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Academy Award nominee Amy Adams stars as Susan Morrow in writer/director Tom Ford’s romantic thriller NOCTURNAL ANIMALS, a Focus Features release.
Credit: Merrick Morton/Focus Features
De acordo com o Deadline, as filmagens de ‘Nightbitch’, terror cômico estrelado pela indicada ao Oscar Amy Adams, já começaram.
O longa-metragem está sendo rodado em Los Angeles.
Recentemente, Mary Holland (‘De Volta ao Baile’, ‘Alguém Avisa?’) entrou para o elenco da produção. Entretanto, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
Scoot McNairy (‘Era uma Vez em… Hollywood’) também faz parte do projeto.
Marielle Heller (‘Um Lindo Dia na Vizinhança’) fica responsável pela direção.
A trama segue uma mulher que é forçada a uma rotina caseira criando seu filho recém-nascido nos subúrbios, que lentamente abraça o lado selvagem da maternidade enquanto se torna cada vez mais consciente dos sinais bizarros e inegáveis de que ela possa estar se transformando em um cachorro.
O longa é baseado no livro homônimo de Rachel Yoder, que também assina o roteiro da adaptação.
Adams também entra como produtora ao lado de Megan Ellison e Stacy O’Neil. Yoder é uma das produtoras executivas.
‘Nightbitch‘ deve ser lançado direto no serviço de streaming do Hulu.
Após uma estreia abaixo das projeções, ‘Halloween Ends‘ volta a chocar nas bilheterias. Em seu segundo final de semana em exibição, o longa da Blumhouse sofreu uma queda monstruosa de -80%, arrecadando apenas US$ 8 milhões nos EUA.
Do topo, o terror caiu para a quarta colocação nas bilheterias norte-americanas, sendo superado por ‘Sorria‘ (US$8.4M), que atualmente se encontra em seu quarto final de semana.
E qual foi o motivo dessa queda? Além do filme ter sido lançado simultaneamente no serviço de streaming do Peacock – uma estratégia que já se provou improdutiva para a longevidade dos filmes nas telonas –, o longa também sofreu uma grande rejeição por parte considerável dos espectadores, refletindo uma repercussão majoritariamente negativa.
Nos EUA, ‘Halloween Ends‘ já arrecadou US$ 54.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 82 milhões.
Ao total, a produção soma US$ 82 milhões mundialmente.
Vale lembrar que alguns fãs ficaram tão revoltados que criaram uma petição para que a Blumhouse altere o final do filme e refilme as cenas.
“‘Halloween Ends’ NÃO foi o filme que os fãs queriam,” argumenta o texto da campanha. “Essa foi uma história de origem do Corey. Nós merecemos um filme digno do Michael Myers e do legado da franquia. Nós amamos essa saga e essa conclusão nos deixou de coração partido, zangados e desapontados. O filme nos mostrou um Michael Myers fraco e patético que precisava de sua máscara para sobreviver. Esse não é o nosso Michael Myers! Nosso assassino é forte, incansável e uma força da natureza.”
Com meta de 10 mil assinaturas, a petição já acumula quase 8 mil apoiadores.
Como muitos fãs sabem, o longa do cineasta moldou o tom para o subgênero slasher, com seu filme focando principalmente no vilão imortal Michael Myers, enquanto ele persegue a babá Laurie Strode na noite de Halloween.
Strode, que é um ponto central na nova trilogia, é vivida por Jamie Lee Curtis – de quem Carpenter é um grande fã.
Enquanto conversava com o MovieMaker, Carpenter elogiou os ‘riscos’ em ‘Halloween Ends‘ e a extraordinária atuação de Curtis, dizendo:
“Foi muito bom! Eu gostei bastante. É bem diferente [dos outros filmes da franquia]. Gostei dos riscos assumidos na trama. Jamie [Lee Curtis] está simplesmente extraordinária. Ela é simplesmente maravilhosa e estou muito orgulhoso dela.”
“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”
Sucesso! Apesar das críticas mistas – 40% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a adaptação de ‘Adão Negro‘ arrecadou US$ 67 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas – tornando-se o maior lançamento da carreira do Dwayne Johnson como protagonista solo.
Internacionalmente, o longa ainda soma US$ 73 milhões através de 76 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 140 milhões.
Para termos de comparação, o resultado está 27% acima dos números registrados por ‘Shazam!‘, em 2019.
“O sucesso de ‘Adão Negro’ é um sonho se tornando realidade. Nós trabalhamos nisso por 15 anos, aplicando toda a nossa experiência para ajudar esse projeto a ganhar vida. E, agora, estamos vendo que o nosso trabalho foi recompensado com a maior estreia da nossa carreira. É um sentimento incrível,” declarou o produtor Hiram Garcia ao Deadline.
Além disso, a adaptação da DC Comics ganhou um B+ CinemaScore. A nota é a mesma de ‘Liga da Justiça‘, ‘Coringa‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Mulher-Maravilha 1984‘.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
No Brasil, o filme já foi assistido por 298 mil espectadores nos cinemas em apenas 2 dias de exibição, arrecadando R$ 5,3 milhões em bilheteria. Somando o resultado das sessões de pré-estreia o titulo é o quarto maior Dia de Estreia (Opening Day) de 2022.
Segundo projeções, o longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson deve abrir com US$60 milhões nas bilheterias dos EUA, não enfrentando competição de ‘Halloween Ends’ (que dominou as bilheterias da última semana).
‘Adão Negro’ será exibido em 4350 salas de cinema na América do Norte, mas ainda não se sabe quanto terá arrecadação. Previsões apontam, entretanto, que a produção não deve superar os números de ‘Batman’, que saiu em março deste ano e faturou US$770 milhões mundialmente.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
A CW divulgou a sinopse oficial do 10º episódio da 3ª temporada de ‘Stargirl‘, intitulado “The Killer”.
Na trama, “Courtney e o time se reúnem depois que um dramático confronto deixar as linhas de batalhas muito bem desenhadas. Uma descoberta aterrorizante feita por Mike e Jakeem força Pat e Sykvester a ficarem alertas. Por fim, Paula e Larry agem por conta própria para fazer as coisas funcionarem”.
O capítulo vai ao ar no dia 09 de novembro.
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
O spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.
O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.
A adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil) finalmente estreou na Netflix e, apesar das críticas mistas, conquistou o público ao redor do mundo.
Agora, em entrevista à EW, o diretor Paul Feig comentou sobre a possibilidade da produção ganhar sequências.
“Olha, se nós fôssemos rodar tudo do primeiro livro, o filme custaria bilhões de dólares”, ele disse. “Você pega as coisas que o público, os leitores e os fãs amam nos livros e, em seguida, você as adapta de uma maneira que ainda seja sua, mas de uma forma que eles fiquem felizes. Você também vai ter um público que não conhece os livros, ou um público que está apenas experimentando sem ter que conhecer o material – eu sou muito contra qualquer filme em que você tenha que saber as coisas antes de assisti-lo”.
Feig continua: “é divertido assistir a um filme de quadrinhos se você cresceu com os quadrinhos e conhece todos esses personagens, porque existem todos esses easter eggs. Mas também acho que isso pode ser muito excludente para o público. Para este [filme], você não precisa conhecer o livro. Entre, aproveite a história, aprecie esses personagens. Se você quiser ler os livros depois disso, isso é ótimo. Ambos precisam se manter por conta própria. E espero que continuemos a fazer isso em uma sequência”.
Relembre o trailer:
No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.
Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainanie Alice Klesck.
Sophia Anne Caruso(‘Evil’) eSofia Wylie(‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.
Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone
Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.
Em uma recente entrevista ao Collider, Shea Whigham, que interpreta Pete Strickland na produção, contou alguns detalhes sobre a próxima temporada, revelando sobre em que período a história será ambientada.
“Estamos em 1933 em ‘Perry Mason’. Perry está em perigo de novo, e ele deve tentar descobrir como sair disso. Com sorte, Strickland poderá ajudá-lo a navegar por isso”, ele disse.
Whigham continua, dizendo que o elenco e a equipe criativa já terminou de rodar metade da temporada, indicando que o próximo ciclo deve chegar antes do que imaginamos.
Lembrando que, recentemente, Sean Astin (‘Stranger Things’) foi escalado para o elenco do novo ano.
Em caráter recorrente, o ator irá interpretar Sunny Gryce, o novo cliente do Perry e Della. O personagem está sendo descrito como “uma força a ser reconhecida. Ele fará de tudo para fazer seu dinheiro valer a pena com seus novos advogados chiques”.
Os próximos episódios também contarão com a introdução de Katherine Waterston (‘Alien: Covenant’) e Tommy Dewey (‘Pivoting’).
Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.
O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.
‘Perry Mason‘ foi originalmente exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.
Dirigido por Anthony Fabian, o longa é uma adaptação do livro homônimo de Paul Gallico.
A trama é um conto encantador de uma governanta britânica, aparentemente comum, cujo sonho de possuir um vestido de alta costura do Christian Dior, a leva em uma aventura extraordinária para Paris.
A AMC divulgou um novo teaser oficial da adaptação de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice.
O show tem estreia marcada para o dia 05 de janeiro de 2023.
Confira, junto ao trailer completo:
A série é estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.
Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.
A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.
Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.
Também fazem parte do elenco da nova parcela Sandra Bernhard, que apareceu em outra série FX produzida por Murphy, ‘Pose‘; e Joe Mantello, que esteve em dois projetos de Murphy, ‘Hollywood‘ da Netflix e ‘The Normal Heart‘ da HBO.
O Prime Video divulgou um novo vídeo promocional de ‘My Policeman’, drama romântico LGBTQIA+ estrelado por Harry Styles.
O featurette nos leva aos bastidores do longa-metragem.
Confira:
Baseado no romance de Bethan Roberts, ‘My Policeman‘ conta a história de Tom (Styles), um policial que começa a namorar a bela Marrion (Emma Corrin) ao mesmo tempo em que se apaixona por um curador de museu (David Dawson) numa época em que ser homossexual era crime na Inglaterra. Reprimindo suas emoções, e com tensões entre o casal, Tom decide se casar com Marrion.
Com estreia marcada para 04 de novembro na plataforma de streaming, o longa recebeu apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Entre os comentários, os críticos disseram que o longa tem péssimas atuações, uma narrativa entediante e superficial em relação à representatividade gay.
Além disso, a atuação de Styles não convence, já que ele não transmite a sensação de ser em um gay reprimindo seu verdadeiro eu.
Confira as avaliações:
“Apesar de toda a expectativa sobre esta ser uma grande oportunidade para Styles, a falta de profundidade em sua performance e do filme em si deixa claro que a trama não vai deixar a impressão que se propõe.” – Collider.
“‘My Policeman‘ é uma representação gay superficial, sem imaginação visual e que implorando por melhores performances.” – RogerEbert.com.
“Um trabalho de clichês incessantes que é tão sério sobre seus elementos banais que se apresenta como uma paródia limitada.” – The Daily Beast.
“Nós realmente precisamos de outro lembrete de que os tempos eram ruins (e ainda são) para os gay? Precisamos de outro filme óbvio sobre a sofrência causada pelo amor?” – IndieWire.
“Styles pode parecer a bela estrela de cinema que ele está sendo agressivamente empurrada com seu cabelo liso de ídolo de matinê sempre no lugar, mas ele é todo construído e sem convicção, um artista tão inseguro de sua habilidade quanto nós.” – The Guardian.
“‘My Policeman‘ é um drama respeitoso, e até que assistível o suficiente, mas incapaz de construir carga emocional em torno de sua exploração das misteriosas linhas de amor e amizade.” – The Hollywood Reporter.
“‘My Policeman‘ tenta tornar as coisas significativas, mas raramente ganha vida. Perfeitamente assistível e tem seus méritos, mas acaba sendo um pouco esquecível porque não consegue superar a narrativa estereotipada.” – AwardsWatch.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
A produção foi lançada no último dia 21 de outubro.
A trama escrita por Scott B. Smith é baseada no livro homônimo de William Gibsone gira em torno de Flynne (Moretz) e Burton (Jack Reynor), dois irmãos que vive numa realidade futura tão deslumbrante quanto ameaçadora. Filhos de uma mãe cega, Flynne e Burton com frequência precisam complementar a renda familiar.
É nesse contexto que uma oportunidade surge. Burton, gamer experiente, se torna usuário beta de um novo jogo imersivo. No entanto, o universo digital vai muito além do metaverso e Flynne precisa assumir o controle quando seu irmão perde seu avatar em uma batalha que transborda para o mundo real.
Questionada sobre como foi trabalhar com o Dwayne Johnson, Sarah respondeu:
“Ele é o meu assunto favorito atualmente. As pessoas pedem para eu falar sobre o filme, e eu respondo que o Dwayne é incrível. “Conte-nos sobre sua personagem”, e eu digo: “Dwayne é incrível”. Eu fiquei muito impressionada com ele. Como um profissional, meu colega de elenco, interpretando o Adão Negro, ele é completamente natural. É como se fosse uma segunda pele para ele. Ele está incrível nesse filme. Você não enxerga o Dwayne Johnson quando ele encarna o personagem. Minha parte favorita é que ele genuinamente divide os holofotes. Ele não é egoísta nesse sentido. Ele está sempre dando a melhor fala para os outros, ou alterando um diálogo para fazer outro ator ser mais engraçado. Ele realmente quer ver todo mundo vencer. Ele lidera com essa atitude.”, afirmou Sarah.
Aldis continua:
“Exatamente! O Dwayne é muito estratégico. Ele entende o filme e o público. Ele sabe o que os espectadores querem porque também é um fã. Sobre a construção da história, ele foi específico sobre o que deveria ser tirado ou introduzido, sendo muito meticuloso em fazer as coisas da forma certa. Ele tinha o desejo de fazer tudo certo. Você consegue ver na tela o seu esforço pelos últimos 10 anos.”
Assista:
Quem você acha que ganharia?
Quase 2.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Muitas variáveis podem determinar o sucesso de uma produção em uma plataforma de streaming. Pode ser o fato de possuir rostinhos conhecidos no elenco, o tema do filme coincidir com algum interesse público instantâneo, ou, até mesmo, a falta de opções novas em um dado fim de semana, que leva as pessoas a optarem por assistir a um filme ou série simplesmente por acreditarem que já viram tudo que há disponível na plataforma. Bom, esse parece ser o caso de ‘Cores da Justiça’, novo filme de ação que anda figurando no Top 10 da Netflix desde sua estreia.
Alicia West (Naomie Harris) é uma policial novata que está há apenas três semanas na delegacia, patrulhando as ruas de Nova Orleans. Depois de um período de dez anos lutando na guerra, ela está de volta, mas não reconhece mais seu bairro nem as pessoas com quem costumava conviver. Sendo uma mulher negra, ela sente na pele os dilemas e contradições de ser policial. Certo dia, quando cobre o turno da noite de seu parceiro Kevin (Reid Scott), ela acaba presenciando uma cena de corrupção de outro policial, que envolve o departamento de narcóticos da delegacia e também o chefão do crime, Brown (James Moses Black). Sozinha em seu próprio bairro e duvidando de tudo e de todos, Alicia só poderá contar com a ajuda de Mouse (Tyrese Gibson), funcionário de uma lojinha e primo de sua grande amiga do passado, Missy (Nafessa Williams).
Recheado de clichês, a trama de ‘Cores da Justiça’ é completamente previsível. Se por um lado isso não traz nenhuma novidade para o espectador, por outro entrega exatamente o que se espera. Do mesmo roteirista de ‘Plano de Voo’, a sensação que se tem é que o enredo foi escrito por alguém de fora desse núcleo, que teve uma ideia e resolveu colocá-la no papel sem mergulhar a fundo na realidade policial. Peter A. Dowling constrói uma história fraca, que busca trazer o debate do racismo institucional na polícia para uma trama que, no final das contas, não debate nem resolve a questão. Até o fim, são uma hora e quarenta e sete minutos de um filme cuja história tenta o tempo todo se fazer de única, mas que só consegue reforçar estereótipos.
Apesar de genérico, o longa de Deon Taylor consegue boas sequências de ação e perseguição pelas ruas, tanto a pé quanto em carros, demonstrando qualidade e firmeza para realizar filmes desse gênero. A sequência final, realizada no conjunto habitacional, de longe é a mais bem-feita, seja porque foi filmada já de noite, seja porque o diretor conseguiu fazer uso da penumbra e das cores para construir uma ambientação de suspense periférico para sua história.
Sem trazer nada de novo e com um gostinho de “já vi isso antes”, ‘Cores da Justiça’ é um filme de ação bem estilo Domingo Maior. Através do embate polícia x bandido, bem versus mal, no final das contas o longa não traz nenhuma solução, pois, afinal, não há resposta para essa questão que não passe por uma profunda mudança social. Talvez seu único diferencial tenha sido colocar uma mulher como protagonista dessa história, para variar um pouco, pois, de resto, é tudo igual.
A Netflix lançou em seu catálogo um dos filmes mais aclamados pelo público do Festival de Cannes deste ano, que tem chamado a atenção dos assinantes. O filme entrou para o TOP 10 dos mais vistos do streaming, e conquistou 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
‘O Desconhecido‘ acompanha um policial disfarçado que embarca em uma viagem ao lado de um novo amigo: um homem investigado por assassinato.
O filme é baseado em um crime real que foi considerado um dos mais chocantes da Austrália: Daniel Morcombe, um garoto de apenas 13 anos, desapareceu em 2003 quando foi ao shopping cortar o cabelo. A investigação sobre o que realmente aconteceu levou anos para ser concluída e é contada no filme.
Assista ao trailer e confira a sinopse:
Uma amizade se forma entre dois estranhos. Para Henry Teague (Sean Harris), desgastado por uma vida inteira de trabalho físico, este é um sonho tornado realidade. Seu novo amigo Mark (Joel Edgerton) se torna seu salvador e aliado. No entanto, nem é quem eles parecem ser, cada um carrega segredos que ameaçam arruiná-los – e no fundo, uma das maiores operações policiais do país está se aproximando.
Refletir sobre a vida e a morte é algo constante em nossas vidas. Por diversos conflitos que passamos ao longo de nossa trajetória aqui na Terra, existem momentos que paramos para pensar sobre quem somos, para onde queremos ir e também até onde podemos ir. Pensando nessa questão existencialista, separamos uma lista abaixo onde personagens bem diversos buscam suas reflexões. Segue abaixo 10 filmes onde personagens refletem sobre a vida e a morte:
Na trama, conhecemos a história de Mia Hall (Chloë Grace Moretz), uma jovem e talentosa musicista que vive uma vida feliz ao lado da família e do grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Tudo ia bem, até que um dia de muita neve na estrada, um terrível acidente acontece e desleais consequências catastróficas atingem em cheio essa jovem. Com uso de flashbacks, vamos conhecendo todos os grandes momentos da vida de Mia, até a hora da decisão final que ela precisa tomar.
O Perdão
Na trama, conhecemos Mina (Maryam Moqadam), uma mulher que trabalha em uma fábrica de leite, mãe de uma menina surda que acabou ficando viúva após seu marido ser preso e condenado à pena de morte no Irã. Um ano se passa e buscando soluções para seu presente, agora solteira e com uma filha pequena, acaba descobrindo que seu marido era inocente no processo que foi condenado. Buscando entender seus direitos pelo erro cometido pela justiça iraniana ela acaba sofrendo por alguns conflitos que se desdobram. Até que um dia Reza (Alireza Sani Far) aparece em sua porta, ela não sabe mas ele é alguém arrependido por uma sentença feita.
Maggie – A Transformação
Na trama, acompanhamos a saga do fazendeiro Wade (Arnold Schwarzenegger), um homem já na casa dos cinquenta anos que percorre uma cidade, infestada de infecções causadas por um vírus, atrás de sua filha Maggie (Abigail Breslin). Após duas semanas ele a encontra, infectada, em um hospital. A política do governo em relação ao tratamento para o vírus é colocar em quarentena todos os seres humanos que fossem infectados. Com a ajuda de um médico amigo da família, Wade consegue levar Maggie para casa mas ele sabe que assim que o vírus tomar conta por completo de Maggie ele terá que tomar uma decisão sobre o que fazer com o destino dela.
Tarde Demais
Na trama, uma família de classe média americana é devastada com a notícia da morte do filho em um atentado numa universidade. Para piorar a situação, são avisados de que seu próprio filho fizera tal ato, provocando um sofrimento de tamanho incalculável.
Na trama, dirigida pelo cineasta californiano Christopher Landon, acompanhamos a fútil e desinteressada Tree, uma estudante de graduação que vê o inusitado acontecer em sua vida quando o mesmo dia se repete seguidamente, e o pior: ela morre ao fim de cada noite. Querendo descobrir uma fórmula mágica para ver se acorda no outro dia, ela passa a investigar o próprio futuro assassinato com a ajuda do novo amigo Carter.
A Nave
Baseado em fatos reais, o longa-metragem mexicano conta a história de Miguel (Pablo Cruz), um depressivo locutor de uma rádio, que tem um programa voltado para o público infantil, que vive uma verdadeira crise existencial passando os dias sem pensar no seu futuro e tendo que cumprir seus afazeres profissionais apenas por obrigação. Tudo muda em sua vida quando, enquanto está no ar, recebe a ligação de uma criança dizendo que gostaria de realizar o sonho de ver o mar só que essa criança está com câncer terminal e mora em um hospital. A história mexe com o protagonista que resolve remodelar toda sua vida para enfim conseguir realizar o sonho do pequeno ouvinte.
O Porco Espinho
Toda família feliz é igual mas toda família infeliz é única. Escrito e dirigido pela cineasta francesa Mona Achache, com roteiro baseado na obra A Elegância do Ouriço de Muriel Barbery, O Porco Espinho, lançado no ano de 2009, é um belíssimo filme que usa de diversos contrapontos para nos fazer enxergar todo um contexto sob a ótica de duas solitárias (cada uma à sua maneira): uma jovem super esperta que está decidida a se matar e uma solitária zeladora leitora assídua. Diálogos sobre livros, questões existenciais, cotidiano estressante, impossível não abrir um sorriso e também não ficar com o coração apertado após assistir a esse belo trabalho que diz muito sobre amizade e esperança.
Apprentice
Indicado a Mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, esse belo trabalho diretamente da Singapura explora um tema de debates de muitos países onde a pena de morte existe. A questão da consciência dos atos feitos, perfeitamente personificada na figura de Rahim é o grande centro de discussões, principalmente nos confrontos verbais e de ideias sobre a função de carrasco exercida e os direitos sobre a questão da dúvida. O filme navega em uma carga dramática gigante.
Na trama, conhecemos a designer de interiores Nikki (Annette Bening), uma mulher que sofre durante anos pela morte prematura de seu marido em um afogamento numa praia do México. Anos se passam e a vida de Nikki não consegue evoluir, tudo ao seu redor a lembram de todo amor que sentia pelo marido. Certo dia, resolve ir até um museu e lá, surpreendentemente, conhece Tom (Ed Harris) que possui uma semelhança absurda com o seu ex. Sem saber como lidar com essa situação inusitada, resolve embarcar em um romance, que mais parece um triângulo amoroso, que vai mudar sua maneira de ver sua vida.
Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.
O dia 30 de outubro será fundamental para decidir se o país vai permanecer sobre o controle do medo e do ódio ou se voltará a ser um território democrático e tolerante a todas as culturas. O medo, instinto natural a todo ser vivo consciente, é algo inerente a todos nós, entretanto, a consciência de sua existência e, consequentemente, o controle sobre ele pode ser nocivo e, muitas vezes, irreversível. Talvez por isso falemos tão pouco sobre o assunto. Razão pela qual o documentário ‘Sociedade do Medo’, que estreia na próxima quinta, 27, se faz tão fundamental esse mês.
Em pouco mais de uma hora de duração, a documentarista e diretora Adriana L. Dutra busca respostas para uma pergunta muito simples: o que é o medo? Para tal, ela organiza entrevistas com diversos especialistas no assunto, dentre os quais o pensador e líder indígena Ailton Krenak, a vereadora Benny Briolly, a deputada Talíria Petrone, a jornalista da GlobonewsFlávia Oliveira, o padre Júlio Lancellotti, além de pensadores de outras partes do mundo (Tóquio, Nova York, Amsterdan, Los Angeles, Paris, Londres), dentre os quais estão os professores David Carrol e Jason Stanley e a economista Linda Yueh.
O roteiro se constrói a partir das respostas dadas pelos entrevistados, costurando a linha de pensamento da diretora que tenta entender o que é esse sentimento que nos atravessa. As respostas variam desde observações mais científicas (o medo é um instinto natural dos animais) a análises mais práticas do cotidiano (o medo que os corpos pretos sentem não é o mesmo que os corpos brancos sentem). Nesse contexto, os exemplos e reflexões dadas pelos entrevistados brasileiros superam em muito às análises em tons acadêmicos dos convidados internacionais; ainda que o estudo sobre o medo seja importante em termos técnicos, eles precisam ser traduzidos para que a população o entenda, do contrário, o conhecimento fica restrito à academia.
Em seu ensaio, ‘Sociedade do Medo’ é atravessado pelo medo generalizado que atingiu a todos nós nos últimos anos – a pandemia do corona vírus – e comprovou na prática o quanto conhecimento e desconhecimento sobre um assunto são geradores de medo, e, em sua contraparte, de poder e controle. Ou seja, aqueles que detém o conhecimento e a solução para um determinado assunto (o vírus) sentiram menos medo do que aqueles que tiveram que esperar pela vacina. Portanto, o ensaio sobre o medo é, também, um estudo sobre o uso político do medo na obtenção de controle e poder social.
‘Sociedade do Medo’ é um filme importante e esclarecedor também sobre a trajetória política da última década, sobre como esse sentimento congelante levou ao poder indivíduos que prometiam um suposto espectro de segurança, ofertadas por um grupo controlador que gera o mesmo medo que combatem. Às vésperas do segundo turno, é um documentário direto sobre como devemos, todos nós, não nos deixar levar pelo medo, não nos permitirmos ser controlados pelo medo, seja em nossas vidas, seja politicamente.
No Brasil, o filme já foi assistido por 298 mil espectadores nos cinemas em apenas 2 dias de exibição, arrecadando R$ 5,3 milhões em bilheteria. Somando o resultado das sessões de pré-estreia o titulo é o quarto maior Dia de Estreia (Opening Day) de 2022.
Segundo projeções, o longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson deve abrir com US$60 milhões nas bilheterias dos EUA, não enfrentando competição de ‘Halloween Ends’ (que dominou as bilheterias da última semana).
‘Adão Negro’ será exibido em 4350 salas de cinema na América do Norte, mas ainda não se sabe quanto terá arrecadação. Previsões apontam, entretanto, que a produção não deve superar os números de ‘Batman’, que saiu em março deste ano e faturou US$770 milhões mundialmente.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.