— Spider-Man Brasil | #SpiderManNoWayHome (@SpiderManBRA) December 24, 2021
Antes da estreia, diversos vazamentos entregaram a presença dos astros, mas nada havia sido confirmado oficialmente, e a ausência da dupla nos trailers só fez aumentarem as dúvidas.
Felizmente, a Marvele a Sony ouviram os fãs e convidaram os astros para reprisarem seus papéis no aguardado título de encerramento da trilogia estrelada porTom Holland.
Mas, como o retorno dos heróis é mostrado no filme?
Logo após a morte da tia May (Marisa Tomei), feriada por uma bomba lançada pelo Duende Verde (Willem Dafoe), Peter Parker (Tom Holland) decide ficar sozinho enquanto planeja sua vingança.
Preocupados, Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) usam o anel roubado do Doutor stranho para abreim um portal e invocarem o Homem-Aranha.
No processo, eles acabam invocando a versão de Andrew Garfield, que também atravessou as brechas do Multiverso e foi parar na realidade do MCU.
Depois de se apresentarem a explicarem a confusão, o trio tenta localizar Peter mais uma vez, mas eles acabam invocando o Peter de Tobey Maguire, trazido para a realidade do MCU assim como o Peter de Garfield e os vilões dos filmes anteriores.
Depois de um breve e divertido confronto entre os dois Aranhas, o grupo decide ir atrás do Peter de Holland no local onde ele costumava refletir na companhia de MJ.
Devastado pela morte da tia, Peter promete e vingar do Duende, mas suas versões alternativas compartilham seus sofrimentos e perdas com ele e o motivam a tentar curar o vilão de sua loucura em vez de matá-lo.
Após o sucesso da missão, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) consegue enviá-los de volta aos seus respectivos universos.
O mais legal é que a presença do trio de Aranhas conectou cada um dos filmes do herói ao longo dos 20 anos em que ele foi adaptado para as telonas.
Além das referências às mortes do tio Ben, à Mary Jane e Gwen Stacy, o longa também explicou o que aconteceu com os vilões das adaptações após os eventos dos últimos filmes, o que era uma grande curiosidade do público.
E como não poderia faltar, a sequência reproduziu até mesmo um dos memes mais famosos do Cabeça de Teia, quando as três versões apontam para si mesmas, incrédulas com a existência de outros Aranhas.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
O drama ‘O Livro de Eli‘, estrelado por Denzel Washington e Gary Oldman, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 01 de janeiro de 2022.
Na trama, 30 anos depois da guerra ter dizimado o mundo, um guerreiro solitário chamado Eli caminha por horizontes arruinados dando esperança para os que restaram. Apenas um outro homem compreende o poder de um livro que Eli carrega e está determinado a se apoderar dele. Apesar de Eli preferir a paz, ele arriscará a sua vida para proteger a sua carga preciosa, pois precisa cumprir o seu destino de ajudar a restaurar a humanidade.
A cinebiografia ‘Apresentando os Ricardos‘ (Being The Ricardos), estrelada por Nicole Kidman e Javier Bardem, já está disponível na plataforma Amazon Prime Video.
A trama acompanha Lucille Ball e Desi Arnaz, que casaram em 1940 e viram sua fama decolar após estrearem uma das mais memoráveis sitcoms americanas chamada “I Love Lucy”. Entretanto, quando tudo parecia estar indo bem, os dois são envolvidos em uma trama de acusações chocantes que ameaçam sua vida pessoal e profissional. Ao longo da semana mais tensa de gravações, o relacionamento complexo dos dois será posto à prova, enquanto algumas verdades vêm à tona.
O elenco também conta com J.K. Simmons (William Frawley), Nina Arianda (Vivian Vance), Tony Hale (Jess Oppenheimer), Alia Shawkat (Madelyn Pugh) e Jake Lacy (Bob Carroll Jr.).
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 72% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 163 reviews. Segundo o consenso geral, “o filme não consegue verdadeiramente capturar o poder de seus sujeitos, mas Kidman se diverte com os diálogos irascíveis de Aaron Sorkin“.
Na trama, viajar para o Festival do Sol era tudo o que elas mais desejavam. Mas… no meio do caminho surgem desafios de um professor rigoroso e dias de recuperação para atrapalhar toda essa aventura. Como as BFF GirlsGiulia Nassa, Laura Castro eBia Torres vão sair dessa?
As três atrizes e cantoras participaram do The Voice Kids e formaram a banda BFF Girls, que é um fenômeno nacional.
A aventura produzida pela Moove House, que conta com a parceria da Sony Music, traz no elenco as estrelas Giovanna Chaves (“Cúmplices de um Resgate”), Bela Fernandes (“O Zoo da Zu” e “As aventuras de Poliana”) e Enrico Lima (“Coração de Cowboy”).
Claire e Jaime estão de volta em uma nova cena da 6ª temporada, divulgada pela emissora Starz. A prévia foi um presente de Natal dado pelo canal aos fãs da produção.
No material em questão, o casal Fraser tem uma breve conversa, minutos antes de uma cena picante.
Assista:
Confira também a nova sequência de abertura da série e siga o CinePOP no YouTube:
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de março de 2022.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada!
Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.
LOS ANGELES, CALIFORNIA - SEPTEMBER 22: Jean-Marc Vallée attends the 71st Emmy Awards at Microsoft Theater on September 22, 2019 in Los Angeles, California. (Photo by Matt Winkelmeyer/Getty Images)
O aclamador cineasta canadense Jean-Marc Vallée, diretor responsável pela série de sucesso ‘Big Little Lies‘ e pelo aclamado indicado ao Oscar ‘Clube de Compras de Dallas‘, morreu aos 58 anos. A causa da morte ainda segue desconhecida.
Segundo informações reveladas pelo portal Deadline, a tragédia surpreendeu os amigos e familiares do diretor canadense e estão todos em “choque”. Vallée morreu em sua cabana, que fica fora de Quebec.
Em nota, Nathan Ross, produtor parceiro de Vallée em projetos como as minisséries ‘Sharp Objects‘ e ‘Big Little Lies‘, lamentou a repentina despedida do amigo e colega de trabalho, refletindo sobre a sua autenticidade e visão criativa.
“Jean-Marc representou criatividade, autenticidade e tentou fazer as coisas de forma diferente. Ele era um verdadeiro artista e um cara generoso e amoroso. Todos que trabalharam com ele não podiam deixar de ver o talento e a visão que ele possuía. Ele era um amigo, parceiro criativo e um irmão mais velho para mim. O maestro fará muita falta, mas é um conforto saber que seu belo estilo e trabalho impactante – que ele compartilhou com o mundo – vão viver”.
Com uma carreira bem prestigiada, Vallée ganhou um Emmy Award e um prêmio do Sindicato dos Diretores da América (DGA Award, em inglês) por seu excepcional trabalho em ‘Big Little Lies‘.
O cineasta ainda recebeu uma indicação ao Oscar por sua direção em ‘Clube de Compras de Dallas‘, mas não levou a estatueta. No entanto, os atores Jared Leto e Matthew McConaughey conquistaram os prêmios de Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Ator, respectivamente.
A cinebiografia ‘Neruda‘, estrelada por Gael García Bernal e Luis Gnecco, já está disponível na Netflix. O drama teve a sua estreia nesta segunda-feira (27) na grade de programação.
Na trama, quando a Guerra Fria chega ao Chile, o ex-senador comunista e escritor vencedor do Prêmio Nobel Pablo Neruda começa a ser perseguido pelo Governo de Gabriel González Videla, que decretou em 1948 a chamada Lei Maldita contra os militantes comunistas. O policial Óscar Peluchonneau (Gael Garcia Bernal) é designado para prender o poeta e sua esposa, a pintora argentina Delia del Carril.
Os dramáticos acontecimentos de sua nova vida como um fugitivo, inspiram Neruda a escrever sua coleção épica de poemas, “Canto Geral”. Enquanto isso, na Europa, a lenda do poeta perseguido cresce, e artistas como Pablo Picasso clamam pela liberdade de Neruda.
Neruda, no entanto, vê essa luta com o seu inimigo Peluchonneau como uma oportunidade de se reinventar.
O longa é dirigido pelo aclamado cineasta, Pablo Larraín, mesmo diretor de ‘Jackie‘ e do indicado ao Oscar ‘No‘. Guillermo Calderón assina a direção.
Assista ao trailer:
Mercedes Morán, Emilio Gutiérrez Caba, Diego Muñoz e Alejandro Goic completam o elenco.
O ano está acabando, mas a Netflix preparou uma leva final de lançamentos, que chegam à grade de programação ao longo da última semana de 2021.
E desta vez, os fãs de ‘Cobra Kai‘ podem comemorar, pois a aguardada quarta temporada estreia no dia 31 de dezembro. Além disso, a amada novela ‘Café com Aroma de Mulher‘ e o aclamado drama ‘AFilha Perdida‘ também chegam na mesma data, para coroar o fim do ano.
E para você não perder nada, separamos a agenda completa de lançamentos, confira!
26/12
Lulli
Larissa Manoela é uma estudante de medicina que, após tomar um choque em uma máquina de ressonância magnética, começa a ouvir os pensamentos das pessoas.
27/12
Neruda
Quando um policial chileno se compromete a encontrar e capturar o poeta esquerdista Pablo Neruda, começa uma caçada frenética que coloca seus instintos à prova.
29/12
Café com Aroma de Mulher
Este remake da novela clássica de 1994 conta a história de amor entre a apanhadora de café Gaviota e Sebastián, herdeiro da aristocracia cafeeira.
Gente Ansiosa
Um assaltante de banco fracassado se tranca em um apartamento com um corretor de imóveis, dois viciados em decoração, uma grávida, um milionário suicida e um coelho.
Cena do Crime – O Assassino da Times Square
Uma nova parte da série documental sobre crimes contemporâneos que têm relações arrepiantes com locais historicamente assombrados.
30/12
Kitz
Buscando vingança contra a garota que considera responsável pela morte do irmão, uma garçonete se infiltra no reluzente mundo das adolescentes ricas.
31/10
Cobra Kai: Temporada 4
Décadas depois da competição que mudou suas vidas, a rivalidade entre Johnny e Daniel está de volta nesta continuação da trilogia Karatê Kid.
Queer Eye: Temporada 6
O reality vencedor do Emmy volta para a sexta temporada.
Fique Comigo
Um novo mistério de Harlan Coben, que mistura muitas intrigas, dramas novelescos e segredos de arrepiar.
A Filha Perdida
As férias pacatas de uma mulher à beira-mar mudam de rumo depois que sua obsessão por uma jovem mãe hospedada nas proximidades traz à tona antigas lembranças. Com Olivia Colman.
A Diamond Films divulgou o primeiro teaser legendado da sequência ‘After – Depois da Esperança‘ (After Ever Happy), quarto e ÚLTIMO filme da franquia.
Confira:
Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.
A relação entre Tessa Young (Langford) e Hardin Scott (Fiennes-Tiffin) passou por muitas dificuldades que, no final das contas, acabaram fortalecendo sua união e seu amor. Quando a verdade sobre suas famílias é revelada, os dois descobrem que não são tão diferentes quanto pensavam. Tessa não é mais aquela garota doce e boazinha que chegou à faculdade, e Hardin não é mais o garoto cruel por quem ela se apaixonou. Ela é a única pessoa capaz de compreender e acalmar Hardin, mas o segredo que ele esconde é tão grande que a faz se afastar de absolutamente tudo. Até mesmo sua alma gêmea.
Josephine Langford eHero Fiennes Tiffin retornam. O elenco ainda conta com Louise Lombard, Kiana Madeira, Rob Estes, Carter Jenkins e Chance Perdomo.
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 24 de março.
Para quem não conhece, a trama acompanha Earnest “Earn” Marks (Glover), que vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.
Após superar a arrecadação total de ‘Viúva Negra‘ ($379.6m), ‘Eternos‘ conseguiu ultrapassar US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se o terceiro filme do MCU da Marvel a superar a marca esse ano (sem considerar ‘Venom 2‘).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 164.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 236.1 milhões.
Ao total, o filme da Marvel já arrecadou US$ 400.6 milhões mundialmente.
‘Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
Sucesso! Extremamente aclamada pelos críticos (com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes) e agradando o público, a animação ‘Encanto‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 88.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 105 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 193.3 milhões mundialmente.
Lembrando que a animação já está disponível no serviço de streaming do Disney+!
Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.
A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.
O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).
Sucesso! A sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a quarta MAIOR arrecadação do ano para uma produção hollywoodiana.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 212.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 288.5 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 501 milhões mundialmente.
Confira nossa crítica em vídeo:
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Depois de três anos de hiato, ‘Atlanta’ finalmente está retornando com novos episódios e, agora, a FX divulgou o novo teaser da 3ª temporada.
A aclamada produção, que já levou para casa cinco estatuetas do Emmy (incluindo Melhor Ator em Série de Comédia para Donald Glover), tem retorno agendado para o dia 24 de março de 2022.
Para quem não conhece, a trama acompanha Earnest “Earn” Marks (Glover), que vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.
A pandemia do corona vírus atingiu a todas as criaturas vivas do planeta. Muitos de nós perdeu parentes, amigos, conhecidos; milhares de pessoas pegaram o vírus e até hoje sofrem com as sequelas da doença; milhões não se contaminaram, entretanto, ainda sentem os impactos psicológicos, sociais e econômicos que levarão anos para se resolverem. Felizmente, a vacina deu uma dose de esperança no mundo, protegeu as pessoas e fez com que a vida conseguisse seguir em frente, mesmo que ainda com muitos cuidados. Porém, o principal motivo pelo qual a pandemia ainda não terminou após dois anos tem a ver com o negacionismo de pessoas que se recusam a se vacinar – por isso o vírus continua circulando e se modificando. Considerando que permanecemos nesse preocupante contexto mundial (e agora com uma nova variante, a ômicrom), a estreia nas salas de cinema brasileiras do filme ‘A Última Noite’ ocorre em um momento muito delicado e soa com um terrível mau gosto.
Nell (Keira Knightley) e Simon (Matthew Goode) – e seus filhos Art (Roman Griffin Davis), Thomas (Gilby Griffin Davis) e Hardy (Hardy Griffin Davis) – estão prestes a receber parentes e amigos para a aguardada noite de Natal. Porém, esta não é apenas uma reunião comum: é, na verdade, a última noite que passarão juntos, pois todos irão morrer. Entre bebidas e comidas, algumas verdades são reveladas, velhos ressentimentos vêm à tona e a certeza da morte iminente faz com que todos temam a terrível nuvem de gás tóxico que se aproxima da casa, matando a todos pelo caminho.
Com a licença do spoiler, enquanto o grupo se reúne para compartilhar uma refeição juntos momentos antes da tal onda de gás mortal atingir a todos, os personagens também discutem a decisão que tomaram, baseada nas diretrizes dadas pelo governo britânico para lidar com a situação: uma pílula suicida que as pessoas deveriam tomar para morrerem em paz, sem sentir as dores que o tal gás faz com quem o inala. Só que, dado a tal “moral da história” ao final do filme – e considerando o atual contexto em que vivemos, com tantos negacionistas se recusando a tomar a vacina e a pandemia voltando a crescer com a nova variante – é, no mínimo, insensível lançar um filme comercialmente que incentive o questionamento da ciência e aplauda aqueles que são contrários a fazer sua parte para o bem do coletivo.
Com um custo bem baixo e um elenco famosinho (que inclui o protagonista de ‘Jojo Rabbit’, que carregou seus dois irmãos de verdade para o filme), ‘A Última Noite’ é um filme problemático, tanto em seu conceito quanto em sua execução, uma vez que, para criar um clima de suspense, a diretoraCamille Griffin contextualiza sua história já às vésperas do grande acontecimento, como se o espectador soubesse do que trata a ameaça (e, até que seja dito isso, lá pela metade do filme, ficamos sem saber o porquê de tanto auê nesse encontro). Funcionaria melhor como telefilme, lançado depois que a pandemia tivesse passado. Agora, simplesmente passa a mensagem errada.
‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ passou o dia de Natal quebrando mais um recorde: alcançou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais em apenas 9 dias.
Até na sexta-feira, o filme já havia arrecadado US$ 406 milhões nos EUA e cerca de US$ 922 milhões no mundo, quebrando a marca do bilhão no dia de Natal.
O filme já conquistou o maior faturamento global de 2021 (à frente dos US$ 904 milhões do fenômeno chinês ‘The Battle at Lake Changjin‘) e o primeiro bilhão de dólares desde ‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker‘ (US$ 1,073 bilhão) em Dezembro 2019.
É o 49º filme a ultrapassar US$ 1 bilhão em todo o mundo em receitas globais não ajustadas, mas é apenas o 5º a fazê-lo sem a China.
Sem previsão de estreia na China, ele está na lista de filmes que conquistaram o bilhão sem ter sido lançado por lá, como ‘Piratas do Caribe: Baú da Morte‘ (US $ 1,066 bilhão em 2006), ‘O Cavaleiro das Trevas‘ (US $ 1,004 bilhão em 2008), ‘Alice no País das Maravilhas‘ (US $ 1,025 bilhão em 2010) e ‘Coringa‘ (US $ 1,073 bilhões em 2019).
O filme também ultrapassou ‘Jumanji – Bem-Vindo à Selva‘ (US$ 404 milhões) como a maior bilheteria da HISTÓRIA da Sony Pictures.
Assista nossa crítica do filme:
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Homem-Aranha: Sem Volta Para Casafinalmente estreou nos cinemas nacionais envolto de expectativas e rumores, e tem agradado em cheio os críticos e os espectadores.
Nessa matéria, rankeamos os nove filmes estrelados pelo cabeça de teia – incluindo a animação Homem-Aranha no Aranhaverso (2018) – e não levamos em conta a participação do personagem em Capitão América: Guerra Civil, Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato.
Confira abaixo e como sempre, comente dizendo a sua ordem de preferência.
9. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)
Quase tudo está errado aqui, inclusive o subtítulo nacional, que cismou em dar cartaz para o vilão mais esquecível da franquia. Nem tudo está perdido, no entanto, e existem sim algumas coisas legais na produção. Porém, ao contrário da primeira investida de Andrew Garfield num filme do herói, cujo maior pecado é não possuir personalidade alguma, este filme opta por algumas escolhas bem equivocadas. A pior delas é a extrema caricatura de todos os seus vilões.
Pobre Jamie Foxx, o vencedor do Oscar precisou ver seu papel reduzido a um cartoon tão bidimensional quanto os antagonistas de Batman Eternamente (1995). O que falar de Paul Giamatti e Dane DeHaan, como Rino e o Duende Verde, então. Fora isso, Felicity Jones e Shaielene Woodley nunca veriam suas Felicia Hardy (a Gata Negra) e Mary Jane Watson de fato concretizadas. Esse é o maior pecado do filme, abarrotar a produção de personagens para eventuais continuações, que nunca viriam.
Quando a Sony optou pelo reboot da franquia ao invés da continuação Homem-Aranha 4, a maioria dos fãs chiaram, reclamando que era cedo demais. Realmente, dez anos depois da comoção que foi a estreia do personagem nas telonas, ganhávamos uma refilmagem. O caso deve servir de estudo para produtores lembrarem sempre o que não fazer em suas franquias cinematográficas. Além disso, Andrew Garfield, o novo ator escolhido para o papel, apesar de bastante empenhado e apaixonado pelo personagem, era envolto num novo arco do herói, mais voltado para os novos fãs e fora do cânone.
Aqui, Peter Parker era um skatista descolado, que cometia bullying e não o sofria, e sua maior motivação era a busca pelos segredos dos pais. O diretor Marc Webb vinha do quintessencial filme sobre relacionamento 500 Dias Com Ela, e era o nome certo para o projeto. O fato, porém, não o ajudou tanto na relação de Peter com Gwen Staci (Emma Stone). Na verdade, essa reimaginação tem como calcanhar de Aquiles a qualidade extremamente esquecível, sem grandes cenas de ação, vilões marcantes ou um romance intenso como nos primeiros filmes. Tudo é muito blasé, e esse poderia ser qualquer filme, de qualquer herói.
Depois dos muito bem sucedidos primeiros filmes do herói, um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad – o homem da Marvel no cinema então – ocorreu, sobre que caminho o terceiro longa do personagem deveria seguir. Inicialmente, Raimi desejava ter o Abutre como vilão – antagonista que finalmente dá as caras no novo De Volta ao Lar. Já Arad, com a finalidade de agradar os fãs mais jovens do herói, não via a hora de encaixar Venon, inimigo popstar do Aranha, que de tanto sucesso ganhou seus spin off na forma de histórias em quadrinhos próprias.
Raimi declaradamente não é fã do personagem, e deixou isso bem claro quando precisou concretizá-lo, a contragosto, em seu filme. Sabe a síndrome de O Espetacular Homem-Aranha 2 citada acima, com muitos personagens, muitas subtramas, sem que todos ganhem a atenção devida, pois bem, não era novidade e pode-se dizer que começou aqui para o personagem. Se ao menos tivessem olhado para o companheiro da editora rival, e aprendido com os mesmos erros de Batman & Robin (1997).
Homem-Aranha 3 recai na mesma categoria, sobressaindo apenas no fato de que existem elementos satisfatórios a serem tirados da obra, como a conturbada relação entre Peter e Mary Jane, e todo o arco do vilão principal, o Homem Areia, papel do indicado ao Oscar Thomas Haden Church, assim como todas as possibilidades estéticas criadas com o personagem. O desfecho deixava a porta aberta para uma conclusão que nunca viria. Ps. Quem pode esquecer o Peter Emo e sua dança da vergonha alheia.
Homem-Aranha: Tobey Maguire. Diretor: Sam Raimi. Vilões: Homem Areia, Venom, Duende Verde. Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard, Rosemary Harris, JK Simmons, James Cromwell.
Agora a lista começa a ficar boa de verdade. Por mais que existam elementos interessantes a serem tirados dos três filmes acima, é indiscutível que eles não podem ser usados como exemplos de boas produções do gênero, ou tampouco de bons exemplares contendo o herói. Já o recente Homem-Aranha: De Volta ao Lar não sofre desse mal e inicia uma nova fase para o personagem nas telonas. O que os fãs queriam e pediam finalmente se realizou, e com uma parceria megalômana entre os estúdios da Sony e Disney/Marvel, o amigo da vizinhança finalmente pôde ser incluído no universo cinematográfico da editora, ao lado de companheiros de como o Homem de Ferro e o Capitão América.
Fora isso, o filme de Jon Watts ganha por mostrar algo diferente do já apresentado nos outros filmes, o que inclui inclusive a mudança de localidade da ação, de Manhattan para o Queens. Tom Holland exala carisma na pele do Peter Parker mais jovem até o momento e Michael Keaton, reinventado, dá peso ao vilão, como poucos no acervo do MCU. Existe também grande homenagem aos filmes adolescentes de colégio, inspirados pelo papa do gênero, John Hughes.
Com diversas atualizações para a geração atual, como um uniforme extremamente tecnológico, alunos de diversas etnias respeitando a tão sonhada representatividade e a inclusão do herói na era das mídias sociais, o novo Homem-Aranha é mais do que nunca sinal dos novos tempos. Apesar de todos esses acertos e elogios, nenhum filme do herói respeitou tanto o cânone do personagem quanto as primeiras posições da lista.
Homem-Aranha: Longe de Casa é uma experiência cinematográfica inigualável, que mistura comédia, drama e ação na medida certa e entrega um blockbuster cheio de coração que vai conquistar até o fã mais xiita. Justiça seja feita: essa sequência é infinitamente superior a Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que apresentou o herói para uma nova geração em uma aventura satisfatória, mas que não conseguiu mostrar o potencial deTom Holland. Aqui, o ator nos conquista logo nos primeiros minutos e abraça o(s) uniforme(s) do Homem-Aranha de maneira esplêndida, conquistando o posto de melhor intérprete do amigão da vizinhança.
Após um primeiro ato cheio de humor, e um segundo ato mais dramático, o ato finalmente é pura aventura e pancadaria. Arrisco a dizer que este também é o filme do herói com mais ação, já que temos diversos embates diferentes entre o aracnídeo e vários vilões, sempre nos surpreendendo com reviravoltas de cair o queixo que rendem mais e mais e mais cenas de ação. É um ritmo frenético que proporciona cenas repletas de efeitos especiais de ponta, e batalhas surpreendentes usando como pano de fundo as belíssimas locações da Europa, como Veneza, Londres, entre outras.
Inteligente, audacioso, divertido e cheio de ação, Homem-Aranha: Longe de Casacoloca a franquia nos trilhos. O final impactante abre caminhos para a franquia tomar novos rumos e entregar histórias nunca vistas antes no cinema. Você vai ficar boquiaberto com os rumos que eles tomam aqui, e ainda mais ansioso para saber o desenrolar dos eventos apresentados nos minutos finais.
Se O Espetacular Homem-Aranha e De Volta ao Lar são reflexos de seu tempo, modernizando o herói para o público de hoje, o primeiro filme do personagem no cinema veio no caminho oposto, quase voltando no tempo para a década de 1960, quando o personagem foi criado. Mesmo passado no tempo presente, no caso em 2002, o primeiro filme do Homem-Aranha, de Sam Raimi, é dono de uma enorme sensação nostálgica, como uma volta ao passado de sentimentos, comportamentos, relações humanas e tudo o que rodeia o protagonista.
É como se os anos 1960 fossem modernizados apenas em sua estética. Até na tecnologia o longa de Raimi não investe tanto. Fora isso, temos caracterizações assombrosas, soando como cópias carbono, de carne e osso, de suas contrapartes de papel, vide JK Simmons como JJ Jameson, e Rosemary Harris como a tia May. Willem Dafoe é outro que rouba a cena na pele de Norman Osborn, deixando orgulhoso outro Norman do cinema, o Bates, com sua caracterização mais intensa do que esperaríamos encontrar em um filme do gênero, ainda mais na época, ao retratar um personagem que sofre de personalidade dividida.
Embora existam algumas reclamações, mesmo que mínimas, como o tom cartunesco das cenas de ação e efeitos, temos que lembrar acima de tudo que Homem-Aranha (2002) foi o alicerce para o que temos hoje no gênero cinema de super-heróis e que sem ele, muitos veículos não existiriam.
Essa animação é genial, e o roteiro definitivamente é melhor que qualquer outro filme do aranha. Dirigido por Bob Persichetti (O Pequeno Príncipe), Peter Ramsey (A Origem dos Guardiões) e Rodney Rothman (Anjos da Lei 2), e roteiro assinado pelo próprio Rothman e Phil Lord (Uma Aventura Lego), o longa-metragem tem Miles Morales (Shameik Moore) como centro de sua história. O jovem, ao ser picado por uma aranha radioativa da Alchemax e ganhar os mesmos poderes que do Aranha original, ele começa a esbarrar com outras versões do herói de diferentes dimensões e juntos precisam enfrentar uma ameaça que pode destruir toda a realidade.
A narrativa é, sem dúvidas, uma das mais bem roteirizadas de todas as versões que já foi vista do Homem-Aranha. O filme navega entre a comédia com algumas pitadas de drama de forma coerente. Além disso, o espectador é facilmente imerso na trama parecendo que está vivendo toda a história mostrada na tela juntamente aos personagens. A jornada do herói, neste caso de Miles Morales, transmite veracidade e consegue trazer peculiaridades que transforma o longa no tipo de produção que constitui seus próprio universo.
No geral, Homem-Aranha no Aranhaverso é um longa-metragem que acerta em todos os quesitos, especialmente, no coração de todos aqueles que sempre amaram e acompanharam as histórias do Amigo da Vizinhança.
PS.: a cena pós-crédito não poderia ser melhor nem se tentassem.
Um dos filmes mais aguardados de 2021, quiçá dos últimos 30 anos, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é um dos maiores acertos recentes da Sony. Quando foi anunciado, não havia uma expectativa tão grande por conta das críticas mistas de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), mas o trabalho feito por Jon Watts e Tom Holland neste terceiro capítulo da trilogia é tão bem amarrado que vai fazer até mesmo que odiava o Peter de Holland sair dos cinemas amando o personagem.
Com esse jeitão de reboot, o terceiro filme solo da saga de Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel indica o caminho que o herói seguirá daqui para frente, já que uma nova trilogia já foi encomendada pela Sony e provavelmente acompanhará o garoto em seus primeiros anos de vida adulta, culminando em uma sonhada liderança dos Vingadores ao lado do Capitão América (Anthony Mackie). E se antes o distanciamento dos quadrinhos era uma crítica recorrente, tudo indica que o herói agora terá muito mais de suas raízes das HQs o acompanhando nas telonas.
A entrega de Tom Holland também enche os olhos, porque é nítido que ele se doou ao máximo para que esse filme pudesse ser essa obra-prima dos filmes com heróis. E conseguiu seu objetivo.
Homem-Aranha: Sem Volta para Casa quase levou o primeiro lugar, mas as qualidades e méritos da direção de Sam Raimi transformam esse clássico em poesia. A continuação orquestrada pelo cineasta entra para o hall dos filmes do gênero que sobressaíram seus predecessores e marcaram o imaginário popular, tendo sua relevância até os dias de hoje e sendo considerado um dos melhores filmes de super-herói da história. Talvez os novos filmes do aracnídeo não envelheçam tão bem quanto esse envelheceu.
No roteiro, os conflitos do personagem aumentam. Já estabelecido como o herói justiceiro mascarado, ele precisa equilibrar sua dupla personalidade e sua dupla jornada, apresentando os dilemas que sempre fizeram do personagem, único. Contas atrasadas, trabalhos devidos na faculdade, problemas românticos, tia idosa.
Outro grande embate surgia com o melhor amigo Harry (James Franco), que acusava o herói de ter matado seu pai. Todo o drama envolvendo esta situação é de primeira. O vilão, interpretado de forma entusiasmada porAlfred Molina, igualmente possuía suas questões, se afastando ao máximo de caricaturas bidimensionais, geralmente encontradas em tais produções. Se formos pensar na diferença de tais antagonistas para os filmes com Andrew Garfield, dá vontade de chorar. Não é por menos que Homem-Aranha 2 é tido como uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos.
‘King’s Man – A Origem‘, pré-sequência da aclamada franquia, chega os cinemas nacionais dia 6 de Janeiro – e as primeiras críticas já começaram a ser divulgadas.
No Rotten Tomatoes, o longa recebeu apenas 43% de aprovação com nota 4,9/10 baseada em 118 reviewsaté o momento.
Os especialistas elogiaram as interpretações do elenco, mas pontuaram o exagero confuso do roteiro.
Na trama,“quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘”.
A série foi criada por Jake Coburn e Nicholas Wootton.
A trama gira em torno de Elena Federova, uma traficante de armas internacional recentemente capturada e brilhante gênio do crime, que mesmo em cativeiro orquestra uma série de assaltos a bancos coordenados. Então há Val Turner, o agente do FBI íntegro, implacável e socialmente rejeitado, que não vai parar por nada para frustrar o plano ambicioso de Elena.
A produção irá estrear oficialmente no dia 21 de fevereiro.
Parece que a Paramount+ renovou silenciosamente a aclamada série derivada ‘1883‘, pré-sequência do aclamado drama ‘Yellowstone‘, para a 2ª temporada. De acordo com o confiável Production Weekly, o segundo ciclo já está em desenvolvimento ativo.
A notícia não é uma surpresa, considerando que a produção se tornou a produção original mais assistida da história do serviço de streaming. Os dados também levem em consideração o período em que o streaming ainda se chamava CBS All Access.
Apesar de não ter revelado os números de audiência, a Paramount+ revelou que a estreia de ‘1883‘ “mais do que dobrou” o recorde anterior.
Vale lembrar que, além de estrear no serviço de streaming, o primeiro episódio também foi lançado na Paramount Network, onde registrou 4.9 milhões de espectadores.
‘1883’ segue a família Dutton à medida que embarcam em uma jornada oeste adentro através das Grandes Planícies, em direção ao último bastião da América selvagem. É uma narrativa que reconta a expansão estadunidense e um estudo intenso de uma família que foge da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida: Montana.
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