Na entrevista, Gael revelou o que o atraiu no projeto:
“Fui atraído pelo fato dos monstros terem mais humanidade do que a maioria dos outros personagens.”, afirmou.
Ele explica:
“Uma das maiores razões que me juntei ao projeto foi por ser diferente de tudo já fiz. Além disso, tive a oportunidade de trabalhar com o Michael Giacchino. Eu o conheci brevemente em ‘Viva – A Vida é uma Festa’. A proposta dele para esse projeto foi muito tentadora e cheia de emoção. E também um pouco insana. Ele me convidou para um projeto onde poderíamos tentar coisas novas. Eu achei isso muito animador. Me atraiu imediatamente. Então, aos poucos, comecei a aprender mais sobre esse universo. Eu li e pesquisei sobre os lobisomens. Aprendi sobre a história dessas feras híbridas, que existem globalmente em muitas culturas. Foi fascinante ver as semelhanças em cada cultura, e o que esses monstros representam.”, concluiu.
Assista:
‘Werewolf by Night‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.
Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.
Vale lembrar que, na edição #32 de Werewolf by Night, tivemos a primeira aparição do ‘Cavaleiro da Lua‘, personagem da Marvel que estrelará sua própria série da Marvel no Disney+.
Foi divulgado pela Paramount+ um novo trailer da aguardada 5ª temporada da série de ficção-científica ‘Star Trek: Discovery‘.
O material que foi revelado durante a New York Comic Con, não revelou muitos detalhes do plot da próxima temporada, mas trouxe diversas explosões e também momentos de intimidade entre os personagens.
Abaixo você confere:
No trailer foi introduzido também três novos personagens: o Capitão Rayner, interpretado por Callum Keith Rennie, além da dupla Moll e L’ak, interpretados por Eve Harlow e Elias Toufexis, respectivamente.
No Brasil, a série que começou a ser exibida pela Netflix, agora está disponível no catálogo nacional da Paramount+.
‘Dead City‘, série spinoff de ‘The Walking Dead‘, que é estrelada por Maggie e Negan, ganhou uma janela de lançamento pela AMC. Segundo a emissora, a série chegará em abril de 2023 na AMC e AMC+.
Veremos Negan e Maggie viajando para uma Manhattan pós-apocalíptica, carregada de zumbis e sobreviventes que fizeram de Nova York um lugar cheio de anarquia, perigo, beleza e terror.
O derivado dos zumbis ganhou também as suas primeiras imagens:
‘The Walking Dead: Dead City‘ vai acompanhar Maggie e Negan lutando pela sobrevivência em uma Nova York destruída e lotada de mortos-vivos. Lembrando que Gaius Charles está confirmado no elenco.
Como eles irão parar em Nova York deve ser revelado no final da série original, que começa a exibição de seus episódios finais em 2 de outubro, terminando em 20 de novembro.
A primeira temporada de seis episódios está programada para estrear na AMC em 2023.
Muitos consideram Johanna Constantine um dos maiores destaques de ‘Sandman‘ na Netflix. A nova versão do herói caiu no gosto do público e não demorou para que surgissem pedidos por um spin-off focado na personagem. Por sinal, uma campanha para fazer a série derivada tem o apoio do próprio Neil Gaiman.
A notícia em questão foi revelada por Jenna Coleman, atriz que interpreta a ocultista na produção da Netflix. Em entrevista ao THR, ela foi questionada se ficou sabendo que há pedidos por uma série de Constantine.
“Sim, do próprio Neil! Uma das razões pelas quais eu queria fazer isso era que o personagem parecia tão formado, e o que era realmente atencioso da parte de Neil e Allan é que eles enviaram o roteiro, mas não falaram quem era a personagem. Então não sabia que era Constantine quando li. Então tive minhas próprias ideias sobre quem era essa pessoa sem ter nenhum conceito formado sobre Constantine antes, o que foi muito esperto. Mas sim, Neil me avisou. Ele e Allan realmente apoiam isso. Eles parecem achar que seria uma boa ideia”, disse ela quando foi questionada se queria mesmo fazer a série.
A Warner após ‘Sandman‘ anunciou um novo filme de ‘Constantine‘ novamente protagonizado por Keanu Reeves (Matrix). Jenna Coleman se esquivou quando perguntada se acredita que sua versão do personagem tem a ver com o retorno dele aos cinemas, mas celebrou fazer parte do “Constantineverso”: “Estou curtindo isso. Na verdade, eu ando por aí dizendo ‘eu basicamente sou o Keanu Reeves’”.
Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022
Entre idas e vindas de pessoas tão distintas, um antigo cinema chamado Empire é palco de memórias das mais diversas. Sua estrutura, que traz consigo os sinais do tempo, ainda exala uma certa exuberância e opulência bem art déco, com carpetes que tomam o chão e corrimões dourados que nos remetem à ascensão do cinema como uma experiência contemplativa. Império da Luz é um drama delicado sobre o fascínio de Sam Mendes pela indústria que se tornou a história da sua vida. Com fragmentos inspirados em sua própria juventude, ele reúne personagens que vivem os dilemas, agruras e alegrias todas dentro de um mesmo ambiente, fazendo desse palco de sonhos e aventuras o verdadeiro protagonista de sua trama.
Pela perspectiva de Hillary (Olivia Colman), vemos os dias nascerem e se findarem em uma pequena e fria região praiana da Inglaterra. Embora ela seja a personagem condutora da trama, Império da Luzé mais sobre a magia do cinema e como isso – de um jeito ou de outro – se conecta à sua instável e solitária vida. Tendo dedicado os seus melhores anos como funcionária da bomboniere do cinema Empire, ela gastou seu tempo testemunhando as experiências dos outros nas telonas, mas nunca vivendo as suas. Sempre cruzando com clientes diversos, ela viveu como uma espectadora da sua própria existência. Constantemente à deriva, debaixo de uma apática solidão, ela navega entre a sanidade à beira de um ataque de nervos e a instabilidade emocional.
E embora acompanhemos Hillary em meio à suas oscilações e um rápido romance com um jovem funcionário preto recém contratado, chamado Stephen (Michael Ward), o que descobrimos no drama do vencedor do Oscar é que não importa tamanha a euforia ou depressão testemunhada pela personagem – a plenitude nunca estará naquilo que ela pode tocar. Fazendo uma metáfora sobre a beleza e a simplicidade da vida, Império da Luz é a imperfeita tentativa de Sam Mendes de nos entregar uma simbólica homenagem ao cinema, o tornando o verdadeiro protagonista de todos os pequenos arcos que se desabrocham ao longo de suas quase duras horas de filme. No entanto, com um roteiro linear às vezes mal executado e pouco fluido, ficamos confusos quanto a quem de fato pertence o protagonismo da trama
Com um ritmo lento que pode desagradar os mais impacientes, o drama corre o risco de em certos momentos se tornar uma experiência mundana sobre o que é o amor pelo cinema. Embora tente seguir uma veia criativa semelhante a de Steven Spielberg em sua impecável cinebiografia The Fabelmans, Mendes fica no meio do caminho e entrega apenas metade do que poderia nos ter dado. Ainda assim, sua habilidosa direção e perspicácia em conduzir o excelente elenco são capazes de sobrepor todos os defeitos do filme. E com Olivia Colman se entregando em tela com uma delicadeza e fragilidade de encher os olhos e digna de uma indicação ao Oscar, Império da Luz consegue provar o seu valor, ainda que não se torne memorável como deveria ser.
Delicado em sua essência e incompleto em sua concepção final, O drama de Sam Mendes – que nos entregou o belíssimo filme de guerra 1917 -, é como um álbum de memórias avulsas do diretor. Trazendo alguns recortes históricos como o auge do movimento skinhead, as tensões raciais presentes na Inglaterra oitentista e o desenvolvimento das redes de cinema na década em questão, Império da Luztalvez funcione melhor na mente do diretor e no papel. De todo modo, o novo longa da Searchlight Pictures não é uma oportunidade perdida, mas também não é o emocionante banquete que poderia ser. Ainda que seus 5 minutos finais sejam definitivamente de aquecer o coração.
Depois que foi confirmado o filme de ‘Community‘, a comunidade explodiu de felicida, mas também ficou com receio. A aflição veio do fato de queDonald Glover não estava entre os nomes confirmados na produção. Porém, o criador Dan Harmon acredita que a produção terá sim o retorno do astro.
O roteirista entrevista à Variety disse acreditar que o intérprete de Troy voltará. Para ele, tudo é questão de ajustar agendas para fechar o contrato.
“Acho que Donald está vindo, com base no boca a boca. Mas é que o acordo ainda não é oficial ou não foi oficializado. Seria difícil realmente se comprometer a fazer isso sem Donald. Então acredito que ele está voltando”, disse Harmon.
Para acalmar os fãs que sentiram falta de outras figuras além de Donald Glover, Harmon foi além e deixou claro que os ausentes só não assinaram o contrato ainda. Ou seja, ninguém foi cortado do filme:
“Acho que se há nomes faltando na lista… É porque os que estão lá já fecharam acordo, então está OK dizer que eles voltarão. Já quem não está na lista, só não é o caso ainda. Não há nada oficial sobre alguém ficar de fora.”
“Seis temporadas e um filme começou como um slogan divertido nas primeiras temporadas de ‘Community’ e rapidamente se tornou um movimento entre os fãs da série,” declarou Susan Rovner, presidente da NBC Universal Television. “Somos muito gratos pela oportunidade de cumprir essa promessa depois de 15 anos. Mal podemos esperar para trabalhar com o Dan Harmon, Andrew Guest, Joel McHale, Sony e todos os nossos parceiros nessa comédia épica para o Peacock.”
Vale lembrar que todas as seis temporadas estão disponíveis na Netflix.
A série estreou em 2009 e foi transmitida durante cinco temporadas pela emissora antes de ser cancelada. Entretanto, o Yahoo Screencomprou os direitos da produção e a renovou par mais um ano antes do término definitivo.
A história gira em torno de um grupo de desajustados que estudam no Greendale Community College. O líder do grupo é Jeff Winger, um advogado bom de lábia que perdeu sua licença. Com a ajuda de seus colegas, Winger forma um grupo de estudos que, juntos, descobrem mais sobre si mesmos do que sobre os estudos.
A amada franquia ‘Silent Hill‘ deve retornar muito em breve. Segundo Christophe Gans, diretor do filme ‘Terror em Silent Hill‘ (2006), a Konami está produzindo vários jogos da série.
Gans, que trabalha no roteiro de um reboot de ‘Silent Hill‘ para os cinemas, revelou que a desenvolvedora está muito interessada em reviver uma de suas grandes propriedades.
“Estou trabalhando com o Silent Team, os criadores originais na Konami. Há vários jogos em desenvolvimento enquanto conversamos. Há muitos times trabalhando nisso, com uma grande linha de jogos. Eles vao reviver a franquia. Acho que ficaram realmente impressionados com o sucesso dos remakes de Resident Evil, que são jogos excepcionais, evidentemente”, contou o cineasta.
Ainda não há nenhum anúncio oficial sobre novos games de ‘Silent Hill‘. Porém, há fortes rumores de que o Bloober Team trabalha em um remake do clássico ‘Silent Hill 2‘, além do surgimento do misterioso ‘Silent Hill: The Short Message‘.
Vale lembrar que ‘Silent Hills: P.T.‘ foi lançado exclusivamente para PlayStation 4, desenvolvido pela Kojima Productions, em parceria com o cineasta Guillermo Del Toro. O jogo funcionava como um teaser para ‘Silent Hills‘, game que seria estrelado por Norman Reedus, mas foi cancelado posteriormente.
Pelo visto, o filme do Groot, personagem querido que é dublado por Vin Diesel no MCU, deve em breve sair do papel. Isso porque, segundo o próprio Diesel, há um interesse por parte do estúdio em produzir o novo título.
“Então, minha sobrinha me ligou e agradeceu por termos feito a série ‘Eu Sou Groot‘. Foi muito divertido de fazer, e também de assistir com os meus anjinhos. Não é surpresa que a Marvel queira fazer o filme do Planet X”, disse o ator em conta no Instagram.
Vale destacar que Planet X é o nome do planeta de onde Groot e sua espécie, os Flora Colossi, se originam na mitologia dos quadrinhos da Marvel. Porém, não existe nenhuma confirmação sobre o projeto do personagem.
O que se sabe é que a série ‘Eu Sou Groot‘ está renovada para uma 2ª temporada de curtas-metragens estrelados pelo adorável personagem.
Lembrando que Groot também deve aparecer em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, que chega às telas em 5 de maio de 2023.
Baseada no romance homônimo de Christopher Pike, a trama gira em torno de um grupo de crianças contando histórias de terror sobre serial killers, bruxas, monstros, lobisomens, fantasmas, demônios e até mesmo robôs assassinos e alienígenas.
A atração conquistou crítica especializada e recebeu 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Foram 32 reviews positivas e 5 negativas, com nota média 7,3 de 10.
Confira as avaliações:
“Mais um projeto profundamente comovente vindo da equipe Flanagan, com um elenco jovem extremamente charmoso e indispensável, destinado a grandes coisas.” – Perri Nemiroff.
“Erros ocasionais à parte, a reverência de Flanagan pela literatura da qual seu trabalho deriva mantém intrigante do início ao fim este tributo a Pike.” – The Guardian.
“Nem todas as histórias contidas em ‘O Clube da Meia-Noite‘ funcionam igualmente bem, e algumas propositalmente não funcionam. Coletivamente, no entanto, eles montam um argumento convincente sobre porque as histórias são importantes, principalmente histórias assustadoras.” – The Hollywood Reporter.
“Cada peça do quebra-cabeça é retirada de forma eficaz, embora a estrutura narrativa inerente seja muito exaustiva para alcançar as mesmas alturas dos títulos anteriores de Flanagan.” – Comic Book.
“‘O Clube da Meia-Noite‘ é uma série que nos mostra Flanagan como nunca vimos antes, ao mesmo tempo que traz as melhores nuances de seu estilo o apresenta para um novo público.” – But Why Tho? A Geek Community.
“‘O Clube da Meia-Noite‘ é o trabalho mais recente de Flanagan e pode ser apenas seu passeio mais emocionante até hoje, pois ele manipula os temas que envolvem não apenas a arte de contar histórias, mas o fim da vida e um medo muito humano do que vem depois disso.” – Collider.
Relembre o trailer:
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
Isso sim é o que podemos chamar de marketing GENIAL! A Paramount lançou nos cinemas o terror ‘Sorria‘ e criou uma das campanhas de marketing virais mais assustadoras dos últimos anos.
No último fim de semana, muita gente percebeu nos jogos da Major League Baseball tinham uma pessoa sentada atrás da home plate que não estava se movendo, mas exibia um sorriso bizarro e assustador, referenciando filme.
Demorou para que as pessoas entendessem que se tratava apenas do marketing do filme ‘Sorria‘.
A história acompanha uma mulher que depois de testemunhar um incidente bizarro e traumático envolvendo um paciente, começa a experimentar ocorrências assustadoras que ela não consegue explicar. O terror aqui, no entanto, está no fato das vítimas terem um sorriso largo, fixo e bizarro no rosto.
Dirigido por Parker Finn (The Hidebehind), Sorria é adaptado de seu curta-metragem de terror de 2020, ‘Laura Hasn’t Slept‘. O filme possui apenas 11 minutos e acompanha uma mulher chamada Laura, que procurou ajuda de seu terapeuta após sonhar repetidas vezes com o mesmo pesadelo.
Em agosto de 2020, Damon Lindelof estava pendurando roupas de banho molhadas na varanda quando seu filho saiu com o telefone e entregou uma mensagem incrível: “O presidente acabou de twittar sobre o seu filme.”
Lindelof, criador de ‘Watchmen‘ da HBO, tinha certeza de que Donald Trump havia ouvido falar sobre a primeira exibição-teste bem-sucedida. Mas então “meu coração afundou, porque eu senti que o que quer que acontecesse, ele não estava twittando sobre o nosso filme. Ele estava twittando sobre o que alguém lhe disse que nosso filme era.”
O motivo? ‘A Caçada‘ (The Hunt) se concentra em um grupo de “elite” liberais que caçam e matam “deploráveis” conservadores sequestrados apenas por esporte.
Após os tweets de Trump, o filme teve sua estreia adiada temporariamente nos cinemas. E depois dos atentados terroristas da supremacia branca em agosto de 2019 com discursos políticos culpando a mídia pela violência, a Universal Pictures e a Blumhouse decidiram cancelar o filme.
O lançamento aconteceu meses depois, mas o filme fracassou nas bilheterias.
Dois anos depois, o filme finalmente chega no streaming brasileiro pela Netflix – que agendo a estreia para o dia 1º de Outubro.
Confira as críticas:
“‘A Caçada’ não é uma grande sátira ou mesmo um ótimo filme. É um thriller de terror impulsivo e pesado que se transforma em uma vingança, enquanto zomba de todos com uma grande patada desajeitada”. Mark Kennedy, Associated Press
“‘A Caçada’ acaba sendo muito mais inteligente – e não mais extremo – do que a maioria dos filmes de terror de estúdio, enquanto seu ângulo político pelo menos incentiva o debate, sugerindo que há mais nessa batata quente do que mera provocação”. – Peter Debruge, Variety
“É uma forma complicada de catarse, condenando patifes reconhecíveis da esquerda e da direita. E, no entanto, há um terror lúdico em seu retrato de pessoas sendo presas por coisas tolas que elas costumam digitar”. – Darren Franich, Entertainment Weekly
“É uma coisa esfarrapada e cansativa, estranhamente mais frustrante e feito por alguns atores que são excelentes”. – Michael Phillips, Chicago Tribune
Assista nossa crítica:
Na trama, doze estranhos acordam sem saber onde estão, após um apagão. O longa reúne elementos de filmes de ação com sátira social, ao mostrar um grupo de elite que persegue e mata humanos por esporte.Hilary Swank (ganhadora do Oscar), Emma Roberts (American Horror Story), Betty Gilpin (O Grito e Juntos Para Sempre) e Justin Hartley (This is Us) são alguns dos nomes do elenco.
Baseada no livro homônimo de Erik Larson, a produção irá contar a história do primeiro serial killer da América, H. H. Holmes.
A trama irá contar a história de dois homens, um arquiteto e um serial killer, cujos destinos são ligados para sempre. Daniel H. Burnham é um brilhante arquiteto correndo contra o tempo para deixar sua marca no mundo. Já Henry H. Holmes é um lindo médico, que mandou construir um palácio para seduzir, torturar e mutilar jovens mulheres – que ficou conhecido como “Castelo do Assassinato”.
Sam Shaw será responsável pelo roteiro, além de servir como showrunner.
Os dois primeiros episódios da minissérie serão dirigidos por Todd Field.
No entanto, o cineasta revelou ao The Wrap que não está mais ligado ao projeto devido a divergências criativas com a plataforma de streaming.
“Estávamos em um bom caminho em nosso processo, mas a Netflix decidiu seguir uma direção diferente com essa propriedade. Então, não estamos mais envolvidos com ‘Something Is Killing the Children‘. Nós amamos o criador, James [Tynion IV], amamos o material de origem e desejamos o melhor absoluto para quem assumir o projeto.”
Para quem não sabe, Flanagan tem um longo histórico junto à Netflix, sendo responsável também pelas séries ‘A Maldição da Mansão Bly‘, ‘Missa da Meia-Noite’ e a recente ‘O Clube da Meia-Noite‘.
Além disso, seus filmes ‘Hush – A Morte Ouve’ e ‘O Sono da Morte’ tiveram seus direitos de distribuição adquiridos pela plataforma, enquanto ‘Jogo Perigoso‘ foi desenvolvido especificamente para o catálogo.
Além de escrever, Flanagan também seria produtor de ‘Something is Killing the Children‘, junto com Trevor Macy, que também se desligou da produção.
Para quem não conhece, os quadrinhos foram escritos por James Tynion IV e ilustrados por Werther Dell’Edera a partir de setembro de 2019.
A trama é ambientada numa cidade infestada por monstros que se alimentam de crianças, que depositam sua fé numa mistérios estranha que é a única capaz de salvá-las.
Apresentando-se como Erica Slaughter, a estranha visitante promete caçar e eliminar as ameaças porque também vê o que as crianças veem, diferente dos adultos.
Traduzida para 10 idiomas, a HQ já ganhou o prêmio Eisner de Melhor Saga Estreante em 2020, um Harvey de Livro do Ano e um Ringo de Melhor Saga, além de entrar na lista das melhores histórias em quadrinhos para adultos da Associação de Bibliotecas da América.
Até o momento, não há informações sobre diretores, elenco e nem previsão de estreia para a adaptação.
Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Caça ou caçador? Chegou recentemente ao catálogo da Star Plus, um projeto com muita qualidade quando pensamos em seriados de ação e espionagem, tendo um protagonista no terço final de sua vida, lidando com conflitos de um passado que nunca se desprendeu de sua trajetória. The Old Man e seus plot twists inesperados é um trabalho primoroso, que nos mostra uma série de conflitos que enfrentam os ótimos personagens com um ponto de interseção uma intrigante parábola sobre paternidade. Esse é um daqueles seriados que não conseguimos parar até descobrir todos os mistérios que se acumulam na ótima história. No elenco, os excelentes Jeff Bridges, John Lithgowe Alia Shawkat.
Na trama, acompanhamos a história de Don Chase (Jeff Bridges) um homem que vive solitariamente com seus dois cães em uma cidade do interior dos Estados Unidos e que teve a perda da esposa anos atrás. Durante uma invasão à sua casa, ele percebe que seu passado como agente da CIA acaba batendo novamente à sua porta. Assim, ele resolve ir atrás da resolução de uma situação de algumas décadas atrás e descobre que um homem perigoso está atrás dele. Contando com a ajuda da filha Emily (Alia Shawkat), com quem só se comunica por telefones descartáveis, acaba entrando em uma gangorra de emoções que tem uma outra peça importante, o ex-companheiro da CIA Harold Harper (John Lithgow).
Tudo é muito misterioso, à princípio, nesse surpreendente seriado de intensos sete episódios disponíveis na Star Plus. Criado pela dupla Robert Levine e Jonathan E. Steinberg, o projeto nos leva à duas linhas temporais onde entendemos aos poucos alguns dos porquês que levam o protagonista à fugas constantes. Don Chase, e obviamente esse não é seu nome verdadeiro, é um homem que luta contra pesadelos diários, parece viver forçadamente numa solidão inquietante fruto de consequências de seu passado conturbado onde negociou e lidou com questões atrás das linhas inimigas que culminou com uma ação que o levou a uma vida cigana, quase um nômade. As decisões que precisa tomar ao longo desse recorte mostrado nos leva a entender melhor sua personalidade digna dos mais fiéis espiões da ficção.
A parábola da paternidade dita acima, acaba chegando com a erupção de muitos problemas, quando as peças se encaixam nos lugares e conseguimos entender as razões e consequências de todos os personagens que de alguma forma estão interligados para uma situação (não podemos ir muito à fundo aqui senão as surpresas se entregam facilmente). Harold Harper, outro grande personagem dessa história, é um contraponto, quase a razão dentro de uma trama cheia de espinhos. Os conflitos desse último chegam mais forte exatamente quando não consegue ser tão mais racional quanto emocional. Há um duelo entre Don e Harper mas com variáveis que mudam constantemente, muitas vezes fazendo eles jogarem pelo mesmo objetivo. Não há heróis ou vilões, há interpretações diversas sobre as ações de todos. Filmado em Los Angeles, na Califórnia, e inspirado na obra homônima do romancista Thomas Perry, o projeto teve entre os consultores um agente da Cia, um ex-juiz do exército e um especialista em assuntos afegães.
The Old Mane sua explosiva trama de espionagem mistura conflitos pessoais com relações internacionais em uma história cheia de surpresas que deixarão o espectador atento aos profundos e cheios de detalhes sete episódios.
Em entrevista ao Entertainment Weekly, a atriz Bette Midler revelou que adoraria retornar para um terceiro filme da franquia ‘Abracadabra‘, que finalmente ganhará uma sequência após 30 anos desde o lançamento do longa original.
“Tenho inveja dos outros atores que participaram de grandes franquias enquanto eu estava esperando por uma sequência de ‘O Clube das Desquitadas’, que nunca chegou a acontecer. Após 30 anos sem uma sequência para ‘Abracadabra’, estou feliz por finalmente ter essa chance de retornar. Eu adoraria participar de uma franquia – especialmente envolvendo uma personagem que eu amo. Se eles quiserem fazer um terceiro filme, é óbvio que ele adoraria retornar. Não consigo imaginar como seria a história, mas eu amo a Winifred. E eu tenho uma ótima relação com a Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker.”
Anteriormente, Sarah Jessica Parker declarou que a franquia pode continuar através do formato de animação: “Kathy [Najimy] tem uma ótima ideia sobre o terceiro filme ser uma animação. Seria interessante. Seria divertido, interessante e inovador, como uma animação clássica. Obviamente, eu adoraria discutir sobre um terceiro filme, mas iria depender se Kathy e Bette também iriam querer.”
Lançada 29 anos após o filme original, a sequência ‘Abracadabra 2‘ se tornou o filme com a maior estreia da história do Disney+.
Infelizmente, não foram divulgados os números, mas os dados são baseados na quantidade de horas assistidas na plataforma norte-americana durante os três primeiros dias.
“Agradecemos aos mágicos fãs de ‘Abracadabra’ por tornar a sequência o filme com a maior estreia da história do Disney+,” declarou o serviço de streaming.
Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.
A figura da mãe na estrutura familiar é o pilar fundamental que mantém o equilíbrio dos parentes. Na maioria dos lares, a mãe é uma pessoa que se preocupa com os filhos, os cuida, os educa, se dedica a torná-los pessoas melhores, ainda que por vezes isso possa significar algum sacrifício em sua vida pessoal. Entretanto, ainda que isso ocorra na maioria dos casos, há sempre alguma exceção – e é da exceção que estamos falando aqui em ‘Os Crimes da Nossa Mãe’, série documental da Netflix que vem causando alvoroço entre os assinantes.
Chandler, Arizona, interior dos Estados Unidos. Lori Vallow é uma jovem mulher que vive uma vida mediana com seus pais e irmãos. Nada lhe falta, mas nada lhe sobra. Desde pequena, Lori sempre demonstrou especial interesse por assuntos religiosos, mas é de adulta que ela passa a se apegar cada vez mais a esse tema, especialmente depois que se separa de seu primeiro marido e se casa com o segundo, que mostra ser um cara bacana, exercendo o papel de pai de verdade para Colby Ryan, filho mais velho de Lori, e Tylee, filha que Lori tem com ele. Tempos depois, os pais de Lori, Janis e Barrie Cox, decidem adotar um garoto, Joshua, que é diagnosticado com autismo e, para a segurança do jovenzinho, Lori decide cuidar do menino, completando a família com os três filhos. Mas Lori começa a se aprofundar ainda mais nos assuntos religiosos, beirando o discurso apocalíptico, e quando conhece o autor de livros Chad Daybell, em 2019, ela muda completamente, separando-se do atual marido para viver com seu novo amor, levando consigo seus dois filhos menores de idade. Com a chegada da pandemia e o distanciamento social, Lori e Chad passam a ficar incomunicáveis, ao ponto de Janis e Barrie ativarem um alerta na polícia à procura de seus netos, Tylee e Joshua, com quem ninguém consegue contato e cujas seguranças o resto da família passa a temer.
Dividido em apenas três episódios, ‘Os Crimes da Nossa Mãe’ é uma minissérie documental de certa forma previsível, uma vez que se as suspeitas do espectador não se cumprissem, a série sequer existiria, para início de conversa. Mesmo assim, não deixa de ser bizarra a história real desta mulher, Lori Vallow, que aos poucos se torna uma fanática religiosa cujo discurso obtuso admite apenas a perspectiva daqueles que compartilham sua visão de mundo, relegando automaticamente os discordantes à posição de “inimigos”. A forma como a diretora Skye Borgman constrói a narrativa obedece exatamente a fórmula de redação – apresentação, desenvolvimento, conclusão – sem desperdiçar tempo com depoimentos ou cenas que não fossem para construir a série.
Ainda que a história não mencione diretamente a pandemia – possivelmente uma escolha para não datar o programa a um período histórico – o espectador mais atento poderá entender que a demora na investigação, a dificuldade em travar contato com as crianças e até mesmo o fanatismo de Lori podem ter sido corroborados pela pandemia, que, como sabemos, piorou muito a convivência humana e potencializou paranoias que já estavam engatilhadas na cabeça de pessoas cujas saúdes mentais andavam desequilibradas.
Enquanto entretenimento, ‘Os Crimes da Nossa Mãe’ é uma minissérie redondinha, com pouco mais de duas horas de duração e aspectos investigativos que prendem a atenção do espectador. E mostra a importância de darmos a devida atenção à saúde mental – à nossa e à das pessoas com quem convivemos.
Sabe aqueles filmes que quando terminamos de assistir nos fazem refletir profundamente e até mesmo pensar que se assistimos de novo podemos entender determinados conflitos de outras formas? Alguns roteiros, brilhantemente escritos, nos levam a todos os tipos de interpretações. Pensando nesse recorte, separamos abaixo 10 filmes que entendemos de outra maneira quando assistimos de novo:
Monsieur & Madame Adelman
Se você fosse um livro, pensaria nas melhores palavras. Debutando na direção de um longa-metragem após trabalhos como roteirista e ator, o cineasta Nicolas Bedos (também um dos protagonistas desse filme) pisa com o pé direito em sua estreia. Monsieur & Madame Adelman é contagiante, sensual, levanta polêmicas e argumentos importantes sobre inusitadas visões sobre relacionamentos, seja esse como for. Com uma trilha sonora absolutamente fantástica e um casal de protagonistas praticamente impecáveis, o longa percorre décadas de um relacionamento sem deixar de mostrar todo o contexto de um planeta que viveu muitas modificações ao longo do tempo, assim como essa linda história de amor.
Contratempo
Se o mundo girasse ao redor de você? Como seria o mundo para as pessoas que o cercam? Explorando as ambições, instintos e os limites do bom senso do ser humano, Contratempo foi lançado na plataforma Netflix anos atrás e vem ganhando uma notoriedade importante. Dirigido pelo cineasta espanhol Oriol Paulo o longa-metragem é um daqueles suspenses arrepiantes que a cada ato entrega mais peças para o tabuleiro instalado em nossas mentes nos levando a uma jornada intensa de 106 minutos rumo as verdades dentre muitas mentiras.
Na trama, ao longo das quase três horas de duração dessa primeira parte (sim, terá uma segunda parte lançada futuramente) acompanhamos a saga da família Atreides composta pelo duque Leto Atreides (Oscar Isaac), sua esposa (ou melhor, concubina) Jessica (Rebecca Ferguson, em grande atuação) e o filho deles Paul (Timothée Chalamet). Importante mencionar que Jessica é uma Bene Gesserit, uma poderosa e antiga ordem formada apenas por mulheres. Os Atreides governam um planeta tranquilo, repleto de água e recursos minerais. Um dia, em meio a toda uma parte política que se estabelece nesses tempos quase pós Terra (ela existe mas a civilização foi para outros lugares), depois de um acordo com a organização que administra os blocos de planetas que a humanidade já consegue chegar, Leto assume a administração do perigoso planeta Arrakis (também conhecido como Duna). Assim a família e seus mais nobres guerreiros embarcam para lá e enfrentam traições e uma terrível batalha com a casa Harkonnen que quer destruí-los a qualquer custo. Os que sobrevivem à batalha, precisarão lutar pela sobrevivência em um ambiente hostil, cercado de perigos e areia por todos os lados mas que acaba se tornando uma poderosa jornada de auto descobrimento e distância do medo. Paralelo a isso, e ainda bem aos poucos Paul descobre que possui poderes (como manipular a mente, entre outros) e pode ser um falado Messias que chegaria, conhecido por toda a galáxia.
El Bar
Na trama, conhecemos um simpático bar no meio do centro de Madri em uma manhã. Indo e vindo vários clientes, já que o bar é bem popular pelos trabalhadores da região, algo inusitado acontece. Quando um desses clientes sai pela porta, leva um tiro. Todos que estão dentro do estabelecimento se assustam e começam a entender que aquela situação é mais complicada do que imaginam.
O Amante Duplo
O filme, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes, nos mostra a história de uma mulher que trabalha em um museu chamada Chloé (Marine Vacth) que após uma consulta para saber sobre um desconforto na região da barriga acaba sendo orientada a procurar um terapeuta. Assim, ela chega em Paul (Jérémie Renier), com quem logo se envolve. A questão que após um tempo, ele descobre um segredo de seu novo par romântico: ele tem um irmão gêmeo que também é terapeuta. Assim acaba se envolvendo com esses dois homens e acaba descobrindo muitas surpresas nesse caminho.
Na trama, conhecemos Ray, um pai de família que está voltando da casa de seus sogros com a esposa e a única filha. Após uma pequena discussão, que mostra que o relacionamento de marido e mulher está em alta crise, eles resolvem parar em lugar no meio da estrada onde acontece um acidente em que se machucam o pai e a filha do casal. Correndo ao primeiro hospital mais próximo, chegam lá e várias coisas estranhas começam a acontecer quando a mulher e sua filha somem.
Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande viagem no tempo para tentar mudar o rumo dessa história que é cheia de armadilhas e surpresas. Os quebra-cabeças contidos nessa trama são geniais, já no desfecho o público fica de boca aberta ao saber o destino dos personagens que aparecem na trama.
Com um roteiro eletrizante Christopher Nolan deixou os cinéfilos do mundo todo maravilhados com esse filmaço. Com o foco nas lembranças, com DiCaprio e um elenco competente, o filme nos leva a um final que gera polêmica e interpretações até hoje.
Na trama, conhecemos Will (Winston Duke), um homem que vive em uma casa longe de tudo e todos que passa seus dias acompanhando por meio de algumas televisões a vida de algumas pessoas que vamos saber já estiveram perto dele. Até que uma dessas pessoas morre em um acidente, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Assim, ao longo dos nove dias seguintes, almas não nascidas começam a bater em sua porta para uma espécie de um processo de seleção e por essa mesma seleção é onde chega Emma (Zazie Beetz), um alguém que o fará refletir sobre a própria vida. O filme teve estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance e passou pela Mostra de SP em 2020.
Na trama, conhecemos o emburrado pescador Martin Ward (Edward Rowe), um homem de poucas palavras, que possui um sonho de ter um barco só dele para ganhar mais dinheiro e buscar uma felicidade ainda distante. O protagonista possui um péssimo relacionamento com o irmão Steven (Giles King), pois, esse usa o barco que foi do pai deles como transporte turístico e não para pescar conforme as tradições da família. Além disso, Martin confronta a tudo e a todos buscando preservar a parte da cidade que mais conhece da maneira como ele sempre conheceu. Mas, no meio tempo de tudo isso, uma tragédia acontece e isso pode mexer nos planos do destino de Martin.
Uma das maiores vitrines do cinema nacional para o mundo, o Festival do Rio há vinte e dois anos tem como seu principal compromisso divulgar e estimular a produção de filmes no Brasil. E como esse ano a safra está muito boa, selecionamos aqui 10 filmes imperdíveis brasileiros para você conferir nas telonas antes de todo mundo.
10 – ‘Fausto Fawcett na Cabeça’
Cantor, poeta e compositor de músicas ícones como “Kátia Flávia” e “Rio 40 Graus”, Fausto Fawcett é autor de cinco romances e diversas performances que desvendam um vasto e singular universo. Partindo de signos reais e cotidianos com raízes em Copacabana, sua obra cruza fronteiras narrativas, filosóficas e temporais para instaurar visões futuristas e experiências sensoriais que chacoalham a aventura humana, nos carregando para outros mundos. O destino deste filme-transe é entrar nestes mundos que habitam a mente criativa, inquieta e desafiadora de um artista único.
Estreia de Johnny Massaro na direção. Na tentativa de superar a depressão, Miguel convida Rodrigo para jantar em sua casa após 15 anos sem contato. No dia do encontro, Letícia, ex de Miguel, aparece sem ser convidada. A atmosfera desagradável se intensifica quando Rodrigo chega acompanhado de Carla, sua noiva. Mas, à medida que o álcool entra em ação, a libido aumenta e a vergonha desaparece. É quando Letícia brinca sobre a sexualidade de Miguel, trazendo à tona uma antiga memória que redefine drasticamente a noite.
8 – ‘Sociedade do Medo’
Documentário que aborda a pandemia de medo que assola o homem contemporâneo. A diretora Adriana L. Dutra investiga a construção da sociedade pela ótica do medo, a sua presença ao redor do mundo e discute o tema com personalidades e especialistas. O documentário propõe uma reflexão crítica, buscando as origens de uma sociedade absorta em seus medos e, consequentemente, no consumo feroz de possíveis paliativos que contribuem para nos levar à solidão e à barbárie.
Comédia. Paulo, Manuel, Eric e Alex têm um sonho: fazer um filme de ação e aventura. E um grande desafio: superar as próprias confusões para chegar lá. Mas nem mesmo o enorme talento desses quatro amigos para se meter em encrencas vai fazer com que desistam de realizar o projeto. Abestalhados e apaixonados pelo que fazem, cada um à sua maneira, eles partem numa hilária aventura em busca do reconhecimento e do sucesso, levando com eles a coragem, a cara de pau e um monte de gente na conversa, incluindo celebridades e um punhado de bacanas.
6 – ‘Bem-vinda, Violeta!’
Para escrever o romance “Violeta”, Ana ingressa em um famoso laboratório literário na Cordilheira dos Andes. Lá ela conhece Holden, criador de um método no qual os escritores abandonam suas próprias vidas para viver como seus personagens. Intrigada pela sua investigação artística, Ana mergulha no método e passa a viver como Violeta, até que sua ficção sai do controle.
5 – ‘Ciclo’
Um filme de ficção científica e suspense que nos apresenta um futuro assustadoramente possível, onde as coisas saíram ainda mais do controle e o que seria apenas uma “quarentena” virou o novo e totalmente bizarro normal.
4 – ‘Fogaréu’
Na fronteira entre o real e o fantástico, os tempos coloniais e a modernidade avassaladora do agronegócio, a cidade de Goiás é o palco onde a jovem Fernanda se depara com segredos sobre seu passado. Após a morte de sua mãe adotiva, ela volta para a casa de seu tio rico para implodir certezas e deixar a dolorosa verdade sobre suas origens vir à tona.
3 – ‘Down Quixote’
‘Down Quixote‘ é uma adaptação de Dom Quixote, de Miguel Cervantes. A trama acontece na imaginação de Diogo, um ator que ensaia o texto da peça baseada no clássico. Ele e seus colegas de teatro, todos com Síndrome de Down, dão vida aos personagens em meio às paisagens da cidade histórica de Tiradentes, Minas Gerais.
Brasil, 2022. Numa pequena cidade do interior, uma família recebe uma proposta rentosa, mas também perigosa: hospedar um desconhecido em sua casa. Antes mesmo da chegada dele, no entanto, arranjos precisarão ser feitos, e a vida em família começa a se transformar. Porém, nenhum dos familiares, e muito menos o próprio hóspede, vê suas expectativas cumpridas.
Conta a história de Simone é uma jovem advogada negra que passou anos fazendo performances online de sexo para pagar a faculdade de Direito. Ela acabou de passar em um concurso para defensora pública e sua ambição é defender mulheres em casos de abuso. Com o objetivo de despertar novamente o desejo sexual de Simone, uma amiga envia para ela o link de um vídeo onde uma mulher negra pratica sadomasoquismo. Gradualmente, Simone entra em uma jornada de conhecimento das práticas BDSM e seus interesses sexuais a levam a um mundo de violência e erotismo.
Mais conhecido por seu papel como Lucas em ‘Stranger Things’, Caleb McLaughlin participou de uma sessão de perguntas e respostas durante a Heroes Comic-Con.
Questionado sobre quais filmes ele gostaria de participar, o astro disse que adoraria estrelar uma adaptação de heróis da Marvel ou da DC, destacando que seria um sonho interpretar o Super-Choque.
“Quais filmes eu gostaria de fazer? Bom, quero fazer um filme de super-herói. Sinceramente, eu adoraria interpretar o Super Choque. Mas eu gostaria de fazer algo como um super-herói, não importa quem seja. Estou realmente disposto a ser qualquer personagem. Hoje me sinto seguro para interpretar qualquer um da Marvel ou DC.”
Confira a entrevista completa:
No ano passado, a HBO Max confirmou que o filme do Super-Choque já está sendo produzido e que será lançado diretamente na plataforma de streaming, ainda sem previsão de estreia.
Lembrando que Randy McKinnon (‘Safety’) está escrevendo o roteiro do longa-metragem, que será produzido por Michael B. Jordan(‘Pantera Negra’, ‘Creed’).
Em entrevista ao Collider,Jordan acalmou os fãs e disse que o rascunho do projeto já está em andamento.
“O rascunho já em processo e posso dizer que nosso herói está em boas mãos. Randy McKinnon é muito talentoso e eu não poderia estar mais feliz em vê-lo trabalhar nesse filme. Por enquanto, só posso dizer, mas mal posso esperar para compartilhar as novidades com todos.”
Ele continuou, falando sobre a importância do personagem para a representatividade negra.
“Como um garoto que cresceu se inspirando nas aventuras do Super-Choque, estou honrado em acompanhar o crescimento desse projeto e sei que será algo muito importante para as crianças de hoje. Ver crianças se espelhando num herói negro é algo com o qual eu sempre sonhei.”
Por conta de sua familiaridade com a temática da juventude negra, McKinnon certamente é a escolha perfeita para moldar Virgil Hawkins nas telonas.
Por enquanto, os detalhes da trama permanecem sob sigilo, mas devem seguir à risca a animação de sucesso dos anos 2000.
Enquanto isso, Jordan continua supervisionando o projeto através de sua companhia, a Outlier Society Productions.
Em entrevista ao Deadline, o astro comemorou a parceria com a Warner Bros e indicou que o longa será o 1º de um novo universo da DC Comics nas telonas.
“Tenho orgulho de fazer parte da construção de um novo universo centrado em super-heróis negros; nossa comunidade merece isso. A [produtora] Outlier Society está comprometida em dar vida a diversos conteúdos de quadrinhos em todas as plataformas e estamos entusiasmados com a parceria com a Warner Bros nesta etapa inicial.”
O estúdio também se manifestou ao dizer que:
“A Outlier estará no centro criativo deste projeto, e Jordan é um clássico fã de quadrinhos, esta é uma oportunidade não apenas para a construção de um novo mundo, mas para a construção de franquias. Se o primeiro filme for um um sucesso, será o início de uma franquia multiplataformas.”
Além disso, o longa será co-produzido por Reginald Hudlin, quadrinista responsável por histórias do ‘Pantera Negra’ e algumas edições dos ‘X-Men’ focadas na Tempestade.
Hudlin também já produziu diversos títulos de destaque, como ‘Django Livre’, ‘Marshall’, e ‘Todo Mundo Odeia o Chris’.
Lembrando que ainda não há informações sobre possíveis diretores, elenco ou previsão de estreia.
Na animação original, Virgil é um jovem esperto, inteligente, atlético, vivaz e muito bem-humorado. Ao ser exposto acidentalmente a um gás desconhecido, ele ganha super-poderes eletrostáticos, e aprende a usá-los para tornar-se um super-herói chamado Super-Choque (Static Shock).
Através do Twitter, a Amazon Prime divulgou um novo trailer para promover ‘Periféricos‘, série sci-fi estrelada por Chloë Grace Moretz (‘A 5ª Onda’).
A trama escrita por Scott B. Smith é baseada no livro homônimo de William Gibsone gira em torno de Flynne (Moretz) e Burton (Jack Reynor), dois irmãos que vive numa realidade futura tão deslumbrante quanto ameaçadora. Filhos de uma mãe cega, Flynne e Burton com frequência precisam complementar a renda familiar.
É nesse contexto que uma oportunidade surge. Burton, gamer experiente, se torna usuário beta de um novo jogo imersivo. No entanto, o universo digital vai muito além do metaverso e Flynne precisa assumir o controle quando seu irmão perde seu avatar em uma batalha que transborda para o mundo real.