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‘Maravilhosa Sra. Maisel’ retorna no divertido trailer LEGENDADO da 4ª temporada; Confira!

A Amazon Prime Video divulgou o trailer completo da 4ª temporada da aclamada série ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘ (The Marvelous Mrs. Maisel).

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Os novos episódios chegam ao streaming de 18 de fevereiro.

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

‘Moonfall’ entra em colisão com ‘Jackass Forever’ e FRACASSA nas bilheterias

Moonfall‘ finalmente estreou, mas fracassou nas bilheterias…

Disputando diretamente com ‘Jackass Forever‘, filme de desastre de Roland Emmerich (‘O Dia Depois de Amanhã’) perdeu a gravidade, arrecadando apenas US$ 10 milhões nas bilheterias norte-americanas – menos da metade que o quarto filme da franquia ‘Jackass‘ ($23.5m).

No entanto, de acordo com o Deadline, ‘Moonfall‘ pode garantir um bom retorno do mercado internacional. O site afirma que o estúdio já recuperou metade do orçamento gigantesco de US$ 146 milhões através de acordos de distribuição internacional.

Vale lembrar que os filmes do gênero desastre têm um forte desempenho internacionalmente. ‘2012‘, ‘Independence Day: O Ressurgimento‘ e ‘Tempestade: Planeta em Fúria‘ tiveram 79%, 73% e 85% de sua bilheteria TOTAL proveniente do mercado internacional, respectivamente.

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A trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

‘Flamin’ Hot’: Eva Longoria diz que filme sobre o criador do Cheetos Picante vai SURPREENDER o público

No ano passado, foi divulgado que a atriz Eva Longoria fará sua estreia diretorial com ‘Flamin Hot‘, cinebiografia inspirada na vida do criador do Cheetos Picante.

Estrelado por Jesse Garcia (‘Narcos: México’) e Annie Gonzalez (‘Gentefied’), o longa vai acompanhar a história de Richard e Judy Montañez, que acabaram inventando a receita do famoso salgadinho.

Antes da reviravolta em sua vida, Richard era zelador da Frito Lay, uma divisão da Pepsico dedicada à fabricação de salgadinhos artificiais.

Apesar de parecer uma história simples, Longoria garantiu à Associated Press que o longa vai surpreender o público.

“‘Flamin’ Hot‘ está nos estágios finais, é outro longa-metragem que dirigi durante a pandemia do COVID. É uma história fantástica, um filme biográfico sobre Richard Montanez, o homem que criou o Cheetos Picante. É uma história linda e inspiradora e não é nada do que você pensa ou espera.”

Confira:

Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.

No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.

Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.

“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”

Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.

Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.

O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.

Segundo a publicação, DeVon Franklin (‘Superação: O Milagre da Fé‘) será um dos produtores do longa por meio de um acordo firmado com a Fox. O filme será conduzido pelo selo Fox Searchlight, que normalmente explora narrativas mais conceituais e cults.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.

‘Ms. Marvel’: Kamala Khan aparece com traje caseiro na nova imagem de bastidores da série; Confira!

A série ‘Ms. Marvel, que introduzirá Iman Vellani como a icônica Kamala Khan no Universo Cinemático Marvel, é uma das produções mais aguardadas do ano e, dia a dia, os fãs recebem mais detalhes de bastidores sobre a obra.

Agora, o perfil @atlanta_filming postou uma nova imagem de bastidores da iteração, dando destaque à protagonista titular, alter-ego de Kamala, em um traje de batalha caseiro.

Confira:

Lembrando que a série tem previsão de lançamento para junho ou julho de 2022, ainda sem dia confirmado.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Mohan Kapur também faz parte do elenco como Yusuf, pai de Kamala.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

Pânico | Relembre as 10 PIORES Mortes da Franquia

Pânico (2022), o quinto exemplar da franquia de terror iniciada em 1996 por Wes Craven e Kevin Williamson, está em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo causando grande comoção por parte dos fãs, e recebendo elogios da imprensa. O mais recente capítulo não conta com direção de Craven (falecido em 2015), sendo o primeiro comandado por outros cineastas, ou texto de Williamson; mas traz de volta o trio de protagonistas interpretados por Neve CampbellCourteney Cox e David Arquette, além de apresentar todo um novo elenco de nomes formados por Melissa BarreraJack Quaid e Dylan Minnette.

Para festejar este novo sucesso que é o quinto Pânico, abrindo com chave de ouro a temporada de lançamentos de 2022, resolvemos criar uma nova matéria focada na franquia de terror. Aqui iremos apontar as mortes mais fracas, desnecessárias ou que não causaram o impacto planejado nos quatro primeiros filmes da franquia – para ainda não darmos spoilers sobre quem morre e quem fica vivo no quinto filme. O que isso significa? Dizem que um filme de terror só causa efeito verdadeiramente quando nos importamos com os personagens e se conseguem sobreviver ou não ao desfecho do longa. E Pânico faz isso muito bem, criando personagens identificáveis que torcemos para sobreviver. Porém, conforme as continuações precisaram ficar maiores, mais assustadoras e sangrentas, o número de mortes também precisou aumentar e assim ganhamos aquelas cenas que parecem apenas “preencher tabela”. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

10) Steve

Quem? Essa é a pergunta que você deve estar se fazendo agora. Mas saiba você, querido leitor, que o personagem Steve, interpretado pelo ator Kevin Patrick Walls é importantíssimo para a franquia Pânico, já que ele foi oficialmente a primeira morte a acontecer no filme original de 1996. Steve é o namorado de Casey Becker, papel de Drew Barrymore – creditada por todos como a primeira vítima do psicopata Ghostface. Casey é a primeira vítima famosa, graças à sua intérprete. Mas antes de morrer, enquanto participava do jogo sádico do assassino, a pobre moça precisa encarar o fato de que seu namorado está amarrado no jardim da casa, e saber que foi sua resposta errada sobre filmes de terror o que causou a morte dele, cujas entranhas foram colocadas para fora pelo maníaco. É um momento de grande tensão, e se você se pergunta agora porque esta morte está entre as piores, é somente por uma questão de lógica e construção de cena, pois não vemos o psicopata de fato o matando, mesmo que fosse impossível perder essa – ainda mais do ponto de vista da jovem.

09) Diretor Himbry

O diretor do colégio em que Sidney e os demais personagens adolescentes do Pânico original estudam é interpretado por um verdadeiro veterano. Henry Winkler ficou imortalizado na TV norte-americana por interpretar o personagem Arthur ‘Fonzie’ Fonzarelli, ainda em meados da década de 1970. O personagem foi um verdadeiro ícone da cultura pop, com sua jaqueta de couro, brilhantina no cabelo e jeito bem descolado. De fato, pode ter sido uma homenagem, mas seu personagem em Pânico também compartilha o mesmo primeiro nome, Arthur. Ao contrário do descolado da TV, Winkler interpreta um diretor linha dura, e sua participação especial é marcante, já que o sujeito é visto “descascando” em cima de dois engraçadinhos que se vestiram de Ghostface no colégio. Muitos apontam inclusive que sua reação foi exagerada e que jamais seria aceita nos padrões de hoje. O curioso é que Himbry não morreria originalmente, e sua cena de morte foi encomendada pelo produtor do filme, Harvey Weinstein, já que o longa estava com muito tempo entre mortes. Assim, para “animar” as coisas, Himbry se torna vítima do Ghostface, por mais sem sentido que isso possa parecer.

08) Hallie

No segundo filme, como dizem as regras das sequências, “tudo precisa ser maior”. Assim, seguindo a cartilha, temos mais mortes em Pânico 2, mais sustos e mais ação. Temos também mais personagens negros no segundo filme – já que no original contávamos com um total de zero mesmo. Talvez os produtores tenham ouvido a reclamação dos fãs já naquela época, em meados dos anos 90. Pena que quase todos os atores negros adicionados na trama, aparecem somente para ser descartados. O único que consegue sobreviver é o novo cameraman de Gale, Joel (Duane Martin), e isso porque o sujeito se manda quando os corpos começam a aparecer. Seja como for, esse é o destino cruel de Hallie, a nova melhor amiga de Sidney no filme, que é interpretada pela atriz negra Elise Neal. Muitos podem não saber, mas originalmente Hallie seria uma das assassinas de Pânico 2. O roteiro foi mudado e ela se tornou apenas “a melhor amiga”. Seria legal se Sidney tivesse uma BFF que sobrevivesse para variar e poderia ter sido Hallie. O pior de sua morte é saber que foi basicamente Sidney quem a causou, já que a moça queria ir embora e a protagonista decidiu voltar para o infame “descobrir a identidade do assassino”. Nunca dá certo.

07) Phil Stevens

Uma das sacadas por trás de Pânico 2 é que os assassinos agora estariam “copiando” as mortes do original, e para isso eles escolhiam suas vítimas de acordo com nomes iguais às do primeiro longa. Ou seja, as primeiras três vítimas (o casal no cinema e a personagem de Sarah Michelle Gellar) compartilhavam os nomes com Maureen (a mãe de Sidney), Casey e Steve – o casal que morre na abertura do primeiro Pânico. Tudo bem, o personagem de Omar Epps não se chama exatamente Steve, mas isso é mencionado pela investigação no filme – como sendo um nome próximo ao seu sobrenome. Enquanto a morte de sua namorada Maureen (Jada Pinkett Smith) foi uma das mais épicas e assustadoras da franquia – e que serviu para dar o tom no segundo filme -, a de Phil ocorreu no banheiro masculino e foi causada unicamente por sua curiosidade de colocar o ouvido para escutar o que estava acontecendo na cabine ao lado. É confiar demais na curiosidade alheia. Não bastasse, Ghostface ainda pega a jaqueta do sujeito para se “disfarçar” dele. A cena virou até sátira na comédia Todo Mundo em Pânico (2000).

06) Randy

A morte de Randy é boa e ruim ao mesmo tempo. É triste e impactante por ser um dos personagens mais queridos da franquia, e um que imaginávamos que não morreria tão cedo, justamente por conhecer a fundo todas as regras de filmes de terror. A proposta sem dúvida foi demonstrar que a partir deste as apostas aumentavam e todo mundo poderia morrer. Uma decisão que até mesmo os criadores Wes Craven e Kevin Williamson se arrependeriam depois. No lado negativo, enquanto brinca com alguns dos melhores e mais engraçados diálogos do filme, respondendo perguntas sobre filmes “assustadores” para o assassino – como Showgirls, que havia sido lançado dois anos antes -, Randy (Jamie Kennedy) é puxado para dentro da van de reportagem de Gale sem cerimônia em plena luz do dia. A cena pretendia mostrar também que nenhum lugar estava seguro, como por exemplo, um campus de universidade repleto de estudantes durante o dia. Soa exagerado e parece fazer homenagem ao slasher trash Massacre (Slumber Party Massacre, 1982) – que está sendo refilmado neste momento. Para piorar o tom quase de paródia, enquanto a van balança com o assassinato, um trio de adolescentes passa dançando rap – o ato é tão coordenado que parece que o trio é cumplice do assassino.

05) Kate

A tia de Sidney e mãe de Jill, Kate é interpretada pela veterana duas vezes indicada ao Oscar Mary McDonnell, cujo trabalho mais famoso é Dança com Lobos (1990). Sua participação não é das maiores no filme, e em algum momento podemos até pensar que Kate será esquecida pelo roteiro, como tantos personagens, e conseguirá escapar com vida do novo massacre. Porém, precisando de uma contagem de corpos maior, o quarto Pânico resolve não poupar ninguém, nem mesmo uma senhora de 60 anos. O curioso é a forma que os realizadores escolhem para “dar cabo” da personagem. Aparentemente, Kate e Sidney conseguem fugir do assassino, e Kate bloqueia a porta enquanto a sobrinha pede ajuda. Porém, as duas não contavam com “a astúcia” do psicopata, ou melhor, com o buraco para a entrada de cartas na porta. É por ali que Ghostface dá uma facada bem na nuca da mulher. Um momento verdadeiramente “sorvete na testa”. Pior é pensar que essa morte pode ter sido cometida pela própria filha da personagem.

04) Rebecca

Outra que figurou em Pânico 4, a atriz Alison Brie viveu Rebecca, a agente da carreira de Sidney, que neste episódio havia se tornado escritora. Rebecca é uma personagem não muito marcante, e meio que faz as vezes de Gale no primeiro filme, ou seja, é uma jovem mulher altamente ambiciosa, que se importa mais com números e menos com pessoas. Justamente por isso ganha um chega pra lá da verdadeira Gale, e não marca presença por muito tempo no enredo – fazendo muitos fãs da franquia não lembrarem muito bem dela. Rebecca parece ser mais uma destas vítimas que não adicionam muito, e estão lá só para aumentar os números. Ela é perseguida num estacionamento vazio, e recebe uma facada na barriga. O mais legal de sua morte é a “grande entrada” que realiza ao ser arremessada já morta do alto de um prédio, direto em um carro na frente de todo mundo para não deixar dúvida de que Ghostface estava de volta.

03) Tom Prinze

A melhor coisa de Pânico 3 é a sátira e a crítica que faz ao sistemão de Hollywood e dos grandes estúdios. O terceiro filme, por exemplo, fala sobre o “famoso teste do sofá”, que sempre existiu desde que o entretenimento surgiu, mas recentemente foi exposto com o movimento #metoo. Assim, personagens do filme, a maioria atores dentro do universo dos filmes “A Punhalada”, receberam nomes de atores reais, em ascensão ou que faziam sucesso na época. Angelina Jolie, por exemplo, é uma que ganhou referência dupla, nas personagens Jennifer Jolie e Angelina Tyler. Quem ganhou “homenagem” também foi Freddie Prinze Jr., veterano de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Sua esposa na vida real, Sarah Michelle Gellar, foi uma das vítimas de Pânico 2, e o ator viu seu nome emprestado para Tom Prinze, papel de Matt Keeslar, um dos atores temperamentais e egocêntricos do longa. O destino do sujeito, no entanto, não é dos melhores, já que ele, assim como o personagem de Omar Epps, se deixou levar pela curiosidade e terminou explodido por um vazamento de gás ao ligar seu isqueiro. Isso que é morte mal cheirosa.

02) Steven Stone

Ainda no terceiro e mais fraco episódio da franquia Pânico, chegamos agora a um dos personagens que não é um ator no filme. Steven Stone, papel do grandalhão Patrick Warburton, é um dos melhores personagens do filme, que faz uma boa dupla e exibe química eficiente com sua contraparte, a personagem de Parker Posey, Jennifer Jolie. O sujeito é o guarda-costas pessoal da atriz, e a mima realizando todas as suas vontades, como pegá-la no colo quando ela está se sentindo triste. Entre ele e Dewey surge uma rivalidade, já que o ex-policial está namorando a atriz, que não por coincidência interpreta a ex de Dewey, Gale, no filme dentro do filme. Confuso demais? É a metalinguagem de Pânico fundindo sua mente. Seja como for, Dewey e Stone brigam principalmente pela melhor maneira de proteger Jennifer. E nessa, Stone sai perdendo, já que o assassino, usando um modulador de voz que imita Dewey (uma das novidades do terceiro, logo abandonada), esfaqueia o segurança. É difícil acreditar, porém, que um segurança treinado, e possuindo aquele porte, perderia uma luta para um diretor de cinema. Para arrematar, Stone ainda recebe pancadas de… UMA PANELA na cabeça – o que só contribui para o clima cartunesco do terceiro filme.

01) Angelina

Como citado, a musa Angelina Jolie ganha sua homenagem na franquia Pânico. A atriz ainda não possuía o status de hoje, e estava para se tornar a estrela que é, dando seus passos iniciais nessa caminhada. Uma das personagens que faz referência a ela é Angelina Tyler, atriz de “A Punhalada”, interpretada por Emily Mortimer, que também viria a se tornar uma atriz famosa. O que chama atenção em relação à personagem é que ganhamos diversas pistas ao longo do filme de que Angelina estaria envolvida com os crimes. Quando sua casa explode e Dewey pergunta onde ela estava, sua ausência soa bastante estratégica, e ela logo ganha olhares desconfiados. A dúvida sobre sua honestidade fica ainda mais por um fio quando Sidney a flagra pronta para usar a roupa de Ghostface e ataca-la no banheiro. Por alguma razão, a protagonista engole suas desculpas esfarrapadas ao invés de denunciá-la. No fim, a “morte” de Angelina é uma das mais desinteressantes porque realmente parece simulada. Se você também pensou isso durante o filme, saiba que está certo. Pois os realizadores e o próprio Craven confessaram que o terceiro contaria com dois assassinos, e que um deles era de fato Angelina. A emenda deixou tudo desconjuntado.

‘O Livro de Boba Fett’: Cad Bane é o destaque no novo cartaz individual da série; Confira!

Através do Instagram, a página oficial da saga ‘Star Wars‘ divulgou um novo cartaz de ‘O livro de Boba Fett’, destacando o recém-chegado Cad Bane (Corey Burton).

Confira:

 

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Uma publicação partilhada por Star Wars (@starwars)

Para quem não o conhece, Bane foi introduzido à saga na animação ‘The Clone Wars’, e se tornou um querido personagem do público.

Recentemente, ele retornou à franquia na animação ‘The Bad Batch‘ e teve um confronto com Fennec Shand, personagem vivida por Ming-Na Wen.

Já em ‘O Livro de Boba Fett’, Bane é introduzido como um mercenário contratado pelo Sindicato Pyke para impedir a ascensão de Fett (Temuera Morrison) como o rei do submundo do crime em Tatooine.

Quem acompanha a série sabe que os Pyke criaram uma discórdia com Fett depois de tentarem usar as terras do povo da areia como rota de contrabando.

Desafiados por Fett, eles acabaram assassinando a tribo Tusken que acolheu no deserto, o que deu início à guerra pelo poder no árido planeta.

No penúltimo episódio, intitulado ‘From the Desert Comes a Stranger‘, Din Djarin (Pedro Pascal) pede a Cobb Vanth (Timothy Olyphant) que se junte a ele no exército de Fett, e Vanth nota um estranho se aproximando do deserto.

É aí que nos deparamos com Bane, que instrui Vanth a não interferir na guerra dos Pyke, oferecendo o mesmo do que Fett poderia lhe pagar.

Um dos guardas de Vanth tenta fazer um movimento contra Bane, mas ele mostra porque é considerado um grande vilão ao atirar no Xerife de Vila Livre e em seu delegado.

Como Bane é um dos caçadores de recompensas mais perigosos da história de ‘Star Wars‘, sua chegada não significa nada além de problemas para Din, Boba, Fennec e todos os outros em Tatooine.

Lembrando que o último episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘ estreia em 09 de fevereiro.

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A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Série da Amazon vai ganhar novo teaser em breve; Confira o anúncio!

Através do Instagram, a página da série ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder‘, da Amazon Prime, divulgou um breve vídeo para anunciar que a atração inspirada nos romances escritos por J.R.R. Tolkien vai ganhar um novo teaser a qualquer momento.

No vídeo, a legenda diz que a prévia será lançada quando tiver que ser lançada, uma referência à frase dita pelo mago Gandalf: “um mago nunca se atrasa ou se adianta, ele chega quando tem que chegar.”

Sendo assim, só nos aguardar pelo lançamento do teaser.

Confira o anúncio:

 

Na semana passada, a Amazon Studios revelou uma série de cartazes individuais, dando o primeiro vislumbre aos principais personagens.

Infelizmente, o material não revela quais atores ou personagens correspondem à cada imagem.

Confira:

Anteriormente, a plataforma de streaming divulgou o logotipo nacional da série.

Confira, junto com o teaser, e siga o CinePOP no YouTube:

O drama, que tem várias temporadas previstas, será lançado exclusivamente no Prime Video em mais de 240 países e territórios em vários idiomas na sexta-feira, 2 de setembro, com novos episódios disponíveis semanalmente.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Morte no Nilo’ DIVIDE a crítica e abre com apenas 65% de aprovação; Confira as análises!

No próximo dia 10, chega aos cinemas nacionais ‘Morte no Nilo‘, adaptação do romance de Agatha Christie, que dará sequência aos eventos de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’.

No Rotten Tomatoes, a produção dividiu os críticos e recebeu apenas 65% de aprovação, a partir de 34 avaliações.

Até o momento, foram 23 positivas e 11 negativas.

Entre os principais comentários, os críticos disseram que o diretor Kenneth Branagh traz uma apaixonada homenagem ao material original.

No entanto, ele também se perde em meio à narrativa e não consegue entregar o merecido suspense que o público espera de uma adaptação baseada nas obras de Christie.

Mesmo assim, a trama ainda contém boas doses de humor, tensão, brilho e reviravoltas.

Confira as principais análises:

Morte no Nilo‘ traz humor, tensão, e reviravoltas enquanto o público espera que Hercule Poirot (Kenneth Branagh) resolva os assassinatos.” – Solzy at the Movies.

“Se um espectador não soubesse nada do filme, ele poderia supor que estaria assistindo a quarta ou quinta sequência de uma franquia desgastada, não a continuação direta de um sucesso de bilheteria.” – AV Club.

“O filme é satisfatório o suficiente, embora seja mais como um entretenimento brilhante da velha guarda do que um mistério diabolicamente inteligente.” – The Hollywood Reporter.

“Seja como for, este filme traz o detetive belga Poirot como nunca o vimos antes. E, francamente, como não desejo vê-lo nunca mais.” – London Evening Standard.

“A flexibilidade de Branagh [como protagonista e diretor] podem irritar, mas você também sente o quanto ele ama e se entrega a tudo isso, o que ajuda no resultado.” – The Wrap.

“À medida que as engrenagens narrativas avançam como o barco a remo lento e constante, há uma sensação de que Branagh perdeu o ritmo e esqueceu de adicionar o humor característico das obras de Agatha Christie enquanto dirigia o filme.” – Screen International.

“Para os fãs de Christie, e da versão de Branagh de seus clássicos, Morte no Nilo‘ é algo bastante irresistível, especialmente quando filmado em 70MM e com riqueza de detalhes visuais.” – Deadline.

E aí, você está ansioso pela estreia?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa dará sequência a ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, que surpreendeu ao arrecadar US$ 350 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Além do retorno de Branagh como o detetive Poirot, Tom Bateman volta como Bouc.

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Gal GadotArmie Hammer, Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

‘Doze É Demais’: Conheça a GIGANTESCA e LOUCA família no 1ª trailer do reboot; Confira!

A Walt Disney Studios divulgou o primeiro trailer oficial do reboot de Doze é Demais‘, que tem estreia marcada para 18 de março na Disney+.

Na nova versão, Gabrielle Union (‘Bad Boys’) e Zach Braff (‘Scrubs‘) são os pais de uma família multirracial reinventando os elementos dos filmes anteriores pelos quais o público se apaixonou.

Supervisionada pelo Disney+, a produção é escrita e produzida por Kenya Barris, a mente por trás do adorado show Black-ish 

Confira o trailer:

O último reboot de ‘Doze é Demais‘ estreou em 2003 e apresentava a louca rotina do casal Baker e seus 12 filhos de diversas idades, que vivem aventuras, dramas e disputas pela atenção dos pais, que tentam não enlouquecer no comando da família.

Falando nisso, os membros do elenco decidiram recriar algumas das cenas mais marcantes da comédia e o resultado ficou incrível.

A ideia surgiu através de uma campanha para incentivar os fãs a doar qualquer quantia para ajudar instituições de caridade a continuar alimentando famílias carentes.

O vídeo foi publicado no Twitter de Bonnie Hunt, intérprete de Kate, a mãe da grandiosa família.

Confira:

“Surpresa! Da família Baker para a sua. Estamos todos juntos nessa causa. Ajude a alimentar as famílias necessitadas.”

Entre os comentários, diversos fãs elogiaram a iniciativa e agradeceram aos astros pelo momento de nostalgia.

Orçado em US$ 40 milhões, o longa arrecadou US$ 190,2 milhões pelo mundo.

Apesar da trama descontraída e bem humorada, a comédia não foi bem aceita pelos críticos e registrou apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Depois de ‘Morte no Nilo’ – Conheça 5 Histórias que Podem Continuar o ‘Agathaverso’ de Kenneth Branagh nas Telonas

Morte no Nilo finalmente será lançado nos cinemas pelo mundo, incluindo no Brasil, no início de fevereiro de 2022. Isso é, se mais nada acontecer ao filme. Uma das produções mais polêmicas e problemáticas (de forma involuntária) dos últimos anos, Morte no Nilo é a mais nova adaptação em grande estilo de um texto da “rainha do suspense” Agatha Christie para o cinema, confeccionada pelas mãos do Shakespeareano Kenneth Branagh.

Esse universo interligado dos livros da autora contendo um de seus personagens mais famosos, o investigador Hercule Poirot, foi concatenado pelo cineasta Kenneth Branagh e o estúdio 20th Century Fox. E tudo começou numa produção de US$55 milhões, com grandes nomes no elenco como Michelle Pfeiffer, Judi Dench, Penélope Cruz e Daisy Ridley. Assassinato no Expresso do Oriente, o livro, foi lançado em 1934, e até então sua versão mais famosa no cinema era um filme de Sidney Lumet de 1976, com Albert Finney, Sean Connery, Ingrid Bergman e grande elenco. Na versão de Branagh, o próprio pega para si o protagonismo na pele de Poirot. O primeiro entrave, porém, do filme lançado em 2017 foi na figura polêmica de Johnny Depp – já na época começando seus problemas no casamento – num dos papeis chave do filme. A sensação estranha de termos o ator foi igualada por críticas mornas e uma bilheteria “apenas” satisfatória. O sinal verde estava dado, no entanto, para que Branagh fosse em frente com seu “Agathaverso”.

O passo seguinte do criador era escolher qual seria a próxima aventura de Poirot. A opção foi por Morte no Nilo, o décimo oitavo livro de Christie contendo o personagem – que na visão de Branagh iria continuar o décimo livro do detetive (Assassinato no Expresso do Oriente). O livro, lançado em 1937, igualmente já havia sido adaptado ao cinema, dessa vez por John Guillermin em 1978, dois anos depois do filme de Lumet – ambos distribuídos pela Paramount nos EUA. Nesta primeira versão de Morte no Nilo, figuras ilustres como Bette Davis, David Niven, Maggie Smith e Angela Lansburry desfilavam em tela. A principal mudança, no entanto, foi Albert Finney substituído por Peter Ustinov, que viria a ficar conhecido como a face de Poirot no cinema.

Uma série de “tropeços” adiaram a estreia da tão aguardada nova versão de Morte no Nilo. O primeiro obstáculo (e mais óbvio) foi a pandemia – que adiou grande parte dos filmes que seriam lançados em 2020 para 2021. Antes disso, a Disney havia comprado a 20th Century Fox, o que deixou incerto o destino de muitos filmes. No fim das contas, todos vem sendo lançados com o novo selo do “20th Century Studios”. Mas a principal controvérsia envolvendo Morte no Nilo, que novamente conta com um elenco deslumbrante, envolve justamente um de seus membros. O jovem Armie Hammer, um dos atores protagonistas do longa, foi o centro de um escândalo envolvendo abuso sexual, comportamento predatório e até mesmo canibalismo. É disso que o acusam algumas vítimas. O ator, que era casado, viu sua vida profissional aos poucos ruir, o que resultou no desligamento de alguns projetos e afastamento dos holofotes. Para piorar, um tempo depois outro membro do elenco começou a vazar na mídia seu comportamento errático. Letitia Wright, a Shuri do blockbuster Pantera Negra se mostrou uma negacionista anti-vacina. Quem diria que uma heroína das telas se mostraria uma vilã em tão pouco tempo.

Dessa forma, o novo filme de Kenneth Branagh parecia amaldiçoado, sem que talvez pudesse ver as telonas algum dia. Mas eis que surge a luz no fim do túnel com a promessa de lançamento em fevereiro. A trama em partes lembra a estrutura de Assassinato no Expresso do Oriente. Temos um grupo diverso de pessoas, de diferentes etnias e classes sociais, a bordo de um transporte por um local exótico do mundo. No filme anterior, era um trem em Istambul. Aqui, um barco a vapor cruzando o rio Nilo, no Egito. Em ambos um passageiro misterioso, que guarda inúmeros segredos, é assassinado. Todos são suspeitos. E apenas Hercule Poirot poderá desvendar o crime.

Pensando em como Kenneth Branagh poderia continuar seu planejado Agathaverso no cinema, resolvemos dar nossos palpites sobre o eventual terceiro filme desta franquia, reformulada pela Fox e agora nas mãos da Disney. A casa do Mickey não costuma jogar para perder e adora fazer suas propriedades gerarem dinheiro. Mas a continuidade deste universo dependerá muito da recepção e resultado de Morte no Nilo. O qual estamos torcendo para dar certo e assim podermos ver mais investigações do Poirot-Branagh. É claro também que os realizadores podem escolher outro livro como base, um que ainda não tenha sido adaptado às telas, afinal são 47 ao todo contando as aventuras do detetive. Aqui, porém, iremos abordar os que merecem novas roupagens, assim como o cineasta vem fazendo.

Assassinato num Dia de Sol

Intitulado originalmente Evil Under the Sun (algo como “o mal debaixo do sol”), este é outro dos livros de Agatha Christie protagonizado por Poirot que já se tornou um filme para o cinema. Dirigido por Guy Hamilton (007 Contra Goldfinger), o longa foi lançado em 1982 e este ano completa 40 anos de sua estreia. Esse é também o segundo filme em que Poirot foi interpretado por Peter Ustinov, construindo assim sua própria continuidade nas telonas. Na trama passada numa ilha paradisíaca, em um hotel no Mediterrâneo, Arlena Marshall (papel de Diana Rigg) é uma figura polêmica, que logo se torna alvo do ódio de todos ao redor. Seja por se recusar a fazer um show, impedir o lançamento de um livro ou por seu caso nem um pouco escondido com Patrick, um sujeito casado, bem debaixo do nariz da esposa. É claro que a moça logo aparece morta, e cabe a Poirot investigar quem foi o culpado do ato neste local paradisíaco. Além do assassinato, o caso envolve também joias falsificadas.

Treze à Mesa

Aqui temos uma produção lançada três anos depois de Assassinato num Dia de Sol, que conta novamente com a presença de Peter Ustinov na pele de Poirot, marcando assim o terceiro filme consecutivo do ator no papel. Diferentemente dos dois anteriores, no entanto, a estreia de Treze à Mesa (ou Thirteen at Dinner) ocorreu não nos cinemas, mas sim diretamente no canal de TV norte-americano CBS. Na trama, uma atriz é acusada de matar o próprio marido. A principal suspeita deste novo mistério é interpretada pela vencedora do Oscar Faye Dunaway (Chinatown), o principal nome de destaque no elenco. Uma curiosidade aqui é que temos o nome de David Suchet no elenco, ator que assim como Ustinov igualmente ficaria conhecido como um dos intérpretes de Poirot mais lembrados pelo público. No caso de Suchet, o ator viveu Poirot numa série de TV iniciada em 1989.

A Extravagância do Morto

Logo no ano seguinte de Treze à Mesa, em 1986, um novo filme protagonizado pelo Poirot de Peter Ustinov chegava novamente à rede CBS, com produção da Warner Bros. Television. Lançado em janeiro e com o título original Dead Man’s Folly, essa é uma das tramas mais curiosas e originais de uma das aventuras do detetive. Aqui, a história se desenrola num “Murder Hunt”, um jogo que simula um mistério de assassinato, do qual o detetive Hercule Poirot foi chamado para servir de consultor. Porém, o pior acontece, e sim você acertou, durante a “brincadeira” alguém é morto de verdade, tornando assim tudo bem real.

Tragédia em Três Atos

No mesmo ano do item acima, um segundo filme protagonizado pelo Poirot de Ustinov ia ao ar pela mesma CBS em parceria com a Warner, apenas oito meses após a estreia de A Extravagância do Morto. Dava para ver que o canal estava apostando verdadeiramente em seu Agathaverso nas telinhas. Ou seria Poirot-verso? Dessa vez, o grande detetive belga é convidado por um amigo para ir até o México, em Acapulco. Mas esse não é um episódio de Chaves, e assim, durante um jantar com os novos amigos, o detetive precisa entrar em ação quando alguns convidados começar a cair mortos, envenenados. O nome mais conhecido deste elenco, além de Ustinov, é o de Tony Curtis, que interpreta no longa um famoso ator e um dos convidados.

Encontro Marcado com a Morte

Após três filmes nas telonas (sendo dois com Peter Ustinov) e três lançados na TV na década de 1980, parecia que o destino do grande Hercule Poirot seria mesmo as telinhas. Eis que surge este Encontro Marcado com a Morte (Appointment with Death), o retorno triunfal do Poirot de Ustinov nas telonas. Ou quase. Explico. Sim, Poirot voltava aos cinemas em 1988 – porém, como nem tudo são flores, seu resgate ocorria pelas mãos da produtora picareta Cannon Films, especializada em filmes de ação. Aposto que você não sabia dessa. Mas a Cannon Films, dos israelenses Yoram Globus e Menahem Golan, levou o classudo detetive Hercule Poirot, de Agatha Christie, aos cinemas. Tinha que ser na década de 1980. Na trama, uma matriarca dominadora termina morta em uma viagem de férias em Jerusalém, no Mar Morto. No elenco, um dos chamarizes é a presença de Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia de Star Wars.

‘Homem-Aranha 3’ está prestes a ULTRAPASSAR a bilheteria interna de ‘Avatar’

Atualmente com US$ 1,7 bilhão nas bilheterias mundiais, ‘Homem-Aranha Sem Volta Para Casa‘ está bem longe de se igualar ao recorde de ‘Avatar‘, que registra US$ 2,743 bilhões pelo mundo.

No entanto, a sequência do Cabeça de Teia está prestes a ultrapassar o longa de James Cameron nas bilheterias domésticas, nos EUA e no Canadá.

Até o momento, o novo filme do herói conta com US$ 748,9 milhões na região, enquanto ‘Avatar‘ tem US$ 749,7 milhões, uma diferença de apenas US$ 800.000.

Caso o filme atinja a marca, vai ocupar o 3º lugar entre as bilheterias domésticas na América do Norte, ficando atrás de ‘Star Wars: O Despertar da Força (US$ 936,6 milhões) e ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 858,3 milhões).

Considerando que ‘Homem-Aranha 3‘ está em exibição há quase dois meses, o crescimento de sua bilheteria só mostra que o filme ainda tem força de garantir mais alguns milhões até seu encerramento nas telonas.

E aí, você está na torcida por essa ultrapassagem?

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Artigo | ‘Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’: Tim Burton e seu Grand Guignol cinematográfico

Em meados da década de 1840, o conto ‘The String of Pearls’ apresentou ao mundo um dos personagens mais bizarros e mais aterrorizantes dos últimos tempos: Sweeney Todd, um barbeiro insano e problemático que, em conluio com uma simples dona de loja de tortas, assassinaram inúmeros nomes da alta sociedade para ao mesmo tempo saciar um desejo de vingança há muito cultivado e assar pequenas “delícias” de carne para vender à comunidade londrina – e pior: tornar-se um sucesso imenso por seu sabor inigualável. E é claro que uma história tão macabra quanto essa chamaria a atenção de inúmeros artistas, principalmente dos dramaturgos Hugh Wheeler e Stephen Sondheim, que levaram tal narrativa para os palcos e conseguiram trazer elementos cômicos, trágicos e líricos para um escopo essencialmente mórbido.

Coloque todos esses elementos um ao lado do outro e pense em um nome que poderia readaptar mais uma vez tal conto, mas dessa vez para os cinemas. Talvez não houvesse nome mais qualificado que o de Tim Burton para fornecer uma perspectiva única e uma rendição memorável para tal peça, ainda que seu histórico fílmico tenha sido marcado por altos e baixos. O grande problema seria saber como mesclar a comédia e o drama de forma a não transformar o longa em um produto trash ou algo caricato demais para ser levado a sério, visto que o pano de fundo traz um desejo quase animalesco por resgatar o que outrora foi perdido e pagar na mesma moeda uma vida desvendada por traumas e dores.

Johnny Depp e Helena Bonham Carter, como já é de se esperar para um filme do cineasta, se reuniram mais uma vez para uma incrível e satisfatória combinação na releitura cinematográfica de ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’. Depp encarna o personagem-título, outrora conhecido como Benjamin Barker e que, após ser vítima de uma condenação sem acusações ou sem qualquer senso de justiça, passa quinze anos cumprindo sua pena e então retorna para sua cidade-natal nutrido por um crescente ódio. Após chegar ao porto da cinzenta metrópole, tomada por uma densa e misteriosa névoa que espalha por todas as suas ruas, ele percebe que não tem nenhuma possa e definitivamente nada a perder – e é através de seu vago perambular que ele conhece a Sra. Lovett, uma “empresária” sem qualquer sucesso que tenta sobreviver dia após o outro.

Os dois personagens mantêm um nível de semelhança e diferença quase intrínseca a suas personalidades: ainda que opostas, suas ambições são parecidas se pensarmos que eles desejam alcançar um sucesso naquilo que fazem de melhor à medida em que se vingam de um sistema injusto que os coloca às margens da sociedade. Suas construções cênicas são pautados em uma mescla monocromática entre preto e branco, incluindo as faces muito esbranquiçadas e os olhos fundos, ressaltados por uma maquiagem mórbida e que funciona por todo o longa-metragem; mesmo assim, as rudes vestimentas ainda buscam um pouco de brilho ao serem adornadas com alguns tons avermelhados que são chamativos e propositalmente chamam a atenção para uma possível mudança de status quo.

Lovett enxerga uma imensa poesia na vingança desmedida de Todd, e utiliza isso para começar a idolatrá-lo mais para benefício próprio que de forma altruísta. Ela compreende sua necessidade de não ficar parado após anos de impotência e cárcere, e tais chamas diabólicas reacendem ainda mais quanto ela lhe conta que sua ex-esposa Lucy (Laura Michelle Kelly) ficou louca e faleceu, enquanto sua filha Johanna (Jayne Wisener) tornou-se a protegida do mesmo homem responsável por prendê-lo, o Juiz Turpin (encarnado por uma envolvente e dilacerante performance do veterano Alan Rickman). Mas para isso, precisa desenvolver um plano sólido e não agir apenas por impulso – e é justamente aí que ambas as figuras conseguem se complementar.

Burton consegue capturar toda a essência do conto e transformá-lo em uma releitura memorável e aplaudível, principalmente por optar por sequências fílmicas muito fluidas e que se complementam com o constante progresso de Londres. Além disso, afastando-se da estética do “teatro filmado”, ele não se restringe apenas às concepções formulaicas como campo-contracampo, mas ousa com sua habilidade ao criar enquadramentos não muito convencionais para tal história. Podemos traçar alguns paralelos com suas obras anteriores, incluindo ‘Ed Wood’, mas aqui tudo se finca incontestavelmente à mesma identidade das obras apresentadas no Grand Gouignol, lendário palco de apresentações reconhecido por trazer ao público um naturalismo exacerbado. Logo, é natual que vejamos construções quase escatológicas, permeadas por uma quantidade assustadora de sangue, tripas e miolos.

Como toda boa obra, temos o escape cômico bem estruturado e que se apresenta de praxe no início do segundo ato. Adolfo Pirelli (Sacha Baron Cohen) é o típico canastrão e enganador que utiliza de falta de esperança da comunidade inglesa para prometer-lhes milagres – no caso a cura para a calvície dos homens, além de trabalhar como um barbeiro tão habilidoso que foi chamado para trabalhar com o próprio Papa. Cabe, pois, a Todd desmascarar esse ardiloso ladrão em uma “batalha” muito bem coreografada e que tem um desfecho hilário e inesperado – o que leva o circense homem a visitá-lo com segundas intenções e desencadear um plano que não seria notado por ninguém. Após um ataque de violência inusitado, Todd acaba assassinando-o e Lovett tem a brilhante e horrenda de ideia de reaproveitá-lo em suas tortas de carne – afinal, a crise deve ser enfrentada de algum jeito, certo? O preço da carne cresce exponencialmente, e ela precisa manter os negócios funcionando de algum jeito.

Apesar do tenso e perigoso ambiente, esse longa-metragem configura-se como um incrível musical. John Logan (que ganharia ainda mais fama com sua rendição ao terror com a série ‘Penny Dreadful’) fica responsável pela adaptação da peça e mesmo que não traga todas as incríveis músicas, entrega-se de corpo e alma para relê-las dentro de um escopo satisfatório. Desde as suaves baladas como “Johanna” e “Nothing’s Gonna Hurt You”, passando pelo iconoclasta “There’s No Place Like London” e encontrando seu ápice com uma das canções mais memoráveis do filme, intitulada “A Little Priest”, é incrível notar como o roteirista consegue criar pequenos núcleos cênicos que funcionam dentro de suas próprias completudes tanto de modo isolado quanto justapostos; em outras palavras, os blocos sequenciados buscam uma maestria inenarrável e que, em grande parte, encontram aproveitamento máximo.

Um dos arquétipos explorados por Burton e Logan – e que talvez funcione um pouco melhor na adaptação que na peça – é o da inocência: a ingenuidade pueril de Toby (Ed Sanders) colabora para que o público entre em um estado catártico ainda mais profundo, principalmente se levarmos em conta o seu desfecho. O garoto é adotado por Todd e Lovett, tornando-se uma espécie de filho e ajudante para a confeiteira, além de nutrir um carinho muito grande por sua protetora. Tal reciprocidade é posta em xeque quando ela percebe que o rapaz é mais esperto do que aparenta e, eventualmente, se tornará uma ameaça para seu plano.

‘Sweeney Todd’ não é uma simples narrativa presunçosa que busca o nada dentro de lugar nenhum; mesmo que se configure como uma história literalmente visceral e que preza pela manifestação imagética exacerbada, seja nos enquadramentos em planos detalhe que mostram claramente o momento dos homicídios, seja nas escolhas da paleta de cores, incluindo um vívido contraste entre cores neutras e a vermelhidão do sangue que praticamente toma conta do cenário.

Esta talvez seja uma das melhores obras de Burton e uma das poucas que realmente demonstra um pouco de versatilidade sem obrigá-lo a abandonar suas afeições. Sua perspectiva não se mostra afetada ou carregada de artificialidade, mas move-se de forma muito fluida e entrega-se para uma nova vertente a ser explorada muito mais do que aparenta.

Curiosidades | ‘Sweeney Todd’, aclamado musical de Tim Burton, faz 15 anos em 2022!

Enquanto a carreira de Tim Burton tem altos e baixos, o musical slasher ‘Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’ é uma de seus produções mais memoráveis e aclamadas.

Lançada em 2007, a narrativa é adaptada da peça homônima assinada por Stephen SondheimHugh Wheeler, que inclusive conquistou inúmeros Tony Awards após sua estreia, e reconta a história melodramática do personagem titular, um barbeiro inglês e serial killer que assassina seus clientes com uma lâmina afiada, com a ajuda de uma padeira que transforma os corpos das vítimas em tortas de carne.

Estrelado por nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterAlan RickmanTimothy SpallSacha Baron Cohen e muitos outros, o longa foi ovacionado pela crítica especializada por seus elementos fantásticos, as performances do elenco, os números musicais e a fidelidade à obra original, conquistando três indicações ao Oscar (levando o prêmio de Melhor Direção de Arte) e duas estatuetas do Globo de Ouro (Melhor Filme – Musical ou ComédiaMelhor Ator para Depp).

Em 2022, a produção completa quinze anos de existência – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco. Pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Sondheim, conhecido por ser extremamente protetor em relação a seus trabalhos teatrais, resistiu a inúmeras ofertas de adaptar o musical. Quando Burton expressou interesse, Sondheim ficou feliz com a visão artística do diretor para o projeto – e aceitou a releitura para os cinemas com a condição de que aprovasse o elenco. Burton só dirigiria caso Depp fosse escalado como o protagonista e, apesar de apreensivo quanto aos vocais do ator, Sondheim aceitou. Para aprovar a escalação de Carter e combater quaisquer rumores de nepotismo (visto que ela e Burton estavam casados à época), ela enviou a Sondheim nada menos que doze fitas de audição de suas habilidades vocais.
  • Em seu livro autobiográfico, ‘Finishing the Hat’, Sondheim comentou que ‘Sweeney Todd’ é a única adaptação de seus trabalhos para as telonas que realmente aprova.

  • Para sua audição, Baron Cohen cantou a trilha sonora completa de ‘Um Violinista no Telhado’, de 1971, para Burton.
  • Carter, que interpretou a padeira e doceira Mrs. Lovett no longa, ensaiava suas canções enquanto cozinhava, para aperfeiçoar o ritmo rápido e sincopado das músicas.
  • Burton insistiu que o filme fosse sangrento, visto que sentia que as versões teatrais, que cortavam esse elemento, o roubavam de seu poder. Para ele, “tudo é bastante íntimo com Sweeney, então, o sangue é sua expressão emocional. É mais sobre a catarse do que a coisa literal em si”.

  • Carter estava grávida de seu segundo filho com Burton, e insistiu que, durante as filmagens, o tamanho de seu busto mudasse visualmente em virtude do crescimento dos seios.
  • Nos planos originais, o filme iria começar com a inclusão dos espíritos das vítimas de Sweeney Todd (incluindo Anthony HeadChristopher Lee), que cantariam “The Ballad of Sweeney Todd”, suas reprises e o epílogo. As músicas foram gravadas, mas descartadas do corte final, visto que Burton sentiu que eram muito teatrais para o filme.

  • Para se preparar para o papel de Adolfo Pirelli, Baron Cohen contratou seu barbeiro profissional como consultor de técnicas de barbear. Foram necessárias quase dezesseis horas para que ele aprendesse a manejar uma lâmina.
  • No final da música “A Little Priest”, Sweeney Todd e Mrs. Lovett fazem a mesma pose do material promocional utilizado pela produção original da Broadway.
  • Anne Hathaway foi quase elencada como Johanna no filme, mas Burton queria uma atriz completamente desconhecida para o papel e contratou Jayne Wisener.

Confira TODAS as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana de fevereiro está entre nós e a Netflix preparou uma leva caprichada de novos lançamentos, que chegam à sua grade de programação ao longo dos próximos dias.

E desta vez, os assinantes serão presenteados com o mais novo reality show brasileiro, ‘Ideias à Venda‘, bem como com a aguardada estreia da nova minissérie ‘Inventando Anna‘.

E para você não perder nada de novo que estreia em breve, separamos a agenda completa de títulos que chegam logo mais. Confira!

08/02

Casamento às Cegas: Japão (a partir de 8/02)
Neste reality romântico, solteiros japoneses loucos para casar namoram e ficam noivos sem nunca terem se visto.

Dora e a Cidade Perdida
Os pais desta jovem exploradora foram à procura de uma antiga cidade de ouro e desapareceram. Agora, Dora e seus amigos vão tentar salvá-los.

Child of Kamiari Month
Um ano depois de perder a mãe, uma menina descobre que deve atravessar o Japão para a reunião anual de deuses na terra sagrada de Izumo.

09/02

Ideias à Venda
Comandado pela apresentadora e empresária Eliana, o reality show traz, a cada episódio, quatro empreendedores do mesmo setor, que vão apresentar e tentar vender seus produtos à plateia e ao júri do programa, em busca do prêmio de R$200 mil para investimento no negócio. Luana Génot, empresária e escritora, à frente de atividades de apoio a empresas e organizações para a estruturação de ações antirracistas, é jurada fixa do reality e vai contar com um convidado especial por episódio para colocar os participantes à prova. São eles: Camila Coutinho, Luisa Mell, Leo Picon, Mariana Rios, Enzo Celulari e Carole Crema.

11/02

Inventando Anna
Empreendedora ou trapaceira? Uma jornalista investiga a forma como Anna Delvey (Julia Garner) convenceu a elite de Nova York de que era uma herdeira alemã. Criada por Shonda Rhimes, a série é baseada em fatos reais.

Toy Boy: Temporada 2
Enquanto Hugo (Jesús Mosquera) investiga o bombardeio, ele e os amigos lidam com novos adversários e desafios no trabalho.

Casamento às Cegas: Temporada 2
Chegou a vez de um novo grupo de solteiros e solteiras procurarem o amor… sem se conhecer pessoalmente. Será que eles vão sair apaixonados ou decepcionados?

Amor com Fetiche
O amor é um sofrimento gostoso para dois colegas de trabalho que vivem uma relação cheia de joguinhos, dor e prazer. Baseado em um webtoon.

Crush à Altura 2
Jodi consegue o sonhado papel de protagonista em um musical da escola, mas as pressões acabam minando sua confiança e atrapalhando seu relacionamento.

Anne+: O Filme
Sob pressão para terminar seu livro e se mudar para Montreal por causa de um relacionamento, uma jovem queer tenta descobrir o que quer da vida em Amsterdã.

‘The Thing About Pam’: Renée Zellweger está IRRECONHECÍVEL nas primeiras imagens da minissérie biográfica

Renée Zellweger está irreconhecível nas primeiras imagens oficiais da vindoura minissérie da emissora NBC, intitulada The Thing About Pam’. 

Na produção, a vencedora do Oscar interpreta Pam Hupp, uma mulher aparentemente comum que chocou os Estados Unidos ao ser condenada por dois assassinatos brutais, em meio a uma teia criminosa surpreendente. Atualmente ela cumpre prisão perpétua.

Confira as imagens:

A produção tem estreia marcada para o dia 08 de março.

Assista ao trailer:

Jessika Borsiczky (‘UnREAL‘ e ‘House of Lies‘) entra como showrunner.

Baseada em uma história real, a trama irá focar no real assassinato de Betsy Faria, pelo qual seu marido, Russ, foi condenado apesar de insistir não ter sido o autor do crime. Posteriormente, a condenação do Russ foi anulada, mas a morte da Betsy começou uma reação em cadeia que acabou expondo um esquema diabólico envolvendo Pam Hupp.

Josh DuhamelKaty MixonGlenn FleshlerGideon AdlonJudy Greer e mais também fazem parte do elenco.

Seis episódios foram encomendados para o projeto.

“As reviravoltas dessa histórias são mais estranhas do que a ficção”, afirma Susan Rovner, presidente de entretenimento da NBCUniversal, em uma declaração. “Nas mãos dessa equipe talentosa, essa série trará um ponto de vista completamente novo para uma história que já cativou milhões de espectadores.”

‘All of Us Are Dead’: Série coreana conquista marco INÉDITO na Netflix norte-americana

As séries coreanas da Netflix continuam fazendo um enorme sucesso ao redor do mundo e a mais recente ‘All of Us Are Dead‘ conquistou um marco inédito na história da Netflix norte-americana.

O drama de zumbis atingiu a 1ª posição do Top 10 diário da Netflix nos EUA, apenas sete dias depois de seu lançamento – que aconteceu em 28 de janeiro.

E embora ‘Round 6‘ tenha levado apenas quatro dias para se tornar o programa mais assistido da Netflix US, com este mais recente feito, a Coreia do Sul se torna o primeiro e único país a colocar duas séries de língua estrangeira no topo do Top 10 da gigante do streaming nos EUA.

Vale lembrar que, culturalmente, os norte-americanos não são habituados e nem educados a conferirem produções estrangeiras. Isso salienta ainda mais o poder das produções sul-coreanas, que têm conseguido romper barreiras territoriais surpreendentes, conquistando o solo americano.

E para comemorar a popularidade da produção coreana, recentemente a gigante do streaming divulgou um novo e sangrento vídeo, que revela as mortes mais chocantes da 1ª temporada.

Lembrando que o material contém vários spoilers e possui censura alta!

Confira:

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

‘Monster – Desejo Assassino’: Vencedor do Oscar com Charlize Theron estreia na HBO Max

O aclamado vencedor do Oscar, ‘Monster – Desejo Assassino‘, estrelado por Charlize Theron, já está disponível na HBO Max. A produção teve sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, a infância de Aileen Wuornos foi marcada por abuso sexual e uso de drogas. Na adolescência, ela passou a se prostituir para sobreviver. Quando se mudou para a Flórida, ela conheceu Selby Wall, com que viveu um romance intenso. Certa noite, Aileen foi agredida por um cliente e acabou matando o indivíduo. Este crime deu início a uma série de mortes, fazendo com que ela ficasse conhecida como a primeira assassina em série dos Estados Unidos.

Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha 1984) assina a direção e o roteiro do longa.

Christina Ricci, Bruce Dern, Lee Tergesen e Annie Corley completam o elenco.

Lançado em 2003, ‘Monster: Desejo Assassino‘ foi aclamado pelos críticos (81% de aprovação no Rotten Tomatoes), rendendo um Oscar de Melhor Atriz para a Charlize Theron.

Relembre o trailer:

Lembrando que a história de Aileen Wuornos ganhará um novo filme, que funcionará como uma pré-sequência do aclamado ‘Monster: Desejo Assassino‘.

Intitulado ‘American Boogeywoman‘, o longa contará com Peyton List (‘Cobra Kai‘) no papel da assassina.

A trama será ambientada em 1976, e seguirá a vida de Wuornos enquanto era jovem. O filme focará na serial killer mais notória dos EUA no período em que ela se casou com Lewis Fell, um homem mais velho que era presidente de um clube de iate, causando caos com sua nova família e a alta sociedade da Flórida.

Lydia Hearst interpretará Jennifer Fell, filha do Lewis. A personagem é parte da alta sociedade e é a herdeira da fortuna do seu pai, até que ela se torna amiga da Aileen.

O longa foi escrito e dirigido por Daniel Farrands (‘Halloween 6: A Última Vingança’).

O elenco ainda conta com Tobin Bell (‘Jogos Mortais’), Nick Vallelonga (‘Green Book: O Guia’), Swen Temmel (‘Fração de Segundos’), Meadow Williams (‘Covil de Ladrões’) e Andrew Biernat (‘Shadow’s Edge’).

Atualmente, o filme se encontra no processo de pós-produção.

‘Docinho da América’: Aclamado drama da A24 com Shia LaBeouf e Riley Keough já está disponível na HBO Max

O aclamado drama da produtora A24, ‘Docinho da América‘, estrelado por Shia LaBeouf e Riley Keough, já está disponível na HBO Max. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, Star, uma adolescente que busca viver aventuras, decide se juntar a um caixeiro viajante e cruzar o território do meio-oeste dos Estados Unidos vendendo assinaturas de revistas. No meio da viagem, ela entra em uma loucura de festas, crimes e amores junto com um grupo de desajustados.

Sasha Lane, McCaul Lombardi e Arielle Holmes completam o elenco.

Andrea Arnold assina o roteiro e a direção do longa.

Relembre o trailer:

‘Inventando Anna’: Anna Delvey não pretende assistir série da Netflix sobre suas fraudes

‘Inventando Anna’ (‘Inventing Anna’) é a mais nova produção realizada a partir da parceria entre Shonda Rhimes e a Netflix e segue como sendo uma das mais aguardadas do 1º semestre de 2022.

Mas Anna Sorokin (que atendia pelo pseudônimo Anna Delvey), golpista condenada na qual a produção é baseada, não pretende assistir a série “tão cedo assim”.

Em uma carta aberta escrita para o Insider, ela criticou sua situação como detenta e fez algumas objeções em relação à nova série da Netflix. A minissérie de nove episódios, baseada na reportagem da New York Magazine feita pela jornalista Jessica Pressler, é estrelada por Julia Garner (‘Ozark‘) como a vigarista homônima.

“Enquanto o mundo está ponderando sobre as versões de Julia Garner para o meu sotaque em ‘Inventando Anna‘, uma série da Netflix sobre mim, a verdadeiro eu continua em uma cela na prisão de Orange County, no norte do estado de Nova York, em isolamento de quarentena”.

Afirmando que ela “não infringiu nenhuma das regras de liberdade condicional do estado de Nova York ou do ICE [Imigração e Alfândega dos EUA]”, mas que “ainda não recebeu um caminho claro e justo para seguir adiante“, Sorokin explicou porque não pretende assistir a produção tão cedo:

“Não – não parece que assistirei ‘Inventando Anna‘ em tão breve. Mesmo que eu quisesse tentar fazer isso acontecer e usasse minha influência, nada sobre ver uma versão ficcional de mim mesma neste cenário de manicômio criminoso parece atraente para mim”.

Anna ainda criticou a abordagem dada à série, mostrando insatisfação pelo fato da narrativa ser contada pela perspectiva de uma jornalista e não do próprio objeto principal, que seria ela.

“Depois de quase quatro anos de produção e horas de conversas telefônicas e visitas, a série é baseada na minha história e contada pela perspectiva de uma jornalista. E embora eu esteja curiosa para ver como eles interpretaram toda a pesquisa e materiais fornecidos, não posso deixar de me sentir como uma reflexão tardia, a ironia sombria de estar confinada em uma cela em mais uma instalação correcional horrível, perdida nas entrelinhas. Mais uma vez a história está se repetindo”. 

Sorokin concluiu sua carta aberta com várias perguntas retóricas: “Serei para sempre julgada pelos meus 20 e poucos anos?“; “Ficarei presa para sempre em um passado não inteiramente de minha criação, sem ter a chance de seguir em frente?“; “Quantas fitas VHS antigas uma pessoa tem que assistir antes de ser considerada reformada?

featurette apresenta a personagem Anna Delvey (Anna Chlumsky), socialite que se tornou uma das maiores golpistas da alta sociedade de Nova York.

Lembrando que a produção será lançada na plataforma no dia 11 de fevereiro de 2022.

Confira o trailer completo:

Uma jornalista investiga o caso de Anna Delvey, a lendária herdeira que roubou os corações – e o dinheiro – da elite social de Nova Iorque.

O elenco conta com Anna Chlumsky, Julia Garner, Arian Moayed, Alexis Floyd, Anders Holm, Terry Kinney, Katie Lowes, Jeff Perry, Anna Deavere Smith e Laverne Cox.

‘And Just Like That’: Documentário sobre o revival de ‘Sex and the City’ já está disponível na HBO Max!

And Just Like That… O Documentário’, especial que leva os fãs aos bastidores do revival de Sex and the City, finalmente chegou à HBO Max.

A produção foi lançada no último dia 03 de fevereiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer abaixo:

Lembrando que a temporada completa do revival também está disponível na plataforma.

A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

A nova temporada também marca o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson), Anthony (Mario Cantone), Mr. Big (Chris Noth) e Aidan (John Corbett).

Cathy Ang (‘A Caminho da Lua’), Niall Cunningham (‘Curb Your Enthusiasm’), Alexa Swinton (‘Tempo’), Cree Cicchino (‘Mr. Iglesias’), Sarita ChoudhuryNicole Ari ParkerKaren Pittman completam o elenco.

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) faz sua introdução como Che Diaz, comediante e pessoa não-binária que apresenta um podcast e que traz Carrie como uma das convidadas regulares.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.