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‘The Idol’: Filha de Johnny Depp e The Weeknd se envolvem em um romance perigoso no trailer da nova série da HBO

The Idol, série da HBO Max estrelada pelo vencedor do Grammy The Weeknd, ganhou seu primeiro trailer oficial.

A produção ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Lily Rose-Depp também estrela o projeto. Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

Crítica | Sabrina Carpenter cria mágica com o irreverente e íntimo álbum ‘Emails I Can’t Send’

Se há uma artista que podemos caracterizar como subestimada, essa artista é, sem dúvida, Sabrina Carpenter. A ex-estrela do Disney Channel, que começou a fazer grande sucesso depois de estrelar a sitcom ‘Garota Conhece o Mundo’, também é dotada de uma carreira musical que não tem o reconhecimento que merece e que é marcada por algumas das melhores músicas dos últimos anos – ora, é só pensarmos em seus dois últimos lançamentos, Singular: Act I e Singular: Act II, em que a cantora e compositora apostou fichas em um amadurecimento lírico e em uma aproximação ao trap (pegando elementos emprestados de nomes como Taylor Swift e Lorde para discorrer sobre experiências íntimas).

Agora, três anos depois de ter divulgado seu último compilado de originais (e de ter participado de diversas produções fílmicas, como a rom-com ‘Crush à Altura’ e o ótimo thriller tragicômico ‘Emergency’), Carpenter retorna para nos agraciar com o que apenas podemos compreender como seu álbum mais coeso, dotado de diversas referências musicais e mesclando gêneros diversos em uma apaixonante aventura sinestésica. Intitulada ‘emails i can’t send’, sua quinta obra é uma ótima adição a uma discografia que ganha um novo capítulo, ainda mais considerando a transição da performer para uma outra label, a Island Records.

É claro que, quando artistas resolvem mudar a identidade que talharam ao longo dos anos, sempre ficamos com borboletas no estômago. Afinal, era clara o caminho trilhado por Sabrina com o passar do tempo, em que a mercadologia mainstream foi deixada de lado, por assim dizer, a fim de explorações mais pessoais e declamatórias – valendo-se, de fato, de inflexões românticas, como “Paris”, ou de um empoderamento que não tinha alcançado uma plenitude completa (como “Sue Me” ou “Looking at Me”). Felizmente, as coisas mudam de perspectiva quando somos transportados a este novo compilado, cujas ousadas escolhas estéticas são determinantes para colocá-la dentro de um universo recheado de ótimas escolhas, narrativas pungentes e uma reapropriação do que significa existir em um mundo marcado pela efemeridade e por relações conturbadas.

Talvez o aspecto mais divertido e interessante do disco seja a forma como a artista realmente deixa se levar por eventos íntimos – durante uma entrevista à Teen Vogue, inclusive, ela disse que compôs as canções a partir de e-mails que mandava para si mesma e que, definitivamente, não poderia enviar para quem queria. Mostrá-los ao mundo é um testamento de que não se arrepende do que escreveu, e sim de que forma seus pensamentos antigos dialogam com quem é na atualidade. É nesse prospecto que surge a ótima “Vicious”, uma track em mid-tempo que flerta com o pop-rock e o pop alternativo explorado por Selena Gomez em “Bad Liar” e até mesmo com as tendências de distorção promovidas por Billie Eilish e Olivia Rodrigo nos últimos anos: “eu te amei, mas queria não ter te amado” é, de fato, um verso com o qual boa parte dos ouvintes pode se relacionar – e que resume bem o que ela quer nos passar.

Carpenter sabe muito bem como utilizar seus vocais, algo que fica bastante claro quando chegamos ao recente single “because i liked a boy”, que pega os elementos do downtempo de Eilish em ‘Happier Than Ever’ e se inicia em uma sutileza dramática e expressiva de tirar o fôlego. Aqui, Sabrina parece remoer um passado doloroso em que foi taxada de vagabunda por ter se apaixonado por um garoto que lhe trouxe nada além de mágoas e lembranças que ficaram perdidas. E, enquanto os cruciantes versos nos arrebatam por rimas sagazes e uma produção contemporânea, é a chegada do terceiro e último refrão que nos faz aplaudi-la pela rendição quase teatral – e nos deixa triste por acabar de modo tão rápido.

A performer brinca com os conceitos outrora engessados da atemporalidade que a aproximam das grandes A-lists da atualidade e de nomes que se escondem na explosão constante do mainstream. Em “how many things”, a produção vibrante de canções anteriores é colocada de lado em prol de exaltar as notas melódicas do violão e da rendição acústica impecável de Carpenter, que transforma uma suposta verborragia exacerbada em poesia e reflexão; em contraposição à pessoalidade das baladas, ela conversa com Britney Spears e Kylie Minogue para dar vida às sensuais e ecoantes “bet u wanna” e “Read Your Mind”, por exemplo, em uma versatilidade apaixonante e narcótica.

São várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza); e a faixa ganha uma camada quando comparada à irretocável “skinny dipping”, revelando sua inspiração nas frases cantadas de Swift em ‘folklore’ e ‘evermore’ para fornecer uma fusão entre música e literatura – ainda que, na construção de Sabrina, tenhamos uma pegada um pouco mais prática.

Posso estar sendo precipitado ao dizer isso, mas ‘emails i can’t send’ configura-se como o melhor álbum de Carpenter desde sua estreia oficial na indústria fonográfica, ainda em 2015. Sua breve carreira passou por inúmeras transformações e, agora, ela está mais ciente de nunca de seu lugar no mundo e como utilizar uma habilidade incrível para criar mágica.

Nota por faixa:

1. emails i can’t send – 5/5
2. Vicious – 4/5
3. Read Your Mind – 5/5
4. Tornado Warnings – 4,5/5
5. because i liked a boy – 5/5
6. Already Over – 4,5/5
7. how many things – 5/5
8. bet u wanna – 4,5/5
9. Nonsense – 4/5
10. Fast Times – 5/5
11. skinny dipping – 5/5
12. Bad for Business – 4/5
13. decode – 4/5

Após ‘Stranger Things’, clipe de ‘Running Up That Hill’ ultrapassa 100 milhões de visualizações

A cantora britânica Kate Bush não lança um novo disco há mais de uma década, mas voltou a se tornar um tremendo sucesso desde que a canção ‘Running Up That Hill‘ fez parte da trilha sonora da nova temporada de ‘Stranger Things‘.

Em um dos episódios da 4ª temporada, a canção se torna uma peça chave para que Max (Sadie Sink) consiga se concentrar no mundo real e se salvar das garras do Vecna (Jamie Campbell Bower), que transporta a mente da menina para o Mundo Invertido.

Antes disso, o clipe da canção tinha pouco mais de 50 milhões de visualizações no Youtube, segundo o Music Business Worlwide.

No entanto, em pouco mais de um mês, o vídeo já ultrapassou os 100 milhões de views na plataforma e deve continuar subindo à medida em que a série continua sendo debatida nas redes sociais.

Além disso, a música entrou para o TOP 10 do Spotify Global e conquistou a 1ª posição da plataforma na semana de estreia dos novos episódios da série.

Mesmo que a temporada tenha incluído música como ‘Master of Puppets, do Metallica, eSeparate Waysdo Journey, ‘Running Up That Hill‘ continua sendo o destaque da atração.

Confira o clipe:

Lembrando que todos os episódios de ‘Stranger Things‘ já estão disponíveis na Netflix.

Relembre o trailer do volume 2 da 4ª temporada:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Duna: Parte 2’: Imagem de bastidores apresenta Florence Pugh como a Princesa Irulan Corrino

As pré-gravações da aguardada sequência Duna: Parte 2’ já começaram na Itália e, agora, uma nova foto de bastidores emergiu nas redes sociais.

A imagem, que infelizmente está em baixa resolução, mostra o primeiro vislumbre da indicada ao Oscar Florence Pugh como a Princesa Irulan Corrino.

Corrino é a filha mais velha do 81º Imperador Padishah, Shaddam Corrino IV, além de ser esposa, apenas em título, do Imperador Paul Atreides – e uma importante historiadora que contou os eventos da ascensão de Paul ao trono imperial.

Confira:

As filmagens oficiais da segunda parte terão início no final deste mês, em Budapeste, na Hungria, mais especificamente a partir do dia 21 de julho.

Lembrando que a estreia foi adiada para o dia 17 de novembro de 2023, mesmo dia da pré-sequência Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Denis Villeneuve retorna à cadeira de direção.

Duna: Parte Dois‘ contará com o retorno de Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, ZendayaJosh Brolin, além de introduzir PughAustin ButlerChristopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Riverdale’: Último episódio da 6ª temporada trará ameaça mortal à cidade; Confira a sinopse!

A The CW divulgou a sinopse oficial de “Night of the Comet”, 22º e último episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “Archie e a turma unem forças para salvar Riverdale da maior ameaça que a cidade já enfrentou”.

O capítulo vai ao ar no dia 31 de julho.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Assista ao HILÁRIO desafio de stand-up da 7ª temporada!

A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando o icônico e hilário desafio de stand-up comedy do 10º episódio.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 22 de julho.

O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.

A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.

Joo Won QUEBRA TUDO no trailer oficial de ‘Carter’, nova ação da Netflix; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer COMPLETO de ‘Carter‘, filme de ação estrelado por Joo Won (‘Alice’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 05 de agosto.

Confira:

Na trama, um homem acorda sem memória. Orientado por uma voz misteriosa vinda de um dispositivo em seu ouvido, ele parte em uma perigosa missão de resgate.

Woo é bastante conhecido pela versão original de ‘Good Doctor‘, que ganhou um remake estadunidense estrelado por Freddie Highmore.

Lee Sung Jae e Kim Bo Min também estão no elenco.

Carter‘ tem direção e roteiro assinado por Byung-gil Jung, de ‘Confissão de Assassinato‘.

Percy Jackson e os Olimpianos | Relembre a ICÔNICA saga criada por Rick Riordan

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

A literatura infanto-juvenil e juvenil é marcada por diversas sagas de extremo sucesso, como, por exemplo, ‘Harry Potter’ e ‘Jogos Vorazes’. Entretanto, entre as várias incursões que dominam o escopo sobrenatural e/ou distópico, uma delas merece nossa total atenção: ‘Percy Jackson & Os Olimpianos’.

Assinada por Rick Riordan, a série de romances vendeu como água e encantou fãs ao redor do mundo pela apaixonante narrativa que mistura mitologia grega à cultura contemporânea dos Estados Unidos. Essencialmente, a trama é centrada no personagem titular, um jovem de doze anos diagnosticado com dislexia e TDAH que nunca se encaixou em nenhum lugar – até descobrir que é filho de um dos deuses mais poderosos do Olimpo, Poseidon, e ser arrastado para um exuberante e perigoso universo recheado de mentiras, enganações e criaturas monstruosas.

Ao longo de cinco volumes, as aventuras de Percy marcaram época e são celebradas até hoje por uma legião de leitores. Em 2010, o primeiro romance, ‘O Ladrão de Raios, foi adaptado para as telonas e trouxe nomes como Logan Lerman e Alexandra Daddario para o elenco principal – mas os espectadores sentiam que a releitura cinematográfica não conseguiu capturar todas as nuances do livro (nem mesmo na caracterização dos personagens, que se mostravam muito mais velhos do que realmente eram). Três anos mais tarde, a mini-franquia foi encerrada com ‘O Mar de Monstros, que sofreu dos mesmos males, apesar de fazer um sucesso considerável de bilheteria. Agora, quase uma década depois, Riordan nos convida a revisitar o universo arquitetou com tanto esmero com a vindoura série homônima que será lançada em breve na plataforma do Disney+.

Considerando que, dia após dia, novas informações sobre a produção são reveladas, montamos essa breve matéria relembrando os principais personagens e as tramas que Riordan criou para a saga.

OS PERSONAGENS

PERCY JACKSON

Como já mencionado nos parágrafos acima, Percy é um menino diagnosticado com dislexia e TDAH. Em ‘O Ladrão de Raios, ele descobre ser filho de Poseidon, um dos três grandes deuses do Olimpo e, por essa razão, é dotado de algumas habilidades incríveis – como prender a respiração por bastante tempo debaixo d’água ou controlá-la para combates ou cura. Logo, ele é levado para o Acampamento Meio-Sangue, onde aprende a se defender e a lutar e, pouco depois, embarca em uma jornada perigosa para recuperar o raio roubado de Zeus.

Na saga de livros, Percy é o líder da missão tanto no primeiro volume quanto no quarto, ‘A Batalha do Labirinto’, em que deve enfrentar o labirinto criado por Dédalo para impedir que o temido Luke Castellan (filho de Hermes e servo do senhor dos titãs Cronos) invada e destrua o Acampamento. Além disso, ele é referido como a possível criança da Profecia dos Sete, que prenuncia a ascensão de um jovem semi-deus filho de Poseidon, Zeus ou Hades que deverá tomar a decisão de destruir ou salvar o Olimpo.

Na série do Disney+, Percy será interpretado por Walker Scobell, que ganhou proeminência depois de estrelar o sci-fi O Projeto Adam.

ANNABETH CHASE

Uma das três personagens principais é Annabeth Chase. Filha de Atena, Annabeth é extremamente inteligente e tem domínio um tanto quanto assustador de várias armas de batalha e de estratégias bélicas. A princípio, ela posa como uma sabe-tudo impetuosa que não quer ter amigos, mas logo se alia a Percy para acompanhá-lo na jornada pelo raio de Zeus – e em outras três aventuras que têm nos livros. Em uma delas, ela é capturada por Luke e os outros antagonistas da saga, sendo resgatada e tornando-se namorada de Percy logo no final do quinto romance.

Annabeth possui uma longa história com o Acampamento Meio-Sangue, visto que fugiu de casa quando tinha apenas sete anos e reuniu-se com Luke e com Thalia Grace, filha de Zeus. Além disso, é descrita como uma garota inteligente e apaixonada por arquitetura.

Na vindoura adaptação seriada, ela será vivida por Leah Sava Jeffries.

GROVER UNDERWOOD

Grover é o melhor amigo de Percy muito antes dele entrar para o Acampamento Meio-Sangue, estando ao lado dele em diversas ocasiões. Entretanto, quando Percy é atacado por uma Fúria, cabe a Grover revelar quem realmente é e guiá-lo por esse novo mundo repleto de magia e de conspirações. Afinal, o personagem é um sátiro, responsável por ter encontrado quatro dos semi-deuses mais poderosos do século: Percy, Thalia e Nico e Bianca di Angelo (filhos de Hades). Ele também tem um par romântico, a ninfa das árvores Juniper, e é peça-chave nas várias empreitadas de Percy – além de ter sido capturado em ‘O Mar de Monstros.

Na série, Aryan Simhadri dará vida à nova versão de Grover.

Além do trio protagonista, temos diversos personagens de importância ímpar para o desenrolar da história e que vão aparecendo à medida que a trama evolui. Por exemplo, temos os já mencionados Nico e Bianca di Angelo, irmãos filhos de Hades que têm participação ativa em ‘A Maldição do Titã’: Bianca, inclusive, se sacrifica para destruir um protótipo defeituoso de Talos, um homem de bronze gigante; sua morte causa uma raiva descontrolada em Nico, que jura vingança contra Percy e os outros, culpando-os pelo trágico acontecimento.

Thalia, filha de Zeus, fugiu de casa quando tinha apenas dez anos e cruzou caminho com Luke e Annabeth. Ambos se tornaram amigos e, em determinado momento, foram atacados por monstros. Thalia se sacrificou para protegê-los e, em virtude de seu ato de bravura, Zeus a transformou em um belíssimo pinheiro às margens do Acampamento Meio-Sangue, para lembrar a todos do que sua filha havia feito. No final de ‘O Mar de Monstros, ela é trazida de volta à sua forma humana através do Velo de Ouro, pouco depois entrando para a aventura de ‘A Maldição do Titã’.

Luke é filho de Hermes e posa como um dos principais antagonistas da série. Ele finge ser aliado de Percy, chegando até mesmo a ensiná-lo algumas coisas, mas logo revela sua natureza maligna. Luke é movido pelo desprezo que sentiu do pai, dizendo que ele o abandonou, e se junta a Cronos para destruir o Olimpo. Entretanto, em ‘O Último Olimpiano’, ele muda de lado novamente e esfaqueia a si próprio para destruir o senhor dos Titãs e impedir que o Olimpo seja varrido da existência.

Clarisse La Rue também é uma das grandes personagens da saga: ela é filha de Ares e é caracterizada como uma forte e alta garota com temperamento explosivo e arrogante – e, apesar de não gostar de Percy, ela é capaz de demonstrar compaixão. Nas batalhas finais, ela é congelada por um gigante e, depois de perecer, ela é recebida pelo próprio pai no Olimpo por sua coragem.

O ACAMPAMENTO

Apesar das múltiplas locações dos livros, a principal delas é, sem sombra de dúvida, o Acampamento Meio-Sangue. O local serve como refúgio, moradia e campo de treinamento para os semi-deuses, estando na costa norte de Long Island. O Acampamento é comandado pelo deus do vinho Dionísio, apelidado carinhosamente como Sr. D pelos alunos, e por Chiron, um Centauro protetor que supervisiona as atividades principais.

O Acampamento possui fronteiras mágicas que são reforçadas pelo Velo de Ouro – objeto mágico recuperado por Grover, Percy, Clarisse, Annabeth e o ciclope Tyson, meio-irmão de Percy. E, como já imaginamos, é o único lugar que pode proteger os semi-deuses não apenas de um mundo que não os compreende, mas das forças malignas que querem destruí-los. Lá, os campistas moram, originalmente, em doze cabanas diferentes, cada qual representando o pai ou a mãe divina que lhes deu a vida. Com o passar dos anos, cabanas para os deuses menores também foram construídas.

Para o treinamento dos semi-deuses, diversas áreas foram construídas, como um campo de arco e flecha, uma arena para luta com escadas, uma parede de escalada com lava, um anfiteatro, estábulos, um arsenal e, é claro, uma casa principal que serve como ponto de encontro. Para escondê-lo, o Acampamento foi ocultado com o nome Serviço de Morangos Delphi, em homenagem ao Oráculo de Delfos – que premedita os acontecimentos dos grandes heróis da mitologia grega.

Crítica | Lizzo faz um poderoso retorno ao mundo da música com o incrível ‘Special’

Depois de três longos anos, Lizzo, alter-ego artístico de Melissa Jefferson, finalmente retornou ao mundo da música com o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, Special. Após vários projetos separados e solos, a cantora e compositora, que ascendeu a uma proeminência mundial no final da década passada, já estava pronta com um projeto extremamente especial (sem trocadilhos propositais), que a levaria de volta às raízes de sua identidade musical – sem deixar de apostar em elementos originais, versos explícitos e um senso de empoderamento que vem servindo de inspiração para diversos ouvintes.

O disco, composto por doze faixas originais na versão padrão, serve como um testemunho da própria Lizzo ao que ela já havia entregado nos anos anteriores. Se Cuz I Love You havia apostado em uma construção mais cinemática e dançante, tais aspectos seriam trazidos para o novo universo que arquitetara em Special. Entretanto, é sempre necessário perceber como a discografia da performer é marcada por reinvenções que reiteram sua sagacidade em construir uma narrativa crescente, que oscila das incursões mercadológicas a um amadurecimento estético de tirar o fôlego. E, levando isso em consideração, o elemento inesperado vem com sua regressão a um passado não muito distante, em que nomes como Diana Ross, Prince e Janet Jackson dominavam as paradas e utilizavam a fusão de múltiplos estilos para se eternizarem no cenário fonográfico.

O lead single do álbum, “About Damn Time”, já revela as predileções de Lizzo pela estrutura regente da obra – uma explosão antêmica de funk-pop e nu-disco que nos arremessa de volta para a transição entre os anos 1970 e 1980 e que é marcado por pequenas pérolas líricas (“sinto que vou ficar bem”) – todas engolfadas em sistêmicas experiências que a artista enfrentou recentemente (incluindo um backlash sobre sua figura física e sua indesculpável predisposição por quebrar tabus sexuais, uma tendência que vem se tornando arma para combater conservadores e reacionários). Lizzo tem plena consciência de sua posição no mainstream, tendo conquistado esse patamar por todos os motivos corretos – e irritando cada vez mais quem ousasse destilar veneno para diminuir seus feitos.

A belíssima estrutura da canção supracitada, apesar de não abrir essa jornada bastante sinestésica e nostálgica, é base para diversas outras faixas que vibram ao longo de breves 35 minutos. Prestes a iniciar a incursão final, por exemplo, temos a presença “Everybody’s Gay”, que funciona como uma upbeat amálgama de sintetizadores, bateria, baixo e a presença marcante de trompetes – um meneio a Michael Jackson, com “Remember the Time”, e a Donna Summer, com “Hot Stuff” e “Bad Girls”, resumido pelo assertivo verso “é um lugar feliz aqui, baby, você está seguro”; as inflexões disco também gritam na urgência aplaudível e quase divinal de “2 Be Loved (Am I Ready)”, cuja melhor parte é o comedido e bem demarcado refrão que serve convite para as pistas de dança (e puxa um ou outro elemento explorados por Kylie Minogue em ‘Disco’).

Lizzo sabe como navegar entre as irrupções do nu-disco e as sutilezas das baladas, como vemos em “Naked”. Na track, a performer se despe, literal e figurativamente, das barreiras que ergueu para se proteger, posando nua em toda sua vulnerabilidade para mostrar que é humana, e não um produto que pode ser descartado quando não “tiver mais valia” – não é surpresa que a música configure-se como uma das mais honestas do álbum, seja pela opção de transformá-la em uma balada R&B, seja pelo conteúdo confessional que estampa nas estrofes. O mais espetacular, entretanto, vem na transição imperceptível entre esta faixa e a incrível trap-dance “Birthday Girl”, em que ela encarna uma persona à la Ross sem perder as nuances de um rap eximiamente performado.

Apesar de ter lançado poucos álbuns, Lizzo já provou diversas vezes que tem uma habilidade musical invejável, refletida por sua versatilidade vocal e por sua inclinação a não apenas estilos contrastantes, mas a épocas diferentes que se chocam em um único lugar recheado de mensagens belíssimas e toques frenéticos. E, por incrível que pareça, o número significativo de compositores e produtores não impacta no resultado de Special, que é mais coeso do que aparenta – mesmo quando colocamos “The Sign” e “If You Love Me” uma ao lado da outra (apenas a encargo de comparação); enquanto esta funciona como uma espécie de ressignificação alternativa da icônica banda de rock 4 Non Blondes, aquela se afasta do downtempo para abrir uma aventura sonora regada a uma inspiradora declamação de compreensão e de cura.

Contrariando o que parte do público vinha dizendo, o comeback de Lizzo veio no melhor momento que poderia e não decepcionou – pelo contrário, cumpriu todas as expectativas e ainda nos pegou de surpresa com algumas escolhas ousadas e impressionantes. Special deve permanecer na memória dos fãs por muito tempo e, além de emergir como uma das melhores entradas de sua carreira, deve garantir à artista alguns merecidos prêmios nos próximos meses.

Nota por faixa:

1. The Sign – 4/5
2. About Damn Time – 5/5
3. Grrrls – 3,5/5
4. 2 Be Loved (Am I Ready) – 5/5
5. I Love You Bitch – 4/5
6. Special – 4,5/5
7. Break Up Twice – 5/5
8. Everybody’s Gay – 5/5
9. Naked – 5/5
10. Birthday Girl – 5/5
11. If You Love Me – 5/5
12. Coldplay – 4/5

‘Saltburn’: Começam as filmagens do novo filme da diretora de ‘Bela Vingança’

Segundo o Collider, as filmagens de ‘Saltburn’, novo projeto da vencedora do Oscar Emerald Fennell, começaram oficialmente. Sendo descrito como uma “história de obsessão”, o filme vai acompanhar uma grande e aristocrática família inglesa.

As gravações estão ocorrendo no Reino Unido.

Saltburn‘ é estrelado por Rosamund Pike e conta também com Jacob Elordi (‘Euphoria’) e Barry Keoghan (‘Eternos’).

O vencedor do Oscar Linus Sandgren, conhecido por seu aclamado trabalho em ‘La La Land: Cantando Estações’, entra como diretor de fotografia do longa.

Fennell interpretou a duquesa da Cornualha, Camilla Parker Bowles, na série The Crown, e está trabalhando no roteiro de Zatanna, filme da DC e da Warner Bros. Ela ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança’thriller de vingança estrelado por Carey Mulligan.

Josey McNamara, Tom Ackerley e Margot Robbie entram como produtores.

‘Saltburn’ ainda não tem previsão de lançamento.

‘O Telefone Preto’: Terror da Blumhouse ultrapassa US$ 100 milhões mundialmente

Sucesso! O novo terror da Blumhouse, ‘O Telefone Preto‘, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 72 milhões. No mercado internacional, foram US$ 42.5 milhões.

Ao total, a produção já soma sólidos US$ 114.5 milhões mundialmente.

Considerando o seu baixo orçamento entre US$ 16-18 milhões e o sucesso entre os críticos (83% de aprovação no Rotten Tomatoes), ‘O Telefone Preto‘ já pode ser considerando mais um sucesso da Blumhouse.

Vale lembrar que o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de julho.

Confira nossa crítica em vídeo:

A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.

Ethan Hawke (‘A Entidade’) e James Ransone (‘IT: Capítulo 2’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Jeremy Davies (‘Hannibal’), Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

‘Minions 2’ já arrecadou mais de MEIO BILHÃO mundialmente

Sucesso! Em menos de três semanas, a sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ já conseguiu ultrapassar MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 262.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 270.1 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 532.7 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Minions 2‘ estreou com US$ 127.4 milhões nos cinemas norte-americanos – a maior estreia para uma animação após o período de quarentena –, quebrando o recorde de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ (US$115.8M) para o feriado do Dia da Independência.

Dirigida por Kyle BaldaBrad Ableson Jonathan del Val, a animação também conta com as vozes de Kevin HartMargot RobbieDave BautistaPierre Coffin completam o elenco.

‘Jurassic World 3’ ultrapassa US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Jurassic World: Domínio‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, falta pouco mais de US$ 50 milhões para o longa superar a arrecadação total de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$954.1M) e se tornar a 2ª maior bilheteria do ano.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 359.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 542.7 milhões.

Ao total, a produção já soma incríveis US$ 902.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

‘Thor: Amor e Trovão’ ultrapassa US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa da Marvel já é a sétima maior bilheteria do ano, atrás de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.2B), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$954.3M), ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$904.4M), ‘Batman‘ (US$770.8M), ‘Water Gate Bridge‘ (US$626.5M) e ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$548.2M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 245.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 265.9 milhões.

Ao total, a produção já soma impressionantes US$ 511.6 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Thor: Amor e Trovão‘ estreou com sólidos US$ 143 milhões nas bilheterias norte-americanas, o que representa a MAIOR estreia da franquia do deus do Trovão. Além disso, o longa registrou a terceira maior abertura do ano, atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$187.4M) e ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$145M).

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Crítica | ‘Ms. Marvel’ introduz personagens esperados, mas sofre com ritmo irregular

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu aos seis episódios de Ms. Marvel, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Recheada de polêmicas desde que começaram os vazamentos, a série da Ms. Marvel tinha tudo para ser unanimidade, mas os rumos escolhidos acabaram dividindo os fãs. No entanto, se há um ponto no qual todos concordam é que o ritmo da série foi complicado de acompanhar. Os primeiros capítulos mantiveram uma pegada interessante de seriado adolescente do Disney+, o que conquistou logo de cara. Porém, quando a trama passou a explorar mais o passado da Kamala Khan, todo o resto foi deixado de lado e os novos personagens que a auxiliam não foram tão interessantes quanto os que foram inicialmente introduzidos.

Mas antes de falar dos pontos negativos, a protagonista do show, Iman Vellani, que dá vida à Kamala/ Ms. Marvel, foi um achado. Sua atuação é muito segura e traz uma empolgação muito bem-vinda ao Universo Cinematográfico Marvel. Ela encarna a Kamala Khan com tanta facilidade, que faz parecer um trabalho fácil. E como esse foi seu primeiro trabalho de relevância, vai ser difícil se desassociar da personagem, que faz dela uma referência para o MCU nos próximos anos. É impossível ver a menina em tela e não se encantar com seu talento e carisma.

E como a produção fez dela uma X-Men, não uma integrante dos Inumanos, pode esperar que a menina ainda fará muitas aparições nos próximos anos. Além de The Marvels, é bem provável que ela apareça em pelo menos mais uns quatro filmes ou séries, já que o estúdio está apresentando esse tanto de heróis crianças/ jovens em suas produções.

O elenco de apoio também é muito bom. Os coadjuvantes também esbanjam carisma e ostentam um núcleo próprio que é muito interessante, quando a série decide dar atenção a eles, é claro. Além disso, a relação entre Kamala e Bruno é maravilhosa de ver. A duplinha ostenta uma química colossal que enche os olhos. O trabalho deles faz realmente o público acreditar que são melhores amigos há anos e anos.

A questão familiar que envolve a vida dos Khan nos Estados Unidos, enfrentando preconceitos e uma luta própria para manter suas crenças e tradições vivas, é muito interessante. A princípio, essa diferença deles para a filha é bem intensa – chegando até a chocar em certos momentos -, mas traz um conflito muito bom para a trama.

Seguindo essa pegada de conflito cultural de uma Kamala que cresceu nos EUA, mas precisa manter as tradições da família, a série adapta elementos culturais que ligam o heroísmo da protagonista a suas raízes. Assim, o símbolo do raio e o nome da personagem – que eram apenas homenagens genéricas à Capitã Marvel nas HQs – se tornou uma variação do nome da Kamala em sua língua original, ela ganhou um tecido ligado aos guerreiros paquistaneses, e seu traje de herói, lindíssimo, foi feito por sua mãe após aceitá-la como ela é. Da mesma forma, a máscara da Ms. Marvel foi feita pelo próprio Bruno, dando a ela uma ligação com os amigos.

Infelizmente, apesar do início promissor, a série foi se perdendo na reta final com uma trama confusa sobre viagem no tempo e com os novos vilões, os Djinn. Tudo bem que a Marvel não tem lá um histórico de tantos vilões bem desenvolvidos ou interessantes nas telonas, mas essa questão dos Djinn foi nível Malekith de porcaria. O arco deles foi insuportavelmente anticlimático, servindo apenas para ocupar tempo de tela e tentar trazer uma sensação de perigo para a jornada de autoconhecimento – sem sucesso. Tudo que permeia eles é insuportável, sem conseguir manter o público minimamente interessado por eles. E sabe o que é pior? Eles vêm do nada e terminam em lugar nenhum. O impacto deles para o universo e para a própria série é praticamente nulo, já que a ameaça final sequer são eles.

Já os poderes da Kamala, que causaram polêmica quando foram alterados, inicialmente não comprometeram. O problema é que ela pouco usava eles. E no último episódio, quando ela passa a usá-los com plena capacidade, veio um incômodo por conta do CGI. Talvez se mantivessem os poderes de esticamento corporal, tivesse ficado ainda pior. Mas não dá para aceitar que uma produção com orçamento de cinema faça cenas tão artificiais quanto essas. Ms. Marvel é o alerta que a Marvel precisa entender para enfim se tocar que qualidade é melhor que quantidade. Porque eles arriscam comprometer futuras boas histórias se mantiverem essa computação gráfica de videogame dos anos 2000.

Outra frustração é no quesito desenvolvimento. Se eles queriam trabalhar a Ms. Marvel como uma mutante, por que deixar essa revelação para a última cena da série de forma completamente apressada? Quer dizer, a revelação poderia ser feita na última hora sem problemas, mas que trabalhassem no Bruno estudando a questão, criando um mistério no ar mesmo. Do jeito que trouxeram, só ficou jogado mesmo.

Sobre o arco no Paquistão, ele traz uma representatividade muito grande, mas até nele há um desenvolvimento complicado. As cenas do passado da família tinham elementos interessantes que foram mostrados superficialmente. A paixão da bisavó de Kamala pelo bisavô humano tinha tanto potencial, só que optaram por trazer cenas básicas e rápidas para abordar a origem desinteressante dos Djinn. Uma história de amor capaz de fazer com que uma mulher renegasse sua própria espécie para ficar em um planeta estranho com um humano é muito mais interessante do que um grupo de ETs irrelevantes banidos que querem abrir um portal pra voltar pra casa.

Há também uma conexão com os Kree, ligando a Ms. Marvel à Capitã Marvel (Brie Larson), que é bem interessante e deve render uma história bem interessante em The Marvels. É uma pena que a personagem só tenha aparecido na pós-créditos, mas ainda assim é o bastante para ligar as duas e criar certa ansiedade para o filme. Isso sem contar que a Capitã parecia estar investigando os Dez Anéis do Shang-Chi, então talvez haja ainda mais conexões nesses próximos projetos.

Enfim, fazendo uma avaliação geral da série, fica a impressão de que a história seria melhor adaptada em um filme de pouco mais de 2h de duração. Também fica a sensação de que se mantivessem a pegada adolescente do início o resultado seria melhor. Mesmo assim, pelo talento da jovem Iman Vellani e da qualidade intrínseca à Ms. Marvel, que é uma personagem muito boa em todas as mídias, é bem provável que milhões de pessoas que não conheciam a personagem tenham se apaixonado e agora sejam fãs. Ou seja, é uma série com todos os erros da atual Marvel, mas que também reúne algumas das melhores qualidade do estúdio. Infelizmente, os acertos não eximem os erros, fazendo de Ms. Marvel uma série na média.

Nota: 6.

Ms. Marvel está disponível no Disney+.

‘Chucky’: Nova foto da 2ª temporada traz Jennifer Tilly COBERTA de sangue; Confira!

A 2ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia ‘Brinquedo Assassino‘, chega em breve ao canal SyFy e, agora, foi divulgada uma nova imagem de bastidores oficial dos próximos episódios.

A foto em questão traz a icônica Jennifer Tilly, intérprete de Tiffany, coberta de sangue e ao lado do criador do show, Don Mancini.

Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 5 de outubro.

Confira:

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

PODEROSA! ‘Ms. Marvel’ passa ‘Pantera Negra’ como a produção MAIS BEM AVALIADA da Marvel…

‘Ms. Marvel chegou ao fim no último dia 13 de junho – e fez um enorme sucesso entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção fechou com altíssimos 98% de aprovação, tornando-se o título mais bem avaliado da Marvel Studios. Com todos os episódios abarcando 92% de aprovação no mínimo, a série ultrapassou a ótima recepção de ‘Pantera Negra’ (96%) e se consagrou como uma das melhores entradas do MCU.

Confira os principais comentários:

“Vellani é um sopro de vida como Kamala Khan, a super-heroína mais charmosa da Marvel até agora” – National Word.

“Uma série adolescentes super cativante” – Fox 10 Phoenix.

“É difícil não amar Kamala Khan nesses primeiros episódios” – The Lamplight Review.

“Com o amor por Bollywood e por Scott Pilgrim a acompanhando, Ms. Marvel está pronta para seu momento” – Gadgets360.

“Uma das entradas mais inesperadas e divertidas do MCU em bastante tempo” – Flickering Myth.

Lembrando que a temporada completa já está disponível no Disney+.

‘Ms. Marvel é uma nova e original série que introduz Kamala Khan, uma jovem adolescente muçulmana-americana da cidade de Nova Jersey. Ávida gamer e uma voraz leitora de fan-fictions, Kamala é uma megafã de super-heróis com uma imaginação gigantesca – principalmente quando se trata da Capitã Marvel. Entretanto, Kamala sente como se não pertencesse à própria escola e, às vezes, dentro de casa – isso é, até conseguir superpoderes como os heróis que sempre admirou. A vida fica melhor com superpoderes, certo?”

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

Após polêmicas e censuras, ‘Medida Provisória’ estreia no Globoplay

O filme ‘Medida Provisória‘ percorreu um longo e burocrático caminho para ser lançado nos cinemas, e agora está disponível no streaming.

A produção passou por diversas polêmicas pelo tema abordado, e o astro Lázaro Ramos disse à Folha de S. Paulo que o seu filme sofreu “censura burocrática” para estrear: “O que sabemos é que um membro do governo puxou um boicote lá atrás, dizendo como o filme foi feito para falar mal do ‘messias’. Depois, precisávamos de uma simples assinatura para trocar nossa distribuidora, e isso demorou um ano e alguns meses para acontecer”, concluiu.

Agora, ‘Medida Provisória‘ está disponível para os assinantes do Globoplay.

Taís Araújo, esposa de Lazaro, criticou a censura contra o longa quando ele foi lançado nos cinemas.

“Acho que o filme sofreu censura, sim, mas ainda bem que foi liberado, porque o Brasil merece ver e discutir esses assuntos”, confessou a atroz em entrevista que concedeu à Vogue. Que completou dizendo: “Esse filme, quando filmamos, era 2018… Enfim, nada do que vivemos hoje, essa tragédia não existia. Chamávamos de um futuro distópico, o que dá muito medo porque parece como essa distopia se aproxima muito”.

Taís Araújo também elogiou bastante o trabalho de Lázaro Ramos nas filmagens: “É um filme que tem muito a identidade de direção do Lázaro, de começar meio leve como comédia e, quando você vê, não tem nada de engraçado, a situação é dramática, é trágica. Aí ele chama a gente para conversar, mas de uma maneira afetuosa”.

Sinopse: Num futuro distópico, o governo brasileiro decreta uma medida provisória que obriga os cidadãos negros a ‘voltarem’ à África como forma de reparar os tempos de escravidão. O advogado Antônio (Alfred Enoch), sua companheira, a médica Capitu (Taís Araújo), e seu primo, o jornalista André (Seu Jorge) decidem resistir, uns confinados em suas casas, outros no Afrobunker – movimento que vai lutar pelo direito de permanecerem em seu país.

Dica do fim de semana | Ganhadores do Oscar no Star+

Existe uma conversa de que os vencedores do Oscar geralmente são mais esquecíveis que alguns dos concorrentes. É verdade que isso acontece com muitos dos filmes, mas existem outros que são realmente memoráveis a sua própria maneira. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco filmaços que venceram o Oscar, não necessariamente na categoria de Melhor Filme, que estão disponíveis no catálogo do Star+. Confira!


Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

Responsável pela retomada na carreira de Michael Keaton, Birdman é uma sátira da indústria cinematográfica e acompanha a história de um ator (Keaton) que fez muito sucesso nos anos 80 ao interpretar um super-herói nos cinemas. Após anos de ostracismo nos cinemas, ele tenta recuperar sua carreira ao dirigir, adaptar e estrelar uma peça na Broadway. O problema é que ele precisa enfrentar polêmicas pessoais e com a mídia, enquanto é assombrado pelo ‘fantasma psíquico’ do Birdman, o papel que o consagrou no passado. E o mais legal é que ele é todo feito simulando um plano sequência, o que rendeu a ele o Oscar de Melhor Fotografia, além de Melhor Roteiro Original, Melhor Diretor e o tão sonhado prêmio de Melhor Filme.

Pequena Miss Sunshine

Gravado em um mês e com um orçamento de apenas US$ 8 milhões, Pequena Miss Sunshine é sobre uma família disfuncional que parte em uma viagem pela estrada ao descobrir que a filha caçula, a pequena e desengonçada Olive, se classificou para o concurso de beleza ‘Pequena Miss Sunshine’, que acontece em três dias na Califórnia. Então, pai, mãe, avô, tio e irmão mais velho se juntam à menina em uma Kombi amarela caindo aos pedaços para que a caçulinha chegue ao concurso e realize seu sonho. Só que dá tudo errado na viagem e os diversos problemas que cada membro da família têm vêm à tona, criando momentos tristes, felizes e de descoberta em vários sentidos. É um filme fantástico, que levou para casa os prêmios de Melhor Roteiro Original e Melhor Ator Coadjuvante.

A Forma da Água

Inspirado em uma lenda brasileira, essa fábula sombria se passa nos tempos da guerra fria, quando os EUA tentavam de várias formas se sobrepor aos avanços da União Soviética. Em uma dessas missões, os agentes encontraram e capturaram um Deus Amazônico que tomava conta dos rios brasileiros e o levam como uma aberração para um laboratório secreto, onde pretendem estudá-lo e dissecá-lo. Porém, a zeladora do local, Elisa, que é muda, acaba tendo contato com a criatura e começa a desenvolver uma relação de amizade e paixão pelo “peixão”. Diante do novo amor e sabendo do perigo que ele corre ficando ali, Elisa vai se unir a outros funcionários para tentar tirá-lo do laboratório antes que o governo decida matá-lo, mas isso não será nada fácil. Consagrando de uma vez por todas o diretor Guillermo Del Toro, o longa ganhou os prêmios de Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Diretor e Melhor Filme.

Ford vs. Ferrari

Com direito a mais uma transformação impressionante de Christian Bale, Ford vs. Ferrari é um filme baseado em uma história real sobre Carroll Shelby (Matt Damon) e sua equipe de engenheiros que recebem de Henry Ford II a missão quase impossível de criar um carro com motor, potência e aerodinâmica capazes de superar a equipe dominante da época na tradicional prova das 24h de Le Mans, a Ferrari. O processo é super desgastante e conta com a ajuda do piloto de testes Ken Miles (Bale) para ajudar a testar e pilotar o carro. É uma história empolgante sobre os bastidores das corridas e conta com uma parte técnica impecável, não por acaso levou os prêmios de Melhor Edição de Som e Melhor Montagem.

La La Land – Cantando Estações

Vencedor do Oscar de Melhor Filme por aproximadamente dois minutos, La La Land estrelou o maior vexame recente do Oscar, quando houve um engano com o envelope do longa vencedor de Melhor Filme. No entanto, por mais que tenha ficado marcado por essa lambança, o filme é um dos musicais recentes mais interessantes. Em tempos em que os filmes musicais parecem ter vergonha de se assumirem musicais, La La Land abraça a ideia com muita cantoria, dança e uma fotografia invejável. A trama segue um pianista frustrado que é apaixonado por Jazz e uma aspirante a atriz que está prestes a desistir. Ambos nutrem seus próprios sonhos. Ele quer “salvar o jazz”, enquanto ela quer ser uma atriz de sucesso. Quando eles se envolvem e se apaixonam, acabam precisando abrir mão de certas coisas para que o relacionamento dê certo, mas será que isso vale o sonho deles? Repleto de músicas e cenas memoráveis, o filme levou os prêmios de Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original, Melhor Atriz e Melhor Diretor.

Beyoncé não gostou que cartaz de filme foi editado para deixá-la mais MAGRA, revela maquiadora

O Vulture soltou uma matéria especial celebrando o filme ‘Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro‘, que arrecadou US$ 296 milhões em 2002.

Entre os entrevistados estava a maquiadora Kate Biscoe, que revelou uma curiosidade interessante sobre a participação da cantora Beyoncé no filme. Ela interpretou Foxxy Cleopatra, um ex-interesse romântico do espião interpretado por Mike Myers.

Segundo Biscoe, Beyoncé se incomodou quando descobriu que seu corpo foi editado digitalmente no cartaz do filme para que ela parecesse mais magra.

“Quando estávamos filmando, alguém trouxe para ela um cartaz do filme. Perguntaram se ela tinha gostado e ela ficou com uma cara meio fechada. Quando perguntamos qual era o problema ela disse: ‘Você me deixou muito magra. Não sou eu’. Então ela fez essa forma de ampulheta com as mãos. E ele disse: ‘Ok, vamos consertar isso’. Ela se afastou para fazer a cena, e eu olhei para ele e sorri, tipo: ‘É a primeira vez que você pede a uma atriz para aumentar seu corpo?’ Ele estava tipo, ‘Sim. Vai me custar milhares de dólares, mas vou fazer isso.'”, afirmou.

Confira o cartaz que foi divulgado e uma cena da atriz no filme: