 19 de janeiro e, obviamente, muitos fãs já especulam uma turnê do grupo mexicano mais querido do Brasil.

Os rumores sobre o comeback começaram entre 2019 e 2020, quando alguns membros do elenco se reuniram e postaram algumas fotos do reencontro, incluindo AnahíDulce MaríaAlfonso HerreraChristian ChávezMaite PerroniChristopher Uckerman. Entretanto, nada foi confirmado.

A novela mexicana homônima, Rebelde, estreou em 2004 e estendeu-se até 2006 com 3 temporadas. No último ano de transmissão, o grupo já havia se consolidado como um fenômeno mundial e até mesmo vieram para o Brasil.

Guillermo del Toro | 10 Filmes com o toque do diretor e que você não SABIA

Não é um feito nada fácil para um profissional escalar até o topo de um mercado tão competitivo quanto o de Hollywood. Imagina quantos diretores trabalhando nesta indústria existem atualmente. Somente alguns conseguem sobressair ao ponto de sabermos seus nomes. Agora imagina se destacar ao ponto de se tornar referência e um dos nomes mais celebrados da atualidade. É claro que assim como em todas as carreiras, os profissionais do cinema possuem seus altos e baixos, mas o fato é: atualmente o mexicano Guillermo del Toro é definitivamente um Top 10 dos maiores cineastas da meca mundial.

Seu mais recente trabalho acaba de chegar à Netflix. Pinóquio é uma animação em stop-motion que marca a primeira incursão do diretor no comando de uma obra cem por cento sem atores. Impressiona ainda mais o carinho e os elogios que Pinóquio vem ganhando do público e dos críticos porque este ano mesmo tivemos a roupagem desta história pelas mãos da Disney, que imortalizou o clássico conto italiano numa animação tradicional na década de 1940. Nessa batalha entre os bonecos de madeira que sonhavam em ser um menino de verdade é seguro dizer sem sombra de dúvida que Guillermo del Toro levou a melhor e entregou o ouro para a Netflix. É dito também que sua visão para a história, como era de se esperar, é mais sombria e realista.

Pegando novamente o gancho para podermos falar de Guillermo del Toro (o que adoramos), resolvemos lembrar para você 10 filmes que, apesar de não serem dirigidos por ele, tiveram a mão do cineasta de alguma forma. Confira abaixo.

Trilogia O Hobbit (2012, 2013 e 2014)

Guillermo del Toro é um cineasta que sempre tem um monte de projetos engatilhados. Sua agenda é super lotada e nem sempre o diretor consegue levar adiante alguns de seus maiores sonhos – o que dirá a epopeia com a Liga da Justiça Sombria, da DC. E a trilogia de O Hobbit foi mais um projeto que não saiu do papel para o diretor. Era anunciado que del Toro iria dirigir pelo menos o primeiro derivado de O Senhor dos Anéis, com a pré-sequência O Hobbit. Em cima da hora, Peter Jackson voltou para a cadeira de diretor, não apenas no primeiro, como na trilogia completada, deixando del Toro apenas na capacidade de roteirista dos longas – ao lado do próprio Jackson.

Convenção das Bruxas (2020)

Por falar em clássicos da literatura de fantasia, aqui temos uma obra assinada pelo autor Roald Dahl, mesmo escritor de A Fantástica Fábrica de Chocolate, que já havia ganhado um filme em 1990, estrelado por Anjelica Huston. O remake muito bem poderia se chamar Convenção das Bruxas de Guillermo del Toro, assim como o novo Pinóquio vem sendo chamado de Pinóquio de Guillermo del Toro. Acontece que a refilmagem estrelada por Anne Hathaway é totalmente um filme do cineasta mexicano, que produz e assina o roteiro (e dizem, queria realizar a obra como uma animação em stop-motion).

Histórias Assustadoras para Contar no Escuro (2019)

Agora sim, começamos a entrar num terreno que Guillermo del Toro adora: o terror. O cineasta é um aficionado pelo cinema de monstros e criaturas, e aqui, nas capacidades de roteirista e produtor, del Toro pôde se esbaldar com as possibilidades desta adaptação dos livros de Alvin Schwartz. A trama se passa nos anos 1960 e mostra adolescentes de uma pequena cidade às voltas com um histórias escritas por uma menina, capazes de transformar os medos de quem as lê em realidade. Perfeito para o dia das bruxas, e já queremos as continuações.

Espíritos Obscuros (2021)

Um dos longas mais subestimados dos últimos anos, que quase ninguém viu, mas que os apaixonados por terror precisam encontrar e assistir. Aqui, del Toro impulsiona apenas na capacidade de produtor, deixando o talentoso Scott Cooper fazer fluir sua criatividade, apostando no terror pela primeira vez, dirigindo e roteirizando a obra sobre a lenda folclórica norte-americana conhecida como Wendigo, um espírito mitológico indígena, que é uma criatura meio humanoide, meio veado e totalmente mortal.

Mama (2013)

E se hoje o mundo tem os novos filmes de It – A Coisa (2017 e 2019) e em breve será presenteado com o primeiro longa-metragem para o cinema do herói Flash, tudo isso foi graças ao olheiro de talentos chamado Guillermo del Toro. Acontece que o cineasta mexicano viu um curta intitulado Mamá (2008) e gostou tanto que entrou em contato com o realizador para que desenvolvesse um longa com o mesmo tema. Assim nascia a carreira do argentino Andy Muschietti. Mama (2013) teve produção executiva de del Toro e impulsionando no elenco, a presença de Jessica Chastain, saindo de sua segunda indicação ao Oscar na época.

Não Tenha Medo do Escuro (2011)

Essa é uma das produções mais obscuras que levam o nome de Guillermo del Toro como produtor. Mas não apenas isso, o cineasta também assinou o roteiro do terror, que conta sobre uma menininha enviada para morar na nova grande casa de seu pai, com a namorada dele, que sem querer acredita que libertou criaturas assustadoras do porão da mansão. Os nomes mais famosos do elenco são o da sumida Katie Holmes como a madrasta, e Guy Pearce como o patriarca. O longa é baseado num telefilme de 1973, no qual o diretor se baseia ao adaptar o roteiro.

Biutiful (2010)

Deixamos o terror um pouco de lado, para apresentar um drama pesadíssimo que chegou até o Oscar. Apesar de não ser conhecido por trabalhar em dramas “normais”, ou seja, sem o uso de elementos fantásticos, Guillermo del Toro resolveu dar uma moral para o colega mexicano Alejandro G. Iñárritu e produziu seu longa. Assim como Spielberg, Scorsese e Coppola chegaram tomando Hollywood de assalto nos anos 70, em meados da década de 2000 vimos uma onda mexicana dominando a indústria norte-americana com as chegadas de del Toro, Iñárritu e Alfonso Cuarón – que no Oscar de 2006 fizeram estrago. O filme traz Javier Bardem como um doente terminal capaz de ver os mortos.

Splice – A Nova Espécie (2009)

Voltando para os filmes de terror e as criaturas que Guillermo del Toro tanto aprecia, aqui temos a dupla Adrien Brody e Sarah Polley bancando cientistas que brincam de Deus. Eles desenvolvem um novo ser vivo inteiramente criado em laboratório, misturando espécies como lagartos, aves e humanos. A criatura nomeada Dren (nerd ao contrário) é tratada como filha por eles, mas a evolução e a natureza bestial podem ser cruéis. O diretor mexicano também gosta de incentivar novos talentos, e aqui como produtor executivo dá uma força para Vincenzo Natali, que escreveu e dirigiu o filme. Uma pena que não deu muito certo.

O Orfanato (2007)

Além de produções Hollywoodianas, Guillermo del Toro também já trabalhou em filmes rodados em seu país, o México, e tem fortes laços com a cultura espanhola. Assim, como produtor executivo também foi o responsável pela revelação do cineasta J.A. Bayona – que seguiu para filmes como O Impossível (2012), Sete Minutos Depois da Meia Noite (2016) e Jurassic World – Reino Ameaçado (2018). Aqui, Bayona realizava seu primeiro longa para o cinema com uma história sobre um orfanato espanhol muito sinistro, repleto de espíritos e sustos. O filme se tornou um sucesso cult.

Os Olhos de Julia (2010)

Finalizando a matéria, temos outra coprodução entre a Espanha e México, estrelada por uma das musas do cinema do país, Belén Rueda, que também protagonizou O Orfanato três anos antes, produzido por del Toro. A trama fala sobre uma mulher que está perdendo a visão, então ela precisa correr contra o tempo a fim de descobrir o mistério que envolve a morte de sua irmã gêmea. O filme contou com a produção de Guillermo del Toro.

Crítica | Recruta: Noah Centineo coloca seu talento pra jogo em excelente série de ação da Netflix

Ascendendo ao estrelato como o novo crush teen da Netflix, Noah Centineo fez de sua jovem carreira nos cinemas uma pequena overdose de comédias românticas formulaicas que rapidamente conquistaram o público majoritariamente feminino. Da fofa trilogia de Para Todos os Garotos que Já Amei à mais pura cafonice de O Date Perfeito, ele naturalmente se vinculou a um gênero que – embora renda a popularidade necessária -, nem sempre lhe garante o prestígio devido. Mas na tentativa de provar-se em uma indústria cruel, ele faz de Recruta sua entrada na espionagem/ação, em uma série que não prometeu nada e, por incrível que pareça, entregou (quase) tudo.

Criado por Alexi Hawley, conhecido pela também série policial The Rookie, Recruta acompanha Owen Hendricks (Centineo) como um recém-formado da Faculdade de Direito, que conquista seu primeiro emprego na CIA. Ao contrário da promessa de um trabalho de gabinete, ele acidentalmente se torna um espião por conveniência, se tornando um despreparado alvo de uma sucessão infindável de burocracias institucionais, missões arriscadíssimas e confrontos perigosos. Desmistificando a glamourização hollywoodiana de organizações como a CIA e o FBI, a série – que também é produzida por Noah – consegue ir além de seu próprio formato, em uma combinação excelente de ação, espionagem, drama e comédia.

Com coadjuvantes pouco carismáticos e às vezes irritantemente pedantes, Recruta quase nos perde em seus primeiros capítulos por justamente não saber construir personagens de apoio que sejam igualmente eficientes como o protagonista. Mas com Noah Centineo brilhando em tela de forma mais madura e perspicaz, a original Netflix consegue superar seu próprio obstáculo, tornando seus oito episódios da 1ª temporada em um deleite inesperado – principalmente para os fãs do gênero.

Trazendo cenas de ação bem executadas, que destacam um grande valor de produção investido, a série de espionagem não poupa seu protagonista, sabe desenvolvê-lo da forma correta e ainda conquista o público com um humor irônico salpicado em meio aos capítulos. De ritmo acelerado, os assinantes da Netflix são surpreendidos com cenas de impacto logo em seu primeiro episódio. E em meio às catarses psicoemocionais e familiares, os personagens são entremeados em um suspense que uma vez mais coloca os Estados Unidos em confronto com a Rússia, seguindo a nova vertente de país-vilão que se firmou na indústria cinematográfica nos anos recentes.

E ainda que a série de espionagem tenha seus clichês, é inegável o apelo grandioso que ela possui. Com Centineo destilando seu carisma para todos os lados e com uma trama simples que funciona dentro daquilo que se propõe, Recruta é um ótimo investimento para a Netflix a longo prazo – agradando facilmente um público bem mais amplo. Se distanciando da agenda progressista, mas corretamente dando espaço para a diversidade em tela, a original do streaming é o que tantas outras produções da plataforma deveriam ser: divertida, envolvente e sem sinalização de virtude forçada.

Crítica | A Baleia: Brendan Fraser tem chances reais no Oscar 2023 com novo drama de Darren Aronofsky

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Entre um semblante cansado e um corpo fatigado pelas marcas do excesso de peso, Charlie é um homem solitário e recluso, que se esconde em uma pequena casa pouco arejada e fria, que ressoa a chuva torrencial que insiste em cair sobre o telhado. Nesse cenário, surge um Brendan Fraser diferente. Com uma maquiagem elaborada capaz de gerar bastante controvérsia entre militantes, ele estampa a delicadeza e a tristeza de alguém que abriu mão de si mesmo e passa os seus dias à deriva de sua própria existência, à espera do seu inevitável fim. Assombrado pelas consequências de suas escolhas duvidosas e por um passado doloroso, ele é um professor universitário que faz de suas aulas online o artifício que precisa para esconder suas feições do restante do mundo.

O título A Baleia pode gerar a impressão errada. Ao contrário do que muitos inevitavelmente poderiam sugerir, o título do novo drama de Darren Aronofsky de fato faz uma alusão direta ao clássico da literatura Moby Dick. Apaixonado pela arte da escrita, Charlie é apegado a um antigo papel que traz uma breve análise sobre o livro. Sempre que se sente diante de alguma crise em sua saúde, se volta para as curtas linhas escritas a fim de se acalmar. A simbologia desse profundo e misterioso instante são explicadas ao longo da narrativa, que ainda mostra a reconexão entre um pai distante e sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), que cresceu debaixo do fantasma do abandono. E aqui, essas duas pessoas tão distintas formam dois extremos de uma mesma moeda: Enquanto uma é vítima da alienação parental, o outro é reduzido ao abandono pessoal e social, por medo das opiniões alheias.

Ao longo dessa jornada, Fraser dá vida a um pai que tenta reconstruir sua história com sua filha, a partir de uma relação disfuncional regida pelo abuso verbal, desrespeito e falta de autoridade. E nesse contexto, ainda estamos diante de uma penosa história de redenção, acompanhando as agruras de um pai que vive sob o medo. E sua dor, seus anseios e suas mágoas nos acompanham, queimando nossa alma tamanho o brilhantismo da performance de Fraser. Se submetendo ao estado de mais pura fragilidade psicoemocional, o carismático ator ressurge como a fênix em um protagonismo há muito tempo esperado por nós. Após anos subjugado ao ostracismo – em virtude de uma denúncia de abuso sexual que envolvia um executivo de Hollywood -, ele faz de A Baleia sua própria história de redenção, mostrando seu poder de renascimento como um artista que jamais deveria ter sido ignorado por compartilhar um trauma sofrido nos bastidores.

Com uma performance apaixonante que parte nossos corações, o astro de A Múmia entrega em seu olhar muito mais do que qualquer diálogo poderia expressar e nos convida para a sua dor a partir de uma caracterização complexa, emocionalmente delicada e difícil de ser digerida. Trazendo um nível de sensibilidade extrema a um personagem que facilmente poderia cair no radar das agendas contemporâneas que negam a obesidade mórbida como uma doença, ele presenteia a audiência com um trabalho puro, cuidadoso e sensato – capaz de se identificar com todos os tipos de público. Provando ser um dos candidatos mais fortes ao Oscar 2023 – ao lado de Austin Butler e de sua versão de Elvis, Brendan Fraser tem chances reais de redefinir sua carreira com a tão sonhada estatueta. E com uma elaborada sinergia que exala em cada cena, Fraser, Sink e Hong Chau formam um trio poderoso que retrata três facetas tão diferentes de um mesmo tipo de sofrimento.

Concentrando sua trama em um único ambiente, a adaptação da peça homônima de Samuel D. Hunter (que também assina o roteiro) ainda destaca a habilidosa direção de Aronofsky, que sabe explorar os ângulos extremos para ampliar a sensação de espaço entre os personagens, à medida em que também é capaz de construir uma atmosfera claustrofóbica, que sufoca tanto eles, bem como o público. E abordando um tema menos abstrato, que deixa de lado aqueles entraves da psique que já vimos em seus longas anteriores, o aclamado cineasta entrega um excelente trabalho e faz da performance de Fraser o norte que guia toda a sensibilidade do longa. E ainda que haja um certo sentimentalismo às vezes forçado, A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um emocionante conto sobre perdão e reconciliação familiar.

Assista a crítica em vídeo:

‘Adão Negro’: Dwayne Johnson diz que comentários negativos são apenas “inveja dos haters”

Adão Negrose provou uma completa decepção por conta da trama clichê, sem emoção e com excesso de frases de efeito, salvando-se apenas pelas eletrizantes cenas de ação.

Orçada entre US$ 195 e US$ 200 milhões, a adaptação estrelada por Dwayne Johnson teve uma péssima arrecadação nas bilheterias mundiais, acumulando apenas US$ 390 milhões em pouco mais de um mês em cartaz.

Por conta disso, espera-se que a produção dê um prejuízo avaliado em US$ 100 milhões para a Warner Bros Discovery, já que o estúdio vai ficar com apenas 50% dos lucros, com a outra metade indo para os exibidores ao redor do mundo.

No entanto, Johnson insiste que os comentários negativos são apenas frutos de inveja dos haters.

Nos últimos dias, o astro comentou sobre a péssima recepção do longa sobre a “cultura de ódio” em torno da DC no momento, com seus últimos comentários no Twitter incentivando seus apoiadores a bloquearem os haters e focarem nos aspectos positivos.

Um fã também saiu em sua defesa, dizendo: “as pessoas realmente não gostaram de ‘Adão Negro’? Eu pensei que estava indo bem. Eu vi alguns discursos bem loucos sobre isso, mas me diverti. Qual foi a reclamação de todos sobre o filme?”

Outro continuou: “as pessoas são apenas haters. Na minha opinião, foi um ótimo filme do The Rock.”

Então o astro respondeu:

“Obrigado rapazes. Agradeço a ambos e fico feliz que vocês gostaram do filme. E é tudo inveja quando se trata de inimigos. Vocês sabem o que fazer.”

Confira:

Ainda assim,  parece que o fracasso acabou com os planos para uma sequência, pois Johnson até deixou de seguir o estúdio e a página oficial de Adão Negro‘ no Instagram e no Twitter, indicando que não voltará para novos filmes do personagem.

O astro foi rápido ao se justificar, afirmando que nunca tinha seguido a Warner e a página do filme.

Além da péssima recepção financeira da adaptação, o MovieWeb também relatou que a contratação de James Gunn e Peter Safran como presidentes da DC Studios teve uma grande influência na decisão de não seguir em frente com o futuro de ‘Adão Negro‘.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu recentemente ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, comoAquamaneShazam!‘ e suas vindouras sequências.

Pelo visto, o planejamento de Johnson para sequências e filmes derivados da franquia estavam em desacordo com o que Gunn e Safran estão projetando.

Nos bastidores, uma das maiores controvérsias foi envolvendo Johnson foi o fato do astro elevar as expectativas do público sobre a presença do Superman em um filme contra o Adão Negro e até mesmo uma sequência de Homem de Aço.

As afirmações de Johnson deixaram os executivos do estúdio furiosos, já que nada disso foi planejado oficialmente.

Anteriormente, já havia sido divulgado que o presidente da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, quer que a dupla transforme a DC Studios em um setor tão assertivo quanto a Marvel Studios, liderada por Kevin Feige.

Através de um comunicado, Safran disse que a DC agora vai se concentrar em contar uma grande história, justificando o planejamento duradouro.

“Esta foi uma oportunidade única de contar uma grande história abrangente. Uma bela grande história em filmes, jogos, programas de televisão, tudo isso em live-action e animação.”

Gunn observou que:

“Esta é a oportunidade de tornar a DC tão boa quanto possível e como sempre deveria ser – essa é a razão pela qual estou fazendo este trabalho, porque sei que Peter e eu podemos fazer isso. Passamos os últimos dois dias com alguns dos melhores roteiristas da indústria começando a mapear esse plano de oito a 10 anos.”

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Adão Negro‘ já está disponível na HBO Max.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Os 10 Melhores Filmes de Terror de 2022

Com dezembro já chegando ao fim, está na hora de continuar nossas listas de final de ano relembrando os ótimos longas-metragens e séries que nos encantaram em 2022.

Neste mais novo ranking, trouxemos a vocês os melhores filmes de terror do ano, desde o surpreendente Sorria até o aclamado Pearl, pré-sequência de ‘X – A Marca da Morte’ que trouxe Mia Goth em um dos papéis definidores de sua carreira.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu título favorito:

10. SORRIA

“O maior mérito da produção é, sem sombra de dúvida, a assombrosa atmosfera arquitetada pelo diretor Parker Finn. Responsável pelo curta original, Finn toma as rédeas criativas ao também ficar a encargo do roteiro, tendo liberdade o suficiente para trabalhar como quer e destrinchar uma breve narrativa em uma espécie de análise antropológica que nos deixa à beira de um ataque de nervos quase o tempo inteiro. Os elementos estéticos são arquitetados com maestria invejável que prestam homenagem a mestres do horror: temos a brincadeira entre supressão e dilatação de tempo com planos-sequência à la James Wan; o jogo de luz e sombra que nos remete, em certa instância, aos clássicos de Alfred Hitchcock; e uma exaltação hiperbólica da angústia e da total falta de prospecto que pega elementos emprestados de Dario Argento e Mike Flanagan” – Thiago Nolla

9. MORTE, MORTE, MORTE

O terror adolescente ‘Morte, Morte, Morte’, da A24, é uma celebração da estupidez humana e, apesar de não apresentar nada de novo para o gênero em questão, ganha pontos por nos guiar em um caminho totalmente diferente do que esperávamos. Aclamado pelos críticos internacionais, o longa acompanha um grupo de jovens que planeja fazer uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota. Entretanto, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

8. PIGGY

“Numa espécie de releitura torcida do conto de fadas ‘A Bela e a Fera’, ‘Piggy’ é um filmão que fala com precisão do maior terror da vida de qualquer adolescente: o de sofrer agressões verbais e morais por outros colegas. Escrito e dirigido por Carlota Pereda, o enredo parte dessa jovem obesa para mostrar a malícia intrínseca nas ações (ou melhor, na falta delas) dos moradores de um povoado, inclusive seus próprios pais, que decidem ignorar o sofrimento da moça, pois, fazendo-o, a convivência entre todos flui mais naturalmente. Porém, o filme também mostra que ignorar esse problema só faz com que ele ferva ainda mais dentro da vítima, e que as consequências dessas agressões podem ser múltiplas, inclusive, irreversíveis” – Janda Montenegro 

7. FRESH

“A atmosfera conceitual nascida da direção de Mimi [Cave] traz corpo à trama, promovendo uma mistura deliciosa entre o terror e o cult. Devorando nossa atenção e entusiasmo em quase duas horas de filme, Fresh nos deixa sempre à beira de uma catástrofe, nos instigando a cada novo absurdo descoberto a respeito do nosso lindo e temível vilão Steve (Sebastian Stan). Diferente do que muitas vezes o gênero nos reserva, o longa brinca com a nossa percepção, desafia os nossos sentidos e pavores, dando aquela sagaz piscadela para a nova era de relacionamentos – em que tudo é digital e cada vez mais desconfiável” – Rafaela Gomes

6. NÃO! NÃO OLHE!

“Conhecendo o estilo de Peele, nada é o que parece ser – e o terceiro longa-metragem do cineasta não seria diferente. Revestido por uma roupagem sci-fi que traz lembranças da rebeldia kitsch de ‘Marte Ataca!’ e do crescente suspense de ‘Guerra dos Mundos’‘Não! Não Olhe!’ mascara as verdadeiras intenções sob convencionalismos que, de certa maneira, já nos vem cansando há alguns anos. Afinal, temos a iminente e beligerante presença de um ser extraterrestre cujas intenções não são benévolas; a dinâmica de uma família marcada pelo luto e que precisa reatar os laços para conseguirem superar um problema gigantesco; e personagens coadjuvantes que servem como guias para a resolução da narrativa. Ora, não é surpresa que Kaluuya faz um ótimo trabalho, mas é Palmer quem rouba nossa atenção e que faz um glorioso retorno para os cinemas” – T.N.

5. X – A MARCA DA MORTE

“A iteração é comandada pelo conhecido cineasta Ti West, cuja filmografia inclui ‘A Casa do Demônio’‘Hotel da Morte’ ‘V/H/S’ – o que significa que o realizador não é nenhum estranho à história que traz à vida. E, considerando que ele também fica a encargo da produção e do roteiro, a narrativa é pincelada com uma identidade bastante clara e com um propósito objetivo e prático, que faz ótimo uso dos convencionalismos em uma atmosfera original e que se afasta do mero sobrenatural. Afinal, não estamos lidando com uma criatura demoníaca que caça adolescentes aleatoriamente em um monte de vingança; enfrentamos um casal de idosos que, em uma crise de ódio e de inveja que cresce exponencialmente ao descobrir o que seus hóspedes estão fazendo, resolvem se vingar pelo simples fato de serem rejeitados pela idade. Em outras palavras, há uma belíssima e impactante análise sobre etarismo que paira sobre o enredo principal e que serve como mote dos antagonistas para coletarem suas vítimas” – T.N.

4. O TELEFONE PRETO

“[…] grande parte da veracidade e urgência do filme vem do talento de seu elenco. Mason Thames entrega uma atuação angustiante como o jovem Finney, e consegue passar todo o desespero do personagem através de suas expressões bastante emotivas. Uma grande atuação de um jovem em ascensão. Ethan Hawke como sempre entrega uma atuação poderosa e aterrorizante como o vilão, e consegue aterrorizar a audiência mesmo usando uma máscara sinistra boa parte do filme” – Renato Marafon

3. PÂNICO

“A concepção mais inteligente da obra é não se aventurar no caminho sem volta de deixar os personagens clássicos roubarem os holofotes. Pelo contrário, não é até o começo do segundo ato que Sidney Prescott (Neve Campbell), Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox) dão as caras. Os diretores, que se aliam ao roteiro espetacular de James Vanderbilt e Guy Busick, levam o tempo necessário para que o grupo de novas vítimas ganhe a nossa atenção e demonstre que veio para ficar. Nesse quesito, Ortega e Barrera fazem um trabalho espetacular, mas não posam como artistas egoístas que não deixam os outros brilhar – e talvez o aspecto mais interessante é o confronto geracional que emerge com essas vibrantes introduções” – T.N.

2. NOITES BRUTAIS

Claustrofóbico, instigante e angustiante são apenas algumas das palavras que podem descrever o surpreendente terror Noites Brutais. O filme, dirigido por Zach Cregger, se tornou uma das grandes sensações do ano ao subverter nossas expectativas e apostar fichas em uma palpável narrativa do gênero. Na trama, uma jovem descobre que a casa que alugou já está ocupada por um estranho. Contra seu melhor julgamento, ela decide passar a noite, mas logo percebe que há muito mais a temer do que apenas um hóspede inesperado.

1. PEARL

“[…] sob uma estética bem technicolor, que remonta o formato dos filmes dos anos 50 e 60, Ti West entrega outro brilhante terror que vai muito mais além do combo de sustos que normalmente nos aguarda em um terror slasher. Pearl é de fato uma espiral caótica de uma jovem à deriva de sua própria existência, que perece em uma vida medíocre onde sua identidade e personalidade são abafadas e sucumbidas pelas pressões de uma matriarca agressiva, insensível e indiferente. Mas independente do contexto familiar que nos trouxe Pearl, é inegável que a vilania já habitava nela, como West faz questão de mostrar em sua tortuosa forma de sacrificar animais indefesos. E essa construção é fundamental para tornar a idosa Pearl de ‘X‘ em uma criatura cruel e monstruosa aos olhos dos personagens e, obviamente, da audiência” – R.G.

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ fracassou porque os jovens não se interessam por Arnold Schwarzenegger, diz James Cameron

Orçado em US$ 185 milhões, ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio prometia resgatar o sucesso da franquia ao contar com a produção de James Cameron, diretor dos dois primeiros filmes.

No entanto, o longa faturou apenas 261,1 milhões pelo mundo, tornando-se uma decepção comercial, apesar de receber 70% de aprovação dos críticos.

E, durante uma entrevista para o Deadline, Cameron disse que o motivo do fracasso foi porque o público mais jovem não se interessa por Arnold Schwarzenegger ou Linda Hamilton.

Como os fãs já sabem, Schwarzenegger dá vida ao androide T-800 na franquia, enquanto Hamilton retornou como Sarah Connor pela primeira vez desde o segundo filme, lançado em 1991.

“Eu acho que o filme teria sobrevivido ao retorno de Linda, ou ao retorno de Arnold… Mas, quando você junta os dois em tela, fica óbvio que ela tem 60 e poucos anos, e ele 70 e poucos. De repente, não é mais o filme do Exterminador do Futuro para o jovem de hoje, e nem mesmo para o seu pai – é um filme para o seu avô”, disse o cineasta.

Cameron reconheceu que ele e o diretor Tim Miller estavam enganados ao acreditarem que o público iria e conectar com o filme.

“Nós amamos essa reunião, achamos legal que nosso filme fosse uma sequência direta do filme de 1991. Mas não conseguimos enxergar o óbvio: os jovens de hoje não acompanharam a franquia em 1991. Não fez sentido para eles, poeque eles nem eram nascidos naquela época.”

Lembrando que o filme ignora os eventos de ‘Exterminador do Futuro 3‘ e todas as outras sequências que vieram depois, reiniciando a linha do tempo após ‘O Julgamento Final‘.

O objetivo do longa era dar início a uma nova trilogia, mas o fracasso na bilheterias acabou com os planos.

A duração será 128 minutos.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger, Edward Furlong e Diego Boneta.

Comédia polêmica que quase causou uma GUERRA entre Coreia do Norte e EUA estreia na Netflix

Um dos filmes mais polêmicos da história acaba de estrear no catálogo da Netflix, anos depois de ter sua estreia cancelada nos cinemas nacionais.

A Entrevista‘, comédia escrita por Evan Goldberg e Seth Rogen, acompanha dois jornalistas armaram um plano para assassinar o presidente/ditador da Coreia do Norte, muitos, inclusive o próprio Kim Jong-un, que não estava de acordo com o lançamento do filme.

Mesmo diante de toda crítica e uma iminente guerra entre a Coreia do Norte e os EUA, a Sony Pictures resolveu comprar a briga e disse que, sim, distribuiria o longa mundialmente. No entanto, semanas depois, um grupo terrorista de hackers norte-coreanos ameaçou e chegou a invadir dados preciosos da empresa, causando assim o cancelamento imediato da estreia.

Fontes no FBI asseguraram que a Coreia do Norte estava por trás do recente cibernétrico à Sony Pictures, que vazou dados de vários atores e negociações com estrelas de Hollywood, deixando a Sony em pólvora e derrubando as ações da empresa.

A notícia de que o regime norte-coreano estaria envolvido no roubo de informações surgiu dois dias depois de a Sony anunciar que suspenderia o lançamento do filme ‘A Entrevista‘, uma paródia a Kim Jong-un, líder do país asiático.

O vazamento incluiu milhares de e-mails trocados pelos principais executivos do estúdio – e causaram revolta e surpresa em Hollywood.

Em contrapartida, profissionais de marketing e produtores indagaram se esse tipo de censura era algo realmente necessário, já que isto poderia causar um precedente ainda maior – ora, jamais poderiam realizar novamente esse estilo de humor em qualquer outro país. Isso causou uma euforia imensa não só por parte dos produtores, mas também pelo público que estava louco querendo saber o que diabos havia de tão pesado no material.

Agora, o filme finalmente estreia na Netflix.

Mas, enfim, o tal A Entrevista é tudo isso que falam? Será tão agressivo e satírico, politicamente crítico e digno de todo esse bafafá? Para alguns, como as vítimas, sim, para outros, talvez, para a maioria, certamente não. Analisando de forma rasteira, o filme é novamente um apanhado de piadas de Seth Rogen e Cia, recheado de assuntos da cultura pop – quase um pastelão de O Senhor dos Anéis – e detentor de algumas doses de humor negro, algo que o ator, roteirista e diretor canadense geralmente faz, a diferença é que dessa vez mexeram num vespeiro – ou com um povo que gosta de criar caso.

Ao lado do intrépido James Franco – com quem já fez parceria em vários outros títulos como É o Fim (2013), O Besouro Verde (2011), Segurando as Pontas (2008) e Ligeiramente Grávidos (2007) -, Rogen segue o seu habitual caráter, com piadas surrealmente descoladas ou deslocadas, que beiram o ridículo. É daquele tipo de humor ame ou deteste. Parte do público acha as gags do sujeito tão absurdas que se divertem com o jeitão nerd-canastra; a outra parte considera as tiradas absolutamente tolas e enfadonhas, até de mau gosto. Particularmente gosto do comediante, principalmente em seus trabalhos com o cineasta Judd Apatow. Logo, se não vai com a cara dele, aconselho passar longe daqui.

Como produto, é algo que até vale a pena ser conferido, já que, além de toda polêmica, o filme possui momentos interessantes, como uma visão mais séria que traz versões de ambas as partes da realidade social contemporânea; a hipocrisia e falácia dos dois lados em determinadas situações; as inúmeras referencias à obras de várias mídia e andamentos um tanto cômicos envolvendo o zoado Kim Jong-un. O maior problema de A Entrevista é o seu tamanho. Com quase duas horas de duração e enormes barrigas no segundo e terceiro ato, o longa acaba ficando aborrecido e deixando o público impaciente. Mas, enfim, desapontando ou não as expectativas, Seth Rogen deu o que falar com este peculiar trabalho.

Assista ao trailer:

Mulher ensanguentada em nova imagem de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’

A Morte do Demônio – A Ascensão‘ (Evil Dead Rise) teve mais uma imagem divulgada, que mostra uma mulher ensanguentada segurando uma espingarda.

O filme  chega aos cinemas nacionais em 20 de abril de 2023.

Confira:

Anteriormente, o produtor Bruce Campbell compartilhou uma imagem dos novos protagonistas da franquia.

Na publicação, o produtor e astro dos filmes originais escreveu:

“Para os Deadites [como são chamados os fãs] que não puderam comparecer ao BruceFest este ano, estou muito animado em compartilhar esta foto da família de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘. Veja-os juntos ou separados apenas nos cinemas em 20 de abril.”

A trama seguirá duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa SutherlandLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido quando demônios são libertados, colocando-as em uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais terrível de família que se pode imaginar.

Lembrando que A Morte do Demônio – A Ascensão‘ recebeu uma classificação R pela Motion Picture Association, órgão que regulamenta a faixa etária de filmes e séries nos EUA.

Foi dito que a faixa etária será elevada por conta de “excesso de conteúdo violento de horror sangrento e linguagem inapropriada”. Motivo que deu ao remake de 2013, dirigido por Fede Alvarez, a mesma classificação.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador) e Nell Fisher completam o elenco.

Sam RaimiBruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, serão os produtores da nova versão.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Pânico 2 faz 25 Anos | ROTEIRO ORIGINAL era bem diferente e trazia outros assassinos; Confira o final!

Pânico 6, o sexto filme da franquia querida dos fãs de terror, estreia em Março de 2023.

Para aquecermos os motores para o novo exemplar desta querida franquia da sétima arte, o CinePOP tem matérias que não acabam mais sobre os filmes anteriores. Tudo o que você quiser saber sobre os quatro filmes predecessores e mais um pouco tempos aqui – é só procurar no site. Recentemente, trouxemos para você uma matéria sobre as curiosidades mais interessantes dos bastidores do segundo filme, Pânico 2 (1997), que completa 25 anos hoje. Aqui, continuaremos focados na primeira continuação que o filme recebeu, desta vez para escancarar uma versão completamente diferente que o filme teria. Acontece que Pânico 2 foi um dos primeiros grandes filmes (ou quem sabe o primeiro) a sofrer com o advento da internet. Explico. O longa de terror teve seu roteiro vazado online por um figurante, e isso numa época em que ainda vivíamos os primórdios do mundo virtual. Pioneirismo até mesmo nas derrotas.

 

Sidney e Gale morreriam

Cotton Weary (Liev Schreiber) seria o assassino de Gale e Sidney na versão original.

Na versão original deste roteiro, o desfecho terminaria com um verdadeiro bad ending, onde numa matança todos os personagens principais seriam mortos. Além de Randy, Gale e Sidney também morreriam, e possivelmente Dewey também. Isso nos faz pensar que Kevin Williamson planejava encerrar a franquia com este segundo filme. O terceiro não havia sido planejado, e demoraria três anos até finalmente chegar aos cinemas – e sem um roteiro de Williamson.

Na primeira história do roteirista para Pânico 2, assim como no original a Sra. Loomis termina matando seus comparsas – aqui Derek e Hallie. No filme, a Sra. Loomis tenta convencer Cotton Weary (Liev Schreiber), que chega ao local armado, de deixa-la matar Sidney, já que a protagonista o acusou de assassinato e o manteve na cadeia por um ano. Por alguns momentos acreditamos que o sujeito irá aceitar a proposta, mas finalmente ele atira na assassina a matando. Na versão original do roteiro, Cotton iria esfaquear a Sra. Loomis, mas não iria parar por aí. Considerando que ambas Sidney e Gale foram responsáveis por arruinar sua vida, Cotton surtaria, e esfaquearia Gale a matando também. No fim, Cotton perseguiria Sidney, e o filme terminaria com os dois se esfaqueando até a morte, e caindo lado a lado. Um baita final mórbido.

Na versão original do roteiro de Pânico 2, a protagonista Sidney (Neve Campbell) morria!

Desta forma, com a história nas mãos de qualquer um que quisesse ler, o mistério estava revelado. E como sabemos, os filmes desta franquia dependem muito das reviravoltas, de quem morre e quem fica vivo e, principalmente, quem são os assassinos da vez. Como consequência deste ato sem noção, o roteirista Kevin Williamson precisou basicamente reescrever a história, modificando diversos fatos, inclusive a identidade dos assassinos. Confira abaixo como seria Pânico 2 antes do vazamento. Ah sim, o texto abaixo contém inúmeros spoilers da trama, ou seja, continue se você já está cansado de saber tudo. Ou por sua conta e risco.

Os Assassinos Originais

Apenas a Sra. Loomis, vulgo Debbi Salt (Laurie Metcalf) foi mantida como uma das identidades do Ghostface.

Como sabemos, Pânico 2 contém dois Ghostface assim como o original. E suas identidades são: Mickey, o estudante de cinema que está sempre com uma câmera na mão filmando tudo (vivido por Timothy Olyphant) e a jornalista Debbie Salt (Laurie Metcalf) que vive atormentando a outra repórter do filme Gale Weathers (Courteney Cox). Debbie, é claro, revela-se a Sra. Loomis, a mãe de Billy Loomis, o assassino do original, que é citada no primeiro Pânico como tendo abandonado o marido após descobrir uma traição. Pelo visto a família não era muito boa da cabeça, já que a mãe resolveu orquestrar sua própria matança, seguindo os passos do filho. A Sra. Loomis encontra Mickey num site e o contrata para seu plano sanguinolento.

Mas nem sempre foi assim. No primeiro roteiro vazado, Kevin Williamson havia programado os assassinos para serem Derek e Hallie; além da Sra. Loomis, a única mantida do roteiro original. Ou seja, no segundo filme teríamos três Ghostface: duas mulheres e um homem. Embora não saibamos a dinâmica dos três no filme, podemos imaginar que a mãe de Billy estaria no comando novamente, orquestrando os planos e usando os jovens como seus peões na matança. Essa revelação viria como dupla faca nas costas da protagonista Sidney (Neve Campbell). Isso porque Hallie, papel de Elise Neal, é sua melhor amiga no segundo filme. E Derek (Jerry O’Connell), seu novo namorado. Isso explica porque existe numa versão – que fez parte do trailer – Ghostface chama Sidney de “girlfriend” ao telefone. À princípio podemos pensar que está emulando Billy, mas com a conclusão originalmente pensada faz todo sentido. Essa versão foi mudada no filme. Ou seja, Sidney teria novamente um namorado se revelando um psicopata. Isso que é dedo podre.

Dewey, o segurança do campus

O policial “trapalhão” Dewey (David Arquette) deveria ter morrido no desfecho do original. Mas o diretor Wes Craven gostou tanto do desempenho de Arquette no papel, que gravou dois finais, um que ele morria e outro que ficava vivo. No final, terminou optando pelo segundo. Assim, na continuação Dewey dá as caras novamente e aparece no campus da universidade da amiga Sidney quando novos assassinatos começam a ocorrer. Neste segundo filme, Dewey não é mais um policial e tem a marca de seu ferimento, com uma perna manca e um braço quase inutilizado. Mas se pararmos para pensar, o personagem não tem uma profissão e nem muito o que fazer ali, a não ser ficar de olho na colega.

No texto original, Dewey seria um dos seguranças do campus da universidade. O personagem propositalmente iria pedir transferência da polícia de Woodsboro para o campus da faculdade, a fim de ficar perto de Sidney. Esse trabalho faz mais sentido e daria uma função maior ao personagem.

 

Debbie Salt mais agressiva

Laurie Metcalf viveu a psicopata Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt. Vinte anos depois seria indicada ao Oscar por Lady Bird.

A Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt, é uma personagem que aparece pouco no filme, mas suas incisões são certeiras. Seu “disfarce” no filme é o de uma jornalista “abelhuda” que está sempre no lugar certo, na hora certa. É claro, assim estudando bastante não apenas os avanços da polícia em relação às mortes, como também o cenário de sua matança. Existe um meme na internet que diz que se Sidney a visse em algum momento, iria reconhece-la e o filme acabaria bem rápido. É verdade, mas justamente por isso a mulher se certificou de nunca cruzar o caminho com a ex-nora.

Na versão original do roteiro, Debbie Salt era mais agressiva e ácida, dando alfinetadas em suas perguntas jornalísticas. Talvez essa característica tenha sido mudada para que as pessoas não desconfiassem dela como sendo uma das assassinas. Em uma cena do roteiro original, ela perguntaria para Sidney se ela havia “finalmente surtado e se era ela cometendo todos os assassinatos”. No fim da cena, ela seria socada no rosto por Gale, emulando a cena do original em que Sidney soca Gale após a repórter fazer um comentário irônico sobre a acusação da protagonista. Só não sabemos como Sidney não reconheceria a Sra. Loomis. Talvez por isso a cena tenha sido mudada. Ou quem sabe a explicação viria com muitas cirurgias plásticas.

Derek, o documentarista

“Copia, mas faz diferente”. Jerry O’Connell como Derek seria o segundo namorado de Sidney a ser revelado o assassino.

Faz sentido que o assassino do segundo filme agora ande com uma câmera filmando os crimes e suas vítimas. Bem, isso foi antes da época dos Smartphones e das câmeras de celulares, o que facilitaria bem mais a vida do Ghostface. Seja como for, em determinado momento do filme, esse fato entra em jogo quando os protagonistas descobrem estar sendo filmados pelo assassino. E bem, só um personagem anda com uma câmera para cima e para baixo no filme: Mickey. E adivinhe só: ele é o assassino. Porém, na versão original do roteiro, Derek seria o assassino. E não apenas isso, mas também seria ele o estudante de cinema que viveria com uma câmera documentando tudo à sua volta.

Randy, o cameraman

Randy (Jamie Kennedy), o nerd preferido de todos, seria o cameraman de Gale na versão original.

Randy (Jamie Kennedy) foi um dos personagens favoritos dos fãs no primeiro filme. O nerd especialista em filmes de terror infelizmente é morto neste segundo longa, decisão que Wes Craven diz ter tomado para demonstrar que ninguém estava seguro desta vez. O diretor, no entanto, muitos anos depois disse ter se arrependido de matar o querido personagem. Seja como for, Randy é outro estudante de cinema na mesma universidade de Sidney. No roteiro original não seria assim, e Randy seria na verdade o cameraman de Gale Weathers. Essa dinâmica seria muito divertida.

Por outro lado, Joel (Duane Martin), o sujeito que de fato é o cameraman de Gale, e que espertamente “se manda” quando os corpos começam a se empilhar, conseguindo sobreviver no fim das contas, seria um estudante de medicina da mesma universidade. Joel seria um dos melhores amigos de Sidney nesta versão. Resta saber se ele também sobreviveria assim, ou com a mudança de profissão encontraria um destino pior.

Mickey, o cantor

Em seu início de carreira, Timothy Olyphant era sempre o vilão.

Basicamente, teríamos os papeis de Derek e Mickey invertidos. A não ser pelo fato de que Derek ainda seria o namorado de Sidney. Nesta versão original do roteiro também seria adereçado de forma mais efusiva a paixão de Mickey por Hallie, a melhor amiga de Sidney – com os dois talvez engatando em um romance. O fato é levemente pincelado na versão que ganhamos nas telonas. No original, Mickey é quem cantaria no refeitório, assim como Derek fez para Sidney. O rapaz, porém, cantaria para Hallie e a canção também seria outra, ao invés de ‘I Think I Love You’, a escolhida seria ‘I Will Always Love You’, de Whitney Houston.

Porta aberta para o três

Ambos Pânico (1996) e Pânico 2 (1997) terminam de uma forma que não necessariamente pedem continuações. Kevin Williamson disse que pensou na ideia para o dois enquanto ainda escrevia o primeiro. Mesmo assim, nada no desfecho do original indicava que o longa poderia ter uma sequência. Afinal, ele é uma história fechadinha em si. O que empurrou a continuação, podemos pensar que foi unicamente o sucesso e, claro, o dinheiro. O mesmo ocorre com Pânico 2. Mas nem sempre foi assim. No roteiro original de Williamson, o segundo filme terminaria revelando outro Ghostface, que olharia tudo de longe, do alto da torre do sino do campus. Esse final indicaria a existência de um quarto assassino na trama, ou simplesmente um novo psicopata se preparando para entrar em ação no três.

‘Avatar 2’ tem abertura abaixo da expectativa com US$ 400 milhões e público teme fracasso nas bilheterias

Avatar: O Caminho da Água‘ chegou aos cinemas mundiais há apenas quatro dias e já faturou US$ 434,5 milhões.

Apesar de não ter atingido uma abertura de US$ 500 milhões, como estava previsto antes do lançamento, a sequência tem o potencial de se tornar uma das maiores bilheterias do ano.

Para se ter ideia, o valor é mais do que a bilheteria total de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ e ‘Adão Negro‘, que contam com US$ 432,2 milhões e US$ 390 milhões, respectivamente.

Mesmo assim, uma parte do público ainda acha que ‘Avatar 2′ não vai conseguir repetir o sucesso financeiro do título original, que acumulou US$ 2,9 bilhões pelo mundo.

Devido ao orçamento em torno de US$ 400 milhões, parece provável que a Disney considere uma decepção qualquer valor abaixo de US$ 1 bilhão.

Confira as reações do público:

Assista a nossa entrevista e crítica:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Criador de ‘Pânico’ confirma morte de personagem e ACABA com teorias

Os fãs da franquia ‘Pânico‘, mesmo depois de décadas, ainda não superaram a morte do personagem Stu, vivido por Matthew Lillard no clássico filme dirigido por Wes Craven.

E desde o lançamento do longa original, lançado em 1996, surgiram diversas teorias que tentaram redefinir o que teria acontecido com o Stu, ainda que todos já soubessem o seu verdadeiro desfecho.

Kevin Williamson, o roteirista e principal criador da franquia, encerrou de uma vez por todas as teorias, especulações e fanfics sobre Stu em uma entrevista recente ao Collider, dizendo categoricamente que o personagem morreu no filme original da franquia.

“Não, ele está morto. Acho que começou por causa da cena da faculdade, a cena da festa da fraternidade porque ele está em segundo plano. Ele só veio visitar o set naquela noite”, falou Williamson sobre o que seria a possível aparição de Stu em ‘Pânico 2‘ (1997).

Lembrando que Courteney Cox (Gale) é a única atriz do elenco clássico de Pânico que retornará para a nova sequência. O elenco inclui ainda Hayden Panettiere (‘Pânico 4’).

Veja o trailer de ‘Pânico 6‘:

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Homem de Aço 2’ iria introduzir aguardado vilão nas telonas; Saiba quem!

Agora que Henry Cavill está oficialmente aposentado como Superman, os fãs não terão mais a oportunidade de ver uma sequência de ‘O Homem de Aço‘.

Como já foi revelado, James Gunn e Peter Safran, atuais presidente da DC Studios, pretendem cortar qualquer conexão com o Snyderverse e recomeçar as o universo compartilhado da DC do zero.

No entanto, antes da chegada da dupla, parece que já houve negociações sobre o desenvolvimento de ‘O Homem de Aço 2‘.

Uma fonte ligada à Warner Bros Discovery disse ao The Hollywood Reporter que:

“O estúdio tinha seu próprio plano para o filme, já que os co-diretores do selo Warner Bros Films, Michael De Luca e Pam Abdy queriam fazer uma sequência de ‘O Homem de Aço’, escrito por Steven Knight, criador de Peaky Blinders. O personagem clássico Brainiac deveria ter sido o vilão do novo filme.”

Nos quadrinhos, o Brainiac passou por algumas alterações em sua origem e em seus objetivos.

Criado pelo roteirista Otto Binder e pelo ilustrador Al Pastino, o vilão estreou na revista Action Comics #242, em 1958, como um alienígena de pele verde que viaja pela galáxia encolhendo várias civilizações, com a intenção de restaurá-las em outro lugar sob seu próprio governo.

Uma interpretação posterior e mais popular o mostra como um supercomputador kryptoniano parcialmente responsável pela destruição de Krypton, e sua principal programação é derrotar o Superman, já que considera como um ‘vírus’ qualquer forma de vida originária do planeta natal do herói.

O problema é que “a proposta de Knight não emocionou os executivos da Warner, que fizeram diversos ajustes nas propostas apresentadas por ele”.

Com a chegada de Gunn e Safran, o projeto encontrou seu fim definitivamente.

Vale lembrar que Gunn já está escrevendo o roteiro do novo filme do herói, que não vai contar com uma história de origem.

Em vez disso, a trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele.”

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

Pelo visto, o filme deve ser parecido com o que Matt Reeves fez em ‘Batman‘.

E aí, você está esperançoso (a) sobre o futuro do DCU a partir de agora?

‘Avatar: O Caminho da Água’ tem a 7ª MAIOR abertura da história no Brasil; Confira o TOP 11!

Segundo o ComScore Brasil, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ levou quase quase 2 milhões de espectadores aos cinemas nacionais em seu primeiro fim de semana já arrecadou R$ 45,2 milhões nas bilheterias

O filme teve a sétima maior abertura do Brasil em termos de valores, atrás da ‘Capitã Marvel‘ e na frente de ‘Liga da Justiça.

Confira o TOP 11 de maiores aberturas no Brasil:

1Vingadores: Ultimato2019
4
$ 102 335 3365 518 554
2Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa 2021
4
$ 88 890 0004 420 000
3O Rei Leão2019
4
$ 68 659 6743 749 556
4Vingadores: Guerra Infinita2018
4
$ 65 520 3963 710 070
5Doutor Estranho no Multiverso da Loucura2022
4
$ 62 672 0002 880 000
6Capitã Marvel2019
4
$ 51 500 0002 900 000
7Avatar2017
5
$ 45 200 0001 950 00
8Liga da Justiça 2017
5
$ 46 673 0792 685 487
9Batman 2022
6
$ 45 050 0002 180 000
10Capitão América: Guerra Civil2016
4
$ 43 775 5642 653 770
11Batman vs Superman: A Origem da Justiça2016
4
$ 40 592 1922 482 678


Segundo o Exhibitor Relations Co., 57% da arrecadação dos US$ 134 milhões feito por ‘Avatar: O Caminho da Água‘ nos Estados Unidos no fim de semana de estreia veio de salas de cinema em 3D.

A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ registrou US$ 434.5 milhões mundialmente em seu primeiro final semana, tornando-se a segunda maior estreia global do ano.

Mundialmente, o longa de James Cameron fica atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 442M). Além disso, ‘Avatar 2‘ também representa a terceira maior estreia mundial desde o início da pandemia. ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ segue como a maior estreia pós-pandemia, com arrecadação de US$ 587 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 134 milhões em seu primeiro final de semana – resultado abaixo das projeções, que indicavam uma estreia em torno de US$ 150-175 milhões. Internacionalmente, a produção soma US$ 300.5 milhões.

De acordo com o Deadline, o filme apresentou uma enorme demanda em salas 3D e IMAX, que são formatos limitados. O site afirma que os espectadores estão buscando as melhores formas de assistirem a produção, o que deve garantir uma ótima estabilidade nas próximas semanas – especialmente por causa da falta de competição e do movimentado período de final do ano nos cinemas.

“Nós tivemos uma grande recepção, temos um ótimo filme e teremos uma passagem incrível pelos cinemas no decorrer das últimas semanas do ano,” declarou Tony Chambers, vice-presidente de distribuição da Disney.

De fato, o público parece ter adorado o filme, dando-lhe uma nota A através do CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Avatar 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.