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Josh Gad comenta cancelamento da série derivada de ‘A Bela e a Fera’: “Nós tentamos fazer funcionar”

O cancelamento da série derivada do live-action de ‘A Bela e a Fera‘ surpreendeu os fãs da Disney, principalmente após o recente anúncio de que a cantora Rita Ora havia sido escalada para interpretar uma das protagonistas.

E o astro Josh Gad falou sobre a decisão pela primeira vez, por meio de sua conta oficial do Twitter. Na ocasião, ele compartilhou uma matéria sobre o assunto – feita pelo The Hollywood Reporter -, e lamentou não ter conseguido levar o projeto a diante junto à Casa do Mickey.

Confira:

“Infelizmente, isso é verdade. Nós tentamos fazer funcionar, mas sob muita pressão não era pra ser…por hora. Esses personagens e esta história continuarão vivendo, mas às vezes as melhores intenções e a realidade colidem e não há nada que possa ser feito”. 

As informações revelam que, dentre os vários problemas de bastidores, estavam o roteiro, que não seguia uma direção que agradava aos executivos, bem como um atraso na trilha sonora original. Eventualmente, a plataforma de streaming resolveu descartar o projeto (cujas gravações aconteceriam em meados deste ano).

Luke EvansJosh Gad estavam atados ao projeto e reprisariam seus papéis como Gaston e LeFou, respectivamente. Briana MiddletonFra FeeJelani Aladdin também fariam parte do elenco.

Alan Menken cuidaria da trilha sonora, enquanto Edward KitsisAdam Horowitz, dupla por trás de ‘Once Upon a Time’, estavam por trás da criação.

A narrativa seria concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e iria expandir a mitologia do universo em questão.

Lembrando que o remake foi lançado em 2017 e se tornou um grande sucesso de público, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

Crítica | 4ª parte de ‘(Des)Encanto’ aposta na dramédia existencialista – para o bem ou para o mal

E estamos de volta com mais uma temporada de ‘(Des)Encanto’!

A sátira de fantasia de Matt Groening, mesma mente genial por trás da clássica animação Os Simpsons, retornou com novos episódios à Netflix e, para o bem ou para o mal, apostou fichas em alguns elementos narrativos e técnicos que ainda não tínhamos visto antes – como o drama existencialista e uma profundidade mais ácida a cada um dos personagens, utilizando aspectos explorados nas iterações anteriores para, talvez, aparar alguns excessos cômicos e colocar a série nos trilhos.

Desde sua estreia em 2018, ‘(Des)Encanto’ se mostrou como uma produção conturbada, dilacerando arquétipos do gênero em questão e apresentando uma trama modernizada e medieval ao mesmo tempo, infundindo os arcos com realizações contemporâneas sobre representatividade, opressão e feminismo – sem deixar de lado a veia irônica que inclusive foi transposta para uma dublagem regada a memes. Entre altos e baixos, é notável como a obra alcança seu ápice criativo quando não se leva a sério, como visto na 2ª temporada, por mais que não saiba como seguir a partir daí. Agora, voltamos para a Terra dos Sonhos e acompanhamos uma nova Bean (Abbi Jacobson), recheada de dúvidas e de poderes escondidos que a colocaram em conflito com a família e com os amigos em prol de uma compreensão de que as coisas não são exatamente como parecem.

O episódio de estreia mostra Bean e sua mãe maligna, Dagmar (Sharon Horgan), descendo ao Inferno para que o débito da família seja pago, de uma vez por todas, quando a irreverente princesa se casar com ninguém menos que Satã, governante do submundo. O pior é quando a protagonista se vê sem a ajuda de seus amigos, Luci (Eric André), que foi decapitado na descida pelo elevador e agora está no Paraíso, e Elfo (Nat Faxon), que foi capturado por ogros e tenta fugir para não ser devorado. Para aqueles que esperavam uma história que se mantivesse atada a esse próximo capítulo da vida de Bean, sinto lhes informar que a série permanece presa aos frenéticos acontecimentos, resolvendo os eventos que se desenrolam de maneira rápida e cansativa; àqueles que já se acostumaram ao tom das temporadas anteriores, apertem os cintos e aproveite a aventura, porque as coisas tomam um rumo inesperado.

A verdade é que Groening, em colaboração com um talentoso time criativo, abandonara as construções episódicas há algum tempo e resolveu construir um universo guiado pela causa e pela reação. Bean, proclamada Rainha da Terra dos Sonhos, deve fazer o impossível para regressar ao lar, resgatar o pai, Zøg (John DiMaggio), do manicômio, e garantir que seus inimigos não ousem penetrar no território que agora comanda. Porém, posar como monarca é uma coisa – e exercer o peso que vem com tamanho título é muito diferente. Afinal, como sabemos, ela tem dons que provêm de uma linhagem mágica e que continuam a se manifestar e que podem servir tanto para o bem quanto para o mal (uma jogada formulaica, mas que funciona dentro da proposta delineada). E, se há alguém que quer usá-los para benefício próprio é Dagmar.

O maior bem com que o quarto ciclo trabalha é não abandonar os diversos personagens regulares e coadjuvantes que deram as caras no passado – e, por essa razão, temos o retorno de Úrsula (Jenny Batten), antiga paixão de Zøg que desperta nele uma realização solitária e que o afasta dos prazeres materiais de ser membro da família real; ou então de Mora (Meredith Hagner), um dos casos românticos de Bean que, ainda que a salve inúmeras vezes, é desperdiçada em aparições unidimensionais e que, de fato, não contribuem para o andamento da narrativa – sendo relembrada como um ser divino e intocável; ou até de Cloyd (Rich Fulcher) e Rebecca (Lucy Montgomery), tios de Bean e irmãos de Dagmar que se transformam em bonecos para dar continuidade a seu plano maligno (que, mais uma vez, nunca vê a luz do dia). O melhor aproveitamento que temos é de Jerry (David Herman), que sai de seu breve antagonismo e se transforma em um dos valiosos aliados dos heróis.

Quando paramos para pensar, o ritmo da série continua a ser um problema, por dois fatores essenciais: o primeiro é vomitar e aglutinar tantos acontecimentos em meros 25 minutos que se concluem sem ao menos nos deixar com um gostinho agridoce que seja – como é o caso de “The Unbearable Lightning of Bean”, que reúne Zøg e Úrsula e, sem mais nem menos, os separa para outro reencontro futuro; o segundo é levar tempo deveras excessivo a qualquer que seja a reviravolta, terminando a iteração de maneira quase idêntica à anterior (ou seja, colocando Bean em risco de morte e Dagmar em posição de poder e controle absolutos).

A 4ª temporada de ‘(Des)Encanto’ fica no meio do caminho – de novo. É perceptível a tentativa dos criadores em expor elementos originais, mas, eventualmente, assistimos a dez episódios de uma mesmice sem fim que é ofuscada, em partes, pela química dos personagens e por como seus arcos se fundem em um explosivo e divertido non-sense.

‘Toy Boy’: 2ª temporada da série sobre strippers estreia na Netflix

A 2ª temporada da série picante ‘Toy Boy‘ já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios, que acompanha a história de um stripper recém liberto da prisão, tiveram a sua estreia nesta sexta-feira (11) na grade de programação.

No mais recente ciclo, enquanto Hugo (Jesús Mosquera) investiga o bombardeio, ele e os amigos lidam com novos adversários e desafios no trabalho.

A 2ª temporada conta com oito episódios, cinco a menos em relação ao ciclo inaugural.

Confira o trailer:

Jesús Mosquera, Cristina Castaño, María Pedraza e José de la Torre estrelam a produção.

César Benítez, Juan Carlos Cueto e Rocío Martínez Llano assinam a criação da série espanhola.

Na série, após anos de prisão, um stripper ganha liberdade condicional e tenta provar, antes do novo julgamento, que sua amante armou para incriminá-lo pelo assassinato do marido.

‘Através da Minha Janela’: Elenco recria cena em divertido vídeo legendado; Assista!

A nova comédia romântica teen intitulada ‘Através da Minha Janela‘, já se tornou um sucesso na Netflix, dominando a 3ª posição do TOP 10 títulos mais vistos da plataforma de streaming.

E para comemorar o lançamento do longa, os atores Clara Galle e Julio Peña se reencontraram para fazer uma breve leitura de um dos trechos da obra original, na qual a produção é baseada.

Ao longo do vídeo, a dupla recria a cena em que Raquel confronta Ares por ele ter hackeado sua senha da wifi e por ter invadindo o seu computador.

Confira:

Na trama, A paixão de Raquel pelo vizinho vira algo a mais depois que ele também começa a sentir algo por ela, apesar das objeções da família.

Confira o trailer:

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

Pilar Castro, Hugo Arbues e Eric Masip completam o elenco.

‘ANNE+: O Filme’: Drama holandês LGBTQIA+ já está disponível na Netflix

O drama holandês ‘ANNE+: O Filme‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (11) na grade de programação.

Na trama, sob a pressão para terminar seu livro e se mudar para Montreal por causa de um relacionamento, uma jovem queer tenta descobrir o que quer da vida em Amsterdã.

Hanna van Vliet, Jouman Fattal, Thorn Roos de Vries e Jade Olieberg estrelam a produção.

Confira o trailer:

Lista de afazeres de Anne: escrever um livro, arrumar as malas em Amsterdam e se mudar para Montreal para ficar com a namorada Saar, que deseja viver uma relação poliamorosa. Tudo parece ir de acordo com o planejado, ou quase isso, até que Anne conhece Lou, uma drag não binária que lhe apresenta um novo olhar sobre o amor, a vida e a sexualidade.

Valerie Bisscheroux assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Maud Wiemeijer.

‘Kimi’: Thriller estrelado por Zoë Kravitz já está disponível na HBO Max!

O thriller ‘Kimi‘, estrelado pela Zoë Kravitz (‘Batman’), já chegou à HBO Max!

O título foi lançado no último dia 10 de fevereiro. no catálogo da plataforma de streaming.

KIMI é uma assistente digital como Alexa/Siri. Ela ouve o que você diz o tempo inteiro, gravando tudo para uma corporação. Quando Angela Childs, uma intérprete dos arquivos escuta um assassino enquanto analisava os áudios, ela fica completamente aterrorizada, mas falha em conseguir o apoio dos seus colegas de trabalho. Por que eles não querem que ela chame a atenção das autoridades?

Relembre o trailer abaixo:

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jaime Camil, Erika Christensen, Derek DelGaudio, Robin Givens, Charles Halford, Devin Retray, Jacob Vargas e Rita Wilson.

‘Um Maluco no Pedaço’: Reboot DIVIDE a crítica e abre com 61% de aprovação no RT; Confira!

O reboot de ‘Um Maluco no Pedaço‘, inspirada na aclamada série estrelada por Will Smith na década de 1990, prometia apresentar uma nova perspectiva da clássica narrativa – mas parece que não agradou muito a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com apenas 61% de aprovação, com nota 6.50/10 baseada em 18 reviews até o momento. No Metacritic, a obra teve aceitação similar, com uma pontuação 60/100 baseada em 15 reviews.

Os especialistas elogiaram o teor mais modernizado e confiante em relação à representatividade nos dias atuais, mas notaram a falta de originalidade e o fato do reboot ser desnecessário.

Confira os principais comentários abaixo:

“Se a narrativa pode se escorar nos personagens e deixá-los respirar, Um Maluco no Pedaço vai funcionar” – RogerEbert.com.

“Nós realmente precisamos de um Carlton legal, um Tio Phil sexy ou um Will triste?” – EW.

“Mesmo sem olhar para trás, a confiança habilidosa de Um Maluco no Pedaço torna a série envolvente em sua própria maneira” – Independent (UK).

“O roteiro tem de ser soberbo e, muitas vezes, as coisas fracassam – as tramas são muito previsíveis, as motivações dos personagens são levemente questionáveis e o diálogo pode ser um pouco redundante” – London Evening Standard.

“[O reboot] pega cada aspecto da série original e drena toda a alegria” – Daily Telegraph (UK).

“Há vários trejeitos familiares dos dramas adolescentes do século XXI – e nenhum deles é utilizado com efeito impactante: os ciúmes sexuais mesquinhos e o melodrama sério rapidamente começam a irritar” – Financial Times.

 

A série estreia no dia 13 de fevereiro.

Ambientada nos dias atuais, a trama acompanhará a complicada jornada de Will, que veio as ruas da Filadélfia até os portões de uma mansão em Bel-Air. A nova versão terá um tom dramático e irá se aprofundar nos conflitos e emoções que eram impossíveis de se explorar no formato cômico de uma sitcom.

O elenco conta com Adrian Holmes (Phillip Banks), Cassandra Freeman (Vivian Banks), Olly Sholotan (Carlton Banks), Coco Jones (Hilary Banks), Akira Akbar (Ashley Banks), Jimmy Akingbola (Geoffrey), Jordan L. Jones (Jazz) e Simone Joy Jones (Lisa).

Karrueche Tran, Duane Martin, April Parker Jones, SteVonté Hart, Joe Holt, Scottie Thompson, Jon Beavers, Tyler Barnhardt e Charlie Hall também fazem parte do time.

Vale lembrar que a plataforma, que pertence à NBCUniversal, já deu sinal verde para duas temporadas da nova versão.

‘Amor com Fetiche’: Comédia romântica coreana já está disponível na Netflix

O novo dorama picante ‘Amor com Fetiche‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (01) na grade de programação.

Na trama, dois colegas de trabalho decidem satisfazer os desejos do outro de uma forma bastante…peculiar. Aqui, amor é um sofrimento gostoso para essas duas pessoas, que vivem uma relação cheia de joguinhos, dor e prazer.

A comédia romântica é baseada em um webtoon.

Assista ao trailer:

Seohyun e Lee Jun-young estrelam a comédia romântica.

Park Hyun-jin assina a direção e o roteiro do longa.

‘Pacificador’: Último episódio da 1ª temporada ganha trailer OFICIAL; Confira!

HBO Max divulgou recentemente o trailer oficial do 8º e último episódio da temporada de estreia de ‘Pacificador’, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida estrelada por John Cena.

O capítulo, intitulado “It’s Cow or Never”, vai ao ar no dia 17 de fevereiro.

Confira:

‘Pacificador’ traz John Cena reprisando seu papel do filme O Esquadrão Suicida: o polêmico Pacificador. Uma figura determinada a alcançar paz, não importa quantas pessoas ele tenha que matar. Na trama, o personagem é convocado por uma força tarefa improvisada do governo, sem o consentimento de Amanda Waller, para tentar impedir uma ameaça que coloca em risco a vida de muitos.

James Gunn assina o roteiro da série e comanda diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Casamento às Cegas’: 2ª temporada do reality show já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de Casamento às Cegas, um dos reality shows mais populares dos últimos anos, já está disponível na Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 11 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer oficial abaixo:

A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).

O reality queridinho do público, Casamento às Cegas, está de volta! Solteiros que querem ser amados pelo que realmente são, e não pela aparência, esperam conhecer a pessoa com quem poderão passar o resto da vida sem jamais tê-la visto antes. Sem as distrações do dia a dia, os solteiros conversam com possíveis pretendentes. Quando surge uma conexão verdadeira, o pedido de casamento acontece e, então, eles se veem primeira vez. Noivos e de volta ao mundo real, os casais começam a planejar o casamento e vão descobrindo se conseguem transformar a conexão emocional em física antes do dia da cerimônia.

Nick Lachey Vanessa Lachey apresentam o programa.

‘Inventando Anna’: Minissérie da Shonda Rhimes com Julia Garner estreia na Netflix

A minissérie biográficaInventando Anna (‘Inventing Anna’), o mais novo fruto da parceria entre a Shonda Rhimes e a Netflix, já está disponível na na plataforma de streaming.

A produção, estrelada por Julia Garner, teve a sua estreia nesta sexta-feira (11) na grade de programação do serviço de assinatura.

Confira a sinopse oficial:

Empreendedora ou trapaceira? Uma jornalista investiga a forma como Anna Delvey (Julia Garner) convenceu a elite de Nova York de que era uma herdeira alemã. 

Relembre o trailer:

O elenco conta com Anna Chlumsky, Arian Moayed, Alexis Floyd, Anders Holm, Terry Kinney, Katie Lowes, Jeff Perry, Anna Deavere Smith e Laverne Cox completam o elenco.

‘Crush à Altura 2’: Sequência da comédia já está disponível na Netflix!

A sequência da comédia adolescente ‘Crush à Altura 2‘ finalmente chegou à Netflix.

O título foi disponibilizado hoje, 11 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Depois de seu discurso inspirador no baile, Jodi (Ava Michelle) deixou de ser apenas a “garota alta”. Agora ela é popular, segura, tem um namorado e acabou de ganhar o papel principal no musical da escola. Mas a pressão por causa da nova popularidade aumenta, assim como suas inseguranças.

Novos relacionamentos se formam e os antigos são colocados à prova. O mundo que ela construiu começa a ruir, e Jodi percebe que se manter à altura dos acontecimentos é só o começo.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

 

Ava Michelle, Griffin Gluck, Sabrina Carpenter, Luke Eisner, Anjelika Washington, Angela Kinsey, Steve Zahn, Clara WilseyRico Paris retornam para a continuação.

Dirigido por Nzingha Stewart, o primeiro filme acompanhava uma garota que sempre se sentiu constrangida por ser a menina mais alta da escola, mas acaba dando a volta por cima.

‘All American’: 4ª temporada ganha novo teaser OFICIAL; Confira!

All American -- Image Number: ALA1_AllAmerican_Cast.jpg -- Pictured (L-R): Cody Christian as Asher Adams, Greta Onieogou as Layla Keating, Michael Evans Behling as Jordan Baker, Taye Diggs as Billy Baker, Daniel Ezra as Spencer James, Samantha Logan as Olivia Baker, MonŽt Mazur as Laura Baker, Karimah Westbrook as Grace James, Jalyn Hall as Dillon James and Bre - Z as Coop -- Photo: Art Streiber/The CW -- © 2018 The CW Network, LLC. All Rights Reserved

A CW divulgou um novo teaser trailer oficial da segunda parte da 4ª temporada de All American.

Os próximos episódios têm retorno agendado para o dia 21 de fevereiro de 2022.

Confira:

 

A série foi criada por April Blair.

Quando um jogador de futebol de uma escola de South Los Angeles é recrutado para jogar no time Beverly Hills High, as vitórias, perdas e lutas de duas famílias de diferentes mundos – Crenshaw, bairro periférico da Califórnia, e Beverly Hills, o famoso bairro rico da mesma cidade – começam a colidir. Inspirado pela vida do jogador de futebol profissional Spencer Paysinger.

O elenco inclui Daniel Ezra, Samantha Logan, Michael Evans Behling, Taye Diggs e Greta Onieogou.

BOMBA! Série derivada do live-action ‘A Bela e a Fera’ é CANCELADA pelo Disney+

Más notícias para os fãs de A Bela e a Fera.

Segundo o Deadline, o Disney+ resolveu cancelar a pré-sequência do live-action em virtude de conflitos criativos.

As informações revelam que, dentre os vários problemas de bastidores, estavam o roteiro, que não seguia uma direção que agradava aos executivos, bem como um atraso na trilha sonora original. Eventualmente, a plataforma de streaming resolveu descartar o projeto (cujas gravações aconteceriam em meados deste ano).

A decisão veio pouco depois da atriz e cantora Rita Ora ser escalada como uma personagem original da série derivada.

Luke EvansJosh Gad estavam atados ao projeto e reprisariam seus papéis como Gaston e LeFou, respectivamente. Briana MiddletonFra FeeJelani Aladdin também fariam parte do elenco.

Alan Menken cuidaria da trilha sonora, enquanto Edward KitsisAdam Horowitz, dupla por trás de ‘Once Upon a Time’, estavam por trás da criação.

A narrativa seria concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e iria expandir a mitologia do universo em questão.

Lembrando que o remake foi lançado em 2017, e se tornou um grande sucesso de público, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

Mark Wahlberg é bad boy que vira padre no trailer baseado em HISTÓRIA REAL de ‘Father Stu’

Father Stu‘, drama biográfico estrelado por Mark Wahlberg (‘Sem Dor, Sem Ganho’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’), teve seu trailer oficial divulgado.

Dirigido pela estreante Rosalind Ross, o longa chegará aos cinemas norte-americanos na Sexta-feira Santa, em 15 de abril.

Assista:

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia aqui no Brasil.

Na trama escrita por Ross e Wahlberg, ele dará vida a um lutador de boxe que decide trocar os ringues pela batina, dedicando-se à vida de padre.

Levemente baseada na história do ex-pugilista Stuart Long, a produção vai acompanhar sua aposentadoria dos ringues após um acidente de moto que quase o matou e o encaminhou para a vida religiosa.

Listado também como produtor, Wahlberg disse no ano passado que:

“A jornada do padre Stu de encrenqueiro a clérigo foi inspiradora para muitos, inclusive para mim. Rosey fez um trabalho incrível capturando a essência de quem ele era e como ele influenciou as pessoas que o conheceram. Espero que, com este filme, mantenhamos seu espírito vivo e continuemos suas boas obras.”

Mel Gibson (‘Coração Valente’), Teresa Ruiz (‘Narcos: Mexico’), Jacki Weaver (‘Bloom’), Niko Nicotera (‘Good Girls’) e Chiquita Fuller (‘9-1-1’) completam o elenco.

Confira a primeira imagem oficial:

Quem acompanha a carreira de Wahlberg, sabe que ele é bastante conhecido por manter seu condicionamento físico para aguentar a rotina dos filmes de ação dos quais participa.

Inclusive ele estrelou ‘Sem Dor, Sem Ganho‘ junto com Dwayne Johnson em 2013, no qual interpretaram uma dupla de fisiculturistas viciados em musculação e que acabam se envolvendo numa trama de estelionato.

Saiba em qual STREAMING a série derivada de ‘John Wick’ será exibida no Brasil

A STARZPLAY, plataforma de streaming premium internacional da STARZ, anunciou que exibirá a série especial The Continental no Brasil.

A adaptação da franquia de filmes de sucesso John Wick, da Lionsgate, será exibida pela STARZ nos EUA e pela STARZPLAY em toda sua área de cobertura na Europa, América Latina e Japão. A série é produzida pela Lionsgate Television para STARZ.

Cinco astros foram confirmados na série:

Ray McKinnon foi escalado como Jenkins.

Katie McGrath foi escalada como A Juíza.

Adam Shapiro foi escalado como Lemmy.

Mark Musashi e Marina Mazepa foram escalados como os assassinos Hansel & Gretel.

O elenco já anunciado inclui Colin Woodell como o protagonista da série Winston Scott, a versão mais jovem do icônico personagem da franquia de filmes John Wick, cuja história de origem será contada na série. Hubert Point-Du Jour como Miles, Jessica Allain como Lou, Mishel Prada como KD, Nhung Kate como Yen, Mel Gibson como Cormac, Ben Robson como Frankie, Peter Greene como Tio Charlie, Ayomide Adegun como Charon e Jeremy Bobb como Mayhew.

The Continental irá explorar a origem por trás do hotel para assassinos, a peça central do universo “John Wick”, através dos olhos e ações de um jovem Winston Scott, que é arrastado para a infernal cidade de Nova York em 1975 para enfrentar um passado que ele pensou ter deixado para trás. Winston traça um caminho mortal por meio do misterioso submundo de Nova York em uma tentativa angustiante de tomar o controle do icônico hotel, que serve como ponto de encontro para os criminosos mais perigosos do mundo.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos devem girar em torno de US$ 20 milhões.

Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) irá dirigir dois dos três episódios.

Chad Stahelski, co-criador da franquia, servirá como produtor executivo ao lado de Derek Kolstad, roteirista dos filmes.

‘Sonic 2 – O Filme’: Jim Carrey VILANESCO em dois clipes da sequência

Paramount Pictures Brasil divulgou dois clipes inéditos da aguardada sequência Sonic 2 – O Filme’, dando destaque ao protagonista titular e introduzindo Knuckles e Tails.

O filme tem estreia marcada para o dia 07 de abril nos cinemas nacionais.

Confira:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Framboesa de Ouro | Relembre os Filmes Indicados ao Pior do Cinema que Completam 40 anos em 2022

O inimigo público número 1 da indústria do cinema, também conhecido como o “Anti-Oscar”, o “prêmio” Framboesa de Ouro segue incomodando muita gente, e fazendo outros tantos darem boas risadas. A cerimônia é uma grande brincadeira com filmes que foram execrados pela crítica, que grande parte do público torceu o nariz, mas que ninguém tem coragem de gritar aos quatro ventos o que desagradaram. Bem, não tinha. Numa época em que o politicamente correto impera, quem sabe algum dia o Framboesa de Ouro possa vir a se extinguir. Mas enquanto isso, continuamos celebrando estes filmes ruins que todos nós adoramos.

É claro que como toda premiação que se preze, o Framboesa de Ouro já errou muito, e terminou indicado filmes bons de verdade. Ah, a ironia das coisas. Na maioria das vezes, acerta em cheio ao lembrar-nos de produções que nem as mães dos envolvidos teriam coragem de defender, vide A Reconquista (2000), com John Travolta, e Mulher-Gato (2004), com Halle Berry. Os indicados deste ano já foram revelados, mas enquanto o prêmio para eles não sai – em geral ocorrem na véspera do Oscar – propomos algo diferente. O Framboesa está firme e forte até hoje, tendo iniciado seus trabalhos em 1981, bem a tempo para indicar a primeira leva de filmes dos anos 80. E a brincadeira não poderia ter começado em outra época, senão os fanfarrões anos 80.

Aqui, porém, iremos pular logo para a terceira edição do Framboesa de Ouro, para relembrar com você quais os filmes que completam 40 anos em 2022 estiveram indicados ou venceram o prêmio. Você lembra de todos? Confira abaixo.

Inchon

Filme de guerra que traz o icônico Laurence Olivier como o General MacArthur foi um dos grandes fiascos do início dos anos 80.

Você já tinha ouvido falar sobre este filme? Inchon foi o “grande vencedor”, ou seria perdedor, dos filmes que completam 40 anos naquela edição do Framboesa de Ouro. Coprodução entre os EUA e a Coreia do Sul, Inchon se tornou um filme problemático em seus bastidores, precisando alongar o cronograma de filmagens, e resultando num dos grandes fracassos financeiros da história do cinema. Na época, o longa deu um prejuízo de US$44 milhões a seus produtores. Devido a tamanho flop, o filme nunca foi lançado no mercado de vídeo ou em DVD, sendo exibido apenas na TV a cabo americana no início dos anos 2000. Mas não pense você que esta é uma produção B, afinal este drama de Guerra sobre o conflito entre os EUA e a Coreia, onde o famoso General MacArthur orquestrou a invasão anfíbia que dá título ao filme na década de 1950, conta com grandes nomes da sétima arte em seu elenco e na direção.

Quem protagoniza é ninguém menos do que o grande Laurence Olivier, que não teve papas na língua ao confessar em diversas entrevistas da época que a única razão de ter aceitado estrelar aqui foi dinheiro. Olivier vive MacArthur. Além dele, Jaqueline Bisset, Ben Gazzara e Richard Roundtree completam o elenco principal. Na direção, Terence Young, o homem responsável por três dos quatro primeiros filmes da franquia 007, com Sean Connery. O “épico” de 2h30min de duração “venceu” os Framboesas de Ouro de pior filme, pior ator para Laurence Olivier, pior diretor para Terence Young (empatado com o item abaixo) e pior roteiro. O filme ainda recebeu mais uma indicação, de pior coadjuvante para Ben Gazzara. Inchon também marca com uma das menores avaliações no IMDB.

Romance Pirata

Que tal um musical sobre piratas protagonizado pelo loirinho de ‘A Lagoa Azul’?

O segundo filme da lista é igualmente uma obra desconhecida, que caiu rapidamente no ostracismo. Esta produção da 20th Century Fox é baseada numa peça teatral clássica, datando de 1879, intitulada The Pirates of Penzance, que já foi adaptada ao audiovisual inúmeras vezes. A obra é um musical e fala sobre um rapaz criado por piratas, decidindo abandonar seus companheiros em nome do amor por uma jovem. Mas quando ela é sequestrada, cabe a ele sair em busca dela e resgatá-la. No elenco, protagonizando como o jovem casal: Christopher Atkins, o loirinho que já havia se perdido numa ilha com Brooke Shields em A Lagoa Azul (1980), e Kristy McNichol, do filme Queridinhas (1980). Romance Pirata (The Pirate Movie no original) foi indicado a pior filme, pior ator e atriz (Atkins e McNichol), pior coadjuvante (Ted Hamilton), pior roteiro e pior canção original – e levou os Framboesa de pior diretor para Ken Annakin (empatado com Terence Young), outra canção original (‘Pumpin and blowing’) e pior trilha sonora.

Annie

Injustiça! O musical ‘Annie’, de John Huston, é puro charme, em partes graças à adorável protagonista.

Outro musical na lista, e este talvez a maior injustiça desta edição do Framboesa de Ouro. Annie, a pequena órfã ruivinha, igualmente nasceu nos palcos e viria a ganhar as telas de cinema na forma de uma superprodução bancada pela Columbia Pictures e dirigida pelo prestigiado John Huston há exatos 40 anos. Diferente do item acima, as canções de Annie são todas muito icônicas, vide ‘It´s a Hard-Knock Life’ e ‘Tomorrow’, mas isso pode ser dito que é graças ao musical dos palcos. Seja como for, Annie é um destes casos em que o Framboesa não foi muito feliz em suas nomeações, já que no mesmo ano o filme recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. Annie foi refilmado em 2014 – essa sim uma produção bem abaixo do esperado, que mereceu as indicações ao Framboesa que obteve. Annie, de 1982, foi indicado para pior filme, diretor (Huston), roteiro e não perdoou sequer a pequena e graciosa ruivinha sardenta Aileen Quinn, a intérprete de Annie, tascando nela a indicação de pior revelação e a vitória como pior atriz coadjuvante. Injusto.

Butterfly

Esse aqui bem que poderia se chamar “Incesto – o filme”. Acontece que o longa é baseado num livro extremamente controverso, que aborda um julgamento de um funcionário de uma mina de prata, abandonado pela esposa, que estaria mantendo uma relação para lá de imprópria com sua filha Kady. O ator Stacy Keach vive o abusador, e Pia Zadora, atriz que nunca teve muita sorte em seus projetos, é a filha Kady. O grande chamariz no elenco desta produção de mau gosto é a presença do veterano Orson Welles como o juiz que está à frente do caso polêmico. Butterfly tenta ser um drama erótico, passado na década de 1930, mas quando pensamos em quão errada é a relação, o filme só consegue nos causar repulsa. Butterfly recebeu indicações para pior filme, piores ator e atriz coadjuvantes (Orson Welles e Lois Nettleton), pior diretor (Matt Cimber), pior roteiro, pior canção (‘It´s Wrong for me to Love You’) e trilha sonora, e levou os Framboesa de pior atriz e revelação (Pia Zadora), e pior coadjuvante (Ed McMahon).

O Esquadrão do Terror

Fechando a lista dos filmes principais a receberem indicação no Framboesa de Ouro que completam 40 anos em 2021, temos esta ficção científica de ação (apesar do nome), que tenta ser Mad Max e tem direção de Hal Needham, o sujeito por trás dos filmes de corridas de carro de Burt Reynolds (vide Agarra-me se Puderes, O Imbatível e Um Rally Muito Louco). Com um visual cafona tipicamente dos anos 80, quem protagoniza é Barry Bostwick (de Rocky Horror Picture Show e do seriado Spin City) como o herói Ace Hunter. O problema é que um total de zero pessoas na época, incluindo críticos e o público, comprou o ator no personagem. Para piorar ainda colocaram um colant e uma faixa em sua cabeça, terminando com aparência de quem iria fazer aeróbica e não salvar o dia. Megaforce, em seu título original, foi indicado para os Framboesas de pior filme, diretor para Needham e coadjuvante para Michael Beck, do muito superior The Warriors – Os Selvagens da Noite (1979).

OUTRAS INDICAÇÕES

Os grandalhões do cinema brucutu desde sempre foram alvo do Framboesa, por protagonizarem filmes, digamos, não muito favoráveis ao cérebro do espectador, mas extremamente divertidos. Em especial Sylvester Stallone sempre esteve na “boca” do prêmio, mas há 40 anos, quem entrava na mira era o “rival” Arnold Schwarzenegger em seu filme de estreia rumo ao estrelado. Conan – O Bárbaro é um filme cultuado, mas não se livrou de uma indicação de pior ator para o seu protagonista.

E por falar em ator, você sabia que o tenor Luciano Pavarotti, italiano que foi um dos maiores cantores de ópera de todos os tempos, estrelou seu próprio filme? Uma Voz para Milhões (Yes, Giorgio) foi seu primeiro filme para o cinema, e Pavarotti viveu um famoso cantor de ópera que perde sua voz durante uma turnê nos EUA e recorre a uma especialista em garganta, é claro, se apaixonando por ela depois. A direção é de Franklin J. Schaffner, o mesmo de O Planeta dos Macacos (1968). O filme foi indicado ao Oscar de canção, mas no Framboesa recebeu indicações para pior ator e revelação, ambos para Pavarotti, e pior roteiro.

Dos clássicos que amamos ainda hoje e completam 40 anos, o Framboesa tratou de indicar filmes como: O Enigma de Outro Mundo (pior trilha sonora para o maestro Ennio Morricone), Rocky III – O Desafio Supremo (pior revelação para Mr. T) e Desejo de Matar 2 (pior trilha sonora para Jimmy Page, da banda Led Zeppelin).

Quem também não escapou de indicações foi a veterana Mia Farrow, visada para o Framboesa de pior atriz pelo filme do então maridão Woody Allen, Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão. Já a atriz Morgan Fairchild vinda de uma série de TV estreava com o pé esquerdo em sua carreira no cinema ao protagonizar o thriller Sedução e Medo (The Seduction), no papel de uma apresentadora de jornal aterrorizada por um stalker. O filme recebeu as indicações de pior atriz e revelação para Fairchild, e pior coadjuvante para Colleen Camp.

O Framboesa ainda “homenageou” lendas como o maestro John Williams (pior trilha por Monsenhor, filme com Christopher Reeve), Clint Eastwood e Al Pacino, que tiveram seus filmes Honky Tonk Man – A Última Canção e Autor em Família, respectivamente, indicados para pior canção. Finalizando, as atrizes Dyan Cannon e Rutanya Alda, nomeadas para piores coadjuvantes pelos filmes Armadilha Mortal (suspense de Sidney Lumet, com Michael Caine e Christopher Reeve) e o terror Amityville 2: A Possessão.

‘A Nova Sombra’ – Conheça a SEQUÊNCIA de Senhor dos Anéis nunca terminada

Tolkien chegou a esboçar uma continuação que nunca passou das primeiras páginas

Graças a vindoura série do Prime Vídeo, Os Anéis do Poder, a clássica saga criada por J. R. R. Tolkien voltou a ficar nos holofotes após conquistar o mundo no início dos anos 2000 e voltar ser apreciada em meados da década de 2010. Tanto a trilogia Senhor dos Anéis quanto a vindoura série do Prime Vídeo se passam em momentos muito distintos.

Enquanto que a primeira se ambienta no período conhecido como terceira era, o último em que Tolkien trabalhou profundamente antes de falecer, a segunda aparenta adaptar a segunda era, época essa que contempla não só a forjadura dos anéis de poder mas também a ascensão de Sauron como segundo Senhor do Escuro e a presença de diversos grandes reinos dos homens e elfos.

O autor ainda trabalhou consideravelmente bem a primeira era por meio da obra Silmarillion, uma coletânea de histórias que narra a formação do mundo bem como a ameaça de Melkor. Ainda assim, tendo três eras no mínimo plenamente apresentadas o que pode haver além?

A vindoura série da Amazon deve se debruçar sobre a segunda era

Tal pergunta é natural, até inevitável, quando se termina a trilogia do Anel; Sauron foi derrotado após a destruição do Um Anel; Aragorn se tornou rei; a corrupção do mal não dominou o coração dos homens; Frodo e Sam puderam retornar para casa (apesar da terrível surpresa decorrente dessa vitória). Com a Terra-Média visivelmente salva é facil imaginar que outro mal seria suficiente para ameaçar essa aparente vitória eterna.

Em 1996, Christopher Tolkien (filho e herdeiro de J.R.R) terminou a edição e publicou em nome de seu pai o décimo segundo e último volume de A História da Terra-Média, intitulado As Pessoas da Terra-Média. Com base em artigos deixados pelo escritor e reunidos por seu filho, cada volume se propõe a contemplar o processo criativo que levou o autor a criar a Terra-Média e sua cultura.

No mencionado décimo segundo a estrutura se mantém, no entanto é perceptível a presença de um material em particular cujo nome é Uma Nova Sombra. Com pouco menos de vinte páginas apenas, Tolkien esboça um cenário que se passa há mais de um século após o fim da Guerra do Anel, mais especificamente durante o reinado do rei gondoriano Eldarion (filho de Aragorn e Arwen).

Eldarion teve uma rápida participação no filme “O Retorno do Rei”

O início segue Borlas de Pen-Arduin, filho de Beregond (soldado de Gondor que faz amizade com Pippin durante a batalha de Minas Tirith), já envelhecido em um mundo o qual há muito já se esqueceu de Sauron e a raça dos homens é a única na Terra-Média; os elfos rumaram para as terras imortais e os anões se voltaram para os reinos subterrâneos.

Um tema constantemente abordado é a metáfora ao mal, cujas raízes crescem quando ninguém se mantém vigilante. O fato dos humanos terem esquecido da guerra tornou-os indiferentes aos sinais de violência que cresciam; situação que pode encontrar paralelos com o mundo real em gerações que se distanciam cada vez mais de grandes conflitos do passado e, sem terem a experiência do mesmo, repetem ou não percebem os mesmos erros que levaram à tragédias.

Tal como a geração que presenciou, bem como sofreu, os horrores da Segunda Guerra Mundial e do totalitarismo diminui cada vez mais, a leva de pessoas responsável por combater as forças de Sauron e que presenciou o avanço dos exércitos dos orcs já se reduziu o suficiente para tanto garantir uma Terra Média estável para as gerações futuras quanto para não notar o retorno do inimigo.

Tal como ao início de “A Sociedade do Anel”, o reino dos homens esqueceu da presença do mal

Borlas, então, representa o choque de diferente gerações, principalmente quando conversa com o jovem Saelon sobre os diversos sinais de que algo ruim estava se aproximando, como foi no passado, e Saelon se mostra cético. Entretanto, o jovem fala com o ancião sobre como estava o ânimo da população; sobre como muitos estavam insatisfeitos após a morte de Aragorn e facções se proliferavam entre o povo comum.

Tolkien termina o rascunho com Saelon oferecendo a Borlas a chance de encontrá-lo ao anoitecer; ele então volta para casa com a certeza que o mal estava renascendo. Nas palavras do autor, muito do motivo para a sequência ter sido deixada de lado é que ela era seria tanto “sinistra quanto depressiva”; sobre como o longo sentimento de segurança deixaria a humanidade descontente com o mundo e todos os governantes que viriam após Aragorn jamais poderiam alcançar sua vitória e se tornariam políticos comuns.

A natureza de tal decisão criativa ia contra o tom otimista que Tolkien sempre imprimiu em suas histórias, onde um inimigo poderoso sempre gerava uma esperança de mesma intensidade aos heróis. Com um enredo mais semelhante a um thriller (como o autor ressaltou) a ideia tradicional de esperança seria mais fosca do que tradicionalmente ele priorizava.

 

Um dos filmes de terror mais ASSUSTADORES sobre epidemia estreia na Netflix

O terror de ação ‘A Epidemia‘, estrelado por Timothy Olyphant, já está disponível na Netflix.

A produção agradou aos críticos com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e é considerada uma das mais aterrorizantes sobre vírus mortais.

Assista ao trailer:

Na trama, a primavera acaba de chegar numa tranquila cidade do interior, onde a simplicidade toma conta das pessoas e de suas rotinas. Mas neste ano, a estação trouxe algo além de flores. Misteriosamente, os moradores tornam-se pessoas silenciosas e extremamente agressivas! O casal David (Timothy Olyphant) e Judy (Radha Mitchell) se vêem cercados por aqueles que um dia já foram seus vizinhos e amigos, mas agora vagam pela cidade com um único objetivo em mente: matar, destruir e aniquilar.

Joe Anderson, Danielle Panabaker, Joe Reegan, Glenn Morshower e Gregory Sporleder completam o elenco.

Breck Eisner assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Scott Kosar e Ray Wright.