Parcialmente inspirado pelo livro A Noite das Bruxas, o novo filme será intitulado ‘A Haunting in Venice‘ (Uma Assombração em Venice, em tradução livre).
“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”
Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).
As filmagens devem começar no próximo mês, em Londres e Venice.
A estrelaChloë Grace Moretz (‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’) falou que já fez uma reunião com a Marvel Studios, porém não entrou em muitos detalhes a respeito dos assuntos discutidos no encontro.
“Sim, já conversamos um pouco sobre isso. Quer dizer, acho que para mim, estaria realmente interessada em interpretar uma vilã na Marvel Studios ou DC, e saltar para mais do lado mais sombrio do papel”, disse a atriz ao site ComicBook.
“Eu amo super-heroínas, e acho que seria muito divertido (caso conseguisse uma), mas acho que é apenas sobre encontrar o que realmente corresponde ao que você está querendo passar. Seria muito divertido se fosse o papel certo e o projeto certo”, conclui.
O período pós II Guerra Mundial foi marcado por inúmeras mudanças socioeconômicas que se estenderam pelo restante do século XX e ganham cada vez mais importância à medida em que o mundo atinge um nível progressista considerável – e um desses aspectos definitivamente conversa sobre o protagonismo feminino nos mais diversos âmbitos laborais e criativos do ser humano, o qual retira as mulheres de um estigma submisso para colocá-las em um patamar equivalente aos homens e ao saturado patriarcalismo. E se hoje observamos uma luta que, mais que nunca, tornou-se muito importante para a constante movimentação da sociedade, é porque tivemos nomes muito presentes dentro desses âmbitos, principalmente o criativo, que permitiram tais brechas para mudanças – e um deles, talvez um esquecido com o passar do tempo e com a dominação dos meios de comunicação modernos, seja o de Octavia E. Butler.
Butler foi uma importante escritora afro-americana que ficou conhecida por ser uma das únicas a adentrar o universo da literatura sci-fi com seus escritos incríveis – sempre buscando um protagonismo feminino e negro em narrativas tão belamente escritas que fica muito difícil não se apaixonar pela primeira palavra. O título de “dama da ficção científica” não lhe foi concedido à toa: sua obra-prima ‘Kindred: Laços de Sangue’ é uma análise antropológica e visceral de um dos períodos mais tortuosos e questionáveis da História mundial – a escravidão.
O livro, contado em primeira pessoa, evoca um estilo narrativo de grande parte da Inglaterra vitoriana, trazendo nomes como Jane Austen e Agatha Christie e utilizando suas estéticas de modo inegavelmente moderno. Afastando-se do excesso de descrição e até mesmo de uma cronologia linear, Butler mantém-se fiel à criação de personagens complexas e que tragam um contraste de épocas totalmente distintas – no caso, a heroína de nossa história é Dana, uma escritora negra que misteriosamente é transportada para meados do século XIX em uma Maryland pré-Guerra Civil americana, e pior: ela parece ser chamada pelas desventuras e episódios de quase morte enfrentados por um de seus ancestrais, o jovem Rufus Weylin, filho de brancos e, considerando a época em que está, uma figura com potencial perigo para sua sobrevivência.
O desejo de explorar e de compreender as mirabolantes viagens no tempo ganharam grande força em meio ao imaginário popular e ainda continuam a servir de principal base para a construção de distopias narrativas – é só analisarmos o estrondoso sucesso comercial de franquias atuais como ‘Jogos Vorazes’ e as sagas ‘Divergente’ e ‘Maze Runner’. Entretanto, Butler se afasta dos estigmas do gênero, recusando-se inclusive a ser tachada como mais uma autora dentro desta vertente, e cria um escopo muito mais intimista e que não delineie exatamente os estereótipos de “mocinho” e “vilão” – e isso já diz muito a respeito de suas rendições literárias, visto que um tema como a escravidão poderia muito bem utilizar-se de saídas clichês para cada um de seus personagens. Mesmo com o perigo e com a tendência a ceder a saídas formulaicas, a autora mantém-se fiel a personagens complexos e que são marcados por erros e acertos que o tornam os mais humanos possíveis.
O mais interessante a ser analisado é que Dana, funcionando também como uma guardiã do pequeno Rufus, acompanha o seu crescimento ao longo da obra e é chamada apenas quando ele está prestes a morrer – seja afogado em um rio, seja espancado pelas ofensas cometidas à mulher de outro homem, seja sangrando até a morte. Logo, o que parecem ser apenas horas na cronologia atual, representam dias, meses ou até anos em um passado não tão distante assim. E ela, sendo uma incrível conhecedora da História estadunidense, não apenas encara aquilo como um mero espectador, mas é obrigada a adotar todos os costumes de subserviência para a manutenção de sua própria vida – e, conforme a trama se desenrola, ela acaba por levar seu marido Kevin consigo e ambos adotam personagens para se manterem a salvo, um sendo o dono e outro sendo o servo.
Butler alcança grande sucesso ao trazer temas de bastante questionamento e que, em uma montagem narrativa paralela, também refletem alguns costumes seculares que ainda se mantêm presentes na sociedade contemporânea – afinal, ainda que em 1973 a escravidão já não existisse mais, Dana foi mantida indireta e psicologicamente em um patamar de aceitação mandatória frente aos desejos de Kevin que, quando contrariado, se transformava em um ser irritadiço e extremamente insuportável. A romancista mais uma vez busca sua identidade de obras anteriores para compor essa epopeia histórica: afastando-se do generalismo científico, ela traz o herói numa posição de sobrevivente, muitas vezes em uma situação de submissão vexatória e cuja posição é, em grande parte, marginalizada.
A questão racial obviamente é tratada como um dos motes principais – afinal, Dana é vista em uma posição quase humana ao mostrar-se inteligente, sábia e habilidosa com a escrita e com a leitura, representando tanto uma ameaça quanto um “presente” para a família Weylin. Entretanto, mesmo sendo considerada como mais esperta, ela não está acostumada àquilo e até mesmo culpa-se por adotar o termo e por observar todos aqueles cruéis acontecimentos de modo passivo. As ramificações dessa análise são inúmeras e tão profundas, que é um trabalho difícil traduzir em explicações didáticas o poder que as palavras de Butler trazem para as páginas – e como cada construção tem a sua importância para chocar o leitor e possibilitar-lhe uma visão mais visceral e intimista dos horrores da escravidão.
A história tem como cenário a casa e os territórios adjacentes do patriarca da família, respaldado pelo apartamento que Dana e Kevin dividem no século XX. Mesmo com essa pouca expansão geográfica, a autora articula tão bem cada arco que nos sentimos em um labirinto interminável de tortura, luta e enfrentamento dos obstáculos sem cair na ruína da monotonia e da mesmice. Cada um dos atos é delineado com tamanha perfeição que, com exceção de alguns breves momentos em que parecemos ver o mesmo do mesmo, não podemos deixar de nos chocar com a atitude dos personagens, cuja catarse no leitor oscila o tempo todo entre ódio, amor, complacência e empatia. “É incrível como é fácil ceder à escravidão”, a protagonista devaneia em certo momento.
‘Kindred’ é uma obra-prima atemporal e histórica. Sua complexidade e sua envolvência são tão grandes que classificá-lo em determinado gênero é reduzi-lo a um centésimo de todo o potencial que apresenta – e nada disso seria possível sem a brilhante e criativa mente de uma das autoras que definitivamente será lembrada pela eternidade.
O próximo episódio será lançado no dia 16 de outubro.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussaintserá Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar;Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
Grimcutty -- In this modern creature feature, a scary internet meme called “Grimcutty” stirs up panic amongst all the parents in town, convinced it’s making their kids harm themselves and others. When a real-life version of Grimcutty starts attacking teen Asha Chaudry (Sara Wolfkind), her parents believe that she’s cutting herself as part of a challenge. With her phone taken away and no one who believes her, Asha has to figure out how to get through to her parents and stop the Grimcutty once and for all. The film stars Sara Wolfkind, Usman Ally, Shannyn Sossamon, Callan Farris, Alona Tal, and Kayden Koshalev. (Courtesy of Hulu)
O terror sobrenatural ‘O Meme do Mal‘ (Grimcutty), que promete apresentar um novo antagonista memorável no gênero, já está disponível no serviço de streaming do Star+.
Na trama, uma adolescente e seu irmão mais novo devem parar um meme aterrorizante da internet trazido à vida pela histeria de seus pais.
#OMemeDoMal vai ter muitas vítimas e nenhuma curtida.
Quem desembarca nesta terça-feira no Brasil é Stephan Elliott, diretor do clássico ‘Priscilla, a Rainha do Deserto‘. O filme, lançado em 1994, se tornou um ícone da cultura queer, ganhou o Oscar de Melhor Figurino e fez decolar a carreira de Guy Pearce (“Amnésia”, “Iron Man 3”) eHugo Weaving (“MIB: Homens de Preto” e “Senhor dos Anéis”).
Stephan vem à Cidade Maravilhosa participar doFestival do Rio, que irá exibir o longa remasterizado, na mostra Midnight Movies, às 22:45, no sábado, dia 15.
Na trama, dois artistas drag e uma mulher transgênero viajam através do deserto para apresentarem seu estilo único de cabaré.
A Funko POP acaba de revelar como será o visual da nova Pantera Negra em ‘Wakanda Para Sempre‘. Até então, os trailers só mostraram um vislumbre de costas e da mão.
Segundo uma atualização do site Average Socialite, que monitora os grandes eventos de Hollywood, a sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ teve sua estreia mundial alterada.
As informações indicam que, em vez de ser lançada em 01 de novembro, a continuação terá sua première uma semana antes, em 25 de outubro de 2022.
No Brasil, o filme segue agendado para 10 de novembro.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
Estrelado por Uma Thurman em um dos papéis definidores de sua carreira, a trama acompanha a ex-assassina conhecida apenas como “A Noiva”, que acorda de um coma de quatro anos decidida a se vingar de Bill, seu ex-amante e chefe, que tentou matá-la no dia do casamento. Ela está motivada a acertar as contas com cada uma das pessoas envolvidas com a perda da filha, da festa de casamento e dos quatro anos da sua vida. Na jornada, “A Noiva” é submetida a dores físicas agoniantes ao enfrentar a inescrupulosa gangue de Bill, o Esquadrão Assassino de Víboras Mortais.
Recebendo críticas bastante positivas e arrecadando mais de US$180 milhões mundialmente, o filme permanece como um dos favoritos da carreira de Tarantino. Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista elencando algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
Tarantino originalmente pretendia escalar uma atriz japonesa para interpretar O-Ren Ishii, mas antes do início do elenco, ele viu o trabalho de Lucy Liu em ‘Bater ou Correr’ e imediatamente mudou O-Ren para uma personagem sino-nipo-americana, para que Liu pudesse interpretá-la.
Quando Chiaki Kuriyama (Gogo) estava filmando a cena em que ela arremessa a bola e a corrente, ela acidentalmente acertou Tarantino na cabeça enquanto ele estava ao lado da câmera.
A roupa amarela da Noiva foi inspirada na roupa usada por Bruce Lee em seu último filme, ‘Jogo da Morte’.
A cena em que a Noiva divide uma bola de beisebol em duas com uma espada de samurai foi feita de verdade no set. A sequência foi performada por Zoë Bell, dublê de Thurman.
Christopher Allen Nelson, que trabalhou nos efeitos especiais, revelou em uma entrevista que mais de quatrocentos e cinquenta galões de sangue falso foram usados nos dois filmes de ‘Kill Bill’.
Apesar de aparecer no filme, o nome da Noiva é revelado em suas passagens de avião para Okinawa e Tóquio.
Jack Nicholson, Kurt Russell, Mickey Rourke e Burt Reynolds foram considerados para o papel de Bill, mas todos recusaram participar do projeto.
Tarantino revelou em uma entrevista que a música usada em ‘Kill Bill’ era toda de outros filmes. Ele usou músicas de sua coleção de trilhas sonoras.
Levou seis anos para Tarantino escrever o roteiro inteiro antes de ele dividido em duas partes. O rascunho original tinha cerca de duzentas e vinte páginas.
A infame longa cena levou seis horas para ser ensaiada e foi filmada em dezessete tomadas. Depois disso, o operador da Steadicam, Larry McConkey, teria desmaiado de exaustão segundo rumores.
Segundo uma atualização do site Average Socialite, que monitora os grandes eventos de Hollywood, a sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ teve sua estreia mundial alterada.
As informações indicam que, em vez de ser lançada em 01 de novembro, a continuação terá sua première uma semana antes, em 25 de outubro de 2022.
No Brasil, o filme segue agendado para 10 de novembro.
Relembre o trailer:
CC
Como de costume, o CinePOP separou aqueles pontos que mais chamaram atenção e que você talvez não tenha percebido. Confira!
O trailer já começa com o funeral de T’Challa. São mostradas as cerimônias funerárias de Wakanda, com todos vestidos de branco, tal qual os falecidos no plano espiritual, conforme mostrado no primeiro filme. E essa abertura é de muito impacto, já que traz elementos que remetem diretamente ao T’Challa e ao próprio Chadwick. O filme em si é uma grande homenagem a ele e seu legado em vida.
Então, somos levados ao núcleo submarino de Namor (Tenoch Huerta). É possível ver uma forte influência da arte pré-colombiana na parte cultural que envolve o personagem. E isso já estava subentendido desde o primeiro teaser, mas agora está mais do que confirmado que a Atlântida do MCU ficará próxima à América Central, como confirmado no próprio pôster, que traz duas pirâmides mesoamericanas atrás do Príncipe Submarino.
Podemos ouvir ao fundo que “só as pessoas mais feridas podem ser grandes líderes”, enquanto Namor vai em direção ao trono com um traje mais ornamentado, com direito ao que parece ser uma coroa. Não sabemos se ele já será o regente de Atlântida no filme ou se ele será coroado conforme a trama avançar, mas é fato que ele terá o comando submarino em algum momento. Essa frase que ouvimos ao fundo também indica que a nova rainha de Wakanda será justamente a Rainha Ramonda (Angela Bassett), não a Shuri (Letitia Wright). Afinal, ela perdeu praticamente toda sua família nos últimos anos.
Então vemos um ataque do povo submarino a uma plataforma petrolífera. Um dos motivos pelos quais acredito que Namor vá assumir o trono é que ataque desse tipo não foram mostrados previamente no MCU. E nada mais lógico do que um monarca assumindo novas posturas assim que ascende ao trono. Por se tratar de uma petrolífera, é meio óbvio que a questão ambiental e toda a poluição/ destruição que uma plataforma dessas causa aos oceanos entrará em pauta como justificativa para ter o Namor como um anti-herói.
No momento seguinte, M’Baku (Winston Duke), líder dos Jabari, contextualiza um pouco mais sobre a história de Namor, contando ao seu povo que eles estão enfrentando algo muito poderoso. Ele diz que o povo submarino não o chama de “Rei” ou “General”, mas de Kukulcán. Na cultura Maia, o Kukulcán é uma divindade poderosíssima representada por uma serpente com plumas, o que explica a coroa que Namor aparece usando no início do trailer. Ele representa, de certa forma, o “Deus da Atmosfera”, pois reúne atributos de um deus sol, um deus do trovão e um deus do ar.
Uma das melhores sacadas dessa analogia proposta pelo filme é que o Kukulcán era conhecido também por sua habilidade de andar sobre as águas. E como Namor é um príncipe submarino, faz sentido que os povos pré-colombianos reconhecessem essas características divinas nele. Aproveitando essa “versatilidade divina” do personagem, o longa traz Namor atacando com vários elementos naturais. Nessa nova fase da Marvel, eles pararam de tentar justificar mitologias com ciência e tecnologia, e só assumiram que deuses existem e vivem entre eles. Então, podemos esperar sequências fantásticas de Namor atacando de formas bem criativas.
A conversa é terminada com a mensagem de que atacá-lo é arriscar uma guerra eterna. Então, vemos o reflexo do príncipe submarino nas vidraças do castelo de Ramonda, com o atlante se preparando para arremessar sua lança contra ela. Mais para frente, o trailer mostra um encontro entre Ramonda e Namor. Vale lembrar que apesar de rivais, eles são líderes de suas nações, então deve haver o mínimo de diplomacia antes do confronto entre os povos começar.
Há um corte e somos levados para uma sequência de perseguição na cidade entre Okoye (Danai Gurira) e um inimigo não revelado. O mais legal é que vemos atrás dela a armadura da Coração de Ferro (Dominique Thorne), que vai ganhar uma produção solo no MCU após o filme. Ela aparece em alguns momentos no trailer, seja com a armadura ou como a jovem Riri Williams.
Riri faz sucesso nos quadrinhos e é uma das grandes apostas da Marvel para suas novas fases, então acredito que seja uma personagem tratada com bastante carinho nessa sequência.
Até o momento em que somos levados a uma Wakanda sendo tomada por uma quantidade assustadora de água. A rainha Ramonda diz que sabe dos boatos acerca de como Wakanda perdeu seu grande protetor. Ou seja, para a comunidade internacional, a nação mais tecnológica e rica do mundo está à mercê. Isso pode ser uma forma de justificar o ataque não só dos atlantes, mas também de outras possíveis ameaças que surjam no filme. Afinal, se não tem mais um soldado com armadura indestrutível e possuído pelos poderes do Deus Pantera, a reserva inesgotável de Vibranium de Wakanda certamente está com menos proteção.
E em certo momento, não sabemos se no começo ou no final do filme – quiçá nos dois -, haverá uma guerra entre Atlântida e Wakanda. Esse embate é antigo nos quadrinhos e costuma render momentos espetaculares. Esse conflito já é sugerido no próprio pôster do filme, que traz as duas nações em perspectivas opostas.
Esse duelo tem tudo para ser um dos mais marcantes do MCU até o momento. E para falar a verdade, toda a construção do reino submarino tem potencial para ser uma das melhores desse universo até aqui, podendo até mesmo almejar indicações a categorias técnicas, como Figurino e Direção de Arte. É bastante promissor saber que terá toda uma hierarquia nova a ser explorada nesse mundo embaixo d’água.
Assim, o trailer mostra a sala do trono de Wakanda submersa, mas ainda assim pegando fogo. No centro dela, a princesa e chefe do setor de tecnologia de Wakanda, Shuri, permanece sozinha e em choque. Não sabemos se a Rainha Ramonda morrerá também nesse filme. Espero que não, porque traria uma dinâmica um pouco melhor para esse núcleo se a monarca e o principal soldado, o Pantera Negra, não fossem a mesma pessoa.
Tudo isso para terminar com a revelação da nova Pantera Negra. Apesar de não terem confirmado oficialmente, existe 99% de chance dessa jovem sob o traje ser a Shuri.
Caso vocês não se lembrem tão bem do primeiro filme, a Shuri era mostrada como a líder do setor tecnológico de Wakanda que não era tão ligada às tradições.
No entanto, ela sempre comparecia aos eventos culturais, como a luta pelo trono de Wakanda, ou outras cerimônias.
Nelas, a jovem aparecia com essa pintura de várias bolinhas brancas no rosto. E isso acabou virando uma das marcas da personagem, já que foi justamente com essas bolinhas faciais que a Marvel a promoveu nos pôsteres de Pantera Negra (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
E uma das novas características do traje de Pantera Negra é a presença de bolinhas prateadas na região facial. Ou seja, mesmo que não tenham confirmado a Shuri sob o manto, tudo indica que seja ela a sucessora de seu “Maninho”, T’Challa.
E vocês? Encontraram mais algum ponto que merece destaque? Diga nos comentários!
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas em 10 de novembro de 2022.
A versão live-action do Hércules da Marvel era aguardada há muito tempo por quem acompanha o MCU, e o personagem finalmente foi introduzido em ‘Thor: Amor e Trovão‘, vivido por Brett Goldstein (‘Ted Lasso’).
Agora, o artista da MarvelAndy Park divulgou a primeira arte completa do personagem.
“Hércules, Hércules! O design conceitual de Roy Kent como o icônico Hércules das mentes de Jack Kirby e Stan Lee foi tão surreal! Estou muito ansioso para vê-lo entrar em confronto no MCU com… quem ele quiser!”, afirmou.
Na primeira cena pós-créditos, vemos Zeus (Russell Crowe) invocando seu filho para caçar Thor (Chris Hemsworth) depois que o Asgardiano atacou o Monte Olimpo quando Zeus se negou a ajudá-lo a derrotar Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale).
Se sentindo humilhado e irado, Zeus planeja se vingar de Thor na tentativa de fazer com que as pessoas da Terra voltem a temer os Deuses do Olimpo.
Em entrevista para a Variety, Goldstein foi questionado sobre seu futuro no MCU, mas fez mistério, dizendo:
“Sinceramente, eu realmente não sei de nada. Não estou mentindo ou despistando – não sei de nada. Tudo o que sei é o que fiz naquele dia e é isso. Pode haver mais. Mas, por enquanto, foram apenas três segundos divertidos como um deus.”
Obviamente, o astro deve ter um papel de destaque daqui para frente, já que a Marvel não iria apostar na introdução de um personagem tão marcante sem ter um planejamento adequado.
Nos quadrinhos, Hércules geralmente é retratado como um herói e até já fez parte dos Vingadores, mas parece que ele começará como um inimigo do Deus do Trovão no MCU.
Ainda assim, é possível que o personagem acabe desafiando seu pai e se torne um herói, mas isso só o futuro dirá.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Um épico de ação estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e dirigido por Brett Ratner (‘X-Men: O Confronto Final’) estreou no catálogo do Amazon Prime Video fazendo o maior sucesso.
O blockbuster ‘Hércules‘, lançado nos cinemas em 2014, se tornou o 2º filme mais visto do momento no catálogo do streaming, atrás do suspense ‘Conspiração Explosiva‘.
Baseado na HQ ‘Hercules: The Thracian Wars‘, de Steve Moore, o filme arrecadou US$ 244 milhões mundialmente com orçamento de US$ 100 milhões.
No exílio de sua nativa Atenas, o herói grego Hércules (Dwayne Johnson) aceita trabalhar como um mercenário para o cruel e tirano rei de Trácia e descobre que está sendo usado para a formação de um sangrento golpe de independência.
Assista ao trailer e um vídeo de bastidores:
O filme conquistou apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Rufus Sewell (‘O Turista’) é Autólico, um homem que conseguiu roubar até Zeus, o Senhor do Olimpo. John Hurt (‘Imortais’) vive o ambicioso Rei da Trácia. Joseph Fiennes (‘Shakespeare Apaixonado’), Ian McShane (‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas’), Aksel Hennie (‘HeadHunters’) e Joe Anderson (‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’) completam o elenco.
A sequência seguirá Enola (Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que arrasta Enola para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.
Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carterreprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.
O restante do elenco inclui Susan Wokoma, David Thewlis, Adeel Akhtar, Sharon Duncan-Brewster, Abbie Hern, Hannah Dodd, Gabriel Tierney e Serrana Su-Ling Bliss.
Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.
O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.
Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.
Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022
Como um habilidoso jogo de tabuleiro que desafia a imaginação de um bom jogador, Entre Facas e Segredos chegou ao público como uma ode a uma das maiores escritoras de mistérios do século XX. Com aroma de Agatha Christie e um detetive bem particular que seria uma espécie de caricatura do icônico personagem Hercule Poirot, o longa de Rian Johnson foi muito além de seu próprio estelar elenco. Estreando no Festival de Toronto de 2019 como uma das surpresas mais arrebatadoras daquela edição, o longa fez de sua homenagem a solidificação de uma brilhante e original história em um gênero que nem sempre acerta nas telonas.
E Johnson sabia o que estava fazendo. Adicionando maneirismos cômicos e batidos a cada um dos personagens, ele fez do thriller uma experiência metalinguística inusitada e divertida, onde personagens tão marcantes e tão díspares se comunicam com um gênero literário cujos adeptos não abrem mão de uma excelente reviravolta. E entendendo a dialética desse formato narrativo, o cineasta fez de seu conto uma deliciosa experiência onde humor, assassinato e ganancia se digladiam – entregando um resultado fresco e revigorante. Repetir esse mesmo sucesso é de fato um fardo, mas Glass Onion: Um Mistério Knives Out facilmente se prova ser muito maior do que sua própria história original, calcando Craig e seu detetive Benoit Blanc como uma força criativa capaz de conduzir sua própria franquia à la A Peter Sellers e sua Pantera Cor de Rosa.
Glass Onion é surpreendente. Mesmo diante da pressão de ser tão autêntico e envolvente quanto Entre Facas e Segredos, Rian Johnson não se deixou intimidar por sua própria façanha. Encarando ela de peito aberto, ele reitera porque Blanc se tornou um sucesso tão gigantesco em seu primeiro filme – superando até mesmo todo o restante do seu grandioso elenco. Uma força da natureza cativante e peculiarmente identificável, o detetive de Craig é um espetáculo à parte, um showman sem fazer esforço e sem querer. Com seu sotaque arrastado e olhar analítico capaz de confundir até aqueles personagens que conhecem sua fama de exímio investigador, o protagonista é uma caricatura leve de Poirot, permanecendo ainda original à sua maneira. E com um novo e mirabolante crime em suas mãos, não é preciso de muito mais para que ele cresça em tela, nos roubando para dentro de seu astuto raciocínio.
E o diretor e roteirista consegue ir ainda mais além disso. Muito mais do que provar que apenas Blanc é suficiente para transformar Entre Facas e Segredos em uma bem sucedida franquia cinematográfica, Johnson mostra seu talento em unir o mistério e a comédia, fazendo de Glass Onion um coquetel cômico exuberante, suntuoso e hilário. Com um timing impecável, o roteiro sabe equilibrar dois formatos distintos, tornando a trama sempre envolvente, séria, mas adocicada pela acidez de um humor inteligente, perspicaz e vez outra até mesmo pastelão. Com uma estrutura narrativa dinâmica, que ganha vida e se readapta conforme o desenvolvimento dos arcos dos coadjuvantes, o thriller de mistério é impecável em sua qualidade e conta com uma montagem que nos remete às clássicas detectives stories dos anos 50 e 60.
Com um elenco coadjuvante tão poderoso quanto o anterior, o suspense reúne um leque diferenciado de atores que se contrastam em tela de maneira apaixonante. Enquanto Kate Hudson dá vida a uma ostentadora modelo, Edward Norton é o bilionário insuportável, cercado por amigos de caráter duvidoso, que dependem de sua fortuna e influência. E é nesse cenário de morte, vida e caos que encontramos Dave Bautista, Janelle Monáe, Jessica Henwick, Madelyne Cline, Kathryn Hahn e Leslie Odom Jr. E sob uma densa atmosfera de constante desconfiança e tensão, Benoit Blanc deve desvendar uma misteriosa morte no que deveria ter sido uma noite de jogos investigativos.
Trazendo personagens únicos que nos conquistam ainda mais do que a leva de protagonistas anteriores, a sequência de Entre Facas e Segredos é maior, melhor e ainda mais engraçada. Com um roteiro inteligente que distorce a linha temporal dos fatos como uma boa história de mistério normalmente faz,Glass Onion: Um Mistério Knives Out definitivamente estabelece Blanc como o mais novo favorito entre os cinéfilos e anuncia um futuro promissor nas telonas. Confirmando que Blanc é muito maior que seus próprios casos, Johnson faz dele uma de suas jóias mais preciosas e presenteia Craig com um novo herói dos cinemas – sob a promessa de que esse é apenas o começo dessa nova aventura.
A Netflix lançou um novo suspense que está dando o que falar.
Trata-se do impactante filme ‘Uma Garota de Muita Sorte‘, estrelado por Mila Kunis (‘Perfeita é a Mãe’), que já estreou na 1º posição entre os títulos mais assistidos do streaming.
Nas redes sociais, os cinéfilos estão elogiando a produção mas avisando que é “um soco no estômago”, então você deve se preparar para altas emoções.
Confira as reações:
“Uma garota de muita sorte” é um soco no estômago, no útero, na cara, no ego. Que porra é esse filme.
eu jurei que o filme uma garota de muita sorte da Netflix seria sobre uma psicopata mentirosa (tipo garota exemplar) mas é muito mais forte, mostra os impactos que o abuso pode causar a longo prazo… que filme viu, pqp
uma garota de muita sorte com certeza pega muito bem no ponto de como nós temos que construir uma barreira gigante pq não importa o quanto o grito for alto ainda assim eles tem mais chances de serem escutados
Assistindo o filme uma garota de muita sorte e refletindo que tem um povo que acha que ser abus4d4 é uma coisa fácil de explicar, de dizer pra td mundo..quando se passa por um trauma desses vc não abre a boca nem pra pessoa que tu mais confia pq vc se sente suja e errada pra crlh
“uma garota de muita sorte” é um filme muito pesado mas que mostra realmente a realidade, como a sociedade trata mulheres que foram vi0l3ntas, como arrumam um jeito de sempre culparem a mulher.
‘Uma Garota de Muita Sorte’ conta a história de Ani FaNelli (Kunis), uma mulher de língua afiada que parece ter tudo: um cargo cobiçado em uma revista, um guarda-roupa incrível e o casamento dos sonhos prestes a acontecer. Mas ao ser convidada para participar de um documentário policial sobre um incidente chocante que aconteceu em seu passado, ela é forçada a enfrentar uma verdade que coloca em risco toda a vida perfeita que construiu.
Relembre o trailer:
O filme é dirigido por Mike Baker. Jessica Knoll assina o roteiro, baseando-se em seu próprio best-seller homônimo.
Além de ‘Loki‘, nenhuma série live-action daMarvel foi renovada para novas temporadas, deixando incerto o destino de alguns personagens… Como o ‘Cavaleiro da Lua‘.
Vivido por Oscar Isaac, o anti-herói ganhou sua própria série em maio, e o fim da trama deixou as portas abertas para novas aventuras.
E, durante sua participação na New York Comic Con, Isaac confirmou ao Comic Book que o personagem irá retornar em breve.
No entanto, ele não revelou se a atração vai ganhar novas temporadas ou se o protagonista Marc Spector terá uma uma participação em outras produções.
Questionado sobre o assunto, ele tentou despistar, dizendo:
“Tudo o que posso dizer é que a série do ‘Cavaleiro da Lua‘ não foi a última vez que ouvimos falar do personagem.”
Após o fim da 1ª temporada, o showrunnerMohamed Diab já havia dito que, se houver uma 2ª temporada, a trama vai mergulhar na identidade de Jake Lockley.
Lockley é uma das personalidade alternativas de Spector e foi apresentada nos momentos finais do último episódio como o novo representante de Khonshu, a entidade que concedeu a Spector seus poderes.
“Primeiro de tudo, quero lhe dizer que não sei nada [sobre o futuro da série], assim como vocês. Não sei nada sobre o que vai acontecer. E não estou dando uma de Andrew Garfield. Apenas não sei.”
Ele continuou:
“Se fosse por mim, eu começaria com Jake Lockley. Quem ele é, quem ele ama. O que ele faz e porquê ele faz… Para mim, é muito interessante mergulhar nesses pequenos detalhes na construção de um personagem. Eu sabia que o público estava esperando pela aparição dele em algum momento e sei que estão curiosos para saber mais agora que ele foi provocado.”
E aí, será que o anúncio da 2ª temporada pode chegar em breve?
Lembrando que todos os episódios da temporada de estreia estão disponíveis no catálogo da Disney+.
A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.
Marina Diamandis não é um nome tão conhecido quanto deveria, mas seu “extinto” alter-ego Marina and the Diamonds dominou o cenário indie no começo dos anos 2010, transformando-a em uma força de respeito.
Fazendo sua estreia oficial em 2010 com o subestimado ‘The Family Jewels’, Marina mergulhou de cabeça em uma estética mais conceitual e deu vida a músicas que ficaram bastante populares, desde “I Am Not a Robot”, passando por “How to Be a Heartbreaker” e chegando em “Froot”. Com o lançamento de seu último álbum, o aclamado ‘Ancient Dreams in a Modern Land’, a cantora e compositora continuou a cimentar sua carreira no cenário fonográfico e continua a conquistar seus fãs com histórias críticas e bastante relacionáveis.
No dia de hoje, 10 de outubro de 2022, Marina completa 37 anos de idade. Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores músicas.
Confira abaixo as nossas escolhas:
10. “SUPERSTAR”
Álbum: Love + Fear
“Superstar” ganha um patamar aplaudível e original por nos transportar com força para uma época quase medieval, ainda sem perder seus traços contemporâneos. Na segunda faixa de ‘Love + Fear’, fica bem claro que Marina voltou com força e não decepcionou: o que nos envolve sobre a cantora é a sua capacidade de arquitetar surpresas track após track. Esse brilho é o que a mantém em sua consagração, por mais que não tenha a visibilidade de suas conterrâneas.
9. “BELIEVE IN LOVE”
Álbum: Love + Fear
Marinasofreu com um backlash excessivo ao lançar ‘Love + Fear’ e, até agora, vários ouvintes e críticos de música continuam a se perguntar o porquê de tanta rechaça em relação ao seu novo CD. De qualquer forma, a performer provou que sempre está disposta a buscar elementos novos para sua carreira e, desse modo, deu vida à inebriante e saudosista “Believe In Love”, uma das melhores músicas não apenas da obra supracitada, mas de toda a sua discografia.
‘Electra Heart’ não poderia ter abertura melhor que a agressividade frenética de “Bubblegum Bitch”. A música, como sempre trazendo os melhores vocais de Marina e uma fusão diferenciada dos acordes pulsantes da guitarra e de um sutil sintetizador, nos introduz ao seu alter-ego Electra Heart após um relacionamento fadado às ruínas, além de abrir espaço para o restante das canções. É digno de nota dizer que essa abertura, mesmo trazendo algumas falhas estruturais na transição ao refrão, é um ótimo e explosivo começo.
Marinalançou um dos melhores álbuns de 2021 com ‘Ancient Dreams in a Modern Land’, pouco depois, anunciou que estava preparando uma versão deluxe que deixou todos animados. Como se não bastasse, também divulgou uma das faixas extras, intitulada “Happy Loner”. Chegando às plataformas de streaming no começo de dezembro, a belíssima e sutil canção é uma amálgama de suas obras anteriores, principalmente de ‘Electra Heart’, enquanto investe cautela máxima em um piano emocionante e versos que beiram a universalidade temática.
“Froot”, lead single do elogiado álbum homônimo, é uma das músicas mais famosas de Marina e não poderia ficar de fora da nossa lista. A canção é impecável do começo ao fim e ganha pontos ao trazer uma produção coesa e um liricismo que dialoga diretamente com a identidade da artista. Aqui, a cantora mistura diversas referências da cultura pop para uma dançante, enérgica e narcótica amálgama de dance-pop, dance-hall, disco e electro-pop que merece lugar na nossa lista e na playlist dos fãs.
A semi-balada “Obsessions” serviu como single principal de ‘The Family Jewels’ e não é nenhuma surpresa que tenha um lugar especial no coração dos fãs. A belíssima canção carrega uma simples produção instrumental, diferente de outras incursões da artista, deixando que os versos eximiamente por ela dominem os holofotes. A pungente narrativa, inclusive, faz referência ao transtorno obsessivo-compulsivo, pintado em uma relação dialógica às experiências da própria cantora.
O último single de ‘Electra Heart’ definitivamente não poderia ficar fora da nossa lista. Apesar de Marina já ser conhecida entre seus fãs com músicas predecessoras, foi “How to Be a Heartbreaker” que deu a ela fama mundial e a colocou no centro dos holofotes. A canção, escrita com exímia pela performer e contando com a produção de Dr. Luke, coloca um ponto final em todo o desespero sentido pela artista ao mesmo tempo que reinicia um ciclo inquebrável.
“Lies” não entrou como música promocional, mas certamente conquistou os ouvintes com sua produção impecável e com uma mixórdia de gêneros bastante interessante e fora do que Maria já havia nos apresentado. Com batidas que relembram o electro-pop, ela faz um uso incrível de sua potência vocal, alcançando um crescendo que logo quebra em um belíssimo grave – e mais: ela arquiteta uma declaração de decepção tocante que nos leva para a música sucessora.
Em ‘Ancient Dreams in a Modern Land’, Marina faz um glorioso retorno aos estilos sobressalentes que a colocaram no centro dos holofotes e, apesar das mensagens das primeiras faixas, reencontra seu caminho com a singela balada “Highly Emotional People”, uma ode à melancolia calcada por Del Rey e um jeito elegante de explorar o fator X que nos torna humanos.
Apesar de não ser um single oficial, “Valley of the Dolls” reúne todos os diversos elementos explorados por Marina na psicodélica jornada de ‘Electra Heart’. O escopo neo-futurista da construção fonográfica é respaldado pelas múltiplas camadas vocais que se espalham pela faixa, criando uma inesperada coreografia musical e uma narrativa que a coloca no centro de uma Torre de Babel, procurando encontrar a si mesma e se afastar da perdição completa.
Através do Instagram, a Amazon Prime divulgou as imagens oficiais das personagens Irmã Sage e Firecracker, que serão adicionadas à 4 temporada de ‘The Boys‘.
Susan Heyward (‘Orange is the New Black’) dará vida à Irmã Sage, enquanto Valorie Curry (‘The Tick’) será a Firecracker.
Lembrando que tanto a Irmã Sage quanto a Firecracker são criações exclusivas da adaptação. E, embora não haja detalhes sobre elas, o criador Eric Kripke já disse que elas são algumas das adições mais loucas que da série.
Além disso, Cameron Crovetti, que interpreta o filho do Capitão Pátria, foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo. O ator havia aparecido em caráter recorrente nas temporadas anteriores, mas faz sentido seu personagem ter mais destaque no quarto ano – considerando o cliffhanger envolvendo o Ryan no último episódio da terceira temporada.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson voltou a indicar que o Superman fará uma ponta em ‘Adão Negro‘, que estreia em 20 de outubro nos cinemas nacionais.
Depois de praticar alguns exercícios, o astro exalta a trilha sonora da adaptação e comenta sobre as expectativas para o lançamento:
“Eu assisti ao filme novamente na noite passada, e mal posso esperar para que vocês também possam fazer isso.”
Num certo momento, ele provoca:
“Ele [Adão Negro] é a força mais poderosa neste planeta… Neste planeta!”, finaliza ele, dando uma piscada para a câmera.
Mas o destaque da entrevista foi quando Faraci revelou que o astro também irá estrelar uma sequência de ‘Homem de Aço’.
“A principal razão pela qualHenry Cavill aceitou retornar como Superman em ‘Adão Negro‘ é porqueDwayne Johnson conseguiu convencê-lo. Johnson pressionou a Warner Bros. e os fez entrar em contato com Cavill, e eles tiveram que assinar um novo contrato com ele, inclusive para desenvolverem um novo filme do ‘Superman’. Tudo porque Johnson insistiu.”
Apesar de não haver nada confirmando até o momento, Johnson sempre fez questão de dizer que “Cavill é o Superman da nossa geração”, além de elogiou sua performance como “fenomenal”.
Johnson acrescentou que ele e Cavill são grandes amigos e toda vez que se encontravam, ele dizia a si mesmo: “esse cara é o Superman”.
Infelizmente, Faraci não deu mais detalhes sobre o contrato, então não se sabe quando um novo filme solo do herói deve entrar em produção.
Para quem não se lembra, Cavill estreou como Clark Kent em ‘O Homem de Aço‘ (2013) e reprisou o papel em ‘Batman vs Superman‘ (2016) e ‘Liga da Justiça‘ (2017), além do Snydercut do filme, lançado em 2021.
No entanto, muitos fãs gostariam de ver o herói numa sequência do filme de 2013 e também interagindo com outros personagens, como o próprio ‘Adão Negro’.
Agora só nos resta aguardar para saber se o Superman estará no longa, que estreia em 20 de outubro nos cinemas nacionais.
De acordo com o Box Office Pro, a adaptação deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.
O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.
O valor é similar à abertura de ‘Aquaman’, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
Além disso, o próprio astro vem fazendo um ótimo trabalho de divulgação através de sua ampla base de fãs nas redes sociais.
Por outro lado, o ponto negativo é que as reações aos trailers de ‘Adão Negro’ foram inconsistentes ao longo do ano, com números de visualizações abaixo do esperado para um filme dessa magnitude.
O primeiro trailer do longa teve apenas 8 milhões de visualizações após 24 horas (via Reddit), enquanto o trailer de ‘Batman‘ alcançou 31 milhões de views no mesmo período (via Film Updates).
Apesar de já ter sido lançada, a comédia romântica ainda deve permanecer em cartaz semanas após a chegada de ‘Adão Negro‘, e os protagonistasGeorge ClooneyeJulia Roberts estão sendo bastante atrativos até o momento.
Por fim, ‘Adão Negro‘ deve encerrar a corrida no mercado interno com uma bilheteria em torno de US$ 135 – 175 milhões.
Você está na expectativa?
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Após o lançamento do trailer da animação do ‘Super Mario’, Chris Pratt vem recebendo diversas críticas por conta de sua dublagem.
O motivo da reclamação é a falta de sotaque italiano de Pratt, já que o personagem sempre teve a fala como uma de suas marcas.
Depois que alguns fãs editaram o trailer substituindo a voz de Pratt pela voz de Charles Martinet, dublador do Mario nos games, agora surgiu um abaixo-assinado pedindo que Pratt seja oficialmente substituído da função.
O criador do documento sugere que a voz do Mario seja dublada porDanny Mondello, um TikToker de culinária mais conhecido como Cugine, que tem mais 1,5 milhão de seguidores na rede social.
Especializado na culináia italiana, Cugine visita restaurantes italianos em Staten Island e analisa pratos artesanais, como pizzas e sanduíches.
Parte do texto publicado no Change.org diz o seguinte:
“SubstituamChris Pratt pelo maravilhoso, saudável, talentoso e corajoso Cugine. Precisamos fazer o que é certo. Cugine é o único homem com graça e classe suficientes para fazer um personagem tão amado. Vamos fazer o certo pelo Mario e para as futuras gerações! Dê ao rei da Coca Diet o trabalho e o papel que ele merece!”
De acordo com o WGTC, Cugine tem uma legião de fãs por conta de seu carisma e é seguido por diversas personalidades, como os cantores Drake eCharlie Puth.
De qualquer forma, o abaixo-assinado não deve ser levado a sério, já que tem apenas pouco mais de 3000 assinaturas.
Produzido pelo Illumination, estúdio responsável por ‘Meu Malvado Favorito’ e ‘Minions’, ‘Super Mario Bros‘ estreia em 07 de abril de 2023.
O Disney Channel divulgou o trailer oficial da 3ª temporada da aclamada série animada ‘The Owl House’.
Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 15 de outubro.
Confira:
O show é uma mistura de comédia e terror e gira em torno de uma garota chamada Luz que se torna aprendiza de uma poderosa feiticeira conhecida como Eda. O objetivo da protagonista é se tornar uma poderosa bruxa e, além de sua mentora, também será acompanhada pelo adorável guerreiro King.