Lembrando que a série tem estreia marcada para o dia 17 de agosto naDisney+.
A trama acompanha Jennifer Walters (Tatiana Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
Confira o trailer:
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
Segundo o Bloody Disgusting, a Warner Bros. anunciou que a nova adaptação de ‘Os Vampiros de Salem‘, baseada no romance homônimo de Stephen King, será ambientada durante os anos 70.
A nova versão se passará na mesma época do livro e da adaptação original ao invés de modernizar a trama para os dias atuais – como foi o caso da minissérie de 2004, estrelada pelo Rob Lowe.
Vale lembrar que o terror foi ADIADO em sete meses. Inicialmente previsto para setembro, o longa será lançado apenas no dia 21 de abril de 2023.
Anteriormente, o primeiro teaser da adaptação havia sido divulgado no CinemaCon. Confira a descrição completa abaixo (via SlashFilm):
“Um grupo de pessoas anda em uma área enevoada, em busca de alguma coisa – ou de alguém. ‘Você não acha que tem uma chance de ele estar por aí, em algum lugar?’, uma mulher pergunta. ‘Não se a história nos diz alguma coisa’, responde Matt Burke (Bill Camp).
Conforme o grupo percebe que a cidade se tornou alvo de mais de um desaparecimento misterioso, a câmera corta para um homem cavando uma cova no escuro. Logo depois, vemos cenas de Jerusalem’s Lot, uma cidade do Maine. Uma jovem criança com óculos anda no meio da rua, coberta em sangue. Um residente é atacado por trás por uma silhueta. E, por fim, vemos os vampiros.
Nós vemos um vampiro pegando fogo, um vampiro encarando um padre, um vampiro escondido em um espaço escuro, como um armário, vislumbres de Matt e da criança. A sequência mais indelével é a aparição assustadora de vários vampiros através de um enquadramento panorâmico. A câmera foca em um homem correndo pela rua, sozinho; logo depois, ela vai para o lado quando alguém chama seu nome. Quando volta, um enxame de vampiros aparece”.
Apesar de já ter sido adaptada duas vezes anteriormente, essa será a primeira vez que essa história de King será lançada nas telonas.
Gary Dauberman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’)será responsável pela direção e pelo roteiro. James Wan (‘Invocação do Mal’) servirá como produtor.
O elenco contará com Lewis Pullman, Makenzie Leigh, Alfre Woodard, Bill Camp, John Benjamin Hickey, Nicholas Crovetti, Jordan Preston Carter, William Sadler, Spencer Treat Clark, Cade Woodward, Debra Christofferson e Pilou Asbaek.
“Assombrado por um incidente de sua infância, o autor Ben Mears retorna à cidade natal de Jerusalem’s Lot para buscar inspiração para seu próximo livro, apenas para descobrir que a cidade está sendo presa de um vampiro sedento por sangue.”
A obra foi adaptada pela primeira vez em 1979, dirigida por Tobe Hooper (‘O Massacre da Serra Elétrica’). Décadas mais tarde, em 2004, ganhou uma nova adaptação na forma de uma minissérie feita direto para televisão.
No início de setembro de 2022 estreia mais uma adaptação de um livro do mestre do terror Stephen King. Mas essa não é simplesmente mais uma história do grande autor levada ao cinema. Trata-se de Os Vampiros de Salem (Salem’s Lot), o segundo livro escrito de toda a vasta bibliografia do escritor, que… pasmem… nunca havia sido levada anteriormente às telonas. É de se imaginar que a primeira história de vampiros escrita por uma verdadeira lenda do terror tenha lá o seu valor. E essa primeira adaptação aos cinemas é produzida pela Warner e a New Line em clima de superprodução – comandada por Gary Dauberman, roteirista de It: A Coisa (2017). A julgar pelo excelente trabalho anterior citado em uma obra de King, a expectativa até fica alta com o filme. Dauberman adapta a história no roteiro e dirige.
É justo que você possa estar confuso neste momento, querido leitor. Ao ter lido o título da matéria falando sobre a primeira versão da história e logo em seguida a afirmação de que Os Vampiros de Salem nunca foi levado aos cinemas. Bem, o que acontece é o seguinte: Os Vampiros de Salem já teve três versões para as telas, mas nenhuma foi exatamente o livro de Stephen King nos cinemas. Explico. A primeira adaptação do livro de King foi não em um filme para as telonas, e sim na forma de uma minissérie para as telinhas em duas partes – de 1h30min de duração cada uma. O programa fez enorme sucesso e depois foi comercializado na forma de fitas de vídeo nas locadoras (como um filme longo – assim como muitas obras de King, vide It – Uma Obra-Prima do Medo, Tommyknockers e A Dança da Morte). A segunda versão, aí sim ganhou ares de uma produção para o cinema. Mas ao invés de adaptar novamente o livro original do autor, a Warner resolveu criar uma continuação inédita para a história de King em 1987. Por fim, a história ganharia um remake, novamente na forma de uma minissérie em dois episódios, em 2004.
O escritor Ben Mears (David Soul) é o herói da assustadora história de vampiros de Stephen King.
O fato não deixa de ser curioso, já que os primeiros três livros de Stephen King foram adaptados na ordem cronológica para o audiovisual, com Carrie – A Estranha escrito em 1974 (sendo levado aos cinemas em 1976 por Brian De Palma), Os Vampiros de Salem escrito em 1975 (sendo levado às telas na forma desta minissérie em 1979) e O Iluminado escrito em 1977 (transformado no famoso cult de Stanley Kubrick em 1980). Assim, com Carrie e O Iluminado resistindo ao teste do tempo, ainda como produções celebradas, da trinca original apenas Os Vampiros de Salem ficou durante todo este tempo com um pequeno pedaço do bolo, fora da badalação que geralmente as obras de King possuem. E realmente levaria mais de 40 anos até a história receber seu primeiro tratamento nas telonas. Mas a primeira versão de Os Vampiros de Salemnão é uma obra descartável, mesmo com as restrições de um orçamento baixo e a aura depreciativa que as produções de TV carregavam. Pelo contrário, ainda mais na época, a minissérie fez tanto sucesso em sua exibição na rede CBS em meados de novembro de 1979 que, além de ser remontado como longa-metragem para a exibição no cinema de alguns países da Europa, ainda gerou o interesse do canal americano em transformar a história numa série regular. A ideia infelizmente não vingaria.
Um dos momentos mais inquietantes da trama é quando o menininho é transformado em vampiro e aparece na janela.
O grande desafio que a nova versão deOs Vampiros de Salemirá enfrentar é se distanciar do que os fãs e os críticos consideram a melhor adaptação de Os Vampiros da Salempara as telas até hoje: a minissérie em sete episódios da Netflix, Missa da Meia Noite (2021). Criada por Mike Flanagan (com roteiro e direção), o cineasta usa o livro de Stephen King como grande inspiração para seu programa de sucesso. E de tão próxima a série soa como uma versão da obra do autor. A grande diferença talvez seja o uso da fé cega e da crítica ao fanatismo religioso – elementos ausentes da obra original.
A história de Os Vampiros de Salem também fala sobre uma cidadezinha sendo aterrorizada pela chegada de uma criatura das trevas, um vampiro que começa a transformar todos os moradores em mortos-vivos ou usá-los como alimento. Também temos como protagonista um ex-morador do local retornando depois de alguns anos, somente para reparar que sua cidade natal corre imenso perigo, precisando salvar o dia. Na série de Flanagan (que já havia adaptado Stephen King para o cinema, com Doutor Sono) a subtrama envolvendo o forasteiro que retorna, sofre algumas guinadas inesperadas, o que deixa tudo mais interessante. Fora isso, a criatura das trevas também é trazida por um homem inserido na comunidade. Em Missa da Meia Noiteé o padre local, e em Os Vampiros de Salem, o respeitável dono de uma loja de antiguidades raras.
Os habitantes da cidadezinha de Salem’s Lot começam a ser transformados em vampiros.
Mike Flanagan optou por usar até mesmo o visual sub-humano do vampiro da minissérie Os Vampiros de Salem (1979) – uma versão monstruosa a la Nosferatu. Mas no livro original de Stephen King, o vampiro conhecido como Kurt Barlow possui ares de Drácula, um antagonista que fala e tem aparência humana. King, que geralmente encrenca com estas mudanças bruscas em suas histórias, até aceitou bem o fato de em 1979, Barlow agora ter uma aparência mais assustadora e não falar. Para o autor, isso deixaria os espectadores mais investidos nos dramas pessoais dos outros personagens. Veremos qual aparência do vampirão os realizadores desta nova versão de 2022 irão usar. Particularmente, espero que sigam o caminho de Flanagan para um impacto maior na audiência.
Os Vampiros de Salem (1979) narra a jornada de Ben Mears (David Soul), um escritor que ao retornar para sua cidadezinha natal de Salem’s Lot, começa a reparar estranhos acontecimentos, como desaparecimentos, mortes e fenômenos inexplicáveis. Aos poucos o sujeito começa a ligar os pontos, mesmo que a maioria seja cética. Ele consegue recrutar alguns para ajuda-lo, como Susan Norton (Bonnie Bedelia), seu interesse romântico, e o pai dela, o médico da cidade, o Dr. Bill Norton (Ed Flanders). O terror começa com a mudança de um estranho ao pequeno local. Richard Straker à primeira vista é apenas um empresário, dono de uma loja de antiguidades, com estranhos hábitos. Ele clama ser sócio de um tal Barlow, que nunca é visto. Straker é na verdade o servo de Barlow, e consegue vítimas para que a criatura continue viva. Assim, vivem se mudando e dizimando pequenos povoados. No papel de Straker, o nome de maior peso no elenco: James Mason, o professor Humbert Humbert, do clássico Lolita (1962).
Kurt Barlow é o principal antagonista da história: um vampiro antigo trazido para aterrorizar uma pacata cidadezinha.
Ah sim. A esta altura já deveria ter mencionado que a minissérie Os Vampiros de Salem possui uma direção ilustre de um verdadeiro mestre do gênero igualmente. Quem comanda os dois episódios é Tobe Hooper, escolhido pelo produtor Richard Kobritz após o sucesso de O Massacre da Serra Elétrica (1974). Mas nem sempre os planos foram levar a história para a TV. Tudo começou na verdade com a intenção de se levar Os Vampiros de Salem para as telonas, assim como os irmãos Carrie e O Iluminado. Inclusive o diretor George A. Romero, de A Noite dos Mortos-Vivos (1968), estava pronto para assumir o comando da produção cinematográfica para a Warner. Imagine o que teria sido. Porém, o que aconteceu foi um acúmulo de filmes de terror estilosos focados em vampiros, todos lançados no mesmo ano. 1979 viu, por exemplo, a estreia do remake de Drácula com Frank Langella, dirigido por John Badham, e também a nova versão de Nosferatu: O Vampiro da Noite, de Werner Herzog. Assim, a Warner tirou o time de campo e terminou optando pela TV. Com a manobra, o estúdio terminou perdendo Romero, que achava que sua visão não podia ser contida na telinha.
A inspiração de Stephen King para escrever a história viria mesmo do livro clássico de Bram Stoker, Drácula. O autor sempre foi fascinado por esta trama e ficou pensando como seria se um vampiro do porte de Drácula se mudasse para alguma cidadezinha americana nos tempos de hoje – no caso nos tempos de 1979. Essa diferença de tempo muito provavelmente será contornada no novo filme – que deverá se passar nos dias atuais, com internet e smartphones.
Analisando a minissérie para os padrões de hoje, podemos notar o clima meio “novelesco” da narrativa, favorecida por uma verdadeira multidão de personagens criados por King para povoar a cidade do título. As três horas de duração da minissérie (ou filme para a TV, depende de como você o enxerga) parecem inclusive pouco para contornar tantas subtramas. E algumas ficam sem uma conclusão clara, como o casal vivido por George Dzundza e Julie Cobb – uma mulher adúltera cujo marido traído a pega no flagra. A dupla simplesmente desaparece sem maiores explicações. De fato a intenção dos produtores era focar mais nos personagens e seus dramas do que no terror e violência. Assim, o clima no resultado final é bem o de um folhetim. Mas a produção ainda reserva sim momentos assustadores. Como as aparições de Barlow, muitas servidas de jumpscares (os famosos sustos) de acelerar o coração – em especial uma cena na residência da família Petrie (cujo filho mais novo Mark se torna um dos heróis da história, graças ao seu gosto por monstros), que marca a primeira aparição do vampiro; e uma cena na cadeia onde chega para sugar o sangue de Ned Tebbets (Barney McFadden), o encrenqueiro local.
A sanguinolência é tão reduzida que Reggie Nalder, o ator de aparência exótica que interpreta Barlow, ficou desapontado com o resultado do que viu em tela – tendo grande parte de sua participação na obra reduzida para menos de 1 minuto e meio de tempo em tela, como a principal ameaça da trama. O ator inclusive teve seu nome retirado dos créditos. Certamente a abordagem será totalmente outra na vindoura adaptação, que nos deixa desde já muito curiosos para os primeiros vislumbres nesse novo (e antigo) mundo criado por Stephen King.
Taika Waititi, diretor de ‘Thor 3‘ e ‘Thor 4‘ disse qual era a única condição para ele retornar para o quinto filme do Deus do Trovão. Para Taika, só existe a possibilidade dele voltar se o atorChris Hemsworth também estiver no elenco.
O cineasta revelou como estava desprevenido com o aviso de retorno do personagem no final dos créditos de ‘Thor: Amor e Trovão‘ (2022).
“Isso também foi uma surpresa para mim. Não estou brincando. Eu vi no cinema e fiquei tipo: ‘Ah, me***. Sério?’ Até mesmo Chris [Hemsworth] ficou tipo: ‘O quê?’ Mas, é claro que ele voltará. Ele é o melhor personagem. Quero dizer, posso ser um pouco tendencioso, mas ele é o mais divertido de assistir”, falou Taika.
Que continuou: “Agora, não sei como seria o próximo [filme]. Eu definitivamente faria um, mas apenas se Chris estivesse. Porém, precisaria ser algo surpreendente e inesperado para eu aceitar. Como seria o novo take? As batalhas e todas as lutas são boas, mas eu gostaria de algo que parecesse inesperado quando se trata da história”.
Vale lembrar que Taika Waititi cometeu uma tremenda gafe ao convidar Natalie Portman para participar de um novo filme de ‘Star Wars‘, do qual está produzindo.
Portman voltou à MCU como Jane Foster em ‘Thor: Amor e Trovão‘, longa dirigido por Waititi, se esqueceu que ela também protagonizou as prequels da saga criada por George Lucas. O diretor revelou a Rolling Stone EUA que convidou Portman para um novo projeto de Star Wars.
“Um dia no set, Natalie me perguntou qual seria meu próximo projeto. Eu disse: ‘Estou tentando fazer esse projeto de Star Wars. Você já quis estar em um filme de Star Wars?’. E ela respondeu: ‘Eu já fiz filmes de Star Wars.’ Tinha me esquecido completamente daqueles”, relembrou Taika envergonhado.
Vale lembrar que Portman interpretou Padmé Amidala nos três primeiros episódios de ‘Star Wars‘, ‘A Ameaça Fantasma‘ (1999), ‘Ataque dos Clones‘ (2002) e ‘A Vingança dos Sith‘ (2005). A personagem era rainha do planeta Naboo e, posteriormente, tornou-se Senadora da República Galáctica.
O ator toca guitarra desde jovem e praticou durante meses para tocar a clássica canção do Metallica, entretanto, o ator afirmou ao Radio Times que não executou as partes do solo e a equipe contratou um guitarrista profissional para os cortes.
Eddie Munson, personagem de Quinn, precisa distrair os monstros do mundo invertido com a sua guitarra, e ao lado, vemos Dustin (Gaten Matarazzo) animado com a trilha. O solo de guitarra continua durante o corte de outros personagens mantendo um ritmo frenético de fuga durante a cena.
Nesse momento, o céu atrás dos personagens fica vermelho, talvez uma referência a capa do álbum de mesmo nomeMaster of Puppets (1986). Uma vez que a performance termina, a dupla desce do trailer e Dustin diz: “Cara. O melhor. Metal. SEMPRE”. Épico!
O Metallica se deslumbrou com a cena e escreveu no Instagram: “Ficamos todos empolgados para ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente deslumbrados… é tão bem feito, tanto que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo as mãos de Joseph Quinn [Eddie em Stranger Things] na guitarra. O quão louco é isso?”.
Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
‘Thor: Amor e Trovão‘ chamou bastante atenção pelo uso das canções da banda Guns N’ Roses. Questionado sobre o uso de músicas em filmes e séries, o diretorTaika Waititi usou ‘Stranger Things‘ de exemplo e brincou que o seriado “estragou” a cantora Kate Bush.
Waititi foi questionado se espera que o novo filme do Deus do Trovão traga o GnR de volta às paradas, assim como a produção da Netflix fez com a cantora britânica. Ele disse amar ‘Stranger Things‘, mas confessou que tem ciúmes da obra de Bush em tom de brincadeira.
“Você quer dizer, como eles arruinaram Kate Bush. Amo essa série, mas como alguém que sente ter propriedade sobre a música de Kate Bush, fico realmente incomodado que eles usaram minhas músicas favoritas (risos). Virei esse velho babaca que diz ‘ah, essas crianças nunca ouviram Kate Bush, eles não conhecem ela”, disse o cineasta.
O diretor foi lembrado de que o ator Christian Bale revelou que ‘Thor: Amor e Trovão’ quase teve um momento musical embalado por uma canção de Kate Bush. Em resposta, o diretor brincou que a ideia veio “antes de Stranger Things” e que gostaria de ter colocado a canção This Woman’s Wo em um momento da Poderosa Thor (Natalie Portman).
Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
Faleceu nesta segunda-feira (11), a atriz Nádia Carvalho, que dublou as versões brasileiras de personagens icônicos como a estilista Edna Moda, de ‘Os Incríveis‘, e Lin Beifong, de ‘Avatar: A Lenda de Korra‘. Nádia morreu com 67 anos.
O notícia foi confirmada na tarde de hoje por colegas dubladores, que também homenagearam o trabalho da artista. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.
Vale lembrar que como a Edna Moda, Nádia eternizou o bordão “nada de capa!”, proferido pela personagem ranzinza ao Sr. Incrível, no momento em que imagina um novo uniforme para o herói. A frase ficou tão marcada entre os brasileiros que foi até utilizada como meme entre os espectadores da temporada mais recente de ‘The Boys‘.
E em outros papéis marcantes das mais de três décadas de carreira da dubladora incluem a tia Vivian, de ‘Um Maluco no Pedaço‘, e participações em ‘A Era do Gelo‘ e ‘Mulan‘.
Nádia Carvalho também era atriz, com atuação em diversos projetos humorísticos da TV aberta, como a Escolinha do Professor Raimundo, onde interpretou a Santinha Pureza, e o Zorra Total.
Como já foi anunciado,Amy Winehouse vai ganhar uma cinebiografia, que contará com Sam Taylor-Johnson na direção, cineasta que comandou a ótima cinebiografia de John Lennon chamada ‘O Garoto de Liverpool‘ (2009).
O longa que é produzido pelo Studiocanal vai se chamar ‘Back to Black‘, em referência ao álbum que a cantora lançou em 2006 com hits como “Rehab”, “You Know I’m No Good” e a faixa título.
O filme terá roteiro de Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007). Não foram revelados detalhes sobre elenco ou data de estreia.
Lembrando que ‘Dragon Ball Super: Super Hero‘ será lançado pela Toei Animation nos cinemas japoneses em junho. O filme também chegará no restante do mundo em agosto, e no Brasil graças à Crunchyroll.
Na trama, o exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!
A Marvel confirmou que vai voltar ao principal palco da San Diego Comic-Con na edição 2022 do evento, que acontece de 21 a 24 de julho. O painel foi confirmado oficialmente neste sábado (9), por meio da programação oficial da SDCC.
De acordo com o site do evento, a apresentação contará com Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, e a presença de “convidados especiais”.
A descrição diz apenas que os convidados “trarão um olhar sobre o Universo Cinematográfico da Marvel, sempre em expansão”. O painel acontece no dia 23 de julho, um sábado, entre as 21h e as 22h.
Vale lembrar que a última vez que a Marvel expôs seus projetos no evento foi em 2019, quando revelou a maior parte dos seus planos para a Fase 4 do MCU. Em 2020 e 2021, a empresa preferiu não participar da edição online Comic-Con@Home.
Não se sabe o teor dos anúncios do estúdio, mas Feige já adiantou que pretende revelar os rumos da próxima grande saga do MCU em breve.
Natália Klein, a produtora, roteirista e atriz da série ‘Maldivas‘ da Netflix, saiu em defesa de Bruna Marquezine, após a ex-global ter sido acusada de ser antipática nos bastidores da produção. Recentemente Marquezine foi confundida com a nova namorada de Neymar, pela imprensa internacional.
De acordo com a Revista Veja, Bruna “Não pronunciava ‘bom dia’ nem ‘obrigada e só saía do camarim para gravar, sempre de cara… fechada, porque feia é impossível”, escreveu o jornalista. Além de Marquezine, a série conta no elenco com nomes como Manu Gavassi, Sheron Menezes,Carol Castro e Vanessa Gerbelli.
“Nossa, super nariz em pé quando ela levou caixas de chocolate bom pra TODO MUNDO DA EQUIPE no último dia de filmagem. Horrível. Quando o chocolate acabou eu fiquei mesmo muito ofendida”, disse Natália no Twitter.
Vale lembrar que Natália ainda postou ironicamente “Como assim a Bruna não tá aqui me dando caixa de chocolate toda semana??? Eu tenho que comprar??? Ridículo. Se acha”.
Nossa, super nariz em pé quando ela levou caixas de chocolate bom pra TODO MUNDO DA EQUIPE no último dia de filmagem. Horrível. Quando o chocolate acabou eu fiquei mesmo muito ofendida. https://t.co/f56otLXdSy
Na trama, quando a goiana Liz Lobato (Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de buscar respostas para a repentina morte de sua mãe (Vanessa Gerbelli).
“A série fala de um universo muito particular, que são esses condomínios de luxo na Barra da Tijuca, com tudo dentro – as pessoas não precisam sair de lá para nada. Seus moradores têm um senso de comunidade muito forte, sabem tudo da vida uns dos outros e vivem com uma falsa sensação de segurança. Mas e quando acontece um crime lá dentro?”, comentou Klein, que também atua como roteirista.
Segundo o Deadline, a Warner Bros. Pictures reorganizou sua agenda de próximos lançamentos – e a nova adaptação de ‘Os Vampiros de Salem’, baseada no romance homônimo de Stephen King, sofreu uma drástica mudança.
As informações indicam que a companhia adiou o longa-metragem em nada menos que sete meses, jogando a estreia da produção para 21 de abril de 2023 (anteriormente marcada para 09 de setembro de 2022).
Anteriormente, a Warner havia revelado, durante a CinemaCon, o primeiro teaser oficial da adaptação.
Apesar do vídeo não ter sido divulgado, você pode conferir a descrição completa abaixo (via SlashFilm):
“Um grupo de pessoas anda em uma área enevoada, em busca de alguma coisa – ou de alguém. ‘Você não acha que tem uma chance de ele estar por aí, em algum lugar?’, uma mulher pergunta. ‘Não se a história nos diz alguma coisa’, responde Matt Burke (Bill Camp).
Conforme o grupo percebe que a cidade se tornou alvo de mais de um desaparecimento misterioso, a câmera corta para um homem cavando uma cova no escuro. Logo depois, vemos cenas de Jerusalem’s Lot, uma cidade do Maine. Uma jovem criança com óculos anda no meio da rua, coberta em sangue. Um residente é atacado por trás por uma silhueta. E, por fim, vemos os vampiros.
Nós vemos um vampiro pegando fogo, um vampiro encarando um padre, um vampiro escondido em um espaço escuro, como um armário, vislumbres de Matt e da criança. A sequência mais indelével é a aparição assustadora de vários vampiros através de um enquadramento panorâmico. A câmera foca em um homem correndo pela rua, sozinho; logo depois, ela vai para o lado quando alguém chama seu nome. Quando volta, um enxame de vampiros aparece”.
Apesar de já ter sido adaptada duas vezes anteriormente, essa será a primeira vez que essa história de King será lançada nas telonas.
Gary Dauberman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’)será responsável pela direção e pelo roteiro. James Wan (‘Invocação do Mal’) servirá como produtor.
O elenco contará com Lewis Pullman, Makenzie Leigh, Alfre Woodard, Bill Camp, John Benjamin Hickey, Nicholas Crovetti, Jordan Preston Carter, William Sadler, Spencer Treat Clark, Cade Woodward, Debra Christofferson e Pilou Asbaek.
“Assombrado por um incidente de sua infância, o autor Ben Mears retorna à cidade natal de Jerusalem’s Lot para buscar inspiração para seu próximo livro, apenas para descobrir que a cidade está sendo presa de um vampiro sedento por sangue.”
A obra foi adaptada pela primeira vez em 1979, dirigida por Tobe Hooper (‘O Massacre da Serra Elétrica’). Décadas mais tarde, em 2004, ganhou uma nova adaptação na forma de uma minissérie feita direto para televisão.
‘A Luz do Demônio‘ (The Devil’s Light), novo terror sobre possessão demoníaca da Lionsgate, ganhou cartaz nacional. A Paris Filmes agendou a estreia do filme no Brasil para 17 de Outubro de 2022.
Com relatos de possessões demoníacas alcançando números sem precedentes em todo o mundo, o Vaticano abre escolas para exorcismos em seis países, incluindo os Estados Unidos.
A freira Ann acredita devotamente que realizar exorcismos é o seu chamado. Mas ela está em desacordo com as tradições da instituição: as freiras não podem realizar exorcismos, apenas padres. Com o apoio de um mentor, um professor que sente seu dom especial, ela pode assistir a sessões de treinamento reais. Seu desejo de provar a si própria toma um rumo pessoal quando ela conhece um dos pacientes mais perturbados da escola. Durante seus encontros angustiantes, a irmã Ann se depara com uma força demoníaca que infesta a escola e tem laços misteriosos com seu próprio passado. É então que o poder do mal e suas próprias habilidades surpreendentes serão plenamente realizados.
O longa foi escrito porRobert Zappia (‘Halloween H20: 20 Anos Depois‘).
A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.
O remake hollywoodiano de ‘Invasão Zumbi‘ (Train to Busan) foi removido do cronograma da Warner Bros.
Segundo o ComicBook.com, a companhia retirou o longa-metragem da agenda de lançamentos – o que lança dúvida se a produção, de fato, será exibido nos cinemas. Mais informações sobre a decisão não foram reveladas.
No Brasil, o filme estava agendado para chegar às telonas em 21 de abril de 2023.
O ator Don Lee (‘Eternos’) revelou detalhes sobre o projeto:
“Estou bastante empolgado para o remake. Temos Wan e Timo que são grandes realizadores. Eles estão criando algo ainda mais divertido e aterrorizante que o original. O primeiro filme ficava limitado na Coréia, agora vocês mal podem esperar para ver os zumbis atacando em escala global”, afirmou.
Em seu currículo, o cineasta Timo Tjahjantotem ‘Assassinos‘, ‘A Noite nos Persegue‘, além de ter dirigido segmentos nas antologias de terror ‘V/H/S/2‘ e ‘O ABC da Morte‘.
Os direitos de adaptação foram comprados pelos Estúdios Gaumont, do francês ‘Intocáveis‘ (que também ganhou remake).
Sob direção de Sang-ho Yeon, ‘Invasão Zumbi‘ apresenta uma história de luta pela sobrevivência em uma movimentada estação de trem, que sofre um temível ataque zumbi.
Uma sequência, intitulada ‘Invasão Zumbi 2: Península‘, foi lançada recentemente, mas decepcionou o público e foi massacrada pelos críticos.
Para promover o vindouro lançamento de ‘Resident Evil: A Série‘ – que ocorrerá no dia 14 de julho –, a Netflix divulgou o novo clipe da produção.
Confira:
Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie.
Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) fica responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
“‘Only Murders in the Building’ é o verdadeiro tesouro da nossa programação,” declarou Craig Erwich, presidente do Hulu Originals e ABC Entertainment. “Seu apelo através de várias gerações, a interseção entre humor e cenas emotivas, e sua abordagem única refletem o grande trabalho dos [produtores executivos] Dan [Fogelman] e John [Hoffman], e dos atores Steve [Martin], Marty [Short] e Selena [Gomez]. Estamos gratos em podermos dar continuidade às aventuras de Charles, Oliver e Mabel para os espectadores que estão famintos por mais mistérios.”
Vale lembrar que a 2ª temporada está sendo lançada semanalmente no Star+.
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
Kya é uma garota abandonada, que teve que se criar sozinha no brejo da Carolina do Norte. Por anos, rumores da “Menina do Brejo” assombraram Barkley Cove, isolando a afiada e inteligente Kya de sua comunidade. Atraída por dois jovens na cidade, Kya se abre para um mundo novo e estimulante, mas quando um deles é encontrado morto, ela é imediatamente considerada a principal suspeita. Conforme o caso vai se desdobrando, a verdade sobre o que aconteceu se torna cada vez mais nebulosa, ameaçando revelar os muitos segredos que existem no brejo.
A Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Amber Brown’, nova série infantil baseada na saga literária de Paula Danziger.
A produção tem estreia agendada para o dia 29 de julho na plataforma de streaming.
Confira:
Bonnie Hunt (‘Doze é Demais’) entra como roteirista e diretora.
Crescer é uma obra de arte. ‘Amber Brown’ gira em torno de uma jovem garota que encontra sua voz através da música e da arte, no desperta do divórcio dos pais e da mudança da melhor amiga.
A série ‘Black Bird‘, estrelada por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’), já está disponível na Apple TV+.
A produção foi lançada no último dia 08 de julho na plataforma de streaming.
A trama acompanha Jimmy Keene (Egerton), estrela do time de futebol americano da escola e filho de um policial. Condenado a dez anos de prisão, ele ganha uma oportunidade única: escolher entre cumprir a sentença sem chance de redução ou ir para uma prisão de segurança máxima e se aproximar de Larry Hall (Paul Walter Hauser), suspeito de assassinatos em série. Para ganhar a liberdade, ele precisa arrancar uma confissão de Larry e descobrir onde ele escondeu o corpo de diversas jovens – tudo isso antes que o recurso do suspeito seja julgado. No entanto, será que tudo o que Larry diz é verdade? Ou ele é um mentiroso patológico?
Confira:
Criada por Dennis Lehane, a série é inspirada em uma história real e baseada no livro homônimo de James Keene.