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‘Percy Jackson e os Olimpianos’: Rick Riordan dá detalhes sobre as futuras temporadas da série; Confira!

Percy Jackson e os Olimpianos‘ continua em processo de produção da temporada de estreia, mas o criador da franquia, Rick Riordan, está bastante confiante sobre o futuro da atração.

Em entrevista para o The Wrap, o autor disse que o foco do momento é fazer da 1ª temporada um sucesso, mas não escondeu sua empolgação sobre o desenvolvimento de novas temporadas.

Como a série ainda não estrepou, não há como saber se terá uma boa recepção, mas Riordan afirmou que já planejou um roteiro geral para contar a história completa de Percy na Disney+.

“Se tudo correr como o planejado, como eu espero, pensamos em adaptar cada livro da franquia ao longo das próximas temporadas. Isso nos dá tempo suficiente para deixar a série fiel aos romances em sua totalidade, ao contrário de um filme em que você precisa fazer alguns cortes.”

Considerando que a primeira temporada da adaptação terá oito episódios, é mais do que o triplo da execução do filme estrelado por Logan Lerman em 2010.

Recentemente, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover Underwood) falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

Por enquanto, a primeira temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan) e Olivea Morton (Nancy Bobofit).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

Moonage Daydream

(Moonage Daydream)

 

Elenco:

 

Direção: Brett Morgen

Gênero: Documentário

Duração: 140 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Contado através de imagens sublimes e caleidoscópicas, imagens de arquivo pessoal, performances inéditas e ancorado pela própria música e palavras de David Bowie, o filme convida o público a mergulhar no mundo único que é “Bowie”.

Curiosidades: 

» O longa é um documentário sobre a lendária figura do cantor David Bowie, que faleceu em 2016;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘V/H/S/99’: Novos contos de TERROR no teaser do quinto capítulo da franquia; Confira!

O terror ‘V/H/S/99‘, quinto filme da franquia, ganhou o primeiro teaser.

Confira:

O longa será lançado pelo Shudder no dia 20 de outubro.

Pela primeira vez na saga, o filme não trará qualquer diretor passado. O time de cineastas inclui Johannes Roberts, Flying Lotus, Maggie Levin, Tyler MacIntyre, Joseph Winter e Vanessa Winter.

Com a frase “V/H/S/ vai para o Inferno”, é provável que o longa-metragem terá uma temática apocalíptica, considerando que é ambientando mais de vinte anos atrás, na virada do milênio.

Josh GoldbloomBrad MiskaDavid BrucknerJames Harris e o coletivo Radio Silence entram como produtores.

Luke Mullen, Tyler Lofton, Isabelle Hahn, Verona Blue, Dashiell Derrickson e Tybee Diskin estrelam.

Primeiras fotos da versão HUMANA de Glen/Glenda na 2ª temporada de ‘Chucky’

O SyFy divulgou duas novas imagens da 2ª temporada da elogiada série Chucky, trazendo Lachlan Watson como Glen/Glenda.

Para aqueles que não se recordam, a personagem foi introduzida em ‘O Filho de Chucky, de 2004. Tiffany (Jennifer Tilly) deu luz a Glen, que não apenas nutria do desejo de cometer atos de violência como os pais, mas, ao mesmo tempo, sentia repulsa pelo pensamento.

Eventualmente, ficou claro que Glen compartilhava do mesmo corpo com sua irmã gêmea, Glenda (com o nome fazendo alusão ao clássico cult dirigido por Ed Wood). No contexto do filme, Tilly daria luz a gêmeos humanos, dando a Glen e a Glenda seus próprios corpos humanos. Agora crescidos, eles irão se reunir com a mãe.

Confira:

Os novos episódios estreiam no dia 05 de outubro nos EUA. No Brasil, a produção é exibida pelo Star+.

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

Uma Pitada de Sorte

(Uma Pitada de Sorte)

 

Elenco:

Fabiana Karla

Jandira Martini

Regiane Alves

Mouhamed Harfouch

 

Direção: Pedro Antônio

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: — milhões

Estreia: 15 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Pérola é uma animadora de festa infantil que sonha em se tornar uma Chef renomada. Para isso, ela também trabalha como sous chef em um restaurante da Zona Sul do Rio. Quando é aprovada para ser auxiliar de um famoso Chef em um programa de televisão, sua vida começa a mudar.

Crítica: 

Crítica | Uma Pitada de Sorte – Fabiana Karla em saborosa comédia romântica bem brasileira

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor da comédia ‘Tô Ryca!‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Filme de suspense DETONADO pelos críticos estreia em 1º na Netflix; Confira as reações!

A maravilhosa atriz Queen Latifah está de volta aos filmes de suspense com Fim da Estradathriller de ação que ainda conta com Ludacris.

Apesar das críticas, o primeiro estreou em primeiro lugar entre os mais assistidos da plataforma de streaming nesta última semana.

Fim da Estrada’ foi massacrado pela crítica especializada, amargando 29% de aprovação no Rotten Tomatoes. A recepção do público foi ainda pior, estagnada em 17% de aprovação.

Mesmo assim, a obra alcançou o topo dos rankings não apenas nos Estados Unidos, mas em outros 26 países.

Confira as reações dos críticos:

Queen Latifah luta contra nazistas em ‘Fim da Estrada’, e nem mesmo esse pouco de ridículo pode salvar este thriller inepto de ser um dos filmes mais infelizes do ano.”, Detroit News.

“O thriller ‘Fim da Estrada’ parece projetado para responder à pergunta: ‘Quantos infortúnios um personagem de filme pode suportar antes de deixar de ser trágico e começar a se tornar ridículo?'”, Los Angeles Times.

“Um thriller comum que acaba não sendo original nem particularmente emocionante.”, Hollywood Reporter

“Por fraquezas em sua escrita, ritmo e encenação, nunca sentimos o início de um deslizamento involuntário para a beirada de nossa cadeira. Minha parte traseira, por exemplo, permaneceu firme naquela confortável cunha bem na parte de trás do sofá.”,
Pajiba.

A produção abarcou mais de 30,2 milhões de visualizações desde seu lançamento no último dia 09 de setembro. Entretanto, a contagem é bem baixa para os números do serviço, estando apenas cima de ‘365 Dias: Hoje’, que fez 27,5 milhões de visualizações em sua estreia em maio.

Millicent Shelton é responsável pela direção.

Após perder seu emprego, a viúva Brenda dirige com seu família pelo país para começar uma nova vida. No deserto do Novo México, afastados de qualquer ajuda, eles terão que lutar pela vida quando se tornam alvos de um misterioso assassino.

O elenco ainda conta com Beau Bridges, Mychala Faith Lee, Shaun Dixon e Frances Lee McCain.

O roteiro foi escrito por Christopher J. MooreDavid Loughery.

Netflix DEMITE funcionários da equipe do estúdio de animações

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Netflix Animation demitiu 30 funcionários do setor de animações na última quarta-feira (14).

O motivo da demissão em massa foi uma reestruturação no departamento, algo que já vinha sendo planejado desde que a plataforma teve uma queda significativa de assinantes.

Para quem não se lembra, mais de 200.000 assinantes cancelaram suas assinaturas durante o primeiro trimestre deste ano, seguido por uma perda de 970.000 assinantes no segundo trimestre.

Em abril, a Netflix Animation já havia demitido outros 70 funcionários, incluindo Phil Rynda, que ocupava o cargo de diretor de criação e desenvolvimento do setor.

Como consequência, diversas animações originais supervisionadas por ele foram jogadas no lixo sem cerimônia.

Também foi dito que a reestruturação deve afetar conteúdos voltados para o grupo Kids & Family.

Enquanto isso, o departamento está se preparando para abrir um escritório em Burbank, na Califórnia, para desenvolver seus próximos projetos.

Atualmente, o setor é liderado por Karen Toliver, vice-presidente de conteúdo de filmes animados, e Traci Balthazor, vice-presidente de produção de filmes animados.

As recentes demissões refletem a intenção do serviço de streaming de reorganizar sua empresa de animação através das estratégias da dupla.

Lembrando que uma das próximas animações da Netflix é a adaptação em stop-motion de ‘Pinóquio‘.

Comandado pelo aclamado cineasta Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’), o filme chega ao catálogo no dia 9 de Dezembro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

DC ou Mavel? Conheça MAIS Atores que Estiveram nos Blockbusters de Ambos os Estúdios

Chega a ser divertido, mas o ser humano precisa arrumar uma forma de discutir e brigar não importando sobre o que. Segundo muitos, o que nos motiva é essa competição – mas, é claro, desde que seja saudável. Para os nerds nada de política, religião ou futebol, o ponto de maior divergência de suas vidas é: quem é melhor, Marvel ou DC? É sério! Aqui, nem iremos entrar nesse mérito, já que assim como os jogadores de futebol, os atores de Hollywood não têm qualquer problema em vestir as camisas dos dois estúdios enquanto os fãs se matam.

Nesta nova matéria iremos abordar justamente os grandes nomes de Hollywood que já trabalharam tanto para a Marvel quanto para a DC em papeis importantes em seus filmes. Talvez você se espante pelo número de atores que já “jogaram nos dois times” ao longo dos anos. Confira abaixo alguns dos principais.

Leia também: Marvel ou DC? Conheça os Atores que Estiveram nos Blockbusters de Ambos os Estúdios

Jared Leto

Existe uma lenda em Hollywood conhecida como “a maldição do Oscar” e diz sobre atores que após receberem a honraria máxima de sua profissão (o prêmio da Academia de cinema) sofrem uma queda vertiginosa em suas carreiras, da qual muitos não conseguem jamais se recuperar. Esperamos que não seja o caso com Jared Leto, mas a verdade é que desde que o ator levou seu Oscar por Clube de Compra Dallas não emplacou mais nenhum sucesso. Isso inclui suas participações em filmes da DC e da Marvel. Na primeira, é claro, deu vida ao pior Coringa das telas – todos dirão sem dó – em Esquadrão Suicida (2016). E com a Marvel/ Sony protagonizou o filme solo do vilão Morbius (lançado este ano). Ainda existe falatório sobre o retorno do ator em ambos os papeis. Será?

Tom Hardy

O britânico Tom Hardy vem fazendo sucesso como o anti-herói viscoso Venom e seu alter-ego Eddie Brock nos filmes solo do personagem. Assim como Jared Leto, os filmes de Hardy fazem parte do universo incorporado da Sony no MCU – e não propriamente do Marvel Studios na Disney. Isto é, ao menos por enquanto, já que a Sony está empurrando fortemente para que seus personagens em filmes mequetrefes se encontrem com o Homem-Aranha de Tom Holland. Mas ao contrário de Leto e seu Morbius, os filmes de Venom com Hardy, apesar de destroçados pelos críticos, se tornaram um sucesso fenômeno de bilheteira com o grande público. Cinco anos antes do primeiro Venom, Hardy já havia interpretado outro vilão brutamontes de um famoso herói, introduzido nos anos 90 nas HQs e que rapidamente se tornou um favorito dos fãs: Bane, o sujeito que teve a audácia de quebrar as costas de Batman, em O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Zachary Levi

É sempre bom ver um filme que faz tanto sucesso que consegue transformar seu protagonista em um astro. A virada de jogo para o jovem Zachary Levi, que já havia feito ficado famoso em menor escala devido à série Chuck, ocorreu com o sucesso do primeiro Shazam! (2019). Um sucesso inesperado, de certa forma. A aventura juvenil da DC se mostrou um dos acertos da casa e além de gerar certo hype para sua continuação, agora empurrada para 2023, conseguiu até derivar seu próprio spin-off com Adão Negro, o filme solo de seu mais famoso antagonista personificado por Dwayne Johnson – com estreia marcada para outubro deste ano. Shazam! sem dúvida foi o ponto de virada na carreira de Zachary Levi, mas o que muitos podem não lembrar é que antes de dar vida ao poderoso herói da DC anteriormente conhecido como Capitão Marvel, o ator esteve em duas das produções da rival Marvel, coadjuvante para outro Deus, este nórdico: Thor. Acontece que que Levi substituiu o ator Josh Dallas no papel do guerreiro Fandral nas duas primeiras sequências de Thor, O Mundo Sombrio (2013) e Ragnarok (2017).

J.K. Simmons

Pobre J. K. Simmons! Se é que podemos dizer isso de um ator vencedor do Oscar que segue com a carreira a toda, emplacando esse ano a série sci-fi de sucesso da Amazon Night Sky, além de dublar a animação violenta de heróis Invencível para a mesma plataforma de streaming. Acontece que poucos atores foram tão maltratados pela DC no cinema quanto Simmons. O ator malhou e atingiu o auge de sua forma física para o papel do Comissário Gordon em Liga da Justiça (2017), mas terminou aparecendo em pouquíssimas cenas e sempre de sobretudo. Como se não bastasse, quando iria realizar seu retorno triunfal em um filme da casa, com direito a contracenar com o Batman original, Michael Keaton, o filme da Batgirl terminou cancelado pelo estúdio. É claro que antes disso tudo, Simmons havia arrecadado elogios de todos os tipos pelo papel do ranzinza J.J. Jameson na trilogia do Homem-Aranha de Sam Raimi. Como se não bastasse, sua redenção do pouco caso da DC veio novamente pelas mãos da Marvel com a volta de Simmons como Jameson no universo do Aranha de Tom Holland já no MCU.

Colin Farrell

Colin Farrell chamou atenção da imprensa e dos fãs por sua performance irreconhecível esse ano em The Batman na pele do criminoso Pinguim. Enterrado em quilos de maquiagem, se não soubéssemos se tratar do ator no papel jamais diríamos. Farrell fez também um incrível trabalho de voz e mudou seu sotaque emulando o jeito de falar de Robert De Niro em seus filmes de máfia. O sucesso foi tanto que a DC já está tirando do papel um derivado na forma de uma série para o antagonista, que deverá estrear em 2023. Antes disso, como muitos devem lembrar, Farrell viveu outro vilão bem conhecido dos fãs de quadrinhos, enfrentando outro justiceiro encapuzado nas noites de uma cidade violenta. Trata-se do Mercenário, um dos maiores antagonistas do vigilante cego Demolidor, da Marvel. O fato ocorreu no primeiro e único filme do personagem, em 2003, nas mãos da Fox antes do MCU.

Russell Crowe

O ex-galã neozelandês Russell Crowe já esteve no topo do mundo, foi o Gladiador e até foi responsável pelo fim do casamento de um famoso casal de Hollywood. Hoje, mais velho e em outra fase de sua carreira, Crowe talvez tenha deixado passar a oportunidade de protagonizar um filme de super-heróis e garante, de forma mais adequada, personagens coadjuvantes. Este ano, como os fãs sabem muito bem, ele apareceu em Thor: Amor e Trovão, quarto filme do Deus da Marvel que recebeu críticas mistas. No filme, Crowe vive um bonachão, caricato e total calhorda Zeus, desmistificando a imagem sempre serena e justa da divindade grega. Esse Zeus está mais interessado em suas orgias. Antes disso, Crowe havia interpreta outra figura quase divina, mas essa muito mais centrada e sóbria, num filme da rival DC. Em O Homem de Aço (2013), Russell Crowe seguiu os passos de Marlon Brando como Jor-El, o pai do maior super-herói de todos, o Superman.

Willem Dafoe

Nos filmes do gênero super-heróis tivemos algumas escalações perfeitas de atores e seus respectivos personagens. Alguns dos que vêm imediatamente à cabeça são Christopher Reeve como Superman, Hugh Jackman como Wolverine, Robert Downey Jr. como Tony Stark e Margot Robbie como a Arlequina. Agora quando falamos nos vilões, poucos foram tão certeiros quanto Willem Dafoe como o Duende Verde no primeiro Homem-Aranha de Sam Raimi. A onda da nostalgia atacou a Marvel e além de J.K. Simmons e seu J.J. Jameson, Dafoe também reviveu Norman Osborne / vulgo Duende Verde em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Sua performance é tão icônica como o vilão que poucos lembram que ele também esteve recentemente na DC, como o Vulko de Aquaman (2018).

Tommy Lee Jones

Fechando a nova lista dos atores que já trabalharam para ambas as rivais Marvel e DC – e já deu para ver que são muitos, pois renderam duas matérias (e quem sabe cabe mais uma) -, temos o ranzinza favorito de Hollywood, Tommy Lee Jones. A primeira aparição do vencedor do Oscar foi num filme do Homem-Morcego na DC, em Batman Eternamente (1995), longa que de certa forma continua as duas produções para lá de sombrias de Tim Burton. Esse terceiro filme, com Burton apenas como produtor, adota um tom mais colorido e leve. O Resultado agradou ao público da época, em especial os mais novos. Jones dá vida ao vilão Duas-Caras, um ex-promotor público enlouquecido, papel prometido para Billy Dee Williams desde o primeiro filme de 1989. Jones transformou o personagem que deveria ser sério em pura galhofa, mas talvez isso tenha sido pedido dele. Já quando 16 anos depois foi contratado pela Marvel, sua atuação seguiu a linha mais esperada dele, ou seja, um sujeito sisudo e turrão. Num papel menor em Capitão América – O Primeiro Vingador, Jones foi o Coronel Chester Phillips, responsável pelo alistamento e treinamento do herói.

Artigo | ‘Peter Pan’ vai ganhar um novo live-action! Relembre a animação original da Disney

J.M. Barrie tornou-se um dos nomes mais conhecidos do Reino Unido vitoriano por suas investidas acerca da infância, do amadurecimento e da vida adulta com uma das obras mais famosas e mais lidas de todos os tempos – As Aventuras de Peter Pan. Através de uma narrativa onírica e esperançosa, o dramaturgo escocês canalizou toda a sua habilidade criativa para arquitetar um escopo fantasioso e, ao mesmo tempo, dotado de pequenos elementos metafóricos que respaldassem todas as metáforas que procurava passar para seus leitores, buscando resgatar a inocente e pueril magia que se perdia conforma a sociedade caminhava em um rumo sem volta através do individualismo exacerbado e de falta de humanitarismo entre si.

Levando em conta tais premissas, não é possível pensar em nenhuma outra companhia cinematográfica que conseguisse adaptar essas singelas odes à união e ao amor que o já estabelecido império dos estúdios Walt Disney, pelo simples fato de conseguirem idealizar mais uma vez uma amálgama pré-definida de modernidade fílmica e nostalgia. E não podemos nos esquecer de que esse conglomerado, à época do lançamento de Peter Pan, havia nos presenteado anteriormente com inúmeras pérolas e obras-primas da história do Cinema, incluindo Pinóquio’ e Alice no País das Maravilhas’, duas animações que não apenas conversam com o conhecido público-alvo infantil, mas alastram suas profundas análises até mesmo para alguns temas complexos e mais maduros, por assim dizer – como o autodescobrimento, o vício e o sacrifício.

Ainda que seja marcado por inúmeros deslizes, o trio formado por Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske retorna mais uma vez sob a supervisão da Disney para alimentarem suas características-base em uma nova era dos estúdios. Desde seu primeiro trabalho com Cinderela’, o grupo sempre prezou por uma rendição mais humanizada e mais complexa de personagens humanos, afastando-se de certos maniqueísmos que tacharam uma identidade um tanto quanto mal interpretada: a partir dessa concepção, percebemos uma gradativa, ainda que lenta, mudança na perspectiva dos protagonistas da narrativa, os quais podem até manter um laço mais fortificado com seus estereótipos fabulescos, mas ainda trazem uma palpabilidade crível o suficiente para se conectarem com as audiências. E se a personagem-título do filme de 1951 permanecia em um traçado similar a princesas anteriores, é notável a evolução arquetípica dessas criações com a chegada da mais nova animação. 

A história se passa na mística e cinzenta Londres, uma cidade marcada por diversos eventos históricos e que representou durante muito tempo – mais precisamente até meados da II Guerra Mundial – o polo socioeconômico não apenas da Europa, mas do estilo de vida individualista e capitalista do Ocidente. A partir desse pano de fundo é que a jornada dos Darling toma lugar, trazendo como protagonistas três imaginativas crianças que, cumprindo com suas tarefas de casa, não desejam crescer, e sim permanecer como estão por bastante tempo – ainda mais quando observam o estresse e a correria encarnada por seus pais. Mesmo tendo algumas atitudes “infantiloides” repreendidas pelo patriarca da família, eles não se deixam abalar e buscam refúgio nas mirabolantes aventuras de um garoto chamado Peter Pan, habitante da Terra do Nunca conhecido por nunca crescer. 

A animação talvez seja a primeira a trazer alguns recursos estilísticos como a metalinguagem – afinal, temos um conto dentro de outro conto. A adorável e angelical Wendy, primogênita da família Darling, conhece de cabo a rabo a jornada do personagem-título e encanta-se ainda mais ao perceber que tudo aquilo é real e que ela poderá fazer parte disso – isso sem mencionar a quase instantânea afeição de seus irmãos mais novos, Miguel e João, para embarcar nessa mítica jornada. Essa transição entre o mundo real para o mundo imaginário já foi visto anteriormente e talvez da mesma forma fluida que Alice’, cuja estética é referenciada inúmeras vezes para a construção cênica – exceto, talvez, pela psicodelia em demasia.

Nosso herói é a própria materialização da rebeldia e da irreverência, muito mais que outros que tentaram seguir o mesmo padrão. Como já citado, Pan é o eterno garoto pré-adolescente cuja vida é pautada em inúmeros perigos que encara como pura diversão. Ele tem um estilo completamente diferente do vivenciado pelos Darling e, a priori, é bem sedutor aos olhos alheios até se mostrar um tanto quanto perigoso. E, como se não bastasse, tal personificação da liberdade excessiva também teria suas consequências – encarnadas por um vilão à altura, o mortal Capitão Gancho. 

Gancho também está inserido em outra rendição menos maniqueísta e mais palpável, visto que não se restringe a outras caricaturas vilanescas de iterações predecessoras, mas carrega alguns traumas passados que o moldaram na persona que é hoje – incluindo uma desventura com um gigantesco crocodilo que arrancou sua mão e o obrigou a substituí-la por um gancho de ouro. Auxiliado por seus capangas e, em especial, o suposto escape cômico Smee, ele tem como único objetivo aguardar pacientemente seu jovem arqui-inimigo baixar a guarda para conseguir atacá-lo e derrotá-lo. O problema aqui é, eventualmente, deixar tal personagem num respaldo superficial demais e que se torna vazio caso tiramos a única coisa que permite seu arco seguir em frente. 

Talvez o maior deslize esteja contido na perspectiva utilizada pelo trio de cineastas para adaptar a obra literária às telonas. Diferentemente das passagens mais macabras e tensas do romance de Barrie, o roteiro se vale de um otimismo saturado e cujos níveis apenas se elevam, esquecendo-se de encontrar um equilíbrio com a tragédia, com o ódio e até mesmo com a desesperança, mesmo a animação sendo destinada para as crianças. Nos longas-metragens anteriores, esses momentos são muito bem pensados e funcionam como catalisadores para os próprios protagonistas, impedindo que eles levem tudo na base da comicidade e tornem-se repetitivos e monótonos. 

No final das contas, Peter Pan é uma rendição que tem mais acertos que erros, ainda que seus equívocos deixem tudo com um ar jocoso e irritante a longo prazo. Mesmo com a fabulosa estética sendo aperfeiçoada com o passar dos anos, tal aventura é satisfatória até certo ponto – e não podemos deixar de sentir um gostinho de quero mais quando a jornada chega à sua conclusão de forma brusca e aparentemente inacabada.

Revival de ‘Criminal Minds’ ganha título oficial na Paramount+; Confira!

De acordo com o Comic Book, o revival de ‘Criminal Minds desenvolvido pela Paramount+ será oficialmente intitulado Criminal Minds: Evolution‘.

Com estreia marcada para novembro nos EUA, o revival vai contar com a participação de Zach Gilford (‘Friday Night Lights’), que dará vida ao vilão Elias Voit, analista de operações de uma empresa global de segurança cibernética que tem um lado sombrio e obsessão com a morte.

Além dele, alguns membros do elenco da série original estarão de volta, Paget Brewster (Prentiss), Joe Mantegna (Rossi), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Garcia), Aisha Tyler (Tara) e Adam Rodriguez (Luke).

Infelizmente, Matthew Gray Gubler e Daniel Henney não assinaram contrato e aparentemente não irão reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente.

Confira a sinopse e as imagens oficiais dos novos episódios:

Em ‘Criminal Minds: Evolution‘, a equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.

A produção retornará com 10 episódios inéditos, e servirá como continuação da série original. O revival está sendo tratado como uma “série limitada”, com possibilidades da produção futuramente ganhar novas temporadas.

Erica Messer servirá como showrunner.

A produção irá trazer uma mistura de personagens clássicos com novos personagens, em uma abordagem parecida com o revival de ‘CSI‘.

A série original, exibida entre 2005 e 2020, rendeu 15 temporadas e incríveis 323 episódios.

‘A Pequena Sereia’: Daryl Hannah, estrela de ‘Splash’, defende Halle Bailey dos ‘idiotas racistas’

Em 1981, Daryl Hannah interpretou a sereia Madison na comédia romântica ‘Splash‘, e agora a estrela saiu em defesa de Halle Bailey, escolhida como Ariel na versão live-action de A Pequena Sereia.

Após seu lançamento, o teaser do remake recebeu mais de 1 milhão de dislikes, enquanto Bailey foi alvo de diversos ataque racistas por conta de sua etnia.

Nas redes sociais, alguns internautas até tentaram justificar comentários preconceituosos dizendo que a escalação de Bailey descaracteriza a personagem original, que é caucasiana.

Em seu perfil do Twitter, Hannah rebateu as críticas e escreveu:

A pequena sereia é negra. Eu a conheci… #Nãosejaumidiotaracista.

Confira:

Hannah não é a primeira celebridade a apoiar a escalação de Bailey, já que a própria Jodi Benson, dubladora de Ariel na animação, deu seu selo de aprovação à estrela.

Segundo o CBR, Benson publicou um story no Instagram com a seguinte mensagem:

“Halle, você foi absolutamente incrível. Estou tão orgulhosa de você e de sua bela atuação como Ariel!”

Em resposta, Bailey compartilhou a publicação e comemorou, escreveu:

“E você fez Ariel se tornar uma personagem mágica para nós.”

Apesar de tudo, Bailey não está nem um pouco preocupada com os haters e tudo o que quer fazer é entregar o melhor desempenho possível.

Em entrevista para o Comic Book, ela disse o quanto a escolha foi significativa para ela.

“Bem, este filme significa muito para mim, desde que eu era uma garotinha. Quando fui escolhida, eu disse a mim mesma: ‘Só posso me esforçar ao máximo e me orgulhar. Se eu fizer a garotinha dentro de mim feliz, então eu sei que fiz um bom trabalho e sei que estou fazendo o meu melhor’. Eu dei tudo de mim e espero que as pessoas possam tirar algo disso.”

Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 26 de maio de 2023.

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

Crítica | 4º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ vale a pena por seu caráter profético

Cuidado: spoilers à frente.

Há algo maligno se erguendo na Terra-Média.

Desde o primeiro episódio de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, ficou bem claro para os fãs da icônica saga de J.R.R. Tolkien que a narrativa, ambientada séculos antes da jornada de Frodo Bolseiro em busca do Um Anel, iria tratar sobre a ressurgência de Sauron e das forças das Trevas depois de sua queda e de seu breve desaparecimento. Não é surpresa, pois, que Galadriel (Morfydd Clark) tenha inclusive renegado sua passagem para Valinor ao lado dos companheiros de guerra para encontrar sua nêmese e vingar tanto a morte do irmão quanto dos outros elfos que caíram no campo de batalha.

Agora, entrando no quarto episódio, fica claro que as coisas são bem mais articuladas e complicadas do que imaginávamos. Galadriel não será apenas a responsável por enfrentar Sauro, como também faz parte de uma profecia de longa data que se relaciona com as Terras do Sul e com Númenor, a comunidade insular habitada pelos humanos. Afinal, como descobrimos no capítulo anterior, Míriel (Cynthia Addai-Robinson), rainha regente de Númenor, teme a contínua presença da elfa em seu reino – visto que ela é prenúncio de uma série de acontecimentos trágicos que irão se abater sobre seu lar: logo na cena de abertura, Míriel sonha com uma gigantesca onda que varre as sólidas estruturas do reino e parece apagar o que décadas de linhagens humanas levaram para construir. Não é por qualquer razão, pois, que ela deseja a partida de Galadriel o mais rápido possível.

Mas se livrar de um problema tão grande quanto esse não é um trabalho fácil – afinal, a elfa tem uma missão e irá cumpri-la, com ou sem ajuda. Ora, ela até desafia a autoridade da rainha para conversar com um fragilizado rei que nem ao menos se lembra do próprio nome. E, como era de se esperar, Galadriel se transforma em um arauto de esperança que tenta conquistar o coração daqueles que a desprezam, conseguindo, eventualmente (e acompanhada de uma sensação agourenta que se abate sobre Númenor), fazer com que a própria Míriel a acompanhe de volta para Lindon e descubra como ultrapassar seus obstáculos de uma vez por todas.

A quarta iteração da série dá menos ares de filler como o da semana passada e desenvolve boa parte das histórias, ainda que o ritmo ainda seja um problema dentro da macro-configuração encabeçada por J.D. Payne e Patrick McKay. Seguindo uma formulação parecida com a da semana passada, uma das várias subtramas é deixada de lado para que as outras ganhem mais corpo – e a escolhida da vez foi a de Nori (Markella Kavenagh) e o misterioso homem que caiu do céu. De fato, deixar espaço para enredos diferentes falarem mais alto é uma escolha interessante e bastante funcional, permitindo que o enredo leve seu tempo para desenrolar, sem precipitações não fundamentadas e conclusões sem sentido. Aqui, Payne, McKay e Stephany Folsom, responsáveis pelo roteiro, transferem os holofotes de volta para Theo (Tyroe Muhafidin) e Bronwyn (Nazanin Boniadi) e os corolários de terem fugido de seu vilarejo depois do ataque dos orcs.

É notável como o episódio procura ao máximo balancear as cenas de diálogo e as reviravoltas da trama, contribuindo para que fiquemos instigados e voltemos na próxima semana para mais incursões divertidas no panteão da Terra-Média. Enquanto Theo, Bronwyn e a presença pontual de Arondir (Ismael Cruz Córdova) servem como ponto de ação, Galadriel e Míriel pendem mais para o lado dramático; completando o triângulo estilístico, temos as ótimas cenas entre o príncipe Durin (Owain Arthur) e Elrond (Robert Aramayo), cuja amizade nada ortodoxa é uma das melhores coisas da produção até agora. Aqui, eles continuam a deflagrar suas personalidades conflitantes à medida que discorrem sobre um dos objetos mais conhecidos da mitologia tolkieniana – o mithril, poderoso metal que já foi mencionado diversas vezes no cosmos de O Senhor dos Anéis (e que deve ter papel essencial para os acontecimentos futuros).

Talvez a maior decepção do episódio seja a falta de cuidado para, de fato, apresenta Adar (Joseph Mawle). No capítulo anterior, sua presença foi prometida com tanto fervor e tanta periculosidade, que esperava-se uma introdução mais imponente. Claro, Mawle faz um bom trabalho em não revelar todas as facetas do personagem, mas não podemos deixar de sentir uma leve frustração pelo deliberado esquecimento – algo que, talvez, seja reparado nas semanas que estão por ver.

Com a condução certeira de Wayne Che Yip, o quarto capítulo de ‘Os Anéis de Poder’ volta a nos trazer elementos do épico fantástico, mas ainda assim não da mesma maneira que os filmes de Peter Jackson – mas não entenda isso como um problema; pelo contrário, as investidas mais dramáticas auxiliam a desenvolver a personalidade dos personagens, livrando-os de um maniqueísmo cansativo e nos preparando, gradativamente, para o que pode ser uma grande batalha e um memorável season finale.

‘Fate: A Saga Winx’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Fate: A Saga Winx’ finalmente chegou à Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 16 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Confira teaser que introduz Paulina Chávez como Flora.

Para quem não sabe, Flora Fernández é uma grande amiga de Bloom na animação original e é a fada guardiã da natureza.

Também se juntam ao elenco Brandon Grace como Grey e Éanna Hardwicke como Sebastian.

Criada por Brian Young, a série é baseada na animação ‘O Clube das Winx‘.

A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.

O elenco conta Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra), Elisha Applebaum (Musa), Sadie Soverall (Beatrix), Freddie Thorp (Riven), Danny Griffin (Sky), Theo Graham (Dane) e Jacob Dudman (Sam).

‘Dahmer’: Evan Peters vive um perigoso serial killer no trailer OFICIAL da nova série de Ryan Murphy

Através do Twitter, o criador Ryan Muprhy divulgou o trailer completo da minissérie ‘Monstro: A História de Jeffrey Dahmer‘, que traz o ator Evan Peters (‘American Horror Story’) interpretando o infame serial killer.

A produção tem estreia marcada para o dia 21 de setembro.

Confira o teaser:

A produção contará a história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.

A série mostrará um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.

O elenco ainda conta com Niecy NashPenelope Ann Miller, Shaun J. BrownColin Ford Richard Jenkins.

A minissérie é composta por 10 episódios.

Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.

‘Star Wars: Andor’ é descrita como ESSENCIAL e a MELHOR produção da saga na era Disney; Confira as primeiras reações!

Com uma trama voltada ao gênero de guerra, espionagem e ação, a série ‘Star Wars: Andor’ vai explorar como o personagem de Diego Luna se tornou um agente contra o Império nos primeiros anos de formação da Aliança Rebelde.

Ambientada antes dos eventos de ‘Rogue One‘, a atração estreia no próximo dia 21 e promete ser diferente de qualquer outra série inspirada na franquia.

Pelo menos é o que garantem os jornalistas que já assistiram aos primeiros episódios.

Além disso, a trama recebeu diversos elogios por conta do desenvolvimento dos personagens e por trazer elementos essenciais que ajudam a expandir e solidificar o universo criado por George Lucas.

Inclusive, alguns classificaram ‘Star Wars: Andor’ como a melhor produção da saga na era Disney.

Confira as reações:

“Um ou dois meses atrás eu assisti os quatro primeiros episódios de ‘Star Wars: Andor‘ e é incrível. Design de produção de qualidade, mundos vívidos, locais de aparência real e personagens que parecem pessoas reais. É o melhor ‘Star Warsda era Disney até agora e muito necessário para a franquia!”

“Cassian #Andor é um tipo muito, muito diferente de protagonista de Star Wars‘. Imprevisível. Vigarista. Mentiroso. E isso torna a série ainda melhor. Diego Luna e Stellan Skarsgård dão um show sempre que estão juntos na tela.”

“Eu assisti 4 episódios de #Andor e estou adorando sua abordagem mais simples. É diferente das outras séries, com menos humor. Funciona mais como um drama policial do que uma ópera espacial. Eu adorei como ela destaca os líderes de nível mais baixo do Império, pois revela uma aliança rebelde se formando lentamente.”

“Assisti aos primeiros 4 episódios de #Andor e é uma grande vitória para mim. Estou muito impressionado com a história, preenchida por personagens moralmente ambíguos. Definitivamente, há alguns momentos *Leo DiCaprio apontando para a TV*. Resumindo, é fundamentada, lindamente filmada e mal posso esperar por mais.”

#Andor é #StarWars das melhores maneiras que se possa descrever, e também é algo completamente diferente das melhores maneiras também. É raro que uma franquia tão conhecida entregue algo que pareça novo, mas acho que essa série consegue.”

#Andor é AQUELA série de ‘Star Wars‘! Uma história de espionagem deliberadamente ritmada, em camadas. É mais focada no desenvolvimento de personagens do que em qualquer sequência de ação precipitada. Pode ser muito diferente para alguns, mas estou adorando a mudança de ritmo, tom e sensação. É diferente de tudo que já vi em ‘Star Wars‘.”

#Andor é um experimento ousado. É o primeiro drama de queima lenta na #StarWars, e definitivamente demora alguns episódios para engatar, mas quando engata, é muito gratificante. É incrivelmente sutil e com um tom diferente de tudo que veio antes nesta franquia, incluindo #RogueOne.”

“‘Andor‘ é definitivamente influenciada por nossos próprios eventos políticos. O Império está em seus primeiros dias e ainda há turbulência entre os membros. Isso é a parte mais intrigante desta pré-sequência. Podemos ver como eles se tornam tão maus.”

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Justiceiras’: Comédia ácida com Maya Hawke e Camila Mendes estreia na Netflix!

Justiceiras‘ (Do Revenge), nova comédia ácida estrelada por Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Camila Mendes (‘Riverdale’), já chegou à Netflix.

O longa foi lançado na plataforma de streaming hoje, 16 de setembro.

Depois de um encontro clandestino, Drea (Mendes) e Eleanor (Hawke) unem forças para se vingar contra valentões que a atormentam. Justiceiras é uma comédia ácida com toques de Hitchcock que traz as protagonistas mais assustadoras de todos os tempos: adolescentes.

Relembre o trailer:

A produção é dirigida por Jennifer Kaytin Robinson, que também assina o roteiro ao lado de Celeste Ballard.

Austin Abrams, Rish Shah, Talia Ryder, Ava Capri, Jonathan Daviss, Maia Reficco, Paris Berelc, Alisha Boe e Sophie Turner completam o elenco.

Este HaimAmanda Yamate ficam responsáveis pela trilha sonora.

‘The Winchesters’: Conheça Mary Campbell no novo teaser OFICIAL da série!

The CW divulgou recentemente um novo teaser oficial de The Winchesters, série derivada de Supernatural.

O breve vídeo nos apresenta a versão mais jovem de Mary Campbell (Meg Donnelly), mãe de Dean e Sam Winchester.

Lembrando que a série estreia no dia 11 de outubro.

Confira:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

‘Stargirl’: Courtney pede ajuda na promo oficial do episódio 03×04; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 4º episódio da 3ª temporada de ‘Stargirl‘, estrelada por Brec Bassinger.

Intitulado “The Evidence”, a trama nos leva de volta à cena do crime do episódio anterior. Na sinopse oficial, “depois que um dos planos de Sylvester tem um resultado inesperado, Pat liga para um antigo amigo para pedir ajuda. Enquanto isso, Beth descobre um novo suspeito em sua investigação criminal, e Courtney contata Cameron”.

O capítulo vai ao ar no dia 21 de setembro.

Confira:

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker e Hunter Sansone.

Seth Green fará parte do novo ciclo como Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan.

‘New Amsterdam’: 5ª e última temporada ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

A 5ª e última temporada da série médica ‘New Amsterdam‘ ganhou seu primeiro teaser oficial.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 20 de setembro.

Confira:

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘I Wanna Dance With Somebody’: Cinebiografia sobre Whitney Houston ganha trailers DUBLADO e LEGENDADO!

Sony Pictures Brasil divulgou os trailers dublado e legendado de ‘I Wanna Dance With Somebody’, cinebiografia sobre a lendária cantora Whitney Houston.

O longa é estrelado por Naomi Ackie.

Confira:

Ackie já ganhou um BAFTA por seu papel como Bonnie na 2ª temporada de ‘The End Of The F***Ing World’. Ela também ganhou o British Independent Film Award como a estreante mais promissora em 2017 por sua atuação como Anna em ‘Lady Macbeth’.

Em 2019, a estrela deu vida à personagem Jannah em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

Através de um comunicado divulgado em 2020, a diretora Stella Meghie (‘A Fotografia’) comemorou a escolha de Ackie e elogiou sua performance durante os testes.

“Passamos a maior parte do ano passado em uma busca exaustiva por uma atriz que pudesse encarnar Whitney Houston. Naomi Ackie nos impressionou em todas as fases do processo. Fiquei comovida com sua capacidade de capturar a presença de palco de um ícone global, trazendo humanidade para sua vida pessoal.”

Lembrando que a reprodução da conturbada história da cantora foi aprovada por sua própria família e vai incluir grande parte do seu repertório, como as canções I Will Always Love You”, “Greatest Love Of All”, “I Look To You” e a titular“I Wanna Dance With Somebody”.

O roteiro é assinado pelo indicado ao Oscar Anthony McCarten, responsável pelos aclamados ‘O Destino de Uma Nação‘, ‘A Teoria de Tudo‘ e ‘Dois Papas‘.

A cinebiografia será co-produzida por Pat Houston, cunhada de Whitney, bem como por Clive Davis (produtor musical que descobriu a cantora), McCarten e Lary Mestel e Denis O’Sullivan, da Primary Wave.

‘I Wanna Dance With Somebody’ é descrito como uma “celebração alegre, emocional e comovente da vida e da música da maior cantora pop de R&B de todos os tempos, acompanhando sua jornada da obscuridade ao estrelato musical. À medida que em será um relato muito franco sobre o preço que o superestrelato lhe exigiu, a biografia será também uma saga rica e complexa da busca pelo casamento perfeito entre a música, a artista e o seu público e, ao mesmo tempo, a história comovente de uma simples garota de Jersey tentando encontrar o caminho de volta para casa “.

Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Frequentemente chamada de The Voice (A Voz), a cantora sempre foi comparada a grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley. Houston está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da revista Rolling Stone.

A cantora possui sete álbuns de estúdio, quatro trilhas sonoras e cinco coletâneas. Vencedora de sete Grammy Awards, Houston viu sua carreira definhar em virtude do alto consumo de cocaína.

A artista veio a falecer em 2012, em uma banheira de um hotel, em virtude de uma aterosclerose, que causou uma iminente falta de oxigenação para o cérebro e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia – o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.