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Entrevista Exclusiva | O Brutalista: “O filme não funcionaria sem Adrien Brody”, afirma Brady Corbet [Oscar 2025]

Aos 36 anos, o ex-ator e diretor Brady Corbet vive auge da sua carreira. Após conquistar o Leão de Prata de Melhor Direção, no Festival de Veneza, e o Globo de Ouro em janeiro deste ano, ele agora está entre os favoritos ao Oscar, que acontece no dia 2 de março. Seu filme O Brutalista está indicado a impressionantes dez prêmios da Academia e estreou nos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro, trazendo consigo um enredo impactante e a polêmica em torno do tempo de duração — três horas e 34 minutos. 

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Corbet revelou detalhes sobre a concepção do longa e a trajetória até sua conclusão. “Adrien e eu nos conhecemos em 2019. E, naquela época, alguém já tinha sido escalado para o papel. […] Quando o papel finalmente ficou disponível, entrei em contato com ele, torcendo para que dissesse sim. Eu realmente comecei a sentir que o filme não funcionaria com mais ninguém”, declarou o diretor. 

Alessandro Nivola e Adrien Brody em O Brutalista (Foto: reprodução)
Alessandro Nivola e Adrien Brody em O Brutalista (Foto: reprodução)

Indicado ao Oscar de Melhor Ator, Brody entrega uma das performances mais impactantes de sua carreira ao interpretar László Tóth, um arquiteto húngaro e sobrevivente do Holocausto que encontra no sonho americano uma jornada repleta de esperanças e contradições. “Adrien e eu conversamos longamente sobre sua mãe, Sylvia Plachy, que é uma fotógrafa extraordinária. Falamos sobre a fuga dela da Hungria em 1956, durante a revolução. Realmente nos conectamos. Fiquei pensando nele por um bom tempo“, completa Corbet sobre o protagonista.

Um retrato do pós-guerra e da imigração

O Brutalista é um retrato imersivo do pós-guerra e dos pilares sobre os quais os Estados Unidos foram erguidos. O filme nos faz refletir se o brutalismo do título se aplica a algo além da arquitetura. O longa, portanto, mergulha em temas como antissemitismo, imigração, capitalismo e o embate entre a optimismo americano e a profundidade cultural europeia.

Coroteirista Mona Fastvold, Brady Corbet e a filha do casal no Globo de Ouro 2025. (Foto: Divulgação/Golden Globes)
Coroteirista Mona Fastvold, Brady Corbet e a filha do casal no Globo de Ouro 2025. (Foto: Divulgação/Golden Globes)

A direção de Corbet confere uma força narrativa ao filme, que preenche suas três horas e trinta e quatro minutos de duração com imponência visual e dramaticidade crescente com auxílio da trilha sonora de Daniel Blumberg. O diretor, que escreveu o roteiro ao lado de sua parceira Mona Fastvold, explicou que o processo criativo aconteceu de forma intensa e rápida. “O roteiro foi escrito em seis ou sete semanas, mas falamos sobre ele por muito tempo antes de colocá-lo no papel”, contou Corbet.

O Intervalo de O Brutalista

Um dos aspectos que chamam atenção em O Brutalista é a duração e a presença de uma intermissão — um intervalo de 15 minutos —, elemento raro no cinema contemporâneo. Segundo Corbet, essa pausa já estava planejada desde o início: “A intermissão sempre esteve no roteiro. Havia uma fotografia no meio do script, uma imagem que recriamos no filme”. A decisão de incluir esse intervalo permite que o público absorva a densidade emocional da primeira parte da narrativa.

Fotografia do Intervalo de O Brutalista (Foto: reprodução)

O tempo de duração também foi cuidadosamente trabalhado na edição. “O corte original era apenas oito minutos mais longo que a versão final, e a maior parte das alterações foram ajustes sutis no ritmo. Houve apenas algumas sequências que reeditamos várias vezes, como o monólogo de Guy [Pearce] na festa de Natal.”, explicou Corbet. Dessa forma, a essência da história permaneceu fiel ao roteiro, mantendo a força e o impacto planejados desde sua concepção.

Relação entre Tóth e Van Buren

O enredo se estrutura ao redor da relação entre Tóth e seu enigmático patrono, Harrison Lee Van Buren (Guy Pearce), um magnata excêntrico que o convida para construir um grandioso centro comunitário. Com uma atuação hipnotizante, Pearce transita entre a benevolência e um lado obscuro, repleto de preconceitos e ambição desmedida. 

Adrien Brody e Guy Pearce em O Brutalista.

A presença de Guy Pearce carrega essa ambiguidade, evocando uma sensação de desconforto, tão crucial para o clima de incerteza do filme. Ao criar o personagem de Van Buren, Corbet não se inspirou em figuras como os magnatas de filmes clássicos, como Cidadão Kane (1941) e Sangue Negro (2008), por exemplo, mas em pessoas com quem trabalhou na vida real. 

Já trabalhei com muitas pessoas como ele [o personagem Van Buren]. Ele não é exatamente um personagem fictício”, confessou Corbet e completou: “Eu queria que ele tivesse a presença de James Mason (1909-1984) [Intriga Internacional] e Joseph Cotton (1905-1994) [A Sombra de Uma Dúvida]. Queria que sua maneira de falar refletisse o dialeto e o ritmo da fala dos anos 1950.” 

Uma Obra Visualmente Imponente

Visualmente, O Brutalista é uma experiência monumental. A cinematografia de Lol Crawley e o design de produção de Judy Becker constroem um universo onde a arquitetura se torna um personagem por si só. As sombras e contrastes refletem o distanciamento emocional dos personagens. O minimalismo da arquitetura brutalista não serve apenas como pano de fundo, mas como um reflexo das escolhas existenciais de Tóth, cuja vida se vê, muitas vezes, limitada por muros invisíveis – tanto físicos quanto emocionais. 

Brady Corbet em entrevista com Letícia Alassë para o CinePOP (Foto: Reprodução/YouTube)
Brady Corbet em entrevista com Letícia Alassë para o CinePOP (Foto: Reprodução/YouTube)

Embora pareça uma trama baseada em fatos reais, a história é 100% “inspiração histórica e emoções pessoais, de acordo com o cineasta. Ao explorar temas universais como identidade, pós-guerra e os custos humanos do capitalismo, Brady Corbet consegue se reinventar após o tropeço de Vox Lux: O Preço da Fama (2018), com apenas 62% de aprovação no Rotten Tomatoes. Na disputa pelo Oscar 2025, a obra enfrenta a concorrência de Conclave e Anora, mas se destaca por sua grandiosidade visual e narrativa.

O Brutalista não é apenas um filme sobre um período histórico ou um movimento arquitetônico. É uma meditação visual e emocional sobre as complexas forças que moldam nossas identidades e escolhas. Independentemente do resultado no Oscar, já se consolidou como uma obra que obrigará o público a refletir por muito tempo sobre o que é, de fato, o “brutalismo” — na arquitetura, na vida e na história.

Veja entrevista completa no YouTube: 

‘Jovens Titãs em Ação’: Nicolas Cage será o Superman na animação

A aguardada animação Jovens Titãs em Ação ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.

O ator Nicolas Cage será o dublador do Superman, lembrando que ele quase viveu o herói em um filme cancelado do diretor Tim Burton, chamado Superman Lives.

Já a Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty. Confira a imagem:

Enquanto isso, a Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação Jovens Titãs em Ação, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.

“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.

Confira, com o trailer:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘A Era do Gelo’ ganhará uma série de TV com a parceria entre Fox e Disney

De acordo com um novo relatório do Wall Street Journal, a franquia A Era do Gelo ganhará uma série de TV pela Fox.

A animação teve ao longo dos anos 5 títulos lançados no cinema, todos produzidos pela Blue Sky Studios, sendo que os três primeiros foram comandados pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha.

Ainda não há mais informações sobre o projeto.

A série é mais uma aposta da fusão da Fox com a Disney, que também está desenvolvendo seriados das franquias Uma Noite no Museu e Diário de Um Banana.

 

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quinto episódio aborda o trauma do ‘Dia-G’

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o quinto episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Divulgação/ AppleTV+

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quarto episódio mistura ficção com aventura perfeitamente

Inicialmente, o episódio parece querer se construir sobre a palavra “mistério”. Afinal, Lee (Kurt Russell) e May (Kiersey Clemons) têm seus passados abordados diretamente, principalmente o Lee. O fato dele ser um idoso fisicamente ativo, mesmo que as datas de seu envolvimento com o surgimento da Monarch indiquem que ele deveria ter mais de 90 anos. Esse questionamento já foi feito antes na série, mas o primeiro indício do que pode ter acontecido com ele veio somente neste quinto episódio, quando um dos agentes que o mantém sob cárcere comenta brevemente que ele se envolveu em uma missão secreta no passado que não deu certo. É um excelente indício de que sua história será contada em breve. E até lá teremos que nos aguentar de curiosidade. O mesmo acontece com May, que é confrontada pela agente da Monarch como alguém que “sabe apagar pistas” e que tem duas identidades em seus passaportes. Para alguém que vinha se mostrando uma mera coadjuvante, ela ganhou um destaque considerável nesse episódio. Ainda mais agora que ela provavelmente traíra seus amigos.

Mas essa parte do mistério acaba dando espaço a outra palavra que define perfeitamente o que foi esse episódio: trauma.

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Com foco total no trio jovem de 2015, o episódio explora os traumas de Cate (Anna Sawai) e recria seus momentos anteriores ao ataque do Godzilla a São Francisco, em 2014, o “Dia G”. É curioso descobrir o passado da personagem enquanto ela embarca numa jornada de vida ou morte para descobrir o passado do pai. Isso, inclusive, é mostrado num paralelo que o subconsciente dela faz em relação ao pai e ao irmão, Kentaro (Ren Watabe).

Mas o trauma também se manifesta na mãe de Cate, Caroline (Tamlyn Tomita), que foi a grande motivadora da viagem da filha à Tóquio. Aqui, de forma nada sutil, elas debatem tudo isso e como a insegurança dela em relação ao marido refletiu numa infância problemática para a filha.

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E outro grande mérito da série, que é o que mais tem me encantado nesse universo trazido para a TV, é como ele mostra o reflexo do filme de 2014 nesse mundo. Novamente vemos os aeroportos do mundo trazendo orientações de segurança para caso o Godzilla apareça novamente. Há comerciais de TV vendendo bunkers para pessoas muito ricas que queiram se proteger. E nesse episódio, em especial, sabemos o que aconteceu com a parte pulverizada de São Francisco. Os sobreviventes foram realocados para moradias provisórias, que eventualmente viraram casas fixas nos subúrbios, quase como projetos de comunidades, enquanto a parte mais afetada da cidade foi isolada pelo governo e agora é explorada ilegalmente por guias de turismo que querem lucrar com a tragédia. Ao mesmo tempo, militares corruptos aceitam propina para permitir a entrada, sem sequer conseguir garantir a saída dessa gente, já que a ordem é para executar qualquer um que seja encontrado no interior.

Também é fantástico ver o impacto psicológico desse trauma, não só na Cate, mas nos sobreviventes em si. Há um diálogo em que Carol diz que os sobreviventes não querem dinheiro ou objetos caros, mas fazem de tudo para recuperarem coisas que remontem a suas memórias, como álbuns de fotografia e objetos pessoais de entes queridos. Em meio a lutas de monstros gigantes, há muita gente sofrendo e tendo suas memórias e vidas saqueadas pelo desrespeito humano à natureza, que é o grande causador da vinda desses monstros.

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Esse quinto episódio é incrível e ajuda a consolidar a série como uma das melhores ficções científicas do ano até aqui. Vale destacar também uma cena fantástica da direção em que eles sobrepõe uma imagem do Lee de Wyatt Russell sobre o corpo do Lee de Kurt Russell. Visualmente falando, ela é sensacional e faz valer todo o esforço para contar com a semelhança de pai e filho na vida real para interpretar um mesmo personagem em diferentes épocas.

Divulgação/ AppleTV+

Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Depp vs Heard – TENDENCIOSA, Docussérie da Netflix Surfa na Internet Para dar seu Veredito

Hollywood é um universo particular. A maioria das pessoas que trabalha com cinema sonha em trabalhar lá. Glamour, fama, celebridades, cachês milionários: Hollywood é uma promessa tentadora, mas que também traz seu lado sombrio, especialmente quando as coisas começam a dar errado. Então, o conto de fadas vira um pesadelo. Às vezes, até mesmo esse pesadelo ganha os tabloides e a atenção da mídia. Foi o que aconteceu com o casamento dos atores Johnny Depp e Amber Heard, cujo fim catastrófico extrapolou o ambiente doméstico e foi parar nos tribunais. Surfando neste episódio que não parece esgotar nunca o interesse público, a Netflix acaba de lançar a minissérieDepp v. Heard’.

Tudo começou quando os dois se apaixonaram perdidamente no set do filme ‘Diário de um Jornalista Bêbado’. De lá pra cá, Depp, que tinha quase o dobro da idade de Amber, começou a aparecer publicamente com a sua noiva, com quem se casaria anos mais tarde. Mas parece que o casamento foi o início do fim, pois uma série de episódios violentos começou a ser frequente na vida do casal. Decididos a dar um fim ao relacionamento, os dois optam por se divorciar. A história poderia ter parado por aí, não fosse o fato de Amber ter feito uma declaração pública no jornal The Washington Post, alegando ser vítima de violência doméstica – que seria o rosto do movimento #MeToo, que ganhava força na época. Por conta disso Depp decidiu processar as ex-mulher, alegando que ela o estava caluniando publicamente, e assim começou um dos processos judiciais mais midiáticos de todos os tempos.

Ao contrário do que poderia se esperar a docussérieDepp v. Heard’ não é imparcial; na verdade a diretora Emma Cooper deixa bem evidente o quanto a coisa toda foi elaborada e consequentemente favorável a Johnny Depp. Para tal, a edição dos depoimentos (que foram transmitidos em tempo real, em 2022, quanto muita gente ainda estava em reclusão social por conta da pandemia, e, consequentemente, tinha disponibilidade para assistir o ao vivo) costura uma narrativa que demonstra o interesse do ator em processar publicamente a ex-esposa numa tentativa de limpar o próprio nome publicamente, independentemente da veracidade das alegações. Ou seja, se por um lado Amber alega ter sofrido violência física e psicológica, o julgamento não é nem sobre disputa de bens nem sobre a possível violência ocorrida: o foco é desmentir a ex-esposa publicamente, tirando a credibilidade de suas alegações, mostrando o quanto ela manipulou provas e mentiu sobre fatos. Ao fazer com que o processo fosse sobre calúnia, a equipe de advogados de Depp (encabeçada pela excelente Camille Vasquez) consegue invalidar de vez toda e qualquer acusação que Amber queira fazer, deixando em segundo plano as violências cometidas e sofridas por ambos.

O mais problemático da série não é que ela toma partido, mas sim a edição e a pesquisa realizadas na sua montagem. Emma Cooper traz como comentaristas do assunto youtubers e pessoas da internet que especularam sobre o assunto de maneira irresponsável e intensa, especialmente no TikTok, plataforma que cresceu durante a pandemia e que construiu um verdadeiro tribunal paralelo sobre o assunto. Com a desculpa de mostrar o quanto as redes sociais foram decisivas para o veredito do caso, o roteiro faz uso dessa mesma especulação irresponsável para edificar os três episódios de cinquenta minutos que tentam resumidamente contar o julgamento. A escolha desses supostos especialistas é de gosto duvidoso, uma vez que boa parte deles são apresentadores de internet que abertamente lucraram comentando o assunto, muitas das vezes escondendo a própria identidade e com aquele jeitinho irritante de gritar e exagerar nos comentários.

Especulativo, parcial é irresponsável, a minissérieDepp v. Heard’ tem como objetivos lucrar em cima do drama alheio e impedir com que o assunto morra. Mas como todo mundo adora uma fofoca dos famosos, a estreia da série logo no top 10 da Netflix é totalmente compreensível.

‘Capitã Marvel’: Brie Larson quer Ms. Marvel para a sequência

Projeções antecipadas para Capitã Marvel declaram que o filme pode abrir com 100 milhões de dólares na bilheteria e, caso isso realmente aconteça, a sequência já estará em vias de ser confirmada.

E caso a continuação ganhe vida, Brie Larson deixou claro que tem uma pessoa em mente para acompanhá-la nas próximas aventuras da super-heroína: Ms. Marvel. A atriz fez a declaração durante uma conferência de imprensa para o longa-metragem e foi questionada com qual herói gostaria de trabalhar.


Recentemente, a Marvel revelou o tempo de duração de ‘Capitã Marvel‘: o filme terá 124 minutos (2h04).

Para comparação, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ atingiu a marca de 2h40 de duração – sendo a produção mais longa da Marvel, o filme solo de ‘Pantera Negra‘ teve 2h15 de tempo de tela.

O último filme lançado foi ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, com 1h59 de duração.

A classificação indicativa é PG-13, para maiores de 13 anos.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Inspetor Bugiganga’: Disney está desenvolvendo filme em live-action da clássica série animada

E a onda de remakes em live-action dos estúdios Walt Disney ainda está longe de acabar.

Segundo o Collider, a companhia está desenvolvendo um filme em live-action da clássica série animada ‘Inspetor Bugiganga’, com Dan LinJonathan Eirich responsáveis pela produção. A dupla é conhecida por seu trabalho no remake Aladdin.

Mikey DayStreeter Seidell, de Saturday Night Live, assinam o roteiro. Eles também estão a encargo da releitura de Esqueceram de Mim para o Disney+.

A história gira em torno de um policial desastrado cujo corpo tem braços e pernas robóticas, bem como outros apetrechos eletrônicos. Sua sobrinha Penny e seu cachorro Cérebro o ajudam a resolver crimes e a encontrar seu arqui-inimigo, Dr. Claw.

Matthew BroderickRupert Everett estrelaram a primeira adaptação da série em 1999, que arrecadou 134 milhões de dólares mundialmente.

Não se sabe quando as filmagens irão começar.

Personagens de ‘O Rei Leão’ ganham versões humanizadas em INCRÍVEIS desenhos; Confira!

É um fato dizer que O Rei Leão é um dos filmes mais adorados de todos os tempos e, ganhando sua versão em live-action no ano passado, reacendeu a chama que fez com que nos apaixonássemos pela jornada de Simba através da savana africana.

E, para eternizar ainda mais os icônicos personagens do longa, o ilustrador freelancer Marco Bernard, que atualmente vive em Los Angeles, Estados Unidos, deu aos animais uma versão mais modernizada e humanizada, transformando-os em criaturas no auge fashion do Brooklyn e do Harlem.

Confira o resultado final abaixo:

Enquanto isso, você pode conferir o remake de O Rei Leão na Amazon Prime Video. A animação, por sua vez, está disponível no Google Play e no Telecine.

 

‘Pódio para Todos’: Documentário sobre as Paraolimpíadas ganha cartazes oficiais; Confira!

Netflix divulgou os cartazes oficiais de Pódio para Todos, novo documentário que explora a importância dos Jogos Paralímpicos.

Confira, junto ao trailer:

Ian BonhôtePeter Ettedgui comandam a produção.

Pódio para Todos conta a história extraordinária dos Jogos Paralímpicos. Dos escombros da Segunda Guerra a terceiro maior evento esportivo do planeta, as Paralimpíadas deram início a um movimento global que continua mudando a perspectiva da sociedade sobre deficiência, diversidade e potencial humano. 

O filme estreia no dia 26 de agosto.

‘Nancy Drew’: Todos são suspeitos no pôster oficial da 2ª temporada; Confira!

A ET Online divulgou com exclusividade o pôster oficial da 2ª temporada de ‘Nancy Drew‘.

Confira, junto ao teaser:

O próximo ciclo irá estrear no dia 20 de janeiro.

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

‘The English’: Emily Blunt será uma mãe em busca de vingança no novo western da Amazon e da BBC

Segundo o The Wrap, a aclamada atriz Emily Blunt (‘O Retorno de Mary Poppins’, ‘Um Lugar Silencioso’) vai estrelar a nova série western intitulada ‘The English’, que será realizada entre a Amazon e a BBC.

Descrita como um épico faroeste de alta-voltagem, a obra é escrita e dirigida por Hugo Blick e terá seis episódios de uma hora cada.

Ambientado no mítico cenário do Meio-Oeste estadunidense em 1980, ‘The English’ gira em torno de Cornelia Locke, uma mulher britânica que chega a um novo país em busca de vingança contra o homem que julga responsável pela morte do filho. Cornelia, então, cruza caminho com Eli Whipp (Chaske Spencer), um ex-soldado e membro de sangue da Nação Pawnee, e ambos se unem e descobrem uma história compartilhada que deve ser derrubada a qualquer custo – se um deles pretende sobreviver.

O restante do elenco conta com Rafe SpallTom HughesStephen ReaValerie PachnerToby JonesCiaran HindsMalcolm StorryNichola McAuliffeSteve WallSule RimiCristian Solimeno.

Greg Brenman entra como produtor ao lado de Blick e Blunt.

As gravações já estão ocorrendo na Espanha. ‘The English’ ainda não tem data de estreia confirmada.

‘WandaVision’: Monica Rambeau também ganhará série derivada solo, apontam rumores

Segundo informações reveladas pelo insider Daniel Richtman, a Marvel Studios e o Disney+ estão desenvolvendo uma nova série focada em Monica Rambeau.

Interpretada por Teyonah Parris, a personagem foi um dos destaques da aclamada produção ‘WandaVision’. Na narrativa, ela recebeu vários dos poderes de Wanda Maximoff/Feiticeria Escarlate depois de atravessar o escudo que criara e irá aparecer também na aguardada sequência ‘As Marvels’, contracenando ao lado de Brie Larson.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Lembrando que uma outra série derivada já está em desenvolvimento, focada na bruxa Agatha Harkness, com Kathryn Hahn reprisando o papel da vilã;

O show será uma comédia de humor ácido e terá o retorno de Jac Schaeffer como roteirista e produtora-executiva.

Em entrevista ao Gold Derby, Hahn já havia falado sobre seu possível retorno.

“Eu acredito que há muitos aspectos da minha personagem que são fascinantes. Ela participa de muitas narrativas nos quadrinhos, sabe? Ela é uma bruxa que está viva há séculos e já viu muito nesse mundo. Há muitas pessoas e criaturas diferentes que cruzaram seu caminho no decorrer dos anos, então será interessante poder explorar isso.”

‘The Baby’: Minissérie da HBO sobre bebê assassino ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

HBO e a HBO Max divulgaram recentemente o teaser oficial de The Baby, minissérie que gira em torno de um bebê assassino.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia agendada para o dia 24 de abril na plataforma de streaming e na emissora.

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A série foi criada por Lucy GaymerSian Robins-Grace e conta com oito episódios.

Quando Natasha, de 38 anos, inesperadamente se vê tomando conta de um bebê, sua vida de fazer o que bem entender implode. Controlado, manipulativo e dotado de poderes violentos, o bebê transforma a vida de Natasha em um show de horrores. De onde ele veio? O que ele quer? E a que ponto Natasha deverá ir para voltar à normalidade? Ela não quer um bebê. O bebê a quer.

Michelle de Swarte estrela a produção. Amira GhazallaAmber GrappyBertie George VennGenesis LyneaTanya ReynoldsIsy Suttie e outros completam o elenco.

Reboot de ‘Uma Equipe Muito Especial’ ganha mais imagens OFICIAIS; Confira!

Amazon Studios divulgou novas imagens de A League of Their Own, série reboot do clássico Uma Equipe Muito Especial.

Confira:

O elenco é formado por Abbi Jacobson, Chanté AdamsRoberta ColindrezGbemisola IkumeloKelly McCormackPriscilla DelgadoNick OffermanD’Arcy Carden, Dale Dickey, Alex Désert, Kendall Johnson, Aaron Jennings, Nat FaxonKevin Dunn, Don Fanelli, Nancy Lenehan, Marquise Vilsón e Marina Anderson.

Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.

Em entrevista ao Collider, Carden revelou que a produção será como uma reimaginação do filme original de 1992.

“Acredito realmente que ‘reimaginação’ seja um bom jeito de explicar [a série]. Não estão refazendo-a. Não são os mesmos personagens, mas é o mesmo mundo. São mulheres jogando beisebol nos anos 1940, enquanto os homens estão na guerra… Estamos mergulhando um pouco mais fundo nas narrativas e expandindo-as. Estou amando”, ela disse.

A série é baseada no longa-metragem dos anos 1990 que trouxe em seu elenco Geena DavisLori PettyRosie O’DonnellMadonnaTom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.

O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.

A League of Their Own tem estreia agendada para o dia 12 de agosto no Prime Video.

‘Os Fabelmans’: Cinebiografia de Steven Spielberg ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, ganhou um novo cartaz incrível e nacional.

Confira:

O longa fez um grande sucesso depois de estrear no Festival de Toronto e conquistou nada menos que cinco indicações ao Globo de Ouro 2023.

A produção disputa nas categorias de Melhor Filme – DramaMelhor RoteiroMelhor Direção para SpielbergMelhor Atriz para Michelle WilliamsMelhor Trilha Sonora para John Williams.

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro.

O filme, por sua vez, chega aos cinemas nacionais no dia 12 de janeiro de 2023.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Paul Dano, que interpreta o pai de SpielbergSam Rechner, que dá vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que vive uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que encarna uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

Jeannie BerlinHadassah FabelmanRobin BartlettKeeley Karsten e outros completa o elenco.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’ ‘Harry Potter’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

‘A Pequena Sereia’: Jodi Benson, a Ariel ORIGINAL, rasga elogios para as “importantes mudanças” do live-action

remake em live-action de A Pequena Sereia finalmente estreou nos cinemas de todo o mundo – e trouxe uma versão atualizada e remodelada do clássico conto de fadas da Walt Disney Studios.

Agora, em entrevista à People, a atriz Jodi Benson, que dublou Ariel na animação original, rasgou elogios para a adaptação e aplaudiu as mudanças “muito importantes” feitas pela equipe criativa.

“Quando você olha para nosso filme, nós começamos no estúdio em 1986 e fomos lançados em 1989. Os tempos mudam, as pessoas mudam, as culturas mudam”, ela disse. “O que importa e o que é importante muda. E, como um estúdio, precisamos fazer esses ajustes e precisamos levar em consideração o que acontece ao nosso redor. Precisamos estar atentos”.

Benson continua: “sinto que todas as nuances e as pequenas mudanças aqui e ali são muito importantes. É muito importante falar sobre o que acontece agora no mundo e fazer com que isso seja efetivo no nosso tempo, onde estamos nessa geração”.

De acordo com o Deadline, o remake deve arrecadar cerca de US$ 180 milhões em seu primeiro final de semana em cartaz.

O filme pode chegar a US$ 200 milhões se superar as expectativas. Desse valor, cerca de US$ 120 milhões devem vir dos Estados Unidos, o que o coloca entre as oito maiores aberturas do feriado Memorial Day.

Vale lembrar que a maior abertura de um filme da Disney lançado no feriado foi com ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘, que arrecadou US$ 153 milhões em seu primeiro final de semana em 2007.

No ano passado, ‘Top Gun: Maverick‘ estreou no mesmo final de semana do feriado Memorial Day, e arrecadou US$ 160,5 milhões em sua abertura.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘Rick e Morty’: Divulgado o teaser do 5º episódio da 7ª temporada; Assista!

A 7ª temporada da série animada ‘Rick e Morty‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, foi divulgado um novo teaser para promover o 5º episódio da aclamada atração.

Intitulado “Unmortricken”, o episódio vai ao ar em 12 de novembro.

Confira:

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Mufasa’, pré-sequência de ‘O Rei Leão’, ganha imagem INÉDITA; Trailer será lançado AMANHÃ!

Walt Disney Studios divulgou uma imagem inédita de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de O Rei Leão.

A foto dá destaque a uma versão mais jovem do personagem titular. Além disso, foi revelado que o trailer oficial da atração será divulgado amanhã, 29 de abril, durante o programa Good Morning America.

Confira:

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

Durante a CinemaCon 2024, foram divulgadas cenas inéditas da pré-sequência.

Confira a descrição:

No material inédito, somos levados a uma montanha nevada, onde é-nos mostrado um bando de leões deitados. O sábio Rafiki aparece como o narrador da história e descreve o enredo como centrado em um leão que “irá mudar a vida de todos”. Diversos novos ambientes são mostrados, incluindo os pântanos da Áfricas, mais montes nevados e rios profundos. Um jovem Mufasa aparece imponente no deserto rochoso, sendo descrito pelo próprio Rafiki como um leão nascido “sem qualquer nobreza” – e que irá embarcar em uma jornada que o transformará no líder como o conhecemos.

Confira a reação do Renato Marafon e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

Crítica | 7º episódio da 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é um ÉPICO irretocável do começo ao fim

Depois de seis episódios de pura antecipação narrativa, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder finalmente nos apresentou à tão aguardada batalha que, de forma indubitável, recairia sobre Eregion. E, após inúmeros capítulos apostando nas incursões dramáticas de cada um dos protagonistas e coadjuvantes, é certo dizer que a série se voltou com glória considerável para um capítulo recheado de ação e que, inclusive, presta homenagem à trilogia original comandada por Peter Jackson – seja nas tramas que prenuncia, seja na condução dos arcos principais. Apesar de alguns deslizes rítmicos aqui e ali, é certo dizer que “Doomed to Die”, como ficou intitulada essa mais nova iteração, é a melhor entrada da série até agora.

É certo dizer que os episódios anteriores apresentaram uma quantidade considerável de enredos a serem acompanhados, mas, como analisado nas outras críticas, sem mergulhar de cabeça em um exagero criativo e apressado. Agora, chegou a hora das tramas convergirem para um mesmo ponto – e, guiadas pelas habilidosas mãos de Charlotte Brändström na direção e do trio formado por J.D. Payne, Patrick McKay e Justin Doble no roteiro, percebemos que a série atinge seu ápice após enfrentar uma represália inexplicável por parte dos fãs mais inveterados das histórias de J.R.R. Tolkien. Como a cereja do bolo, temos o trabalho esplendoroso de um elenco estelar que se entrega ainda mais de corpo e alma aos personagens que interpreta.

Nos últimos minutos do sexto capítulo, Adar (Sam Hazeldine) e seu exército de Orcs marchava rumo a Eregion, prestes a destruir a cidade para, assim colocar um fim ao reinado de Sauron (Charlie Vickers) – não importando quem estivesse em seu caminho. Sem quaisquer avisos, os Elfos se preparam com rapidez para enfrentar, da maneira que conseguirem, o poderoso exército inimigo (que inclusive drenou o rio cercando o reino para facilitar o combate e terem maior vantagem). Porém, Sauron não está preocupado em enfrentar Adar, voltando sua atenção para o que sempre desejou: a forja dos Anéis. Aproveitando a fraca mentalidade de Celebrimbor (Charles Edwards), ele o tormenta em terminar o que começou, criando ilusões sobre Eregion que o impeçam de ver a verdade – até que o ferreiro perceba na armadilha que caiu.

Conforme as forças de Adar crescem em número e em força para atacar a fortaleza do reino, Elrond (Robert Aramayo) aparece no campo de batalha com os Elfos de Lindon para ajudar seus companheiros, crente de que Durin (Owain Arthur) aparecerá com os Anões para, enfim, terem uma chance de vencer. O que ele não esperava era que, em Khazad-dûm, as coisas estivessem prestes a ruir de uma vez por todas: o rei, embebedado pelo poder de um dos Anéis que lhe foi dado, tornou-se oblívio a qualquer tipo de ajuda a outros além dele próprio, atacando seus súditos, incluindo os mineradores, para coletar mais poder – colocando em risco a integridade dos habitantes por estar prestes a acordar uma maléfica e mortal criatura que poderia varrê-los da face da Terra-média em um piscar de olhos.

Em contraposição, Galadriel (Morfydd Clark) escapa de sua prisão sob Adar, utilizando um túnel secreto para adentrar Eregion e ajudar um alienado Celebrimbor a recuperar a confiança dos guerreiros locais – e tendo a missão de fugir com os nove Anéis forjados para os homens enquanto o ferreiro, mundo de uma vendeta pessoal contra Sauron, resolve enfrentá-lo em uma tentativa final de impedir que ele alcance seus objetivos. E, à medida que Galadriel foge de Eregion, Elrond percebe que as forças de Durin não aparecerão para ajudá-los a ganhar a batalha – rendendo-se, inconscientemente, ao levante agourento das forças das Trevas.

Ainda que a trama envolvendo o Estranho (Daniel Weyman), Nori (Markella Kavenagh) e Poppy (Megan Richards) tenha sido deixada em segundo plano, assim como o enredo sobre Númenor, o público percebe que a escolha foi certeira para dar tempo de sobra para explorar a guerra de Eregion. Brändström singra com meticuloso cuidado por cada uma das sequências arquitetadas, aproveitando a impecável fotografia e o clímax narrativo para nos envolver do começo ao fim em um dos episódios mais épicos do ano. Ela, inclusive, permite que Arondir (Ismael Cruz Córdova) e Gil-galad (Ben Walker) tenham seu momento de glória, lutando lado a lado para um bem comum e dando-lhes o protagonismo que merecem para uma conclusão quase perfeita.

Contando com efeitos especiais de ponta e com homenagens a diversas produções de fantasia que se tornaram ícones da sétima arte e até mesmo da televisão, o penúltimo episódio da 2ª temporada de Os Anéis de Poder é um deleite para os olhos e desvia de potenciais problemas de forma aplaudível – nos preparando para um grand finale digno de um sólido ciclo.

Dia Internacional das Mulheres | 11 hinos feministas para ouvir no HOJE, 08 de março

Hoje, 08 de março, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres.

A data foi firmada como uma das mais importantes do ano para relembrar a constante luta feminina em conquistar seu espaço na sociedade e direitos iguais aos homens – tendo sido instituído nos Estados Unidos em 1909, pelo Partido Socialista da América, e sagrando-se em 1917 na extinta Rússia Imperial após protestos comandados por mulheres contra a carestia, o desemprego e as condições de vida a que eram submetidas no país.

Com comemorações que se estendem em mais de cem países, a celebração também é refletido em inúmeras esferas artísticas, principalmente a musical, onde artistas femininas lutaram e continuam lutando para serem respeitadas pela arte que criam. Ora, é só nos lembrarmos de Aretha Franklin construindo um dos maiores hinos de empoderamento da história com “Respect”, bem como as propositalmente controversas investidas que Madonna promoveu desde o início da carreira para garantir respeito para ela e para as gerações posteriores.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando artistas e canções femininas para você ouvir no Dia Internacional das Mulheres.

Veja abaixo as nossas escolhas:

ARETHA FRANKLIN

Música: Respect

A Rainha do Soul abre nossa lista com um lugar mais do que especial: sua presença impactante no cenário musical e como símbolo de empoderamento para as mulheres negras dos Estados Unidos alcançou níveis inenarráveis, auxiliados principalmente pela icônica e atemporal “Respect” – em toda sua narcótica envolvência do jazz e do soul.

BEYONCÉ

Música: Run the World (Girls)

Who run the world? Girls! A frase da música homônima de Beyoncé, uma das maiores performers de todos os tempos, mistura electro-popR&B e é extremamente clara em sua mensagem: as mulheres são responsáveis por controlar o mundo e, sem elas, nada do que temos seria possível.

MADONNA

Música: Express Yourself

Madonna não é a Rainha do Pop por qualquer motivo, e sim por sua capacidade de se tornar relacionável com absolutamente qualquer tipo de narrativa fonográfica. “Express Yourself”, uma de suas músicas mais conhecidas, almeja pela união das mulheres através de frases como “não aceite o segundo lugar” ou “se expresse” para incentivar o empoderamento feminino.

LADY GAGA

Música: Scheiße

Guiada pelo icônico alemão-falso que introduz a ode ao electro-pop de ‘Born This Way’Scheiße” pode até ser conhecida pela fanbase de Gaga, mas deveria ter um status maior do que realmente tem no mainstream. A vibrante produção é cortesia de RedOne, um dos frequentes colaboradores, enquanto os versos pungentes variam desde uma antêmica construção feminista até uma afeição pela libertação da sexualidade e pelo empoderamento feminino.

CINDY LAUPER

Música: Girls Just Wanna Have Fun

Facilmente um dos hinos de liberdade mais conhecidos de todos os tempos, “Girls Just Wanna Have Fun” é o marco criativo da carreira de Cindy Lauper e uma faixa que é redescoberta ano após ano pelas novas gerações. Lançada em 1983, a rendição da artista ganhou reconhecimento cultural e é utilizado até hoje como um hino feminista.

RITA LEE

Música: Pagu

A icônica Rita Lee lançou o country-rock “Pagu” como um dos singles promocionais de seu aclamado álbum ‘3001’. Através de versos pungentes mascarados com uma atmosfera sutil e dissonante, Lee fala sobre a mais pura estética do feminismo, dizedo também que as mulheres podem ser o que bem entenderem: “minha força não é bruta, não sou freira, nem sou puta” é o verso que resume a jornada crítica da canção.

PITTY

Música: Desconstruindo Amélia

“Desconstruindo Amélia” abre portas para o rock nacional ao trazer aos holofotes uma história sobre uma mulher foi criada para ser dona de casa, mãe, prendada e subserviente a uma sociedade tradicionalista e patriarcal. Felizmente, coube a Pitty distorcer a imagem idealizada e obediente que os homens têm sobre as mulheres, criticando a desigualdade de gênero em todos os seus âmbitos.

IZA

Música: Dona de Mim

IZA surgiu no cenário do entretenimento brasileiro há alguns anos e ascendeu a uma fama meteórica que lhe garantiu sucessos comerciais e críticos, incluindo a autoafirmativa mistura de synth-popfunk de “Dona de Mim”. Aqui, a cantora e compositora fala sobre, mesmo em meio a adversidades, as mulheres conseguem superar o que vier à sua frente e tirar proveito das situações mais controversas e difíceis imagináveis.

FIFTH HARMONY

Música: BO$$

Quando Fifth Harmony ainda era um grupo de extremo sucesso antes da surpreendente separação, suas músicas eram dignas de entrar para quaisquer listas de canções de empoderamento feminino. Talvez a faixa que mais represente o estilo confiante e envolvente do grupo seja “BO$$”: entrando como single do álbum ‘Reflection’, a faixa foi inclusive comparada com os primeiros trabalhos do trio Destiny’s Child.

ALICIA KEYS

Música: Girl on Fire

Exaltando um dos momentos mais pivotais de sua vida, a faixa pertence ao quinto álbum de estúdio de Alicia Keys é um microcosmos peculiar – e uma das mais marcantes e poderosas de sua explosiva carreira; tanto a versão original quanto a colaboração com Nicki Minaj exploram elementos de reafirmação como mãe, filha, artista e, principalmente, mulher – estendendo seu legado como um hino emancipatório até os dias de hoje.

SALT-N-PEPA

Música: None of Your Business

As primeiras damas do hip-hop, conhecidas como Salt-N-Pepa, não poderiam jamais ficar de fora da nossa lista. À frente de seu tempo e promeninentes nos anos 1980 e 1990, o trio levou para casa o Grammy de Melhor Performance Rap por um Duo ou Grupo pela memorável “None of Your Business”, que denuncia o slutshaming e que critica o julgamento alheio feito às mulheres.

Crítica | Chappell Roan lida com a perda de um amor com o antêmico single “The Subway”

A trajetória de Chappell Roan no cenário musical vem se mostrando bastante interessante e munida de uma organicidade inegável: afinal, após ter aberto a turnê de Olivia Rodrigo e lançado o aclamado single “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora foi catapultada a um estrelato que lhe rendeu milhões de fãs ao redor do mundo – e que transformou seu álbum de estreia, The Rise and Fall of a Midwest Princess, em um sleeper hit que alcançou números estrondosos e uma sólida recepção crítica. Não é surpresa, pois, que Roan tenha se tornado um dos emblemas da nova geração do cenário fonográfico, dividindo os holofotes ao lado de nomes como Sabrina Carpenter, Rodrigo e Billie Eilish.

Ativista pelos direitos das mulheres e pelos direitos da comunidae LGTBQIA+, Roan sempre fez questão de transformar cada uma de suas músicas em uma declamação extremamente íntima e pessoal que singrou entre as experiências individuais a uma dialogismo universalizante que encantou ouvintes pelo planeta – como “Hot To Go!”“Super Graphic Ultra Modern Girl”“Pink Pony Club”, apenas para citar alguns. E, após ter nos entregado uma interessante faixa country há alguns meses com “The Giver”, a performer continua a fomentar sua próxima era com o recente lançamento da ótima semi-balada antêmica “The Subway”.

Chappell já se mostrou uma competente e habilidosa compositora, principalmente com o já mencionado single “Good Luck, Babe!”, em que discorreu acerca da problemática da heterossexualidade compulsória de forma inteligente, irônica e melancólica – assinando versos potentes e memoráveis. Logo, não é nenhuma surpresa que ela tenha repetido o feito com “The Subway”: aqui, ela se une às conhecidas predileções de Dan Nigro, também responsável pela produção da faixa, para construir uma tristonha história de um relacionamento falido que ainda deixa marcas na cantora – e que a compele a tentar recuperar seu amor perdido. Ademais, a tocante lírica serve como um arauto de cura após um coração partido, abrindo espaço para os familiares arrependimentos que ganham uma máscara original e muito envolvente.

Não é difícil entender que Roan sabe muito bem o que está fazendo e age a seu bel-prazer – motivo pelo qual se entrega de corpo e alma a cada uma das canções que encabeça. Em “The Subway”, ela e Nigro puxam elementos que nos remontam à famosa canção “Somewhere Only We Know”, da banda inglesa de alt-rock Keane, para arquitetar uma atmosfera de letargia inescapável que propulsiona o eu-lírico a lidar com a perda. E isso não é tudo: Nigro, que já trabalhou com Chappell em outras iterações, também promove inclinações a “The Casual” para fomentar uma espécie de continuidade entre o que já foi e o que está por vir.

Cada uma das engrenagens funciona com perfeição invejável e estupenda, seja nos clássicos arranjos do pop e do dream-pop, seja nas referências do indie-rock e do soft-rock que pincelam o encontro entre bateria, guitarra, baixo e piano. E, guiada pelos vocais irretocáveis de Roan, a mixórdia de gêneros encontra um ponto em comum que cresce beatbeat até se encontrar com as inflexões do power-pop e nos convidar a uma jornada que preza pela catarse e pela mais profunda emoção – trazendo, além disso, uma conhecida acidez tragicômica e jogos de palavras que expande as múltiplas camadas da canção.

A beleza é a única coisa que importa no novo teaser de ‘The Beauty’, próxima série de Ryan Murphy

Foi divulgado um novo teaser oficial de ‘The Beauty: Lindos de Morrer‘, série criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=M9EsUeZus0M

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 21 de janeiro, Disney+.

Rebecca Hall se junta ao elenco de ‘The Beauty’, nova série do Ryan Murphy sobre “DST da beleza”

Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) são enviados a Paris para descobrir a verdade. À medida que se aprofundam no caso, descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas comuns em visões de perfeição física, mas com consequências terríveis.

A investigação os coloca diretamente na mira de chefe da Corporação (Ashton Kutcher), um bilionário da tecnologia misterioso que secretamente criou uma droga milagrosa apelidada de “A Beleza”, e que fará de tudo para proteger seu império trilionário — inclusive liberar seu executor letal, o Assassino (Anthony Ramos).

Conforme a epidemia se espalha, Jeremy (Jeremy Pope), um forasteiro desesperado, se vê preso no caos, buscando um propósito enquanto os agentes correm por Paris, Veneza, Roma e Nova York para impedir uma ameaça que pode alterar o futuro da humanidade. O que você sacrificaria pela perfeição?

A produção é baseada na graphic novel Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Osgood Perkins detona série de Ryan Murphy

Murphy e Matt Hodgson são responsáveis pela cocriação, roteiro e produção executiva da série.

Olivia Rodrigo está de VOLTA ao mundo da música com seu 3º álbum de estúdio; Ouça!

A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo fez seu tão aguardado retorno ao mundo da música com o lançamento de seu aguardado terceiro álbum de estúdio, que sucede os aclamados SOURGUTSyou seem pretty sad for a girl so in love.

Contando com treze faixas, incluindo os singles “drop dead”“the cure”, o compilado de originais é dividido em duas partes: ‘girl so in love’‘you seem pretty sad’.

Confira:

GIRL SO IN LOVE
1. drop dead
2. stupid song
3. honey bee
4. maggots for brains
5. u + me = <3
6. my way
7. purple

YOU SEEM PRETTY SAD
8. the cure
9. begged
10. what’s wrong with me
11. less
12. expectations
13. cigarette smoke

Vale lembrar que o compilado de originais tem lançamento marcado para o dia 12 de junho.

Olivia Rodrigo anuncia turnê do álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

‘Lucifer’: Última temporada ganha novos episódios

A Netflix anunciou na manhã de hoje que a última temporada de Lucifer‘ foi estendida e em vez de apenas 10 episódios, terá 16.

A notícia foi divulgada através do Twitter da Netflix.

Confira:

“A quinta temporada de ‘Lucifer‘ acaba de ficar muito melhor – e maior! Adicionamos mais seis horas para um total de 16 episódios!”

Para a alegria dos fãs, apesar de ser a última temporada, ‘Lucifer‘ ainda tem um pouco mais de história para contar.

Recentemente, os fãs criaram um abaixo-assinado para a renovação do programa e a petição já passou das 70.000 assinaturas no Change.org, chamando a atenção de Ildy Modrovich, que publicou no Twitter seus sentimentos em relação ao pedidos dos fãs.

“Desculpe, eu mantive silêncio sobre esse assunto. A verdade é que eu estou devastada. Por mim, eu faria ‘Lucifer‘ para sempre. Mas também sou imensamente grata a vocês e a Netflix por nos darem a chance de continuar nossa história juntos. E eu sei que 5ª temporada será uma carta de amor para os nossos #Lucifans!”

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘O Mandaloriano’: Documentário sobre os bastidores da série ganha trailer e pôster incríveis; Confira!

Depois de anunciar o desenvolvimento de um documentário que irá explorar os bastidores de ‘O Mandaloriano‘, a Disney+ divulgou um pôster e o primeiro trailer da produção.

Intitulado ‘Galerias da Disney: O Mandaloriano‘, o documentário foi produzido para comemorar o sucesso da primeira série live action baseada na saga ‘Star Wars.

Confira:

O documentário terá oito episódios contando com a presença do criador Jon Favreau, que irá se reunir com o elenco para discutirem como a série conquistou os fãs através de seus principais elementos.

Cada episódio será focado em um tema, como o processo de filmagem, o legado de George Lucas, construção dos personagens, a tecnologia inovadora da série, a arte por trás dos efeitos práticos, as criaturas alienígenas, influências criativas e as conexões com os personagens e acessórios que transformaram a saga em um ícone da cultura pop.

“Uma perfeita oportunidade para os fãs da série darem uma olhada nos bastidores e conhecerem uma perspectiva diferente. Os episódios vão esclarecer como ‘O Mandaloriano‘ surgiu através da união de colaboradores incrivelmente talentosos. Tivemos uma experiência animadora com a 1ª temporada e estamos ansiosos para compartilhar com o público.”

A estreia está agendada para 04 de maio, quando os fãs comemoram o dia mundial de ‘Star Wars‘.

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ continua disponível no catálogo da Disney+.

Confira o trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The Witcher’: Henry Cavill retorna às gravações da 2ª temporada após lesão na perna

De acordo com o Redanian Intelligence, Henry Cavill já retornou aos bastidores da 2ª temporada de ‘The Witcher depois que sofreu uma lesão na perna em dezembro do ano passado.

Cavill estava gravando uma cena pendurado por cabos de aço a uma altura de seis metros e pousou de mal jeito quando chegou ao chão, sofrendo uma torção na coxa e na panturrilha de uma das pernas.

Agora o astro deve concluir as cenas envolvendo sua reunião com outros bruxos do clã de Kaher Mohen.

Por conta do pequeno atraso, a produção será estendida em mais um mês e duas semanas, e as gravações devem ser encerradas no final de março em vez de fevereiro, como estava previsto.

Não foram revelados detalhes sobre a data de estreia da 2ª temporada, mas considerando as diversas pausas nos bastidores, tudo indica que o lançamento deve ser agendado para depois do segundo semestre de 2021.

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘O Mandaloriano’: Produção da 3ª temporada é oficialmente iniciada sem Pedro Pascal

De acordo com o Bespin Bulletin, a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ foi oficialmente iniciada na semana passada, no Manhattan Beach Studios, na Califórnia, EUA.

Foi dito que as gravações dos novos episódios devem acontecer entre setembro e março do ano que vem.

A previsão simboliza o maior cronograma de filmagens da atração, já que as temporadas anteriores foram gravadas dentro de quatro meses.

Isso porque o protagonista Pedro Pascal só deve gravar suas cenas depois de finalizar seu trabalho na adaptação de ‘The Last of Us‘, que está sendo gravada atualmente pela equipe da HBO.

Por enquanto, maiores detalhes não foram divulgados.

Como as gravações ainda estão nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’ deve estrear somente em dezembro de 2022.

Enquanto isso, a próxima estreia da Lucasfilm é ‘The Book of Boba Fett’, derivada de ‘O Mandaloriano’.

Com oito episódios confirmados, a obra tem lançamento agendado para o dia 29 de dezembro na Disney+.

Confira o primeiro cartaz oficial e os títulos dos capítulos:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

E aí, você está ansioso pela estreia?

A série vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”

‘Lightyear’ traz surpreendente reviravolta sobre a identidade de [SPOILER!]; Confira!

O texto abaixo contém SPOILERS!

Lightyear‘ já está em exibição nos cinemas, contando a história de origem do personagem que inspirou o famoso brinquedo de ‘Toy Story‘.

E, assim como na franquia original, seria difícil contar a história de Buzz sem a presença de seu arqui-inimigo, Zurg.

Quem assistiu ‘Toy Story 2‘ sabe que a trama revela que Zurg é o pai de Buzz… Mas isso foi apenas uma piada em referência à icônica cena de ‘Star Wars‘, quando Darth Vader revela que é pai de Luke Skywalker.

Por outro lado, ‘Lightyear‘ traz uma surpreendente reviravolta ao mostrar que Zurg é o próprio Buzz Lightyear. Sim, é isso mesmo!

Em um certo momento, Buzz e sua equipe do Comando Estelar ficam presos em um planeta remoto por décadas, embora Buzz envelheça lentamente porque está testando missões de alta velocidade que permitem que ele essencialmente viaje no tempo.

Enquanto ele está focado em terminar a missão e voltar para casa, todos os outros começam a construir novas vidas para si mesmos naquele planeta.

É aqui que o futuro Buzz entra em cena.

Sabendo que o pessoal do Comando Estelar não gostou que ele roubasse uma nave para resolver o problema da hipervelocidade, essa versão do Buzz viaja para um futuro distante, onde ele encontra todo tipo de tecnologia robótica que permite que ele se torne ainda mais poderoso.

Ele viaja de volta no tempo para corrigir seu erro inicial, mas seu combustível só pode levá-lo até certo ponto, porque ele precisa da nova fonte de energia que o Buzz do presente e Sox criaram.

Essa grande revelação adiciona uma importante camada ao relacionamento entre e Zurg e Buzz, já que ambos são duas versões da mesma pessoa… Embora um tenha evoluído e seguido em frente com seus erros, o outro passou seus anos lamentando-se, até se transformar no vilão.

E aí, o que você achou de toda essa reviravolta?

Sem dúvida, agora os fãs vão olhar para o Zurg com outros olhos.

Confira o trailer da animação e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘Pinguim’: Imagens dos bastidores mostram Cristin Milioti como Sofia Falcone; Confira!

As gravações da série dedicada ao ‘Pinguim‘ já estão em andamento e o Just Jared divulgou algumas imagens de Cristin Milioti (‘How I Met Your Mother’) caracterizada como Sofia Falcone.

Após a morte de Carmine Falcone (John Turturro), dizem que veremos Sofia sob os holofotes.

Ao que parece, ela estará buscando vingança depois que o Pinguim (Colin Farrell) tramou sua prisão no Asilo Arkham, onde ela ficou durante dez anos.

Ela é descrita como uma forte adversária aos planos do Pinguim de dominar o submundo do crime em Gotham, já que ela é uma vilã ousada e perspicaz, cujos passos não são nada previsíveis.

Farrell também foi flagrado no bastidores.

Confira as imagens:

Anteriormente, o Deadline divulgou que a HBO Max adicionou mais quatro membros à série.

Os escolhidos são Michael Kelly (‘Jack Ryan’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), Deirdre O’Connell (‘Outer Range’) e Rhenzy Feliz (Os Fugitivos da Marvel’).

O grupo se ao protagonista Colin Farrell e Cristin Milioti (‘How I Met Your Mother’), que será Sofia Falcone, que brigará com o vilão para assumir o crime de Gotham.

Por enquanto não há detalhes sobre os personagens de Kelly, Aghdashloo e O’Connell.

Feliz dará vida a um adolescente que faz amizade com o Pinguim e se torna seu motorista, embora nada oficial tenha sido revelado.

Kelly, Aghdashloo, O’Connell e Feliz

Farrell também confirmou à Variety que “vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto.”

Ele continuou, dando mais detalhes sobre a conexão entre a série e o próximo filme do Homem-Morcego.

“A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

 

‘Wonka’ recebe nota SURPREENDENTE no CinemaScore; Confira!

Além de receber 84% de aprovação dos críticos Rotten Tomatoes, Wonka‘ também já é um sucesso absoluto entre o público.

Estrelado por Timothée Chalamet (‘Duna’), o longa recebeu nota A- no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira a publicação:

“‘Wonka’ conquistou um A- hoje à noite! Parabéns a todos os membros do elenco e da equipe. Por favor, deixe-nos saber sua opinião nos comentários abaixo!”

E, de acordo com o Deadline, a pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ continua dominando os mercados internacionais, onde já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 75 milhões em arrecadação.

O site ainda afirma que, até domingo, a produção deve acumular US$ 120 milhões – um começo respeitável para uma produção orçada em US$ 125 milhões.

No Brasil, o filme alcançou o topo das bilheterias, arrecadando R$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana.

Vale lembrar que ‘Wonka‘ arrecadou US$ 43.2 milhões em sua estreia internacional, através de 37 mercados – alcançando o topo de 32 deles.

Para termos de comparação, o filme registrou um desempenho 95% acima de ‘As Aventuras de Paddington‘, 75% acima de ‘O Retorno de Mary Poppins‘ e 50% acima de ‘O Rei do Show‘.

Além disso, ‘Wonka‘ arrecadou US$ 2.3 milhões no formato IMAX, através de 846 salas.

Confira nossa crítica:

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

 

Berserk | Os 5 Melhores momentos da chamada Era de Ouro da Famosa HQ

Famoso arco do mangá foi o mais adaptado para anime

*SPOILERS DO SEGUNDO ARCO DE BERSERK

Berserk, do eternamente talentoso Kentaro Miura, é uma narrativa ambientada em um cenário medieval europeu repleto de magia e criaturas demoníacas. A narrativa, inicialmente, segue o protagonista Guts enquanto ele percorre esse mundo extremamente perigoso sendo unicamente norteado pela sua sede por vingança, que de início não é revelada ao leitor. Porém, essa linha temporal ambientada no presente logo é interrompida para iniciar outra linha do tempo, dessa vez focada no passado.

É dessa maneira que o mangá inicia seu arco mais famoso, mais adaptado e melhor avaliado: a Era de Ouro. Todo esse trecho narrativo se passa na juventude de Guts e tem a função de mostrar como sua vida começou (sendo ela bem ruim logo de saída) e como ela mudou quando ele passou a integrar o Bando do Falcão liderado por Griffith. Este sendo, aliás, outro elemento importante do arco, pois é também sua introdução mais aprofundada ao leitor e o início dos problemas de Guts.

5) A história de Casca

Que o mundo de Berserk é sombrio e perigoso, o leitor já fica sabendo logo nas primeiras páginas do primeiro capítulo. O que o torna um lugar tão hostil não são só as variedades (e elas são bem amplas) de monstros e criaturas demoníacas, mas também a corrupção dos homens que detém poder, bem como a selvageria gratuita que pode ser aplicada por indivíduos errantes.

Essa é a problemática que pauta a vida de Casca antes dela entrar para o Bando do Falcão. Apresentada inicialmente como uma comandante do grupo, abaixo apenas de Griffith, ela tem essa personalidade de extrema confiança e adoração por seu líder que, eventualmente, é confrontada com a chegada de Guts no conjunto; este que logo de início já conta com uma confiança de Griffith que Casca demorou para obter. 

Casca era a segunda em comando no Bando do Falcão até a chegada de Guts.

Sua história pregressa é eventualmente apresentada com ela sendo vítima, ainda criança, de um homem de grande fortuna que a perseguiu para fins violentos. Ela então é salva por Griffith que lhe oferece a oportunidade de matar seu perseguidor como uma forma de abandonar sua antiga vida e começar uma nova. Desde então ela desenvolve a mencionada adoração a seu salvador até o momento que Guts chega em sua vida.

4) Guts contra um exército

Esse é um momento crítico que, narrativamente falando, tem a função de mostrar o lado “berserk” de Guts em uma situação crítica. No contexto tanto ele quanto Casca haviam sido atacados por um grupo de soldados e, determinados a sobreviver, passam a noite em uma caverna onde acabam por ter a oportunidade de deixar aflorar os sentimentos intensos que um sentia pelo outro já há algum tempo.

Ao derrotar cem soldados inimigos, Guts mostrou porque é temido.

Devido ao alto número de combatentes inimigos, Guts sabe que ele e Casca não conseguiriam fugir então ele fica para trás para ganhar tempo enquanto ela retorna ao acampamento do Bando do Grifo. O que se segue para Guts é uma verdadeira carnificina, com ele sendo tomado por um sentimento de fúria, massacrando esse pequeno exército utilizando unicamente sua espada longa.

3) Intrigas na Corte

A história de Guts não se propõe apenas a adaptar os elementos fantásticos da mitologia medieval europeia mas também seu sistema de interações sociais, mais especificamente os da aristocracia e corte real; sempre tendo em mente o objetivo de mostrar que até mesmo pessoas comuns podem ser tão monstruosas quanto os perigos naturais do mundo. A ascensão de Griffith, e do Bando do Falcão como um todo, acaba por apresentar uma situação similar.

Griffith mostrou que não só pensa muito à frente dos demais como não tem misericórdia com seus inimigos.

Durante uma festa oferecida pelo rei para honrar a mais recente missão bem sucedida do grupo, é revelado que certos círculos próximos do monarca estão descontentes com o sucesso de Griffith e assim armam uma trama para mata-lo. Nesse momento é introduzido ao leitor a habilidade do guerreiro em antever diversos cenários possíveis em sua mente, o que lhe permite armar uma estratégia com Guts antes do atentado. A conclusão desse incidente também apresenta um lado mais sombrio e impiedoso de Griffith que até então não havia sido mostrado.

2) Entra em cena Nosferatu Zodd

Como dito antes, o mundo de Berserk é povoado de criaturas perigosas bem como horrores além da compreensão que mais parecem ter saído das páginas de uma história de Junji Ito (mangaká especializado em histórias do gênero terror). Entretanto, Nosferatu Zodd se destaca dos demais tanto pela sua estética como pela sua habilidade em combate.

Um inimigo invencível.

Uma criatura de tamanho imenso, chifres, rosto de leão e asas; isso quando em forma humanoide pois ele tem uma segunda forma ainda mais monstruosa. Enfim, ele inicialmente é apresentado como uma lenda, um Deus da guerra que nunca perdeu um combate sequer. É somente quando Guts e o bando o confrontam pela primeira vez que é mostrado a extensão de seu poder e ferocidade, sendo um inimigo que Guts não consegue vencer. Fora que eventualmente Nosferatu Zodd se torna um personagem mais recorrente na trama e com certa importância, o que torna essa apresentação ainda mais eficaz.

1) A traição de Griffith

O evento mais importante da Era de Ouro de Berserk pois solidificou de vez os caminhos que seriam percorridos por Guts e Griffith. Um leitor mais atento já percebe, de longe, que algo não batia bem no líder do Bando do Falcão; por mais que ele fosse perfeito em tudo que se propusesse a fazer e todos o adorassem, Miura sempre deixou evidente, do ponto de vista desse personagem, que existia um longo espaço entre ele e todo o resto do mundo, até mesmo de pessoas tidas como mais próximas.

O momento em que Griffith encerrou a Era de Ouro.

Todo o caminho prévio, percorrido por Griffith mais especificamente, levou a esse ato; com ele sendo preso, torturado e mutilado ao passo que apenas seus olhos eram capaz de transmitir seus sentimentos, que por sua vez não eram positivos. Quando ele invoca os integrantes da Mão de Deus, naquela que é a cena mais conhecida da série, a alma de seus companheiros são entregues por ele e Guts sente uma mistura de raiva e confusão, sendo traumatizado para o resto da vida.

 

‘As Marvels’: Diretora explica como vilã do filme é DIFERENTE dos quadrinhos

A diretora Nia DaCosta, responsável pelo aguardado filme ‘As Marvels‘, recentemente compartilhou insights sobre as mudanças que foram feitas na personagem Dar-Benn, interpretada por Zawe Ashton, em comparação com sua contraparte nos quadrinhos da Marvel.

Nos quadrinhos, Dar-Benn é originalmente um personagem masculino. No entanto, para a adaptação cinematográfica, a equipe criativa optou por fazer algumas modificações no personagem. Em entrevista à Total Film, DaCosta explicou:

“Eu diria suavemente não muito, exceto pelo ponto de vista deles sobre os Kree e o papel dos Kree no universo. Fomos inspirados pelo período dos quadrinhos com dois imperadores, e havia mais dessa história nas primeiras versões do roteiro.”

“Porém, ao tomarmos as rédeas e nos aprofundarmos na nossa própria abordagem e história, alguns desses elementos foram deixados de lado. No entanto, em termos de energia como uma imperialista Kree, ela ainda é semelhante”, completou.

As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.

De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.

No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.

Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.

Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.

A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.

Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

Tom Hiddleston não sabe se retornará como Loki na Marvel

O ator Tom Hiddleston, aclamado por sua atuação como Loki no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), falou sobre o futuro do personagem nas próximas produções da Marvel.

Segundo o Deadline, Hiddleston admitiu sua incerteza sobre o retorno do deus da trapaça: “Eu não sei. Realmente não sei. Eu sei que alcançamos algum tipo de conclusão narrativa com a segunda temporada, o que me parece muito satisfatório”.

O ator também abordou a complexa natureza de Loki, questionando sua classificação como vilão: “Estou ciente de que ele fez algumas escolhas interessantes, que poderiam ser acumuladas em uma imagem que parece que ele é um vilão, e, em algum momento, ele estava fazendo algumas escolhas equivocadas. Você sabe, tentando tomar conta de Nova York e os Vingadores tendo que se reunir para impedi-lo, aquele foi um dia ruim no escritório. Gostaria de pensar que, 14 anos depois, ele está fazendo algumas escolhas um pouco mais generosas, amorosas e heroicas”.

Lembrando que a próxima produção da Marvel é Deadpool e Wolverine, único filme do UCM em 2024.

“No novo filme, após enfrentar alguns obstáculos profissionais durante uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se tornar um vendedor de carros usados. No entanto, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide desenterrar suas katanas da aposentadoria e convoca um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado”.

O filme está programado para estrear em 25 de julho e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que conhecemos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU