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‘Star Wars: The Acolyte’: Carrie-Anne Moss entra para o elenco da série

Depois que as gravações de Star Wars: The Acolytecomeçaram, a vindoura série vem ganhando diversas atualizações.

E, de acordo com o Comic Book, Carrie-Anne Moss, estrela da franquia ‘Matrix‘, foi escalada para o elenco.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a personagem de Moss, mas considerando seu currículo é possível que ela desempenha um papel de destaque.

Lembrando que ela se junta a Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie Barnett e Dean-Charles Chapman.

Ainda sem previsão de estreia, a sinopse oficial da série diz que:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

God of War e sua IMENSA importância para o Playstation

Um passeio pela história

Preferências e fanatismos a parte, desde o início da oitava geração, com o caminhar dos lançamentos e das projeções mercadológica, a Sony liderou e deve continuar no pódio de vendas, na área de consoles, por um bom tempo. Essa predominância já havia ocorrido anteriormente com o Playstation 1 e também com o Playstation 2, esse de maneira ainda mais intensa.

Apenas na sétima geração, quando meteram os pés pelas mãos, com o Playstation 3, onde a Microsoft “liderou”, merecidamente, durante um bom tempo, é que eles se deram mal. Mas, ainda assim, no final da carreira do terceiro console, a Sony investiu pesado em exclusivos, em uma máquina mais barata e recuperou o prestígio, tanto que passou o número de vendas do próprio Xbox 360.

E coloquei aspas na liderança momentânea do Xbox 360 porque, obviamente, a Nintendo foi a líder de vendas da 7ª geração com folga por causa do Nintendo Wii, mas que tinha outra proposta em relação aos concorrentes.

Porém, com a Sony estabelecida no mercado de videogames, é fácil a gente pensar que a empresa sempre teve tato para isso… Mas não é bem assim, pois antes de se aventurarem no ramo, como muitos devem saber, eles haviam trabalhado com a Nintendo desenvolvendo componentes e periféricos para eles, e só depois com uma racha entre as empresas que a Sony resolveu lançar o seu próprio console.

Acreditem, muita gente fazia piada na época da chegada do PlayStation, diziam que a Sony era marca de TV e de som, e que eles não entendiam nada de videogames. Porém, contratando os profissionais certos, fazendo parcerias com grandes estúdios e contando com a arrogância da própria Nintendo, a companhia conseguiu chegar no patamar atual.

Logo no Playstation 1, os caras já conseguiram emplacar diversos clássicos que foram exclusivos na plataforma. Aliás, a exclusividade com algumas desenvolvedoras sempre foi um dos grandes trunfos da Sony. Títulos como ‘Metal Gear Solid’, ‘Final Fantasy VII’, ‘Silent Hill’, ‘GTA’ e ‘Gran Turismo’ ficavam restringidos ao Playstation, já que para joga-los, você tinha que ter a máquina. Isso sem contar com os jogos multiplataformas que venderam pra valer só no Playstation, exemplos como ‘Castlevania Symphony of the Night’, ‘Resident Evil 2’, ‘Tomb Raider’ e outros mais falam por si só.

Precisavam de um símbolo

Porém, assim como a Sega e a Nintendo, a empresa precisava de algo que representasse sua marca de maneira tão querida quanto o Sonic e o Mario. Um símbolo em definitivo.

Então, mesmo já entrando em desuso, essa coisa de usar animais antropomórficos bonitinhos em jogos de plataforma, o hoje clássico ‘Crash Bandicoot‘ foi um tremendo sucesso. Vendeu quase 7 milhões de unidades, conquistou o coração dos gamers no mundo todo e ganhou diversas continuações – inclusive mais três no próprio Playstation original, contando com Crash Team Racing.

Ainda assim, Crash era visto como um Sonic e Mario wanna be. Foi exatamente nesse jogo que nasceu a parceria com o também hoje renomadíssimo estúdio, a Nauty Dog, que é sem duvida o carro chefe da empresa atualmente por criar franquias como ‘Uncharted’ e ‘The Last of Us’.

É, mas antes de chegarem nesses jogos tão adorados hoje em dia, no meio do caminho tinha o Kratos; tinha o Kratos no meio do caminho… Pois é, eis que somente no Playstation 2, exatamente em 2005, a Sony teria enfim o jogo, a franquia, o personagem que seria o seu maior símbolo. Diferente de ‘Crash Bandicoot’, ‘God of War’ ainda é o jogo que melhor sintetiza a essência do Playstation.

Não é o melhor game da companhia, quer dizer, até pode ser para alguns, mas indiscutivelmente é nele que vemos as características recorrentes na maioria dos grandes títulos da Sony. É uma produção repleta de cenas cinematográficas; set pieces ambiciosas e momentos megalomaníacos. O gameplay eletrizante utiliza de várias ferramentas audiovisuais para causar um impacto catártico nos jogadores. É instantâneo, você bate o olho em ‘God of War’ e na hora lembra do Playstation!

Como o lançamento de ‘God of War Ragnarok’, que deve continuar a saga de Kratos por Asgard e manter o nível do game anterior que ganhou o prêmio de Jogo do Ano, a gente resolveu relembrar aqui como tudo isso começou, de onde vieram as primeiras ideias do jogo. Quais foram as principais influencias que os desenvolvedores tiveram e como ao longo do tempo esses jogos influenciaram na indústria de maneira geral.

A origem de tudo

Tudo começou a ser planejado ainda em 2002, com a Santa Monica Studios elaborando algumas mecânicas para um jogo de hack and slash com temática mitológica grega. Mesmo naquele tempo várias ideias que seriam recorrentes no produto final já haviam sido pensadas, como as habilidades especiais da cabeça da Medusa, do raio de Zeus e os embates contra criaturas como os ciclopes gigantes.

Mas a coisa só andou mesmo quando um maluco chamado David Jaffe entrou para o time. Ele que na geração anterior foi responsável pelo insano jogo de confronto de carros, ‘Twisted Metal’. E nessa vibe louca ele trouxe vários conceitos que seriam marcas registradas de ‘God of War‘.

A personalidade do Kratos, aquele jeitão sempre emburrado, agressivo e o modo brutal nas lutas sempre foram coisas pensadas por Jaffe. E algo recorrente em entrevistas é como a equipe fala que ele sempre queria todo mundo participando do processo de criação do game.

Algo no mínimo curioso, pois é preciso dizer que, atualmente, David Jaffe é um cara meio relegado na indústria, com seguidos projetos fracassados e tudo mais. O último dele foi ‘Drawn to Death’, aquele multiplayer online todo cartunizado em páginas de caderno, com alguns tubarões atirando uns nos outros. Enfim, é uma maluquice tremenda.

Aliás, as más línguas hoje citam que muito do sucesso de ‘God of War‘ se deu pela equipe segurar as doideiras do camarada. Boatos ou não, David Jaffe é um cara que já tem seu nome marcado na indústria dos games e teve sacadas fantásticas. A própria Santa Monica e ele pensavam em fazer um jogo de ação que reunisse outros elementos como puzzles, navegação ampla pelos cenários e os famosos quick time events.

Claro, tudo isso precisava ser embalado por muitas batalhas cheias de impacto e trazer um clima apoteótico cinematográfico constante. A ideia era mostrar o poder do Playstation 2 e dar ao o público uma experiência épica jamais vista. Algo visceral não apenas pela violência, mas que explorou o sexo até como no design de gameplay, que era algo bem presente nas histórias de mitologia grega.

Cópia ou referência?

Só que seria injusto falar tanto sobre esses pontos e não citar a existência de ‘Rygar – The Legendary Adventure’, uma franquia da geração 8 Bit que ganhou uma reimaginação para o Playstation 2, em 2002 – exatamente o ano em que ‘God of War’ começou a ser feito.

E realmente não há como negar que houve, sim, uma clara influência e o reaproveitamento de inúmeras particularidades desse game. A mais gritante sem dúvidas está nas batalhas e na estética, o personagem possui uma arma praticamente idêntica a famosa blades of chaos do Kratos. Tematicamente, se assemelha por tratar de temas mitológicos ou por trazer criaturas como os benditos ciclopes e harpias.

As lutas contras os chefes seguem a mesma lógica de design com inimigos gigantes. Até a forma como o personagem interage com o cenário se parece. Só que ‘Rygar’ foi um tremendo fracasso em sua época de lançamento, e até depois quando foi relançado no Wii. Então, essa coisa de pegar mecânicas e ideias de jogos menores e reproduzi-las com maior dimensão em outros títulos sempre existiu no mundo dos games.

Tudo em ‘God of War’ é superior em relação a ‘Rygar’, todas essas características foram refinadas. Fora os elementos fundamentais que existem no jogo da Santa Monica, como as cutscenes, o carisma dos personagens e o impacto nas cenas de batalha.

Apesar de não ter vendido tanto quanto ‘Crash Bandicoot’, até pelo jogo de Kratos não ser um jogo para todos os públicos, ‘God of War’ ultrapassou a marca de 4,6 milhões de unidades. Para um exclusivo com classificação indicativa mais alta, era um baita resultado.

Só que o maior feito do jogo foi sobre marcar na indústria e dar a cara definitiva do Playstation. Vieram diversas outras continuações, o segundo título da franquia também saiu ainda no Playstation 2, mesmo que curiosamente o Playstation 3 já existia na época do seu lançamento. Mas quiseram deixar o jogo na sua plataforma de origem.

Até porque, com a chegada de ‘God of War 3’, o mundo parou de novo para conferir como seria a entrada do Deus da Guerra na sétima geração. E sendo sincero, não existiu outro título no Playstation 3 que trouxesse tanta imponência quanto ‘God of War 3’, já em sua abertura. Ah, o PSP também ganhou dois jogaços, os maravilhosos ‘Chains of Olympus’ e ‘Ghost of Spartan’.

É verdade que com o passar dos anos a série foi perdendo força. Começaram as zoeiras de que o jogo podia ser terminado com apenas um botão; que era simplista demais e que o Kratos era uma caricatura ridícula.

O cansaço ficou evidente em ‘God of War Ascession’, que tinha gráficos muito bonitos e algumas cenas espetaculares, mas que repetia as mesmas ideias dos anteriores e com o tempo tudo ficava realmente cansativo. Tanto que depois de todo esse histórico o jogo vendeu menos que o primeiro. Era hora de dar uma pausa e se renovar…

Novos Deuses, Novos Tempos

Surgindo quase que como um reboot, sem nenhuma numeração ou subtítulo, e com um visual absolutamente embasbacante, com o estilo de jogabilidade com elementos das franquias Souls e explorando agora a mitologia nórdica, o novo ‘God of War’ do Playstation 4 chegou do jeito que o Kratos gosta: chutando bundas e arrasando quarteirões.

As críticas foram as melhores possíveis, a experiência dos jogadores extrapolou tudo que se podia imaginar de boa recepção e a franquia ganhou novamente folego. O Deus da Guerra ganhou novamente a indústria dos games, faturou centenas de prêmios e, dentre eles, o The Game of the Year, com toda justiça do mundo.

Assim como lá no comecinho, quase 15 anos depois, Kratos deu a Sony a imponência que faltava para um título da geração do Playstation 4 – ainda que ‘Uncharted 4’ e ‘Horizon Zero Dawn’ tenham ensaiado isso muito bem – ‘The Last of Us 2’ repetiu o feito anos depois. Mas o Bom de Guerra é foi sem dúvidas o divisor de águas nesse sentido.

E parece que o aguardadíssimo ‘God of War Ragnarok’ consegue melhorar tudo que o jogo anterior fez – o que é uma façanha e tanto, conquistando notas ainda maiores. Nos resta então aguardar e ver se o jogo é isso tudo mesmo que falam. E você, sempre curtiu ‘God of War’ ou começou a jogar depois desse refinamento completo? Acha o Kratos um chatão que vive se lamentando ou simplesmente considera ele o maior personagens dos games?

‘O Mandaloriano’: Moff Gideon pode ter novo visual na 3ª temporada; Confira os detalhes!

THE MANDALORIAN Giancarlo Esposito is Moff Gideon

A 3º temporada de ‘O Mandaloriano‘ estreia em fevereiro do ano que vem, e há muita expectativa para descobrir o que está por vir na história de Din Djarin (Pedro Pascal) e Grogu.

É claro que também é preciso responder as perguntas sobre outros personagens, como o Moff Gideon (Giancarlo Esposito), o atual líder do Império.

Embora ele tenha sido aparentemente levado sob custódia pela Nova República no final da 2ª temporada, rumores já indicaram que ele não iria permanecer encarcerado por muito tempo.

E, de acordo com o Star War News Net, o personagem terá um novo visual nos próximos episódios.

Uma fonte ligada à Lucasfilm disse que:

“Gideon vai ostentar uma nova armadura. Ele terá um capacete será preto com chifres e um visor vermelhos e chifres. Os chifres serão seis, semelhantes aos de Darth Maul. O design da armadura será parecido com a dos Mandalorianos, parecido com a de Boba Fett, mas toda preta, brilhante e muito elegante. Gideon vai receber uma atualização completa, e até va usar um jetpack preto e vermelho.”

Por enquanto, não há nada confirmado sobre o retorno do vilão, então considere como rumor.

Mas o SWNN tem um longo histórico de acertos quando se trata de informações dos bastidores da saga criada por George Lucas.

Então só nos resta aguardar.

E aí, você está ansioso?

Assista ao trailer da temporada:

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Star Wars: The Acolyte’: Série ganha INSTIGANTE sinopse oficial; Confira!

Depois que as gravações de Star Wars: The Acolytecomeçaram, a vindoura série vem ganhando diversas atualizações.

Ontem foi revelado o elenco completo da atração, e agora o Comic Book divulgou a sinopse oficial, que diz:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Ainda sem previsão de estreia, a produção é estrelada por Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie BarnettDean-Charles ChapmanCarrie-Anne Moss.

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

‘O Homem-Torto’: Fãs de ‘Invocação do Mal’ lamentam CANCELAMENTO do derivado; Confira as reações!

Anunciado em 2017, o filme do ‘Homem-Torto‘, derivado de ‘Invocação do Mal 2‘, acabou sendo cancelado, o que deixou os fãs da franquia bastante decepcionados.

A triste notícia foi revelada através do Instagram do produtor James Wan, que se disse esperançoso de ver o filme acontecendo “um dia”.

Mesmo assim, o público está expressando seu desapontamento em diversas publicações nas redes sociais, já que o projeto era aguardado há cinco anos.

Confira as reações:

Confira o anúncio de Wan:

“Pequena lembrança do meu amigo, Homem Torto, interpretado pelo incrível Javier Botet. O movimento dele era tão sobrenatural que algumas pessoas juravam que era CGI. E não, infelizmente o filme derivado com o personagem não acontecerá. Está fora do meu controle. Mas quem sabe um dia…”

Jason Momoa é destaque no novo pôster oficial da fantasia ‘Terra dos Sonhos’; Confira!

Netflix revelou mais um cartaz oficial de Terra dos Sonhos (Slumberland), novo filme de fantasia estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’).

O longa chega à plataforma de streaming no dia 18 de novembro.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’, ‘Operação Red Sparrow’), com roteiro assinado por David GuionMichael Handelman.

A história é baseada na série de quadrinhos ‘Little Nemo in Slumberland, de Winsor McCay.

Uma jovem garota descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos chamado Slumberland e, com a ajuda de um excêntrico fora da lei, navega pelos sonhos e foge dos pesadelos, com a esperança de ver seu falecido pai novamente.

O elenco também é formado por Marlow BarkleyWeruche OpiaIndia de BeaufortKyle ChandlerChris O’Dowd.

Artigo | ‘Outlander’ é um dos grandes e mais emocionantes dramas de época da televisão

Diana Gabaldon é responsável pela criação de uma das sagas mais bem escritas e vendidas no mundo inteiro: A Viajante no Tempo’. A narrativa da romancista mistura elementos de diversas vertentes, incluindo a ficção de aventura, a ficção história e o sobrenatural, criando um cosmos que tem uma veracidade incrivelmente bem pesquisada e que ao mesmo tempo funciona como uma nova perspectiva fantasiosa e bastante envolvente. Logo, ao escolher adaptar a série de livros, Ronald D. Moore tinha uma grande responsabilidade em mãos para transcrever uma riqueza de detalhes inenarravelmente extensa para um meio que é conhecido, obviamente, pelo bombardeio imagético. Felizmente, o resultado é, sem sombra de dúvida, aplaudível: Outlander, como ficou conhecida a série, não é apenas uma rendição memorável para uma civilização imortalizada, mas também uma homenagem para a novelista. 

A trama se inicia de forma muito poética ao final da II Guerra Mundial – um escopo familiar para narrativas de época e que, dependendo do tratamento que recebe, funciona em todos os seus aspectos. Tal proeza se repete aqui, trazendo como foco de tudo a extremamente carismática e belíssima Claire Beauchamp (Caitriona Balfe), uma enfermeira botânica que, no período que se segue após o término da batalha e a derrota dos nazistas, decide comemorar sua tão sonhada lua-de-mel, cujas celebrações nunca encontraram a luz do dia, ao lado de seu marido Frank Randall (Tobias Menzies) nas místicas terras escocesas. 

À prima vista, parecemos estar embarcando em mais uma jornada romântica com ares nórdicos, mas nem tudo é o que parece ser, a começar da inserção de uma narração feita pela própria protagonista. Claire é uma mulher forte, determinada e muito sagaz, dotada de inúmeras habilidades que a transformam não mais em um estereótipo feminino da época em que a história se passa, mas sim um incrível arquétipo a servir de inspiração para até mesmo outras investidas audiovisuais e literárias. Seus pensamentos e digressões não se mantém em um nível ambíguo, servindo como leitura para o que acontece em cena, mas sim transmitindo as sensações mais íntimas da personagem principal e que definitivamente não conseguem ser transpostas apenas em primeiro plano. Isso de forma alguma tira o mérito de Balfe em sua magnífica interpretação – muito pelo contrário: tal escolha reflete a complexidade de sua personalidade e como cada um dos fragmentos é extremamente necessário para a compreensão do público acerca da série. 

Tudo muda quando o casal chega à misteriosa cidade de Inverness e logo se aventura a explorar os pontos históricos e a mitologia celta que ainda exala através da humilde comunidade e de seus habitantes. Isso casa muito bem até com a profissão do duo, uma com grande afinidade para as artes medicinais e o outro historiador. Não é à toa que monólogos acerca da história de suas famílias e até mesmo das construções que os rodeiam existam o tempo todo e não caem na mesmice, por incrível que pareça. O show respira História, seja de modo saudosista e nostálgico, seja como vivência na própria pele. 

Em determinado momento, o casal decide presenciar uma memorável cena ritualística wicca, que resgata as raízes dos nativos britânicos. Toda a sequência é acompanhada por uma suave e envolvente música celta, pautada no mais puro silêncio até mesmo pela frenética mente de Claire – e não podemos deixar de sentir todo o misticismo que reside na atmosfera quando a dança acaba e as bruxas dispersam. Ora, se nem mesmo a protagonista consegue deixar se subir até o círculo de pedras, quem dirá nós? E talvez seja essa impulsividade de conhecer o sobrenatural que dá início para uma jornada quase sci-fi para ela: afinal, ao tocar em uma das pedras talhadas em pura “magia”, por assim dizer, ela misteriosamente retorna para o ano de 1743. 

Viagens no tempo são sempre bem-vindas, ainda mais quando bem contadas. E talvez a saga de Claire em uma sociedade completamente diferente – e à beira de um colapso político – seja uma das que mais obtém sucesso, não apenas por colocar uma forasteira (situação que fornece o título para a série), mas por obrigá-la a se adaptar a um novo jeito de ver a vida: mais clássica, mais humilde e mais perigosa. E essas sensações já foram experimentadas durante a guerra, mas não em uma era tão perigosa quanto a que nos é apresentada – afinal, é só nos recordarmos da rudimentar tecnologia e do primitivismo quase animalesco no qual aquele povo estava inserido. Essas encarnações arquetípicas, que seguem o mesmo padrão de Claire, insurgem principalmente na figura do robusto Jamie Fraser (Sam Heughan), o qual divide as honras do holofote juntamente à protagonista inglesa. 

Seu personagem é, acima de tudo altruísta e compreensivo, ainda que ingênuo quanto a certas questões de esfera mais geral, como a política e a econômica. Entretanto, é interessante ver o paradoxo de Outlander conforme a narrativa se segue e opta por brincar entre as relações pessoais e intimistas entre Jamie e Claire em conjunto muito equilibrado ao escopo social pautado em diversas intenções – que inclusive nos introduzem a outros personagens tão marcantes quanto aos já apresentados: Dougal MacKenzie (Graham McTavish) e Murtagh Fraser (Duncan Lacroix), ambos serventes ao mesmo rei e ao mesmo clã unido e que funcionam um como extensão do outro. 

É claro que Dougal, servindo como braço direito de seu comandante e sendo tio por consideração de Jamie, é mais austero e sem papas na língua quando o assunto é punição, subserviência e leis, principalmente àquelas que permitem um contra-ataque às investidas impiedosas do exército inglês ante suas terras. Murtagh, por sua vez, é muito mais irreverente e até mesmo emerge como o escape cômico da narrativa, ainda que traga alguns traços de puro machismo que conversem com os ideais patriarcais de meados do século XVIII. O mais interessante é que, dentro da jornada de Claire, cada uma dessas presenças é de extrema importância para seu amadurecimento e para a aceitação de sua nova dia, seja para o bem ou o mal. 

A série acerta em cheio quando se permite explorar as brechas dentro do roteiro, principalmente em questão à perspectiva única da protagonista. Diferentemente de outros shows que também trazem narradores, como Grey’s Anatomy’Desperate Housewives’, à medida em que a protagonista aceita seu destino e compreende que não poderá voltar à vida que outrora tinha, ela se funde de forma quase completa aos costumes da comunidade da qual se tornou “refém” e depois “agregada”, dando espaço para que aqueles ao seu redor analisem as transformações que vieram com a aparição da Sassenach (palavra gaélica para “forasteira”). Logo, não é nenhuma surpresa que um dos episódios seja inteiramente da perspectiva inocente de Jamie e adicione elementos que permitam um maior envolvimento. 

Sem dúvida, uma das figuras mais adoráveis e que com um dos arcos mais trágicos e impressionantes da primeira temporada reside no inexplicável rosto da curandeira Geillis Duncan (interpretada por Lotte Verbeek). Desde o primeiro momento em que aparece, a candura em sua voz e até mesmo sua afinidade com as artes místicas, principalmente no tocante a uma das religiões que dá base à mitologia da série (o wiccanismo), é inebriante. Todas as cenas que protagoniza são banhadas por uma luz suave que a transforma em um ser translúcido e intangível, quase de outro mundo – e essa estética acompanha sua trajetória até ser condenada à fogueira por bruxaria e por ter assassinado seu marido e carregar o “filho do Demônio”, tudo em prol de salvar Claire do mesmo destino. E é nesse momento que percebemos que a nossa heroína não foi a única a cair nas graças de um feitiço do tempo, visto que Geillis revela ter vindo de uma época um pouco mais longínqua que ela: 1968 (The Devil’s Mark”).

Como já sabemos, toda a narrativa é ambientada em terras escocesas. A fotografia cuidadosamente bem pensada afasta-se da representação panfletária vista em tantas obras audiovisuais similares, preferindo mesclar-se à fauna, à flora e até mesmo às belíssimas construções milenares que ocupam o solo nórdico. Dessa forma, espere sim paisagens quase paradisíacas, confrontadas com o pesado e brusco teor das sequências desenvolvidas em um ambiente mais claustrofóbico e pautado na luz dura, permitindo a delineação de silhuetas e até mesmo a ambiguidade daquilo que se assiste. E se Claire, no começo da narrativa, permanece como alguém à parte do clã principal, ela logo permite-se, como supracitado, fundir àqueles que a acolheram, adquirindo até mesmo o mesmo desbotamento que seus companheiros. 

Esse cuidado imagético também alastra-se para um dos antagonistas mais cruéis da televisão contemporânea, o alter-ego antepassado de Frank, Jack Randall (também interpretado por Menzies). Seu primeiro encontro com Claire deixa certa dúvida e até mesmo medo quanto ao que pode fazer contra aqueles que considera inferior – ou seja, os escoceses -, e essa torturante lábia e malícia é explorada ao máximo pela mente criativamente deturpada tanto de Gabaldon quanto de Moore. A temporada é permeada por flashbacks que mostram sua raiva perante os rebeldes e como ele não aceita ser desafiado por ninguém – até que suas reais intenções são reveladas em um dos episódios mais cruéis dessa iteração, intitulado Wentworth Prison”. À essa altura, Claire e Jamie já oscilaram entre inúmeros resgates e missões de salvamento, mas nenhum tão complexo quanto este: acontece que Jack também representa uma quebra de tabu gigantesco e na verdade nutre um psicótico desejo pelo personagem de Heughan, utilizando a ideia de dominação e submissão para subjugá-lo das formas mais terríveis possíveis.

A montagem de tais sequências não deixa a desejar: ela é essencialmente explícita, perscrutada por enquadramentos mais simétricos e ângulos que seguem a linha do olhar ou que deslizam entre o plongée e o contra-plongée, dependendo de qual reação catártica deseja-se ter. E essas técnicas também contribuem para separar as duas épocas retratadas; dentro de um paralelismo cronológico, optar por colocar as duas tramas num mesmo ciclo dialógico, principalmente ao diferenciá-las com um filtro em sépia para 1945 e uma abordagem mais naturalista para 1743. 

Outlanderé soberba. Não apenas por se tratar de uma incrível adaptação, mas sim por funcionar em diversos níveis de contentamento: a iteração é uma novela, um retrato histórico muito verossímil da história escocesa, uma epopeia bíblica, uma jornada épica através das místicas terras altas – e, principalmente, uma deliciosa história de romance, drama e sacrifício. 

‘New Amsterdam’: Episódio FINAL da série ganha data de exibição!

A adorada série médica ‘New Amsterdam‘ chega ao fim com sua 5ª temporada e, agora, a NBC revelou quando o último episódio será exibido.

O capítulo final, que terá duas horas de duração, será lançado em 13 de janeiro de 2023.

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘Queen Charlotte’: Monarca irá sofrer na série derivada de ‘Bridgerton’, revela Shonda Rhimes

‘Queen Charlotte’, série derivada de Bridgerton que será focada na icônica Rainha Charlotte (interpretada originalmente por Golda Rosheuvel), chega em breve ao catálogo da Netflix.

Agora, enquanto mais detalhes sobre a produção não são revelados, a showrunner Shonda Rhimes conversou com o The Sunday Times sobre o que os fãs poderão esperar do spin-off – dizendo que nem tudo são flores para a jovem monarca.

“A Rainha Charlotte é uma presença exagerada”, ela conta. “Ela tem tudo que sempre quis, mas ainda carrega um sofrimento”.

Infelizmente, Rhimes não pôde contar mais sobre a produção, que trará India Amarteifio como a versão mais nova da Rainha.

A produção tem estreia agendada para 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira:

A produção também vai girar em torno das jovens Violet Bridgerton (vivida por Ruth Gemmell na obra principal) e Lady Danbury (Adjoa Andoh).

Michelle FairleyCorey MylchreestArsema ThomasSam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril Nri Hugh Sachs completam o elenco.

Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.

Michelle Williams se sentiu honrada em interpretar a mãe de Steven Spielberg em ‘Os Fabelmans’

‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, fez um grande sucesso depois de estrear no Festival de Toronto e chegará em breve aos cinemas de todo o mundo.

Agora, em um perfil traçado pelo THR, a aclamada atriz Michelle Williams descreveu sua emoção ao participar de um filme do cineasta, dizendo que se sentiu honrada ao interpretar Leah Adler, mãe de Steven, no projeto (sob a roupagem de Mitzi Fabelman).

“Quando percebi o que estava acontecendo, tive que parar e perguntar a ele: ‘espere, você está me pedindo para interpretar sua mãe?’. E ele disse: ‘sim, é isso que eu estou pedindo’. Não apenas ser convidada a fazer um papel em um de seus filmes, mas ser convidada para interpretar sua amada mãe… É como ser levada para dentro do coração de alguém, para ser confiada com um material muito pessoal”, ela comentou.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 09 de fevereiro de 2023.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Paul Dano, que interpreta o pai de SpielbergSam Rechner, que dá vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que vive uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que encarna uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

Jeannie BerlinHadassah FabelmanRobin BartlettKeeley Karsten e outros completa o elenco.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’ ‘Harry Potter’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’: Elenco estampa belíssima capa da próxima edição da EW

EW divulgou a capa de sua próxima edição, trazendo o elenco protagonista de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out, sequência do aclamado ‘Entre Facas e Segredos‘.

A produção chega à Netflix em 23 de dezembro de 2022.

Relembre o trailer:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Pantera Negra 2’: Personagem de Daniel Kaluuya estará na sequência? Diretor responde!

Os trailers de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ revelaram que diversos personagens do filme original vão retornar para a sequência.

No entanto, não houve nenhum vestígio do retorno de W’Kabi, vivido por Daniel Kaluuya.

No primeiro filme, W’Kabi traiu a confiança de T’Challa (Chadwick Boseman) ao unir forças com Killmonger (Michael B. Jordan).

Ao fim da trama, ele se rende, mas o destino final do guerreiro não ficou claro.

Mas, será que a sequência trará alguma resposta sobre isso?

Em entrevista para o Cinema Blend, o diretor Ryan Coogler comentou que Kaluuya ficou de fora da sequência porque estava gravando ‘Não! Não Olhe!‘.

Mas o filme terá uma breve menção sobre o que aconteceu com W’Kabi.

“Sim, ele é mencionado no filme. Basicamente, ele foi banido de Wakanda, mas ainda vive nas fronteiras da nação. Faz sentido? Então, há um diálogo no filme em que mencionam que ele ainda está vivo.”

Coogler não deu mais detalhes, então a menção a W’Kabi deve se restringir a esse diálogo… Mas quem sabe o personagem possa se redimir em um terceiro filme, não é?

Lembrando que a sequência também conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Com orçamento de 250 mil, terror POLÊMICO ultrapassa US$ 10 milhões nas bilheterias

Sucesso! O terror independente ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2) continua a surpreender em sua passagem pelos cinemas norte-americanos.

Com orçamento de apenas US$ 250 mil, o longa conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 10 milhões nas bilheterias mundiais – sendo 97.6% da arrecadação apenas nos EUA.

Apesar da longa duração – 138 minutos –, o terror chamou a atenção do público após diversos casos envolvendo espectadores vomitando e desmaiando durante as sessões do filme – o que fez a popularidade do longa crescer em 83% nas telonas.

“Meu amigo desmaiou assistindo ‘Aterrorizante 2’ e o cinema teve que chamar uma ambulância. Super recomendo.”

“Enquanto estava assistindo ‘Aterrorizante 2’ com meu amigo, ele vomitou e desmaiou. Já vi cinco pessoas saírem da sala do cinema. Estou amando!”

“Os espectadores estão vomitando nas salas de cinema por causa de algumas cenas em ‘Aterrorizante 2’. Esse é um dos melhores filmes de terror do ano.”

“Acabei de assistir ‘Aterrorizante 2’. Esse filme é extremamente violento. O cara atrás de mim desmaiou e caiu da cadeira; um outro cara saiu porque ele não estava se sentindo bem. Ouvi ele vomitando horrores no banheiro.”

“Caramba! ‘Aterrorizante 2’ é fantástico! Definitivamente não é para os fracos de coração. Alguém desmaiou de verdade durante a minha sessão. O Palhaço Art já é um ícone do terror.”

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

Nicolas Cage vai estrelar novo terror do diretor de ‘A Enviada do Mal’

De acordo com o Deadline, o astro Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) vai estrelar o terror ‘Longlegs‘, que é descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, comandará o longa.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Além de estrelar, Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Daniel Kaluuya dublará o Spider-Punk em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’

De acordo com o The Wrap, o vencedor do Oscar Daniel Kaluuya (‘Corra!’ e ‘Não! Não Olhe!) foi confirmado no elenco da animação ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘.

O ator dará voz ao herói Spider-Punk. Nos quadrinhos, o personagem é um adolescente sem teto que é picado por uma aranha que se tornou radioativa por causa do lixo tóxico despejado pelo Presidente Norman Osborn.

Confira a sinopse oficial:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.

Inicialmente previsto para 7 de Outubro de 2022, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ foi adiado para 2 de junho de 2023.

Já a Parte 2, foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

‘Agatha: Coven of Chaos’: Dois novos atores se juntam ao elenco da série derivada

De acordo com o Deadline, Eric Andre e Sasheer Zamata foram confirmados no elenco da série ‘Agatha: Coven of Chaos‘, spin-off de ‘WandaVision‘.

Zamata terá um papel recorrente no decorrer da história, enquanto Andre participará de apenas um episódio. Infelizmente, detalhes sobre os seus personagens não foram divulgados.

Com início das filmagens agendadas para 5 de dezembro deste ano, ‘Agatha: Coven of Chaos‘ tem previsão de estreia para o inverno norte-americano de 2023, que acontece entre dezembro e fevereiro.

Kathryn Hahn retorna como a protagonista Agatha Harkness. Emma Caufield Ford voltará como a Dottie.

O elenco ainda contará com Joe Locke (‘Heartstopper’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Ali Ahn e Maria Dizzia.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

‘John Wick – Capítulo 4’ ganha data de ESTREIA no Brasil; Assista ao teaser!

A Paris Filmes divulgou a data de estreia de ‘John Wick – Capítulo 4‘ (John Wick – Chapter four) nos cinemas brasileiros: 23 de Março de 2023 – uma semana após a estreia de ‘Shazam! 2‘.

Assista ao trailer, confira o cartaz e siga o CinePOP no YouTube:

 

John Wick (Keanu Reeves) enfrenta seus adversários mais letais até agora na próxima quarta parte da série. Com o preço de sua cabeça cada vez maior, Wick leva sua luta contra a Alta Mesa global enquanto procura os jogadores mais poderosos do submundo, de Nova York a Paris, Osaka e Berlim.

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões. 

‘Bem-Vindos à Vizinhança’ é RENOVADA para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série de suspense ‘Bem-Vindos à Vizinhança‘ (The Watcher) para a 2ª temporada.

Infelizmente, não foi confirmado se o próximo ciclo servirá de continuação à trama original ou contará uma nova história – seguindo um caminho antológico como ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘, outra série do Ryan Murphy que foi renovada para mais DUAS temporadas que focarão em novos assassinos em série.

“O público está obcecado por ‘Dahmer’ e ‘Bem-vindos à Vizinhança’,” declarou a presidente de TV Global da Netflix, Bela Bajaria. “A equipe criativa de Ryan Murphy, Ian Brennan e Eric Newman criaram histórias que cativaram os espectadores globalmente. A força dessas séries é um reflexo da voz do Ryan em criar fenômenos de audiência, e estamos ansiosos para continuar a contar histórias em ambos universos.”

Naomi WattsBobby CannavaleJennifer Coolidge estrelam.

Na trama inspirada numa história real, o sonho da família Brannock de viver na casa perfeita rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo quando começam a receber cartas assustadoras de um stalker. Isso é apenas o começo de tudo o que está por vir depois que os segredos sinistros do bairro são revelados.

Ian Brennan (‘Glee’) será o cocriador da série e servirá como produtor ao lado de Murphy.

A série é inspirada no perturbador caso real que aconteceu em Nova Jersey. Um casal comprou uma casa em 2014 por quase US$ 1.4 milhão, mas foram forçados a abandonar seu novo lar por causa de cartas arrepiantes do Observador, que afirmava ter estado “observando” a casa por décadas. “Eu sou o Observador. Dê-me seu sangue jovem,” dizia uma das notas. A família colocou a casa de volta no mercado. Ela não foi vendido, mas eles conseguiram alugar. Em 2017, o locatário também recebeu uma carta sinistra do Observador, ameaçando sua vida. A casa foi vendida em 2019 por US$ 959 mil. A identidade do Observador permanece um mistério até hoje.

Paramount divulga sinopse OFICIAL de ‘Pânico 6’

A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.

O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.

Confira:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

Eita! Diretor diz que ‘Glass Onion’ será MUITO diferente de ‘Entre Facas e Segredos’

O cineasta Rian Johnson, em uma entrevista recente ao Entertainment Weekly, revelou por que apostou em uma abordagem tão diferente para ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘, se a sequência for comparada ao longa original.

“Eu queria estabelecer desde o começo que cada filme será muito diferente. Cada um deles deve ter o seu próprio tema”, falou Johnson.

“Não se trata de repetir a fórmula, mas de usar o gênero para criar uma fórmula totalmente nova a cada vez. Às vezes, as sequências podem se tornar muito repetitivas. Para mim, o interessante era justamente criar algo novo e diferente”, conclui.

Foi divulgado também um novo trailer longa:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.