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‘Goedam’: Sequência do terror antológico da Netflix ganha trailer SINISTRO; Assista!

A sequência do terror coreano ‘Goedam: Contos de Terror‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

No Brasil, a produção antológica foi lançada como um seriado pela Netflix.

Hong Won-ki foi responsável pela direção de todos os contos.

A trama contará com seguimentos focados em manequins sinistros, o espírito de mulher aparentemente amassada até a morte e uma cena tensa no dentista.

O elenco conta com Lee Ho-won, Kim Hye-sun, Ryu Je-seung, Park Sung-hoon, Exy, Seo Ji-soo, Arin, SeolaShownu.

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de estreia no streaming.

‘Você’: Joe tem uma nova obsessão no trailer COMPLETO da 4ª temporada; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da primeira parte da 4ª temporada de ‘Você‘, série estrelada por Penn Badgley.

Confira:

A primeira parte do próximo ciclo estreia em 09 de fevereiro de 2023, enquanto a segunda parte será lançada em 09 de março.

Tati Gabrielle retorna como Mariene Bellamy. Lukas GageCharlotte RitchieTilly KeeperAmy-Leigh HickmanEd Speleers completam o elenco.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ conquista 64% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 36 críticas publicadas até o momento, a pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ conquistou 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o longa não consegue sair da sombra da franquia original, perdendo a chance de explorar a rica mitologia deste universo.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Eu diria que este filme só deve ser assistido pelos fãs da franquia, mas sinto que nem eles ficarão encantados com este retorno à Panem.” (The Daily Beast)

“Todos os elementos que tornaram ‘Jogos Vorazes’ em um sucesso estão aqui – as metáforas políticas sombrias, a premissa distópica, os belos atores que tornam a narrativa mais tragável –, mas ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ apenas parece uma cópia.” (Slant Magazine)

“‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ é um filme emocionante que consegue capturar a mágica que transformou ‘Jogos Vorazes’ em um fenômeno, entregando um tom muito mais sombrio e explorando melhor as nuances da corrupção no coração de Panem.” (Mashable)

“Não sabemos se ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ alcançará o mesmo sucesso da franquia original, mas a produção nos lembra que é uma plataforma incrível para os jovens atores.” (Associated Press)

“Se você estava faminto por mais produções no universo de ‘Jogos Vorazes’, saiba que a pré-sequência baseada no romance de Suzanne Collins entrega apenas um prato requentado.” (Daily Telegraph UK)

“A mitologia do universo de ‘Jogos Vorazes’ é tão insana que você simplesmente precisa respeitá-la.” (The Messenger)

“Apesar de ser uma adaptação bem sucedida do livro, o resultado é um filme tumultuado que, ao chegarmos ao terceiro ato, parece a junção de duas iterações diferentes.” (Insider)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de novembro.

Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações de Viola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.

Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.

Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

Sarah Paulson é confirmada no elenco de ‘All’s Fair’, nova série criada pelo Ryan Murphy

De acordo com o Deadline, Sarah Paulson (‘Oito Mulheres e um Segredo’) entrou para o elenco da série ‘All’s Fair‘, novo drama legal que está sendo desenvolvido pelo Hulu.

Niecy NashTeyana TaylorNaomi Watts também foram confirmadas na produção.

Paulson, Nash e Watts são veteranas nos projetos do Ryan Murphy. Paulson já estrelou ‘American Horror Story‘, ‘The People v. O. J. Simpson: American Crime Story‘, ‘Mrs. America‘ e ‘Ratched‘. Nash estará no elenco da vindoura ‘Grotesquerie‘, além de ter participado de ‘Scream Queens‘ e ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘. Já Watts estrelou a segunda temporada de ‘FEUD‘.

Além de atuarem, as três também servirão como produtoras executivas da série.

Kim Kardashian (‘American Horror Story: Delicate’) e Glenn Close (‘Atração Fatal’) completam o elenco, além de servirem como produtoras executivas ao lado de Ryan Murphy, criador do projeto.

O projeto está sendo descrito como um drama “adulto, sofisticado, sexy e brilhante”.

Na trama, Kardashian interpretará a mais bem-sucedida advogada de divórcio de Los Angeles, dona de um escritório de advocacia exclusivamente feminino.

Jon Robin Baitz, da vindoura ‘Feud: Capote vs. The Swans‘, assinará o roteiro ao lado de Joe Baken (‘American Horror Stories’).

As filmagens devem começar ainda este ano, com previsão de lançamento para 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Alianças são testadas no trailer da 4ª temporada de ‘BMF’; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 4ª temporada série ‘BMF‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 6 de junho.

Criada por Randy Huggins, a série conta com produção executiva do Curtis “50 Cent” Jackson.

A trama segue a história de dois irmãos que cresceram nas ruas de Detroit e deram início a uma das famílias criminosas mais influentes do país.

O elenco conta com Demetrius Flenory Jr., Da’Vinchi, Russell Hornsby, Steve Harris, Michole Briana White, Myles Truitt, La La Anthony e Kelly Hu.

Crítica | Game Of Thrones 07×03 – The Queen’s Justice

UMA JUSTIÇA PARA CERSEI

 

Se não tivessem outras pessoas em casa, iria achar que o problema era só comigo. Mas, como a surpresa foi geral – e de muitos na internet – posso falar: Game Of Thrones – GoT continua surpreendente! Foram tantas reviravoltas ao longo dessas sete temporadas, que as chances de prevermos o andamento dos fatos seriam maiores. No entendo, ainda ficamos surpresos com a virada dada por Cersei (Lena Headey), certamente uma das personagens que mais virou a mesa em Westeros. E o que é mais irônico nesta sétima temporada, depois que a virada aconteceu, tudo pareceu tão óbvio! Vejamos os a acontecimentos:

O ataque de Euron (Pilou Asbæk) no segundo episódio levantou a hipótese de um traidor na Pedra do Dragão. As conversa de Cersei com os Lordes ligados aos Tyrell deixou claro que a coroa movia-se com um discurso baseado no medo dos que vem de fora e na possibilidade de poder, combinação que dá bons resultado políticos. Mesmo com esses sinais, não estavam muito claras as chances dos Lannisters virarem o jogo, especialmente porque o roteiro já havia nos apresentado o plano de Daenerys (Emilia Clarke); e como este inclui a conquista de Casterly Rock, até então, fruto da riqueza dos Lannister, e ela possui os Dragões e superioridade militar, tudo levava a crer que pouca restava para Cersei.

A maior pista de que o jogo iria virar foi a conversa de Cersei com o representante do Banco de Ferro. Naquele momento, o roteiro entregava a pista de que Casterly Rock era menos relevante do que o Jardim de Cima. Quando os Lennisters deixaram seu castelo ser invadido, direcionando o grosso de seu exército para tomar o Jardim de Cima, a balança da guerra dos tronos ficou equilibrada. A conferir se a frota de Euron irá liquidar os imaculados.

A sequência das duas invasões foi uma das mais bem montadas da série: a narração de um plano perfeito emoldurando a derrota. E colocar tudo na voz de Tyrion (Peter Dinklage) faz o próprio público ficar com dúvidas sobre a capacidade militar dele – capacidade que a própria séria construiu ao longo de 6 temporadas.

Outro elemento forte do episódio foram os diálogos. Foram alguns dos diálogos mais memoráveis de toda GoT. Olenna (Diana Rigg) assumindo o assassinato de Joffrey; a troca de farpas entre Euron e Jayme (Nikolaj Coster-Waldau); Cersei jogando na cara de Ellaria (Indira Varma) todo o seu ódio; Varys (Conleth Hill) e Malisandre (Carice van Houten) em um diálogo cheio de subtextos; os vários confrontos entre Daenerys e Jon Snow (Kit Harington); até a conversa entre Sansa (Sophie Turner) e Bran (Isaac Hempstead Wright) foi muito melhor do que os memes podem deixar a entender.

Sério! Vi muita gente reclamando do que Bran falou para a irmã, de que havia coisa mais relevante para ser dita. Não discordo de que há coisa mais relevante, contudo, se Sansa já achou que o irmão estava variando quando falou na história de ser o Corvo de Três Olhos, o pobre iria ser internado se falasse da descendência de Jon Snow. E falar dos White Walkers não teria efeito, pois não seria uma informação 100% inédita. Ao falar de algo tão cruel e íntimo, Bran obrigou Sansa a pensar sobre a nova natureza de seu irmão.

O diálogo mais marcante do episódio foi, de longe, entre Jon e Dany.  Da superfície, brotavam figuras antagônicas. Indo mais a fundo, os diversos diálogos mostravam o quanto ambos se parecem e as dificuldades de formar alianças.

Não posso terminar sem antes comentar a conversa entre Varys e Melisandre. No passado, Varys foi marcado de forma traumática pelos seguidores de R’hllor. E por que Melisandre fala que sua missão está cumprida e que pode voltar para Volantis, mas que terá que morrer em Westeros? Ao falar da união do gelo e do fogo, quis dizer que acredita que o Azor Ahai seria algo envolvendo a união de Jon Snow e Daenerys? A história de Azor Ahai irá se repetir literalmente, e Jon matará Dany com uma espada no peito, ou é algo metafórico, e a união dos dois trará equilíbrio para a força?… Desculpe-me, essa coisa de força é só no final do ano, hehehe!

E, aí, o que achou do episódio? O que interpretou dos diversos diálogos deste episódio? Como se sentiu com a virada de Cersei? Gostou de ver Jorah aparentemente curado? O que acha da estratégia de Cersei? E também acha de Olenna lacrou? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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Alguns ÓTIMOS filmes com Zoe Saldaña, provável vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2025

Filha de pais dominicanos, a norte-americana Zoe Saldaña é uma das atrizes mais competentes de sua geração. Nascida em Nova Jersey no ano de 1978, a futura grande artista foi morar na República Dominicana ainda criança, após o falecimento do pai. Nesse país, descobriu o amor pela dança e logo depois pela arte da atuação.

Tempos depois, de volta aos Estados Unidos, passou a se apresentar com grupos de teatros e logo chamou a atenção de uma agência de talentos. Antes de chegar aos cinemas, Zoe passou pela televisão, em um episódio do seriado Lei e Ordem no ano de 1999. Meses depois, já no ano 2000, iniciou sua jornada no mundo da sétima arte, no longa-metragem Sob a Luz da Fama.

Hoje, aos 46 anos, com inúmeros blockbusters no currículo, é uma das indicadas – e a favorita – ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Para relembrar alguns filmes com ela, segue abaixo uma lista:

 

Tudo por Justiça

O foco central do filme é Russell (Christian Bale), o filho boa praça do paizão Rodney Baze (Bingo O’Malley). Um homem muito querido pela comunidade onde mora e que leva uma vida pacata trabalhando onde seu pai trabalhou e sonhando em construir uma família ao lado de sua namorada Lena (Zoe Saldana). Porém, tudo muda em sua vida quando, após pagar uma dívida de um integrante de sua família, se envolve em um terrível acidente de carro e vai parar na prisão. Após anos na cadeia, consegue sair em condicional e logo precisa enfrentar sérios problemas com a nova realidade que o aguarda, principalmente as enrascadas que seu irmão mais novo (Casey Affleck) provoca.

 

As Palavras

Rory Jansen é um escritor que lutava para sua voz ser ouvida através de alguns livros que escrevera. Ama sua mulher, sua cidade e não aceita suas limitações. Um dia encontra algumas folhas rabiscadas dentro de uma maleta antiga e abandonada. Não consegue parar de pensar naquela história que iria mudar para sempre sua vida. Digitando cada palavra daquelas folhas perdidas, tenta mudar para sempre sua trajetória. Assim, o mundo da literatura toma conta da projeção e histórias se cruzam. Homenagens, citações, somos lembrados sobre o que é o filme a cada instante.

 

Festa no Céu

Manolo é um jovem confiante e corajoso que é apaixonado pela bela Maria. Manolo é íntegro em seu modo de pensar e sempre sofre bullying de todos por não querer machucar os touros que desafia. Até que um dia, por força de uma aposta de duas figuras místicas, Manolo vai para o céu mas logo percebe que seu lugar é entre os vivos, por isso, embarca em uma divertida aventura de volta ao nosso mundo para, entre outras coisas, lutar por seu grande amor.

 

Guardiões da Galáxia Vol. 3

Na trama, voltamos a encontrar os mais desajustados heróis do Universo Cinematográfico da Marvel que buscam criar raízes em ‘Lugar Nenhum’, um lugar onde estavam descansando de batalhas, um porto seguro longe dos agitos de outrora. Só que tudo isso muda quando Rocket (Bradley Cooper) é atingindo gravemente por uma ação impensada de Adam Warlock (Will Poulter) e seu grupo, fazendo com que Peter Quill (Chris Pratt), ainda abalado pela perda de seu grande amor, e cia embarquem em uma missão para encontrar a solução para tirar o grande amigo dessa enrascada. Passeando por novos lugares, até mesmo uma ‘contra terra’, o grupo aos poucos percebe que essa pode ser a última aventura deles como um time.

 

Avatar

Uma das maiores bilheterias da história do cinema, lançada em 2009 nos cinemas de todo o planeta, Avatar é um épico de ficção científica que nos mostra a chegada de um jovem combatente, que perdeu os movimentos na Terra, até um lugar chamado Pandora, onde vira um ser híbrido e aos poucos começa a entender melhor para onde foi.

 

O Terminal

Dirigido por Steven Spielberg, em O Terminal acompanhamos a saga de um homem, vindo de um país que acabara de receber um golpe de estado que acaba tendo seu passaporte invalidado e fica retido num aeroporto em Nova Iorque por longos dias.

 

Star Trek

Reboot dos anos 2000 da aclamada franquia criada por Gene Roddenberry, em Star Trek acompanhamos um grupo de novatos, liderados por James T. Kirk, a bordo da USS Enterprise em uma aventura contra um terrível vilão chamado Nero.

Do Pior ao Melhor: Planeta dos Macacos, Tomb Raider e outros “Reboots” de Histórias Consagradas

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

Crítica | Medo Profundo – Ótimo suspense com tubarões e Mandy Moore

Sem ajuda acima. Sem esperança abaixo.

Depois do grande sucesso de Águas Rasas no ano passado, ‘Medo Profundo‘ (47 Meters Down)  foi resgatado de ser lançado sem grande destaque, direto nas plataformas on-line e vídeo, e recebeu um lançamento nas telonas. Surpreendendo a todos, o filme conseguiu arrecadar mais de US$ 40 milhões nos EUA. O que torna o feito ainda mais impressionante é o fato que o filme já havia sido liberado na internet há mais de um ano com o título In the Deep, mas aparentemente não impediu as pessoas de conferi-lo nos cinemas, transformando-o em mais um grande sucesso do gênero.

Na trama, duas irmãs, Lisa e Kate, viajam para o México depois que Lisa é largada pelo noivo. Ele a acusou de ser entediante, e sua irmã está disposta a fazê-la provar o contrário. Elas decidem então nadar com tubarões, seguras dentro de uma gaiola de aço. Porém, quando o cabo que as prendiam ao barco arrebenta, as duas são arrastadas direto para o fundo do oceano, a 47 metros da superfície.

Agora, fora do alcance de comunicação, cercadas por tubarões e com uma reserva limitada de oxigênio, as duas terão que se unir para saírem com vida dessa situação mortal. O grande problema, no entanto, gira em torno da pressão atmosférica, que as matará caso elas emerjam rápido demais. Para subirem à superfície, elas teriam que parar por diversos minutos no meio do oceano, sem grade de proteção e à mercê dos predadores ao seu redor. Nesta situação desesperadora, cada decisão pode custar sua vida e cada respiração pode ser a última.

O filme foca a maior parte do tempo nas duas personagens principais, dividindo a tela no desespero da dupla tentando a todo custo sair daquela situação. O enredo, por si só, é bastante tenso! Imaginem vocês ficarem presos no fundo do oceano, sem assistência, conhecimento necessário e cercados por tubarões? Acredito que qualquer um surtaria nesta situação, então quando as personagens perdem sua cabeça logo no começo de sua jornada de terror, é extremamente compreensível; mesmo que você esteja apontando racionalmente no conforto da sua casa sobre o gasto desnecessário de oxigênio. O mais interessante é que o desenvolvimento do filme nunca fica cansativo porque o roteiro soube introduzir diversas situações para que as protagonistas tivessem que sair da gaiola de proteção.

É justamente nesses momentos em que elas estão desprotegidas que o diretor consegue criar um excelente clima de suspense. Ao fazer uso de ataques repentinos, ficamos com a sensação de que um tubarão pode aparecer e matá-las a qualquer momento. O fundo do oceano, com as suas águas turvas e ambiente escuro, ajudam na criação do clima tenso, contribuindo para os ataques surpresa. O fato do enredo apresentar duas personagens ao invés de uma também acrescenta no suspense, já que uma delas pode morrer a qualquer momento, deixando para a outra continuar o filme. Essa sensação não se encontra em Águas Rasas, por exemplo; ficamos tensos sim, mas sabemos que o roteiro precisa da personagem até o final para desenvolver sua história, logo, ela não irá morrer a qualquer momento. E é justamente essa sensação de morte pairando no ar que nos deixa apreensivos toda vez que uma delas sai da gaiola.

Apesar de ser um filme de baixo orçamento,’Medo Profundo‘  tem uma excelente produção. Os tubarões estão muito bem feitos, assim como os ataques brutais – especialmente na reta final, onde temos algumas das melhores sequências do filme. A produção é encabeçada pelos conhecidos rostos de Mandy Moore (do icônico Um Amor para Recordar) e Claire Holt (da série The Originals), e ambas estão muito bem em seus respectivos papéis. O único ponto que eu realmente não gostei foi o desfecho, marcado por uma reviravolta que não precisava existir. Apesar de ser uma manobra inteligente do roteiro, também é responsável por deixar obsoletos alguns dos melhores momentos do filme, além de quebrar o desenvolvimento pessoal de uma das personagens. Pelo menos serve para preencher alguns dos buracos deixados pelo enredo, seguindo um caminho bem mais realista.

Sei que muitos irão adorar o desfecho, mesmo que à primeira vista eu não tenha encarado com bons olhos. Gostando ou não, os últimos minutos estão longe de estragar os ótimos momentos que filme nos proporcionou. No final de tudo, ‘Medo Profundo‘  é um filme sólido e extremamente tenso, e representa muito bem o gênero. Não merece ficar à sombra do já citado Águas Rasas, porque ambos constroem suas próprias identidades, seguindo por caminhos ironicamente opostos. Tenho certeza que os que gostam de filmes envolvendo animais assassinos irão adorar essa nova produção e ficar sem fôlego, assim como as suas personagens. E, para quem não sabe ainda, uma sequência já foi anunciada, e sua trama se passará no Brasil! Depois de US$ 40 milhões, vocês realmente acharam que as águas estariam seguras de novo?

Casal é atormentado por psicopata no trailer do terror ‘The Cabin’

O terror ‘The Cabin‘ ganhou um trailer tenso.

Confira:

Dirigido por Johan Bodell, o filme será lançado direto em VOD no dia 4 de dezembro.

Na trama, um jovem casal americano – Rose e Harry – vão visitar a cabana da família de Harry, mas eles não imaginavam que não seriam os únicos a visitar a cabana no final de semana. Logo, o que era para ser um momento romântico, logo se transforma em um pesadelo para Rose e Harry quando eles conhecem um perigoso psicopata que os convida a um jogo involuntário de gato e rato.

Caitlin Crommett e Christopher Lee Page estrelam.

‘American Horror Story: 1984’: Elenco aparece caracterizado em novo teaser inspirado nos anos 80

Através de seu Instagram, Ryan Murphy divulgou um novo vídeo de ‘American Horror Story: 1984‘, com o elenco caracterizado no estilo anos 80 – que será a temática da temporada.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘Castlevania’ é renovada para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Castlevania‘ para a 4ª temporada.

‘Aquaman 2’: Abaixo-assinado pedindo demissão de Amber Heard ultrapassa 1.6 milhão de assinaturas

Depois que Johnny Depp foi demitido da franquia ‘Animais Fantásticos‘ por conta da polêmica judicial envolvendo sua ex-exposa, Amber Heard, os fãs do astro estão exigindo que ela seja demitida da sequência de ‘Aquaman‘.

Para quem não sabe, Depp foi demitido após perder o julgamento no qual foi acusado de agressão física e psicológica contra Heard.

No entanto, os fãs de ‘Aquaman‘ reforçaram que ela admitiu em um áudio vazado que agrediu Depp.

Por conta disso, um deles criou um abaixo-assinado pedindo que Heard seja substituída como intérprete de Mera em ‘Aquaman 2′.

Até o momento, o documento publicado no Change.org já ultrapassou 1.6 milhão de assinaturas.

Por outro lado, Amber não parece preocupada. Há alguns meses, a atriz debochou dos fãs de Depp ao compartilhar uma foto com a seguinte legenda:

“Tanto shade, tão pouco tempo…”

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

So much shade, so little time……

Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard) em

Vale lembrar que, apesar dos boatos, a atriz continua escalada para viver Mera na sequência.

Segundo o proprietário do Heroic Hollywood, o jornalista Umberto Gonzalez, a Warner não pretende reescalar a atriz.

“Não, Amber Heard não foi demitida de AQUAMAN 2”, afirmou o jornalista.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Shining Vale’: Judith Light entra para o elenco da série de terror cômica

De acordo com o Deadline, Judith Light (‘The Politician’) entrou para o elenco da série de terror cômica ‘Shining Vale‘, que será estrelada pela Courteney Cox (‘Pânico’).

A atriz interpretará Joan, mãe da Pat (Cox), que enfrenta uma longa batalha contra distúrbios mentais e sua própria filha, que a culpa pelos seus problemas. Joan é super crítica e aproveita qualquer oportunidade para relembrar sua valiosa juventude e diminuir a Pat.

De todos os horrores que a Pat enfrenta, se tornar sua mãe é o mais aterrorizante – e também o mais real.

Confira a primeira imagem oficial:

A dupla Jeff AstrofSharon Horgan é responsável pela série.

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca.

O elenco ainda conta com Mira Sorvino, Greg Kinnear, Merrin Dungey, Gus Birney e Dylan Gage.

O episódio piloto foi dirigido por Dearbhla Walsh (‘The Handmaid’s Tale‘).

Mutante assassino ataca no trailer do terror ‘Where the Scary Things Are’; Assista!

O terror ‘Where the Scary Things Are‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por B. Harrison Smith (‘Death House’).

Após encontrar um mutante sinistro, Ayla e seus amigos o aprisionam e começar a gravar vídeos que se tornam virais na internet. Porém, a sede por “likes” leva o grupo a filmar a criatura assassinando pessoas. Quando um dos meninos percebe que Ayla está usando o monstro para acertar vinganças pessoais, ele ameaça contar tudo para as autoridades – mas será que é tarde demais para salvar seus amigos?

O elenco conta com Paul Cottman, Michael Cervantes, Peter F. Cote, Quinn Andrew Fickes, Selina Flanscha, Oliver Givens, Emma Lim, Asher RuppertRiley Sullivan.

O terror será lançado em DVD e VOD no dia 28 de junho.

Creed 3

(Creed 3)

Elenco:

Michael B. Jordan – Adonis Creed
Tessa Thompson · Bianca Creed
Jonathan Majors · Damian Anderson
Wood Harris · Tony ‘Little Duke’ Burton ;

 

Direção:  Michael B. Jordan

Gênero: Ação

Duração: 116 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 75 milhões

Estreia: 02 de Março de 2023

Sinopse: 

Em CREED 3, Depois de dominar o mundo do boxe, Adonis Creed tem prosperado tanto na carreira quanto em sua vida familiar. Mas Damian (Jonathan Majors), amigo de infância de Adonis e ex-prodígio do boxe reaparece, após cumprir uma longa sentença na prisão, ansioso para provar que merece sua própria chance no ringue. O confronto entre os antigos amigos é muito mais do que uma luta de boxe. Para acertar as contas com o passado, Adonis vai colocar seu futuro em jogo no ringue contra Damian – um lutador que não tem nada a perder.

Crítica: 

Crítica | Michael B. Jordan transforma ‘Creed III’ em anime de Boxe em Live Action

Curiosidades: 

» Michael B. Jordan faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro de Keenan Coogler e Zach Baylin;

» Phylicia Rashad, Wood Harris, Selenis Leyva, Thaddeus J. Mixson e Florian Munteanu completam o elenco;

» Sylvester Stallone não retorna para a nova sequência;

» A franquia ‘Rocky‘ ainda ganhará um novo derivado, agora focado em Ivan Drago, boxeador implacável vivido por Dolph Lundgren, e seu filho, Viktor (Florian Munteanu);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Jogos Mortais X’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Jogos Mortais X‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

A produção já havia superado a arrecadação total de ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘ (US$40.6M) e ‘Jogos Mortais 6‘ (US$68.2M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 52.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 47.9 milhões.

Vale lembrar que, com uma estreia de US$ 18.3 milhões no território norte-americano, o décimo capítulo registrou a melhor abertura da franquia desde ‘Jogos Mortais: O Final‘ (US$22.5M).

O terror ainda conseguiu superar a estreia de ‘Jogos Mortais 6‘ (US$14.1M), ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (US$16.6M) e ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘ (US$8.7M).

Orçada em apenas US$ 13 milhões, a nova iteração já pode ser considerada mais um sucesso da franquia – o que abre a oportunidade para o retorno de Jigsaw e suas novas armadilhas.

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

O filme segue em exibição nos cinemas nacionais.

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

Aaron Pierre enfrenta policiais corruptos no trailer de ‘Rebel Ridge’, novo thriller de ação da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do suspense de ação ‘Rebel Ridge‘, estrelado por Aaron Pierre (‘Tempo’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 6 de setembro.

Jeremy Saulnier, do aclamado ‘Sala Verde‘, é responsável pela direção.

Um ex-fuzileiro enfrenta a corrupção em uma cidadezinha quando sua tentativa de pagar a fiança do primo se transforma em um confronto violento com o chefe de polícia local. Ele não queria entrar nessa briga, mas agora irá até o fim.

O elenco ainda conta com Don Johnson, AnnaSophia Robb, David Denman, Emory Cohen, James Cromwell, Steve Zissis, Zsané Jhé e Dana Lee.

rebel+ridge+2

‘O Eternauta’: Série sci-fi é RENOVADA para a 2ª temporada pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente a série de ficção científica argentina ‘O Eternauta‘ para a 2ª temporada.

O seriado foi lançado há apenas dois dias e já entrou para o TOP 10 das produções mais assistidas da semana no serviço de streaming.

“A segunda temporada será muito importante,” declarou Francisco Ramos, chefe de programação na América Latina. “A trama ira explorar muitos conceitos de ficção científica que foram apenas indicamos no primeiro ciclo.”

Na trama, numa noite de verão em Buenos Aires, uma misteriosa nevasca mortal dizima a maior parte da população e deixa milhares de pessoas abandonadas. Juan Salvo e seus amigos embarcam em uma luta desesperada pela sobrevivência. Tudo muda quando eles descobrem que a tempestade de neve tóxica é apenas o primeiro ataque de um exército estrangeiro invadindo a Terra. A única maneira de permanecer vivo é se unir e lutar. Ninguém sobreviverá sozinho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A atração foi criada por Bruno Stagnaro e inspirada nos quadrinhos homônimos de Héctor Germán OesterheldFrancisco Solano López.

Ricardo DarínCarla PetersonCésar TroncosoAndrea PietraAriel StaltariMarcelo SubiottoMora Fisz e outros estrelam.

Crítica | The Square: A Arte da Discórdia – O candidato sueco ao Oscar é um filme essencial para o Brasil de hoje

The Square: A Arte da Discórdia (The Square) é o segundo trabalho do sueco Ruben Östlund a ter grande repercussão internacional; é também sua segunda obra a tentar uma vaga ao Oscar (em 2015, chegou perto com Força Maior). Tanto The Square quanto Força Maior tocam em temas que revelam a hipocrisia social e desconstroem ideias estabelecidas. Vocês já ouviram falar naquele discurso de que nos tornamos pessoas melhores, de que existem pessoas desconstruídas, hipersodilárias e que compreendem o outro? Então, Östlund pega essa ideia e diz para o público: meus queridos, ainda nem saímos do paleolítico!

Em Força Maior, Östlund usa um pai covarde que, durante um suposto deslizamento de neve, foge sem ajudar a família para desconstruir tanto a ideia do superpai quanto o ideal da família moderna. Seu ataque às vacas sagradas da modernidade é mais evidente em The Square (previsão de estreia no circuito para 4 de janeiro de 2018). Nele, conhecemos Christian (Claes Bang), curador de um museu que prepara uma exposição cujo objetivo é sensibilizar o público sobre a importância de sermos solidários e olharmos o outro. Em paralelo, acompanhamos as tentativas de Christian para recuperar o seu relógio roubado…

Östlund usa a narrativa de The Square para derrubar qualquer autoimagem elogiosa que o espectador tenha. Christian pode querer criar uma exposição que conscientize o público para os problemas do outro, mas é suficientemente mesquinho para agir de forma indiferente com moradores de rua, ou ser muito idiota nas tentativas de recuperar o seu relógio.

 

O filme apresenta personagens que carregam uma dicotomia entre aparentar algo e o que essas pessoas são quando colocadas no limite. Essa dicotomia reflete no espectador, que fica dividido diante das ações dos personagens; é muito provável que você não saiba o que pensar diante de certas situações apresentadas no filme. Enquanto Christian não é posto em uma situação limite, ele é a tradução do modelo de homem moderno, meio intelectual, meio desconstruído, o sujeito do século XXI. Quando está no limite, ele cede aos instintos, agindo de forma nem um pouco civilizada. Contudo, ele sente remorso por isso e tenta se corrigir – ou melhor, tenta manter a capa.

Östlund consegue criar personagens que sentem um arrependimento genuíno por agirem fora do que se espera de sujeitos civilizados. Mas, ao tentar corrigir algo, fazem como uma tentativa de demonstrar que ainda são pessoas virtuosas. Em qualquer situação, o outro importa quase nada; é como se eles acreditassem tanto que são pessoas boas, de espírito nobre, que não conseguem acreditar de que são capazes de agir de maneira baixa e estúpida. Duas cenas que melhor representam isso: um certo vídeo que Christian faz no celular; e a reação da plateia diante de um deficiente mental que atrapalha a entrevista de um artista.

A montagem do filme reforça toda essa contradição quando alterna cenas do museu com cenas de moradores de rua, estas cenas sempre com enquadramento mais instável do que aquelas filmadas no museu.

Apurando ainda mais seu estilo, Östlund explora outras situações que não tem importância direta no desenrolar da narrativa principal, mas que colaboram para a formação de um painel da hipocrisia social que vivemos, um ambiente intoxicado por ideologias que desejam controlar a forma como pensamos, um tipo de pensamento grupal totalmente avesso à autonomia intelectual. A sequência de sexo entre Christian e Anne (Elisabeth Moss) é uma bela tradução das consequências nefastas que o excesso de problematização da sexualidade pode gerar.

Nenhuma sequência, porém, é mais relevante para o Brasil de hoje do que a performance do artista Oleg (Terry Notary) durante um jantar reunindo os financiadores do museu. A performance provoca os convidados. Ela vai testando os limites deles e da própria arte. É a sequência que melhor demonstra que, sim, arte tem limite – ao contrário do que deu a entender os debates sobre artes neste ano de 2017 aqui no Brasil, cujo exemplo paradigma foi o envolvendo o queermuseu.

Poucos momentos reuniram tanta estupidez e ignorância quanto o debate sobre artes no Brasil, de ambos os lados – tanto daqueles que viam pedofilia onde não havia, quanto de pessoas defendendo obras de duvidosa qualidade artística. Apesar de The Square criticar o universo artístico contemporâneo, ele não endossa a histeria que o queermuseu provocou.  Pelo contrário! Quando o filme expõe as reações ao vídeo publicitário, parece criticar a postura de caça às bruxas – e estamos falando de um vídeo estúpido produzido por uma dupla de publicitários com uma visão estreita de mundo.

Por mais que The Square critique o povo do “não tenho preconceitos”, os meio intelectuais, meio desconstruídos, Östlund não produz um filme para agradar algum lado. Por meio de uma montagem de imagens contrastantes, ele produz uma narrativa que não se contenta em expor as contradições do pensamento dominante nos meios artísticos (e tão comum em meios políticos de esquerda); seu filme aponta os limites desse tipo de pensamento, muitas vezes chamado de politicamente correto. Ver The Square deixa ainda mais patética a revolta das pessoas que falam coisas do tipo: “como é possível, em pleno ano 2017…” Mana, nem em pleno 3017 vamos ter abandonado nosso lado mesquinho.

E aí, ficou interessado por The Square? Será que ele tem chances de concorrer ao Oscar? E não deixe de comentar, compartilhar e curtir nossas redes sociais:

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10 Filmes de ANIMES para conferir pelos streamings

Os animes, animações japonesas que podem ser desenhadas à mão ou com o auxílio de computadores, vem ganhando força cada vez mais aqui no Brasil com a chegada dos streamings. Pensando em algumas obras fantásticas que estão disponíveis pelas plataformas mais populares aqui em nosso país, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Vidas ao Vento (Netflix)

Em uma época de afirmação militar buscada por todas as grandes potências do planeta, toda a esperança da aviação japonesa se encontra nas mãos do sonhador engenheiro Jirô Horikoshi. O jovem míope sempre sonhou em ser um grande piloto mas por não ter todas as qualidades para tal se forma na universidade entre os primeiros da turma e se torna uma referência como designer de aviões. Quando consegue uma chance para trabalhar em uma grande fábrica, Jirô precisará sonhar cada vez mais para realizar seu feito mais marcante. Ao mesmo tempo, encontra o grande amor que sofre com uma doença maligna.

 

Mundos Paralelos (MAX)

Dirigido por Yuhei Sakuragi e lançado no Japão em 2019, o longa-metragem Mundos Paralelos nos leva até a história de Shin um estudante do ensino médio que um dia conhece um outro jovem de um mundo paralelo.

 

Princesa Mononoke (Netflix)

Dirigido pelo gênio Hayao Miyazaki, Princesa Mononoke nos leva até a saga de um corajoso príncipe que é ferido num combate com um demônio que invadiu sua aldeia. Em busca da cura, vai até uma floresta proibida onde enfrentará muitos perigosos.

 

A Viagem de Chihiro (Netflix)

Uma das mais aclamadas animações japonesas, lançada há 20 anos atrás no Brasil, com direção do genial Hayao Miyazaki nos mostra a saga de uma jovem que precisa buscar soluções quando em uma viagem de mudanças certas situações acontecem.

 

O Conto da Princesa Kaguya (Netflix)

Baseado no conto bastante conhecido no Japão “O Conto do Cortador de Bambu”, O Conto da Princesa Kaguya gira em torno de Kaguya que é encontrada ainda criança por um camponês e com o passar dos anos se torna uma bela jovem e passa a ser cobiçada por alguns nobres.

 

Suzume (Netflix)

Um dia, uma jovem adolescente descobre uma porta que acaba abrindo possibilidades de muitas tragédias em outros pontos do Japão. Assim, com a ajuda de uma amigo precisará encontrar soluções.

 

Meu Amigo Totoro (Netflix)

Lançado no final da década de 80 e considerado por muitos um dos maiores sucessos de Hayao Miyazaki, Meu Amigo Totoro nos mostra as aventuras de duas irmãs, que após se mudarem para uma nova casa acaba tendo seus destinos cruzados com seres de uma floresta.

 

Akira (Netflix)

Criado pelo autor de mangá Katsuhiro Otomo, Akira nos leva até o pós de uma Tóquio destruída. Assim conhecemos dois amigos integrantes de uma gangue de motociclistas que um dia tem seus destinos cruzados com uma criança com poderes que fugiu de um hospital.

 

O Túmulo dos Vagalumes (Netflix)

Produzido pelo Studio Ghibli, baseado no conto Hotaru no Haka, de Akiyuki Nosaka, em O Túmulo dos Vagalumes conhecemos a luta pela sobrevivência de dois irmãos durante a Segunda Guerra Mundial.

 

O Menino e a Garça (Netflix)

Na trama, ambientada no Japão em tempos de Segunda Guerra Mundial, conhecemos Mahito, um jovem que perde a mãe muito cedo em uma tragédia por conta dessa terrível guerra. Tempos depois ele se muda com o pai para uma enorme propriedade na zona rural japonesa onde tem o primeiro contato com a nova madrasta. Essa última de quem não consegue se aproximar por achar que ela está roubando o lugar de sua mãe. Desbravando a extensa propriedade que é seu novo lar, acaba descobrindo um lugar que logo se mostra uma espécie de portal. Quando sua madrasta some, o protagonista embarca na sua aventura indo até esse lugar mágico junto com uma curiosa garça e lá o confronto com um universo de situações que ele jamais imaginaria encontrar se mostra à sua frente.

De Ghost a Pulp Fiction: Clássicos dos anos 90 para assistir na NETFLIX

Tão memorável quanto os anos 1980 para toda uma geração, os anos 1990 trouxeram muita coisa boa em questão de cinema e deixaram saudade. Muitos, inclusive chegam ao ponto de eleger o ano de 1999 como o melhor de todos os tempos para filmes – já que foi nele que ganhamos produções como Clube da Luta, Matrix, O Sexto Sentido, A Bruxa de Blair, Quero Ser John Malkovich, e outras obras atemporais.

Pensando nisso, decidimos revirar o baú da Netflix e procurar exclusivamente por filmes lançados entre 1990 e 1999, e o que encontramos foi muita coisa boa! Alguns, inclusive, se mantendo como clássicos incontestáveis. Portanto, você que é um nostálgico inveterado, é hora de revisitar estas obras inesquecíveis. E para os que são mais novos, não percam tempo e preparem-se para ter as mentes explodidas. Vamos lá.

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Ghost fez sua estreia nos cinemas americanos no dia 13 de Julho de 1990, ou seja, completou 30 anos de lançamento agora em 2020. Não poderia ser mais propício para revisitá-lo. O longa sobre um homem assassinado (Patrick Swayze), voltando como fantasma para proteger e se conectar pela última vez com o amor de sua vida (Demi Moore) se tornou um sucesso surpresa em pleno verão norte-americano, casa dos blockbusters. Ghost custou para a Paramount US$22 milhões e rendeu impressionantes US$505 milhões mundiais.

Ghost foi o filme de maior sucesso no mundo em 1990, com a maior bilheteria. Sua trajetória não parou na parte financeira, e o longa extremamente popular chegou até o Oscar – com cinco indicações, entre elas melhor filme, e as vitórias de melhor roteiro original e atriz coadjuvante para Whoopi Goldberg, que rouba a cena na pele de uma vidente trapaceira que realmente encontra seu dom. Ocasião perfeita para assistir a uma das maiores histórias de amor do cinema.

Perfume de Mulher

Impossível falar de Perfume de Mulher hoje sem lembrar do trágico Cada um Tem a Gêmea que Merece (2011). Explico. Na única piada boa do filme de Adam Sandler, o comediante destrói a estatueta do Oscar na casa do veterano Al Pacino. E ao afirmar que o astro deve ter outras para substituir, a punchline vem com: “Não, eu só tinha essa”. O fato que o próprio Pacino resolveu satirizar é sobre sua única vitória no Oscar, apesar de muitas indicações, que ocorreu com este drama lançado em 1992.

No filme, Al Pacino vive um militar aposentado, que ficou cego devido a um acidente, e agora vive amargurado, com pouco que lhe faça seguir. Um rapaz colegial (Chris O’Donnell) é contratado para cuidar dele, mas o sujeito linha dura tem outros planos, e resolve passar um fim de semana em grande estilo em Nova York. O desempenho de Pacino é impressionante, e o prêmio foi mais que merecido. Fora isso, o longa possui um interessante discurso de se manter fiel aos seus princípios, além de ser uma bela trajetória de redenção. Perfume de Mulher é na realidade o remake de um filme italiano de 1974, que ficou muito mais famoso que seu original.

A Lista de Schindler

Este dispensa apresentações. A Lista de Schindler foi o grande título do Oscar de 1994 (o filme estreava no ano anterior), abocanhando os prêmios de melhor filme, diretor, roteiro e mais quatro, além de outras cinco indicações. Fora isso, figura como nada menos do que o 6º filme preferido de todos os tempos na opinião dos milhões de usuários no IMDB. Não deixe o fato deste ser um drama de guerra criado todo em preto e branco te afastar de assistir a esta verdadeira obra-prima da sétima arte. Você não irá se arrepender.

A Lista de Schindler foi um projeto muito pessoal para o diretor Steven Spielberg, que até já tinha feito filmes mais sérios, mas aqui resolve homenagear sua herança e linhagem judia ao falar da tragédia ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial conhecida como Holocausto – e como um homem (Oskar Schindler) fez toda a diferença. Uma curiosidade é que Spielberg abandonou a faculdade de cinema em 1968 para seguir na carreira profissional. Em 2002, o cineasta finalmente se formaria e conquistaria seu diploma. O trabalho de conclusão do curso pedido pelos professores era um filme de 12 minutos no mínimo, e Spielberg entregou apenas A Lista de Schindler, que lhe havia rendido o Oscar de melhor filme e diretor. Alguma dúvida sobre ter passado com louvor?

Proposta Indecente (1993)

O que você faria por um milhão de dólares? Até aonde você iria? O amor pode superar tudo? Essas são algumas questões universais levantadas no livro de Jack Engerlhard, que em 1993 se transformava neste drama romântico com doses eróticas, dirigido pelo especialista no assunto Adrian Lyne (9 ½ Semanas de Amor, Atração Fatal e Infidelidade) – que este ano retorna à direção após um hiato de 18 anos sem filmar (ele finaliza o suspense Deep Water, com Ben Affleck e Ana de Armas).

Aqui, Demi Moore (no auge de sua beleza e começando a explodir de verdade na carreira) e Woody Harrelson protagonizam como um jovem casal passando por dificuldades financeiras após uma crise na economia do país. Endividados, eles tentam de tudo, mas são seduzidos pelo “diabo” em pessoa, o bilionário interpretado por Robert Redford – que se interessa pela bela mulher, e oferece aos pombinhos a “módica” quantia de US$1 milhão para passar uma noite com ela. As coisas irão se desenrolar de uma forma acinzentada, quando novas facetas de cada um deles virem à tona. Proposta Indecente marcou época, e com um orçamento de US$38 milhões, faturou para a Paramount US$266 milhões mundialmente, se tornando assim a sexta maior bilheteria daquele ano.

Pulp Fiction – Tempo de Violência

Bem, se A Lista de Schindler dispensa apresentações, o que dizer deste segundo trabalho de Quentin Tarantino como diretor? Só mesmo tendo estado debaixo de uma rocha pelos últimos 26 anos para não ter ouvido falar deste verdadeiro marco do cinema mundial. Sim, do cinema mundial, já que fez sua estreia no badalado Festival de Cannes na França, em 1994, e sacudiu as coisas por lá, dando início à sua carreira muito bem sucedida. Mas sabemos que talvez nem todos tenham tido a oportunidade de conferir o longa, principalmente os mais jovens. Resta dizer que se você gosta de cinema, de filmes de crime e humor peculiar, Pulp Fiction é o filme pra você – portanto não perca mais tempo.

Pulp Fiction foi tão importante que fez de Tarantino um diretor que criava tendências logo em seu segundo trabalho. O filme segue entre os 10 melhores de todos os tempos no IMDB e foi o responsável por resgatar e dar novo fôlego à carreira de John Travolta, além de mostrar ao mundo o baita ator que é Samuel L. Jackson. Se temos os tão celebrados filmes de Tarantino hoje, tenha certeza que é graças a Pulp Fiction. Produzido pela bagatela de US$8 milhões, o longa rendeu US$222 milhões aos cofres da Miramax. Além disso, foi indicado para 7 Oscar, incluindo melhor filme e diretor, e levou o de roteiro. Se você não viu, pare tudo e vá ver agora!

Cassino

Continuando no terreno dos filmes de crime e mafiosos, temos a chegada de um verdadeiro especialista. O diretor Martin Scorsese é considerado por muitos o melhor cineasta ainda em atividade, em 1990 encantou o mundo de forma eletrizante com seu épico gangster Os Bons Companheiros. Ano passado ocorreu sua tão aguardada volta ao tópico com O Irlandês, da Netflix. Entre os dois encontra-se Cassino, lançado em 1995, e considerado a “sequência espiritual” de Os Bons Companheiros.

No filme, Scorsese reúne Robert De Niro e Joe Pesci para contar a ascensão da máfia em Las Vegas através dos grandiosos cassinos. Além de todos os atrativos, ainda contamos com o que é provavelmente o desempenho mais inspirado da musa Sharon Stone na frente das câmeras, que lhe garantiu a única indicação ao Oscar de sua carreira (e única nomeação do longa de forma geral). Curiosamente, Cassino não foi um sucesso de crítica ou público em seu lançamento, mas vem sendo redescoberto a cada geração, conquistando os avaliadores atuais e ressurgindo como um dos preferidos do grande público.

Seven – Os Sete Crimes Capitais

No mesmo ano de Cassino, chegava aos cinemas este baita suspense da New Line Cinema (subsidiária da Warner). Este foi o segundo filme protagonizado por um então jovem Brad Pitt depois de ter se tornado um nome reconhecível no ano anterior. Fora isso, ele recebe o apoio de ninguém menos que Morgan Freeman como coadjuvante. A dupla interpreta parceiros policiais, mas este não é um buddy cop movie, já que investigam crimes brutais neste filme pra lá de intenso.

Seven se tornou um sucesso em seu lançamento apesar de seu teor pra lá de intenso. O filme pode ser considerado a estreia “oficial” de David Fincher, que pensou em desistir da carreira após dirigir o desastroso Alien³ (1992). Mas o cineasta respirou, contou até dez e deu mais uma chance, garantindo a nossa felicidade como cinéfilos – e do mundo, que não foi privado de um dos diretores mais talentosos dos últimos anos. Seven foi indicado ao Oscar de edição e está entre os 20 filmes favoritos do grande público de todos os tempos.

Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo

Antes de derrotar o corona vírus, ser sequestrado em alto-mar por piratas somalianos e até mesmo de conseguir fugir de uma ilha deserta, Tom Hanks saiu da Terra, ficou perdido no espaço e voltou para contar a história. Me digam se este homem não consegue fazer de tudo. Muitos ficaram boquiabertos com a reconstrução precisa de Damien Chazelle para O Primeiro Homem (2018). Mas antes do passeio na lua do astronauta Neil Armstrong, a mesma Universal contava a história da missão que não foi.

Após a bem sucedida missão espacial mostrada no citado filme acima, alguns astronautas se viram à deriva quando algo deu muito errado logo no ano seguinte. Apollo 13, do diretor Ron Howard, é baseado nos relatos do Capitão Jim Lovell, de seu próprio livro, interpretado aqui por Hanks. O filme foi lançado em 1995, e conta com um grande elenco, vide Ed Harris, Kevin Bacon, Gary Sinise e Bill Paxton. Fora isso, foi indicado para 9 Oscar, incluindo melhor filme, e levou os de melhor edição e som.

O Show de Truman

Facilmente podemos afirmar que O Show de Truman possui um dos melhores e mais relevantes roteiros dos últimos 25 anos – ou quem sabe de todos os tempos. Muito à frente de seu tempo, a ideia já falava sobre reality shows, onde acompanharíamos incessantemente o dia a dia de ilustres anônimos. É a maldição da “caixa de idiotas”, apelido “carinhoso” que a TV logo em sua estreia recebeu. Ah sim, o texto saiu da mente de Andrew Niccol, e foi dirigido pelo talentoso Peter Weir.

Revolucionário e subestimado em seu lançamento em 1998, O Show de Truman mostra uma megacorporação adotando um bebê e fazendo dele o astro de seu próprio Reality, sem que ele, por toda a sua vida, saiba do fato. Sua pequena cidade é criada em estúdio, e como ele nunca conheceu o mundo real, não consegue perceber a diferença. É claro, o protagonista é vivido por Jim Carrey em estado de graça, mostrando pela primeira vez depois da fama que podia ser um ator sério – e um eterno injustiçado pelos prêmios da sétima arte. O filme foi indicado para 3 Oscar, entre eles diretor e roteiro, e hoje é considerado um dos melhores de todos os tempos pelo grande público.

Elizabeth

No mesmo ano de O Show de Truman, porém, com mais prestígio em premiações (os votantes adoram um filme de época), era lançado este Elizabeth – que serviu para lançar a carreira da então desconhecida australiana Cate Blanchett – no auge de seus 29 aninhos. E a musa já chegou chutando a porta, protagonizando e segurando na unha o difícil papel da Rainha britânica Elizabeth I, debaixo de indicação ao Oscar e a vitória no Globo de Ouro. O longa recebeu um total de 7 indicações, incluindo melhor filme, e levou a estatueta de maquiagem.

E sim, aqui voltamos ao fatídico Oscar de 1999, onde não apenas Blanchett foi derrotada, mas também nossa Fernandona Montenegro em Central do Brasil, pela, digamos, superestimada performance de Gwyneth Paltrow em Shakespeare Apaixonado. E quem gosta de lembrar? Nove anos depois, e Blanchett repetia o papel na sequência (não são só os blockbusters que as recebem) do mesmo diretor, Elizabeth: A Era de Ouro. E adivinhem, recebeu nova nomeação ao Oscar. Os dois podem ser assistidos numa sessão dupla, na Netflix. Aproveitem.

Estreia de ‘Rampage’ é adiantada para evitar confronto com ‘Vingadores 3’

Depois que a Marvel anunciou a mudança da data de estreia de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, não era difícil imaginar que isso também afetaria outros lançamentos. Afinal de contas, ninguém realmente quer competir diretamente com um dos filmes mais aguardados do ano, não é mesmo?

Rampage – Destruição Total’, que inicialmente estava agendado para ir aos cinemas no dia 20 de Abril, agora estreará no dia 13 de Abril, nos EUA, dando uma vantagem de duas semanas para o filme sem competição direta com o blockbuster da Marvel.

O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intenção da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.

O elenco ainda terá Marley Shelton (‘Pânico 4‘) em um dos papéis principais.

A direção é de Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), que também produz junto com Beau Flynn e John Rickard.

Rampage: Destruição Total está previsto para 19 de abril de 2018 no Brasil.

‘Designated Survivor’: Lauren Holly entra para o elenco da 3ª temporada

De acordo com o DeadlineLauren Holly entrou para o elenco da 3ª temporada de  ‘Designated Survivor‘. A atriz irá interpretar Lynn Harper, a esposa do novo chefe de equipe do presidente.

Sua personagem terá caráter recorrente.

Após ser cancelada pela ABC, a série foi resgatada pela Netflix.

10 episódios foram encomendados para a 3ª temporada.

O próximo ano terá um novo showrunner, Neal Baer. Ele será o quinto showrunner da série em apenas três anos, o que representa uma certa problemática nos bastidores.

BaerKiefer Sutherland, a estrelada da série, têm discutido sobre o futuro do programa, que deverá tratar de assuntos atuais como “fake news”.

Kal Penn, Adan Canto e Italia Ricci irão retornar. Já Maggie Q está em negociações para se juntar a eles.

A produção dos novos episódios deve começar ainda este ano, para uma provável estreia em 2019.

‘Mayans MC’ estão de volta em teaser da 2ª temporada; Assista!

O canal FX divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Mayans MC‘.

Confira:

Criada por Elgin James e Kurt Sutter, a série é um derivado de ‘Sons of Anarchy‘.

A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

O elenco inclui JD Pardo, Clayton Cardenas, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Richard Cabral, Raoul Max Trujillo e Antonio Jaramillo.

O próximo ciclo irá estrear no dia 3 de setembro.

Garoto ganha superpoderes no trailer de ‘A Grande Luta’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo do longa ‘A Grande Luta‘.

Confira:

Com direção de Jay Karas, o longa será lançado na plataforma no dia 10 de abril.

Leo (Seth Carr) é um garoto de 11 anos que tem a chance de realizar o sonho de se tornar astro da luta livre ao encontrar uma máscara mágica que lhe concede superpoderes. Com o apoio da avó (Tichina Arnold), ele decide entrar no campeonato da WWE e enfrentar incríveis adversários. Será que ele vai conseguir conquistar o grande título?

A produção ainda conta com a participação especial dos astros da WWE Kofi Kingston, Mike “The Miz” Mizanin, Sheamus e de Babatunde Aiyegbusi.

Família canibal toca o terror no trailer LEGENDADO de ‘Assassinos Sádicos’; Assista!

O terror ‘Assassinos Sádicos‘ (Butchers) ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa foi dirigido por Adrian Langley.

Uma família de açougueiros sádicos se esconde no interior do país e qualquer um que cruzar seu caminho é carne morta.

Simon Phillips, Michael Swatton e Julie Mainville estrelam a produção.

Nicolas Cage enfrenta missão perigosa no trailer de ‘Prisoners of the Ghostland’; Confira!

O thriller de ação ‘Prisoners of the Ghostland‘, estrelado por Nicolas Cage, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Sion Sono (‘O Pacto’) é responsável pela direção.

Na fronteira da traiçoeira Cidade dos Samurais, um implacável ladrão de banco (Cage) é libertado da prisão pelo rico senhor da guerra, o Governador (Moseley), cuja neta adotiva Bernice (Boutella) está desaparecida. O Governador oferece ao prisioneiro sua liberdade em troca de resgatá-la. Amarrado em um traje de couro que se autodestruirá em cinco dias, o bandido sai em uma jornada para encontrar a jovem – e seu próprio caminho para a redenção.

O elenco ainda conta com Sofia Boutella (‘Kingsman: Serviço Secreto’), Ed Skrein (‘Deadpool’), Bill Moseley (‘Os 3 Infernais’), Young Dais (‘The Outsider’) e Tak Sakaguchi (‘Re:Born’).

O longa será lançado oficialmente em VOD no dia 17 de setembro.

Flee: Nenhum Lugar para Chamar de Lar

(Flee)

 

Elenco:

Daniel Karimyar

Fardin Mijdzadeh

Milad Eskandari

 

Direção: Jonas Poher Rasmussen

Gênero: Animação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Abril de 2022

Sinopse: 

A história de Amin Nawabi, um homem que convive com um passado doloroso, guardado por vinte anos, que afeta de forma silenciosa a vida que ele está construindo para si e seu futuro marido.

Crítica | Flee – Animação indicada ao Oscar traz BELÍSSIMA história de Amizade…

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Jonas Poher Rasmussen também assina o roteiro ao lado de Amin Nawabi;

» O longa foi indicado a três categorias no Oscar 2022, incluindo Melhor Documentário, Melhor Filme Animado e Melhor Filme Estrangeiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Pantera Negra 3’ já está em desenvolvimento, afirma Letitia Wright

Em entrevista ao Variety, a atriz Letitia Wright revelou que a sequência ‘Pantera Negra 3‘ já está em desenvolvimento, mas ainda deve demorar um pouco para sair do papel.

“Acho que [‘Pantera Negra 3’] já está em desenvolvimento. Sabe, nós passamos os últimos dois anos desenvolvendo [o segundo filme]. Todos se juntaram para apoiá-lo. Nós precisamos de uma pequena pausa para nos reagruparmos. [O diretor] Ryan [Coogler] precisa de tempo para desenvolver [o terceiro filme], mas estou ansiosa.”

Anteriormente, o produtor Nate Moore havia comentado sobre uma nova sequência: “Temos algumas ideias para o terceiro filme. […] Acho que o Ryan está interessado na reação dos espectadores com ‘Wankanda Para Sempre’ para decidir como seguir em frente [com a franquia].”

Assista as nossas entrevistas:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

‘Brinquedo Assassino’: Ator do filme original quer RETORNAR ao universo da franquia

Em entrevista ao PEOPLE, Chris Sarandon, que interpretou o detetive Mike Norris no clássico original ‘Brinquedo Assassino‘, revelou que estaria aberto a retornar à franquia.

O ator confirmou que chegou a ser convidado para participar do segundo filme, lançado em 1990, mas rejeitou a proposta por causa da mudança na direção.

“Tom Holland, o diretor do filme original, não retornou para a sequência, então eu também rejeitei participar do projeto. Eu adoraria retornar à franquia, mas depende das circunstâncias. Acredito que, atualmente, o detetive Mike Norris já está aposentado.”

Vale lembrar que, após sete filmes, a franquia ganhou continuidade com a série ‘Chucky‘, que atualmente se encontra em seu terceiro ciclo.

Confira o trailer dos próximos episódios:

A produção retornará com episódios inéditos apenas em 2024.

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Adaptação de ‘Borderlands’ abre com 0% de APROVAÇÃO dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 24 críticas publicadas até o momento, a adaptação ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo‘ foi detonada pelos críticos, conquistando chocantes 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral criticou o roteiro raso da produção, além destacar o desperdício de seus talentosos atores, como Cate Blanchett e Jamie Lee Curtis.

Crítica | ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’ é uma CAÓTICA adaptação em live-action

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Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Borderlands’ parece um cosplay glorificado, onde artistas competentes como Cate Blanchett e Jamie Lee Curtis apenas fazem poses e fingem emoção para conseguir uma bela foto de grupo.” (But Why Tho? A Geek Community)

“‘Borderlands’ é o que um executivo desinformado acha que os ‘garotos descolados’ achariam interessante: uma piada desagradável atrás da outra que parece ultrapassada assim que é dita.” (Loud and Clear Reviews)

“Totalmente confuso, narrativamente instável e cheio escolhas narrativas questionáveis que cheiram a indecisão criativa, este filme é uma adaptação embaraçosa até mesmo para os jogadores mais hardcore.” (Globe and Mail)

“Eli Roth conseguiu estragar o início de uma franquia de sucesso baseada em um título já conhecido? Quase certamente sim. Mas há sinais tênues e teimosos de algo mais interessante: o carisma imortal de Cate Blanchett.” (Financial Times)

“Como os personagens permanecem unidimensionais — não muito mais do que avatares de jogadores cartunescos — nunca ficamos muito interessados ​​em sua sobrevivência ou em sua jornada para chegar ao cofre primeiro.” (The Hollywood Reporter)

“‘Borderlands’ quer muito ser ‘Guardiões da Galáxia’… Mas não chega nem perto.” (Empire Magazine)

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Tim Miller, conhecido por seu trabalho em ‘Deadpool‘ e ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, assumiu a direção das refilmagens.

Eli Roth, o diretor principal, supostamente estava ocupado durante as refilmagens.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

‘Um Filme Minecraft’ ultrapassa US$ 870 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 870 milhões nas bilheterias mundiais.

Após um mês em exibição, a produção segue no TOP 3 das maiores arrecadações no território norte-americano – acrescentando US$ 13.7 milhões neste final de semana, o que representa uma queda de apenas -39% em comparação ao final de semana anterior.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações globais do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘ (US$1.98B).

Ao total, o filme já soma US$ 398.2 milhões nos EUA. No mercado internacional, foram US$ 475.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 873.4 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$60.4M), Alemanha (US$28.5M), Austrália (US$27.4M), México (US$25.6M) e China (US$24M).

Para termos de comparação, o longa tem registrado um desempenho +229% acima de ‘Sonic 2‘, +76% acima de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, +71% acima de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, +61% acima de ‘Kung Fu Panda 4‘ e +40% acima de ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

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