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Criadora de ‘Mulher-Hulk’ explica porque Tatiana Maslany foi a escolha perfeita para o papel

Em declaração para a revista D23, da Disney (via Comic Book), Jessica Gao, criadora de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, revelou alguns detalhes dos bastidores enquanto a série era desenvolvida.

Entre os assuntos, Gao foi questionada por que Tatiana Maslany foi escolhida como protagonista.

Em resposta, ela disse rendeu elogios à estrela, dizendo que não poderia haver melhor opção, por conta de sua criatividade.

“Eu só conhecia Tatiana como uma atriz dramática, mas ela é super engraçada e ela também tem ótimos instintos tanto para a personagem quanto para a história. Houve tantas vezes em que ela identificou algo que não parecia adequado e nos ajudou a lapidar o roteiro instintivamente e intelectualmente.”

Ela continuou:

“Isso nos forçou a trabalhar juntos para chegar a um resultado muito melhor do que o planejado inicialmente. Sua entrega ao trabalho deixou tudo mais real, inteligente e engraçado de forma natural. Eu serei eternamente grata por isso.”

E agora que a Mulher-Hulk/Jennifer Walters é oficialmente parte do MCU, os fãs estão curiosos para saber como a personagem irá se encaixar nos próximos filmes da Marvel.

Como foi revelado no primeiro episódio da série, Walters é tão forte quanto seu primo, Bruce Banner (Mark Ruffalo) e tem pleno domínio de sua consciência, mesmo transformada.

Isso faz dela uma ótima candidata para os Vingadores.

Conversando com o Deadline, Gao tocou no assunto e disse que ficaria surpresa se ela não aparecesse nos vindouros filmes da equipe.

“Quando surge uma personagem como ela, perguntas como essa sempre vêm junto. Bom, há uma cena onde ela vai ver Abominável e alguém cochicha: ‘ouvimos dizer que ela foi rejeitada pelos Vingadores’. Bom, eu ficaria chocada se eles não começassem a colocá-la nos filmes, especialmente os filmes de equipes.”

Lembrando que a Marvel Studios vai lançar mais dois filmes dos ‘Vingadores’ em 2025. Um deles será ‘A Dinastia Kang‘ e o outro será uma adaptação de ‘Guerras Secretas‘.

E, segundo Ruffalo, a Mulher-Hulk estará neles.

“O próximo Vingadores vai ter a Mulher-Hulk”, afirmou o ator ao ET Online.

Até lá, o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ estreia em 25 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Andrew Garfield completa 39 anos | Conheça os MELHORES e PIORES trabalhos do ator indicado ao Oscar

Andrew Garfield estava destinado a ficar conhecido para sempre como o Homem-Aranha que não deu certo e sequer pôde terminar sua história nas telonas. O mundo realmente não é justo. Ou quem sabe não era, e está caminhando cada vez mais para ser. Quando foi revelado como então o novo intérprete do super-herói no início da década de 2010, o entusiasmo do ator ao herdar o papel foi tão contagiante que até nos fez esquecer um pouco o fato do desnecessário reinício para a franquia apenas dez anos depois do filme original. Garfield aparecia vestido como o personagem em eventos e parecia realmente estar tendo realizado um desejo de menino. Corta para o resultado de suas duas iterações na pele do personagem, digamos no mínimo mornas. Isso fez o estúdio puxar o plugue antes mesmo da chance de ver amarradas todas as pontas deixadas para um eventual terceiro filme.

Garfield, é claro, seguiu fazendo bons trabalhos, e parecia ter gana de demonstrar que seu talento ia além do “Homem-Aranha rejeitado”. Trabalhou com grandes nomes da indústria, como Martin Scorsese, e conquistou inclusive uma indicação ao Oscar. Seu novo auge de popularidade está acontecendo neste exato momento, e começou com um burburinho de que vestiria novamente o uniforme do herói aracnídeo. Boato esse que, como sabemos hoje, se revelou verdadeiro. Assim, Garfield finalmente ganhou sua chance de redenção na pele do personagem. Mas não apenas isso, como vem gerando outros boatos, esses de que receberia nova chance de estrelar um filme solo como o herói, um que continuaria e provavelmente encerraria de forma própria sua trajetória.

Não bastasse isso, Garfield seguiu surfando em sua nova onda de popularidade com uma segunda indicação ao Oscar (pelo musical Tick Tick… Boom), arrancou elogios pelo desempenho em Os Olhos de Tammy Faye (que deu finalmente um Oscar para Jessica Chastain), e acabou de lançar uma minissérie badalada de suspense com o selo da Disney/ Hulu / Star+ (Em Nome do Céu). Hoje, Andrew Garfield completa 39 anos e o que sentimos é que sua carreira está apenas começando. Para homenagear esse talentoso e renovado ator, selecionamos através de uma intensa pesquisa juntos aos críticos e ao grande público, os melhores e os piores trabalhos dele. Confira abaixo.

MELHORES

05 | Rapaz A (2007)

Dificilmente o primeiro filme de um ator termina entre seu top 5 de melhores trabalhos. Isso porque no início de carreira, a maioria acaba aceitando papeis menores em produções não muito badaladas a fim de fazer a “bola girar” para eles. Não foi o caso com Andrew Garfield, que já estreou com o pé direito neste drama britânico. O ator já havia feito participações em séries e em curtas, mas em seu primeiro trabalho em um longa no cinema, foi logo o protagonista. Garfield é americano, mas sua mãe é britânica e aos três anos se mudou com a família para a Inglaterra onde foi criado. Nesse filme, baseado num livro e dirigido pelo mesmo cineasta do indicado ao Oscar Brooklyn (2015), o ator vive um jovem liberado do cárcere após cumprir pena por um crime cometido ainda na infância.

04 | 99 Casas (2014)

Outro que consta no top 5 dos melhores filmes de Andrew Garfield é este drama sobre o mercado imobiliário americano. Nesta época, o ator já havia assumido o manto do Homem-Aranha e lançava seu segundo filme na pele do herói no mesmo ano. 99 Casas é uma destas pérolas escondidas que nascem em festivais de cinema (no caso deste Veneza e Toronto) e que precisam ser descobertas por todos. Em uma de suas melhores e mais subestimadas atuações, Garfield vive um jovem lutando para manter sua casa, que está para ser tirada dele e de sua família. A solução encontrada é ir trabalhar justamente para o sujeito encarregado de despejar pessoas que não conseguem pagar suas hipotecas, papel do grande Michael Shannon. Completando o elenco, Laura Dern vive a mãe de Garfield.

03 | Até o Último Homem (2016)

Dois anos depois de seu elogiado desempenho no drama 99 Casas e também de aposentar o uniforme como o Homem-Aranha, Andrew Garfield conquistava a tão almejada indicação ao Oscar de melhor ator neste drama de guerra sobre uma história real. O filme marcava não apenas a volta por cima de Garfield, mas de certa forma também do ator caído em desgraça Mel Gibson, que provava novamente ser um diretor de mão cheia, nesta história edificante sobre um soldado lutando na Segunda Guerra Mundial que devido à sua ideologia religiosa se recusava a pegar numa arma. Suas missões durante o conflito envolviam basicamente o resgate de outros soldados.

02 | A Rede Social (2010)

Esse foi definitivamente o papel que conseguiu o uniforme do Homem-Aranha para Andrew Garfield, independente do resultado de sua investida na pele do herói. Acontece que se Rapaz A serviu para a indústria e alguns cinéfilos conhecerem o ator, aquele ainda era um drama independente bem pequeno e pouquíssimo conhecido. Com A Rede Social a coisa mudava de figura. Trata-se de um badaladíssimo drama dirigido por um gigante da área, David Fincher – que no currículo possui filmes como Seven, Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button. Este filme definitivamente surgiu como divisor de águas na carreira do ator, que brilhou no papel do brasileiro Eduardo Saverin e, segundo muitos, foi injustiçado por não conseguir uma indicação ao Oscar – ao contrário do filme.

01 | Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021)

A esta altura não é segredo para ninguém e muito menos spoiler dizer que sim, Andrew Garfield está no último filme do Homem-Aranha, desta vez na MCU. O filme foi o grande sucesso da retomada dos cinemas pós-covid, e inclusive já caiu na HBO Max para ser assistido no streaming por aquela porcentagem mínima que ainda não havia visto o filme, ou aquela grande parte que irá ver pela décima vez. É irônico pensar que o melhor filme do Homem-Aranha com Andrew Garfield não foi um filme que o ator protagonizou como o herói, e sim surgiu como coadjuvante de Tom Holland, que agora interpreta o personagem principal na linha do tempo oficial da Marvel. Seja como for, Garfield teve sua chance de redenção neste filme que não por menos é o grande favorito em sua carreira por críticos e o público.

PIORES

05 | O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus (2009)

Se todo mundo comentava na época do lançamento de Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) sobre como o saudoso Heath Ledger havia falecido aos 28 anos sem conseguir ver seu desempenho vencedor do Oscar póstumo concluído, esse quinto item dos piores filmes de Andrew Garfield tem forte ligação com isso tudo. Primeiro devemos mencionar que alguns dos filmes contidos na lista dos piores de Garfield não são de fato ruins, são apenas “menos melhores” do que os demais. E esse sem dúvida é um deles. Seja como for, esse é o filme que Heath Ledger lançaria após sua investida como o vilão Coringa no citado filme do Batman. De fato, Ledger já estava filmando Dr. Parnassus quando faleceu, e não conseguiu terminar o longa. Assim, três atores tiveram que substituí-lo no mesmo papel: Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell. Soa estranho, mas não é tanto, pois o filme aposta na fantasia e no surrealismo. E Garfield, você pergunta? Estava lá, coadjuvando em um de seus primeiros trabalhos no cinema.

04 | O Mistério de Silver Lake (2018)

Saído diretamente do prestigiado festival de Cannes, todos estavam de olho nesse suspense dramático, extremamente ambicioso e com fortes doses de surrealismo igualmente. Acontece que esse era o novo trabalho, à época, de David Robert Mitchell, jovem cineasta que havia surpreendido o mundo e em especial a comunidade de amantes do terror com sua obra-prima It Follows (Corrente do Mal). Justamente por isso, todos esperavam o próximo passo do diretor – que terminou optando não por outro terror, mas sim por um thriller super estiloso, mas cujo conteúdo é talvez fora da caixinha demais para agradar cem por cento. Uma coisa podemos dizer, a performance de Garfield é ótima como um jovem desocupado em busca de solucionar um grande mistério, que começa com o desaparecimento de uma vizinha.

03 | O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014)

Se dependesse unicamente deste amigo que vos fala, e escreve essa matéria, este filme provavelmente ocuparia um espaço mais “alto” na lista dos piores no top 5 do fundo do poço. Como quem sabe, trocar de lugar com o segundo colocado. Seja como for, isso só demonstra que aqui são respeitadas as opiniões dos críticos e do grande público, por mais que não concordemos com elas. A verdade é que os filmes de Garfield como o Homem-Aranha estão ressurgindo como itens cult, sendo revisionados em especial pela geração que cresceu com eles, que jura de pé juntos que não são tão ruins assim. Bem, o que posso dizer é que ainda falta um bocado para que eu concorde com eles, já que enquanto o primeiro filme é genérico e chato, esse é simplesmente ruim de doer.

02 | Leões e Cordeiros (2007)

Aqui temos outro item que causa discordância entre minha opinião pessoal e a dos críticos em geral e do grande público. Leões e Cordeiros é dirigido pelo monstro sagrado Robert Redford, que também estrela esse drama. E embora não seja um filme muito falado hoje em dia, e que não conseguiu muito provar seu valor no teste do tempo, terminando basicamente esquecido, lembro de tê-lo assistido na época de seu lançamento e o achado interessante. É claro que desde então muita coisa mudou, e inclusive eu mudei muito. Seja como for, se minha lembrança não estiver me enganando, esse nem de perto merecia ser o segundo pior filme da carreira de Garfield. De qualquer forma, o ator aqui vive um papel pequeno, como um estudante ideológico discutindo política com seu professor Robert Redford. O filme conta ainda com Tom Cruise no papel de um senador americano e Meryl Streep como uma repórter o entrevistando.

01 | Mainstream (2020)

Exibido no festival de Veneza em 2020, esse filme permaneceu inédito no Brasil durante todo esse tempo, devido à suas críticas negativas, e chegou ao país diretamente na plataforma de streaming do Telecine Play. Uma coisa todos os detratores parecem concordar: a performance que entrega tudo de si do protagonista Andrew Garfield. Escrito e dirigido por Gia Coppola, neta de Francis Ford Coppola e sobrinha de Sofia Coppola, o filme marca o segundo trabalho da cineasta no comando de um longa. O foco aqui é a crítica na forma de sátira das chamadas personalidades da internet, que se importam mais com as curtidas (likes) do que de fato em fazer alguma diferença no mundo. O elenco conta ainda com Maya Hawke e Alexa Demie (de Euphoria).

Primeiras Impressões | Making The Cut: Reality show sobre moda retorna cheio de looks incríveis e participante brasileiro

Alguns diriam que Making The Cut seria apenas uma estratégia capitalista da Amazon de fomentar o consumo da indústria da moda dentro de sua própria plataforma. Independente de quais sejam as reais motivações de Jeff Basos, é inegável que o reality show que aposta em novos estilistas tem sido fundamental para dar voz à artistas excelentes com pouquíssima visibilidade. E criando aquela atmosfera exageradamente dramática que tanto amamos neste gênero, a série produzida e apresentada por Heidi Klum e Tim Gunn continua sendo uma deliciosa experiência fashionista que, à medida que nos leva aos bastidores da indústria, ainda consegue se tornar aquele entretenimento chiclete que nos prende a cada no episódio.

Com uma leva ainda mais diversa de participantes vindos dos quatro cantos do mundo, a 3ª temporada chega com uma inesperada surpresa, trazendo entre os competidores um jovem e talentoso estilista brasileiro. Com uma visão criativa excepcional que logo de início o destaca dentre os demais, Rafael é a cara de um país onde muitos não dominam o inglês, mas que nem por isso deixam a barreira do idioma se tornar um obstáculo para o sucesso. Trocando as palavras e com dificuldade de se expressar corretamente em vários momentos, ele faz de seus designs o seu maior tradutor. Por meio de suas peças – que na maioria das vezes são impecáveis -, o brasileiro chama a atenção por sua habilidade em criar estilos diversos que exalam a brasilidade de forma atemporal e universal.

E a nova temporada, que ainda conta com Nicole Richie como uma das juradas, segue sendo aquele tipo de reality show que nos toma pela emoção. Com uma clássica edição planejada para elevar as tensões e os conflitos, a produção é feita para quem ama muito a moda e não perde uma oportunidade de curtir programas de variedades. Sem muita inovação em seu formato, Making The Cut consegue se comunicar muito bem com a audiência justamente por permitir que o público adquira os chamados “looks acessíveis”, direto do site da Amazon. Para um fashionista, essa é a oportunidade ideal para apoiar novos estilistas, à medida em que adquire peças singulares.

Retornando com 8 episódios de quase uma hora de duração, o novo ciclo não perde seu sabor e se consolida como um dos programas de variedades mais divertidos da atualidade. Sempre pautado pelo carisma de Heidi e Tim – que trabalham juntos nesse segmento há anos -, Making The Cut não é um reality show despretensioso e sem propósito. Ajudando empreendedores de pequeno e médio porte a conquistarem o mercado da moda, a série é uma divertida janela de oportunidades para artistas que tantas vezes passam despercebidos pela indústria.

‘Órfã 2’: Atriz revela que Esther vai enfrentar sua nêmese na sequência

Apesar da recepção mista à época do lançamento, o terror psicológico ‘A Órfã’ tornou-se um dos filmes favoritos do gênero pelo público e, agora, os fãs poderão revisitar essa assustadora história criada por Jaume Collet-Serra com o antecipado ‘Órfã 2: A Origem.

Mas a antagonista Esther (cujo papel será reprisado por Isabelle Fuhrman) não terá muita facilidade em continuar seu reinado de caos. Em entrevista ao site MovieWeb, Julia Stiles, que interpreta Trisha Albright na produção, disse que sua personagem será uma força considerável a ser enfrentada por Esther.

“Acho que Esther, neste [filme], encontrou sua nêmese”, ela disse. “No topo da família está a matriarca, minha personagem Trisha… Ela está desesperada para curar a família e se ata a essa ideia de que eles conseguem, e de que tudo vai ficar bem, mas ela olha para Esther e pensa: ‘há algo errado, isso não parece certo’. O que ela faz com isso é muito divertido de assistir, e ver Esther ter que lidar com isso… É algo de que eu acho que os fãs do primeiro vão realmente gostar”.

Lembrando que o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.

Sucesso entre os críticos, o longa conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as reações abaixo:

“‘Órfã 2: A Origem’ arrasa! Está claro que os talentosos realizadores não queriam imitar o filme anterior. O segundo é mais espirituoso, inteligente e simplesmente incrível, injetando vida nova em sua fórmula de criança assustadora. Tome um gole antes de ver!” Fresh Fiction

“‘Órfã 2’ é um filme inteligente e pontual que se encaixa perfeitamente no que o primeiro filme criou há mais de uma década.” Collider

“Vida longa a Esther!” Slashfilm

“Deliciosamente exagerado e um pouco bobo, é uma comédia de terror difícil de não gostar, mesmo que não faça jus ao seu antecessor.” Starburst

“Um filme que compreende o seu próprio absurdo, sendo muito melhor que o primeiro, e com razão.” The Wrap

“Funciona como uma prequel da Esther, mas consegue se sentir tão singularmente independente graças a algumas mudanças pontuais e ótimas na narrativa.” IGN Movies

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

Isabelle Fuhrman volta a viver Esther.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Divulgada a trilha sonora completa da série; Confira!

Em seu perfil do Spotify, o compositor Bear McCreary divulgou a trilha sonora completa de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série produzida pela Amazon Prime.

Conhecido por seu trabalho em por seu trabalho na franquia de games ‘God of War‘ e na adaptação de ‘Outlander’, McCreary compôs 37 títulos para a trama baseada nos romances de J.R.R. Tolkien.

Dividida em nada menos que 2 horas e 29 minutos, a trilha contém faixas dedicadas a personagens e lugares marcantes da mitologia da Terra-Média, como à elfa Galadriel, ao vilão Sauron e ao reino de Númenor, lar dos humanos.

Confira, junto com um vídeo dos bastidores e o trailer da atração.

Lembrando que a estreia está marcada para 01 de setembro, às 22h, horário de Brasília.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Crítica | Viveiro – Terror alegórico com pinceladas de Kafka e Magritte estreia no Amazon Prime Video

Admiradores do seriado The Twilight Zone (1959-1964), os irlandeses Lorcan Finnegan e Garret Shanley conceberam Viveiro (Vivarium) para nos desconectar da realidade e nos transportar direto ao purgatório de uma vida muito semelhante a nossa, mas sem o privilégio do livre-arbítrio. Lançada no Festival de Cannes 2019 e disponibilizada em VOD em março, a obra protagonizada por Jesse Eisenberg e Imogen Poots é uma alegoria sobre as ilusões da felicidade familiar e nos remete ao romance O Processo (1925), de Franz Kafka.

Por meio da cena inicial, na qual um pássaro faminto derruba os seus semelhantes do ninho de forma energética e cruel, a produção já comunica ao espectador o seu objetivo de deixá-lo num ambiente desconfortável. Assim como icônico personagem Joseph K., preso em um processo interminável por um crime não específico, o casal Gemma (Poots) e Tom (Eisenberg) desconhece as razões do seu infortúnio. 

O essencial da narrativa, no entanto, não é explicá-las, mas nos confrontar com a experiência de cada um deles nesta jornada. O casal chega a uma imobiliária e são recebidos pelo agente Martin (Jonathan Arisa), portador de um sorriso horripilante e desprovido de trato social, ou seja, poderíamos compará-lo a um assombroso Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory. De imediato, o casal é conduzido a visitar o espaço residencial Yonder e eles são apresentados a um infinito repetitivo de casas verdes idênticas com cercadinhos na varanda.

Logo de início, a decoração domiciliar causa estranhamento e eles reagem com aversão e escárnio. Para completar a atmosfera insólita, Martin desaparece sem deixar rastros e a vizinhança permanece completamente silenciosa. Sem titubear, ambos entram no carro em direção ao caminho de volta à cidade. Contudo, após rodar por horas e sempre encontrar as mesmas casas, a gasolina acaba e a saída torna-se inatingível. 

A partir desse momento, é preciso olhar a obra com um quê de desconfiança e curiosidade, equivalente a dos protagonistas. Depois de algumas tentativas de fuga, eles recebem um caixa com mantimentos e, posteriormente, um bebê, o que os revela como prisioneiros de alguém ou algo incompreensível. Como no romance de Kafka, Finnegan e Shanley nos conduz a enxergar para além do plano das imagens e fazer um esforço de interpretar a simbologia. 

Com uma composição minimalista, a força narrativa sustenta-se por meio da expressividade de Imogen Poots, sendo este um dos trabalhos mais eminente da atriz. Ela funciona como um pêndulo entre manter-se humana ou deixa-se seduzir pela loucura, principalmente nas cenas como o seu suposto filho (Senan Jennings). Nesta situação, os três sentados à mesa para o café da manhã perverte o lúdico fotográfico da constituição familiar, já que o garoto é uma amplificação horripilante do desenvolvimento de uma criança através dos hábitos parentais, neste caso, dos prisioneiros ao seu redor.

Seguindo o mesmo caminho do surrealismo das obras de Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich [1999], Sinédoque Nova York [2018], Anomalisa [2015]), Viveiro joga um casal em um pesadelo de serventia a um ditador invisível. Em uma instância mais primária, é possível fazer uma contemplação que esta é exatamente a vida que ambos buscavam ao entrarem naquela residência. Os elementos de realidade com resquícios de fantasia, ou melhor, de composições surrealistas, são belos ao nosso olhar e intrigam a lógica presente na vida cotidiana, tal como um quadro do artista belga René Magritte.

Com uma excelente direção artística, Viveiro sobressai a estética em detrimento de uma mensagem simples, mas aberta a interpretações: seja o pesadelo da vida no subúrbio para a geração Y, seja a criação dos filhos. De fato, os elementos pincelados por Lorcan Finnegan aterrorizam e entretêm, mantendo o espectador capturado pela fascínio do alegórico purgatório, além de brincar com as questões apresentadas em Foi Apenas Um Sonho (2008) e Beleza Americana (1999).

Sucesso! ‘Dragon Ball Super: Super Herói’ estreia em 1º lugar nas bilheterias brasileiras…

Após arrecadar US$ 18 milhões no Japão, o novo filme da franquia ‘Dragon Ball Super‘ chegou nos cinemas nacionais e conquistou a primeira posição no ranking dos filmes mais assistidos do país.

Dragon Ball Super: Super Herói‘ foi lançado em 950 salas pelo Brasil, batendo o recorde de anime com MAIOR circuito de abertura da história do país.

O filme conquistou, com folga, o primeiro lugar nas bilheterias na quinta-feira, dia 19.

Confira:

A Sony disponibilizou cópias dubladas e legendadas.

Confira o trailer, a lista dos dubladores e

Vagner Fagundes, voz de Son Gohan
Wendel Bezerra, voz de Son Goku e direção de dublagem
Yuri Chesman, voz de Son Goten
Luiz Antônio Lobue, voz de Piccolo
Tânia Gaidarji, voz de Bulma
Alfredo Rollo, voz de Vegeta
Fábio Lucindo, voz de Krillin
Marcelo Campos, voz de Trunks
Melissa Garcia, voz de Videl
Mariana Evangelista, voz de Pan
Pedro Alcântara, voz de Dr. Hedo
Heitor Assali, voz de Gamma 1
Felipe Drummond, voz de Gamma 2
Ronaldo Júlio, voz de Magenta
César Marchetti, voz de Carmine

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!

Tetsuro Kodama está na direção, Chikashi Kubota é o diretor da animação e Jae Hoon Jung está na direção de CG. Naoki Sato está na composição musical e Nobuhito Sue está na direção de arte.

 

Dragon Ball Super: Super-Herói

(Dragon Ball Super: Super Hero)

 

Elenco:

Zach Aguilar
Kara Edwards
Toshio Furukawa

 

Direção: Tetsuro Kodama

Gênero: Anime

Duração: 120 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku. Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan. Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói.

Curiosidades: 

» Esse filme terá uma grande passagem de tempo, uma vez que o roteirista Akira Toriyama declarou que a produção será uma história original ao invés de um remake ou adaptação dos novos arcos narrativos que estão sendo escritos para o mangá;

» O longa alegadamente se passará após a Saga Granolah, do mangá;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | 45 do Segundo Tempo – Tony Ramos BRILHA em Emocionante e Comovente Dramédia Nacional

Nem todas as histórias são felizes. Apesar de nós, seres humanos, estarmos sempre atrás dessa tal felicidade, a verdade é que a maior parte do tempo nós passamos apenas existindo, repetindo movimentos e ações, construindo ou destruindo relações e planos, mas, no final, a maioria de nós se sente satisfeito com a vida que teve, apesar de uma ou outra coisa querermos ter feito diferente. A vida é esse ciclo de etapas pelas quais vamos passando, mas, na ficção, no audiovisual, a coisa é diferente. Há uma exigência de que o cinema e a literatura, em sua maior parte, seja positiva, feliz, alegre, leve, ainda que nem todas as histórias humanas sejam o tempo todo coloridas. Numa pegada muito mais humana e sincera, estreia essa semana nos cinemas o drama nacional ‘45 do Segundo Tempo’.

Pedro (Tony Ramos) acaba de perder Calabresa, sua cachorrinha e companheira há anos. Isso acontece no mesmo dia em que tem um empréstimo negado pelo banco por conta da sua idade e seu restaurante é interditado pela vigilância sanitária. Nesse mesmo dia, também, ele reencontra seus antigos amigos de escola, Ivan (Cássio Gabus Mendes), hoje um advogado bem-sucedido, e Mariano (Ary França), que, para a surpresa de todos, virou padre. Após o encontro, Pedro fica nostálgico e toma uma importante decisão: após o fim do campeonato de futebol – e certo de que o Palmeiras irá sagrar-se campeão – ele irá se matar. Então, chama os amigos para lhes comunicar a decisão, na esperança de, pelos próximos dias, poderem compartilhar juntos momentos de alegria e nostalgia sobre o passado juvenil.

No cinema argentino, francês e espanhol o gênero da dramédia faz muito sucesso. Produções com motes similares a ‘45 do Segundo Tempo’ têm boa recepção dentre o público mais adulto, então, por que no Brasil seria diferente? O espanhol ‘Viver Duas Vezes’ figurou durante um bom tempo entre os mais vistos da Netflix, enquanto o francês ‘Intocáveis’ até hoje bate recorde de audiência. Nessa mesma pegada o roteiro de Vinicius Calderoni, Rafael Gomes, Luna Grimberg, Laura Malin, Leonardo Moreira e Luiz Villaça constrói um drama cômico, ou dramédia, centrada no universo masculino da terceira idade com personagens paulistanos que vivem na capital urbana. Através da jornada reflexiva do protagonista, o espectador é convidado a olhar com mais generosidade para essa geração de senhores que tiveram uma educação super rígida e cheia de fobias, e que hoje são pais e avós em um mundo livre e tecnológico que não espera o ritmo deles.

A beleza e a singeleza com que os três personagens são construídos é comovente, especialmente o personagem que Tony Ramos entrega ao público, com muita propriedade de suas escolhas sem, por isso, ser triste. Há algum alívio, de fato, em se ter controle sobre a única coisa de que não temos controle na vida. A química entre os três atores torna leve até mesmo os momentos mais pesados, com direito a diálogos sagazes e bastante sincerões, que arrancam o riso mesmo em situações impróprias. Porque assim é a vida.

Com uma direção passional de Luiz Villaça e um bocado de metáforas (a dualidade entre religião e futebol, a viagem em um ônibus dos anos 1970 e a respiração na cena do estádio), ‘45 do Segundo Tempo’ é um belo e tocante filme. Faz rir e chorar, e provavelmente cativará o coração de quem for assistir.

45 do Segundo Tempo

 

Elenco:

Tony Ramos

Cássio Gabus Mendes

Denise Fraga

 

Direção: Luiz Villaça

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Depois de 40 anos separados, Pedro marca um encontro com seus melhores amigos do colégio. O convite para recriar uma foto tirada por eles no dia da inauguração do metrô de São Paulo é, na realidade, um pretexto para avisá-los de que ele pretende se matar, mas não antes de ver seu time ser campeão.

Crítica:

Crítica | 45 do Segundo Tempo – Tony Ramos BRILHA em Emocionante e Comovente Dramédia Nacional

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Luiz Villaça também escreveu o roteiro ao lado de Rafael Gomes, Luna Grimberg e Leonardo Moreira;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Luta Pela Liberdade

(Cliff Walkers)

 

Elenco:

Zhang Yi
Yu Hewei
Qin Hailu

 

Direção: Zhang Yimou

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Situado no estado de Manchukuo, um lugar controlado pelo governo, na década de 1930, a trama segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Juntos, eles embarcam em uma missão secreta com o codinome “Utrennya”. Depois de serem vendidos por um traidor, a equipe se vê cercada por ameaças de todos os lados desde o momento em que saltam de paraquedas na missão. Os agentes vão quebrar o impasse e completar sua missão? Nos terrenos nevados de Manchukuo, a equipe será testada até o limite.

Curiosidades: 

» O longa foi selecionado pela China para a categoria de Melhor Filme Internacional na 94ª edição do Oscar;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Maior que o Mundo

 

Elenco:

Eriberto Leão
Maria Flor
Luana Piovani

 

Direção: Roberto Marquez

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Sofrendo de bloqueio criativo, Kbeto é um escritor que vive atrás de inspiração para escrever seu segundo romance e dar continuidade a uma interrompida carreira literária. Ao encontrar um diário perdido, fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrever o manuscrito para vendê-lo como se fosse seu. O que ele não esperava é que não demoraria muito para o verdadeiro autor da história aparecer e o que parecia ser a solução da sua vida se tornar um problema ainda maior.

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Reinaldo Moraes, de ‘Estrangeiros em Casa‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Luta Pela Liberdade’: Épico de ação e espionagem chinês estreia nos cinemas nacionais

O thriller de espionagem chinês, ‘Luta Pela Liberdade‘ (Cliff Walkers), dirigido pelo aclamado cineasta Zhang Yimou, estreou nesse fim de semana nos cinemas nacionais pela A2 Filmes.

A trama segue quatro agentes especiais do Partido Comunista, que retornaram à China após receber treinamento especial na União Soviética. Juntos, eles embarcam em uma missão secreta com o codinome de “Utrennya”. Depois de ser denunciada por um traidor, a equipe se vê cercada por ameaças de todos os lados. Os agentes vão romper o impasse e conseguir completar sua missão? Nos campos nevados de Manchukuo, a equipe será testada até o limite.

Assista ao trailer:

Luta Pela Liberdade‘ conta com Zhang Yi (Sequestro no Mar Vermelho), Yu Hewei (Eu Não Sou Madame Bovary), Qin Hailu (O Momento Plutão) e Zhu Yawen (O Capitão) no elenco.

Mark Wahlberg entrega atuação CHOCANTE como Padre em filme que estreou na HBO MAX

Mark Wahlberg já é um rostinho marcado de Hollywood. Quase sempre fazendo o papel do galã machão, pegador de todas as mulheres, que sempre usa uma jaqueta de couro e dirige motocicletas Harley-Davidson ultracaras, o ator que construiu sua base de fãs com os filmes de ação da franquia ‘Transformers’ e em outros longas atraentes para este mesmo público, como ‘Ted’ e ‘Uncharted: Fora do Mapa’, vez ou outra topa também uns projetos que saem – e muito – dessa linha de produção.

Isso aconteceu em ‘O Vencedor’ (2010), que foi indicado ao Oscar, e volta acontecer agora neste filme religiosoLuta Pela Fé: A História do Padre Stu’, que estreou hoje na HBO MAX.

Assista ao trailer:

Stuart Long (Mark Wahlberg) não quer nada com a vida e está completamente perdido. Desde que seu pai, Bill (Mel Gibson) se separou da sua mãe (Jacki Weaver) após a morte de seu irmão, ele cresceu buscando um propósito para existir: primeiro se entregou às lutas de boxe, que comprometerem parte de sua mandíbula; depois se entregou à bebida, em doses diárias para esquecer de tudo; para então decidir que deveria largar tudo e ir para Los Angeles, na Califórnia, tentar a vida como ator de cinema. Mesmo sem saber, suas escolhas erradas o levaram para o lugar onde deveria estar: é na capital do cinema que Stu conhece a jovem Carmen (Teresa Ruiz), uma fervorosa devota cristã que, para topar sair com Stu diz que ele precisa ser batizado. Cego de amor, Stuart topa, sem nem imaginar que este seria o primeiro passo do caminho da sua verdadeira vocação.

Em aproximadamente duas horas, o dramaLuta Pela Fé: A História do Padre Stu’ é uma cinebiografia impressionante, mas cujo tempo de duração acaba prejudicando a produção. Escrito e dirigido por Rosalind Ross, o roteiro se desenvolve primeiro contando as perdições do protagonista em sua vida primeva, para só depois adentrar no seu interesse pela fé cristã. Apesar de evidentemente ser importante saber quem era Stuart antes de virar padre, o longa se demora por demais nessa parte, reservando pouco mais da metade de sua extensão para esta arco – e, honestamente, não tem nada de mais uma hora de filme com Mark Wahlberg fazendo mais do mesmo, ou seja, bebendo, cantando garotas, falando palavrão etc. Quando por fim o personagem entra no mundo católico, parece que fica faltando tempo de execução ali, e os eventos passam corridos na telona, sem serem aprofundados.

Essa escolha prejudica o filme de Rosalind Ross, que perde uma excelente oportunidade de exaltar a força de vontade desse jovem padre do interior dos Estados Unidos que, tão logo encontrou sua vocação com Deus, também foi desafiado por uma doença imunossupressora tal como a que levou o físico Stephen Hawking, cuja história já foi contada no vencedor do OscarA Teoria de Tudo’. E é nessa parte, no último arco, que Mark Wahlberg surpreende com sua atuação, de fato chocando os espectadores ao encarnar o padre portador de deficiência física.

Baseado numa história real, a produção da Sony PicturesLuta Pela Fé: A História do Padre Stu’ é um filme inspirador neste mês recheado de festas a santos católicos, e mostra que a verdadeira vocação encontra a todos nós no tempo certo, desde que tenhamos fé.

Atriz e humorista Cláudia Jimenez morre aos 63 anos

Faleceu na manhã de hoje (20), a atriz e humorista Cláudia Jimenez, aos 63 anos.

Conhecida por seus trabalhos em ‘Sai de Baixo’, ‘Zorra Total’ e ‘Escolhinha do Professor Raimundo’, Cláudia estava internada no Hospital Samaritano de Botafogo.

De acordo com o G1, a causa da morte não foi divulgada, mas ela lutava contra complicações nos tecidos do coração, enfraquecido por conta da sessões de radioterapia para tratar um câncer na região torácica há 30 anos.

Devido à saúde debilitada, ela já havia sido submetida há pelo menos três cirurgias no coração.

A primeira foi realizada em 1999, quando ela precisou de cinco cinco pontes de safena para reforçar a circulação do sangue. Em 2012, foi necessário substituir sua válvula aórtica por uma sintética. Já em 2014, ela passou a usar um marca-passo.

Nascida em 1958, na Barra da Tjuca, no Rio de Janeiro, Cláudia já demonstrava interesse pelo mundo artístico desde a juventude, influenciada pelo pai, um cantor de tango e caixeiro viajante.

Sua estreia na dramaturgia aconteceu em 1978, na peça ‘Opera do Malandro‘, de Chico Buarque, na qual interpretou uma prostituta chamada Mimi Bibelô.

Logo no início da década de 1980, o diretor Mauricio Sherman percebeu seu potencial nos palcos e a convidou para participar da abertura do programa Viva o Gordo’, de Jô Soares.

Depois disso, ela deu vida à diversas personagens marcantes em ‘na Rede Globo, como Pureza, Cacilda e Enfermeira Alda, ambas introduzidas no ‘Chico Anysio Show‘ entre 1982 e 1990, além de suas várias participações em ‘Os Trapalhões‘ (1989-92).

Quem é que não se lembra da divertida Edileuza de ‘Sai de Baixo‘ (1996) ou da Glorinha de ‘Zorra Total‘ (1999-2001)?

Ela também atuou em novelas de destaque, como ‘Ti Ti Ti‘ (1985), ‘América (2005), ‘Sete Pecados‘ (2007) e ‘Haja Coração‘ (2016).

No cinema, ela teve poucos papéis de destaque, fazendo sua estreia em ‘Gabriela, Cravo e Canela‘ (1983). Além disso, ela também dublou a personagem Ellie em ‘A Era do Gelo2 e 3, lançados em 2006 e 2009.

Seu trabalho mais recente foi e 2018 como Bibiana em ‘Infratores‘, quadro de humor exibido no Fantástico.

‘A Órfã 3’: Diretor fala sobre o que poderá abordar no TERCEIRO filme

Até o momento ‘Órfã 2 – A Origem‘ ainda nem chegou nos cinemas brasileiros, porém já há conversas sobre o terceiro filme da franquia. William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre essa possibilidade.

“Há 30 anos da vida de Esther que ainda não exploramos”, falou Bell.

Que continuou: “TEMOS QUE VER O QUE VAI SER. EU NUNCA FARIA MAIS UM SE ISABELLE FUHRMAN NÃO FIZESSE. E TAMBÉM TERIA QUE SER UM ROTEIRO MUITO LEGAL. MAS É UMA POSSIBILIDADE. HÁ 30 ANOS DA VIDA DE ESTHER QUE AINDA NÃO EXPLORAMOS. E HÁ TANTA EXPERIÊNCIA DE VIDA COM A QUAL PODEMOS BRINCAR”.

Lembrando que o aguardado ‘Órfã 2 – A Origem‘ abriu com bons 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes até o momento. Vale lembrar que o filme chega ao Brasil pela Diamond Films em 15 de setembro.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.

 

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’: Miles Morales enfrenta o Homem-Aranha 2099 no pôster da sequência

Em seu perfil do Twitter, Chris Miller, produtor executivo de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’, divulgou o primeiro pôster da sequência.

O pôster apresenta Miles Morales enfrentando o Homem-Aranha 2099 com um estilo artístico muito diferente.

Confira:

“Aqui está um divertido pôster feito para a equipe de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’.”

Em junho, a página oficial da sequência divulgou uma arte anunciando o Mancha como o principal vilão da sequência.

Dublado por Jason Schwartzman (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’), o vilão será tratado como uma grande ameaça, diferença da versão dos quadrinhos, que é considerado como uma piada.

Durante uma entrevista para o Cartoon Brew, o diretor Joaquim dos Santos comentou sobre a escolha por trás do personagem.

“Bem no início sabíamos que o Mancha seria nosso vilão principal. Sem um vilão formidável, você não contribui com uma história marcante para o personagem principal. E o Macha representa isso muito bem. Podemos defini-lo como uma tinta que ganha vida, parece bobo… Mas não em um universo animado. Sabe o quanto isso é metalinguístico? É arte ganhando vida. É algo que só pode realmente acontecer numa animação.”

Ele acrescentou que: “Você pode imaginar o Mancha como um cara em um traje de meia se fosse um filme live-action do ‘Homem-Aranha’, não iria funcionar. Mas em um desenho, isso tem um tremendo significado artístico. Ele é o tinteiro derramado na página. Sua simples presença remonta aos quadrinhos e à arte de se fazer quadrinhos.”

Por fim, ele disse que:

“Para Miles, Gwen e companhia… Ele será um desafio e tanto. Veja bem, o Mancha não veste uma fantasia, ele é feito de tinta, aquilo é a pele dele. Como lidar com esse cara? O arco do Dr. Ohnn Spot é fantástico. Não posso revelar muito, mas ele é muito importante para a jornada de Miles neste filme.”

Confira o anúncio:

“Conheça o Mancha, o inimigo mais formidável de Miles Morales até agora. Dublado por Jason Schwartzman, veja-o em ação em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, exclusivamente nos cinemas em 02 de junho de 2023.”

Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.

Inicialmente previsto para 7 de Outubro de 2022, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ foi adiado para 2 de junho de 2023.

Já a Parte 2, foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Shameik Moore, o dublador de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ postou no Twitter que “‘Através do Aranhaverso’ está INSANO!”.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencerado do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Joaquim dos SantosKemp PowersJustin K. Thompson dirigem.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Lord e Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

Dica do fim de semana | Franquias para maratonar no HBO Max

A temperatura despencou em grande parte do Brasil, com regiões chegando a registrar temperaturas negativas nos termômetros. E diante dessa friaca, nada melhor que passar o dia embaixo das cobertas assistindo a um filminho, não é mesmo? Por isso, o CinePOP selecionou cinco franquias de diferentes gêneros que estão disponíveis no HBO Max para você assistir no geladinho do fim de semana. Confira!


O Senhor dos Anéis

 

A saga de fantasia mais premiada da história do cinema é composta por três grandes filmes, em todos os sentidos possíveis. Por isso, muita gente que ainda não assistiu a trilogia O Senhor dos Anéis costuma enrolar para dar o play. Mas vamos ser sinceros, esse frio implora por filmes grandes de aventura, né? Então nada melhor do que tirar o atraso e assistir pela primeira vez, ou rever pela milésima, a história dos Hobbits que são convocados por um mago para irem até Mordor, em meio a tantos perigos, para destruir o Um Anel, que pode por fim a toda a Terra Média. Além do mais, a série baseada neste universo já estreia em algumas semanas, então vale a pena ficar por dentro de tudo que acontece. Se você gostar, pode emendar também a trilogia O Hobbit, que tá bem longe de ser tão boa quanto esta, mas tem seu valor.

Obs: recomendamos que assistam às versões estendidas. Conseguem melhorar ainda mais os filmes.

Se Beber, Não Case

Pode não parecer, mas ano que vem faz dez anos que Se Beber, Não Case! Parte III chegou aos cinemas. Pois é, a história do grupo de amigos que vai para Las Vegas para a despedida de solteiro de um deles, mas acaba acordando com a maior ressaca de todos os tempos não apenas conquistou o público, como também virou uma franquia maravilhosa de humor politicamente incorreto. Dirigida por Todd Phillips, a saga aposta no besteirol e na criatividade do humor adolescente para levar o grupo a situações cada vez mais bizarras, sempre amparadas pelas maluquices do Alan (Zach Galifianakis) e pelos eventos do primeiro filme.

Invocação do Mal

Saindo da comédia para o terror, toda a trilogia Invocação do Mal está disponível no catálogo do HBO Max. Na verdade, todo o “InvocaVerso” está na plataforma, já que os spin-off’s também estão lá. Enfim, a saga acompanha as desventuras de Ed e Lorraine Warren, um casal de supostos “demonologistas” que percorriam os EUA atrás de casos sobrenaturais, como possessões e assombrações. Na trilogia, a história adapta alguns de seus casos mais famosos, sempre prezando pelo “terror pop”, com muito jumpscare e uma construção bem interessante do clima de tensão.

MonsterVerse

Iniciado em 2014, o MonsterVerse não se tornou exatamente um fenômeno inquestionável, mas tem uma base muito sólida de fãs. Misturando suspense, ação e aventura, essa saga que reúne os filmes Godzilla, Kong: A Ilha da Caveira, Godzilla: Rei dos Monstros e o divertidíssimo Godzilla Vs. Kong, trouxe diferentes visões para os monstros gigantes mais famosos do cinema. Desses todos, o mais fraquinha é Godzilla II, mas ainda assim vale a pena assistir porque ele traz muitos monstros icônicos, como a Mothra e o Ghidorah.

O Poderoso Chefão 

Encerrando as sugestões desse fim de semana, uma das maiores trilogias da história do cinema, senão a maior. Completando 50 anos em 2022, O Poderoso Chefão é uma clássica história de máfia que redefiniu o gênero nos cinemas. A trama gira em torno de Don Corleone (Marlon Brando) e sua rede de influência mafiosa, que se recusa a dar proteção aos negócios de heroína da família Tattaglia, criando um mal estar entre as famílias. Ao longo dos filmes, vemos toda a hierarquia das famílias mafiosas, conhecemos mais do passado e do futuro dos Corleone e presenciamos uma série de crimes bizarros, mas estranhamente interessantes de se ver nas telonas. Uma obra de arte atemporal.

Morre a atriz Claudia Jimenez, de ‘Sai de Baixo’, aos 63 anos

A atriz e comediante Claudia Jimenez morreu no início da manhã deste sábado (20), no Rio de Janeiro.

Aos 63 anos, a humorista tinha passado por pelo menos três cirurgias no coração e enfraquecido por conta da radioterapia para tratar o câncer no tórax. Ela estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul.

Na década de 90, destacou-se no filme ‘O Corpo‘, interpretando Bia, personagem que lhe garantiu como Melhor Atriz pelo Festival de Brasília. Neste mesmo período, teve papel em destaque no humorístico ‘Escolinha do Professor Raimundo‘ como Cacilda.

Anos depois se destacou como Edileuza no sucesso ‘Sai de Baixo‘, além de viver Glorinha em ‘Zorra Total‘.

Seu último grande trabalho foi na novela ‘Sete Pecados‘.

Nossos sentimentos para os familiares e amigos.

‘O Ensaio’: Comédia criada por Nathan Fielder é renovada para a 2ª temporada

Através do Twitter, a página oficial da HBO anunciou que a comédia documental ‘O Ensaio‘ foi renovada para a 2ª temporada.

Criada por Nathan Fielder (‘Nathan For You’), a atração é uma espécie de ‘O Show de Truman‘ e mostra o humorista canadense dando às pessoas a chance de ensaiarem as próprias vidas em um mundo em que nada funciona como o esperado.

Antes do lançamento da 1ª temporada, o projeto era cercado de segredos, pois explora uma temática tão estranha e ambiciosa que era difícil resumir em um trailer ou sinopse.

Por conta disso, o público estava curioso se o programa seria renovado ou não.

Confira o anúncio, junto com o trailer da atual temporada:

“Mais uma chance para acertar”, diz a legenda.

Fielder também entra como diretor, produtor e roteirista.

Nathan Fielder retorna à televisão para uma nova série que explora até onde um homem vai para reduzir as incertezas da vida cotidiana. Com uma equipe de construção, uma legião de atores e recursos aparentemente ilimitados, Fielder permite que pessoas comuns se preparem para os maiores momentos da vida ‘ensaiando-os’ em simulações cuidadosamente elaboradas de seu próprio projeto. Quando um único passo em falso pode destruir seu mundo inteiro, por que deixar a vida ao acaso?”