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Novo ‘Transformers’ já tem data para estrear nos cinemas do brasil

Transformers: O Despertar das Feras‘ (Transformers – Rise of the beasts), novo filme da franquia bilionária, já tem data para chegar nos cinemas nacionais.

A Paramount Pictures agendou o filme para o dia 8 de Junho de 2023.

O filme teve seu primeiro banner divulgado recentemente no evento Ignite da Hasbro para investidores. A imagem mostra o título do filme em primeiro plano e um antigo símbolo circular ao fundo cercado por vegetação verde, dando à franquia um visual mais primitivo do que antes.

Os símbolos podem sugerir as Feras que aparecerão no filme. Existem representações de figuras que lembram Optimus Primal, Rhinox, Airazor e Scorponok.

Confira a arte, divulgada pelo Movie Web:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers. O filme será dirigido por Steven Caple Jr.

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós esgotamos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Então encontramos um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novidades, se você já viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes.”, explicou o produtor Lorenzo di Bonaventura

As filmagens já foram encerradas no Peru.

Confira a sinopse e fotos:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

Xolo Maridueña revela que vê ‘Besouro Azul’ como um “experimento caro” da DC

Xolo Maridueña, os astro de ‘Besouro Azul‘, explicou por que ele vê o próximo filme do Universo Estendido da DC como um “experimento caro”.

O ator, que também estrela a popular série ‘Cobra Kai‘ da Netflix, deu uma entrevista ao Backstage’s In the Envelope: The Actor’s Podcast e revelou como era atuar ao lado de atores aclamados como Susan Sarandon e George Lopez.

“Você pode ser apenas uma mosca na parede ou testemunhar o ofício deles”, disse Maridueña. “Todas essas pessoas são especiais e são do jeito que são por suas próprias razões. Mas isso me ajudou a descobrir como: OK, deixe-me, deixe-me tentar experimentar. É um pouco assustador fazer experiências em um filme que custou US$ 100 milhões. É uma experiência muito cara, mas para ser honesto, nós fizemos isso com certeza. E, você sabe, espero que esta entrevista não voltar para me morder na bunda. Mas eu honestamente tenho 100% de confiança de que fizemos isso.”

Bruna Marquezine, que representa os brasileiros entrando para o Universo DC, disse para a revista Quem que o longa exigiu muito dela, até pela atriz ter tido que atuar em uma língua que não estava acostumada a falar.

“Foi uma experiência que exigiu muito de mim em aspectos que, até então, eu nunca tinha vivenciado. O fato de interpretar em uma outra língua é um grande desafio, porque eu sinto em português”, contou Bruna.

A atriz admitiu que foi muito bom sentir um “frio na barriga” diferente, após ter uma carreira consolidada no Brasil. Disse que fazer Besouro Azul foi uma experiência “emotiva” e “desafiadora“, pois ela se viu mais “solitária” no set, como geralmente não vinha ficando.

“Foi muito bom me sentir, de novo, tão vulnerável, insegura, e sentir tanto frio na barriga. Sempre sinto frio na barriga, mas dessa vez eu estava definitivamente num lugar… E muito mais solitária também, então foi uma experiência muito emotiva e desafiadora, mas muito bonita. Foi muito bom poder sentir tudo isso”, conclui.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

Topa conhecer Zack Snyder? Netflix vai levar os fãs aos set do seu novo filme, ‘Rebel Moon’

Para a alegria e delírio dos fãs, a Netflix está promovendo um concurso, onde dez fãs sortudos terão a oportunidade de mergulhar na mais nova aventura galáxia de Zack Snyder, em Los Angeles.

Caso você queira participar do concurso, acesse o site Rebel Moon Contest. Logo depois leia as regras necessárias para poder participar. Logo após, basta enviar uma ideia original sobre um alienígena, criatura ou personagem mecanizado de acordo que possa se encaixar em ‘Rebel Moon‘.

Confira o vídeo do anúncio:

Vale ressaltar que o vencedor do Oscar, Justin Raleigh, designer de efeitos especiais de ‘Rebel Moon’, selecionará 40 projetos como finalistas. Assim sendo, os fãs votarão para formar o top 10 final.

Os dez finalistas visitarão o set de Snyder. E, o grande vencedor, além de visitar o set de filmagem, ganhará uma tour privada pelo estúdio com Raleigh, para ver alguns dos trabalhos do designer no novo filme.

Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

A trama gira em torno de uma colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.

“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.

A estreia deve acontecer em 2023.

Xolo Maridueña, o astro de ‘Besouro Azul’, fala sobre o CANCELAMENTO de ‘Batgirl’

Xolo Maridueña, o astro de ‘Besouro Azul‘, falou em entrevista ao CBR sobre o cancelamento repentino de ‘Batgirl‘.

“Obviamente afetou a gente. Mas eu acredito que tudo o que tinha para ser falado, já foi. Os diretores e Leslie disseram tudo o que tinha que ser dito.”, afirmou.

Segundo o The Hollywood Reporter‘Besouro Azul’ ainda está agendado para chegar aos cinemas em 18 agosto de 2023.

Diferente do que vários fãs pensavam – ainda mais considerando a onda de cancelamentos promovida pelo grupo da Warner Bros. Discovery, que descartou o longa-metragem focado em Batgirl -, é bem provável que o longa-metragem estrelado por Xolo MaridueñaBruna Marquezine não sofra do mesmo destino.

Os fãs da DC continuam lamentando o cancelamento de ‘Batgirl‘ depois que a Warner Bros. Discovery iniciou uma estratégia para reformular as adaptações baseadas na clássica editora de quadrinhos.

Isso porque as gravações do longa já estavam finalizadas e em processo de pós-produção para um possível lançamento no final de 2022.

Além disso, o longa traria bastante representatividade à comunidade latina ao trazer Leslie Grace (‘Em um Bairro de Nova York’) como uma protagonista.

E a adição de Brendan Fraser (‘A Múmia’) como vilão também era um dos grandes motivos pela expectativa por trás do filme, sem mencionar o retorno de Michael Keaton como Batman.

Esta semana, os próprios diretores, Adil El Arbi e Bilall Fallah, alegaram que o longa foi apagado dos registros do estúdio, impossibilitando que as cenas gravadas fossem salvas.

No entanto, o The Hollywood Reporter divulgou que uma exibição privada será realizada nos estúdios da Warner Bros. Discovery.

Foi dito que apenas o elenco, a equipe e seus amigos e familiares terão acesso à “exibição fúnebre”, como é descrita nos bastidores, antes dos arquivos serem trancados em um cofre, físico ou digital.

A exibição foi planejada para que todos os envolvidos que derramaram seu sangue, suor e lágrimas pelo projeto possam ter a chance de celebrar o que fizeram.

Marcada para esta semana, a sessão pode ser a única vez em que o filme será exibido, pois é muito improvável que a pressão do público convença os executivos do estúdio a revogarem o cancelamento, considerando que a decisão foi tomada para cortar impostos.

Anteriormente, El Arbi e Fallah conversaram com o Skript e agradeceram ao apoio dos fãs dizendo que não vão desistir do lançamento do filme, mas compreendem que só conseguiriam tal feito com a ajuda financeira da Warner Bros. Discovery.

“‘Batgirl não pode ser lançado em seu estado atual… Antes de ser lançado um dia, ainda haveria muito trabalho a fazer. Assim como o ‘Snyder Cut‘. Não há efeitos visuais, e ainda temos que filmar algumas cenas. Então, se a Warner Bros. Discovery quisesse que lançássemos o filme, eles teriam que nos dar meios para terminá-lo de forma adequada e com a nossa visão”, disse El Arbi.

Fallah acrescentou:

“Foi muito reconfortante ver todo o apoio dos fãs no Twitter, e até mesmo de grandes diretores Edgar Wright e James Gunn, que nos enviaram mensagens.”

Por fim, El Arbi argumentou:

“Nós fazemos filmes para o público, não para nós. Nós apenas esperamos que um dia o filme seja lançado, em respeito ao elenco e à equipe. Somos uma pequena família.”

Confira:

Além dos astros mencionados, o elenco da adaptação ainda contaria com J.K. Simmons, Jacob Scipio, Ivory Aquino, Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

De ‘Mulher-Maravilha’ a ‘Segundas Intenções’ | As Séries baseadas em filmes que NUNCA foram lançadas

Vivemos uma era áurea para o audiovisual. Produções voltadas ao entretenimento são mais populares do que nunca. Parte dessa receita de sucesso vem da conversa harmoniosa que o cinema possui hoje com a TV. Antes, mídias distintas e rivais, as duas se unem com a chegada da internet, misturando tudo num caldeirão de possibilidades infinitas. A prova disso é a via de mão dupla de ideias, artistas e produções que transitam da TV para o cinema e vice versa. Seriados como Game of Thrones mostraram que a TV atual não tem nada de pequena, e pode ser inclusive muito maior do que grande parte dos filmes para o cinema.

As mídias se homenageiam, e se no passado tínhamos adaptações de famosos seriados para as telonas (segmento que continua operacional e lucrativo), agora a telinha retribui o carinho adaptando no seu formato obras cinematográficas, vide Westworld e Stranger Things (grande homenagem aos filmes dos anos 1980). Pensando nisso, baseado numa matéria de nossos colegas do Digital Spy, formulamos uma nova lista. Pegando essa ideia e mostrando que nem sempre essa junção funciona bem, reunimos algumas séries de TV baseadas em filmes cultuados, cuja vida foi tão curta que nem chegaram a ser produzidas. Muitas delas você provavelmente nem ouviu falar. Então, não anote no caderninho e tente achar essas preciosidades online (as que existirem) por sua própria conta e risco.

Fargo (1996)

Peraí, você diz. A série Fargo existe e é uma das grandes vencedoras de prêmios voltados para a TV (vide Globo de Ouro e Emmy) desde seu lançamento. Calma, jovem. Antes do seriado de antologia, produzido pelos próprios irmãos Coen, e lançado em 2014 (este ano está aparecendo muito por aqui, não?), um programa de TV baseado no filme indicado ao Oscar foi produzido. Ou quase. Logo no ano seguinte, em 1997, um piloto foi gravado e trazia os mesmos personagens do longa. Edie Falco (antes da estreia de Família Soprano) viveu a xerife Marge Gunderson, papel pelo qual Frances McDormand levou seu Oscar de melhor atriz, e Bruce Bohne reprisava seu papel do policial Lou. Os irmãos Coen, porém, não tiveram nada com a produção. Curiosamente, o episódio piloto teve direção da atriz vencedora do Oscar, Kathy Bates (Louca Obsessão). Assista abaixo o episódio:

Hellraiser – Renascido do Inferno (1987)

Há anos menções sobre uma nova roupagem para o clássico do terror de Clive Barker enchem os corações dos fãs de empolgação. Mas o dia de reviver uma das obras mais interessantes do gênero parece nunca chegar. Em 2012, a produtora Sonar Television anunciou seus planos de levar a obra de Barker para as telinhas, com a promessa inclusive de que atores dos filmes originais iriam voltar. Hellraiser é uma franquia cujos três primeiros filmes são os únicos que verdadeiramente prestam, mesmo assim decaindo de qualidade a cada episódio da trilogia.

Depois disso, inúmeras sequências foram produzidas direto para o mercado de vídeo. Stewart Till, o presidente da Sonar Television chegou a dar declarações sobre a excelência da suposta série, alegando que o abismo entre uma grande série e uma apenas ok estava cada vez maior – obviamente, sua aspiração era pela primeira categoria. Até hoje o piloto nunca chegou a ser rodado, e Clive Barker, sabiamente, se manteve bem longe de tudo em relação a série. Barker planeja uma versão cinematográfica que esquecerá todas as continuações e seguirá de onde seu filme de 1987 parou.

Um Tira da Pesada (1984)

Muita gente não sabe, mas o filme Um Tira da Pesada inicialmente foi pensado como um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Uma vez que Sly desistiu do projeto, optando logo depois por Cobra (1986), um dos maiores prazeres culposos da VIDA, a produção recebeu tintas de comédia e sátira, caindo no colo de Eddie Murphy e se tornando o primeiro, e um dos maiores sucessos da carreira do humorista. Duas continuações depois (a segunda, bem execrada), e Axel Foley parecia aposentado de vez. Mas hei que 20 anos depois o policial engraçadinho, nas formas de Murphy, ressurge para o piloto de uma série. E esse foi o grande problema, segundo o próprio.

A série de Beverly Hills Cop, título original do filme, seria centrada no filho de Foley, Aaron, interpretado por Brandon T. Jackson (Trovão Tropical), e Murphy fez apenas uma aparição no episódio piloto. Quando os produtores assistiram ao primeiro episódio, ficaram mais do que empolgados com a aparição do veterano comediante, desejando o ator como personagem recorrente da série. Murphy cordialmente recusou, devido a sua agenda (sério mesmo? O que ele têm feito ultimamente?). Dessa forma, Um Tira da Pesada, a série, ficou só no primeiro episódio – surpreendentemente dirigido por Barry Sonnenfeld (da trilogia Homens de Preto).

Segundas Intenções (1999)

Produção jovem adorada pela geração anos 1990, o que muitos não sabem provavelmente é que Segunda Intenções foi livremente inspirado no clássico da literatura Ligações Perigosas, produzido incansavelmente por diversas mídias, como filmes e teatro – sendo uma das mais conhecidas, um filme homônimo de 1988, com Michelle Pfeiffer. Apesar do status de culto, Segundas Intenções não foi, por assim dizer, um grande sucesso de público ou crítica. O longa gerou duas continuações, de 2000 e 2004, sendo a primeira dirigida pelo mesmo Roger Kumble do original e protagonizada por Amy Adams, atriz 5 vezes indicada ao Oscar.

Ano passado, uma série que iria funcionar como continuação do longa de 1999 (e não como um reboot da história) quase vingou. Um episódio piloto chegou a ser rodado, escrito e dirigido pelo próprio Kumble e com Sarah Michelle Gellar reprisando o papel da beijoqueira Kathryn Merteuil do filme, dezoito anos depois, agora com quase 40. Reese Wtiherspoon, por outro lado, se manteve distante do projeto, e sua personagem foi interpretada por Kate Levering, a Kim Kaswell da série Drop Dead Diva (2009 – 2014). A trama centraria nas manipulações da personagem de Gellar, em especial em relação ao sobrinho Bash, enquanto tentava ganhar controle da empresa da família, a Valmont International. A atriz chegou a publicar uma foto como a personagem em uma banheira, nas redes sociais – que você pode conferir abaixo. Uma pena. Mas queremos ver este piloto!

 

Um Dia a Casa Cai (The Money Pit, 1986)

Clássico da Sessão da Tarde da minha geração, este filme tem produção de ninguém menos que Steven Spielberg e sua Amblin Entertainment (produtora do diretor). Curiosamente, ninguém mais fala na comédia hoje em dia. É bem verdade que o filme não é um dos mais memoráveis nas carreiras do diretor e dos protagonistas Tom Hanks e Shelley Long (então recém-saída do sucesso televisivo Cheers – 1982 a 1993). A trama fala sobre um casal recém-casado e as desventuras que passam para reformar sua grande casa nova. Tentando dar novos ares para a ideia, a rede NBC começou a desenvolver a série baseada no longa, com roteiro escrito por Justin Spitzer (The Office) e produção da Amblin TV, do mesmo Spielberg. Um piloto estava pronto para começar a ser rodado em 2014, mas devido a problemas com o elenco, precisou ser freado. Três anos depois e a série continua estagnada.

Advogado do Diabo (1997)

Cult por excelência, este suspense com doses sobrenaturais dividiu público e críticos na época de seu lançamento, justamente por não se decidir entre um caminho plausível ou um terror com elementos fantásticos. Seja como for, hoje a produção é venerada como obra cult por novas gerações. Ei, temos muita coisa boa para tirar daqui. Primeiro, Al Pacino tomado na maldade e na surtação máxima. Segundo, um dos primeiros papéis de destaque da musa Charlize Theron, que já demonstrava talento. Terceiro, uma Connie Nielsen igualmente inspirada, deliciosamente sedutora e maléfica. Em 2014, a mesma NBC ordenou um piloto da série que seria baseada no filme dirigido por Taylor Hackford (Ray), e escrita por Matt Venne, roteirista de continuações de terror dispensáveis, vide Luzes do Além (2007), Espelhos do Medo 2 (2010) e A Hora do Espanto 2 (2013). As filmagens, no entanto, nem chegaram a ocorrer. Talvez tenham olhado para o roteiro. Seria o caso de contratar alguém mais talentoso.

BÔNUS:

Geração X (1996)

Muito antes desta onda de produções do subgênero dos super-heróis que assola o mundo, seja na TV ou no cinema, tais ideias amargavam completo ostracismo na década de 1990. Um dos casos mais notórios ocorreu com Geração X, piloto que pretendia levar os mutantes (secundários) da Marvel para as telinhas semanalmente. Antes de X-Men (2000) dar o pontapé em um subgênero que não tem hora para acabar, personagens do time B do mesmo universo visavam um lugar ao sol.

O episódio inicial de 1h30min de duração chegou a ser lançado no Brasil e no mundo como um filme feito para a TV. Eu tive a oportunidade (e o desprazer) de assistir a esta pérola na época e compreender um pouco o motivo pelo qual os investidores pularam fora. Na trama, Emma Frost (Finola Hughes) e Banshee (Jeremy Ratchford) faziam às vezes do Professor Xavier no comando da escola e dos jovens mutantes. Entre os alunos, Jubileu (Heather McComb) era uma das protagonistas. Nada de Wolverine, Mística ou Magneto. Uma curiosidade é que a mesma locação usada para a mansão dos mutantes, depois foi reaproveitada nos longas para o cinema. E dizem que nada de bom se aproveitou de Geração X

Mulher-Maravilha (2011)

Mulher Maravilha foi um dos maiores sucessos desta primeira metade do ano e a salvação da DC no cinema. No entanto, antes do fenômeno mundial, a personagem amargava um fracasso nas telinhas. Seguindo os passos da série protagonizada pela estonteante Linda Carter (que durou de 1975 a 1979), a heroína ensaiou retorno em 2011, nas formas da azarada Adrianne Palicki (G.I. Joe – Retaliação). Usando calças, ao invés do short ou saia, o traje da heroína era pior do que um cospobre. Além disso, trazia uma versão mais descolada de Diana Prince, inserida no mundo moderno como empresária, dona de uma grande corporação. Algo parecido com o que foi conquistado em Supergirl, com Kara inserida num mercado de trabalho crível. As imagens de Palicki uniformizada estão espalhadas pela rede. Já o episódio piloto, talvez você precise de sorte para encontrar.

Mark Ruffalo entra no clima de ‘Mulher-Hulk’ e cai no rebolado de Megan Thee Stallion

Mark Ruffalo, brincalhão como sempre, entrou na onda da dancinha de ‘Mulher-Hulk‘. O ator zoou com uma das cenas pós-créditos da série da Marvel no Disney+, que traz a heroína titular rebolando até o chão com a rapper Megan Thee Stallion, e mostrou os próprios dotes na dança.

Ruffalo, no Twiiter, falou que faz o Hulk original, compartilhou um vídeo de si mesmo dançando, ao som da rapper: “Eu entrei no MCU, mas parece que meu teste para o Megan Cinematic Universe ainda está sob consideração. Como me saí?”.

Megan foi uma das participações especiais no terceiro episódio da série, exibido na última quinta (1º). A cantora interpretou a si mesma, acompanhando um julgamento bizarro envolvendo uma personagem metamorfa, que se passava pela rapper.

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ será lançado no dia 08 de setembro.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Confira uma prévia INÉDITA da trilha sonora do reboot de ‘Hellraiser’

O Collider divulgou uma prévia inédita da trilha sonora do reboot de ‘Hellraiser‘, que foi composta por Ben Lovett (‘O Ritual’, ‘A Casa Sombria’).

Confira, com as imagens oficiais:

Dirigido por David Bruckner (‘O Ritual’), o longa irá estrear no serviço de streaming do Hulu no dia 7 de outubro.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Vale lembrar que o reboot recebeu alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPA por “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem, conteúdo sexual e breve nudez gráfica”.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

Rob Delaney, de ‘Deadpool 2’, se junta ao elenco da 6ª temporada de ‘Black Mirror’

De acordo com o Deadline, Rob Delaney (‘Deadpool 2’) se juntou ao elenco da 6ª temporada da série antológica ‘Black Mirror‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco do próximo ciclo ainda contará com Zazie Beetz, Paapa Essiedu, Josh Hartnett, Aaron Paul, Kate Mara, Danny Ramirez, Rory Culkin, Myha’la Herrold, Clara Rugaard, Auden Thornton e Anjana Vasan.

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano deve ter mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Até o momento, não há detalhes sobre quais histórias, cineastas e artistas estarão por trás da nova temporada, mas a confirmação já é uma baita surpresa para os fãs.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Foi dito que Brooker e Jones finalmente conseguiram transferir os direitos da franquia em uma parceria sem precedentes com a Netflix, dando à plataforma de streaming a oportunidade de criar novas histórias para o programa.

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Reinado de Rhaenyra é ameaçado no trailer LEGENDADO do 3º episódio de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A HBO divulgou o trailer legendado do terceiro episódio de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon), série derivada da aclamada ‘Game of Thrones‘.

Confira:

Intitulado Second of His Name, o próximo episódio irá ao ar no dia 4 de setembro.

A série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue‘, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

A trama se passa 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, e 172 anos antes do nascimento de Daenerys Targaryen, focando nos conflitos e na queda da Casa Targaryen.

O elenco conta com Paddy Considine, Matt Smith, Emma D’Arcy, Milly Alcock, Olivia Cooke, Emily Carey, Rhys Ifans, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel e Graham McTavish.

Os 58 anos de Keanu Reeves – Relembre a QUERIDA Franquia ‘Bill & Ted’ no cinema e TV

O ator Keanu Reeves viu sua carreira reascender recentemente, graças a um fenômeno moderno: os memes da internet providos pelos milênios. Reeves se tornou um astro ainda na década de 1990, graças a filmes de ação repletos de adrenalina, como Caçadores de Emoção (1991) e Velocidade Máxima (1994). Como todos os profissionais desta área, ele também viveu seus baixos, com escorregadas no período (Johnny Mnemonic e Reação em Cadeia), mas receberia uma segunda onda de popularidade – esta ainda maior – com a franquia Matrix (1999 e 2003).

Este novo auge em sua carreira se deve em especial a esta realidade tecnológica na qual estamos inseridos. Hoje, existe uma grande proximidade entre as estrelas de Hollywood e o público, que as segue de perto através das redes sociais. No mundo politicamente correto de hoje, onde julgamentos são fervorosos, qualquer deslize pode ser imperdoável. Keanu, por outro lado, se tornou uma personalidade acima de qualquer suspeita, altruísta, simples e sofrido por tragédias pessoais. Nem precisa dizer que foi catapultado ao status de crush por esta nova geração que abraça o bom moço e rechaça o bad boy. Os memes do Sad Keanu – que come sozinho na praça e anda de metrô – viraram sensação. As pessoas começaram a conhecer um pouco mais quem era este ator reservado.

Nesta mesma época, Reeves estrelou De Volta ao Jogo (2014), primeiro capítulo na saga do assassino John Wick – que se tornou o mais recente sucesso estrondoso do astro. O longa ganhou duas continuações (em 2017 e 2019) e mais uma é prometida para 2022, e logo Keanu estava de volta ao jogo, com aparições em filmes cult e até mesmo em produções adoradas da Netflix por esta geração… bem, Netflix. Isso sem falar em sua dublagem em Toy Story 4 (2019), aparição em Bob Esponja: O Incrível Resgate (2020) e o vindouro Matrix 4 (2021). O ator parece estar em todo lugar, e nesta época de reviver o passado em que estamos, nada mais natural do que Keanu ter voltado à sua primeira franquia de sucesso, mesmo que seja um sucesso cult: Bill &Ted.

Bill & Ted: Encare a Música, terceira e tardia produção para o cinema com os personagens amalucados, teve o lançamento no fim agosto de 2020 – em meio a pandemia do coronavírus e talvez não tenha tido a atenção que merecia. Aproveitando o aniversário do astro Keanu Reeves, que completa hoje 58 anos de vida, o CinePOP resolveu recapitular para você todas as obras desta franquia, que talvez nem todos conheçam bem. Vem com a gente nesta viagem pelo tempo.

Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica (1989)

Tudo começou no fim dos anos 1980 – época que acolheu diversas produções sobre amigos adolescentes se metendo em muitas encrencas – algumas inclusive fantásticas e sobrenaturais, como é o caso desta. Também era propício da época dois elementos que são os pilares dos personagens principais Bill e Ted: jovens aficionados por rock ‘n roll, e não muito espertos. Neste segundo item, vale dizer também que este estereótipo do jovem desmiolado, quase sempre vinha atrelado ao seu carisma, que mesmo sem muita inteligência era o suficiente para conquistar todos ao redor e superar os problemas e desafios. Sua simpatia também criava moda, estilo de se vestir e frases de efeito – as daqui sendo “dude”, “excellent” e “bogus” para algo ruim.

Pode-se dizer que esta persona representada no filme serviu ainda para duplas famosas como Wayne e Garth de Quanto Mais Idiota Melhor (Wayne’s World) e a animação Beavis e Butt-Head, entre outros. Ambos igualmente dividiam a paixão pelo rock, também vista no sucesso dos anos 1980, De Volta para o Futuro (1985). Este guardando, inclusive, outra semelhança com Bill & Ted, a viagem no tempo. Marty McFly (Michael J. Fox) tinha como principal preocupação em sua vida adolescente ganhar um concurso de bandas e iniciar uma carreira na música. Sonho que move, igualmente, a dupla protagonista aqui.

Na trama, Bill (Alex Winter) e Ted (Keanu Reeves) são dois jovens que querem ser roqueiros famosos, mas antes precisam passar de ano no colégio. Caso sejam reprovados, caminho que percorrem rápido, serão separados, já que o pai severo de Bill irá alistá-lo no colégio militar. É então que uma ajuda mágica chega ao resgate da dupla. Rufus (George Carlin), um visitante do futuro, chega para ajudá-los a passar nas provas. Segundo o sujeito, é sua permanência juntos o motivo da paz do mundo no futuro. Este viajante do tempo empresta sua máquina, uma cabine telefônica, para que a dupla possa se transportar para qualquer época e aprender sobre história. Assim, Bill & Ted vão pulando de década em década, de século em século, através do tempo, vivendo períodos diferentes de nossa civilização e no fim das contas trazendo consigo personalidades como Sócrates, Joana D’Arc, Sigmund Freud, Napoleão, Beethoven, Abraham Lincoln, Billy the Kid, entre outros.

Reeves tinha 22 anos e Alex Winter tinha 21 anos quando começaram a filmar Uma Aventura Fantástica. A dupla foi descoberta pelos produtores na frente de um McDonald’s enquanto interagiam entre si, de forma muito parecida com o que viria a ser a definição de seus personagens. Antes de Reeves e Winter serem contratados, no entanto, atores como Sean Penn e River Phoenix fizeram teste para viver Bill, e Pauly Shore fez teste para ser Ted. Outro personagem que quase teve aparência diferente também foi o tutor da dupla Rufus, já que os produtores estavam decididos a ir atrás de gente graúda como Sean Connery. Muito ambiciosos?

Bill & Ted foi escrito por Chris Matheson e Ed Solomon, que criaram o roteiro à mão em quatro dias. Neste texto original, a máquina do tempo era uma van, mas os envolvidos terminaram achando muito parecido com o carro usado em De Volta para o Futuro (1985) e resolveram optar por uma cabine telefônica – sem se importar (ou saber) que esta “máquina” já estivesse sendo usada na série Doctor Who. A ideia original também mostraria a dupla “pulando” entre eventos trágicos reais, como o Titanic afundando (1912) e o desastre aéreo do dirigível Hindenburg (1937).

Reza a lenda que antes de se tornarem populares personagens de cinema com a garotada, Bill & Ted começaram as carreiras como um ato em comédias stand up, no qual os humoristas que os interpretavam faziam comentários sobre assuntos complexos que não dominavam, tudo sob o ponto de vista dos jovens descerebrados.

Por falar em suas carreiras no cinema, os personagens quase foram lançados direto na TV a cabo. Acontece que a produtora responsável pelo longa, a De Laurentiis, do italiano Dino De Laurentiis, estava pedindo falência antes do lançamento de Bill & Ted, e uma das opções era lança-lo como um filme para a TV a cabo. Por sorte, a Nelson Entertainment comprou e estreou a produção em 17 de fevereiro de 1989 nos cinemas dos EUA. O longa ficou em terceiro lugar nas bilheterias americanas em seu fim de semana de lançamento (que era um feriado), atrás do Oscarizado Rain Man (2º), com Tom Cruise e Dustin Hoffman, e da outra estreia da semana Meus Vizinhos São um Terror (1º), com Tom Hanks. Uma Aventura Fantástica chegava ao Brasil no dia 4 de maio do mesmo ano.

O primeiro Bill & Ted teve o orçamento folgado de US$10 milhões e, com direção de Stephen Herek, de Criaturas (1986) e Os Três Mosqueteiros (1993), viu o retorno de US$40.5 milhões só nos EUA – se tornando assim um sucesso moderado, e um cult graças ao crescente mercado de vídeo. Curiosamente, Keanu Reeves chegou a lamentar ter feito o filme, e não queria ser associado ao papel. Tudo que vai, volta. E agora o ator não poderia se mostrar mais empolgado em reviver o otimista de neurônios a menos Ted.

As Aventuras de Bill & Ted (1990-1991)

Ninguém tinha dúvidas sobre o público-alvo da aventura: os jovens. Assim, antes mesmo da estreia do segundo filme, as crianças e os adolescentes ganhavam um presente logo no ano seguinte de Uma Aventura Fantástica: um desenho animado com seus personagens favoritos. Bill & Ted saíam das telonas diretamente para as telinhas na forma de animação, para expandir ainda mais suas aventuras pelo tempo. E o melhor: dublados pelos mesmos intérpretes originais. Desta forma, Keanu Reeves e Alex Winter voltavam aos personagens, e eram acompanhados por George Carlin como Rufus.

O programa, produzido pela icônica Hanna-Barbera, em parceria com a Orion Television Entertainment, braço de TV da produtora Orion, durou duas temporadas, de 1990 a 1991, num total de 21 episódios. Quem lembrava desta?

Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo (1991)

Completando 30 anos de lançamento em 2021 e gravado no período de 12 semanas, com o orçamento elevado para US$20 milhões, estreava no dia 19 de julho de 1991 a segunda, maior e mais ambiciosa aventura dos amigos desmiolados Bill & Ted. A data corajosa, em pleno verão americano – época dos maiores lançamentos dos estúdios – prova isso. No Brasil, o filme estreava em 13 de setembro do mesmo ano.

O sucesso cult do primeiro garantiu a volta dos personagens que, a esta altura com um filme de sucesso e seu próprio desenho animado, faziam parte do imaginário coletivo da cultura popular norte-americana. Sendo assim, nada mais justo que para esta segunda investida a escala fosse aumentada. Desta vez, Bill & Ted precisam parar um tirano do futuro (papel de Joss Ackland) que está tentando tomar o poder e para isso envia ao passado cópias robôs dos heróis para assassiná-los (interpretados pelos mesmos). E os “exterminadores do futuro” conseguem completar sua missão, mesmo possuindo o intelecto parecido com o dos reais, e tomam seus lugares. Bill & Ted, por outro lado, mortos, vão do inferno ao céu, e voltam à vida tendo derrotado A Morte (papel de William Sadler).

Apesar de ser uma comédia besteirol mirada ao público jovem, o segundo Bill & Ted faz referência a clássicos como O Sétimo Selo (1957), do sueco Ingmar Bergman. Aqui, no entanto, vemos uma morte um pouco diferente do emblemático filme em preto e branco. Outra menção a um clássico ocorre com o filme Neste Mundo e no Outro (1946), quando os personagens chegam ao céu e conversam com Deus, conseguimos ver estátuas do ator David Niven e do diretor do filme, Michael Powell. No filme citado, Niven consegue ludibriar a morte, mas é julgado em um “tribunal celestial”, onde precisa defender sua permanência na Terra. São os roteiristas Chris Matheson e Ed Solomon, que retornaram no texto desta sequência, mostrando que são mais inteligentes do que o filme que criaram. E cinéfilos de carteirinha.

Na cadeira de diretor, uma substituição. Stephen Herek não aceitou o convite para retornar, afirmando já ter feito este filme, e que a sequência seria uma paródia do original – que por si só já era uma paródia. Assim, em seu lugar foi escalado Peter Hewitt (Garfield – O Filme), contratado devido ao curta The Candy Show (1989), seu único trabalho até então.

Dentre as ideias descartadas do roteiro original está o primeiro título que o filme teria, “Bill & Ted Go to Hell”, que de fato é parte da trama. O estúdio não topou por achar que ter a palavra “inferno” no título não desceria bem com grande parte do público. Por falar nisso, sequer a ideia de ver os heróis morrendo agradou os produtores de início, mas os roteiristas bateram o pé quanto a esta porque consideravam uma premissa boa demais para ser modificada.

O primeiro tratamento do roteiro tinha maior conexão com o filme original, fazendo a trama girar em torno de um novo trabalho acadêmico da dupla, desta vez para a aula de Inglês e Literatura. Assim, os heróis visitariam grandes obras do gênero, fazendo parte de sua história e criação, como Romeu e Julieta, Crime e Castigo e Tom Sawyer. Além disso, Rufus (Carlin), o mentor da dupla, seria originalmente o vilão deste segundo filme.

Dois Loucos no Tempo (1991) estreou recuperando metade de seu orçamento, com mais de US$10 milhões só em seu primeiro fim de semana nos EUA, ficando atrás somente do fenômeno O Exterminador do Futuro 2 nas bilheterias em sua estreia. Mesmo assim, a longo prazo, o filme terminou sua estadia nos cinemas americanos rendendo menos que o filme original, com um pouco mais de US$38 milhões em caixa. O que pôs fim nas aventuras da dupla permanentemente. Isso é, por trinta anos pelo menos.

Bill & Ted: Encare a Música (2020)

Com sua estreia em agosto de 2020, a terceira e tardia aventura dos amigos finalmente saiu do papel. Sequências com dez, vinte, trinta ou mais anos são a nova “onda” de Hollywood. De Indiana Jones, Rambo, O Iluminado e Rocky, passando por Blade Runner, Karate Kid e Evil Dead até Wall Street, Tron, Top Gun e Um Príncipe em Nova York, grande parte dos produtos da década de 1980 foram reformulados para a nova geração. Seguindo a tendência, Bill & Ted também saem da geladeira.

Alex Winter, Keanu Reeves e os criadores Chris Matheson e Ed Solomon retornaram para este terceiro longa, o primeiro com os protagonistas já cinquentões. A trama mostra a dupla na meia idade, ambos pais, cada um de uma jovem, ainda tentando emplacar na carreira musical e fazer sucesso. Suas companheiras, as princesas Joanna e Elizabeth (interpretadas aqui por Jayma Mays e Erinn  Hayes respectivamente) também voltaram. Assim como a Morte, novamente vivida por William Sadler. Infelizmente, o ator George Carlin, intérprete de Rufus, o terceiro personagem mais importante desta saga, faleceu em 2008, aos 71 anos.

As filhas dos protagonistas, que igualmente são importantes para a nova trama, receberam as formas de Samara Weaving (Casamento Sangrento) e Brigette Lundy-Paine (O Escândalo). A direção é de Dean Parisot (Heróis Fora de Órbita). O terceiro Bill & Ted obteve sucesso de crítica, com 82% de aprovação da imprensa especializada. Porém, em questão de bilheteria, sofreu com cinemas ainda fechados, arrecadando um pouco mais que US$6 milhões em cofre, mas se mostrando igualmente um dos primeiros a receber lançamento simultâneo em VOD e streaming em meio à crise no mercado audiovisual trazida pela pandemia. E você já conferiu o terceiro filme? Comente.

Confira o trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’

A Disney+ divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict‘ (The Mysterious Benedict Society).

Confira:

O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 26 de outubro.

Baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, a adaptação gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

O elenco conta com Tony Hale, Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer servem como os showrunners.

Crítica | Nanny: Terror psicológico com Michelle Monaghan explora a maternidade, imigração e o fracasso do sonho americano

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Em uma América permeada por imigrantes dos mais diversos, Nanny chega como um terror psicológico que nos instiga a confrontar o famoso e tão desejado “sonho americano”. Na estreia diretorial de Nikyatu Jusu, Aisha (Anna Diop) é uma senegalesa ilegal nos Estados Unidos, que almeja a estabilidade e a liberdade financeira para si própria e para o seu filho, que em breve se reencontrará com ela. Em meio a conflitos internos de uma maternidade imperfeita e a necessidade de garantir o mínimo trabalhando como babá, ela se vê presa dentro da falsa realidade plástica da alta sociedade, onde nem o luxo de um apartamento de alto padrão e nem a suposta família perfeita são capazes de impedir a aparição de rachaduras profundas.

Com seu filho em seu país de origem, sob os cuidados de terceiros, Aisha vive os dilemas da maternidade à distância por consequência da miséria. As pressões naturais desta cisão são a força motriz do suspense de terror, que se desenvolve a partir de uma série de alucinações macabras que invadem o sossego da protagonista, no instante em que ela começa a trabalhar como babá para uma família rica. E conforme absorvemos a dinâmica familiar entre os personagens, gradativamente percebemos que os delírios dessa mãe trabalhadora menos têm a ver com a fragilidade de seus patrões e mais com os seus próprios conflitos internos e claro, com a clássica intuição materna.

E entre os pavores que toda mãe já sentiu nessa vida e um casal rico que negligencia até mesmo o sustento mínimo de sua filha, contemplamos um terror psicológico sinestésico, que se entrega nos braços da audiência a partir da poderosa performance da atriz Anna Diop. Com Michelle Monaghan no papel coadjuvante, Nanny faz um contraste entre os ideais da família americana e a genuína realidade de uma imigrante de origem africana, que não apenas foge da fome, como foge também da corrupção que tem dilacerado seu povo. E a cineasta Nikyatu Jusu faz de seu longa de estreia algo completamente cheio de identidade, que se revela em uma montagem brilhante e bem executada, que só agrega à tensão da trama.

Fazendo um jogo entre luzes avermelhadas, esverdeadas e as sombras, Jusu sabe construir uma atmosfera densa e nebulosa e explora a atuação de Diop com perspicácia, sempre nos levando para o extremo da tensão. Apresentando um plot twist avassalador, Nanny consome a audiência na mesma medida em que o faz com seus personagens, preparando um terreno fértil para um desfecho genuinamente poderoso e acalentador. Com apenas 1h37 de filme, a cineasta faz de seu conto uma experiência inesgotável, que nos deixa marinando em seus desdobramentos por dias a fio. Reflexivo e impactante, Nanny é um intenso choque de valores, culturas, percepções e de modelos de maternidade nos tempos contemporâneos.

Nanny‘ estreia no Prime Video em 16 de dezembro, em mais de 240 países e territórios.

Filmes com os ‘Jovens ASTROS dos anos 2000’ lançados há 21 Anos… Você assistiu?

A indústria de Hollywood é muito conhecida por ser uma fábrica de fazer astros, porém, essa mesma estrutura pode se mostrar muito cruel na hora de se desfazer de seus produtos que não estão mais “funcionando” tão bem e gerando mais lucro. É esse justamente o caso com a maior parte dos itens desta nova matéria. Com a chegada dos anos 2000, uma nova década se anunciava, preparada para infelizmente apagar do mapa alguns jovens talentos que haviam se mostrado promissores de meados para o fim da década anterior: os anos 90.

Não me leve a mal, tais atores que iremos adereçar logo abaixo ainda estão na ativa e seguem trabalhando na área – seja na TV ou em produções cinematográficas. O que acontece é que com sua explosão nos chamados 15 minutos de fama, esperava-se que tais artistas se transformassem em lendas de Hollywood, percorrendo o mesmo destino de grandes astros e estrelas que começaram igualmente ainda bem jovenzinhos; nomes como Tom Cruise, Julia Roberts, Brad Pitt, Angelina Jolie, Will Smith, Scarlett Johansson, entre outros, começaram na área na juventude e conseguiram se manter no topo da cadeia alimentar da indústria. Fato que não ocorreu com os artistas que iremos celebrar nesta nova matéria.

Confira abaixo os Filmes com Astros Quentes dos anos 2000 que completam 21 anos em 2022 e você sequer tinha ouvido falar.

Ameaça Virtual

O cartaz de ‘Ameaça Virtual’ estampa Ryan Phillipe (no centro), Rachael Leigh Cook (à esquerda) e Claire Forlani (à direita).

Talvez o filme mais “adulto” da lista, este thriller da MGM era a tentativa de Ryan Phillipe emplacar numa nova fase de sua carreira. O ator, adivinhe só, igualmente saía do sucesso do terror …Verão Passado e logo emendava com produções mais ambiciosas, vide Studio 54, Segundas Intenções, Corações Apaixonados e À Sangue Frio. Aqui, Phillipe interpreta um programador de informática que tira a sorte grande quando consegue um emprego numa firma renomada. A proposta aqui é brincar com a persona de Bill Gates fazendo a pergunta: e se o milionário da computação fosse um gênio do mal? Quem interpreta o “evil Gates” é Tim Robbins. O elenco conta ainda com dois nomes femininos do passado: Rachael Leigh Cook (revelada em Ela é Demais – 1999) e Claire Forlani (revelada em Encontro Marcado – 1998).

Alucinação

Jovens perturbados pelo sobrenatural: Melissa Sagemiller, Wes Bentley, Eliza Dushku e Casey Affleck.

Terminamos a lista com esta obra de terror, que poucos ouviram falar. O filme, porém, tem orgulho de estampar em seu poster que possui os mesmos produtores de sucessos vide Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Lenda Urbana. Além disso, o diretor Stephen Carpenter exibe um sobrenome famoso, embora não tenha qualquer parentesco com o lendário John Carpenter. Alucinação é um terror sobrenatural que fala sobre um grupo de amigos voltando de uma noite de festa e bebedeira, quando são surpreendidos e sofrem um acidente de carro. Depois que alguns deles sobrevivem, começam a ser perturbados por manifestações sobrenaturais. Quem protagoniza é Eliza Dushku, que começou ainda adolescente no filme True Lies (1994), de James Cameron, e seguiu para séries como Buffy, Tru Calling e Dollhouse, além do terror Pânico na Floresta. Ao lado dela, Casey Affleck (o único que prosperou), Wes Bentley e Melissa Sagemiller.

Texas Rangers – Acima da Lei

Ashton Kutcher, James Van Der Beek, Dylan McDermott e Usher são os Texas Rangers.

Quem estrela esse faroeste de US$38 milhões da Dimension Films é o jovem James Van Der Beek. Quem, você pergunta? Bem, você não diria isso se tivesse vivido nos anos 90. Desta forma saberia que o ator fez muito sucesso no papel de Dawson, no seriado adolescente número 1 do fim de tal década: Dawson’s Creek. O programa foi criado pelo mesmo Kevin Williamson, de Pânico. E este Texas Rangers, um ambicioso faroeste cuja proposta era talvez ser o novo Os Jovens Pistoleiros, apresentando atores em ascensão no elenco, tem direção de Steve Miner, então recém-saído do sucesso de Halloween H20 (1998). Além de Van Der Beek, o longa trazia ainda as presenças de Ashton Kutcher, Usher Raymond e Rachael Leigh Cook, todos em início de carreira.

 

Doce Trapaça

Saúde em dia! Jennifer Love Hewitt e Sigourney Weaver são filha e mãe na comédia ‘Doce Trapaça’.

Começamos a lista com esta comédia protagonizada pela musa Jennifer Love Hewitt. Você lembra dela? A atriz ganhou bastante destaque nos anos 90 devido ao seriado dramático de sucesso Party of Five – O Quinteto (1995-1999), que ainda renderia um derivado exclusivamente para sua personagem, Time of Your Life. Antes disso, Hewitt estrelou o filme de terror de sucesso Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), que marcou época e gerou uma sequência em 1998, igualmente protagonizada por ela. Há vinte anos, em 2001, a jovem dava um de seus passos mais ambiciosos aqui em Doce Trapaça, onde interpretava a filha da veterana Sigourney Weaver. Na trama, mãe e filha são duas vigaristas, que vivem de dar golpes em homens ricos e roubar seu dinheiro. O filme conta ainda com o lendário Gene Hackman no elenco. Você já tinha ouvido falar?

O Garoto de Harvard

Briga pelo sucesso! Rebecca Gayheart torce o braço de Sarah Michelle Gellar sem noção do perigo, afinal está mexendo com Buffy.

Por falar no adorado cult dos anos 90 Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, chega agora em nossa lista outra veterana de tal longa. Sarah Michelle Gellar virou uma das Scream Queens mais queridas da década de 90 após estrelar não apenas o filme citado, mas também fazer uma participação especial no fenômeno Pânico 2, lançado no mesmo ano de 1997. Mas a atriz marcaria a década mesmo ao personificar o papel que iria definir sua carreira, Buffy – A Caça-Vampiros (1997-2003), criação de Joss Wheadon. Com a chegada dos anos 2000, a carreira de Gellar começou a dar uma leve apagada, o que resultou nesta produção para lá de obscura, sobre um universitário que faz um acordo com a máfia para “arranjar” o placar de um jogo de basquete. Além de Gellar, o elenco conta ainda com nomes populares no período, vide Adrian Grenier, Joey Lauren Adams e Rebecca Gayheart.

Jovens Justiceiros

Colin Farrell dá “um chega” em Ali Larter, mas deixou a carreira da moça “comendo poeira” quando se tornou um astro.

Outra grande produção de faroeste, essa bancada pela Warner pela “bagatela” de US$35 milhões. Aqui, temos uma espécie de conto de Robin Hood passado no velho oeste, com jovens pistoleiros pegando dos ricos para dar aos pobres. Diferente dos demais itens nesta lista, temos a presença de um ator que começava então sua carreira, mas conseguiu se dar bem no meio; trata-se de Colin Farrell. Pior sorte tiveram seus promissores coadjuvantes: Scott Caan (filho de James Caan) e a loirinha Ali Larter – que nunca viraram astros do time A de Hollywood. Curiosamente, ambos Caan e Larter tiveram suas grandes revelações no filme de sucesso da MTV sobre futebol americano, Marcação Cerrada (1999), que foi a estreia de Larter no cinema e era protagonizado por James Van Der Beek, citado acima.

Jogada de Verão

Cuidado com o Timberlake. Freddie Prinze Jr. sente o estômago de Jessica Biel.

Por falar em esportes, aqui temos um filme sobre baseball e romance. Mais uma vez chega na lista um veterano do elenco do muito citado Eu Sei o que Vocês Fizeram… (1997). Desta vez é Freddie Prinze Jr. quem aparece por aqui, o maridão de Sarah Michelle Gellar na vida real. Freddie marcou presença em diversos filmes de romance na época e até ganhou sua própria série de TV em meados dos anos 2000 – que infelizmente flopou na primeira temporada. Neste filme, ele vive um rapaz humilde batalhando para se tornar jogador profissional de baseball. Ele conhece e desenvolve uma paixão por uma jovem rica, fazendo desta trama quase um remake de Dirty Dancing, trocando a dança pelo jogo. Quem interpreta seu interesse amoroso é Jessica Biel, em um seu primeiro papel de destaque no cinema – atriz que igualmente não decolou como deveria. Completando o elenco, Matthew Lillard e a saudosa Brittany Murphy.

Gatos Numa Roubada

Jerry O’Connell pinta uma perfeita caricatura da bela Shannon Elizabeth em ‘Gatos Numa Roubada’.

Protagonizando esta comédia sem noção temos três jovens atores dos anos 2000, cujas carreiras infelizmente ficaram estagnadas no território do segundo escalão de Hollywood. Quem protagoniza é Jerry O’Connell, que foi ator mirim em Conta Comigo (1986) e nos anos 90 participou de Pânico 2 e teve uma série de sucesso cult – Sliders (1995-2000). Shannon Elizabeth, que faz par romântico com o ator, emplacou como a beldade Nadia nos filmes da franquia American Pie, e Jake Busey, bem, além de ser filho de Gary Busey, também teve sua cota de hits com Os Espíritos (1996) e Tropas Estelares (1997). Aqui, a trama fala sobre uma aposta entre amigos sobre quem será o último solteirão a se casar. A tarefa pode ficar difícil quando as mulheres de suas vidas começam a surgir.

Artigo | Relembrando ‘Clube da Luta’, um dos filmes mais populares de David Fincher

Cavalheiros: bem-vindos ao Clube da Luta.

Dizer que David Fincher é um gênio é cair na maior redundância possível dentro da indústria cinematográfica. Em sua carreira, o cineasta produziu obras incríveis, como Zodíaco’, Se7en – Os Sete Crimes Capitais’ e A Rede Social’, além de ter se aventurado no formato seriado com House of Cards’ e Mindhunter. Entretanto, talvez não haja nenhuma outra obra tão irreverente e controversa quanto Clube da Luta, uma história que atravessa todos os aspectos do sistema dialógico contemporâneo em uma perspectiva completamente original e dinâmica – marca do próprio diretor.

Restringir este incrível longa-metragem a um só gênero é uma coisa complicada a se fazer, principalmente quando analisamos as múltiplas e complexas camadas que compõe e arquitetura microcósmica à qual estamos assistindo. A narrativa gira em torno de dois personagens – um inteligentemente intitulado apenas como O Narrador (Edward Norton), e o outro que responde pelo nome de Tyler Durden (Brad Pitt). Após se conhecerem em uma improvável situação, envolvendo um voo e a aceitação de seu destino em situações de caos iminente, os dois acabam se unindo e criando um grupo que empresta seu nome ao título do filme: Clube da Luta.

Regra nº 01: não falar sobre o Clube da Luta. Regra nº 2: não falar sobre o Clube da Luta.

Para compreender a série de eventos viscerais que se sucedem após a parceria entre os protagonistas, precisamos entender que, assim como a arquitetura do filme em si, ambos são irreverentes e representam uma brusca ruptura com os estereótipos que se firmaram na sociedade moderna. O Narrador sofre de insônia e procura desesperadamente sair de sua rotina para conseguir pregar os olhos à noite, já que seu médico se recusa a lhe dar pílulas e o aconselha a “fazer exercícios físicos” para uma vida melhor. Entretanto, ele sabe que não é disso que precisa – ele precisa de um conforto que o liberte de uma possível gaiola ainda incompreendida pelo público. Essa necessidade de se expressar e se sentir parte de alguma coisa emerge nos inúmeros grupos de apoio que passa a frequentar – Alcoólicos Anônimos, Câncer Testicular, Compradores Compulsivos, entre outros -, fingindo ter inúmeros traumas para poder compartilhar com seus novos “amigos”.

Querendo ou não, ele acaba por mergulhar em uma zona de conforto que o permite extravasar as frustrações da vida corriqueira, até que uma outra figura aparece para causar um distúrbio em seu “reinado”: Marla Singer (a sempre bem-vinda Helena Bonham Carter, em sua tentativa máxima de perder o carregado sotaque britânico). Marla, assim como ele próprio, está buscando modos de matar o tempo, e os dois parecem competir pela atenção que recebem das pessoas dos grupos. Entretanto, ela é muito mais ousada e rebelde que seu cúmplice, não se preocupando em momento algum com o que os outros pensam e vivendo em detrimento de códigos de conduta.

É incrível e ao mesmo tempo congruente como o destino dos três personagens caminha para a mesma direção. Suas personalidades distintas e paradoxalmente quase simbióticas são a principal base para a busca de algo que permita ao ser humano – uma carcaça criada pelo sistema, como diz Tyler – extravasar todas as frustrações que carrega desde o dia do nascimento e se recriar, aumentando sua resiliência frente aos obstáculos e buscando sempre uma “ordem caótica” que vá de encontro com a efêmera pacificidade social. É a partir daí que o Clube da Luta emerge e se firma como um culto promissor que se espalha para diversas cidades dos Estados Unidos, recrutando inúmeros membros que desejam se reencontrar em meio à diária castração que sofrem. Marla, apesar de não ser membro do grupo, pode ser entendida como o ápice a ser alcançado, já que vive sua vida desprovida de regras, e sim de ideais impostos por ela mesma.

“Eu queria destruir algo bonito”. Essa frase, proferida pelo Narrador em determinado momento, é o prenúncio de uma queda livre que simboliza as falhas da busca pela liberdade plena. Uma das regras para participação do clube é entender quando é hora de parar – em caso de desmaio do oponente ou desistência. O personagem de Norton é levado ao limite pela rebeldia extrema de seu parceiro, e desconta essa crescente angústia no ringue, literalmente quebrando a cara de Angel Face (Jared Leto) até mesmo depois de ele considerá-lo vencedor. “Destruir algo bonito” não permanece apenas no plano primário, mas abstrai-se para o conceito em decadência daquilo que criaram. Afinal, à la O Monstro de Frankenstein’, a ideia utópica do duo parecia livre de imperfeições no papel, mas mostrou-se perigosa e sem volta, principalmente se considerarmos que Tyler tinha segundas intenções em recrutar seus “soldados”.

Clube da Luta é um filme extremamente metalinguístico. Seja pela narração em tom blasé de Norton ou pelas inusitadas quebras da quarta parede, a narrativa se desenvolve do mesmo modo que Cidadão Kane’, criando uma cronologia própria que converse com seu espectador, ao mesmo tempo em que traz uma lógica compreensível. A montagem não se preocupa apenas em manter a decupagem clássica, mas utilizar seus elementos para transgredi-la, principalmente com a justaposição de planos em locações diferentes, mas que mantém a mesma identidade. Fincher também dá o seu toque com os inúmeros planos-sequência que perscrutam os 150 minutos de narrativa, fornecendo uma perspectiva ampliada para lugares claustrofóbicos.

As “reuniões” dos lutadores ocorrem no porão de um decadente bar, não muito maior que a sala de estar de um sobrado. A movimentação de câmera e a concepção estética, as quais mesclam entre planos abertos e fechados, tem uma beleza que transcende o universo da narrativa e transporta aqueles que assistem para uma experiência única. Além disso, a arquitetura imagética é escura, com um jogo de luz que ressalta as delineações dos personagens, dando-lhes individualidade (principalmente no primeiro ato), mas que gradativamente os mescla aos cenários sujos e carcomidos, tornando-os uma massa de seres que lutam pelo mesmo ideal. E o mais irônico é que Tyler, o grande idealizador, sempre está ornado com cores chamativas – vermelho, rosa ou laranja – para destacar-se em meio à multidão enquanto reafirma seu discurso igualitário.

Clube da Luta é um drama. Uma comédia. Uma sátira, uma originalidade da narrativa cinematográfica que consegue misturar diversos gêneros opostos em uma obra-prima visceral que definitivamente não se preocupa com o que mostra, mas sim na multiplicidade de reações e reflexões a serem realizadas pelo público. Não posso falar que há uma completude e um entendimento fixos nessa narrativa, pois a cada nova investida, outras possibilidades de interpretação se abrem – e, bom, não é à toa que este é um filme de Fincher (a própria irreverência em pessoa).

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder’ Estreou na Prime Video! Confira 10 Curiosidades da Série…

Sejam bem-vindos à Terra Média, elfos, hobbits, anões e homens, que a espera finalmente acabou! ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ já chegou na Prime Video, nos transportando novamente ao mundo mágico de J. R. R. Tolkien. Como sabemos que vocês estão sedentos por informações, confiram agora 10 curiosidades da nova série do universo de ‘O Senhor dos Anéis’.

10 – J. R. R. Tolkien e ‘Star Wars

Você provavelmente já sabe que ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é uma série inspirada no universo criado pelo escritor inglês J. R. R. Tolkien. Mas você sabia que a Terra Média também influenciou a criação de outro universo pop, o de ‘Star Wars’? Em diversas entrevistas o criador George Lucas já comentou o quanto as histórias fantásticas de Tolkien o ajudaram a construir a saga mais enérgica das galáxias.

9 – A série mais cara do mundo

Até o momento, espera-se que ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ seja a série mais cara da História da televisão. A previsão é que a Amazon gaste cerca de $1 bilhão de dólares por episódio!

8 – Logo Prime Video

Na abertura dos episódios você poderá reparar que alguma coisa está diferente na logo da Prime Video que aparece. É que ele foi feito totalmente em metal forjado, para dar aquele efeito meio ‘GOT’.

7 – Peter Jackson

Vocês sabem que Peter Jackson foi o diretor da primeira trilogia de ‘O Senhor dos Anéis’ e, dez anos depois, voltou a dirigir outra trilogia de Tolkien, ‘O Hobbit’. Então, quando o projeto de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ foi anunciado, esperava-se que Peter voltasse ao comando da produção. E ele até chegou a ser anunciado como responsável pela série, porém, em 2018, ele conversou com a Amazon e ofereceu fazer apenas a consultoria dos roteiros, pedindo para lê-los. Entretanto, a parceria não foi adiante. Ou seja, ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é a primeira adaptação fictícia da Terra Média sem o envolvimento de Peter Jackson!

6 – Jeff Bezos

Apesar de ser o dono da Amazon, o CEO Jeff Bezos quase não se envolve nos projetos da Prime Video, braço de entretenimento audiovisual de sua empresa. Porém, em uma movimentação rara, para conseguir os direitos de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de PoderJeff Bezos se envolveu literalmente nas negociações, pois queria garantir que sua empresa produzisse algo estilo ‘Game of Thrones’.

5 – Não é uma adaptação literária

Pode parecer inacreditável, mas ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ não é exatamente uma adaptação literária de algum livro do Tolkien. Na verdade a série, que tem previsão de cinco temporadas, ocorrerá em um tempo antes dos livros e dos filmes. Isso porque nas negociações o Tolkien Estate, representante legal da obra do escritor, bateu o pé que a Amazon não poderia modificar nada com relação ao tempo e aos personagens criados por Tolkien, mas, em contrapartida, poderiam criar livremente dentro do universo da Middle Earth, fazendo surgir outros tempos narrativos.

4 – Efeitos práticos

Boa parte do que você vir a partir de hoje nos oito episódios da primeira temporada foi criado a partir de efeitos práticos, em vez de CGI. Essa escolha foi feita principalmente na estética dos orcs, para dar-lhes movimentos e expressões mais humanos.

3 – Novos orcs e anões

Pela primeira vez no universo Tolkien os fãs poderão ver uma orc mulher em cena! E não só isso. Também teremos a Princesa Disa (Sophia Nomvete), a primeira anã negra na história. Anteriormente, em ‘O Hobbit – A Desolação de Smaug’ foi possível ver duas anãs mulheres, brancas, rapidamente em cena.

2 – ‘Senhor dos Anéis’ em ‘Game of Thrones’

A mistura entre ‘Senhor dos Anéis’ e ‘Game of Thrones’ está criando um verdadeiro multiverso, dentro e fora das telas. Além dos pontos já mencionados, vale lembrar, sempre, que Sean Bean, o Ned Stark de ‘GOT’, foi, antes, Boromir, na primeira trilogia de ‘LOTR’. Robert Aramayo, em ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, que interpreta o jovem elfo Elrond, também foi, anteriormente, o jovem Ned Stark na ‘Guerra dos Tronos’.

1 – Segurança máxima

Para garantir que a série tivesse segurança máxima e nenhuma informação do roteiro vazasse antes do previsto, a produção criou um verdadeiro estágio de sítio para os roteiristas, que incluía janelas tapadas com plástico escuro, para que ninguém de fora visse o que estava rolando dentro da sala, e seguranças na porta verificando a digital de todo mundo que tinha autorização para entrar na sala. Eita! Mas agora o resultado está aí, para todos nós vermos e nos maravilharmos.

Olivia Wilde diz que fazer “filmes merd**” a ensinou ser uma boa diretora

Olivia Wilde, diretora de filmes como ‘Fora de Série‘ (2019) e ‘Não Se Preocupe, Querida‘, disse que estrelar “filmes de merd*” a ensinou a ser uma cineasta melhor.

Isso porque, como atriz, Wilde participou de filmes como ‘Tron: O Legado‘ (2010), ‘O ‘Renascida do Inferno‘ (2015) e ‘Cowboys & Aliens‘ (2011). Durante conversa com Maggie Gyllenhaal, também atriz e diretora, relembrou alguns momentos peculiares de sua carreira.

“Eu fiz 5.000 vezes mais filmes de merda do que você. Já estive em alguns muito ruins, e agora penso: ‘Fiz isso para aprender todas as histórias de advertência que me ajudariam a me definir como diretora: como nunca vou falar com uma equipe, como nunca vou falar para os atores, como eu nunca vou agendar um filme.’ Tudo isso vem dessas experiências ruins”, confessou Olivia.

Confira o trailer do novo filme da diretora:

Lembrando que ‘Não Se Preocupe, Querida‘ estreia nos cinemas brasileiros em 22 de setembro.

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável“.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

‘God of War: Ragnarok’ recebe trailer INCRÍVEL destacando novas mecânicas de combate

Em uma entrevista concedida à Game Informer, a Santa Monica Studios revelou detalhes sobre o combate de ‘God of War: Ragnarok‘, porém, apesar do trailer revelado, não havíamos visto as novas mecânicas de combate em ação.

Nesta sexta-feira (02), a desenvolvedora divulgou um novo vídeo de gameplay entítulado de ‘God of War Ragnarök’s Combat Lets You Play With Your Food‘, que numa tradução livre seria “O combate de God of War Ragnarök permite que você brinque com sua comida”.

Confira o trailer:

Além de vermos as mecânicas de combates em ação, também é mostrado os upgrades do Machado Leviatã e das Lâminas do Caos.

Por exemplo, agora também, ao apertar triângulo vamos ter novos golpes novos, chamados de Weapon Signature Moves (Movimentos Característicos de Arma), além de ser possível imbuir a arma com elementos como fogo e gelo.

Lembrando que a estreia de ‘God of War Ragnarok’ já vinha sendo alvo de discussões há tempos. No início de junho, o jornalista Jason Schreier, do Bloomberg, relatou que o game estava marcado para novembro.

Logo abaixo você confere as imagens dos principais personagens de ‘God of War Ragnarok‘. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

God of War Ragnarok será lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5 em algum momento de 2022.

Disney divulga o nome dos DUBLADORES da versão live-action de ‘Pinóquio’

Pinóquio‘, o próximo live-action da Walt Disney Studios, teve seus dubladores divulgados.

Estrelado por Tom Hanks, Benjamin Evan Ainsworth, Cynthia Erivo, Joseph Gordon-Levitt, Keegan-Michael Key, Lorraine Bracco e Luke Evans, o filme está entre as estreias do Disney+ Day – celebração global do streaming com diversos lançamentos e novidades.

O vencedor do Oscar® Robert Zemeckis dirige a releitura da animação de 1940, agora em live-action, sobre a história do boneco de madeira que embarca em uma emocionante aventura para se tornar um menino de verdade.

Confira abaixo quem são os dubladores que dão vozes aos personagens na versão dublada de Pinóquio”.

 

FRANCISCO BRÊTAS (GEPETO)

Francisco Brêtas é um ator, dublador e diretor de dublagem brasileiro que atua na área desde os anos 80. Seus trabalhos mais conhecidos são Hyoga de Cisne em “Os Cavaleiros do Zodíaco”, Kaioshin em “Dragon Ball Z” e Capitão em “Os Pinguins de Madagascar”. Em Pinóquio”, Brêtas dá voz à Gepeto.

 

LORENZO GALLI (PINÓQUIO)

Lorenzo Galli é um ator mirim de 9 anos de idade. Ele foi o Coelho em “Alice, O Musical”, Theo em “Em Busca do Balão Mágico” e, agora, empresta a voz ao Pinóquio no novo live-action da Walt Disney Studios.

 

LUCI SALUTES (FADA AZUL)

Luci Salutes é uma atriz e cantora que já esteve no elenco de grandes musicais, como “Romeu+Julieta ao Som de Marisa Monte” (2018), “Ícaro and The Black Stars” (2018), “Carmen, A Pequena Grande Notável” (2019), “Cultura, O Musical” (2019), “Lazarus” (2019), entre outros. Luci dubla a Fada Azul no live-action Pinóquio”.

 

ROBSON KUMODE (GRILO FALANTE)

Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Robson Kumode Wodevotzky é um dublador e diretor de dublagem. É mais conhecido por dublar os personagens Sasuke Uchiha em “Naruto”, Yuuto Kido em “Inazuma Eleven”, Orphée de Lira em “Saint Seiya” e Kon de “Bleach”. Robson empresta a voz ao Grilo Falante na nova produção exclusiva do Disney+.

 

AMAZYLES DE ALMEIDA (SOFIA, A GAIVOTA)

Amazyles de Almeida é uma atriz mineira com extenso currículo em teatro, televisão e cinema, além da carreira de dubladora. Em “Pinóquio”, Amazyles empresta a voz à nova personagem Sofia, a Gaivota.

 

DLAIGELLES SILVA (JOÃO HONESTO)

Dláigelles Ribamares Silva é um dublador, ator e ex-militar. Nascido na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, trabalha com dublagem em São Paulo, sendo conhecido por seus trabalhos em produções como “Attack on Titan” (Reiner Braun), “Ponto Cego” (Kurt Weller), entre outros. Dláigelles dá voz à João Honesto no novo live-action da Disney.

 

O vencedor do Oscar® Robert Zemeckis dirige a versão em live action e CGI que reconta a adorada história do boneco de madeira que embarca em uma aventura eletrizante para se tornar um menino de verdade. Tom Hanks estrela como Gepeto, o carpinteiro que constrói e trata Pinóquio (Benjamin Evan Ainsworth) como filho. Joseph Gordon-Levitt é Grilo Falante, que atua como guia e “consciência” de Pinóquio; Cynthia Erivo, indicada ao Oscar, é Fada Azul; Keegan-Michael Key é João Honesto; Lorraine Bracco, também indicada ao Oscar, interpreta a nova personagem Sofia, e Luke Evans é o Cocheiro.

Robert Zemeckis (‘De Volta para o Futuro’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Tom Hanks, Cynthia ErivoLuke EvansBenjamin Evan AinsworthJoseph Gordon-LevittKeegan-Michael KeyLorraine Bracco.

1º episódio de ‘A Casa do Dragão’ é liberado gratuitamente após estreia de ‘Os Anéis de Poder’

De acordo com o Comic Book, a HBO Max liberou gratuitamente o primeiro episódio de A Casa do Dragão em resposta ao lançamento de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, que estreou ontem (01) na Amazon Prime.

A atração baseada nos romances de J.R.R. Tolkien vinha sendo bastante aguardada pela maioria dos fãs do gênero de fantasia medieval, assim como a derivada de ‘Game of Thrones‘.

Recentemente, os showrunners de ‘A Casa do Dragão‘, Ryan Condal e Miguel Sapochnik disseram ao The Hollywood Reporter que não estão preocupados com possíveis comparações.

“Minha esperança é que ambas as séries funcionem e encontrem uma enorme base de fãs”, disse Condal. “Não estamos preocupados com comparações! Eu acho que quanto mais fantasias grandes e caras funcionarem na televisão, melhor para nós, fãs, porque farão mais delas. Eu quero desesperadamente que ‘Os Anéis do Poder’ faça sucesso. Eu estarei lá assistindo na primeira noite em que estiver disponível, assistirei a todos os episódios.”

Sapochnick acrescentou:

“‘O Senhor dos Anéis’ é uma ótima propriedade intelectual e tem um ótimo material. Eu não tenho ideia do que eles fizeram, mas acho fantástico. A frase que melhor resume a estreias das série é: quanto mais, melhor, realmente.”

Lembrando que o próximo capítulo de ‘A Casa do Dragão‘ será exibido em 04 de setembro.

Confira:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’: Peter 1, Peter 2 e Peter 3 estampam novos cartazes da sequência; Confira!

Através do Twitter, a Mondo divulgou três novos cartazes de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, destacando as versões vividas por Tom Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield, apelidados de Peter 1, Peter 2 e Peter 3.

As ilustrações são cortesia do artista Matt Taylor Draws para o relançamento da sequência com cenas inéditas.

Lembrando que Sony Pictures confirmou que a sequência será relançada também no Brasil, no dia 07 de setembro.

Confira as artes:

Vale lembrar que, quando o filme foi lançado no ano passado, não houve nenhuma cena pós-créditos… Em vez disso, o público recebeu o trailer de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

No entanto, agora que o filme do Cabeça de Teia será relançado, as cópias vão ganhar uma cena após os créditos.

A informação foi revelada por um usuário do Reddit em uma seção dedicada aos filmes da Marvel Studios.

Na publicação, ele ainda detalha como é a cena.

“Uma nova cena pós-créditos foi adicionada no lugar do trailer de ‘Multiverso da Loucura‘, mostrando Betty (Angourie Rice) fazendo seu último segmento de notícias logo antes da formatura, incluindo fotos das aventuras das crianças durante o ensino médio (tipo o Decathlon, a viagem à Europa, etc), mas nenhuma das fotos conta com Peter Parker (Tom Holland), indicando como funciona o feitiço do esquecimento lançado pelo Doutor Estranho.”

Apesar de não afetar o futuro do MCU, a cena deve ser comovente o bastante para que acompanhou toda a trajetória de Peter, assim como seus sacrifícios para ajudar a salvar o mundo.

Além disso, a cena ajuda a esclarecer que o feitiço de Strange (Benedict Cumberbatch) não apenas alterou as memórias de todos, mas também a própria realidade, apagando todos os sinais da existência de Peter.

E o estúdio divulgou um novo teaser com alguns cenas inéditas, como Peter Parker (Tom Holland) escalando uma parede da Midtown High durante um jogo de basquete, e capturando um ladrão nas ruas do Queens.

Confira, junto com o pôster:

Segundo o site Fandango, serão 11 minutos de cenas inéditas.

Além dos efeitos especiais do filme terem sido finalizados após a estreia nos cinemas, a nova versão ainda trará várias cenas inéditas inserindo mais humor.

Assista à nossa entrevista com o Tom Holland:

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco ainda conta com Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.