O Experimento Belko reúne 80 funcionário de uma grande empresa em Bogotá que são obrigados a participar de um jogo de matar ou morrer por uma voz desconhecida vinda do sistema de intercomunicação. Somente um sobreviverá ao experimento.
O Deadline confirma que a Disney e Sam Mendes estão em negociações para que o filme em live-action do ‘Pinóquio‘ finalmente possa sair do papel.
A publicação cita que as conversas entre as partes estão bastante proveitosas e que o fato de Sam ter saído agora da direção de uma das peças de teatro mais aclamadas no Reino Unido faz com que o cineasta esteja pronto para comandar uma clássica produção nos moldes Disney.
Baseado no romance de 1883 ‘As Aventuras de Pinóquio‘, de Carlo Collodi, o longa original do Pinóquio estreou em 1940 e venceu dois Oscars. Uma sequência foi planejada em 2001, mas o projeto nunca saiu do papel. O filme live-action de Pinóquio deve ser mais fiel ao livro do que à produção dos anos 40.
Vale lembrar que outro filme com Pinóquio já está sendo desenvolvido pelo diretor Guillermo del Toro, este, porém, uma animação 3D em stop-motion.
Mais adaptações com atores da Disney estão a caminho do cinema: ‘A Bela e a Fera’, estrelado por Emma Watson, ‘Mogli – O Menino Lobo’, ‘Dumbo’, e uma continuação de ‘Alice no País das Maravilhas’.
Nela, você tem Loki e Valquíria em um confronto muito interessante.
Confira:
“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”
Chgou a vez do famoso caçador de recompensas da saga de Star Wars, Bobba Fett, ter seu próprio filme…
Segundo o Omega Underground, Simon Kinberg, de ‘X-Men: Fênix Negra’, está trabalhando no projeto que está sendo chamado de ‘Tin Can’.
Trata-se de uma referência para o fato de que Boba Fett nunca retirou o capacete ao em ‘O Império Contra-Ataca’.
A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, afirmou durante uma entrevista à MTV que ainda neste semestre será revelada a próxima produção derivada do universo de Star Wars, que chegará aos cinemas em 2020.
Segundo ela:
“Acho que estamos chegando perto. Minha esperança é que façamos o anúncio ainda neste semestre”.
O filme teve seu título alterado para ‘The Upside‘.
Assista:
Neil Burger (‘Divergente‘, ‘Sem Limites‘) dirige.
‘Intocáveis‘ foi assistido por mais de 23,1 milhões de pessoas fora da França e por quase 20 milhões de espectadores em seu país, sendo assim, a segunda maior bilheteria da França e o filme francês mais assistido no mundo.
O filme conta a história de Phillipe, um rico aristocrata, que após um acidente de parapente, contrata Driss, um jovem recém-saído da prisão para ser seu cuidador… Em outras palavras, a pessoa menos apropriada para o trabalho. Juntos, eles irão misturar Vivaldi e a banda Earth, Wind and Fire, dicção elegante e jazz de rua, ternos e calças de moletom… Dois mundos vão colidir e chegar a um acordo para que nasça uma amizade tão louca, cômica e forte quanto inesperada, uma relação única que irá criar faíscas e torná-los… Intocáveis.
O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.
O elenco conta com Amy Seimetz, Jason Clarke,Obssa Ahmed, Alyssa Brooke Levine e John Lithgow.
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Em uma recente entrevista da Digital Spy, a produtora Karen Rosenfeltfoi questionada se o longa terá conexões com ‘X-Men‘.
Quando questionada sobre a narrativa e suas conexões, Rosenfelt comentou que o filme existe por si só e conta uma história que não necessariamente precisa ser engessada em um período específico ou momento na cronologia mutante.
“É um contemporâneo atemporal. Não definimos onde estamos, mas [o filme] está nos dias de hoje. É contemporâneo. Não é no futuro e não é no passado”.
Recentemente, Bill Sienkiewicz, um dos criadores da HQ original de ‘Os Novos Mutantes‘, disse que o novo trailer será assustador.
“Eu nem sei se posso mencionar isso, mas garanto a vocês que o filme será sensacional. Josh [Boone, o diretor] me enviou o novo trailer há dois dias. “Eu senti calafrios só de assistir… Parece que a fusão da Foxcom a Disney beneficiou a trama, e o filme tem a bênção dos chefões da Marvel. Está a cara do MCU, mas com elementos de terror. O que eu vi me deixou sem palavras.”
Sienkiewicz também elogiou a atuação do elenco e disse que está ansioso para ver o novo corte completo.
“Quando eu fui ao set há alguns anos, eu me senti ‘o tio maluco’ dessas crianças. Eles são oncríveis e muito talentosos, adorei conhecer Henry Zaga, Maisie Williams, Anya Taylor-Joy, quero dizer, não dá para escolher, eles são todos incríveis. Mal posso esperar para assistir o filme completo.”
Para quem não conhece, ‘Os Novos Mutantes‘ acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
De acordo com o Screen Rent, Katherine McNamara (‘Shadowhunters‘ e ‘Arrow‘) está confirmada no elenco do reboot do terror ‘Lenda Urbana‘. Seu papel não foi revelado.
A novata Sydney Chandler está em negociações para interpretar a protagonista.
Katherine McNamara
O reboot está sendo descrito como “um slasher para a nova geração onde lendas urbanas nascem na internet e se espalham em uma velocidade assustadora”.
A história do original gira em torno de um grupo de estudantes da faculdade que tentam compreender uma série de bizarras mortes relacionadas a lendas urbanas.
Com grande parte dos cinemas brasileiros fechados devido à crescente onda de infecções por COVID-19, a Warner Bros. decidiu adiar seus dois próximos lançamentos.
‘Godzilla vs Kong‘ foi pra 8 de Abril, enquanto ‘Mortal Kombat‘ é previsto para 22 de Abril.
Vale lembrar que a estreia nos Estados Unidos terá a data mantida, tanto nos cinemas quanto no streaming da HBO Max.
Confira a sinopse de ‘Godzilla vs Kong‘:
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
O filme é baseado no livro de memórias best-seller homônimo de J.R. Moehringer, que criou uma série de lembranças do período em que passou buscando por figuras paternais – incluindo os patronos do bar de seu tio em Long Island.
Tye Sheridan, Christopher Lloyd, Lily Rabe e Max Casella também fazem parte do elenco.
A estreia de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ está se aproximando, e o editor-chefe Renato Marafon recebeu os quatro primeiros episódios para assistir e contar para você o que achou.
E não é que a série surpreende? Com um CGI levemente melhora, a série conquista com um humor ágil, piadinhas autorreferentes e boas cenas de ação.
Confira as primeiras impressões:
“Assisti aos primeiros quatro episódios de #MulherHulk e que surpresa DELICIOSA. A série acerta em cheio em seu tom e na metalinguagem, entregando um humor hilário e piadas com os próprios filmes e séries da Marvel, como a velha questão se o“Capitão América era virgem ou não”…
#TatianaMaslany está espetacular como a protagonista e eu amei as cenas em que ela dialoga com o público quebrando a quarta parece. #MarkRuffalo tem uma ÓTIMA NOITE química com a protagonista. A série mais divertida da Marvel até agora.
Gostei muito mais do que esperava gostar. E os efeitos especiais não estão tão ruins quanto no trailer, rendendo algumas boas cenas de ação com uma fotografia estilosa.”
Lembrando que a série tem estreia marcada para 18 de agosto, naDisney+.
Nos quadrinhos, a Jen Walters vira uma Hulk após receber uma transfusão de sangue de seu primo, ninguém menos que Bruce Banner. A heroína precisa então conciliar a vida de combate ao crime com o trabalho de advogada.
Já a série deve mostrar uma origem diferente, mas com o mesmo resultado. Além disso, Banner será responsável pelo treinamento da prima.
Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.
A Netflix lançou em seu catálogo um dos seus filmes originais mais aguardados do ano, mas mais uma vez falhou em agradar os críticos e seus assinantes.
O terror ‘Bird Box Barcelona‘, spin-off do filme de 2018 estrelado por Sandra Bullock, recebeu duras críticas dos assinantes.
Nas redes sociais, o filme foi eleito um dos piores do ano. Confira as reações:
acabo de jogar 1h e 51min da minha vida fora assistindo Bird Box Barcelona :/
— Wellington Nogueira (@NogueiraWeell) July 15, 2023
bird box barcelona tem passagem carimbada para a minha lista dos piores filmes de 2023
O filme também dividiu a opinião dos críticos com apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Enquanto alguns críticos elogiaram a produção e destacaram positivamente a expansão deste universo, outros sentiram que este spin-off é apenas mais do mesmo e não chega perto do nível do longa original.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Infelizmente, nenhuma reviravolta em ‘Bird Box Barcelona’ funciona após um primeiro ato que faz o filme parecer muito mais interessante do que realmente é.” (Inverse)
“‘Bird Box Barcelona’ se desvia muito do que tornou o primeiro filme interessante, assustador e atemporal.” (IndieWire)
“O filme é bem feito, com boas atuações e uma atmosfera sinistra. Dá para assistir.” (Hollywood Reporter)
“‘Bird Box Barcelona’ carece de uma atuação como a da Sandra Bullock e da tensão gerada ao redor dela.” (Guy at the Movies)
“‘Bird Box Barcelona’ consegue ampliar o universo do filme anterior, construindo uma experiência que parece familiar enquanto oferece uma nova perspectiva cheia de tensão.” (Nightmarish Conjurings)
“Apesar de ser difícil imaginar que ‘Bird Box Barcelona’ fará tanto sucesso quanto o filme anterior, especialmente por causa da falta de um ator conhecido, esse é um filme muito melhor do que o de 2018.” (Digital Spy)
“Após uma força misteriosa dizimar a população mundial ao fazer com que todos que a veem cometerem suicídio, Sebastian e sua jovem filha Anna irão enfrentar sua própria jornada de sobrevivência através das desoladas ruas de Barcelona. Enquanto eles formam uma aliança incerta com outros sobrevivências e buscam um lugar seguro, uma ameaça mais sinistra do que as criaturas que não podem ser vistas começa a crescer.”
Alex eDavid Pastor são responsáveis pela direção, além de escreverem o roteiro.
Vale lembrar que uma sequência oficial de ‘Bird Box‘ também está em desenvolvimento. Detalhes sobre o projeto não foram divulgados, mas é provável que adapte os eventos do romance ‘Malorie‘.
Em seu primeiro dia, o filme ‘Bird Box‘ alcançou 3.5 milhões de visualizações na Netflix. Comparativamente, ‘Bright‘, com Will Smith, foi visto por 5.4 milhões de pessoas. Essa dinâmica não se sustentou, no entanto, como ‘Bright‘ acumulou apenas 20 milhões de espectadores até o final de sua própria primeira semana.
Através do Twitter, a Netflix divulgou o título oficial do o terceiro filme da saga ‘Knives Out‘, que será chamado ‘Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery’.
Além disso, a nova aventura do detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) chegará ao catálogo da plataforma de streaming em 2025.
Lembrando que o filme antecessor, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e se tornou a 3ª maior estreia de um longa-metragem em serviços de streaming da Netflix, com 2.2 bilhões de minutos assistidos durante os três primeiros dias.
A sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘ ficou atrás apenas de ‘Abracadabra 2‘ (2.3 bilhões de minutos) e ‘Mulher-Maravilha 1984‘ (2.3 bilhões de minutos).
Pouco foi revelado sobre o novo filme, além dos desejos anteriores de Johnson de ambientá-lo em algum lugar da América, depois que ‘Glass Onion‘ levou Benoit Blanc para a Grécia.
“Eu quero que seja na América”, contou Johnson ao Insider em dezembro do ano passado passado. “Há muitas coisas tentadoras em Paris ou nos Alpes Suíços, mas sinto que é muito importante que sejam filmes americanos. Mesmo que Glass Onion seja ambientado no exterior, ainda é um grupo de americanos que estão presos juntos em uma ilha, então Blanc de volta para algum lugar um pouco mais perto de casa, acho que pode ser uma coisa boa para o próximo.”
Até lá, relembre nossa crítica de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’:
Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.
As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.
O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.
Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.
‘M3GAN 2.0‘ ganhou seu primeiro teaser trailer DUBLADO, que traz o retorno da boneca assassina.
Desta vez, ela não será a vilã da trama. Ela vai lutar com uma boneca ainda mais maligna para os humanos.
Assista e confira a sinopse:
Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno; Ahsoka, Círculo de Fogo: A Revolta), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.
Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.
A sequência está programada para estrear no dia 27 de junho de 2025.
No filme original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais – e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).
Roteiro sem sentido, atuações não convincentes, uma direção frouxa, cenários mambembes, efeitos especiais mais parecidos com “defeitos” e outros elementos podem fazer um filme ser considerado ruim. Mas acredite, mesmo o pior filme do mundo irá encontrar seus defensores – e o que todos consideram o melhor, terá alguém falando mal. O mundo sempre foi polarizado, e isso não tem a ver apenas com política. Somos todos pessoas diferentes, com experiências diferentes, visões de mundo e olhares únicos. Ninguém concorda o tempo todo em tudo.
Mas podemos dizer também que a arte é subjetiva. E filmes são obras de arte, que nem todos verão ou interpretarão da mesma forma. Sendo assim, conceitos de bom ou ruim são muito relativos e variam de pessoa para pessoa. Por outro lado, não podemos fechar os olhos para uma palavra importante: consenso. É ela que faz as coisas funcionarem. Por exemplo, um condomínio, um bairro, uma cidade e, é claro, uma democracia. Pode não ser a opinião de todos, mas é a da maioria. Eu e você podemos não concordar com certas decisões ou opiniões, mas temos que ter em mente que tantas outras sim, a maioria. E até mesmo na arte existe um consenso – que é medido por números, por exemplo.
Tudo isso para apresentarmos uma matéria polêmica – com os 10 piores filmes que completam 12 anos em 2026. A lista foi feita com base na opinião do grande público, ou seja, dos usuários do IMDB, do maior banco de dados de cinema na rede. Esses são os filmes mais mal avaliados pelos fãs de cinema de maneira geral. Confira abaixo.
Os anos 2010 não foram fáceis para o astro vencedor do Oscar Nicolas Cage. Foi nessa época que o ator se viu protagonizando lançamentos direto em vídeo, a maioria de procedência bem duvidosa. Cage retornou às boas com o sucesso atualmente, ainda bem. Mas voltando dez anos no passado, encontramos troços como este ‘Vingança ao Anoitecer’, escrito e dirigido por Paul Schrader, que traz o ator como um agente da CIA com uma doença terminal, aproveitando para caçar seus torturadores em uma missão que deu errado. O filme soma nota 4.5 de doze mil avaliadores.
Que filme é esse? É o que muitos podem perguntar. Aqui em nossa lista, no entanto, só selecionamos filmes que trazem atores conhecidos, diretores famosos ou são produções de grandes estúdios – afinal não seria justo indicar apenas produções de nível “Z”, feito no quintal de uma casa, para figurar entre os piores. Sendo assim, aqui temos uma “comédia” estrelada por Selena Gomez e Nat Wolff. Não bastasse o nome desta dupla jovem bem conhecida, o elenco coadjuvante é um dos mais chamativos dos últimos dez anos, com nomes como Elisabeth Shue, Mary-Louise Parker, Dylan McDermott, Heather Graham, Jason Lee, Patrick Warburton, Cary Elwes e Gary Busey. A nota com base em doze mil votantes é 4.4.
08 | A Revolta de Atlas – Parte 3
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‘A Revolta de Atlas’ ou ‘Atlas Shrugged’ é baseado em um livro clássico e polêmico – considerado uma ode ao capitalismo, aos magnatas, industriais e poderosos. Dentro deste universo escrito por Ayn Rand, uma autora de descendência russa (acredite), criado ainda em 1957, temos uma trama de mistério, sobre a identidade do personagem John Galt, um inventor que criou uma máquina capaz de gerar energia para o mundo e se torna alvo do governo totalitário dos EUA, em uma ficção levemente distópica. No cinema, a obra se tornou uma trilogia, mas uma das mais bizarras de anos recentes, entre outras coisas por mudar a cada filme todo o elenco com novos atores interpretando os mesmos personagens. A parte 3 era lançada há 10 anos, e recebeu a nota 4.3 decidida entre quatro mil usuários.
Também com nota 4.3, mas com uma base de votantes muito maior, computando cinquenta e seis mil usuários, temos um pretenso blockbuster lançado há 10 anos no cinema. De tempos em tempos ganhamos o que chamamos de “filmes gêmeos” – e há dez anos foi a vez de dois grandes lançamentos focados no herói mitológico Hércules. O que se deu melhor teve produção da Paramount e MGM, direção de Brett Ratner e foi estrelado por Dwayne Johnson. O “primo pobre” foi esse que se posiciona em sétimo de nossa lista dos piores, estrelado por Kellan Lutz, com direção do outrora talentoso Renny Harlin e com produção da Summit Entertainment em parceira com a Millenium Films. Aliás, as distribuidoras brasileiras resolveram não facilitar a vida dos fãs, já que por aqui ambos se chamaram apenas ‘Hércules’, apesar deste aqui lá fora ter o título ‘The Legend of Hercules’.
Ainda hoje ganhamos os mais variados filmes de terror mequetrefes, mesmo quando esses possuem o selo de um grande estúdio por trás. Por exemplo, só esse ano tivemos títulos como ‘Imaginário’ e ‘Mergulho Noturno’, só para citar alguns. Há 10 anos, ganhávamos essa produção da Fox, antes de o estúdio ser englobado pela Disney, com direção de ninguém menos que Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, antes da dupla se tornar famosa e salvar a franquia ‘Pânico’ para os novos tempos. Esse found footage traz um casal recém-casado, que passa por uma gravidez para lá de assustadora. A opinião de dezoito mil votantes foi de que o filme merecia nota 4.2.
O que dizer de uma adaptação moderna de Shakespeare, de um de seus textos menos conhecidos, estrelada por gente de peso como Ethan Hawke, Ed Harris, Milla Jovovich, John Leguizamo, Bill Pullman, Delroy Lindo, o saudoso Anton Yelchin, e os hoje jovens astros Dakota Johnson e Penn Badgley? Bem, qualquer cinéfilo acharia minimamente interessante. Porém, essa guerra adaptada para os dias de hoje, entre policiais e uma gangue de motoqueiros perde bastante sabor quando percebemos que quatro mil espectadores resolveram taxá-la com a baixíssima nota 3.7 de avaliação. Os realizadores ainda tiveram a cara de pau de definir como uma mistura entre ‘Sons of Anarchy’ e ‘Game of Thrones’.
Você já tinha ouvido falar em ‘As Mercenárias’? Pois é, quase ninguém ouviu, por isso não se culpe. Quando criou sua mais recente franquia de sucesso com ‘Os Mercenários’ (2010), o astro Sylvester Stallone flertava com a ideia de fazer um spin-off com um time de atrizes veteranas duronas do passado, para ser a contraparte feminina do seu time de brucutus. Sly sonhava por exemplo em ter nomes como Sigourney Weaver e Linda Hamilton no elenco.
Esse filme nunca se concretizou, mas parece que alguém ouviu a ideia do astro e resolveu fazer igual – mas sem o mesmo brilho. No mesmo ano em que estrelava o terceiro ‘Os Mercenários’, figuras como Vivica A. Fox (‘Independence Day’), Kristanna Loken (‘O Exterminador do Futuro 3’), a dublê Zoë Bell (‘À Prova de Morte’), a veterana dos filmes B de ação Cynthia Rothrock e até mesmo Brigitte Nielsen (‘Cobra’), ex-mulher de Stallone, estrelaram a versão “underground” do spin-off e o resultado foi uma avaliação de 3.7 de quase três mil usuários.
03 | Se Beber, Não Entre no Jogo
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Os filmes paródia já foram uma força cômica em Hollywood, tendo iniciado ainda nos anos 80, em produções como ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’, ‘Top Secret’ e ‘Corra que a Polícia Vem Aí’. Na década seguinte, os anos 90, foi quando o gênero atingiu seu auge, com filmes como ‘Top Gang’, as continuações de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’ e todo tipo de filme, desde ‘As Loucas Aventuras de Robin Hood’, ‘Drácula – Morto, mas Feliz’ e ‘Distração Fatal’ – variando, é claro, seu nível de sucesso.
Em meados dos anos 2000 tais comédias já haviam espremido até o último caldo do subgênero, entregando produções cada vez mais detestáveis como ‘Espartalhões’ e ‘Deu a Louca em Hollywood’. Mas em casos assim, o poço parece não ter fundo, então eis que na década passada, longas como este ‘Se Beber, Não Entre em Jogo’ ainda eram produzidos – que, é claro, tira sarro (ou tenta) com ‘Se Beber, Não Case’ e ‘Jogos Vorazes’; e soma 3.5 das avaliações de dezessete mil usuários.
Se você achava que não teríamos outro filme de Nicolas Cage nesta que foi sua pior fase no cinema, está severamente enganado. O pior filme que o ator lançou há dez anos no cinema, segundo o grande público, foi ‘O Apocalipse’, um suspense com temática religiosa sobre o arrebatamento. O roteiro já havia sido filmado em 2000, com Kirk Cameron no papel principal, sendo ambos os longas baseados no livro de Jerry B. Jenkins e Tim LaHaye. Na versão de Cage, uma superprodução da Sony, o ator vive um piloto de avião que, ao levar seus passageiros ao destino, descobre que grande parte da população simplesmente desapareceu em um evento bíblico – e os que sobraram tentam sobreviver em meio à destruição e caos. O filme soma irrisórios 3.1 das avaliações de quarenta e três mil usuários do site.
Existem bons filmes religiosos das mais variadas crenças e existe ‘Salvando o Natal’. Filmes de temática religiosas podem render ótimas obras do audiovisual, mas também temos aquelas tão horrendas que se tornam motivo de chacota. É isso o que acontece com os dois primeiros lugares da lista dos piores – atingindo o ponto mais baixo de dez anos atrás. Primeiro, tivemos a versão do “arrebatamento” segundo Nicolas Cage em ‘O Apocalipse’.
Agora, chegam em cena uma “comédia” natalina de temática cristã, estrelada pelo porta-voz da religião em Hollywood, o ator Kirk Cameron que quando adolescente fazia sucesso em séries de TV como ‘Tudo em Família’ (1985-1992). Esse filme inclusive tem seu nome no título: ‘Kirk Cameron’s Saving Christmas’, e traz o ator explicando por que Jesus Cristo é o verdadeiro significado do Natal, acima de qualquer outro componente deste feriado cínico e altamente comercializado. De nada adiantou, o filme se tornou rapidamente motivo de piada e foi considerado um dos piores de todos os tempos por críticos e o público, que com dezessete mil usuários avaliaram o longa com 1.3, uma das notas mais baixas na história do site.
A saga de transformação de um homem em meio a um borbulhante contexto histórico. Um dos filmes de faroeste mais lembrados da história do cinema, Rastros de Ódio, nos leva para alguns anos depois da maior guerra civil da história dos Estados Unidos, onde acompanhamos a saga de um homem amargurado pelo tempo em busca do paradeiro de sua sobrinha raptada por um grupo de indígenas.
Dirigido por um dos mais lendários cineastas de Hollywood, o californiano John Ford, baseado na obra The Searchers, escrita no início da década de 50 pelo romancista norte-americano Alan Le May, Rastros de Ódioé muito mais do que um filme sobre vingança, marcou a cinematográfica mundial e fugiu de uma obviedade com um protagonista em enormes e aparentes conflitos mostrando verdades da época.
Na trama, conhecemos Ethan (John Wayne) um ex-soldado confederado (da parte que lutou pelos estados do Sul na Guerra Civil norte-americana) que visita a casa de seu irmão, no Texas, após alguns anos do término da guerra. Pouco tempo depois, a casa de seu irmão é atacada por um grupo da tribo indígena dos comanches que sequestra Debbie (Natalie Wood) a sobrinha de Ethan e mata o restante da família.
Assim, ao lado do filho adotivo do irmão, Martin (Jeffrey Hunter), de quem o protagonista não conhece como sendo família por sua ascendência indígena, Ethan enfrentará diversos conflitos e obstáculos embarcando em uma jornada de longos anos atrás da sobrinha raptada.
Os conflitos emocionais de um protagonista em sua abrupta forma de se encontrar na solidão permanente, também alterando amor e ódio na relação de amizade com o sobrinho, formam a base de construções profundas de personagens amargurados pelo contexto histórico muito ligado à Guerra Civil Americana (também conhecida como Guerra da Recessão).
Essa sangrenta batalha entre milícias do sul e norte dos estados unidos, com vitória da segunda região mencionada, afetou demais os estados sulistas que entraram em processo de reconstrução e reintegração aos Estados Unidos. Esse contexto histórico, muito bem explicado na trama, é uma ponta da origem do estado emocional dos personagens.
As filmagens, que ocorreram em regiões americanas com altas temperaturas, acima dos 40 graus muitas vezes, ajudam a narrativa na proximidade de um realismo constante de como eram naqueles tempos. John Ford, diretor de outros excelentes filmes, ficou marcado por esse.
A violência abraçada à vingança, um elo que persegue os conflituosos momentos de uma tentativa de resgate, se torna um elemento chave para uma narrativa empolgante que marcou a história do cinema.
Longe de ser atrativo para todos os gostos, ou vendável para as massas, Soundtrack é uma investida do cinema nacional com cara de produção internacional renomada. Falado em inglês na maior parte de sua projeção, o longa acompanha os passos do brasileiro Cris (Selton Mello), um fotógrafo que viaja para uma estação de pesquisa polar com o propósito de um projeto único e desafiador.
O introspectivo protagonista, que intensamente busca o isolamento do mundo (ele não levou qualquer equipamento para a comunicação exterior, vide computador ou celular, como revela em determinado momento), é um novo passo na carreira de Selton Mello. O ator abraça o personagem e lhe dá as boas vindas, aos poucos se assentando na pele de Cris, pronto para entregar um desempenho memorável, sutil, porém, com bastante fervor e força equilibrando.
Seus anfitriões no local são outros quatro homens, com os quais precisará dividir não apenas a hospedagem, mas relações de confiança e intimidade como talvez nunca antes em sua vida. Mark, vivido pelo ótimo Ralph Ineson (o patriarca do notável A Bruxa), é seu contato direto e com quem irá conviver no alojamento. Um britânico de personalidade forte, que talvez já tenha passado mais tempo do que deveria no local. Com um filho por nascer, o sujeito trabalha num projeto científico envolvendo balões meteorológicos, que precisam ser lançados diariamente.
Fora Mark, o local conta com o líder da equipe, o asiático Huang (Thomas Chaanhing), o médico dinamarquês Rafnar (Lukas Loughan) e outro conterrâneo, o botânico Cao (Seu Jorge). Com estes desconhecidos, Cris irá compartilhar questões existenciais, alegrias, sofrimento e tragédias, nesta aventura extrema e desafiadora da vida humana. No entanto, não deixe que esta sinopse em algum momento o iluda. Este é essencialmente um drama adulto, com ritmo deliberadamente lento, como a maioria dos filmes feitos fora de Hollywood.
O roteiro e direção de Soundtrack são assinados pela dupla Manitou Felipe e Bernardo Moura, conhecidos pela alcunha 300ml. Os cineastas acertam em cheio o clima claustrofóbico e criam boas interações humanas entre os personagens. Também saem de forma bem resolvida dos conflitos criados com esmero na trama, como o momento em que Cris enfrenta a morte. O melhor do trabalho da dupla estreante é desenvolver um longa bem estruturado, sério e de conteúdo, sem apelar recaindo na pretensão do pseudointelectualismo. Apesar de poder ser encaixado como cinema de arte, Soundtrack não é enfadonho ou pretensioso, acessível e compreensível a todo público.
Além dos temas oferecidos claramente, Soundtrack ainda reserva discussões nas entrelinhas. Uma das mais interessantes é no âmbito profissional, aonde através de alguns diálogos, 300ml apresenta o embate dos profissionais que se autointitulam donos de trabalhos mais importantes, sendo eles cientistas, menosprezando e falhando em compreender o investimento de profissionais como Cris, antes da conclusão e relevância. Artistas como 300ml e sua criação fictícia se mostram espelhos um do outro e suas obras, intencionalmente mescladas, importantes passos em suas respectivas áreas.
Recentemente foi anunciado, para o delírio dos fãs, que o astro Hugh Jackman voltará ao papel que o consagrou: o do herói de garras afiadas, Wolverine. Essa será a décima vez que interpretará o papel nas telonas, fazendo dele não apenas o ator que mais vezes viveu um herói de quadrinhos nas telonas, como também um recordista de intérprete que mais vezes representou o mesmo personagem no cinema em geral. A notícia, no entanto, não acaba aí. Para continuar a euforia dos fãs, o anúncio veio acompanhado durante a divulgação de Deadpool 3, por si só um grande favorito dos fãs – agora nas mãos da Disney e do MCU.
Não dá para imaginar Wolverine sem Hugh Jackman. Assim como não dá para imaginar Deadpool sem Ryan Reynolds. Mas nem sempre foi assim. E voltando no tempo há exatos 22 anos no passado, a estrada poderia ter sido muito diferente para o mutante Wolverine. Acontece que Jackman não era a principal escolha para o papel em X-Men, de 2000. Afinal, como poderia, já que se tratava de um ator completamente desconhecido de todos. Sendo assim, outros artistas eram contemplados pelo estúdio e os produtores para assumir as garras de Wolverine no primeiro filme dos X-Men nas telonas. Conheça abaixo quem eram eles.
Quando o primeiro X-Men (2000) estava saindo do papel, a primeira escolha do diretor Bryan Singer para o papel do mutante protagonista Wolverine era Russell Crowe. É preciso levar em conta que o ator possuía muitos quilos a menos na época e era bem mais jovem. Sua persona, por outro lado, era parecida com a do personagem, ou seja, Crowe tinha um pavio curto e vivia metido em confusões – um bad boy digno. Apesar do desejo de Singer, o ator recusou o papel e seguiu para estrelar o que seria seu maior sucesso: Gladiador – de quebra levando para casa o Oscar de melhor ator, além do filme também ter sido premiado. Não foi uma troca tão ruim assim.
Quando Russell Crowe recusou o papel de Wolverine em X-Men (2000), os produtores tiveram que partir para o plano B. É preciso levar em conta que no início da década de 2000, adaptações de histórias em quadrinhos de super-heróis não eram vistas com os bons olhos de hoje, sendo uma aposta para lá de arriscada. E quanto mais surreal e fantasioso fosse o tema, pior ainda. Nada disso impediu os realizadores de comprarem esse barulho e provar que estavam certíssimos, mudando para sempre o cenário dos blockbusters atuais. Nessa época, a produção chegou a escalar Dougray Scott no papel principal do filme, do anti-herói Wolverine. Você pode até se perguntar quem é o ator, mas na época, ele estava prestes a se tornar o astro do momento, e talvez tivesse sido, não fosse por um acidente que o tiraria do papel. Scott viveu o vilão Sean Ambrose em Missão: Impossível 2, e durante as filmagens se machucou. Hugh Jackman agradece até hoje.
Parece inacreditável, mas a moda que pedia por Danny DeVito na pele de Wolverine não é de agora. Caso você não saiba, recentemente, alguns internautas insanos que gostam de ver o circo pegando fogo, realizaram um abaixo assinado para que a Marvel escalasse o baixinho da terceira idade Danny DeVito, que já viveu o vilão Pinguim em Batman – O Retorno (1992), no papel de Wolverine. A internet realmente deu voz a muitos malucos. Além de não ter nada a ver, seja no físico ou na idade, a escolha do ator é uma das mais aleatórias de todos os tempos. Mas existe precedentes. Acontece que em meados dos anos 80 até 90, James Cameron esteve envolvido com uma possível produção de X-Men para o cinema (além de outro herói da Marvel, o Homem-Aranha – leia no link abaixo). Mas Cameron não iria dirigir, apenas produzir para sua então esposa Kathryn Bigelow. E nesse projeto, a principal escolha para o baixinho irritado seria o britânico carrancudo Bob Hoskins. Seria curioso, para dizer no mínimo, afinal o ator falecido era apenas um passo além de Danny DeVito.
Era mais fácil os fãs imaginarem os heróis de quadrinhos sendo vividos pelos heróis de ação do cinema, mesmo que isso comprometesse uma boa atuação, do que ver um ator talentoso, mas que em nada parecesse sua contraparte no papel. Esse tipo de chiado se mostrou errado tantas vezes que nem temos mãos para contar. Michael Keaton, Heath Ledger e Gal Gadot são apenas alguns dos exemplos. Até mesmo dentro da franquia temos o shakespeareano Ian McKellen, considerado velho demais, na época pelos fãs, para viver Magneto. Hoje em dia não imaginamos mais ninguém – a não ser Michael Fassbender. Nessa seara, os fãs faziam campanha para o lutador belga Jean-Claude Van Damme viver Wolverine. O astro marcial estava no auge de sua forma física na época, e inclusive menciona o nome Wolverine em TimeCop (1994), talvez uma deixa para sua escalação. E sem dúvida possui a estatura. No entanto, comprometeria bastante o longa devido à sua atuação, digamos, inexistente. É só olharmos para Street Fighter.
O eterno Jack Bauer do seriado 24 Horas, Kiefer Sutherland é outro que por pouco não personificou o mutante furioso dono de garras cortantes no cinema. Acontece que Sutherland é fã do personagem e dos quadrinhos dos X-Men e se certificou de manter seu nome na boca dos produtores durante todo o planejamento do projeto durante as décadas de 80 e 90. No período, Kiefer estrelava filmes com Os Garotos Perdidos e Questão de Honra, mas como a produção do filme demorou muito a sair do papel, o ator terminou perdendo sua oportunidade e seguiria para estrelar a série citada, lançada no ano seguinte do primeiro X-Men.
Outro astro dos anos 80 e 90 que era visado para o papel do mutante Wolverine era o muso da internet Keanu Reeves. Você já imaginou como seria o ator no papel? Reeves, porém, foi mais um que dispensou o projeto. Na época, o ator já era conhecido por seus papeis de ação em filmes como Caçadores de Emoção (1991) e Velocidade Máxima (1994), e optou estrelar no sucesso Matrix e suas duas continuações. Aliás, a estética do primeiro X-Men deve muito ao Matrix original, seja nas coreografias criativas de luta, seja no estilo dos uniformes todos pretos. Keanu finalmente toparia ser um personagem de quadrinhos no cinema, no obscuro Constantine (2005), cuja sequência foi confirmada pela Warner.
Hoje, um “garoto problema”, esnobado por Hollywood devido à sua qualidade tóxica, seja nos comentários antissemitas, seja na violência proferida contra a ex-mulher, Mel Gibson passou de um dos maiores astros de Hollywood a fazer filmes B que seria o equivalente a lançamentos direto em vídeo – algo no território de Steven Seagal e Dolph Lundgren. Mas voltando algumas décadas no passado, como dito, Mel Gibson estava no topo do mundo. Máquina Mortífera serviria como divisor em sua carreira, e nos anos 90, o astro se tornava também um diretor de mão cheia, papando vários Oscar por Coração Valente, uma de suas obras-primas. Nesse período, Gibson era visado para o papel de Wolverine – e até existem algumas semelhanças do personagem com o ator. Como estava na crista da onda, o astro não quis saber do projeto.
Finalizando a lista temos o baixinho Jackie Erale Haley, que está nessa desde a década de 80, mesmo que muitos não o conheçam muito bem. Seria interessante ver o que o ator faria com o papel de Wolverine. Ele é um dos que foge do tipo galã, presente em muitos dos candidatos da lista. E onde está escrito que Wolverine é galã? Algo presente até mesmo na interpretação de Hugh Jackman, que fez muitas mulheres suspirarem, afinal ainda temos o físico do ator. Com Haley isso mudaria e veríamos o personagem por outro ângulo. Anos mais tarde, o ator finalmente viveria um herói de quadrinhos no alternativo e adulto Watchmen (2009). No ano seguinte também encarnaria outro personagem icônico, mas este saído dos filmes de terror, quando viveu Freddy Krueger no remake de A Hora do Pesadelo (2010).
Enquanto isso, a 3ª temporada de ‘Preacher‘ continua a acrescentar novos nomes e velhos conhecidos dos fãs dos quadrinhos. Desta vez, Eccarius foi confirmado no terceiro ano da série.
Eccarius é um vampiro de 350 anos, que tem um ar de sabedoria e aristocracia. O personagem é descrito como charmoso, e tem um estilo gótico como os vampiros da cultura popular. Apesar de parecer clichê à primeira vista, Eccarius, na verdade, é muito mais sombrio do que sua superfície aparenta.
Prema Cruz (‘Mozart in the Jungle’) também foi escalada em caráter regular no novo ano. Ela irá interpretar a Madame Boyd, uma mulher educada e atraente que está levando os negócios da família para a era moderna.
‘Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.
Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.
Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.
Em entrevista ao Syfy Wire, Scout Taylor-Compton revelou detalhes sobre os complicados bastidores de ‘Halloween 3‘, projeto posteriormente cancelado pela Dimension Films, e declarou ter ficado feliz pela sequência não sair do papel.
“Rob [Zombie] não queria mais saber [da franquia] depois do segundo filme. Eu e o Tyler [Mane] fomos chamados para fazer um terceiro. Eles me enviaram a cópia do roteiro. Eles não tinham um diretor, mas tinham uma possível data para o início das filmagens. Rob não estava envolvido e eles basicamente reduziram o orçamento pela metade. Liguei para o Tyler e nós estávamos hesitantes em fazer o filme. Era muito diferente do que eu queria fazer; tudo parecia desorganizado, sem cuidado e incerto.”
Ela continua, “Mas eu estou feliz que não aconteceu, porque do jeito que as coisas estavam acontecendo, [o projeto] não estava sendo feito por pessoas realmente interessadas.”
Sucesso nos cinemas, o novo reboot de ‘Halloween‘ arrecadou ótimos US$ 256 milhões mundialmente.
Uma sequência já está em desenvolvimento, que deve contar com o retorno de Jamie Lee Curtis, Judy Greer e Andy Matichak. A continuação também contará com um novo roteirista: Scott Teems.
Não se sabe ainda se o diretor David Gordon Green retornará. O filme não possui sinopse e nem data de estreia confirmada.