Na trama, conhecemos um jovem ladrão (Chay Suede) que vendo a oportunidade de roubar mais um carro, uma caminhonete de luxo parada em uma rua pacata de uma grande cidade, não pensa duas vezes e inicia a ação do roubo. O problema é que quando ele tenta sair do carro para fugir o carro simplesmente não abre e aos poucos ele começa a perceber que está preso de propósito pelo dono do carro, que entra em contato com ele pelo telefone do carro, um ginecologista renomado (Alexandre Nero) que já fora roubado outras vezes e dessa vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Lutando para sobreviver sem comida, água e com o emocional completamente destruído inicia-se um jogo psicológico intenso onde a moral é colocada em xeque.
Depois de uma briga violenta com a mãe, Margaret é sentenciada a uma medida restritiva e precisa manter pelo menos 100 metros de distância da casa da família. A filha caçula é encarregada pela mãe de pintar uma linha representando este limite em volta da casa, o que apenas intensifica o desejo de Margaret de ficar perto da família. Ao se aproximar da linha todos os dias, sua teimosia reflete os conflitos desta família disfuncional.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Ursula Meier também assina o roteiro ao lado de Stéphanie Blanchoud e Antoine Jaccoud;
Na trama, uma bióloga marinha Sophia descobre que um tubarão gigante invadiu o rio Sena pouco antes da realização de um triatlo internacional. Embora as autoridades relutem em acreditar nela, Sophia deve se unir a um policial e uma ativista climática para impedir um literal banho de sangue.
De acordo com o Variety, Patrick Wilson (‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’) foi confirmado no elenco da série ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear), adaptação baseada no suspense clássico de 1962.
Detalhes sobre seu papel não foram confirmados, mas o ator deve interpretar Tom Bowden, marido da protagonista, Anna Bowden (Amy Adams).
Javier Bardem (‘007 – Operação Skyfall’) dará vida ao vilão, Max Cady.
A série é sendo descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.
Sucesso! A aguardada sequência ‘Wicked: Parte 2‘ arrecadou sólidos US$ 226 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, o longa abriu no topo com US$ 150 milhões. Internacionalmente, a produção acrescentou US$ 76 milhões através de 78 mercados.
O longa dominou as bilheterias ao redor do mundo e o Deadline fez um complicado com todos os recordes quebrados em sua estreia:
Maior estreia doméstica e global para um filme baseado em um musical da Broadway.
Maior estreia doméstica e global da carreira da Ariana Grande.
Maior estreia doméstica e global da carreira da Cynthia Erivo.
Maior estreia doméstica e global do diretor Jon M. Chu.
Maior estreia da história para um musical composto por Stephen Schwartz.
Maior estreia doméstica e global do produtor Marc Platt; superando a abertura do live-action de ‘Aladdin‘ (US$213M).
Maior primeiro dia nas bilheterias domésticas para um filme baseado em um musical da Broadway (US$68.9M); superando o primeiro filme, que arrecadou US$ 46.2 milhões.
Maior pré-estreia doméstica para um filme baseado em um musical da Broadway (US$30.8M); superando o primeiro filme (US$19.2M).
Maior abertura doméstica da história para um filme musical lançado em novembro; ultrapassando ‘Moana 2‘ (US$139.7).
Segunda maior abertura doméstica de 2025; atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162.7M).
Segunda maior abertura doméstica da história da Universal Pictures; atrás apenas de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$208.8M).
Segunda maior abertura doméstica antes do feriado de Ação de Graças; atrás apenas de ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘ (US$158M).
Segunda maior campanha promocional global da história para um estúdio de Hollywood, com um investimento de US$ 330 milhões; o primeiro filme contou com uma campanha de US$ 350 milhões.
Terceira maior abertura doméstica da história para um filme musical; atrás apenas do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$191.7M) e ‘A Bela e a Fera‘ (US$174.7M).
Terceira maior abertura doméstica para o mês de novembro; atrás apenas de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘ (US$181.3M) e ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘ (US$158M).
Quarta maior abertura global de um filme hollywoodiano em 2025; atrás apenas de ‘Jurassic World: Recomeço‘, ‘Um Filme Minecraft‘ e ‘Lilo & Stitch‘.
Quinta maior abertura global da história para um filme musical; atrás apenas de ‘O Rei Leão‘, ‘Moana 2‘, ‘Frozen 2‘ e ‘A Bela e a Fera‘.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de outubro.
Confira:
Baseada na popular saga literária de Jack Carr, a nova temporada irá adaptar o segundo livro, True Believer.
A segunda temporada trará James Reece em uma jornada de redenção violenta, encontrando um novo propósito após concluir sua lista. A trama se expande para um thriller de espionagem que percorre o mundo, levando Reece através do Oceano Índico, do sul e do norte da África, do Oriente Médio e da Europa.
Costa Ronin (‘The Americans’), Martin Sensmeier (‘1883’), Gabriel Luna (‘The Last of Us’), Edwin Hodge (‘FBI: Most Wanted’) e Caitlin Bassett (‘Quantum Leap’) serão introduzidos no próximo ano.
A narrativa acompanha James Reece (Pratt) que, depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco, volta para casa com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.
No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.
A ex-membro do elenco da série ‘Battlestar Galactica’, Katee Sackhoff, vai entrar para a próxima temporada de ‘The Flash’ com um personagem fixo. A informação foi divulgada pelo site Entertainment Weekly.
Segundo a publicação, Sackhoff entrará para a trama como a vilã Amunet Black, também conhecida como Blacksmith, a chefe do mercado negro de vilões. Nos quadrinhos, a personagem foi apresentada em 2001.
Sua primeira aparição na série da CW acontecerá no episódio ‘Girls Night Out’, que será umc crossover com ‘Arrow’, trazendo Emily Bett Rickards com uma participação especial.
O roteirista do original ‘Cloverfield’,Drew Goddard, está interessado em retornar para a franquia.
Durante uma entrevista ao /Film, ele comentou sobre o novo projeto queJ.J. Abrams está desenvolvendo – e que tem gerado uma série de especulações sobre ele fazer parte do cloververse -, pontuando que seria interessante juntar a “gangue” novamente.
Disse:
“Eu ouvi falar desse filme, mas não estou envolvido nele, nem na direção e nem no roteiro. Mas eu amo esse universo, assim como amo J.J. e Matt Reeves [diretor do original]. Eu acho que todos nós concordamos que gostaríamos de juntar a gangue de novo, eventualmente”.
Após o lançamento de surpresa de ‘The Cloverfield Paradox’ na Netflix, parece que a franquia está com grandes planos para o futuro… e agora nos cinemas.
A única informação de ‘Kolma’ até agora é que o projeto contará com a atrizDaisy Ridleye será uma trama sobrenatural que, na verdade, é um remake de um filme israelense para TV de 2003, que gira em torno de um homem que “morreu em um acidente de carro há 50 anos e que espera do outro lado pela sua antiga namorada que sobreviveu. Quando a mulher morre, ela tem a opção de retornar ao dia do acidente para viver novamente ou se reunir com seu amor no além”.
Apesar da trama sobrenatural, há especulações de que esse possível roteiro possa receber elementos do Cloververse e se tornar o quinto filme da franquia. Tudo ainda não passa de um rumor e ‘Kolma’ não possui data de lançamento.
Vale lembrar que após a recepção fraca de ‘The Cloverfield Paradox’ por conta da crítica especializada, a Paramount Picturesestaria planejando retornar a franquia, que começou em 2008, aos cinemas e não mais a serviços de streaming.
A comédia que marca a estreia de Olivia Wilde na direção, intitulada ‘Fora de Série’, chega em breve aos cinemas. E a produtora Annapurna Pictures divulgou os primeiros seis minutos da produção, sem legenda.
Confira:
Com temática coming of age, aos moldes de ‘Lady Bird‘, a produção conta a história de Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), duas melhores amigas inteligentes, que sempre seguiram as regras, com um desempenho acadêmico surpreendente. Mas, à medida que elas comemoram suas conquistas estudantis e o sonho de estudar na faculdade que sempre almejaram, elas começam a refletir se de fato também não perderam a oportunidade de viver a algumas das experiências naturais da adolescência.
Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.
Mas os fãs ainda não abriram mão da ideia e continuam fazendo campanha para a Disney desenvolver um novo capítulo. E o apelo popular ganhou uma proporção ainda maior, com os apoiadores desenvolvendo outdoors digitais que pedem a realização da sequência.
Os anúncios trazem citações de alguns dos protagonistas, que expressam seu desejo por um novo longa da franquia, e ainda convocam a audiência a ingressar no movimento, usando a hashtag #AlitaSequel.
Os outdoors foram colocados na Wilshire Boulevard, em Los Angeles.
Confira:
Recentemente, o produtor Jon Landau postou uma imagem indicando que a sequência pode estar à caminho.
Na foto, Landau surge vestindo uma camisa muito oportuna. O topo cinza tem o cartaz de Alita impresso e o texto ao redor da imagem diz:
Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em
Os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs. O documento já registrou mais de 156.000 assinaturas.
Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.
A comédia romântica nacional ‘AmarAção‘ – estrelada por Caco Ciocler – ganhou o seu primeiro trailer, que veio acompanhado do cartaz oficial da produção.
Confira:
Produzido pela Boca a Boca Filmes, o longa acompanha a história de Erick (Eric Belhassen), que depois de se separar de sua esposa, começa a desenvolver alguns estranhos sintomas físicos e emocionais. Suspeitando ter sido enfeitiçado por ela, ele vai fazer de tudo para resolver esse problema.
Já o seu melhor amigo Caco (Caco Ciocler) vive uma circunstância diferente. Também se separando, ele já pensa em recuperar seu amor por meio da magia. Finalmente, os dois terão que se redimir com as suas ex-mulheres, para que possam saber a verdade sobre a magia do amor.
‘AmarAção‘ estreia nos cinemas brasileiros no próximo dia 10 de junho e estará disponível para aluguel e compra, nas principais plataformas digitais, a partir do dia 30 do mesmo mês.
O vencedor de dois Oscar, Christoph Waltz, é a mais recente adição ao elenco recorrente da 5ª temporada de ‘Only Murders in The Building‘. A informação foi confirmada pela Variety.
Waltz se junta Keegan-Michael Key, que fora anunciado recentemente. Os detalhes de seu personagem permanecem em sigilo, bem como a trama do vindouro ciclo.
Vale lembrar que as filmagens dos novos episódios já estão acontecendo em Nova York. A informação fora revela pela conta oficial da série nas rede sociais.
O próximo ciclo ainda não tem previsão de estreia.
O oitavo filme da franquia, ‘Jogos Mortais – Jigsaw’, ganhou um vídeo dos bastidores com a presença do elenco e dos diretores, mostrando como foram planejadas algumas das novas e sangrentas armadilhas.
Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?
O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.
Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.
Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.
A Disney anunciou que o longa da ‘Capitã Marvel’ trará o retorno do Agente Phil Coulson (Clark Gregg) para as telonas, sete anos depois de ‘Os Vingadores’ (2012).
O personagem acabou se estabelecendo como o astro de ‘Agents of SHIELD’, uma das principais produções de TV da Marvel.
O roteirista Christopher Markus contou que a Capitã Marvel, vivida pela Brie Larson, terá um papel “importante” em ‘Vingadores 4’ e que a personagem irá desempenhar um poder nunca antes visto na Marvel.
“Nós estamos muito animados em tê-la em ‘Vingadores 4’. O filme solo dela ainda não saiu, então tivemos que nos coordenar com o pessoal daquela produção para inclui-la no nesse filme. Em termos de nível de poder… ninguém que introduzimos no universo Marvel até agora tem tanto poder quanto ela.
Já em termos de personalidade, acho que ela é próxima do Capitão América. Ela tem um senso do que é certo, e não quer ouvir quando as pessoas a contradizem. Em meio a egos inflados como o de Tony e pessoas cuja vida pessoal é uma loucura, como Quill, alguém com uma visão clara de mundo será é bem-vinda”
Durante uma nova entrevista ao Collider, a roteirista Geneva Robertson-Dworet comentou sobre seu trabalho em ‘Capitã Marvel’ e garantiu que o longa irá agradar os fãs, além de ser muito fiel aos quadrinhos.
“Pode ter certeza que vamos trazer muitas coisas dos quadrinhos nesse filme. A Capitã Marvel é uma personagem incrível, divertida, e muito poderosa. Ela adora bater nos criminosos e nos inimigos. Esse mundo é muito bom de se explorar. E estou trabalhando ao lado de pessoas muito talentosas. É um sonho se tornando realidade, sério”
‘American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), contará com o retorno da Taissa Farmiga.
Agora, segundo o EW, a atriz reprisará as duas personagens das temporadas (Violet Harmon e Zoe Benson), assim como a colega de elenco Sarah Paulson, que também retornará à pele de mais de uma personagem.
A nova temporada chegará ao canal FX no dia 13 de setembro, às 23h, um dia após a exibição nos EUA. Além disso, confira o novo cartaz perturbador:
Ontem, Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.
A quinta temporada deImpuros já está no Disney+ e, a convite da Disney, a reportagem bateu um papo com os diretores da série, René Sampaio, Tati Fragoso e Tomás Portella. Nesta temporada, Evandro do Dendê (Raphael Logam) entra em rota de colisão com sua ex-esposa, Geise (Lorena Comparato), que está expandindo os negócios pela América Latina, enquanto lida com o Policial Morello (Rui Ricardo Diaz), que está cego por vingança. Em meio a essas confusões, o esquema de tráfico só cresce, tentando adentrar o mercado europeu.
A série ter chegado à quinta temporada aponta como Impuros é uma série de sucesso. Para os diretores, chegar tão longe é uma oportunidade de contar novas histórias e levar esses personagens tão queridos – ou odiados – para novos lugares. Confira a entrevista!
Nesta temporada, é possível ver muitas cenas gravadas em paisagens exóticas da América Latina. A maior parte delas foi gravada no Uruguai, como revelou Tomás Portella.
“Desde a primeira temporada, a gente vem gravando cenas no Uruguai. Não só por ser um local rico de paisagens, mas por trazer um elenco latino muito bom. É sempre uma experiência muito enriquecedora. Montevidéu principalmente, porque é uma cidade com lugares desertos. No Rio de Janeiro, se você quiser um lugar deserto, inóspito, você tem que pegar pelo menos 1h30 de estrada. A gente filmou no Uruguai, inclusive, cenas que se passam no Brasil, por conta da facilidade de lugar inóspitos por lá”, disse.
Já René Sampaio destacou que essa viagem pela América Latina rende bastante por poder explorar a diversidade do elenco para o público.
“É uma série falada em português, inglês e espanhol. Com muito português e espanhol. Então, acho que a gente consegue trazer uma verdade para o público toda vez que a gente escolhe lugares e atores de fora do Brasil. Eles entram na nossa série para dar um gostinho diferente, com sotaques diferentes”, contou René.
Quem assistir a série vai reparar que um tema que está extremamente em alta no momento, o Jogo do Bicho, integra a trama. Mas, segundo os diretores, o desafio maior é não deixar que esse elemento tome conta da história, já que a série não é sobre esse tipo de contravenção.
“O Jogo do Bicho está muito ligado à criminalidade do Rio de Janeiro. É até difícil de separar as coisas. Ele está presente na temporada. Acho que a guerra do Bicho não é o nosso foco, e é uma preocupação nossa para não deixar que ele se sobreponha à série, mesmo diante dessa popularidade muito grande que ganhou recentemente. Mas nossa série não é sobre isso”, afirmou Tomás Portella.
Com cinco temporadas lançadas, ‘Impuros’ é a série brasileira de maior sucesso do streaming Disney+. Foto: Divulgação.
Uma das personagens mais complexas e controversas da série é a Arlete, mãe do Evandro do Dendê. Vivida pela atriz Cyria Coentro, ela é uma evangélica fervorosa que não apoia as atitudes do filho, chegando a denunciá-lo várias vezes e atuando nesse limiar entre o amor de mãe e a rival de Evandro. Para a diretora Tati Fragoso, essa personagem mexe diretamente com o público por ser muito comum na vida real.
“A Cyria traz uma verdade para a série. Quer dizer, a história da Arlete na primeira temporada é muito comum. Já ouvi diversas mães nas comunidades dizendo que isso aconteceu com elas, que elas perderam os filhos daquele jeito. Então, tem essa verdade que todo mundo gosta de ver. Isso traz o público para perto, seja por curiosidade ou identificação”, contou Tati.
Ainda falando sobre a identificação que atrai o público, seja ele nacional ou estrangeiro – já que a série também faz muito sucesso nos EUA -, é inegável que os ‘Favela Movies’ seguem atraindo os mais diversos tipos de espectadores pelo mundo. E para Tomás Portella, essa curiosidade da audiência se dá pela complexidade do contexto da vida na comunidade e como isso permite trabalhar profundamente os personagens e seus dramas.
“Eu acho que [o contexto dos ‘Favela Movies’] é uma situação-limite. E as situações-limites abrem muito espaço para uma dramaturgia forte. As pessoas vivem ali em uma zona cinza, em que são expostas o tempo inteiro ao preto e branco. São contrastes muito grandes, porque ou você é conivente com o tráfico ou você é da igreja, ou sua vida está em risco. São conflitos quase medievais, que te levam a um lugar onde o Estado se impõe forte, de forma cruel. É dramaturgicamente muito complicado. E tem algo também que é o estereótipo das favelas. As pessoas só conhecem uma visão da favela. E é um lugar que principalmente os estrangeiros não conhecem e acham muito sedutor. Há muito a se trabalhar nos personagens dali, o que atrai o público estrangeiro para perto, seja por curiosidade ou identificação”, comentou Portella.
A quinta temporada expande os negócios de Evandro do Dendê para fora das Américas. Foto: Divulgação/ Disney.
No Brasil, para uma série chegar à quinta temporada, ela precisa ser muito boa. E para René Sampaio, o grande segredo desse sucesso é se manter curioso, enquanto mente criativa, para conseguir surpreender o público.
“Acho que o grande mistério de fazer uma série de sucesso é que a gente também não sabe tudo o que quer fazer. Porque a série acontece conforme a gente vai fazendo, então tudo pode mudar. A gente espera surpreender o público, porque tem ideias constantes. Enquanto houver surpresa, essa curiosidade nossa de ‘até onde queremos levar o personagem’, vai dar tudo certo”, disse René.
E vale destacar que o Evandro é quase que um ‘Batman do Dendê’. Ele precisar estar sempre três passos a frente dos inimigos, mexe com os mais diferentes tipos de armamento e veículos, além de já ter feito um pouco de tudo em suas missões. Para os diretores, ele é interessante justamente por ser versátil e por eles não pensarem direito em qual será seu futuro. Mas Portella garante que não pensa em matá-lo tão cedo.
“Quando a gente souber tudo o que quer fazer com o Evandro, acho que aí será hora de acabar a série. Porque a gente é autor, diretor, produtor, mas também é espectador. A gente gosta de ver o que está fazendo e de inventar coisas novas”, comentou René Sampaio.
“Mas se tem uma coisa que a gente ainda não fez com o Evandro do Dendê e que eu não pretendo fazer tão cedo é matá-lo. Vida longa ao rei!”, completou Tomás Portella.
Por fim, um dos grandes destaques da série é o ator Leandro Firmino. Eternizado no cinema mundial como o Zé Pequeno de Cidade de Deus (2002), Firmino vive o Gilmar, em Impuros. Braço direito de Evandro, ele passa por uma provação enorme nesta quinta temporada: ele vê a filha namorar um aspirante a Policial Federal. Os diretores revelaram que esse carinho do público pelo Gilmar se dá justamente pelo carisma do ator.
“O Firmino tem carisma. Ele é inegavelmente muito carismático e muito diferente dos personagens que ele faz. Você conversa com ele e vê que é outra pessoa. Ele fala baixo, é muito calmo, não fala palavrão. Nunca vi ninguém falar mal do Firmino. Ele é educadíssimo. Aí, quando entra no personagem, ele traz um carisma muito próprio dele”, disse René.
“É sempre divertido trabalhar com o Leandro Firmino. Nosso elenco é incrível. E mesmo trabalhando em ambientes hostis, muito quentes, a gente se diverte. Acho que tem um clima anárquico de subversão, que faz com que o humor brote. O personagem do Firmino tem muita coisa já escrita, mas tem momentos que nascem da pura anarquia dos sets. A gente vai testando e tem muita liberdade”, completou Tomás.
“Os atores participam muito da criação. Estamos na quinta temporada, então esses personagens já são dos atores. A gente ajuda em outras coisas, mas deixa eles muito livres para criar”, concluiu Tati.
A sexta temporada de Impuros já está confirmada para seguir com a história de Evandro do Dendê. Divulgação/ Disney.
As cinco temporadas de Impuros estão disponíveis noDisney+.
Viver em conjunto com outras pessoas é um desafio diário. É preciso ter paciência quando os outros fazem coisas as quais não aprovamos, ou quando as coisas ficam espalhadas, fora do lugar, quando o outro faz barulho e nós queremos dormir… Esse desafio diário de viver em família (entendendo como família as pessoas que vivem conosco) é uma tarefa constante de resiliência, interação social, altruísmo: dinâmicas distintas que o dia a dia em sociedade pede de acordo com os eventos que ocorrem nas nossas rotinas. É dessa fonte que bebe ‘Toda Família Tem’, a mais nova série brasileira de comédia da Prime Video, que chegou aos assinantes nesse final de semana.
A família Silva costumava ter uma boa vida em São Paulo, mas, desde que Jorge (Érico Brás, de ‘Ó Paí Ó 2’) perdera o emprego, a família tivera que se mudar para o Rio de Janeiro, para a casa da vó Geni (Solange Couto, de ‘Barba, Cabelo e Bigode’). Desde então, Pedro (Pedro Ottoni, de ‘Vale Night’) se sente meio perdido, sem amigos e tendo que dividir boa parte do espaço com sua irmã do meio, a influencer Patricia (Gabriela Dias, de ‘Vale Night’), que sustenta a família, e a caçula Pietra (Bethânia Campos). Enquanto tenta descobrir o que quer fazer no vestibular e entender seus sentimentos pela sua colega de escola, Bruna (Duda Pimenta, de ‘Poliana Moça’), Pedro se desdobra para encarar os desafios do corre diário junto com a família Silva.
Divididos em sete episódios de pouco mais de vinte minutos cada, ‘Toda Família Tem’ é a produção certa para ocupar o vazio da hora do almoço do brasileiro. Considerando as gerações que cresceram assistindo a produções seriadas de humor em live-action e até mesmo em desenho animado, saber que por fim veio uma produção brasileira para ocupar esse espaço deixado pela tv aberta traz certo conforto, ainda mais considerando que, tal qual as produções nas quais se inspira – ‘Um Maluco no Pedaço’ e ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ –, ‘Toda Família Tem’ não só é uma série de comédia, mas é, também, uma série protagonizada e pensada em personagens pretos e suas vivências.
Estrelada pelo super desenvolto Pedro Ottoni, é o núcleo jovem que se destaca na produção, tamanha a sintonia com que interagem. Gabriela Dias e Pedro Ottoni mordem e assopram igualzinho a dois irmãos de verdade; PH (Ramon Francisco) cresce em cena com sua expressividade, enquanto Júnior (Pedro Novaes) fica à vontade como único rapaz branco na produção e Bruna (Duda Pimenta) conquista o espectador com seu jeitinho meigo e sincerão. A produção ainda conta com Serjão Loroza, Maíra Azevedo e Zezé Motta.
Com direção de Cris D’Amato (’10 Horas Para o Natal’) e Yasmin Tainá, ‘Toda Família Tem’ mistura a narrativa e a edição de uma clássica produção de estúdio com o formato de sitcom e, ainda, os moldes de produção de conteúdo para as redes sociais. Assim, temos as cenas ocorrendo com frequente quebra de quarta parede do narrador-protagonista Pedro e constantes inserções de transmídia, piadas oriundas de memes de internet e uma edição que pensa nesse público, que consome também o streaming. Chama a atenção também os detalhes de continuidade (por exemplo, numa cena em que Pedro aparece vestido como “modelo de influencer” e, num outro episódio, sua irmã Patricia aparece vestida igualzinho). Mais um bom trabalho da continuístaJamile Marinho (‘Um Ano Inesquecível: Primavera’).
‘Toda Família Tem’ é antenado no corre diário da família comum brasileira, que enfrenta toda sorte de desafios mas sempre com o bom humor típico do brasileiro. Unindo públicos e plataformas diferentes, só precisava mesmo era de mais episódios para fazer a gente rir até o fim do mês.
Segundo uma nova reportagem da Deadline, o ator Esai Morales foi elencado como Exterminador/Slade Wilson na próxima temporada de ‘Titãs’. Morales é conhecido por seu papel nas séries ‘NCIS: Los Angeles’ e ‘How to Get Away with Murder’.
Slade Wilson é o assassino mais mortal do panteão DC. Enquanto servia seu país, ele se tornou um soldado de elite antes que o governo realizasse experimentos para melhorar suas habilidades e transformá-lo em uma criatura sobre-humana, colocando-o em um obscuro caminho de vingança. Para sua família, Slade permanece como um bom pai e marido, mas, para o resto do mundo, ele é temido por muitos e leva a fama de Exterminador.
Joshua Orpin foi recentemente elencado como Conner Kent/Superboy.
Ao que tudo indica, Jericó e Devastadora também irão aparecer no próximo ano.
Depois de Martin Scorsese e Francis Ford Coppola comentarem que os filmes da Marvel são desprezíveis, chegou a vez de outros dois aclamados diretores falarem o que acham sobre o assunto: Ken Loach (‘Eu, Daniel Blake’) e Fernando Meirelles (‘Cidade de Deus’).
Em uma recente entrevista à Sky News, Loach comentou que os longas-metragens do MCU “são feitos como mercadorias… Como hambúrgueres. É tudo sobre como fazer uma commodityque dará lucro para uma grande corporação. São um exercício cínico. Um exercício mercadológico, não tem nada a ver com a arte do cinema”.
Meirelles, por sua vez, foi um pouco menos categórico. Durante uma recente aparição no Festival de Mumbai, o cineasta comentou que “não posso discordar de Scorsese porque não assisto [a filmes da Marvel]… Assisti a ‘Homem-Aranha’ oito anos atrás e foi isso. Não me interesso. Não significa que sejam ruins”.
“Não sei se é da Marvel, mas assisti a ‘Deadpool’, o primeiro, e foi ótimo. Ótimas cenas de ação. Então, tentei ver ‘Deadpool 2’ em um avião. Eu assisti, tipo, a meia hora e desisti”, ele acrescentou.
Nos últimos dias, Coppola se manifestou e apoiou as críticas feitas por Scorsese aos estúdios Marvel, adotando uma postura bastante incisiva:
“Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo. Esperamos aprender algo com o cinema, esperamos obter algo, alguma iluminação, conhecimento e inspiração. Eu não sei como as pessoas conseguem assistir a esses filmes várias vezes. Martin foi gentil quando disse que não é cinema. Na minha opinião, os filmes da Marvel são desprezíveis”, disse em entrevista durante o Prêmio Prémio Lumiere.
Após fazer a declaração polêmica, Scorsese se justificou dizendo que as produções desse tipo são como parques de diversões, possuem o seu valor, mas são uma “experiência diferente” e não cinema.
“O que precisa ser protegido é a experiência singular de viver um filme, idealmente com uma audiência. Mas há espaço para tantos outros agora e para tantas outras formas. Completamente haverão crossovers. O valor de um filme que é como um parque de diversões, por exemplo, os filmes do tipo da Marvel – onde os cinemas se tornaram parques de diversão, isso é uma experiência diferente. Eu estava dizendo isso antes, não é cinema, é outra coisa, independente de você ir aos cinemas para isso ou não”.
Entenda a polêmica
Martin Scorsese fez duras críticas à Marvel durante uma entrevista em que promovia o seu novo filme, ‘O Irlandês‘.
Ao ser questionado pela revista Empire sobre sua opinião a respeito dos filmes da Marvel Studios, ele foi categórico em dizer:
“Eu não vejo esses filmes. Eu até tentei, sabia? Mas isso não é cinema de verdade. Sinceramente, são mais como parques de diversão do que cinema. Por mais bem feitos que sejam, mesmo que os atores façam o seu melhor, não é algo que transmite experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano.”
A Paramount Pictures anunciou hoje que ‘Bob Esponja – O Incrível Resgate’ foi adiado em meio à pandemia do novo coronavírus.
Entretanto, o longa teve sua data de lançamento mudada em poucos: anteriormente previsto para 31 de julho, o filme agora chega às telonas em 07 de agosto de 2020.
Quando Gary é caracolstrado, Bob e Patrick embarcam em uma épica aventura para a Cidade Perdida de Atlantic City, com o objetivo de trazer ele para casa. A dupla vai encarar perigos e diversões hilárias nessa missão de resgate, e Bob e seus amigos terão que provar que nada é mais forte do que o poder da amizade.
Na história, Tainá Muller é Verônica, uma policial determinada e decidida a usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar em dois casos intrigantes e ajudar as vítimas a despertar contra a violência e a injustiça.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Eu Me Importo’, novo suspense criminal estrelado por Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’).
Confira:
O filme é dirigido por J. Blakeson.
Em Eu Me Importo, Marla Grayson (Rosamund Pike) é uma renomada guardiã legal que gosta de ficar com pessoas idosas e ricas. Às custas da última, ela leva uma confortável vida de luxo. Quando ela pensa ter encontrado uma nova vítima perfeita, descobre que a mesma guarda segredos perigosos. Com base nisso, Marla vai ter que usar toda sua astúcia se quiser continuar viva.
Se pararmos para pensar, a marca registrada de ‘Pose’ é o seu competente melodrama. Diferente das incursões novelescas que permeiam as produções de Ryan Murphy e companhia (vide ‘Hollywood’ e até mesmo ‘American Horror Story’), a produção fez um retorno glorioso à cultura ballroom dos anos 1980 e 1990 e aproveitou para não apenas focar no glamour da época, mas sim nos inúmeros preconceitos sofridos pela comunidade LGBTQ+, inclusive os membros transsexuais, expulsos de casa, sem quaisquer perspectivas de vida e obrigados a se renderem à prostituição. Não é surpresa, dessa forma, que cada capítulo tenha sido construído da forma mais cândida e emocionante possível, nos arrancando lágrimas semana após semana.
Agora, caminhando para o penúltimo episódio da terceira temporada, a produção resolve finalizar diversos arcos e focar em um lado mais otimista das múltiplas narrativas apresentadas – colocando nos holofotes o longo e árduo relacionamento de Papi (Angel Bismark Curiel) e de Angel (Indya Moore), que vinha passando por inúmeros problemas desde o capítulo anterior, com a descoberta de que Papi tinha um filho e que ele decidira tomá-lo para si após a morte da mãe biológica. É claro que, numa perspectiva mais ampla, nenhum dos dois carregava culpa pela mudança ocasionada em suas vidas, motivo pelo qual não tiramos razão de Papi querer ficar com o filho nem tiramos a razão de Angel de querer cancelar o casamento por não estar pronta para ser mãe. Entretanto, essa adversidade não parece durar muito e culmina em uma autorrealização um tanto quanto rápida demais para o ritmo minucioso da série, apostando em frenéticos desenlaces em prol de um final feliz que não é tão denso quanto poderia ser.
“Something Old, Something New”, como ficou intitulado a sexta iteração, parece não saber exatamente de que modo proceder, ainda mais em virtude de tantas subtramas que disputam pelo centro do palco. Além de Angel e Papi, temos o problema da cegueira que vem tomando conta de Pray Tell (Billy Porter), em virtude das comorbidades do HIV, e sua compreensão de que o fim está próximo; como se não bastasse, Lulu (Hailie Sahar) lida com um relacionamento complicado e tóxico, bem como o fato de estar se livrando do vício em drogas dia após dia; e, no topo de tudo isso, a personagem de Moore resolve concluir uma longa caminhada ao tentar convencer o pai, com quem já mantinha contato há muitos anos, a entrar com ela na cerimônia do casamento (sem muito sucesso, como é de se esperar). Porém, nenhuma dos promissores enredos parece fazer qualquer sentido em mais de uma hora de exibição, sendo jogados em profusão e buscando por desenvolvimentos de arcos que já são complexos o suficiente para nos envolverem.
O episódio em si não é ruim, ainda mais considerando a química que Moore e Bismark desfrutam no altar e uma espécie de “cena pós-créditos” que finalmente os une em uma família afortunada. Porém, caracterizá-lo como “bom” também não faz jus às incríveis joias que Murphy, Steven Canals e Janet Mock já nos entregaram. Até mesmo a direção, que fica a encargo de Mock, não parece tão inspirada quanto num passado recente: o jogo de câmeras apenas menciona as imagens dos bailes noturnos e, apesar de criar uma espécie de melancolia nostálgica aos protagonistas – ainda mais no tocante a Pray Tell e a Blanca (Mj Rodriguez) -, deixa de lado os estonteantes figurinos e a celebração da vida para as fórmulas das inflexões familiares e de uma previsibilidade bastante repetitiva.
À medida que demonstra apreço pela já mencionada construção antológica, nota-se que tanto o roteiro quanto a condução do capítulo se rendem a uma fragmentação multifacetada que não chega a lugar nenhum. Com exceção da breve sequência declamatória entre Angel e suas madrinhas de casamento – em que até mesmo Elektra (Dominique Jackson), colocada em segundo plano, volta a reafirmar sua ambígua e superprotetora personalidade -, as peças parecem não se encaixar com a naturalidade esperada, deixando a humanidade de lado e apressando-se para entregar ao público o que quer: os breves momentos de paz e de prosperidade para pessoas marginalizadas que se contentam com o presente e não conseguem pensar no dia de amanhã. De fato, a história centrada em Angel e Papi, que já vinha dominando a produção há algum tempo, é uma carta de esperança àqueles que desistiram do amor – um aspecto bem importante, considerando a imprescindível temática da série.
Postando-se como um filler esquecível, pela falta de outro adjetivo condizente, o sexto e penúltimo episódio de ‘Pose’ peca pela falta de estrutura e, por mais que tente recuperar o que foi perdido, força-nos a uma catarse bruta que, em qualquer outro momento, funcionaria com mais convicção do que aqui. De qualquer forma, um equívoco como esse não apaga o brilho da temporada – e com certeza não nos deixa menos animados para o aguardado series finale da próxima semana.
A Amazon Prime divulgou um novo vídeo promocional da ambiciosa série ‘A Roda do Tempo’, explorando a jornada de Moiraine (Rosamund Pike).
Confira:
Lembrando que a primeira temporada chega ao catálogo da plataforma de streaming em 19 de novembro.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran; e Álvaro Morte, que irá interpretar Logain Ablar.
A série de terror brasileira ‘Insânia‘, estrelada pela Carol Castro, estreou há alguns meses na plataforma do Star+ e, para promovê-la, o serviço de streaming divulgou um vídeo promocional nos convidando aos bastidores da produção.
Confira:
A trama gira em torno de Paula (Castro), uma policial científica que é internada em uma misteriosa clínica psiquiátrica após uma tragédia familiar. Lá, sua mente vagueia por caminhos sombrios e duvidosos, chegando à beira da insanidade, enquanto investiga o verdadeiro motivo de sua hospitalização desvendando uma conspiração aterrorizante.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Love in the Villa’, comédia romântica estrelada por Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) e Kat Graham (‘The Vampire Diaries’).
A produção tem estreia agendada para o dia 01 de setembro.
Confira:
Na trama, uma jovem faz uma viagem para a romântica Verona, na Itália, após um término, mas acaba descobrindo que o local que ela reservou também foi alugado por um cínico (e muito bonito) jovem britânico, com quem ela terá que dividir a habitação.
A história é centrada em uma workaholic (Brie) que, em uma viagem para sua cidade natal, passa uma noite se lembrando do ex-namorado, Sean (Ellis) e se questionando sobre todas as escolhas da vida e sobre a pessoa que se tornou. As coisas ficam mais confusas quando ela conhece Cassidy (Clemons), uma jovem mulher que a lembra de um passado que não voltará mais.
“Alison e eu amamos comédias românticas e fomos inspirados pelos clássicos dos anos 1980 e 1990”, Franco comentou, em uma declaração oficial. “Não poderíamos estar mais animados em trabalhar com Jay e Kiersey, que são performers extremamente naturais, capazes de trazer leveza e drama em medidas iguais. E estamos honrados em ter fechado parceria com a Amazon Studios, que tem sido incrivelmente motivadora em nos ajudar a trazer o projeto a vida”.
Franco fez sua estreia como diretor com o thriller‘Vigiados’, também estrelado por Brie e por nomes como Dan Stevense Sheila Vand. O longa, que ganhou elogios por parte da crítica especializada e conquistou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, contou a história de dois casais em um retiro à beira-mar que começam a suspeitar que o dono da casa, aparentemente perfeita, pode estar espionando-os.
Dizer que a indústria do entretenimento é controla pela conservadora e diminuta mentalidade do machismo é cair na redundância.
Não é preciso ir muito longe na história para ver como essa frase permanece verdadeira – é só olharmos para o cenário musical dos últimos vinte ou trinta anos. Décadas depois, a ousadia feminina é vista com desprezo ou como histeria passageira, principalmente quando as mulheres falam abertamente sobre a criatividade sexual, sobre o domínio acerca do próprio corpo. Christina Aguilera passou por isso quando ousou quebrar a identidade que vinha apresentado em ‘Bionic’, cuja estética marcante e mimética ao BDSM e aos fetiches com látex regeu o EDM apresentado em suas faixas; depois de ‘ARTPOP’, Lady Gaga foi declarada como morta pela mídia por não saber mais o que fazer – quando, na verdade, tomava as rédeas de seu experimentalismo para uma subestimada produção regada a synth-pop; Miley Cyrus foi tachada de “exagerada” quando resolveu amadurecer e investir em uma imagem propositalmente provocativa.
Mas nada disso seria ao menos trazido em pauta se não fosse por Madonna.
A rainha do pop, que começou sua carreira com hits bastante mercadológicos e esperados de uma jovem que começava a se aventurar na esfera fonográfica, talvez se encontrasse defronte a um beco sem saída quando buscava revitalizar a si mesma – ainda mais depois do lançamento de ‘Like a Prayer’. Com inflexões que tangenciavam questões feministas e de empoderamento (“Express Yourself” permanece até os dias de hoje como uma crítica e necessária canção), estava na hora de dar um passo além – muito além e fora de qualquer viés que alguém poderia prever. E, colaborando com Shep Pettibone, que já havia trabalhado com Madonna em “Vogue” e “This Used to Be My Playground”, e com o fotógrafo fashionSteven Meisel, surgiram as duas iterações mais polêmicas de sua carreira: ‘Erotica’ e ‘Sex’.
Confessional, explícito e recheado de metáforas ardentes, o quinto álbum da performer foi duramente criticado e, revisitado conforme os anos se passado, adquirindo um estado de aclamação universal que serve de inspiração para aqueles que desejam fugir da zona de conforto e do monótono patriarcado que infelizmente rege a sociedade em que vivemos. A ambição de Madonna não se restringia a um mero exibicionismo, a uma rebeldia sem causa – e sim a uma dura crítica à santificação egocêntrica que homens faziam acerca de questões sexuais. O corpo da mulher, seguindo padrões antiquados que datavam desde a mitologia católica, era intocável – exceto quando o objetivo era a reprodução. Mas e quanto ao prazer? E quanto ao toque, aos íntimos desejos de autorrealização que se escondiam em camadas e mais camadas de opressão estrutural?
Chamar ‘Erotica’ de “obra despudorada e desavergonhada”, como certos críticos e até mesmo fãs caracterizam o CD, é ser reducionista e quase cometer uma blasfêmia. Ao longo de catorze faixas bastante coesas e um profundo liricismo que seria revisitado no ácido ‘Bedtime Stories’, por exemplo, Madonna abria espaço para conversas sobre relações íntimas entre pessoas do mesmo sexo – chamando nomes como Isabella Rossellini e Naomi Campbell para acompanharem-na na instigante aventura fetichista de ‘Sex’ (que também traria a encarnação do alter-ego Dita) -, levantando discussões acerca da epidemia de HIV/AIDS que erroneamente era associada a um “castigo divino enviado para punir os homossexuais”, dialogando com a terceira onda do feminismo (que discorria acerca de individualidade e do interseccionismo) e, mais do que tudo, quebra de tabus.
Folheando através do livro, que tornou-se um artigo de colecionador para os fãs dessa titânica artista, Madonna explora um lado intencionalmente pervertido que foge da simplória espetacularização e mergulha de cabeça em uma essencialidade que não foi bem recebida à época e que, hoje, serve uma sexualidade hardcore que decretou o “fim” de sua carreira – fosse pelo apelo imagético, condenado por porta-vozes do movimento feminista e do movimento anti-pornografia, fosse pelo fracasso comercial que a fez despencar nas paradas dos Estados Unidos. E, enquanto Madonna já comentou em diversas entrevistas que carrega certos traumas de uma era que acredita não ter sido bem aproveitada, ela parecer subestimar o poder que ‘Erotica’ e ‘Sex’ tiveram, inclusive quando analisamos carreiras atrevidas e deliciosamente desaforados que conquistam nossa atenção dia após dia.
1992 foi, sem sombra de dúvidas, o período mais conturbado da vida profissional da rainha do pop – e ganha camadas mais obscuras quando pensamos na “má publicidade” feita por uma mídia que estava acostumada a papéis de gênero engessados e que não permitiam descarrilamentos no trilho do “tradicionalismo familiar”. No final das contas, isso não importa: Madonna mostrou o dedo para um mundo que não estava mais disposta a aceitá-la, simulando orgias em apresentações ao vivo e referenciando com cinismo aplaudível (vide “Human Nature”) a hipocrisia das pessoas que rechaçavam sua liberdade. Desde agressivas aparições em entrevistas até uma alegada imagem autodestrutiva, a “perfeita e icônica deusa de ‘True Blue’ havia desaparecido”, conforme mencionou Lucy O’Brien em 2008.
Rotulada como infantil e impetuosa, se Madonna causou tanto furor, é porque continuou trilhando o caminho certo – e o receptáculo Bauhaus que essa sempre surpreendente mulher arquitetou em tão pouco tempo é motivo de revisitação sempre que possível, principalmente se você deseja entender o que é uma revolução de verdade.
Madonna é uma integrante essencial de um seleto grupo de ousadas mulheres artistas que não se incomodam com o backlash que irão sofrer – e uma das principais peças de uma cronologia recheada de obras-primas subestimadas que variam desde a presença diabolicamente clássica e “importuna” de Marlene Dietrich à transfiguração estética e contemporânea de Gaga.
O longa tem estreia marcada para o dia 08 de dezembro nos cinemas dos EUA, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
O filme é dirigido por Bill Oliver, que também assina o roteiro ao lado de Peter Nickowitz.
Parceiros de longa data, Gabriel e Nicky criaram o que parece ser a vida perfeita com seu filho. Apesar das aparências, Gabriel está infeliz e inicia um divórcio que os obriga a enfrentar a realidade em mudança de todas as suas vidas.
A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou a marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais, ganhou data de estreia na Max.
O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 21 de maio.
Na trama, Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Enfrentando uma escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo, ele deve evitar um futuro terrível que só ele pode prever.
‘Abigail‘ marca a reunião entre Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico5‘ e ‘6‘.
Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’) assinam o roteiro.
‘The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’), já está disponível no catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da atração.
A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.
Recentemente, foi revelado que o Universo Cinemático Marvel passaria por grandes mudanças após ‘Vingadores: Guerras Secretas’, incluindo a escalação de um novo Capitão América e de um novo Homem de Ferro.
Porém, os fãs da Feiticeira Escarlate podem ficar tranquilos, porque Elizabeth Olsen não planeja ir a nenhum lugar.
De acordo com o The Cosmic Circus, Olsen continuará dando vida a Wanda Maximoff no futuro pós-‘Guerras Secretas’. Caso confirmada, a decisão se afasta da história da personagem nos quadrinhos, que é apresentada como a filha do icônico mutante Magneto – e que indicava uma possível substituição da atriz com a chegada dos X-Men ao MCU.
Vale lembrar que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
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