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Live-action de ‘Monster High’ vai ganhar sequência

De acordo com o Deadline, o filme live-action ‘Monster High‘, baseado na popular série animada, vai ganhar sequência.

Nickelodeon e Mattel Television deram sinal verde para um novo filme da franquia.

As filmagens da sequência estão programadas para janeiro, em Vancouver. O longa deve ser lançado no período de Halloween, em 2023.

“Estamos animados em contar o próximo capítulo monstruoso dessa amada franquia para nossos espectadores,” declararam Zack Olin e Shauna Phelan, chefes da Nickelodeon. “A mensagem de inclusão de ‘Monster High’ sempre foi única e permanece mais importante do que nunca. Mal podemos esperar para expandir a história desses personagens queridos pelos fãs.”

Todd Holland (‘Malcolm in the Middle’) é responsável pela direção.

A trama acompanha Clawdeen Wolf, que nasceu metade humana e metade lobisomem, depois de chegar à sua nova escola, Monster High. Ela rapidamente faz amizade com suas colegas, Frankie Stein e Draculaura e, pela primeira vez na vida, se sente como se pertencesse a algum lugar, onde pode ser quem é apesar de manter a metade humana em segredo. Quando um plano maligno de destruir o colégio ameaça revelar sua verdadeira identidade, Clawdeen deve aprender a abraçar seu verdadeiro monstro e encontrar um jeito de salvar a todos.

O elenco conta com Miia Harris como Clawdeen Wolf; Ceci Balagot como Frankie Stein; Naya Damasen como Draculaure; Case Walker como Deuce Gorgon; Kyle Selig como Sr. Komos; Marci T. House como a Diretora Bloodgood; Scotch Ellis Loring como Apollo, pai de Clawdeen; Steve Valentine como Drácula, pai de Draculaura; Jy Prishkulnik como Cleo de Nile; Lina Lecompte como Lagoona Blue; Justin Derickson como Heath Burns; Lilah Fitzgerald como Ghoulia; e Nasiv Sall como Abbey Bominable.

Netflix CANCELA série com Bruna Marquezine e renova ‘Elite; Assinantes estão revoltados!

Maldivas, estrelada por Bruna MarquezineManu Gavassi, fez um sucesso considerável quando chegou à Netflix – mas não foi o suficiente para a plataforma de streaming renová-la.

Para a infelicidade dos fãs, a série de mistério foi oficialmente cancelada depois de apenas uma temporada.

Nas redes sociais, os fãs se revoltaram que o streaming cancelou a série no mesmo dia que renovou ‘Elite’ para a sua sétima temporada.

Confira as reações:

Na trama de Maldivas, a goiana Liz Lobato (Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de buscar respostas para a repentina morte de sua mãe (Vanessa Gerbelli).

Relembre o trailer:

A série também conta com Carol Castro, Natalia Klein, Klebber Toledo, Guilherme Winter e Sheron Menezzes em seu elenco.

“A série fala de um universo muito particular, que são esses condomínios de luxo na Barra da Tijuca, com tudo dentro – as pessoas não precisam sair de lá para nada. Seus moradores têm um senso de comunidade muito forte, sabem tudo da vida uns dos outros e vivem com uma falsa sensação de segurança. Mas e quando acontece um crime lá dentro?”, comentou Klein, que também atua como roteirista.

Crítica | Assalto ao Poder – Bruce Willis e Dave Bautista juntos em AÇÃO eletrizante na Netflix

É difícil conseguir um filme de ação que consiga ser bom em todos os quesitos. Muitas vezes estrelados por rostinhos conhecidos do gênero e recheados de explosões, quase sempre esses filmes deixam a desejar na história, como se ser coerente não fosse um requisito para esse tipo de produção. Então, quando surge um longa que consegue preencher todas as lacunas, rapidamente faz sucesso, mesmo que não seja exatamente novo, como aconteceu com ‘Assalto ao Poder’, filme lançado em 2016 que estreou recentemente na Netflix já pulando para as primeiras posições do Top 10.

Na cidade de Cincinnati, uma série de assaltos à filiais do banco Hubert National Bank começam a pipocar. Curiosamente, os ladrões, todos mascarados, não estão muito interessados em violência ou mesmo no dinheiro, mas sim em alguns itens pessoais guardados por figurões da cidade nos cofres das filiais do banco. Na investigação do caso, o agente especial Montgomery (Christopher Meloni, de ‘Law and Order’) busca entender a ligação dos bandidos com o dono do banco, Sr. Hubert (Bruce Willis), e com seu amigo, o senador Cook (David Gordon). Para tal, ele contará com a ajuda do fiel agente Stockwell (Dave Bautista, o hilário Drax de ‘Guardiões da Galáxia’), do duvidoso agente Mims (Johnathon Schaech) e do enviado especial do FBI, agente Wells (Adrian Grenier, o bon-vivant Vincent Chase da série ‘Entourage’).

No tempo certo, ‘Assalto ao Poder’ mistura ação, intriga, conspiração, militarismo e uma pitadinha de suspense, afinal, todo mundo no longa parece ter duas caras e um passado duvidoso. Ainda que o roteiro de Michael Cody e Chris Sivertson se desdobre para um lado que dá uma sensação de “coisa demais”, esse vago excesso também se justifica dentro de uma realidade cada vez mais comum para muitos jovens adultos nos Estados Unidos, que, sem dar spoilers sobre o enredo, sofrem com consequências de determinadas escolhas. Ainda que a explicação do longa seja por aí, o que mais vale é a construção da investigação, partindo dos assaltos para jogar luz sobre um poderoso esquema político corrupto que, bem, faz bastante sentido.

Além de uma boa história, outro grande mérito do filme de Steven C. Miller é reunir os carecas mais bem pagos de HollywoodChristopher Meloni, Bruce Willis e Dave Bautista – fazendo exatamente o que se espera deles: Chris novamente como um investigador tal qual o det. Stabler que o consagrou por anos na TV; Bruce como o homem que esconde os sentimentos em poucas palavras; Dave como o brutamontes simpático com falas rápidas e cômicas. Soma-se ao grupo o rostinho bonito de Adrian, que cumpre seu papel em ser o carinha que inspira confiança pelo seu ar de bom moço. Steven C. Miller reúne um elenco competente e respeitado pelo seu público-alvo, e consegue realizar um bom filme de entretenimento.

Assalto ao Poder’ é um filme que se destaca dentro do gênero e deve agradar até mesmo aqueles que não curtem filmes de ação. Com uma boa história, um elenco competente e acostumado com o gênero, e um polpudo orçamento para dar credibilidade às cenas de tiro e perseguição, a produção ainda nos deixa com uma pulga atrás da orelha, dada a probabilidade de ser uma história real.

Roteirista de ‘Zumbilândia’ revela quem foi a primeira escolha para o papel imortalizado por Bill Murray

A participação especial de Bill Murray em ‘Zumbilândia‘ foi um dos momentos mais hilários do filme e ajudou a moldar a reputação do astro como um meme vivo da internet.

No longa, Murray interpreta a si mesmo enquanto se disfarça de zumbi para poder caminhar livremente entre os mortos-vivos, mas acaba sendo assassinado pelo personagem de Jesse Eisenberg, que o confunde com um zumbi de verdade.

No entanto, a participação de Murray no longa quase não aconteceu.

Antes dele ser escolhido para o papel, diversos outros astros haviam sido considerados, incluindo Patrick Swayze, Claude Van Damme, Sylvester Stallone, Dwayne Johnson, Kevin Bacon e Mark Hamill.

Mas a primeira escolha da equipe de elenco era Joe Pesci (‘Esqueceram de Mim’).

A informação foi revelada pelo roteirista Rhett Reese.

Em seu perfil do Twitter, ele escreveu:

“Queríamos Joe Pesci para o papel de Bill Murray em ‘Zumbilândia. Nós avisamos ao agente dele que era uma pequena participação. Ele disse: ‘Não há pequenas participações, apenas pouco dinheiro’. Em outras palavras, isso foi um não.” (Via Comic Book).

Felizmente, Murray é quem acabou fazendo a ponta, tornando o filme ainda mais divertido por conta de sua personalidade cativante.

Anteriormente, o diretor Ruben Fleischer conversou com o portal sobre sua experiência no comando dos dois primeiros filmes da franquia, além de comentar a possibilidade do lançamento de um 3º filme.

“Fazer o primeiro filme foi um sonho se tornando realidade. Foi o meu primeiro filme. Emma [Stone] e Jesse [Eisenberg] eram relativamente desconhecidos naquela época. E foi uma experiência incrível. E por ser um filme tão peculiar, acredito que pegou as pessoas de surpresa. Nós queríamos fazer uma sequência assim que o primeiro filme foi lançado, mas não tínhamos uma boa história. Então, deixamos aquele universo em espera; deixamos os personagens evoluírem.”

Ele completa, “Fiquei muito feliz pelo elenco ter retornado no segundo filme. A Emma brincou, enquanto estávamos gravando a sequência, que poderíamos fazer um novo filme a cada 10 anos. Então, espero que, em 2029, tenhamos um novo ‘Zumbilândia‘. Veremos.”

Woody Harrelson também afirmou que gostaria de voltar para o terceiro filme.

“Eu não ouvi nada sobre o filme estar acontecendo por enquanto. Eu adoraria fazer isso porque eu simplesmente amo esses caras. Todo esse grupo é realmente… É um grupo de pessoas singularmente maravilhoso, divertido, incrivelmente engraçado. Então, o que estou dizendo é que estou aberto a isso. E se houver algo que os fãs possam fazer para que isso aconteça, eu ficaria muito grato. “

Lançado em 2019, ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ conquistou boa parte da crítica especializada, com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Elite’ é RENOVADA para a 7ª temporada; Omar Ayuso irá retornar!

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Elite‘ para a 7ª temporada.

Além disso, foi confirmado que Omar Ayuso, que interpretou o personagem Omar nas primeiras temporadas, irá retornar ao elenco do próximo ciclo.

Confira o teaser com o anúncio do novo elenco:

O elenco conta com Ander Puig (‘Ser o no ser’), Carmen Arrufat (‘HIT’), Álvaro de Juana (‘HIT’), Ana Bokesa (‘La que se avecina’) e Álex Pastrana (‘Bem-Vindo ao Éden’).

‘Elite’ acompanha o dia a dia em Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola da Espanha, frequentada somente por filhos de famílias ricas e influentes. Tudo começa a mudar quando três alunos do ensino público são transferidos para lá, como consequência de um terremoto que destruiu seu antigo colégio. Christian (Miguel Herrán), Nadia (Mina El Hammani) e Samuel (Itzan Escamilla) se consideram sortudos pela mudança, mas logo se tornam alvos de uma esmagadora diferença de classe. Alunos como Marina (Maria Pedraza), Lu (Danna Paola) e Polo (Álvaro Rico), que estão acostumados a fazer tudo do seu jeito, vão dificultar ainda mais a permanência dos recém-chegados. E não são apenas as condições sociais que se chocam; a rotina de Las Encinas é, de fato, marcada por tensões, intrigas e muitas emoções conflitantes. Esse contraste entre menos favorecidos e abastados culmina em um misterioso assassinato. Agora resta saber: quem está por trás do crime? O assassino é um dos novatos? Ou há algo mais sombrio se escondendo nos corredores?

‘Armageddon Time’: Drama com Anne Hathaway abre com 85% de aprovação no RT!

Armageddon Time, novo filme de James Gray (‘Ad Astra’), chega em breve aos cinemas – e já está fazendo um sucesso considerável entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 85% de aprovação, com nota 7/10 baseada em 59 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[o filme] traz o roteirista e diretor escavando o próprio passado e retornando com um drama muito bem atuado e livre de nostalgia”.

Confira os principais comentários:

“O filme é uma ilustração da transição da flexibilidade ética da juventude para o discernimento moral da idade adulta” – Slant Magazine.

“É um trabalho de memória e autoimplicação verdadeiramente pungente, perturbador e, em última análise, brilhante” – Vox.

“Sem ser óbvio ou insistente, Gray desenhou um diagrama absolutamente contundente de uma maquinaria insidiosa” – Wall Street Journal.

“A visão de uma criança de como pequenos pecados da vida diária podem resultar em grandes erros” – Toronto Star.

“Uma autorreflexão magistral de James Gray” – Film School Rejects.

Armageddon Time é uma história profundamente pessoal sobre a força da família, a complexidade da amizade e a busca geracional do sonho americano.

Gray fica responsável pela direção e pelo roteiro. O cineasta é conhecido por obras como Era Uma Vez em Nova York‘Z: A Cidade Perdida’. Recentemente, comandou o drama de ficção científica Ad Astra, estrelado por Brad Pitt e indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som.

O filme é estrelado por Anne HathawayJeremy StrongBanks RepetaJaylin WebbAnthony Hopkins e Jessica Chastain.

Rodrigo Teixeira (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) entra como produtor.

Primeiras Impressões | Indiferente e circinal, ‘American Horror Story: NYC’ não faz jus à antologia

Quando American Horror Story estreou oficialmente em 2011, a antologia encabeçada por Ryan Murphy e Brad Falchuk dava início a uma nova era de terror na televisão mainstream – apostando fichas em uma vertente do gênero em questão que se apoiasse no gore, no drama e no sexo ao mesmo tempo. Mais de uma década mais tarde, a antologia continua como uma das mais importantes do século por quebrar barreiras, mas é inegável que sua qualidade vem decaindo há algum tempo. No ano passado, por exemplo, tivemos um breve surto de criatividade que arrancou alguns dos melhores episódios da produção, apenas para ser varrido para debaixo do tapete com um finale assombroso de tão ruim.

Agora, entrando no décimo primeiro ciclo, Murphy, Falchuk e sua equipe de roteiristas e diretores tinham a oportunidade de resgatar o sentimento arrepiante e envolvente das iterações anteriores. Afinal, New York City, como ficou intitulado, já premedita uma gama gigantesca de explorações narrativas e artísticas – e, considerando que seríamos transportados para os anos 1970 e 1980, as críticas sociais acerca de sexualidade e HIV/AIDS poderiam servir de base para um imponente enredo. Com a estreia dos dois primeiros episódios, uma coisa é clara: os showrunners nunca estiveram tão desconfortáveis em criar alguma coisa quanto aqui.

A história parte de uma premissa simples e, em teoria, bastante funcional. A cena de abertura do episódio piloto emula diversos filmes slasher, como ‘Pânico’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’, em que uma vítima é escolhida para dar início a uma jornada movida a sangue e a vingança. Pouco depois que um corpo aparece nas docas de Manhattan, o detetive Patrick Read (Russell Tovey) começa a se envolver com o caso a despeito de seus colegas diminuírem os assassinatos por serem voltadas à comunidade gay. Em paralelo, a Dra. Hannah Wells (Billie Lourd) descobre um novo vírus se espalhando em uma ilha perto de Nova York e que leva todos os animais portadores a serem exterminados, a fim de que o vírus não se espalhe e não contamine os humanos.

Ambas as incursões são presentes no primeiro capítulo – mas de forma desequilibrada, bagunçada e cansativa. A trama que mais nos chama a atenção é de Patrick, ainda mais considerando que ele não revelou ser homossexual para não perder o emprego e sofrer preconceito por parte dos colegas de profissão (afinal, a década de 1980 foi marcada por uma grande ofensa contra a comunidade LGBTQIA+). E esses problemas de não-aceitação são levados para sua própria casa, onde divide a vida com o jornalista Gino Barelli (Joe Mantello), editor-chefe de um jornal voltado para os membros queer e que se torna alvo de um homicida incontrolável.

Com exceção de um elenco formidável e de uma imagética esplendorosa, que leva a Nova York para um delicioso anacronismo neo-noir e constrói uma atmosfera noturna de tirar o fôlego, as engrenagens não se encaixam com a fluidez necessária. Murphy e Falchuk, responsáveis pelo roteiro, parecem não dialogar com o diretor John J. Gray – delineando falas óbvias demais para serem levadas a sério e promovendo um culto ao nada; em uma hora de episódio, os eventos se confinam a uma reflexão batida e convencional demais sobre homofobia e disparidade de gênero, elaborados com muito mais paixão na conterrânea ‘Pose’. Até mesmo os personagens se assemelham uns aos outros em determinadas instâncias, incapazes de falar por conta própria.

O segundo capítulo, por sua vez, traz uma leve melhora – mas não significativa o suficiente para ofuscar os deslizes já vistos. Aqui, temos o soberbo conflito de personalidade entre Theo (Isaac Powell), um inspirado fotógrafo cujo principal interesse é o grotesco, e Sam (Zachary Quinto), empresário de Theo que esconde fetiches absurdos e que colocam em risco todos à sua volta. De modo quase sartreano, o sobrenatural (que emerge com a presença agourenta de um espírito vestido com roupas de coro) é deixado de lado em prol de anunciar que “o inferno são os outros” – e que viver em sociedade é um convite à loucura e ao abandono da sensatez; uma escolha interessante, se explorada de modo mais ousado.

Charlie Carver também ganha seu tão merecido protagonismo como Adam Carpenter, um jovem gay que se alia a Gino depois do desaparecimento do melhor amigo e que sabe que algo de tenebroso está chegando por aí – e que estrela algumas das cenas mais bem-feitas até então. Patti LuPone, encarnando a cantora Kathy Pizzaz, é um deleite nos poucos momentos em que aparece – o que não é nenhuma surpresa, considerando sua carreira esplendorosa tanto nos palcos quanto nas telas. Mas a química que os atores e atrizes exalam não nos faz ignorar a falta de originalidade e de entusiasmo para o que poderia ser uma das melhores temporadas de American Horror Story.

O novo ciclo começa com o pé esquerdo, mas, com sorte, Murphy e Falchuk estão guardando cartas na manga para as próximas semanas. Só esperamos que não seja tarde demais até alguma coisa boa, de fato, acontecer.

‘Halloween Ends’: Rob Zombie, diretor dos piores filmes da franquia, revela se assistiu a sequência

Halloween Ends‘ estava sendo aguardado com bastante expectativa após o sucesso de ‘Halloween‘ (2018) e ‘Halloween Kills‘ (2021), mas está acumulando comentários negativos tanto da crítica quanto do público.

No Rotten Tomatoes, os críticos deram apenas 40% de aprovação ao longa comandado por David Gordon Green, enquanto os fãs deram 57%.

Antes disso, Rob Zombie dirigiu um remake em 2007, intitulado ‘Halloween – O Início‘, que recebeu apenas 27% de avaliações positivas da crítica especializada.

Dois anos mais tarde, o cineasta investiu em uma sequência, que teve um retorno ainda pior, com míseros 23% de aprovação, encerrando sua colaboração ao universo criado em 1978.

Através do Facebook, Zombie reagiu aos memes que ligam seu nome ao fracasso (ou salvação) da franquia e revelou que vem recebendo muitas mensagens acerca de sua opinião sobre o novo filme.

Na publicação, ele escreveu:

“Eu tenho sido bombardeado com isso e isso continua ficando cada vez mais engraçado. Não tenho opinião sobre os novos filmes porque ainda não os vi. Minha experiência em fazer meus filmes foi tão insana que realmente me exauriu no Halloween. Triste, mas é verdade. Eu só acho que a internet é hilária.”

Confira:

Por muito tempo, acreditava-se que as versões de 2007 e 2009 seriam as piores da franquia, mas ‘Halloween Ends‘ acabou deixando os filmes de Zombie no centro dos holofotes, o que é uma reviravolta e tanto.

E para você? Qual é o pior filme da franquia?

O filme recebeu elogios de John Carpenter, diretor do primeiro filme.

Como muitos fãs sabem, o longa do cineasta moldou o tom para o subgênero slasher, com seu filme focando principalmente no vilão imortal Michael Myers, enquanto ele persegue a babá Laurie Strode na noite de Halloween.

Strode, que é um ponto central na nova trilogia, é vivida por Jamie Lee Curtis – de quem Carpenter é um grande fã.

Enquanto conversava com o MovieMaker, Carpenter elogiou os ‘riscos’ em ‘Halloween Ends‘ e a extraordinária atuação de Curtis, dizendo:

“Foi muito bom! Eu gostei bastante. É bem diferente [dos outros filmes da franquia]. Gostei dos riscos assumidos na trama. Jamie [Lee Curtis] está simplesmente extraordinária. Ela é simplesmente maravilhosa e estou muito orgulhoso dela.”

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

‘Maldivas’: Série com Bruna Marquezine e Manu Gavassi é CANCELADA pela Netflix

Maldivas, estrelada por Bruna MarquezineManu Gavassi, fez um sucesso considerável quando chegou à Netflix – mas não foi o suficiente para a plataforma de streaming renová-la.

Para a infelicidade dos fãs, a série de mistério foi oficialmente cancelada depois de apenas uma temporada.

Na trama, a goiana Liz Lobato (Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de buscar respostas para a repentina morte de sua mãe (Vanessa Gerbelli).

Relembre o trailer:

A série também conta com Carol Castro, Natalia Klein, Klebber Toledo, Guilherme Winter e Sheron Menezzes em seu elenco.

“A série fala de um universo muito particular, que são esses condomínios de luxo na Barra da Tijuca, com tudo dentro – as pessoas não precisam sair de lá para nada. Seus moradores têm um senso de comunidade muito forte, sabem tudo da vida uns dos outros e vivem com uma falsa sensação de segurança. Mas e quando acontece um crime lá dentro?”, comentou Klein, que também atua como roteirista.

Curiosidades | ‘O Chamado’, terror com Naomi Watts, completa 20 anos!

Em 2002, o diretor Gore Verbinski lançava um dos filmes de terror mais icônicos do século: o remake hollywoodiano do clássico O Chamado.

Elogiado pelos especialistas pela envolvente e arrepiante atmosfera, bem como pelos visuais e pela atuação de Naomi Watts, a narrativa trouxe à vida a aterrorizante Samara, um espírito obsessor que coleta vítimas através de uma fita de vídeo amaldiçoada – e que dá aos seus alvos sete dias para se despedir.

Além do sucesso crítico, o longa também fez um estrondo de bilheteria, arrecadando nada menos que US$249 milhões a partir de um orçamento de US$48 milhões, tornando-o um dos remakes mais bem sucedidos da história e rendendo duas sequências que, infelizmente, não tiveram a mesma recepção.

Para celebrar seu aniversário de 20 anos, comemorado em outubro, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • A árvore com as folhas vermelhas que aparece no filme é um bordo japonês. Seus frutos são conhecidos como samara, nome da antagonista.
  • O vídeo “amaldiçoado” está disponível como um easter egg no DVD. O mais interessante é que, uma vez que o vídeo começa, não é possível pará-lo, pausá-lo ou aumentar a velocidade. A não ser que desligue a televisão, o público é forçado a assistir ao vídeo. Quando chega ao fim, o DVD retorna ao menu e um toque de telefone é ouvido ao longe.
  • Antes do filme estrear, o vídeo amaldiçoado foi utilizado como material promocional. Entretanto, o comercial não mencionou qualquer longa-metragem por quase um mês.

  • O Chamado permaneceu no topo da lista dos remakes mais bem-sucedidos da história por um longo tempo, com bilheteria de quase US$250 milhões, como supracitado. O recorde foi quebrado pela nova versão de ‘IT: A Coisa’, de 2017, que arrecadou US$701,8 milhões.
  • O tipo de fantasma em que Samara (e sua incarnação japonesa, Sadako) é baseada faz referência à clássica figura mitológica de Onryo, um espírito japonês que se manifesta depois de morrer em um acesso de raiva, retornando como um fantasma muito pálido que busca por vingança.

  • À época, Verbinski deliberadamente resolveu escolher estrelas que não tivessem apelo comercial, visto que queria que o filme fosse descoberto pelo público. Watts, Martin HendersonAmber Tamblyn ganhariam reconhecimento retroativo por esse filme.
  • O papel protagonista de Rachel foi oferecido inicialmente a Jennifer ConnellyJennifer Love HewittGwyneth PaltrowKate Beckinsale. Depois das atrizes recusarem o projeto, Watts foi contratada para estrelar o longa-metragem.
  • O sucesso de O Chamado’ nas bilheterias foi responsável por uma onda de remakes hollywoodianos de clássicos do terror japonês, incluindo ‘O Grito’‘Água Negra’‘Pulse’‘Uma Chamada Perdida’.

  • Daveigh Chase aceitou interpretar Samara depois de perder o papel da co-protagonista Sarah Altman em ‘O Quarto do Pânico’ (também de 2002) para Kristen Stewart.
  • Tom Duffield, que ficou responsável pelo incrível design de produção do filme, se baseou fortemente nas obras do pintor realista Andrew Wyeth para criar a sombria e misteriosa ambientação da produção.

‘The Flash’: Javicia Leslie, de ‘Batwoman’, é escalada para a temporada final em papel misterioso

Segundo a EWJavicia Leslie, conhecida por seu papel na série ‘Batwoman’, foi escalada para o elenco da nona e última temporada de The Flash.

As informações indicam que Leslie foi contratada para um papel misterioso, sem muitos detalhes revelados. Também não se sabe em quantos episódios a atriz irá aparecer.

Lembrando que o ciclo de conclusão chegará à CW nos primeiros meses de 2023 e terá 13 episódios.

Mais informações sobre os episódios não foram reveladas.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

POLÊMICA! Pizzaria causa controvérsia ao lançar prato inspirado em Jeffrey Dahmer

Após alguns membros da famílias que foram vítimas do assassino se manifestarem, a plataforma removeu o conteúdo, mas usuários continuam tentando reproduzir a trend em busca de visualizações.

Vale ressaltar que a série da Netflix é baseada nos crimes reais cometidos por Dahmer e envolve vidas e famílias das vítimas que sofreram com o crime.

Eric Perry, parente de Errol Lindsey, uma das vítimas do assassino, criticou a produção da série ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ (2022), lançada pela Netflix na última quarta-feira, 17.

Perry explicou o porquê de sua família ser contra a ficcionalização de seriais killers. Além disso, ainda esclareceu que, uma vez que os assassinatos estão em domínio público, a produção do seriado não possui obrigatoriedade em contatar as famílias das vítimas antes do lançamento.

“Não estou dizendo a ninguém o que assistir ou não assistir, e sei que mídias sobre crimes reais são muito populares no momento, mas se você realmente está curioso sobre as vítimas: a minha família (os Isbell’s) está irritada para c*ralho com essa série. É retraumatizante, e para quê? Quantos filmes, séries e documentários precisamos?”

Perry classificou como particularmente cruel a recriação de um discurso de sua prima, Rita Isabell, durante o julgamento de Dahmer, que teve uma forte crise emocional durante a declaração de impacto da vítima.

‘O Príncipe Dragão’: História de Aaravos é destaque no novo clipe da 4ª temporada; Confira!

Netflix divulgou mais um clipe oficial da 4ª temporada da aclamada animação O Príncipe Dragão, subtitulada ‘Mistério de Aaravos’.

Confira:

Os próximos episódios serão titulados:

Capítulo 1: Rebirthday
Capítulo 2: Fallen Stars
Capítulo 3: Breathtaking
Capítulo 4: Through the Looking Glass
Capítulo 5: The Great Gates
Capítulo 6: The Drakewood
Capítulo 7: Beneath the Surface
Capítulo 8: Rex Igneous
Capítulo 9: Escape from Umber Tor

Os novos capítulos chegam à plataforma de streaming no dia 03 de novembro.

Em entrevista ao ComicBook.com no ano passado, os criadores Aaron EhaszJustin Richmond falaram sobre o que podemos esperar da próxima temporada.

“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.

Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporadas já estão disponíveis no serviço de streaming!

Vingança? Atriz comenta sobre trágica MORTE no final de ‘A Casa do Dragão’

Em um novo vídeo divulgado pela HBO, Emma D’Arcy, intérprete da Rhaenyra Targaryen na série ‘A Casa do Dragão‘, comentou sobre o impacto que a trágica morte do seu filho Lucerys Velaryon (Elliot Grihault) terá em sua personagem no próximo ciclo da produção.

“De alguma forma, acredito que essa morte endurece ainda mais o sofrimento [da Rhaenyera]. Após perder seu amante e seus pais, ela acha que sabe o que é luto. Mas a pior coisa em perder o Luke é que ela percebe que não sabe nada sobre luto, e isso muda completamente a perspectiva dela daqui para frente.”

Sobre a discussão em torno das verdadeiras intenções e culpabilidade do Aemond Taygaryen (Ewan Mitchell) em torno da morte do pobre Luke, o coshowrunner Miguel Sapochnik responde: “[Essa morte] representa os últimos vestígios da inocência do Aemond desaparecendo. Talvez ele só estivesse tentando assustar o Luke, mas não acredito que ele relamente queria matá-lo. Mas, agora que ele fez isso, precisa decider se vai assumir ou não a responsalidade em seu retorno à King’s Landing. Obviamente, se ursupar o trono e coroar Aegon não fosse o suficiente para começar uma guerra, matar um dos filhos da rainha certamente é.”

Vale lembrar que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na HBO Max.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Star Wars’: Novo filme será ambientado após ‘A Ascensão Skywalker’ e pode gerar uma nova trilogia

Recentemente, foi confirmado que a clássica e aclamada franquia Star Wars irá ganhar um novo filme, escrito por Damon Lindelof (‘Watchmen’, ‘The Leftovers’) e Justin Britt-Gibson, que escreveu (‘The Strain’), série de terror produzida por Guillermo del Toro.

E, de acordo com o The Hollywood Reporter, a trama será ambientada após os eventos de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, o que abre a possibilidade de vermos o retorno de Rey (Daisy Ridley), Poe Dameron (Oscar Isaac) e companhia.

No entanto, o projeto não será continuação da trilogia lançada entre 2015 e 2019, mas uma produção autônoma e que pode gerar uma trilogia independente, caso o primeiro filme faça sucesso.

Até o momento, a trama ainda está sendo desenvolvida, então não há muitos detalhes, o que significa que as gravações devem demorar para começar.

Também foi dito que Sharmeen Obaid-Chinoy, que comandou o 4º episódio de Ms. Marvel, está em negociações para dirigir o projeto.

Além desse filme, a Lucasfilm ainda está produzindo mais três títulos.

Um deles é ‘Rogue Squadron‘, que será dirigido por Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’), mas segue sem previsão de estreia após uma pausa na produção.

Ainda há dois projetos sem títulos… Um deles será produzido por Kevin Feige, com roteiro de Michael Waldron (Loki), enquanto Taika Waititi (‘Thor: Amor e Trovão’) vai dirigir outro, que está em desenvolvimento há mais de dois anos com o roteirista Krysty Wilson-Cairns (‘1917’).

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019. Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘O Gabinete de Curiosidades’: Antologia de Guillermo del Toro é ACLAMADA pela crítica internacional

O Gabinete de Curiosidades‘, série antológica de terror criada pelo vencedor do Oscar Guillermo del Toro (‘O Labirinto do Fauno’), finalmente chegou à Netflix e já conquistou vários elogios da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 92% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 12 reviews até o momento.

Confira os principais comentários abaixo:

“Um deleite para os fãs de grandes filmes de terror” – RogerEbert.com.

“A antologia de terror exala um ar sedutor de mistério, áspero nas bordas, mas fluindo com energia” – Slant Magazine.

O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro é uma experiência de visualização imersiva criada por alguns dos criadores mais inventivos que trabalham no gênero de terror” – Black Girl Nerds.

“Em uma época repleta de universos cinematográficos superexplicados, é revigorante ter uma obra que confia tanto em seus espectadores” – The Verge.

“Os fãs de terror com disposição para sustos de ‘baixa caloria’ provavelmente não ficarão desapontados, mas a experiência provavelmente não ficará com eles por muito tempo depois de assistir” – San Francisco Chronicle.

A atração é descrita como uma mistura de definições do terror através de uma coleção de histórias sem precedentes e definidoras de gênero destinadas a desafiar nossas noções tradicionais de terror.

Do macabro ao mágico, do gótico ao grotesco ou classicamente assustador, esses oito contos igualmente sofisticados e sinistros (incluindo duas obras originais) serão trazidos à vida por uma equipe de roteiristas e diretores escolhidos pessoalmente por Del Toro.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Andrew Lincoln (‘The Walking Dead’), Essie Davis (‘O Babadook’), Tim Blake Nelson (‘The Ballad of Buster Scruggs’), Ben Barnes (‘Sombra e Ossos’), Peter Weller (‘Robocop’) e Luke Roberts (‘Ransom’).

Confira o anúncio:

Essie Davis, Andrew Lincoln e Hannah Galway estrelam um episódio escrito e dirigido por Jennifer Kent (‘The Babadook’; ‘The Nightingale’), baseado em uma história original de Guillermo del Toro.”

F. Murray Abraham, Glynn Turman e Luke Roberts aparecerão em um episódio escrito por David S. Goyer (‘Batman Begins’), baseado em um conto de Michael Shea, e dirigido por David Prior (‘O Mensageiro do Último Dia’).

Tim Blake Nelson, Elpidia Carrillo, Demetrius Grosse e Sebastian Roché estrelam um episódio escrito por Regina Corrado (‘The Strain’) e Guillermo del Toro; e dirigido por Guillermo Navarro (‘Narcos’).”

Crispin Glover e Ben Barnes estrelam um episódio escrito por Lee Patterson (‘A Colônia’), baseado em um conto de H.P. Lovecraft e dirigido por Keith Thomas (‘The Vigil’).”

Peter Weller estrela um episódio dirigido por Panos Cosmatos (‘Mandy’), que também escreve junto com Aaron Stewart-Ahn.”

Mika Watkins (‘Black Mirror’) escreve um episódio baseado em um conto de H.P. Lovecraft e dirigido por Catherine Hardwicke (‘Crepúsculo’); com elenco a ser anunciado.”

David Hewlett estrela um episódio baseado em um conto de Henry Kuttner e dirigido por Vincenzo Natali (‘Hannibal’).”

Haley Z. Boston (‘Hunters’) escreve um episódio baseado em um conto da autora de quadrinhos Emily Carroll e dirigido por Ana Lily Amirpour (‘Garota Sombria Caminha pela Noite’), com elenco a ser confirmado.”

Kang é destaque no cartaz oficial de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’; Confira!

Depois do trailer, a Marvel Studios divulgou o cartaz oficial de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, terceiro capítulo da saga.

A produção tem estreia agendada para o dia 16 de fevereiro de 2023 nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Confira:

Lembrando que o filme irá abrir a Fase 5 e será novamente dirigido por Peyton Reed, diretor que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com o novo longa prometendo ser o maior de toda saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul RuddEvangeline LillyJonathan MajorsMichelle PfeifferMichael DouglasKathryn Newton estrelam.

Crítica | ‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro’ é uma antologia interessante e visualmente impecável

Guillermo del Toro é um dos realizadores mais únicos do cenário contemporâneo do entretenimento e, ao longo de sua carreira, entregou títulos incríveis, desde o drama fantástico de guerra O Labirinto do Fauno, o vencedor do Oscar A Forma da Água e a impecável série animada ‘Caçadores de Trolls’. Agora, Del Toro está de volta com mais uma produção infundida com terror e suspense – a antologia ‘O Gabinete de Curiosidades’, que estreou hoje, 25 de outubro, na Netflix.

Ao longo de oito episódios, a obra é baseada em contos de terror e procura não apenas trazer alguns dos convencionalismos que os fãs do gênero adoram, mas uma exploração mais metafísica do que significa entrar em contato com forças inexplicáveis e entidades sobrenaturais. E, enquanto o visual de cada capítulo é de tirar o fôlego, incrementado com aspectos estilísticos que funcionam do começo ao fim, a condução nos convence a querer saber o desenrolar de cada trama – ainda que, volta e meia, tropece em alguns diálogos óbvios ou resoluções apressadas. Porém, no geral, a série é uma bem-vinda adição ao catálogo da gigante do streaming e apresenta um lado do horror que já vem sendo explorado há vários anos no mainstream.

Cada capítulo foi comandado por um diretor diferente, além de trazer roteiristas distintos para delinear o enredo. Considerando que esta é uma antologia, o problema do conflito imagético e identitário praticamente não existe, considerando que funcionam como um microcosmos únicos – apesar de boa parte deles se valer de incursões de época. Temos, por exemplo, “Graveyard Rats”, que acompanha um ladrão de covas que precisa pagar uma dívida com um agiota perigoso e aproveita seu conhecimento dos túmulos de um cemitério local para roubar artigos valiosos, como joias. Estrelada por David Hewlett, a história é bem amarrada, apresentando uma reviravolta arrepiante que envolve criaturas malignas habitando no subsolo, mas peca em falas longas e autoexplicativas que tangenciam a redundância. De fato, os melhores momentos do episódio são os que apostam no espetáculo visual – uma mescla de claustrofobia e da inevitabilidade da morte.

A série parte de uma premissa quase shakespeariana, pincelada com inflexões teatrais que se estendem para a performance do elenco e para escolhas artísticas categóricas. Mais do que isso, há um apreço pelo terror cosmológico, cortesia de H.P. Lovecraft e seus conterrâneos, que amalgama os sustos com análises filosóficas sobre a vida, a morte e tudo o que existe entre ambas as instâncias. “Pickman’s Model”, uma das melhores iterações da temporada, atenua a linha entre o terror e a arte e pega elementos psicológicos para nutrir uma narrativa sobre ambição e insanidade. Aqui, Ben Barnes encarna um talentoso artista plástico que cruza caminho com um misterioso homem (interpretado por Crispin Glover). Ao ser convidado para ver algumas de suas obras, o pintor começa a enxergar a crueldade e a podridão que se esconde na sociedade – lentamente navegando pelos mares cruéis de uma loucura inesperada e pungente.

O mesmo acontece em “The Viewing”, ainda que com um escopo mais restrito. Na trama, o diretor Panos Cosmatos reúne um grupo de expoentes da sociedade para se reunirem na mansão de um excêntrico milionário – apenas para descobrirem que o que deveria ser uma noite de celebração se transformaria em um pesadelo sem fim. Cosmatos aproveita sua afinidade com o gênero sci-fi, como visto no subestimado ‘Além do Arco-Íris Negro’, para tratar novamente sobre a ambição humana em entender ou não entender a vida extraterrestre. Mais do que isso, há uma profunda crítica social e niilista que diz, com todas as palavras, que nada importa e que, no final das contas, somos uma ínfima parte de um universo infinito e desconhecido.

Se você procurava algo que tirasse o sono, ‘O Gabinete de Curiosidades’ definitivamente não é a melhor pedida. A produção preza muito mais pelos momentos de tensão e parece não se importar com os metódicos e cansativos jump-scares, preferindo tendências exploradas por Ari Aster, Mike Flanagan e Robert Eggers e construindo uma sinestésica atmosfera que tem um objetivo determinado. Isso não significa, todavia, que Del Toro e seu habilidoso time criativo não se valham de aspectos conhecidos da mitologia sobrenatural – aproveitando o mês do Halloween para trazer criaturas fantásticas, bruxas medonhas e espíritos vingativos às telinhas. Porém, é preciso comentar que, mesmo com as boas intenções, cada episódio deixar a desejar em um ponto – como já mencionado, na narrativa, na construção dos personagens ou nas reviravoltas, o que nos causa certo desconforto e frustração.

A mais nova antologia da Netflix é aprazível quando não se leva a sério e, por fim, deve agradar aqueles que buscam uma diversão para o final de semana. Talvez o maior sucesso encontrado pela série seja o fato de não querer reinventar a roda, mas sim trabalhar com uma arquitetura familiar para dizer que o terror não morreu – e que o gênero, tão majestosamente dominado por Del Toro, ainda tem muito a contar.

‘Recomeço’: Minissérie romântica estrelada por Zoë Saldaña já está disponível na Netflix!

A minissérie de romance ‘Recomeço‘, estrelada por Zoë Saldaña (‘Avatar’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 21 de outubro na plataforma de streaming.

Uma artista encontra o amor na Itália e embarca em uma transformadora jornada de perda, resiliência e esperança que vai ultrapassar culturas e continentes.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Attica Locke e Tembi Locke, que também escreveu o livro From Scratch: A Memoir of Love, Sicily, and Finding Home, no qual o projeto é baseado.

O elenco ainda conta com Eugenio Mastrandea, Keith David, Danielle Deadwyler, Judith Scott, Kellita Smith, Lucia Sardo, Paride Benassai e Roberta Rigano.

‘The Serpent Queen’: ÚLTIMO episódio da temporada ganha trailer oficial; Confira!

The Serpent Queen - S1 2022 US Key Art; Image IDs: TSQ1_082521_0007 TSQ1_082521_0008 TSQ1_082521_0009 TSQ1_082521_0011 TSQ1_082521_0012 TSQ1_082521_0675 TSQ1_082521_0644 TSQ1_082521_1215 TSQ1_082521_1194 TSQ1_082521_0905

A STARZ divulgou o trailer oficial do oitavo e último episódio da temporada de estreia de The Serpent Queen, drama histórico estrelado por Samantha Morton.

O capítulo vai ao ar no dia 30 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Justin Haythe.

The Serpent Queen coloca uma reviravolta contemporânea na narrativa convencional para contar a história da ascensão de Catherine de Medici ao poder. Quando seu futuro se torna inesperadamente incerto, ela deve aprender em quem confiar – tanto entre os membros da corte quanto entre seus amigos -, enquanto enfrenta todos que subestimam sua determinação em sobreviver a qualquer custo.

Sennia NanuaLiv HillCharles DanceLudivine Sagnier e outros completam o elenco.