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‘Blade’ – A CONEXÃO entre o Caçador de Vampiros e o Cavaleiro Negro na Marvel

Icônico personagem fez estreia indireta no MCU

Recentemente o filme Eternos chegou ao catálogo do Disney Plus, mais uma adição ao sempre em expansão acervo da Marvel Studios. A produção, dirigida pela vencedora do Oscar Chloé Zhao, narra a chegada do grupo de superseres, com o nome título, à Terra no momento em que a humanidade está iniciando seu desenvolvimento.

Sua missão principal é impedir a proliferação das criaturas conhecidas como deviantes, entretanto não tarda para o foco da história ser a relação complexa de certos integrantes do grupo com a humanidade ao longo da história, bem como entre eles próprios; cada um tentando entender a seu jeito como lidar com sentimentos que, supostamente, eles deveriam ser imunes.

Sob um ponto de vista geral, este certamente é o filme mais diferente já feito pela Marvel Studios, tendo ao longo da sua duração poucas referências diretas a outros títulos do estúdio e uma fotografia que emula muito mais o estilo de enquadramento da diretora do que opções padrão dos filmes anteriores. 

Eternos” é a experiência mais diferente do estúdio, bem como a mais divisiva

Não à toa, os momentos em que a narrativa precisa puxar atenção para os nêmesis dos Eternos são justamente os momentos que a mesma parece ficar em um piloto automático. Dessa maneira, no que concerne à Eternos as ligações com o MCU parecem, mais do que nunca, terem sido adições forçadas à uma história que não pedia por elas. Tendo isso em mente, vem uma das cenas pós crédito.

No momento em questão, Dane Whitman (personagem de Kit Harington) abre uma caixa contendo uma espada que pertencia à sua família por gerações. Uma reação produzida pela espada é observada por Whitman,o que em seguida ele escuta uma voz, de autoria desconhecida, interagindo com ele.

Como alguns espectadores perceberam na hora, bem como foi confirmado eventualmente, a responsabilidade pela voz confere ao ator Mahershala Ali, o Blade do MCU. Imortalizado nos cinemas, no final dos anos 90, por Wesley Snipes, o caçador de vampiros conquistou ampla popularidade ao apresentar para um público amplo a presença de vampiros no universo Marvel.

O caçador de vampiros, imortalizado por Wesley Snipes, fez sua “estreia” no MCU

Isso em si era um conceito totalmente novo para muitos, ainda mais em uma época que o cinema de quadrinhos ainda engatinhava, uma vez que a Marvel Comics era geralmente associada ao Homem-Aranha e os X-Men em decorrência das famosas séries animadas de alguns anos anteriormente. 

Ainda assim, o vigilante não é nenhum novato nos quadrinhos, tendo surgido pelas mãos do Marv Wolfman em 1973; da mesma forma que os grandes nomes da editora costumam estar inseridos em núcleos (espacial, urbano etc) Blade se encontra em meio ao grupo sobrenatural.

Isso por si só já o relaciona ao herói Cavaleiro Negro (personagem de Kit Harrington), uma vez que a fonte de poder do mesmo vem de uma espada da sua família que descende do Cavaleiro Negro.

As histórias envolvendo Blade se concentram nos aspectos ocultos do universo Marvel

Apesar de ambos não possuírem uma ligação explícita de muitas histórias, há um elo que interliga ambos. A organização britânica MI:13 fez sua estreia em Excalibur Vol. 1 #101 como um grupo disposto a proteger o mundo de ameaças sobrenaturais. Atualmente, composto por 27 membros, a organização teve uma grande mudança em tempos recentes.

Após os acontecimentos vistos na saga Invasão Secreta, quando a raça Skrull iniciou uma invasão à Terra em vasta escala se passando por pessoas importantes, o governo britânico obrigou todos os heróis ingleses a se alistarem no MI:13 tornando a organização um dos grupos mais poderosos do universo Marvel.  

A vindoura série pode ter ramificações vastas

Do ponto de vista do atual MCU, que em essência tomou certas decisões criativas que diferem dos quadrinhos, a formação da MI: 13 pode ser uma das várias ramificações futuras a ocorrer no cinema, principalmente se as consequências da vindoura série inspirada na já mencionada saga forem tão amplas quanto se é esperado.

Fato é que o universo místico na franquia já foi estabelecido com a presença do Dr. Estranho, mesmo que este se dirija, atualmente, para o caminho do multiverso. A confirmação do especial de Halloween focado no Lobisomem da Noite (a ser estrelado por Gael García Bernal) é uma confirmação de que as criaturas mágicas estão confirmadas nos planos do estúdio.

Um dos filmes mais ANGUSTIANTES e NOJENTOS já feito está no catálogo da Netflix

Vira e mexe, um filme não agrada aos críticos especializados mas conquista o público e se torna um fenômeno cult. É o caso do suspense com pitadas de terror ‘Doce Vingança‘ (I Spit on Your Grave) – um dos filmes mais angustiantes e nojentos já feito.

O filme foi lançado em 2010 e recebeu apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas logo ganhou um boca a boca positivo entre o público que enaltece a produção por mostrar um tema extremamente polêmico tratado de uma maneira pra lá de chocante.

A trama gira em torno de Jennifer Hills (interpretada por Sarah Butler), uma escritora que sai da sua cidade grande para ir a uma encantadora cabana na floresta, lugar onde geralmente busca inspiração para começar a escrever um novo livro.

Porém, a presença de Jennifer na pequena cidade chama a atenção de quatro homens, que vão até o local e estupram-na. Antes que eles possam matá-la, Jennifer se joga de uma ponte em direção a um rio e some. Depois de alguns dias procurando por Jennifer, os quatro homens desistem da busca acreditando que ela tenha sido levada pelo rio. Mas ela retorna e começa a sua vingança. Uma vingança sangrenta e assustadoramente confortante para o espectador.

Para que a atenção do público não se disperse no começo do filme, por já saber o que vai acontecer, o filme se concentra em deixar o como as coisas acontecem mais interessantes. Cenas graficamente muito fortes e uma boa dose de violência são oferecidas para os bravos espectadores.

Vale lembrar que ‘Doce Vingança‘ não é nem um pouco aconselhado para pessoas mais sensíveis. Os desavisados podem sentir desconforto físico e psicológico.

Aos que curtem fortes emoções, ‘Doce Vingança‘ será puro divertimento.

Assista ao trailer:

O filme é remake do clássico ‘A Vingança de Jennifer‘, de 1978.

O remake dirigido por Steven R. Monroe rendeu mais duas sequências, lançadas em 2013 e 2015.


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‘Jurassic World: Domínio’ | Quais os dinossauros que aparecem no trailer?

O primeiro trailer de Jurassic World: Domínio foi lançado e já emocionou fãs de todas as idades. Parece que pela primeira vez na história da franquia é o elenco humano que está chamando mais atenção. Mas como a graça do filme é ver um bando de dinossauros em situações anacrônicas, o CinePOP conversou com Luciano Vaz, professor e pesquisador da área da paleontologia, para identificar os dinossauros que apareceram no trailer. Confira!

 

 

Parassaurolofo

Tendo estreado na franquia em O Mundo Perdido (1997), os Parassaurolofos foram herbírvoros do período Cretáceo, que habitaram nas regiões onde hoje são a Ásia e a América do Norte. Eles tinham cerca de 10m de comprimento.

Apatossauro

Aparecendo em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015), os Apatossauros viveram no período Jurássico e eram herbívoros. No parque do Jurassic World, eles integravam uma atração chamada “Gigantes Gentis”. Considerado uma das maiores criaturas que já viveram na Terra, o Apatossauro podia chegar a 10 m de altura e 23 m de comprimento.

Velociraptor

Presente em todos os filmes da franquia, essa espécie foi retratada de forma errada desde o primeiro filme. Na vida real, esses carnívoros mediam até 2 m de comprimento, mas sua altura girava em torno dos 60 cm. Bem diferente dos quase 2 m de altura mostrados no filme, onde tentaram deixar o predador mais ameaçados. Eles viveram no período Cretáceo e, segundo estudos recentes, eles até podiam viver em bando, mas era muito pouco provável que caçassem de forma coordenada como no filme.

Mosassauro

Predador Alfa dos mares do final do Cretáceo, o Mosassauro foi um réptil-marinho (é importante lembrar que dinossauros foram apenas os terrestres. Voadores e marinhos não se enquadram na categoria) que pertence à mesma ordem das cobras. Carnívoro, o maior fóssil de Mosassauro já encontrado tinha 17 m de comprimento. Na franquia, ele estreou no primeiro Jurassic World (2015).

Tiranossauro-Rex

Cara da franquia, o T-Rex é outra espécie que apareceu em todos os filmes da saga. ‘Rei’ do Cretáceo, o Tiranossauro era carnívoro e podia medir até 4 m de altura, com 12 m de comprimento. Uma curiosidade é que as fêmeas eram maiores que o macho, e o T-Rex do filme é uma fêmea chamada “Roberta”. E ao contrário do que mostram os filmes, sua visão não era baseada em movimento.

Therizinossauro

Apesar de não dar para ver com plenitude o animal, o professor Luciano Vaz disse que essa espécie lembra o Therizinossauro. “Essa espécie era carnívora, mas foi se adaptando, evolutivamente falando, para uma alimentação herbívora, por isso esse bico córneo, parecendo de uma ave. Mas é um terópode [Dinossauros bípedes, provavelmente carnívoros ou onívoros]. Eu acredito que seja esse Therizinossauro pelas garras. Eles tinham garras de até 90 cm”, disse. A espécie viveu no Cretáceo e podia ter até 12 metros de comprimento.

Atrociraptor

O diretor Colin Trevorrow definiu essa espécie como uma versão mais cruel de um Velociraptor. “Enquanto o Velociraptor é um caçador stealth, o Atrociraptor é um pouco mais brutal. Essas coisas simplesmente vão atrás de você. E nesse caso em específico [no filme], eles escolheram o cheiro dele [Owen Grady (Chris Pratt)] e não vão parar até matá-lo. Eles são bem brutais, muito cruéis”, disse. Na vida real, essa espécie viveu no Cretáceo, era carnívora e também passava longe de ser grandona como no filme.

Pyroraptor

Essa espécie de carnívoro viveu no Cretáceo na região de onde hoje é a França. É muito provável que fossem escaladores de árvores e, assim como o Velociraptor, teve sua altura superdimensionada para o filme. Eles eram baixinhos.

Carnotauro e Alossauro

Os dois fizeram sua estreia em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). Enquanto o Carnotauro foi um predador do Cretáceo que viveu onde hoje é a América do Sul, o Alossauro foi um dos maiores carnívoros do Jurássico. Ou seja, essa cena de um lutando com o outro jamais aconteceu na vida real, já que são duas espécies separadas por milhões de anos. Porém, ao contrário do filme, os Alossauros eram maiores.

Quetzalcoatlus

A maior criatura voadora que já viveu faz sua estreia na franquia. Com aproximadamente 12 m de envergadura (de uma ponta a outra da asa), esse pterossauro viveu no Cretáceo na região das Américas. Apesar de seu tamanho, seu comportamento, segundo estudos recentes, era similar ao das garças. Ou seja, provavelmente ele não sairia por aí derrubando aviões.

Nasutoceratops

Apesar dos chifres remeterem a um Triceratops, a falta do terceiro chifre e a presença dos espinhos na coroa (esse “escudo” atrás dos chifres maiores) indicam ser um Nasutoceratops, que viveu no Cretáceo na região equivalente à América do Norte. Eles já apareceram no curta “Batalha em Big Rock”. Veja abaixo:

Dilofossauro

Um dos dinossauros mais icônicos da franquia retorna aos cinemas após matar Dennis Nedry (Wayne Knight), em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993). Porém, nenhum outro dinossauro foi tão modificado na saga quanto este. Nos filmes, ele é baixinho, cospe veneno e tem essa membrana em volta da cabeça, tal qual um australiano Lagarto-de-gola. Porém, na vida real, esse predador do Jurássico foi um dos grandes carnívoros de sua época, chegando a ter cerca de 2 m de altura. E além dele não cuspir veneno, ele não tinha essa membrana. Agora, as duas cristas no alto da cabeça existiam mesmo.

Qual o seu dinossauro favorito? Diga nos comentários!

Jurassic World: Domínio estreia em 9 de junho de 2022.

Curiosidades | ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar’, aclamada sequência estrelada por Keanu Reeves, completa 5 anos!

Quando pensamos em sequências, normalmente ficamos com um pé atrás – afinal, são poucas as continuações de grandes filmes que conseguem chegar ao nível ou superar o original.

Mas esse não é o caso de John Wick.

Três anos depois da estreia do primeiro capítulo, o longa de ação caiu no gosto do público e da crítica e inclusive ajudou a revitalizar a carreira do adorado Keanu Reeves, construindo uma narrativa ambiciosa e bastante envolvente. Logo, não é surpresa que a Lionsgate desse sinal verde para mais uma história – que ficaria subtitulada ‘Um Novo Dia para Matar’.

Na trama, o personagem titular acreditava que, enfim, poderia se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D’Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini).

O filme foi elogiado pela crítica especializada, que comentou sobre as ações de ação, a direção, a montagem, o estilo visual e as performances – mas isso não foi tudo: além dos aplausos, a obra arrecadou US$171,5 milhões mundialmente, quase o dobro do capítulo original.

No dia de hoje, 10 de fevereiroJohn Wick: Um Novo Dia para Matar’ completa cinco anos desde sua estreia oficial nos cinemas e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Reeves performou cerca de 95% das acrobacias do filme por conta própria. As únicas que não performou foram as em que John Wick é atingio por um carro e em que ele cai das escadas durante a luta contra Cassian (Common).
  • Para se preparar para o papel na sequência, Reeves treinou por três meses. Seu treinamento consistiu em judô, jiu-jitsu, pontaria e automobilismo.
  • O DJ performando na festa em Roma é conhecido pelo nome artístico Le Castle Vania, que compôs a trilha sonora para ambos os filmes da franquia.

  • O alfaiate italiano é interpretado pelo próprio figurinista dos longas-metragens, Luca Mosca.
  • A sequência rodada no jardim na cobertura entre Winston (Ian McShane) e John Wick é o mesmo cenário visto em ‘Homem-Aranha’, de 2002, em que o herói titular salva Mary Jane do Duende Verde.
  • Os atores que interpretaram os irmãos da máfia russa, Viggo Tarasov (Michael Nyqvist) e Abram Tarasov (Peter Stormare), são ambos da Suécia.

  • O distintivo utilizado pelo sommelier e o chaveiro dados a John Wick foram inspirados no distintivo Alemão Anti-Partidário dados aos soldados germânicos durante a II Guerra Mundial. Os designers removeram a suástica e a substituíram com uma caveira para o longa-metragem.
  • A cena em que John Wick está sendo perseguido nos dutos do metrô foi parcialmente filmada na estação Place des Arts em Montreal, no Canadá. Os sinais franceses foram trocados por placas típicas do metrô de Nova York, em inglês.

  • A personagem de Ruby Rose, Ares, nunca é referida pelo nome. Seu nome é apenas revelados nos créditos. Na mitologia grega, Ares é o Deus da Guerra.
  • No filme, Reeves diz a Laurence Fishburne (Rei Bowery): “então, acho que você tem uma escolha”. Essa frase e suas variações fazem referência a outra colaboração de ambos os atores – a trilogia ‘Matrix’, em que o tema em questão é um dos principais da narrativa.

‘BLACKPINK: O Filme’ será lançado na próxima semana no Disney+; Confira o trailer!

O Disney+ anunciou que lançará ‘BLACKPINK: O Filme‘, que mostrará os bastidores dos shows do grupo coreano, na próxima semana.

O longa será lançado na plataforma no dia 16 de fevereiro.

Confira o trailer:

O grupo é composto pela Jennie, Lisa, Rosé e Jisoo.

Lançado em comemoração aos cinco anos do BLACKPINK, o filme apresenta cenas de shows, entrevistas inéditas e imagens de bastidores.

Su Yee Jung & Oh Yoon-Dong são responsáveis pela direção.

Lobisomem ataca no trailer do terror norueguês ‘Viking Wolf’; Assista!

O terror ‘Viking Wolf‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Stig Svendsen, o longa está sendo vendido como o primeiro filme de lobisomem da Noruega.

“Thale acabou de mudar com seus pais para uma cidade pequena após sua mãe ter conseguido um novo emprego na polícia local. Após um estudante ser brutalmente assassinado em uma festa que Thale compareceu, ela se torna a testemunha chave. O assassino foi um animal? Um lobo?”

Além de dirigir, Svendsen escreveu o roteiro ao lado de Espen Aukan.

Na Noruega, o longa será lançado no dia 18 de fevereiro. No Brasil, segue sem previsão.

Shawn Mendes dublará crocodilo amigável em animação musical

De acordo com o Deadline, Shawn Mendes dublará o protagonista da animação musical ‘Lyle, Lyle, Crocodile‘, baseado no clássico livro infantil escrito por Bernard Waber.

Javier Bardem, Constance Wu e Winslow Fegley também irão estrelar a produção.

Will Speck & Josh Gordon são responsáveis pela direção, a partir de um roteiro escrito por Will Davies.

Publicado em 1965, o livro gira em torno de Lyle, um crocodilo que gosta de ajudar a família Primm com as tarefas cotidianas e brincar com as crianças da vizinhança. Ele é o crocodilo mais feliz que qualquer um já viu – até um dos vizinhos insistir que Lyle pertence ao zoológico. Sr. Grumps e seu gato não gostam de crocodilos, e tudo o que o Lyle faz para conquistá-los parece dar errado. Será necessário todo o charme do Lyle – e coragem – para revelar o amigo por trás do seu sorriso de crocodilo.

A adaptação está sendo desenvolvida pela Sony Pictures.

O longa está programado para estrear no dia 18 de novembro.

‘Dark Glasses’: Novo terror do Dario Argento ganha trailer SANGRENTO; Assista!

O terror italiano ‘Dark Glasses‘, novo filme do mestre Dario Argento (‘Suspiria’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Ilenia Pastorelli estrela como uma “prostituta cegada por um serial killer que acolhe um garotinho chinês. Ele se tornará seu aliado em uma luta aterrorizante para enfrentar o assassino de uma vez por todas”.

Andrea ZhangAsia Argento (‘Terra dos Mortos’) também estrelam a produção.

O terror irá estrear no 72nd Berlin International Film Festival, mas segue sem previsão de lançamento.

‘Pacificador’ | Os easter eggs do sétimo episódio

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos sete primeiros episódios de Pacificador, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Ao longo das últimas semanas, viemos reunindo as referências e conexões de Pacificador com o Universo DC. Nesta semana, porém, o sétimo episódio focou mais no drama do personagem, praticamente não abrindo brecha para esse tipo de coisa. Por isso, na matéria desta semana, vamos separar alguns dos easter eggs e comentar uma teoria dos fãs.

 

Rocket 

James Gunn é apaixonado por mascotes e animais em geral e desde que começou a trabalhar na franquia Guardiões da Galáxia, ele criou um apreço especial pelos guaxinins, já que precisou passar um tempo em um centro de tratamento desses bichinhos para conseguir pegar as referências certas para criar o Rocket Raccoon.

Desde então, seus filmes costumam envolver piadas ou participações de guaxinins. E em Pacificador não foi diferente. Para tentar tapear seu pai e seus nazistas de estimação, Chris (John Cena) amarra seu capacete, que tem um rastreador, a um guaxinim raivoso, que deixa sua cara toda cortada.

Bafo de Dragão

O Dragão Branco sofreu muitas mudanças de sua versão das HQs, mas se há uma coisa da qual ele retirou diretamente das páginas dos quadrinhos, essa coisa foi o uniforme. Ele está idêntico.

Nas HQs, uma das versões do vilão arremessava bolas de fogo pelas mãos. Na série, a roupa projeta ondas de calor extremamente destrutivas e permite que ele voe, mas sem apelar para algum tipo de superpoder, é apenas uma armadura com pano por cima. É por isso que ele aguenta os golpes do Pacificador e só morre depois de tirar o capacete.


Vaca

Por fim, o episódio termina mostrando a tão falada “Vaca” das Borboletas. Ela é a fonte de alimentação dos insetos espaciais e tem esse visual bem “larval”, por assim dizer. Como já foi visto, os anti-heróis da série estão indo com tudo em direção a ela e tudo indica que ela não sairá viva disso. Afinal, não é do feitio do James Gunn desperdiçar a chance de explodir um monstro nojento e gosmento.

Apesar desse visual bem cartunesco, a Vaca não veio dos quadrinhos. Isso porque as Borboletas e suas mini-naves espaciais são ameaças criadas especificamente para a série.

 

Teoria:

Agora que toda a equipe sabe que Leota Adebayo (Danielle Brooks) é filha de Amanda Waller (Viola Davis), corre por entre os fãs que eles vão usar isso a seu favor para conseguir ajuda na batalha final. Alguns dizem que a filha vai pedir ajuda da mãe, enquanto outros dizem que eles vão entrar em contato com Waller ameaçando matar Leota. Fato é que a única concordância é que isso poderia render a ajuda do Sanguinário (Idris Elba).

Essa teoria é meio forçada, principalmente por se basear em um suposto vazamento dos Funko Pop’s da série e que nele tinha um boneco do Sanguinário. Apesar das teorias, a chance disso acontecer não é muito alta, mas caso aconteça… Vai que James Gunn emplaca uma série de mais um anti-herói?

O último episódio de Pacificador estreia na próxima quinta (17) no HBO Max.

‘I Want You Back’: Charlie Day e Jenny Slate revelam qual foi a MAIOR LOUCURA que fizeram por amor [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os divertidos astros Charlie DayJenny Slate, que estrelam ‘I Want You Back‘ – nova comédia romântica do Amazon Prime Video.

No vídeo, eles revelam a maior loucura que fizeram por amor e contam quais são seus filmes preferidos de comédia romântica.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de fevereiro de 2022 na plataforma de streaming.

O elenco também conta com Clark Backo, Manny JacintoGina RodriguezScott Eastwood, Jami GertzJordan CarlosMidori FrancisMason GoodingIsabel MayLuke David Blumm

Jason Orley (‘Big Time Adolescence’) entra como diretor.

A história é centrada em Emma (Slate) e Peter (Day), que acreditavam estar no precipício de um dos maiores momentos de usa vida – casamento, crianças e casas no subúrbio -, até seus respectivos parceiros os largarem. Não apenas isso, mas eles também falharam em seguir em frente. Sem quaisquer prospectos e sob a ameaça de morrerem sozinhos, Emma e Peter criam um plano desesperado para acabar com o relacionamento de seus ex-namorados e conquistá-los de volta.

Isaac AptakerElizabeth Berger, responsável pelos sucessos This Is Us e ‘Love, Victor’, assinam o roteiro e entram como produtores.

Crítica ‘O Livro de Boba Fett’ | Uma série salva pela temporada 2.5 de ‘The Mandalorian’

[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos sete episódios de O Livro de Boba Fett, evite esta crítica, pois ela contém spoilers.

No finalzinho de 2020, a segunda temporada de The Mandalorian animou os fãs ao resgatar o Boba Fett (Temuera Morrison) da morte, assim como no universo estendido. E a cena pós-créditos dele se dirigindo ao trono do Jabba, o Hutt, terminando com um anúncio de que ele ganharia série própria deixou os apaixonados por Star Wars em polvorosa. Afinal, era a chance de um personagem amado e muito bem explorado nos quadrinhos e livros poder mostrar seu valor em live action, após não fazer nada muito badass nos filmes.

Eis que a reta final de 2021 trouxe O Livro de Boba Fett, mas acabou que as coisas não saíram tão bem quanto o esperado. A começar pela própria divulgação da série, que foi quase nula. No mesmo período, os anúncios televisivos eram mais focados na série do Gavião Arqueiro, enquanto a Sony bombardeava outdoors, internet e televisão com as chamadas para Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Em meio a essas duas produções, o caçador de recompensas mais famoso da galáxia muito, muito distante ficou esquecido no churrasco, dependendo quase que exclusivamente da divulgação boca a boca dos fãs. E com o lançamento de um novo episódio por semana, parecia que o Disney+ ia intensificar a campanha promocional com o passar do tempo… Só parecia, porque a realidade foi uma falta de cuidado enorme com o produto, que mais parecia estar sendo escondido pela própria Disney.

Agora, falando sobre a série em si, a produção sofreu com um problema gravíssimo de ritmo ocasionado pela falta de foco narrativo. Mesclando presente e passado, os três primeiros capítulos da produção se dividiram entre contar tudo o que aconteceu desde O Retorno de Jedi (1983) até seu retorno misterioso em The Mandalorian, e a trama de redenção do anti-herói tentando ser o novo Daimiô de Tatooine, onde ele pretende trazer a paz e acabar com as milícias, montando sua própria milícia.

Então, os episódios seguiram por um caminho em que gastava tempo demais explorando um passado chato – que poderia facilmente ter sido resumido em um ou dois flashbacks, enquanto a trama atual ficava de lado. Sem contar que toda a saga de Boba Fett com os Tuskens parece ter saído diretamente de Avatar (2009), só que piorado.

Provando que tudo que é ruim pode piorar, a trama dele se tornando o Daimiô de Tatooine, que prometia ter uma vibe mais de faroeste, com ele enfim usando suas habilidades especiais, acabou virando uma jornada de um dos caras mais f#dões da galáxia tentando virar diplomata. É muito frustrante ver o potencial desperdiçado com o personagem.

Mas absolutamente nada nessa série é tão podre quanto o episódio das lambretas. Os mercenários de motinhas coloridas marcaram um show de horrores na computação gráfica do seriado, com uma trama que poderia até ser legal se tivesse um pouco mais de ação e muito menos de enrolação. Porque existe a introdução de novos personagens, mas nenhum deles é interessante o suficiente para fazer com que o público se importe com eles. Além de não ganharem qualquer tipo de desenvolvimento.

Com essa trupe que está ali apenas para ocupar tempo de tela e testar a paciência de quem está assistindo, começa uma história do Boba Fett reunindo um exército para enfrentar os rivais que não o aceitam como Daimiô. Apesar das lambretinhas coloridas, estilo Power Rangers, eles voltariam no episódio final para cumprirem o papel de figurantes: morrer, deixando apenas a líder do grupo e o amigo dela com visual legal.

Então, a partir do quinto episódio, a série muda da água para o vinho. Ao esquecer completamente o Boba Fett e focar os episódios nas aventuras de Din Djarin (Pedro Pascal), a produção se transforma em uma temporada 2.5 de The Mandalorian.

E aí, o Mandaloriano favorito de todos rouba a cena. Sem apelas para flashbacks cansativos, o quinto episódio consegue expandir a mitologia do personagem, estabelecer situações muito interessantes para serem desenvolvidas futuramente, como ele ser expulso de seu próprio povo, e traz muito carisma. Porque mesmo sem remover seu capacete de Beskar, o trabalho de Pedro Pascal é fantástico. O Sabre Negro também volta a aparecer, se mostrando uma arma incrível que ainda vai render muito nesse universo.

Enfim, é o segundo melhor episódio da série, perdendo apenas para o sexto, que faz por Star Wars o que a trilogia nova sequer passou perto de conseguir.

Nele, temos o retorno inesperado de Luke Skywalker (Mark Hamill), que agora treina o pequeno Grogu, o Bebê Yoda, para ser um Jedi. Nele, podemos ver efetivamente como é Luke sendo um “professor da Força”, coisa que os fãs ficaram na vontade em Os Últimos Jedi (2017), apesar desse episódio já dar indícios de que ele não era um mestre lá tão bom assim. Afinal, ele faz seu primeiro – e até então único – Padawan escolher entre o próprio “pai”, por assim dizer, e um sabre de luz. É óbvio que sairia um Kylo Ren desses métodos controversos de ensino.

De qualquer forma, o pequeno aprende novos movimentos e entende um pouco melhor como usar a Força. Os efeitos disso já podem ser vistos no episódio final e prometem ser melhor trabalhados na vindoura terceira temporada de The Mandalorian.

Nesse mesmo episódio, temos a introdução de Cad Bane em live action, um dos personagens favoritos dos fãs das animações. Ele chega já sentando a bala em Cobb Vanth (Timothy Olyphant), que supostamente morre, e promete engrossar o caldo para o Boba Fett no capítulo final.

O visual ficou impecável e o personagem prometia muito. Infelizmente, ele termina sendo usado como desfecho para o Boba Fett, que se consolida como Daimiô e ganha o respeito da população depois de matar Cad Bane e derrotar os Pyke na frente do povo.

Nesse series finale, ele faz uso de sua armadura e das armas escondidas nela como em nenhum episódio anterior. Enche os olhos, principalmente nas cenas em que ele combina suas habilidades especiais com as de Din Djarin, colocando dois dos grandes combatentes desse universo lutando lado a lado.

Então, fica uma certa frustração do que poderíamos ter visto se não tivessem inventado de transformá-lo em diplomata com workshop indígena. E mesmo exibindo suas habilidades, o Boba Fett ainda fica na sombra do ‘Mando’, que além de ter mais carisma, tem toda a trama do Bebê Yoda para ajudá-lo. E não importa qual seja a história, se tiver um Bebê Yoda no meio, ele roubará todos os holofotes para si. Principalmente em Tatooine, onde já havia um núcleo de personagens coadjuvantes de The Mandalorian ligados ao Din e ao Grogu, que retornam e dão um banho na tentativa de coadjuvantes dessa série.

Mas se tem um personagem que terminou essa série deixando aquele gostinho de “quero mais” foi Cobb Vanth. O Xerife de Vila Livre já tinha brilhado em The Mandalorian, mas conseguiu ter ainda mais carisma nos poucos minutos de O Livro de Boba Fett. E como mostra a cena pós-créditos, ele felizmente está se recuperando na câmara do Boba Fett e provavelmente ganhará um implante mecânico no ombro ou até mesmo o braço inteiro.

Apesar de não terminar com o anúncio de um “O Caderno de Cobb Vanth” ou algo do tipo, o personagem segue vivo e com certeza voltará a aparecer em novas produções ambientadas nessa fase entre trilogias.

Agora que já espinafrei com os pontos negativos, vamos aos pontos positivos. Tecnicamente falando, O Livro de Boba Fett é impecável. A ambientação é muito bem executada e remete aos filmes clássicos da saga, mas sem perder sua originalidade. O uso de efeitos práticos sobrepondo o CGI, que só é usado em cenas que não tinha como fazer de verdade, é de encher os olhos.

Outro ponto irretocável é a trilha sonora de Ludwig Göransson, que passa tudo aquilo que a série poderia entregar. Além da estética em geral do primeiro episódio, que é mais escuro e silencioso, praticamente um filme mudo, que infelizmente não ditou os rumos da série.

Enfim, renegada pela própria Disney desde a publicidade, a série do Boba Fett não se justificou. Tirando os episódios em que ele praticamente não aparece, nos quais o universo é melhor explorado, pouco se desenvolveu ou expandiu do universo clássico dos filmes. Ao fim da série, fica a sensação de que ela não conseguiu justificar sua própria existência e que talvez teria sido melhor investir esse dinheiro na terceira temporada de The Mandalorian do que desembolsar milhões de dólares em uma produção “de passagem” para que o público não esquecesse desse núcleo enquanto não sai Obi-Wan Kenobi. É uma pena que tanto potencial tenha sido desperdiçado assim, sendo que poderia ter virado um marco da franquia Star Wars.

Os sete episódios de O Livro de Boba Fett estão disponíveis no Disney+.

‘Jurassic World: Domínio’ | Confira os MELHORES momentos do trailer

O primeiro trailer de Jurassic World: Domínio, último capítulo da trilogia nova da franquia ‘Jurassic’, foi lançado e se você ainda não assistiu, pare imediatamente o que quer que esteja fazendo e assista.

Prometendo unir das duas trilogias, o filme mostrará os dinossauros espalhados pelo mundo, enquanto uma empresa de biogenética, a BioSyn, consegue criar seus próprios dinos e provavelmente perde o controle sobre eles também. Pois bem, esse trailer trouxe várias referências ao filme original e prometeu um filme de ação e aventura em escala global. Como de costume, o CinePOP separou os melhores momentos dele. Confira!

Eu tenho um sonho

O trailer começa resgatando o discurso de John Hammond (Richard Attenborough) sobre seu sonho para o Jurassic Park, lá em 1993. É uma fala sobre controle sobre a vida e sobre como ele não cometerá os mesmos erros na próxima vez. No original, essa conversa termina com o empresário frustrado ao ouvir a Dra. Sattler afirmar que esse controle não passa de uma ilusão, já que a natureza é incontrolável. Assim, no trailer, a citação termina com uma mistura ao clássico discurso de “A vida encontra um meio”, do Dr. Malcolm. Ou seja, os primeiros segundos já indicam que é um filme sobre a arrogância humana ante a natureza, que responderá atacando com as bizarrices genéticas disfarçadas de dinossauros.

 

Cowboys e Dinos

Nesta semana, o diretor do filme, Colin Trevorrow, postou em suas redes sociais essa imagem acima com a legenda: “Inspiração”. Enquanto rola o discurso de Hammond, vemos Owen Grady (Chris Pratt) junto a um grupo de cowboys tentando conter uma manada de Parassaurolofos, tal qual um estouro de boiada. Mais pra frente, esses dinossauros aparecem novamente correndo em meio a cavalos selvagens.

“Não é sobre controle…”

Referenciando Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015), Owen mostra que “não é sobre controle. É uma relação baseada em respeito” e tranquiliza o Parassaurolofo com a mesma técnica que usava com os raptores. Mas para quem Owen está trabalhando? Seria para o governo ou para a BioSyn?

Baby Blue

Depois do Bebê Groot, do Bebê Sonic e do Bebê Yoda, o cinema ganha mais um bebê fofo que vai vender um caminhão de boneco: a Bebê Blue. Ao final de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), a Blue termina indo para a cidade emitindo aquele som de ajuda, como se procurasse por outro Velociraptor. No entanto, ela era a última de sua espécie, então é bem provável que esse bebê ao lado dela seja um clone dela mesma. Isso indica que ela foi capturada e clonada. E se clonaram um Velociraptor, nada impede que tenham feito mais deles.

Quem quer ficar com…?

Esse momento tem toda cara de pegadinha. Owen e Claire debatem sobre “não podemos ficar com ela”, “mas é nossa responsabilidade”, “se a pegarem, ela nunca mais verá a luz do dia” e coisas do tipo, enquanto dividem tela com a Blue e com a jovem Maisie Lockwood (Isabella Sermon). A princípio, tudo indica que eles estejam falando do dinossauro, mas vale lembrar que a Maisie perdeu todos os membros da sua família em Jurassic World: Reino Ameaçado e que, tal qual Murilo Benício naquela novela famosa, ela é um clone humano. Ou seja, ela é a primeira pessoa clonada com sucesso de que se tem notícia nesse universo, o que implica em uma série de questões éticas e legais, que podem indicar que esse discurso dos protagonistas possa ser também sobre a menina.

Camarão que dorme…

Principal ameaça – depois dos empresários – dessa nova trilogia, o Mosassauro aparece destrambelhando um barco pesqueiro. Esse réptil aquático se provou praticamente indestrutível, então o filme deve reservar alguns bons minutos para tentar explicar como que vão buscar capturar essa criatura implacável. E se a vida encontra um meio, o desequilíbrio ecológico que esse animal causaria se conseguisse se reproduzir seria incalculável.

No escurinho do cinema

Essa cena faz parte de uma sequência que já foi liberada on-line. Ela mostra a Roberta (a T-Rex do primeiro filme) sendo perseguida por uma equipe de soldados em helicópteros, até que invade um cinema drive-in e causa um estrago enorme. São grandes as chances dela ser capturada nesse momento. Dá uma olhada no teaser:


Velhos conhecidos

Enfim acontece o reencontro tão esperado. A última vez que o Dr. Alan Grant (Sam Neill) e a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) havia interagido em tela foi em Jurassic Park III (2001), quando descobrimos que ela estava casada com outro homem e tinha um filho chamado Charlie. 21 anos depois, eles se reencontram e o Dr. Grant até tenta dar uma flertada, mas não parece funcionar. Esse momento deve acontecer após a família da Dra. Sattler ter sido atacada, como veremos mais na frente. E como vocês devem lembrar de JP III, Alan afirma que: “Não há força na Terra que me faça voltar àquela Ilha” – exceto dinheiro, é claro. Então, quem estiver por trás desse retorno da Ellie sabe exatamente os pontos fracos de Grant, já que a usaram para convencê-lo a embarcar nessa furada.

Não é a mamãe!

Claire (Bryce Dallas Howard) então aparece fugindo de um dinossauro cheio de penas. Como foi explicado no primeiro Jurassic World, os animais do parque tinham aquela aparência de lagartos por conta da manipulação genética, que queria deixá-los mais assustadores. Então, ao trazer um dinossauro penas, podemos assumir que o trailer mostrou um dos dinos da BioSyn, que conseguiu seus próprios fragmentos de DNA extraídos do âmbar, tal qual o teaser mencionado anteriormente mostra. E que cena tensa! A transição da câmera para dentro d’água com a pausa do animal acima de Claire é muito bem construída.

Wu-hul

Quem dá novamente as caras é o Dr. Henry Wu (BD Wong), o geneticista responsável pela ‘desextinção’ dos dinossauros. Diferente de todas as suas outras aparições, Wu está bem à vontade com um casacão e com os cabelos longos. Em Hollywood, isso é sinônimo de alguém que sai pouco de casa. Então é bem provável que após escapar do leilão (Jurassic World II), ele tenha sido contratado ou até mesmo raptado pela BioSyn e tenha ficado em cativeiro numa ilha, cozinhando seus novos dinossauros.

Olha a ilha aí

Apesar de lembrar um pouco os laboratórios da InGen na Ilha Nublar, mostrados no primeiro Jurassic World, completamente cobertos pela vegetação, não dá para cravar que seja o complexo. Pode ser uma outra ilha, como também pode ser o esconderijo do laboratório de Wu. Mas cá entre nós, pela reação do Dr. Grant olhando para baixo dentro do helicóptero, muito provavelmente é a Ilha Nublar mesmo.

Ave de Rapina

O segundo dino com penas a aparecer é esse Pyroraptor, que tenta atacar Owen e o grupo de busca dos dinossauros foragidos. Ele lembra um pouco os raptores de Jurassic Park III, que já tinham uma peninhas na cabeça, mas aqui é bem diferente, já que o corpo todo é emplumado, corroborando para a teoria da evolução, na qual os dinossauros não teriam sido extintos e viveriam em sua forma evoluída até os dias de hoje como as aves.

Como se fosse a primeira vez

Essa cena aqui tem enormes chances de ser o reencontro de Ellie com os dinossauros. Vemos uma revoada de animais não-identificados destruindo um celeiro e perseguindo duas crianças. Talvez sejam os netos da Dra. Sattler, mas é legal reparar a homenagem que fizeram a Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993), colocando a Dra. Sattler repetindo o movimento de choque que fez ao ver um dinossauro vivo pela primeira vez.

Atravessando a cidade

Já na reta final do trailer, Claire e Owen fogem de dinossauros pelos telhados e ruas de uma cidade, que parece ser italiana. Inclusive, essa sequência do Owen de moto lembra bastante a do último 007 (2021). A cada esquina, um novo dinossauro surge, chegando ao confronto de um Carnotauro com um Alossauro. Já Claire, que anteriormente fugiu de uma T-Rex enquanto usava salto, agora vai escapar na correria e nos saltos de telhado em telhado de raptores, um dos animais mais rápidos desse universo, que podem saltar até 2m de altura.

As lendas são reais

Então, vemos a equipe de busca em um avião capenga sobre uma região nevada. Eles são atacados por um Quetzalcoatlus, a maior criatura que já voou pelos céus do planeta. Seus fósseis foram encontrados no Chile, na América Central e em parte da América do Norte e ele tem relação com a mitologia asteca, que descrevia uma ave gigante lendária, também chamada de Quetzalcoatlus (boa sorte pra tentar falar esse nome). E como vemos uma região montanhosa nevada abaixo, talvez a direção brinque com isso e coloque essa cena para acontecer sobre a Cordilheira dos Andes, no Chile.

Herói de ação

Diferentemente do filme, em que Grant é um homem que não gosta de crianças e é meio receoso em agir, sua versão do livro é descrita como um verdadeiro herói de ação. Nessa cena, ele está usando seu visual do primeiro Jurassic Park (só falta o chapéu) e enfim põe a mão na massa ao lado de Owen, um típico herói de ação, para proteger a Maisie. Se quiser saber mais sobre as ideias do livro original aproveitadas pela franquia Jurassic World, você pode conferir uma matéria especial que fizemos. Basta clicar aqui.

O pesadelo de Nedry

Um dos dinossauros favoritos dos fãs voltou a dar as caras. Responsável pela morte de Dennis Nedry (Wayne Knight) – o gorduchinho de Space Jam: O Jogo do Século -, o Dilofossauro volta a fazer uma aparição e já tenho muita pena de quem for atingido pelo cuspe tóxico dele. É apenas mais um dos elementos que indicam uma tonelada de fan-service nesse filme.

O bonde reunido

Depois que o trio original foi confirmado neste filme, muitos fãs especularam que eles fariam apenas uma ponta. Especulação essa que foi prontamente retrucada pelo diretor, que afirmou que eles seriam parte fundamental da trama. Neste frame, vemos Grant e Malcolm vestidos com as mesmas roupas do primeiro Jurassic Park – então é quase certo que a Ellie também estará com uma camisa rosa-, enquanto todos se paralisam diante de um dinossauro com jeitão de T-Rex, mas bem maior do que os anteriores e com espinhos nas costas.

Respeite o passado, abrace o futuro

Por fim, o trailer termina com o T-Rex turbinado repetindo a cena do ataque aos carros do Jurassic Park original. Basta torcer para que ninguém dê um grito outra vez.

E o vilão?

Vale lembrar que o vilão da vez, Lewis Dodgson (agora vivido por Campbell Scott) não apareceu no trailer, então vale a pena ficar de olho no próximo.

Jurassic World: Domínio estreia em 9 de junho de 2022. Ansiosos?

‘The Tourist’: Jamie Dornan desperta com amnésia no trailer LEGENDADO do suspense; Assista!

A HBO Max divulgou o primeiro trailer da série de suspense ‘The Tourist‘, estrelada por Jamie Dornan (’50 Tons de Cinza’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

No Brasil, a produção será lançada no serviço de streaming em março.

A trama segue um homem britânico (Dornan) que se encontra no coração do outback australiano, sendo perseguido por um caminhão-tanque que tenta tirá-lo da estrada. Após uma épica perseguição, o homem acorda no hospital, ferido, mas vivo. Exceto que ele não tem ideia de quem ele é. Sendo perseguido por figuras impiedosas do seu passado, o homem procura pelo estranho, o que o leva a uma busca pelo implacável cenário selvagem do país.

O elenco ainda conta com Danielle Macdonald (‘Bird Box’), Shalom Brune-Franklin (‘Cursed: A Lenda do Lago’) e Hugo Weaving (‘Matrix’).

A série tem os mesmos produtores de ‘Fleabag‘ e ‘The Missing‘.

‘Futurama’: Série animada ganhará nova temporada pelo Hulu

A clássica série animada ‘Futurama‘ está de volta! De acordo com o TVLine, o Hulu encomendou uma nova temporada da produção, que contará com 20 episódios.

Os criadores David X. Cohen e Matt Groening serão responsáveis pelo novo ciclo.

“É uma verdadeira honra anunciar o retorno triunfante de ‘Futurama’ mais uma vez, antes de sermos cancelados de forma abrupta novamente,” afirmou Groening em uma declaração.

O revival contará com o retorno dos atores Billy West, Katey Sagal, Tress MacNeille, Maurice LaMarche, Lauren Tom, Phil LaMarr e David Herman.

Infelizmente, John DiMaggio, que dublava o sarcástico robô Bender, ainda não teve o seu retorno confirmado. Segundo o Variety, os produtores têm esperança de tê-lo de volta na série, mas também é possível que o papel seja reescalado.

Os novos episódios devem ser lançados apenas em 2023, com a produção programada para começar ainda este mês.

Futurama‘ segue a história de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).

‘Maravilhosa Sra. Maisel’: Episódios da 4ª temporada serão lançados semanalmente

Ao contrário dos ciclos anteriores, os episódios da 4ª temporada de ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘ (The Marvelous Mrs. Maisel) serão lançados semanalmente.

De acordo com o TVLine, a Amazon Prime lançará dois episódios inéditos toda sexta-feira, começando no dia 18 de fevereiro.

Em declaração oficial, o produtor executivo Daniel Palladino explicou a decisão: “Nós conversamos muito sobre isso. Há alguns anos, as pessoas acharam que o formato semanal estava ultrapassado porque os espectadores queriam assistir todos os episódios de uma só vez. Mas, então, séries como ‘Succession’ ganharam ainda mais popularidade, benificiando-se do formato semanal.”

Confira o trailer do novo ciclo:

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

‘Creepshow’ é renovada para a 4ª temporada

O Shudder renovou oficialmente a série de terror antológica ‘Creepshow‘ para a 4ª temporada.

O próximo ciclo deve ser lançado no segundo semestre de 2022.

Criada por Greg Nicotero, a série é baseada no terror antológico de 1982.

Quadrinhos ganham vida em uma série de segmentos sinistros, explorando terrores que vão desde assassinatos, criaturas e monstros até contos sobrenaturais e inexplicáveis.

‘Slasher’: Série de terror é RENOVADA para a 5ª temporada

O Shudder renovou oficialmente a série de terror antológica ‘Slasher‘ para a 5ª temporada.

De acordo com o Deadline, o próximo ciclo será intitulado ‘Slasher: Ripper‘.

Eric McCormack (‘Will & Grace’) estrelará a nova temporada, que será ambientada no Século 19.

O ator interpretará Basil Garvey, um magnata carismático cujo sucesso só é rivalizado por sua crueldade, enquanto ele supervisiona uma cidade à beira de um novo século, e uma convulsão social que verá suas ruas ficarem vermelhas de sangue.

A trama seguirá um assassino espreitando as ruas, mas ao invés de atacar os pobres como o Jack, o estripador, o Viúvo fará justiça contra os ricos e poderosos. A única pessoa no caminho desse assassino é o detetive Kenneth Rijkers, cuja fé inabalável na justiça pode acabar se tornando mais uma vítima.

Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento do novo ciclo.

‘Case Comigo’: Comédia romântica com JLo, Maluma e Owen Wilson abre com 80% de aprovação

A comédia romântica ‘Case Comigo‘ (Marry Me), estrelada por Jennifer Lopez, Maluma Owen Wilson, teve a sua estreia nesta quinta-feira (10) nos cinemas ao redor do mundo e as primeiras avaliações da crítica especializada já estão entre nós.

Abrindo com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes – a partir de apenas cinco críticas que já foram publicadas, a produção agradou por fazer seus clichês funcionarem.

No entanto, a comédia também foi criticada por repetir um formula que havia funcionado de forma muito mais fluida e coerente no amado clássico ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’.

É importante ressaltar que apenas as críticas australianas foram computadas no Rotten Tomatoes por enquanto, em virtude do fuso horário. Ao longo do dia, novas avaliações da imprensa norte-americana serão lançadas!

Confira alguns trechos das críticas:

“Veja por que isso funciona. A sinceridade e a doçura desarmante e queixosa de Wilson cobrem tanto o filme, bem como a a audiência e a sempre glamorosa Sra. Jennifer Lopez”. – Roger Moore, Movie Nation

“No papel, nada sobre ‘Case Comigo’ faz um pingo de sentido, particularmente sua premissa boba. No entanto, apesar de todas as probabilidades, tudo funciona notavelmente bem”. – Doug Jamieson, The Jam Report

“Ele abraça os clichês do gênero. Ele se aquece no elemento de fantasia que tantas comédias românticas brincam, mantendo uma sensação de realismo fundamentado”. – Peter Gray, The AU Review

“Enquanto Notting Hill fez parecer tão fácil, Case Comigo é uma mistura de cenas que carecem de credibilidade e coerência”. – Matthew Toomey, ABC Radio Brisbane

“Uma comédia romântica de estúdio perfeitamente agradável, agradável ao público e estampada com a presença altamente simpática de Jennifer Lopez e Owen Wilson, compensando a ultra previsibilidade do filme”. – Jim Schembri, jimschembri.com

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O filme é dirigido por Kat Coiro, com roteiro assinado por John RogersTami SagherHarper Dill.

Baseado na graphic novel de Bobby Crosby, a história é centrada em Kat Valdez (Lopez), metade do casal mais sexy e poderoso do planeta ao lado de Bastian (Maluma). Quando descobre que ele a traiu, ela acaba se envolvendo com o divorciado professor de matemática Charlie Gilbert (Wilson) e se casando com ele – mas conforme forças conspiram para separá-los, surge a questão: será que duas pessoas de mundos diferentes podem ignorar o abismo entre eles e construir um lugar único?

Sarah SilvermanJohn BradleyMichelle ButeauJameela JamilStephen WallenJimmy Fallon e outros completam o elenco.

‘Cidade Perdida’: Sandra Bullock, Channing Tatum e Daniel Radcliffe em comercial HILÁRIO da comédia

A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘ (The Lost City of D) teve um novo comercial divulgado.

O grandioso elenco conta com Channing Tatum, Sandra Bullock, Daniel Radcliffe e Brad Pitt… que fará uma participação especial.

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A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Sandra Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Channing Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

O filme da Paramount ainda conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’) e Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’).

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

Paramount Pictures anunciou que o longa está programado para estrear no dia 24 de Março de 2022.

Crítica | Case Comigo – Jennifer Lopez retorna DESLUMBRANTE às telonas em conto de fadas atraente

Que JLo é uma multiartista, ninguém mais duvida. Aos 52 anos, a atriz, cantora, dançarina e empresária parece estar constantemente atingindo o auge da sua carreira, voltando sempre melhor do que da última vez em que esteve nos holofotes. Recentemente, após um período longe das notícias, ela voltou a se apresentar no SuperBowl, num show explosivo ao lado da colombiana Shakira. Então, durante a pandemia, ela causou frisson ao reatar o relacionamento com seu ex-namorado, Ben Affleck. Agora, quando a gente menos esperava, ela retorna às telonas estrelando o romanceCase Comigo’, que chega hoje aos cinemas.

Kat Valdez (Jennifer Lopez) é uma superstar da música e acaba de lançar a canção ‘Case Comigo’ com seu noivo, Bastian (Maluma). Os dois vão dar um mega show juntos e, para a alegria dos fãs, vão se casar ao vivo, no palco, na frente de todos. Ou ao menos esse era o planejado, até um vídeo comprometedor de Bastian vazar na internet na hora em que Kat estava para entrar no palco. De coração partido e aturdida, Kat decide ser impulsiva e se casar com qualquer um na plateia, e escolhe aleatoriamente Charlie Gilbert (Owen Wilson), um professor de matemática do ensino básico e que estava na plateia apenas fazendo companhia à sua melhor amiga, Parker (Sarah Silverman), e à sua filha, Lou (Chloe Coleman). Mas dessa vez Kat está decidida a fazer valer, nem que para isso tenha que vir a conhecer seu atual marido.

Em uma hora e meia, o que fica muito evidente em ‘Case Comigo’ é que Jennifer Lopez é um mulherão – muita areia para o caminhãozinho de qualquer um dos dois personagens masculinos. JLo preenche a tela em cada close que aparece. A primeira cena é dela, dançando pra caramba com seus dançarinos, e todas as cenas em que aparece no palco dançando e cantando toda a exuberância de JLo, que nos hipnotiza há quase trinta anos, a faz brilhar em cena, mesmo que seja em cenas simples como passear um cachorro, porque todo o seu figurino é estrondoso.

Só que com tanta luz, todo resto fica ofuscado. Maluma está bem como o galanteador, embora sejam poucas as vezes que aparece. Owen Wilson, por sua vez, não tem química alguma com JLo, e, a bem da verdade, seu personagem é um chato que, mesmo diante de uma situação extraordinária como essa, não só não muda nada em seu estilo de vida, como também acha que pode palpitar na vida de Kat para que ela tenha uma vida melhor. Apesar de bem-intencionada, a construção do romance no roteiro de Harper Dill e John Rogers fica bastante insegura, e, no final das contas, só reforça o abismo que é o mundo dos dois protagonistas. Consequentemente, fica difícil aceitar o final feliz deles no filme de Kat Coiro.

Baseado numa HQ escrita por Bobby Crosby, ‘Case Comigo’ é um conto de fadas atraente, que lembra outra produção em que JLo brilhou, ‘Encontro de Amor’, mas, dessa vez, quem é a princesa cheia da grana é ela. E já era hora mesmo de ela ocupar essa posição, afinal, ela já se firmou como a principal estrela latina do mundo, e, em ‘Case Comigo’, ela mostra exatamente isso. Ah! E fiquem ligados, que a música-chiclete do filme já está tocando nas rádios.