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‘Peacemaker’: Batman e Ciborgue iriam aparecer no episódio final da série

Quando a ‘Liga da Justiça‘ faz uma breve aparição no episódio final de ‘Peacemaker‘, vemos apenas Superman, Muljer-Maravilha, Flash e o Aquaman.

Infelizmente, o Batman e o Ciborgue não apareceram… Mas os heróis realmente foram cogitados, como revelou um dublê.

Em seu perfil do Instagram, Matt Turner revelou que ele iria se vestir como o Cavaleiro das Trevas no lugar de Ben Affleck, mas os responsáveis pela série acabaram desistindo da ideia.

O dublê ainda confirmou que o Ciborgue também faria parte da cena, mas não revelou o motivo por trás da ausência dos heróis.

“Depois daquele final épico [de ‘Peacemaker‘], posso finalmente postar isso. Infelizmente eu (e o Ciborgue) fomos cortados da edição final. Por quê? Apenas [James Gunn] e a [Warner Bros.] sabem disso.”

Ele continuou:

“Embora seja decepcionante ser removido, vestir este traje ainda foi uma explosão e um sonho se tornando realidade. Muito obrigado a todos os envolvidos!”

Confira:

Falando nisso, apenas Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (Flash) participaram da cena… Já o Superman e a Mulher-Maravilha tiveram seus rostos cobertos pelas sombras da noite.

Em entrevista para a Variety, o diretor James Gunn foi questionado se Herny Cavill e Gald Gadot, intérpretes dos heróis, foram convidados para a série.

No entanto, o cineasta admitiu que não.

“Não. Eu realmente acho que não. Inclusive, eu só tinha pensando em Jason, mas o Flash também teve seu momento porque eu descobri que Ezra estava muito interessado em fazer isso.”

Quanto ao motivo pela ausência do Batman e do Ciborgue, o cineasta fez mistério:

“Sabe, não sei o que posso dizer. Há razões para isso, mas eu estou realmente incerto se posso dizer quais são essas razões. Pode ter a ver com coisas futuras.”

E, apesar de rápida, a cena foi marcante o bastante para levar os fãs à loucura.

Nas redes sociais, os usuários estão publicando mensagens de entusiasmo com a presença da equipe, provando que os personagens ainda são muito amados, mesmo após o fiasco do filme lançado em 2017.

Além disso, a presença do Superman fez renascer a esperança de vermos Henry Cavill reprisar o papel em algum momento.

Confira as reações:

Lembrando que a HBO MAX confirmou a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, com o o retorno de James Gunn como roteirista e diretor.

Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, disse:

“O brilho de James Gunn mais uma vez reluz com Peacemaker. Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade sob essa equipe de desajustados que vivem em um mundo sobre-humano. Como a primeira série original da DC a ter sua estreia na HBO Max, estamos emocionados que os espectadores concordaram em dar uma chance para mais”, afirmou.

Confira o anúncio:

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Link Perdido’: Animação INCRÍVEL com Hugh Jackman já está disponível no streaming

A animação em stop-motion ‘Link Perdido’ pode ter passado longe do radar mainstream, mas agora tem uma chance de encantar o público, pois finalmente estreou no Disney+.

O longa, supervisionado pelos estúdios LAIKA (de Coraline e o Mundo SecretoKubo e as Cordas Mágicas), foi disponibilizado no catálogo da plataforma de streaming no último dia 18 de fevereiro.

Cansado de viver uma vida solitária, o gigante e peludo Sr. Link recruta o destemido explorador Sir Lionel Frost para guiá-lo em uma jornada para encontrar seus parentes há muito tempo perdidos no lendário vale de Shangri-La. Junto com a aventureira Adelina Fortnight, o trio enfrenta grandes perigos nos confins do mundo.

Relembre o trailer oficial abaixo:

O filme foi escrito e dirigido por Chris Butler.

Além de Hugh Jackman, o elenco também trouxe nomes como Zoë SaldañaZach GalifianakisEmma ThompsonTimothy OlyphantStephen Fry e outros.

‘Star Trek: Picard’: Jean-Luc está pronto para um romance na 2ª temporada, revela Patrick Stewart

Em entrevista ao ComicBook.com, o astro Patrick Stewart comentou que o Capitão Jean-Luc Picard está pronto para encontrar romance na 2ª temporada de Star Trek: Picard’.

Quando questionado sobre o que poderemos ver do personagem no vindouro próximo ciclo, o ator comentou:

“Bom, o que imediatamente me vem à mente é um romance de uma natureza e uma qualidade diferentes da que vimos em Star Trek: Generation’, quando, realmente, tive uma sucessão de encontros”, ele disse. “Mas isso se desenvolveu muito na próxima temporada”.

Lembrando que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 3 de março, na Paramount+.

Confira o teaser e as imagens promocionais, e siga o CinePOP no YouTube:

Anne Wersching, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Bosch’‘Runaways’, fará parte dos novos episódios e dará vida à icônica Rainha Borg, vilã introduzida em 1996 no panteão intergaláctico, mais precisamente no filme Star Trek: Primeiro Contato’. A personagem foi interpretada por Alice Krige.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘Maravilhosa Sra. Maisel’: 4ª temporada estreia no Prime Video!

A 4ª temporada da aclamada e adorada série ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘ (The Marvelous Mrs. Maisel) finalmente estreou no Prime Video.

Os dois primeiros episódios foram disponibilizados no último dia 18 de fevereiro na plataforma de streaming.

O restante dos capítulos será lançado semanalmente.

Em declaração oficial, o produtor executivo Daniel Palladino explicou a decisão de não divulga o ciclo completo de uma vez: “Nós conversamos muito sobre isso. Há alguns anos, as pessoas acharam que o formato semanal estava ultrapassado porque os espectadores queriam assistir todos os episódios de uma só vez. Mas, então, séries como ‘Succession’ ganharam ainda mais popularidade, benificiando-se do formato semanal.”

Relembre o trailer:

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Ryan Reynolds se reencontra com seu eu mais jovem no novo clipe oficial do sci-fi ‘O Projeto Adam’; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe oficial do ambicioso projeto sci-fi ‘O Projeto Adam’, estrelado por Ryan ReynoldsJennifer Garner.

No vídeo, Reynolds se reencontra com seu eu mais jovem.

Confira:

Com estreia marcada para 11 de março, a trama acompanha um piloto que viaja no tempo se une a seu eu mais jovem e seu falecido pai para aceitar seu passado enquanto salva o futuro.

Mark RuffaloRosario Dawson, Zoë Saldaña e Catherine Keener também fazem parte do elenco.

O longa é dirigido por Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.

Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.

Lembrando que o ator já trabalhou com Levy na adorada comédia de ação ‘Free Guy’, que chega no dia 26 de janeiro à plataforma do Star+.

Fãs de Zack Snyder se REVOLTAM após ‘Liga da Justiça’ ser VETADO no Oscar e começam campanha…

Os fãs de Zack Snyder não gostaram de saber que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ foi vetado da lista de concorrentes do Oscar na categoria Melhor Filme Popular, e começaram uma campanha.

Como o filme de super-heróis do diretor foi vetado, seus fãs começaram uma campanha para colocar  ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘ no lugar e enaltecer Snyder.

Nas redes sociais, os fãs começaram um movimento para saudar o direto:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

 ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘ foi lançado pela Netflix e é elegível para a categoria do Oscar.

Segundo o CBM, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas vetou ‘Liga da Justiça‘ com medo de que a tag #RestoreTheSnyderVerse roube a atenção do evento.

A versão de quatro horas de ‘Liga da Justiça‘, lançada no ano passado, não está listada como opção e também não pode participar da categoria de Filme Favorito dos Fãs, que será votada através do Twitter.

As regras estipulam que “O Filme Favorito de um participante pode ser qualquer um dos filmes elegíveis para o 94º Oscar – todos os filmes são mostrados no site do Oscar. Filmes caseiros ou filmes que não foram elegíveis NÃO PODEM ser usados como Filme Favorito.”

A Academia também forneceu uma lista de filmes elegíveis.

Lembrando que a votação começou no dia 14, e o filme preferido tem que ter sido lançado em 2021 – mesmo não tendo sido indicado oficialmente ao Oscar.  

Qual foi o seu filme preferido do ano passado?

O resultado será reconhecido durante a transmissão da cerimônia oficial, que está marcada para 27 de março de 2022.

Vale lembrar que a Rede Globo abriu mão dos direitos de exibição da cerimônia do Oscar 2022 e não exibirá o evento na TV Aberta. Ao invés de ser exibido na Globo pela metade, por causa do BBB, o evento terá transmissão na íntegra apenas para os assinantes do GloboPlay.

Na TV paga, o evento será exibido pela TNT. As informações são da Folha de São Paulo.

Os vencedores serão revelados no dia 27 de Março em uma cerimônia presencial em Los Angeles.

Confira a lista completa de indicados:

MELHOR FILME

Belfast

CODA

Não Olhe para Cima

Drive My Car

Duna

King Richard: Criando Campeãs

Licorice Pizza

O Beco do Pesadelo

Ataque dos Cães

Amor, Sublime Amor

MELHOR DIREÇÃO

Kenneth BranaghBelfast

Ryusuke Hamaguchi, Drive My Car

Paul Thomas AndersonLicorice Pizza

Jane CampionAtaque dos Cães

Steven SpielbergAmor, Sublime Amor

MELHOR ATRIZ

Jessica Chastain, Os Olhos de Tammy Faye

Olivia Colman, A Filha Perdida

Penélope Cruz, Mães Paralelas

Nicole KidmanBeing the Ricardos

Kristen StewartSpencer

MELHOR ATOR

Javier Bardem, Being the Ricardos

Benedict CumberbatchAtaque dos Cães

Andrew Garfield, Tick, Tick… Boom

Will SmithKing Richard: Criando Campeãs

Denzel Washington, A Tragédia de Macbeth

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Jessie Buckley, A Filha Perdida

Ariana DeBose, Amor, Sublime Amor

Judy Dench, Belfast

Kirsten Dunst, Ataque dos Cães

Aunjanue Ellie, King Richard: Criando Campeãs

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Ciarán Hinds, Belfast

Troy Kotsur, CODA

Jesse Plemons, Ataque dos Cães

J.K. Simmons, Being the Ricardos

Kodi Smit-McPhee, Ataque dos Cães

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

CODA

Drive My Car

Duna

A Filha Perdida

Ataque dos Cães

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Belfast

Não Olhe para Cima

Licorice Pizza

King Richard: Criando Campeãs

A Pior Pessoa do Mundo

MELHOR ANIMAÇÃO

Encanto

Flee

Luca

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Raya e o Último Dragão

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Ascension

Attica

Flee

Summer of Soul

Writing with Fire

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

Audible

Lead Me Home

The Queen of Basketball

Three Songs for Benazir

When We Were Bullies

MELHOR FILME INTERNACIONAL

Drive My Car

Flee

A Mão de Deus

Lunana: A Yak in the Classroom

A Pior Pessoa do Mundo

MELHOR FIGURINO

Cruella

Cyrano

Duna

O Beco do Pesadelo

Amor, Sublime Amor

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Duna

O Beco do Pesadelo

Ataque dos Cães

A Tragédia de Macbeth

Amor, Sublime Amor

MELHOR MONTAGEM

Não Olhe para Cima

Duna

King Richard: Criando Campeãs

Ataque dos Cães

Tick, Tick… Boom!

MELHOR FOTOGRAFIA

Duna

O Beco do Pesadelo

Ataque dos Cães

A Tragédia de Macbeth

Amor, Sublime Amor

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Duna

Free Guy – Assumindo o Controle

007 – Sem Tempo para Morrer

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO

Um Príncipe em Nova York 2

Cruella

Duna

Os Olhos de Tammy Faye

Casa Gucci

MELHOR SOM

Belfast

Duna

007 – Sem Tempo para Morrer

Ataque dos Cães

Amor, Sublime Amor

MELHOR TRILHA SONORA

Não Olhe para Cima

Duna

Encanto

Mães Paralelas

Ataque dos Cães

MELHOR MÚSICA ORIGINAL

“Be Alive”, King Richard: Criando Campeãs

“Dos Oruguitas”, Encanto

“Down To Joy”, Belfast

“No Time To Die”, 007 – Sem Tempo para Morrer

“Somehow You Do”,  4 Good Days

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO

Affairs of the Art

Bestia

Boxballet

A Sabiá Sabiazinha

The Windshield Wiper

MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION

Ala Kachuu – Take and Run

The Dress

The Long Goodbye

On My Mind

Please Hold

‘Homem-Aranha 3’ ultrapassa US$ 1.8 bilhão nas bilheterias mundiais

Sucesso! ‘Homem-Aranha Sem Volta Para Casa‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1.8 bilhão nas bilheterias mundiais – o que representa a 6ª MAIOR bilheteria da história do cinema.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 771.7 milhões – superando ‘Avatar‘ e se tornando a 3ª maior arrecadação da história do país. No mercado internacional, foram US$ 1.06 bilhão.

Ao total, a produção já arrecadou sólidos US$ 1.831,7 bilhão mundialmente.

Confira nossa crítica do filme e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Duna’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso nos cinemas e com a sequência confirmada, a adaptação ‘Duna‘ conseguiu ultrapassar a marca dos S$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 107.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 292.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 400.2 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Duna‘ já está disponível na HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Esquadrão Suicida’: Ator do filme original RECUSOU convite para o novo filme; Saiba Porque!

Em 2016, Scott Eastwood fez parte do elenco de ‘Esquadrão Suicida‘, mas boa parte do público nem se lembra do seu personagem porque ele não teve nenhum destaque na adaptação.

Em entrevista para o Insider, o astro falou pela primeira vez sobre o assunto e disse que este foi um dos motivos pelos quais ele recusou retornar para o novo filme, dirigido por James Gunn.

O astro ainda disse que David Ayer, que comandou o original, deu bastante espaço para ele, mas boa parte de suas cenas foram excluídas da versão que foi para o cinema

“Eu não sei o que houve durante a pós-produção. Quando eu fui chamado, David [Ayer] me disse: ‘Topa embarcar nessa jornada comigo? Escolhi um personagem durão para você, e acho que ele vai estourar de popularidade. Vai fazer um grande sucesso’. Naquela primeira conversa, eu nem sabia qual era o personagem. O que posso dizer é que David me deu bastante espaço e recebi muito mais amor no corte original do filme.”

Ele continuou:‎

“Eles fizeram esse novo filme e eu fui convidado, mas disseram que não iriam me pagar e ainda não tinham um roteiro pronto. Eu não queria repetir o que foi feito no anterior, eu não queria fazer parte e algo que eu nem sabia o que era. Lembro de conversado com o meu pai [Clint Eastwood] e ele me disse: ‘Se parece que realmente precisam de você e é um bom papel, então faça. Se não, não tenha medo de recusar.”

Quem acompanhas adaptações de quadrinhos sabe que, desde o anúncio oficial do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, Ayer vem fazendo campanha para a realização de uma versão alternativa de ‘Esquadrão Suicida‘.

O cineasta tornou pública a sua insatisfação e explicou que seu projeto foi picotado, alegando que a versão que chegou aos cinemas não foi a que ele planejou.

Após o lançamento, o longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução.

Em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para Esquadrão Suicida estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, Esquadrão Suicida era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o desejo pelo lançamento do corte original.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida, afirmou.

Filme sobre o Elvis Presley ganha INCRÍVEL pôster oficial; Confira!

Através do twitter, o Rotten Tomatoes divulgou o primeiro pôster oficial da cinebiografia do cantor Elvis Presley, estrelada por Austin Butler (‘The Shannara Chronicles’).

Apesar de trazer apenas o nome do Rei do Rock, o pôster resgata o incrível logo usado nos primeiros shows do artista.

Confira:

Dirigido por Baz Luhrmann (Moulin Rouge), o longa chega aos cinemas no dia 14 de julho.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).

O elenco também conta com Dacre Montgomery, Olivia DeJonge (Priscilla Presley), Natasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford, e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

Rihanna – 34 Anos | As 10 Melhores Músicas de um dos Maiores Ícones da Cultura Pop

Rihanna é um nome automaticamente reconhecível por, bem, qualquer pessoa que já tenha aberto uma playlist do Spotify ou do YouTube.

Nascina Robyn Rihanna Fenty, a performer fez sua estreia no mundo da música em 2005 com ‘Music of the Sun’ e, desde então, trilhou uma carreira de extremo sucesso que lhe rendeu algumas das canções mais icônicas de todos os tempos – afinal, como se esquecer de “Umbrella” ou de “Don’t Stop the Music”? Mas sua maior conquista foi ter se mantido viva na memória da cultura pop por tantos anos (e mesmo depois de tantos anos sem ao menor ter entrado em um estúdio ao que tudo indica).

Com mais de 250 milhões vendidos ao redor do mundo, 14 faixas em #1 da Billboardnove prêmios do Grammy, Rihanna se consagra, ano após ano, como um dos maiores ícones do cenário fonográfico e da indústria empresarial, visto que é a cantora mais rica da atualidade com uma rede financeira de mais de US$1,7 bilhão. Como se não bastasse, ela também se envolveu com causas humanitárias, a moda e o cinema, e foi declarada como Heroína Nacional de Barbados, seu país de origem.

No dia de hoje, 20 de fevereiro, a artista completa 34 anos e nada melhor que celebrar seu aniversário com uma singela matéria especial com suas dez melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. UMBRELLA, feat. Jay-Z

Álbum: Good Girl Gone Bad

Poucas músicas têm o impacto que “Umbrella” teve na cultura pop contemporânea. Misturando elementos do pop e do R&B, a faixa foi um dos singles mais bem-sucedidos de ‘Good Girl Gone Bad’, alcançando primeiro lugar da Billboard Hot 100 e colocando Rihanna no centro dos holofotes ao ajudá-la a ganhar reconhecimento internacional – além de ter levado para casa um Grammy Award de Melhor Colaboração Rap/Sung.

9. REHAB, feat. Justin Timberlake

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Rehab” se consagra como uma das semi-baladas mais potentes e honestas da carreira de Rihanna e a une em uma química inexplicavelmente envolvente com Justin Timberlake. Aqui, temos a proeminência do R&B através de uma narrativa que gira em torno de memórias dolorosas de um ex-amante retratado como doença – e, dessa forma, levando a cantora a precisar de reabilitação.

8. NEEDED ME

Álbum: ANTI

Em seu 8º álbum de estúdio, ‘ANTI’, Rihanna resolveu retornar para o passado com maestria invejável – e “Needed Me” é um dos vários ápices da produção. Com versos escritos com exímia paixão pela arte musical, a faixa é uma ode ao electro-R&B e mergulha em um experimentalismo que a acompanharia ao longo da obra. Além disso, temos elementos de um modernizado dubstep que enfeitam a produção de DJ Mustard.

7. MAN DOWN

Álbum: Loud

Rihanna se tornou uma criminosa com a canção “Man Down”, que alcançou status atemporal em pouquíssimo tempo e foi redescoberta anos depois como uma de suas assinaturas. Na trama, ela discorre de forma fria e calculista como assassinou um homem (fator que explica o título da faixa), através de versos bastante explícitos como “não queria machucá-lo, poderia ser o filho de alguém” e uma predisposição apaixonante pelo reggae e pela eletrônica.

6. HATE THAT I LOVE YOU, feat. Ne-Yo

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Hate That I Love You” pode não vir à mente quando pensamos nas melhores de Rihanna, mas certamente merece um lugar em nossa lista – ainda mais por representar o suprassumo das baladas R&B dos anos 2000. Colaborando com Ne-Yo, um dos nomes de maior reconhecimento da época, em uma desconstruída declaração de amor entre duas pessoas (marcada por vocais impecáveis e uma confiança performática de tirar o fôlego).

5. SHUT UP AND DRIVE

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Shut Up and Drive” é uma das músicas mais subestimadas da artista e merece o quinto lugar de nosso ranking por representar uma grande transição de Rihanna do R&B para um apelo mais mercadológico e funcional: aqui, ela não pretende revolucionar a indústria ou sequer se apoiar em incursões mais conceituais – pelo contrário, é notável como a cantora se diverte como nunca antes em um estilo grunge electro-pop-rock regado a new wave, expressando seus desejos de forma despojada e dançante.

4. TAKE A BOW

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Take a Bow” pode não ter uma produção original, por assim dizer, visto que leva em conta algo que nomes como Alicia KeysMariah Carey já haviam feito alguns anos antes. O que nos chama a atenção, de fato, são os versos assinados por Mikkel S. EriksenTor Erik HermansenShaffer Smith e a rendição um tanto quanto sarcástica da performer. O sucesso de público foi imediato e garantiu a Rihanna mais um #1 na Hot 100.

3. HIGHER

Álbum: ANTI

Se você nunca ouviu “Higher”, não tem ideia do que está perdendo. O único defeito de uma das músicas mais ovacionadas da carreira de Rihanna, presente no álbum ‘ANTI’, é sua curta duração: a amálgama artística na canção beira o divino, seja pelos explosivos e dramáticos vocais da cantora, seja pela propositalmente anacrônica produção que une bluesjazzR&B e um pouco de electro-trap, canalizadas para uma potente e espetacular balada.

2. WORK, feat. Drake

Álbum: ANTI

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, RihannaDrake são vida a uma celebração dancehallreggae-popR&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

1. LOVE ON THE BRAIN

Álbum: ANTI

Nenhuma outra faixa poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de “Love on the Brain”. Apesar de não ter vindo acompanhado de um videoclipe oficial, a canção representa o auge das pulsões criativas de Rihanna – já com dominação total de sua imagética sonora e do que gostaria de trazer a seus fãs (algo interessante, considerando que seu ápice veio com o último álbum que lançou).

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permite que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas souldoo-wop.

Estrelado por Joaquin Phoenix, relembre ‘Vício Inerente’, o filme mais CONTROVERSO de Paul Thomas Anderson

Desde que a ferramenta do audiovisual foi enfim empregada para contar histórias, dando origem ao que chamamos de cinema, os livros sempre foram fontes de inspiração. Porém, devido às limitações técnicas e demais recursos práticos, alguns deles, por muito tempo, eram tidos como inadaptáveis. Hoje, com todo aparato tecnológico existente e depois de tudo que já foi feito, é difícil afirmar que algo da mídia ainda se enquadre nessa premissa. Claro, do ponto de vista técnico, pois quando vamos para o textual, nos deparamos com outros pontos que nos leva a questão levantada.

Exatamente o que é notado nos trabalhos do lendário escritor estadunidense Thomas Pynchon, de 77 anos. Um artista venerado internacionalmente, vencedor de importantes prêmios literários e que possui, dentro da ficção, uma obra multifacetada, que aborda diversos campos, como história, filosofia, parapsicologia e ciências exatas. Onde também é um sujeito recluso dos holofotes, que nunca sequer concedeu entrevistas ou pousou para fotos, tendo uma vida simples com sua mulher e filho.

Os enormes contos de Pynchon possuem uma complexidade latente e ignoram regras básicas de construção narrativa. Por exemplo, o autor não ver problemas em inserir (ou descartar) dezenas de personagens e subtramas paralelas, dentro de suas fábulas excêntricas. Deixando muitos leitores perdidos em meio a tanta informação sobrevinda. De modo que, mesmo com todo sucesso e reconhecimento, jamais um dos seus livros havia sido transposto para as telas, justamente porque nenhum produtor se atrevia. Uma vez que, além de desenvolver os inúmeros temas em questão, teria que lidar com a estrutura original do texto e o não envolvimento do escritor.

É aí que entra Paul Thomas Anderson, um homem que, não por acaso, é um dos profissionais mais cultuados da indústria cinematográfica mundial, pois, com apenas 44 anos de idade, construiu uma carreira brilhante por realizar obras que, além de possuir ampla riqueza técnica e estética, detém de um enorme leque de personalidades, tratam de assuntos delicados e dialogam de maneira singular com a plateia.

Isso, desde os jovens clássicos ‘Boogie Nights: Prazer Sem Limites‘ (1997) e ‘Magnólia‘ (1999), quando, quase emulando os mestres Robert Altman, Martin Scorsese e Jacques Tati, discutiu sobre homossexualidade, incesto, preconceito, vícios e violência; até sua fase mais dura e intimista, que se espelha em Terrence Malick, Sidney Lumet e Jonathan Demme, nas também obras-primas ‘Sangue Negro‘ (2007) e ‘O Mestre‘ (2012), que discorrem questões pungentes, como família, fanatismo, ganância e religião.

Ou seja, é difícil achar, atualmente, um cineasta que se encaixe tão bem nos padrões citados e que estivesse comprometido a fazer algo à altura do autor, que não o P. T. Anderson. E perpetra o feito ao entregar este fabuloso ‘Vício Inerente‘ (2009), detentor de elementos e características que marcaram tanto a obra do escritor, quanto a do diretor.

Estabelecendo sua trama no agitado início dos anos 70, na Califórnia, onde o movimento hippie e a contracultura eram cada vez mais presentes na mente da população americana, também atormentada pela Guerra do Vietnã e chocada com a carnificina promovida pelos seguidores de Charles Manson, a mesma leva que vivia mergulhada em drogas, o diretor inicia a jornada do detetive particular Doc Sportello (Joaquin Phoenix), quando sua ex-namorada e amada Shasta Fay (Katherine Waterston) o contrata para investigar um esquema de extorsão envolvendo o seu novo amante ricaço, Michael Z. Wolfmann (Eric Roberts).

A partir daí, iniciasse uma investigação incessante por pistas de algo que não se sabe ao certo o que é ou qual direção se tomar. Nesse percurso, Doc começa a descobrir inesperadas informações que o leva a lugares estranhíssimos, situações surreais e figuras pra lá de bizarras, que, de forma indecifrável, talvez estejam ali para acrescentar à trama ou simplesmente confundir mais ainda a linha de raciocínio do investigador (e espectador).

Só que, a bem da verdade, pouco importa ou interessa, pois, se formos analisar rapidamente veremos que, mesmo com todos os curiosos acontecimentos, a resolução do caso advém de forma simples e direta. No fim das contas, tudo acaba soando como perfumaria de luxo, já que o conteúdo dos casos paralelos é rico em temas e pode gerar teorias mais profundas.

Contando com o que talvez seja o design de produção mais sofisticado de sua carreira, principalmente em estética visual, devido à lindíssima fotografia neo-noir de Robert Elswit, que, alternando paletas coloridas e lentes cristalinas, confere um tom atmosférico pitoresco àquele universo, Anderson segue à risca o espirito de Thomas Pynchon e cria uma narrativa descompromissada, que mais parece um quebra-cabeça, onde a trama vai sendo montada com o tempo e tudo começa a fazer sentido, ou não. Uma linha tênue entre inovação e erro, isso porque parte do público pode desistir do longa, já que não é fisgado instantaneamente – ainda que haja uma narração em off apenas para situá-lo.

Os planos-sequências (marca do cineasta) se fazem presentes aqui novamente e soam cada vez mais importantes nas cenas empreendidas. Bem como alguns closes panorâmicos e pequenos clipes contemplativos, ou mesmo líricos, acompanhados pela bela trilha sonora do já parceiro Jonny Greenwood (músico da banda Radiohead) – como aquele em que Doc e Shasta correm na chuva, ao som da canção Journey Through the Past, de Neil Young.

Falando nisso, todo elenco parece conectado e as figuras que interpretam funcionam maravilhosamente bem. Ainda em 2010, quando planejava adaptar o livro, P. T. Anderson queria que Robert Downey Jr. fosse Doc Sportello, mas devido a problemas de agenda, o papel caiu no colo de Joaquim Phoenix, que vivendo a melhor fase da sua carreira não desperdiça a chance e entrega um sujeito estranho, mas também doce e engraçado, conquistando de pronto o espectador.

Igualmente, a pouco conhecida atriz Katherine Waterston oferece à sua Shasta uma ternura genuína e consegue ser sexy quando deseja. Mas quem rouba a cena aqui é o experiente Josh Brolin, interpretando o maluco oficial Christian “Pé Grande” Bjornsen. Sem nenhum tipo de histeria, nos poucos momentos que tem em tela, Brolin, como muito poder interpretativo, protagoniza as cenas mais catárticas e hilariantes do longa.

Deste modo, Paul Thomas Anderson nos brinda, mais uma vez, com um trabalho primoroso, de essência categoricamente lisérgica, mas sem os exageros psicodélicos que se imaginava. E que, diferente do hilariante marketing inicial divulgado, carrega em seu universo uma forte tensão e grande peso dramático, abrindo espaço para comédia apenas no jeito de ser dos personagens. Como até deve se encaixar no gênero do romance, pelo centro das ações do protagonista estar geralmente ligado a seus anseios amorosos. Em suma, é um ótimo filme, imperdível para quem aprecia cinema de qualidade.

‘Euphoria’: Vídeo promocional explora os incríveis figurinos da série; Confira!

A HBO divulgou um novo vídeo promocional do aclamado drama teen Euphoria, estrelado por Zendaya.

featurette em questão explora como os incríveis figurinos da série traduziram a nova geração de adolescente e mantiveram os pés no chão e em uma realidade pouco explorada pelo cenário mainstream com roupas certas para cada um dos personagens.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido hoje, 20 de fevereiro.

Relembre a promo:

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Uncharted – Fora do Mapa’: Deve fechar o fim de semana com bilheteria SURPREENDENTE

Apesar de ter ido mal na avaliação dos críticos pelo Rotten Tomatoes, que não curtiram a nova adaptação de uma das séries de games mais conhecidas do Playstation, Uncharted – Fora do Mapa‘ foi muito bem-recebido pelo público, atingindo números expressivos.

No início da semana, a previsão era de que o longa fechasse com 30 milhões de dólares em bilheteria, mas após revisões os analistas viram que a produção da Sony pode passar de 50 milhões no mercado doméstico americano.

Juntando isso a toda arrecadação ao redor do mundo, estima-se que até domingo o filme passe até o seu custo de produção, de 120 milhões. O que deve ligar o sinal verde para uma continuação.

Lembrando que o filme chega em março no mercado Chinês, o que deve alavancar ainda mais os números.

Apesar de ter recebido apenas 39% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes,Uncharted – Fora do Mapa‘ conquistou 88% de avaliações positivas do público.

Por conta da baixa porcentagem da crítica especializada, os fãs chegaram a pensar que isso poderia afetar a possível construção de uma franquia baseada no game.

No entanto, a nota do público só prova o quanto a adaptação estrelada por Tom Holland pode ganhar força nas bilheterias ao longo das próximas semanas.

E parece que o estúdio está certo que a adaptação dará bons frutos, já que uma continuação já foi planejada.

Em entrevista ao CinePOP, Holland revelou que os produtores cogitaram filmar algumas cenas do filme por aqui, e que o Brasil pode ser uma das locações de um possível ‘Uncharted 2‘:

“Nós adoraríamos filmar no Brasil, foi algo que cogitamos para o primeiro filme. Teremos a sorte de fazer o segundo filme aí? Talvez o Brasil seja a nossa casa por alguns meses, seria fantástico. São Paulo é uma das minhas cidades favoritas. É um lugar fantástico com pessoas maravilhosas. Então, sim, talvez um dia estaremos aí.”, revelou.

Assista à crítica, e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Uncharted: Fora do Mapa – Uma aventura honesta e divertida de caça ao tesouro

O filme já está em exibição nos cinemas!

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Tom Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Andrew Garfield achou que ‘Homem-Aranha 3’ era uma ideia ESTÚPIDA no começo

Desde o início da produção de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, Tom Holland considerou a sequência como o filme de heróis mais ambicioso do gênero.

No entanto, Andrew Garfield achou que seria uma ideia estúpida antes de reprisar seu papel como o Peter Parker da franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Mas é claro que tudo não passou de uma brincadeira.

Em entrevista para o The Graham Norton Show, o astro disse que não se imaginava vestindo a roupa colada do herói agora que já passou dos 35 anos.

“Sinceramente, eu achei que foi uma ideia estúpida quando me chamaram… Achei que voltar seria uma coisa realmente assustadora, principalmente devido à fantasia. Imagina um homem de 38 anos com roupinha colada.”

Por outro lado, Garfield gostou tanto de retornar ao papel que revelou à Variety que adoraria fazer mais um filme para fechar a trilogia ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

“Definitivamente! Quer dizer, se houvesse uma oportunidade de voltar atrás e contar mais dessa história. Acho que seria algo para bem maior, para o personagem, para os fãs… E eu tentaria dar o meu melhor para pegar emprestado o manto dele de volta.”

Depois disso, os fãs estão reforçando a campanha #maketasm3 (façam ‘O Espetacular Homem-Aranha 3’) para que a Sony Pictures aposte na ideia e traga Garfield em mais uma aventura.

A intenção das publicações é chamar a atenção do estúdio, assim como os fãs de Zack Snyder apostaram no #ReleasetheSnyderCut.

Confira as publicações:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

5 FILMAÇOS disponíveis nos streamings para você espantar a tristeza do cotidiano!

Que a vida muitas vezes é uma série de tristezas é impossível discordar! Durante nosso cotidiano repleto de tarefas, trabalho, dedicação aos próximos, reunimos momentos bons e ruins. Aí quando relaxamos e temos tempo para assistir algum filme, muitas vezes, necessitamos de algo leve que nos mostra caminhos diversos para a tão sonhada felicidade. Assim, seguindo nessa linha de pensamento, resolvemos criar uma série de sugestões abaixo com 5 filmaços para você espantar a tristeza do cotidiano!

 

No Ritmo do Coração

É possível remakes serem tão bons quanto os originais! Indicado a três Oscars em 2022, chegou à plataforma da Amazon Prime Video nesse primeiro semestre um emocionante filme que adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês.  No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade. Dirigido pela cineasta Sian Heder, em seu segundo longa-metragem na carreira, o projeto promete emocionar com suas linhas mensagens nas entrelinhas. A britânica Emilia Jones brilha como a protagonista, assim como Troy Kotsur que interpreta seu pai.

Na trama, conhecemos a família Rossi. No centro das atenções e grande protagonista da trama está Ruby (Emilia Jones) uma jovem esforçada que alterna entre o trabalho em um barco pesqueiro com o pai e o irmão pelas manhãs e em seguida corre para ter aulas no colégio. Ela é a única não muda de sua família, condições que a faz ser super importante para a rotina de todos da casa, praticamente uma intérprete dos seus parentes com os que os cercam. Seu pai (Troy Kotsur) é um esforçado trabalhador que busca melhores condições no concorrido trabalho das pescas, seu irmão Leo (Daniel Durant) está naquela fase onde se dedica integralmente ao lado profissional mas sem deixar brechas para o amor, sua mãe Jackie (Marlee Matlin) é o ponto de apoio a todos ajudando no dia a dia e em questões do trabalho que sustenta a família. Quando Ruby percebe que tem chances numa carreira musical, a partir das aulas com o professor Bernardo (Eugenio Derbez), tudo o que a família tinha de alicerce acaba tendo que se adaptar para que o destino de Ruby não se perca. Tem na Amazon Prime Video.

 

Sideways – Entre Umas e Outras

Quem diria que uma grande bebedeira daria uma rica história? Vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado e dirigido pelo excelente diretor Alexander Payne (que também dirigiu o ótimo Nebraska, entre outros excelentes filmes), Sideways – Entre Umas e Outras é uma grande viagem de auto descobrimento de um homem de meia idade cheio de conflitos internos. Na trama, viajamos juntos com uma dupla de amigos, um homem fascinado por vinhos e seu melhor amigo que saem para uma viagem de uma semana, de despedida de solteiro, pelas vinícolas da Califórnia e acabam conhecendo duas mulheres que mudam suas vidas para sempre.

 

The Go-Getter

Filme cult, indie, classificado em todas as peculiaridades e subgêneros que o cinema pode ter. The Go-Getter (sem tradução para o português) é um filme que poucos conhecem. Dirigido pelo cineasta Martin Hynes, a produção conta com uma das atrizes mais queridinhas do cinema norte-americano, Zooey Deschanel. O filme é basicamente a história de Mercer White (Lou Taylor Pucci), um jovem de 19 anos que rouba um carro e sai em busca de seu meio irmão mais velho. Quando deixa a cidade um celular deixado dentro do carro toca e ele se acha falando com sua dona, Kate (Zooey Deschanel). Daí em diante, surpresas, amor e descobertas comandam o roteiro.

 

A Vida Começa aos 40

Direto das terras geladas da Suécia. A hilária comédia A Vida Começa aos 40 tinha tudo para ser uma cópia de todos os filmes fúteis Hollywoodiano. Porém, com duas atuações sensacionais e um roteiro muito envolvente, o filme acaba se tornando uma experiência maravilhosa.  Na excelente história, conhecemos Elisabeth (Helena Bergström), que está se divorciando do marido Henrik (Johan Rabaeus) e tem uma grande discussão com a policial de trânsito Gudrun (Maria Lundqvist). Gudrun vive com a filha adolescente Liselotte (Erica Braun), que tenta convencer a mãe a sair da frente da TV, do ataque à geladeira e procurar viver a vida. Quando Gudrun se queixa de dores no estômago, Liselotte marca uma consulta com sua ginecologista. Que, no caso, é Elisabeth. Esse encontro vai mudar a vida delas e levar o espectador uma história onde a grande graça é recomeçar.

 

Hector e a Busca pela Felicidade

Evitar a tristeza não é a forma certa de encontrar a felicidade. Baseado no livro Le voyage d’Hector ou la recherche de bonheur do autor francês François Lelord, Hector and the Search for Happiness (Hector e a Busca pela Felicidade) é um filme muito honesto que mexe com a emoção do público com suas inúmeras lições na prática sobre a arte da felicidade. O longa metragem é dirigido pelo britânico Peter Chelsom. Chelsom conduz com trivialidade e maestria essa história que vai emocionar a muitas pessoas.  Podemos considerar esse trabalho como uma espécie de Walter Mitty Britânico.

Assinantes da Netflix estão ODIANDO o novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’; Veja as reações!

O terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ estreou na Netflix no último dia 18 de fevereiro e, além da fraca recepção por parte da crítica, também não está agradando os assinantes da plataforma de streaming.

Vários internautas recorreram às redes sociais para comentar sobre como a produção é ruim, desnecessárias e com personagens “burros”, como escreveram.

Veja as reações abaixo:

No Rotten Tomatoes, a produção amargou míseros 29% de aprovação, com nota 4.20/10 baseada em 85 reviews. Os especialistas comentaram sobre as inúmeras falhas em relação ao projeto e, principalmente, ao fato de ninguém compreender o motivo de fazerem uma sequência. A aceitação do público seguiu linha parecida, com apenas 39% de aprovação.

Confira as principais reações abaixo:

“Odeio ser esse cara, mas não há qualquer razão para este filme sequer existir” – The Weekend Warrior.

‘O Retorno de Leatherface’ é bom? Não! É divertido? Sim!” – ButteredPopcorn.

“O novo O Massacre da Serra Elétrica é uma mistura profunda e mal-calculada de comentários sociais incoerentes e um gore exagerado” – Slant Magazine.

“Enquanto não deixa de lado as cenas sangrentas, essa tentativa de revitalização não tem uma história ou personagens para a apoiarem. Infelizmente, não há nada de novo aqui” – Austin Burke/Flick Fan Nation.

“O filme é uma bagunça temática sem direção, mas o novo O Massacre da Serra Elétrica ainda consegue entregar grandes coisas enquanto simplesmente posa como uma obra sobre um grupo de crianças que enfrentam Leatherface” – Perri Nemiroff.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retorna no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, produz a nova versão.

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface. David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, assina o roteiro.

Tom Holland diz que trazer um Nathan Drake jovem em ‘Uncharted’ foi uma decisão “inteligente e ESTRATÉGICA” [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Tom Holland, que estrela a adaptação da amada franquia de games Uncharted‘.

Na entrevista, Tom revelou que achou a decisão de introduzir um Nathan Drake mais jovem foi uma decisão “inteligente e ESTRATÉGICA”.

“Acho que foi uma decisão muito inteligente. Foi também uma decisão muito estratégica. Estávamos cientes de que existe essa “maldição” em adaptações de videogames para o cinema, e então tentamos descobrir porque isso acontecia. E chegamos a conclusão que é porque os videogames são tão mágicos e tão imersivos que por que você iria querer assistir em um filme e ser apenas um passageiro ao invés de um piloto? O que decidimos fazer com o filme foi contar uma história que os fãs do jogo ainda não viram. Esta é a história da primeira aventura do Nathan e do Sully, que é algo que não tem nos jogos, então se você jogou os jogos, você verá uma nova visão sobre esses personagens que você conhece e ama. E se você não jogou os jogos, você está essencialmente recebendo a história de origem, então você entenderá tudo o que está acontecendo.”, afirmou. 

Assista a entrevista, e siga o CinePOP no YouTube:

O ator ainda revelou que os produtores cogitaram filmar algumas cenas do filme por aqui, e que o Brasil pode ser uma das locações de um possível ‘Uncharted 2‘:

“Nós adoraríamos filmar no Brasil, foi algo que cogitamos para o primeiro filme. Teremos a sorte de fazer o segundo filme aí? Talvez o Brasil seja a nossa casa por alguns meses, seria fantástico. São Paulo é uma das minhas cidades favoritas. É um lugar fantástico com pessoas maravilhosas. Então, sim, talvez um dia estaremos aí.”, revelou.

Crítica | Uncharted: Fora do Mapa – Uma aventura honesta e divertida de caça ao tesouro

O filme já está em exibição nos cinemas!

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Tom Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Gostou de ‘Morte no Nilo’? Conheça 5 histórias MARAVILHOSAS de Agatha Christie

Estreia da próxima adaptação relembra longa bibliografia da autora

Morte no Nilo já está em exibição nos cinemas e é uma continuação para Assassinato no Expresso do Oriente na cinessérie comandada por Kenneth Branagh, mesmo que não haja uma ligação direta entre as duas obras no campo literário. O filme sobre o misterioso assassinato a bordo de um trem que fazia a ligação entre Paris e Constantinopla (Turquia) reanimou o olhar de Hollywood sobre o clássico gênero do “quem matou?”.

Não importando se é uma obra clássica como Assassinato por Morte, Os Sete Suspeitos e até a primeira versão de Assassinato no Expresso do Oriente de 1974 ou algo mais recente como Entre Facas e Segredos e Os Homens que não Amavam as Mulheres, essas obras partilham da mesma estrutura narrativa e de possuírem sem exceção verdadeiros elencos galácticos. Já quando saímos do campo do cinema para o da literatura, poucos nomes se tornaram tão intimamente ligados ao gênero quanto o de  Agatha Christie.

A autora britânica escreveu 75 obras em sua totalidade; variando entre romances de detetive,  contos, peças teatrais e uma auto bibliografia. Com tantos livros, não faltaram personagens icônicos como a enxerida vizinha Mrs. Marple, Parker Pyne e, o mais famoso de todos, o detetive belga Hercule Poirot. A vasta oferta literária também possui diversos clássicos da literatura à disposição como alguns a seguir.

Agatha Christie tem uma vasta (além de interessantíssima) bibliografia

  • Os Cinco Porquinhos

Um famoso pintor é assassinado e Poirot é contratado pela filha do falecido para investigar. Partindo de uma premissa bastante simples, a história vai ganhando maior dificuldade conforme as investigações se desdobram. A começar pelo fato do assassinato ter ocorrido anos antes do detetive ter sido contratado e o culpado já ter sido condenado; sendo assim, o que há mais para descobrir?

Nessa história em específico a autora faz um trabalho primoroso ao não se limitar apenas em construir um suspense investigativo mas também em montar de pouco em pouco a personalidade contraditória da vítima, Amyas Crale. Cada pessoa que teve um contato com ele apresenta uma nova faceta do mesmo, sendo ela positiva ou negativa, e o que se desenha acaba sendo um drama familiar tanto encantador quanto trágico que vitimizou todos os envolvidos.

  • Cai o Pano

A despedida de Poirot o coloca frente a frente com um inimigo invencível: o tempo. Em idade já avançada o belga é convidado para um encontro no local de seu primeiro caso, a antiga propriedade Styles, e lá é testado por um aspirante a assassino que deseja derrotar o investigador a todo custo.

Poirot enfrenta seu derradeiro caso

Mais do que isso, o romance é sobre Poirot e o fiel parceiro do protagonista, Hastings, aceitando que o fim da sua vida está próximo. A trama possui um cativante senso de conclusão para a jornada de um icônico personagem, algo feito com bastante dignidade e que é incomum de ocorrer com tamanha qualidade em quaisquer mídias.

  • Assassinato na Casa do Pastor

Romance de estreia protagonizado por Mrs Marple faz um grande trabalho em introduzir sua personalidade curiosa através de seu posto como vizinha da vítima da vez. Além disso, a obra se destaca pela construção da atmosfera ao redor da trama. Por se passar em uma pequena cidade interiorana da Inglaterra, a autora buscou mostrar esse ambiente como bastante bucólico e pacato; tornando a única diversão daquela gente como sendo os cochichos e fofocas.

Esse livro em particular não é tanto sobre o assassinato em si, mas sobre o ambiente em que ele ocorreu e, principalmente pelas pessoas que compõe essa cidadezinha (incluindo a protagonista).

  • O Assassinato de Roger Ackroyd

Esse em particular figura constantemente em listas sobre obras que verdadeiramente mudaram o gênero policial. Escrito em 1926, esse enredo põe Poirot em mais um caso que lhe cai no colo por acidente, dessa vez para investigar a morte do ricaço local Roger Ackroyd, em um enredo que utiliza todos os elementos que se consagraram em sua bibliografia nos anos seguintes – como a vítima sendo uma figura proeminente (para o bem ou para o mal), o local do crime sendo um cenário mais pomposo e alinhado com a alta sociedade britânica, além de todos os suspeitos tendo algo a esconder sobre o morto.

O Assassinato de Roger Ackroyd é um clássico supremo da literatura policial

O que tornou a obra imortal, porém, não foi outra coisa além do seu final. Extremamente polêmico na época da publicação, a resolução do assassinato do senhor Ackroyd foi verdadeiramente inovadora para o período e, portanto, bastante divisora. Não só isso como também o desempenhado pelo “Watson” da vez para Poirot (cargo esse geralmente ocupado por Hastings mas que nesse romance ficou para o Dr. Sheppard) estabeleceu um grau de importância inédito concedido aos ajudantes dos detetives.

Hoje O Assassinato de Roger Ackroyd é considerado um clássico dos romances criminais e até mesmo figura como o melhor de todos os tempos. Já se passaram noventa e quatro anos desde sua publicação, o que torna a possibilidade de receber um spoiler gratuito durante uma pesquisa algo bem real.

No entanto, da mesma forma como ocorre com Assassinato no Expresso do Oriente, é altamente recomendável que o leitor se surpreenda durante a história pois mesmo não sendo algo inovador do ponto de vista atual (principalmente quando a literatura policial há muito assumiu contornos cada vez mais intensos para chocar o leitor) essa é a pedra angular na qual se construiu todo esse gênero literário durante e após o século XX.

  • E Não Sobrou Nenhum

Tão polêmico quanto a obra anterior, essa talvez seja a principal que não envolva quaisquer dos protagonistas famosos da autora. Dez pessoas que jamais se viram são convidadas para uma estadia em uma ilha por um famoso casal de milionários, cada uma portando um segredo, e quando elas são confrontadas com esses mesmos segredos uma paranoia generalizada assume o comando da história.

“E Não Sobrou Nenhum” , além de ser um dos melhores livros de Agatha Christie, também possui uma ótima minissérie

Poucas obras podem ser consideradas genuinamente macabras sem precisar apelar para violência gráfica. Agatha Christie constrói a tensão com cuidado, sutileza e elegância; começando com um ambiente não muito diferente do que figura na maior parte da sua bibliografia (um encontro social bastante formal) mas que assume uma forma assustadora eventualmente.

Aqui não só os personagens se tornam essenciais mas a ilha e a casa onde ocorre tudo se tornam parte da narrativa. Cada corredor pode esconder uma armadilha, em cada fenda da ilha pode estar o assassino. É notável como a dúvida por vezes irracional assola as mentes dos protagonistas e do próprio leitor. Em 2011, Ed Grabianowski escreveu um compilado dos 21 livros mais vendidos de todos os tempos para o site HowStuffWorks e o romance E Não Sobrou Nenhum figurou na décima sexta posição com 100 milhões de cópias vendidas.

Porém, o livro não ficou livre de polêmicas. Diferente do que ocorreu com O Assassinato de Roger Ackroyde em que a insatisfação esteve associada com a conclusão do enredo, nesse caso ela se associou com o nome original da obra: O Caso dos Dez Negrinhos. Esse título que se inspirou no poema que conduz os crimes dentro da obra (Dez Indiozinhos) e foi potencializado pelo contexto do racismo escancarado de 1939 e pré-movimento pelos direitos civis nos EUA. Ao longo do tempo o problemático título acabou sendo alterado. O livro também teve algumas adaptações ao longo do tempo, destacando dentre elas o filme E Não Sobrou Nenhum de 1965 e uma minissérie de mesmo nome lançada pela BBC em 2015, considerada como a melhor adaptação do livro feita até hoje. 

 

‘Meu Malvado Favorito 4’ é CONFIRMADO e ganha data de estreia!

Illumination e a Universal Pictures anunciaram recentemente que Meu Malvado Favorito 4’, sequência da adorada e popular franquia animada, já tem data de estreia nos cinemas (via Collider).

O longa-metragem será lançado no dia 23 de julho de 2024, marcando a 15ª colaboração entre as duas companhias.

Apesar de detalhes sobre a trama não terem sido revelados, sabe-se que o elenco de dublagem trará de volta nomes como Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas).

Além disso, Chris Renauld, que comandou os dois primeiros filmes da saga, deve retornar à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

Lembrando que a franquia já ganhará outro longa-metragem, Minions 2: A Origem de Gru, continuação da pré-sequência focada nos asseclas amarelos de Gru. A estreia do derivado está marcada para o dia 01 de julho.

Relembre o trailer: