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Ator de ‘House of the Dragon’ explica como é ser um dornês em meio a tantos Targaryen

House of the Dragon‘ chega amanhã na HBO e vai acompanhar a dinastia Targaryen em seu auge, séculos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘.

Mas é claro que a trama também vai explorar personagens de outras casas, que vivem em regiões variadas de Westeros.

Um desses personagens é o dornês Criston Cole, vivido por Fabien Frankel.

Em entrevista para o Comic Book, o astro deu alguns detalhes sobre o personagem, explicando como é a vida de um dornês em meio a tantos Targaryen.

“Acho que o meu personagem é o único dornês que vemos no primeiro episódio. Daí você se pergunta: como ele se encaixa com a família Targaryen? Quem sabe? Eu acho que ele é um estranho desde o início porque ele parece diferente e o série me mostrou como os dorneses são mal falados e vistos pelo restante de Westeros. Eu estava conversando com uma mulher com quem trabalhei e ela estava dizendo que era assim que os irlandeses eram vistos na Inglaterra nos anos 50, 60, e antes disso eles não tinham nenhum respeito. Acho que a melhor definição para Criston é um forasteiro.”

Nos romances de George R.R. Martin, Cole tem um importante papel, tornando-se líder da Guarda Real em Pedra do Dragão.

Questionado sobre a possibilidade na adaptação, Frankel respondeu:

“Isso depende dos roteiristas. Tipo, acho que sim, quero dizer, bem, acho que a maioria de nós lê o livro e seria emocionante se isso acontecesse. Se não acontecer, tenho certeza de que eles criarão outras possibilidades tão incríveis como essa. Vamos ver, temos que acompanhar.”

De acordo com os críticos, ‘House of the Dragon‘ tem o potencial de repetir o sucesso das primeiras temporadas de ‘Game of Thrones‘, já que conquistou sólidos 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 104 críticas publicadas até o momento, apenas 24 são negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas garantem que a série deixa para trás a imagem manchada das últimas temporadas de GoT e consegue renovar o espírito imprevisível dos romances de George R.R. Martin.

Apesar disso, é preciso reconhecer que a trama não tem tanto impacto para o gênero quanto a original, como explica o crítico do The Film Yap.

Mesmo assim, ainda captura muito da magia e da glória da saga ambientada em Westeros.

Confira as principais avaliações:

“Quem se decepcionou com o final desgastado de ‘Game of Thrones ficará satisfeito que a empolgante pré-sequência começa com mulheres tomando sua própria liderança contra um patriarcado tóxico. E aqueles dragões voando sobre Westeros são espetaculares em todos os sentidos da palavra.” – ABC News.

“No meio do segundo episódio, em vez de relembrar sobre Starks e Lannisters, meu foco ficou totalmente fixo nos Targaryen. ‘House of the Dragon‘ pode nunca ser o próximo ‘Game of Thrones‘… Mas está prestes a sair da sombra da original.” – CNET.

“Esta é a ‘Game of Thrones‘ não adulterada em seus primeiros dias.” – News.com.

“Há muita coisa impressionante nos primeiros seis episódios, mas é tão seguro quanto aquela série com incestos, rios de sangue e representações horríveis de partos.” – The Hollywood Reporter.

“O melhor que qualquer nova série pode fazer é criar um mundo no qual os espectadores vão querer passar o tempo e, nesse sentido, ‘House of the Dragon‘ é perfeitamente bem-sucedida.” – Financial Times.

“Há muito o que elogiar nesta série, que conta uma nova história que ainda toca em temas familiares em um drama de sucessão em torno de Westeros, sem dar uma sensação de repetitividade.” – Variety.

“Dragões voando e cuspindo fogo lentamente em uma grandeza no final da era mostrada na série original. A série é grande, com grandes cenários, grandes lutas, grandes tragédias, grandes dragões.” – Entertainment Weekly.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que a primeira temporada será composta por dez episódios.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Stranger Things’ é DESTRONADA da lista de séries mais assistidas por outro grande sucesso da Netflix

Que Stranger Things é um dos maiores sucessos da televisão contemporânea, não é nenhuma novidade. Afinal, a série criada pelos Irmãos Duffer alcançou o topo do ranking dos títulos mais assistidos na Netflix dos Estados Unidos por várias semanas – mas, agora, a obra foi destronada por outro grande sucesso da plataforma de streaming (via ComicBook.com).

Segundo dados da Nielsen Media Research, o aclamado drama romântico ‘Virgin River’ alcançou o primeiro lugar da lista dos mais assistidos na semana de 18 de julho a 24 de julho, com nada menos que 2.6 bilhões de minutos exibidos. Na mesma época, Stranger Things veio em segundo lugar, com quase 2.3 bilhões, seguido de perto pela ação ‘Agente Oculto’, em terceiro lugar, e pela primeira temporada de ‘Resident Evil’, em quarto.

E, durante um comunicado divulgado pelo Comic Book, o co-CEO Reed Hastings listou alguns títulos responsáveis por impedir que a queda de usuários da Netflix fosse maior.

Entre os títulos mencionados estão ‘Ozark‘, que teve novos episódios lançados em março, e Stranger Things‘, que teve a 4ª temporada dividida entre maio e julho.

“Analisando o último trimestre, estivemos servindo diverss conteúdos de qualidade. Tivemos ‘OzarkeStranger Things‘, entre outros títulos, que renderam muitas visualizações. Estamos melhorando tudo o que fazemos em torno do marketing, melhorando o serviço, o merchandising e você sabe que tudo isso compensa lentamente.”

Ele acrescentou:

“Mas se pudermos dar os crédito a uma única produção, escolheríamos ‘Stranger Things‘. Uma perda de quase 1 milhão de assinantes é menos dolorosa que perder 2 milhões, como estávamos prevendo, então nossa empolgação é ditada pelos resultados menos ruins.”

Lembrando que a Netflix continua sendo o maior serviço de streaming de vídeo do mundo, com quase 221 milhões de assinantes. Já para o terceiro trimestre de 2022, a companhia estima que conseguirá 1 milhão de novos usuários. De acordo com dados da consultoria Refinitiv, analistas de Wall Street esperavam uma previsão de 1,84 milhão de novos assinantes.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Batgirl’: Incrível fan art traz Dylan O’Brien como Asa Noturna ao lado da heroína; Confira!

Já faz anos que os fãs do Asa Noturna fazem campanha para que Dylan O’Brien (‘Maze Runner’) seja escalado para uma versão live-action do herói.

E muitos torciam para que o astro assumisse o papel em futuras sequências da adaptação de ‘Batgirl‘.

No entanto, como o longa acabou sendo cancelado, a ideia está ainda mais longe de acontecer.

Mesmo assim, um usuário do Instagram compartilhou um fan art realista imaginando O’Brien caracterizado como o herói ao lado de Leslie Grace como a Batgirl.

Confira:

Após o cancelamento de Batgirl‘, Grace e os diretores Adil El Arbi e Billal Fallah (‘Bad Boys para Sempre’) lamentaram a decisão em tons cordiais, apesar do choque.

No entanto, nem todos os membros do elenco conseguiam manter uma postura educada.

Em uma declaração compartilhada pela IndieWire, um ator que não quis revelar sua identidade desabafou sobre o cancelamento e insultou David Zaslav, o atual presidente da Warner Bros. Discovery e responsável direto pela decisão.

“As múltiplas plataformas de streaming e suas vagas garantias parecem tudo menos seguras. Estou muito ofendido com o que aconteceu e me sinto péssimo pelos diretores e por Leslie Grace, que são maravilhosos com quem trabalhei, assim como todos os técnicos. Foi um desafio enorme e gratificante fazer este filme durante a pandemia e durante o clima frio de Glasgow. Mas nenhuma dessas coisas importa para um imbecil como David Zaslav. Sua covardia é de tirar o fôlego. Estou feliz por ter participado e desejo o melhor para todos os envolvidos – exceto os executivos da Warner Bros. Mas todos eles serão substituídos mais cedo ou mais tarde.”

Além de Grace, o elenco da adaptação ainda contaria com Brendan Fraser (Vagalume), Michael Keaton (Batman), J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Até o momento, não está claro se a fala partiu de um dos astros principais ou de algum figurante ou dublê.

Apesar de alguns acreditarem que a narrativa escrita por Christina Hodson não tenha agradado os executivos do estúdio, isso não é verdade.

De acordo com a GQ, foi divulgado que a ideia não foi para frente porque sua escala e orçamento mais modestos não combinam com os planos para futuros filmes da DC Comics, que serão definidos como grandes eventos.

E isso significa que outros projetos de baixo custo que estão em desenvolvimento pelo estúdio podem ser congelados e consequentemente cancelados.

Isso porque a Warner Bros está passando por um período de mudanças e reviravoltas nos bastidores por conta da fusão com a Discovery.

Inclusive, vários executivos de alto nível deixaram a WarnerMedia devido à junção das marcas, incluindo o presidente Jason Kilar e o diretor de conteúdo da HBO Max, Andy Forssell.

A saída de Kilar reflete a intolerância dos executivos às ideias mal planejadas, já que o próprio Kilar admitiu que foi uma péssima estratégia lançar grandes produções no cinema e na HBO Max ao mesmo tempo, como ‘Godzilla vs Kong’ e ‘O Esquadrão Suicida‘.

E Zaslav já planeja dar um fim à HBO MAX e criar uma nova plataforma de streaming.

Mas, até lá, a Warner já está removendo diversos títulos do catálogo da HBO Max e não dará continuidade aos seus projetos originais.

Pelo visto, a atual estratégia de conteúdo do estúdio não envolve gastar grandes somas em recursos diretos para streaming, como era o caso de ‘Batgirl‘, que custou US$ 90 milhões.

Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.

O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.

Ainda assim, a decisão de cancelar filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.

‘Reservation Dogs’: Novos dramas no trailer LEGENDADO da 2ª temporada

O Star+ divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Reservation Dogs‘, aclamada série de comédia criada pelo Taika Waititi.

Confira:

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão para chegar ao serviço de streaming no Brasil.

Na trama, quatro adolescentes indígenas da zona rural de Oklahoma, Estados Unidos, passam seus dias cometendo pequenos crimes e lutando contra quem entrar no seu caminho. Tudo isso para juntarem dinheiro suficiente para saírem do interior direto para a Califórnia.

A série foi criada por Sterlin Harjo e Waititi.

O elenco conta com Elva Guerra, Sarah Podemski, D’Pharaoh Woon-A-Tai, Devery Jacobs e Paulina Alexis.

‘Pais por Acidente’: Nova série latina do Disney+ ganha trailer ADORÁVEL; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série latina ‘Pais por Acidente‘.

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 24 de agosto.

Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.

Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.

Pato Safa Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici. Vale lembrar que a primeira temporada terá dez episódios.

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Crítica | Royalteen – Romance Teen Norueguês é um misto de ‘O Diário da Princesa’ com ‘Meninas Malvadas’

Aparentemente, no hemisfério norte é meio comum as pessoas irem para a escola ou para o trabalho e se depararem, de repente, com algum membro da realeza. Talvez porque ainda haja muitos países sob a monarquia pelas bandas de lá, e isso acaba se refletindo no audiovisual, seja em produções como ‘A Princesa e a Plebeia’, em que a gêmea da protagonista simplesmente esbarra com ela e decide trocar de lugar, ou como em ‘Tratamento de Realeza’, em que o príncipe decide cortar cabelo com uma cabeleireira comum de Nova York e se apaixona por ela. Se por séculos a realeza manteve uma fachada de pessoas distantes e inalcançáveis, hoje a ideia é justamente desconstruir isso e mostrá-los como seres comuns – e os filmes de romance têm ajudado muito nessa missão. Como a estreia ‘Royalteen’, romance adolescente norueguês que acaba de chegar na Netflix.

Lena (Ines Høysæter Asserson) é uma jovem que acaba de se mudar com sua família para Oslo, capital da Noruega. É seu primeiro dia de aula e sua mãe (Veslemøy Mørkrid) está superanimada porque a filha vai estudar na mesma sala que os príncipes herdeiros do trono. Para a surpresa de Lena o príncipe Kalle (Mathias Storhøi) não só demonstra ser simpático, mas parece interessado nela. Com o passar dos dias, Lena vai percebendo que seu coração também está balançando pelo herdeiro ao trono, mas isso passa a incomodar à princesa Margrethe (Elli Rhiannon Müller Osborne), que fará de tudo para separar dos dois e manter a segurança da coroa.

Com uma hora e quarenta, ‘Royalteen’ começa bem e se desenvolve bem, mas, no arco final da trama, a coisa toda parece rolar ladeira abaixo sem nada para se segurar. Baseado no livro de Randi Fuglehaug e de Anne Gunn Halvorsen, o roteiro de Ester Schartum-Hansen é centrado nessa protagonista que parece uma jovem com uma família comum, em uma vida comum, mas, de repente, o roteiro começa a inserir um bocado de informação e de background sinistro para uma personagem com quem o espectador deveria se conectar e por quem deveria torcer; sendo atropelados, de repente, com um tanto de ações questionáveis de Lena, começamos a duvidar se queremos mesmo que ela fique com o carismático príncipe, que é gente boa.

Parte dessa problemática deve ser atribuída também à direção de Per-Olav Sørensen e Emilie Beck, que constrói todo o enredo numa vibe romance teen para, do nada, transformar a coisa toda numa espécie de ‘Meninas Malvadas’ velada e encerrar sua trama com um final aberto, dando a entender que poderá haver continuação. Bom, o problema é que por mais de uma hora de projeção nada indica uma sequência, então, sermos surpreendidos de repente por um bocado de motivos e assuntos mal resolvidos parece uma forçada de barra para garantir mais filmes.

Apesar dessa ganância da produção, ‘Royalteen’ é um romance teen fofinho, com um príncipe adorável e que sai da mesmice das produções reais britânicas. Tal como aprendemos em Las Encinas, de ‘Élite’, misturar a plebe com a realeza desperta a inveja de muitas pessoas, mesmo na Noruega.

Criadora de ‘Mulher-Hulk’ explica porque Tatiana Maslany foi a escolha perfeita para o papel

Em declaração para a revista D23, da Disney (via Comic Book), Jessica Gao, criadora de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, revelou alguns detalhes dos bastidores enquanto a série era desenvolvida.

Entre os assuntos, Gao foi questionada por que Tatiana Maslany foi escolhida como protagonista.

Em resposta, ela disse rendeu elogios à estrela, dizendo que não poderia haver melhor opção, por conta de sua criatividade.

“Eu só conhecia Tatiana como uma atriz dramática, mas ela é super engraçada e ela também tem ótimos instintos tanto para a personagem quanto para a história. Houve tantas vezes em que ela identificou algo que não parecia adequado e nos ajudou a lapidar o roteiro instintivamente e intelectualmente.”

Ela continuou:

“Isso nos forçou a trabalhar juntos para chegar a um resultado muito melhor do que o planejado inicialmente. Sua entrega ao trabalho deixou tudo mais real, inteligente e engraçado de forma natural. Eu serei eternamente grata por isso.”

E agora que a Mulher-Hulk/Jennifer Walters é oficialmente parte do MCU, os fãs estão curiosos para saber como a personagem irá se encaixar nos próximos filmes da Marvel.

Como foi revelado no primeiro episódio da série, Walters é tão forte quanto seu primo, Bruce Banner (Mark Ruffalo) e tem pleno domínio de sua consciência, mesmo transformada.

Isso faz dela uma ótima candidata para os Vingadores.

Conversando com o Deadline, Gao tocou no assunto e disse que ficaria surpresa se ela não aparecesse nos vindouros filmes da equipe.

“Quando surge uma personagem como ela, perguntas como essa sempre vêm junto. Bom, há uma cena onde ela vai ver Abominável e alguém cochicha: ‘ouvimos dizer que ela foi rejeitada pelos Vingadores’. Bom, eu ficaria chocada se eles não começassem a colocá-la nos filmes, especialmente os filmes de equipes.”

Lembrando que a Marvel Studios vai lançar mais dois filmes dos ‘Vingadores’ em 2025. Um deles será ‘A Dinastia Kang‘ e o outro será uma adaptação de ‘Guerras Secretas‘.

E, segundo Ruffalo, a Mulher-Hulk estará neles.

“O próximo Vingadores vai ter a Mulher-Hulk”, afirmou o ator ao ET Online.

Até lá, o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ estreia em 25 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Andrew Garfield completa 39 anos | Conheça os MELHORES e PIORES trabalhos do ator indicado ao Oscar

Andrew Garfield estava destinado a ficar conhecido para sempre como o Homem-Aranha que não deu certo e sequer pôde terminar sua história nas telonas. O mundo realmente não é justo. Ou quem sabe não era, e está caminhando cada vez mais para ser. Quando foi revelado como então o novo intérprete do super-herói no início da década de 2010, o entusiasmo do ator ao herdar o papel foi tão contagiante que até nos fez esquecer um pouco o fato do desnecessário reinício para a franquia apenas dez anos depois do filme original. Garfield aparecia vestido como o personagem em eventos e parecia realmente estar tendo realizado um desejo de menino. Corta para o resultado de suas duas iterações na pele do personagem, digamos no mínimo mornas. Isso fez o estúdio puxar o plugue antes mesmo da chance de ver amarradas todas as pontas deixadas para um eventual terceiro filme.

Garfield, é claro, seguiu fazendo bons trabalhos, e parecia ter gana de demonstrar que seu talento ia além do “Homem-Aranha rejeitado”. Trabalhou com grandes nomes da indústria, como Martin Scorsese, e conquistou inclusive uma indicação ao Oscar. Seu novo auge de popularidade está acontecendo neste exato momento, e começou com um burburinho de que vestiria novamente o uniforme do herói aracnídeo. Boato esse que, como sabemos hoje, se revelou verdadeiro. Assim, Garfield finalmente ganhou sua chance de redenção na pele do personagem. Mas não apenas isso, como vem gerando outros boatos, esses de que receberia nova chance de estrelar um filme solo como o herói, um que continuaria e provavelmente encerraria de forma própria sua trajetória.

Não bastasse isso, Garfield seguiu surfando em sua nova onda de popularidade com uma segunda indicação ao Oscar (pelo musical Tick Tick… Boom), arrancou elogios pelo desempenho em Os Olhos de Tammy Faye (que deu finalmente um Oscar para Jessica Chastain), e acabou de lançar uma minissérie badalada de suspense com o selo da Disney/ Hulu / Star+ (Em Nome do Céu). Hoje, Andrew Garfield completa 39 anos e o que sentimos é que sua carreira está apenas começando. Para homenagear esse talentoso e renovado ator, selecionamos através de uma intensa pesquisa juntos aos críticos e ao grande público, os melhores e os piores trabalhos dele. Confira abaixo.

MELHORES

05 | Rapaz A (2007)

Dificilmente o primeiro filme de um ator termina entre seu top 5 de melhores trabalhos. Isso porque no início de carreira, a maioria acaba aceitando papeis menores em produções não muito badaladas a fim de fazer a “bola girar” para eles. Não foi o caso com Andrew Garfield, que já estreou com o pé direito neste drama britânico. O ator já havia feito participações em séries e em curtas, mas em seu primeiro trabalho em um longa no cinema, foi logo o protagonista. Garfield é americano, mas sua mãe é britânica e aos três anos se mudou com a família para a Inglaterra onde foi criado. Nesse filme, baseado num livro e dirigido pelo mesmo cineasta do indicado ao Oscar Brooklyn (2015), o ator vive um jovem liberado do cárcere após cumprir pena por um crime cometido ainda na infância.

04 | 99 Casas (2014)

Outro que consta no top 5 dos melhores filmes de Andrew Garfield é este drama sobre o mercado imobiliário americano. Nesta época, o ator já havia assumido o manto do Homem-Aranha e lançava seu segundo filme na pele do herói no mesmo ano. 99 Casas é uma destas pérolas escondidas que nascem em festivais de cinema (no caso deste Veneza e Toronto) e que precisam ser descobertas por todos. Em uma de suas melhores e mais subestimadas atuações, Garfield vive um jovem lutando para manter sua casa, que está para ser tirada dele e de sua família. A solução encontrada é ir trabalhar justamente para o sujeito encarregado de despejar pessoas que não conseguem pagar suas hipotecas, papel do grande Michael Shannon. Completando o elenco, Laura Dern vive a mãe de Garfield.

03 | Até o Último Homem (2016)

Dois anos depois de seu elogiado desempenho no drama 99 Casas e também de aposentar o uniforme como o Homem-Aranha, Andrew Garfield conquistava a tão almejada indicação ao Oscar de melhor ator neste drama de guerra sobre uma história real. O filme marcava não apenas a volta por cima de Garfield, mas de certa forma também do ator caído em desgraça Mel Gibson, que provava novamente ser um diretor de mão cheia, nesta história edificante sobre um soldado lutando na Segunda Guerra Mundial que devido à sua ideologia religiosa se recusava a pegar numa arma. Suas missões durante o conflito envolviam basicamente o resgate de outros soldados.

02 | A Rede Social (2010)

Esse foi definitivamente o papel que conseguiu o uniforme do Homem-Aranha para Andrew Garfield, independente do resultado de sua investida na pele do herói. Acontece que se Rapaz A serviu para a indústria e alguns cinéfilos conhecerem o ator, aquele ainda era um drama independente bem pequeno e pouquíssimo conhecido. Com A Rede Social a coisa mudava de figura. Trata-se de um badaladíssimo drama dirigido por um gigante da área, David Fincher – que no currículo possui filmes como Seven, Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button. Este filme definitivamente surgiu como divisor de águas na carreira do ator, que brilhou no papel do brasileiro Eduardo Saverin e, segundo muitos, foi injustiçado por não conseguir uma indicação ao Oscar – ao contrário do filme.

01 | Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021)

A esta altura não é segredo para ninguém e muito menos spoiler dizer que sim, Andrew Garfield está no último filme do Homem-Aranha, desta vez na MCU. O filme foi o grande sucesso da retomada dos cinemas pós-covid, e inclusive já caiu na HBO Max para ser assistido no streaming por aquela porcentagem mínima que ainda não havia visto o filme, ou aquela grande parte que irá ver pela décima vez. É irônico pensar que o melhor filme do Homem-Aranha com Andrew Garfield não foi um filme que o ator protagonizou como o herói, e sim surgiu como coadjuvante de Tom Holland, que agora interpreta o personagem principal na linha do tempo oficial da Marvel. Seja como for, Garfield teve sua chance de redenção neste filme que não por menos é o grande favorito em sua carreira por críticos e o público.

PIORES

05 | O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus (2009)

Se todo mundo comentava na época do lançamento de Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) sobre como o saudoso Heath Ledger havia falecido aos 28 anos sem conseguir ver seu desempenho vencedor do Oscar póstumo concluído, esse quinto item dos piores filmes de Andrew Garfield tem forte ligação com isso tudo. Primeiro devemos mencionar que alguns dos filmes contidos na lista dos piores de Garfield não são de fato ruins, são apenas “menos melhores” do que os demais. E esse sem dúvida é um deles. Seja como for, esse é o filme que Heath Ledger lançaria após sua investida como o vilão Coringa no citado filme do Batman. De fato, Ledger já estava filmando Dr. Parnassus quando faleceu, e não conseguiu terminar o longa. Assim, três atores tiveram que substituí-lo no mesmo papel: Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell. Soa estranho, mas não é tanto, pois o filme aposta na fantasia e no surrealismo. E Garfield, você pergunta? Estava lá, coadjuvando em um de seus primeiros trabalhos no cinema.

04 | O Mistério de Silver Lake (2018)

Saído diretamente do prestigiado festival de Cannes, todos estavam de olho nesse suspense dramático, extremamente ambicioso e com fortes doses de surrealismo igualmente. Acontece que esse era o novo trabalho, à época, de David Robert Mitchell, jovem cineasta que havia surpreendido o mundo e em especial a comunidade de amantes do terror com sua obra-prima It Follows (Corrente do Mal). Justamente por isso, todos esperavam o próximo passo do diretor – que terminou optando não por outro terror, mas sim por um thriller super estiloso, mas cujo conteúdo é talvez fora da caixinha demais para agradar cem por cento. Uma coisa podemos dizer, a performance de Garfield é ótima como um jovem desocupado em busca de solucionar um grande mistério, que começa com o desaparecimento de uma vizinha.

03 | O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014)

Se dependesse unicamente deste amigo que vos fala, e escreve essa matéria, este filme provavelmente ocuparia um espaço mais “alto” na lista dos piores no top 5 do fundo do poço. Como quem sabe, trocar de lugar com o segundo colocado. Seja como for, isso só demonstra que aqui são respeitadas as opiniões dos críticos e do grande público, por mais que não concordemos com elas. A verdade é que os filmes de Garfield como o Homem-Aranha estão ressurgindo como itens cult, sendo revisionados em especial pela geração que cresceu com eles, que jura de pé juntos que não são tão ruins assim. Bem, o que posso dizer é que ainda falta um bocado para que eu concorde com eles, já que enquanto o primeiro filme é genérico e chato, esse é simplesmente ruim de doer.

02 | Leões e Cordeiros (2007)

Aqui temos outro item que causa discordância entre minha opinião pessoal e a dos críticos em geral e do grande público. Leões e Cordeiros é dirigido pelo monstro sagrado Robert Redford, que também estrela esse drama. E embora não seja um filme muito falado hoje em dia, e que não conseguiu muito provar seu valor no teste do tempo, terminando basicamente esquecido, lembro de tê-lo assistido na época de seu lançamento e o achado interessante. É claro que desde então muita coisa mudou, e inclusive eu mudei muito. Seja como for, se minha lembrança não estiver me enganando, esse nem de perto merecia ser o segundo pior filme da carreira de Garfield. De qualquer forma, o ator aqui vive um papel pequeno, como um estudante ideológico discutindo política com seu professor Robert Redford. O filme conta ainda com Tom Cruise no papel de um senador americano e Meryl Streep como uma repórter o entrevistando.

01 | Mainstream (2020)

Exibido no festival de Veneza em 2020, esse filme permaneceu inédito no Brasil durante todo esse tempo, devido à suas críticas negativas, e chegou ao país diretamente na plataforma de streaming do Telecine Play. Uma coisa todos os detratores parecem concordar: a performance que entrega tudo de si do protagonista Andrew Garfield. Escrito e dirigido por Gia Coppola, neta de Francis Ford Coppola e sobrinha de Sofia Coppola, o filme marca o segundo trabalho da cineasta no comando de um longa. O foco aqui é a crítica na forma de sátira das chamadas personalidades da internet, que se importam mais com as curtidas (likes) do que de fato em fazer alguma diferença no mundo. O elenco conta ainda com Maya Hawke e Alexa Demie (de Euphoria).

Primeiras Impressões | Making The Cut: Reality show sobre moda retorna cheio de looks incríveis e participante brasileiro

Alguns diriam que Making The Cut seria apenas uma estratégia capitalista da Amazon de fomentar o consumo da indústria da moda dentro de sua própria plataforma. Independente de quais sejam as reais motivações de Jeff Basos, é inegável que o reality show que aposta em novos estilistas tem sido fundamental para dar voz à artistas excelentes com pouquíssima visibilidade. E criando aquela atmosfera exageradamente dramática que tanto amamos neste gênero, a série produzida e apresentada por Heidi Klum e Tim Gunn continua sendo uma deliciosa experiência fashionista que, à medida que nos leva aos bastidores da indústria, ainda consegue se tornar aquele entretenimento chiclete que nos prende a cada no episódio.

Com uma leva ainda mais diversa de participantes vindos dos quatro cantos do mundo, a 3ª temporada chega com uma inesperada surpresa, trazendo entre os competidores um jovem e talentoso estilista brasileiro. Com uma visão criativa excepcional que logo de início o destaca dentre os demais, Rafael é a cara de um país onde muitos não dominam o inglês, mas que nem por isso deixam a barreira do idioma se tornar um obstáculo para o sucesso. Trocando as palavras e com dificuldade de se expressar corretamente em vários momentos, ele faz de seus designs o seu maior tradutor. Por meio de suas peças – que na maioria das vezes são impecáveis -, o brasileiro chama a atenção por sua habilidade em criar estilos diversos que exalam a brasilidade de forma atemporal e universal.

E a nova temporada, que ainda conta com Nicole Richie como uma das juradas, segue sendo aquele tipo de reality show que nos toma pela emoção. Com uma clássica edição planejada para elevar as tensões e os conflitos, a produção é feita para quem ama muito a moda e não perde uma oportunidade de curtir programas de variedades. Sem muita inovação em seu formato, Making The Cut consegue se comunicar muito bem com a audiência justamente por permitir que o público adquira os chamados “looks acessíveis”, direto do site da Amazon. Para um fashionista, essa é a oportunidade ideal para apoiar novos estilistas, à medida em que adquire peças singulares.

Retornando com 8 episódios de quase uma hora de duração, o novo ciclo não perde seu sabor e se consolida como um dos programas de variedades mais divertidos da atualidade. Sempre pautado pelo carisma de Heidi e Tim – que trabalham juntos nesse segmento há anos -, Making The Cut não é um reality show despretensioso e sem propósito. Ajudando empreendedores de pequeno e médio porte a conquistarem o mercado da moda, a série é uma divertida janela de oportunidades para artistas que tantas vezes passam despercebidos pela indústria.

‘Órfã 2’: Atriz revela que Esther vai enfrentar sua nêmese na sequência

Apesar da recepção mista à época do lançamento, o terror psicológico ‘A Órfã’ tornou-se um dos filmes favoritos do gênero pelo público e, agora, os fãs poderão revisitar essa assustadora história criada por Jaume Collet-Serra com o antecipado ‘Órfã 2: A Origem.

Mas a antagonista Esther (cujo papel será reprisado por Isabelle Fuhrman) não terá muita facilidade em continuar seu reinado de caos. Em entrevista ao site MovieWeb, Julia Stiles, que interpreta Trisha Albright na produção, disse que sua personagem será uma força considerável a ser enfrentada por Esther.

“Acho que Esther, neste [filme], encontrou sua nêmese”, ela disse. “No topo da família está a matriarca, minha personagem Trisha… Ela está desesperada para curar a família e se ata a essa ideia de que eles conseguem, e de que tudo vai ficar bem, mas ela olha para Esther e pensa: ‘há algo errado, isso não parece certo’. O que ela faz com isso é muito divertido de assistir, e ver Esther ter que lidar com isso… É algo de que eu acho que os fãs do primeiro vão realmente gostar”.

Lembrando que o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.

Sucesso entre os críticos, o longa conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as reações abaixo:

“‘Órfã 2: A Origem’ arrasa! Está claro que os talentosos realizadores não queriam imitar o filme anterior. O segundo é mais espirituoso, inteligente e simplesmente incrível, injetando vida nova em sua fórmula de criança assustadora. Tome um gole antes de ver!” Fresh Fiction

“‘Órfã 2’ é um filme inteligente e pontual que se encaixa perfeitamente no que o primeiro filme criou há mais de uma década.” Collider

“Vida longa a Esther!” Slashfilm

“Deliciosamente exagerado e um pouco bobo, é uma comédia de terror difícil de não gostar, mesmo que não faça jus ao seu antecessor.” Starburst

“Um filme que compreende o seu próprio absurdo, sendo muito melhor que o primeiro, e com razão.” The Wrap

“Funciona como uma prequel da Esther, mas consegue se sentir tão singularmente independente graças a algumas mudanças pontuais e ótimas na narrativa.” IGN Movies

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

Isabelle Fuhrman volta a viver Esther.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Divulgada a trilha sonora completa da série; Confira!

Em seu perfil do Spotify, o compositor Bear McCreary divulgou a trilha sonora completa de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série produzida pela Amazon Prime.

Conhecido por seu trabalho em por seu trabalho na franquia de games ‘God of War‘ e na adaptação de ‘Outlander’, McCreary compôs 37 títulos para a trama baseada nos romances de J.R.R. Tolkien.

Dividida em nada menos que 2 horas e 29 minutos, a trilha contém faixas dedicadas a personagens e lugares marcantes da mitologia da Terra-Média, como à elfa Galadriel, ao vilão Sauron e ao reino de Númenor, lar dos humanos.

Confira, junto com um vídeo dos bastidores e o trailer da atração.

Lembrando que a estreia está marcada para 01 de setembro, às 22h, horário de Brasília.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Crítica | Viveiro – Terror alegórico com pinceladas de Kafka e Magritte estreia no Amazon Prime Video

Admiradores do seriado The Twilight Zone (1959-1964), os irlandeses Lorcan Finnegan e Garret Shanley conceberam Viveiro (Vivarium) para nos desconectar da realidade e nos transportar direto ao purgatório de uma vida muito semelhante a nossa, mas sem o privilégio do livre-arbítrio. Lançada no Festival de Cannes 2019 e disponibilizada em VOD em março, a obra protagonizada por Jesse Eisenberg e Imogen Poots é uma alegoria sobre as ilusões da felicidade familiar e nos remete ao romance O Processo (1925), de Franz Kafka.

Por meio da cena inicial, na qual um pássaro faminto derruba os seus semelhantes do ninho de forma energética e cruel, a produção já comunica ao espectador o seu objetivo de deixá-lo num ambiente desconfortável. Assim como icônico personagem Joseph K., preso em um processo interminável por um crime não específico, o casal Gemma (Poots) e Tom (Eisenberg) desconhece as razões do seu infortúnio. 

O essencial da narrativa, no entanto, não é explicá-las, mas nos confrontar com a experiência de cada um deles nesta jornada. O casal chega a uma imobiliária e são recebidos pelo agente Martin (Jonathan Arisa), portador de um sorriso horripilante e desprovido de trato social, ou seja, poderíamos compará-lo a um assombroso Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory. De imediato, o casal é conduzido a visitar o espaço residencial Yonder e eles são apresentados a um infinito repetitivo de casas verdes idênticas com cercadinhos na varanda.

Logo de início, a decoração domiciliar causa estranhamento e eles reagem com aversão e escárnio. Para completar a atmosfera insólita, Martin desaparece sem deixar rastros e a vizinhança permanece completamente silenciosa. Sem titubear, ambos entram no carro em direção ao caminho de volta à cidade. Contudo, após rodar por horas e sempre encontrar as mesmas casas, a gasolina acaba e a saída torna-se inatingível. 

A partir desse momento, é preciso olhar a obra com um quê de desconfiança e curiosidade, equivalente a dos protagonistas. Depois de algumas tentativas de fuga, eles recebem um caixa com mantimentos e, posteriormente, um bebê, o que os revela como prisioneiros de alguém ou algo incompreensível. Como no romance de Kafka, Finnegan e Shanley nos conduz a enxergar para além do plano das imagens e fazer um esforço de interpretar a simbologia. 

Com uma composição minimalista, a força narrativa sustenta-se por meio da expressividade de Imogen Poots, sendo este um dos trabalhos mais eminente da atriz. Ela funciona como um pêndulo entre manter-se humana ou deixa-se seduzir pela loucura, principalmente nas cenas como o seu suposto filho (Senan Jennings). Nesta situação, os três sentados à mesa para o café da manhã perverte o lúdico fotográfico da constituição familiar, já que o garoto é uma amplificação horripilante do desenvolvimento de uma criança através dos hábitos parentais, neste caso, dos prisioneiros ao seu redor.

Seguindo o mesmo caminho do surrealismo das obras de Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich [1999], Sinédoque Nova York [2018], Anomalisa [2015]), Viveiro joga um casal em um pesadelo de serventia a um ditador invisível. Em uma instância mais primária, é possível fazer uma contemplação que esta é exatamente a vida que ambos buscavam ao entrarem naquela residência. Os elementos de realidade com resquícios de fantasia, ou melhor, de composições surrealistas, são belos ao nosso olhar e intrigam a lógica presente na vida cotidiana, tal como um quadro do artista belga René Magritte.

Com uma excelente direção artística, Viveiro sobressai a estética em detrimento de uma mensagem simples, mas aberta a interpretações: seja o pesadelo da vida no subúrbio para a geração Y, seja a criação dos filhos. De fato, os elementos pincelados por Lorcan Finnegan aterrorizam e entretêm, mantendo o espectador capturado pela fascínio do alegórico purgatório, além de brincar com as questões apresentadas em Foi Apenas Um Sonho (2008) e Beleza Americana (1999).

Sucesso! ‘Dragon Ball Super: Super Herói’ estreia em 1º lugar nas bilheterias brasileiras…

Após arrecadar US$ 18 milhões no Japão, o novo filme da franquia ‘Dragon Ball Super‘ chegou nos cinemas nacionais e conquistou a primeira posição no ranking dos filmes mais assistidos do país.

Dragon Ball Super: Super Herói‘ foi lançado em 950 salas pelo Brasil, batendo o recorde de anime com MAIOR circuito de abertura da história do país.

O filme conquistou, com folga, o primeiro lugar nas bilheterias na quinta-feira, dia 19.

Confira:

A Sony disponibilizou cópias dubladas e legendadas.

Confira o trailer, a lista dos dubladores e

Vagner Fagundes, voz de Son Gohan
Wendel Bezerra, voz de Son Goku e direção de dublagem
Yuri Chesman, voz de Son Goten
Luiz Antônio Lobue, voz de Piccolo
Tânia Gaidarji, voz de Bulma
Alfredo Rollo, voz de Vegeta
Fábio Lucindo, voz de Krillin
Marcelo Campos, voz de Trunks
Melissa Garcia, voz de Videl
Mariana Evangelista, voz de Pan
Pedro Alcântara, voz de Dr. Hedo
Heitor Assali, voz de Gamma 1
Felipe Drummond, voz de Gamma 2
Ronaldo Júlio, voz de Magenta
César Marchetti, voz de Carmine

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!

Tetsuro Kodama está na direção, Chikashi Kubota é o diretor da animação e Jae Hoon Jung está na direção de CG. Naoki Sato está na composição musical e Nobuhito Sue está na direção de arte.

 

Dragon Ball Super: Super-Herói

(Dragon Ball Super: Super Hero)

 

Elenco:

Zach Aguilar
Kara Edwards
Toshio Furukawa

 

Direção: Tetsuro Kodama

Gênero: Anime

Duração: 120 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku. Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan. Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói.

Curiosidades: 

» Esse filme terá uma grande passagem de tempo, uma vez que o roteirista Akira Toriyama declarou que a produção será uma história original ao invés de um remake ou adaptação dos novos arcos narrativos que estão sendo escritos para o mangá;

» O longa alegadamente se passará após a Saga Granolah, do mangá;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | 45 do Segundo Tempo – Tony Ramos BRILHA em Emocionante e Comovente Dramédia Nacional

Nem todas as histórias são felizes. Apesar de nós, seres humanos, estarmos sempre atrás dessa tal felicidade, a verdade é que a maior parte do tempo nós passamos apenas existindo, repetindo movimentos e ações, construindo ou destruindo relações e planos, mas, no final, a maioria de nós se sente satisfeito com a vida que teve, apesar de uma ou outra coisa querermos ter feito diferente. A vida é esse ciclo de etapas pelas quais vamos passando, mas, na ficção, no audiovisual, a coisa é diferente. Há uma exigência de que o cinema e a literatura, em sua maior parte, seja positiva, feliz, alegre, leve, ainda que nem todas as histórias humanas sejam o tempo todo coloridas. Numa pegada muito mais humana e sincera, estreia essa semana nos cinemas o drama nacional ‘45 do Segundo Tempo’.

Pedro (Tony Ramos) acaba de perder Calabresa, sua cachorrinha e companheira há anos. Isso acontece no mesmo dia em que tem um empréstimo negado pelo banco por conta da sua idade e seu restaurante é interditado pela vigilância sanitária. Nesse mesmo dia, também, ele reencontra seus antigos amigos de escola, Ivan (Cássio Gabus Mendes), hoje um advogado bem-sucedido, e Mariano (Ary França), que, para a surpresa de todos, virou padre. Após o encontro, Pedro fica nostálgico e toma uma importante decisão: após o fim do campeonato de futebol – e certo de que o Palmeiras irá sagrar-se campeão – ele irá se matar. Então, chama os amigos para lhes comunicar a decisão, na esperança de, pelos próximos dias, poderem compartilhar juntos momentos de alegria e nostalgia sobre o passado juvenil.

No cinema argentino, francês e espanhol o gênero da dramédia faz muito sucesso. Produções com motes similares a ‘45 do Segundo Tempo’ têm boa recepção dentre o público mais adulto, então, por que no Brasil seria diferente? O espanhol ‘Viver Duas Vezes’ figurou durante um bom tempo entre os mais vistos da Netflix, enquanto o francês ‘Intocáveis’ até hoje bate recorde de audiência. Nessa mesma pegada o roteiro de Vinicius Calderoni, Rafael Gomes, Luna Grimberg, Laura Malin, Leonardo Moreira e Luiz Villaça constrói um drama cômico, ou dramédia, centrada no universo masculino da terceira idade com personagens paulistanos que vivem na capital urbana. Através da jornada reflexiva do protagonista, o espectador é convidado a olhar com mais generosidade para essa geração de senhores que tiveram uma educação super rígida e cheia de fobias, e que hoje são pais e avós em um mundo livre e tecnológico que não espera o ritmo deles.

A beleza e a singeleza com que os três personagens são construídos é comovente, especialmente o personagem que Tony Ramos entrega ao público, com muita propriedade de suas escolhas sem, por isso, ser triste. Há algum alívio, de fato, em se ter controle sobre a única coisa de que não temos controle na vida. A química entre os três atores torna leve até mesmo os momentos mais pesados, com direito a diálogos sagazes e bastante sincerões, que arrancam o riso mesmo em situações impróprias. Porque assim é a vida.

Com uma direção passional de Luiz Villaça e um bocado de metáforas (a dualidade entre religião e futebol, a viagem em um ônibus dos anos 1970 e a respiração na cena do estádio), ‘45 do Segundo Tempo’ é um belo e tocante filme. Faz rir e chorar, e provavelmente cativará o coração de quem for assistir.

45 do Segundo Tempo

 

Elenco:

Tony Ramos

Cássio Gabus Mendes

Denise Fraga

 

Direção: Luiz Villaça

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Depois de 40 anos separados, Pedro marca um encontro com seus melhores amigos do colégio. O convite para recriar uma foto tirada por eles no dia da inauguração do metrô de São Paulo é, na realidade, um pretexto para avisá-los de que ele pretende se matar, mas não antes de ver seu time ser campeão.

Crítica:

Crítica | 45 do Segundo Tempo – Tony Ramos BRILHA em Emocionante e Comovente Dramédia Nacional

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Luiz Villaça também escreveu o roteiro ao lado de Rafael Gomes, Luna Grimberg e Leonardo Moreira;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Luta Pela Liberdade

(Cliff Walkers)

 

Elenco:

Zhang Yi
Yu Hewei
Qin Hailu

 

Direção: Zhang Yimou

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Situado no estado de Manchukuo, um lugar controlado pelo governo, na década de 1930, a trama segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Juntos, eles embarcam em uma missão secreta com o codinome “Utrennya”. Depois de serem vendidos por um traidor, a equipe se vê cercada por ameaças de todos os lados desde o momento em que saltam de paraquedas na missão. Os agentes vão quebrar o impasse e completar sua missão? Nos terrenos nevados de Manchukuo, a equipe será testada até o limite.

Curiosidades: 

» O longa foi selecionado pela China para a categoria de Melhor Filme Internacional na 94ª edição do Oscar;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Maior que o Mundo

 

Elenco:

Eriberto Leão
Maria Flor
Luana Piovani

 

Direção: Roberto Marquez

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Sofrendo de bloqueio criativo, Kbeto é um escritor que vive atrás de inspiração para escrever seu segundo romance e dar continuidade a uma interrompida carreira literária. Ao encontrar um diário perdido, fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrever o manuscrito para vendê-lo como se fosse seu. O que ele não esperava é que não demoraria muito para o verdadeiro autor da história aparecer e o que parecia ser a solução da sua vida se tornar um problema ainda maior.

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Reinaldo Moraes, de ‘Estrangeiros em Casa‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Luta Pela Liberdade’: Épico de ação e espionagem chinês estreia nos cinemas nacionais

O thriller de espionagem chinês, ‘Luta Pela Liberdade‘ (Cliff Walkers), dirigido pelo aclamado cineasta Zhang Yimou, estreou nesse fim de semana nos cinemas nacionais pela A2 Filmes.

A trama segue quatro agentes especiais do Partido Comunista, que retornaram à China após receber treinamento especial na União Soviética. Juntos, eles embarcam em uma missão secreta com o codinome de “Utrennya”. Depois de ser denunciada por um traidor, a equipe se vê cercada por ameaças de todos os lados. Os agentes vão romper o impasse e conseguir completar sua missão? Nos campos nevados de Manchukuo, a equipe será testada até o limite.

Assista ao trailer:

Luta Pela Liberdade‘ conta com Zhang Yi (Sequestro no Mar Vermelho), Yu Hewei (Eu Não Sou Madame Bovary), Qin Hailu (O Momento Plutão) e Zhu Yawen (O Capitão) no elenco.