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Curiosidades | ‘A Morte Lhe Cai Bem’, clássico com Meryl Streep e Goldie Hawn, completa 30 anos!

E chegou a hora de comemorar o aniversário de mais um clássico: A Morte Lhe Cai Bem.

Lançado em 1992, a adorada comédia satírica fantástica trouxe ninguém menos que Meryl StreepGoldie HawnBruce Willis às telonas, em uma aventura hilária e que, apesar de ter sido recebida com críticas mistas pelos especialistas internacionais, marcou época e se tornou um clássico cult, principalmente em meio à comunidade LGBTQIA+.

Na trama, uma famosa atriz egocêntrica (Streep) rouba de uma aspirante a escritora (Hawn) o noivo (Willis), um famoso cirurgião plástico. A noiva rejeitada se torna extremamente complexada, mas, depois de catorze anos, lança o livro “Eternamente Jovem” e, na noite de autógrafos, está mais linda do que nunca. Despertando a atenção de todos, principalmente da atriz que, sentindo-se cada dia mais velha, acaba indo se consultar com uma mulher sensual, bela e misteriosa (Isabella Rossellini), que tem uma poção da juventude que proporciona resultados inimagináveis. Ao bebê-la, ela fica jovem outra vez e descobre que sua rival também é cliente da feiticeira. Inicialmente elas começam a brigar pelo médico, mas logo as duas estão preocupadas e, de certa forma, unidas contra um terrível efeito colateral.

Comandado pelo icônico Robert Zemeckis, o filme fez um barulho considerável de bilheteria, arrecadando quase US$150 milhões – além de ter levado para casa o Oscar e o BAFTA de Melhores Efeitos Visuais.

Para celebrar seu 30º aniversário, preparamos uma breve lista separando algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Streep acidentalmente machucou a bochecha de Hawn com uma pá durante a cena de luta.
  • Um sutiã pneumático foi construído para criar o efeito dos seios de Streep parecerem maiores e mais firmes depois dela beber a poção, mas o efeito não parecia realista o suficiente. Para conseguir o efeito desejado, a figurinista de Streep ficou atrás dela, fora do alcance da câmera, e ajustou os seios da atriz na posição certa.

  • O filme desbancou ‘Batman: O Retorno’‘Alien 3’ ao ganhar o Oscar de Melhores Efeitos Visuais em 1993.
  • A cena em que Madeline “ressuscita” e confronta Ernest exigiu que Streep utilizasse um capuz de tela azul na cabeça enquanto andava de costas.
  • Em uma entrevista no Reino Unido, Streep foi questionada sobre esse inesperado papel, respondendo que era muito original para deixar passar.

  • O filme passou por profundas re-edições depois de um feedback negativo em testes de exibição. O final inteiro foi mudado: a personagem de Tracy Ullman desapareceu da história, apesar de ter permanecido no trailer promocional.
  • Originalmente, o longa seria sequência de ‘Contos do Além’, de 1972, um clássico de Halloween favorito de Zemeckis quando era mais novo.

  • Dentre os convidados na festa, podemos ver: Andy WarholMarilyn MonroeGreta GarboElvis PresleyJim MorrisonJames Dean.
  • A caixa que contém a poção é decorada com um símbolo ankh, hieróglifo egípcio que simboliza a vida.
  • Originalmente, Helen deveria tomar a poção apenas no ato final do longa-metragem, o que culminaria em sua briga com Madeline.

RuPaul’s Drag Race: All Stars | Os MELHORES momentos da 7ª temporada da competição!

Cuidado: alerta máximo de spoilers.

A 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ chegou ao fim com várias surpresas e coroações merecidas – em vez de uma vencedora, tivemos duas (Jinkx Monsoon levando para casa o prêmio máximo e Raja Gemini sendo coroada na categoria She Done Already Done Had Herses). Agora, chegou o momento de relembrarmos os melhores momentos do recente ciclo, desde o icônico Jogo das Imitações até os fabulosos looks entregues pelas competidoras.

Confira:

5. SHEA VS. MONÉT

A sétima temporada colocou uma gigantesca reviravolta na configuração do show – e trouxe oito vencedoras das temporadas anteriores para competirem pelo título Rainha das Rainhas. E, logo no primeiro episódio, fomos apresentados a um dos melhores lip-syncs da história da competição – em que Shea CouléeMonét X Change batalharam ao som de “Old McDonald”, de Ella Fitzgerald, em uma performance mais que icônicas e que já mostrava o tom adotado no restante da temporada.

4. OS LOOKS DE RAJA

Raja é um dos nomes mais lendários não só em RuPaul’s Drag Race, mas no mundo drag em sua totalidade. Começando sua carreira em 1990, a performer ascendeu a uma proeminência avassaladora, ganhando os nossos corações na 3ª temporada da competição original e construindo uma carreira recheada de sucessos. Ao retornar para o All Stars, ela relembrou o público o motivo de ser uma lenda não apenas com performances incríveis, mas com looks impecáveis que arrancaram suspiros dos espectadores – finalizando com um traje para o episódio final que se tornou motivo de aplausos.

3. HALL OF SHADE

No décimo episódio, as competidoras voltaram a batalhar em um desafio de comédia, dessa vez sendo convidadas a participar de um stand-up comedy. Posando como alunas condecoradas pelo fictício Kennedy Davenport Center, as queens criaram discursos hilários zombando do painel de jurados e de suas colegas – com destaque para as ótimas sacadas de Jinkx, Trinity (que se redimiu dos desafios de comédia passados), Monét e The Vivienne. Cada sacada arrancava múltiplas risadas dos espectadores e nos guiaram por um episódio recheado de espetaculares performances.

2. JOGO DAS IMITAÇÕES

Em 2022, a 14ª temporada do reality principal nos decepcionou com uma das piores rendições do Jogo das Imitações – mas mal poderíamos imaginar que o All Stars reuniria os maiores talentos de todos os tempos para encarnar personagens icônicos da cultura pop. Raja roubou nossa atenção como Madame, do ato Wayland & Madame, e Diana Vreeland, ex-editora-chefe da Vogue, enquanto Monét e Trinity the Tuck fizeram um trabalho aplaudível como Mike Tyson/Martin Lawrence e o Diabo/Leslie Jordan, respectivamente. Mas foi Jinkx que assassinou o desafio não apenas como Natasha Lyonne, mas com uma performance magnânima e irretocável como a lendária Judy Garland.

1. JINKX

Sim: nós selecionamos uma das seções dessa breve matéria apenas para a icônica Jinkx Monsoon. Depois de ter feito um estrondo gigantesco na 5ª temporada, ela retornou ainda mais recheada de surpresas que lhe arrancaram inúmeros momentos marcantes em Drag Race. Desde suas rendições impecáveis no Jogo das Imitações até seu timing cômico nos desafios de atuação e no desafio de stand-up, Jinkx mostrou que estava sedenta por mostrar o motivo de ser uma das campeãs – e saiu vitoriosa não apenas com um prêmio de US$200 mil, mas a merecia coroa.

Stallone INSULTA produtor de ‘Rocky’ e pede de volta os direitos da franquia

O astro Sylvester Stallone acusou e insultou o produtor Irwin Winkler por não permitir que o ator, e também criador do personagem Rocky, tenha de volta os direitos autorais sobre a franquia.

Em seu Instagram, Stallone publicou uma imagem de Winkler com a língua para fora, como uma espécie de cobra. No post, o ator diz:

“Retrato muito lisonjeiro do grande produtor de Rocky/Creed, Irwin Winkler, feito por um dos melhores artistas do país. Após Irwin controlar Rocky por 47 anos, e agora Creed, eu adoraria ter um pouco dos meus direitos autorais de volta, antes que ele os passe apenas para seus filhos. Eu acredito que seria justo deste senhor de 93 anos. Este é um assunto doloroso, que consome a minha alma, porque queria deixar algo de Rocky para a minha família. É sempre bom ouvir de fãs leais… Continuem dando porrada.”

Veja o post abaixo:

Lembrando que o primeiro filme da franquia, que foi lançado em 1976, ‘Rocky: Um Lutador‘, teve a segunda maior bilheteria daquele ano e ganhou o Oscar de Melhor Filme. O sucesso gerou quatro sequências e uma nova série que começou em 2015 com ‘Creed‘.

Creed III‘ será o primeiro sem a participação de Stallone. A estreia está marcada para o dia 23 de novembro.

The New York Times elege os 25 MELHORES ATORES da atualidade; Denzel Washington lidera!

Famoso por seus papéis em ‘Malcolm X’, ‘Um Ato de Coragem’, ‘Duelo de Titãs’, ‘O Livro de Eli’ e tantos outros sucessos, Denzel Washington foi eleito o melhor ator do século XXI pelo The New York Times.

Vencedor do Oscar de Melhor Ator por ‘Dia de Treinamento‘ e Melhor Ator Coadjuvante por ‘Tempo de Glória‘, o astro aparece na frente de Isabelle Huppert (‘Elle’) e Daniel Day-Lewis (‘Lincoln’), que ocupam a 2ª e a 3ª posição, respectivamente.

A lista com os 25 melhores atores da atualidade foi composta pelos críticos Manohla Dargis e AO Scott, que disseram que o 1º lugar foi a escolha mais fácil.

“Priorizamos uma lista além de Hollywood, com atores de composição e camaleões, heróis de ação e veneráveis do cinema art-house. Foi difícil compor uma lista em um universo tão versátil como o da 7ª arte. Por outro lado, o nome de Denzel Washington foi o primeiro que veio a nossa mente quando discutimos quem poderia se enquadrar em todos os requisitos que queríamos”, disse Dragis ao Perthnow.

Scott acrescentou que:

“Discutimos e discutimos sobre todos os outros espaços da lista, mas não houve hesitação ou debate sobre este. Denzel Washington está além da categoria: um titã da tela que também é um artista sutil e sensível, com um sério treinamento de palco e uma presença marcante como estrela de cinema apaixonada pelo que faz. Ele pode fazer Shakespeare e August Wilson, vilania ou heroísmo. Ele faz atuar parecer tão simples quanto respirar. Ele respira dramaturgia.”

E aí, você concorda com a escolha?

Confira a lista completa:

1) Denzel Washington
2) Isabelle Huppert
3) Daniel Day-Lewis
4) Keanu Reeves
5) Nicole Kidman
6) Song Kang Ho
7) Toni Servillo
8) Zhao Tao
9) Viola Davis
10) Saoirse Ronan
11) Juliane Moore
12) Joaquin Phoenix
13) Tilda Swinton
14) Oscar Isaac
15) Michael B. Jordan
16) Kim Min-hee
17) Alfre Woodard
18) Willem Dafoe
19) Wes Studi
20) Rob Morgan
21) Catherine Deneuve
22) Melissa McCarthy
23) Mahershala Ali
24) Sonia Braga
25) Gael García Bernal

Opinião | Campanha ‘Recast T’Challa’ faz barulho nas redes, mas decisão da Marvel foi acertada

Com o lançamento do primeiro trailer oficial de Pantera Negra II: Wakanda Para Sempre, um movimento que parecia tímido ganhou força nas redes sociais. O #RecastTchalla chegou a figurar nos Trending Topics do Twitter durante o painel da Marvel na San Diego Comic Con, após o trailer confirmar que T’Challa, interpretado pelo falecido Chadwick Boseman, morreu no MCU. Isso, inclusive, dita não apenas o tom de luto do trailer, mas toda a trama do filme.

O que pede a campanha?

O Recast é um termo usado quando o ator ou atriz que deu vida a um personagem não pode voltar a interpretá-lo, seja por morte, doença ou divergências criativas/ salariais, e o estúdio troca o ator para manter o personagem vivo na franquia. Isso já aconteceu algumas vezes no MCU, incluindo com personagens grandes, como o Hulk, que era vivido por Edward Norton, mas foi trocado por Mark Ruffalo. No caso de T’Challa, a situação é um pouco mais complicada, porque o ator Chadwick Boseman virou um ícone cultural ao dar vida a T’Challa, o rei da nação africana de Wakanda. Infelizmente, ele viveu toda sua jornada como herói da Marvel enquanto tratava secretamente de um câncer, que o vitimou em agosto de 2020, aos 43 anos.

O que disse a Marvel?

Ainda de luto pela morte do amigo, o CEO da Marvel Studios, Kevin Feige, afirmou que o ator era o T’Challa daquele universo e disse que seus trabalhos eram inesquecíveis.

“O falecimento de Chadwick é absolutamente devastador. Ele era o nosso T’Challa, nosso Pantera Negra e nosso querido amigo. Cada vez que pisava no set, ele irradiava carisma e alegria. E cada vez que aparecia em tela, ele criava um trabalho realmente inesquecível. Ele incorporava muitas pessoas incríveis em seu trabalho e ninguém era melhor em trazer grandes homens à vida [do que Chadwick]”, disse Kevin Feige em sua nota de pesar ao falecimento de Chadwick Boseman.

Pouco tempo depois, como forma de homenagear o amigo, Kevin confirmou que a sequência do filme solo seria mantida e que T’Challa morreria no Universo Cinematográfico Marvel, eternizando assim o ator como ícone insubstituível. Da mesma forma, em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor da franquia, Ryan Coogler, comentou os desafios de fazer um filme sem seu protagonista e disse que o próprio Chadwick gostaria que continuassem sem ele.

“É difícil, mas você precisa continuar quando você perde pessoas amadas. Eu sei que Chad não gostaria que nós parássemos. Ele era uma pessoa que se importava muito com o coletivo e Pantera Negra era seu filme. Ele foi contratado para o papel antes de qualquer outra pessoa, antes de mim e de qualquer outro ator. No set, ele se importava com todos. Mesmo com ele passando pela o que estava acontecendo, ele estava preocupado com todos, tendo certeza de que estavam bem.  […] Então, para mim seria difícil parar. De verdade. Eu sentiria ele gritando comigo: ‘O que você está fazendo?’. Então você continua.”

O diretor Ryan Coogler e o CEO da Marvel Studios, Kevin Feige.

O que diz a família Boseman?

No último ano, uma matéria do TMZ trouxe uma fala do irmão de Chadwick, Derrick Boseman, na qual ele dizia que “acredita que T’Challa precisa continuar na franquia Pantera Negra, e se isso significa colocar outro ator para interpretar o rei de Wakanda — o papel que Chadwick tornou famoso e lendário, então que assim seja”. Ele diz que é muito importante ter para as crianças e os jovens a figura de uma liderança negra que não seja retratada como alguém inferior, pobre ou submissa.

No entanto, ele também diz que não sabe o que o próprio Chadwick Boseman queria que fizessem com o personagem, já que eles nunca conversaram sobre essa possibilidade, quando o irmão ainda estava em tratamento.

O trabalho de Chadwick Boseman virou referência para inúmeras crianças e jovens pelo mundo.


O que dizem os fãs que levantam a campanha?

O principal argumento utilizado pelos apoiadores da campanha #RecastTChalla é que por maior que seja a relevância e o carinho dos realizadores e do público por Chadwick Boseman, o ator jamais pode se sobrepor ao personagem. Nos quadrinhos, T’Challa é um personagem de muita importância no universo. Então, a principal reflexão trazida pela campanha é “Se o Tom Holland ou o Henry Cavill morressem, os estúdios aposentariam o Peter Parker e o Clark Kent nos cinemas ou trocariam os atores para não matar o símbolo que eles representavam?”.

No entanto, apesar de bem intencionada, a campanha é quase impossível de acontecer. Não só porque a Marvel já prepara uma série de “substitutos” para seus principais personagens – como já é visto nesta fase atual, em que Sam Wilson (Anthony Mackie) é o Capitão América, Yelena Belova (Florence Pugh) é a Viúva Negra, e por aí vai -, mas principalmente porque a decisão já foi tomada e, como indica o trailer, o manto do Pantera Negra já foi passado.

Antes da morte de Chadwick, corriam rumores de que a Marvel já trabalhava internamente o personagem para se tornar um dos líderes da nova formação dos Vingadores. Não só pelo seu peso no MCU, mas também pela representatividade que ele ganhou fora das telas ao levantar seu ativismo pela causa das vidas negras ao redor do mundo. Porém, visto as produções atuais do estúdio, esse papel acabou sendo designado ao Capitão América, que deve assumir a liderança dos Vingadores e continuar propagando seu discurso de respeito, inclusão e igualdade. Ou seja, a mensagem de T’Challa seguirá viva, mas em outros personagens que conviveram com ele.

Alguns fãs argumentam que na franquia dos cinemas, o próprio T’Challa já voltou da morte algumas vezes, o que permitiria seu retorno interpretado por outro ator em outra aventura. Só que trailer mostra todo o envolvimento emocional da perda de Chadwick/ T’Challa e voltar atrás futuramente desta decisão com um Recast seria terrível.

Por mais que tenha sido uma perda prematura e que o T’Challa não tenha conseguido desenvolver arcos fantásticos dos quadrinhos nos cinemas, como seu embate contra Namor e o casamento com a Tempestade, há questões que superam o entretenimento e essa mostra de respeito do estúdio para com o falecido ator é algo raro. Seja quem for que venha a assumir o manto do Pantera Negra, de forma alguma afetará o legado de T’Challa, que foi Rei de Wakanda e marcou a vida de milhões de pessoas dentro e fora das telas.

Ainda que traga pontos interessantes, a campanha Recast T’Challa veio repercutir tarde demais. Agora que o filme já está quase pronto, independentemente do barulho que isso cause, é muitíssimo improvável que seus pedidos sejam atendidos. E como disse anteriormente, ressuscitar o personagem futuramente para ser vivido por outro ator, por mais que seja possível dentro da “lógica” desse universo, teria que ser trabalhado de forma muito sensível para que não soasse como uma decisão sem noção ou até mesmo desrespeitosa.

 

E você, o que acha disso? Diga nos comentários.

Pantera Negra II: Wakanda Para Sempre será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de novembro de 2022.

‘O Espetacular Homem-Aranha’ | 10 anos do filme mais injustiçado do Cabeça de Teia

Dizem que o tempo é relativo, mas nem mesmo as teorias de Albert Einstein te preparam para perceber que O Espetacular Homem-Aranha foi lançado há uma década. Tido por muitos como um dos piores filmes do herói, o longa ficou realmente datado, mas acabou ganhando uma nova leva de fãs, que decidiram dar uma nova chance depois de seu resgate em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021). E apesar de não ser uma obra de arte, o primeiro capítulo da saga ‘Espetacular’ passa longe de ser a tragédia que alguns pintam.

Um dos principais motivos para a má vontade que o filme teve em sua recepção inicial claramente foi por culpa da falta de timing da Sony. Como todos sabem, cinco anos antes, a franquia Homem-Aranha, estrelada por Tobey Maguire e dirigida por Sam Raimi, conquistava a maior bilheteria da saga e os fãs estavam ansiosos pelo prometido quarto capítulo, que nunca ocorreu. Inicialmente programado para estrear em 2011, o filme foi cancelado porque a Sony decidiu reiniciar a franquiar com Andrew Garfield como Peter Parker e Marc Webb na direção.

É claro que encerrar uma franquia tão amada quanto a trilogia Raimi já traz um “ranço” por parte dos fãs para qualquer coisa que venha depois. Para piorar, a mudança foi muito próxima. Se tudo ocorresse como os fãs queriam, a saga de Maguire chegaria ao fim um ano antes do lançamento. Então, ao programar a estreia de Andrew para uma data tão recente foi como se a Sony atravessasse o “luto” dos fãs, que já foram para as sessões de má vontade. Além do mais, era realmente muito cedo para um novo filme de origem.

E isso acabou sendo um tiro no pé da própria Sony. Ao optar por trazer um novo filme de origem de forma tão recente, o estúdio buscou diversas formas de recontar essa história clássica de como Peter Parker se tornou o Homem-Aranha sem soar repetitiva. E nesse ponto, Sam Raimi e a equipe de roteiristas tiveram um apoio muito grande quando receberam a missão de contar a origem do herói, que Webb e seus amigos não tiveram: o Universo Ultimate. Na época, a Marvel inaugurou um universo alternativo que também recontava os primeiros passos de seus heróis, que influenciou e foi diretamente influenciado pelos filmes. Resultado: tanto os quadrinhos quanto os filmes foram muito bem aceitos pelo público jovem.

Dez anos depois, quando O Espetacular Homem-Aranha chegou aos cinemas, o Peter do Universo Ultimate estava prestes a morrer para dar lugar a Miles Morales, que trazia uma nova origem para o Aranha. Ou seja, Marc Webb não contaria com esse apoio simultâneo que Raimi teve. Então, para tentar não soar repetitivo, já que o público se lembrava da origem do Parker dos filmes anteriores, a equipe criativa investiu em misturar elementos do Universo 616 e outros do Universo Ultimate, que não foram usados por Raimi, para tentar trazer algo de novo para essa origem.

Fugindo um pouco dos fatores externos que influenciaram a má recepção do filme pelos fãs, é preciso reconhecer como essa necessidade de se distanciar da trilogia anterior trouxe decisões criativas ruins. A principal delas é todo o núcleo que envolve “a origem secreta do Homem-Aranha”, que gira em torno de Richard e Mary Parker.

Isso se baseia em um arco não muito celebrado dos quadrinhos que mostrava os pais de Peter como agentes da CIA, levando a dupla a uma missão com o Wolverine. Já no universo Ultimate, os pais de Peter eram cientistas que morrem em um atentado aéreo. Então, a equipe criativa misturou os dois e trouxe Richard e Mary Parker como cientistas envolvidos em uma missão secreta, que supostamente morreram em um acidente aéreo. Porém, antes disso, eles tiveram tempo de desenvolver um trabalho de engenharia genética que desenvolveu aranhas com DNA modificado inspiradas nos genes do próprio filho. Ou seja, o filme decidiu transformar Peter Parker em um “predestinado”, já que a picada da aranha só deu poderes a ele porque os bichos foram desenvolvidos com base no genoma dele.

Essa opção tira um dos maiores fatores de identificação do herói que é: “o Homem-Aranha poderia ser qualquer um”. Qualquer jovem na exposição poderia ter sido picado pela aranha, mas são as escolhas e a responsabilidade que todos podem ter que fazem dele um herói.

Por outro lado, a obsessão da Sony por se distanciar da trilogia anterior trouxe elementos muito característicos para essa franquia, que acabaram não sendo tão comentados, mas que foram realmente muito bons, como as câmeras em primeira pessoa. Por conta da tecnologia da época, as cenas do Aranha de Maguire se balançando pela cidade eram mais “engessadas”. Com a melhoria no CGI e com a grande equipe de profissionais desse setor da Sony, O Espetacular Homem-Aranha tem algumas das melhores cenas de “web swing” do herói por Nova York.

E como já dito anteriormente, as cenas em primeira pessoa foram um acerto gigantesco. Apesar delas já existirem no filme dos anos 70, as do filme de 2012 são muito orgânicas, dando a sensação do público estar realmente pulando de prédio em prédio com o Cabeça de Teia. No filme seguinte, por pior que seja, essas cenas ficaram ainda melhores, permitindo que o herói se balançasse com as teias com todos aqueles movimentos tipicamente dos quadrinhos.

Outro acerto maravilhoso foi a escalação de Emma Stone para interpretar o interesse amoroso de Peter Parker, Gwen Stacy. Depois da Mary Jane mais passiva da trilogia anterior, servindo sempre como a “Mocinha em Perigo”, deram a Gwen muito mais atitude, mostrando ela como uma jovem cientista com muitos sonhos e um futuro brilhante (caso o Peter tivesse segurado ela, é claro). Em momento algum ela se deixa abater e sempre corre atrás do que quer.

Com isso, a personagem acaba sendo importante até mesmo nas cenas de luta, já que é ela quem produz e leva a fórmula para deter o lagarto. E a química dela com o Peter era a melhor coisa da franquia. Fora das telas, Emma e Andrew começaram a namorar, formando um casal cujo término mexe com alguns fãs até hoje. Ou seja, a química da dupla vista em tela é 100% real. Formar um interesse amoroso com tanta personalidade e relevância não é algo tão comum de se ver nos filmes com super-heróis, e O Espetacular Homem-Aranha faz isso com maestria.

Sobre essa química, muito passa também pela direção de Marc Webb, que chegou ao filme credenciado por seu trabalho em 500 Dias Com Ela. Ao trazer esse jeitão de romance adolescente para o longa, Webb estimulou essa dinâmica de casal para eles.

E já que estamos falando de elenco, não tem como não separar um tópico exclusivamente para falar de Andrew Garfield, que é, para muitos, o melhor Homem-Aranha. Mesmo que o filme não tenha sido muito bem recebido, a escalação de Garfield foi unanimidade. Fanático pelo personagem desde a infância, Andrew revelou ao mundo que seria o herói na San Diego Comic Con, saindo da plateia com uma fantasia de camelô do Aranha, criando um dos grandes momentos históricos do evento.

Seu amor pelo personagem transborda quando ele está em tela. E é bem interessante como ele encarna bem o adolescente da década passada, trazendo a mescla de timidez com atividades que não são tão associadas aos “excluídos”, como andar de skate, mostrando a contradição da juventude mesmo. Apesar desse lance do “Peter Skatista” ter sido motivo de crítica, quem foi adolescente nessa época sabe muito bem como eram as zoações na escola e como tudo era motivo de implicância e zoação. E isso acabou refletindo na personalidade de Peter, permitindo que esse jeitão mais piadista do herói dos quadrinhos viesse de forma natural para as telas.

Enfim, ele acabou recebendo as energias negativas que a franquia trouxe, principalmente pelo segundo filme, que é indefensável, mesmo sendo sempre elogiado por sua atuação e entrega. Tanto que quando a saga foi cancelada, ele deu diversas entrevistas se dizendo muito magoado por não ter conseguido honrar seu grande herói. O lado bom é que ele pôde receber novamente o carinho dos fãs em 2021 e teve seu trabalho reconhecido no AranhaVerso do MCU.

Se o herói foi um destaque positivo, o mesmo não se pode dizer sobre o vilão. Tudo acerca do Lagarto foi fraco. Sua abordagem não chegou a ser interessante, muito pela própria ideia pouco estimulante dos pais de Peter, assim como seu visual, que não lembra um lagarto. Na época, artes conceituais mostravam um jeitão reptiliano para o vilão, mas o design final optou por essa cara mais “humanoide”, permitindo mais expressões faciais para o antagonista.

Mas convenhamos, a maioria das cenas dele foram no escuro ou com movimentação rápida. O público prestou atenção em tudo, menos nas expressões do Lagarto. Talvez um visual mais animalesco tivesse ajudado a dar uma sensação de maior ameaça.

Porém, foi por conta do Lagarto que tivemos uma das melhores cenas, senão a melhor, do saudoso Stan Lee em um filme dos heróis Marvel. Seu cameo como zelador foi tão icônico, tão marcante, que ele acabou virando um personagem fixo na série animada que foi lançada junto ao filme.

Por fim, o uniforme feito em casa também sofreu muitas críticas na época, mas hoje já é mais bem recebido por parte dos fãs. E acaba que esse traje sintetiza bem o que é O Espetacular Homem-Aranha. Ele tenta se distanciar do clássico, mas sem perder a essência do herói. Que mesmo tendo recebido críticas excessivas, tem o seu valor e marcou a vida de muitas pessoas. Pode não ser o melhor já feito, mas nem por isso é essa tragédia toda que alguns pintam.

Com dez anos completados, O Espetacular Homem-Aranha é o retrato da juventude de uma geração diferente, que foi bem representada em um filme que não é tão espetacular, mas que está na história como um retrato bem adequado do Homem-Aranha daquela geração em especial. Ele tenta trazer novos elementos, se perde um pouco no caminho, flerta com a ficção científica, mas termina com um saldo positivo por conta de seu elenco e do carisma de seus personagens.

O Espetacular Homem-Aranha está disponível na Netflix, no HBO Max e no Disney+.

Série de VINGANÇA com Chris Pratt é o título mais assistido do Amazon Prime Video

Apesar de não ter agradado a crítica especializada, a série de suspense que o Chris Pratt (‘A Guerra do Amanhã’) estrelou para o Amazon Prime Video conquistou em cheio o público.

A Lista Terminal‘ completou um mês em 1º lugar entre os títulos mais assistidos da plataforma. Nem as estreias das aclamadas ‘The Boys‘, ‘Paper Girls e ‘Sem Limites‘ conseguiram tirar a liderança da série.

Na trama, James Reece volta para casa repleto de traumas depois que seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção amargou apenas 40% de aprovação, com nota 5.60/10 baseada em 55 reviews. Segundo o consenso geral, “enquanto Pratt se compromete por completo consigo mesmo na missão [da série], esse thriller não tem substância”. 

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

‘Pantera Negra 2’: Novos sets da LEGO revelam quem será o novo Pantera Negra; Confira!

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro e, agora, um novo set de colecionáveis da LEGO pode ter confirmado a identidade do personagem titular na sequência.

A imagem, que você confere abaixo, traz Shuri (Letitia Wright) como a nova Pantera Negra. É possível ver alguns detalhes em dourado no traje de Shuri, que também apareceram no final do recente trailer promovendo o longa-metragem. E, apesar dela não ter uma máscara, os fãs já vem teorizando sobre a personagem vestir a manta de T’Challa (Chadwick Boseman) após a morte do herói.

Além disso, um segundo set mostra Shuri em seu laboratório, onde parece trabalhar em um novo traje super-heroico.

Confira:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Wright, Lupita Nyong’o, Angela Basset, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Filmagens da 3ª temporada de ‘The Witcher’ são RETOMADAS

Segundo o Redanian Intelligence, as gravações da 3ª temporada de The Witcher foram retomadas depois de uma breve pausa no começo da semana passada.

As filmagens haviam sido suspensas após o astro Henry Cavill, intérprete do protagonista Geralt de Rivia, ter testado positivo para COVID-19. Entretanto, as informações indicam que vários membros do elenco já estão retornando para o set.

Recentemente, seis novos membros foram escalados para o elenco dos próximos episódios: Ryan HayesMichalina OlszanskaKate WinderMartyn EllisHarvey QuinnPoppy Almond.

Hayes será Artaud Terranova, um mago que participou do golpe na Ilha de Thanedd; Olszanksa será uma feiticeira sem nome revelado; Winter será Putney; Ellis dará vida a Barker; e, por fim, Quinn e Almond não tiveram seus personagens revelados, mas possivelmente serão dois magos.

Em entrevista ao ComicBook, Adjoa Andoh (‘Bridgerton’) revelou que ainda não sabe se reprisará o seu papel como Nenneke na nova iteração.

“Eu não sei. Nenneke está presente nos livros, mas eles têm desenvolvido a narrativa de formas diferentes. Irá depender do que eles querem fazer com essa versão da personagem. Tudo gira em torno do que os criadores da série querem fazer com o material dos livros e como eles querem adaptá-lo. Vamos aguardar”, ela disse.

Vale lembrar que a terceira temporada irá adaptar majoritariamente ‘Tempo do Desprezo‘, um livro em que a Nenneke não tem um papel proeminente na história, então a possibilidade da atriz não retornar no próximo ciclo não seria uma grande surpresa.

O novo elenco também conta com Robbie Amell como Gallatin, um guerreiro que lidera um exército que luta ao lado de Nilfgaard; Meng’er Zhang como Milva, uma caçadora talentosa; Hugh Skinner como Radovid, um jovem da realeza, irmão do Rei Vizimir; e Christelle Elwin como Mistle, um membro dos Ratos, uma gangue de adolescentes desajustados que rouba dos ricos e dão para si mesmos… e, às vezes, para os pobres.

Na trama da nova temporada…

“Enquanto monarcas, magos e feras do continente disputam para capturá-la, Geralt esconde Ciri de Cintra, determinado a proteger sua família recém-reunida contra aqueles que ameaçam destruí-la. Incumbida do treinamento mágico de Ciri, Yennefer os leva à fortaleza protegida de Aretuza, onde espera descobrir mais sobre os poderes inexplorados da garota; em vez disso, eles descobrem que desembarcaram em um campo de batalha de corrupção política, magia negra e traição. Agora, eles devem confrontar a todos ou correm o risco de perder um ao outro para sempre.”

Criada por Lauren Schmidt Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Queer as Folk’: Reboot da icônica série LGBTQIA+ estreia no STARZPLAY!

O reboot da icônica série LGBTQIA+ ‘Queer as Folk‘ finalmente chegou à STARZPLAY.

Os dois primeiros episódios da produção foram lançados hoje, 31 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Descrita como uma “vibrante reimaginação” da produção original britânica, a série irá focar em um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia.

Stephen Dunn é o criador, roteirista e produtor executivo do reboot. Ele também é responsável pela direção de diversos episódios.

Em declaração oficial, Dunn afirmou: “É uma honra surreal adaptar a série notoriamente inovadora de Russell T. Davies. Quando o programa foi ao ar originalmente, a ideia de assistir histórias queer na TV era tão ousada que eu senti que só poderia assistir ‘Queer as Folk’ em segredo. Mas tanta coisa mudou nos últimos 20 anos e será maravilhoso se a próxima geração não tiver que assistir ‘Queer as Folk’ sozinha em seus porões úmidos com o som mudo, mas com sua família e amigos e o volume no máximo.”

Russell T. Davies, criador da série original, será produtor executivo do projeto.

A nova versão será estrelada por Devin Way (‘Grey’s Anatomy’), Fin Argus (‘Clouds’), Jesse James Keitel (‘Big Sky’), Johnny Sibilly (Hacks), Ryan O’Connell (Special) e a novata Candace Grace.

Queer as Folk‘ foi lançada em 1999, pelo Channel 4, rendendo 10 episódios. Um ano depois, um remake americano foi lançado pelo Showtime, que durou por cinco temporadas (de 2000 até 2005).

As Maiores Curiosidades do OSCAR nos Anos 1980

O mundo do cinema está em constante movimento. E o maior prêmio da sétima arte, segue de perto esta evolução – seja social ou técnica. É incrível o quanto mudamos nestes mais de 90 anos dos prêmios da Academia. Temos certeza de que muita novidade ainda virá alinhando cada vez mais o que esperamos de um mundo melhor. Com o fim da segregação racial na década de 1960, por exemplo, muitos avanços foram feitos para o reconhecimento de artistas negros na Academia – luta que segue de pé, ainda muito cobrada. O mesmo acontece na categoria de direção, onde menos de dez mulheres ao longo da história foram nomeadas.

Enquanto as mudanças seguem ocorrendo e as melhorias continuam a serem feitas, é sempre bom voltar e lembrar o que foi conquistado nesse tempo de quase 100 anos dos prêmios da Academia. E para isso, retornaremos para uma época muito especial e guardada com muito carinho por todos que viveram ou cresceram nela: os anos 1980. Aqui, relembraremos com você as maiores curiosidades das edições do Oscar na década de 80. Confira abaixo e comente.

Filmes Populares e Blockbusters no Oscar

Ao contrário do que muitos possam imaginar, o Oscar não começou a indicar superproduções populares e jovens ao prêmio de melhor filme apenas quando aumentou o número de indicados para dez. Na verdade, ainda na década de 1970, quando os primeiros blockbusters surgiram e ainda tínhamos somente cinco filmes entre os nomeados na categoria principal, o Oscar já tratava de indicar obras como Tubarão (1975) e Star Wars – Guerra nas Estrelas (1977), os dois primeiros blockbusters da história. E a coisa seguiu pela década de 1980, a consolidação de tais sucessos colossais – onde o Oscar indicou filmes como Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), E.T. – O Extraterrestre (1982), A Testemunha (1985), Atração Fatal (1987), Feitiço da Lua (1987), Um Secretária de Futuro (1988) e Campo dos Sonhos (1989), filmes que muitos podem não associar ao Oscar, ainda mais na categoria de melhor filme.

 

O domínio de Meryl Streep

Todos nós somos familiarizados com os feitos da monstra Meryl Streep, a atriz recordista de indicações ao Oscar de todos os tempos. Na década de 1980, no entanto, Streep era uma jovem intérprete buscando seu lugar ao sol. Tudo bem que ela já adentrava a década com uma indicação por O Franco-Atirador e uma vitória por Kramer vs. Kramer. Mas nos anos 80 seriam nada menos do que seis indicações para a atriz – quase uma por ano. Da década saíram nomeações por A Mulher do Tenente Francês, Silkwood – Retrato de uma Coragem, Entre Dois Amores, Ironweed e Um Grito no Escuro, além da vitória por A Escolha de Sofia.

Atores Inusitados

Não foi só na categoria principal de melhor filme que as indicações do Oscar na década de 80 surpreenderam. Na categoria de melhor ator tivemos algumas nomeações inusitadas de filme icônicos e superproduções famosas até hoje, que muitos podem não lembrar ou sequer saber que foram prestigiadas pela Academia. Por exemplo, o astro Tom Hanks começou a ser visto como ator dramático graças à sua guinada em Filadélfia (1993), que lhe rendeu seu primeiro Oscar. Mas o que nem todos sabem ou lembram é que a primeira nomeação de Hanks saiu com a querida comédia Quero Ser Grande (1988). Aliás, performances cômicas ou em filmes de entretenimento quase nunca rendem o prestígio e a ressonância de um drama, mas nos anos 1980 trouxeram indicações para Dudley Moore (Arthur – O Milionário Sedutor), Dustin Hoffman (Tootsie), Jeff Bridges (O Homem das Estrelas), Harrison Ford (A Testemunha) e Pat Morita, o eterno Sr. Miyagi (Karatê Kid); além de vitórias para Don Ameche (Cocoon), John Gielgud (Arthur – O Milionário Sedutor), Michael Douglas (Wall Street – Poder e Cobiça) e Kevin Kline (Um Peixe Chamado Wanda).

Atrizes Inusitadas

O mesmo pode ser dito das damas durante a década de 1980. Muitos podem não ter o conhecimento de que atuações como a de Sigourney Weaver em Aliens – O Resgate (1986) tenham rendido para a atriz uma indicação no Oscar. Durante os anos 80, atuações cômicas ou em filmes de entretenimento também renderam indicações ao Oscar para gente como Goldie Hawn (A Recruta Benjamin), Christine Lahti (Segundo Turno), Kathleen Turner (Peggy Sue – Seu Passado a Espera), Glenn Close (Atração Fatal), Anne Ramsey (Jogue a Mamãe do Trem), Melanie Griffith e Sigourney Weaver (Uma Secretária de Futuro), Michelle Pfeiffer (Susie e os Baker Boys), Julia Roberts (Flores de Aço) e Dianne Wiest (O Tiro que Não Saiu Pela Culatra); além de ter rendido estatuetas para Cher (Feitiço da Lua), Geena Davis (O Turista Acidental) e Jessica Lange (Tootsie).

Roteiros Inusitados

 

O que você me diria se eu contasse que nos anos 80, filmes como De Volta para o Futuro, Splash – Uma Sereia em Minha Vida, Um Tira da Pesada, Conta Comigo, Crocodilo Dundee, Quero Ser Grande, Jogos de Guerra, Greystoke – A Lenda de Tarzan, Um Peixe Chamado Wanda, Harry e Sally – Feitos um para o Outro, E.T. – O Extraterrestre e Atração Fatal tiveram seus roteiros indicados ao Oscar? Você pode até achar que estou brincado, mas foi o que de fato aconteceu. Não que estes filmes não mereçam, mas é que apenas são produções que muitos não iriam associar ao maior prêmio do cinema.

Argentinos (e Brasileiros) no Oscar

O saudoso gênio Hector Babenco, o argentino mais brasileiro de todos os tempos, deixaria um legado irretocável em sua filmografia. Mas olhando para trás, podemos notar um dos períodos de maior prestígio em sua carreira: a década de 1980. Foi nesta época que Babenco e a Academia estavam “namorando”, com dois filmes internacionais do cineasta sendo lembrados para prêmios no Oscar. O mais famoso é O Beijo da Mulher-Aranha, drama político de 1985. O longa foi indicado para melhor filme, diretor para Babenco, roteiro adaptado e levou na categoria de ator principal para o saudoso William Hurt. Dois anos depois e Babenco voltaria ao radar do Oscar com Ironweed, drama sobre a época da depressão norte-americana, no qual o cineasta comandou as lendas vivas Jack Nicholson e Meryl Streep. Não por menos, o longa saiu indicado na categoria de atuação para os dois ícones como melhor ator e atriz. Mas a invasão argentina no Oscar durante a década de 80 não parava por aí. A veterana Norma Aleandro, uma das Primeiras Damas da dramaturgia no país dos hermanos (de filmes como O Filho da Noiva), recebia uma tão merecida indicação por Gaby – Uma História Verdadeira, em 1987.

Glenn Close – A Eterna Injustiçada

Uma das atrizes mais talentosas de sua geração, a veterana Glenn Close era muito confundida com Meryl Streep no passado, devido à certa semelhança física. A própria Close brincava com o fato, dizendo que só não as confundiam na hora de entregar os Oscar. É bem verdade que Streep já possui três decorando sua lareira em casa, e mais um recorde de indicações de todos os tempos. Close também começava sua trajetória de sucesso nos anos 1980, e se a colega Streep colecionou 6 nomeações, Close não ficou muito atrás com nada menos que 5 indicações no período. A diferença é mesmo a vitória que nunca veio. Os anos 80 trouxeram lembranças da Academia para Close pelos filmes O Mundo Segundo Garp, O Reencontro, Um Homem Fora de Série, Atração Fatal e Ligações Perigosas. Depois disso seriam mais 3 indicações, e nada do prêmio por enquanto. Erro que a Academia ainda pode consertar.

Recorde para Paul Newman

Um dos maiores astros da história de Hollywood, Paul Newman tinha em seu currículo 7 indicações ao Oscar até a década de 1980, incluindo duas já durante os anos 80, por Ausência de Malícia (1981) e O Veredito (1982). Recentemente, escrevi aqui no CinePOP sobre os únicos 6 atores indicados ao Oscar por viverem o mesmo personagem em filmes diferentes. Paul Newman, na década de 80, se tornava o quarto intérprete a realizar tal feito, depois de Bing Crosby, Peter O’Toole e Al Pacino. Depois de Newman viriam ainda Cate Blanchett e Sylvester Stallone. O filme em questão que trouxe outro trabalho indicado de Newman foi A Cor do Dinheiro (1986), comandado pelo mestre Martin Scorsese, que funciona como continuação de Desafio à Corrupção (1961). Com o filme, Paul Newman receberia sua primeira estatueta do Oscar por atuação e quebraria o recorde como primeiro e único ator a receber uma estatueta por um “personagem repetido”. Newman ainda receberia mais duas indicações em sua carreira, uma na década de 90 e outra na década de 2000.

Michael Caine – O Lacrador

Considerado um dos maiores atores de todos os tempos, o veteraníssimo Michael Caine, de 89 anos, possui quase 80 anos de carreira e espantosos 176 créditos como ator, entre filmes, séries de TV e filmes produzidos para a TV. Em sua maravilhosa trajetória, foram 6 indicações ao Oscar, o que pode parecer pouco para um ator de sua magnitude. Destas seis, duas ocorreram durante a década de 80, incluindo a primeira vitória (como coadjuvante) pelo filme de Woody Allen, Hannah e Suas Irmãs (1986). Apesar de ter sido honrado com o grande prêmio, Michael Caine infelizmente não estava presente para aceitar a estatueta e realizar um discurso de agradecimento. Acontece que o ator estava filmando o execrável Tubarão 4: A Vingança (1987), considerado um dos piores filmes de todos os tempos, e que renderia para Caine uma indicação de pior ator no Framboesa de Ouro. Ou seja, não apenas o ator não estava presente num dos maiores momentos de sua carreira, mas não estava por estar ocupado com um dos piores momentos de sua carreira. Sobre o fato o “lorde inglês” proferiu: “Eu nunca vi Tubarão 4, mas todos me dizem que é horrível. No entanto, eu vi a casa que construí com o dinheiro do filme, e é fantástica”. Drop the mic.

Uma Esnobada na Representatividade

Hoje muito se fala na representatividade racial no cinema. E ela é muito bem-vinda. Mas enquanto a mudança ocorria, ainda tínhamos certas injustiças sendo cometidas. Como por exemplo a falta de coragem da Academia em indicar o que muitos críticos e especialistas consideram um dos melhores filmes do fim da década de 80: Faça a Coisa Certa (1989), de Spike Lee. O filme fervoroso deu o que falar e estourou a bolha do nicho do cinema negro, migrando rapidamente para o grande público devido à sua propaganda boca a boca. Muitos davam como certa a entrada do longa entre os indicados a melhor filme, e como teria sido bom ver uma obra de tamanho peso e modernidade (para a época) entre os nomeados.

Em cima da hora houve o acovardamento, como se o mundo ainda não estivesse preparado para isso. Nem mesmo uma indicação para Spike Lee como melhor diretor chegou a se concretizar. Numa espécie de prêmio de consolação para Faça a Coisa Certa, o Oscar o nomeou para roteiro e ator coadjuvante (Danny Aiello), sem vitórias. Por outro lado, a Academia dava o prêmio de melhor filme para Conduzindo Miss Daisy, filme que discute racismo da mesma forma que o recente Green Book (2018) faz, do ponto de vista dos brancos. Na década de 80 tivemos 10 atores negros indicados ao Oscar. Dentre eles, Morgan Freeman e Denzel Washington foram indicados duas vezes – com Washington saindo vitorioso da segunda indicação, por Tempo de Glória.

‘Paper Girls’: Série sobre garotas viajantes no tempo conquista 87% de aprovação no RT!

Paper Girls, série baseada nos quadrinhos homônimos criados por Brian K. VaughanCliff Chiang, já está disponível no Prime Video e já está fazendo um grande sucesso entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 87% de aprovação, com nota 6.90/10 baseada em 39 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “unindo as maravilhas da viagem no tempo com um forte elenco jovem, Paper Girls é uma aventura absolutamente incrível para o futuro”.

Confira os principais comentários:

“Apesar de trazer adores cômicos como Ali WongNate Corddry, o destaque do show são as protagonistas jovens e desconhecidas” – TIME.

“É uma investida intrigante nas aventuras da Amblin dos anos 1980, de uma perspectiva feminina” – Fat Guys at the Movies.

“É triste ver Paper Girls receber um tratamento sem inspiração, considerando a ousadia temática do material [original] e suas sensibilidades ácidas” – Consequence.

“Uma criança qualquer se envolve com um mistério gigante que parece formulaico. Mas graças à atuação talentosa do elenco, Paper Girls entrega um show envolvente que te deixa salivando pela próxima temporada” – DarkSkyLady Reviews.

“Eles terão que acelerar mais as coisas e torná-las mais envolventes para nos convencer de que é uma história que vale a pena ser contada a longo prazo” – Chicago Sun-Times.

O elenco conta com Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Fina Strazza (‘A Christmas Melody’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’)

A história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.

Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.

Além disso, a série explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.

‘Surface’: Série de suspense com Gugu Mbatha-Raw já está disponível na Apple TV+!

Surface‘, série de suspense psicológico da Apple TV+, finalmente chegou à plataforma de streaming.

A produção estreou no último dia 29 de julho.

Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’) estrela a produção.

A trama gira em torno da jornada de recuperação de uma mulher após sua tentativa de suicídio e a luta para se lembrar – e entender – tudo o que levou ao momento em que ela pulou.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill’) viverá James, marido da protagonista Sophie (Mbatha-Raw) e um sócio com boas conexões em uma empresa de capital de risco.

O elenco ainda contará com Stephan James, Ari Graynor, François Arnaud, Marianne Jean Baptiste e Millie Brady.

Criada por Veronica West (‘Alta Fidelidade’), a série contará com a direção de Sam Miller (‘I May Destroy You’).

Vídeo nos leva aos bastidores de ‘Amber Brown’, nova série infantil da Apple TV+

Apple TV+ divulgou recentemente um novo vídeo promocional de Amber Brown, série infantil baseada na saga literária de Paula Danziger.

A produção foi lançada no último dia 29 de julho na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

Bonnie Hunt (‘Doze é Demais’) entra como roteirista e diretora.

Crescer é uma obra de arte. Amber Brown gira em torno de uma jovem garota que encontra sua voz através da música e da arte, no desperta do divórcio dos pais e da mudança da melhor amiga.

O elenco também conta com Darin Brooks (Max), Ashley Williams (Pam), Michael Yo (Philip) e Liliana Inouye (Brandi).

Gosta de PENSAR? 10 Filmes ou Séries que são um verdadeiro quebra-cabeça…

O cinema é um lugar de pensamentos onde ao fim de uma obra chegamos à conclusões das mais variadas. Existem filmes e séries que captam nossa curiosidade a partir de enredos complexos, com profundos paralelos sociais e recortes inteligentes sobre os alcances da curiosa mente humana. Pensando em cima dessas questões, resolvemos buscar em nosso memória cinéfila filmes profundos que geram várias interpretações. Assim, segue abaixo 10 filmes ou séries que são um verdadeiro quebra-cabeça:

 

Ruptura

Na trama, criada por Dan Erickson, que é uma das mais difíceis de se definir por conta de seu campo amplo, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.

 

O Predestinado

Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande viagem no tempo para tentar mudar o rumo dessa história que é cheia de armadilhas e surpresas. Os quebra-cabeças contidos nessa trama são geniais, já no desfecho o público fica de boca aberta ao saber o destino dos personagens que aparecem na trama.

 

Mais Estranho que a Ficção

Lançado em 2006 com um ótimo elenco, o excelente Mais Estranho que a Ficção conta a curiosa história de um homem, que trabalha como auditor de imposto de renda e percebe estar dentro de uma história, onde é o protagonista. O roteiro é assinado por Zach Helm. Will Ferrell foi indicado ao Globo de Ouro pelo seu papel neste filme.

 

The Discovery

Disponível no catálogo da Netflix, Em The Discovery conhecemos Will (Jason Segel), uma alma perdida de meia idade que viaja rumo a casa de seu pai, o cientista Thomas Harbor (Robert Redford) que vive recluso em uma ilha e após inúmeros experimentos descobriu que existe vida após a morte. A repercussão da descoberta causa uma onda de suicídios no mundo todo e Will se sente claramente culpado. Ao longo dessa viagem de volta para casa, o protagonista encontrará pelo caminho Isla (Rooney Mara), a variável amor que não havia conhecido.

 

Outer Range

Na trama, conhecemos o fazendeiro Royal Abbott (Josh Brolin), um homem introspectivo, seco, de poucas palavras que vive com sua família: sua esposa Cecilia (Lili Taylor), seus dois filhos, Perry (Tom Pelphrey) e Rhett (Lewis Pullman), em uma casa no décimo maior dos 50 estados dos EUA, e o menos populoso, Wyoming. Em paralelo a uma luta por terras com uma família rival, os Tillerson, Royal encontra um imenso buraco misterioso na região oeste de suas terras. Quando uma tragédia acontece, oriunda de uma briga entre os filhos dessas duas famílias, a questão desse buraco misterioso vai ganhando contornos cada vez mais misteriosos, que se completam com a chegada de Autumn (Imogen Poots).

 

Interestelar

Na trama, somos jogados a um futuro onde a Terra vem consumindo boa parte de suas reservas naturais, deixando o planeta em situação extrema. Assim, com o aval da extinta Nasa, no caso, um grupo de astronautas, liderados pelo ex-engenheiro e piloto espacial Cooper (Matthew McConaughey), que precisou abandonar sua família para seguir nessa viagem, recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Paralelo a isso, ainda na Terra, a filha de Cooper, Murph (primeiro Mackenzie Foy, depois Jessica Chastain, depois Ellen Burstyn), se jogará em sua própria jornada para tentar ajudar a terra.

 

O Homem Duplicado

Na trama, conhecemos um professor de história que vive em, uma certa, solidão profunda. Sua vida é acordar, tomar café da manhã, ler alguns livros e dar aulas em uma faculdade. Certo dia, após assistir a um filme em casa, percebe que um dos coadjuvantes desta trama é fisicamente idêntico a ele. Assim, cheio de dúvidas e aflições, de maneira transtornada, o professor resolve ir atrás dessa pessoa, desencadeando uma série de sequências esquisitas.

 

Dark

A série mostra a rotina, conflitos e descobertas sobre habitantes de quatro famílias de Winden, na Alemanha. Quando um grupo de jovens descobre uma situação suspeitas vinda dentro de uma caverna na floresta da região, um deles some, dando início a uma saga que explora os sentimentos de perda ao limite, passando também pelo inusitado caso do tempo, fator importante e que vamos descobrimento melhor sobre ao longo dos intensos 26 episódios divididos em três temporadas absolutamente arrepiantes.

 

Vanilla Sky

Lançado no já no longínquo ano de 2001, e remake do longa-metragem espanhol Abre los ojos (1997), Vanilla Sky nos mostra as reviravoltas na vida de um milionário após um acidente, onde aos poucos vamos buscando as peças por meio de lembranças para entendermos melhor esse quebra-cabeça imposto. Dirigido por Cameron Crowe.

 

Corpo e Alma

Teströl és lélekröl, no original, conta a história de Endre (Géza Morcsányi), um gerente administrativo de uma empresa do ramo alimentício, que possui um problema em um dos seus braços, que durante uma sessão com uma psicóloga chamada para auxiliar a empresa que trabalha, descobre que seus sonhos se completam com os mesmos sonhos de uma nova funcionária da empresa chamada Mária (Alexandra Borbély). Assim, se encontrando quase sempre nos sonhos mas sem muita aproximação na vida real, resolvem embarcar nessa história onde buscam a todo instante entender melhor sobre o amor e sobre essa situação totalmente inusitada que é o fato de se ligarem por um sonho.

 

 

Pedro Pascal rende elogios aos dublês de ‘O Mandaloriano’; “Eles é que fazem o trabalho pesado”

Além de explorar um aspecto muito diferente dos filmes da saga Star Wars‘, a série ‘O Mandaloriano’ se destaca pelas coreografias de luta dos personagens.

No início da trama, o protagonista Din Djarin (Pedro Pascal) era apenas um pistoleiro, mas desenvolve habilidades de luta corpo a corpo e estratégias de duelos com a lança de beskar que recebeu de Ahsoka Tano (Rosario Dawson).

Em um episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘, Mando também usa o sabre negro durante um duelo contra Paz Vizla enquanto é testado para saber se ainda é digno de ser um Mandaloriano depois de revelado seu rosto.

Por conta disso, o trabalho dos dublês foi bastante elogiado por Pascal.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, o astro disse que:

“Eles [os dublês] é que fazem o trabalho pesado. Tem sido um processo colaborativo desde o início e eu aprendo muito observando-os, mas eu estaria mentindo se dissesse que faço metade do que eles fazem.”

Ele continuou, revelando que comemorou quando soube que Lateef Crowder, seu dublê em projetos anteriores, havia sido escolhido para vestir o capacete e a armadura do personagem.

“Quando eu soube que ele ia vestir o traje para a série, eu fiquei tipo: ‘Agora sim! Eu vou parecer tão legal!’ Lateef manda muito bem no que faz’.”

Vale lembrar que Nick Stanner e Brendan Wayne também vestem a armadura dependendo do movimento necessário, já que cada um dos dublês é especialista em diferentes coreografias.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ será lançada em fevereiro de 2023.

Enquanto isso, as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+. 

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Stranger Things’: Sadie Sink diz que IMPLOROU para ganhar mais espaço na série

Na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, Max (Sadie Sink) teve um destaque muito maior do que nos episódios anteriores, elevando a carga dramática da atração.

Depois de perder seu irmão, Billy (Dacre Montgomery), a jovem passou a enfrentar uma crise em sua relação com Lucas (Caleb McLaughlin), se afastou dos amigos e foi uma das vítimas do Vecna (Jamie Campbell Bower), o grande vilão da história.

Durante uma entrevista para a Fashion Magazine, Sink brincou ao dizer que implorou aos criadores da serem para lhe darem mais espaço.

“Eu sabia que podia entregar mais da personagem e ao fim de cada temporada eu apenas implorava cada vez mais a eles [aos irmãos Matt e Ross Duffer] para me darem mais material, porque eu queria provar que podia desenvolver algo novo.”

E agora que o desejo foi atendido, o público está bastante ansioso ara descobrir qual será o destino da personagem.

No episódio final da atual temporada, Max foi mais uma vítima do Vecna.

Ao ficar com a mente presa no Mundo Invertido, ela acabou tendo seus braços e pernas quebrados, além da perda da visão e da morte cerebral .

Agora só um milagre pode mudar o quadro da personagem.

Lembrando que todos os episódios de ‘Stranger Things‘ já estão disponíveis na Netflix.

Relembre o trailer do volume 2 da 4ª temporada:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Surface’: Mulher perde a memória no novo trailer da série de suspense da Apple TV+

Surface‘, série de suspense psicológico da Apple TV+, teve seu novo trailer divulgado.

Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’) estrela a produção.

A trama gira em torno da jornada de recuperação de uma mulher após sua tentativa de suicídio e a luta para se lembrar – e entender – tudo o que levou ao momento em que ela pulou.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill’) viverá James, marido da protagonista Sophie (Mbatha-Raw) e um sócio com boas conexões em uma empresa de capital de risco.

O elenco ainda contará com Stephan James, Ari Graynor, François Arnaud, Marianne Jean Baptiste e Millie Brady.

Criada por Veronica West (‘Alta Fidelidade’), a série contará com a direção de Sam Miller (‘I May Destroy You’).

Oito episódios foram encomendados para o primeiro ciclo, que estreia em 29 de julho de 2022.

‘Rick e Morty’: 6ª temporada será “incrível”, revela criador

Em entrevista ao IGNJustin Roiland, a brilhante mente por trás da aclamada animação ‘Rick e Morty’, comentou um pouco sobre o que podemos esperar da 6ª temporada – e disse que os novos episódios estão absolutamente incríveis.

“É um pouco mais canônico. Realmente recompensa os fãs do show que vinham esperando esse momento e acho que estamos finalmente de volta ao ritmo de ‘Rick e Morty’, e acho que a 6ª temporada é… Não penso particularmente que a 5ª temporada tenha sido ruim, mas a 6ª temporada é incrível. Realmente uma temporada de qualidade”, ele contou.

Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 4 de setembro.

Confira a sinopse oficial:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

Lembrando que as cinco primeiras temporadas já estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Kung Fu’: CW escala dois novos membros para o elenco da 3ª temporada

The CW escalou dois novos membros para o elenco da 3ª temporada da adorada série ‘Kung Fu’ (via TVLine).

As informações indicam que Ben Levin (‘Legacies’) e Kim Rhodes (‘Supernatural’) farão parte dos próximos episódios. Levi será Bo, um barista na Bay Area que também serve como vigilante – e sua luta contra o crime o faz cruzar caminho com Nicky Shen (Olivia Liang); Rhodes, por sua vez, será Carrie, representante de um grupo de gerência de restaurantes interessada em Harmony Dumplings.

Lembrando que a nova temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na HBO Max.

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.