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‘Papai Noel às Avessas 2’ ganha dois trailers de uma só vez

A Miramax divulgou os primeiros trailers de ‘Papai Noel às Avessas 2‘, sequência da comédia lançada em 2003.

Um para maiores de idade (sim, é literalmente para maiores), e um para todos os públicos.

Confira, com o primeiro cartaz:

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Billy Bob Thornton retorna como Willy Soke, e Kathy Bates será Sunny, a mãe de Soke.

Estão no elenco da sequência: Ryan Hansen (‘2 Broken Girls‘), Jenny Zigrino (‘Cinquenta Tons de Preto‘) e Jeff Skowron são as novas adições. Hansen será Regent Hastings, que gerencia uma organização de caridade com sua esposa Diana (Christina Hendricks). Zigrino e Skowron serão os seguranças Gina e Dorfman, respectivamente.

Mark Waters, conhecido por dirigir as comédias ‘Meninas Malvadas‘, ‘E Se Fosse Verdade…‘ e ‘Sexta-Feira Muito Louca‘, comanda a sequência.

Papai Noel às Avessas’ é a divertida e politicamente incorreta história de dois trapaceiros que visitam os shopping centers de Nova York vestidos como Papai Noel e seu ajudante, um duende. Na verdade, o que a dupla planeja é assaltar as lojas e roubar os frequentadores do shopping…

Lançado em 2003, ‘Papai Noel às Avessas’ arrecadou US$ 76 milhões para seu orçamento de US$ 23 milhões.

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Conheça os extras que virão com a “versão estendida” de ‘Esquadrão Suicida’

O DC Cinematic Reddit divulgou os extras que virão com o Blu-Ray da versão estendida de ‘Esquadrão Suicida‘.

A “versão estendida” terá 13 minutos de cenas inéditas, aumentando a duração de 2 horas e 03 minutos para 2 horas e 16 minutos.

Além das cenas extras, os discos trarão especiais:

– Força Tarefa X – Um Time, Uma Missão: O legado dos infames vilões da DC
– As Habilidades do Esquadrão Suicida
– O casal obscuro do momento: Aprofundando a doentia ligação entre Arlequina e Coringa
– Comentários do diretor David Ayer
– Cenas dos bastidores
– Erros de gravação

O lançamento está marcado para novembro em sua versão digital, e em dezembro na sua versão Blu-Ray.

Ainda não foi revelada se essa versão específica virá ao Brasil.

Confira:
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‘Esquadrão Suicida’: Jared Leto compara o Coringa ao Diabo

Saiba quem são as criaturas misteriosas de ‘Esquadrão Suicida’ 

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

Diretor de ‘Procurando Dory’ vai dirigir dois episódios de ‘Stranger Things’

Em entrevista a Entertainment Weekly, o produtor Shawn Levy confirmou que Andrew Stanton, diretor de ‘Procurando Dory‘, vai comandar dois episódios de ‘Stranger Things‘, mais precisamente os de número 5 e 6.

“Andrew me chamou do nada e disse, ‘Eu adoro essa série. Eu ficaria honrado em fazer parte dela'”.

A publicação não informou se esses dois episódios já foram filmados.

Só a título de curiosidade, Andrew já levou dois Oscars, ambos em Melhor Animação. O primeiro por ‘Procurando Nemo‘ e o segundo por ‘Wall-E‘.

No começo da semana, a EW liberou vários detalhes com relação a trama da segunda leva de episódios.

Confira abaixo:

[SPOILERS]

 

Will se juntou a seus amigos, após ter sido resgatado do Mundo Invertido. No entanto, nada está bem com o jovem Will Byers, como evidenciado pela lesma que ele tossiu nos momentos finais da primeira temporada.

“Ele parece estar vendo imagens do Mundo Invertido e a questão é: elas são ou não reais?”, diz o co-criador Matt Duffer. “Então parece que ele está tendo algum tipo de transtorno de estresse pós-traumático.”

Sua mãe ultra-carregada, Joyce (Winona Ryder), está tentando tornar as coisas estáveis para Will e seu irmão, Jonathan (Charlie Heaton), e agora está namorando um velho colega de escola, Bob (Sean Astin).

“Ela está tentando mascarar muito”, explica Ryder. “Eu acho que ela fez essa escolha com Bob por querer uma boa figura paterna na vida de seus filhos”.

Enquanto isso, Hopper (David Harbour) está tentando manter todos os eventos da temporada passada, como o desaparecimento de Barb, um segredo para proteger Joyce e as crianças.

“A responsabilidade cai sobre Hopper para que ele se posicione como a voz da autoridade possa dizer o que de fato aconteceu ou não'”, diz Harbour.

Os irmãos Nancy (Natalia Dyer) e Mike (Finn Wolfhard) também estão em uma situação delicada, enlutados pelas mortes (aparentes) de seus amigos Barb e Eleven (Millie Bobby Brown).

“Ela e Mike são os mais atormentados porque são os únicos que realmente perderam alguém”, diz o co-criador Ross Duffer. “Ambos estão lidando com isso e veremos os efeitos dessa perda.”

Outra dupla de irmãos está chegando à Hawkins: Billy (Dacre Montgomery) e Max (Sadie Sink). Enquanto Max se torna amiga dos meninos e atrai o interesse romântico de Lucas e Dustin (interpretado pelos atores Caleb McLaughlin e Gaten Matarazzo), Billy não faz exatamente amigos.

Segundo Matt Duffer, “Stephen King sempre tem grandes vilões humanos. O mal no mundo real é muitas vezes tão ruim ou pior do que o mal sobrenatural, por isso queríamos introduzir um personagem como esse “.

Considerando que estamos falando de ‘Stranger Things’, ainda há uma grande quantidade de forças de outro mundo causando problemas. A fenda para o Mundo Invertido permanece aberta, assim como o laboratório, agora dirigido pelo aparentemente amigável Dr. Owens (Paul Reiser).

Os Duffers são tímidos sobre que tipos de monstros vamos ver nesta temporada, mas, de acordo com Matt, a série estará explorando “diferentes tipos de terror.” Além disso, Dustin vai se relacionar com um animal diferente.

“É uma pequena criatura com a qual me relaciono”, diz Matarazzo. “Obviamente não é deste planeta ou dessa dimensão”.

A estreia acontecerá no Halloween, dia 31 de Outubro de 2017.

Assista:

 

 

‘Maze Runner: A Cura Mortal’ ganha primeiro vídeo oficial dos bastidores

Maze Runner: A Cura Mortal‘ já está sendo filmado, inclusive, sua data de estreia para 8 de fevereiro de 2018 nos cinemas brasileiros também está mais do que certa.

E durante o MTV Movie and TV Awards, o canal liberou no Twitter o primeiro vídeo dos bastidores, com Dylan O’Brien apresentando o set do filme.

Confira:


Por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo Cruel, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no Cruel? Talvez a verdade seja ainda mais terrível, uma solução mortal, sem retorno.

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‘Maze Runner: Prova de Fogo’: Os melhores momentos da Première em São Paulo

‘Maze Runner’: Kaya Scodelario diz que teve o dia mais feliz de sua vida no Brasil

Criador de ‘Legion’ diz que não sabe ainda quantas temporadas a série terá…

Em entrevista ao ComicBook,  Noah Hawley, criador de ‘Legion‘ (e também de ‘Fargo‘), revelou que ainda não sabe ao certo quantas temporadas a primeira série em live-action sobre o mundo dos ‘X-Men‘ vai durar.

“Tivemos oito episódios na primeira temporada, vamos fazer 10 no próximo ano. Tenho uma estrutura, tenho uma espécie de ponto final na minha mente, mas não sei quantos episódios ou temporadas faremos.”

A data de estreia da nova temporada de ‘Legion‘ ainda não foi confirmada, mas possivelmente deverá ficar para fevereiro de 2018.

Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.

Divulgada a cena completa em que Hela destrói martelo de ‘Thor: Ragnarok’

Foi divulgada a cena completa que Hela (Cate Blanchett) destrói o martelo de Thor (Chris Hemsworth).

Repare que a cena é diferente do trailer: aqui, eles surgem em um campo… Que loucura, não é?

Assista:

Mark Ruffalo pode ser demitido da Marvel após vazamento de ‘Thor – Ragnarok’? 

Em menos de duas semanas, ‘Thor: Ragnarok‘ fará sua grande estreia em diversos cinemas. O terceiro filme do poderoso deus do trovão tem dado muito o que falar antes de seu – tão esperado – debut.

‘Thor: Ragnarok’ deve ter maior abertura da história da franquia

Não há muita certeza, até porque poucos detalhes do filme foram revelados, mas segundo a BBFC, o longa terá 130 minutos de duração, ou 2 horas e 10 minutos.

Isso quer dizer que vamos ter tempo suficiente para ver a briga de egos entre Thor e Hulk.

Inicialmente, o diretor havia afirmado que o filme teria apenas 1 hora e 40 minutos…

Apesar de parecer curto em relação às sequências Marvel (como ‘Capitão America: Guerra Civil‘ que teve quase 2 horas e meia), ‘Thor: Ragnarok‘ dá uma aumentada em seus antecessores, tornando-se o mais longo da trilogia.

Vale lembrar que o primeiro filme tinha 1 hora e 55 minutos. Já o segundo, 1 hora e 52 minutos.

A única coisa que podemos esperar é que esses 20 minutos de vantagem sejam usados de forma incrível no filme e façam o público se manter firme até o fim dos créditos.

O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.

A estreia acontece dia 26 de Outubro.

‘A Primeira Noite De Crime’ ganha novo trailer legendado

A Universal Pictures divulgou um novo trailer legendado de ‘A Primeira Noite de Crime’.

Após cogitar lançar o filme direto em Home Video, a distribuidora voltou atrás e o lançará nos cinemas dia 27 de Setembro de 2018.

Assista:

O filme já soma ótimos US$ 112 milhões mundialmente, apesar de ter tido uma estreia mediana nos EUA.

A Primeira Noite de Crime’ contará a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.

Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais! 

Confira algumas críticas:

“O filme é cheio de ação e tem um desfecho empolgante, mas até chegar lá… leva algum tempo.”
“Especialmente no início, Gerard McMurray frequentemente rejeita o massacre exibicionista que James DeMonaco estabeleceu como o modus operandi da franquia em favor da violência que é mais crua e real.”
“‘A Primeira Noite de Crime’ é outro filme b absurdo, desigual e ridículo, mas completamente transfixante pela forma como canaliza o terror da era Trump para o agrado do público.”
“O último filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’ é uma prequel errática, razoavelmente absorvente e justamente raivosa.”
“Em nossa sociedade atual, uma história sobre um plano patrocinado pelo governo para abater minorias pobres parece mais uma sátira política do que um comentário sobre assuntos atuais.”
“É como uma história em quadrinhos desleixada que foca em clichês de gangues; uma mistura capenga de ‘Os Donos da Noite’ com ‘O Senhor das Moscas’.”
“O filme traz algo novo à fórmula. Infelizmente, essas mudanças são ruins. Se distancia do terror para focar mais na ação, favorecendo tiroteios aos sustos.”
“O filme diminui a oposição sangrenta contra os medos da sociedade da vida real, mas abadona a sutileza necessária para evitar que a prequel de Gerard McMurray se torne algo mais do que uma vingança odiosa.”
“Apesar da ajuda que a realidade continua a oferecer, fazendo com que um rito anual de violência racial sancionada pelo governo pareça menos improvável a cada dia (ou pelo tweet), o filme ainda falha em estabelecer uma conexão persuasiva com o nosso próprio momento no tempo – suas referências ocasionais a eventos atuais servindo como alusões rasas em vez de comentários picantes.”
“Tentativas desajeitadas de comédia são acrescentadas para tentar aliviar a severidade notável, mas tudo o que isso realmente acrescenta é um tom desigual.”

‘The Flash’: Sexta Temporada terá novo showrunner

O universo super-heroico da The CW continua a animar os fãs de HQs ao utilizar a mitologia original criada pelos habilidosos quadrinistas – tanto os clássicos quanto os mais contemporâneos. Porém, com o cancelamento de ‘Arrow‘, as séries sofrerão mudanças.

Segundo a Variety, o CW contratou um showrunner para a sexta temporada de ‘The Flash‘.

Após dois anos no comando, Todd Helbing deixa a série para desenvolver novos projetos na Warner Bros. TV.

Em seu lugar, entra Eric Wallace – produtor-executivo desde a quarta temporada da série.

A quinta temporada de ‘The Flash’ estreou no dia 19 de fevereiro.

Ryan Reynolds convida Rubinho Barrichello para participar do ‘Esquadrão 6’; Assista ao vídeo!

A Netflix divulgou um divertido vídeo que traz o piloto Rubinho Barrichello apagando o seu passado após ser convidado a se juntar ao ‘Esquadrão 6‘ (6 Underground) de Ryan Reynolds.

Assista:

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros do novo filme da Netflix, que revelam se topariam voltar para uma sequência da superprodução que custou mais de US$ 170 milhões.

“Nós voltaríamos para uma sequência, porque nos amamos. Esse elenco genuinamente se ama, então será divertido se acontecer”, afirmou Ryan Reynolds.

Confira:

Esquadrão 6′ já está disponível na Netflix e reúne ação, adrenalina, humor e diversas referências cinematográficas do início ao fim. Tudo isso graças à presença de Ryan Reynolds, Mélanie Laurent, Corey Hawkins, e Ben Hardy.

Por conta disso, a produção dirigida por Michael Bay está fazendo um grande sucesso entre os assinantes da Netflix, que foram às redes sociais para elogiar o longa.

Confira:

Dirigido por Michael Bay (‘Transformers‘), o orçamento do longa ficou na casa dos US$ 170 milhões, sendo essa a produção mais ambiciosa da história do serviço de streaming.

Na trama, seis bilionários forjam suas mortes e formam um esquadrão de elite para derrubar criminosos notórios.

O elenco ainda conta com Ben Hardy, Mélanie Laurent, Adria Arjona, Dave Franco e Payman Maadi.

A produção já está disponível na Netflix.

Netflix divulga fotos e vídeo do remake americano da série brasileira ‘Julie e os Fantasmas’

Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais e vídeo de ‘Julie and the Phantoms’, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas’.

O remake americano foi dirigido por Kenny Ortega (‘High School Musical’). Dan CrossDavid Hoge entram como showrunners.

Confira:

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘Julie and the Phantoms’ tem estreia marcada para o dia 10 de agosto na plataforma.

‘Para Todos os Garotos 3’: Lana Condor e Noah Centineo revelam seus romances preferidos [EXCLUSIVOS]

‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’, aguardada conclusão da adorada trilogia rom-com, já está disponível na Netflix.

E para comemorar o lançamento, o CinePOP traz uma entrevista exclusiva que fez com Lana Condor e Noah Centineo na época do lançamento do segundo filme, há exatos 1 ano.

No vídeo, os intérpretes de Lara Jean e Peter falam sobre seus romances preferidos e quais super-heróis gostariam de viver nos cinemas.

Confira:

O longa é baseado no último livro da trilogia escrita por Jenny Han.

Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a Sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa.

Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás.

Lana CondorNoah CentineoJordan FisherAnna CathcartJanel ParrishRoss Butler e outros estrelam.

Michael Fimognari entra como diretor.

‘Shang-Chi’ estreia em 1º no Brasil e tem a 3ª melhor abertura desde o começo da pandemia

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ conquistou as bilheterias mundiais e também as nacionais.

O filme arrecadou R$ 9,7 milhões em seu primeiro filme de semana e conquistou a terceira maior abertura desde o começo da pandemia. As informações são do FilmeB.

Para comparação, ‘Viúva Negra‘ estreou um pouco melhor, R$ 11,7 milhões.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 71,4 milhões no fim de semana, se tornando a 2ª maior abertura na era pandêmica, atrás somente de ‘Viúva Negra‘ – com US$ 80 milhões.

Shang-Chi‘ quebrou o recorde de maior arrecadação para o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O recorde pertencia ao remake ‘Halloween‘, de Rob Zombie. Lançado em 2007, o longa estreou com US$ 30 milhões.

Mundialmente, são US$ 127 milhões!

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

‘Orgulho e Sedução’: Comédia GAY estreia no Star+ com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes!

Orgulho e Sedução‘ (Fire Island), comédia LGBTQIA+ inspirada no clássico romance ‘Orgulho e Preconceito‘, de Jane Austen, estreou hoje no Star+.

O filme conquistou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota média 7,4 de 10. Das 56 críticas publicadas, apenas três são negativas.

No consenso dos críticos, “‘Orgulho e Sedução‘ foca na palavra Orgulho e traz uma trama engraçada e romântica… abortando as especificidades da cultura, mas completamente relacionável em sua representação de amizade e a família que escolhemos”.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Ambientado em um destino de férias gay perto de Long Island, Nova York, ‘Orgulho & Sedução‘ é uma comédia romântica moderna que tem um olhar diversificado e multicultural do mundo queer. Inspirado nos dilemas atemporais do clássico Orgulho e Preconceito de Jane Austen, a história gira em torno de dois melhores amigos (Joel Kim Booster e Bowen Yang) que decidem embarcar em uma lendária aventura de verão com a ajuda de um vinho rosé barato e seu eclético grupo de amigos.

Dirigido por Andrew Ahn (‘Spa Night, Driveways’) a partir do roteiro de Joel Kim Booster (Sunnyside), o filme estreia exclusivamente no serviço de streaming no dia 3 de junho.

O elenco conta com o indicado ao Emmy® Bowen Yang (Saturday Night Live), Margaret Cho, Conrad Ricamora, James Scully, Matt Rogers, Tomas Matos , Torian Miller, Nick Adams, Zane Phillips, Michael Graceffa, Peter Smith e Bradley Gibson.

Saiba QUEM Jenna Ortega vai interpretar em ‘Os Fantasmas se Divertem 2’

A Warner Bros. finalmente confirmou Jenna Ortega no elenco na antecipada sequência ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘, que será lançada no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.

A estrela de ‘Wandinha‘ e ‘Pânico 6‘ será a filha de Lydia Deetz (papel de Winona Ryder).

Michael Keaton reprisará seu papel como o icônico personagem Beetlejuice. Justin Theroux (‘The Leftovers’) completa o elenco.

A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).

Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.

 

Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).

Fãs estão REVOLTADOS com a confirmação de ‘Matrix 5’; Confira as reações!

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros e sua história revolucionária. Inovador, ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Anos após o fim da trilogia original, a Warner Bros. lançou ‘Matrix Resurrections‘ em 2021, um filme que dividiu opiniões.

Agora, com o anúncio de um quinto filme sem Lana ou Lily Wachowski como diretoras, os fãs ficaram revoltados com a possibilidade da franquia ser destruída e perder toda sua importância.

Confira as reações:

Drew Goddard, o roteirista de ‘Perdido em Marte‘, comandará o projeto. Ele dirigiu o terror ‘O Segredo da Cabana‘ (2011).

Goddard também escreverá o roteiro e produzirá com sua sócia Sarah Esberg.

Lana Wachowski, que dirigiu ‘Matrix Resurrections‘ de 2021, foi contratada como produtora executiva.

Não está claro se Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam como Neo e Trinity.

Os detalhes do enredo não foram revelados, mas o presidente de produção da Warner Bros. Motion Pictures, Jesse Ehrman, brincou que a história avançará no mundo da fantasia sem se afastar muito do que fez da série um sucesso.

“Drew veio para a Warner Bros. com uma nova ideia que todos acreditamos que seria uma maneira incrível de continuar o mundo Matrix, honrando o que Lana e Lilly começaram há mais de 25 anos e oferecendo uma perspectiva única baseada em seu próprio amor pelo séries e personagens”, disse Ehrman em comunicado. “Toda a equipe da Warner Bros. Discovery está entusiasmada com o fato de Drew estar fazendo este novo filme ‘Matrix’, adicionando sua visão ao cânone cinematográfico que os Wachowskis passaram um quarto de século construindo aqui no estúdio.”

Goddard foi indicado ao Oscar por escrever ‘Perdido em Marte‘, a adaptação de ficção científica dirigida por Ridley Scott e estrelada por Matt Damon. Seus outros créditos em longas-metragens incluem os roteiros de “Cloverfield” e “Guerra Mundial Z”.

“Não é exagero dizer que os filmes de ‘Matrix’ mudaram tanto o cinema quanto a minha vida”, disse Goddard. “A arte requintada de Lana e Lilly me inspira diariamente, e estou muito grato pela oportunidade de contar histórias em seu mundo.” 

Em entrevista ao Fandome, o astro Keanu Reeves confirmou que ficaria “grato e honrado” em voltar para uma sequência, mas se Lana voltasse.

Questionado se faria ‘Matrix 5‘, o ator respondeu:

“Se a Lana Wachowski quiser fazer outra história… Eu gostaria de ver o que aconteceu com Trinity, Neo e o mundo…”, afirmou.  ‘Matrix Resurrections‘ foi considerado um fracasso de bilheterias e arrecadou apenas US$ 156, 6 milhões mundialmente. 

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Presença’: Terror de Steven Soderbergh contado pela perspectiva do fantasma ganha data de estreia no Brasil

Presença‘ (Presence), terror que estreou oficialmente no festival Sundance 2024 e fez diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”, ganhou data de estreia no Brasil.

A Diamond Filmes lança o filme nos cinemas nacionais dia 27 de Março.

A produção acompanha uma história sobrenatural através da perspectiva da entidade maligna.

Na trama…

Após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme brinca com as convenções do terror de uma casa mal-assombrada a partir da perspectiva do fantasma situado em uma casa recentemente reformada, com novos habitantes se mudando para lá – uma família, liderada por Lucy Liu e Chris Sullivan.

Como as famílias costumam fazer neste gênero, elas chegam com excesso de bagagem, tensões que esperam que se dissipem em um novo lar, um novo começo após um período de mal-estar.

Stephen Rodrick, repórter da Variety que acompanhou a sessão, afirmou que “eu não posso aguentar esse nível de estresse tão tarde na noite” após deixar precocemente a sessão, enquanto outros cinéfilos também se mostraram extremamente abalados com a experiência.

O próprio elenco do filme ficou afetado com a exibição. A atriz Lucy Liu afirmou: “Estou devastada. Meu corpo está reagindo como se eu não estivesse no filme.”

Apesar de parecer um típico filme de casa mal-assombrada, o grande diferencial da produção foi ter sido filmada sob a perspectiva da entidade que assombra o local, colocando o público à espreita da família ao lado do fantasma.

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Lucy Liu, Julia Fox e Chris Sullivan.

O roteiro foi assinado por David Koepp (‘Anjos e Demônios’).

‘As Faces da Morte’: Reboot da franquia de TERROR ganha teaser trailer e data de estreia

‘As Faces da Morte’, revival da franquia de terror iniciada em 1978, ganhou seu primeiro teaser trailer e data de estreia nos EUA.

A estreia acontece dia 10 de Abril de 2026 nos cinemas norte-americanos.

Assista:

O terror ganhou alta classificação indicativa nos EUA.

A Motion Picture Association classificou o filme como R (para maiores de 18 anos) por “forte violência sangrenta e assustadora, conteúdo sexual, nudez, linguagem e uso de drogas.”

O elenco conta com Dacre Montgomery (‘Stranger Things’), Aaron Holliday (‘O Urso do Pó Branco’), Barbie Ferreira (‘Euphoria’) e Josie Totah (‘Saved by the Bell’).

Na trama…

Enquanto se recupera de um trauma pessoal, a moderadora de um site como o YouTube, cujo trabalho é filtrar conteúdo ofensivo e violento, encontra uma série de vídeos perturbadores que recriam os assassinos do filme original ‘Faces da Morte’. Mas, em uma época dominada pela desinformação, seriam os vídeos reais ou falsos?

O filme original, ‘As Faces da Morte’ de 1978, se tornou um dos filmes mais infames de todos os tempos ao alegadamente mostrar cenas reais de mortes. A lenda urbana começou na época VHS pré-internet, mas a grande verdade é que as cenas eram falsas, realizadas por efeitos práticos.

A atriz Barbie Ferreira (‘Euphoria’) recentemente comentou que o novo filme terá uma abordagem diferente do original.

“Então, neste filme, As Faces da Morte existe no universo, mas obviamente não estamos recriando-o quadro a quadro porque isso seria, tipo, gore animal, que ninguém quer ver. Mas é uma abordagem contemporânea. Eu interpreto uma jovem que é moderadora de conteúdo e começo a ver alguns vídeos alarmantes, e então a história continua. As Faces da Morte, eu vi muitas vezes agora no filme e no YouTube. Vai ser muito divertido. É uma maneira interessante de abordar porque não é um ‘remake’, por assim dizer, mas é uma reimaginação dele no universo. É super assustador e é uma abordagem legal e fresca para os filmes de terror agora. É assustador pra caramba, no entanto”.

A atriz também confirmou que o filme já foi gravado, com suas filmagens concluídas no ano passado.

“Parece bastante divertido. Parece realmente bom. É assustador. Minha família odeia filmes de terror, mas vou forçar todos a assistirem. Mas é muito assustador. É tão divertido de assistir, e é sangrento e assustador. É muito divertido ser tipo uma rainha do grito.As Faces da Morte é como uma fita de gore, sabe, filmes mondo. Na verdade, muito disso era falso, mas foi durante uma época em que todos queriam que parecesse real, e houve julgamentos e coisas assim para provar que eram efeitos especiais. Então era daquela era”.

Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, cineastas por trás de ‘Cam‘, serão responsáveis pelo roteiro e direção do reboot.

O longa original foi escrito e dirigido por John Allan Schwartz.

‘Delilah’: Nat Faxon entra para o elenco da nova série da HBO

Segundo a VarietyNat Faxon (‘(Des)Encanto’) e Nicole Byer (‘Tuca & Bertie’) foram elencados na nova série da HBO Max‘Delilah’. Faxon será Brian, o filho mais velho e mais irritado de Tom Childs, enquanto Byer será Cassie, a única pessoa a dar boas-vindas à personagem-titular à cidade.

Os dois se juntam ao previamente anunciado Arturo Castro (‘Narcos’), que vai interpretar o afável Pastor Dale na produção.

Jessica Rothe será Delilah e Michael McKean será Tom Childs, um charmoso e bem-sucedido dono de uma concessionária que ainda está de luto devido à morte de sua esposa, que lhe deu três filhos, uma casa feliz e uma vida confortável. Tom agora deve lidar com os preparativos do funeral e a chegada de Delilah, uma jovem mulher que alega ser sua filha.

Castro também participou do drama ‘The Good Wife’ e da antologia ‘Room 104’. Ele também participará do remake em live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’, como Marco.

O roteiro foi assinado por Aisling Bea Sharon Horgan, com reescrita a encargo de Kirker Butler.

‘Delilah’ ainda não tem previsão de estreia.

‘Jurassic World: Dominação’: Colin Trevorrow divulga nova imagem de bastidores; Confira!

‘Jurassic World: Dominação’ entrou em um hiato indefinido devido à pandemia do Coronavírus, mas não impediu a equipe de continuar trabalhando de suas casas.

Agora, o diretor Colin Trevorrow divulgou uma nova imagem de bastidores que mostra um monitor de computador e um personagem andando de bicicleta em meio a detritos.

Confira:

 

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Working from home. #JurassicWorld

Uma publicação compartilhada por Colin Trevorrow (@colin.trevorrow) em

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

50 Músicas Essenciais para Conhecer Madonna

Madonna completou 62 anos no dia 16 de Agosto e seu legado continua mais vivo que nunca. Depois de atravessarmos sua jornada musical, está na hora de reapresentá-la ao mundo que ou não conhece essa lendária cantora e compositora ou conhece apenas suas músicas mais famosas.

Separamos uma extensa lista com 50 canções essenciais para se familiarizar ou relembrar os clássicos da rainha do pop – incluindo não apenas a discografia principal, mas suas incursões cinematográficas e algumas músicas que marcaram época e revolucionaram o cenário mainstream.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

EVERYBODY

Lançamento como single: 06 de outubro de 1982

Álbum: Madonna

O primeiro single da lendária performer enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, Madonna não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que não teve uma recepção tão sólida da crítica – a qual disse que a música era repetitiva demais.

HOLIDAY 

Lançamento como single: 07 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

“Holiday” é, sem sombra de dúvida, uma das músicas mais famosas de Madonna. Apesar de um instrumental repetitivo e cansativo, a canção viralizou em diversos países, com renomados historiadores e críticos chamando-a de “infecciosa”. De fato, não houve uma pessoa que não ouviu a canção e automaticamente sentiu uma vontade incontrolável de se jogar nas pistas de dança.

LUCKY STAR

Lançamento como single: 08 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

Apesar de divertida, “Lucky Star” não teve o mesmo sucesso que sua predecessora, sendo chamada pelos críticos de “esquecível”. Com o passar dos anos, a canção adquiriu um status cult e foi redescoberta, principalmente por sua influência disco e por seu icônico videoclipe

BORDERLINE 

Lançamento: 15 de fevereiro de 1984

Álbum: Madonna

Facilmente um das melhores produções de Madonna, “Borderline” foi a primeira forte separação da artista do disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.

LIKE A VIRGIN

Lançamento como single: 31 de outubro de 1984

Álbum: Like a Virgin

O primeiro single de ‘Like a Virgin’ foi sua música epônima, orientada pelo dance e por uma da batidas mais instantaneamente reconhecíveis de todos os tempos. Liricamente contando sobre a primeira vez de uma garota, que é encarnada por Madonna, a música se tornou o primeiro #1 de Madonna na Billboard e uma de suas produções definitivas..

MATERIAL GIRL

Lançamento como single: 23 de janeiro de 1985

Álbum: Like a Virgin

Madonna voltou a explorar o soubrette com “Material Girl”, encarnando Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Loiras’. Com lírica sobre materialismo e joias e tudo que possa cintilar, o arranjo se rende aos sintetizadores com força incrível e colocando tanto a música quanto o videoclipe como um dos maiores influenciadores do século passado.

INTO THE GROOVE

Lançamento como single: 15 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Into the Groove” integrou o clássico longa-metragem ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ e, por mais que a obra cinematográfica não tenha feito tanto sucesso, a canção ganhou lugar especial entre o público e a crítica. Voltando a incorporar elementos do synth-pop, madonna começava a se sentir mais confortável com sua fama e percebia que convidar seus fãs para se jogar nos night clubs era a receita certa para o sucesso.

DRESS YOU UP

Lançamento como single: 24 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Dress You Up” foi lançado como o single final de ‘Like a Virgin’ e traz inúmeros elementos que se fundem numa coesa redição: coro, guitarras e vocais divertidos – sso sem mencionar a parceria infalível com o icônico Nile Rodgers. A letra, por sua vez, é uma metáfora inteligente para luxúria e fashion, comparando o ato de se vestir com paixão.

LIVE TO TELL

Lançamento como single: 26 de março de 1986

Álbum: True Blue

Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.

PAPA DON’T PREACH

Lançamento como single: 11 de junho de 1986

Álbum: True Blue

“Papa Don’t Preach” tem uma poderosa letra que conta a história de uma jovem garota que engravidou e, com medo da reação do pai, decidiu que irá criar o filho independente do que ele pensa. A música causou certa comoção negativa por parte de entidades parentais, as quais diziam que encorajava gravidez na adolescência – mas controvérsias à parte, Madonna conseguiu seu quarto #1 na Billboard.

TRUE BLUE

Lançamento como single: 29 de setembro de 1986

Álbum: True Blue

Buscando um look diferente daqueles que já havia utilizado, a música homônima de ‘True Blue’ tornou-se um sucesso de crítica e de paradas, garantindo mais uma canção no Top 10 da Billboard consecutiva para a rainha do pop. Com uma atmosfera retrô, intimista e reconfortante, a artista se inspirou no clássico grupo dos anos 1960 Motown para dar vida à faixa.

OPEN YOUR HEART

Lançamento como single: 19 de novembro de 1986

Álbum: True Blue

Elogiada por sua simplicidade, “Open Your Heart” é uma simples narrativa romântica que também serve como metáfora para o ato de ser vulnerável, expandindo-se para o relacionamento íntimo. O conceito principal coloca seu eu-lírico como uma vítima do amor e, seguindo os passos dos singles predecessores, tornou-se um sucesso comercial mundial e ganhou reconhecimento por suas homenagens a Liza MinnelliMarlene Dietrich.

LA ISLA BONITA

Lançamento como single: 25 de fevereiro de 1987

Álbum: True Blue

“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.

WHO’S THAT GIRL

Lançamento como single: 23 de junho de 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

Trazendo instrumentais como bateria, baixo e instrumentos de corda, “Who’s That Girl” continuou mostrando a fascinação de Madonna pela cultura hispânica, permitindo que ela até mesmo trouxesse versos em espanhol e utilizasse o efeito de vocais duplos. Apesar da recepção mista por parte da crítica, alcançou o topo das paradas e foi indicada ao Grammy de Melhor Canção em Filme e ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

CAUSING A COMMOTION

Lançamento como single: 25 de agosto 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

“Causing a Commotion” também fez parte da trilha sonora de ‘Quem é Essa Garota?’ e, assim como a música supracitada, não teve uma recepção solidamente favorável por parte da crítica. Usando elementos do dance, a canção foi inspirada pelo relacionamento com Sean Penn e sua natureza abusiva e violenta.

LIKE A PRAYER

Lançamento como single: 03 de março de 1989

Álbum: Like a Prayer

Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

EXPRESS YOURSELF

Lançamento como single: 09 de maio de 1989

Álbum: Like a Prayer

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

VOGUE

Lançamento como single: 27 de março de 1990

Álbum: I’m Breathless

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

SOONER OR LATER

Lançamento como single: 21 de maio de 1990

Álbum: I’m Breathless

Também parte de ‘I’m Breathless’, a música foi composta pelo lendário liricista Stephen Sondheim como forma de evocar a natureza teatral e o estilo do filme. A balada retomar o jazz dos anos 1930, criando uma atmosfera que nos recorda dos nightclubs da época. Eventualmente, a música levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.

JUSTIFY MY LOVE

Lançamento como single: 06 de novembro de 1990

Álbum: The Immaculate Collection

No mesmo ano que lançou várias produções icônicas, Madonna também aproveitou o momento para lançar seu primeiro compilado de hits – usando o álbum especial para trazer aos fãs a canção inédita “Justify My Love”, um trip-hop que fala sobre romance e sexo. A iteração teve recepção mista por parte da crítica, mas alcançou o #1 na Billboard (a nona música da artista a chegar ao topo das paradas).

EROTICA

Lançamento como single: 13 de outubro de 1992

Álbum: Erotica

Se Madonna havia revolucionado a música em 1989, ela faria a mesma coisa poucos anos depois com o revolucionário, controverso e blasfemo ‘Erotica’. A faixa-título, o primeiro single de uma era esteticamente perfeita, é uma ode ao BDSM e a primeira encarnação da artista como Dita (em homenagem a Dita Parlo), um de seus vários pseudônimos. Através de vocais falados, a performer convida seu amante para se submeter às suas vontades e explorar os limites entre o prazer e a dor.

DEEPER AND DEEPER

Lançamento como single: 08 de dezembro de 1992

Álbum: Erotica

“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.

RAIN

Lançamento como single: 05 de agosto de 1993

Álbum: Erotica

Com resposta bastante positiva por parte da crítica e uma estreia sólida nos charts mundiais, “Rain” é uma balada de grande calibre que quebra os tabus explorados por Madonna em ‘Erotica’. A música traz espectros do R&B e do trip-hop, que voltariam em sua próxima era, para o comando de um pop comedido e envolvente.

SECRET

Lançamento como single: 27 de setembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

Depois de chocar o mundo com ‘Erotica’, Madonna resolveu dar um passo para trás e “pedir desculpas” à conservadora sociedade que claramente não estava preparada para suas músicas. Com “Secret”, a artista dava origem a ‘Bedtime Stories’ – e a sagaz canção é memorável em cada incursão instrumental, apresentando uma nova camada cada vez que a ouvimos de novo.

TAKE A BOW

Lançamento como single: 06 de dezembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

“Take a Bow” permitiu que Madonna quebrasse o recorde de Carole King cmoa artista com mais #1 nos charts da Billboard – permanecendo nada menos que sete semanas no topo das paradas. Guiado por um pano de fundo orquestral e por elementos da cultura asiática, a canção foi elogiada por sua poética romântica e pela trágica narrativa.

HUMAN NATURE

Lançamento como single: 06 de junho de 1995

Álbum: Bedtime Stories

“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.

YOU’LL SEE

Lançamento como single: 30 de outubro de 1995

Álbum: Something to Remember

“You’ll See” fez parte do grande compilado de baladas de Madonna, com o intuito de atenuar a imagem da artista que vinha constantemente sofrendo ataques e críticas injustificáveis. Funcionando como uma construção acústica pop, a canção traz instrumentais que variam da percussão ao violão e ao piano.

DON’T CRY FOR ME ARGENTINA

Lançamento como single: 04 de feereiro de 1997

Álbum: Evita (OST)

Para a personagem titular em ‘Evita’, Madonna passou por um intenso treinamento vocal para honrar a originalidade elegíaca de Julie Covington em 1976. O resultado foi bastante positivo e rendeu à rainha do pop não apenas uma atuação sólida, mas também uma das rendições mais operísticas e teatrais de sua carreira.

FROZEN

Lançamento como single: 23 de fevereiro de 1998

Álbum: Ray of Light

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.

RAY OF LIGHT

Lançamento como single: 06 de maio de 1998

Álbum: Ray of Light

A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e também foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

BEAUTIFUL STRANGER

Lançamento como single: 19 de maio de 1999

Álbum: Austin Power: O Agente Bond Cama (OST)

“Beautiful Stranger” foi uma das músicas mais aguardadas de Madonna e, sendo bem recebida pela crítica especializada, misturou incursões do pop psicodélico e do disco, trazendo reverberações de guitarras elétricas e loopings sonoros para falar sobre uma história de amor.

AMERICAN PIE

Lançamento como single: 03 de março de 2000

Álbum: Sobrou pra Você (OST)

A versão de Madonna para o clássico “American Pie”, de Don McLean, falhou em resgatar o teor crítico e teve recepção relativamente negativa por parte da crítica. Transformando um impactante folk-rock em um dance-pop esquecível, a única coisa que realmente salva é o videoclipe dirigido por Philipp Stölz.

MUSIC

Lançamento como single: 21 de agosto de 2000

Álbum: Music

Afastando-se completamente da sinestesia intimista de ‘Ray of Light’, Madonna retornou às pistas de dança no começo do novo século com ‘Music’. A música-título, primeiro single do álbum, trouxe influências do funk e do dance-pop, liricamente erguendo-se como um hino disco com uma infecciosa e dançante progressão.

DON’T TELL ME

Lançamento como single: 14 de novembro de 2000

Álbum: Music

“Don’t Tell Me”, em comparação com o single analisado acima, é mais uma ótima adição ao catálogo de sucessos de Madonna; entretanto, diferente das distorções apresentadas em “Music”, a peça em questão opta pelo folk e pelo electro-country, experimentando certas dissonâncias interessantes e bem-vindas.

AMERICAN LIFE

Lançamento como single: 08 de abril de 2003

Álbum: American Life

‘American Life’ é uma das produções mais polêmicas de Madonna – ainda mais porque a artista ousa criticar o sonho americano e o militarismo desenfreado de sua pátria. A música-título é uma representação interessante das mensagens que a artista pretende mostrar para o mundo, mas a gestação do single transforma uma crítica social de suma importância em uma egolatria oscilante.

HUNG UP

Lançamento como single: 17 de outubro de 2005

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

SORRY

Lançamento como single: 07 de fevereiro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna explora seu cansaço físico e mental quanto a um relacionamento abusivo com a vibrante “Sorry”. O frenético hino dance estende suas raízes para a nostalgia do nu-disco e foi considerada como uma das faixas mais fortes do 10º álbum de estúdio de Madonna.

GET TOGETHER

Lançamento como single: 06 de junho de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.

JUMP

Lançamento como single: 31 de outubro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

“Jump” é uma estonteante e coesa produção que, mesmo com uma lírica unidimensional e clichê, ganha nossos corações por uma atmosfera envolvente ao extremo – ainda mais por ser inspirada pelas incursões oitentistas do synth-pop, do disco e do techno.

4 MINUTES

Lançamento como single: 17 de março de 2008

Álbum: Hard Candy

“4 Minutes”, primeiro single do álbum ‘Hard Candy’, é uma das parcerias de maior sucesso crítico e comercial de Madonna. Batalhando contra o fim do mundo ao lado de Justin Timberlake, o dance-pop ganhou o mundo e, integrada a um CD oscilante e apático, é um dos pontos altos sem sombra de dúvida

GIVE IT 2 ME

Lançamento como single: 24 de junho de 2008

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna apostou em si mesma na construção de “Give It 2 Me”. Mais uma vez retomando as incursões do dance-pop, a performer buscou dar vida a uma profusão perfeita de sintetizadores gritantes e de percussões do oeste africano.

GIRL GONE WILD

Lançamento como single: 02 de março de 2012

Álbum: MDNA

“Girl Gone Wild” é uma profusa canção que integra o 12º álbum de Madonna, ‘MDNA’. Movida pelas incessantes inflexões do electropop e do Euro Disco, a faixa resgata “Act of Contrition”, de ‘Like a Prayer’, para dar vida a uma narrativa indesculpavelmente blasfema, mesmo com seus erros, tornou-se bastante conhecida.

MASTERPIECE

Lançamento como single: 02 de abril de 2012

Álbum: MDNA

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

LIVING FOR LOVE

Lançamento como single: 20 de dezembro de 2014

Álbum: Rebel Heart

‘Rebel Heart’ é um subestimado álbum de Madonna que, apesar do número exorbitante de produtores, culminou em uma coesa joia que merecia mais atenção. No topo desse convidativo CD, há o single “Living for Love”, que explora EDM e diva house com perfeição, aliando a pontual presença do piano de Alicia Keys com um coral gospel de arrepiar.

REBEL HEART

Lançamento: 06 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.

GHOSTTOWN

Lançamento como single: 13 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

“Ghosttown” é uma daquelas músicas que merecia muito mais reconhecimento do que realmente tem. Acompanhada de um videoclipe cinemático irretocável, a balada traz os elementos do órgão e da matéria para construir uma história introspectiva que vai para além de um mero conto romântico, atingindo um âmbito metafórico que conversa com a própria vida da artista.

BITCH I’M MADONNA

Lançamento como single: 15 de junho de 2015

Álbum: Rebel Heart

A parceria de Madonna com Nicki Minaj é um afastamento brusco de qualquer coisa que já nos tenha sido apresentado. Produzida por Diplo, a mistura de EDM e dubstep é consideravelmente coesa nos atos principais, falhando com um prólogo desnecessário e pedante e fechando uma história sobre se jogar na pista de dança não importa o que aconteça.

MEDELLÍN

Lançamento como single: 17 de abril de 2019

Álbum: Madame X

Quatro anos depois de sua última investida musical, Madonna resolveu mergulhar de cabeça no experimentalismo – e, depois de ser introduzida à cultura fonográfica portuguesa, deu origem a ‘Madame X’. O 14º álbum teve início com o lançamento de “Medellín”, trazendo a cantora refletindo sobre traumas passados e uma coesão sonora bastante sólida.

DARK BALLET

Lançamento como single: 07 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“Dark Ballet” é a música mais experimental da carreira de Madonna: aliando-se a uma imagética que retoma a mitológica figura de Joana D’Arc e introduzindo incursões de Tchaikovsky para uma ambientação electro-gospel, a canção merece reconhecimento por sua ousadia reverberante, ainda que o resultado não seja tão memorável quanto poderia.

GOD CONTROL

Lançamento como single: 14 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“God Control” é facilmente uma das melhores faixas de ‘Madame X’ e, com mais força que suas conterrâneas, traz o retorno de Madonna para a crítica social. Introduzindo o hi-NRG em sua carreira e revisitando o disco que outrora a colocou no topo do mundo, a música é uma pungente declamação acerca da política de controle armamentista nos Estados Unidos – além de fazer menção ao tiroteio da balada Pulse, em Orlando, no ano de 2016.

I RISE

Lançamento como single: 04 de outubro de 2019

Álbum: Madame X

Provavelmente tendo passado longe do radar, “I Rise” é uma nostálgica performance de Madonna para ‘Madame X’ e uma das únicas inflexões que realmente se encaixam no comodismo do pop. Construindo-se através do mid tempo, os versos delineiam mais uma crítica da cantora para a violência e o porte de armas dos Estados Unidos, além de usar o poderoso discurso da ativista Emma González para guiá-los.

‘Soul’: Pixar revela artes conceituais OFICIAIS da animação; Confira!

Durante uma watch party promovida pela Walt Disney, a Pixar divulgou uma série de artes conceituais oficiais de ‘Soul’, sua mais recente e aclamada animação.

As imagens trazem diversas cenas-chave do longa-metragem, incluindo a catártica sequência em que Joe Gardner (Jamie Foxx) volta à vida e percebe que não a esteve aproveitando como deveria.

Confira:

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘A Casa Coruja’: 2ª temporada da série animada ganha data de estreia no Disney Channel

Disney Channel divulgou recentemente o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de ‘A Casa Coruja’, aclamada série animada.

O breve vídeo anuncia também a estreia dos novos episódios: 12 de junho.

Confira:

A série é uma mistura de comédia e terror e gira em torno de uma garota chamada Luz que se torna aprendiza de uma poderosa feiticeira conhecida como Eda. O objetivo da protagonista é se tornar uma poderosa bruxa e, além de sua mentora, também será acompanhada pelo adorável guerreiro King.

A produção é comandada por Dana Terrace.

Sarah-Nicole RoblesWendie MalickAlex HirschTati GabrielleIsaac Ryan BrownMae WhitmanIsabella Rossellini e outros fazem parte do elenco de dublagem.

‘Pânico 5’: Ghostface está de volta nas primeiras imagens oficiais do longa; Confira!

EW divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais do aguardado ‘Pânico 5’, novo filme da icônica franquia slasher.

Confira:

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Immigrant’: Astro de ‘The Boys in the Band’ é escalado para a série sobre o grupo de dança Chippendales

Segundo o ColliderRobin De Jesús, conhecido por seus trabalhos em obras como ‘The Boys in the Band’‘Tick, Tick… Boom!’, foi escalado para ‘Immigrant’, nova série do Hulu que gira em torno da criação do grupo de dança masculino Chippendales.

O ator dará vida ao papel regular de Ray Colon, um jovem porto-riquenho do Bronx que encontra seu chamado em meio aos Chippendales como um faz-tudo e logo é abraçado como pupilo pelo empresário Somen “Steve” Banerjee (Kumail Nanjiani).

De Jesús também se junta aos previamente confirmados Murray BartlettAnnaleigh AshfordQuentin PlairAndrew RannellsNicola PeltzDan Stevens.

A história gira em torno de Banerjee (Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.

O roteiro fica a encargo de Robert Siegel (‘Pam & Tommy’), que também entra como produtor ao lado de Nanjiani. Dylan SellersJenni KonnerMatt ShakmanEmily V. GordonNora Silver e Rajiv Joseph são os produtores executivos.

Shakman fica responsável pela direção dos episódios, enquanto Joseph e Mehar Sethi também contribuem para a narrativa.

Siegel e Konner são os co-showrunners.

Nenhum outro detalhe foi revelado.

Artigo | ‘101 Dálmatas’: o testamento da Disney para a arte cinematográfica

‘101 Dálmatas’ – ou A Guerra dos Dálmatas’, como originalmente foi traduzido para o português – é um filme revolucionário. Desde sua forma narrativa até sua arte-final, essa obra-prima ficou responsável por quebrar um padrão adotado por Walt Disney e companhia durante duas décadas e representar o futuro de um modo tão exímio que fica muito difícil colocar em palavras a sua importância para as animações como as conhecemos nos dias de hoje. É claro, levando em conta a época em que foi lançado (meados da Guerra Fria), não podemos esperar exatamente a perfeição animada, mas sim uma irreverência cênica que é agradável para os olhos e tem a capacidade de envolver o público por sua sublime sutileza. E, bom, não é à toa que este seja um dos longas-metragens mais lembrados desse império cinematográfico – e não é por falta de motivos.

Diferente de investidas anteriores, essa narrativa é mais próxima do nosso cotidiano que imaginamos. Tudo bem, estamos ambientados na década de 1950 em Londres, mas mesmo assim as características urbanas e saturadas são facilmente reconhecidas pelo público, o qual de imediato já faz algumas inferências com o escopo a ser apresentado e explorado. Essa estética já marca uma ruptura com outros clássicos – e até mesmo A Dama e o Vagabundo’ traziam uma perspectiva mais burlesca e improvável, ainda que trouxesse cães como protagonistas. De qualquer modo, estávamos acostumados a nos divertir em microcosmos fantasiosos, perscrutados por elementos sobrenaturais – quem não se recorda da transformação de Malévola em dragão? – e saídas ocasionais demais para serem verdade.

Em Dálmatas’, tudo muda. Não, não me refiro a respaldos documentais vistos em Você Já Foi à Bahia?’, e sim ao retrato da vida urbana: resgatando ideais literários de um realismo exacerbado, o trio de diretores formado por Clyde Geronimi, Hamilton Luske e Wolfgang Reitherman transforma um conjunto de características muito endossadas em algo novo. Talvez a ideia de originalidade nunca tenha gritado tão alto quanto aqui – e cada uma das inclinações funciona de forma perfeita. Nem mesmo o óbvio envelhecimento do filme o torna menos adorável, tanto por seus personagens quanto pelas críticas que faz.

O prólogo, como já dito, nos leva à entulhada e nostálgica Londres, cuja constituição é uma mistura de tonalidades complementares que, harmonicamente, constroem um pano de fundo que se mantém e que permite a diferenciação entre os atos. Ao fundo, ouvimos a carismática voz de um narrador-personagem que analisa os seus dias ao lado de seu humano de estimação, Roger (Ben Wright). Sim, é exatamente isso: aqui, a antropomorfização dos protagonistas é elevada a um nível de submissão inversa, diferente da relação vista em Dama e Vagabundo’, universo dentro do qual os personagens principais são colocados em um patamar inferior. Desse modo, a nossa “voz divina” parte de Pongo (Rod Taylor), um gigantesco e muito inteligente dálmata que acredita que seu companheiro deve encontrar alguém para ficar a seu lado – e ele está determinado a ajudá-lo.

É a partir desse pensamento altruísta e cômico ao mesmo tempo que temos um dos pontapés iniciais para o encontro entre Roger e sua futura esposa, Anita (Lisa Davis), e Pongo e sua também futura “esposa”, Perdita (Cate Bauer). Os quatro formam uma família como nenhuma outra e, desde o princípio, trazem todas as delineações britânicas que sempre adoramos ver em longas-metragens, incluindo os dialetos cantados, o excesso de cordialidade e as quebras de expectativa com personalidades essencialmente humanas e que permitem uma relação como nenhuma outra conosco. A química efervescente mantém-se nos momentos de drama e de comédia, além de servir como base para a brusca mudança à ação e à aventura – em outras palavras, ele aproveita de sua completude para explorar o que conseguir nos breves oitenta minutos de duração.

Esse equilíbrio e perfeição, talvez uma tentativa de se aproximar do apreço romântico que o império Disney sempre teve, é logo abalado pela chegada de uma das melhores vilãs já criadas, a cadavérica e mórbida Cruella de Vil (Betty Lou Gerson). Cruella é literalmente uma figura esquelética ambulante, escondida pelo cabelo excessivamente bicromático e pelo gigantesco casaco de pele amarelado, combinando com os dentes já maltratados pelo fumo. Ela é um ícone da moda e carrega uma piteira em mãos o tempo todo para ostentar seu poder, o qual também é reafirmado pelo seu reluzente Phanter DeVille, automóvel que, na época, restringia-se às elites. A antagonista, diferente do que podemos inferir de outras vilãs sobrenaturais, é essencialmente má, e não um produto do meio em que vive. Ela nasceu assim e irá morrer assim – e sua personalidade apenas deixa bem claro sua total falta de senso comunitário.

Cruella e Anita mantém uma falsa relação de proximidade, mas aquela está apenas interessada nos futuros filhotes de Pongo e Perdita – e para quê? Bom, ainda que isso fique mais claro com o desenrolar dos eventos, ela deseja escalpelá-los para criar uma nova coleção com pelo de dálmata. Sim, é cruel. E é para ser assim; a exploração da ambição humana talvez seja mais presente aqui que em qualquer outra obra, alastrando-se para o conformismo, a tristeza excessiva, a acomodação e os esparsos brilhos de otimismo – todas características de seres movidos por ideais citadinos. E ainda que consigamos descobrir o desfecho da obra, essa previsibilidade é ofuscada por completo por todas as fórmulas que permite quebrar – reiterando o ideal evolutivo dos estúdios.

A vilã também é acompanhada por seus comparsas, Jásper (J. Pat O’Malley) e Horácio (Frederick Worlock), duas recriações dos conhecidos escapes cômicos que, na verdade, se baseiam na crueldade para serem tão engraçados. A caracterização dessa dupla serviria de base para filmes como Mogli – O Menino Lobo’, principalmente pela alternância entre o excesso de branco e cores mais neutras para as vestimentas, cujo contraste permite a clara diferenciação entre os mocinhos e os heróis – é claro que abandonar por completo o maniqueísmo, mas aqui esse conceito é tratado de forma mais amalgamada.

A narrativa é recheada de personagens secundários, fator que poderia cair em uma desnecessária saturação de coadjuvantes que não teriam nenhum valor agregado para a trama principal ou para os arcos dos protagonistas. Entretanto, até mesmo o relance de alguns personagens – que propositalmente se assemelham com Vagabundo, Lady e Jock, mantendo uma relação metalinguística com as outras animações – é importante para compreendermos causa e consequência. As saídas tangenciais deus ex machina praticamente não existem – e a veracidade com a qual a narrativa é levada a sério não poderia atingir esse patamar se não fosse pela identidade imagética e sonora. Quanto à sonora, o time criativo se afasta brilhantemente do mickey mousing e ousa buscar uma composição musical mais orquestral, burlesca e menos ambígua. Agora, quanto à imagética, é preciso retornar um pouco na História.

No início do século XX, as vanguardas artísticas despontaram por toda a Europa, buscando uma brusca ruptura com o conservador academicismo de pintores, escultores e literários. Em outras palavra, pesquisava-se por algo que conversasse com o progresso científico e intelectual da sociedade; porém, não fazia sentido que a realidade não fosse representada do jeito que é. Alcançar a perfeição não estava em pauta, e é por isso que os artistas desejavam transgredir as técnicas com pinceladas trêmulas, a negação da forma linear (uma construção humana, e não natural), o jogo entre cores descartando a ausência e a presença total de luz – e o trio de diretores parte justamente desses princípios para arquitetar as ambiências.

Cada pedaço de cada frame é abarrotado de informações que parecem se fundir e que não possuem começo ou fim. Se prestarmos atenção, as composições lineares não são preenchidas dentro de suas limitações pela soberba paleta de cores; opta-se por criar uma ilusão de multidimensionalidade que ainda utiliza técnicas da rotoscopia, todavia prezando por algo mais impressionista e imediatista. Ora, até mesmo as sombras entram com exímia cautela – perceba que os objetos têm sua projeção em roxo, salmão e rosa, mas nunca em preto, fincando-se às ilusões ópticas dessas vanguardas supracitadas. Todas essas escolhas também serviriam para uma das obras-primas contemporâneas da Disney, Fantasia 2000′ (mais especificamente a aplaudível tradução cênica de Rhapsody in Blue”).

‘101 Dálmatas’ é soberbamente irreverente e progressista. Ele não apenas tem uma das histórias mais divertidas e emocionantes deste império, mas marca o abandono do classicismo cinematográfico ao entregar-se a uma nova era, um renascimento que perduraria até a década de 1990.

‘Gotham Knights’: Misha Collins se transforma no Duas-Caras em novo vídeo de bastidores

‘Gotham Knights’ é a mais nova série da The CW e estreia muito em breve.

Agora, o astro Misha Collins divulgou um vídeo de bastidores em que se transforma no icônico antagonista Duas-Caras.

Confira:

A produção tem estreia agendada para o dia 14 de março de 2023, mesmo dia da 3ª temporada de ‘Superman & Lois’.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca March e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série ‘Batwoman’. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘It’s Always Sunny in Philadelphia’: FX divulga novo teaser OFICIAL da 16ª temporada; Confira!

FX divulgou um novo teaser oficial da 16ª temporada da adorada comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’.

Lembrando que os próximos capítulos estreiam em 07 de junho.

Confira, com o trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Com a renovação para um novo ciclo, a série se tornou a comédia live-action com maior longevidade da história da televisão americana, superando ‘The Adventures of Ozzie and Harriet‘, que durou por 14 temporadas.

It’s Always Sunny in Philadelphia‘ foi criada por Glenn Howerton e Rob McElhenney.

Na trama, cinco amigos com grandes egos e atitudes arrogantes são proprietários de um pub irlandês em Philadelphia.

O elenco conta com Charlie Day, Glenn Howerton, Rob McElhenney, Kaitlin Olson e Danny DeVito.

Alan Ritchson está de volta no trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘Reacher’; Confira!

Prime Video Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Reacher’, série de ação estrelada por Alan Ritchson.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming em 15 de dezembro.

Confira:

A segunda temporada não seguirá a ordem dos livros e adaptará “Azar e Contratempo”, 11º livro da série do autor Lee Child. O livro acompanha Jack Reacher que é forçado a voltar à ação quando seus ex-companheiros começam a ser mortos.

Durante uma entrevista para o Collider, Vernon Sanders, presidente de conteúdo televisivos da Amazon Studios, provocou o público ao dizer que a nova temporada será ainda melhor que a anterior.

Além disso, ele espera que o próximo ciclo seja lançado ainda esse ano.

“Estamos indo muito bem. Alan está de volta, e ele está fantástico no papel. Estou tão orgulhoso dos produtores por acharem o cara adequado para dar vida a Reacher. E a recepção dos fãs do romance foi um sonho. A 2ª temporada está incrível.”

Ele continuou:

“Por melhor que a 1ª temporada tenha sido, eu acho que a 2ª é melhor, vai muito além, e acho que há uma boa chance de que a série volte no ano que vem.”

Malcolm Goodwin, Willa FitzgeraldKristin Kreuk também fazem parte do elenco.

Jack Reacher, preso por engano, mostra que a justiça escolheu brincar com a pessoa errada. Nesta sua primeira aventura, Reacher verá uma cidade-modelo na Geórgia revelar toda a sua podridão, ao mesmo tempo em que é iniciada uma brutal e surpreendente contagem de cadáveres… E de milhares de notas de dólares falsificadas.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

Gabriel Leone é Ayrton ‘Senna’ no teaser INCRÍVEL da nova série da Netflix

A minissérie ‘Senna’, produção da Netflix baseada na vida do ícone brasileiro Ayrton Senna, ganhou seu teaser trailer oficial.

Gabriel Leone daá vida ao protagonista.

A atração estreia ainda em 2024, sem dia confirmado.

Confira:

https://twitter.com/NetflixBrasil/status/1785293084290322705?t=THDF8_xRXgeUgZd4L8PgdA&s=19

O primeiro drama ficcional sobre o ídolo Ayrton Senna da Silva (1960-1994) dará aos fãs a chance de cruzar a linha de chegada não com Senna, mas com Beco ou Becão, apelidos carinhosos do piloto entre amigos e familiares.

Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.

Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.

“É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer deste projeto algo totalmente único e inédito. E ninguém melhor do que a Netflix, que tem um alcance global, para ser nossa parceira neste projeto”, celebrou Viviane Senna, irmã de Ayrton.

“Senna é uma pessoa que precisamos. Um jovem que batalhou por seu sonho e enfrentou inúmeras barreiras para representar uma nação. Senna une o Brasil”, comentam Fabiano e Caio Gullane.

O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

“Assim como Senna começou sua jornada em São Paulo e conquistou o mundo, estamos honrados em levar sua inspiradora trajetória para todos os seus fãs, onde quer que eles estejam. Ayrton Senna tem um legado que atravessa gerações e fronteiras, e a Netflix se orgulha de poder levar um novo olhar sobre o homem por trás do piloto para os nossos assinantes em mais de 190 países”, afirmou Maria Angela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix no Brasil.

Kaya Scodelario também está no elenco: “É uma honra estar envolvida em um projeto que conta a história de Ayrton, um verdadeiro herói nacional que significa muito para o povo brasileiro. Fazer parte dessa série é uma responsabilidade enorme e estou extremamente animada para embarcar nessa jornada.”

A minissérie, gravada em inglês e português, conta com oito episódios.

‘O Poço 2’ estreia na Netflix | Analisamos o filme original, um dos mais VISCERAIS da Netflix

O gênero distópico sempre teve um lugar especial na literatura e nas telonas – principalmente no tocante à inclinação crítica. A criação de mundos que passaram por grandes reviravoltas e que encontraram um modo complexo e problemático de resolver seus problemas data desde o surgimento da arte fílmica, ganhando impulso com a emergência do cinema falado e novos capítulos na contemporaneidade. Desde adaptações como 1984′ e Admirável Mundo Novo’ até releituras de V de Vingança’ e Jogos Vorazes’, as narrativas normalmente trazem personagens comuns para o primeiro plano e os colocam em um arco de reflexão que quebra paradigmas e que acende uma faísca que urge por mudança – e, com frequência, por justiça.

Seguindo a estética e a preferência supracitadas, a Netflix investiu, em 2020, em um longa-metragem intitulado O Poço’, que acaba de ganhar uma sequência.

O filme original incrementa o suis-generis com aspectos do thriller, do suspense e gore. Ambientada em uma prisão vertical com centenas de andares, o enredo gira em torno de Goreng (Iván Massagué), um homem que acorda numa cela cúbica ao lado de Trimagasi (Zorion Eguileor), um detento veterano que já está lá há dez meses e que tenta explicar (do modo mais cínico e mais árduo possível) como aquele lugar funciona. A cada trinta dias, uma dupla de prisioneiros é destinado a um dos andares e, para sobreviverem, só podem comer os restos da comida devorada pelos níveis superiores. Logo de cara, Trimagasi deixa bem claro que o lugar onde se encontram (a 48ª cela) é consideravelmente agradável, visto que podem se alimentar o suficiente para sobreviverem. Os problemas (e a verdadeira face de todos) vêm à tona quando, no mês seguinte, acordam no nível 171.

É um fato dizer que a soma de todos os fatores da produção é bem mais positiva pelas metáforas que induz com simulacros da realidade e por gentis inclinações a simbologias escondidas. A história, por si só, expande-se em um competente suspense que perdura os pouco mais de 90 minutos e nos envolve do começo ao fim – isso é, até o rechaçável grand finale que resolve não amarrar as pontas e transformar o protagonista num mártir messiânico sem consolidar o lado empático de sua personalidade. Na verdade, é-nos revelado que Goreng erroneamente escolheu ser trancafiado no Poço para “parar de fumar” ou algo assim, até descobrir, tarde demais, que não deveria jamais ter pensado nisso. Afinal, ele é atacado por um psicótico Trimagasi, tenta salvar uma perigosa e lunática assassina chamada Miharu (Alexandra Masangkay) e observa impotente enquanto alguns “colegas” se jogam no infindável buraco para acabarem com sua miséria.

As coisas começam a mudar de figura quando, depois do espetacular assassinato de seu algoz, o protagonista é transferido para o 33º nível e divide a cela com Imoguiri (Antonia San Juan), ex-funcionária que também resolveu entrar na prisão para se livrar de seus pecados e trazer um pouco de sensatez a bárbaros desumanos que não se importam com ninguém além de si mesmos. É Imoguiri, em sua conturbada autorrealização, que tenta em vão convencer as outras pessoas a comerem apenas o necessário e permitir que a plataforma de comida chegue com alimento o suficiente para os dos níveis mais baixos. Eventualmente, Goreng decide destruir o mecanismo de dentro para fora, aliando-se com Baharat (Emilio Buale Cokan) para racionar comida e permitir que todos comam.

Apesar dos claros deslizes, o filme constrói-se com uma estética impecável que transcende as expectativas da audiência e transforma claustrofóbicos quartos em uma imensidão de culpa internalizada e loucura, cortesia do diretor Galder Gaztelu-Urrutia. À medida que busca uma identidade própria, nutre suas habilidades de outros thrillers intimistas como O Quarto do Pânico’Jogos Mortais’ para analisar, ainda que na superfície, o retorno do ser humano à condição de selvageria e de impotência frente a um obstáculo invisível e amedrontar: a fome. O grande deslize, entretanto, isola-se no início do terceiro ato, que ergue-se num pedantismo épico sem sentido e acaba jogando todas as incríveis sutilezas no lixo em prol de uma presunçosa e infeliz resolução que não alcança a catarse à qual se propõe nem a crítica que explora nos blocos anteriores.

Na verdade, as próprias alegorias trazidas pela equipe criativa premeditam o que se pode esperar das reviravoltas: cada um dos prisioneiros pode trazer consigo um objeto qualquer; Goreng escolhe o clássico romance Dom Quixote’, de Miguel de Cervantes, mas não à toa: tanto a trama do livro quanto a do filme discorrem sobre a necessidade do sacrifício e da morte, e caminham para um final que nunca resolve as questões levantadas, fazendo com que nos perguntemos se realmente absorvemos tudo o que foi apresentado. Mesmo os nomes dos personagens principais e coadjuvantes não foi escolhido ao acaso; pelo contrário, trouxeram significados mais profundos que explicam partes dos arcos e ações a priori incompreensíveis.

‘O Poço’ é uma interessante adição ao catálogo da plataforma de streaming – e um convite à reflexão de extrema importância nos dias de hoje, almejando a tópicos de discussão como empatia e comunhão. Apesar da agridoce decisão do roteiro em mudar o curso principal, somos envoltos em uma névoa de tensão que nos impede de desviar os olhos por sequer um segundo (inclusive nas cenas mais explícitas).

Agora, a sequência já está disponível no catálogo. Será que o filme precisava de uma continuação?

‘Hacks’: 4ª temporada ganha primeiro teaser; Trailer completo será lançado AMANHÃ!

Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, continua como uma das melhores produções da televisão contemporânea – e, agora, o primeiro teaser foi revelado.

Além disso, foi anunciaci que o trailer completo será lançado amanhã, 11 de março.

Confira:

https://x.com/StreamOnMax/status/1899234139154657578?t=f0UFvnHIJGk9GAzwj3Gi4g&s=19

Recentemente, Julianne NicholsonMichaela WatkinsBresha WebbRobby HoffmanEric Balfour foram escalados para papéis convidados nos novos episódios.

O próximo ciclo chega à plataforma de streaming em 2025 e contará com dez episódios.

A nova temporada acompanha o cabo de guerra entre Deborah (Smart) e Ava (Hannah Einbinder) enquanto elas dão início ao seu programa noturno, ao mesmo tempo em que fazem história ao trazê-lo à vida.

As três primeiras iterações já estão disponíveis na Max.

Jean SmartHannah Einbinder estrelam.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho também estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

‘Hacks’ conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.

‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras’: Novo filme do diretor de ‘Harry Potter’ chega ESTE MÊS ao streaming!

‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras’ (The Thursday Murder Club, no original), adaptação do aclamado romance de Richard Osman comandada por Chris Columbus (‘Harry Potter’) chega este mês ao catálogo da Netflix.

O longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O filme e estrelado por Helen MirrenPierce BrosnanBen KingsleyCelia Imrie.

Columbus também entra como roteirista do projeto.

Steven Spielberg entra como um dos produtores executivos através de sua companhia Amblin Entertainment.

Confira a sinopse oficial:

Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.

Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… Bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.

Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.

O sucesso do primeiro livro rendeu duas sequências: ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’‘A Bala que Errou o Alvo’, também lançados no Brasil pela Editora Intrínseca.

Crítica | Timothée Chalamet e Josh Safdie unem forças para o primoroso e irretocável drama cômico ‘Marty Supreme’

Os Irmãos Safdie são conhecidos por inúmeras colaborações que trouxeram uma originalidade inerente à arte de se fazer filmes, desde sua estreia com o elogiado ‘Traga-me Alecrim’ até a poderosa comédia dramática ‘Joias Brutas’, uma das produções mais subestimadas da década passada. Agora, os irmãos parecem estar navegando em suas próprias trajetórias, com Benny Safdie tendo comandado a recente e elogiada cinebiografia ‘Coração de Lutador: The Smashing Machine’, com The Rock e Emily Blunt, e Josh Safdie se aventurando no mundo esportivo com a impecável dramédia ácida ‘Marty Supreme’ – e é sobre este filme que falaremos no texto a seguir.

Retomando parceria com seu colaborador de longa data, Ronald Bronstein, Josh arquiteta um dos melhores longas-metragens da década ao garantir que cada uma das engrenagens dessa frenética jornada esteja em perfeita sincronia com as demais, entregando-se de corpo e alma para um roteiro exemplar, uma montagem vibrante e uma fotografia que explora até onde a ambição humana pode chegar. E, para construir o longa-metragem, Safdie trouxe Timothée Chalamet, que ganhou inúmeros elogios por seus múltiplos papéis no cenário do entretenimento, no papel de sua carreira – e que muito provavelmente pode lhe render um merecido Oscar de Melhor Ator.

Na trama, que traz inspirações livres da vida de Marty Reisman, Chalamet encarna Marty Mauser, um jovem vendedor de sapatos que trabalha no Lower East Side de Manhattan e que, nas horas vagas, compete como um jogador de tênis de mesa profissional cujo maior sonho é participar do Torneio Mundial. Navegando entre o atribulado mundo dos esportes e envolvendo-se com pessoas perigosas e sedutoras, Marty tem o desejo autodestrutivo de se provar não apenas para si mesmo e para as pessoas que conhece, mas para o planeta inteiro, com ganas de se tornar uma divindade encarnada em terra que merece ser idolatrada – e que, ao mesmo tempo, parece não enxergar o mundo à sua frente.

Josh tem uma visão muito clara do que quer: se desassociar do estilo que firmou ao lado do irmão, mas sem renegar a carga criativa que explorou em outras produções. Em outras palavras, é notável como o diretor e corroteirista investe esforços consideráveis para construir uma espécie de ‘Joias Brutas’ com esteroides, valendo-se da mesma estética clássica e envolvente que explorou no filme estrelado por Adam Sandler, com um filtro nostálgico e sutil que ajuda a levar o público em uma viagem no tempo, nos levando para os principais polos do tênis de mesa dos anos 1950 à medida que singra por anacronismos estilísticos que apenas ajudam a aumentar a densidade da narrativa.

Safdie e Bronstein fazem questão de não construir um herói clássico ou um anti-herói romantizado, mas sim uma pessoa dotada de falhas e de um senso de superioridade que ultrapassa um sistema de crenças totalmente desestabilizado – motivo pelo qual ele não tem escrúpulos em se envolver com Rachel Mizler (Odessa A’zion), uma antiga amiga de infância que, mesmo casada, mantém uma relação secreta com Marty; e Kay Stone (Gwyneth Paltrow), uma ex-atriz e socialite que cai na mira de Marty e que passa a ter um caso escandaloso com o esportista. E, à medida que o personagem principal tenta se desvencilhar de cada um dos capítulos que encerrou em sua vida, ele se vê diante de um trabalho impossível ao passo que duas realidades totalmente se chocam em um explosivo tour-de-force.

Chalamet, que já havia causado grande comoção com suas performances em ‘Me Chame pelo Seu Nome’, ‘Querido Menino’, ‘Duna’ e ‘Um Completo Desconhecido’, volta a nos surpreender com a melhor atuação da carreira (ao menos até agora) ao mergulhar de cabeça no papel que parece ter nascido para interpretar. Ao encarnar as múltiplas facetas de um jovem cuja necessidade de estar sempre no centro dos holofotes apaga qualquer traço de empatia e de compreensão, Chalamet reitera seu status como um dos maiores atores da geração, garantindo que cada sentimento e cada beat esteja em uníssono com um espetáculo que ao mesmo tempo se expande para analisar a pequenez do ser humano e se contrai para denotar a inexorabilidade da solidão e do vazio.

À medida que trata os acontecimentos com pinceladas ácidas do sarcasmo, da ironia e de uma exploração nada arbitrária da avidez de Marty, Safdie faz questão de deixar que os outros membros do elenco tenham seu momento de brilhar – com destaque à contida e sólida entrega de Paltrow em um glorioso retorno às telonas, e de A’zion em mais uma bem-vinda entrada em sua carreira em ascensão. Integrando esse “time dos sonhos”, temos Kevin O’Leary como Milton Rockwell, um magnata influente casado com Kay que se interessa por Marty e por sua carreira esportiva; e Fran Drescher em uma breve aparição como Rebecca Mauser, mãe de Marty e ponto-chave para que o protagonista se mantenha fincado a uma realidade que não pode varrer para debaixo do tapete.

A decisão do diretor em rodar o filme em 35mm promove à obra uma fuga da cronologia, por assim dizer, garantindo um efeito de granulação natural que nos permite encontrar a narrativa em determinado ponto do espaço-tempo, mas não a ponto de nos distanciar da época. Pelo contrário, a indução de nostalgia e saudosismo se firma na medida certa, e vem acompanhada de uma trilha sonora propositalmente anacrônica que utiliza elementos robóticos e retrofuturistas dos anos 1980 em uma composição etérea e intangível – cortesia das habilidosas mãos de Darius Khondji como diretor de fotografia e Daniel Lopatin como compositor.

‘Marty Supreme’ é um dos filmes que definem o cinema contemporâneo como ele é e como deveria ser, carregado de ousadias e de um comprometimento apaixonante que transforma as potentes duas horas e meia de tela em uma delirante jornada antropológica que é, ao mesmo tempo, incansável e satisfatória. Contando com a presença formidável de Timothée Chalamet no melhor papel da carreira, o novo longa de Josh Safdie é, com a falta de outro adjetivo, primoroso.