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‘Stranger Things’ vai ganhar assustador jogo de realidade virtual; Confira o trailer!

A Netflix anunciou que está desenvolvendo um novo jogo baseado na série ‘Stranger Things‘ em parceria com a Tender Claws, produtora especializada em jogos de realidade virtual

Intitulado apenas como ‘Stranger Things VR‘, o jogo deve ser lançado no final de 2023, mas ainda não há data específica e nem plataformas confirmadas.

O diferencial do game é que os jogadores não estarão no controle do grupos de adolescentes protagonistas da série, mas do Vecna, vilão interpretado por Jamie Campbell Bower.

E a prévia lançada junto com o anúncio traz um vislumbre de como será o gameplay.

Confira, junto com a sinopse:

“‘Stranger Things VR’ permitirá que os fãs experimentem o mundo da série da perspectiva inédita do Vecna, enquanto ele explora realidades desconhecidas, forma a mente da colmeia e decreta seu plano de vingança contra Eleven e Hawkins. Os jogadores vão invadir os sonhos e memórias de seus personagens favoritos e aproveitar os poderes telecinéticos para lutar contra humanos e criaturas, enquanto são exploradas a transformação de Henry Creel em Vecna ​​e sua influência nos eventos das temporadas anteriores.”

Recentemente, a Netflix comemorou o Stranger Things Day com uma atualização incrível sobre a quinta e última temporada.

Através das redes sociais, a plataforma de streaming revelou o título oficial do episódio de reestreia: “The Crawl”.

Mais detalhes não foram divulgados.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Netflix cancela mais duas séries após uma única temporada

De acordo com o Deadline, a Netflix cancelou duas novas séries logo após a estreia de suas primeiras temporadas.

Na última terça-feira (07), a plataforma anunciou que não seguirá em frente com o drama jurídico ‘Hierarquia‘ e com o sci-fi ‘Imperfeitos‘.

Hierarquia estreou em 26 de agosto, enquanto Imperfeitos‘ chegou ao catálogo em 08 de setembro.

O motivo do cancelamento foi porque nenhuma das séries atingiu a expectativa de audiência do serviço de streaming, com cada uma passando apenas três semanas no TOP 10 – não tanto tempo quanto as séries que costumam ser renovadas para novas temporadas.

Baseada no romance de Helen Wan, ‘Hierarquia‘ trouxe Arden Cho (‘Teen Wolf’) como Ingrid Yun, uma jovem advogada idealista que luta com sua bússola moral e suas paixões para alcançar o topo da escada em um escritório de advocacia de elite de Nova York.

A Netflix supostamente tinha grandes esperanças para a adaptação, já que a temporada terminou com um grande gancho na história e até contratou um grupo de roteiristas para trabalhar em novas temporadas antes da estreia.

Confira o trailer:

Quanto a ‘Imperfeitos‘, o drama sci-fi escrito por Shelley Eriksen e Dennis Heaton acompanha a história de três jovens adultos perseguindo um cientista louco que adulterou seus códigos genéticos, resultando em superpoderes nada bem-vindos.

Na trama, Italia Ricci dá vida à Dra. Sydney Burke, uma cientista que tenta consertar seus erros do passado, tanto profissionais quanto éticos, aliando-se aos jovens para rastrear o cientista responsável por seus terríveis destinos.

Confira o trailer:

O elenco também vai contar com Rhianna Jagpal, Iñaki Godoy, Morgan Taylor Campbell, Kyra Zagorsky e Rhys Nicholson.

Heaton será o showrunner e também vai contribuir como roteirista e produtor executivo junto com Eriksen.

Recap ‘Chucky’ | Terceiro episódio é inesperado, mas segue com os mesmos problemas desta temporada

O segundo capítulo de Chucky correu por diferentes núcleos, o que permitiu a chegada de mais personagens, mas sofreu por não conseguir manter uma sequência para a construção do terror que causasse o mínimo de incômodo. Na verdade, os assassinatos do bonequinho encapetado foram muito mais por sugestão, mas sem manter a tensão no ar. O terceiro episódio reduz um pouco a variação dos núcleos e foca mais no trio principal. O que é bom, mesmo que fique uma pequena frustração pela não aparição de Glen e Glenda, como fora sugerido no capítulo anterior.

O ápice do episódio é, sem dúvida alguma, a sequência de tortura a qual os meninos impõem ao boneco sequestrado previamente. Não suportando mais as falas de Chucky, que ficava tentando as crianças ou ofendendo seus sequestradores incessantemente, o brinquedo mexe com a cabeça dos protagonistas, que pensam em matá-lo, pensam em mutilá-lo até chegarem à conclusão que um boneco assassino sádico não sofreria realmente com cortes e desmembramentos. Afinal, ele já matou e foi morto uma dezena de vezes, e sempre retornou mais maluco do que antes.

Então, a solução encontrada é submetê-lo a uma sessão de reprogramação cerebral ao melhor estilo Laranja Mecânica. Transformando o ‘Chucky Espião’ num tipo de Cão de Pavlov de plástico, Jake e seus amigos o amarram com os olhos abertos e direcionados para uma tela, onde foram exibidas horas de imagens e vídeos de mortes, desmembramentos e trechos de filmes de terror gore. Em seguida, eles exibiam desenhos animados inocentes e puro. Após uma certa resistência, Chucky acabou se rendendo, passando mal diversas vezes até que seu cérebro cria total aversão a assassinatos e sadismo.

Porém, por se tratar de um boneco assassino, as crianças não compram muito essa ideia do Chucky agora ser um brinquedo amigável, curioso e educado. Chega a ser engraçado ouvir a voz de Brad Dourif proferindo palavras educadas e não uma série de xingamentos e maldições. Inclusive, por ter assumido uma personalidade infantil, se portando como uma criança curiosa, o ‘Chucky fofinho’ acaba mexendo com o psicológico da Lexy (Alyvia Alyn Lind), perguntando sobre o ex-namorado dela, que foi manipulado e morto pelo próprio boneco na temporada anterior.

Falando na Lexy, ela é o destaque do elenco humano desse episódio. Isso porque seu vício em drogas começa a afetá-la, fazendo com que a abstinência mexa diretamente com sua cabeça e seu corpo. Esse efeito do vício deixa Lexy cada vez mais insegura e paranoica, o que dá para ver até mesmo pela aparência da menina, que está mais pálida e com olheiras. Ela também passa a se arriscar para tentar roubar remédios da farmácia do internato, o que não dá muito certo e a pinta como um alvo para a freira que coordena o departamento feminino e a farmácia da igreja.

Esse vício também a coloca na mira do valentão do antigo colégio, que se mostra um grande babaca exatamente como antes. Ele já estava marcando firme em cima da Lexy desde que ela chegou lá. Sedento por vingança, ele foi agindo de forma mentirosa para se passar por um rapaz ‘reformado’, arrependido, mas na primeira oportunidade, ele já tentou ameaçá-la e intimidá-la. Ele só não lembrava que a própria Lexy era uma Bully na escola. Então, ela vira o jogo contra ele, que se mete em confusão.

A construção desse valentão estava sendo bem interessante, estabelecendo ele como uma das ameaças da temporada. Porém, ele acaba tendo um fim precoce ao cruzar o caminho do ‘Chucky parrudo’, a grande surpresa do terceiro episódio. Essa aparição foi ridiculamente inesperada e engraçada. Dono de um abdômen malhado, o boneco vem ao melhor estilo Arnold Schwarzenneger para sacrificar o ‘Chucky fofinho’. Mas claro que, sendo um Chucky, ele não perde a oportunidade de matar quem passar por sua frente. Assim, o valentão vai de base, tendo seu tórax perfurado por um socão daqueles.

Claro que a série vem tentando trazer uma pegada mais cômica até o momento, mas tem pedido a mão na hora de trazer o terror. Infelizmente, vem devendo até aqui. E um dos maiores problemas é a falta de noção dos protagonistas. Jake e Devon se beijam nos corredores de um colégio católico conhecido por seus castigos e pela rigidez, Lexy invade uma enfermaria sem checar se há gente por perto, os três matam aulas na primeira semana em que chegam, famosos por supostamente terem explodido uma criança… É como se eles fossem brilhantes para caçar o Chucky, mas quisessem ser pegos fazendo isso.

Da mesma forma, ter o trio num internato com diversos Chuckys espalhados pelo local deveria proporcionar um terror mais claustrofóbico. No entanto, o internato, mesmo sendo fechado, parece ser gigante. É como se a própria série não quisesse aproveitar um ambiente tão opressor para tratar dos temas adolescentes de forma a explorar o terror e a insegurança.

Os novos episódios da segunda temporada de Chucky estreiam toda quarta no Star+

‘The Crown’: 5ª temporada já está disponível na Netflix!

A 5ª temporada do aclamado drama de época The Crown finalmente chegou à Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 09 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A 5ª temporada trará Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Lembrando que dois atores foram escalados para interpretar o Príncipe William em diferentes fases de sua vida.

Rufus Kampa (‘First Date’) dará vida à versão adolescente do príncipe, enquanto o estreante Ed McVey será a versão jovem-adulta.

A também estreante Meg Bellamy foi escalada como Kate Middleton, esposa de William. Amir El-Masry, conhecido por seu papel em obras como ‘The Night Manager’‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, foi escalado como o jovem bilionário egípcio Mohamed Al-Fayed, pai do amante da Princesa Diana, Dodi.

Senan West, que será a versão adulta do Príncipe William. Senan é filho de Dominic West, que interpreta o Príncipe Charles no show.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Sangue e Água’: Surge uma nova ameaça no trailer oficial da 3ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série de suspense Sangue e Água (‘Blood & Water’).

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 25 de novembro.

Confira:

A série foi criada por Nosipho Dumisa.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

‘The English’: Emily Blunt é destaque nas imagens oficiais do novo western do Prime Video

Prime Video divulgou imagens oficiais de ‘The English’, série western estrelada pela aclamada atriz Emily Blunt (‘O Retorno de Mary Poppins’, ‘Um Lugar Silencioso’).

A produção estreia em 11 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Ambientado no mítico cenário do Meio-Oeste estadunidense em 1980, ‘The English’ gira em torno de Cornelia Locke, uma mulher britânica que chega a um novo país em busca de vingança contra o homem que julga responsável pela morte do filho.

Cornelia, então, cruza caminho com Eli Whipp (Chaske Spencer), um ex-soldado e membro de sangue da Nação Pawnee, e ambos se unem e descobrem uma história compartilhada que deve ser derrubada a qualquer custo – se um deles pretende sobreviver.

O restante do elenco conta com Rafe SpallTom HughesStephen ReaValerie PachnerToby JonesCiaran HindsMalcolm StorryNichola McAuliffeSteve WallSule RimiCristian Solimeno.

Greg Brenman entra como produtor ao lado de Blick e Blunt.

‘Desencantada’: Vídeo nos leva aos bastidores da aguardada sequência; Confira!

A Disney+ divulgou um novo vídeo promocional de Desencantada‘, nos levando aos bastidores da aguardada sequência.

Confira:

A trama de ‘Desencantada se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

Com estreia marcada para 18 de novembro, a sequência de ‘Encantada‘ (2007) é dirigida por Adam Shankman (‘Rock of Ages: O Filme’).

O elenco tampém conta com James Marsden, Gabby Baldacchino, Idina Menzel,Maya Rudolph, Yvette Nicole BrownJayma Mays.

‘Bem-Vindos ao Clube da Sedução’: Elenco estampa os cartazes individuais da nova série do Star+; Confira!

O Star+ divulgou os cartazes oficiais e individuais de ‘Bem-Vindos ao Clube da Sedução’, série que gira em torno da criação do grupo de dança masculino Chippendales.

A produção será lançada no dia 22 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

O elenco é formado por Kumail Nanjiani (que será o protagonista), Annaleigh AshfordQuentin PlairAndrew RannellsNicola PeltzDan StevensRobin De JesúsJuliette Lewis.

A história gira em torno de Banerjee (Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.

O roteiro fica a encargo de Robert Siegel (‘Pam & Tommy’), que também entra como produtor ao lado de Nanjiani. Dylan SellersJenni KonnerMatt ShakmanEmily V. GordonNora Silver e Rajiv Joseph são os produtores executivos.

Shakman fica responsável pela direção dos episódios, enquanto Joseph e Mehar Sethi também contribuem para a narrativa.

Siegel e Konner são os co-showrunners.

‘The Handmaid’s Tale’: Episódio final da 5ª temporada ganha nova prévia oficial; Confira!

A 5ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ segue a todo vapor e, agora, foi divulgado a nova prévia oficial do 10º e último episódio, intitulado “Safe”.

O capítulo vai ao ar hoje, 09 de novembro.

Confira:

Lembrando que, na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito.

A viúva Serena (Yvonne Strahovski) está em Toronto, onde a influência de Gilead se aumenta. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) trabalha com Lydia (Ann Dowd) para subir ao poder.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger também estão no elenco. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

Crítica | Briga Entre Irmãos – Marion Cotillard Estrela Frustrante Filme Aplaudido em Cannes

Filme visto no Festival do Rio 2022.

O cinema francês tem um quê de especial. Muitos dos filmes que chegam para nós, espectadores brasileiros, trazem histórias algumas vezes sem sentido para a nossa cultura, ou cuja construção não aparenta seguir a lógica comum da narrativa cinematográfica à qual estamos acostumados. É o estilo daquele país, cujos filmes de comédia, por exemplo, costumam possuir um estilo de humor bem típico, que muitas vezes não fazem rir ou causam estranheza por aqui. Essa é a beleza da diversidade narrativa, de se ter um cinema que exiba todo tipo de filme, a todos os tipos de espectadores, e a importância de ter esses valores guiando a seleção dos longas exibidos no Festival do Rio este ano, no qual o drama francês ‘Briga Entre Irmãos’ fez sua estreia em nosso território e já anuncia para em breve sua estreia na plataforma da MUBI.

Joseph (Max Baissette de Malglaive) e Marie-Louise Vuillard (Nicolette Picheral) são um casal de idosos que, voltando pela estrada de carro, percebem um carro parado no acostamento com uma jovem ferida. Tentando ajudá-la, os dois acabam também sofrendo um acidente, e isso faz com que seus filhos tenham que se reunir no hospital para cuidar deles. O problema é que Alice (Marion Cotillard) é uma famosa atriz de teatro que acaba de estrear uma peça na cidade, mas, na vida real, ela tem uma briga antiga com o irmão mais velho, Louis (Melvil Poupaud), escritor de livros que, dentre outras coisas, usa o nome de Alice em sua personagem. Os dois não se falam desde que ainda eram jovens, e não se encontram pessoalmente desde então. Porém, o acidente de carro dos pais forçará a convivência entre eles, o que não necessariamente pode ser uma boa ideia.

Em uma hora e cinquenta de duração, ‘Briga Entre Irmãos’ foi aplaudido de pé por longos cinco minutos após sua exibição no Festival de Cannes. Entretanto, a sensação que se tem é que o longa de Arnaud Desplechin faz um recorte sobre um período da vida dessa família sem exatamente contar muita coisa do que veio antes e muito menos sinaliza sobre o depois. Essa estrutura, comum no cinema francês, deixa um sabor meio chuchu na boca do espectador, pois o roteiro, também escrito por Arnaud, alterna seu foco entre a irmã Alice e o irmão Louis, centrando a maioria das cenas nela. O longa se desenvolve a partir da percepção de cada um sobre a tal briga, e o consequente rancor, mas não exatamente conta, ou sequer desenvolve, o motivo da tal briga. No final, o motivo do afastamento entre ambos é tão trivial, que frustra.

É bem verdade que Marion Cotillard está muito bem no papel, muito porque reproduz uma atriz que precisa segurar suas emoções para manter as apresentações da peça enquanto sua vida particular desmorona. ‘Briga Entre Irmãos’ é uma Marion dando banho de atuação. É só uma pena que a história do longa não ajude a elevar sua personagem, nem conduza o espectador a saborear o enredo.

‘Fargo’: Dave Foley, de ‘The Kids in the Hall’, é escalado para a 5ª temporada!

Segundo o DeadlineDave Foley, conhecido por seu trabalho no programa de esquetes ‘The Kids in the Hall’ e por dublar Flik na clássica animação ‘Vida de Inseto’, foi escalado para a 5ª temporada da aclamada série Fargo.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ele se junta aos previamente confirmados Joe Keery (‘Stranger Things’), Lamorne Morris (‘New Girl’) e Richa Moorjani (‘Eu Nunca…’). Keery dará vida a um personagem chamado Gator Tillman; Morris será Witt Farr; e Moorjani, por fim, será Indira Olmstead.

Juno TempleJon HammJennifer Jason Leigh completam o time.

Recentemente, a FX revelou que o novo ciclo começará a ser rodado muito em breve, com início programado para o outono estadunidense, isto é, entre setembro e novembro de 2022.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Criada por Noah Hawley, a série é inspirada no filme ‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘, lançado em 1996.

A trama antológica apresenta várias crônicas de engano, intriga e assassinato dentro e ao redor de Minnesota. No entanto, todas essas histórias remetem misteriosamente de uma forma ou de outra a Fargo, Dakota do Norte.

‘Kindred’: Adaptação do clássico sci-fi de Octavia E. Butler ganha trailer INCRÍVEL

FX revelou recentemente um novo teaser oficial de Kindred: Laços de Sangue’, adaptação do romance sci-fi da lendária romancista Octavia Butler.

A produção será lançada no Hulu no dia 13 de dezembro. No Brasil, a série deve ser lançada pelo Star+, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Mallori Johnson fará sua estreia na televisão como a protagonista Dana, uma jovem mulher negra aspirante à escritora que tenta recomeçar ao se mudar para Los Angeles. Lidando com crises de epilepsia, Dana é assombrada por seu passado – de uma forma bastante real e visceral: ela é violentamente arrastada para o passado, oscilando entre o presente e o passado escravista do século XIX, onde se encontra com seus ancestrais.

Micah StockRyan KwantenGayle RankinAustin SmithAntoinette Crowe-LegacyDavid Alexander Kaplan fazem parte do elenco.

Janicza Bravo, conhecida por seu aclamado trabalho em Zola, entra como produtora executiva e diretora.

Em entrevista ao Deadline, Bravo comentou sobre sua animação para o projeto, dizendo que tem uma conexão pessoal com os escritos de Butler:

“Eu li Kindred pela primeira vez 20 anos atrás. Estava na faculdade. Nunca havia me visto em um mundo como aquele. E certamente não em seu centro. O que apenas parecia como o retrato de uma mulher invisível se mostrou como um potente abraço do nosso relacionamento com a história e como isso pode nos deixar mais próximos do futuro”, ela disse.

Branden Jacobs-Jenkins (‘Watchmen’) assina o roteiro. Courtney Lee-MitchellDarren AronofskyJoe WeisbergJoel Fields também entram como produtores executivos.

‘Gears of War’: Criador do game quer Dave Bautista ESTRELANDO a adaptação ação da Netflix

Há alguns dias, foi revelado que ‘Gears of War‘, aclamada franquia de games da Microsoft, ganhará novas adaptações em filme live-action e série animada pela Netflix.

E o criador dos jogos, Cliff Bleszinski, já está fazendo campanha para trazer Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) como membro do elenco do filme.

Em seu perfil do Twitter, Bleszinski escreveu:

“Ah sim, Bautista como Marcus, por favor – e um ator latino como Dom, caramba.”

Confira:

Apesar do desejo de ver Bautista no filme, Bleszinski confirmou que não está envolvido nem no filme nem na série animada, mas deu sua bênção a cada projeto.

Além disso, ele deixou claro que estaria aberto a consultoria em ambos se a Netflix o contatasse, mas expressou que não tem ressentimentos se ficar de fora das produções.

Por enquanto, ainda não há informações sobre quem vai dirigir as adaptações, mas o projeto tem parceria da desenvolvedora canadense The Coalition.

Lembrando que ‘Gears of War‘ é uma das franquias mais populares do Xbox. Com a novidade, a Netflix acrescenta mais um grande nome na lista de adaptações de jogos, que incluem ‘Arcane‘ e ‘The Witcher‘, por exemplo.

Vale destacar que o anúncio ocorre em celebração ao aniversário de 16 anos da franquia, que teve seu primeiro título lançado em 2006. Ainda não há previsão de lançamento para as adaptações de ‘Gears of War‘.

Criador de ‘Percy Jackson’ diz que série do Disney+ é “a adaptação que os fãs estavam esperando”

Percy Jackson e os Olimpianos‘ ainda não mostrou muita coisa ao público, apenas deu um gostinho de como vai ser. Desde que a produção começou a ser feita em junho desse ano, a série lançou algumas imagens, deu insinuações e até encerrou a sua apresentação na D23 Expo com um pequeno trailer do herói Walker Scobell navegando no Acampamento Meio-Sangue.

Desde então, a produção foi retormada em Vancouver e deve encerrar as filmagens da primeira temporada em janeiro de 2023. E, ainda que ‘Percy Jackson‘ só seja lançada em 2024 pelo Disney+, o autor e produtor executivo, Rick Riordan, garantiu aos fãs que essa espera valerá a pena por um motivo importante.

“O formato de TV é uma das coisas que mais amo porque nos dá tempo e espaço para contar toda a história do livro, ‘O Ladrão de Raios’, de uma forma um pouco mais fiel ao que escrevi. Acho que essa é a adaptação que os fãs estavam esperando. É tão bom que eu finalmente posso dizer aos meus leitores que me acompanharam por anos. Esta é a adaptação que você estava querendo e sonhando”, falou o autor à Entertainment Weekly.

Veja a entrevista completa:

Os oito episódios também estão sendo produzidos em grande estilo pela incrível Industrial Light & Magic. A famosa empresa de efeitos visuais fez parceria com ‘Percy Jackson‘ e construiu um StageCraft novinho em folha no set do show em Vancouver, que foi usado para a produção esta semana.

“Isso está além de tecnologia de ponta, essas ferramentas que estamos usando. Ser capaz de ter isso como nosso playground e ter a próxima geração dessa tecnologia para aproveitar, está mudando tudo o que podemos fazer”, disse Riordan.

Recentemente, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover Underwood) falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

Por enquanto, a primeira temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan) e Olivea Morton (Nancy Bobofit).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘The Umbrella Academy’: Título do primeiro episódio da 4ª temporada é REVELADO; Confira!

Através das redes sociais, o showrunner Steve Blackman divulgou o título oficial do primeiro episódio da 4ª e última temporada de The Umbrella Academy, adorada série da Netflix.

O capítulo de reestreia é intitulado “The Unbearable Tragedy of Getting What You Want” e ainda não tem data de lançamento confirmada.

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

Após os irmãos terem ido parar em períodos diferentes na década de 1960, eles conseguem finalmente se reunir e impedir o fim do mundo. No entanto, quando a família retorna para 2019, convencidos de terem consertado a linha do tempo e evitado o apocalipse, eles percebem que as coisas não são mais as mesmas e conhecem a Sparrow Academy.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

 

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme do DCEU – incluindo ‘Adão Negro’

Sucesso! Apesar das críticas mistas – 40% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a adaptação de ‘Adão Negro‘ arrecadou US$ 67 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas – tornando-se o maior lançamento da carreira do Dwayne Johnson como protagonista solo.

Internacionalmente, o longa ainda soma US$ 73 milhões através de 76 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 140 milhões.

Para termos de comparação, o resultado está 27% acima dos números registrados por ‘Shazam!‘, em 2019.

Além disso, a adaptação da DC Comics ganhou um B+ CinemaScore. A nota é a mesma de ‘Liga da Justiça‘, ‘Coringa‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

12. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

11.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

 

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

8. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Adão Negro (2022)

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

 

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. P

arte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

1. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Artigo | Relembrando ‘Dark’, aclamada série da Netflix que completa 5 anos em 2022

Darké uma série como você nunca viu. É claro que sua premissa pode parecer mais um simulacro das inúmeras obras de ficção científica que tem como estrutura principal as viagens no tempo. E é mais que óbvio traçar paralelos entre a primeira produção alemã da plataforma Netflix e filmes imortalizados e relembrados até hoje, como a trilogia de ação e aventura De Volta para o Futuro’ ou o drama histórico Em Algum Lugar do Passado’. A produção até mesmo mantém um dialogismo com o então recente sucesso Stranger Things’ quando pensamos no enfrentamento do desconhecido. Entretanto, a obra criada por Baran bo Odar não emerge como uma investida de gênero, mas uma incumbência híbrida de várias narrativas. 

O cenário é conhecido: uma pequena cidade, isolada do restante do mundo e perscrutada pelos próprios valores e regras, é assolada com um acontecimento drástico, algo que muda completamente a perspectiva outrora pacífica. A atmosfera convidativa e nostálgica é tamanha que até mesmo é reforçada por diálogos entre os personagens, os quais divagam sobre sua aparente “inutilidade” frente à escassez de acontecimentos interessantes no vilarejo – é claro, com exceção da abertura da usina nuclear de Winden na era pós-Chernobyl. É a partir de toda essa conjuntura cíclica e à prima vista inquebrável que os eventos consecutivos tornam-se cada vez mais obscuros, fazendo jus ao nome da série.

Após a costumeira apresentação de seus personagens, os quais claramente escondem segredos por trás dos semblantes inexpressivos ou engessados, mergulhamos em uma mitologia um tanto quanto complexa mas que vale-se por suas explicações imagéticas em detrimento de uma verborragia incisiva e saturada. Aqui, já percebemos que o tom da série é mostrar, em vez de explicar: logo, não é nenhuma surpresa que as longas e perturbadoras sequências que prezam por uma simetria muito além de um conforto cênico atinjam um tempo que ao mesmo tempo aguça nossos sentidos para possíveis pistas dentro do mistério principal e nos façam ansiar pela conclusão dos arcos. 

Dark mostra sua originalidade ao revelar o mistério em meados da primeira temporada, mais precisamente com as inúmeras revelações do quinto episódio (Truth”); o que realmente importa aqui é mostrar a grandiosidade do universo perante às falhas e inúteis tentativas humanas de controlar o seu destino. Como a narrativa discorre acerca do tempo, qualquer investida mais forçada ou mais ousada pode provocar um furo na história que renega a criação de um novo microcosmos – mas o time de roteiristas preocupa-se em fornecer um desenvolvimento maior para seus personagens e deixar que a história entre em seu próprio curso. Afinal, é muito mais fácil aceitar a inexorabilidade do tempo do que tentar mudá-la. 

A série não mede esforços para conduzir o espectador através de arcos múltiplos e que conversam entre si das mais diversas maneiras. A princípio, cremos que o escopo terá como foco o desaparecimento do jovem Mikkel Nielsen (Daan Lennard Liebrenz). Inclusive, utilizo-me desse espaço para discorrer sobre uma das sequências mais enervantes e angustiantes dentro do show: o ano é 2019, mas o senso de curiosidade dos adolescentes e crianças parece não ter mudado muito; em determinado momento do segundo capítulo, “Lies”, Mikkel acompanha seus irmãos mais velhos Magnus (Moritz Jahn) e Martha (Lisa Vicari), ao longo do protagonista Jonas (Louis Hofmann) e do melhor amigo Bartosz (Paul Lux) em uma pequena caminhada pela floresta que cerca Winden, em busca de uma grande remessa de maconha escondida perto de uma caverna. 

A premissa da série resgata os melhores elementos dos gêneros de crime, mistério, ficção sobrenatural e científica. A atmosfera da sequência supracitada é um dos maiores e mais funcionais clichês que unem essas quatro vertentes em um composé clássico de inúmeras e divergentes obras fílmicas, incluindo E.T. – O Extraterrestre’, A Bruxa’ e It – A Coisa’. O enfrentamento do desconhecido e a impotência perante uma força muito maior e inexplicável é o ponto crucial que transforma esses jovens audaciosos e “intocáveis” em personas muito mais cautelosas e traumatizadas. E se sua construção narrativa já preza por isso, as composições imagéticas reforçam-na sem cair na redundância: antes de perderem Mikkel, todos eram banhados por uma luz dura que reforçava sua distinção dos demais, além de estarem inseridos em planos diversos e sem equilíbrio – uma extensão de suas personalidades rebeldes. Após passarem por tamanho trauma, os personagens parecem se fundir ao cenário, tornando-se partes amorfas e desbotadas do cenário, difundidos por uma constante e inebriante névoa. 

Talvez um dos poucos que permaneça ainda engajado em seus ideais primários seja Jonas. Ele se sente responsável pelo desaparecimento de Mikkel, e um gatilho sagazmente construído em meados do segundo ato dessa odisseia ativa uma necessidade de encontrá-lo a toda custa. Como já disse, Dark fala sobre as concepções de tempo e sobre um tema “batido”, por assim dizer: os buracos de minhoca. Entretanto, não da forma com estamos acostumados, mas realizando uma ligação tridimensional entre três épocas distintas: 1953, 1986 e 2019. É claro que a construção da usina e o constante uso de elementos químicos e radioativos contribuiu para a existência dessa múltipla dobra no tempo – ou talvez ela sempre existisse. São essas questões inexplicáveis que levam o público a querer entender mais sobre as relações entre os personagens e como todos estão conectados pelo passado, presente e futuro. 

Mesmo com a clássica jornada do herói beirando o suspense da série, os jovens protagonistas emergem como introdução para a complexidade dos personagens adultos, principalmente quando falamos do detetive Ulrich Nielsen (Oliver Masucci) e sua esposa Katharina (Jördis Triebel), que têm mais uma vez suas vidas marcadas pelo desaparecimento de alguém da família. Acontece que Ulrich, na década de 1980, também teve seu irmão desaparecido sob as mesmas circunstância que o filho Mikkel; essa corrente de eventos desenvolve dentro do investigador uma necessidade bruta de justiça, que o torna cego perante as pistas mais simples e claras e que o fazem utilizar muito mais do lado emocional e vingativo que o racional e lógico. 

Karoline Eichhorn também insurge como um grande nome dentro da série. Seu papel como Charlotte Doppler, a chefe do departamento de polícia de Winden que relembra dos estranhos acontecimentos da cidade quando era uma garota – e que agora estão ressurgindo das cinzas e trazendo ainda mais amargura para uma cidade marcada pela mentira e pela tragédia. Sua personalidade forte é muitas vezes uma máscara para os problemas pessoais que enfrenta em casa, incluindo a sexualidade do marido e de seu possível envolvimento com o desaparecimento de Mikkel e das outras crianças. É justamente seu semblante blasé que lhe confere humanidade, algo tão complicado de ser transparecido que chega a ser surreal. 

Dark é crível. Palpável, nostálgico e sua originalidade não vem com o tema principal nem com sua premissa, mas sim com o fato de entregar-se a uma nova perspectiva mais humana em detrimento do escopo da ficção científica. Seus personagens somos nós, pessoas comuns que sofrem com perdas e traumas, desmanteladas com a justiça e cegas pela impotência de não estar apto a fazer nada para mudar o que aconteceu.

Sylvester Stallone diz que ‘Creed 3’ é uma “SITUAÇÃO LAMENTÁVEL”; Entenda!

Como é sabido, Sylvester Stallone não estará em ‘Creed 3‘, o primeiro da franquia que o ator não fará parte. De acordo com Sly, a ausência dele no terceiro filme do spin-off trouxe uma “situação lamentável”, porque ele queria estar no cast e fazer parte das decisões criativas.

Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, Stallone comentou a ausência da produção, assim como a diferença criativa com o produtor Irwin Winkler e Michael B. Jordan, protagonista e diretor do novo longa da franquia.

“É uma situação lamentável, porque eu sei o que poderia ter feito. O filme foi levado em uma direção bem diferente daquela que eu queria. É uma filosofia diferente, tudo que fez Irwin Winkler e Michael B. Jordan, disse o eterno Rocky Balboa.

“Desejo o melhor para eles, mas sou um sentimental. Gosto dos meus heróis brilhando, mas não quero eles em um lugar sombrio”, contou.

Veja os últimos cartazes divulgados:

O filme vai demorar alguns meses a mais para estrear nos cinemas. Originalmente marcado para chegar em novembro de 2022, o longa dirigido e estrelado por Michael B. Jordan agora vai estrear apenas no dia 3 de março de 2023.

Após a alteração, ‘Creed III‘ vai concorrer diretamente contra ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, que entrará em cartaz no mesmo dia nos Estados Unidos. Lembrando que a franquia ‘Rocky‘ ainda ganhará um novo derivado, agora focado em Ivan Drago, boxeador implacável vivido por Dolph Lundgren, e seu filho, Viktor (Florian Munteanu).

Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.

Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.

No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.

“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.

‘Bailarina’: Keanu Reeves RETORNA como John Wick no filme derivado

Segundo o ColliderKeanu Reeves está em Praga e irá reprisar seu papel como John Wick no filme derivado Bailarina, estrelado por Ana de Armas.

Ainda não se sabe se Reeves terá apenas uma participação no longa-metragem ou se ele terá papel mais proeminente na história.

Há a expectativa da produção começar em breve.

 

 

 

Lembrando que Len Wiseman (‘Anjos da Noite’) irá dirigir o filme, enquanto Shay Hatten (‘John Wick 3: Parabellum’) fez a versão preliminar do roteiro.

Já ‘John Wick 4‘ tem estreia marcada para 24 de março de 2023. ‘John Wick 5‘ seria gravado ao mesmo tempo que o 4, mas a pandemia impediu o desenvolvimento dos dois filmes, então a equipe optou por fazer apenas um deles. Agora só nos resta para saber se a sequência deixará um gancho para novas histórias.

Fique ligado para mais informações!

‘Rick e Morty’: 2ª parte da 6ª temporada ganha trailer OFICIAL; Confira!

Adult Stim divulgou o trailer oficial dos episódios finais da 6ª temporada de ‘Rick e Morty’.

Os próximos capítulos chegam à HBO Max Brasil no dia 21 de novembro, um dia depois da exibição nos Estados Unidos.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

Confira a sinopse oficial:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.