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‘Pantera Negra 2’: Diretor defende direcionamento do foco às mulheres da franquia

Os trailers de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ deixam bem claro que o foco da sequência está nas personagens femininas após a morte de T’Challa – e do astro Chadwick Boseman.

Em vez de reformular o personagem, a Marvel decidiu dar mais espaço às mulheres que eram importantes para o rei, como a rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright) e Nakia (Lupita Nyong’o).

Em entrevista para o CBM, o diretor Ryan Coogler defendeu a decisão, dizendo que:

“Não se trata de destacar as mulheres e dar menos espaço aos personagens masculinos; trata-se de contar uma história orgânica. Quem vê de fora pode pensar que é algum tipo de estratégia, mas essas personagens já tinham um espaço estebelecido na franquia. Somos abençoados com um elenco incrível que dá vida a essas personagens e faz você querer ver o que está acontecendo com Shuri ou o que está acontecendo com Okoye e Nakia. Não destacá-las seria um desserviço à história, e não queríamos adicionar novos personagens masculinos apenas para preencher tabelas.”

Ainda assim, vale lembrar que o longa conta com o retorno de Martin Freeman como Everett Ross, Tenoch Huerta como Namor, e Winston Duke como M’Baku.

Por falar nisso, M’Baku também terá muito mais destaque desta vez.

“Vou dizer que M’Baku tem mais presença neste filme do que no primeiro. Provavelmente, com o dobro de cenas que ele conseguiu no primeiro. Mas, quando perdemos alguém, devemos focar em quem estava mais próximo a ele. No caso de T’Challa, são as mulheres ao seu redor.”

Com estreia marcada para 10 de novembro, a sequência também conta com Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Crítica | Depois do Universo – Giulia Be Estreia nas Telonas em drama brasileiro estilo ‘A Culpa é das Estrelas’

Uns dez anos atrás o mercado editorial foi invadido por uma derivação de gênero que se tornou um fenômeno: a chamada sick lit, histórias centradas em um ou mais personagens com uma doença grave – quase sempre uma doença terminal e quase sempre um personagem jovem. Foi assim que as telonas ganharam adaptações tipo ‘Tudo e Todas as Coisas’, ‘A Cinco Passos de Você’ e o grande carro-chefe do gênero, ‘A Culpa é das Estrelas’, que fez milhões de adolescentes chorarem nas salas de cinema. Agora chega à Netflix o representante brasileiro desse grupo, o drama românticoDepois do Universo’, que já estreou indo direto para as primeiras posições do Top 10 em 43 países.

Nina (Giulia Be) desde criança lida com uma doença autoimune: o lupus. Apesar de ter que se superar diariamente para conseguir dar aulas e realizar seu tratamento de hemodiálise, ela cuida do avô (Othon Bastos) e tem o sonho de se tornar pianista solo da Orquestra Sinfônica de São Paulo. Mas, quando pensa nas dores que sente com frequência e no seu número na fila por um transplante de rim (14.889), Nina se desanima, sentindo-se o tipo de pessoa que vê o copo meio vazio. Então, em um dia nublado em que está no hospital fazendo sua hemodiálise, ela reconhece Gabriel (Henrique Zaga), com quem havia trombado na estação de trem anteriormente, e descobre que ele é um médico residente cheio de alto-astral e motivação, determinado a fazer com que ela veja o lado bom da vida. Porém, a relação médico-paciente será questionada quando a amizade entre os dois evolui para algo mais.

Inocente e fofinho, ‘Depois do Universo’ traz a estreia da cantora e compositora teen Giulia Be para o mundo cinematográfico, e isso, por si só, já atrai os olhares da crítica. Soma-se a isso o fato de a cantora ter quase 3 milhões de seguidores em apenas uma rede social e pronto, já temos o arrasta-quarteirão da Netflix, que apresenta, até mesmo, uma canção composta exclusivamente pela cantora para o filme.

Com mais de duas horas de duração, o longa de Diego Freitas entrega uma história com a qual o público-alvo da cantora se conecta, conduzido pela disposição da atriz em dar o seu melhor a seus fãs, mesmo em seu primeiro grande trabalho. Filmado durante a pandemia – numa época em que as doenças autoimunes ganharam os holofotes, dada o agravamento em caso de contágio – é interessante observar as alternativas encontradas pelo diretor (que aparece no longa, ele é o barman da boite ) para gravar determinadas cenas, em especial o uso de efeitos etéreos, que também se conectam ao clipe de Giulia com Luan Santana. Para quem é fã, é só encontrar as referências.

O roteiro, com colaboração de Rodrigo Azevedo e do também ator João Côrtes, desenvolve a trama bem passo a passo, mas, por vezes, dá ênfase em elementos que não vão para lugar algum [três closes na bolsa de Nina, que não interfere na história; a mania do melhor amigo Yuri (Leo Bahia) roncar e beber refrigerante, que não acrescenta; o avô que vai se vestir para a apresentação da neta e some, só reaparecendo na cena final]. Com a participação especial de Viviane Araújo, que, com seu carisma nato, dá um tom alegre ao ambiente hospitalar, ‘Depois do Universo’ é um filme com a inocência juvenil típica, um presente da cantora a seus fãs, certamente.

‘Star Wars: Histórias dos Jedi’ SURPREENDE com 100% de aprovação dos críticos; Confira!

A animação ‘Star Wars: Histórias dos Jedi‘ chegou ao catálogo da Disney+ há alguns dias e já está fazendo um tremendo sucesso entre os críticos.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou incríveis 100% de aprovação através de 14 críticas publicadas, até o momento.

Entre os comentários, os jornalistas elogiaram como as tramas preenchem as lacunas ao longo da saga e descrevem a produção como uma excelente adição ao cânone do universo criado por George Lucas.

Confira as avaliações:

“Uma viagem divertida e que vale a pena para a galáxia muito, muito distante. As histórias de Dookan serão especialmente satisfatórias para os fãs de ‘The Clone Wars‘, e Ahsoka continua sendo uma graça.” – Empire.

“Enquanto ‘Star Wars: Histórias dos Jedi’ traz diversão e preenche as lacunas, também reconta o cânone já estabelecido nos romances da saga.” – Solzy at the Cinema.

“‘Star Wars: Histórias dos Jedi‘ traz alguns personagens familiares da trilogia prequel de volta às nossas telas, em histórias que preenchem mais cânones de ‘The Clone Wars‘, o que é sempre uma vantagem.” – Decider.

“‘Star Wars: Histórias dos Jedi’ já é uma das minhas partes favoritas da saga e espero que eles explorem muitos outros personagens da franquia.” – idobi.

“O resultado geral, supervisionado por Dave Filoni, é surpreendente e forte. ‘Star Wars: Histórias dos Jedi‘ consegue dizer exatamente o que significa e termina deixando os espectadores com vontade de mais.” – Paste Magazine.

A produção vai estrear oficialmente no dia 26 de outubro.

Os três primeiros episódios irão narrar a origem de Ahsoka Tano. Já os três episódios seguintes focarão no Conde Dookan.

Vale lembrar que ‘Tales of the Jedi‘ é baseada nos quadrinhos de mesmo nome publicados pela Dark Horse. Dave Filoni, responsável por ‘The Clone Wars‘, comanda o projeto.

Confira abaixo o anúncio:

Liam Neeson, que interpretou Qui-Gon Jinn nas pré-sequências, irá reprisar seu papel na série animada.

13 Filmes IMPERDÍVEIS para assistir na HBO Max

No nosso esquenta especial dessa semana, estamos separando 13 dicas super especiais de apenas filmaços que vamos recomendar e estão disponíveis nos streamings mais populares. Produções consagradas, que não apenas deram o que falar quando estrearam, mas que foram importantes para o gênero ou ideia que abordam.

Listamos também filmes que representam categorias específicas, seja com um final surpreendente, por ser um clássico, por ser símbolo do cinema brasileiro ou mesmo sul-americano, por trazer inovações técnicas ou mesmo conquistarem prêmios importantes, como Cannes ou o Oscar, onde todos estão disponíveis na HBO Max.

E não esquece de comentar também se já viu todos eles e se tem outros tão bons na HBO Max que merece ganhar um espaço na parte dois dessa lista. E fica ligado que vai vir por aí muito mais dicas de outros streamings como Star+, Netflix e Amazon Prime. Bora lá!

Deserto Particular (2021)

Dirigido pelo ótimo Aly Muritiba, a mente por trás de ‘Para Minha Amada Morta’ e ‘O Caso Evandro’, ‘Deserto Particular’ tem um primeiro ato completamente diferente do que o filme vai se tornar ao decorrer da trama, muito pela obra expressar o quão mundano e comum é o seu personagem. Revelado então o verdadeiro enredo, a paixão de um policial, branco e do Sul por um garoto nordestino travesti, é que vemos várias camadas serem debulhadas em tela, seja do ponto de vista social ou no que se refere a sentimentos. Não à toa, o longa foi o representante do Brasil no Oscar.

 

Maligno (2021)

Definitivamente, ‘Maligno’ foi um dos filmes de terror mais surpreendente dos últimos anos dentro do mainstream, já que foi dirigido por James Wan, conhecido cineasta e criador de franquias emblemáticas do estilo, como ‘Jogos Mortais’ e ‘Invocação do Mal’. Wan dessa vez foi mais autoral do que nunca, pegou a estética do cinema giallo, mesclou ao seu estilo soturno e criou um final simplesmente aterrador. Isso sem falar em toda linguagem quadrinista, onde o personagem principal mais parece uma mistura do Corvo com um monstro contorcido. Brilhante!

Clube da Luta (1999)

David Fincher é hoje um dos grandes cineastas americanos em atividade, muito por dois filmes: ‘Seven’ e absolutamente genial ‘Clube da Luta’. O filme estrelado por Edward Norton e Brad Pitt moldou uma geração, foi o soco na mente de muita gente que viva em inércia e que finalmente acordou, quando entendeu o funcionamento de muita coisa dentro da sociedade. Além disso, o filme tem um roteiro primoroso e uma condução narrativa irretocável, construindo tudo para chegar no clímax desejado. Um verdadeiro jovem clássico.

 

Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994)

Quentin Tarantino já havia deixado muita gente maluco com o igualmente genial ‘Cães de Aluguel’, porém com ‘Pulp Fiction’ o cineasta atingiu uma maturidade narrativa que o colocou no patamar dos grandes autores do cinema moderno. Contando uma trama absolutamente insana, através de um formato ainda mais louco e ousado, Tarantino encaixa diversas histórias dentro de uma história que em muitos momentos parece sem sentido, e ainda assim entrega diversas cenas que ficaram marcadas na história do cinema.

Moonlight: Sob a Luz do Luar (2017)

O filme oscarizado da A24, ‘Moonlight‘ é um inesquecível espetáculo intimista que tocará cada espectador de um jeito. Se o filme pode ser visto como sendo sobre a busca de uma identidade, ele nunca perde a sua, caminhando a passos largos na direção de um futuro incerto, mas carregado de vida, escolhas, imposições e, sim, amor. Um filme que possui uma quantidade imensa de grandes performances e entrega muito além dos longas do estilo.

Jogador Nº 1 (2018)

Steven Spielberg retorna à ficção cientifica com ‘Jogador Nº 1‘. Baseado num livro de Ernest Cline, o filme parece na verdade uma desculpa para fazer uma homenagem colossal a cultura pop em geral. É uma ode à música (com passagens de Van Halen, Duran Duran e New Order); uma ode ao cinema (e nesse sentido então creio que não dá pra medir a quantidade de produções referenciadas, mas se destacam coisas como ‘De Volta Para o Futuro’, ‘O Iluminado’, ‘Star Wars’, ‘Star Trek’, ‘Gigante de Ferro’ e ‘Monty Python’ – tendo até uma auto referência a ‘Jurassic Park’); e uma ode também aos games, por que não.

Dentre as muitas passagens de ‘Halo’, ‘Overwatch’, ‘Final Fantasy’, ‘Warcraft’, ‘Street Fighter’ e afins, há também uma metalinguagem primeiro na concepção de mundo, que é lá chamado de Oasis. Depois nos avatares usados como forma de interação entre pessoas. Onde muitos vivem reclusas a isso. Acima de tudo, Jogador N1 é um filme jovem. Extremamente atual em sua linguagem, nos temas abordados e principalmente pelos seus personagens, o velhinho Spielberg, no auge dos seus 71 anos, mostra aos jovenzinhos porque é considerado o pai da cultura pop mundial. Uma obra revigorante que traz a magia e a nostalgia de clássicos que víamos antigamente. E se ele irá ou não virar um clássico também, só o tempo dirá.

 

Esquadrão Suicida (2021)

Dois casos fizeram o ‘Esquadrão Suicida‘ de James Gunn ser ainda mais surpreendente: 1) o fato do longa anterior, comandado por David Ayer, ser um verdadeiro crime, um filme tão ruim e bagunçado que foi completamente ignorado com o lançamento da sua sequência; 2) depois porque Gunn havia sido literalmente chutado da Marvel, após descobrirem antigos tweets que queimaram o seu filme.

Enfurecido, o diretor entregou um dos filmes de histórias em quadrinhos mais inspirados da história. Repleto de elementos temáticos e narrativos, que tomou emprestado até mesmo ideias das produções japonesas, montou um novo grupo de heróis que ao mesmo tempo que eram estranhos, também eram violentos e brutais, isso sem falar no modo em que Gunn consegue criar o clima de ameaça, já que a qualquer momento um dos seus protagonistas pode morrer. Até a Arlequina foi reinventada. Espetacular!

Batman (2021)

O Batman de Robert Pattinson, ator que casou como uma luva nessa abordagem, também surge como um aspecto original dentro da produção como um todo. Isso porque, pela primeira vez em live-action, temos a intepretação do Cavaleiro das Trevas atuando como um verdadeiro detetive. São recorrentes os momentos que vemos o Batman presente nas cenas crime junto a polícia ou mesmo ao Alfred (Andy Serkis) investigando os cenários dos delitos ou tentando resolver os enigmas do Charada. E falando naquele que é o principal vilão, é impressionante o que Paul Dano é capaz de fazer quando interpreta esses tipos esquisitos exagerados, não ficando atrás, por exemplo, do Coringa de Joaquin Phoenix.

As Golpistas (2019)

Esse filme pegou todo mundo de surpresa, por trazer uma Jennifer Lopez mais sensual do que nunca, mas ao mesmo tempo por exibir uma personagem muito humana e capaz de tudo por sua filha. A trama foca na vida de Destiny, que muda para sempre quando ela se torna amiga de Ramona, que lhe mostra como lidar com a rica clientela no clube em que trabalha como stripper. Mas, quando a crise financeira chega, as amigas percebem o declínio na quantidade de clientes de Wall Street abalar sua rentabilidade. Com isso, decidem elaborar um esquema ousado para recuperar suas vidas. Um filme sexy, pulsante e com uma história empolgante.

 

Mad Max – Estrada da Fúria (2015)

Mais de 20 anos após o terceiro filme, George Miller voltou com uma produção que é considerado por muitos o grande filme da década passada, pois ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, além de ser um estrondoso filme de ação, traz algumas das cenas mais grandiosas feitas nos últimos tempos. Carros e caminhões explodindo no meio do deserto, pancadaria para todo lado, insanidade a cada tomada criada e, acima de tudo, personagens marcantes, que não à toa, irão ganhar histórias próprias, vide a Furiosa. É difícil algo chegar perto de Estrada da Fúria quando o assunto é ação.

Relatos Selvagens (2014)

O cinema argentine sempre ostentou filmes brilhantes, bem como Ricardo Darín sempre esteve presente como um dos atores mais importantes da história dos Hermanos. Em Relatos Selvagens ele está apenas em uma das seis histórias, que focam basicamente em vinganças cotidianas. De um passageiro revoltado no avião ou mesmo numa briga de trânsito, até um casamento repleto de traições e histórias de quadrilhas locais, todos casos comuns que, pela ótica do longa, parecem absolutamente insanos.

O Grande Gatsby (2013)

Luhrmann se mostra bem-sucedido durante a maior parte do tempo justamente por conferir energia e cor às palavras evocativas de Fitzgerald ao mesmo tempo em que se mantém fiel à sua trama. ‘O Grande Gatsby‘ vai encher os seus olhos, o fará rir e chorar e no fim, poderá deixá-lo com uma sensação de vazio no peito. Talvez, após ver o filme, você entenda um pouco melhor como Nick Carraway sentiu-se ao narrar sua história. É um filme de visual impressionante, trilha sonora que tem tudo para estourar e trama bem amarrada. Vale muito conferir esse filme classudo.

O iluminado (1980)

Falar e recomendar um filme como ‘O Iluminado‘ é pura redundância. É um filme que desafia os sentidos, que nos faz mergulhar em mundo do qual temos até dificuldade de voltar tamanha é a imersão que a fita proporciona. É Kubrick mostrando absoluta maestria sobre mais um filme de gênero e sobre o Cinema em si. Com cenas tão belas que chegam ser hipnóticas e com um rigor técnico assustador. Tudo isso para criar uma atmosfera opressiva, onde uma família é aterrorizada por aflições internas de um pai que se torna a figura mais louca que o cinema já viu.

‘Piggy’: Aclamado TERROR estreia na Paramount+; Confira o trailer legendado!

O aclamado terror ‘Piggy‘, que conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, já está disponível no serviço de streaming da Paramount+.

Na trama, Sara é uma jovem constantemente ridicularizada por um grupo de garotas por causa de seu peso. Quando um serial killer as sequestra, Sara faz um pacto silencioso com o psicopata para se livrar de suas atormentadoras.

Confira o trailer legendado:

O longa foi escrito e dirigido por Carlota Pereda.

Com o sol brilhante na zona rural da Espanha, Sara se esconde no açougueiro de seus pais. Sendo uma estudante cujo peso a torna alvo de bullying, ela tenta escapar das garotas malvadas que a atormentam no colégio. Após testemunhar o brutal sequestro delas, Sara fica dividida entre contar a verdade ou proteger o estranho que a salvou dos seus tormentos.

Laura Galán estrela a produção.

HBO Max divulga as novidades para a 1ª semana de novembro; Confira!

Através do Twitter, a HBO Max divulgou uma lista com as novidades para a primeira semana de novembro.

Entre os destaques, os assinantes serão presenteados com a aguardada 2ª temporada de ‘The White Lotus‘ e com a animação ‘Dragon Ball Z Kai: Final Chapters‘.

Entre os filmes, há boas novidades para os amantes de terror, como ‘Possessão’, ‘A Mulher de Preto’ e ‘A Bruxa de Blair’.

Confira lista completa:

Vale lembrar que temporada de estreia deA Casa do Dragão, derivada da aclamada Game of Thrones, chegou ao fim no último dia 23 de outubro – e, agora, os fãs da adorada produção já podem conferir o ciclo completo no catálogo.

Relembre o trailer:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith vive o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine interpreta o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint vive Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best interpreta a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno encarna Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Cross’: Aldis Hodge vai estrelar série da Amazon ao estilo ‘Jack Reacher’ e ‘Jack Ryan’

A Amazon Prime vem investindo em diversas séries de ação adaptadas de clássicos romances, como ‘Jack RyaneJack Reacher‘.

E, de acordo com a Variety, há mais uma vindo por aí…

Foi dito que Aldis Hodge (‘Adão Negro’) foi contratado para o papel principal de ‘Cross’, adaptação do romance homônimo escrito por James Patterson.

Na trama, o astro dará vida ao espião Alex Cross, descrito como “brilhante, mas falho e cheio de contradições. Um pai amoroso e homem de família, Cross nutre uma obsessão quando se trata de caçar assassinos. Ao mesmo tempo, ele é carente de amor, mas o assassinato de sua esposa o deixou muito magoado para aceitar qualquer demonstração de afeto.”

Além de estrelar, Hodge também será um dos produtores.

O roteiro fica a cargo de Ben Watkins, que também será produtor executivo e showrunner.

Para quem não conhece, seu currículo conta títulos como ‘Mão de Deus’, ‘Truth be Told‘ e ‘Burn Notice‘.

Vernon Sanders, presidente de conteúdo global da Amazon Studios, comemorou a iniciativa, dizendo:

James Patterson está entre os melhores quando o assunto é cativar o público com seus romances inegavelmente inteligentes e estamos confiantes de que, com a visão artística de Ben Watkins, ‘Cross‘ fará o mesmo por nossos assinantes.

Ele continuou:

“Estamos orgulhosos de trabalhar com James e Ben ao lado da Paramount Television, da Skydance e com o extremamente talentoso Aldis Hodge, que sabemos que fará um trabalho excepcional ao dar vida a Alex Cross.”

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre diretores, restante do elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Até lá, o trabalho mais recente de Hodge éAdão Negro‘, atualmente em exibição nos cinemas.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

13 ÓTIMOS Filmes para assistir no Star+

Continuando o nosso especial de 13 indicações de filmaços disponíveis nos streamings, vamos agora citar algumas produções do Star+. Quando o Disney+ chegou no Brasil, todo mundo quis saber quando a Casa do Mickey iria adicionar os principais títulos da Fox ou obras digamos mais “adultas”.

O Star+, então, que tem hoje pouco mais de 900 filmes disponíveis em seu catálogo, veio para preencher essa lacuna. Dentre grandes lançamentos disponíveis, a premiados no Oscar ou filmes clássicos do cinema, listamos títulos bem populares, mas que muita gente nem imagina que estão disponíveis nessa plataforma.

Não deixa de comentar também se já viu todos eles e se tem outros tão bons no Star+ que merece ganhar um espaço numa segunda lista futura. E fica ligado que vai vir por aí muito mais dicas de outros streamings, caso vocês tenham mais interesse nessa série. Vamos à lista!

Bumblebee (2018)

Quando a anunciaram ‘Bumblebee’, o spin-off da franquia já desgastada ‘Transformers’, foi acesa uma luz de esperança quanto a abordagem desse novo título – ainda que tomasse como base o universo já empreendido. Felizmente, o diretor Travis Knight trouxe um novo fôlego para a série, entregando uma aventura mais leve e influenciada pelas obras de Spielberg, como ‘ET – O Extraterrestre’.  A protagonista Hailee Steinfeld também deu outro dinamismo e um tom mais orgânico à trama em questão, que tem heróis e vilões, mas é funcional e cativante. O chamado ‘Transformers’ do bem.

 

Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)

O último filme lançado da cinessérie que é a galinha dos ovos de ouro de Tom Cruise, ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, dobrou o número de cenas de ação, e não só isso, elas ficaram ainda mais ousadas e insanas. A chegada de Henry Cavill como um capanga implacável deu uma cara de 007 à franquia, que já tinha flertado com isso na entrada da organização O Sindicato – bem como é a Spectre nos filmes do James Bond. O que temos é uma história maluca onde o que importa no final das contas são as tomadas mirabolantes perfeitamente orquestradas por Cruise e o cineasta Christopher McQuarrie.

Os Suspeitos (2013)

Mesmo tendo sido indicado ao Oscar pelo filme canadense ‘Incêndios’, Denis Villeneuve explodiu em Hollywood com o sensacional thriller ‘Os Suspeitos’, que era uma mistura de dois filmes do próprio David Fincher, ‘Zodíaco’ e ‘Seven’. Villeneuve, no entanto, além de trazer uma situação mais desesperadora e um tanto brutal, deixou como background um conceito muito interessante de labirintos, onde todos os personagens do longa procuravam seguir por caminhos em que não faziam ideia, sobretudo no que se refere a própria mente. O elenco então é espetacular, com Jake Gyllenhaal, Hugh Jackman e Paul Dano em papéis viscerais.

 

A Rede Social (2010)

A Rede Social’ marcou definitivamente a mudança de estilo do grande cineasta David Fincher, que sempre apostou numa linguagem de thriller e pulsante para um viés mais analítico e estética frigida. Algo que iria se intensificar na série ‘House of Cards’, e que casou como uma luva para contar a história peculiar que foi a criação do Facebook. O roteiro minimamente detalhado criado por Aaron Sorkin foi fundamental para criar a persona de Mark Zuckerberg, interpretado com maestria por Jesse Eisenberg, que parece uma metralhadora de diálogos. Toda atmosfera, a trama empolgante e um enorme leque de personagem tornam ‘A Rede Social’ um dos grandes filmes de David Fincher, o que não é pouca coisa.

Garota Exemplar (2014)

David Fincher decidiu desta vez unir um pouco dos seus dois estilos, trouxe a sua pegada investigativa e curiosa e juntou à pegada mais fria e analítica dos trabalhos recentes. ‘Garota Exemplar’ é a adaptação do conhecido livro de Gillian Flynn, a respeito de mentiras e aparências, com personagens dúbios e repleto de momentos que levam o expectador construir uma perspectiva que pouco tem a ver com a verdade que será revelada. Rosamund Pike passou a ser ainda mais disputada e vista como uma das atrizes mais promissoras da atualidade, pois, de fato, a sua personagem é absurdamente assustadora.

 

Deadpool 2 (2015)

Após o primeiro e sensacional ‘Deadpool’, Ryan Reynolds voltou com mais personagens, como Cable e Dominó, e muitas insanidades na continuação igualmente hilária e anárquica chamada apenas de ‘Deadpool 2’. É tudo aquilo que você espera de uma sequência, pois é ainda melhor ainda que o original. É um filme que se orgulha de falar para um universo nerd, mas aqui no universo Deadpool ser nerd significa algo muito mais abrangente, chegando até o universo LGBTQ, ao empoderamento de todos os segmentos “descartados” pela indústria, sendo ao mesmo tempo espirituoso, respeitoso e muito escroto.

Logan (2017)

A despedida (?) de Hugh Jackman no papel de Wolverine, ou melhor, de Logan, foi das coisas mais sensacionais já produzidas dentro do subgênero dos filmes baseados em histórias em quadrinho. Usando toda bagagem emocional e de histórias que o personagem carregou ao longo de vários filmes do X-Men e solos, o diretor James Mangold entrega um filme que na verdade é um estudo de personagem primoroso, visceral e emocionante. Capaz de arrancar lagrimas do fã mais durão. Aliás, o filme está aí mesmo para quebrar os padrões de um machão como Logan, que sempre vagou sozinho pelo mundo por várias décadas, mas que tem o seu coração domado pela chegada de sua “versão feminina mais jovem”.

 

Corra! (2017)

Não é à toa que ‘Corra!’ é considerado um dos grandes filmes dos últimos tempos, pois traz uma crítica feroz ao liberalismo branco que se considera empático em relação aos negros, mas com a condição que isso não prejudique o controle dos brancos. Peele não se dirige a neonazistas nem pessoas que xingariam negros. Essa seria uma causa perdida. Uma sátira que é um exercício magistral de tensão, que não tem medo de revelar uma violência brutal, mas sempre sabe a hora certa de quebrar a ansiedade e o terror com uma piada perfeitamente executada. Jordan Peele conseguiu juntar terror, ficção, comédia e de quebra ainda trouxe a questão racial para a conversa fazendo um filme que ao mesmo tempo que diverte.

Cisne Negro (2010)

Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina de uma companhia, está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina (Natalie Portman), mas ela possui sérios problemas pessoais, especialmente com sua mãe (Barbara Hershey). Pressionada por Thomas Leroy (Vincent Cassel), um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly (Mila Kunis). Em meio a tudo isso, busca a perfeição nos ensaios para o maior desafio de sua carreira: interpretar a Rainha Cisne em uma adaptação de “O Lago dos Cisnes”. Em ‘Cisne Negro‘, Darren Aronofsky combina todos esses elementos, criando algo subversivo e instigante. Tudo o que vemos está dentro da mente – dela e dele, do personagem e do criador – ou é algo que só existe a partir do momento em que está sendo compartilhado conosco? O espectador faz parte do processo, e será justamente esse reconhecimento e identificação que torna essa experiência tão poderosa e significativa.

 

Extermínio (2002)

Danny Boyle fez um trabalho excelente em ‘Extermínio‘, conseguindo transitar bem de cenas tensas de ação desenfreada para aquelas que precisam de uma carga dramática maior. Também utiliza a trilha sonora de maneira acertada, inclusive momentos de silêncio arrebatadores. Um filme pulsante do início ao fim, que deixa o clima de tensão no expectador durante toda sua exibição e que, junto à ‘Madrugada dos Mortos‘, fez os zumbis serem levados a sério novamente.

Um Lugar Silencioso (2018)

Um Lugar Silencioso‘ mostra uma realidade pós-apocalíptica, onde a população da Terra foi dizimada por uma entidade assustadora que ataca quando escuta um menor sinal de barulho. Em uma fazenda dos Estados Unidos, acompanhamos uma família do meio oeste que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à ameaça que ronda a sua casa. Com um roteiro recheado de tensão, o silêncio que para muitos pode parecer monótono, se torna nada menos do que a peça-chave que envolve toda a trama e isso foi um dos maiores acertos da obra. Tudo aqui funciona. Desde o clima até os sustos, que conseguem te fazer pular da cadeira, até os momentos de silêncio brilhantemente encenados pelo elenco sensacional.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

Terminator’ é a minha saga/franquia pop favorita dos cinemas – pelo menos os dois primeiros são maravilhosos. E vendo esse Destino Sombrio tive sensações parecidas, ao contrário dos três últimos. Isso porque esse novo filme funciona como uma celebração, um reencontro ou a passagem de legado. É óbvio que o longa não possui o brilho de um ‘O Despertar da Força‘, até pelo escopo, mas assim como o retorno de ‘Star Wars‘, este recria momentos marcantes da franquia, traz de volta personagens icônicos e insere figuras que devem seguir como símbolos de uma nova geração. A trama dessa “continuação oficial” é bastante simples e fácil de compreender. O oposto de Genesys, que citava linhas temporais e outras baboseiras. A intenção aqui é exatamente matar as saudades da sensacional Sarah Connor e vermos o T-800 envelhecido do Arnold em ação. E nesse sentido a coisa funciona bem. Tim Miller e sua equipe de roteiristas entregam algo honesto. Também adorei falarem sobre imigrantes com tanta veemência.

Bastardos Inglórios (2009)

Bastardos Inglórios’ é considerado por muitos o filme mais maduro de Quentin Tarantino, pois, apesar do diretor trazer todos os seus signos e estilos de sempre, mantém uma narrativa mais sóbria e elegante. Reescrevendo a história e “vingando” milhões de vítimas dos nazistas, Tarantino criou um grupo espetacular e colocou a caça de Hitler e seus asseclas. Trouxe personagens maravilhosos como o engraçadíssimo tenente Aldo Raine de Brad Pitt e o genial Hans Landa de Christoph Waltz. E o que é a cena do cinema sendo incendiado? Um filme simplesmente maravilhoso!

13 filmes com Mark Ruffalo para assistir ANTES de votar no 2º turno!

O ator Mark Ruffalo virou assunto nas redes sociais brasileiras ao interagir com uma série de personalidades brazucas nesta tarde. Pois é, parece meio aleatório, mas ele é uma celebridade muito engajada na causa ambiental e um dos grandes defensores da preservação da Amazônia, que tem grande parte de seu território no Brasil. E como ele também acumula uma série de trabalhos memoráveis, o CinePOP selecionou 13 filmaços da carreira do ator. Confira!

 

O Preço da Verdade – Dark Waters

Inspirado em uma história real, esse drama acompanha um advogado que trabalhou anos defendendo empresas de produtos químicos. Porém, após receber informações de um fazendeiro que o gado estava sofrendo por conta da ação criminosa de uma dessas empresas, ele volta atrás de suas crenças e entende que ajudou esse tempo todo a passar a boiada dos grandes empresários. Então, ele coloca a empresa na justiça para tentar garantir um futuro com menos tóxicos para a região.

Ilha do Medo

Nos anos 50, um detetive vai investigar o desaparecimento de pacientes em um hospital psiquiátrico que fica em uma ilha. Porém, após a passagem de um furacão, a ilha fica sem comunicação, deixando o detetive e os pacientes num incômodo lockdown. O problema é que alguns criminosos que eram tratados no local escapam, deixando o personagem de Leonardo DiCaprio numa grande furada. Mas pelo menos na ilha ele não incendiou a Amazônia.

 

Os Vingadores

Um vilão sem noção vem para a Terra tentar conquistar o planeta com sua vara curta. Para detê-lo, os Heróis Mais Poderosos da Terra se unem para trabalhar em equipe, numa tentativa final de acabar com esse mal. Será que essa frente ampla será o bastante para detê-lo?

Spotlight – Segredos Revelados

Super premiado, este drama foi inspirado na história real da equipe de jornalismo norte-americana que descobriu uma série casos de pedofilia em igrejas pelo mundo, que foram encobertos pelo Vaticano por muitos anos. Provando que muita gente ruim se esconde por trás desse discurso de “Deus acima de tudo”, Spotlight trata o caso de forma bem didática e emocionante. Foi o grande vencedor do Oscar 2016 de Melhor Filme.

 

De Repente 30

No seu aniversário de 13 anos, Jenna é vítima de bullying em sua própria festa. Mas um acidente cósmico acontece, fazendo com que ela acordasse no dia seguinte no futuro com 30 anos. O problema é que sua versão do futuro tem o caráter bem questionável e ela vai tentar correr atrás do tempo perdido para corrigir seus erros e fazer sua vida feliz de novo.

Truque de Mestre

Lançada em 2013, essa aventura pelo mundo dos mágicos conquistou uma série de fãs com certa rapidez. A história acompanha um grupo de ilusionistas que começam a fazer uma série de assaltos pelo mundo. E apesar de saber que são criminosos, seus seguidores os apoiam incondicionalmente, sempre ansiosos para saber qual o próximo crime que eles vão cometer impunemente. Então, a Interpol e o FBI escolhem seus melhores agentes para tentar impedi-los.

 

E Se Fosse Verdade

Clássico das sessões de TV aberta, E Se Fosse Verdade é uma comédia romântica pra lá de inesperada. Na trama, David é um rapaz que acabou de alugar o apartamento dos seus sonhos em São Francisco. O problema é que ele descobre que a antiga moradora segue vivendo lá como fantasma. Cansado da personalidade controladora da alma penada, David, que não é coveiro nem nada, decide ajudar a jovem a aceitar seu pós-vida.

Conte Comigo

Dois irmãos completamente diferentes dividem um trauma desde a infância: a perda precoce dos pais. Muitos anos depois, seus caminhos se cruzam novamente quando precisam voltar a morar juntos. A irmã é muito organizada e estável, muito longe de ser resultado de uma fraquejada dos falecidos, e trabalha duro para criar seu filho de apenas oito anos. Já o irmão é desorganizado e impulsivo, sempre tentando bancar a imagem de quem não se importa com nada. No entanto, conforme eles vão convivendo, ele começa a demonstrar que se importa com muitas coisas, principalmente com a família.

 

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Clássico do cinema indie, esse filme acompanha um casal em crise que tentou de tudo para dar certo. Porém, a mulher desiste de aguentar tantas frustrações e se submete a um tratamento para apagar suas memórias com o ex-companheiro. O rapaz entra numa profunda depressão e decide apagá-la de sua memória com o mesmo procedimento. Ele não vira jacaré, mas acaba desistindo de esquecê-la. Então, tenta encaixá-la de volta em suas memórias, até mesmo naquelas em que ela não fazia parte. Apesar de Mark Ruffalo estar no elenco, o destaque mesmo é o comediante John Kerry. Digo, Jim Carrey.

Zodíaco

Inspirado em uma história real, a trama acompanha a perseguição da polícia norte-americana ao serial killer conhecido como Zodíaco. Nos anos 60, ele cometeu uma série de assassinatos e enviou cartas para um jornal, nas quais confessava seus crimes e deixava pistas das próximas mortes. Enquanto alguns achavam que as matérias dos jornais eram Fake News, ele seguia lá matando gente das formas mais cruéis possíveis.

Minhas Mães e Meu Pai

Apesar de não serem exatamente um exemplo de família tradicional, Nic e Jules são um casal lésbico há mais de 20 anos. Junto com os dois filhos nascidos por inseminação artificial, elas criaram uma família feliz e funcional. Porém, o mais novo decide descobrir quem foi o doador que o gerou, fazendo com que a família passe a dividir seus dias com um rapaz boêmio, que vai acabar curtindo o garoto.

Ensaio Sobre a Cegueira

Adaptação do livro homônimo de José Saramago, Ensaio Sobre a Cegueira foi todo gravado em São Paulo. A trama acompanha a família de um oftalmologista que descobre uma pandemia que começa a deixar as pessoas cegas de uma hora para outra. Ele institui um lockdown em sua casa, mas como o governo trata a doença como se fosse uma gripezinha, a doença se espalha com uma velocidade impressionante. E como em terra de cego, quem tem olho é rei, a esposa do oftalmologista descobre ser imune à cegueira generalizada. Então, ela guia sua família em meio ao caos pandêmico generalizado.

Vingadores: Ultimato

Após um genocida com delírios de grandeza exterminar metade da vida no universo, os Heróis Mais Poderosos da Terra passam anos tentando ajudar os sobreviventes a seguirem em frente. Porém, quando criam uma máquina capaz de dar uma segunda chance aos Vingadores, eles deixarão de lado suas crenças e farão de tudo para acabar com a raça do vilão e corrigir seus erros, custe o que custar.

13 Filmes Alto Astral para assistir nos Streamings e Ficar Feliz No Final de Semana

É tempo de sorrir e ser feliz! Acabou a tristeza, chega de medo! Os tempos de incerteza ficarão no passado e é hora de recuperar a autoestima e o alto astral! Bora junto? Então confira aqui 13 dicas de filmes bem pra cima nos streamings para você ficar feliz nesse final de semana.

13 – ‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain’ – Telecine

Amélie é uma jovem do interior que decide se mudar para Paris para realizar seus sonhos, e, no novo apartamento, encontra um objeto que muda sua vida. Trazendo uma Paris muito colorida, é o filme que aqueceu muitos corações no início dos anos 2000.

 

12 – ‘Os Goonies’ – Prime Video (aluguel)

Um dos maiores clássicos do cinema-aventura juvenil, produzido e roteirizado por ninguém menos do que Steven Spielberg, tem sabor de infância e de esperança, bem típico dos anos 1980. E ainda traz um monte de rostinhos que hoje são bastante conhecidos pelo público.

11 – ‘Mamma Mia! O Filme’ – Telecine

Você provavelmente já ouviu a música cujo refrão canta “Mamma mia / here I go again”, que toca em quase todas as festas. Pois bem, esse é o clima desse filme de comédia romântica que traz Meryl Streep e Amanda Seyfried nos papéis principais. E ainda tem o filme 2 para quem curtir!

 

10 – ‘Bigbug’ – Netflix

E se você gostou do filme acima, fica a dica de ‘Bigbug’, o mais recente filme do diretor Jean-Pierre Jeunet, que também realizou ‘Amélie Poulain’. Trata-se de um filme bem doido, igualmente colorido, num embate de comédia ácida entre máquinas, humanos e alienígenas.

9 – ‘Com amor, Simon’ – Starplus

Comédia romântica centrada em um rapaz comum, de dezessete anos, que se vê encurralado a revelar sua identidade sexual, e, a partir daí, vem a expectativa do primeiro amor. Um filme adorável, de verdade.

 

8 – ‘Turma da Mônica: Laços’ – Globoplay

A ‘Turma da Mônica’ dispensa apresentações, e nessa primeira aventura nas telonas a turminha demonstra que o que os une – a amizade – é muito maior do que qualquer adversidade do caminho. Mais um filme que enche o coração de sentimento bom.

7 – ‘Toc Toc’ – Netflix

Provavelmente uma das comédias mais hilárias da plataforma. Reúne um grupo de pessoas com manias e obsessões diferentes em uma sala de espera aguardando serem atendidas pelo psicólogo, e, enquanto esperam, suas obsessões vão se sobrepondo às dos colegas. Hi-lá-ri-o.

 

6 – ‘Extraordinário’ – Netflix

Conta a história de um menino que nasceu com uma deformidade facial e já passou por diversas cirurgias, mas, nem por isso, encara a vida com tristeza. Ao contrário, é a pessoa mais pra cima da família. Uma verdadeira lição de vida!

5 – ‘Tico e Teco: Defensores da Lei’ – Disneyplus

Um dos melhores filmes do ano até o momento, chegou na surdina na plataforma e arrancou quase 100% de aprovação dos críticos. Recheado de referências pop e piadas, a história centrada nos dois esquilos mais famosos do mundo animado conta até mesmo com a participação do Sonic Feio.

4 – ‘Red – Crescer é uma Fera’ – Disneyplus

Apesar do subtítulo nada a ver, este é um filme bem gracinha, que fala das transformações do corpo de uma jovem menina que está atingindo a puberdade e nem ela e nem sua família sabem lidar com a ebulição de tantos hormônios.

3 – ‘Uma Segunda Chance Para Amar’ – Netflix

Comédia romântica que traz Emilia Clarke como uma mal-humorada atendente de uma loja de artigos natalinos, e, em pleno Natal, vê sua vida mudar radicalmente. Desses filmes que fazem chorar e rir ao mesmo tempo.

2 – ‘Podres de Ricos’ – HBO Max

Comédia, romance, suspense, ação – tudo isso encarnado por um elenco totalmente asiático, recheado de luxo, carros importados, cenários paradisíacos e uma edição super ágil. É assim ‘Podres de Ricos, que chegou a ser indicado como melhor filme de comédia no Globo de Ouro.

 

1 – ‘No Ritmo do Coração’ – Prime Video

Um filme bem lindinho sobre uma família surda cuja filha mais velha escuta e fica como intérprete dos pais e do irmão durante toda a sua vida, até o momento em que decide querer começar a fazer seus próprios planos. Atual vencedor do Oscar de Melhor Filme.

 

Justin Long reage aos elogios de Stephen King ao terror ‘Noites Brutais’

Recentemente, o diretor Zach Cregger se tornou o centro das atenções entre os fãs de suspense por conta do filme ‘Noites Brutais‘, que recebeu incríveis 92% de aprovação dos críticos.

Inclusive, o longa chamou a atenção até mesmo do autor Stephen King, carinhosamente conhecido como o Mestre do Horror.

Em seu perfil do Twitter, King rendeu elogios à trama e disse que se surpreendeu positivamente com o longa.

Depois disso, Justin Long disse que ficou completamente emocionado com a recepção de King ao filme.

Em entrevista para o Comic Book, o astro disse que:

“Isso me deixa emocionado. Eu cresci lendo Stephen King, eu sou apenas o maior fã desse cara, isso é incrível. Às vezes, me pergunto se as pessoas que eu realmente admiro acompanham as coisas que eu faço ou se pelo menos sabem sobre mim… E só o fato de saber que ele me viu em algo, isso me deixa orgulho, quero dizer, não há elogio maior do que esse para mim. Eu amo o trabalho dele e suas obras são uma grande parte da minha vida também.”

Lembrando que ‘Noites Brutais‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Star+.

Na trama, uma jovem aluga uma casa, mas, ao chegar, descobre que a residência já está ocupada por um homem desconhecido. Apesar dos seus instintos, ela decide passar a noite no local, mas acaba descobrindo que há muito mais a se temer…

Confira o trailer legendado:

Zach Cregger é responsável pela direção e roteiro.

Na trama, uma jovem em viagem para Detroit, para uma entrevista de emprego, aluga uma casa. Porém, quando ela chega tarde da noite no local, ela descobre que a casa já está sendo alugada por outra pessoa; um homem estranho (Skarsgård) está vivendo nela. Ignorando seus instintos, ela decide passar a noite na casa, mas logo descobre que há muito mais para se temer na casa do que o seu convidado inesperado.

O elenco conta com Georgina Campbell, Bill Skarsgard, Justin Long, Matthew Patrick Davis, Richard Brake, Kurt BraunohlerJaymes Butler.

Artigo | ‘American Horror Story: Murder House’ e como tudo começou

O gênero terror, desde seu endossamento com o Romantismo clássico em meados do século XIX, foi uma das vertentes mais exploradas pelos campos artísticos em geral, passando pela literatura e atingido o cinema e a televisão no século passado. Com o passar do tempo, o gore próprio deste gênero deu lugar à metalinguagem e, gradativamente, à saturação de fórmulas prontas que o deixaram desbotado e ofuscado pela falta de criatividade de originalidade, sempre se utilizando de personagens estereotipados e uma sucessão de acontecimentos previsíveis para a arquitetura de uma obra descartável.

Em 2011, Ryan Murphy, idealizador dos seriados Nip/Tuck’ e Glee’, resolveu entregar sua perspectiva sobre as narrativas de terror para a emissora FX, prometendo uma singela distorção do que o público já estava acostumado a assistir. Combinando isso com a decadência de diversas franquias como Atividade Paranormal’, as quais utilizavam a técnica do found footage como estilo fílmico, e até mesmo com a emergência de dramas sobrenaturais e fantasiosos como Once Upon a Time’ e The Walking Dead’, a entrada de mais um show com identidade semelhante poderia ser uma jogada arriscada, mas infelizmente o resultado foi muito positivo: o início de uma era banhada a sangue, sexo e puro horror.

A primeira temporada de American Horror Story, série vencedora do Emmy e do Golden Globe, resgata as raízes mais fincadas à exploração do mundo espiritual – a famosa e atemporal casa mal-assombrada – para desenvolver uma trama tão chocante quanto desconcertante, cheia de personagens muito bem desenvolvidos e uma horda de espíritos procurando por vingança que podem nos deixar sem dormir durante algumas noites. É claro que com uma aposta tão arriscada quanto essa, a probabilidade de haver deslizes era grande, mas o panorama geral é favorável o suficiente para satisfazer uma audiência sedenta pelo novo e pelo ousado.

LAR DOCE LAR

A Casa Assassina. Este é o subtítulo do primeiro ano da série e a alcunha carregada pelo cenário quase único no qual os nossos protagonistas residem. O episódio piloto não apenas nos dá um gostinho do que está por vir ao longo dos doze capítulos, mas consegue puxar uma nostalgia digna de clássicos do gênero ao envolver o espectador em um microcosmos perscrutado pela tragédia, começando com a morte de dois garotos gêmeos pelas mãos de uma criatura irreconhecível. Tal prólogo nos relembra as memoráveis introduções de franquias cinematográficas como Pânico’A Hora do Pesadelo’, introduzindo uma força externa e mortal para o mundo real e explorando o choque de realidade entre dois planos completamente paradoxais.

O foco da trama principal é a família Harmon, cujos integrantes são marcados por um passado conturbado e buscam um refúgio social em Los Angeles, após Vivien (Connie Britton), a matriarca, descobrir que seu marido Ben (Dylan McDermott) a estava traindo com uma de suas alunas. Já percebemos o tom de histeria da série nos primeiros minutos de tela, durante os quais a efêmera paz e tranquilidade entre os três membros da família vai de encontro a uma montagem frenética na qual vemos as revelações de um passado obscuro. E é interessante que essas backstories nos sejam apresentadas já de cara e se afastem das saídas clichês de outras obras de terror, as quais optam por colocar os personagens principais dentro de uma procura pela redenção. Aqui, os arcos seguem caminhos distintos, mas sempre se inclinando para a autodescoberta, o perdão e a obsessão compulsiva.

Entretanto, como já é de se esperar, a promessa de uma vida nova logo é quebrada com a aparição de diversos personagens secundários amedrontadores e cuja principal função é alertá-los sobre os segredos da casa, bem como mantê-los ali. Sim, parece contraditório que os papéis de Tate (Evan Peters) e Constance (Jessica Lange) se complementem mesmo sendo tão distantes entre si. Afinal, o garoto surge repentinamente na vida dos Harmon como paciente de Ben (um psiquiatra renomado) e logo se infiltra em camadas mais íntimas ao criar um relacionamento conturbado com a filha do casal, Violet (Taissa Farmiga). Enquanto isso, a moradora do casarão ao lado é uma figura misteriosa e capaz das coisas mais terríveis para manter sua família a salvo, além de carregar uma personalidade impetuosa e verdadeira ao extremo, demonstrando constantemente se gosta ou não de uma pessoa.

Os novos habitantes são rapidamente “acolhidos” e começam a ser testados de diversas maneiras, começando com Vivian e Ben. Afinal, sabemos que confiança não é o maior forte entre os dois, e a primeira jogada feita pelas carregadas energias daquele ambiente emerge na figura de Moira (Frances Conroy e Alexandra Breckenridge), empregada que residiu na mansão na década de 1980 e acabou morrendo pelas mãos de Constance. Ela desenvolve uma relação fraternal-afetiva com sua patroa, cuidando para tudo saia conforme o esperado, enquanto constantemente se transmuta em sua versão mais jovem, esbelta e sedutora para corromper o arco de redenção do doutor, quase obrigando-o a ter relações sexuais com ela e negar seus princípios maritais e sagrados. É engraçado analisar como Vivian constantemente insiste para que Ben para com suas neuroses, visto que fica acusando Moira de assédio. Mas essa é a principal missão da casa: engolir os vivos e torná-los parte das paredes desbotados, criando um limbo em terra tão perigoso quanto a própria concepção de inferno.

O cenário principal de Murder House’ nos traz a uma época remota, no auge do século XIX, durante o qual a vertente gótica, com suas torres altas, janelas em formas de rosários e a soturnidade de suas concepções arquitetônicas, era predominante para a distinção de classes sociais. A atemporalidade de tal ambientação se correlaciona com os flashbacks de décadas diferentes, conferindo uma existência além da cronologia que conhecemos para a casa. Afinal, ela existe há mais de um século dentro do universo da série, e carrega tantas energias passadas que pode muito bem ser confundida com uma máquina do tempo – sem falar que é capaz das mais perversas atitudes para garantir subserviência por parte de seus moradores.

É claro que as referências não permanecem apenas no âmbito artístico-material, mas espalham-se para a estética e a composição da obra em si. Murphy, em conjunto com um mais que competente time de diretores, coloca seus maneirismos seja nos enquadramentos, seja na condução narrativa. Os cortes bruscos nos trazem relações semânticas com a construção iconográfica do cubismo, com cortes bruscos e ângulos opostos durante uma determinada sequência, transformando um plano inteiro em pequenos corpúsculos fílmicos que, juntos, formam um organismo a priori inidentificável. Além disso, a câmera na mão é um recurso muito utilizado – muitas vezes em um excesso -, buscando inspiração no Dogma 95 de Lars von Trier, mas também causando estranhamento e afastamento por parte do público. Afinal, combine o gore das histórias de ‘AHS’ com uma identidade original também distorcida: o resultado é tão chocante que pode deixar uma parcela da audiência desconfortável.

Murphy, ao lado de Brad Falchuk, criaram um thriller epopeico que não se restringe apenas à contemporaneidade, mas espalha suas referências para diversas épocas. Durante os flashbacks, momentos nos quais conhecemos os outros fantasmas que habitam a casa, vemos a clara influência de ícones do terror clássico de Alfred Hitchcock, como Psicose’ e Um Corpo que Cai’, principalmente no tocante à montagem. Os planos alternam entre médio e fechado, deixando pouco espaço para a generalização do espaço cênico a não ser quando a intenção é ocultar o explícito. Em diversas pontuações narrativas, prefere-se enquadrar o espaço vazio entre duas pilastras ou a simetria exacerbada do portão de entrada da casa, enquanto gritos ecoam pelos corredores. Isso contribui para deixar a imaginação do telespectador fluir, imaginando que atrocidades estão acontecendo e como isso impacta na história e na personalidade de cada personagem.

A CASA DOS MIL CORPOS

Em cada episódio, temos um breve prólogo discorrendo sobre as excêntricas e amedrontadoras pessoas que já morreram naqueles cômodos, dos modos mais improváveis e medonhos possíveis. Temos, por exemplo, a constante e muito bem-vinda presença de Lily Rabe como a proprietária original do casarão, Nora Montgomery, e Matt Ross como seu marido, o cirurgião plástico Charles. Ambos são protagonistas de uma das histórias mais trágicas a adornarem as paredes da mansão, visto que realizam abortos em jovens que não desejavam ou não tinham condições de sustentar seus futuros filhos, até que seu próprio bebê é raptado e desmembrado.

Apesar da brevidade dos acontecimentos, todos os arcos têm sua profunda carga identitária, fazendo alusão, como já mencionado, a outras obras audiovisuais que impactaram significativamente o público a quem eram destinados. Podemos perceber a suavidade e o tom classy do jazz dos anos 1910/1920 com o casal Montgomery, a sexualidade exacerbada dos anos 1950 com o arco de uma aspirante à atriz que é brutalmente esquartejada, ou até mesmo o despojamento dos anos 1970 com os arcos de estudantes de medicina que são alvo de um serial killer. As diferenças são gritantes de época para época, mas todas se aglutinam em um microcosmos contido dentro da casa e, de uma perspectiva mais metalinguística, da própria série.

Em um âmbito mais espiritualista e sobrenatural, as mortes ocorridas foram tão brutais que impediram os fantasmas de seus hospedeiros de seguir em frente e encontrarem a tão esperada paz. Nem mesmo “habitantes” mais novos, como a psicótica e obcecada Hayden McClaine (Kate Mara), contribuem para transformar um ambiente tão trágico em uma atmosfera leve. A escuridão se alastra como água e utiliza os peões humanos para sua própria necessidade, descartando-os quando se tornam inúteis. É claro que os moradores, seja da época que for, são colocados entre si e emergem como protagonistas de um banho de sangue à la ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

TAKE ME TO CHURCH

American Horror Story: Murder House’ teve e ainda tem uma grande probabilidade de não agradar ao público assíduo às narrativas de terror, mas não por sua falta de ousadia, e sim por sua distorção de uma realidade verossimilhante àquele que encontramos em obras antecessoras. Seus temas principais apontam para todos os lados e, querendo ou não, saturam os breves cinquenta minutos de episódio.

Entretanto, a primeira temporada de uma das séries mais indescritíveis dos últimos anos é um ótimo pontapé inicial para uma saga de terror, sangue e sexo – e, apesar de podermos negar o quanto quisermos, estes são exatamente nossos desejos proibidos cuja emersão funciona como válvula de escape ao mesmo tempo em que se firma como um alerta metafórico para nossa própria vida e como escolhemos traçá-la.

Artigo | Como Kim Petras se tornou a “Rainha do Halloween” com ‘TURN OFF THE LIGHT’

Em 2019, a cantora germânica Kim Petras tornou-se um dos nomes mais prolíficos da indústria fonográfica ao lançar duas grandes obras: a primeira foi seu primeiro álbum de estúdio, intitulado Clarity, que imediatamente tornou-se um sucesso de crítica e de público; e, logo na abertura do mês mais místico do ano, a artista divulga a estreia de sua sobrenatural e ostensivamente dark mixtape chamada TURN OFF THE LIGHT – que culminou em uma das melhores peças sonoras dos últimos anos ao unir em um mesmo lugar uma nostalgia musical das clássicas trilhas sonoras cinematográficas do gênero de terror em composição com seu reverberante apreço pela estética EDM.

Petras iniciou os trabalhos de seu EP ainda no ano passado: em setembro de 2018, ela passou a divulgar que estava trabalhando em nova obra, cuja primeira metade foi lançada em outubro. Exatamente um ano depois, ela retorna para as plataformas de streaming antecipando o feriado de Halloween com uma mortal jornada pelos perigos do amor, uma narrativa saída dos romances românticos do século XIX e dos longas-metragens slasher que se estende para além de um vanguardismo recorrente dos últimos anos da década de 2010. Em meio a suas propositais loucuras, Kim encontra espaço para releituras incríveis (buscando referências em franquias como A Hora do Pesadelo, Sexta-Feira 13 e Halloween) enquanto cultiva uma identidade única e borbulhando com paixão musical.

É certo dizer que, para os ouvintes acostumados a sonoridades mais convencionais e comerciais, o EP insurge como uma obrigatória dissonância que se vale muito mais do ecletismo oscilante do industrial pop do que dos acordes eletrônicos aos quais já nos deparamos. Em cada uma das faixar, a cantora imprime um inebriante escopo que se apoia na épica narrativa antes de se render completamente a uma gritante mixórdia de sons que envolve seu público do começo ao fim – isso sem falar que os títulos fazem claras (ou não tão claras assim) alusões a ambientações espirituais, a breves contos de terror e à total falta de esperança por parte de quem canta.

Partindo dessa premissa, é quase redundante se perguntar o porquê do álbum começar com o ábsono prólogo “Purgatory”, o qual mergulha em uma melancólica elegia antes de se voltar para o puro dark-pop, adornado com expansivas batidas que nunca morrem, mas sim servem de base consecutiva para as outras canções. “There Will Be Blood” marca a primeira entrada vocal de Kim, em uma deliciosa rendição mezzosoprano que convenientemente explode nos refrãos, mas ganha brilho por seus oníricos instrumentais.

“Bloody Valentine”, fazendo menção ao clássico slasher ‘Dia dos Namorados Macabro’, retorna para uma sinestésica descrição do que seria caso nos encontrássemos em um mortal relacionamento: a delineação transbordante de sintetizadores e peças de percussão, todas aliadas com a sutileza de um piano em background, é confusa em diversos níveis – porém me refiro a “confusa” no sentido sensorial do termo; o mérito da música é ser corajosa o suficiente para não se ater a rotulações de gênero, cultivando seu próprio território cujos frutos são percebidos nas múltiplas produções. Aliás, essa perspectiva mais obscura é refletida, dentro do álbum, em construções como “Knives” e a extremamente conceitual “TRANSylvania”.

Se Petras se vale de elementos eletrônicos para fornecer uma breve explicação do que nos apresenta, ela não pensa duas vezes antes de inverter o que propõe em prol de um minimalismo sonoro encantador, distorcido e narcótico. Vê-se isso no cíclico desenrolar de “<demons>”, na orgânica e quase clássica entrega de “Massacre”, e na performance teatral de “Tell Me It’s a Nightmare”, cuja canalização dark transgrede as concepções maniqueístas que temos acerca de sonhos e pesadelos, criando um bizarro e tentador convite para a tragédia que a cantora nos apresenta.

Eventualmente, o diretor e compositor John Carpenter é quem mais presta inspiração para que a artista costure sua epopeica e complexa jornada: o serial killer Michael Myers volta mais uma vez a vida com a chegada da sugestiva “o m e n”, track na qual Kim usa e abusa das tonais repetições de um teclado eletrônico antes de se deixar levar pelo coro extenuante e aterrorizante que se posta ao fundo. Para além das homenagens, Kim convida a imortal Elvira para acompanhá-la num dança com a escuridão na faixa-titular – valendo-se mais uma vez de uma irreversível comercialidade para nos chamar a atenção.

É perceptível também a afeição de Petras pela utilização excessiva de autotune e distorções vocais em praticamente todas as canções que compõe a mixtape. Entretanto, diferente de suas conterrâneas, ela faz dessa estética relativamente condenável um mote para permitir que suas arrepiantes estórias se materializem em descomunal força – e é isso que acontece na sexy e dramática rendição de “Close Your Eyes”. Infelizmente, a força da obra se perde nas últimas faixas, tangenciando uma repetição reciclada com a espécie de interlúdio concentrada em “Boo! Bitch!” e a conclusão meia-boca na canônica e destacável “Everybody Dies” (que vale a pena mais pela voz da artista e por sua divertida controvérsia lírica).

TURN OFF THE LIGHT é um incrível álbum cujas duas partes finalmente se uniram em o que podemos apenas chamar de um instantâneo clássico do terror (sonoro, é claro). Assim como tantos filmes que representam o gênero em questão, essa peça fonográfica é envolvente do começo ao fim – e talvez seja o melhor jeito de começar a celebrar o Halloween.

‘Miracle Workers’: Daniel Radcliffe enfrenta o Apocalipse no trailer da 4ª temporada; Assista!

Através do Twitter, a página oficial de ‘Miracle Workers’ divulgou o trailer da 4ª temporada da série antológica de comédia.

No novo ciclo, veremos Daniel Radcliffe lidando com seu maior desafio até agora: o fim dos tempos descrito no Apocalipse.

Confira a prévia:

“Bem-vindo ao apocalipse. Bem-vindo ao subúrbio. Bem-vindo a ‘Miracle Workers: Fim dos Tempos’.”

Além de Radcliffe, o elenco também conta com Steve Buscemi, Geraldine ViswanathanKaran Soni.

Na trama, depois de tanto dedicar sua existência para cuidar da Terra, Deus decide focar nos seus próprios interesses. Com isso, os anjos responsáveis por ouvir as orações das pessoas precisam realizar um milagre a fim de evitar a destruição da humanidade.

A série é baseada no livro cômico de Simon Rich, intitulado ‘What in God’s Name‘ e segue um viés antológico. A primeira temporada foi ambientada no céu.

Lorne Michaels, Andrew Singer e Katy Jensen entram como produtores.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

James Gunn NÃO quer rivalidade entre Marvel e DC: “Kevin Feige foi primeiro que contei”

Quando James Gunn e Peter Safran foram anunciados como os novos chefões da DC Studios, alguns DCnautas já começaram a chamá-lo de “Kevin Feige da DC“.

Isso porque algumas pessoas acreditam que exista uma rivalidade vinda do próprio Gunn, já que ele dirigiu a trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia‘ e o recente Especial de Natal da Marvel.

O próprio diretor se pronunciou no Twitter e desmentiu completamente essa teoria. Veja abaixo a reação do cineasta:

“Eu não só amo o Kevin Feige, como ele foi a primeira pessoa que eu contei depois que fiz o acordo com a DC – John Cena foi o segundo. Ao contrário da crença popular, um dólar a menos para a Marvel não é um dólar a mais para a DC. DC e Marvel têm o objetivo comum de manter a experiência de ir ao cinema vibrante e viva!”

Vale ressaltar que Feige já parabenizou o amigo pelo seu novo cargo: “Ele tem muito trabalho a fazer para a Marvel entre agora e maio, que ele está bem ciente. Depois do terceiro ‘Guardiões da Galáxia’, serei o primeiro da fila para ver qualquer coisa que ele faça”.

A abertura inicial para essa mudança na DC aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

‘Wicked’: Jeff Goldblum está em negociações para ser O Mágico de Oz em adaptação da Broadway

Segundo informações do The Hollywood Reporter, Jeff Goldblum está em negociações para interpretar O Mágico de Oz em ‘Wicked‘, adaptação do famoso musical da Broadway.

O longa que é estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo, acompanha a história de amizade entre Elphaba (Erivo), a Bruxa Má do Oeste, e Glinda (Grande), a Bruxa Boa do Sul. Jonathan Bailey também estará no elenco.

Quem assina a direção é Jon M. Chu, que comandou ‘Em um Bairro de Nova York‘, com Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) na produção. Winnie Holzman está no roteiro e Stephen Schwartz na composição musical.

Em em comunicado oficial, o diretor Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) explicou porque a adaptação será dividida em DUAS partes.

“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”

O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.

A estreia da primeira parte do projeto acontece dia 25 de dezembro de 2024 e a segunda em 25 de dezembro de 2025.

Dora Milaje e M’Baku defendem Wakanda em cena CHEIA DE AÇÃO de ‘Pantera Negra 2’

Pantera Negra: Wakanda para Sempre teve seu primeiro e intenso clipe divulgado, que traz as Dora Milaje e M’Baku defendendo Wakanda.

Assista:

Os críticos internacionais que já assistiram ao longa-metragem rasgaram elogios para a produção, caracterizando-a como fantástica, épica, incrível e um lindo tributo ao saudoso Chadwick Boseman.

Confira:

“Eu sei que vocês não acreditam quando alguém sai de uma première e diz que o filme é incrível, mas… Pantera Negra: Wakanda para Sempre é uma sequência fantástica e um ótimo filme. Eu sabia que seria emocionante, e foi. Pode esperar o choro. Ótimo trabalho, Ryan Coogler“.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre é excelente. Uma história imensamente poderosa sobre seguir em frente – oscilante às vez, mas também lindamente catártica e honesta”.

Wakanda para Sempre é incrível. Lida com a perda, o luto e a vingança com uma maturidade e uma seriedade raramente vistas no MCU. Pantera Negra continua sendo a joia da coroa. Letitia Wright, Angela Bassett e Tenoch Huerta trazem algumas das melhores performances do ano”.

Wakanda para Sempre é um belo tributo a Chadwick e ao peso de perdê-lo. O filme lindamente fala sobre luto e o que isso pode fazer com uma pessoa. Além disso, a ação é ótima e muito brutal. Preciso de tempo para processar”.

“Acima de tudo, [o filme] é catártico. Um filme emocionante sobre perda, legado e cura. A história é íntima, mas vasta com a luta de poderes globais e uma intriga palaciana. O Namor de Tenoch Huerta é uma força, melhor do que eu esperava. Muito a discutir”.

A análise atual de bilheteria é que a sequência arrecadará PELO MENOS US$ 175 milhões em seu fim de semana de estreia (11 a 13 de novembro) só nos EUA. Essas projeções estão sendo vistas como conservadoras, já que a Marvel Studios e a Disney ainda não começaram o grande esforço promocional e de marketing do filme.

O filme original estreou com US$ 202 milhões nos EUA em fevereiro de 2018, quebrando recordes. Ele acabou acabou faturando US$ 1,34 bilhão em todo o mundo, e transformou T’Challa de Chadwick Boseman – e o reino de Wakanda – em alguns dos maiores marcos do Universo Cinematográfico da Marvel.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ deve terminar a corrida nas bilheterias domésticas com um valor estimado entre US$ 445 milhões e US$ 590 milhões.

Já o original encerrou seu período em exibição com US$ 700 milhões.

Ainda assim, a sequência pode ser mais rentável que os últimos títulos lançados pela Marvel, como ‘Shang-Chi‘ (US$ 224,5 milhões), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 411,3 milhões) e ‘Thor: Amor e Trovão‘ (US$ 343,2 milhões).

Lembrando que os valores entre parênteses referem-se às bilheterias dos EUA.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Site afirma que ‘Avatar 2’ terá MAIS DE 3 HORAS; Confira a suposta duração!

O World of Reel revelou que o corte final de ‘AvatarO Caminho da Água‘ tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”. 

Nós já assistimos 15 minutos do filme. Confira:

Lembrando que ‘Avatar 2: O Caminho da Água chega aos cinemas nacionais em 15 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Confira o teaser:

Robert Downey Jr., Samuel L. Jackson e outros Vingadores pedem para brasileiros votarem neste domingo! #NemTodoHeróiUsaCapa

Samuel L. Jackson incorporou o Nick Fury de ‘Os Vingadores‘ e iniciou uma campanha incentivando os brasileiros a votarem conscientemente neste domingo (30).

Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Chris Hermsworth, Don Cheadle e Benedict Wong se reuniram na campanha #NemTodoHeróiUsaCapa e responderam celebridades brasileiras.

A eleição deste domingo não vai mostrar somente o caminho que o Brasil vai seguir, mas também qual será o futuro do mundo. E para ajudar, quem melhor que Os Vingadores?

Confira:

Samuel L. Jackson

Robert Downey Jr.

Mark Ruffalo

Chris Hermsworth

Benedict Wong

Fãs estão AMANDO a nova música de Rihanna para ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’; Confira as reações!

A rainha Rihanna lançou finalmente a sua nova canção ‘Lift Me Up’. A música faz parte da trilha sonora original de Pantera Negra: Wakanda para Sempre e é a primeira música da cantora e compositora desde o álbum ‘ANTI’, lançado em 2016.

Abaixo você pode conferir e tirar suas impressões da nova faixa:

Após a divulgação as redes sociais só falavam sobre isso, com o público dividido, pois, primeiramente, alguns fãs ficaram decepcionados e acharam a canção simples e monótona, enquanto outros consideraram emocionante e estão simplesmente amando.

Confira abaixo as principais reações dos fãs no Twitter:


De acordo com o Box Office Pro, o longa-metragem deve arrecadar entre US$ 180 milhões e US$ 225 milhões durante o fim de semana de estreia no mercado interno, nos EUA e no Canadá.

Caso a sequência alcance as projeções, a marca irá ultrapassar a bilheteria de abertura do filme anterior, que fez US$ 202 milhões na região no mesmo período.

No entanto, o portal aponta que a continuação deve terminar a corrida nas bilheterias domésticas com um valor estimado entre US$ 445 milhões e US$ 590 milhões.

Já o original encerrou seu período em exibição com US$ 700 milhões.

Ainda assim, a sequência pode ser mais rentável que os últimos títulos lançados pela Marvel, como ‘Shang-Chi‘ (US$ 224,5 milhões), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 411,3 milhões) e ‘Thor: Amor e Trovão‘ (US$ 343,2 milhões).

Lembrando que os valores entre parênteses referem-se às bilheterias domésticas.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.