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‘Warrior Nun’: 2ª temporada já está disponível na Netflix; Confira!

A 2ª temporada de Warrior Nun’ finalmente chegou à Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 10 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série, que é baseada nos quadrinhos de Ben Dunn, acompanha Ava, uma jovem que acorda no necrotério e descobre um artefato em suas costas que oferece poderes sobrenaturais. Por ter sido escolhida, ela precisa lutar contra criaturas demoníacas que ameaçam a Terra, enquanto tenta recuperar uma vida normal.

Através do trailer, já deu para notar que os personagens lidam com as consequências dos eventos da temporada passada, e novas alianças podem nascer.

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.

‘Agatha: Coven of Chaos’: Filmagens do spin-off irão começar na próxima semana

Em entrevista ao ComicBook, a atriz Emma Caulfield revelou que as filmagens do spin-off ‘Agatha: Coven of Chaos‘ irão começar na próxima semana.

A atriz reprisará o seu papel como Dottie, introduzida na série ‘WandaVision‘.

“O elenco é incrível. Eu vou começar a filmar na próxima semana. Sei apenas um pouco [sobre a história], mas não posso contar nada. Não posso nem dizer o que vocês devem esperar, porque até isso revelaria algo. Não sei muito, mas apenas o suficiente para me situar sobre o que está acontecendo. Será muito divertido. Ainda não vi a Kathryn Hahn pessoalmente. Eu realmente a amo.”

Kathryn Hahn retorna como a protagonista Agatha Harkness.

O elenco ainda contará com Joe Locke (‘Heartstopper’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Ali Ahn e Maria Dizzia.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

‘Gotham Knights’: Dois novos atores se juntam ao elenco da série da DC

De acordo com o Deadline, dois novos atores se juntaram ao elenco de ‘Gotham Knights‘, série da CW baseada nos quadrinhos da DC.

Lauren Stamile (‘Grey’s Anatomy’) e Damon Dayoub (‘Chicago Fire’) foram confirmados na produção.

Eles irão interpretar Lincoln e Rebecca March, os pais do Brody March (interpretado por Rahart Adams). Lincoln é descrito como um cara carismático que deseja ser o próximo prefeito de Gotham, enquanto Rebecca cumpre seu papel como “a boa esposa”. Ela está presa em um casamento infeliz com um homem que está preocupado apenas com o seu legado.

Ainda sem data de estreia, a produção está prevista apenas para 2023.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco ainda também conta com Rahart Adams como Brody e Misha Collins como Harvey Dent

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘Decisão de Partir’: Novo suspense do diretor de ‘Old Boy’ ganha data de estreia no Brasil

O thriller ‘Decisão de Partir‘, próximo filme do aclamado cineasta Park Chan-wook (‘Oldboy’), finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de janeiro, pela Diamond Films.

Na trama, o detetive Hae-joon (Park Hae-il) é chamado para investigar a morte misteriosa de um homem que caiu do pico de uma montanha. Durante sua investigação, ele começa a desenvolver um interesse na viúva do falecido, Seo-rae (Tang Wei), que é uma suspeita no caso.

Confira o trailer:

O longa foi selecionado para representar a Coreia do Sul no Oscar 2023, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Lee Jung-hyun, Park Yong-woo, Go Hyung-Pyo e Kim Shin-young completam o elenco. Miky Lee e Kang Ho-sung servem como produtores executivos.

Além de dirigir, Chan-wook também assina o roteiro ao lado de Seo-kyeong Jeong. Os dois trabalharam juntos em ‘A Criada‘ e ‘Sede de Sangue‘.

Lily Collins, de ‘Emily em Paris’, vai estrelar nova série do Prime Video

De acordo com o Variety, Lily Collins (‘Emily em Paris’) vai estrelar a série ‘The Accomplice‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

A produção é baseada no livro homônimo de Lisa Lutz.

Na trama…

Luna Grey e Owen Mann são melhores amigos na faculdade, ligados para sempre por uma morte inesperada em seu círculo interno. Anos depois, a vida deles vira de cabeça para baixo novamente após a esposa do Owen ser brutalmente assassinada.

A produção irá explorar temas como amizade e se aprofundará em quão bem você conhece a única pessoa que realmente conhece você.

Olivia Milch (‘Oito Mulheres e um Segredo’) será responsável pela série, além de servir como produtora executiva.

Amazon Studios servirá como o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Charli XCX vai produzir nova comédia LGBTQ+ para o Prime Video

De acordo com o Variety, a cantora Charli XCX vai produzir a série de comédia ‘Overcompensating‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

Além de produzir, Charli XCX também criará músicas originais para o projeto.

O comediante Benito Skinner irá estrelar a série.

Na trama…

“Benny é um jogador de futebol que luta para aceitar sua sexualidade na faculdade – o que o faz exagerar em sua masculinidade para fingir ser o que não é.”

Ousada, emocionante e divertida, a comédia vai estrelar a jornada de autodescobrimento que todas as pessoas passam – incluindo as diversas personalidades que tentamos adotar no meio do caminho.

O renomado A24 será o estúdio responsável pelo projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Papai Noel robô toca o TERROR no trailer de ‘Christmas Bloody Christmas’; Confira!

O terror natalino ‘Christmas Bloody Christmas‘, que traz um Papai Noel robô assassino no melhor estilo ‘O Exterminador do Futuro‘, ganhou o primeiro trailer sangrento.

Confira:

Joe Begos é responsável pela direção.

Na véspera de Natal, Tori Tooms (Riley Dandy) só quer saber de festejar e ficar bêbada, mas um Papai Noel robô em uma loja próxima ganha vida e transforma sua noite em um verdadeiro inferno. Enquanto o Papai Noel inicia um massacre, Tori é forçada a lutar pela sobrevivência.

O elenco ainda conta com Sam Delich, Jonah Ray Rodrigues, Dora Madison, Jeremy GardnerJeff Daniel Phillips e Abraham Benrubi.

O terror será lançado direto em VOD no dia 9 de dezembro.

Quentin Tarantino revela qual o seu James Bond favorito e surpreende

A franquia James Bond, que tem 60 anos de existência nos cinemas, é uma das maiores cinesséries da história da cultura pop, contando com diversos atores no papel principal, com astros como Daniel Craig e Sean Connery. E o aclamado cineasta Quentin Tarantino revelou qual o seu 007 favorito.

Em entrevista à revista Empire, o cineasta foi convidado a fazer um ranking com cada protagonista de 007, do pior ao melhor. No entanto, ele não se importou muito em elencar todos os atores, mas deixou claro qual é o top 3 dele.

Sean Connery, Pierce Brosnan, depois, um pouco abaixo dele, Roger Moore. E então todo resto”, disse Tarantino.

Que continuou citando de maneira inusitada a importância de Pierce Brosnan: “Connery está no topo, mas eu realmente gosto de Pierce Brosnan. Eu não ligava para os filmes que ele fazia, achava todos ruins, porém pensava que ele era um Bond legítimo. Sou um grande fã de Roger Moore – e gosto dele ainda mais quando ele não interpreta o Bond”.

Quentin Tarantino é conhecido pelos filmes repletos de personagens excêntricos e diálogos mirabolantes. Até hoje, ele comandou nenhum filme de herói, gênero que domina a indústria cinematográfica, seja da Marvel ou DC.

Wandinha e Tim Burton apresentam a Escola Nunca Mais em vídeo inédito pela Netflix

A famigera escola Nunca Mais é o principal destaque de um novo vídeo dos bastidores da série ‘Wandinha‘, da Netflix. No novo material, vemos depoimentos do diretor Tim Burton e dos criadores da série, Alfred Gough e Miles Millar, sobre a escola.

Confira logo abaixo:

A escola é descrita na trama como um refúgio para gente esquisita, liderada por ninguém menos que Gwendoline Christie, incrível.

Wandinha‘ vai parar na Nunca Mais após ser expulsa da maioria das escolas tradicionais, culpa de coisas inocentes como soltar piranhas vivas para atacar coleguinhas de classe na piscina. Só que agora a personagem terá de resolver um misterioso crime no local.

Veja a abertura da série:

A produção será lançado na plataforma no dia 23 de novembro.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

James Cameron compara trama de ‘Avatar: O Caminho da Água’ com ‘Família Sopranos’

A aguardada sequência de ‘Avatar: O Caminho da Água‘ trará Jake e Neytiri de volta às telona após 13 anos, porém, parece que nem tudo serão flores na vida do casal Na’vi, isso porque o diretor James Cameron (‘Titanic’) comparou a trama a um drama ao estilo dos mafiosos da ‘Família Sopranos‘ da HBO.

“Acima de tudo, O Caminho da Água é uma história de família. Isso porque 14 anos após se apaixonarem, Jake e Neytiri são pais orgulhosos de cinco filhos. As pessoas dizem: ‘Ah, meu Deus… Uma história de família da Disney? Justo o que eu queria…’. Mas não é ESSE tipo de trama. Somos uma história de família tanto quanto Sopranos”, disse Cameron à revista TotalFilm.

Sopranos‘ (no original) foi exibida entre 1999 e 2007 na HBO é tida como uma das maiores produções da telinha, e aborda a família disfuncional do mafioso Tony Soprano (James Gandolfini) ao mesmo tempo em que o próprio protagonista encara crises existenciais com uma psicóloga.

E aí, você está curioso para entrar no mundo de Pandora mais uma vez?

A estreia nos cinemas nacionais acontece em 15 de dezembro.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.    

Dirigido por Cameron, o filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

Ryan Reynolds quer Taylor Swift em ‘Deadpool 3’: “Eu faria qualquer coisa por ela”

O astro Ryan Reynolds revelou que é um grande fã da estrela pop Taylor Swift, e fala que gostaria de vê-la em ‘Deadpool 3‘. Contudo, garantiu não existir nenhuma negociação ou conversa por enquanto com Swift.

“Você está brincando comigo? Eu faria qualquer coisa por aquela mulher. Ela é um gênio… Meu Deus, sim. Todos nós, a minha família inteira, não estou brincando. Eu a amo. Eu, Blake (Lively), minhas filhas… Nós a adoramos. Há essa obsessão”, falou Ryan Reynolds ao Entertainment Tonight.

As filmagens começarão no primeiro semestre do próximo ano, tanto que Reynolds e Hugh Jackman já estão se preparando fisicamente para o aguardado momento.

E você, gostaria de Taylor Swift em ‘Deadpool 3‘?

Deadpool 3‘ terá direção de Shawn Levy (‘Stranger Things’) e roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Oi? Norman Reedus revela que “TODO MUNDO MORRE” no final de ‘The Walking Dead’

Com apenas um episódio para o fim de ‘The Walking Dead‘, a lendária série de zumbi da AMC terá o seu desfecho no dia 20 de novembro. É claro que teremos muitos spin-offs do mesmo Universo em 2023, mas a produção principal está mesmo chegando nos seus finalmentes.

Para equipe de ‘The Walking Dead‘, as emoções afloraram em torno da parte final. Porém, todos fãs querem saber, como será o último episódio da série? “Acho que haverá uma mistura de nostalgia e esperança”, diz Lauren Ridloff, intérprete de Connie.

O site Entertainment Weekly perguntou a vários outros membros do elenco e produtores o que podemos esperar do final. Se podiam dar alguma pista.

A fala do ator Norman Reedus, o icônico Daryl Dixon, chamou mais atenção: “Há certos momentos que serão super tristes. Haverá pessoas gritando e apoiando. Muita gritaria em frente a televisão. Conseguimos algo grande nos últimos oito episódios, então teremos muita adrenalina. Muita emoção. Muito medo. Há todas as coisas que você gostaria em um final, com certeza. Há muita coisa acontecendo. Alguns dos grupos mostram uma bravura real que você não vê chegando, o que é ótimo. E temos grandes cenários do nível de filmes fodões. E então todo mundo morre. NÃO ESTOU BRINCANDO!”.

E aí, será que teremos um novo ‘Lost‘?

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

CinePOP será o ÚNICO site do BRASIL no Red Carpet de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’; Saiba onde assistir!

O CinePOP será o único site do Brasil no Red Carpet de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ que acontece HOJE, dia 9 de Novembro, na Cidade do México.

Nosso editor-chefe Renato Marafon estará na première do filme que contará com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Lupita Nyong’o, Danai Guriraentre outros astros do elenco.

O Red Carpet começa já já, as 19h30 (horário de Brasília), e terá cobertura COMPLETA do CinePOP.

Para acompanhar nossa live e as entrevistas, siga nossas redes sociais abaixo:

Com 95 críticas publicadas até o momento, a aguardada sequência conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

O longa será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Artigo | ‘Poderia Me Perdoar?’ é uma das melhores cinebiografias dos últimos anos e precisa ser mais reconhecida

É um fato dizer que as cinebiografias tornaram-se um grande nicho dentro da indústria do entretenimento contemporâneo. Nos últimos anos, diversos nomes, famosos ou não, ganharam uma narrativa para as telonas, tendo alcançado sucesso entre o público ou insurgido como mais um filme convencional barato e previsível. Marielle Heller, diretora e protagonista de Diário de uma Adolescente’, procurou em seu mais novo projeto uma perspectiva nova, original e envolvente que focasse em um dos nomes mais controversos dos últimos anos – Lee Israel, romancista biográfica que construíra seu nome no passado, mas que agora, alcançando seus cinquenta anos, mergulhava no esquecimento e lutava até mesmo para quitar as dívidas de seu apartamento em Nova York. 

Foi assim que surgiu Poderia Me Perdoar?’, uma apaixonante tragicomédia que foca nos anos que renderam a Lee os holofotes até mesmo do FBI. A jornalista e autora é encarnada por uma atuação aplaudível de Melissa McCarthy, a qual se afasta de seus conhecidos papéis em comédias pastelão e rom-coms para entregar-se a uma versatilidade invejável e que a consagra como uma atriz com imenso potencial – não é à toa que recebeu uma indicação ao Oscar por sua performance neste longa. Heller, eventualmente, encontra sim um espaço fértil para desconstruir as fórmulas e os trejeitos clássicos das biopics, reinventando aspectos do gênero em prol de uma história que perpasse todas as complexidades do desespero humano, além de mostrar o quão disposto alguém está para dar a volta por cima. 

Após perder o seu trabalho no jornal local e não sentir um pingo sequer de apoio de sua agente, Lee Israel vê-se presa num beco sem saída, rodeada por dívidas e por um incessante bloqueio criativo que a impede de continuar seu legado como escritora. Ela tem como única companhia seu gato – e não consegue deixar sua personalidade geniosa de lado, nem mesmo para trabalhar em seu marketing pessoal. Apesar de estar trabalhando em uma nova biografia sobre a comediante Fanny Brice, Lee continua sendo desacreditada por Marjorie (Jane Curtin), que prefere apostar em romancistas mais famosos que em alguém que não sabe se fará sucesso ou não – ainda mais considerando sua última obra. 

Insistindo em continuar em seu projeto, Lee acaba por encontrar uma das cartas de Brice em meio a um livro e, levando a relíquia para casa, adultera o conteúdo dos escritos da forma mais profissional possível e consegue vendê-los por mais de trezentos dólares. É a partir daqui que a deprimida escritora reencontra um motivo para continuar vivendo: ela descobre que não precisa de ninguém, e sim de si mesma; com isso, começa a buscar em meio a suas tralhas arquivos de cartas de pessoas famosas para recriá-las em lindos e perfeitos artefatos, tudo para voltar a ter uma vida confortável. Lee encontrou um novo ganha-pão e, ainda que não seja da forma mais esperada possível, continua escrevendo, mesmo falsificando a assinatura de nomes como Nöel Coward, Dorothy Parker e até mesmo Katharine Hepburn. 

Heller não alcança sucesso apenas pelo modo rebelde como trata um dos casos mais incríveis da história criminal dos Estados Unidos, mas sim por atentar-se a detalhes minuciosos. Sua preocupação estética, muitas vezes traduzido pela performance dos atores ao invés das construções cênicas e da fotografia, também é percebida pela própria Lee: ela é uma artista e encarna cada uma dessas icônicas personalidades, incluindo seus trejeitos, seus modos de falar e seus bordões clássicos. Em determinado momento, ela mesma diz que se tornou uma melhor Dorothy Parker do que a própria – e não podemos negar, visto que os inúmeros colecionadores compram avidamente as cartas que ela os leva. 

Eventualmente, Lee é pega. Não de cara, é claro, mas depois que uma das cartas de Coward ser analisada com bastante atenção, tais compradores percebem que as relíquias vendidas são forjadas. É nesse momento que a escritora diz para si mesma que não voltará a ter vida que tinha, chegando até mesmo a roubar cartas originais de bibliotecas e museus para garantir o ganha-pão e manter o prospecto de um sentido para seu monótono e solitário cotidiano. E ela também é ajudada pela hilária e conturbada figura de Jack Hock (Richard E. Grant), um artista que passa suas noites gastando seu mísero dinheiro em bares e clubes gays. Ambos firmam uma parceria e tornam-se amigos, até Jack ser levado pelos próprios agentes do FBI a revelar que ela estava por trás das falsificações. 

Os pequenos deslizes são ofuscados pelas memoráveis performances dos dois personagens principais e pelo modo como a história é-nos contada. Claro, Heller também inclui uma subtrama amorosa entre Lee e Anna (Dolly Wells), talvez com o intuito de revelar a introspecção da protagonista, mas que logo é esquecida. Entretanto, tudo culmina em uma emocionante conclusão em que, diferente dos outros criminosos, a escritora não se arrepende de ter forjado as cartas: os meses que passou trancafiada em casa, finalmente escrevendo, lhe deram vida de novo; ela se arrepende por ter ciência de que os escritos não eram seus, mas sim de outras pessoas – e é nesse conjunto contraditório que se endossa a genialidade tanto de McCarthy quanto de Heller. 

No final das contas, Lee se reencontra mais uma vez. Após utilizar o que aconteceu como mote de sua nova autobiografia, ela volta a ter um sentido e vira a página, tentando esquecer-se de um complicado passado. Entretanto, não pense que essa conclusão se restringe aos motes do tour-de-force; ela funciona na verdade como um clichê prático que, felizmente, foi acompanhado de uma trama coesa, estrelada por uma atriz que, sem dúvidas, ainda tem muito a nos oferecer. 

 

Letitia Wright, estrela de ‘Pantera Negra 2’, fala como soube e sentiu a morte de Chadwick Boseman

O hoje saudoso Chadwick Boseman faleceu vítima de um câncer de cólon, em 2020, aos 43 anos, algo que abalou todo elenco de ‘Pantera Negra‘, que teve que se recompor para fazer ‘Wakanda Para Sempre‘.

E a atual estrela da franquia, Letitia Wright, contou quando e como recebeu a notícia da morte de Boseman, dizendo como ficou devastada quando finalmente entendeu que aquela era a partida do seu companheiro de elenco.

Letitia disse ao site ComicBook que recebeu uma ligação com alguém dizendo “meus pêsames”, mas que a pessoa não havia sido claro sobre o que se tratava aquilo: “Então eu fiquei tipo, ‘Minhas condolências’ por quê? Do que esse cara está falando?”.

Com o tempo novas condolências foram chegando e ela simplsmente não coneguia aceitar o acontecido: “Alguém está tentando fazer alguma brincadeira comigo? Isso não é piada. Isso não é certo. E eu fiz a primeira coisa que qualquer um faria: liguei diretamente para o Chadwick”.

Sem resposta, a atriz entrou em contato com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), que tentou dizer a ela que o Boseman se foi, fazendo com que Wright ficasse fora da realidade naquele momento: “Eu estava tipo, ‘Yo, acho que todo mundo está viajando agora. Estou te dando uns cinco segundos para me dizer que isso não é real. Kaluuya ficou em silêncio e eu fiquei tipo, ‘OK, tudo bem, se você não vai me dizer, eu vou continuar ligando para Chad até ele atender'”.

“Isso me assombrou por meses, não pude dizer adeus a ele ou estar perto da família ‘Pantera Negra’ para compartilhar aquele momento. Demorei a acreditar”, contou a atriz.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Demolidor: Renascido’: Fan art traz o herói com belo traje preto e vermelho; Confira!

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con, foi anunciado que a série ‘Demolidor‘ ganhará continuidade no Disney+, com estreia marcada para 2024.

Intitulada ‘Daredevil: Born Again‘ (Demolidor: Renascido), a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

E, como já é tradição na Marvel, os heróis costumam aparecer com trajes diferentes a cada nova produção.

Como o Demolidor vestiu seu traje amarelo e vermelho em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’, um usuário do Instagram compartilhou uma fan art imaginando o Homem sem Medo com um traje mais sombrio.

Com alguns detalhes em vermelho, o uniforme é majoritariamente preto, dando a ele um aspecto mais intimidante.

Confira:

Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Duna: A Irmandade’: Travis Fimmel, de ‘Vikings’, é escalado para a série derivada

Segundo o ComicBook.comTravis Fimmel, conhecido por seu trabalho nas séries ‘Vikings’‘Raised by Wolves’, foi escalado para o elenco de Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve.

As informações indicam que ele dará vida a Desmond Hart, um soldado carismático com um enigmático passado que deseja conquistar a confiança do Imperador em detrimento da Irmandade.

Ele se junta às recentemente confirmadas Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’).

Boussnina interpretará a Princesa Ynez, uma jovem independente lidando com a pressão de suas responsabilidades como herdeira do trono; Brune-Franklin interpretará Mikaela, uma forte mulher Fremen que serve a família real enquanto deseja conhecer seu planeta natal que nunca chegou a conhecer; Cunningham interpretará a Irmã Jen, uma acólita em treinamento na escola da Irmandade; Hinds interpretará a Irmã Emeline, uma acólita descendente de uma longa linhagem de mártires; Lea interpretará Lila, a acólita mais jovem da Irmandade.

Emily Watson, Shirley HendersonIndira Varma estrelam a produção.

Diane Ademu-John entra como criadora, roteirista, co-showrunner e produtora executiva, enquanto Alison Schapker também será co-showrunner e produtora executiva. O vencedor do Emmy Johan Renck irá dirigir os dois primeiros episódios.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Petição para RETORNO de Henry Cavill à ‘The Witcher’ passa das 200 MIL assinaturas

Muitos não acreditaram quando foi anunciado, mas por duas temporadas e um inédito terceiro ano que está por vir, Henry Cavill protagonizou a série ‘The Witcher‘, sucesso da Netflix.

No entanto, o ator avisou que na quarta temporada deixará o papel de Geralt e será substituído por Liam Hemsworth. Contudo, no intuito de evitar essa mudança tão drástica, os principais fãs da série criaram uma petição para manter o Homem de Aço como protagonista.

O abaixo-assinado foi feito no site Change.org, tendo como meta 75 mil assinaturas. Mas, agora, uma semana depois, a petição já passa das 200 mil assinaturas.

Henry Cavill não está deixando ‘The Witcher’ por causa do Superman, os executivos da Netflix mais uma vez tomaram uma decisão errada contra a opinião dos fãs. A razão pela qual ‘The Witcher’ é uma série tão popular é o amor dos fãs pelo material de origem dos livros e jogos, que são odiados e ridicularizados pelos escritores da série. Cavill é um desses grandes fãs, ele conhece tudo de dentro para fora e queria permanecer fiel ao mundo de Sapkowski, e é por isso que a Netflix quer substituí-lo”, diz a descrição do abaixo-assinado.

Após assinar com a Warner Bros. Discovery para voltar a viver o ‘Superman’, o ator também aceitou expandir seu desempenho em filmes da DC – o que vai demandar muito tempo.

Depois de deixar o elenco, o ator agradeceu a oportunidade e desejou tudo de bom para seu substituto:

“Minha jornada como Geralt de Rivia foi repleta de monstros e aventuras e, infelizmente, eu deporei meu medalhão e minhas espadas para a quarta temporada”, disse Cavill. “Em meu lugar, o fantástico Sr. Lobo Branco vai assumir o manto. Tal como acontece com os maiores personagens literários, passo a tocha com reverência pelo tempo gasto encarnando Geralt e entusiasmo para ver a opinião de Liam sobre este homem mais fascinante e cheio de nuances. Liam, bom senhor, trará uma profundidade tão maravilhosa para esse personagem, e irá mergulhar e ver o que você pode encontrar.”

Vale lembrar que os próximos episódios chegam à plataforma de streaming em 2023.

 

Crítica 2 | Pantera Negra: Wakanda Para Sempre abraça aventura política sem apelar para sentimentalismo

Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.

Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.

Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.

E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.

Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.

Tenoch Huerta Mejía como Namor. Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.

Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.

Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.

Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.

 

Reprodução

O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.

Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.

Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).

‘The Righteous Gemstones’: 3ª temporada ganha primeira imagem OFICIAL; Confira!

HBO divulgou a primeira imagem oficial da 3ª temporada da série The Righteous Gemstones.

Confira:

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já começaram, com lançamento previsto para o final deste ano ou para o começo de 2023.

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

O episódio piloto é escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.