De acordo com o Variety, Kyle MacLachlan (‘Twin Peaks’) entrou para o elenco da adaptação ‘Fallout‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon Studios.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
O elenco ainda contará com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones e Aaron Moten.
Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.
Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa Joy, Athena Wickham, Todd Howard e James Altman.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
O canal Freeform divulgou o trailer completo da segunda parte da 4ª temporada de ‘Good Trouble‘ .
Confira:
A produção retornará com episódios inéditos no dia 7 de julho.
Vale lembrar que Maia Mitchell (‘The Fosters’) deixou oficialmente o elenco da série e não retornará para os próximos episódios.
Em entrevista ao site, a atriz explicou sua saída: “Foi uma decisão completamente pessoal. Eu me mudei para a América quando era muito jovem. Tem sido muito difícil para mim estar afastada da minha família. Eu passei minha juventude em outro país, que é algo que eu não faria se não fosse por trabalho. Encontrei conforto e família no elenco de ‘The Fosters’ e, então, em ‘Good Trouble’.”
Além dela, Beau Mirchoff também deixou o elenco da produção.
A DCdivulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série animada ‘Harley Quinn‘, estrelada por Kaley Cuoco.
Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo irá estrear no dia 28 de julho.
Confira o teaser:
‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
Em entrevista ao podcast Attitudes!, o ator Matt Rogers revelou que a série animada ‘Força-Queer‘ (Q-Force), que focava em uma equipe de espiões LGBTQ+, foi cancelada pela Netflix após uma temporada.
“As pessoas que amaram a série, realmente amaram. A boa notícia é que ela sempre estará disponível na Netflix. Não foi renovada para uma segunda temporada, mas eu gosto do fato que a série ainda pode ser conferida pelos espectadores,” declarou o ator.
Após uma rápida passada pelos cinemas, ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ já está disponível no streaming da HBO Max.
A produção adapta a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, é ambientada em 1998 e conta os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis.
O filme conquistou apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O elenco conta com Kaya Scodelariocomo Claire Redfield, Tom Hoppercomo Albert Wesker, Avan Jogiacomo Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonoughcomo William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.
Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
A Sony Pictures confirmou que o quinto filme da franquia ‘Ghostbusters‘ está oficialmente em desenvolvimento, e já tem data de estreia.
A sequência direta de ‘Ghostbusters: Mais Além‘ será lançada nos cinemas em 20 de dezembro de 2023.
Jason Reitman volta a dirigir, e Gil Kenan escreverá o roteiro.
Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:
“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”
Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.
‘Abracadabra 2‘ finalmente ganhou seu trailer dublado, cartaz nacional e data de estreia.
A sequência chega na plataforma do Disney+ no dia 30 de setembro.
Descrito como uma “sequência ao clássico de Halloween de 1993”, o novo filme contará com o retorno de Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy como as icônicas Irmãs Sanderson.
Doug Jones também reprisará seu papel como Billy Butcherson.
“Já faz 29 anos desde que alguém acendeu a Chama da Vela Negra e ressuscitou as irmãs do Século XVII, que foram executadas por praticar bruxaria, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a um trio de três adolescentes descobrir como impedir que as bruxas causem um novo caos na cidade de Salem antes da meia-noite de Halloween.”
Desde o lançamento de ‘Morbius’, adaptação da Sony Pictures que se tornou um fracasso de crítica e de bilheteria, foi revelado que a conclusão da narrativa, na verdade, seria diferente da exibida nos cinemas.
A sequência que finalizaria o longa-metragem envolvia os personagens de Tyrese Gibson e Al Madrigal no meio do Central Park, com a polícia local os cercando e premeditando um confronto armado. Entretanto, a cena foi descartada e, no lugar dela, foi colocada uma batalha nos subterrâneos da cidade, rodada durante as refilmagens.
Agora, em uma entrevista ao ComicBook.com, o supervisor de efeitos visuais da produção Joel Behrens falou sobre a mudança de planos (ao menos de uma perspectiva técnica) e revelou o motivo pela cena ser alterada.
“Nós fizemos algumas coisas [na cena original], mas não muitas, porque havia suposições de que estavam pensando em mudar o final. Então, nós fizemos algum trabalho a mais e eu não diria que as coisas funcionaram. Mas fizemos isso, porque, inicialmente, deveria ser o Central Park”, ele explicou. “E eles decidiram que queriam seguir em uma direção diferente com a luta. Acho que [o diretor Daniel Espinosa] pensou que seria mais dramático no subsolo. Então, encontramos imagens de algumas dessa construções subterrâneas, túneis subterrâneos que realmente existem em Nova York”
Behrens continua: “acho que eles sentiram que seria melhor ter um confronto um a um em meio a um ambiente interessante do que em um parque. Foi um balde de água fria em nós, porque tínhamos que construir esse ambiente totalmente em CG, do nada, e fizemos isso, além das refilmagens. […] Então tivemos que construir praticamente tudo do zero”.
Lembrando que o filme chega à HBO Max no dia 01 de julho.
Na trama, Jared Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?
Os dois primeiros episódios do novo ciclo chegaram hoje, 28 de junho, à plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
Lembrando que o icônico ator Nathan Lanereprisa seu papel como Teddy Dimas nos novos episódios.
Além de Lane, o próximo ciclo também traz Amy Schumer como uma versão superexagerada de si mesma, Cara Delevingnecomo Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados, e Shirley MacLaine como a mãe de Bunny, o mais recente assassinado do edifício Arconia.
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBTQIA+, uma das datas mais importantes do ano.
O dia em questão comemora as revoltas que ocorreram em 1969, em Stonewall, Greenwich Village, na cidade de Nova York, em que a comunidade queer lutou contra o sistema opressivo e a falta de oportunidades e de reconhecimento dentro de uma sociedade retrógrada e extremamente preconceituosa. Apesar dos resultados surtirem efeito, os LGBTQIA+ ainda sofrem com inúmeras ofensas veladas e não-veladas – o Brasil, por exemplo, é o país que mais mata homens e mulheres transexuais.
Logo, não é surpresa que o Dia do Orgulho continue com tanta força e sirva como lembrete de que a luta ainda não acabou – e que a representatividade ainda é uma questão importante para buscar a equidade social.
Para celebrá-lo, preparamos uma nova matéria especial elencando dez recentes músicas de artistas queer ou que sirvam como hinos de aceitação e de empoderamento – incluindo, por exemplo, a ode house de “Babylon”, assinada por Lady Gaga, e a antêmica semi-balada “Chosen Family”, de Rina Sawayama.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
“Nos momentos difíceis, eu estarei do seu lado” é a frase que resume a ótima “On Your Side”, uma das faixas da dupla The Veronicas que prenunciou o retorno das irmãs ao mundo da música. A combinação entre synth-pop e EDM traz mensagens de apoio e de superação através de uma narrativa relacionável e que dialoga com a luta diária da comunidade LGBTQIA+, em que, às vezes, precisamos de um ombro amigo para até mesmo levantar da cama e enfrentar o mundo.
Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.
Taylor Swiftdemorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.
Em 2020, Rina Sawayama entregou seu aclamado álbum homônimo, recheado de músicas espetaculares e celebrações da vida e da alteridade das pessoas. “Chosen Family”, dessa maneira, emerge como uma das faixas essenciais para apreciar a arte da cantora e compositora: “onde eu pertenço?”é a pergunta que inicia a canção, dando margem para uma narrativa que remete à “família por escolha” da comunidade queer, que procura o amor renegado pelos parentes de sangue em pessoas que passam pela mesma situação.
Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de ‘Chromatica’, Lady Gagaremodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.
“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o impecável ‘Chromatica’. A exuberante conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora. Apesar de não falar diretamente com a comunidade LGBTQIA+, a faixa traz elementos próprios da cultura queer, construindo uma dançante e empoderadora aventura.
“SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé
Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.
“MIRROR”, Sigrid
Uma das músicas mais alto-astral de 2021 é, sem sombra de dúvida, “Mirror”, de Sigrid. A artista norueguesa fez sua estreia em 2017 com o EP‘Don’t Kill My Vibe’ e, quatro anos mais tarde, se afastou do pop mainstream para se jogar de cabeça no house e no nu-disco da faixa supracitada. A sólida e dançante atmosfera é regada por versos de empoderamento e de liberdade, como visto em “eu amo quem eu vejo olhando para mim no espelho”.
Em 2021, Dove Cameron revelou publicamente que era queer e, pouco depois, começou a investir em peso em uma identidade que representasse quem ela é, de verdade. “Estou escolhendo me amar”, ela disse. Logo, não poderíamos deixar a incrível “Boyfriend” de fora da lista: a canção representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.
Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady Di, Britney Spears, Paris Hilton e Whitney Houston.
‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ trouxe de volta Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate e se tornou um fenômeno de público, arrecadando mais de US$ 940 milhões mundialmente.
Mas a atriz não pretende voltar tão cedo como a personagem.
Olsen vai tirar uma pausa dos filmes de super-heróis antes de um possível e provável projeto solo sobre a personagem que interpreta no MCU.
A atriz revelou que, caso a Marvel tenha uma boa história, ela estaria lá para interpretar Wanda – mas precisaria tirar um tempinho antes de reprisar o papel.
“Eu não sei, mas se eles tiverem uma boa história para contar, eu estarei lá”, ela disse. Quando questionada se precisaria respirar do cronograma caótico da Marvel, ela acrescentou: “Sim, exatamente ou apenas um pequeno [intervalo]. Uma versão de uma pausa”.
Ontem, o produtor da Marvel Studios, Richie Palmer, falou sobre como a personagem ainda será explorada, caracterizando-o como a “joia da coroa” da nova fase do panteão cinematográfico.
“Se o Doutor Estranho é a âncora do MCU na Fase 4, então Wanda Maximoff é a joia da coroa”, ele disse em entrevista ao ScreenRant.
Através do seu Twitter, o lendário Hideo Kojima, criador de ‘Metal Gear‘ e ‘Death Stranding‘, revelou que teve que cancelar um jogo que estava desenvolvendo por ser muito parecido com a violenta série ‘The Boys‘.
Kojima declarou que estava desenvolvendo o projeto quando a primeira temporada de ‘The Boys‘ foi lançada. Apesar de alguns elementos diferentes, o jogo era muito similar ao seriado da Prime Video.
Por este motivo, o projeto foi cancelado após o lançamento da série.
O jogo iria focar em uma equipe especial de detetives que iria bater de frente com lendários super-heróis – tudo isso nos bastidores, fora do olhar do grande público.
Além disso, Kojima afirmou que queria Mads Mikkelsen (‘Hannibal’) como o protagonista.
2/2
and put it on hold because the concept was similar (different settings and tricks). A buddy (male/female) thing with a special detective squad facing off against legendary heroes behind the scenes. I was thinking of Mads as the lead.
Vale lembrar que Kojima já está focado em seu próximo projeto, uma parceria entre a Microsoft Game Studios e a Kojima Productions.
“Olá a todos, aqui é Hideo Kojima. É um jogo completamente novo, que ninguém nunca experimentou ou viu antes. Esperei muito pelo dia em que finalmente poderia começar a criá-lo”, falou Hideo Kojima.
Que completou: “Com a tecnologia de nuvem de ponta da Microsoft e a mudança de tendência do setor, agora é possível me desafiar a fazer esse conceito nunca antes visto. Pode levar algum tempo, mas estou empolgado com a parceria com o Xbox Game Studios e espero trazer novidades interessantes no futuro! Obrigado!”.
O anúncio foi feito alguns dias após o vazamento de que ele estaria trabalhando em um novo jogo de terror, em que Margaret Qualley, que interpretou a personagem Mama em ‘Death Stranding‘, seria a protagonista.
Anteriormente previsto para começar a ser rodado em julho deste ano, o reboot de ‘Blade’, estrelado por Mahershala Ali, passou por um sólido contratempo.
Segundo a jornalista Lizzie Hill, do The Cosmic Circus (via The Direct), as gravações do longa-metragem terão início apenas em outubro de 2022, isto é, três meses depois do previsto.
Mais detalhes sobre o adiamento da produção não foram revelados, mas sabe-se que as filmagens irão ocorrer em Atlanta, Nova Orleans, Louisiana e em Marrocos.
Lembrando que ainda não há previsão de estreia para o longa.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
Mesmo o ator já tendo expressado dúvidas a respeito de um possível retorno, o ex-executivo da Disney não nomeado falou com a People, onde disse estar confiante de que a franquia ‘Piratas do Caribe‘ volta comJohnny Depp ocupando seu lugar como o icônico pirata Jack Sparrow, agora que ele venceu o caso de difamação contra sua ex-mulher, Amber Heard.
Entretanto, em um breve contato com a NBC News (via Screen Rant), a equipe que representa Depp desmentiu os rumores com uma resposta categórica, dizendo: “isso é inventado”.
Rumores afirmavam que a Disney pagaria US$ 301 milhões para que o ator voltasse.
Apesar de as reações da crítica serem mistas em relação ao filme, a atuação deJohnny Depp era uma exceção, e em geral recebia respostas muito positivas, que inclusive renderam uma indicação ao Oscar para o ator, por ‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’.
Vale lembrar que, anteriormente, durante o extenso julgamento que enfrentou contra Heard, Depp comentara que “nada nesse mundo” o faria retornar à franquia da Disney.
“O fato é, Sr. Depp, se a Disney chegasse a você com US$ 300 milhões e um milhão de alpacas, nada neste mundo o faria voltar e trabalhar com eles em outro filme de Piratas do Caribe. Correto?”, questionou Ben Rottenborn, advogado da atriz à época. “É verdade, Sr. Rottenborn”, respondeu Depp.
Lembrando que as seis temporadas do programa original já estão disponíveis na Netflix.
Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.
O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.
Antes de dirigir a adorada franquia ‘High School Musical’, Kenny Ortega, aclamado coreógrafo que já trabalhou com nomes como Gloria Estefan e Michael Jackson, encantava as crianças do mundo inteiro ao dar vida ao clássico de Dia das Bruxas ‘Abracadabra’.
Lançado em 1993, o longa-metragem não foi bem recebido pela crítica (amargando meros 38% de aprovação) e fez um sucesso comedido de bilheteria, cruzando a marca dos US$44 milhões. Dentre os principais comentários acerca da produção, os especialistas comentaram acerca do roteiro desiquilibrado e do fato da história ser destinada apenas a um público mais jovem – ou seja, nem um pouco apelativo para os adultos.
Mas será mesmo que isso é verdade?
Quando ‘Abracadabra’ chegou aos cinemas, este que vos fala ainda não havia nascido. Descobri o longa anos mais tarde, por volta dos meus oito anos de idade, e me apaixonei de cara pela trama envolvendo as Irmãs Sanderson e as múltiplas referências ao julgamento de Salem – afinal, a química entre Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy é inegável. Após me envolver com críticas de filmes e séries, fui atrás de textos que falavam sobre o filme e não compreendi o ódio que os autores sentiam dele; é claro que, assim como boa parte das incursões hollywoodianas, a obra peca em certos aspectos estruturais – mas isso não significa que não seja uma aventura divertida e completamente despretensiosa.
Para aqueles não familiarizados, o enredo é centrado em Winifred, Sarah e Mary (interpretadas respectivamente pelo trio mencionado no parágrafo acima), um trio de bruxas nada convencional que é trazido de volta à vida por um grupo de adolescentes (vividos por Omri Katz, Thora Birch e Vinessa Shaw) e que retoma a missão que tinha no século XVII, antes de serem condenadas à morte: a busca pela vida eterna.
Tecnicamente, a trama não é e nem tem o propósito de revolucionar qualquer coisa; pelo contrário, Ortega, aliando-se aos roteiristas Mick Garrise Neil Cuthbert, tem plena ciência da universo formulaico que adentra e abraça todos os clichês dos contos sobrenaturais para construir uma singela homenagem ao Halloween – algo que teria melhores resultados caso o filme tivesse estreado alguns meses mais tarde, e não poucas semanas depois do feriado de 04 de julho. Aqui, as linhas entre o bem e o mal são bem delineadas e separam os dois núcleos protagonistas como um sólido muro – algo também bem-vindo, considerando o óbvio convite às crianças para entenderem a diferença entre o que é certo e errado.
Ano após ano – e com as constante exibições de ‘Abracadabra’ tanto no Disney Channel quanto no canal Freeform (agora, no streaming do Disney+), as crianças dos anos 1990 puderam reassistir com outros olhos ao longa e recuperarem um pouco da nostalgia de quando eram infantes; além disso, a estética da iteração, por mais teatral que pareça, envelheceu muito bem, de certa maneira, contribuindo para que as novas gerações se apaixonassem pela arrepiante atmosfera criada por Ortega – e pela atuação de nomes como Midler, Parker e Najimy, sendo reintroduzidas para aqueles que não as conheciam. Não é surpresa que, 28 anos mais tarde, o título seja imprescindível para celebrar essa data tão mística.
Tal fama tardia permitiu que o filme alcançasse o status de cult, angariando uma legião de fãs que jamais o deixariam ser esquecido – e, no final das contas, essa é a maior honra que uma produção pode receber. Em seu aniversário de duas décadas, ‘Abracadabra’, o evento D23, da Casa Mouse, fez uma exibição especial e conseguiu nove membros do elenco original para comentar sobre sua experiência no set de filmagens e sobre a imortalização inesperada da história – além de garantir que centenas de espectadores comparecessem ao especial. Em 2015, o Magic Kingdom (um dos parques do complexo Disney) introduziu o Hocus Pocus Villain Spelltacular, contratando novas atrizes para interpretarem as irmãs Sanderson; três anos mais tarde, a cidade de Salem comemorou o 25º aniversário do longa e inaugurou um parque temático em homenagem ao filme e ao fato da produção ter chamado vários turistas que notaram a relação entre as duas partes.
A cereja do bolo veio há pouco tempo: em 2020, a Walt Disney anunciou que, em virtude do pedido constante de vários membros do elenco e de inúmeros fãs ao redor do mundo, estava trabalhando em uma merecida sequência – com Midler, Parker e Najimy reprisando os papéis do longa original. Com poucas informações reveladas, sabe-se que a continuação terá direção de Anne Fletcher(‘A Proposta’) e que Jen D’Angelo ficará responsável pelo roteiro – se tornando, em poucos meses, um dos títulos mais aguardados de 2022.
É notável como ‘Abracadabra’ teve uma jornada interessante, passando de um dos grandes fracassos da Casa Mouse a uma injustiçada iteração que começou a ter reconhecimento muito tempo depois – e, para aqueles que ainda têm dúvida sobre conferi-lo ou não, deixo abaixo uma das cenas mais icônicas e divertidas para que assistam e tirem as próprias conclusões.
Descrito como uma “sequência ao clássico de Halloween de 1993”, o novo filme contará com o retorno de Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy como as icônicas Irmãs Sanderson.
Doug Jones também reprisará seu papel como Billy Butcherson.
“Já faz 29 anos desde que alguém acendeu a Chama da Vela Negra e ressuscitou as irmãs do Século XVII, que foram executadas por praticar bruxaria, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a um trio de três adolescentes descobrir como impedir que as bruxas causem um novo caos na cidade de Salem antes da meia-noite de Halloween.”
O Mês do Orgulho LGBTQIA+ ainda não acabou – e é sempre bom relembrarmos as grandes produções que vêm dominando os streamings nos últimos anos e que apresentam uma visibilidade considerável e livre de estereótipos para uma das minorias da sociedade que sofrem preconceito dia após dia.
Pensando nisso, preparamos mais uma matéria especial elencando os melhores e mais recentes filmes e séries queer para você conferir nos streamings – focando essencialmente nas produções lançadas nesta década (isto é, de 2020 até 2022).
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
BEM-VINDO À CHECHÊNIA (2020)
Onde assistir: HBO Max
Trazendo conversas com inúmeros refugiados da comunidade queer e suas experiências de quase morte, a produção do longa sofreu complicações pela proteção dos entrevistados. Entretanto, em vez de utilizar técnicas convencionais de mascarar o rosto dos participantes, o diretor optou por utilizar substituições faciais com avançados efeitos visuais – principalmente por seu desejo de colocar rostos reais nas histórias.
Em 1820, no Reino Unido, a paleontóloga Mary Anning faz importantes descobertas científicas de fósseis marinhos de amonite, um tipo de molusco, ao longo do Canal da Mancha. Lá, ela conhece e vive um romance com uma jovem londrina que vive junto ao mar enquanto sua saúde se recupera.
Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, ‘The Wilds’ segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.
‘Generation’ segue um grupo de alunos do ensino médio que vive em Orange County, na Califórnia, e explora sexualidade, amor, família e amizade no mundo moderno e tecnológico ao seu redor. Chester é um rapaz que começa a atrair a atenção do novo conselheiro da escola. Por sua vez, Greta percebe que não pode fazer muito fora de casa sem que sua tia descubra. Nathan decide se afastar de sua irmã gêmea Naomi quando segredos vêm à tona, mas está confiante de que Chester vai melhorar seu dia. Já Arianna, a rica e desbocada melhor amiga de Naomi, tenta esconder suas inseguranças com piadas preconceituosas. É nessa comunidade conservadora que todos eles vão lutar para encontrar seu lugar no mundo, colocando à prova crenças e convicções morais – como as de Megan, uma mulher que sofre de TDAH e que não poderia discordar mais das visões dos filhos Naomi e Nathan.
Na série ‘Young Royals’, quando o príncipe Wilhelm precisa se ajustar à vida em seu prestigioso colégio interno, Hillerska, ele começa a perceber que seguir seu coração nem sempre é uma escolha fácil, necessitando lidar com algumas situações mais desafiadoras do que o previsto.
APRESENTANDO, NATE (2022)
Onde assistir: Disney+
Nate Foster, de 13 anos, é um garoto impopular que nutre fantasias vívidas de se tornar uma grande estrela musical da Broadway. No entanto, Nate não consegue nem mesmo um papel decente nas produções dramáticas de seu ensino médio, sendo escalado como uma árvore em vez do papel principal que ele deseja. Quando ele e sua melhor amiga Libby planejam uma viagem ousada a Nova York, sem o conhecimento de seus pais, para uma audição para “Lilo & Stitch: The Musical”, Nate pode estar prestes a realizar seu sonho de toda a vida. Mas, primeiro, ele tem que superar uma série de obstáculos cômicos que ameaçam sua aventura na Broadway com um desastre a cada passo em falso.
Na adorável e elogiada adaptação de ‘Heartstopper’, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.
ORGULHO E SEDUÇÃO (2022)
Onde assistir: Star+
Ambientado em um destino de férias gay perto de Long Island, Nova York, ‘Orgulho e Sedução’ é uma comédia romântica moderna que tem um olhar diversificado e multicultural do mundo queer. Inspirado nos dilemas atemporais do clássico ‘Orgulho e Preconceito‘ de Jane Austen, a história gira em torno de dois melhores amigos que decidem embarcar em uma lendária aventura de verão com a ajuda de um vinho rosé barato e seu eclético grupo de amigos.
Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope. Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.
Em ‘Meu Namorado Fake’, Andrew está em apuros. Além de ter que superar o término com o namorado, ele ainda tem que despistar o intrometido tóxico de seu dia-a-dia. Enfim, só não consegue ficar longe do boy tóxico. Com dó do amigo emocionado, seus amigos intrometidos decidem ajudá-lo criando “Cristiano”, um namorado falso perfeito nas redes sociais. Enquanto Cristiano vai viralizando na internet e se torna uma sensação mundial, Andrew conhece seu cara dos sonhos da vida real, Rafi, um charmoso dono de restaurante. Agora, Andrew deve encontrar uma maneira de acabar com a falsa aventura, fugir de seu ex ciumento e conquistar o coração de Rafi.
Segundo a Variety, o clássico e adorado longa-metragem dos anos 1980 vai ganhar um remake seriado pelo Disney+ e, segundo o produtor Gail Berman, vai acompanhar um grupo de aspirantes a realizadores cinematográficos que tentam recriar o filme comandado por Richard Donner, cena a cena.
Em entrevista ao site em que estão, Berman contou que a ideia nasceu de uma conversa envolvendo uma premissa similar, mas sobre outra icônica produção – ‘Os Caçadores da Arca Perdida’.
“Esta é uma parceria entre mim, a Amblin e Lauren Shuler Donner. Quando eu estava na Paramount, havia esses meninos fazendo um filme sobre ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, um remake cena a cena. Fez certo barulho à época e o estúdio ficou bastante chateado com isso”, ele contou. “Eu achava que era uma ideia incrível e ela sempre ficou na minha cabeça – como você pode pegar uma ideia assim e transformá-la em uma série de televisão?”.
Berman continua: “nós precisávamos de um roteirista incrível e ótimos parceiros, então levamos a ideia à Amblin e eles amaram. Sarah Watson é a nossa criadora. A série é uma história sobre uma cidade e uma família pelas lentes de ‘Friday Night Lights’, e é lá que eles recriam ‘Os Goonies’“.
O projeto é intitulado ‘Our Time’ e, além das informações supracitadas, nenhum outro detalhe foi revelado.
Lembrando que o filme original está disponível na HBO Max.
Seguindo um misterioso mapa do tesouro por incríveis passagens subterrâneas, traiçoeiras armadilhas e um antigo navio pirata cheio de dobrões de ouro, os garotos correm para ficar um passo a frente de uma família de caras maus…e um amável monstro com um rosto que só uma mãe poderia amar.
Lançado em 1985, o longa se transformou um ícone infantil ao longo das gerações, se tornando também um dos filmes mais exibidos no quadro Sessão da Tarde, da emissora Globo.
Dirigido por Donner, a partir de uma história nascida da mente de Steven Spielberg, a comédia familiar foi responsável por lançar a carreira dos atores Sean Astin e Josh Brolin e Corey Feldman.
‘Os Goonies‘ mostra as aventuras de crianças e adolescentes na busca do tesouro do pirata Willy Caolho para salvar suas famílias da crise financeira.
O segundo filme, que fora cancelado, iria trazer toda a turma do primeiro (já adulta, claro) e seus filhos, que teriam que fazer a mesma coisa que seus pais: salvar a cidade.
Em entrevista ao Screen Rant, os roteiristas Jake Thornton e Ben Lustig falaram das principais inspirações por trás da aguardada e ambiciosa fantasia de ação ‘A Princesa’, estrelada por Joey King.
A dupla revelou que pegaram referências de duas icônicas torres fictícias para construir a ambientação da trama: a prisão fabulesca de Rapunzel e o apartamento luxuoso do longa ‘Operação Invasão’, de Gareth Evans.
“Bom, é engraçado que você diz Rapunzel encontra ‘Operação Invasão’, porque foi a ideia inicial. Eu e Ben estávamos esperando para entrar numa reunião dois ou três anos atrás e Ben literalmente disse: ‘e se fizéssemos Rapunzel misturado com ‘Operação Invasão’, com uma princesa no topo de uma torre que luta para sair, em vez de um grupo de policiais lutando para chegar ao topo da torre?’. Quando ouvi isso, eu fiquei: ‘sim, temos um filme aqui'”, Thornton contou.
Ele continua: “o que eu mais amei sobre isso foi o risco que tomamos, visto que a princesa está presa na torre, mas fazendo algo que nunca vimos antes”.
Lembrando que o filme estreia no Star+ no dia 22 de julho.
Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’ e ‘Operação Invasão’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.
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