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‘Loki’: Atriz de ‘Game of Thrones’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, a atriz Kate Dickie foi adicionada ao elenco da 2ª temporada de ‘Loki‘.

Conhecida por seus trabalhos em ‘Game of Thrones’, ‘A BruxaeA Lenda do Cavaleiro Verde‘, a estrela dará vida a uma vilã.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a personagem, que deve aparecer em pelo menos quatro episódios.

Recentemente, imagens dos bastidores revelaram o novo visual de Sylvie (Sophia Di Martino), a variante feminina do Loki.

Outras imagens destacam Hiddleston junto a Owen Wilson, intérprete de Mobius, o ex-funcionário da Agência de Variância Temporal.

Na temporada de estreia, Mobius é quem explica a Loki todo o funcionamento da agência de acordo com os padrões da Linha do Tempo Sagrada. É ele quem também ajuda o Deus da Trapaça a entender a razão pela qual foi preso.

Confira as imagens:

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

Lembrando que Loki foi a única série do MCU a ser renovada para a 2ª temporada.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘Star Wars: The Acolyte’: Atriz de ‘Revenge’ entra para o elenco da série

De acordo com o Deadline, a atriz Margarita Levieva (‘Revenge’) foi adicionada ao elenco de ‘Star Wars: The Acolyte‘, vindoura série de TV da Disney+.

Infelizmente, não há detalhes sobre seu papel, então não se sabe se ela estará no time dos heróis ou vilões.

Lembrando que ela se junta a Carrie-Anne Moss, Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie Barnett e Dean-Charles Chapman.

Ainda sem previsão de estreia, a sinopse oficial da série diz que:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

Os 22 Melhores Álbuns de 2022

2022 está chegando ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, já começamos a divulgar algumas listas com as melhores produções cinematográficas, televisivas e musicais do ano que passou.

Para tanto, elencamos os 22 melhores álbuns de 2022 – e garantimos que, assim como o cinema e a televisão, o cenário fonográfico também nos presenteou com algumas pérolas que merecem ser ouvidas pelos amantes da música.

Desde a magnum opus de ROSALÍA, que ascendeu a um dos melhores discos do século assim que lançado nas plataformas de streaming, até o aguardado retorno de nomes como Kendrick LamarBeyoncéFlorence + the Machine, montar a lista abaixo foi um trabalho complicado, mas tentamos fazer o nosso melhor.

Veja as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito e quem ficou de fora:

22. SOFIA CARSON, Sofia Carson

“Em momento algum o álbum tem o desejo de revolucionar o mercado fonográfico ou ousar para além do que consegue – mas não se enganem: o disco sequer chega perto de ser simplista; pelo contrário, a ousadia em questão dá as caras no momento em que Carson percebe que não precisa se desvencilhar das fórmulas, e sim utilizá-las a seu favor. A ideia aqui é buscar originalidade no convencionalismo, através de mensagens que conversam com sua própria identidade e que contem uma história, sendo com músicas dançantes ou com melodias sensoriais que nos fazem apertar o botão de repeat de novo, e de novo, e de novo. E seu senso estético é provado por “a+b” quando chegamos ao fim da produção com o envolvente nu-disco de “Two Tears in a Bucket”” – Thiago Nolla

21. QVVJFA?, Baco Exu do Blues

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

20. HOLY FVCK, Demi Lovato

“Enquanto “Skin of My Teeth”, lançado como lead single, preparava os ouvintes para esse novo capítulo da carreira de Demi, é a faixa de abertura, “Freak”, performada ao lado de YUNGBLUD, que dita o tom da obra. Movida pelo hard rock conhecido e pincelado nas investidas iniciais da cantora, é notável como Lovato se desvencilha das restrições que carregava alguns anos atrás e aposta em narrativas pessoais e que demonstram sua raiva contra a execrável normatividade e o modo como deve se portar dentro de uma sociedade bem tradicionalista. É costumeiro que enxerguemos essa atitude da artista como enraivecida, mas, na verdade, ela só está colocando para fora o que sempre quis dizer (“eu sou o que sou, e o que sou é um pedaço de carne”)” – T.N.

19. ANAÏS MITCHELL, Anaïs Mitchell

“Desde o singelo e atmosférico início de “Brooklyn Bridge” à nostálgica trama que protagoniza “Now You Know”, Mitchell se reafirma como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos (ora, podemos até ver a essência da cantora em ‘Folklore’, que abandonou o costumeiro pop de Taylor Swift para uma criação mais reservada). A faixa inicial nos arremessa de volta para um cândido passado, uma “carta de amor” à cidade de Nova York, como ela bem descreveu em entrevista; a progressão oscila entre a balada e o anthem, nunca deixando que os instrumentos falem mais alto que uma belíssima rendição (“sobre a ponte do Brooklyn, eu e você no banco de trás” pode esbarrar no mero romance, mas prova ser uma fascinante epopeia epistolar)” – T.N.

18. COOL IT DOWN, Yeah Yeah Yeahs

A banda Yeah Yeah Yeahs é conhecida principalmente pela clássica canção “Heads Will Roll”, que se tornou um dos emblemas do Dia das Bruxas. Qual foi nossa surpresa quando, quase uma década mais tarde, o grupo fez um grandioso retorno com o álbum ‘Cool It Down’ – trazendo todos os elementos que imortalizaram sua imagem, incluindo os aspectos mais gritantes do rock alternativo. Conquistando uma indicação ao Grammy 2023 (e tendo chances consideráveis de ganhar), o compilado também nos presenteia com uma colaboração de Perfume Genius e merece lugar na nossa lista.

17. EMAILS I CAN’T SEND, Sabrina Carpenter

“Talvez o aspecto mais divertido e interessante do disco seja a forma como a artista realmente deixa se levar por eventos íntimos – durante uma entrevista à Teen Vogue, inclusive, ela disse que compôs as canções a partir de e-mails que mandava para si mesma e que, definitivamente, não poderia enviar para quem queria. Mostrá-los ao mundo é um testamento de que não se arrepende do que escreveu, e sim de que forma seus pensamentos antigos dialogam com quem é na atualidade. É nesse prospecto que surge a ótima “Vicious”, uma track em mid-tempo que flerta com o pop-rock e o pop alternativo explorado por Selena Gomez em “Bad Liar” e até mesmo com as tendências de distorção promovidas por Billie Eilish e Olivia Rodrigo nos últimos anos: “eu te amei, mas queria não ter te amado” é, de fato, um verso com o qual boa parte dos ouvintes pode se relacionar – e que resume bem o que ela quer nos passar” – T.N.

16. CHLOË AND THE NEXT 20TH CENTURY, Father John Misty

O quinto álbum de estúdio de Father John Misty, nome artístico de Josh Tillman, configura-se como seu primeiro lançamento de originais desde 2018. ‘Chloë and the Next 20th Century’ foi recebido com aclamação imediata por parte dos críticos e do público, em virtude de versos eximiamente bem escritos e a promoção de um retorno ao passado, em composições que misturam jazzfolkswing. Mais do que isso, Tillman constrói um cânone à sua própria arte, talhando uma história de intimidade invejável que se relaciona em diversos níveis com quem ouse ouvir um dos melhores discos de sua carreira.

15. POMPEII, Cate Le Bon

Cate Le Bon é provavelmente um nome que você não conhece – e confesso que, até seu mais recente compilado de originais aparecer nas dicas do Spotify, também nunca tinha ouvido sequer uma música dela. A cantora e produtora escocesa lançou seu sexto álbum de estúdio em fevereiro de 2022 e gerou uma vertiginosa aventura pelo art pop, revelando suas predileções pelo city pop japonês e incrementando cada composição com um pungente synth-pop. Com apenas nove faixas e menos de 45 minutos, Le Bon surpreendeu a todos com um produto absolutamente fantástico e que merece ser apreciado em sua completude.

14. CAPRISONGS, FKA Twigs

“Não é apenas o conceitualismo que fala mais alto nesta obra – pelo contrário, os movimentos realizados por FKA Twigs e por uma gama gigantesca de produtores e compositores criam picos e vales de significações múltiplas, que variam desde audaciosas progressões até reflexões mercadológicas. Dessa maneira, “honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa” – T.N.

13. SPECIAL, Lizzo

“O disco, composto por doze faixas originais na versão padrão, serve como um testemunho da própria Lizzo ao que ela já havia entregado nos anos anteriores. Se ‘Cuz I Love You’ havia apostado em uma construção mais cinemática e dançante, tais aspectos seriam trazidos para o novo universo que arquitetara em Special. Entretanto, é sempre necessário perceber como a discografia da performer é marcada por reinvenções que reiteram sua sagacidade em construir uma narrativa crescente, que oscila das incursões mercadológicas a um amadurecimento estético de tirar o fôlego. E, levando isso em consideração, o elemento inesperado vem com sua regressão a um passado não muito distante, em que nomes como Diana RossPrince e Janet Jackson dominavam as paradas e utilizavam a fusão de múltiplos estilos para se eternizarem no cenário fonográfico” – T.N.

12. HOLD THE GIRL, Rina Sawayama

“Há algo de mágico que permeia cada uma das músicas assinada pela artista, que parece nos impedir de encontrar qualquer defeito; eles existem, é claro, mas soam como tendo um propósito, uma camada a mais de rebeldia que auxilia na construção das várias camadas. “Phantom”, por exemplo, dá às caras em um longevo enredo que, apesar das repetições, cria um cosmos tão receptivo que é impossível escapar dele – reverenciando o fabulesco estilo de Taylor Swift e Carrie Underwood no começo de suas respectivas carreiras; “Forgiveness”, por sua vez, ascende como uma peça retirada das trilhas de Theodore Shapiro, não em um mero espectro emprestado, mas sim remodelado com a beleza sutil do soft-rock e do ritmo cintilante dos baixos” – T.N.

11. DAWN FM, The Weeknd

“O ápice de criação vem pelo mote do qual o álbum se vale – afinal, o título em si já é uma brincadeira metalinguística com as estações de rádio e com a popularização desse recurso nas décadas anteriores. Para unir essas peças, temos a ilustre presença de Jim Carrey como o narrador e o apresentador do “programa”, transformando o lúdico jogo em um etéreo conto que convida os ouvintes para uma mística jornada pelo anoitecer e pelo amanhecer. A consciente estrutura da obra, dessa maneira, reafirma que Dawn FM não é apenas uma produção fonográfica, mas uma experiência multimídia que arranca músicas irretocáveis de um dos maiores nomes da música atual” – T.N.

10. CRASH, Charli XCX

“A obra é uma enorme mixórdia de diversos estilos que, fundidos com um objetivo específico, irrompem em resultados mágicos que só alguém com o nível criativo de Charli e de seus inúmeros colaboradores poderia criar – e devo dizer que, pelo fato de assinar todas as tracks, a cantora tem controle completo do que quer fazer. No geral, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”“. – T.N.

9. THE GODS WE CAN TOUCH, AURORA

“O álbum não é uma mera declaração artística, mas uma epopeia bíblica que perpassa pela história da humanidade sem se deixar levar pelas fórmulas a que estamos acostumados. É nesse âmbito que “Heathens”, cujo título já demonstra uma promissora narrativa, funciona como uma crítica transparente e coesa ao fato de que, segundo as entidades onipotentes que nos criaram, somos todos pecadores e “vivemos como pagãos”, repetindo o verso inúmeras vezes como parte de uma jornada à compreensão e à lucidez. Algo parecido ocorre na sensualidade agourenta de “Artemis”, que se mostra comedida e esconde seus verdadeiros significados pela suavidade de uma performance familiar e magnético. Em “Everything Matters”, a colaboração entre AURORA e a cantora francesa Pomme é uma verborrágica constatação ethereal-trap de que o que fazemos importa – nem que seja para nós próprios” – T.N.

8. MULTITUDE, Stromae

Como já mencionado, 2022 se tornou um ano de retornos aplaudíveis ao cenário fonográfico – e diversos artistas da década passada aproveitaram o crescente “retorno à normalidade” para fazerem o que fazem de melhor. Este foi o caso de Stromae, musicista belga cujo último álbum havia sido em 2013. Felizmente, o performer voltou com tudo este ano com o impecável Multitude, uma explosão eletrônica de faixas ácidas e pungentes que arrebatou qualquer um que o tenha escolhido para colocar nas playlists.

7. FOSSORA, Björk

“A artista escolheu “Atopos” como a faixa de abertura dessa inesperada jornada e como lead single – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade. É a partir daí (e resgatando o conceito de atopia e da efemeridade das sensações de Roland Barthes) que a primeira track insurge, como um arauto do nada e do não-lugar: “estas não são apenas desculpas para se conectar?”, ela pergunta a um interlocutor invisível, destacando a fugacidade de um relacionamento cujos problemas não importam” – T.N.

6. DANCE FEVER, Florence + The Machine

“Analisar um álbum de Florence, ou, como conhecemos seu ato musical ao lado de Isabella SummersFlorence + the Machine, nunca é um trabalho fácil, pelo fato das músicas não se encaixarem essencialmente em um gênero bem demarcado. Sua última incursão, High as Hope, fincou os pés em um coming-of-age sinestésico pincelado por diversos estilos sonoros – e, agora, atingindo uma maturidade surpreendente, retornamos com uma agressiva e aplaudível mixórdia estilística que já se inicia com a potente “King”, um dos singles oficiais do álbum. Enquanto a pessoalidade inalienável das produções anteriores abria espaço para reflexões íntimas e individuais, a canção em questão ergue-se em um empoderamento antêmico e discorre, ao longo de quase cinco minutos, sobre um dos principais que as mulheres continuam enfrentando: o sacrifício de sonhos em prol do forçoso papel lhes dado desde o nascimento” – T.N.

5. SUPERNOVA, Nova Twins

Dois anos depois de terem feito sua estreia oficial no mundo da música, Amy LoveGeorgia South, também conhecido como Nova Twins, retornaram com o aclamadíssimo Supernova – facilmente uma das maiores surpresas de 2022. No compilado de onze faixas, o duo mistura rock alternativo, punk rockrap rock em uma profusão exemplar de faixar que falam sobre a experiência que ambas tiveram durante a pandemia de COVID-19 e os protestos contra o preconceito racial que se tornaram emblema crítico nesses últimos anos – funcionando como um processo de cura para si próprias.

4. MR. MORALE & THE BIG STEPPERS, Kendrick Lamar

Qualquer lançamento de Kendrick Lamar já é o suficiente para nos fazer parar com tudo o que estamos fazendo e conferir o que esse ícone da música contemporânea tem para nos entregar. Afinal, Lamar é responsável por alguns dos melhores álbuns de todos os tempos, como o memorável ‘To Pimp a Butterfly’; agora, em 2022, ele retorna com mais um projeto espetacular, intitulado Mr. Morale & the Big Steppers, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzbluesrap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

3. AND IN THE DARKNESS, HEARTS AGLOW, Weyes Blood

“A estrutura do disco parece não seguir parâmetros a que estamos acostumados: o fraseamento de Mering divide os versos como bem deseja, picotando as sílabas poéticas para fornecer mais ritmo às canções, por exemplo. Mas a coesão existe, como um fio invisível que une as faixas em um reverberante chamber-rock e folk-rock: tais estilos aparecem com mais detalhamento em “Hearts Aglow”, uma iteração de quase seis minutos que fala sobre o medo de se apaixonar e de enfrentar o desconhecido; já em “The Worst Is Done”, temos homenagens a Joni Mitchell e Blondie em uma investida mais animada e ritmada que entra em conflito com a pungente narrativa (“eles dizem que o pior passou, mas acho que apenas começou”); “Twin Flame”, contrariando as orientações aos subgêneros do rock, traz aspectos do new age, principalmente pela proeminência de seu caráter mais subjetivo e regido por uma bateria suave e acolhedora” – T.N.

2. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que ‘MOTOMAMI’ não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

1. RENAISSANCE, Beyoncé

“Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego” – T.N.

‘Heartstopper’: Terminam as gravações da 2ª temporada!

A Netflix anunciou que as gravações da 2ª temporada de Heartstopper finalmente terminaram.

O próximo ciclo terá quatro novos personagens: David Nelson (Jack Barton), irmão mais velho do Nick (Kit Connor); Sahar Zahid (Leila Khan), uma estudante da Escola Higgs; James McEwan (Bradley Riches), um estudante da Escola Truham; e Mr. Farouk (Nima Taleghani), um professor da Truham.

Os novos episódios ainda não têm previsão de lançamento.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Joe LockeConnor, William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

Britney Spears – 41 Anos | As 10 Melhores Músicas da Princesa do Pop

It’s Britney, bitch!

A eterna princesa do pop completa 41 anos no dia de hoje, 02 de dezembro – e nada mais justo que celebrar sua carreira repleta de sucessos e de músicas que marcaram época.

Escolher as canções mais marcantes de sua discografia não é uma tarefa nem um pouco fácil e, por essa razão, resolvemos mudar um pouco as coisas. Para comemorar seu aniversário, montamos uma breve lista com as dez melhores músicas de um dos nomes mais importantes do cenário mainstream.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. “EVERYTIME”

Álbum: In the Zone

“Everytime” não é apenas uma das melhores músicas de Britney, mas uma das baladas mais pungentes e profundas do século – motivo pelo qual apareceu na nossa lista em décimo lugar. A belíssimas construção foi assinada pela própria artista, refletindo seu caráter extremamente pessoal, e recebeu aclame por parte dos especialistas (incluindo este que vos escreve), tornando-a marca registrada de um dos nomes mais importantes do escopo fonográfico.

9. “HOLD IT AGAINST ME”

lead single de Femme Fataleganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.

8. “OVERPROTECTED”

Álbum: Britney (2001)

O subestimado Britney felizmente vem sido encarado com outros olhos vinte anos após seu lançamento, marcando a transição da performer do teen-pop ao pop adulto. Aqui, temos a densa exuberância de “Overprotected”, escrita e produzida por Max Martin e Rami, em que ela volta a endereçar a problemática da fama e como ela conseguiu se livrar das amarras restritivas daqueles à sua volta, declarando que “preciso de tempo, amor e diversão… Preciso de mim”.

7. “STRONGER”

Álbum: Oops!… I Did It Again (2000)

Um ano depois de ter feito sua estreia no cenário fonográfico, Britney Spears estava pronta para dominar o mundo – e continuou trilhando um caminho de extremo sucesso com a sequência ‘Oops!… I Did It Again’. Dentro do incrível álbum, são várias as iterações que nos chamam a atenção, incluindo “Stronger”, uma das assinaturas de sua carreira. A canção é infundida em distorções envolventes e sedutoras que amalgama o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras.

6. “SWIMMING IN THE STARS”

Álbum: Glory (2016, original; 2020, deluxe)

Quatro anos mais tarde, Glory pareceu renascer com o lançamento da versão deluxe, que continha oito novas faixas (algumas delas fazendo jus ao que Britney trouxe de novo à cultura pop). “Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos da artista em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

5. “PIECE OF ME”

Álbum: Blackout (2007)

“Piece of Me”, segundo single de ‘Blackout’, é a definição perfeita do que o título da obra significa: buscando colocar a vida de volta nos trilhos, Britney percebe que um dos principais motivos de ter cedido a uma insanidade aterrorizante foi a pressão exercida por uma imprensa manipuladora e sensacionalista. E que melhor forma de responder a esses ataques com um afronte bem claro? A faixa, uma ironia nem um pouco sutil que serve de resposta àqueles que tentaram diminui-la, e não só tem uma letra deliciosamente perversa, como também traz elementos do dubstep e das distorções acústicas que a transformam em uma obra-prima.

3. “TOXIC”

Álbum: In the Zone

‘In the Zone’ é apontado por muitos fãs como a magnum opus de Spears – o que não é nenhuma surpresa, considerando o coeso corpo de músicas que entregou no ápice de sua carreira. Dentre as várias e incríveis canções, temos “Toxic”, o segundo single promocional e uma das músicas mais memoráveis da história da música. A faixa mistura perfeitamente dance-poptechno-popbreakbeat em uma jornada sensual e que permanece viva na memória de qualquer um que tenha bom gosto.

3. “OOPS!… I DID IT AGAIN”

Álbum: Oops!… I Did It Again

Com ‘Oops!… I Did It Again’, inúmeros produtores uniram forças para dar vida à obra e, enquanto alguns poderiam esperar uma miscelânea profusa e problemática, o resultado beira a perfeição sonora e até mesmo ousada, que se ramifica para progressões e escolhas artísticas não muito comuns à época. Talvez a faixa que mais represente esse vanguardismo recém-nascido é a que empresta o nome ao título – uma amálgama alicerçada em pesados sintetizadores e no pináculo do dance-pop, cujos familiares temas ganham uma dimensão mais épica e memorável.

2. “…BABY ONE MORE TIME”

Álbum: …Baby One More Time (1999)

A faixa homônima de seu álbum de estreia emergiu como o lead single e como a primeira música da carreira de Spears, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-popdancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

1. “BREATHE ON ME”

Álbum: In The Zone (2003)

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não tem medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

BÔNUS: “CIRCUS

Álbum: Circus (2009)

Dois anos depois do período mais obscuro de sua vida – em que era constantemente bombardeada pela presença invasiva dos paparazzi, Britney estava pronta para se voltar ao pop chiclete que a colocou no centro dos holofotes. Com Circus, faixa titular de seu sexto álbum homônimo, ela cumpre o que promete da melhor maneira possível: consagrando-se como a faixa mais bem trabalhada do disco, Spears navega em uma aglutinação de versos que até hoje são relembrados por qualquer um que já tenha se interessado por sua discografia.

‘As Marvels’: Arte inédita destaca os novos trajes de Carol Danvers e Kamala Khan; Confira!

Uma página do Twitter dedicada a novidades sobre a carreira de Brie Larson divulgou imagens que revelam os novos uniformes de Carol Danvers (Larson) e Kamala Khan (Iman Vellani) em ‘As Marvels‘, sequência deCapitã Marvel’.

As embalagens pertencem a colecionáveis de carrinhos Hot Wheels inspirados no filme.

Confira:

Lembrando que a sequência de ‘Capitã Marvel‘ será lançada nos cinemas nacionais dia 27 de Julho de 2023.

O editor-chefe Renato Marafon assistiu ao primeiro trailer na D23 Expo e traz a descrição para você:

No material em questão, Carol, Kamala e Monica são vistas trocando de lugar de forma repentina e misteriosa, lembrando bastante a cena pós-créditos da série da ‘Ms. Marvel.

Logo depois, as três se rúmen na casa da família de Kamala, onde tentam entender o motivo delas ficarem mudando de lugar. A prévia conta ainda com uma pequena participação de Nick Fury, personagem de Samuel L. Jackson que retorna.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’), com Brie Larson no papel principal, conforme destacou o teaser do evento.

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

Zoe Saldaña revela o segredo para o sucesso em sua carreira

No início de sua carreira, Zoe Saldaña teve vários papéis coadjuvantes mas ganhou bastante destaque na indústria cinematográfica após ‘Star Trek‘.

Lançado em 2009, o longa trouxe a estrela como intérprete da tenente Nyota Uhura. No mesmo ano, ela deu vida à Neytiri em ‘Avatar‘.

Nos anos seguintes, ela estrelou ‘Colombiana‘ e entrou para o MCU como Gamora nos filmes dos ‘Guardiões da Galáxia‘.

E algo em comum entre estes títulos é que todos têm um pouco de ação.

Enquanto promovia ‘Avatar: O Caminho da Água, Saldaña foi questionada pelo First We Feast sobre qual era o segredo do sucesso para fazer esses filmes.

Em resposta, ela creditou suas aulas de balé.

“O balé é o primeiro elemento que vem à mente quando penso sobre minhas conquistas de carreira no gênero de ação. Se eu não tivesse uma formação atlética por conta do balé, não acho que teria me dado bem em filmes de ação.”

E aí, qual das personagens dela é a sua preferida?

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Recentemente, projeções indicaram que o longa de James Cameron deve arrecadar em torno de US$ 150-175 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA. Há analistas que até preveem uma estreia superar a US$ 200 milhões no país.

Para termos de comparação, uma estreia de US$ 150 milhões estaria 95% acima do lançamento do filme original, que estreou com US$ 77 milhões nos EUA, em 2009.

O site Deadline afirma que ‘Avatar 2‘ deve se beneficiar da falta de concorrência – após a Warner Bros. ter adiado ‘Shazam 2‘ para evitar bater de frente com os Na’vi – e do movimentado período de final do ano – sempre muito rentável para a indústria cinematográfica.

Além disso, a produção garantiu uma estreia simultânea na China, onde o primeiro filme arrecadou impressionantes US$ 260 milhões (impulsionado pelo 3D e IMAX).

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Homem-Formiga’ estará mais maduro no próximo filme, diz Paul Rudd

Alter-ego do Homem-Formiga, Scott Lang (Paul Rudd) sempre foi retratado no MCU como um personagem descontraído, infantil e até mesmo tapado, o que faz dele um dos heróis mais carismáticos da Marvel.

No entanto, parece que ele estará mais maduro durante seu encontro com o vilão Kang, o Conquistador (Jonathan Majors) em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.

Durante sua passagem pela CCXP, Rudd disse ao Comic Book que Lang estará profundamente transformado quando o público vê-lo de novo.

“Muita coisa mudou desde o último filme, com certeza. Scott está mais maduro e responsável. Por um lado, salvamos o universo. Isso ainda não havia acontecido na vida dele. Acho que Scott está tentando descobrir: ‘Para onde vamos? O que a vida tem preparado para nós agora?’ Ele ainda é muito próximo de sua filha e está ansioso pelo próximo capítulo e, assim como na vida real, os capítulos não são como você espera que sejam. E então, muito rapidamente, uma cadeia de eventos acontece e nós somos empurrados para uma grande história.”

E aí, você acha que toda essa seriedade é um indício de que o personagem pode morrer no encerramento da trilogia?

Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ estreia em 17 de fevereiro de 2023 e teve um novo trailer exibido na CCXP.

Assista:

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul RuddEvangeline LillyJonathan MajorsMichelle PfeifferMichael DouglasKathryn Newton estrelam.

‘The Flash’: Última temporada ganha data de estreia

A CW finalmente anunciou quando a 9ª (e última) temporada de ‘The Flash‘ será lançada.

O ciclo final, que contará com apenas 13 episódios, estreará oficialmente no dia 8 de fevereiro.

Vale lembrar que a atriz Javicia Leslie, conhecida por seu papel na série ‘Batwoman‘, foi escalada para a última temporada. As informações indicam que Leslie foi contratada para um papel misterioso, sem muitos detalhes revelados. Também não se sabe em quantos episódios a atriz irá aparecer.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Surface’: Série de suspense com Gugu Mbatha-Raw é RENOVADA para a 2ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente ‘Surface‘, série de suspense psicológico estrelada pela Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’), para a 2ª temporada.

Em comunicado oficial, a criadora Veronica West declarou: “Mal posso esperar para que os espectadores vejam como a série irá evoluir enquanto exploramos a história da Sophie na segunda temporada. Tem sido um enorme prazer trabalhar com a Gugu, Apple e toda a equipe da Hello Sunshine. É um grande privilégio ter a chance de continuar essa jornada.”

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear em 2023.

A trama gira em torno da jornada de recuperação de uma mulher após sua tentativa de suicídio e a luta para se lembrar – e entender – tudo o que levou ao momento em que ela pulou.

Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill’) viverá James, marido da protagonista Sophie (Mbatha-Raw) e um sócio com boas conexões em uma empresa de capital de risco.

O elenco ainda contará com Stephan James, Ari Graynor, François Arnaud, Marianne Jean Baptiste e Millie Brady.

Criada por Veronica West (‘Alta Fidelidade’), a série contará com a direção de Sam Miller (‘I May Destroy You’).

‘Feras da Dança’: Confira o trailer da nova competição de dança da Netflix!

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Feras da Dança‘ (Dance Monsters), seu novo reality de competição de dança.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 16 de dezembro.

Nesta competição alto-astral, dançarinos amadores disfarçados de monstros digitais mostram seus melhores passos em busca do prêmio de 250 mil dólares.

Ne-Yo, Lele Pons e Ashley Banjo são os jurados.

‘Trem-Bala’: Filme de Ação com Brad Pitt já está disponível na HBO Max

A comédia de ação ‘Trem-Bala‘, estrelada por Brad PittSandra Bullock, já está disponível no catálogo brasileiro da HBO Max.

Na trama, cinco assassinos de aluguel descobrem que estão atrás do mesmo objetivo em um trem de alta velocidade que liga Tóquio a Morioka.

Confira o trailer legendado:

Baseada no livro Maria Beetle’ de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

O elenco também conta com Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-JohnsonHiroyuki SanadaBad Bunny.

James Cameron discorda que ‘Avatar’ não causou grande impacto na cultura pop: “É um argumento irrelevante”

James Cameron, diretor de ‘Avatar‘ (2009), filme que possui a maior bilheteria da história do cinema, discorda de algumas pessoas que dizem que o filme não teve grande impacto na cultura pop. O cineasta veio a público defender a sua franquia, reafirmando a importância da franquia para indústria do cinema.

Cameron, em entrevista ao The Hollywood Reporter, insistiu como a influência do épico de ficção científica e aventura continuará a crescer com os lançamentos das sequências, planejadas até o sexto capítulo.

“Há ceticismo no mercado sobre: ​​’Oh, isso já teve algum impacto cultural real?’ Alguém consegue lembrar os nomes dos personagens?'”, disse o diretor.

“Quando você tem um sucesso extraordinário, volta nos próximos três anos. É assim que a indústria funciona. Você volta ao poço e constrói esse impacto cultural ao longo do tempo. Marvel tinha talvez 26 filmes para construir um universo, com a polinização cruzada dos personagens. Portanto, é um argumento irrelevante. Veremos o que acontece depois deste filme”, declarou James Cameron.

Lembrando que O Caminho da Água‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Jornadas Pokémon’: Episódio final da série tem sinopse divulga oficialmente

A Pokémon Comopany divulgou a sinopse oficial do Episódio Final de ‘Jornadas Pokémon‘, intituladoPokémon! Eu estou feliz por ter conhecido você’.

“Ash e Goh se reúnem no Parque Sakurai após completarem seus respectivos desafios. Eles decidem acampar com Koharu. Cercados pela natureza repleta de Pokémon, os três relembram memórias de infância, no entanto… Há algo que Goh não está preparado para contar a Ash…”, diz a descrição.

Lembrando que o episódio final de ‘Jornadas Pokémon‘ irá ao ar na TV japonesa na próxima sexta-feira (9).

Vale destacar que, na última Direct, o chefe do departamento de anime da TV Tokyo, Hiraoka Risuke, confirmou que Ash Ketchum continuará como protagonista no anime da 9ª geração, mesmo após ter se tornado campeão mundial.

É possível então supor diversos caminhos para Ash na trama, trazendo até um novo protagonista. Pouco provável, mas a imaginação dos fãs em final de arco de Pokémon podem ir a qualquer lugar. Vamos aguardar!

Lembrando que o anime de ‘Pokémon‘ mudou bastante, onde Ash não fica fixo em uma região como aconteceu antes, ao invés disso, ele passa a viajar por todas as regiões que já conheceu durante todos esses anos – ainda que nunca tenha crescido.

Diretor quer retorno de Will Smith em continuação de ‘Aladdin’: “Nunca conheci um homem mais adorável”

O cineasta Guy Ritchie, que dirigiu o live-action de ‘Aladdin’ (2019), em entrevista recente ao The Hollywood Repoter, disse que Will Smith está mais que convidado para retornar à sequência do título, que a Disney já confirmou.

“Nunca conheci um homem mais adorável, e trabalhar com ele foi uma das experiências mais maravilhosas e incríveis que já tive. Eu nunca vi nada além de um cavalheiro generoso e consumado. Eu não teria nenhum problema em escalar Will Smith para qualquer coisa, porque, como eu disse, ele era simplesmente o perfeito cavalheiro”, falou Ritchie.

Vale lembrar que a carreira de Smith sofreu uma pequena queda desde o escândalo envolvendo o astro e o comediante Chris Rock na cerimônia do Oscar deste ano.

E você, concorda com a volta do Will? Acha que ele já deveria ter sido perdoado após o ocorrido no Oscar?

Os roteiristas John Gatins (‘O Voo’) e Andrea Berloff (‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.’) foram escolhidos para trabalharem no roteiro da sequência. Guy Ritchie retorna para a direção, ao que tudo indica.

O estúdio também trará de volta o elenco principal, formado por Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (Jafar).

Assista nossa crítica de ‘Aladdin‘:

Filme live-action da ‘Turma da Mônica Jovem’ é oficialmente anunciado na CCXP

A Maurício de Sousa Produções, através de um painel na CCXP 2022, anunciou que está desenvolvendo um filme live-action da ‘Turma da Mônica Jovem‘.

Inclusive, foi apresentado um pequeno teaser com Monica no banheiro da escola. Porém, não apresentou quem estarão no elenco. A previsão de lançamento do filme é para 2024.

Lembrando que a nova saga da franquia de Maurício de Sousa chegará aos cinemas após o lançamentos de dois filmes e a série de televisão. Giula Benite (Mônica), Kevin Vecchiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão) estrelaram as produções.

Vamos aguardar e ver se irão usar o mesmo elenco da série original.

Turma da Mônica – A Série‘ já está disponível no Globoplay.

Tudo começa em ‘Turma da Mônica – A Série‘ com a chegada da Madame Frufru e da filha dela, Carminha, à rua do Limoeiro. A turminha se torna os principais suspeita de sabotar a festa da garotinha recém-chegada, com direito a investigação conduzida por Denise, a maior fofoqueira do bairro.

Turma da Mônica – A Série‘ tem Giulia Benite, Kevin Vecchiato, Laura Rauseo e Gabriel Moreira de volta como Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. Outros personagens do universo de Mauricio de Sousa, como Titi, Marina e Franjinha também aparecem.

Stephen Lang fala como o Coronel Quartich retorna como Na’vi em ‘Avatar: O Caminho da Água’

O ator Stephen Lang comentou a respeito do retorno do vilão Quartich como Na’vi em ‘Avatar: O Caminho da Água‘, onde muitos fãs se perguntaram como isso era possível, já que o personagem, em tese, havia morrido no primeiro filme.

Lang, em entrevista à Empire, disse que o personagem que ele vai interpretar no novo filme não é exatamente o Quartich, mas um Na’vi com suas memórias, emoções e até um pouco de sua alma.

“Ele é um avatar autônomo geneticamente modificado. Ele foi baixado com a mente, as emoções e, ainda mais interessante, possivelmente o espírito de Quaritch. Agora, isso é tudo muito esotérico. Ele vem com um banco de memória completo até o momento em que realmente passa pela transferência de DNA. Então, há certas coisas das quais ele não tem nenhuma memória. Ele não lembra de sua morte”, comentou o intérprete do vilão do filme original.

Para sabermos mais a respeito, precisamos nos inteirar mais assistindo ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que tem estreia prevista para o dia 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Fãs estão ADORANDO o visual de Will Poulter como Adam Warlock; Confira as reações!

A Marvel Studios divulgou ontem o primeiro trailer de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, revelando o visual de Will Poulter (‘Midsommar’) como Adam Warlock.

Nos quadrinhos, Warlock foi criado por cientistas para ser o ser humano perfeito, a partir de um projeto da organização ‘Enclave’.

No entanto, após o Quarteto Fantástico investigar as instalações da organização, Adam acabou sendo despertado e foi direto para o espaço, adquirindo todo o conhecimento que poderia obter, tornando-se um herói ligado ao cosmos.

Criado numa parceria de Starlin com Stan Lee e Jack Kirby, ele foi introduzido em ‘Fantastic Four’ #66, quadrinho publicado em 1967.

Por enquanto, ainda não se sabe como ele será adaptado na sequência, que permanece rodeada de mistério.

Nas redes sociais, os fãs ficaram extremamente empolgados com a aparição do herói intergaláctico e já estão nutrindo expectativas pela sua estreia no MCU.

Confira as reações:

O novo filme dos mercenários espaciais no Universo Cinematográfico Marvel estreia nos cinemas no dia 05 de maio de 2023, e dará sequência a alguns arcos narrativos que já foram apresentados em ‘Guardiões da Galáxia: Especial de Festas‘.

Assista:

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos

‘X-Men’ na Marvel? Kevin Feige indica que teremos mais mutantes na Fase 5 do MCU

Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, durante o painel da Disney na CCXP indicou que teremos a presença de mais mutantes na Fase 5 do MCU.

Quando perguntado sobre quando os X-Men serão introduzidos no MCU, Feige se esquivou da pergunta, mas deixou claro que, além de Kamala Khan e Namor, novos mutantes vem por aí, ou seja, seria os Filhos do Átomo.

“Já conhecemos alguns, há um chamado Namor que você pode ter conhecido recentemente. Então, há mais por vir, sim!”, falou Feige.

Lembrando que o último filme dos mutantes foi ‘X-Men: Fênix Negra‘, lançado em 2019, que acabou sendo considerado um dos piores da série e enterro a franquia na Fox. Vamos aguardar mais novidades sobre o caso!

Em 2019, Feige anunciou que o reboot dos ‘X-Men‘ para o MCU já estava em desenvolvimento, mesmo ano em que a Disney comprou a 20th Century Fox.

Por enquanto, temos que nos contentar com o quinto filme dos ‘Vingadores‘, que estreia em 2025, e irá adaptar o arco dos quadrinhos ‘A Dinastia Kang‘ e terá Jeff Loveness como roteirista.

Loveness se junta a Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), que fica responsável pela direção. A contração de Loveness faz todo sentido, pois Kang será um dos vilões do terceiro capítulo da franquia ‘Homem-Formiga‘.

Os nomes do elenco do novo ‘Vingadores‘ ainda não foram divulgados, assim como a nova formação.

Vingadores: A Dinastia Kang‘ está marcado para 01 de maio de 2025. O filme será seguido por ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, que estreia em novembro do mesmo ano.

Michael Gandolfini se junta ao elenco de ‘Demolidor: Renascido’ da Marvel

Segundo o Deadline, o jovem ator Michael Gandolfini foi confirmado no elenco da nova série do Demolidor, ‘Daredevil: Born Again‘, pela Marvel.

De acordo com a publicação, Gandolfini vai ter um papel muito importante na série, ainda não revelado. Porém, ao que se sabe, o personagem de Gandolfini é descrito como um cara ambicioso de Staten Island, que é conhecido como Liam.

Vale lembrar que Michael Gandolfini é filho do falecido ator James Gandolfini, mais conhecido por seu papel em ‘Família Soprano‘.

O ator chegou a interpretar uma versão mais jovem do personagem do pai, Tony Soprano, no filme prequel ‘The Many Saints of Newark‘.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.