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Evan Rachel Wood detalha os abusos de Marilyn Manson no trailer LEGENDADO de ‘Phoenix Rising’

A HBO Max divulgou o trailer legendado do documentário ‘Phoenix Rising: Renascendo das Cinzas‘, que mostra a atriz Evan Rachel Wood (‘Westworld’) falando detalhadamente sobre os abusos que sofreu nas mãos do cantor Marilyn Manson.

Confira:

Dividido em duas partes, o documentário será lançado no serviço de streaming no dia 22 de março.

A produção usa a história de Wood como base para falar das várias mulheres que denunciaram os mesmos crimes do músico. A produção tem direção da cineasta Amy Berg (‘Livrai-nos do Mal‘).

Evan Rachel Wood também acusou Manson de estupro durante filmagens de videoclipe em 2007. “Nunca concordei com aquilo; Heart-Shaped Glasses; Manson começou a penetrar de verdade quando as câmeras começaram a filmar”.

Toda acusação também inclui o uso de bebidas alcoólicas para deixar a atriz dopada e “quase inconsciente” para reagir aos atos de Manson. Ela afirma que nunca esteve em um “set profissional até aquele dia. Era um caos completo e eu não me senti segura. Ninguém estava cuidando de mim.”

Contudo, Manson negou o estupro em nota enviada à People pelo advogado Howard King: “Brian Warner [Manson] não fez sexo com Evan naquele set, e ela sabe que é verdade.” Ao menos 15 mulheres acusaram Marilyn de assédio. Entre elas estão a atriz Esmé Bianco (Game of Thrones), ex-namorada, e a ex-assistente do astro, Ashley Walters. Ele negou todas as alegações, chamando-as de “terríveis distorções da realidade.”

Confira o novo trailer de ‘Tokyo Vice’, série da HBO Max que marca o retorno de Michael Mann, diretor de ‘Fogo Contra Fogo’

E finalmente foi divulgado o trailer de ‘Tokyo Vice‘, aguardada série de Michael Mann (‘O Informante‘) que vai estrear na HBO Max a 7 de abril.

Veja o novo trailer inédito:

Na trama de ‘Tokyo Vice‘, acompanhamos o jornalista Jake Adelstein, um repórter americano que, enquanto trabalhou para o jornal japonês Yomiuri Shinbun, cobriu alguns dos crimes do chefe da Yakuza, Tadamasa Goto.

O show é uma investigação detalhada do trabalho de Adelstein, que foi frequentemente ameaçado de morte e que teve de sacrificar socialmente a sua vida para fazer o seu trabalho.

O elento tem nomes conhecidos como Ansel Elgort (‘Baby Driver‘), Ken Watanabe (‘Godzilla: Rei dos Monstros‘) e Rinko Kikuchi (‘Pacific Rim‘).

Michael Mann entra como showrunner.

‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no trailer COMPLETO do reality show; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo do reality ‘The Kardashians‘, que acompanhará o clã Kardashian-Jenner.

Confira:

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’: Confira os primeiros 10 minutos do filme, com a presença do Demolidor

Próximo de chegar nas plataformas digitais, a Marvel Studios divulgou os primeiros 10 minutos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

A prévia divulgada mostra o exato momento em que J. Jonah Jameson (J. K. Simmons) revela a identidade secreta do Spidey. A partir daí, Peter Parker (Tom Holland) precisa lidar com toda a bagunça. O herói procura o advogado Matt Murdock (Charlie Cox), que é secretamente o Demolidor, para aconselhá-lo.

Confira o vídeo abaixo:

O terceiro filme do Cabeça de Teia segue em cartaz nos cinemas brasileiros, e já arrecadou mais de US$1,8 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. O longa deve chegar ainda este ano ao catálogo da HBO Max. Ainda não há informações sobre quando será o lançamento em DVD e Blu-ray.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Red: Crescer é uma Fera’: Disney+ lança ‘O Abraço do Panda’, documentário sobre o novo SUCESSO da Pixar

Os fãs da nova produção Disney/Pixar, ‘Red: Crescer é uma Fera‘, ganharam um presente super especial, pois o serviço de streaming da Casa do Mickey anunciou nesta segunda-feira (14) que o documentário ‘O Abraço do PandaA Fera Vermelha‘ já está disponível na plataforma.

Dirigido por Domee Shi e tendo no elenco talentos como a voz de Sandra Oh (‘A Anatomia de Grey‘) e outros, o novo filme coleciona excelentes críticas no mundo todo, muito por sua nova e deliciosa abordagem sobre a passagem pela adolescência. Para completar a aventura, os fãs agora podem ter uma visão ainda mais profunda sobre o mundo de Meilin e seu esquadrão de amigos estelares.

“Viaje com a primeira equipe totalmente feminina da Pixar, enquanto eles criam um filme sobre crescer e abraçar o seu panda interior”, diz o pôster do documentário.

Essa espécie de making-of especial segue a diretora Domee Shi, a produtora Lindsey Collins, a supervisora ​​de efeitos visuais Danielle Feinberg e a designer de produção Rona Liu ao longo dos últimos anos, enquanto trabalhavam para dar vida ao filme.

“Vamos gastar de quatro a cinco anos de nossas vidas nisso ⏤ temos que fazer algo grande!”, declara a diretora no trailer oficial postado na conta do Instagram da Disney Plus.

O filme marca a estreia de Shi dirigindo um longa-metragem da Pixar, após o seu curta animado, ‘Bao‘, vencer o Oscar de 2018. É também o primeiro filme da Pixar onde os papéis principais são estrelados por mulheres.

Confira nossa crítica em vídeo do filme:

‘Homem-Aranha 3’: Planador do Duende Verde seria muito mais ASSUSTADOR; Veja!

Em seu perfil do Instagram, o ilustrador da Marvel Josh Nizzi compartilhou uma interessante arte conceitual de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

A imagem mostra que o planador do Duende Verde (Willem Dafoe) seria bastante diferente da versão oficial, com uma carroceria mais robusta e com a icônica máscara do vilão na parte frontal.

Na legenda, o artista escreveu:

“Fiquei decepcionado quando este é o design do planador do Duende Verde foi removido de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’. Usando peças da tecnologia Stark, como os drones do Mysterio, o vilão iria atualizar seu planador. Fiquei super feliz com a ideia dele colocar sua máscara na frente em referência aos quadrinhos. Ajuda a fazê-lo parecer louco também. No final, acho que eles fizeram a escolha certa com os cortes – mas ainda amo esse design.”

Confira:

Falando nisso, uma das maiores críticas à sequência foi a ausência de uma revanche entre o Duende e o Peter Parker de Tobey Maguire.

Ao longo do filme, os personagens nem tiveram um momento cara a cara.

No entanto, uma fan page do Twitter dedicada a novidades sobre a Marvel divulgou imagens inéditas os bastidores revelando que haveria um confronto entre eles, de fato.

Infelizmente, não se sabe porque a cena foi deletada, mas é possível que seja explicado no Blu-ray do filme, que chega às prateleiras em 12 de abril 

Confira as imagens:

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já faturou US$ 1,8 bilhão pelo mundo.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Sonic 2 – O Filme’: ELETRIZANTE trailer final traz mais sobre Knuckles e o vilão Robotnik

A aguardada continuação ‘Sonic 2 – O Filme‘ recebeu nesta segunda-feira (14) o seu trailer final. O filme produzido pela Paramount vai apresentar conhecidos personagens da série de games, como Knuckles, além de explorar relação do ouriço azul com o seu parceiro Tails, outra figura marcante da franquia.

Neste vídeo é destacado principalmente o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey), que se aliou ao Knuckles para coletar a desejada esmeralda do caos. O novo trailer começa com Sonic descendo montanha com neve em um snowboard. O herói fugia de robôs e carregava Tails até passar por portal e aparecer em uma festa de casamento.

Assista o trailer completo e dublado:

Na trama, após conquistar poder da esmeralda, Robotnik enfrenta diversos policiais com traje novo. Além disso, é possível acompanhar alguns dos cenários inéditos, com diversas alusões aos primeiros games clássicos.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de abril.

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta a Idris Elba, que será Knuckles.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘Doutor Estranho no Multiverso a Loucura’: Artes oficiais detalham os visuais dos principais personagens; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades sobre os filmes da Marvel compartilhou novas artes oficiais de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Além de mostrar as variantes de Stephen Strange (Benedict Cumbertbatch), as artes também destacam os personagens coadjuvantes da sequência.

Entre eles, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), Wong (Benedict Wong), America Chavez (Xochtl Gomez), Mordo (Chiwetel Ejiofor) e Rintrah (Adam Hugill).

Confira:

Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ estreia nos cinemas nacionais em 05 de maio de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Há algumas semanas, a Marvel Studios divulgou uma nova sinopse, revelando mais detalhes da trama.

Confira:

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.

O insider KC Walsh também compartilhou no Twitter um rumor apontando que a narrativa terá diversas mortes.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ terá uma contagem impressionante de mortes – e vai usar suas variantes para um bem maior. Amo o que estou ouvindo”, ele escreveu.

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

 

Criador de ‘Round 6’ confirma retorno de [SPOILER] 2ª temporada

Após o estrondoso sucesso de ‘Round 6‘, o criador da série Hwang Dong-hyuk vem atualizando a imprensa sobre os planos para a 2ª temporada.

E, enquanto participava do Critics Choice Awards, Hwang conversou com a Variety sobre o roteiro dos próximos episódios.

Infelizmente, ele disse que ainda não há nada escrito, mas já tem tudo planejado em sua mente.

“Está aqui. Não na página, está aqui“, explicou ele, apontando para a própria cabeça, e continuou dizendo que há muitos segredos sendo mantidos sobre a nova temporada.

Aproveitando a ocasião, ele confirmou que o personagem de Lee Jung-jae retornará para uma grande jornada heroica.

“É tudo um segredo. Não posso contar nada”, continuou Hwang.“Mas Gi-hun vai voltar para fazer algo significativo pelo mundo ao seu redor.”

Confira:

“O criador de #Round6, Hwang Dong-hyuk, provoca os planos para a segunda temporada da sensação global. ‘Está aqui’, diz ele apontando para sua cabeça. ‘Não na página.'”

Anteriormente, o cineasta confirmou que ele a Netflix já estão discutindo planos também para a 3ª temporada.

Durante uma entrevista para o Korea Times, Hwang disse o seguinte:

“Já estou conversando com a Netflix sobre os próximos passos, sobre a segunda e a terceira temporada, para ser mais claro. O que posso afirmar com certeza é que chegaremos a uma conclusão em breve.”

Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6 foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.

Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Confira o trailer da série:

 

Artigo | Os 10 anos de ‘Valente’, o arriscado conto de fadas da Pixar

A mitologia escocesa sempre foi alvo de grande exploração pelas inúmeras vertentes artísticas, seja no teatro, na literatura, no cinema ou na televisão. Sua incrível e insuperável gama céltica de personagens e criaturas lendárias espalhou-se através dos séculos para os quatro cantos do planeta e influenciou subculturas e até mesmo narrativas urbanas que conseguiram conduzir de forma extraordinária a atemporalidade primordial do povo anglo-saxônico.

Conhecendo o alto-escalão criativo dos estúdios Pixar, e sua incrível paixão pela universalidade, era meio de se esperar que, após entregarem obras-primas como a franquia Toy Story’ ou uma épica e emocionante jornada do herói com Up – Altas Aventuras’, a equipe partisse para algo mais histórico, mantendo a magia inquestionável de produções audiovisuais atemporais enquanto procurava pela expansão de seu legado inquestionável.

O resultado foi um dos longas-metragens com intenções tão puras quanto a própria história das grandiloquentes narrativas do povo do qual puxa inspiração. Valente, um título que já indica o que poderemos encontrar nas florestas e castelos nórdicos de outrora, gira em torno de uma jovem garota que passa – ou tenta passar – por uma das transformações mais intrínsecas e mais irreversíveis de sua vida, ainda que os deslizes de sua produção por vezes se tornem gritantes e o afastem da tangência perfeccionista dos predecessores. Entretanto, a caracterização de cada um dos personagens, dos cenários e até mesmo da atmosfera sinestésica é algo a ser ovacionado pelo time – principalmente se levarmos em consideração a “lição de moral” buscada pelo filme.

AY, LASSIE

Valente começa com um breve prólogo. Diferentemente de outros filmes do estúdio, o prefácio narrativo-visual entra como uma base histórica tanto para o background das personagens e não de quem cada um é, visto que estamos tratando de humanos como protagonistas. Aqui, conhecemos a família regente das Terras Altas da Escócia, a qual é formada por Merida (Kelly Macdonald), Fergus (Billy Connolly) e Elinor (Emma Thompson). Os três representam a famosa trindade real a povoar os diversos clãs da própria história do Reino Unido, além de serem caracterizados como tais: enquanto o patriarca da família é robusto e atrapalhado, a matriarca se mostra como uma figura muito mais imponente para elevar-se ao status de rainha, além de ter pulso firme com a filha para transformá-la em um “espelho”.

Entretanto, nem tudo são flores para a família – afinal, em se tratando de misticismo, a mitologia céltica é uma das pioneiras em criar cenários assombrosos para seus personagens, e é óbvio que Valente não ficaria fora disso. Elinor e Merida acreditam piamente nas forças místicas que estão em constante observância dos meros mortais, e são bombardeadas pela ferrenha descrença do pai, cujo treinamento bélico o transformou em um visível e claro estereótipo do milenar guerreiro galês, preferindo-se manter-se à mercê do crível em vez da fé. Tudo segue uma ordem natural, até que um dos primeiros antagonistas do longa aparece, na gigantesca e amedrontadora forma de Mor’du, um urso negro com a força de dez homens e que há tempos aterroriza as terras onde vivem.

O último frame dessa sequência inicial é Fergus sendo atacado pelo inimigo, e o embate entre os dois começa segundos antes da entrada do título. O mais correto a se pensar seria que este personagem encontrou seu fim nos cinco minutos iniciais do filme, mas na verdade ele apenas perdeu a perna direita, como passamos a saber momentos depois. Agora, Merida é uma hábil adolescente versada nas artes do arco-e-flecha, além de puxar a inclinação de sua família para as lutas. Sua independência emerge na tela quando a vemos montando seu cavalo e saindo em disparada por entre a densa floresta que cerca sua moradia, atirando de forma certeira nos diversos alvos espalhados por aí. Um dos principais pontos a serem discutidos aqui é o modo como o roteiro assinado por Brenda Chapman preza pela conexão entre homem e natureza, trabalhando até mesmo a concepção visual nos diálogos e nos solilóquios proferidos pela protagonista.

A organicidade indissociável entre os elementos que vemos em tela é um dos ápices da animação: o trabalho com que até as árvores – todos as espécies que conseguimos encontrar – e os animais são delineados entra em contraste com a perfeição quase renascentista das construções humanas. Apesar das personalidades lineares e bem definíveis no início do filme, cada um possui traços únicos que os transformam em idealizações arquetípicas para cada uma das facetas humanas, seja na coragem, na rebeldia, no autocontrole ou na submissão.

Merida seguiu o passo do pai em relação à busca de sua identidade, vivendo sua vida sem se preocupar com as consequências de seus atos e tornando-se uma bolha de enclausuramento e proteção contra o mundo externo. Enquanto isso, Elinor constantemente a vigia, tentando transformá-la em uma cópia mais jovem de si mesma ao ensiná-la táticas de guerra, etiqueta, esgrima, leitura e tudo o que for possível, transmitindo-lhe o conhecimento que guarneceu durante anos e que finalmente agora pode passar para a próxima geração. E é aqui que a complexidade familiar se eleva a mais um nível por breves momentos ao discorrer sobre a diferença etária e mental entre mãe e filha.

E por que digo que essa análise um pouco mais profunda é breve? Bom, simplesmente pelo fato das disputas familiares entre dois membros da família se constituírem como um dos temas-base de diversos longas-metragens – a ponto de se tornar batido e passível de resgatar clichês do gênero. O interessante aqui, e outro ponto a ser aplaudido, é como a narrativa consegue transportar este tema tão contemporâneo e ainda visto em comédias românticas, por exemplo, para a primitiva e pitoresca “não-sociedade” ortodoxa escocesa da Idade Média, além de colocar elementos da cultura pop em algumas sequências dialogais engraçadíssimas.

As coisas ficam mais tensas quando Elinor anuncia em pleno jantar que a aliança entre os clãs das Terras Altas deve ser reafirmada com o casamento de Merida com um dos três primogênitos dos outros governantes, trazendo um misto de asco e descontentamento por parte desta. Afinal, a protagonista nunca se viu necessitada de firmar laços matrimoniais, prezando pela liberdade e por sua eminente ascendência à Rainha, mesmo que isso quebrasse as tradições da família. A fagulha se transforma num incêndio ideológico após Merida tornar-se uma das próprias pretendentes numa competição de arco-e-flecha, enfrentando o autoritarismo de sua mãe em detrimento de reafirmar independência. Após isso, as duas têm uma discussão “calorosa” que resulta numa brusca quebra da posição mãe e filha, colocando-as em patamares antagônicos.

BOA NOITE, MAMÃE

É comum em diversas narrativas adolescentes, e até mesmo na vida real, que o desvirtuamento do conceito mais tradicionalista de família encontre seu ápice em uma terceira parte dentro da jornada que normalmente é associada ao símbolo do falso do guardião ou da ajuda externa não premeditada, carregada com um simbolismo que atuará nas consequências dos atos seguintes do longa-metragem até que as peças principais encontrem a tão aguardada epifania. Em Valente, Merida encarna todas essas saídas formulaicas do classicismo literário com um toque místico ao sair cavalgando pelas florestas de seu reino até ser dramaticamente levada para um círculo de pedras.

O arquétipo deste guardião inesperado vem na figura da Bruxa, interpretada pela sempre bem-vinda presença de Julie Walters como mais um dos personagens mais carismáticos do cinema. Essa personagem é uma mistura híbrida de uma profissional da publicidade com uma soturna sabe-tudo que não deseja que seus segredos sejam escondidos. Sua caracterização cênica nos relembra da Rainha Má de Branca de Neve e os Sete Anões’ (1937), com o nariz pontudo, a postura arqueada e as verrugas no rosto; mas suas nuances construtivas resgatam pontuais inclinações para outros personagens cômicos, até mesmo Madame Mim (A Espada Era a Lei’, 1963). Entretanto, estamos focando em sua imprescindível importância para o desenrolar da história e do fechamento do primeiro ciclo.

A Bruxa, não tendo nome próprio por razões óbvias, é uma anciã, uma sábia, que conhece de longe o desespero humano e sabe como aproveitar das fraquezas daqueles à sua volta para benefício individualista. Entretanto, em dissonância de outros “pseudo-vilões” do cinema, ela não deseja utilizar de seus poderes para ajudar Merida, mas sim que ela vá embora e resolva seus problemas. Apesar disso, a garota consegue convencê-la a ajudar, criando um feitiço que mudará o destino dela e de sua mãe. Mas o que ela não esperava é que essa mudança seria levada ao pé da letra.

Talvez seja aqui que o potencial brilho de Valente encontre obstáculos e não saiba como ultrapassá-los, preferindo uma saída segura ao invés de uma original e que honre completamente o legado dos estúdios. A narrativa principal segue uma ordem cronológica que consiste em apenas dois dias, mas que se transforma em um período muito maior por sua previsibilidade, incluindo as descobertas feitas pela filha e pela mãe – com algumas breves e exceções. Assim que retorna para casa, Merida entrega o feitiço para Elinor (na forma de um bolinho de frutas), o qual a transforma em… Um urso. É irônico que a literalidade de seu pedido tenha alcançado um aglomerado de futuros problemas, incluindo a sede insaciável de seu pai em eliminar seu arqui-inimigo, que é um urso, e sua devoção à esposa, que tragicamente se transformou em um deles.

O desbotamento de tais viradas vem com a constante “homenagem” a uma das obras mais adoráveis e atemporais – no tocante premissivo – do panteão Disney/Pixar: Sexta-Feira Muito Louca’. É engraçado citar este longa-metragem nem um pouco presunçoso e que consegue arquitetar um microcosmos satisfatoriamente consistente para as duas personagens principais, que são releituras predecessoras de Merida e Elinor. Ganhando um remake nos anos 2000, o filme supracitado conta a história de como um relacionamento à beira da destruição sofre um baque inesperado quando mãe e filha trocam de corpo após desejarem que uma entendesse o lado da outra. Claro, as protagonistas de Valente não passam por esse problema, mas nenhuma esperava ser levada ao pé da letra.

Após saírem em mais uma jornada para reencontrarem a Bruxa, as duas percebem que cabe a elas remendarem os laços de seu relacionamento destrutivo e conturbado para que a maldição seja quebrada e a ordem seja restaurada. É fácil pensar nas soluções encontradas pela animação, incluindo beats de constante endossamento maternal e hierárquico, mas com pinceladas de uma modernidade que definitivamente não veríamos em outro filme de época.

A imperdoabilidade do filme vem ao final do terceiro ato. Elinor e Merida entram em constante conflito por serem essencialmente contraditórias: enquanto esta é uma rebelde mimada que não aceita que outros lhe deleguem tarefas ou ordens, ainda que permaneça fiel aos seus princípios e queira encontrar seu lugar dentro de uma família complicada, aquela busca suas inspirações em prováveis gerações passadas para fincar a marca feminina dentro de uma sociedade comandada por homens. A ideia era que as viradas epifânicas tornassem-na mais maduras, mas a verdade é que nenhuma das duas muda; a permanência em confortáveis casulos encontra um momento de alívio antes de reemergirem e trazerem um desfecho inaceitável.

CANTE A CANÇÃO

Valente é o primeiro conto de fadas dos estúdios Pixar e, por isso, sofre várias alterações em relação aos longas-metragens anteriores. Os deslizes são claros e tornam a obra inconstante e nos deixam irritados e ao mesmo tempo com um gostinho de quero mais, principalmente no tocante ao soberbo misticismo da mitologia escocesa, que realmente poderia ser mais explorada pelo roteiro.

Entretanto, devemos levar em consideração que esta narrativa é muito mais sombria e mais “madura” no sentido ao desenvolvimento heroico, ainda que não tenha alcançado sua potencialidade total, de filmes do gênero, colocando-o em uma equiparação quase paradoxal a animações clássicas. Uma jogada arriscada e que, apesar de não ter funcionado muito bem, até chega a emocionar – só não do modo como deveria.

Critics’ Choice Awards 2022 | Troy Kotsur leva o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por ‘No Ritmo do Coração’

No Ritmo do Coração (‘CODA’), se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Troy Kotsur repetiu seu feito no SAG Awards 2022 e no BAFTA e levou para casa a estatueta do Critics’ Choice de Melhor Ator Coadjuvante, tornando-se favorito para conquistar o Oscar na mesma categoria.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Sian Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Critics’ Choice Awards 2022 | Jessica Chastain leva o prêmio de Melhor Atriz por ‘Os Olhos de Tammy Faye’

A cinebiografia ‘Os Olhos de Tammy Faye‘ (The Eyes of Tammy Faye) foi bastante elogiada pelas icônicas performances – e Jessica Chastain roubou a atenção das premiações.

No Critics’ Choice Awards, Chastain conquistou o prêmio de Melhor Atriz por sua aclamada atuação, repetindo o feito do SAG Awards e se tornando a favorita para também levar o Oscar para casa.

Na trama, Andrew Garfield interpreta Jim Bakker, marido de Tammy, e é acompanhado de um elenco formado por Cherry JonesFredric LehneMark WystrachSam JaegerGabriel Olds e Vincent D’Onofrio.

O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’).

Nos anos 1970 e 1980, Tammy Faye e seu marido, Jim, ascenderam de raízes humildes para criar a maior rede televisiva e o maior parque de diversões do mundo – reverenciados por mensagens de amor, aceitação e prosperidade. Tammy Faye se tornou lendária também por seus cílios indeléveis, sua cantoria peculiar e sua necessidade de abraçar as pessoas de todas as partes. Entretanto, não demorou muito até que impropriedades financeis, rivais inescrupulosos e escândalos chocantes ameaçassem o império que construiu”.

Critics’ Choice Awards 2022 | Will Smith conquista a estatueta de Melhor Ator por ‘King Richard: Criando Campeãs’

O aclamado drama cinebiográfico King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith, é um dos favoritos para a temporada de premiações – e continua colhendo frutos de seu sucesso.

Smith levou para casa o prêmio de Melhor Ator no Critics’ Choice Awards 2022, repetindo o feito do SAG Awards, do Globo de Ouro e do BAFTA.

Lembrando que o filme já está disponível na HBO Max.

A inspiradora história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

O longa teve sua estreia oficial Festival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais avaliações:

“Green orquestra esses vários elementos em uma sinfonia que é uma homenagem aos pais trabalhadores, por mais difíceis que sejam, e para mostrar a história de origem que começa uma geração antes de nossos heróis se tornarem famosos”. – Monica Castillo, TheWrap

King Richard está perfeitamente sincronizado; seu desempenho é um lembrete excelente da carga singular de Smith, agarrando-se a um desafio poderoso com um compromisso emocionante”. – Richard Lawson, Vanity Fair

Will Smith consegue uma vitória com King Richard”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme incorpora frequentemente o seu mote de que a diversão sempre deve vir primeiro”. – David Ehrlich, indieWire

“Está longe de ser um filme perfeito, mas é tentador, graças ao tema forte e às caracterizações e performances nítidas”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

Critics’ Choice Awards 2022 | Ariana DeBose conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Amor, Sublime Amor’

Amor, Sublime Amor conquistou o coração do público e da crítica – e a estrela Ariana DeBose continua como um dos destaque da temporada de premiações.

Depois de ter levado para casa o Globo de Ouro, o SAG Award e o BAFTA, a atriz, que interpretou Anita na produção, conquistou o Critics’ Choice Award de Melhor Atriz Coadjuvante, mantendo-se como a favorita para ganhar o Oscar.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Critics’ Choice Awards 2022 | ‘Belfast’ leva três prêmios para casa, incluindo Melhor Roteiro Original

Belfast é o mais novo e aclamado drama do diretor Kenneth Branagh (‘Assassinato no Expresso do Oriente’) e, depois de faturar alguns prêmios no Globo de Ouro e no BAFTA, também levou três estatuetas no Critics’ Choice Awards 2022.

O filme conquistou as condecorações de Melhor Roteiro Original para Branagh, Melhor Ator Jovem para Jude Hill e Melhor Elenco.

O filme é produzido por Laura Berwick, Becca Kovacik e Tamar Thomas.

Belfast é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.

Jamie Dornan, Judi Dench, Ciarán Hinds e Jude Hill também estrelam.

Critics’ Choice Awards 2022 | ‘Ataque dos Cães’ fatura quatro prêmios, incluindo Melhor Filme

O aclamado drama ‘Ataque dos Cães‘ (The Power of the Dog), estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’), é um dos favoritos da temporada de premiações e levou nada menos que quatro Critics’ Choice Awards 2022.

O longa foi condecorado com a estatueta de Melhor Filme, enquanto Jane Campion levou para casa os prêmios de Melhor DireçãoMelhor Roteiro AdaptadoAri Wegner também saiu vitoriosa com a honraria de Melhor Fotografia.

Lembrando que a obra já está disponível na Netflix.

A trama acompanha dois irmãos muito ricos, Phil e George Burbank. O primeiro é brilhante e cruel, enquanto o segundo é meticuloso e gentil. Quando George se casa secretamente com uma viúva local, Phil sente inveja e tenta destruir o relacionamento a todo custo.

O filme é baseado no livro Thomas Savage.

Critics’ Choice Awards 2022 | Confira a lista completa de vencedores!

A Hollywood Foreign Press Association (HFPA) anunciou hoje (13) os vencedores da última edição do Critics’ Choice Awards.

Confira a lista completa de condecorados abaixo:

FILME

MELHOR FILME
Belfast
CODA
Não Olhe para Cima
Duna
King Richard
Licorice Pizza
O Beco do Pesadelo
Ataque dos Cães (VENCEDOR)
tick, tick…Boom!
Amor, Sublime Amor

MELHOR ATOR
Nicolas CagePig
Benedict Cumberbatch – Ataque dos Cães
Peter DinklageCyrano
Andrew Garfieldtick, tick…Boom!
Will SmithKing Richard: Criando Campeãs (VENCEDOR)
Denzel Washington – A Tragédia de Macbeth

MELHOR ATRIZ
Jessica ChastainOs Olhos de Tammy Faye (VENCEDORA)
Olivia ColmanA Filha Perdida
Lady GagaCasa Gucci
Alana Haim – Licorice Pizza
Nicole KidmanBeing the Ricardos
Kristen StewartSpencer

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Jamie Dornan – Belfast
Ciarán Hinds – Belfast
Troy Kotsur – CODA (VENCEDOR)
Jared LetoCasa Gucci
J.K. Simmons – Being the Ricardos
Kodi Smit-McPhee – Ataque dos Cães

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Caitriona Balfe – Belfast
Ariana DeBose – Amor, Sublime Amor (VENCEDORA)
Ann Dowd – Mass
Kirsten Dunst – Ataque dos Cães
Aunjanue Ellis – King Richard
Rita Moreno – Amor, Sublime Amor

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM
Jude Hill – Belfast (VENCEDOR)
Cooper Hoffman – Licorice Pizza
Emilia Jones – CODA
Woody Norman – C’mon C’mon
Saniyya Sidney – King Richard
Rachel Zegler – Amor, Sublime Amor

MELHOR ELENCO
Belfast (VENCEDOR)
Não Olhe para Cima
Vingança & Castigo
Licorice Pizza
Ataque dos Cães
Amor, Sublime Amor

MELHOR DIREÇÃO
Paul Thomas Anderson – Licorice Pizza
Kenneth BranaghBelfast
Jane CampionAtaque dos Cães (VENCEDORA)
Guillermo del ToroO Beco do Pesadelo
Steven SpielbergAmor, Sublime Amor
Denis Villeneuve – Duna

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Paul Thomas Anderson – Licorice Pizza
Zach Baylin – King Richard
Kenneth BranaghBelfast (VENCEDOR)
Adam McKay, David Sirota – Não Olhe para Cima
Aaron Sorkin – Being the Ricardos

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Jane CampionAtaque dos Cães (VENCEDORA)
Maggie Gyllenhaal – The Lost Daughter
Siân Heder – CODA
Tony Kushner – Amor, Sublime Amor
Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth – Duna

MELHOR FOTOGRAFIA
Bruno Delbonnel – A Tragédia de Macbeth
Greig Fraser – Duna
Janusz Kaminski – Amor, Sublime Amor
Dan Laustsen – O Beco do Pesadelo
Ari Wegner – Ataque dos Cães (VENCEDOR)
Haris Zambarloukos – Belfast

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Jim Clay, Claire Nia Richards – Belfast
Tamara Deverell, Shane Vieau – O Beco do Pesadelo
Adam Stockhausen, Rena DeAngelo – A Crônica Francesa
Adam Stockhausen, Rena DeAngelo – Amor, Sublime Amor
Patrice Vermette, Zsuzsanna Sipos – Duna (VENCEDOR)

MELHOR EDIÇÃO
Sarah Broshar e Michael Kahn – Amor, Sublime Amor (VENCEDOR)
Úna Ní Dhonghaíle – Belfast
Andy Jurgensen – Licorice Pizza
Peter Sciberras – Ataque dos Cães
Joe Walker – Duna

MELHOR FIGURINO
Jenny Beavan – Cruella (VENCEDORA)
Luis Sequeira – O Beco do Pesadelo
Paul Tazewell – Amor, Sublime Amor
Jacqueline West, Robert Morgan – Duna
Janty Yates – Casa Gucci

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM
Cruella
Duna
Os Olhos de Tammy Faye (VENCEDOR)
Casa Gucci
O Beco do Pesadelo

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Duna (VENCEDOR)
Matrix Resurrections
O Beco do Pesadelo
007: Sem Tempo para Morrer
Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

MELHOR COMÉDIA
Duas Tias Loucas de Férias
Não Olhe para Cima
Free Guy
A Crônica Francesa
Licorice Pizza (VENCEDOR)

MELHOR ANIMAÇÃO
Encanto
Flee
Luca
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (VENCEDOR)
Raya e o Último Dragão

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
A Hero
Drive My Car (VENCEDOR)
Flee
The Hand of God
The Worst Person in the World

MELHOR CANÇÃO
“Be Alive” – King Richard
“Dos Oruguitas” – Encanto
“Guns Go Bang” – Vingança & Castigo
“Just Look Up” – Não Olhe para Cima
“No Time to Die” – 007: Sem Tempo para Morrer (VENCEDORA)

MELHOR TRILHA SONORA
Nicholas Britell – Não Olhe para Cima
Jonny Greenwood – Ataque dos Cães
Jonny Greenwood – Spencer
Nathan Johnson – O Beco do Pesadelo
Hans Zimmer – Duna (VENCEDOR)

TELEVISÃO

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
Evil (Paramount+)
For All Mankind (Apple TV+)
The Good Fight (Paramount+)
Pose (FX)
Round 6 (Netflix)
Succession (HBO) (VENCEDORA)
This Is Us (NBC)
Yellowjackets (Showtime)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Sterling K. Brown – This Is Us (NBC)
Mike Colter – Evil (Paramount+)
Brian Cox – Succession (HBO)
Lee Jung-jae – Round 6 (Netflix) (VENCEDOR)
Billy Porter – Pose (FX)
Jeremy Strong – Succession (HBO)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Uzo Aduba – Em Terapia (HBO)
Chiara Aurelia – Cruel Summer (Freeform)
Christine Baranski – The Good Fight (Paramount+)
Katja Herbers – Evil (Paramount+)
Melanie Lynskey – Yellowjackets (Showtime) (VENCEDORA)
MJ Rodriguez – Pose (FX)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Nicholas Braun – Succession (HBO)
Billy Crudup – The Morning Show (Apple TV+)
Kieran Culkin – Succession (HBO) (VENCEDOR)
Justin Hartley – This Is Us (NBC)
Matthew Macfadyen – Succession (HBO)
Mandy Patinkin – The Good Fight (Paramount+)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Andrea Martin – Evil (Paramount+)
Audra McDonald – The Good Fight (Paramount+)
Christine Lahti – Evil (Paramount+)
J. Smith-Cameron – Succession (HBO)
Sarah Snook – Succession (HBO) (VENCEDORA)
Susan Kelechi Watson – This Is Us (NBC)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
The Great (Hulu)
Hacks (HBO Max)
Insecure (HBO)
Only Murders in the Building (Hulu)
The Other Two (HBO Max)
Reservation Dogs (FX on Hulu)
Ted Lasso (Apple TV+) (VENCEDORA)
O Que Fazemos nas Sombras (FX)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Iain Armitage – Young Sheldon (CBS)
Nicholas Hoult – The Great (Hulu)
Steve Martin – Only Murders in the Building (Hulu)
Kayvan Novak – O Que Fazemos nas Sombras (FX)
Martin Short – Only Murders in the Building (Hulu)
Jason Sudeikis – Ted Lasso (Apple TV+) (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Elle Fanning – The Great (Hulu)
Renée Elise Goldsberry – Girls5eva (Peacock)
Selena Gomez – Only Murders in the Building (Hulu)
Sandra Oh – The Chair (Netflix)
Issa Rae – Insecure (HBO)
Jean Smart – Hacks (HBO Max) (VENCEDORA)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Ncuti Gatwa – Sex Education (Netflix)
Brett Goldstein – Ted Lasso (Apple TV+) (VENCEDOR)
Harvey Guillén – What We Do in the Shadows (FX)
Brandon Scott Jones – Ghosts (CBS)
Ray Romano – Made for Love (HBO Max)
Bowen Yang – Saturday Night Live (NBC)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Hannah Einbinder – Hacks (HBO Max)
Kristin Chenoweth – Schmigadoon! (Apple TV+)
Molly Shannon – The Other Two (HBO Max)
Cecily Strong – Saturday Night Live (NBC)
Josie Totah – Uma Galera do Barulho (Peacock)
Hannah Waddingham – Ted Lasso (Apple TV+) (VENCEDORA)

MELHOR MINISSÉRIE
Dopesick (Hulu)
Dr. Death (Peacock)
It’s a Sin (HBO Max)
Maid (Netflix)
Mare of Easttown (HBO) (VENCEDORA)
Missa da Meia-Noite (Netflix)
The Underground Railroad (Amazon Prime Video)
WandaVision (Disney+)

MELHOR FILME PARA TV
Come From Away (Apple TV+)
List of a Lifetime (Lifetime)
The Map of Tiny Perfect Things (Amazon Prime Video)
Robin Roberts Presents: Mahalia (Lifetime)
Oslo (HBO) (VENCEDOR)
Zoey’s Extraordinary Christmas (The Roku Channel)

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Olly Alexander – It’s a Sin (HBO Max)
Paul Bettany – WandaVision (Disney+)
William Jackson Harper – Love Life (HBO Max)
Joshua Jackson – Dr. Death (Peacock)
Michael Keaton – Dopesick (Hulu) (VENCEDOR)
Hamish Linklater – Missa da Meia-Noite (Netflix)

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Danielle Brooks – Robin Roberts Presents: Mahalia (Lifetime)
Cynthia Erivo – Genius: Aretha (National Geographic)
Thuso Mbedu – The Underground Railroad (Amazon Prime Video)
Elizabeth Olsen – WandaVision (Disney+)
Margaret Qualley – Maid (Netflix)
Kate Winslet – Mare of Easttown (HBO) (VENCEDORA)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Murray Bartlett – The White Lotus (HBO) (VENCEDOR)
Zach Gilford – Midnight Mass (Netflix)
William Jackson Harper – The Underground Railroad (Amazon Prime Video)
Evan Peters – Mare of Easttown (HBO)
Christian Slater – Dr. Death (Peacock)
Courtney B. Vance – Genius: Aretha (National Geographic)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Jennifer Coolidge – The White Lotus (HBO) (VENCEDORA)
Kaitlyn Dever – Dopesick (Hulu)
Kathryn Hahn – WandaVision (Disney+)
Melissa McCarthy – Nine Perfect Strangers (Hulu)
Julianne Nicholson – Mare of Easttown (HBO)
Jean Smart – Mare of Easttown (HBO)

MELHOR TALK SHOW
The Amber Ruffin Show (Peacock)
Desus & Mero (Showtime)
The Kelly Clarkson Show (NBC)
Last Week Tonight with John Oliver (HBO) (VENCEDOR)
Late Night with Seth Meyers (NBC)
Watch What Happens Live with Andy Cohen (Bravo)

MELHOR ESPECIAL DE COMÉDIA
Bo Burnham: Inside (Netflix) (VENCEDOR)
Good Timing with Jo Firestone (Peacock)
James Acaster: Cold Lasagne Hate Myself 1999 (Vimeo)
Joyelle Nicole Johnson: Love Joy (Peacock)
Nate Bargatze: The Greatest Average American (Netflix)
Trixie Mattel: One Night Only (YouTube)

MELHOR SÉRIE EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
Acapulco (Apple TV+)
Call My Agent! (Netflix)
Lupin (Netflix)
La Casa de Papel (Netflix)
Narcos: México (Netflix)
Round 6 (Netflix) (VENCEDORA)

MELHOR SÉRIE ANIMADA
Big Mouth (Netflix)
Bluey (Disney+)
Bob’s Burgers (Fox)
The Great North (Fox)
Força-Queer (Netflix)
What If…? (Disney+) (VENCEDORA)

HOMENAGEM! Confira 10 grandes filmes da BRILHANTE carreira de William Hurt

William Hurt sempre foi um ator muito peculiar, ora possuía um comportamento calmo, ora era excêntrico, mas sempre curioso e apaixonado por sua profissão. Uma verdadeira estrela de cinema que sempre entregou papéis memoráveis por como conseguia construi-los, de maneira muito pessoal e diferente dos demais, e não importava o tamanho deles.

Hurt, que faleceu neste domingo (13) aos 71 anos, era um daqueles artistas que pareciam muito cultos e ao mesmo tempo empático, quer interpretasse figuras nobres, santos ou vilões manipuladores. Conhecidamente, o ator tinha desprezo pela indústria cinematográfica de Hollywood, mas nunca demonstrou desprezo pelo seu público. Tanto que atuou em filmes populares, de super-heróis, como o General Ross em longas da Marvel como ‘O Incrível Hulk’, ‘Capitão América: Guerra Civil’ e ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

O seu maior auge foi durante a década de 1980, quando viveu diversos papéis que variavam entre um cientista explorando os limites da consciência, ‘Viagens Alucinantes‘ (1980), a um escritor em luto (‘O Turista Acidental‘), resumindo, ele nunca parou de trabalhar. Ele já falou que tinha orgulho de encontrar satisfação em papéis no teatro por US$ 250 por semana e, recentemente, transformou uma aparição num episódio da série ‘Mythic Quest‘ uma visão comovente sobre fraternidade e os laços que nos unem.

No dia de sua partida, decidimos homenagear esse grande e único ator que já nos brindou com papéis inesquecíveis que merecem ser lembrados e redescobertos. Vendo, pelo menos, alguns desses filmes, você vai entender o porquê de William Hurt sempre ser tão prestigiado, mesmo com a sua personalidade forte e de ser assumidamente contra a indústria.

10 – Nos Bastidores da Notícia (1987)

O mestre James L. Brooks apresenta uma sátira inteligente do telejornalismo americano. Três ambiciosos profissionais do jornalismo, vividos por William Hurt, Albert Brooks e Holly Hunter, estão à solta na sala de imprensa de uma rede de TV onde suas vidas acabam irremediavelmente interligadas. ‘Broadcast News’ (no original) foi indicado a 8 Oscars, dentre eles, Melhor Filme, Diretor, Ator e Atriz.

09 – Viagens Alucinantes (1980)

Na trama, o respeitado cientista e professor de psicologia Edward Jessup (William Hurt) decidem combinar suas experiências em tanques de privação sensorial, com poderosas drogas alucinógenas, convencido de que isto poderá ajudar a desbloquear diferentes estados de consciência. As experiências são um sucesso no início, mas quando Jessup continua seu trabalho começa a experimentar alteração do estado mental e também físico. William Hurt foi indicado ao Globo de Ouro como Melhor Ator.

08 – Cortina de Fumaça (1995)

No bairro do Brooklin, em Nova Iorque, Auggie Wren (Harvey Keitel) tem uma tabacaria há mais de dez anos e um hábito peculiar: fotografar sua loja pelo lado de fora todos os dias. Apesar de aparentemente iguais, as fotos retratam detalhes de cada dia. Em sua rotina, Auggie conhece Paul Benjamin (William Hurt), um novelista desastroso que nunca mais publicou coisa alguma desde a morte da esposa e, Rashid Cole (Harold Perrineau Jr.), um jovem mentiroso que está à procura do pai. A partir do drama dos três, Auggie descobre que sua filha é viciada e está grávida – eles terão suas vidas interligadas e mudadas para sempre.

07 – Os Filhos do Silêncio (1986)

James Leeds (William Hurt) é um idealista professor de linguagem de sinais que gosta de usar métodos pouco convencionais. Na escola em que acaba de ser contratado ele conhece Sarah Norman (Marlee Matlin), uma mulher arredia e fechada que continua na escola mesmo após ter se formado. Ao perceber o medo que a jovem tem do mundo, ele tenta se aproximar e ajudá-la, e o que era um desafio profissional logo transforma-se em uma louca paixão.

Venceu o Oscar na categoria de Melhor Atriz, com Marlee Matlin, e foi indicado nas de melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhor actor (William Hurt) e melhor atriz coadjuvante (Piper Laurie).

06 – Mistério no Parque Gorky (1983)

Dirigido por Michael Apted, vemos na história investigador da polícia de Moscou (Hurt) precisa solucionar um triplo assassinato que aconteceu no Parque Gorky. Ele suspeita que ninguém quer que o caso seja realmente solucionado, além de começar a perceber que é algum tipo de conspiração que envolve a alta sociedade de Moscou e seus governantes. Foi indicado ao BAFTA e Globo de Ouro.

05 – Cidade das Sombras (1998)

Em uma cidade em que sempre noite, John Murdoch (Rufus Sewell) acorda sozinho em um hotel, para descobrir que perdeu sua memória e o principal suspeito de ser o autor de brutais e bizarros assassinatos. Ele passa então a ser implacavelmente perseguido por um inspetor (William Hurt), ao mesmo tempo em que conta com a ajuda do Dr. Pehreber (Kiefer Sutherland) para compreender o que está acontecendo. Ganhou o Bram Stoker Award e Saturn Award.

04 – O Turista Acidental (1988)

Macon Leary (William Hurt) é um metódico escritor de guias de viagens, que é abandonado por Sarah (Kathleen Turner), sua mulher, após a morte do único filho. A trágica e sem graça vida do escritor, que não gosta de viajar nem de viver, ganha uma nova luz quando conhece Muriel (Geena Davis), uma jovem e extrovertida divorciada.

No Rotten Tomatoes, o filme tem um índice de aprovação de 81% com base em 32 resenhas com o consenso de que “Generoso com as fraquezas e virtudes de seu personagem, o filme é um drama pensativo investido em uma visão das complicações dos relacionamentos”.

03 – O Reencontro (1983)

O filme mostra o reencontro de sete colegas da Universidade de Michigan, após dez anos da formatura, devido ao suicídio de um amigo em comum. A partir dessa reunião, eles iniciam um complexo balanço de suas vidas e muitos segredos e mentiras serão revelados. Recebeu três indicações, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Glenn Close) e Melhor Roteiro Original.

02 – Corpos Ardentes (1981)

Em uma pequena cidade da Flórida, durante um tórrido verão, Ned Racine (William Hurt), um advogado sem talento, se envolve com Matty Walker (Kathleen Turner), uma bela e sensual socialite casada, que é dotada de vários atributos físicos, mas desprovida de qualquer escrúpulo. Ned é tomado por uma paixão avassaladora e Matty o convence a assassinar Edmund (Richard Crenna), seu marido. Assim Ned se vê dentro de uma intrincada trama recheada de ameaças e incertezas, onde os dois planejam matar o marido dela para ficar com sua fortuna.

O filme também foi a estreia na direção de Lawrence Kasdan, que escreveu os roteiros de Os Caçadores da Arca Perdida e O Império Contra-Ataca. George Lucas foi um dos produtores, mas recusou crédito na tela, pois acreditava que o conteúdo picante da trama iria refletir seriamente sobre sua reputação familiar.

01 – O Beijo da Mulher-Aranha (1985)

Em uma prisão na América do Sul, dois prisioneiros dividem a mesma cela. Um é homossexual e está preso por comportamento imoral e o outro é um prisioneiro político. O primeiro, para fugir da triste realidade que o cerca, inventa filmes cheios de mistério e romance, mas o outro tenta se manter o mais politizado possível em relação ao momento que vive. Mas esta convivência faz com que os dois homens se compreendam e se respeitem.

O filme estreou no Festival de Cannes de 1985, onde Willian Hurt ganhou o prêmio de Melhor interpretação masculina e Babenco sendo indicado para a Palma de Ouro, sendo posteriormente lançado nos Estados Unidos em 26 de julho de 1985 e no Brasil em 13 de abril do ano seguinte. ‘O Beijo da Mulher Aranha’ recebeu elogios da crítica; com Hurt vencendo o Oscar e o BAFTA de Melhor Ator, além do ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, perdendo para Entre Dois Amores.

Diretora comenta sobre o retorno de [SPOILERS] em ‘Obi-Wan Kenobi’

A vindoura série dedicada a ‘Obi-Wan Kenobi‘ vai trazer de volta o protagonista Ewan McGregor e Hayden Christensen, intérprete de Anakin Skywalker/Darth Vader em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’.

Mas, além deles, a trama também resgata Joel Edgerton e Bonnie Piesse, intérpretes de Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker, vistos pela primeira vez em ‘Uma Nova Esperança’.

Para quem não se lembra, Edgerton e Piesse foram introduzidos em ‘O Ataque dos Clones’ e reprisaram os papéis na sequência.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, a diretora Deborah Chow elogiou a dupla e pareceu muito contente em ampliar a história daqueles que criaram o pequeno Luke.

“Percebo que os fãs estão muito animado com o retorno de Hayden, o que é incrível. Eu estava tão animado para trazê-lo de volta. E não apenas ele, mas Joel [Edgerton] e Bonie [Piesse]. Parte do que fez a série ainda mais especial é tê-los conosco, sabe? Personagens apresentados cronologicamente há 20 anos.”

Ela acrescentou que:

“Ao longo da história, o público vai perceber porque eles sempre foram tão protetores com Luke e porque Owen nutre uma desafeto por Obi-Wan. Acredito que eles sempre tiveram um papel essencial, na saga, mas aqui esses personagens vão ganhar uma carga ainda mais tocante do que tiveram antes [na trilogia prequel].”

Lembrando que a série é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Além dos astros mencionados, o elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Moses Ingram (‘O Gamito da Rainha’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Com estreia marcada para 25 de maio, ‘Ob-Wan Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Confira o trailer:

Pedro Pascal, de ‘O Mandaloriano’, diz que foi INACREDITÁVEL fazer um filme com o seu herói Nicolas Cage

Nicolas Cage apresentou, recentemente, uma teoria para explicar o porquê da internet falar e ter tanto amor por ele, porém, dessa vez, Cage vai ter que criar outra para esclarecer porque os atores que trabalharam com ele também são seus fãs.

A comédia de ação metalinguística ‘O Peso do Talento‘ será lançada em algumas semanas, onde o inusitado enredo traz Nicolas Cage interpretando ele mesmo, quando ele concorda em fazer uma aparição pessoal na festa de aniversário de um super fã, que, por acaso, é um procurado da justiça por ser chefão de um cartel.

Pedro Pascal é quem interpreta o mencionado mafioso bilionário Javi Gutierrez, e em uma entrevista recente que concedeu, a estrela de ‘O Mandaloriano‘ admitiu que nem conseguia acreditar que iria dividir a tela com um de seus maiores ídolos de atuação.

“Eu nunca imaginaria que realmente conheceria um dos meus maiores heróis. Quer eu gostasse ou não, eu sempre vi os filmes dele mais do que qualquer outro ator. Então, eu não sei como descrever como foi estar aqui e ter essa experiência, porque no primeiro dia de filmagem, quando disseram ‘Ação!’ eu pensei: Meu Deus, eu estou em cena com Nicolas Cage. Eu sei o quão bajulador isso soa, mas é assim que é”, confessou Pascal.

O Peso do Talento‘ chega aos cinemas no dia 28 de abril de 2022.