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‘Shazam!’ encara dragão enorme em novo cartaz de ‘Fúria dos Deuses’

Shazam! Fúria dos Deuses’ teve um novo cartaz divulgado.

Confira, com o trailer:

Lembrando que a sequência chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de Março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

David F. Sandberg retorna à cadeira de direção.

Além do retorno de Levi no papel principal e a introdução de Mirren, Liu e Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Ingrid Guimarães descreve Tatá Werneck: “Um Ere Desgovernado” [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Minha Irmã e Eu‘, a atriz Ingrid Guimarães descreveu como é trabalhar com a Tatá Werneck – conhecida por improvisar suas falas.

“Eu fiz um filme com a Tatá e a Susana Pires, chamado Loucas Para Casar, e a Susana Pires era muito CDF. E eu gosto de improviso. E a Tatá estava nos primeiros filmes dela, então ela fazia tudo do jeito dela. E eu ficava administrando uma que era muito certinha e a Tatá. E um dia a Tatá não deu a deixa para a Susana e ela disse: Tatá, você é um ere desgovernado. E essa frase, essa palavra, é o que define a Tatá”, brincou

Assista a entrevista e nossa crítica:

Susana Garcia (‘Minha Mãe é Uma Peça 3’) é responsável pela direção.

As irmãs Mirian e Mirelly não realizaram o sonho da mãe, Dona Márcia (Arlete Salles), de se tornarem uma dupla sertaneja e, além de terem seguido caminhos opostos, vivem às turras. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Ela vive em função da família e do lar. Já Mirelly ostenta uma vida glamurosa nas redes sociais ao lado de amigos famosos, como Lázaro Ramos e Iza, interpretando eles mesmos no longa. Mas, na verdade, o estilo de vida deslumbrante é uma mentira. Ela está com todas as contas atrasadas, vive em um conjugado apertado e trabalha como cuidadora dos animais de estimação das celebridades.

Mirelly retorna a Rio Verde para comemorar o aniversário da mãe em uma luxuosa festa organizada por Mirian. Após a comemoração, Dona Márcia desaparece misteriosamente e as irmãs vão precisar se unir em busca da matriarca em uma aventura pelas estradas do interior de Goiás.

O elenco ainda conta com Antônio Pedro, Márcio Vito, Jaffar Bambirra, Nina Baiocchi e George Sauma.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘A Herança’: Casal gay precisa sobreviver em casa mal assombrada em TERROR que estreia no Festival do Rio

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O filme de terror ‘A Herança‘ será lançado no Brasil no Festival do Rio, com sessão de gala no dia 5 de outubro, dentro da mostra Midnight Movies (*datas e horários de exibição abaixo).

A Herança‘ é um filme de terror dirigido por João Cândido Zacharias, que divide a ideia original com a produtora Tatiana Leite, da Bubbles Project. A história narra os acontecimentos advindos do retorno ao Brasil de um jovem, vivido por Diego Montez, que acaba de perder sua mãe e descobre ser o único herdeiro de uma casa que pertencia a uma avó que não conheceu.

Nesta casa, o namorado do jovem, interpretado pelo ator francês Yohan Levy, desconfia que algo maligno se esconde debaixo da fachada de uma vida tranquila no campo.

Confira fotos e o cartaz:

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“O filme é uma conjunção de muitas coisas que fizeram eu me apaixonar pelas narrativas audiovisuais quando criança – dos filmes de terror às novelas da TV. É também um filme muito pessoal, já que lida com questões familiares e os traumas de infância que ajudam a construir os adultos em que nos tornamos. Eu perdi minha mãe durante o processo de desenvolvimento do roteiro, assim como o personagem do Thomas, e a experiência de lidar diretamente com os monstros escondidos da minha família foi essencial para a criação dessa história. O encontro com um grupo incrível de artistas talentosos, que compartilharam uma profunda conexão criativa, foi central na construção de ‘A Herança’. Cada um dos membros da equipe e do elenco estava em profunda sintonia com o que a história propunha. O resultado é o que eu espero que seja uma experiência altamente divertida de tensão e horror”, declara o diretor João Cândido Zacharias.

As atrizes Analu Prestes e Cristina Pereiravivem as tias do protagonista. O elenco conta ainda com Ana Carbatti, Luiza Kosovski, Jimmy London e Gilda Nomacce.

O longa de terror é uma produção da Bubbles Project em coprodução com a Kromaki e a Sony Pictures International Productions. A sessão de gala do festival contará com a presença dos dois protagonistas, do diretor e da produtora, além do resto do elenco e da equipe.

‘Extermínio 4: O Templo dos Ossos’ ganha Trailer LEGENDADO assustador e cartaz épico

A Sony Pictures do Brasil divulgou o trailer legendado da aguardada sequência ‘Extermínio 4: O Templo dos Ossos‘, junto com um cartaz épico…

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) é responsável pela direção.

Sucesso nos cinemas, o terceiro filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais – o representa quase três vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 60 milhões.

Além de ter entrado para o TOP 15 das maiores arrecadações do ano, o filme também subiu para o TOP 4 das maiores bilheterias do gênero em 2025 – atrás apenas de ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M), ‘Pecadores‘ (US$365.8M) e ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$150M).

O Templo dos Ossos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia dia 15 de janeiro de 2026.

 

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Crítica | Already Tomorrow in Hong Kong

Selecionado para diversos festivais durante todo o ano de 2015, estreou nos Estados Unidos em fevereiro de 2016, uma curiosa trama, que um pouco se assemelha à clássica trilogia de Richard Linklater Antes do Amanhecer/Antes do Pôr-do-Sol/Antes da Meia-Noite. Already Tomorrow in Hong Kong é uma micro mais contagiante história de amor intangível. Ao longo dos curtíssimos 78 minutos de projeção, somos testemunhas de profundos diálogos que vão de uma criativa crítica ao mundo da tecnologia até as razões pelas quais amamos alguém. Jamie Chung e Bryan Greenberg, os protagonistas, dão um espetáculo de harmonia e fazem toda a magia do cinema acontecer a partir do poder que as palavras possuem na hora que você conhece alguém.

Na trama, conhecemos Josh (Bryan Greenberg), um jovem banqueiro norte-americano que mora faz uma década em Hong Kong. Certo dia, quando está do lado de fora de onde acontece a festa de sua atual namorada, acaba conhecendo a bela Ryby (Jamie Chung), com quem acaba passando as horas seguintes passeando pelas ruas de Hong Kong. Em certo momento, quando Ruby descobre que Josh tem namorada, eles se despedem. Um ano mais tarde, por uma brincadeira do destino talvez, eles voltam a se encontrar por acaso e agora precisam se entender, saber realmente se vão ser marcantes na vida de cada um.

Todo bom diretor sabe, assim como os jurados de Master Chef Brasil, que o menos é mais. A diretora e também roteirista deste singelo e profundo trabalho Emily Ting, em sua primeira direção de um longa metragem, adota essa tática de confiar 100% no roteiro e na interação dos seus personagens principais. Com diálogos inteligentes e objetivos, além de compreendemos melhor as personalidades dos protagonistas, conseguimos ficar com aquele sentimento de surpresa na espera do que realmente pode acontecer quando esss dois mundos bem diferentes se chocam. Há semelhanças com a trilogia de Linklater, mas Already Tomorrow in Hong Kong consegue ter sua própria essência, mexe com nossos corações e foca num princípio sempre sugestivo, o da escolha que precisamos fazer em momentos chaves de nossas vidas.

A única coisa de ruim que possa ter nesse texto sobre esse lindo trabalho é a quase certeza de que esse filme não chegará ao circuito brasileiro. Talvez pela falta de observação cinéfilas das distribuidoras, talvez pela falta de coragem que ainda faltam em alguns de apostar em filmes que mexem com nossos corações e não tem artistas famosos contando a história. De certo, é que se você caro leitor tiver a chance de assistir a essa película, não perca essa chance.

10 filmes que vão fazer você pensar (e repensar)

Alguns filmes realmente nos tiram do lugar comum, impulsionando nossas reflexões, e, às vezes, traçando paralelos com a realidade de forma impressionante. Para você que curte refletir bastante sobre uma obra cinematográfica, segue abaixo 10 filmes que você precisa conferir:

 

A Virada Errada (Prime Video)

Tudo ia muito bem na vida da musicista Kiia que está prestes a ter o primeiro filho com o marido, o pastor Lauri. No dia em que entra em trabalho de parto, a caminho do hospital, o carro em que estão bate em alguma coisa na estrada. Tempos depois, uma verdade é revelada quando Kiia conhece Hanna, uma mulher que enfrenta a iminente perda do marido.

 

Fortunata (Reserva Imovision)

Fortunata é uma cabeleireira delivery de meia idade que possui um sonho de ter seu próprio empreendimento, um salão de beleza no centro da cidade onde mora. A protagonista tem uma filha, sua maior paixão do mundo, mas com quem tem um relacionamento complicado, provocado pelo seu afastamento do ex-marido. Certo dia, Fortunata resolve levar a filha para ver um psicólogo, com quem a protagonista acaba vivendo um intenso romance.

 

Livre (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Cheryl, uma mulher que se vê em uma fase da vida cheia de mágoas, decepções, e resolve percorrer quase 2.000 quilômetros de trilha, enfrentando calor, frio e os perigos de andar sozinha por lugares pouco frequentados.  Ao longo dessa gigantesca caminhada, vamos entendendo melhor a vida dela por meio de flashbacks e memórias, principalmente, a intensa relação de carinho com sua mãe (interpretada de maneira fabulosa por Laura Dern) e seu ex-marido Paul (Thomas Sadoski).

 

Que Horas ela Volta? (Netflix)

Na trama, acompanhamos a carismática empregada Val (Regina Casé), uma mulher que vive com uma família de classe alta em São Paulo. Ela possui um conflito mal resolvido com sua filha no passado. Toda essa junção de emoções chega como uma erupção sentimental quando a antes jovem, agora vestibulanda Jéssica (interpretada pela excelente Camila Márdila), bate em sua porta. Seu único contato em SP, onde quer prestar o vestibular, é a própria mãe. Assim, num leque de situações, mãe e filha precisam definir para sempre seu destino.

 

Ninguém Sabe que Estou Aqui (Netflix)

Na trama, conhecemos o introspectivo e solitário Memo (Jorge Garcia), um homem já adulto que vive distante do grande centro em uma ilha com seu tio Braulio (Luis Gnecco). Aos poucos vamos conhecendo mais a fundo a peculiar personalidade dessa alma amargurada que na infância foi descoberto por ter uma voz maravilhosa mas que a ganância dos outros fraudaram seus sonhos o levando a uma depressão e distância de tudo aquilo que pensara que iria acontecer com sua vida. Mas, a chegada de Marta (Millaray Lobos), fará Memo ter uma nova chance de mostrar ao mundo quem ele realmente é.

 

Mães de Verdade (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Satoko (Hiromi Nagasaku) e Kiyokazu (Arata Iura), um apaixonado casal, com ótima condição financeira que vivem seus dias na busca de ampliar sua família. Porém, quando descobrem que um deles é impossibilitado de terem biologicamente um bebê, resolvem procurar uma agência de adoção. Ouvindo relatos de todos os lados, dúvidas, incertezas e as condições para adotar batem o martelo e assim conseguem um recém-nascido para adotar. O tempo passa e uma situação acontece: a mãe biológica da criança os procura. Assim embarcamos em uma história com dois lados.

 

Whiplash – Em Busca da Perfeição (HBO MAX)

Na trama, acompanhamos o jovem músico Andrew (Miles Teller), um garoto talentoso que estuda na escola de música mais prestigiada dos Estados Unidos. O protagonista é um prodígio da bateria e não pensa em outra coisa a não ser estudar e aperfeiçoar todos seus movimentos. Certo dia, durante uma seleção surpresa para a principal banda de Jazz da escola, Andrew é recrutado pelo temido professor Fletcher (J.K. Simmons) e assim começa uma trajetória de dor, sofrimento, dedicação, esforço e amor pela música.

 

Resistência (Telecine)

Na trama, numa distopia futurística onde, após uma enorme tragédia, o ocidente trava uma guerra contra a inteligência artificial. Nesse contexto, conhecemos Joshua (John David Washington), um soldado que após um enorme trauma envolvendo sua esposa no seu passado, é chamado de volta para a ação com o objetivo de encontrar e eliminar um inteligente e desconhecido arquiteto que possui em suas experiências o projeto de uma arma poderosa.

 

Aumenta que é Rock’n’Roll (Globoplay)

Um longa-metragem brasileiro que usa a nostalgia à seu favor para contar uma história que envolve sonhos, amores, política e muito rock and roll. Baseado no livro autobiográfico “A Onda Maldita“, de Luiz Antonio Mello, Aumenta que é Rock’n’Roll navega pelas ambições e desejos de uma juventude fervilhando por liberdade e desejos em meio ao processo de restauração da democracia.

 

A Acusada (Prime Video)

Lucia de Berk (Ariane Schluter) é uma mulher condenada à prisão perpétua em 2003 pela morte de sete pacientes. Ao longo da trama, vamos descobrindo segredos sobre o controverso processo de acusação feito pela promotoria, apenas baseado em dados estatísticos contra a ré. Sempre alegando ser inocente e sendo tratada como uma das maiores assassinas da história da Holanda, Lucia de Berk precisou enfrentar a desconfiança de quase todos para poder provar sua inocência.

 

 

Conheça 10 Produções com o Homem Invisível no Cinema e TV

Ao contrário do que muitos desavisados possam achar, o Homem Invisível não é um super-herói. Muito pelo contrário, o personagem foi criado no livro do icônico autor de ficção científica e terror, H.G. Wells (1866-1946), dono de obras de sucesso como Guerra dos Mundos e A Máquina do Tempo. Logo, o personagem se viu como parte do acervo dos clássicos filmes de Monstros da Universal entre as décadas de 1930 e 1940.

O mais recente exemplar a usar como base o texto de Wells chega aos cinemas do mundo (incluindo o Brasil) neste fim de semana. O Homem Invisível (2020) é uma reimaginação do clássico, o adaptando para os dias de hoje e discutindo temas necessários em voga como o abuso doméstico e a emancipação da mulher.

Crítica | O Homem Invisível – Uma História Clássica em perfeita Sintonia com a atualidade

Em homenagem a este ótimo reboot, o CinePOP decidiu dar uma olhada (com o perdão do trocadilho) em todas as formas que o personagem já teve nas telonas (e também nas telinhas) desde sua criação. Vem com a gente conferir.

O Homem Invisível (1933)

Aqui foi onde tudo começou, nesta adaptação do livro de H.G. Wells para o cinema, como citado. O filme foi dirigido pelo lendário James Whale, também responsável por outros dois verdadeiros clássicos da história do cinema, do terror e da Universal: Frankenstein (1931) e A Noiva de Frankenstein (1935). O diretor inclusive ganhou uma biografia em 1998, intitulada Deuses e Monstros, onde foi interpretado pelo grande Sir Ian McKellen.

Na trama do filme, um cientista (interpretado por Claude Rains) descobre a fórmula da invisibilidade e usa a si mesmo como cobaia. Ele consegue o resultado, mas no percurso começa a perder sua sanidade, se tornando um homicida. Contracenando com Rains no papel da mocinha da história, Gloria Stuart, ninguém menos do que a famosa velhinha do adorado Titanic (1997) e dos memes que seguiram.

O Homem Sem Sombra (2000)

Talvez o filme mais vivo na memória do grande público atual seja esta reimaginação do clássico citado acima para a década passada. Nas mãos da Columbia (Sony), o grande diretor Paul Verhoeven recriou a obra nos moldes de um thriller hi-tech arrojado, onde testou como nunca anteriormente os limites dos efeitos especiais. Este é um filme fortemente baseado na tecnologia da época, na frente e atrás das câmeras. De fato, neste quesito, O Homem Sem Sombra consegue sobressair até mesmo ao recente O Homem Invisível, fazendo muito mais pelos efeitos de sua época, do que o atual faz para as produções de sua geração – o novo filme é mais centrado em clima e atmosfera do que em efeitos.

Nesta história, Kevin Bacon protagoniza como um cientista brilhante, mas egocêntrico e narcisista, que resolve se tornar cobaia de seu experimento, após testá-lo em animais. Para variar, ele enlouquece e começa a usar sua nova condição para fazer tudo que nunca pôde, ou que a moral permitia – como diz o slogan do filme: “o que você faria se soubesse que não pode mais ser visto?”.

A Volta do Homem Invisível (1940)

Sete anos depois de sua primeira aparição nas telonas, o personagem retornava em sua primeira sequência, novamente produzida pela Universal Pictures. Aqui, no entanto, a história era outra, com outro diretor, outros atores e personagens. A única coisa que permanecia era o tema da invisibilidade e o fato de ser levemente baseada na obra do autor H.G. Wells.

Desta vez quem protagoniza é o ícone dos filmes de terror Vincent Price, na pele de um homem acusado e preso injustamente pela morte do próprio irmão. Na cadeia, ele é visitado pelo amigo Dr. Frank Griffin, irmão do cientista Jack Griffin, o Homem Invisível original, que lhe passa a fórmula ajudando-o a fugir da cadeia se tornando invisível. Agora, o cientista precisa encontrar uma cura antes que o amigo fique completamente insano como seu irmão. O longa foi indicado ao Oscar de efeitos já naquela época.

Memórias de um Homem Invisível (1992)

O personagem do Homem Invisível sempre foi associado ao terror e ao drama. Então nada melhor do que para uma nova versão desta história chamar um verdadeiro ícone do gênero para a direção, certo? Errado! A brilhante ideia da Warner foi contratar o veterano John Carpenter (Halloween) para dirigir uma… comédia sobre o tema!

Tudo bem, para sermos justos, esta é a adaptação de um outro livro, escrito por H.F. Saint, que se baseia na ideia original para criar uma espécie de paródia, mais voltada para o romance ao invés do terror. Mesmo assim, não deixa de ser curiosa esta escalação equivocada de cineasta. Na trama, quem “some” é Chevy Chase, caçado pelo agente vivido por Sam Neill. A “sereia” Daryl Hannah vive o interesse amoroso do protagonista. O filme se tornou um dos fracassos na carreira de Carpenter e dos envolvidos, mas hoje é visto com olhos nostálgicos.

A Mulher Invisível (1940)

Quem disse que se tornar invisível é coisa só para os homens. E aqui, a emancipação da invisibilidade ocorria ainda na década de 1940. E não, não estamos falando da super-heroína da Marvel, parte do grupo Quarteto Fantástico. E nem da comédia nacional protagonizada por Luana Piovani e Selton Mello. Nova aposta da Universal Pictures em sua franquia do Homem Invisível, desta vez focando em uma mulher como protagonista, num projeto mais voltado para o humor, deixando um pouco o terror e o suspense de lado.

Na trama, uma modelo (Virginia Bruce) decide se tornar cobaia para o experimento de invisibilidade de um cientista, a fim de acertar algumas contas do passado. Este é o primeiro filme da franquia a não utilizar o personagem Griffin, o homem invisível original, ou sequer um membro de sua família, em sua história. Além disso, ao invés de um soro, a invisibilidade aqui é criada através de uma máquina. O cientista da vez é o Professor Gibbs, papel do lendário John Barrymore, avô de Drew Barrymore.

O Invisível (2007)

Baseado no livro de Mats Wahl, este filme é uma das inúmeras tentativas de modernizar o conto do Homem Invisível – desta vez, no entanto, muito mais focado no drama de um jovem. O chamariz aqui é a direção de David S. Goyer, grande nome para os fãs de super-heróis, tendo criado o roteiro da trilogia O Cavaleiro das Trevas.

Na trama, um promissor estudante (papel de Justin Chatwin) é atacado e deixado para morrer, ficando desaparecido. Neste processo, seu espírito se separa do corpo, e ele se torna invisível para todos, menos para a responsável por sua condição, uma jovem delinquente interpretada por Margarita Levieva. Fechando o elenco principal no papel da mãe do protagonista, a vencedora do Oscar, Marcia Gay Harden (Pollock, 2000).

Espião Invisível (1942)

Seguindo pela clássica franquia da Universal, que tal transformar a história de H.G. Wells em um filme de guerra e espionagem? Este é o caminho que os produtores decidiram levar a franquia neste quarto exemplar da série. Muito mais uma aventura, com leves toques de humor, a história mostra Frank Raymond (Jon Hall), neto do Homem Invisível original, em posse da infame fórmula. Mesmo a pedido de seu governo durante a Guerra, o protagonista a considera muito perigosa para ser usada.

Mas os eventos de Pearl Harbor finalmente o convencem a utilizar o experimento e ser enviado como agente americano invisível para combater os nazistas. Toma essa Bastardos Inglórios!

The Invisible Man (2000-2002)

Impulsionado pelo sucesso de O Homem Sem Sombra, no mesmo ano era lançada uma série de mesmo tema, que durou duas temporadas de 45 episódios. Na trama, um ladrão e golpista (papel de Vincent Ventresca) recebe uma segunda chance ao ser convocado a trabalhar para uma agência secreta, ganhando a oportunidade de se tornar invisível para suas missões.

Esta, no entanto, não foi a primeira série a utilizar o tema clássico. Em 1958 estreava a primeira série do Homem Invisível, num programa de 30min de duração, no qual um cientista britânico se tornava invisível acidentalmente. O programa durou duas temporadas de 27 episódios até 1960. Já na década de 1970, o ator David McCallum (O Illya da série O Agente da UNCLE) era o homem invisível na pele de um cientista trabalhando para uma agência particular. O seriado durou somente uma temporada de 12 episódios, de 1975 a 1976.

A Vingança do Homem Invisível (1944)

Se você acha que franquias bagunçadas é um luxo dos anos 1980 ou de hoje, se engana, pois desde que o cinema é cinema produtores se mostram desconectados com a lógica, visando somente o lucro financeiro. Assim, o ator Jon Hall retornava à série cinematográfica do Homem Invisível para este quinto filme. Porém, vivendo outro personagem que nada tem a ver com a mitologia original, a não ser o nome, Robert Griffin.

Apesar do sobrenome, o personagem não é membro da família clássica, e sim um fugitivo em busca de vingança. Ele é ajudado por um cientista (e quem mais?) chamado Doutor Peter Drury, vivido por John Carradine , pai dos atores David Carradine (o Bill, de Kill Bill), Keith Carradine e Robert Carradine (o Lewis da franquia A Vingança dos Nerds). Com a fórmula, ele se torna invisível e parte para a vingança contra seus desafetos.

Abbott & Costello e o Homem Invisível (1951)

Os humoristas Budd Abbott e Lou Costello são verdadeiros marcos da comédia norte-americana e contemporâneos de lendas como Os Três Patetas e o Gordo e o Magro – embora no Brasil nunca tenham emplacado como seus colegas.

Parte de seu ato para revitalizar suas carreiras foi a parceria com a Universal pegando carona nos filmes de monstros da casa. Assim, os comediantes se encontraram com o Frankenstein e o Lobisomem, por exemplo. E claro, no início da década de 1950, foi a vez do Homem Invisível receber a visita dos humoristas neste longa. Utilizando muito mais a premissa das continuações do que do original, os investigadores particulares Abbott e Costello ajudam um homem acusado injustamente de um crime, que se tornou invisível para escapar das autoridades.

Bônus:

A Liga Extraordinária (2003)

Tudo bem, aqui o Homem Invisível não é o centro da história. Mas o famoso quadrinista Alan Moore, autor da HQ na qual o filme é baseado, usou a história de clássicos personagens da literatura para criar uma equipe de super-heróis diferente. De H.G. Wells usou o tema, mas criou o personagem Rodney Skinner (Tony Curran), um ladrão que teria roubado a fórmula do cientista original.

Curiosamente, o resultado do filme deixaria Moore tão desanimado com as adaptações de suas obras, que nunca mais deixaria que seu nome fosse creditado a tais filmes. Fora isso, A Liga Extraordinária também foi responsável pela aposentadoria de dois grandes nomes do cinema, o diretor Stephen Norrington (Blade – O Caçador de Vampiros) e o astro Sean Connery, que protagoniza o filme.

10 Clássicos do Cinema que Completam 30 Anos e Mereciam REBOOT!

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O propósito de um reboot é manter uma marca viva no consciente do público consumidor, ao mesmo tempo em que ela é apresentada para toda uma nova geração. Nesse quesito, os reboots possuem a mesma função das continuações. Veja, por exemplo, os casos recentes com ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ e ‘Lilo & Stitch’. É tudo estratégia de mercado. No caso de ‘Premonição’ e ‘Missão: Impossível’, franquias estabelecidas, a estreia de um novo filme movimentou o interesse por episódios passados também, fazendo os longas anteriores estarem entre os itens mais pesquisados na internet. Serve tanto para os fãs antigos relembrarem antes de assistir ao novo, quanto para o espectador mais novo conhecer os anteriores que não tinham idade para ver.

No caso de ‘Lilo & Stitch’, o filme parece estar repetindo o fenômeno que foi ‘Barbie’ em 2023, dominando a cultura pop de assalto. Nos EUA, os cinemas estão simplesmente lotados, com as jovens mães que puderam assistir à versão animada, agora levando suas filhas para o remake. E até mesmo no Brasil, dê uma olhada nos shoppings que tiverem cinema para notar a quantidade de roupas, bonecos e todo tipo de merchandising sendo usada pelas pessoas e sendo vendidas nas lojas.

Mas de modo geral, o objetivo de um reboot é dar nova chance a uma ideia promissora, mas que por algum motivo simplesmente não atingiu todo o seu potencial. Abaixo, voltaremos 30 anos no passado e revisitaremos 10 marcas usadas na época em filmes que não deram muito certo, mas que poderiam ser tentadas de novo. Confira.

O Juiz

O Juiz’, superprodução estrelada por Sylvester Stallone, é baseado em quadrinhos britânicos sobre um futuro distópico e totalitário quanto ao combate ao crime. Os Juízes do título são agentes da lei com o poder de julgar e executar criminosos em qualquer lugar. A ideia cult virou uma superprodução da Disney, que terminou sanitarizada para todo tipo de público, fugindo da violência e de temas mais sérios. O que muitos podem não saber ou lembrar é que o Juiz Dredd, o protagonista, já ganhou um reboot em um filme mais realista e com orçamento menor, em 20212, mas que igualmente não se tornou um enorme sucesso. Há anos fala-se em transformar esse universo tão rico em uma série de TV, já não era sem tempo, mas o projeto parece estacionado.

Congo

Você já tinha ouvido falar de ‘Congo’? Essa foi a tentativa da Paramount Pictures em capitalizar em cima do sucesso dos thrillers assustadores, mas repletos de aventura, de Steven Spielberg. Isso porque temos um filme baseado no livro de Michael Crichton, o mesmo autor do sucesso ‘Jurassic Park’. Fora isso, na direção, Frank Marshall, o mesmo de ‘Aracnofobia’, filme de 1990 produzido por Spielberg. Aqui, no entanto, nada de dinossauros ou aranhas mortais, o medo era trazido por macacos pré-históricos escondidos em cavernas em um território perdido no país africano do título. Ou seja, como não tentar uma nova investida repleta de efeitos especiais de primeira?

A Experiência

Para um reboot funcionar é preciso não apenas copiar o filme original em que se baseia, é necessário também adicionar muita novidade, colocando a ideia no presente, a inserindo na mentalidade social da época. Por isso ‘A Experiência’ pode ser um item delicado para se adaptar, porque mostrava uma alienígena solta na Terra, doida para acasalar, que aparece mais tempo nua em cena do que vestida. Sim, era um produto dos anos 90, mas pode ser retrabalhado com nova mentalidade. A essência é o conceito de ficção científica, terror e ação, que mostra cientistas recebendo do espaço um código de DNA alienígena e o misturando com o de uma bebê humana, usada como cobaia. Os problemas começam quando a menina cresce.

Johnny Mnemonic

Voltando 30 anos no passado, nos depararemos com o boom da era virtual no cinema. Eram os primórdios da vida computadorizada e da internet. Ou seja, Hollywood apostou forte na temática em vários filmes da época. Hoje, olhando para trás podemos notar que nem todas as ideias se concretizaram e muita coisa soa datada. Mas algumas delas podem ser adaptadas para os dias de hoje. É o caso do roteiro de William Gibson para este ‘O Ciborgue do Futuro’, que muito bem parece ter sido tirado de alguma HQ de ficção científica. Keanu Reeves estrela como um homem usando seu cérebro para traficar informações preciosas e muita espionagem industrial. A ideia é que neste futuro, podemos fazer uploads diretamente em nossos cérebros. Uma realidade streampunk, que se bem trabalhada poderia dar origem a uma baita ficção conceitual.

Tank Girl

Falando em filmes de ficção científica passados no futuro que se parecem com HQs, essa aqui de fato foi adaptada de quadrinhos. Assim como ‘O Juiz’, tratam-se de quadrinhos alternativos, desconhecidos do grande público. A personagem protagonista é uma mistura de Deadpool e Mad Max que, ao mesmo tempo em que vive em uma realidade devastada, na qual a água é escassa e o principal item de necessidade, também usa o humor em quase todos os seus diálogos, não levando nada a sério e muitas vezes quebrando a quarta parede. Muitas vezes, tudo o que é preciso para um bom reboot é o diretor certo e os atores certos.

Anjos Rebeldes

Você conhece a trilogia ‘Anjos Rebeldes’? Tudo bem, talvez quase ninguém conheça. Acontece que tais filmes são no máximo obras do cinema B cult. Na verdade, as partes dois e três são lançamentos direto em vídeo, aos quais talvez nem deva prestar muita atenção. Mas o primeiro é um cult que marcou época e apesar de não ter sido sucesso nos cinemas, foi redescoberto nas locadoras. Aqui temos uma guerra travada nos céus por anjos, que se perpetua na Terra, e cujo prêmio somos nós, os humanos. Alguns anjos, como Gabriel (Christopher Walken) se bandearam para o lado de Lúcifer e viraram as costas para Deus. Apesar do tema sensível e que mexe com religião, o longa poderia dar um baita filme de ação e fantasia com os efeitos especiais de hoje.

Assassinos

E aqui voltamos a falar de Sylvester Stallone. A verdade é que um dos maiores astros de ação que o cinema já viu possui muitos filmes que poderiam ser revisitados. Vários de seus filmes estão apenas juntando poeira na gaveta e poderiam ser colocados para gerar dinheiro novamente. Stallone foi bem-sucedido com as continuações modernas de Rocky e Rambo, e nos próximos anos teremos o reboot de ‘Risco Total’.

Olhando para os filmes que lançou há 30 anos, além de ‘O Juiz’, o ator também estrelou em ‘Assassinos’, que o trouxe duelando em uma batalha de esperteza, astúcia e destreza com um assassino tão bom quanto ele, e mais jovem, papel de Antonio Banderas. Hoje, temos muitos filmes sobre assassinos profissionais, mas o que está faltando é um bom e velho duelo entre dois matadores que são equivalentes, para vermos quem se sai melhor. É só escalar dois grandes nomes da atualidade e pronto.

A Cidade dos Amaldiçoados

Existem algumas obras que parecem nunca dar certo nas telonas. A verdade é que talvez elas ainda não tenham sido adaptadas da forma correta. É o caso com este fracasso de crítica e público comandado pelo mestre John Carpenter. O longa é baseado em um clássico cult britânico da década de 1960, em preto e branco. Carpenter tentou modernizar o clássico, assim como havia feito em ‘O Enigma de Outro Mundo’, por exemplo. Mas a razão de ter sido bem-sucedido com o filme citado foi porque modificou bastante do original, adicionando um sabor próprio.

Aqui, ele parece apenas ter repetido o original. Nem mesmo a presença do eterno Superman, Christopher Reeve, se torna um atrativo. Mas a ideia de crianças que nasceram no mesmo dia, após um evento perturbador de uma cidadezinha que acometeu todas as mulheres grávidas, com dons sobrenaturais e personalidade assustadora, é simplesmente interessante demais para ser abandonada.

A Letra Escarlate

Por falar em obras baseadas em clássicos literários, aqui temos o maior da lista. A Leta Escarlate data simplesmente de 1850, isso é clássico o suficiente para você. O livro foi escrito pelo autor Nathaniel Hawthorne e trata sobre uma mulher considerada adúltera em um tempo ainda mais remoto, entre os anos de 1642 e 1969, passando em uma colônia puritana de Massachusetts. A protagonista dá à luz uma criança concebida de uma relação com um homem com quem não é casada. Já imaginou o escândalo na época?

Como forma de punição, ela é forçada a usar uma letra A (de adúltera) vermelha em sua roupa, para que todos saibam de seu pecado. E sim, se você assistiu ‘A Mentira’ (2010) com Emma Stone conhece o tema. Mas ‘A Letra Escarlate’ foi adaptado em uma versão “moderninha”, embora seja um filme de época – trazendo astros como Demi Moore e Gary Oldman como protagonistas. O filme foi altamente criticado e considerado ruim, entre outras coisas por modificar muito do material original, entre outras coisas dando um final feliz para a história. Está mais do que na hora de Hollywood faz jus ao texto original e concorrer a muitos Oscar com uma adaptação fiel.

Os Demônios da Noite

Terminando a matéria temos ‘Os Demônios da Noite’. Recentemente eu falei mais a fundo sobre o filme em uma matéria comentando os trinta anos do longa e o histórico do programa de TV ‘Contos da Cripta’, no qual ele é baseado. Esse aqui é mais um desejo pessoal do que qualquer outra coisa, já que sua ligação com a série de TV praticamente impossibilita um reboot que não esteja vinculada a ela. E bem, quem sabe o que é ‘Contos da Cripta’ hoje em dia? Exatamente, ninguém! Mas ele foi um programa de terror muito popular durante os anos 90, que durou de 1989 a 1996, e conseguiu arrastar uma verdadeira constelação atrás e na frente das câmeras.

A ideia ficou tão grande que foi levada aos cinemas em dois longas. O primeiro foi esse ‘Os Demônios da Noite’, cuja ideia é simplesmente boa demais. Aqui também temos uma luta entre o bem e o mal, travada através dos séculos, que traz um cunho religioso, com direito a demônios bem gráficos tentando dominar a Terra. Quem sabe um reboot pudesse ser focado apenas nessa história, deixando de lado o selo ‘Contos da Cripta’.

UAU! ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes

Parece que a Netflix tem outro sucesso nas mãos! O reboot ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 13 críticas positivas, e uma nota média de 7.9.

Vale lembrar que essa nota pode mudar conforme novas críticas forem computadas.

No consenso geral, o site aponta que a série é “Encantadoramente bela e perversamente macabra. Lança um feitiço inebriante e oferece uma demonstração perfeita dos talentos mágicos de Kiernan Shipka.

Assista ao trailer completo:

Os episódios da primeira temporada estarão disponíveis no dia 26 de Outubro.

Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina (Kiernan Shipka) precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias (Miranda Otto, Lucy Davis), seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle (Ross Lynch), Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.

A produção conduzida pela Netflix será baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que vai reimaginar a história de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.

A nova trama será regada de terror, ocultismo e bruxaria, um viés bem distinto daquele que testemunhamos na série cômica dos anos 90/2000.

‘Turma da Mônica – Laços’: Novo vídeo dos bastidores apresenta o Cascão; Assista!

A Paris Filmes divulgou um novo vídeo dos bastidores do filme ‘Turma da Mônica: Laços‘, apresentando o Cascão.

Confira:

Dirigido por Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs‘), o longa é baseado nos clássicos quadrinhos criados pelo cartunista Mauricio de Sousa.

Após o sumiço do Floquinho, Cebolinha vai precisar da ajuda de seus inseparáveis amigos Mônica, Cascão e Magali para bolar um de seus planos infalíveis e recuperar seu cãozinho, dando origem a uma aventura que reacende os laços que unem a Turma da Mônica há mais de 50 anos.

O elenco conta com Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) e Monica Iozzi.

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Turma da Mônica: Laços‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Elisha Cuthbert enfrentará entidade sobrenatural no terror ‘The Cellar’

De acordo com o Deadline, Elisha Cuthbert (‘A Casa de Cera‘) vai estrelar o terror sobrenatural ‘The Cellar‘.

Eoin Macken (‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘) também estrelará a produção.

A trama seguirá Keira Woods (Cuthbert), cuja filha desaparece misteriosamente no porão de sua nova casa no campo. Keira logo descobre que existe uma entidade antiga e poderosa controlando sua casa, que ela terá que enfrentar ou arriscar perder as almas de sua família para sempre.

O longa será escrito e dirigido por Brendan Muldowney.

As filmagens começarão em novembro, na Irlanda.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Kandisha’: Demônio é invocado no trailer do novo terror dos diretores de ‘A Invasora’

O terror sobrenatural ‘Kandisha‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Alexandre Bustillo e Julien Maury, do perturbador ‘A Invasora‘, são responsáveis pela direção.

Durante as férias de verão três amigas se juntam aos outros adolescentes do bairro. Todas as noites, eles se divertem compartilhando histórias assustadoras e lendas urbanas. Mas quando Amélie é agredida por seu ex, ela se lembra da história de Kandisha, uma demônio poderosa e vingativa. Com medo e chateada, Amélie a convoca. No dia seguinte, o ex dela é encontrado morto. A lenda é verdadeira e Kandisha está à solta. Agora, cabe às três meninas quebrar a maldição.

Mathilde LamusseSamarcande Saadi e Suzy Bemba estrelam a produção.

O terror será lançado no Shudder no dia 22 de julho.

‘Demolidor’: Deborah Ann Woll fala sobre retorno em possível 4ª temporada

Em entrevista ao Den of Geek, Deborah Ann Woll (‘True Blood’) revelou que adoraria retornar como a Karen Page em uma possível 4ª temporada de ‘Demolidor‘ (Daredevil).

“Eu adoraria voltar a interpretar a Karen [Page]. Obviamente, eu gostaria fazer algo que parecesse certo. Não gostaria de retornar se sentisse que fosse algo completamente diferente do que fizemos previamente. Eu gostaria de retornar porque gostaria de contracenar com o Matt Murdock e o Frank Castle novamente. Eu quero ver esses personagens de novo.”

Ela completa, “É uma coisa estranha ser uma atriz, porque você constrói uma relação com esses personagens fictícios. Esse é o seu trabalho. Você precisa criar relacionamentos genuínos para algo que não existe, e isso afeta você como se existisse. Essa é a parte mais difícil. Então, sim, eu retornaria em um piscar olhos.”

Recentemente, o site CBR alegou que a Marvel está planejando um reboot de ‘Demolidor‘.

Em um relatório visto na Production Weekly, o site que divulga as novidades de filmes e séries em desenvolvimento relacionadas ao estúdio, aponta que, junto a ‘Deadpool 3‘, ‘Madame Teia‘ e ‘Kraven – O Caçador‘, está também listado uma espécie de “Reboot do Demolidor.

Todas as news divulgadas ainda são poucas e não há qualquer confirmação por parte da Marvel, no entanto, desde que Matt Murdock (Charlie Cox) apareceu em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, os holofotes se viraram novamente para o Atrevido, indicando que a Marvel realmente não esqueceu do herói de Hell’s Kitchen.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou o retorno do ‘Demolidor‘ na pele de Cox para novos filmes da franquia, mas também não deu detalhes sobre quais serão essas produções ou quando isso vai finalmente acontecer. Ficamos então no aguardo.

Como falamos, houve recentemente a troca de plataforma das séries, se especula que o motivo seja os direitos autorais do estúdio sobre os personagens, sobretudo porque todo material foi alocado na plataforma do Disney+, streaming que faz parte do conglomerado Walt Disney, bem como a Marvel Studios.

‘Harry & Meghan’ revelam os bastidores POLÊMICOS da realeza no trailer do novo documentário da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Harry & Meghan‘, série documental sobre o príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 8 de dezembro.

Vale lembrar que o projeto teve seu lançamento adiado por causa de polêmicas envolvendo a 5ª temporada de ‘The Crown‘.

Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.

Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.

Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.

Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.

Roteirista fala sobre possíveis spin-offs do live-action de ‘One Piece’

Em uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, o roteirista Matt Owens comentou sobre a possibilidade do live-action de ‘One Piece‘ – que recentemente se tornou um dos maiores sucessos da Netflix – ganhar spin-offs.

Além de estar aberto à ideia, Owens revelou que já pensa em um derivado focado no Mihawk, o melhor espadachim do mundo, que acabou se tornando um dos maiores destaques da primeira temporada do live-action.

“Eu adoraria ter essa chance! Há muitas histórias incríveis neste universo que ainda não tivemos a oportunidade de explorar. Eu adoraria desenvolver uma série focada em uma versão mais jovem do Mihawk. Adoraria ver sua ascensão neste mundo, interagindo com outras figuras importantes do passado.”

Anteriormente, a diretora de fotografia Nicole Hirsch Whitaker revelou que o desenvolvimento da segunda temporada já começou: “Bem, eles definitivamente já começaram a escrever, desde que a greve de roteiristas finalizou. Para os novos episódios, há muito material a ser feito com base no anime. Mas eles terão que fazer isso o mais rápido possível, antes que todo mundo fique velho demais.”

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

George R.R. Martin joga a real sobre o que achou da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão’

a casa do dragao

Através do seu blog, George R.R. Martin aclamou a adaptação da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon).

Após conferir dos dois primeiros episódios do novo ciclo, o autor não poupou elogios ao seriado, destacando a direção e o sólido desempenho de seus atores.

“Eu já visitei castelos de verdade que não pareciam tão imponentes quanto Red Keep e Dragonstone. Os sets eram enormes. Eu também dei uma conferida nos dois primeiros episódios da segunda temporada. Que jeito incrível de começar a temporada. A direção é sensacional. Alan Taylor, veterano de ‘Game of Thrones’, comandou o primeiro episódio, enquanto Clare Kilner dirigiu o segundo. Ambos fizeram um trabalho maravilhoso.”

Ele completa, “E não posso falar o suficiente sobre as atuações. Emma D’Arcy tem apenas uma fala em ‘A Son for a Son’, mas se expressa tão bem por seus olhos e rosto que acabou dominando o episódio; o luto por seu filho é palpável. Tom Glynn-Carney dá vida ao Aegon de um jeito que nunca havíamos visto antes; ele é mais do que um vilão nesta série. Ele nos mostra sua fúria, sua dor, seus medos e dúvidas. Sua humanidade.”

Vale lembrar que o quarto episódio será lançado no dia 7 de julho.

Confira a prévia e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Resgate Implacável’ DESBANCA ‘Branca de Neve’ e conquista o TOPO das bilheterias nos EUA

De acordo com o The Wrap, ‘Resgate Implacável‘ conseguiu desbancar o live-action de ‘Branca de Neve‘, conquistando o topo das bilheterias norte-americanas.

O longa dirigido por David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) fechou o seu primeiro final de semana com US$ 15.6 milhões. Já o filme da Disney arrecadou apenas US$ 13.8 milhões, o que representa uma queda de -67% em comparação ao final de semana anterior.

O desempenho ficou acima das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 10 milhões.

Para termos de comparação, o último filme estrelado por Jason Statham, ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘, abriu com US$ 16.5 milhões domesticamente.

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa parece ter agradado os espectadores, registrando 90% de aprovação do público no site e ganhando uma nota B no CinemaScore.

Crítica | ‘Resgate Implacável’ não tem uma gota de originalidade, mas se respalda no carisma de Jason Statham

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

Levon Cade, um ex-agente de operações secretas, leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil. No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Homem sério com taco em cartaz de filme

Aventura rumo à Grand Line em teaser inédito da 2ª temporada de ‘One Piece’; Confira!

Para comemorar o Natal, a Netflix divulgou um teaser inédito da aguardada 2ª temporada de ‘One Piece‘, intitulada ‘One Piece: Rumo à Grand Line‘.

Programado para o dia 10 de março, o próximo ciclo adaptará os arcos Loguetown, Laboon, Whisky Peak, Little Garden e Ilha Drum.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

‘One Piece’: Eiichiro Oda comenta versão live-action de Tony Tony Chopper

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção que adapta o manga de mesmo nome.

Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

 

Ben Affleck e Jennifer Garner cancelam pedido de divórcio

Ben Aflleck e Jennifer Garner recuaram no pedido de divórcio, segundo a revista People. De acordo com a publicação, o casal – que havia anunciado sua separação em junho de 2015 – ainda não retomou o relacionamento definitivamente, mas ambos decidiram continuar trabalhando no casamento, após alguns conflitos que quase colocaram todas as chances de retorno a perder.

Uma fonte próxima do casal afirmou que a decisão de cancelar o divórcio foi algo tomando conjuntamente:

“Há sempre a chance de uma reconciliação. Eles se amam, amam muito seus filhos e este amam seus pais”.

Conforme outra fonte próxima à Jennifer Garner relatou à revista na sua edição mais recente, a atriz quer manter sua família unida e as chances do casal de atores retomarem o casamento existe:

“Ela realmente quer fazer as coisas funcionarem com Ben. Eles estão dando uma nova chance e ele também está se esforçando para cuidar de si mesmo. Os dois não reataram, mas ainda há esperança. Jen espera que eles possam permanecer casados e Ben não quer o divórcio”.