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‘A Vida Mentirosa dos Adultos’, adaptação de Elena Ferrante, ganha trailer pela Netflix

Foi divulgado pela Netflix o teaser da série ‘A Vida Mentirosa dos Adultos‘, adaptação do aclamado livro de Elena Ferrante.

A produção é na verdade um retrato da passagem de Giovana da infância para a adolescência na década de 1990. Nessa transição, ela vive entre as duas facetas de Nápoles, que se temem e se odeiam: a parte alta, com sua imagem de finesse e elegância, e a parte baixa, mais simples e propensa aos excessos. Giovanna oscila entre as duas, ora subindo, ora descendo, mas sempre constatando que sua cidade natal não oferece saídas nem respostas.

Confira o trailer:

A Vida Mentirosa dos Adultos‘ é estrelada por Valeria Golino e Giordana Marengo, e Azzurra Mennella, Rossella Gamba, Alessandro Preziosi, Susy Del Giudice, Pina Turco, Biagio Forestieri formam o cast.

O cineasta Edoardo De Angelis (‘Indivisíveis’) está no comando da série, com Ferrante assinando o roteiro adaptado ao lado de Laura Paolucci e Francesco Piccolo.

Possuindo um total de seis episódios, a série chega em 4 de janeiro.

Novo filme de Gabriel Leone com diretor de ‘O Caso Evandro’ inicia suas filmagens

O cineasta Aly Muritiba (‘O Caso Evandro’) divulgou através do Instagram o início das filmagens de ‘Barba ensopada de sangue‘, estrelado por Gabriel Leone (‘Eduardo e Mônica’).

Veja abaixo o anúncio:

Muritiba, que assina também a direção, comandou ‘Deserto Particular‘. O novo projeto acompanha um professor de natação que se muda para o litoral de Santa Catarina para investigar a morte do avô. O longa é uma adaptação do livro de mesmo nome de Daniel Galera.

Lembrando que Gabriel Leone é estrela da série ‘Dom‘, produção do Prime Video. A segunda temporada da está em desenvolvimento. Ele também estará em ‘Ferrari‘, novo filme de Michael Mann com Adam Driver no elenco.

‘Pantera Negra 2’: Comercial revela o visual completo da armadura da Coração de Ferro; Confira!

A Marvel Studios divulgou um comercial chinês de ‘Pantera Negra 2‘, revelando o visual completo da Coração de Ferro, armadura construída por Riri Williams (Dominique Thorne).

Para quem não conhece, Williams é inspirada pelo legado de Tony Stark e também se torna uma heroína ao criar sua própria armadura com inteligência artificial.

Confira a prévia:

Em entrevista para a Entertainment Weekly, Thorne disse que Williams não será uma típica heroína porque ainda não se enxerga como tal.

“Adoro o fato de ela ser totalmente ela mesma. Ela definitivamente não é a super-heroína típica ou tradicional. Ela é muito… Bem, Riri Williams, ela se acha apenas uma estudante de 19 anos no meio de todo esse negócio de Coração de Ferro, digamos que a ficha ainda não caiu.”

Ela continuou:

“Ela traz um tipo diferente de energia, mas também tem algumas semelhanças com personagens que já vimos neste universo antes. Neste filme, vemos Shuri conhecer alguém que tem algumas coisas em comum com ela, mas também muitas, muitas diferenças.”

Williams apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Agora resta aguardar para saber como ela será adaptada nas telonas.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência estreia no próximo dia 10 e também conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Sandman’: Neil Gaiman comenta sobre chegada de Delírio na 2ª temporada da série

Após ‘Sandman‘ ter sido renovada para uma segunda temporada pela Netflix alguns fãs já estão cobrando de Neil Gaiman detalhes sobre como será alguns personagens da série. O autor, inclusive, através do Tumblr, comentou sobre a introdução do personagem Delírio na série.

Apesar da procura do cast do novo ano ainda não estar oficialmente definido, Gaiman falou sobre a vontade de Mason Alexander Park de ser Desejo através das redes sociais, e do sujeito ter conseguido a escalação.

“E como lembrete para todos que querem atuar, ‘Eu sou muito parecido(a) com a Delírio na vida real’ não é o argumento certo que muitos de vocês parecem pensar que é. Para estar em Sandman você precisa ser um ator, você precisa ter créditos”, falou Gaiman.

Que finalizou dizendo: “Nós precisamos saber não apenas que você é brilhante, mas que também é confiável e que sabe como atuar na TV – você pode fazer a mesma cena duas dúzias de vezes e ainda dizer as falas todas as vezes como se fosse a primeira vez que as disse? Você pode ser engraçado e quebrar o coração das pessoas ao mesmo tempo?”.

Relembre o trailer:

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Ed Sheeran embala e encanta em novo trailer de lançamento de ‘Pokémon Scarlet e Violet’

Foi divulgado nesta terça-feira (08) pela Pokémon Company um novo trailer do aguardado novo jogo da franquia dos Monstros de Bolso, ‘Pokémon Scarlet e Violet‘, onde aparecem vários novos bichos.

O trailer destaca Quaxly com o seu engraçado topete, alguns andamentos com os Pokémon titãs e a mecânica de Terastal, onde os pokémon viram cristais.

A emocionante canção ‘Celestial‘, de Ed Sheeran, embalou o trailer de lançamento do game.

Confira logo abaixo:

Veja o trailer anterior:

O game terá oito ginásios, que podem ser acessados em qualquer ordem, os jogos terão três histórias principais. Na região de Paldea, há alguns eventos, como a Caça ao Tesouro, e os jogadores poderão usar os novos lendários, Koraidon e Miraidon, como um veículo para atravessar todo o mapa.

Outra novidade da região é fenômeno Terastal, onde todos os pokémons ganham uma versão brilhante de si, aumentando sua força de movimento – e, em alguns casos, mudando de tipo e forma. Os jogadores poderão participar das Tera Raids, batalhas com até três outros jogadores ao mesmo tempo para lutar contra um Pokémon Terastallized. A cooperativada também acontece fora das raids.

Além dos iniciais Sprigatito, Fuecoco e Quaxly, também foram divulgados os nomes de Fidough e Cetitan, como os novos pokémons, além da forma Paldean do Wooper.

Pokémon Scarlet e Violet‘ vão chega com exclusividade ao Nintendo Switch em 18 de novembro. O jogo vai chegar com exclusivamente para Nintendo Switch. A pré-venda já está disponível na eShop por R$ 299,00.

‘Gears of War’: Vindoura adaptação da Netflix deixa fãs preocupados; Confira as reações!

Há alguns dias, foi revelado que ‘Gears of War‘, aclamada franquia de games da Microsoft, ganhará novas adaptações em filme live-action e série animada pela Netflix.

No entanto, os fãs dos jogos não estão muito animados com o anúncio por conta da má reputação que a plataforma de streaming recebeu após a péssima adaptação de ‘Resident Evil‘, que acabou sendo cancelada com uma única temporada.

Além disso, o criador dos games, Cliff Bleszinski, confirmou que não está envolvido nem no filme nem na série animada, o que também vem preocupando os fãs.

Nas redes sociais, há diversos comentários questionando se as adaptações realmente são uma boa ideia.

Confira:

Por enquanto, ainda não há informações sobre quem vai dirigir as adaptações, mas o projeto tem parceria da desenvolvedora canadense The Coalition.

Lembrando que ‘Gears of War‘ é uma das franquias mais populares do Xbox. Com a novidade, a Netflix acrescenta mais um grande nome na lista de adaptações de jogos, que incluem ‘Arcane‘ e ‘The Witcher‘, por exemplo.

Vale destacar que o anúncio ocorre em celebração ao aniversário de 16 anos da franquia, que teve seu primeiro título lançado em 2006. Ainda não há previsão de lançamento para as adaptações de ‘Gears of War‘.

José Dumont, ator de ‘Caminhos do Coração’, se torna réu por estupro de vulnerável

O ator José Dumont, de 72 anos, se tornou réu por estupro de vulnerável, após a Justiça do Rio aceitar a denúncia do Ministério Público (MP). No entanto, pedido de prisão preventiva foi negado.

Em relação a primeira audiência, seja de conciliação, instrução e julgamento, foi marcada para o dia 6 de dezembro. A decisão é do juiz em exercício da 33ª Vara Criminal, Daniel Cotta, e está sob sigilo. Dumont já é réu por armazenar pornografia infantil. Ele responde aos dois processos em liberdade, depois de ser solto no dia 12 de outubro com tornozeleira eletrônica, como forma de precaução.

José Dumont chegou a ser preso em flagrante no dia 15 de setembro por adquirir, possuir e armazenar em seu computador e em seu telefone celular, fotografias e vídeos contendo cenas de pornografia envolvendo crianças e adolescentes de diversas idades.

De acordo com a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde ele mora flagraram o ator cometendo abusos contra um adolescente de 12 anos, como beijos e carícias. A polícia informou que ele se aproximou do menino há um ano, ao oferecer ajuda financeira e presentes.

Ao cumprir o mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (15) na casa do ator, os policiais encontraram vídeos e fotos contendo pornografia infantil no celular pessoal e no computador. A Justiça também tinha autorizado a quebra de sigilo.

José Dumont foi preso em flagrante. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, armazenar imagens de sexo envolvendo crianças é crime. O ator foi levado para Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav). No fim da tarde, o passou por uma audiência de custódia e teve a prisão mantida.

Nascido em Bananeiras, na Paraíba, em agosto de 1950, José Dumont começou a carreira no teatro e participou de mais de 40 filmes, como “O Homem que Virou Suco“, “A Hora da Estrela” e “Dois Filhos de Francisco“. Foi premiado como o melhor ator em vários festivais, como o de Gramado, em 1981.

Na Globo, estreou na década de 1970, em programas como “Caso Verdade” e o seriado “Carga Pesada“. Protagonizou o especial “Morte e Vida Severina“, que ganhou o Emmy Internacional. Na emissora, fez mais de 15 novelas e séries. Atualmente, gravava participação em uma produção do Globoplay.

‘A Baleia’: Elogiado drama com Brendan Fraser ganha trailer EMOCIONANTE; Confira!

A produtora A24 divulgou o primeiro trailer de ‘A Baleia‘, aguardado drama estrelado por Brendan Fraser (‘A Múmia’) e dirigido pelo aclamado Darren Aronofsky (‘Mãe!’).

Elogiado no Festival de Veneza, o longa conta a história de um homem de 270 quilos chamado Charlie, que tenta se reaproximar da filha adolescente depois de abandoná-la para ficar com um amante. Após a morte do companheiro, Charlie se entrega a um transtorno alimentar compulsivo em resposta ao luto, o que acaba transformando-o em obeso mórbido.

A produção será lançada em circuito internacional no próximo dia 09 de dezembro. No Brasil, nenhuma data foi confirmada.

Confira a prévia:

Fraser foi ovacionado em pé durante seis minutos depois que os créditos subiram nas telonas do Festival de Veneza – o que também o levou a verter em lágrimas.

Recentemente, o astro falou a respeito da sua transformação para estrelar o longa-metragem: afinal, ele engordou e usou próteses para interpretar um personagem com 270 quilos.

Fraser, que há anos não participava de um grande filme em Hollywood, revelou que queria “desaparecer” para dar vida ao personagem.

“Se não há risco, então por que se incomodar? Quero aprender com as pessoas com quem estou trabalhando neste momento da minha carreira. Eu tive tanta variedade, muitos altos e baixos, então o que eu quero, na segunda metade do meu tempo fazendo isso, é sentir que estou contribuindo para o ofício e estou aprendendo com isso. Esta é uma excelente oportunidade. Eu queria desaparecer na tela. Minha esperança era que eu me tornasse irreconhecível.” 

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer LawrenceJavier Bardem.

 

‘Star Wars: The Acolyte’: Carrie-Anne Moss entra para o elenco da série

Depois que as gravações de Star Wars: The Acolytecomeçaram, a vindoura série vem ganhando diversas atualizações.

E, de acordo com o Comic Book, Carrie-Anne Moss, estrela da franquia ‘Matrix‘, foi escalada para o elenco.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a personagem de Moss, mas considerando seu currículo é possível que ela desempenha um papel de destaque.

Lembrando que ela se junta a Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie Barnett e Dean-Charles Chapman.

Ainda sem previsão de estreia, a sinopse oficial da série diz que:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

God of War e sua IMENSA importância para o Playstation

Um passeio pela história

Preferências e fanatismos a parte, desde o início da oitava geração, com o caminhar dos lançamentos e das projeções mercadológica, a Sony liderou e deve continuar no pódio de vendas, na área de consoles, por um bom tempo. Essa predominância já havia ocorrido anteriormente com o Playstation 1 e também com o Playstation 2, esse de maneira ainda mais intensa.

Apenas na sétima geração, quando meteram os pés pelas mãos, com o Playstation 3, onde a Microsoft “liderou”, merecidamente, durante um bom tempo, é que eles se deram mal. Mas, ainda assim, no final da carreira do terceiro console, a Sony investiu pesado em exclusivos, em uma máquina mais barata e recuperou o prestígio, tanto que passou o número de vendas do próprio Xbox 360.

E coloquei aspas na liderança momentânea do Xbox 360 porque, obviamente, a Nintendo foi a líder de vendas da 7ª geração com folga por causa do Nintendo Wii, mas que tinha outra proposta em relação aos concorrentes.

Porém, com a Sony estabelecida no mercado de videogames, é fácil a gente pensar que a empresa sempre teve tato para isso… Mas não é bem assim, pois antes de se aventurarem no ramo, como muitos devem saber, eles haviam trabalhado com a Nintendo desenvolvendo componentes e periféricos para eles, e só depois com uma racha entre as empresas que a Sony resolveu lançar o seu próprio console.

Acreditem, muita gente fazia piada na época da chegada do PlayStation, diziam que a Sony era marca de TV e de som, e que eles não entendiam nada de videogames. Porém, contratando os profissionais certos, fazendo parcerias com grandes estúdios e contando com a arrogância da própria Nintendo, a companhia conseguiu chegar no patamar atual.

Logo no Playstation 1, os caras já conseguiram emplacar diversos clássicos que foram exclusivos na plataforma. Aliás, a exclusividade com algumas desenvolvedoras sempre foi um dos grandes trunfos da Sony. Títulos como ‘Metal Gear Solid’, ‘Final Fantasy VII’, ‘Silent Hill’, ‘GTA’ e ‘Gran Turismo’ ficavam restringidos ao Playstation, já que para joga-los, você tinha que ter a máquina. Isso sem contar com os jogos multiplataformas que venderam pra valer só no Playstation, exemplos como ‘Castlevania Symphony of the Night’, ‘Resident Evil 2’, ‘Tomb Raider’ e outros mais falam por si só.

Precisavam de um símbolo

Porém, assim como a Sega e a Nintendo, a empresa precisava de algo que representasse sua marca de maneira tão querida quanto o Sonic e o Mario. Um símbolo em definitivo.

Então, mesmo já entrando em desuso, essa coisa de usar animais antropomórficos bonitinhos em jogos de plataforma, o hoje clássico ‘Crash Bandicoot‘ foi um tremendo sucesso. Vendeu quase 7 milhões de unidades, conquistou o coração dos gamers no mundo todo e ganhou diversas continuações – inclusive mais três no próprio Playstation original, contando com Crash Team Racing.

Ainda assim, Crash era visto como um Sonic e Mario wanna be. Foi exatamente nesse jogo que nasceu a parceria com o também hoje renomadíssimo estúdio, a Nauty Dog, que é sem duvida o carro chefe da empresa atualmente por criar franquias como ‘Uncharted’ e ‘The Last of Us’.

É, mas antes de chegarem nesses jogos tão adorados hoje em dia, no meio do caminho tinha o Kratos; tinha o Kratos no meio do caminho… Pois é, eis que somente no Playstation 2, exatamente em 2005, a Sony teria enfim o jogo, a franquia, o personagem que seria o seu maior símbolo. Diferente de ‘Crash Bandicoot’, ‘God of War’ ainda é o jogo que melhor sintetiza a essência do Playstation.

Não é o melhor game da companhia, quer dizer, até pode ser para alguns, mas indiscutivelmente é nele que vemos as características recorrentes na maioria dos grandes títulos da Sony. É uma produção repleta de cenas cinematográficas; set pieces ambiciosas e momentos megalomaníacos. O gameplay eletrizante utiliza de várias ferramentas audiovisuais para causar um impacto catártico nos jogadores. É instantâneo, você bate o olho em ‘God of War’ e na hora lembra do Playstation!

Como o lançamento de ‘God of War Ragnarok’, que deve continuar a saga de Kratos por Asgard e manter o nível do game anterior que ganhou o prêmio de Jogo do Ano, a gente resolveu relembrar aqui como tudo isso começou, de onde vieram as primeiras ideias do jogo. Quais foram as principais influencias que os desenvolvedores tiveram e como ao longo do tempo esses jogos influenciaram na indústria de maneira geral.

A origem de tudo

Tudo começou a ser planejado ainda em 2002, com a Santa Monica Studios elaborando algumas mecânicas para um jogo de hack and slash com temática mitológica grega. Mesmo naquele tempo várias ideias que seriam recorrentes no produto final já haviam sido pensadas, como as habilidades especiais da cabeça da Medusa, do raio de Zeus e os embates contra criaturas como os ciclopes gigantes.

Mas a coisa só andou mesmo quando um maluco chamado David Jaffe entrou para o time. Ele que na geração anterior foi responsável pelo insano jogo de confronto de carros, ‘Twisted Metal’. E nessa vibe louca ele trouxe vários conceitos que seriam marcas registradas de ‘God of War‘.

A personalidade do Kratos, aquele jeitão sempre emburrado, agressivo e o modo brutal nas lutas sempre foram coisas pensadas por Jaffe. E algo recorrente em entrevistas é como a equipe fala que ele sempre queria todo mundo participando do processo de criação do game.

Algo no mínimo curioso, pois é preciso dizer que, atualmente, David Jaffe é um cara meio relegado na indústria, com seguidos projetos fracassados e tudo mais. O último dele foi ‘Drawn to Death’, aquele multiplayer online todo cartunizado em páginas de caderno, com alguns tubarões atirando uns nos outros. Enfim, é uma maluquice tremenda.

Aliás, as más línguas hoje citam que muito do sucesso de ‘God of War‘ se deu pela equipe segurar as doideiras do camarada. Boatos ou não, David Jaffe é um cara que já tem seu nome marcado na indústria dos games e teve sacadas fantásticas. A própria Santa Monica e ele pensavam em fazer um jogo de ação que reunisse outros elementos como puzzles, navegação ampla pelos cenários e os famosos quick time events.

Claro, tudo isso precisava ser embalado por muitas batalhas cheias de impacto e trazer um clima apoteótico cinematográfico constante. A ideia era mostrar o poder do Playstation 2 e dar ao o público uma experiência épica jamais vista. Algo visceral não apenas pela violência, mas que explorou o sexo até como no design de gameplay, que era algo bem presente nas histórias de mitologia grega.

Cópia ou referência?

Só que seria injusto falar tanto sobre esses pontos e não citar a existência de ‘Rygar – The Legendary Adventure’, uma franquia da geração 8 Bit que ganhou uma reimaginação para o Playstation 2, em 2002 – exatamente o ano em que ‘God of War’ começou a ser feito.

E realmente não há como negar que houve, sim, uma clara influência e o reaproveitamento de inúmeras particularidades desse game. A mais gritante sem dúvidas está nas batalhas e na estética, o personagem possui uma arma praticamente idêntica a famosa blades of chaos do Kratos. Tematicamente, se assemelha por tratar de temas mitológicos ou por trazer criaturas como os benditos ciclopes e harpias.

As lutas contras os chefes seguem a mesma lógica de design com inimigos gigantes. Até a forma como o personagem interage com o cenário se parece. Só que ‘Rygar’ foi um tremendo fracasso em sua época de lançamento, e até depois quando foi relançado no Wii. Então, essa coisa de pegar mecânicas e ideias de jogos menores e reproduzi-las com maior dimensão em outros títulos sempre existiu no mundo dos games.

Tudo em ‘God of War’ é superior em relação a ‘Rygar’, todas essas características foram refinadas. Fora os elementos fundamentais que existem no jogo da Santa Monica, como as cutscenes, o carisma dos personagens e o impacto nas cenas de batalha.

Apesar de não ter vendido tanto quanto ‘Crash Bandicoot’, até pelo jogo de Kratos não ser um jogo para todos os públicos, ‘God of War’ ultrapassou a marca de 4,6 milhões de unidades. Para um exclusivo com classificação indicativa mais alta, era um baita resultado.

Só que o maior feito do jogo foi sobre marcar na indústria e dar a cara definitiva do Playstation. Vieram diversas outras continuações, o segundo título da franquia também saiu ainda no Playstation 2, mesmo que curiosamente o Playstation 3 já existia na época do seu lançamento. Mas quiseram deixar o jogo na sua plataforma de origem.

Até porque, com a chegada de ‘God of War 3’, o mundo parou de novo para conferir como seria a entrada do Deus da Guerra na sétima geração. E sendo sincero, não existiu outro título no Playstation 3 que trouxesse tanta imponência quanto ‘God of War 3’, já em sua abertura. Ah, o PSP também ganhou dois jogaços, os maravilhosos ‘Chains of Olympus’ e ‘Ghost of Spartan’.

É verdade que com o passar dos anos a série foi perdendo força. Começaram as zoeiras de que o jogo podia ser terminado com apenas um botão; que era simplista demais e que o Kratos era uma caricatura ridícula.

O cansaço ficou evidente em ‘God of War Ascession’, que tinha gráficos muito bonitos e algumas cenas espetaculares, mas que repetia as mesmas ideias dos anteriores e com o tempo tudo ficava realmente cansativo. Tanto que depois de todo esse histórico o jogo vendeu menos que o primeiro. Era hora de dar uma pausa e se renovar…

Novos Deuses, Novos Tempos

Surgindo quase que como um reboot, sem nenhuma numeração ou subtítulo, e com um visual absolutamente embasbacante, com o estilo de jogabilidade com elementos das franquias Souls e explorando agora a mitologia nórdica, o novo ‘God of War’ do Playstation 4 chegou do jeito que o Kratos gosta: chutando bundas e arrasando quarteirões.

As críticas foram as melhores possíveis, a experiência dos jogadores extrapolou tudo que se podia imaginar de boa recepção e a franquia ganhou novamente folego. O Deus da Guerra ganhou novamente a indústria dos games, faturou centenas de prêmios e, dentre eles, o The Game of the Year, com toda justiça do mundo.

Assim como lá no comecinho, quase 15 anos depois, Kratos deu a Sony a imponência que faltava para um título da geração do Playstation 4 – ainda que ‘Uncharted 4’ e ‘Horizon Zero Dawn’ tenham ensaiado isso muito bem – ‘The Last of Us 2’ repetiu o feito anos depois. Mas o Bom de Guerra é foi sem dúvidas o divisor de águas nesse sentido.

E parece que o aguardadíssimo ‘God of War Ragnarok’ consegue melhorar tudo que o jogo anterior fez – o que é uma façanha e tanto, conquistando notas ainda maiores. Nos resta então aguardar e ver se o jogo é isso tudo mesmo que falam. E você, sempre curtiu ‘God of War’ ou começou a jogar depois desse refinamento completo? Acha o Kratos um chatão que vive se lamentando ou simplesmente considera ele o maior personagens dos games?

‘O Mandaloriano’: Moff Gideon pode ter novo visual na 3ª temporada; Confira os detalhes!

THE MANDALORIAN Giancarlo Esposito is Moff Gideon

A 3º temporada de ‘O Mandaloriano‘ estreia em fevereiro do ano que vem, e há muita expectativa para descobrir o que está por vir na história de Din Djarin (Pedro Pascal) e Grogu.

É claro que também é preciso responder as perguntas sobre outros personagens, como o Moff Gideon (Giancarlo Esposito), o atual líder do Império.

Embora ele tenha sido aparentemente levado sob custódia pela Nova República no final da 2ª temporada, rumores já indicaram que ele não iria permanecer encarcerado por muito tempo.

E, de acordo com o Star War News Net, o personagem terá um novo visual nos próximos episódios.

Uma fonte ligada à Lucasfilm disse que:

“Gideon vai ostentar uma nova armadura. Ele terá um capacete será preto com chifres e um visor vermelhos e chifres. Os chifres serão seis, semelhantes aos de Darth Maul. O design da armadura será parecido com a dos Mandalorianos, parecido com a de Boba Fett, mas toda preta, brilhante e muito elegante. Gideon vai receber uma atualização completa, e até va usar um jetpack preto e vermelho.”

Por enquanto, não há nada confirmado sobre o retorno do vilão, então considere como rumor.

Mas o SWNN tem um longo histórico de acertos quando se trata de informações dos bastidores da saga criada por George Lucas.

Então só nos resta aguardar.

E aí, você está ansioso?

Assista ao trailer da temporada:

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Star Wars: The Acolyte’: Série ganha INSTIGANTE sinopse oficial; Confira!

Depois que as gravações de Star Wars: The Acolytecomeçaram, a vindoura série vem ganhando diversas atualizações.

Ontem foi revelado o elenco completo da atração, e agora o Comic Book divulgou a sinopse oficial, que diz:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Ainda sem previsão de estreia, a produção é estrelada por Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie BarnettDean-Charles ChapmanCarrie-Anne Moss.

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

‘O Homem-Torto’: Fãs de ‘Invocação do Mal’ lamentam CANCELAMENTO do derivado; Confira as reações!

Anunciado em 2017, o filme do ‘Homem-Torto‘, derivado de ‘Invocação do Mal 2‘, acabou sendo cancelado, o que deixou os fãs da franquia bastante decepcionados.

A triste notícia foi revelada através do Instagram do produtor James Wan, que se disse esperançoso de ver o filme acontecendo “um dia”.

Mesmo assim, o público está expressando seu desapontamento em diversas publicações nas redes sociais, já que o projeto era aguardado há cinco anos.

Confira as reações:

Confira o anúncio de Wan:

“Pequena lembrança do meu amigo, Homem Torto, interpretado pelo incrível Javier Botet. O movimento dele era tão sobrenatural que algumas pessoas juravam que era CGI. E não, infelizmente o filme derivado com o personagem não acontecerá. Está fora do meu controle. Mas quem sabe um dia…”

Jason Momoa é destaque no novo pôster oficial da fantasia ‘Terra dos Sonhos’; Confira!

Netflix revelou mais um cartaz oficial de Terra dos Sonhos (Slumberland), novo filme de fantasia estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’).

O longa chega à plataforma de streaming no dia 18 de novembro.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’, ‘Operação Red Sparrow’), com roteiro assinado por David GuionMichael Handelman.

A história é baseada na série de quadrinhos ‘Little Nemo in Slumberland, de Winsor McCay.

Uma jovem garota descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos chamado Slumberland e, com a ajuda de um excêntrico fora da lei, navega pelos sonhos e foge dos pesadelos, com a esperança de ver seu falecido pai novamente.

O elenco também é formado por Marlow BarkleyWeruche OpiaIndia de BeaufortKyle ChandlerChris O’Dowd.

Artigo | ‘Outlander’ é um dos grandes e mais emocionantes dramas de época da televisão

Diana Gabaldon é responsável pela criação de uma das sagas mais bem escritas e vendidas no mundo inteiro: A Viajante no Tempo’. A narrativa da romancista mistura elementos de diversas vertentes, incluindo a ficção de aventura, a ficção história e o sobrenatural, criando um cosmos que tem uma veracidade incrivelmente bem pesquisada e que ao mesmo tempo funciona como uma nova perspectiva fantasiosa e bastante envolvente. Logo, ao escolher adaptar a série de livros, Ronald D. Moore tinha uma grande responsabilidade em mãos para transcrever uma riqueza de detalhes inenarravelmente extensa para um meio que é conhecido, obviamente, pelo bombardeio imagético. Felizmente, o resultado é, sem sombra de dúvida, aplaudível: Outlander, como ficou conhecida a série, não é apenas uma rendição memorável para uma civilização imortalizada, mas também uma homenagem para a novelista. 

A trama se inicia de forma muito poética ao final da II Guerra Mundial – um escopo familiar para narrativas de época e que, dependendo do tratamento que recebe, funciona em todos os seus aspectos. Tal proeza se repete aqui, trazendo como foco de tudo a extremamente carismática e belíssima Claire Beauchamp (Caitriona Balfe), uma enfermeira botânica que, no período que se segue após o término da batalha e a derrota dos nazistas, decide comemorar sua tão sonhada lua-de-mel, cujas celebrações nunca encontraram a luz do dia, ao lado de seu marido Frank Randall (Tobias Menzies) nas místicas terras escocesas. 

À prima vista, parecemos estar embarcando em mais uma jornada romântica com ares nórdicos, mas nem tudo é o que parece ser, a começar da inserção de uma narração feita pela própria protagonista. Claire é uma mulher forte, determinada e muito sagaz, dotada de inúmeras habilidades que a transformam não mais em um estereótipo feminino da época em que a história se passa, mas sim um incrível arquétipo a servir de inspiração para até mesmo outras investidas audiovisuais e literárias. Seus pensamentos e digressões não se mantém em um nível ambíguo, servindo como leitura para o que acontece em cena, mas sim transmitindo as sensações mais íntimas da personagem principal e que definitivamente não conseguem ser transpostas apenas em primeiro plano. Isso de forma alguma tira o mérito de Balfe em sua magnífica interpretação – muito pelo contrário: tal escolha reflete a complexidade de sua personalidade e como cada um dos fragmentos é extremamente necessário para a compreensão do público acerca da série. 

Tudo muda quando o casal chega à misteriosa cidade de Inverness e logo se aventura a explorar os pontos históricos e a mitologia celta que ainda exala através da humilde comunidade e de seus habitantes. Isso casa muito bem até com a profissão do duo, uma com grande afinidade para as artes medicinais e o outro historiador. Não é à toa que monólogos acerca da história de suas famílias e até mesmo das construções que os rodeiam existam o tempo todo e não caem na mesmice, por incrível que pareça. O show respira História, seja de modo saudosista e nostálgico, seja como vivência na própria pele. 

Em determinado momento, o casal decide presenciar uma memorável cena ritualística wicca, que resgata as raízes dos nativos britânicos. Toda a sequência é acompanhada por uma suave e envolvente música celta, pautada no mais puro silêncio até mesmo pela frenética mente de Claire – e não podemos deixar de sentir todo o misticismo que reside na atmosfera quando a dança acaba e as bruxas dispersam. Ora, se nem mesmo a protagonista consegue deixar se subir até o círculo de pedras, quem dirá nós? E talvez seja essa impulsividade de conhecer o sobrenatural que dá início para uma jornada quase sci-fi para ela: afinal, ao tocar em uma das pedras talhadas em pura “magia”, por assim dizer, ela misteriosamente retorna para o ano de 1743. 

Viagens no tempo são sempre bem-vindas, ainda mais quando bem contadas. E talvez a saga de Claire em uma sociedade completamente diferente – e à beira de um colapso político – seja uma das que mais obtém sucesso, não apenas por colocar uma forasteira (situação que fornece o título para a série), mas por obrigá-la a se adaptar a um novo jeito de ver a vida: mais clássica, mais humilde e mais perigosa. E essas sensações já foram experimentadas durante a guerra, mas não em uma era tão perigosa quanto a que nos é apresentada – afinal, é só nos recordarmos da rudimentar tecnologia e do primitivismo quase animalesco no qual aquele povo estava inserido. Essas encarnações arquetípicas, que seguem o mesmo padrão de Claire, insurgem principalmente na figura do robusto Jamie Fraser (Sam Heughan), o qual divide as honras do holofote juntamente à protagonista inglesa. 

Seu personagem é, acima de tudo altruísta e compreensivo, ainda que ingênuo quanto a certas questões de esfera mais geral, como a política e a econômica. Entretanto, é interessante ver o paradoxo de Outlander conforme a narrativa se segue e opta por brincar entre as relações pessoais e intimistas entre Jamie e Claire em conjunto muito equilibrado ao escopo social pautado em diversas intenções – que inclusive nos introduzem a outros personagens tão marcantes quanto aos já apresentados: Dougal MacKenzie (Graham McTavish) e Murtagh Fraser (Duncan Lacroix), ambos serventes ao mesmo rei e ao mesmo clã unido e que funcionam um como extensão do outro. 

É claro que Dougal, servindo como braço direito de seu comandante e sendo tio por consideração de Jamie, é mais austero e sem papas na língua quando o assunto é punição, subserviência e leis, principalmente àquelas que permitem um contra-ataque às investidas impiedosas do exército inglês ante suas terras. Murtagh, por sua vez, é muito mais irreverente e até mesmo emerge como o escape cômico da narrativa, ainda que traga alguns traços de puro machismo que conversem com os ideais patriarcais de meados do século XVIII. O mais interessante é que, dentro da jornada de Claire, cada uma dessas presenças é de extrema importância para seu amadurecimento e para a aceitação de sua nova dia, seja para o bem ou o mal. 

A série acerta em cheio quando se permite explorar as brechas dentro do roteiro, principalmente em questão à perspectiva única da protagonista. Diferentemente de outros shows que também trazem narradores, como Grey’s Anatomy’Desperate Housewives’, à medida em que a protagonista aceita seu destino e compreende que não poderá voltar à vida que outrora tinha, ela se funde de forma quase completa aos costumes da comunidade da qual se tornou “refém” e depois “agregada”, dando espaço para que aqueles ao seu redor analisem as transformações que vieram com a aparição da Sassenach (palavra gaélica para “forasteira”). Logo, não é nenhuma surpresa que um dos episódios seja inteiramente da perspectiva inocente de Jamie e adicione elementos que permitam um maior envolvimento. 

Sem dúvida, uma das figuras mais adoráveis e que com um dos arcos mais trágicos e impressionantes da primeira temporada reside no inexplicável rosto da curandeira Geillis Duncan (interpretada por Lotte Verbeek). Desde o primeiro momento em que aparece, a candura em sua voz e até mesmo sua afinidade com as artes místicas, principalmente no tocante a uma das religiões que dá base à mitologia da série (o wiccanismo), é inebriante. Todas as cenas que protagoniza são banhadas por uma luz suave que a transforma em um ser translúcido e intangível, quase de outro mundo – e essa estética acompanha sua trajetória até ser condenada à fogueira por bruxaria e por ter assassinado seu marido e carregar o “filho do Demônio”, tudo em prol de salvar Claire do mesmo destino. E é nesse momento que percebemos que a nossa heroína não foi a única a cair nas graças de um feitiço do tempo, visto que Geillis revela ter vindo de uma época um pouco mais longínqua que ela: 1968 (The Devil’s Mark”).

Como já sabemos, toda a narrativa é ambientada em terras escocesas. A fotografia cuidadosamente bem pensada afasta-se da representação panfletária vista em tantas obras audiovisuais similares, preferindo mesclar-se à fauna, à flora e até mesmo às belíssimas construções milenares que ocupam o solo nórdico. Dessa forma, espere sim paisagens quase paradisíacas, confrontadas com o pesado e brusco teor das sequências desenvolvidas em um ambiente mais claustrofóbico e pautado na luz dura, permitindo a delineação de silhuetas e até mesmo a ambiguidade daquilo que se assiste. E se Claire, no começo da narrativa, permanece como alguém à parte do clã principal, ela logo permite-se, como supracitado, fundir àqueles que a acolheram, adquirindo até mesmo o mesmo desbotamento que seus companheiros. 

Esse cuidado imagético também alastra-se para um dos antagonistas mais cruéis da televisão contemporânea, o alter-ego antepassado de Frank, Jack Randall (também interpretado por Menzies). Seu primeiro encontro com Claire deixa certa dúvida e até mesmo medo quanto ao que pode fazer contra aqueles que considera inferior – ou seja, os escoceses -, e essa torturante lábia e malícia é explorada ao máximo pela mente criativamente deturpada tanto de Gabaldon quanto de Moore. A temporada é permeada por flashbacks que mostram sua raiva perante os rebeldes e como ele não aceita ser desafiado por ninguém – até que suas reais intenções são reveladas em um dos episódios mais cruéis dessa iteração, intitulado Wentworth Prison”. À essa altura, Claire e Jamie já oscilaram entre inúmeros resgates e missões de salvamento, mas nenhum tão complexo quanto este: acontece que Jack também representa uma quebra de tabu gigantesco e na verdade nutre um psicótico desejo pelo personagem de Heughan, utilizando a ideia de dominação e submissão para subjugá-lo das formas mais terríveis possíveis.

A montagem de tais sequências não deixa a desejar: ela é essencialmente explícita, perscrutada por enquadramentos mais simétricos e ângulos que seguem a linha do olhar ou que deslizam entre o plongée e o contra-plongée, dependendo de qual reação catártica deseja-se ter. E essas técnicas também contribuem para separar as duas épocas retratadas; dentro de um paralelismo cronológico, optar por colocar as duas tramas num mesmo ciclo dialógico, principalmente ao diferenciá-las com um filtro em sépia para 1945 e uma abordagem mais naturalista para 1743. 

Outlanderé soberba. Não apenas por se tratar de uma incrível adaptação, mas sim por funcionar em diversos níveis de contentamento: a iteração é uma novela, um retrato histórico muito verossímil da história escocesa, uma epopeia bíblica, uma jornada épica através das místicas terras altas – e, principalmente, uma deliciosa história de romance, drama e sacrifício. 

‘New Amsterdam’: Episódio FINAL da série ganha data de exibição!

A adorada série médica ‘New Amsterdam‘ chega ao fim com sua 5ª temporada e, agora, a NBC revelou quando o último episódio será exibido.

O capítulo final, que terá duas horas de duração, será lançado em 13 de janeiro de 2023.

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘Queen Charlotte’: Monarca irá sofrer na série derivada de ‘Bridgerton’, revela Shonda Rhimes

‘Queen Charlotte’, série derivada de Bridgerton que será focada na icônica Rainha Charlotte (interpretada originalmente por Golda Rosheuvel), chega em breve ao catálogo da Netflix.

Agora, enquanto mais detalhes sobre a produção não são revelados, a showrunner Shonda Rhimes conversou com o The Sunday Times sobre o que os fãs poderão esperar do spin-off – dizendo que nem tudo são flores para a jovem monarca.

“A Rainha Charlotte é uma presença exagerada”, ela conta. “Ela tem tudo que sempre quis, mas ainda carrega um sofrimento”.

Infelizmente, Rhimes não pôde contar mais sobre a produção, que trará India Amarteifio como a versão mais nova da Rainha.

A produção tem estreia agendada para 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira:

A produção também vai girar em torno das jovens Violet Bridgerton (vivida por Ruth Gemmell na obra principal) e Lady Danbury (Adjoa Andoh).

Michelle FairleyCorey MylchreestArsema ThomasSam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril Nri Hugh Sachs completam o elenco.

Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.

Michelle Williams se sentiu honrada em interpretar a mãe de Steven Spielberg em ‘Os Fabelmans’

‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, fez um grande sucesso depois de estrear no Festival de Toronto e chegará em breve aos cinemas de todo o mundo.

Agora, em um perfil traçado pelo THR, a aclamada atriz Michelle Williams descreveu sua emoção ao participar de um filme do cineasta, dizendo que se sentiu honrada ao interpretar Leah Adler, mãe de Steven, no projeto (sob a roupagem de Mitzi Fabelman).

“Quando percebi o que estava acontecendo, tive que parar e perguntar a ele: ‘espere, você está me pedindo para interpretar sua mãe?’. E ele disse: ‘sim, é isso que eu estou pedindo’. Não apenas ser convidada a fazer um papel em um de seus filmes, mas ser convidada para interpretar sua amada mãe… É como ser levada para dentro do coração de alguém, para ser confiada com um material muito pessoal”, ela comentou.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 09 de fevereiro de 2023.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Paul Dano, que interpreta o pai de SpielbergSam Rechner, que dá vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que vive uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que encarna uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

Jeannie BerlinHadassah FabelmanRobin BartlettKeeley Karsten e outros completa o elenco.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’ ‘Harry Potter’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’: Elenco estampa belíssima capa da próxima edição da EW

EW divulgou a capa de sua próxima edição, trazendo o elenco protagonista de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out, sequência do aclamado ‘Entre Facas e Segredos‘.

A produção chega à Netflix em 23 de dezembro de 2022.

Relembre o trailer:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Pantera Negra 2’: Personagem de Daniel Kaluuya estará na sequência? Diretor responde!

Os trailers de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ revelaram que diversos personagens do filme original vão retornar para a sequência.

No entanto, não houve nenhum vestígio do retorno de W’Kabi, vivido por Daniel Kaluuya.

No primeiro filme, W’Kabi traiu a confiança de T’Challa (Chadwick Boseman) ao unir forças com Killmonger (Michael B. Jordan).

Ao fim da trama, ele se rende, mas o destino final do guerreiro não ficou claro.

Mas, será que a sequência trará alguma resposta sobre isso?

Em entrevista para o Cinema Blend, o diretor Ryan Coogler comentou que Kaluuya ficou de fora da sequência porque estava gravando ‘Não! Não Olhe!‘.

Mas o filme terá uma breve menção sobre o que aconteceu com W’Kabi.

“Sim, ele é mencionado no filme. Basicamente, ele foi banido de Wakanda, mas ainda vive nas fronteiras da nação. Faz sentido? Então, há um diálogo no filme em que mencionam que ele ainda está vivo.”

Coogler não deu mais detalhes, então a menção a W’Kabi deve se restringir a esse diálogo… Mas quem sabe o personagem possa se redimir em um terceiro filme, não é?

Lembrando que a sequência também conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.