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‘Herege’: Terror da A24 já arrecadou quase QUATRO vezes o valor do seu orçamento

Herege‘, novo terror da aclamada produtora A24, já arrecadou quase US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa quase quatro vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 10 milhões.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 26.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 9.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 36.7 milhões.

Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Essa é a sexta maior média de aprovação do ano para um filme do gênero, ficando atrás apenas de ‘Entrevista com o Demônio‘ (97%), ‘Oddity – Objetos Obscuros‘ (96%), ‘Infestação‘ (95%), ‘In Flames‘ (95%) e ‘Strange Darling‘ (95%).

Na trama, duas missionárias que se encontram presas em um jogo mortal de gato e rato depois de baterem na porta errada durante um temporal.

Crítica | ‘Herege’: Terror com Hugh Grant tem trama genial com final decepcionante

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Scott Beck e Bryan Woods, roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso‘, são responsáveis pela direção e roteiro.

Hugh Grant (‘Um Lugar Chamado Notting Hill’), Chloe East (‘Os Fabelmans’) e Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) estrelam a produção.

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‘Primate’: Diretor de ‘Medo Profundo’ comandará novo TERROR com chimpanzé assassino

De acordo com o Deadline, Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) será responsável pela direção de ‘Primate‘, novo terror sobre um chimpanzé assassino.

Na trama…

“A universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. Durante o evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026, pela Paramount Pictures.

O elenco contará com Troy Kotsur, Johnny Sequoyah, Jessica Alexander, Victoria Wyant, Benjamin Cheng, Gia Hunter, Miguel Torres Umba, Kae Alexander, Tienne Simon, Charlie Mann, Amina Abdi e Albert Magashi.

Além de dirigir, também assina o roteiro ao lado de Ernest Riera.

Walter Hamada servirá como produtor. O projeto marca sua parceria com a Paramount após seu acordo de exclusividade fechado no início de 2023.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Casa do Dragão’: Trailer FINAL da 3ª temporada revela cenas INÉDITAS; Confira!

HBO Max divulgou o trailer final da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘, elogiada e premiada série derivada do universo ‘Game of Thrones‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de junho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

 

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Caça-Fantasmas’ fracassou porque custou caro demais, diz Dan Aykroyd

O veterano Dan Aykroyd, um dos protagonistas originais de ‘Caça-Fantasmas’, soltou o verbo sobre o fracasso de bilheterias do remake de 2016.

Durante o programa britânico Sunday Brunch, ele foi pontual em dizer que a produção custou caro demais e tudo graças à teimosia do diretor Paul Feig.

Ele salientou que o remake teve bons resultados de bilheterias, que foram ofuscados por uma produção cara demais para valer uma sequência:

“As garotas estão incríveis no filme. Kate McKinnon, Melissa McCarthy, Kristen Wiig e Leslie Jones são realmente maravilhosas. Eu fiquei muito feliz com o resultado do filme, mas ele custou demais e a Sony não gosta de perder dinheiro, não mesmo. O remake faturou bem ao redor do mundo, o problema foi o alto custo da produção, que tornou inviável fazer uma sequência. Isso é péssimo”.

Sobre a teimosia de Feig, o desgaste pela postura do cineasta foi tão grande que ele está fora de qualquer futura produção desenvolvida pela Sony Pictures, conforme disse Aykroyd:

“O diretor gastou demais com o filme. Ele não gravou as cenas que nós sugerimos, nem aquelas que seriam necessárias. Ao invés disso, deu de ombros, ignorando nossos conselhos. Então testamos o filme e foi aí que perceberam que seria necessário e filmar o material desprezado. Gastamos em torno de US$ 30 a US$ 30 milhões em refilmagens. Então, ele não voltará ao quadro de diretores da Sony tão cedo assim”.

Elenco novo e antigo de ‘Caça-Fantasmas’ se reunirá em evento épico

 

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‘Venom’: Mesmo compositor de ‘Pantera Negra’ vai assinar a trilha sonora

A adaptação de ‘Venom‘ terá o mesmo compositor de ‘Pantera Negra‘. A informação foi divulgada pelo Deadline.

Segundo a publicação, Ludwig Göransson assinará a trilha sonora da produção. O artista já trabalhou outras vezes com o cineasta Ryan Coogler, nos aclamados ‘Creed: Nascido Para Lutar‘ e ‘Fruitvale Station‘.

 

Enquanto isso, mais detalhes da trama do aguardado Venom estão sendo divulgados na internet, como por exemplo, que o longa deve contar com participações de pelo menos três simbiontes, além do protagonista. As informações são do That Hashtag Show.

A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser trailer e pôster oficial. Confira dublado e legendado:

Você era de um jeito e, a partir de amanhã, você será diferente.

Uma publicação compartilhada por Sony Pictures Brasil (@sonypicturesbr) em

Assista também o vídeo direto do set do filme, exibido na CCXP17:

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom Hardy, Michelle WilliamsJenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Os Caça-Fantasmas’ vai ganhar sequência direta do clássico oitentista

Após o fracasso de público da versão feminina de ‘Os Caça-Fantasmas‘, várias especulações surgiram a respeito da possibilidade de uma nova produção, dentro do universo original.

E em uma entrevista à revista EW, o cineasta Jason Reitman revelou que uma sequência  direta do clássico dos anos 80 está em produção, com roteiro e direção assinados por ele.

De acordo com o diretor:

“O próximo capítulo faz parte da franquia original. Não é um reboot. O que aconteceu nos anos 80, aconteceu nos anos 80 e essa trama se passa nos dias atuais”.

Ainda segundo um jornalista do The Hollywood Reporter, os personagens principais serão quatro adolescentes, sendo dois meninos e duas garotas. Os detalhes referentes ao roteiro permanecem em sigilo e não se sabe, no momento, se algum dos protagonistas originais estará na sequência.

Vale ressaltar que Jason Reitman é filho de Ivan Reitman, o diretor dos dois longas originais, lançados em 1984 e 1989, respectivamente.

Além de Reitman, o roteiro é também assinado por Gil Kenan.

Em ‘Os Caça-Fantasmas‘, três cientistas decidem se tornar caçadores de fantasmas, após perderem seus empregos  na Universidade de Nova York. Trazendo um novo membro para equipe, eles descobrem manifestações sobrenaturais pela cidade, saindo às ruas respondendo os mais diversos chamados, até que se deparam com uma ameça que pode colocar toda a capital norte-americana em risco.

 

‘Outlander’: Uma crise política está crescendo na promo do Episódio 5×05; Assista!

A quinta temporada do drama histórico Outlander já está em exibição e o quinto capítulo da produção ganhou uma nova promo, que traz em destaque a crise política instaurada na narrativa.

Confira:

A 5ª temporada é exibida no Brasil pelo canal FOX Premium 1.

Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.

A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.

O elenco inclui Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Duncan Lacroix e Steven Cree.

‘Malcolm & Marie’: Romance com Zendaya e John David Washington já está disponível na Netflix

O romance gravado durante a pandemia, ‘Malcolm & Marie‘, estrelado por Zendaya (‘Euphoria‘) e John David Washington (‘TENET‘), já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve sua estria na grade de programação nesta sexta-feira (05).

Ao retornar para casa após a estreia de seu filme, o cineasta Malcolm aguarda a resposta da crítica ao lado da namorada, Marie. Mas a noite toma um rumo inesperado quando revelações importantes colocam o amor do casal à prova.

Confira o trailer:

O longa foi escrito e dirigido por Sam Levinson, criador da aclamada série original da HBO, ‘Euphoria‘.

‘De Volta aos 15’: Trailer INTERNACIONAL da série com Maisa e Camila Queiroz faz sucesso entre os internautas gringos

O primeiro trailer da aguardada série brasileira da Netflix, ‘De Volta aos 15‘, ganhou uma versão internacional, com legendas em inglês, e o material promocional já está conquistando o público estrangeiro.

No parte de comentários do vídeo na – conta norte-americana da Netflix no YouTube, muitos internautas gringos elogiaram a proposta do vindouro projeto, demonstrando seu entusiasmo em conferir a produção.

Com estreia marcada para 25 de fevereiro, a série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunista Bruna Vieira.

Confira algumas das reações:

“Essa parece ser minha próxima comédia caótica. Eu amo a ideia de De Repente 30 dessa série”. 

“Netflix é demais! Eu amo essas séries diversas, bem como esses elencos diversos. Representatividade importa”. 

“Vou assistir porque amo o Brasil”. 

“Normalmente não gosto desse tipo de coisa, mas essa aqui parece ser boa”. 

“Mais alguém notou a porta do apartamento da Monica de Friends no segundo 0:06? Só isso me faz querer assistir essa série”. 

“Queria ter essa mágica na minha vida”. 

“Isso é interessante, porque parece que a personagem pode trocar entre 15 e 30 anos quando ela quiser/precisar. Uma abordagem um pouco diferente do estereótipo”. 

“Isso parece ser caótico e eu estou aqui para isso”. 

“Amei o conceito. Eu me apaixonei pelas séries e filmes brasileiros com 3% na Netflix. Com certeza vou assistir essa”. 

“Amei o trailer. Mal posso esperar para assistir”. 

“Estou tão animada para assistir, parece ser realmente boa”. 

Assista ao trailer internacional e siga o CinePOP no YouTube:

Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava.

Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência.

Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15 terá seis episódios na 1ª temporada.

Além de Maisa e Camila, o elenco também conta com Klara Castanho, João Guilherme, Caio Cabral, Pedro Vinícius, Gabriel Wiedemann, Antônio Carrara, Amanda Azevedo, Lucca Picon, Pedro Ottoni, Fernanda Bressan, Mariana Rios, Bruno Montaleone, Alice Marcone, Breno Ferreira, Yana Sardenberg, Gabriel Stauffer, Rafael Coimbra, Fabricio Licursi, Kiko Vianello, Felipe Camargo e Luciana Braga.

‘American Horror Story’: Da pior à melhor temporada [ATUALIZADO]

Em menos de um ano, estamos retornando com o ranking atualizado de uma das séries mais únicas e bizarras da televisão contemporânea: American Horror Story.

Aqui, iremos apresentar aos leitores uma singela comentando sobre as primeiras oito temporadas da antologia, visto que ‘1984’ estreou há pouco tempo – ainda que aparente ser um glorioso retorno para o icônico início dessa sobrenatural aventura.

Confira como ficaram nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua iteração favorita e a que menos gosta.

8. American Horror Story: Hotel (5ª Temporada)

Hotel é a primeira temporada sem a presença da vencedora do Oscar Jessica Lange e da vencedora do Globo de Ouro Frances Conroy. Com um enredo girando em torno do Hotel Cortez, localizado em Los Angeles, Califórnia, onde homicídios acontecem, pessoas desaparecem e fantasmas vivem. O local tem como proprietária a Condessa, personagem da Lady Gaga, uma vampira que não hesita em matar para conseguir o que quer.

Considerada uma das mais fracas de toda a série pela crítica,Hotel parece perdida ao buscar seu lugar naquele universo com plots repetitivos e personagens desgastantes. Talvez o ponto alto desta quinta etapa seja o meet&greet de diversos serial killers, que tem o retorno de Lily Rabe e desta vez vivendo Aileen Wuornos. Gaga não segura a temporada como protagonista e nem Sarah Paulson consegue salvá-la. – Karolen Passos.

7. American Horror Story: Freak Show (4ª Temporada)

Foi de fato uma dobradinha de duas temporadas desagradáveis e sem muito a oferecer no quesito roteiro. Freak Show, a última temporada de Lange, prometeu trazer um papel memorável para a veterana, contudo, Elsa Mars segue na mente como aquela lembrança distante que você não tem certeza se foi assim que aconteceu.

A história se passa em 1952 na cidade de Júpiter, Flórida, e traz uma trupe circense recém chegada à cidade, liderada por Mars, que conta com alguns personagens que chegaram a existir na vida real como é o caso da mulher barbada e do jovem chamado mãos-de-lagosta. A quarta etapa também apresenta Paulson vivendo as irmãs siamesas Bette e Dot Tattler – e nem elas conseguem abrilhantar a temporada com esta atuação diferenciada.

Freak Show’ é bem água com açúcar, afinal, até o palhaço Twisty, interpretado por John Carroll Lynch, que deveria ser assustador e de conseguir arrepiar a epiderme de medo, não alcança o objetivo. Ademais, a narrativa falha por diversas vezes. Um detalhe para finalizar: esta é a temporada que marca o primeiro crossover oficial entre os universos quando a famosa Sister Mary Eunice (Lily Rabe) aparece para buscar Pepper (Naomi Grossman) e leva-la para a Instituição Mental de Briarcliff. – Karolen Passos

6. American Horror Story: Cult (7ª Temporada)

A última temporada antes deApocalypse conta com Sarah Paulson encabeçando o elenco e apresenta nomes não antes vistos como Billie Lourd e Alison Pill. A história se passa após as eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016, quando Donald Trump foi elegido Presidente. Na cidade fictícia de Brookfield Heights, em Michigan, Ally Mayfair-Richards (Paulson) fica perturbada pela vitória de Trump e suas fobias de longa data acabam se intensificando. Além disso, um rapaz chamado Kai (Evan Peters), sociopata manipular de carteirinha, inspirado no poder político decide formar um culto para realizar suas ideologias.

Cult foi a primeira narrativa da série que não teve espíritos, assombrações ou coisas míticas no geral. Considerada a mais “realista”, por assim dizer, a sétima etapa contava com psicopatas, sociopatas, serial killers e Sarah Paulson gritando em todos os episódios. Por mais que não tenha sido a mais inesquecível e melhor em roteiro de todas elas, é preciso reconhecer a quebra de paradigma diante as anteriores. – Karolen Passos

5. American Horror Story: Apocalypse (8ª Temporada) 

Se ‘Apocalypse’ prometia resgatar os temas e as narrativas exploradas nas primeiras temporadas, falhou em boa parte – mas ao menos conseguiu se render ao fan-service de modo inimaginável e que, no geral, agradou ao crescente público da antologia.

O oitavo ano se passa num futuro pós-apocalíptico em que os sobreviventes a um ataque nuclear global se escondem em uma espécie de abrigo subterrâneo, obrigados a racionar comida e a obedecer às ordens da infame Srta. Venable (Paulson). Entretanto, a promissora trama não conseguiu alcançar seu objetivo e sofreu uma brusca mudança que a transformou num embate em puro flashback entre ‘Coven’ ‘Murder House’.

Caminhando para um dos piores finais de toda a série, a história em questão se salvou pela presença marcante de Paulson, de Emma Roberts e de Frances Conroy, além do retorno inesperado de Jessica Lange como a icônica Constance Langdon. Ademais, tudo é bastante esquecível. Infelizmente.

4. American Horror Story: Roanoke (6ª Temporada)

“MAAAAAAAAATT!”

Acredito que nada mais justo que citar esta fala memorável, que todos os telespectadores eram obrigados a ouvir em basicamente todos os episódios, a Shelby (Paulson / Rabe) gritando, não?!

Roanoke marca o início de mudanças em American Horror Story. Com uma temporada que busca trazer elementos diferentes dos que vimos antes, aqui o programa apresenta uma história contada em formato de série-documental chamada My Roanoke Nightmare, em que o casal Shelby e Matt Miller (Cuba Gooding Jr.) se muda para uma casa em Roanoke, na Carolina do Norte. Entretanto, logo que se instalam, acontecimentos paranormais passam a assombrá-los. Ao longo dos episódios alguns fatos são descobertos e a partir da metade desta sexta etapa, um novo documentário começa a ser gravado, Return to Roanoke: Three Days in the Hell, que traz os atores e os que vivenciaram os fatos de volta para a casa mal assombrada.

As mudanças na construção da trama foram essenciais para garantir a Roanoke esta quarta posição. Apesar dos deslizes dados da metade para o final, ela permanece como acima da média em quesito de inovação, roteiro e personagens carismáticos. Outro detalhe para destacar é que aqui ocorre o segundo crossover do universo de Murphy e Falchuk quando a jornalista favorita de todos, Lana banana Winters (Paulson), aparece no final da temporada. – Karolen Passos

3. American Horror Story: Coven (3ª Temporada)

Eis que chegamos na terceira colocada… É TEMPORADA DE BRUXAS, MEU AMIGOS!

Coven, que será parte fundamental de Apocalypse, não é o roteiro mais incrível do mundo, entretanto, também não é o pior deles e consegue se posicionar bem acima da média. O roteiro apresenta, primeiramente, como história principal os misteriosos ataques que estão sendo realizados contra as bruxas, o que faz com que a Academia para Excepcionais Jovens Garotas da Madame Robichaux, localizada em Nova Orleans – acolhedora de jovens bruxas a fim de ajuda-las a controlar, utilizar e desenvolver seus poderes – abra uma investigação e busque formas de se proteger.

Contudo, ao longo dos episódios, diversos plots são apresentados, como a busca da personagem de Lange por qual das garotas irá substitui-la como Suprema (e como fazer para acabar com essa possibilidade) ou a discordância entre Marie Laveau (Angela Bassett), conhecida como Rainha do Vodu, e Delphine LaLaurie (Kathy Bates). A verdade é que Coven conquista mais pela simpatia que desenvolve com o público em relação aos personagens do que pela história em si. – Karolen Passos

2. American Horror Story: Murder House (1ª Temporada)

American Horror Story começou prometendo algo diferenciado para o gênero do terror, especialmente, no universo das séries de TV e Murder House conseguiu entregar um resultado excelente para os apreciadores do gênero.

Uma das temporadas de maior sucesso da produção segue a história da família Harmon – Ben (Dylan McDermott), Vivien (Connie Britton) e a filha Violet (Taissa Farmiga) – que se mudam de Boston para Los Angeles depois que a personagem de Britton sofre um aborto e descobrem o caso extraconjugal de Ben. Procurando um recomeço, eles não tem noção do que os aguardam, pois a residência onde agora vivem já foi palco de mais de 20 mortes violentas e os espíritos ainda residem no local.

Com um roteiro espetacular recheado de plots twist, personagens misteriosos e intrigantes, com uma história que segue uma linha de pensamento linear e quesitos técnicos que só contribuem para uma belíssima temporada, Murder House é sem dúvidas uma das melhores coisas já feitas em American Horror Story até hoje. – Karolen Passos

1. American Horror Story: Asylum (2ª Temporada)

Os anos passam e segue a certeza de que nada conseguirá superar a segunda temporada de American Horror Story. É como se ela estivesse no topo da mais alta montanha onde nenhum outro alpinista jamais conseguiu chegar. Asylum é o outro nível, aquele hard pelo qual você só passa uma vez para contar história. O roteiro é de deixar os olhos brilhando, a boca aberta e o queixo caído. É de provocar arrepios, rezar para amanhecer logo e pedir ao universo que não ouse provocar sonhos com a história apresentada. É a cereja no topo do bolo.

A narrativa mostra os pacientes, médicos e freiras da Instituição Mental de Briarcliff, em Massachusetts, no ano de 1964. Sister Jude Martin (Jessica Lange) é quem comanda o local juntamente ao Monsenhor Timothy Howard (Joseph Fiennes), o fundador. A instituição visa tratar de criminosos insanos e conta com o trabalho do psiquiatra Dr. Oliver Thredson (Zachary Quinto) e o cientista Dr. Arthur Arden (James Cromwell). Eis então que surge Lana banana Winters, uma jornalista – que é lésbica, porém, sem que os outros saibam, pois na época era proibido – que desconfia da forma como os pacientes são tratados e da veracidade por trás do aprisionamento de alguns. A partir disso, a história se desenrola recheada de misticismo, assombrações, seres extraterrestres, serial killers e por aí vai.

É preciso enaltecer as atuações espetaculares e inesquecíveis de Paulson, Lange e especialmente de Lily Rabe, que entrega duas versões de sua personagem, a Sister Mary Eunice (ou Mary Capeta, se preferir), opostas de maneira deslumbrante, digna de aplausos e reverências. E são todos esses elemento que tornam Asylum merecedora desta posição. – Karolen Passos

Roteirista de ‘Deadpool’ detona o primeiro teaser de ‘Venom’: “um lixo”

Após a divulgação do primeiro teaser do aguardadoVenom, Rob Liefeldconhecido por ser um dos roteiristas deDeadpool, resolveu comentar a sua opinião sobre o que viu do filme do anti-herói.

O roteirista destacou que a Sony Pictures estragou tudo apressando a divulgação das cenas, que ainda não estavam prontas, possivelmente para anexar as cópias de Pantera Negra, que chega aos cinemas semana que vem.

Em seu twitter, Liefeld comentou:

“Sony, pare de chamar os críticos e expressar seu descontentamento porque estão mostrando a verdade. Vocês apressaram com o teaser, que não estava pronto. Olhem no espelho!”

Após isso, ainda acrescentou que achou o teaser “um lixo”.

Assista nas versões dublada e legendada:

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom Hardy, Michelle WilliamsJenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Star Trek 4’: Sinopse oficial confirma retorno de Chris Hemsworth; Danai Gurira será a vilã!

De acordo com informações do Deadline, Danai Gurira (‘Pantera Negra’, ‘The Walking Dead’) entrou em negociações com a Paramount para se juntar ao elenco de Star Trek 4.

Agora, algumas informações adicionais do The Hashtag Show afirmam que a atriz deverá viver a grande vilã do filme, além disso, uma sinopse oficial revela o retorno de George Kirk, interpretado por Chris Hemsworth (‘Thor’). Confira:

“Dessa vez, o Capitão Kirk cruzará seu caminho com um homem que jamais conheceu, mas cujo legado o assombra desde o dia em que nasceu: seu próprio pai”

Vale lembrar que esse filme não tem ligação com o projeto de Quentin Tarantino que está ganhando forma e saindo do papel.

Chris Pine e Zachary Quinto também já estão confirmados no elenco. J.J. Abrams retorna como produtor e S.J. Clarkson é a responsável por dirigir a produção

Star Trek 4 ainda não possui data de estreia.

 

Dica do fim de semana | Séries animadas DIFERENCIADAS no HBO Max

Foi-se o tempo em que animação era coisa de criança. Nos últimos 20 anos, com a popularização do cinema e das televisões pelo mundo, os estúdios entenderam que a melhor forma de conquistar o público era fazendo animações que divertissem os pequenos, mas que também cativassem o público. E foi assim que surgiu uma leva de verdadeiras obras de arte que permearam as TVs globais nos últimos anos.

Neste fim de semana, o CinePOP selecionou cinco séries animados que se destacam das demais e que estão completinhas no HBO Max. Confira!

O Segredo Além do Jardim

Lançada no Brasil sem muito alarde lá em 2015, O Segredo Além do Jardim é uma minissérie animada com dez episódios de aproximadamente 11 minutos, cada. A produção acompanha as desventuras de dois irmãos que estão perdidos nO Desconhecido, uma floresta misteriosa com jeitão de filme de época. Eles querem voltar para casa, mas não fazem a menor ideia de como vão fazer isso. Então, a dupla encontra o Senhor da Floresta, que passa instruções do que eles devem fazer se não quiserem ficar presos por lá. No caminho, eles ganham a companhia da passarinha Beatrice, que esconde um segredo curioso. Cheia de metáforas e questões filosóficas escondidas, a série é fantástica e na versão original conta com as vozes de Elijah Wood e Christopher Lloyd.


Megas XLR

Abraçando o estilo da paródia, essa animação começa na Terra dos anos 3000, quando a humanidade está prestes a ser conquistada por uma raça de alienígenas com cara de polvo. Então, a resistência cria o Megas, um robô de tecnologia avançada que deveria ser mandado para dois anos no passado, quando seria fundamental para a vitória humana na guerra. O problema é que eles sofrem um ataque imprevisto e o robô, sem a cabeça, acaba indo parar na Terra da década de 1930. Os anos se passam e o Megas acaba ficam soterrado por tralha em um ferro-velho. Aí, nos anos 2000, ele é encontrado pelo Cara, um rapaz gorducho que é viciado em videogame, comida gordurosa e carros tunados. Em posse de seu novo robô, o Cara faz modificações na máquina, que agora é controlada por um joystick em seu carro. Reativado, o Megas acaba sendo localizado por Kiva, uma agente do futuro que vai voltar no tempo para tentar recuperar a última esperança da humanidade. Só que as coisas não saem como o esperado e ela vai acabar ficando com o Cara e o Jaime enquanto os aliens do mal decidem também voltar no tempo para tentar adiantar a conquista da Terra.


Os Jovens Titãs

Antes dos bonequinhos engraçadinhos falando besteira, os Jovens Titãs tiveram uma série cultuada no Cartoon Network que tinha uma pegada mais séria. Baseada nas histórias em quadrinhos da DC e sob influência das animações japonesas, a série acompanhava um grupo de super-heróis adolescentes liderado pelo Robin. Conforme novas ameaças surgiam, a equipe precisava lidar com criaturas superpoderosas e com problemas típicos da idade deles, como as mudanças corporais, os relacionamentos e os conflitos de ego. Além dos personagens carismáticos e das tramas bem desenvolvidas, outra coisa que marcou época foi a música de abertura, cantada pela dupla japonesa Puffy AmiYumi, que tinha uma série animada própria que também passava na programação da época.

Apenas Um Show

Série mais recente dessa lista, Apenas Um Show é comédia purinha. Exibida entre 2010 e 2017, a produção acompanha o dia a dia de um pássaro azul cansado e um guaxinim empolgado que trabalham como faz-tudo de um parque. Conforme os dias passam, eles buscam formas de resolver um problema aleatório e tentar não trabalhar. No entanto, a dupla sempre acaba entrando em confusões indescritíveis, que costumam ser resolvidas com partidas de videogame, duelos de bandas e uma série infindável de referências à Cultura Pop americana dos anos 80. É simplesmente impossível assistir a um episódio sem soltar pelo menos uma gargalhada diante de tanta coisa sem noção deliciosamente amarrada e carregada de nostalgia e diversão.

Samurai Jack

Obra máxima do gênio Genndy Tartakovsky, essa animação tem uma pegada mais séria para contar a história de Jack, um samurai do Japão feudal que deveria usar sua Katana mágica para derrotar o demônio Abu. Porém, quando estava prestes a perder, Abu abriu um portal no tempo e enviou o Samurai Jack para um futuro cyberpunk no qual o demônio tomou conta de tudo. Agora, nessa Terra distante, ele precisará colocar suas habilidades à prova se quiser sobreviver para tentar voltar no tempo e impedir o reinado sombrio de Abu.

Gostou de ‘De Volta aos 15’? Confira aqui 10 Filmes e Séries Super NOSTÁLGICOS…

A aguardadíssima série ‘De Volta aos 15’ finalmente estreou na plataforma da Netflix, para a alegria das fãs de Bruna Vieira, Maisa e companhia. Não à toa, em menos de 24 horas já se tornou a 2ª produção mais vista no Brasil na gigante do streaming. E, se você gostou de ‘De Volta aos 15’ e já está sofrendo porque a Netflix não confirma logo a segunda temporada, enquanto você (e eu) aguardamos, aqui vai 10 dicas de filmes e séries nostálgicas para você ir maratonando enquanto Anita e sua turma não voltam:

10 – Stranger ThingsNetflix

Ok, pode não parecer – afinal, todo mundo foca apenas na pegada de terror da série – mas a real é que, no fundo, ‘Stranger Things’ tem uma pegada super nostálgica, transportando o espectador para a vibe dos anos 1980 e toda a cultura pop daquela década.

9 – Dawson’s CreekNetflix

Essa é uma série feita nos anos 1990, então, se você nasceu depois dessa década, provavelmente pode ser uma boa ideia dar uma conferida nas seis temporadas dessa produção, que conta a história de Dawson (James Van Der Beek), um rapaz que ama cinema e pensa em seguir por essa área, mas, por ser de uma cidade do interior, tudo é mais difícil para este cinéfilo de carteirinha.

8 – Me encontra em ParisDisney+

Uma jovem bailarina que em 1905 dá um duro danado para conseguir dançar, misteriosamente viaja no tempo e vai parar em 2018, quando, dada sua técnica avançada, consegue ir estudar em uma famosa escola parisiense de dança.

7 – De Repente, 30 – Netflix

Um clássico da comédia romântica que nunca cansa o espectador. O filme, estrelado por Jennifer Garner e Mark Ruffalo, conta a história de Jenna, que, no seu aniversário de 13 anos, faz um pedido para ser adulta… e é atendida! A partir daí ela se torna uma adulta de 30 anos com uma mentalidade mais jovem, e se diverte muito!

6 – 17 Outra Vez – HBO Max

Agora a versão masculina da viagem temporal. Estrelado por Zac Efron e Matthew Perry, conta a história de Mike, um jovem astro do basquete em ascensão que deixa a carreira de lado para se casar com sua namorada, que engravida. Anos depois ele se pergunta como teria sido sua vida se não tivesse renunciado à sua carreira na adolescência, e, para descobrir isso, Mike volta aos seus 17 anos, só que com um comportamento de adulto.

5 – Questão de Tempo – Star+

Queridinho de muita gente, o filme ‘Questão de Tempo’ é obrigatório para quem curte viagem no tempo para alterar o passado em prol de um futuro melhor. Aqui, as escolhas feitas em nome do amor sempre têm consequências para o apaixonado Tim (Domhnall Gleeson).

4 – Dash & Lily – Netflix

Uma série bem amorzinho – e de Natal! Em ‘Dash & Lily’ conhecemos um rapaz e uma moça super nostálgicos que se conhecem através de e por causa de uma livraria. Apesar de não ter viagem no tempo propriamente dita, a série de uma só temporada tem uma pegada de seguir as pistas para encontrar o amor, e dialoga bem com o que Anita tenta fazer com sua própria vida em ‘De Volta aos 15’.

3 – Geração 30 e Poucos – Netflix

Uma delícia de série, italiana, que conta a história de três amigos que saíram de uma pacata ilha na Itália e agora vivem numa cidade grande, mas Daniel (Angelo Spagnoletti) toma decisões hoje baseadas nos pequenos erros cometidos quando era criança, nos anos 1990. A série o tempo todo é intermeada por essa infância dos anos 1990, a chegada da internet e o quanto quem tinha acesso ao provedor tirava onda na escola.

2 – Demais Pra MimNetflix

Num estilo bem Amélie Poulain, o filme italiano ‘Demais Pra Mim’ conta a história de uma jovem que tem uma grave doença, mas, mesmo assim, encara a vida com muito alto astral, muitas cores e muita intensidade.

1 – O Fabuloso Destino de Amélie PoulainTelecine

O filme mais citado em ‘De Volta aos 15’ é, com certeza, ‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain’. Passado numa belíssima e colorida Paris, o filme conta a história de Amélie, uma jovem do interior que se muda para trabalhar em Paris, e, certo dia, encontra uma caixinha misteriosa em seu apartamento – e esse pequeno detalhe muda completamente sua perspectiva sobre a vida.

‘Shazam!’: Herói aprende a voar em novo clipe; Confira

Shazam!’ ganhou um novo clipe no qual mostra o herói aprendendo a voar.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Crítica de Álbum | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

Como se não bastasse, o sexto álbum de estúdio da cantora não se isola em uma investida completamente original e faz ótimo uso da discografia antecessora. Não é surpresa, pois, que a produção retome construções de ‘Honeymoon’, Born to Die e até mesmo ‘Ultraviolence’ (em uma perspectiva bem mais sutil, é claro), dando vida a um delicioso compilado que, apesar das longas faixas (como “Venice Bitch”, que se desenrola em mais de nove minutos), é aprazível do começo ao fim e sabe muito como se estruturar. Além disso, é interessante observar de que forma a artista se mantém fiel às raízes, trazendo elementos do trip hop e do rock psicodélico com assertiva fluidez.

Logo de cara, a faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante.

As sutilezas psicológicas também configuram a preferência pessoal de Del Rey: temos as notas propositalmente dissonantes de “Venice”, que se rearranjam na verborrágica “Fuck It, I Love You”, em que esse descompasso se transpõe para os vocais quase falados, antecedendo o refrão em crescendo. Em uma análise mais profunda, entretanto, é inegável dizer que as lyrics roubam nossa atenção com força maior que a progressão sonora – aliás, esta faixa se dispõe de um cansaço criativo notável que, apesar de ser retificado nas faixas seguintes, não deixa de representar um deslize considerável.

Porém, não pense que Lana abre mão de outras características próprias de sua discografia: se em ‘Honeymoon’ nos víamos diante de acuadas delineações, ‘Rockwell’ dosa com maestria a complacência e a sedução, algo que toma forma com “Doin’ Time”. Mesmo não sendo composta por Del Rey – visto que a ideia aqui é revisitar a clássica produção da banda Sublime, que já funciona como cover de “Summertime”, de George Gershwin. E, enquanto o grupo em questão já se afastava do jazz de Gershwin, a lead opta por dar adeus à constância do rap da virada do século para abraçar com força inegável a mistura do trap e de um onírico pop que reflete suas tendências para o hibridismo de gêneros e suis-generis. Porém, essa revitalização também vem acompanhada de uma inexpressividade obrigatória dos vocais, que variam do ecoante grave até o belo falsetto sem qualquer dificuldade aparente.

Ao contrário do que poderíamos imaginar, a primeira balada romântica não dá as caras até a metade do álbum: é claro que a artista chega a explorá-la com “Mariners Apartment Complex”, mesmo prestando homenagem a nomes como Anna Nalick em um pop-rock travestido de folk acústico à la anos 1970, mas é com “Love Song” que Lana volta a atingir sua excelência. Em meio à abafada sobriedade do violão, do piano e do violino, ela se dispõe a cantar de modo milimetricamente cronometrado, oscilando dentro de um dinamismo que, por vezes, nos faz esquecer do lent-tempo que ouvimos – isso sem mencionar a teatralidade que ela também imprime nesses quase quatro minutos. Tal escopo se expande para a similar “Cinnamon Girl”, que, ao mesmo tempo, se excede em uma épica e sintética entrega.

Não podemos deixar de mencionar alguns deslizes que beiram o amadorismo, como a supracitada “Fuck It, I Love You” e a esquecível “Bartender”, que acaba abrindo mão de um suposto subito e orquestra uma monótona e frustrante peça. Felizmente, Del Rey não deixa que alguns tropeços tirem sua concentração, permitindo que ela volte à boa forma com a sucessora “Happiness Is a Butterfly” antes de culminar com a ilustre presença de “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It”, cuja premeditada redundância é composta por inúmeras referências sagazes e um minimalismo conceitual e trágico que refrata uma memorável joia fonográfica.

O classicismo mencionado alguns parágrafos acima aparece também com impactante força na rock-ballad “The Greatest”, track que, sem sobra de dúvida, é uma das melhores produções de sua carreira. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo apenas como forma de sustentar uma dramática e comovente performance. Essa mesma união instrumental também é utilizada em outras faixas, incluindo a transgressora “California” – que não se esconde em meio a tanta coisa acontecendo.

Norman Fucking Rockwell!’ é um explícito convite de Lana Del Rey para uma experiência bastante sensorial que, talvez daqui a um tempo, seja consagrado como o álbum mais intimista de sua carreira. Em meio a ótimas composições e deslizes ofuscados pela competência musical de sua artista, o álbum entrega tudo o que promete – e mais.

Nota por faixa:

  • Norman Fucking Rockwell – 4,5/5
  • Mariners Apartment Complex – 4/5
  • Venice Bitch – 4,5/5
  • Fuck It, I Love You – 3/5
  • Doin’ Time – 4,5/5
  • Love Song – 5/5
  • Cinnamon Girl – 5/5
  • How to Disappear – 4/5
  • California – 4/5
  • The Next Best American Record – 4,5/5
  • The Greatest – 5/5
  • Bartender – 2,5/5
  • Happiness Is a Butterfly – 4,5/5
  • Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It – 5/5

‘Mulan’: Live-action ganha novos cartazes individuais; Confira!

A Disney divulgou novos cartazes individuais de seu próximo remake em live-actionMulan.

Confira:

As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.

A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

Crítica | ‘Gaslighter’ é uma volta triunfal para as The Chicks – e uma grande obra de empoderamento

Previamente conhecida como The Dixie Chicks, o grupo formado pela estonteante vocalista Natalie Maines e pelas talentosíssimas irmãs Emily Erwin e Martie Erwin carrega consigo um legado infindável e representa uma grande mudança no enário mainstream para as cantoras femininas. Surgido em 1991, o trio, que agora abraçou o simples título de The Chicks, já levou para casa nada menos que 13 estatuetas do Grammy (incluindo uma de Álbum do Ano em 2007) e, até hoje, permanecem como uma das bandas de maior sucesso comercial e crítico de todos os tempos. Entretanto, esse caminho de puro sucesso não foi trilhado com pacifismo – muito pelo contrário: depois do tremendo sucesso, as integrantes do trio resolveram se posicionar contra o governo de George W. Bush e de suas ofensas contra o Iraque em 2003, dizendo que “sentiam vergonha de que o presidente fosse de nossa mesma terra natal”.

Como Taylor Swift sabiamente falou em seu documentário Miss Americana, lançado neste ano, as pessoas não querem que ídolos musicais se manifestem em âmbitos políticos, principalmente se você for uma mulher. E, assim como Madonna, Cher e tantas outras divas da indústria fonográfica, Natalie, Emily e Martie arriscaram sua carreira em prol de algo muito maior – e receberam um injusto boicote que durou quase uma década e meia. Felizmente, grande parte do público percebeu que elas estavam certas, no final das contas, pavimentando um retorno glorioso àquilo que outrora as havia colocado no topo do mundo. Depois de longos catorze anos, as Chicks retornaram com força descomunal através do lançamento do irretocável Gaslighter.

Logo de cara, percebe-se que o grupo não deixou de lado sua necessária militância – que, nos dias de hoje, vem ganhando uma dimensão maior e mais globalizada. O próprio título do álbum, que estende-se para a faixa de abertura, é uma menção ao abuso psicológico sofrido por diversas mulheres, que são tachadas de loucas e de histéricas pelo modo como os homens as tratam, tentando fazê-las duvidar da própria sanidade mental e da própria memória. Um tanto quanto digno para um comeback, visto que foi isso que as Chicks experimentaram durante tanto tempo ao falar coisas que as pessoas não estavam prontas para ouvir. O resultado final transforma essa obra em sua incursão mais coesa e mais exuberante, criando uma amálgama bastante fluida de country-pop que as eternizou logo no começo da carreira.

Aqui, o grupo se reúne com o aclamado produtor Jack Antonoff para uma jornada ao mesmo tempo íntima e dançante que explora os grandes problemas da sociedade atual – por mais que se renda às fórmulas do mainstream. E, conhecendo os trabalhos de Antonoff, não esperaríamos nada além de envolventes inflexões saudosistas e originais, transmutando-se em um ensaio sociológico ao longo de doze faixas – e, mais do que isso, o produtor soa similar e, de alguma forma, diferente de tudo que já nos apresentou (como 1989, Norman Fucking Rockwell!’ e Melodrama). É possível ver em cada faixa um pedacinho daquilo que marcou sua identidade sonora, enquanto busca por elementos novos que o tornem mais versátil.

Entretanto, é impossível tirar o crédito das aplaudíveis rendições das líderes dessa delineação fantástica. De um lado, temos as inclinações ácidas e pungentes às marchas de bandinhas escolares na track titular, enquanto “Sleep at Night” mostra-se afável ao resgate de instrumentos mais clássicos, como o violino; de outro lado, as dissonâncias propositais e “modernizadas”, por assim dizer, ganham voz na crescente “March March”. Há de tudo um pouco no álbum – e, em vez de apenas fazerem o que bem entenderem, elas têm plena ciência de que essa explosão catártica é exatamente o que seus fãs vinham lhe pedindo por tantos anos. “Eu sou o exército de uma só” é um dos inúmeros versos emblemáticos que resumem as mensagens de empoderamento e de autossuficiência declamadas do começo ao fim.

As baladas não ficam de fora – e, em vez de buscarem inspiração nas progressões épicas de tantas canções similares e conterrâneas (até mesmo dentro de sua própria discografia), as Chicks mergulham na sutileza minimalista dos sintetizadores, enquanto tanto os lead vocals quanto o fundo performativo opta pelo sensorialismo, pela sinestesia fonográfica que ganhou impulso em meados da década passada – como é o caso da controversa “Everybody Loves You” e da exultante “My Best Friend’s Wedding” (uma das melhores criações da carreira, sem sombra de dúvida). Já em “Tights On My Boat”, Natalie encarna uma vingança pessoal na altivez crua de alguém que a machucou sem escrúpulos no passado – e para quem o universo vai se encarregar de punir, uma hora ou outra; e o mais incrível, sem dúvida, seja o fato de que cada assinatura lírica reflete as disparidades de gênero que existem até hoje e que foram vividas através de slutshaming e mansplaining quando as integrantes eram mais jovens.

O álbum recua mais uma vez em seu terceiro ato, possivelmente abandonando quaisquer reminiscências de um pano de fundo “superficial”, atingindo-nos com a poderosa e melódica “Julianna Calm Down”, um hino de sororidade que as Chicks precisavam colocara para fora, deixando claro que estão ali para quem precisar. Em “Young Man”, temos a presença muito bem-vinda de um saudosista e narcótico country, infundido com as calmas arquiteturas do violão e do violino. E, em etérea conclusão, “Set Me Free” é exatamente o que a banda procurava desde seu início no cenário musical: liberdade.

Gaslighter não é uma produção revisionista – muito pelo contrário: as The Chicks não têm mais medo do que um passo em falso pode ocasionar; afinal, elas já viveram em um pesadelo interminável após falarem o que pensavam. Aqui, passado e presente se entrelaçam em um único e lancinante fio que prova que as coisas não mudaram tanto dos anos 2000 para cá, cabendo a elas mostrar que renascer pode ser muito mais belo do que as pessoas imaginam.

Nota por faixa:

  • Gaslighter – 5/5
  • Sleep at Night – 5/5
  • Texas Man – 4/5
  • Everybody Loves You – 5/5
  • For Her – 4,5/5
  • March March – 5/5
  • My Best Friend’s Weddings – 5/5
  • Tights On My Boat – 5/5
  • Julianna Calm Down – 5/5
  • Young Man – 4,5/5
  • Hope It’s Something Good – 4/5
  • Set Me Free – 5/5

Especial de Natal de Mariah Carey ganha cartaz oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de Mariah Carey’s Magical Christmas Special’, evento musical apresentado pela lendária cantora e compositora.

Confira, junto ao trailer:

Assim como diversas produções especiais apresentadas por celebridades, incluindo as sessões musicais com Kacey Musgraves, o evento trará diversos nomes de grande calibre para as telinhas, incluindo Billy Eichner, Tiffany Haddish, Jennifer Hudson, Ariana Grande, Misty Copeland e Snoop Dogg.

Carey convidou um grupo mais que especial de superestrelas para acompanharem-na nesse evento único. Moroccan e Monroe, gêmeos da cantora e compositora, também aparecerão no especial. Lidando com uma crise de fim de ano, o Polo Norte sabe que há apenas uma pessoa que pode salvar o dia: a melhor amiga do Papai Noel, Mariah Carey. Combinando performances musicais, danças dinâmicas e animações de tirar o fôlego, a Rainha do Natal está pronta para criar um feriado espetacular e deixar o mundo mais feliz.

Mariah Carey’s Magical Christmas Special’ será lançado no dia 04 de dezembro.

‘Primal’: Aclamada animação de Genndy Tartakovsky conquista duas estatuetas do Annie Awards 2021

A aclamada e visceral animação adulta Primal, de Genndy Tartakovsky, fez bonito na última edição dos Annie Awards e levou para casa duas estatuetas.

A série conquistou os prêmios de Melhor Animação para TV – Público GeralMelhor Direção para TV.

Lembrando que a produção é transmitida pela Warner Channel no Brasil.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada e tem previsão de retorno para 2021.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A animação foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (Samurai JackStar Wars: A Guerra dos Clones).

‘JAGUAR’: Nazistas se escondem entre os espanhóis no trailer oficial da nova série da Netflix

A nova série espanhola da Netflix, intitulada ‘JAGUAR‘, ganhou seu primeiro e misterioso trailer completo.

A produção tem estreia marcada para 22 de setembro na plataforma de streaming.

Confira:

Na trama, muitos nazistas reconstruíram suas vidas na Espanha após a Segunda Guerra Mundial. Mas existe uma gangue não esquece de seus rostos e não vai parar, até que a justiça seja feita.

Blanca Suárez, Iván Marcos, Francesc Garrido e Adrián Lastra estrelam a produção.

Ramón Campos e Gema R. Neira assinam a criação.

Christian Bale – 48 Anos | 9 filmes com o “camaleão de Hollywood” para conferir nos streamings

Christian Bale é um dos atores mais conhecidos de sua geração – e construiu uma carreira recheada de sucessos que o eternizaram como o “camaleão de Hollywood”, por sua incrível e invejável capacidade de se transformar totalmente para cada um de seus papéis.

Bale encarnou seu grande primeiro papel no cenário cinematográfico com o drama de guerra ‘Império do Sol’, que estrelou com apenas 13 anos. Desde então, participou de projetos como Psicopata Americano, a trilogia Batman, de Christopher Nolan, a dramédia criminal Trapaça e diversos outros longas-metragens. Por seu papel em O Vencedor, conquistou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, além de um Globo de Ouro na mesma categoria.

No dia de hoje, 30 de janeiro, o icônico ator completa 48 anos de idade – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco. Dessa forma, montamos uma lista com nove títulos estrelados por Bale que você precisa conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

IMPÉRIO DO SOL (1987)

Onde assistir: Prime Video, HBO Max

Até hoje, não consigo entender como Bale nem ao menos conquistou uma indicação por sua irretocável performance no drama de guerra ‘Império do Sol’ (afinal, são poucas as crianças que conseguem entregar uma rendição tão espetacular com apenas 13 anos). Na trama, o ator interpreta Jim Graham, um garoto de onze anos de uma família inglesa que vive no Oriente. Jim tem um padrão de vida alto, mas de repente é separado de seus pais em virtude da China ser invadida pelo Japão. Isso o força a se defender e o obriga a crescer, tornando-se então um sobrevivente em um campo de concentração com rígidas regras.

PSICOPATA AMERICANO (2000)

Onde assistir: Prime Video

Patrick Bateman (Bale) jovem, branco, bonito e sem nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido pela conformidade, privilégio e riqueza, Bateman também um serial killer, que vaga livremente e sem receios em busca de uma nova vítima. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele. Após um colega dar-lhe um cartão de visitas melhor que o seu em tinta e papel, a sede de sangue de Bateman surge e ele aumenta ainda mais suas atividades homicidas, tornando-se um perigoso e violento psicopata.

O OPERÁRIO (2004)

Onde assistir: Prime Video

A última vez em que Trevor Reznik (Bale) dormiu foi há um ano, sendo que desde então o cansaço vem destruindo progressivamente sua saúde física e mental. Ele trabalha numa fábrica operando maquinário pesado, e faz de tudo para manter seu emprego. Envergonhado por causa de seu problema, Trevor isola-se cada vez mais, tornando-se paranóico. Depois de se envolver em um acidente no trabalho em que um homem perde um braço, Trevor começa a crer que seus colegas estão conspirando para demiti-lo. Ele precisará lutar não apenas para se manter no cargo, mas também para manter a sanidade.

TRILOGIA BATMAN (2005 – 2012)

Onde assistir: HBO Max

A partir de 2005, Bale daria vida a um dos personagens mais emblemáticos da cultura pop, Batman (alcunhado como Cavaleiro das Trevas). Sua performance conquistaria o público e a crítica especializada e interpretaria o protagonista em três longas-metragens: Batman Begins’O Cavaleiro das TrevasO Cavaleiro das Trevas Ressurge’. Comandado por Christopher Nolan, a trilogia ajudaria a alavancar e a cimentar o gênero de super-heróis no cinema, além de reacender o interesse do público neles.

O VENCEDOR (2010)

Onde assistir: Globoplay, Telecine, Prime Video

Bale voltaria a reiterar sua incrível versatilidade como ator com o drama biográfico esportivo O Vencedor, comandado por David O. Russel. Na produção, o astro interpreta Dicky Eklund, meio-irmão do protagonista Micky Ward (Mark Wahlberg) e ex-boxeador profissional que ficou conhecido como “o Orgulho de Lowell”. Bale foi exaltado por sua interpretação e conquistou não apenas o Globo de Ouro, mas também o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

TRAPAÇA (2013)

Onde assistir: NOW

Retomando sua colaboração com Russell, Bale estrelou ao lado de nomes como Amy AdamsJennifer LawrenceBradley Cooper a comédia criminal Trapaça. Na trama, Irving Rosenfeld (Bale) é um grande trapaceiro, que trabalha junto da sócia e amante Sydney Prosser (Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI ( Cooper), infiltrando o perigoso e sedutor mundo da máfia. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Os planos parecem dar certo, até a esposa de Irving, Rosalyn (Lawrence), aparecer e mudar as regras do jogo.

A GRANDE APOSTA (2015)

Onde assistir: Globoplay, Prime Video, Netflix

Michael Burry (Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

VICE (2018)

Onde assistir: Looke

Na juventude, Dick Cheney (Bale) se aproximou do Partido Republicano ao ver na política uma grande oportunidade de ascender de vida. Para tanto, se aproxima de Donald Rumsfeld (Carell) e logo se torna seu assessor direto. Com a renúncia do ex-presidente Richard Nixon, os poucos republicanos que não estavam associados ao governo ganham imediata importância e, com isso, tanto Cheney quanto Rumsfeld retornam à esfera de poder do partido. Décadas depois, com a decisão de George W. Bush (Sam Rockwell) em se lançar candidato à presidência, Cheney é cortejado para assumir o posto de vice-presidente. Ele aceita, mas com uma condição: que tenha amplos poderes dentro do governo, caso a chapa formada seja eleita.

FORD VS. FERRARI (2019)

Onde assistir: NOW, Apple TV+

Talvez um dos filmes mais subestimados da carreira de Bale, Ford vs. Ferrari é um competente drama esportivo que gira em torno da rixa entre duas das marcas automobilísticas mais famosas da história – Ford e Ferrari. Na trama, Bale interpreta o piloto e engenheiro Ken Miles, que é contratado pelo ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon) para entrar no ramo das corridas de carros e permitir que a Ford ganhe o mesmo prestígio e glamour da empresa concorrente, a Ferrari. Por seu papel Bale conquistou indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards na categoria de Melhor Ator.

Lana Del Rey – 37 Anos | Ranqueamos todos os álbuns da icônica artista

Lana Del Rey, um dos nomes mais proeminentes da cultura pop contemporânea, completa 37 anos no dia de hoje, 21 de junho – e nada melhor que celebrar sua carreira e sua importância para o cenário musical com algumas matérias especiais.

Depois de elencarmos suas dez melhores músicas, chegou a hora de ranquear todos os seus álbuns oficiais, desde o icônico Born to Die, um dos favoritos dos fãs, até o aclamado e premiado Norman Fucking Rockwell!’, que solidificou o nome de Lana como uma das melhores compositoras do século.

Para tanto, não estamos levando em consideração o disco ‘Lana Del Ray’, lançado em 2010, visto que a performer ainda não tinha adotado seu alter-ego oficial e que a produção passou por alguns contratempos desde sua divulgação.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu álbum favorito:

7. HONEYMOON (2015)

Não se enganem: Lana Del Rey não tem um álbum ruim em toda sua carreira. ‘Honeymoon’ apenas ocupa o último lugar do nosso ranking por, em alguns aspectos, não alcançar a beleza cinemática de suas produções predecessoras e sucessoras. De qualquer forma, a cantora e compositora mergulha em uma instrumentação diferente da produção anterior, Ultraviolence, voltando às raízes do baroque-pop e construindo narrativas que falam sobre a tortura do romance, o ressentimento, a luxúria e, principalmente, um escapismo poético que, até então, já havia se tornado marca registrada de suas composições. Além disso, o disco conta com os ótimos singles “High by the Beach”“Music to Watch Boys To”.

6. BLUE BANISTERS (2021)

“Caracterizar os álbuns de Lana como ‘idênticos’ é realmente não ter a capacidade de perceber os minuciosos detalhes que se escondem em suas músicas – e não compreender a argúcia da qual a artista se vale para dar vida a enredos apaixonantes e movidos por experiências que variam do efêmero ao eterno. Aqui, nota-se uma transgressão do que se tomava como verdade, numa medida que transcende nossas expectativas e desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático: a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como ‘meu corpo é um mapa de Los Angeles’ e ‘não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton’, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações” – T.N.

5. ULTRAVIOLENCE (2014)

Dois anos depois de sua estreia oficial no mundo da música, Lana continuou a investir pesado em peculiaridades artísticas e rendições originais que a afastassem do EDM e do pop que regiam o cenário mainstream da época. Em Ultraviolence, cujo lançamento se deu em 2014, a performer aposta fichas em uma gama considerável de estilos, incluindo o rock psicodélico, o dream pop, o desert rock, o soft rock e vários outros. O disco ajudou a consagrar Del Rey como o ícone que a conhecemos hoje, debutando em primeiro lugar nas paradas mundiais e gerando canções como “West Coast”“Shades of Cool” e a música titular (que rendeu inúmeras controvérsias à época).

4. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB (2020)

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa” – T.N.

3. LUST FOR LIFE (2017)

Com ‘Lust for Life’, Lana Del Rey mais uma vez reinventou a identidade estética e sonora de sua carreira, afastando-se da atmosfera mais sombria e melancólica de ‘Honeymoon’ e abraçando seu retorno para construções inspiradas pelo hip-hop, pelo trap-hop e pelo folk.  Contando com aparições de nomes como The WeekndA$AP RockStevie Nicks, o álbum fez um grande sucesso comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200, além de conquistar uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal. Como se não bastasse, Lana também encabeçou diversos singles, incluindo a faixa-título, “Groupie Love”“Love”, conquistando o coração dos fãs.

2. BORN TO DIE (2012)

Born to Die é uma construção à frente de seu tempo e que viria a influenciar uma geração inteira de artistas – e, como já poderíamos imaginar, foi extremamente subestimada pela crítica especializada em seu lançamento (o renomado site Pitchfork, por exemplo, deu uma medíocre nota 5,5/10 para o álbum, mudando, anos mais tarde, sua classificação para 7,8/10, compreendendo a importância do disco para o século XXI). Assim como ‘ARTPOP’ prenunciaria o boom do hyper-pop e seria repreendido por seu proposital exagero, Born to Die serviria como base para o baroque-pop do final dos anos 2010 e começo dos anos 2020, alimentando uma afeição crescente pelo experimentalismo e pela música conceitual que não era muito bem aceita em 2012″ – T.N.

1. NORMAN FUCKING ROCKWELL! (2019)

“A faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante” – T.N.

Final de ‘The Walking Dead’ trouxe aparição surpresa de [SPOILER]

O último episódio da adorada série The Walking Dead foi ao ar ontem, 20 de novembro, e marcou o fim de uma das jornadas pós-apocalípticas mais longevas da televisão contemporânea.

series finale fez inúmeras referências a personagens que deixaram a produção ao longo dos anos, boa parte como voiceovers ou montagens em flashback. Entretanto, um dos astros do show, Chandler Riggs (intérprete de Carl Grimes), fez uma breve aparição no capítulo de encerramento.

Riggs pode ser visto andando pelo set de filmagens. Segundo o time criativo da série, Riggs estava na cidade onde a série é rodada e apareceu no estúdio para reencontrar os colegas.

“Chandler Riggs estava na cidade e ele perguntou se podia nos visitar e dizer oi para os amigos”, conta a showrunner Angela Kang, em entrevista à EW“Me diverti muito tendo ele no set, e foi muito revê-lo. E, então, enquanto fazíamos as cenas e precisávamos de alguns extras, nós perguntamos: ‘quer aparecer? Entre lá! Vá ficar no fundo'”.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

#CinemaCon: Revelado o visual de Anya Taylor-Joy em ‘Mad Max: Furiosa’; Veja a descrição!

Durante o painel da Warner Bros. na CinemaCon 2023, foi revelado o visual oficial de Anya Taylor-Joy como a protagonista titular de ‘Furiosa’, pré-sequência do aclamado filme de ação Mad Max: Estrada da Fúria.

Enquanto a imagem oficial ainda não compartilhada, as descrições oficiais indicam que a atriz está idêntica à Charlize Theron, que interpretou a personagem no longa-metragem de 2015.

Durante uma entrevista para a IndieWire, Taylor-Joy deu alguns detalhes sobre a produção, dizendo que foi o filme mais sujo e sangrento que ela já gravou.

“Esse filme foi o trabalho mais sujo e sangrento que já fiz, e isso quer dizer algo… Mas eu me divirto muito sempre que fico suja ou ensanguentada e não perfeitamente formal e bonita. Quando me divirto, me sinto mais confortável. Então, sim, ‘Furiosa’ definitivamente foi divertido.”

Ela continuou, sem conter sua empolgação pelo projeto e pelo trabalho de seus colegas:

“Estive em um planeta diferente nos últimos sete meses. Acho que agora preciso sentar e tentar digerir o que aconteceu nesse período. Mas estou incrivelmente, incrivelmente orgulhosa disso, e muito orgulhosa de todas as pessoas com quem trabalhei. Foi investido muito amor, esforço e sacrifício, estou animada para assistir.”

Lembrando que o filme que deve estrear em 2024 e tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

‘The Burial’: Drama legal com Jamie Foxx e Tommy Lee Jones ganha cenas INÉDITAS; Confira!

Prime Video divulgou cenas inéditas de The Burial, drama legal estrelado por Jamie Foxx.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 06 de outubro e à plataforma de streaming em 13 de outubro.

Confira, a partir de 01:56:

O filme é dirigido por Maggie Betts, que também assina o roteiro ao lado de Doug Wright.

A história é baseada no advogado Willie E. Gary e seu cliente, Jeremiah Joseph O’Keefe, que abriu um processo contra uma companhia funerária após ir à falência.

Em 1995, Willie E. Gary (Foxx), um advogado não convencional de danos pessoais com um histórico impressionante, ajuda um dono de uma funerária falida, Jeremiah Joseph O’Keefe (Tommy Lee Jones) a processar a empresa funerária Loewen, liderada por Raymond Loewen (Bill Camp). como resultado de uma disputa contratual. Gary finalmente ganhou o veredicto do júri de US$ 500 milhões e a empresa Loewen entrou com pedido de falência.

Jurnee SmollettMamoudou AthieDorian MissickPamela ReedAmanda WarrenJim KlockAlan RuckBilly SlaughterLance E. Nichols completam o elenco.

10 músicas internacionais que DEFINIRAM os anos 1990

A década de 1990 foi pautada em uma profunda revolução musical que não apenas comportava a exaltação de um gênero, mas de vários estilos fonográficos que dominaram o cenário mainstream e caíram no gosto popular – marcando, para sempre, a cultura pop.

E é claro que, ao longo de dez anos, diversas canções conseguiram alcançar um status lendário e atemporal. A encargo de exemplificação, é possível citar o impactante house de “Vogue”, assinada por Madonna; a belíssima semi-balada pop “Torn”, de Natalie Imbruglia; e o controverso hino “They Don’t Care About Us”, de Michael Jackson.

Pensando nisso, preparamos uma lista com dez canções que definiram a década de 1990, focando no impacto que trouxeram para o escopo do entretenimento e na recepção que tiveram.

“SMELLS LIKE TEEN SPIRIT”, Nirvana (1991)

Se Nirvana é considerada um dos maiores atos musicais da história, é claro que o grupo norte-americano viria acompanhado de músicas memoráveis. Dessa forma, era apenas esperado que o revolucionário álbum ‘Nevermind’ traria incursões irretocáveis – como o lead single “Smells Like Teen Spirit”. A faixa consagrou-se como um hino de libertação aos jovens apáticos da Geração X e é caracterizado como o marco da entrada do grunge no cenário mainstream (algo que desagradou os membros da banda, mas que os colocou no centro dos holofotes).

“LET’S TALK ABOUT SEX”, Salt-N-Pepa (1991)

Se você acha que falar sobre sexo atualmente é uma tarefa difícil, imagine nos anos 1990 dentro da sociedade norte-americana. Mesmo enfrentando a fúria dos conservadores, o trio conhecido como Salt-N-Pepa aproveitou sua crescente popularização no mainstream para dar vida a “Let’s Talk About Sex”, uma canção bastante explícita e necessária que fala sobre o lado positivo e o negativo do sexo e os tabus que discussões sobre esse tema traziam na época.

“I WILL ALWAYS LOVE YOU”, Whitney Houston (1992)

Mais de três décadas depois de seu lançamento oficial, “I Will Always Love You”, música-tema do filme ‘O Guarda-Costas’, permanece como uma das rendições românticas mais ouvidas da história da música. Imortalizada pela voz imediatamente reconhecível de Whitney Houston, a primeira versão, na verdade, foi lançada em 1974 pela Rainha do country Dolly Parton e, desde então, ganhou inúmeros prêmios e condecorações pela Academia.

“VOGUE”, Madonna (1993)

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

“THEY DON’T CARE ABOUT US”, Michael Jackson (1996)

Michael Jackson não é considerado o rei do pop por qualquer motivo. Afinal, ele remodelou a indústria ao ajudar a estética dos videoclipes a se consagrar como uma forma artística, além de ditar as regras do gênero por décadas e mais décadas. Em 1996, Jackson utilizaria seu sucesso incomparável para dar vida a uma de suas músicas mais controversas: “They Don’t Care About Us”. Emergindo como um hino de protesto que foi mal interpretado pela mídia norte-americana, a faixa é uma mistura de pop rock, dancehall, samba, reggae e blues, cujo videoclipe foi rodado em Salvador e no Rio de Janeiro.

“MY HEART WILL GO ON”, Céline Dion (1997)

É muito difícil encontrarmos uma música que seja mais romântica e mais emocionante que “My Heart Will Go On”. Cantada pela incomparável diva franco-canadense Céline Dion, a canção-tema do atemporal ‘Titanic’ fala sobre duas pessoas que, mesmo com inúmeras adversidades e obstáculos, continuarão se amando. Regravada por inúmeros ícones da indústria fonográfica, a obra levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original em 1998.

“RAY OF LIGHT”, Madonna (1998)

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

“…BABY ONE MORE TIME”, Britney Spears (1999)

A faixa homônima do álbum de estreia de Britney Spears emergiu como o lead single e como a primeira música da carreira da performer, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-pop, dancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

“MAN! I FEEL LIKE A WOMAN!”, Shania Twain (1999)

Nos anos 1990, Shania Twain tinha uma força incomparável no cenário musical e quebrava as barreiras sexistas no country. Não demorou muito para que a performer utilizasse sua plataforma para falar sobre importantes temas sociais – como o anthem feminista “Man! I Feel Like a Woman”. O oitavo single do álbum ‘Come On Over’ amalgama de modo perfeito o country-pop e o country-rock ao delinear uma narrativa de libertação que, até hoje, é conhecido por qualquer um que ouça os primeiros toques da música.

“NO SCRUBS”, TLC (1999)

É quase impossível encontrar alguém que nunca tenha ouvido “No Scrubs” ao menos uma vez na vida. O lead single do terceiro álbum de estúdio do grupo TLC, ‘FanMail’, mergulha na perfeição do R&B e do hip-hop com uma construção sonora movida pelas notas do violão, da bateria e de sutis sintetizadores que fornecem fluidez e ritmo à iteração. A narrativa descreve o papel de um homem dentro de um relacionamento, conquistando o primeiro lugar da Hot 100, levando para casa duas estatuetas do Grammy e nos convidando à pista de dança com um gancho memorável e urgente.

Atriz de ‘X-Men 97’ fala o que o público pode esperar da 2ª temporada: “Apertem os cintos”

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, a atriz Jennifer Hale, que dubla Jean Grey na aclamada animação X-Men ’97’, comentou sobre o que o público pode esperar da 2ª temporada.

“Tudo o que vou dizer é: apertem os cintos”, ela afirmou. “Não posso falar nada… Nada. Estou praticando não dizer uma palavra sobre qualquer coisa. Nem mesmo menciono que estou em algo até eu ver os produtores e os criadores dizerem algo. Apenas não faço. Melhor não arriscar. Não quero ser a pessoa que estraga tudo”.

Vale lembrar que a 1ª temporada já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Beau DeMayo, que foi afastado do projeto em virtude de polêmicas envolvendo sua conta no OnlyFans.

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

‘Mayor of Kingstown’: Paramount+ escala TRÊS novos membros ao elenco da 4ª temporada

A Paramount+ escalou três novos membros ao elenco da 4ª temporada de ‘Mayor of Kingstown‘, série estrelada por Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’).

Segundo a VarietyEdie Falco (‘The Sopranos’), Lennie James (‘The Walking Dead’) e Laura Benanti farão parte dos novos episódios.

Falco dará vida a Nina Hobbs, nova diretora da prisão de Anchor Bay. James será Frank Moses, descrito como um “lendário e respeitado gângster da cidade de Detroit, no estado do Michigan, e além”. Por fim, Benanti irá interpretar Cindy Stephens, uma nova oficial correcional recrutada em Kingstown.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.

A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.

Dianne WestKyle Chandler, Dillon, Taylor Handley, Emma Laird e Tobi Bamtefa completam o elenco.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

Em 2020, a Netflix trazia a seus assinantes a ambiciosa adaptação de ‘The Old Guard’, longa-metragem inspirado nos quadrinhos homônimos de Greg Sucka. Apesar do conhecido histórico de produções originais da gigante do streaming, o projeto encabeçado por Gina Prince-Bythewood encantou os espectadores não apenas pelo trabalho impecável de um elenco liderado por Charlize Theron, mas pela inesperada profundidade da narrativa e por se manter fiel ao material original – estendendo-se ao longo de duas horas e sagrando-se um ótimo épico de ação que clamava por uma sequência.

Cinco anos mais tarde, somos convidados a retornar para esse glorioso universo com o lançamento de ‘The Old Guard 2’, que chegou ao serviço hoje, 2 de julho. Comandado pela novata Victoria Mahoney, que fez sua estreia em 2021 com o drama ‘Yelling to the Sky’, a história da sequência se desenrola assim que os eventos do primeiro capítulo terminam – com Andrômaca de Cítia (Theron), também conhecida como Andy, lidando com o fim de sua imortalidade e protegendo-se ainda mais de ataques externos. Acompanhada da recém-chegada Nile (KiKi Layne), que se tornou a mais nova imortal e integrante do grupo de soldados, além de Joe (Marwan Kenzari), Nicky (Luca Marinelli) e James (Chiwetel Ejiofor), Andy e seus aliados percebem que o perigo é constante – e se veem na mira de duas antagonistas movidas por um desejo irrefreável de vingança e poder.

Como sabemos da icônica cena pós-créditos do longa predecessor, Booker (Matthias Schoenaerts) foi exilado após trair a confiança do grupo, cruzando caminho com Quỳnh (Vân Veronica Ngô), o antigo amor de Andy que, durante a época da Inquisição e da caça às bruxas, foi confinada em um caixão de ferro e condenada a passar a eternidade no fundo do oceano em um sofrimento eterno. Porém, Quỳnh foi resgatada pela impiedosa Discórdia (Uma Thurman), a imortal mais antiga do planeta que, em meio a contínuas injustiças sofridas por aqueles que não entendem a dádiva que foi dada a esses soldados, ela abandona a esperança de tornar o mundo um lugar melhor e se transforma em uma máquina guiada por uma cega vendeta – e que coloca os outros imortais em perigo inimaginável.

E isso não é tudo: Andy e Quỳnh fizeram um juramento inquebrável antes de serem separadas por seus algozes, impulsionando a protagonista a procurar sua amada e sua amiga por séculos antes de desistir – o que nos leva às vontades da própria Quỳnh de represália, sentindo-se traída por Andy estar em liberdade enquanto ela era torturada sob o frio desconcertante de águas opressoras. Influenciada pelo carisma e pelo discurso de Discórdia, a guerreira se vira contra aquela que um dia jurou apoiar e trilha um caminho de escuridão que também dá base para a história.

uma thurman

Enquanto todos os que acompanharam o primeiro capítulo da saga acreditavam que isso iria acontecer, Mahoney desperdiça o potencial do projeto em meio a cenas que não fazem sentido e que se valem de um mero espetáculo visual (o que não é um problema, considerando que boa parte do nosso envolvimento com o filme anterior se deu pelas espetaculares sequências de ação). Todavia, conforme navega pelas atribulações de laços frágeis e por um barril de pólvora que está prestes a explodir, a realizadora deixa que o roteiro co-assinado por Rucka e Sarah L. Walker se desenrole em meio a sofridos diálogos e a one-liners cansativas que, em vez de fornecerem mais densidade aos personagens, transforma-os em meros arquétipos de tantos produtos similares que acompanhamos nas últimas décadas.

A questão é que o longa de 2020 conquistou o público e a crítica por não se levar a sério e acompanhando a defasagem super-heroica que emergiu na sétima arte com o término de ‘Vingadores: Ultimato’ – além de ter sido lançado no início de uma complicada pandemia de COVID-19 que nos confinou à segurança dos lares. Aqui, o teor do entretenimento e da leveza foram deixados de lado, e mesmo as temáticas sociais exploradas foram varridas para debaixo do tapete em prol de repetições sistemáticas que não aproveitam tudo o que esse cosmos tem a oferecer. E, de fato, o criador da HQ original não conseguir sustentar um roteiro inspirado em sua própria criação é algo a ser levado em consideração – e algo que nos deixa com um pé atrás, considerando o monumental cliffhanger que antecipa os créditos de encerramento.

the old guard 1

O elenco faz um trabalho formidável, com destaque aos membros que retornam e, em especial, Theron em mais uma entrada no circuito de filmes de ação que nos deixa de boca aberta e que traz referências a ‘Atômica’, que protagonizou em 2017. Ngô expande o breve contato que tivemos com Quỳnh e nutre de uma química interessante com Theron, por mais que as delineações não sejam esquadrinhadas como deveriam. Thurman nos agracia ao mergulhar de cabeça nas vilãs que eternizou no show business, mas é desperdiçada em meio a falas mal construídas. E Henry Golding completa o time de estreantes como Tuah, um antigo imortal e amigo de longa data de Andy.

‘The Old Guard 2’ falha por não manter o nível do título anterior e por apostar fichas em uma história metódica, sem inspiração e que se vale mais do espetáculo do que de uma concretude criativa, por assim dizer. Com exceção das atuações e das cenas de combate, o resultado dessa sequência é decepcionante e frustrante – por mais que nos prepare para um terceiro capítulo que pretende concluir essa épica jornada.

Conheça a nova COMÉDIA com Ingrid Guimarães que chegou ao catálogo do Prime Video!

Estrelada por Ingrid Guimarães, Rafa Chalub e Filipe Bragança, a comédia ‘Perrengue Fashion‘ já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem foi lançado no último dia 28 de novembro na plataforma de streaming.

Flávia Lacerda (‘O Auto da Compadecida 2’) assina a direção do filme, que tem roteiro de Ingrid Guimarães, Marcelo Saback, Celio Porto e Edu Araújo.

Filmado na Amazônia e em São Paulo, o filme acompanha a influenciadora Paula Pratta (Guimarães), que tenta se consolidar como uma referência na criação de conteúdo de moda com a ajuda do amigo e assistente Taylor (Chalub). Quando ela recebe um convite para estrelar uma campanha publicitária de Dia das Mães para uma marca renomada, ela sente que chegou a sua grande oportunidade. Porém, seus planos vão por água abaixo quando o filho Cadu (Bragança) desiste de ir até São Paulo e embarca em uma viagem para viver em uma ecovila sustentável na Floresta Amazônica.

Ao lado de Taylor, Paula viaja até o Norte do Brasil para convencer o filho a desistir do ativismo ambiental e ajudá-la no trabalho dos sonhos, porém os dois têm dificuldade em se entender e ficam em um impasse: Cadu não compreende a carreira e os objetivos profissionais da mãe e Paula tem dificuldade em aceitar as escolhas do filho. Apesar das complicações iniciais em se adaptar a uma realidade mais simples e conectada à natureza, ela descobre um novo estilo de vida que irá fazê-la repensar seus valores e sua relação com a família.

A produção também apresenta Késia Estácio, Jonas Bloch e o argentino Michel Noher.

Confira o novo trailer promocional:

O longa é a primeira produção brasileira da Amazon MGM Studios para as salas de cinema.

Conheça o novo DRAMA com Sally Field e Lewis Pullman que chegou ao streaming!

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes, filme baseado no romance homônimo de Shelby Van Pelt e estrelado por Sally Field (‘Lincoln’) e Lewis Pullman (‘Thunderbolts’), finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Lançado hoje, 8 de maio, na plataforma de streaming, o longa conta a história do peculiar e fascinante relacionamento entre uma idosa e solitária viúva chamada Tova, que trabalha como zeladora em um aquário, e um polvo gigante do Pacífico, chamado Marcellus, que vive na instalação. Tova forma uma amizade improvável com o cefalópode rabugento, mas, sem que ela saiba, Marcellus está em uma missão para resolver um mistério que irá curar o coração da viúva e levá-la a uma descoberta que mudará sua vida.

O romance original foi lançado na primavera de 2022 e se tornou uma sensação através do boca a boca, crescendo vertiginosamente, a ponto de se tornar a obra literária mais vendida de 2023 – segundo algumas páginas de ranqueamentos de livros.

Colm Meaney, Joan Chen, Kathy Baker, Beth Grant e Sofia Black-D’Elia completam o elenco.

Olivia Newman, mais conhecida por seu trabalho em ‘Um Lugar Bem Longe Daqui‘, assina a direção do longa. Newman também fica responsável pelo roteiro ao lado de John Whittington.

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes‘ vendeu mais de duas milhões de cópias e passou por pelo menos 30 reimpressões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘MIB: Homens de Preto – Internacional’ tem a pior bilheteria de abertura da franquia

MIB: Homens de Preto – Internacional‘ teve uma abertura ainda pior que o esperado.

Novas previsões indicam que o filme estrelado por Chris Hemsworth e Tessa Thompson deve arrecadar US$ 25 milhões de dólares durante o fim de semana de estreia.

Segundo o Deadline, o filme arrecadou US$ 10 milhões na sexta, e US$ 3,1 milhões durante a pré-estreia de quinta-feira.

Estimativas anteriores previam uma abertura com pelo menos US$ 40 milhões, bem abaixo do antecessor: MIB: Homens de Preto 3‘, que fez US$ 69 milhões no fim de semana do Memorial Day em 2012, nos EUA.

Orçado em US$ 110 milhões, o filme alcançou 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, perdendo apenas para ‘X-Men: Fênix Negra‘, com 23%.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais no dia 13 de junho. Confira o trailer:

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

M (Thompson) é uma agente que durante sua jornada de auto-afirmação, estreia na divisão londrina do MIB. Lá, ela conhece um agente conhecido por seus talentos, H (Hemsworth). Os dois estão envolvidos em um caso de assassinato misterioso, que vai levá-los ao redor do mundo para encontrar a solução.

Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.