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‘Santa Evita’: Série sobre Eva Perón ganha novo cartaz BELÍSSIMO; Confira!

Depois do trailer, o Star+ divulgou um novo cartaz oficial de ‘Santa Evita‘, série sobre a primeira-dama argentina Eva Perón.

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 26 de julho.

Confira:

Criada por Tomás Eloy Martínez, a série é baseada em seu romance homônimo de 1995.

A produção segue a intrigante história da primeira-dama argentina Eva Perón após sua morte de câncer cervical aos 33 anos em 1952. E como seus restos embalsamados, após serem velados diante de milhões de pessoas, foram sequestrados pela ditadura militar em 1955.

Natalia OreiroErnesto AlterioDario GrandinettiDiego VelázquezDiego CremonesiFrancesc Orella estrelam.

Rodrigo García BarchaAlejandro Maci são responsáveis pela direção dos episódios.

‘The Umbrella Academy’: Novo clipe da 3ª temporada nos apresenta à Academia Sparrow; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe oficial da 3ª temporada, apresentando o público à Academia Sparrow.

Os próximos episódios chegam à plataforma de streaming amanhã, 22 de junho.

Confira:

Os próximos episódios serão ambientados no icônico Hotel Oblivion, nome do terceiro volume dos quadrinhos criados por Gerard Way – nomeado em homenagem a um lugar do qual “ninguém pode escapar”.

Confira os títulos oficiais:

  1. “Meet the Family”
  2. “The World’s Biggest Ball of Twine”
  3. “Pocket Full of Lightning”
  4. “Kugelblitz”
  5. “Kindest Cut”
  6. “Marigold”
  7. “Auf Wiedersehen”
  8. “Wedding at the End of the World”
  9. “Six Bells”
  10. “Oblivion”

Em recente entrevista ao Collider, o ator Tom Hopper, que interpreta Luther Hargreeves na série, aumentou nossas expectativas para o próximo ciclo ao elogiar a narrativa que aguarda os fãs:

“Os roteiros são ótimos, é uma diversão fazer a 3ª temporada. Me sinto bastante privilegiado em fazer parte desse show. E acho que a melhor coisa é que estamos bem confortáveis uns com os outros agora. Então parece que realmente encontramos um território certo, além de termos a mesma equipe. E acho que sabemos, agora, quem são esses prsonagens e quem estamos interpretando, e creio que, quando trabalhamos uns com os outros, estamos cientes de como reagir nas cenas”.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘Gone in the Night’: Terror com Winona Ryder ganha trailer TENSO; Assista!

O terror psicológico ‘Gone in the Night‘, estrelado por Winona Ryder (‘Stranger Things’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Eli Horowitz (‘Homecoming’), o longa originalmente era intitulado The Cow.

“Kath (Ryder) e seu namorado (Gallagher Jr.) chegam em uma cabana isolada na floresta, apenas para descobrir que um misterioso casal mais jovem já está hospedado no local. Com o aluguel erroneamente agendado e sem nenhum lugar para ir, eles decidem dividir a cabana. Quando o namorado da Kath desaparece com a mulher mais jovem, ela fica obcecada em encontrar uma explicação para seu término abrupto – mas a verdade por ser muito mais sinistra do que ela imaginava.”

O elenco ainda conta com John Gallagher Jr. (‘Rua Cloverfield, 10’), Dermot Mulroney (‘Sobrenatural: A Origem’), Owen Teague (‘It: A Coisa’) e Brianne Tju (‘Medo Profundo: O Segundo Ataque’).

O roteiro foi escrito por Horowitz em parceira com Matthew Derby.

Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.

Disney está “impressionada” com o roteiro de Wes Ball para o novo ‘Planeta dos Macacos’

Segundo o Deadline, a Walt Disney Studios ficou extremamente “impressionada” com o roteiro de Wes Ball (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) para o novo filme da franquia ‘Planeta dos Macacos‘.

O estúdio ficou tão animado com a história que antecipou a busca por um ator para estrelar a trilogia.

Recentemente, Ball deu alguns detalhes sobre o projeto e revelou se os novos filmes terão ligação com a última trilogia.

“Nós temos nossa própria abordagem sobre isso. Eu acho que muitos vão sentir que é uma trama ligada a essa trilogia, mas ao mesmo tempo, vamos apresentar coisas novas e empolgantes que não trazem conexões com o que já foi mostrado ao público, sabe? Estou ansioso para ver a reação dos fãs.”

Agora resta saber do que se trata a história.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lembrando que o filme original ganhou um remake em 2001, estrelado por Mark Wahlberg, Tim Roth, e Helena Bonham Carter.

Dirigido por Tim Burton, o longa arrecadou US$ 362 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 100 milhões.

 

 

2016 foi o Ano dos Flops | Relembre os maiores FRACASSOS deste ano sinistro do cinema…

Quando nasceu, o conceito do blockbuster era o seguinte: uma produção que se tornava tão famosa que criava um verdadeiro movimento cultural, transcendendo ser apenas um filme. É claro que uma bilheteria astronômica vinha junto e a obra gerava diversos outros produtos licenciados, que abrangiam as mais variadas mídias. Foi assim com Tubarão (1975), Star Wars (1978), Indiana Jones (1981) e E.T. (1982), por exemplo, os primeiros da história.

Corta para os dias de hoje, numa época regida por megalomania, onde blockbusters são forçados pelas nossas gargantas abaixo e não surgem de forma legítima como no passado. Antes, tais filmes geravam um lucro impensado e entravam para a história eternizados. Hoje, eles custam uma grande fortuna esperando que consigam sobressair o orçamento. É simplesmente muita pressão, o que acaba resultando em fracassos monumentais, na grande parte. Como são produzidos em massa, muitos pretensos blockbusters se valem desta estirpe devido ao valor que foi gasto em sua produção e não o contrário, em sua arrecadação. Isso se traduz em roteiros cada vez mais mecânicos e sem alma, esperando ser abraçado por uma parcela do público e não por ele todo. É como se os filmes fossem feitos à base de estatísticas, de fórmula, e não mais com o coração e criatividade.

Pensando nisso, resolvemos olhar ali atrás no passado, sem ir muito longe, apenas 5 anos, para uma época que muitos consideram um grande abismo criativo para os blockbusters. Aqui, levantaremos através de uma lista e alguns fatos a possibilidade real de 2016 ter sido um dos piores anos de todos os tempos para o cinema entretenimento. E você, o que acha? Não esqueça de comentar.

Esquadrão Suicida

É ruim descer o cacete em um estúdio, mas as decisões criativas da Warner / DC são motivo de falatório ainda hoje. E mostraram fragilidade logo na linha de largada. Aqui tínhamos a promessa de um dos filmes mais legais de 5 anos atrás, com o primeiro longa de heróis centrados nos vilões. Entre mortos e feridos, salvou-se a Arlequina de Margot Robbie. Este universo, no entanto, ganhará mais uma chance pelas mãos de James Gunn, diretor que entende do riscado. O primeiro Esquadrão Suicida tem menos defensores que Batman vs Superman, e uma nota ainda mais baixa com os críticos, 26% de aprovação. A bilheteria até que foi maior do que o filme de fato merecia, já que com um orçamento de US$175 milhões, arrecadou US$746 milhões no mundo.

 

Batman vs Superman – A Origem da Justiça

Ame ou odeie. Aqui não iremos discutir nosso gosto pessoal sobre este filme dos heróis da DC, ou sequer o seu. Sabemos que muitos o defendem com unhas e dentes, em especial os fãs. Mas o fato é que o filme não atingiu o que se esperava dele, e convenhamos, poderia ter sido bem melhor – independente dos motivos ou “culpados” pelos quais não foi. Causando muita polêmica na época, Batman vs Superman foi fracasso de crítica, com meros 28% de aprovação dos especialistas. Com um orçamento de US$250 milhões, esperava-se que batesse a barreira do US$1 bilhão, mas ao contrário o filme “só” chegou até os US$870 milhões.

 

Independence Day – O Ressurgimento

Esta sequência conseguiu demonstrar que nem toda continuação tardia é bem-vinda. Afinal, sejamos francos, quem estava com saudade e pedindo uma continuação de Independence Day (1996)? Entendemos o valor que o original carrega e sua importância para os blockbusters ainda na década de 90, mas é sério que o filme precisava de mais um capítulo? E o pior, feito da forma que foi! Will Smith foi sábio e se manteve bem longe, e nem mesmo o carisma incontestável de Jeff Goldblum foi capaz de salvar este tiro no pé. Com um orçamento de US$165 milhões, o longa arrecadou “apenas” US$390 milhões mundiais, colocando assim uma pá de cal na pretensa trilogia. Os críticos igualmente deram as costas, conferindo apenas 30% de aprovação.

 

Assassin’s Creed

Grande talento promissor, o astro alemão Michael Fassbender se afundou num mar de superproduções ruins. O epicentro ocorreu aqui, quando resolveu comprar o barulho desta adaptação cinematográfica de um famoso videogame. Fassbender foi também o produtor aqui, além de protagonista. Tendo custado US$125 milhões para a FOX, arrecadou apenas US$240 mundiais, garantindo um ponto final para a franquia. Os críticos também não gostaram nada e deram 18% de aprovação. E você, o que acha do filme?

 

A Série Divergente – Convergente

Fechando a matéria com chave de ouro, temos o curioso caso da franquia Divergente no cinema. Bem, curioso para não dizer trágico. Este clone de Jogos Vorazes chegou na onda das adaptações de livros de ficção juvenil para meninas. O primeiro não empolgou, e o segundo apenas bateu ponto. Quando foi a vez do terceiro, ambiciosos produtores quiseram dividir o último capítulo em dois filmes, como se fazia muito no período. Lucro em dobro, certo? Errado. O resultado de Convergente foi tão negativo, que o estúdio resolveu puxar o plugue, deixando a “saga” sem uma conclusão, e os fãs a ver navios. Com o orçamento de US$110 milhões, o filme arrecadou US$179 milhões, mostrando que os fãs não se animaram de sair de casa para isso, mesmo antes da pandemia. Já os críticos, conferiram ao filme uma das notas mais baixas daquele ano, com 11% de aprovação.

X-Men: Apocalypse

Os filmes de super-heróis se tornaram muito queridos. Mas a verdade é que fora da Marvel Studios, eles ainda lutam pelo sucesso. E seguindo os passos da Warner / DC, a Fox fazia uma baita bagunça, ficando entre erros e acertos em suas produções. Fato que deve ter deixado muitos felizes pela compra da Disney. Apocalypse já demonstrava a falta de vontade de alguns membros do elenco (cof cof Jennifer Lawrence cof cof) em seguir nesta franquia. O filme custou quase US$200 milhões e arrecadou US$500 milhões. Com os críticos, garantiu o tomate podre com 47% de aprovação. Alguém aí gosta de fato deste?

 

O Caçador e a Rainha do Gelo

Seguindo pela linha das “continuações desnecessárias”, o primeiro filme com Kristen Stewart no papel de Branca de Neve passou bem longe de ser tão querido que precisasse de sequência. Mas os produtores, ao lado da Universal, foram em frente e realizaram uma assim mesmo. Do lado positivo temos um elencaço feminino que reúne Charlize Theron, Jessica Chastain e Emily Blunt. Do lado negativo, o fracasso de público, com US$164 milhões em bilheteria (num orçamento de US$115 milhões) e de crítica, com 19% de aprovação.

Alice Através do Espelho

Alice no País das Maravilhas (2010) é provavelmente o pior filme da carreira do querido diretor Tim Burton, mas fez um enorme sucesso se tornando também seu filme mais lucrativo – em grande parte devido à marca associada ao projeto. É claro que a Disney iria confeccionar mais um, o problema é que muito pouco pensamento foi investido. Resultado: fracasso de bilheteria, com um orçamento de quase US$200 milhões, rendeu somente US$300 milhões. Com os críticos outro fracasso: míseros 29% de aprovação.

Passageiros

Até Passageiros, a musa Jennifer Lawrence parecia não poder errar, acertando um golaço atrás do outro. Seguindo nessa linha de popularidade, Chris Pratt havia demonstrado muito carisma em Guardiões da Galáxia (2014). A união dos astros soava como alinhamento cósmico perfeito. Ledo engano e o tombo foi feio. Passageiros custou mais de US$100 milhões e nos EUA apenas se pagou, rendendo mundialmente US$300 milhões. Mas quem gostou menos que o público foram os especialistas, garantindo apenas 30% de aprovação. E você, tem carinho por Passageiros?

 

O Bom Gigante Amigo

Aqui digamos apenas que o grande Steven Spielberg já foi melhor, muito melhor, em fazer filmes mirados aos pequenos e para toda a família. Ainda mais se levarmos em conta que este foi o último trabalho da saudosa Melissa Mathison, colaboradora do diretor em E.T. – O Extraterrestre (1982). Embora muitos tenham ficado pasmos com a apelação para o humor de flatulência contido no filme, O Bom Gigante Amigo até que foi bem com os críticos, com 74% de aprovação. O problema foi mesmo com o público, que deu de ombros não comparecendo. Resultado, com um orçamento de US$140 milhões, rendeu apenas US$195 milhões mundiais, se concretizando como um dos maiores fracassos retumbantes da carreira do grande nome da indústria. E você, acha injustiça com o filme?

 

Deuses do Egito

Planejado para ser o novo Fúria de Titãs, este filme mirou mas não acertou o alvo. Resultando em muito humor involuntário, Deuses do Egito terminou com jeitão de produção trash de centenas de milhões de dólares. O filme, no entanto, pode servir de prazer culposo devido a seu estilo nonsense. Dono de um grande elenco, terminou se tornando um fracasso de público, arrecadando US$150 milhões mundiais, num orçamento de US$140 milhões. Os críticos também não souberam rir da piada e conferiram ao longa 15% de aprovação.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Embora os fãs até tenham aprovado o resultado deste filme baseado num querido game, o enaltecendo como uma das melhores adaptações do gênero, este se mostrou um esforço em vão do talentoso diretor Duncan Jones. A verdade é que Warcraft só serviu para os adeptos do jogo, terminando por alienar todo o resto da audiência. Assim, os críticos não perdoaram e tascaram apenas 28% de aprovação. Nas bilheterias, a aventura medieval de fantasia também não foi bem, e com um orçamento de US$160 milhões, arrecadou somente US$47 milhões nos EUA, e mais US$400 milhões mundiais.

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras

Não que o reboot de 2014 tenha sido bom ou um sucesso de crítica e público, mas esperávamos (talvez por ingenuidade) que as coisas melhorassem na sequência. Bem, para sermos justos, elas melhoraram sim. Esse Fora das Sombras é definitivamente um filme melhor que o anterior. Mas não o suficiente, já que com um orçamento de US$135 milhões, arrecadou US$245 milhões mundiais, sem dar muita chance para uma terceira parte. Com os críticos não foi muito diferente, e o filme obteve 38% de aprovação.

 

As Caça-Fantasmas

Deixando a misoginia de lado (sempre!), teria sido muito legal ver este filme dando certo e reiniciando a querida franquia, agora com quatro mulheres à frente. Admitimos que o filme não é bom e não nos agradou, mas caso tivesse rendido mais, poderia ser o caso de consertar as coisas na continuação. O texto pouco inspirado, que não fez jus ao talento dos envolvidos, resultou no fracasso de bilheteria (com US$230 milhões mundiais num orçamento de US$144 milhões), mas não de crítica – assim como O Bom Gigante Amigo. Os críticos deram 74% de aprovação, leia-se, a maioria com medo de ser diagnosticado como misógino.

 

Ben-Hur

Os blockbusters podem vir de todas as formas e tipos. Até com uma roupagem de clássico da era de ouro do cinema. Reimaginação da lendária história eternizada na sétima arte em 1959, a nova versão é um filme enérgico e arrojado, visando as plateias de hoje. Nem precisa ser dito que, mesmo contanto com Morgan Freeman e nosso Rodrigo Santoro no papel de Jesus Cristo, o novo Ben-Hur não possui um décimo do brilho do anterior. E adivinhe? Isso mesmo, rendeu um fracasso de crítica e público. Com orçamento de US$100 milhões, sequer se pagou, nem mesmo na bilheteria mundial – fazendo US$94 milhões ao todo (se tornando um dos maiores flops de 2016). Os críticos também torceram o nariz conferindo somente 25% de aprovação.

A Lenda de Tarzan

Um Tarzan vivendo em sociedade junto com os homens, mas precisando tirar a camisa, voltar a selva e emitir seu famoso urro para resgatar sua amada Jane, é o que quis nos vender a Warner. Bem, quase ninguém comprou, mesmo com um elenco de primeira, impulsionado pelas presenças de gente como Margot Robbie, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz. Com um orçamento de US$180 milhões, o filme sequer se pagou nos EUA, e no mundo fez US$350 milhões. Os críticos não perdoaram e deram 36% de aprovação ao filme.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

Parece ideia de Jerico casar o clássico da literatura feminista de Jane Austen com o universo de terror de mortos-vivos, mas na verdade é baseado numa graphic novel de sucesso. Porém, nem sempre o que funciona numa mídia, irá funcionar na outra. E no meio de tudo está a pobre Lily James. Com um orçamento de US$28 milhões, Orgulho e Preconceito e Zumbis sequer se pagou no mundo tendo arrecadado US$16 milhões. As críticas, bem, também não foram gentis, garantindo 46% de aprovação.

Truque de Mestre – O 2º Ato

O primeiro Truque de Mestre (2013) já não era nenhuma obra-prima. O filme nos pedia para acreditar em muito que não fazia sentido, cortesia de um roteiro mais esburacado que as estradas do Brasil. Mas o que importa é que fez sucesso, assim uma continuação saiu do forno. E aqui, bem, o filme não se pagou nos EUA, com um orçamento de US$90 milhões, somou apenas US$65 milhões na Terra do Tio Sam. O fato seria preocupante não fosse pelo mercado estrangeiro, onde o filme fez mais US$270 milhões. Como num truque de mágica, os críticos queriam que o filme desaparecesse e garantiram 33% de aprovação.

 

A Grande Muralha

Muitos devem ter comprado seu ingresso para este filme esperando ver mais um épico do talentoso diretor chinês Zhang Yimou sobre a indefectível Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo. O que ganharam de fato não poderiam prever: uma superprodução onde Matt Damon, mais canastrão do que nunca, enfrenta grandes lagartos monstruosos. É sério?! O filme foi fiasco de bilheteria nos EUA, arrecadando menos de um terço do orçamento inflado de US$150 milhões. Mas no mundo fez o dobro, num total de US$334 milhões. As críticas… somaram 35% de aprovação.

 

‘The Boys’ ganha teaser HILÁRIO com as únicas cenas “leves” do ‘Herogasm’, orgia dos heróis

Através do Twitter, foi divulgado um novo vídeo do próximo episódio de ‘The Boys‘, que focará no infame evento Herogasm – literalmente uma orgia de super-heróis. O teaser, extremamente curto, ressalta que essas são as únicas cenas “leves” do episódio.

O vídeo ainda dá uma dica (e aviso) sobre as loucuras que podemos esperar: “Este episódio mostrará uma super orgia de heróis, penetração aérea, mutilação com vibradores, lubrificante de força extra, falos de gelo e xingamentos. Não é adequado para qualquer público.”

Confira:

Intitulado Herogasm, o episódio será lançado no dia 24 de junho.

Na HQ original, o Herogasm acontece quando os ‘heróis’ alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tenativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, eles vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Obi-Wan Kenobi’ | O que esperamos do último episódio da série?

O último capítulo de Obi-Wan Kenobi chega ao Disney+ nesta quarta-feira com a sensação de precisar ser muito impactante para não decepcionar os fãs. Passada dez anos após os eventos de A Vingança dos Sith (2005), a produção acompanha o Jedi com a barba mais estilosa da galáxia em seu refúgio em Tatooine, quando uma missão envolvendo a jovem Princesa Leia o tira da vida pacata e o leva novamente em uma jornada para aproximá-lo dA Força.

Ah sim, antes de começar, vale a pena ressaltar que daqui para baixo é uma zona com SPOILERS da série. Caso você não tenha assistido ainda, faremos revelações da trama na matéria.

Pois bem, ao longo das últimas semanas, acompanhamos a viagem de Obi-Wan e Leia pela galáxia dominada pelo Império, enquanto a dupla foge dos Inquisidores e de Darth Vader. O episódio da semana passada trouxe uma revelação sobre a Terceira Irmã que poderia ter sido melhor trabalhada, mas o desfecho de sua personagem ficou para o último episódio mesmo. Fica a expectativa para que seu plano – bastante confuso, precisamos admitir – justifique melhor suas ações.

E como visto, ela sabe que o pequeno Luke Skywalker está em Tatooine, e provavelmente vai atrás dele. Agora, como ela fará isso é o grande mistério. E será que já veremos alguma ligação, mesmo que breve, do Luke com A Força? De qualquer forma, a missão básica do Kenobi é proteger o garoto, então é possível que haja um confronto entre Reva e Obi-Wan.

Assim como o plano de Reva para matar Vader, os Inquisidores – que deixaram a mulher para morrer – não devem se dar por satisfeitos quando virem a ex-companheira viva e ameaçando o Império.

Como não sabemos se ela vai se juntar a Obi-Wan ou se será uma vilã que tem um rival em comum com o protagonista, o mínimo que podemos esperar é um embate entre a ex-Inquisdora e o recuperado Grande Inquisidor. E como há muito ódio e inveja envolvido nesse grupo de caçadores de Jedi, talvez role uma chacina entre eles, o que seria interessantíssimo visualmente falando.

O grande destaque da série até aqui, o vilão Darth Vader, também é uma grande promessa para esse episódio final. Ele já encontrou Obi-Wan duas vezes, e quase deu cabo dele na primeira. No entanto, nos dois encontros, ele deixou o rival escapar. Se foi furo de roteiro ou apenas um ato de arrogância de Vader, que queria derrotar Kenobi em plena conexão com A Força, só saberemos nesta quarta.

Fato é que foi prometido pela direção a versão mais brutal do vilão já vista nas telas. Realmente já vimos mais da extensão de seu poder nas últimas semanas, mas na questão brutalidade ainda pode ir além, principalmente quando ele tem suas habilidades ampliadas com a raiva e o ódio que ele sente por Kenobi. E como será visto em Uma Nova Esperança (1974), o último confronto entre os dois deixou o Lord Sombrio revoltado, tanto que ele mata seu rival em uma das sequências mais interessantes do filme original. Tomara que a série aproveite a chance e dê um confronto memorável entre os dois. Afinal, antes da produção, o cânone dos filmes era de que a última batalha entre eles foi em Mustafar, quando Obi-Wan fez espetinho de Anakin, momentos antes dele se tornar Darth Vader. Será que os dois se enfrentarão com a lava de Mustafar ao fundo novamente?

Por fim, se tem uma coisa que a série mostrou até agora sobre seu protagonista é que ele está muito afastado dA Força. Obi-Wan está bem longe daquele Jedi idealista que cativou o coração de todos na trilogia prequel, apesar de passar um bom tempo tentando se comunicar com o “ghost force” de seu antigo mestre, Qui-Gon Jinn.

E como ele saiu nesta viagem espacial, vendo com os próprios olhos a presença de uma fagulha de esperança se espalhando pelos grupos rebeldes, além dos cavaleiros que se sacrificaram para manter a Ordem Jedi viva, é bem provável que ele reencontre sua conexão com A Força e parta para confrontar Vader na máxima extensão de suas capacidades. E com esse Kenobi reencontrado na Força, por que não sonhar com uma aparição especial de Liam Neeson? Falando em reencontros, como Obi-Wan está acompanhado de Leia e provavelmente Luke ficará em perigo, quem sabe os dois irmãos que desconhecem seu parentesco não se encontrem brevemente?

E vocês? O que esperam do último episódio? Digam nos comentários!

O último episódio de Obi-Wan Kenobi estreia nesta quarta (22) no Disney+.

Lana Del Rey – 37 Anos | Ranqueamos todos os álbuns da icônica artista

Lana Del Rey, um dos nomes mais proeminentes da cultura pop contemporânea, completa 37 anos no dia de hoje, 21 de junho – e nada melhor que celebrar sua carreira e sua importância para o cenário musical com algumas matérias especiais.

Depois de elencarmos suas dez melhores músicas, chegou a hora de ranquear todos os seus álbuns oficiais, desde o icônico Born to Die, um dos favoritos dos fãs, até o aclamado e premiado Norman Fucking Rockwell!’, que solidificou o nome de Lana como uma das melhores compositoras do século.

Para tanto, não estamos levando em consideração o disco ‘Lana Del Ray’, lançado em 2010, visto que a performer ainda não tinha adotado seu alter-ego oficial e que a produção passou por alguns contratempos desde sua divulgação.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu álbum favorito:

7. HONEYMOON (2015)

Não se enganem: Lana Del Rey não tem um álbum ruim em toda sua carreira. ‘Honeymoon’ apenas ocupa o último lugar do nosso ranking por, em alguns aspectos, não alcançar a beleza cinemática de suas produções predecessoras e sucessoras. De qualquer forma, a cantora e compositora mergulha em uma instrumentação diferente da produção anterior, Ultraviolence, voltando às raízes do baroque-pop e construindo narrativas que falam sobre a tortura do romance, o ressentimento, a luxúria e, principalmente, um escapismo poético que, até então, já havia se tornado marca registrada de suas composições. Além disso, o disco conta com os ótimos singles “High by the Beach”“Music to Watch Boys To”.

6. BLUE BANISTERS (2021)

“Caracterizar os álbuns de Lana como ‘idênticos’ é realmente não ter a capacidade de perceber os minuciosos detalhes que se escondem em suas músicas – e não compreender a argúcia da qual a artista se vale para dar vida a enredos apaixonantes e movidos por experiências que variam do efêmero ao eterno. Aqui, nota-se uma transgressão do que se tomava como verdade, numa medida que transcende nossas expectativas e desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático: a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como ‘meu corpo é um mapa de Los Angeles’ e ‘não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton’, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações” – T.N.

5. ULTRAVIOLENCE (2014)

Dois anos depois de sua estreia oficial no mundo da música, Lana continuou a investir pesado em peculiaridades artísticas e rendições originais que a afastassem do EDM e do pop que regiam o cenário mainstream da época. Em Ultraviolence, cujo lançamento se deu em 2014, a performer aposta fichas em uma gama considerável de estilos, incluindo o rock psicodélico, o dream pop, o desert rock, o soft rock e vários outros. O disco ajudou a consagrar Del Rey como o ícone que a conhecemos hoje, debutando em primeiro lugar nas paradas mundiais e gerando canções como “West Coast”“Shades of Cool” e a música titular (que rendeu inúmeras controvérsias à época).

4. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB (2020)

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa” – T.N.

3. LUST FOR LIFE (2017)

Com ‘Lust for Life’, Lana Del Rey mais uma vez reinventou a identidade estética e sonora de sua carreira, afastando-se da atmosfera mais sombria e melancólica de ‘Honeymoon’ e abraçando seu retorno para construções inspiradas pelo hip-hop, pelo trap-hop e pelo folk.  Contando com aparições de nomes como The WeekndA$AP RockStevie Nicks, o álbum fez um grande sucesso comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200, além de conquistar uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal. Como se não bastasse, Lana também encabeçou diversos singles, incluindo a faixa-título, “Groupie Love”“Love”, conquistando o coração dos fãs.

2. BORN TO DIE (2012)

Born to Die é uma construção à frente de seu tempo e que viria a influenciar uma geração inteira de artistas – e, como já poderíamos imaginar, foi extremamente subestimada pela crítica especializada em seu lançamento (o renomado site Pitchfork, por exemplo, deu uma medíocre nota 5,5/10 para o álbum, mudando, anos mais tarde, sua classificação para 7,8/10, compreendendo a importância do disco para o século XXI). Assim como ‘ARTPOP’ prenunciaria o boom do hyper-pop e seria repreendido por seu proposital exagero, Born to Die serviria como base para o baroque-pop do final dos anos 2010 e começo dos anos 2020, alimentando uma afeição crescente pelo experimentalismo e pela música conceitual que não era muito bem aceita em 2012″ – T.N.

1. NORMAN FUCKING ROCKWELL! (2019)

“A faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante” – T.N.

‘Lightyear’ recebe novo cartaz e prévia com Mion e muito Rock N’ Roll

A animação da Disney e PixarLightyear‘ teve uma nova prévia divulgada nesta quinta (5), mostrando a aventura do Buzz de ‘Toy Story‘ com a dublagem de Marcos Mion.

No clipe, vemos mais detalhes da trama, ao som da canção Lonely Boy, da dupla The Black Keys.

Buzz mostra o heroísmo habitual, mas se metendo em divertidas encrencas ao lado de seus companheiros, incluindo um gato falante de dar inveja à Capitã Marvel.

A Pixar também lançou um novo cartaz para o longa.

Confira o trailer da animação e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

Benedict Cumberbatch fala sobre seus próximos projetos na Marvel: “Adoraria fazer outro filme”

As cenas pós-créditos do final de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (2022) mostraram que o herói interpretado por Benedict Cumberbatch ainda vai aparecer no futuro do Universo Cinematográfico Marvel, e o ator comentou sobre continuar como o herói.

Em uma entrevista concedida ao The New Indian Express, Cumberbatch foi questionado sobre a possibilidade de um possível Doutor Estranho 3. Na conversa, o artista deixou claro como está aberto à ideia, mesmo com nada confirmado pela Disney ou Marvel Studios com o personagem até o momento.

“Espero que sim. Eu adoraria fazer outro filme. Doutor Estranho é tão complexo e parece haver muito mais para explorar com ele. Ele é um personagem tão brilhante e eu ainda me divirto muito quando o interpreto”, disse Cumberbatch.

Novo cartaz de ‘Não Se Preocupe Querida’ destaca beijo de Harry Styles e Florence Pugh

O suspense psicológico de Olivia Wilde, ‘Não Se Preocupe Querida‘, ganhou pôster colorido com os dois protagonistas, interpretados por Harry Styles e Florence Pugh. Na imagem, vemos um beijo do casal em carro dos anos 1950.

Confira:

O cartaz em movimento mostra parte do suspense proposto pela diretora. Na porta da casa, é possível ver uma sombra misteriosa. Além disso, o avião mostrado no céu parece estar caindo.

A estreia nos cinemas brasileiros acontece no dia 22 de setembro.

Roy LeeMiri Yoon (It: A Coisa) são os produtores. 

Wilde estreou na direção com o drama coming-of-age Fora de Série. A comédia, que também representou sua estreia diretorial, arrecadou 22 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos e alcançou uma aprovação incrível de 97% no Rotten Tomatoes

Bradley Cooper fala que famoso diretor tirou sarro por ele ter sido indicado ao Oscar

O astro Bradley Cooper (‘O Lado Bom da Vida’) revelou que um cineasta famoso já tirou sarro dele por conta de suas sete indicações ao Oscar. O ator relembrou a situação que aconteceu durante as premiações de ‘Nasce Uma Estrela‘ (2018), filme que estrelou ao lado de Lady Gaga.

Bradlay Cooper recebeu três indicações ao Oscar pelo longa, além de já ter outras quatro indicações ao longo da carreira. Durante uma festa, ator relembrou ter conhecido um diretor que zombou das nomeações dele enquanto estava acompanhado de outra atriz.

“Que mundo é esse que vivemos em que você tem sete nomeações e ela só tem três? Eu estava tipo, ‘cara, por que você é um babaca?’ Nunca vou esquecer isso, vai se f*der”, falou Cooper.

O filme que também foi dirigido por ele, ‘Nasce Uma Estrela‘ foi um sucesso da críticas e nas premiações. A história acompanha um cantor no auge da fama que se apaixonada por uma cantora amadora e se casa com ela. Anos depois, ela dispara no estrelato enquanto ele enfrenta problemas por conta do álcool, o que coloca o relacionamento deles em risco.

Florence Pugh e Zoe Kazan estrelam ‘East Of Eden’, nova série da Netflix

De acordo com a Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma minissérie baseada em ‘East of Eden‘, livro de John Steinbeck.

O show que conta com o roteiro e produção executiva de Zoe Kazan (‘Ruby Sparks – A Namorada Perfeita’), será estrelado e co-produzido por Florence Pugh (‘Midsommar’).

East of Eden‘ vai explorar temas como traumas, amor e traição, dever e livre arbítrio, acompanhando um retrato íntimo da família Trask enquanto lidam com influências históricas.

Vale lembrar que o livro foi adaptado para os cinemas em 1955, comandado por Elia Kazan, avô de Zoe. Com o título de ‘Vidas Amargas‘, o filme ganhou destaque também por ser uma das produções de destaque com James Dean.

A atriz Florence Pugh está também em ‘Oppenheimer‘, novo filme de Christopher Nolan.

Kendrick Lamar comenta sobre novo álbum e lança documentário de viagem a Gana

Kendrick Lamar, em parceria com o Spotify, lançou na última sexta-feira (17) o curta-documentário ‘A Day in Ghana With Kendrick Lamar‘.

A obra narra a primeira viagem do rapper pelo país africano, mais especificamente pela capital Acra.

No vídeo, Lamar visita o Freedom Skatepark, o primeiro parque de skate instalado em Gana, assim como discute temas relacionados ao seu mais recente álbum, Mr. Morale & The Big Steppers (2022), e conversa com a população local.

Com duração de quatro minutos, o filme também reflete sobre a vida pessoal de Kendrick e a importância da terapia para lidar com todas as questões impostas pela fama.

Confira abaixo:

As 10 Melhores Músicas de Lana Del Rey

No dia de hoje, 21 de junho, a icônica Lana Del Rey, alter-ego artístico de Elizabeth Grant, faz aniversário – e é claro que não deixaríamos essa data passar em branco.

Conhecida por sua impecável qualidade cinemática e por canções cujas narrativas são infundidas com temas melancólicos sobre o preço da fama, o contraste entre o glamour e a apatia e as tragédias românticas, Del Rey tornou-se precursora de um dos movimentos que remariam contra a maré do pop mainstream dos anos 2010 e a colocou no centro dos holofotes por uma persona bastante peculiar. Tendo recebido seis indicações ao Grammy Awards e uma ao Globo de Ouro, a artista é considerada por inúmeros especialistas como um dos nomes mais influentes da música no século XXI.

Para celebrar seu 37º aniversário, preparamos algumas matérias especiais para revisitar a carreira de Lana. A primeira delas seleciona suas dez melhores músicas, desde a memorável “National Anthem” até a recente “Breaking Up Slowly”.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “LET ME LOVE YOU LIKE A WOMAN”

Álbum: Chemtrails Over the Country Club

Pouco depois de entregar um dos melhores álbuns do século com Norman Fucking Rockwell!’, Lana retornou com o poético e intimista Chemtrails Over the Country Club. Dentro da coesa produção, temos a vibrante e narcótica canção “Let Me Love You Like a Woman”, uma continuação digna de suas jornadas reflexivas e sensorialistas, seja pela urgência de seus versos amadurecidos, seja pela produção comandada por Jack Antonoff.

9. “WHITE MUSTANG”

Álbum: Lust for Life

Com ‘Lust for Life’, Del Rey apresentava ao mundo uma nova faceta de sua veia artística – e o álbum exala uma belíssima narrativa intitulada “White Mustang”. A track é movida pelo piano clássico e pelo mergulho em um indie-trap que a colocava a par das tendências musicais que dominavam as paradas no final dos anos 2010. Aqui, temos a utilização sutil das distorções vocais e uma poética invejável, recheada de rimas sagazes e uma teatralidade notável da própria personalidade da cantora.

8. “ARCADIA”

Álbum: Blue Banisters

Em Blue BanistersLana Del Rey desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático – e a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como “meu corpo é um mapa de Los Angeles” e “não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton”, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações.

7. “NATIONAL ANTHEM”

Álbum: Born to Die

O penúltimo single de Born to Die“National Anthem”, é uma das incursões mais ousadas de Lana – motivo pelo qual ela se encontra na nossa lista. Além da esplêndida produção de Emile HaynieJeff Bhasker, a faixa consagra-se como uma remodelação do assassinato de John F. Kennedy, em que a performer encarna uma versão aglutinada de Marilyn MonroeJacqueline Kennedy. A rendição da cantora é propositalmente forçada, posando como uma espécie de manequim que almeja à perfeição e a tudo que a sociedade capitalista preza de mais valioso – o dinheiro.

6. “BREAKING UP SLOWLY”

Álbum: Chemtrails Over the Country Club

“Breaking Up Slowly”, uma das mais belas faixas de Chemtrails Over the Country Club, é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção. Aqui, duas powerhouses, Lana e Nikki Lane, unem-se em uma harmônica química para celebrar a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).

5. “WITHOUT YOU”

Álbum: Born to Die

Apesar de não ter sida lançada como single“Without You” certamente é uma das músicas mais memoráveis da carreira de Lana Del Rey. O comedido início, carregado pelos vocais melancólicos da artista, é marcado por batidas repetitivas que logo reverberam em um arranjo experimental que faz ótimo uso da bateria e dos sintetizadores – e vale lembrar que a canção serviu de inspiração sonora para que Taylor Swift dessa vida à sublime “Wildest Dreams”, do álbum ‘1989’.

4. “ULTRAVIOLENCE

Álbum: Ultraviolence

Ultraviolence, faixa do álbum homônimo lançado em 2014, causou uma controvérsia gigantesca quando lançada – mas, até hoje, tais explicações não fazem sentido. Diferente do que certos especialistas comentaram à época, a música não glorifica a violência doméstica, e sim pinta o retrato de uma mulher presa em um relacionamento tóxico, que acredita piamente que seu companheiro não a maltrata por mal (ou seja, incapaz de perceber os abusos que sofre). No topo de tudo isso, temos uma dilacerante reconstrução do rock que explode em um incrível refrão, consagrando a faixa como uma das melhores de sua carreira.

3. “THE GREATEST”

Álbum: Norman Fucking Rockwell!

Movida por inclinações clássicas, a rock-ballad “The Greatest” é uma das melhores investidas da carreira de Lana. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo – sustentando uma performance dramática e narcótica. Ainda que não busque pela transgressão como outras faixas de Norman Fucking Rockwell!’, a faixa tem uma arquitetura impactante o suficiente para ser convidativa e viciante.

2. “HOPE IS A DANGEROUS THING FOR A WOMAN LIKE ME TO HAVE – BUT I HAVE IT”

Álbum: Norman Fucking Rockwell!

No impecável Norman Fucking Rockwell, Del Rey deixa o melhor para o final com a viciante balada “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – But I Have It”. A nada menos que ilustra composição é agraciada pelas mágicas habilidades de Jack Antonoff e ergue-se em uma premeditada redundância sonora – uma justaposição de teceduras vocais e simplicidades instrumentais -, respaldada em sagazes referências e um minimalismo conceitual trágico, refratados em uma lapidada e emocionante joia musical.

1. “BORN TO DIE

Álbum: Born to Die

No subestimado Born to Die, Lana mergulha de cabeça em uma imagética sonora bastante específica, contrastando com a dominação do EDM que se alastrava pelo cenário fonográfico à época de seu lançamento. E, enquanto o álbum tem inúmeras construções memoráveis e belíssimas, a faixa-titular é que a mais condensa as explorações melancólicas e sinestésicas da performer, unindo-se a colaboradores competentes para arquitetar uma ode à música cinemática, que inclui o acompanhamento dramático das cordas e a fusão inesperada de gêneros.

Christian Bale fala de suas inspirações para viver o vilão Gorr ‘Thor: Amor e Trovão’

Christian Bale, que fará sua estreia em breve no MCU, revelou de onde veio a inspiração para desenvolver Gorr, personagem que vive em ‘Thor: Amor e Trovão‘. Após ser o Batman na trilogia de Christopher Nolan, Bale está de volta ao mundo das adaptações de quadrinhos de super-heróis. Desta vez ele entra para o Universo Cinematográfico da Marvel, na pele do vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Em uma entrevista que concedeu ao Total Film, Bale comentou sobre retornar a um filme de quadrinhos, dizendo não ter tido problemas com isso.

“Absolutamente não, não. Isso nem passou pela minha cabeça. Eu li isso, e as pessoas diziam, ‘Oh, olhe para isso! Ele entrou no MCU!’ E eu dizia: ‘Fiz o quê? Não entrei em nada, muito obrigado.’ Eu estava tipo, ‘O MCU?’ Eu tive que perguntar o que era isso”, confessou Bale.

Sabendo que Christian Bale claramente não é um grande fã de quadrinhos, ele foi perguntado sobre o que inspirou sua abordagem com Gorr.

“Principalmente ouvir o queTaika Waititi pensava sobre isso. Obviamente, há uma espécie de atitude leve do Nosferatu. Taika e eu queríamos fazer uma dança inteira, o que não conseguimos fazer, mas tínhamos todo esse tipo de coisa de Kate Bush em que trabalhamos”, falou.

“Mas acho que ele acabou de perceber ele nunca teria permissão para colocar isso na versão final do filme. Eu diria que a coisa mais comum que eu estava olhando era o vídeo Aphex Twin de ‘Come To Daddy’. Mas eu nem sei se isso estará na versão final do filme”, finalizou Bale.

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.

Assista ao mais recente trailer:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Ethan Hawke estrela e produz ‘The Whites’, nova série policial da Showtime

De acordo com a Deadline, o canal da Showtime está produzindo ‘The Whites‘, minissérie policial estrelada e produzida por Ethan Hawke (‘O Cavaleiro da Lua’).

A série é baseada no livro de Richard Price, a produção acompanha Billy Graves (Hawke), um detetive que já fez parte de um grupo respeitado da polícia de Nova York, os “Wild Geese”, mas que deixou o departamento para cuidar de casos menores.

Quando um assassinato envolvendo um criminoso de seu passado acontece, Graves terá que lidar com uma ameaça a sua carreira.

O show tem o roteiro de Jez Butterworth, conhecido por ‘Ford vs Ferrari‘. Butterworth também atuará como produtor executivo ao lado de Hawke, Price, Ryan Hawke, Ram Bergman, Nena Rodrigue e Rian Johnson.

‘The Whites’ ainda não ganhou data de estreia.

Após filme, novo projeto de ‘Dragon Ball Super’ já está em desenvolvimento

As vésperas do lançamento de ‘Dragon Ball Super: Super Hero‘ no Japão, o produtor da franquia, Akio Iyoku, comentou sobre o futuro da série em uma entrevista a V-Jump, e disse que o próximo projeto da série já está em andamento.

Dragon Ball Super: Super Hero é um filme que foi feito não apenas para o público japonês, mas para o mundo inteiro. Dragon Ball é uma série da qual o Japão se orgulha muito, então sentimos um senso de responsabilidade enquanto trabalhávamos nesse projeto”, falou Iyoku.

Que continuou: “‘O que vem a seguir?’ Bem, se você está com dúvidas, um novo projeto da série já está em produção! Super Hero levou cinco anos para ficar pronto, então é natural que já estejamos trabalhando no próximo passo. O próprio Akira Toriyama está sempre trabalhando em novos conceitos e ideias para a franquia”.

A estreia nos cinemas nacionais de ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘ foi agendada para 18 de Agosto.

Confira abaixo as imagens no teaser:

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!

Sebastian Stan será o protagonista de ‘A Different Man’, novo suspense psicológico da A24

O novo suspense psicológico da A24, ‘A Different Man‘, será estrelado por Sebastian Stan, conhecido por sua atuação em ‘Capitão América: Soldado Invernal‘ e pela minissérie recente ‘Pam & Tommy‘. Renate Reinsve e Adam Pearson também estarão no elenco.

De acordo com a Deadline, Aaron Schimberg (‘Chained for Life’) assina o roteiro e vai comandar o filme, que está sendo financiado pela produtora.

Stan também está na produção executiva do filme, que inicia suas filmagens em julho.

Na história, Edward está buscando um novo recomeço em sua vida. Após passar por uma cirurgia de reconstrução da face, ele fica obcecado por um homem que irá interpretá-lo numa peça teatral baseada em sua história de vida.

A Different Man‘ ainda não teve data de lançamento divulgada.

Fãs estão AMANDO “Break My Soul”, nova música de Beyoncé; Confira as reações!

A icônica Beyoncé fez seu aguardado retorno ao mundo da música hoje, 21 de junho, com o lançamento de “Break My Soul”lead single de seu aguardado sétimo álbum de estúdio solo, intitulado Renaissance – Act I’.

Não demorou muito até que os fãs da cantora e compositora revelassem o que acharam da faixa, rasgando elogios para a estética housedance-pop da produção.

Confira algumas das reações abaixo:

O álbum estará disponível no dia 29 de julho. O website oficial da cantora e compositora inclusive já permite que os fãs façam o pre-save do disco.

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.