Site Página 3883

‘The Witcher’: Henry Cavill retorna como Geralt de Rivia na nova imagem de bastidores da 2ª temporada; Confira!

Através de seu Instagram oficial, o astro Henry Cavill, que retorna como Geralt de Rivia para a 2ª temporada de The Witcher, divulgou uma nova imagem de bastidores mostrando mais detalhes da sua caracterização para os próximos episódios.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Neo, Trinity e Morpheus são destaque em comercial BOMBÁSTICO de ‘Matrix Resurrections’

Matrix Resurrections‘ teve um novo comercial de TV divulgado voltado para promover o filme no mercado Oriental.

No vídeo, Neo diz que Trinity foi quem acreditou que ele era o escolhido, e ainda traz Morpheus com suas pílulas vermelha e azul. Além disso, temos cenas bombásticas inéditas de ação, como a da moto.

Assista, confira novas fotos e siga o CinePOP no YouTube:

A duração do novo filme foi confirmada em 2 horas e 28 minutos (148 minutos) de duração.

O primeiro filme teve 2 horas e 16 minutos, seguido por ‘Matrix Reloaded‘ com 2 horas e 18 minutos e ‘Revolutions‘ com 2 horas e 9 minutos.

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer e e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

</a

‘Cabinet of Curiosities’: Rupert Grint entra para o elenco da nova série de terror de Guillermo del Toro

Segundo o DeadlineRupert Grint, conhecido por seus papéis nas obras ‘Harry Potter’‘Servant’, foi escalado para a série de terror antológica Cabinet of Curiosities, do realizador vencedor do Oscar Guillermo del Toro.

Supervisionada pela Netflix, a produção também conta com Andrew Lincoln (‘The Walking Dead’), Essie Davis (‘O Babadook’), Tim Blake Nelson (‘The Ballad of Buster Scruggs’), Ben Barnes (‘Sombra e Ossos’), Peter Weller (‘Robocop’) e Luke Roberts (‘Ransom’).

Ainda sem previsão de estreia, a atração é descrita como uma mistura de definições do terror através de uma coleção de histórias sem precedentes e definidoras de gênero destinadas a desafiar nossas noções tradicionais de terror.

Do macabro ao mágico, do gótico ao grotesco ou classicamente assustador, esses oito contos igualmente sofisticados e sinistros (incluindo duas obras originais) serão trazidos à vida por uma equipe de roteiristas e diretores escolhidos pessoalmente por del Toro.

Confira o anúncio:

Essie Davis, Andrew Lincoln e Hannah Galway estrelam um episódio escrito e dirigido por Jennifer Kent (‘The Babadook’; ‘The Nightingale’), baseado em uma história original de Guillermo del Toro.”

F. Murray Abraham, Glynn Turman e Luke Roberts aparecerão em um episódio escrito por David S. Goyer (‘Batman Begins’), baseado em um conto de Michael Shea, e dirigido por David Prior (‘O Mensageiro do Último Dia’).

Tim Blake Nelson, Elpidia Carrillo, Demetrius Grosse e Sebastian Roché estrelam um episódio escrito por Regina Corrado (‘The Strain’) e Guillermo del Toro; e dirigido por Guillermo Navarro (‘Narcos’).”

Crispin Glover e Ben Barnes estrelam um episódio escrito por Lee Patterson (‘A Colônia’), baseado em um conto de H.P. Lovecraft e dirigido por Keith Thomas (‘The Vigil’).”

Peter Weller estrela um episódio dirigido por Panos Cosmatos (‘Mandy’), que também escreve junto com Aaron Stewart-Ahn.”

Mika Watkins (‘Black Mirror’) escreve um episódio baseado em um conto de H.P. Lovecraft e dirigido por Catherine Hardwicke (‘Crepúsculo’); com elenco a ser anunciado.”

David Hewlett estrela um episódio baseado em um conto de Henry Kuttner e dirigido por Vincenzo Natali (‘Hannibal’).”

Haley Z. Boston (‘Hunters’) escreve um episódio baseado em um conto da autora de quadrinhos Emily Carroll e dirigido por Ana Lily Amirpour (‘Garota Sombria Caminha pela Noite’), com elenco a ser confirmado.”

‘Tampa Bay – À Venda’: Reality show derivado de ‘Sunset – Milha de Ouro’ ganha trailer COMPLETO; Confira!

Netflix divulgou hoje (30) o trailer completo de ‘Tampa Bay – À Venda’ (‘Selling Tampa’), série derivada do reality indicado ao Emmy ‘Sunset – Milha de Ouro’ (‘Selling Sunset’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

spin-off será ambientado na Flórida e, segundo a sinopse oficial, “a imobiliária Allure Realty tem seus olhos na dominação da Costa Leste. Essas mulheres são tão engraçadas quanto poderosas e ambiciosas, com todas elas almejando pelo topo do mundo luxuoso da venda de imóveis. Sharelle Rosado tem grandes planos para sua corretagem e não deixará ninguém ficar em seu caminho para tornar seus sonhos realidade”.

Alexis Williams, Anne-Sophie Petit, Colony Reeves, Juawana Williams, Karla Giorgio, Rena Frazier e Tennille Moore também fazem parte do time de corretoras.

‘Tampa Bay – À Venda’ tem estreia marcada para o dia 15 de dezembro.

8 Atores que foram OBRIGADOS a Fazer Filmes que NÃO Queriam

Quando assistimos a um filme e criticamos a atuação de determinado ator ou atriz, não imaginamos as condições de bastidores envolvendo as filmagens. Muitas vezes a falta de vontade do intérprete, obrigado a um papel devido ao contrato, pode prejudicar sua atuação e ser muito visível nas telas. É claro também que a maioria é extremamente profissional e desempenha um trabalho acima da média como de costume, apesar da má vontade. Nestes casos, sequer ficamos sabendo da apatia deles pelo filme. Pensando nisso, chega nossa próxima lista, usando como base uma matéria do canal Looper, que elegeu os atores forçados a papeis que odiavam. Vem conhecer.

Ben Affleck | Liga da Justiça (2017)

Ben Affleck é um ator que já conheceu bem os altos e baixos de uma carreira em Hollywood. Chegando pela porta da frente (depois de alguns trabalhos nada memoráveis como coadjuvante), Affleck levou o Oscar para casa aos 26 anos de idade, pelo roteiro de Gênio Indomável (1997). Depois disso, se tornou o ator do momento, protagonizando blockbusters como Armageddon (1998) e Pearl Harbor (2001). Mas vieram também fracassos, e em meados da década passada o então astro quase atingiu o fundo do poço com um fiasco atrás do outro, vide Contato de Risco (2003), O Pagamento (2003), Menina dos Olhos (2004) e Sobrevivendo ao Natal (2004). Foi só quando o ator passou para trás das câmeras, se tornando um diretor de mão cheia com Medo da Verdade (2007), que seu prestígio voltaria.

Affleck entregou trabalhos sólidos como diretor, vide Atração Perigosa (2010) e venceu o Oscar com Argo (2012), conseguindo inclusive melhorar as escolhas como ator. Porém, ao aceitar viver seu segundo herói de quadrinhos nas telas, depois do hoje depreciado Demolidor – O Homem Sem Medo (2003), uma nova guinada foi feita em seu currículo rumo ao declínio. Trata-se de ninguém menos que Batman, um dos maiores heróis de todos os tempos, no longa achincalhado Batman Vs. Superman (2016). O contrato de Affleck o prendia a novos filmes, mas todo o elenco estava receoso.

Com Liga da Justiça, filme no qual Affleck reprisou o papel, mas a saída de Zack Snyder e entrada de Joss Whedon durante as filmagens não agradou o ator.

Durante uma entrevista para a GQ, o astro foi questionado sobre os motivos que o fizeram abandonar o papel e sugeriu que teve uma péssima experiência depois que Zack Snyder foi afastado da produção.

“Infelizmente, a produção de ‘Liga da Justiça‘ foi marcada por uma tragédia pessoal quando a filha de Zack [Synder] faleceu. Depois disso houve uma série de barreiras, sabe? Um problema atrás do outro e isso é desanimador.”

Affleck disse que estava empolgado para dar o seu melhor em Batman vs Superman‘, e o mesmo não aconteceu em ‘Liga da Justiça‘ porque ele não se sentia motivado.

Para completar, o astro disse que essa foi a principal razão para pendurar a capa.

“Me perguntaram se eu gostaria de dirigir e estrelar um filme solo do Batman e eu até topei, mas depois de um tempo eu havia perdido o entusiasmo e a paixão por essa coisa toda… Achei que estava na hora de passar a ideia para alguém que estivesse mais compromissado. Estava claro que eu deveria seguir em frente. Mas ainda carrego ótimas lembranças, principalmente de ‘Batman vs Superman‘.”

O ator voltará a viver o personagem em ‘The Flash‘.

 

Natalie PortmanThor: O Mundo Sombrio (2013)

A atriz vencedora do Oscar mostra que faz bem ler as letras minúsculas de seus contratos. Após a vitória por Cisne Negro (2010), Portman emendou um trabalho atrás do outro, muitos lançados em 2011. Um deles foi a adaptação dos quadrinhos Thor, de Kenneth Branagh. Seja pelo resultado morno do filme junto ao público e críticos, ou pela vontade de seguir outros rumos em sua carreira e não ficar presa a uma personagem não tão interessante, a pequena atriz não queria saber da continuação nem pintada de ouro. O problema é que seu contrato dizia que ela precisava fazer o filme. Na época, diversas notícias apontaram o fato, e a falta de interesse de Portman no projeto era notória. Ao ponto de ficarmos pensando que sua personagem seria morta. Além disso, Portman queria tempo para se afastar dos holofotes e cuidar de seu bebê recém nascido. Somando ainda mais problema, a Marvel demitiu Patty Jenkins do comando da obra, diretora recomendada pela atriz, o que deve tê-la deixado desgostosa. Após uma longa negociação com a Marvel, Portman voltará em ‘Thor – Amor e Trovão‘ – mas com papel de destaque!

Channing TatumG.I. – A Origem de Cobra (2009)

Durante uma entrevista com Howard Stern, o ator confessou que foi empurrado para protagonizar G.I. Joe – A Origem de Cobra (2009), fracasso de crítica, que ironicamente serviu para torná-lo mais conhecido mundialmente. Segundo Tatum, o roteiro simplesmente não era bom, apesar de se dizer fã dos desenhos. Outra curiosidade é que o ator preferia interpretar o assassino silencioso vestido de preto, Snake Eyes (papel de Ray Park). Tatum não foi tão mal agradecido e confessou ser abençoado por conseguir o papel, mesmo não tendo aberto as portas que ele esperava.

 

Emily BluntAs Viagens de Gulliver (2010)

Este é outro caso notório. Você está satisfeito com a Viúva Negra de Scarlett Johnasson? Todos nós estamos, mas saiba que por muito pouco a assassina russa não teve as formas da britânica Emily Blunt. A jovem atriz é igualmente muito talentosa e bela, e temos certeza que traria uma interpretação única à personagem. Este é também um caso que mostra o quão sacanas podem ser executivos de estúdios. Depois do sucesso O Diabo Veste Prada (2006), da FOX, o primeiro grande sucesso da carreira de Blunt, a Marvel aprovou a entrada da atriz em seu universo com Homem de Ferro 2 (2010), justamente no papel da Viúva. Porém, o contrato de Blunt com a FOX exigia mais um filme, e o estúdio embarreirou a inglesinha na franquia de super-heróis para empurrá-la em As Viagens de Gulliver, filme que viveu para se mostrar fracasso retumbante de crítica e público. Felizmente, a carreira da atriz deu a volta por cima, mas seria o caso colocar o prego no caixão.

 

Keanu Reeves | O Observador (2000)

Canalhice no mundo do cinema de Hollywood? Sério? Nem só de assédio vive os bastidores da maior indústria da sétima arte, falsificação também faz parte. Depois de Matrix (1999), Keanu Reeves era um dos atores mais quentes do cinema. Não demorou para muitas propostas chegarem à sua mesa. Mas apenas uma chegou por obrigação. O diretor e “amigo” Joe Charbanic filmou inúmeros shows da banda de Reeves, Dogstar, e almejava entrar no ramo de longas metragens como cineasta.

Na hora do famoso “uma mão lava a outra”, Charbanic ao invés de convidar o amigo para estrelar um projeto que estava desenvolvendo, o suspense O Observador, com Marisa Tomei e James Spader, resolveu dar o passo além e falsificar a assinatura do astro. Para evitar uma briga em tribunais, correndo o risco de não conseguir provar a falsificação, Reeves decidiu ajudar o infrator e estrelar seu filme, no papel de um psicopata. Apesar do fracasso, o ator estava proibido de se pronunciar por doze meses após o lançamento, sobre qualquer coisa envolvendo o fato de como foi parar na produção. Quando o embargo expirou, Reeves não perdeu tempo e deu com a língua nos dentes. “Nunca achei o roteiro interessante”, soltou o ator, além de revelar toda a história envolvendo o muy amigo. Resultado: Charbanic caiu no ostracismo.

 

Whoopi Goldberg | Meu Parceiro é um Dinossauro (1995)

A garotada de hoje talvez não faça ideia, e muitos talvez nem a conheçam. Mas Whoopi Goldberg já foi extremamente popular em Hollywood, numa era antes de Viola Davis, Lupita Nyong´o, Halle Berry e Kerry Washington. Fora isso, Goldberg tem uma estatueta do Oscar em casa (por Ghost – Do outro Lado da Vida, 1990) e uma indicação por A Cor Púrpura (1985). De fato, nas décadas de 1980 e início de 1990, Whoopi Goldberg era um nome de peso na indústria. No entanto, após o sucesso de Mudança de Hábito (1992) e de sua continuação (1993), e do drama Somente Elas (1995), Goldberg atingiu um verdadeiro ponto baixo em sua carreira, talvez um divisor de águas.

Estamos falando da comédia Theodore Rex, na qual ela contracena com um dinossauro falante. Ou ao menos um boneco animatrônico. Obviamente tentando pegar carona no sucesso de Família Dinossauro (1991 – 1994), extremamente popular na época, o filme utiliza inclusive as mesmas técnicas para criar um mundo permeado pelas criaturas pré-históricas. Inicialmente, Goldberg concordou apenas verbalmente em estrelar o filme quando aproximada pelos produtores. Depois de passados dois anos de desenvolvimento, a atriz mudou de ideia. No entanto, na época um caso envolvendo a desistência de Kim Basinger em protagonizar o polêmico Encaixotando Helena (1993) resultou numa batalha judicial, rendendo para a atriz uma pesada multa. Com medo de que o mesmo ocorresse com ela, Goldberg aceitou fazer o filme. O resultado em exibições teste foi tão negativo que o filme foi lançado direto em vídeo, recebendo a “honraria” de ser a primeira produção que não foi lançada nos cinemas, a ser indicada ao prêmio Framboesa de Ouro.

 

Edward NortonUma Saída de Mestre (2003)

Nossa, que surpresa! Nosso garoto enxaqueca preferido de Hollywood não ficou feliz com um filme no qual esteve. Estamos chocados, só que não. Antes de problematizar em O Incrível Hulk (2008) e ser conhecido como um pesadelo de bastidores, fato adereçado de forma irônica em Birdman (2014), Edward Norton já chegava causando no mundo da sétima arte. Seu filme de estreia foi As Duas Faces de um Crime (1996), um sucesso de crítica que lhe rendeu elogios e uma indicação ao Oscar. Isso que é chegar chutando a porta. No entanto, nada vem de graça e quando aceitou fazer o filme, Norton assinou contrato para três outros com a Paramount, distribuidora do longa. Logo, novas ofertas de outros estúdios surgiram e Norton foi aceitando, cada vez mais sem tempo para o estúdio que iniciou sua carreira com o pé direito. Como havia um contrato, a Paramount logo tratou de colocá-lo em Uma Saída de Mestre (2003), filme com Mark Wahlberg e Charlize Theron. Norton fez o filme a contragosto, mas se negou a divulgá-lo.

 

Val Kilmer | Top Gun: Ases Indomáveis (1986)

Outro ator extremamente problemático, Val Kilmer é conhecido por ter comportamento de diva nos sets, um artista muito temperamental e difícil de trabalhar. Kilmer começou bem jovem na carreira, mas é seguro dizer que Top Gun foi um divisor de águas em seu currículo. Estranhamente, o ator não estava nem aí para o projeto. O que acontece é que Top Gun era parte de um contrato com a Paramount que Kilmer assinou para três filmes. Depois de sua estreia no cinema com a comédia nonsense Top Secret – Super Confidencial (1984), seguida pela comédia universitária Academia de Gênios (1985), Kilmer devia mais um filme ao estúdio, e estava na hora de tentar alguma coisa mais séria em sua carreira. Top Gun foi seu terceiro filme. Segundo o próprio ator em entrevistas, o saudoso Tony Scott, diretor do longa, correu atrás dele pelos corredores até o elevador, insistindo para que fizesse o filme. Ele finalmente aceitou trabalhar no projeto, e viria a repetir a parceria com Scott no filme escrito por Tarantino, Amor à Queima Roupa (1993), no qual interpretou Elvis.

 

Todo o elenco | Para Maiores (2013)

Se existe um filme que causou vergonha alheia à metade de Hollywood, esse filme é Para Maiores (Movie 43). A outra metade sentiu vergonha, mas não alheia, e sim deles mesmos já que estavam no filme. Para Maiores é um caso de estudo, um filme tão ruim que se tornou uma lenda – e se me perguntar não sei como ainda não virou uma obra cult. Por enquanto o filme é apenas considerado um dos piores já feitos, correndo o risco de conquistar a primeira posição. Veja esta lista de atores renomados, alguns inclusive vencedores ou indicados ao Oscar: Kate Winslet, Emma Stone, Richard Gere, Halle Berry, Chloë Grace Moretz, Hugh Jackman, Naomi Watts, Chris Pratt, Uma Thurman, Gerard Butler, Terrence Howard e Elizabeth Banks, isso só para citar alguns.

O que acontece é o seguinte, o produtor Charles B. Wessler, responsável por quase todos os filmes dos irmãos Farrelly, vide Debi & Loide (1994) e Quem Vai ficar com Mary? (1998), é um sujeito altamente influente em Hollywood e conseguiu convencer Winslet e Jackman a gravarem um esquete em 2009, que serviu como cartão de visitas para que todos os outros aceitassem embarcar no projeto. Muitos pensaram em desistir, alguns conseguiram, como Colin Farrell e George Clooney, que mandou o produtor ir se f**er. A maioria não teve tanta sorte, mas se recusaram a promover o filme no lançamento.

 

‘Vikings: Valhalla’: Série derivada ganha data de estreia; Confira as imagens oficiais!

A Netflix finalmente anunciou quando a série derivada ‘Vikings: Valhalla‘ será lançada.

O spin-off será lançado na plataforma no dia 25 de fevereiro.

Além disso, as primeiras imagens oficiais da produção foram divulgadas.

Confira:

 

A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘First Kill’: Juliette é uma vampira que se apaixona pela caçadora em nova série da Netflix

Através do seu Twitter, a Netflix anunciou que ‘First Kill‘, sua nova série de terror com vampiras lésbicas, será lançada oficialmente em 2022.

A série será produzida pela atriz Emma Roberts.

Confira o elenco completo:

  • A Família Burns (Caçadores de Vampiros): Aubin Wise (Talia), Jason Robert Moore (Jack), Dominic Goodman (Apollo) e Phillip Mullings Jr (Theo).
  • A Família Fairmont (Vampiros): Elizabeth Mitchell (Margot), Will Swenson (Sebastian), Gracie Dzienny (Elinor) e Dylan McNamara (Oliver).

MK xyz (Tess), Jonas Dylan Allen (Ben) e Roberto Mendez (Noah) completam o elenco.

Na trama…

Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Sarah Catherine Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.

A série é baseada em um conto escrito por Victoria ‘V.E.’ Schwab.

Jet Wilkinson (‘How to Get Away with Murder’) será responsávei pela direção dos dois primeiros episódios

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Felicia D. Henderson (‘The Quad’) será a showrunner.

‘The Midnight Club’: Nova série de terror do Mike Flanagan ganha previsão de estreia

LOS ANGELES, CA - OCTOBER 29: Mike Flanagan arrives at the Premiere Of Warner Bros Pictures' "Doctor Sleep" at Westwood Regency Theater on October 29, 2019 in Los Angeles, California. (Photo by Gregg DeGuire/FilmMagic)

Através do seu Twitter, a Netflix CONFIRMOU que ‘The Midnight Club‘, nova série de terror do Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), será lançada em 2022.

A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contactar os outros do além.

A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.

Os protagonistas, que formarão o Clube da Meia-Noite, são: Adia, Igby Rigney, Ruth Codd, William Chris Sumpter, Aya Furukawa, Annarah Shephard e Sauriyan Sapkota.

O elenco ainda contará com Heather Langenkamp (‘A Hora do Pesadelo’), Zach Gilford, Samantha Sloyan, William B. Davis, Iman Benson, Larsen ThompsonCrystal Balint, Patricia Drake e Matt Biedel.

Flanagan entra como produtor e roteirista ao lado de Leah Fong (‘Once Upon a Time’).

A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).

Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.

Crítica | Exagerado e caótico, ‘Britney Jean’ não faz jus à discografia de Britney Spears

Britney Spears é e sempre será a nossa eterna princesa do pop. Dona de hits atemporais e de álbuns que entraram para a história da música, a cantora e compositora construiu sua marca em meio a diversas adversidades e nunca teve medo de arriscar. Apesar de nem sempre assinar a composição de suas músicas, nenhuma delas seria a mesma sem a visão artística de Spears – motivo pelo qual revisitar suas produções é sempre uma viagem divertida e bastante dançante, ainda que às vezes não cumpram com as expectativas prometidas. E, numa consideração bastante árdua e que, oito anos depois, não conseguiu atingir um status cult, lidamos com a exagerada aventura intitulada Britney Jean’.

Aos fãs de Britney, o disco pode ser caracterizado como uma investida subestimada e que não foi compreendida pela crítica especializada – mas como analisá-lo quando as coisas não mudaram muito? A oitava incursão de Spears reúne dezenas de produtores que parecem não entrar em consenso um com o outro – e as gravações, estendendo-se por múltiplos estúdios, são fragmentadas demais para serem compreendidas sob um mesmo espectro. Sendo honesto, esta foi a primeira vez que ouvi o álbum por completo e, com exceção de certas faixas, não tinha ideia do que me aguardava quando coloquei os fones de ouvido. Em resumo, algumas músicas são boas, mas mesmo elas demonstram uma autorrestrição da performer que já vínhamos acompanhando desde Femme Fatale (e que não condiz com o poder que ela nos mostrara no passado).

A grande ironia que reside por trás da obra é que esta é a primeira em que Spears resolve tomar total controle dos versos, abraçando cada track e aproveitando seus recém-completados trinta anos para fazer uma declaração bem-vinda de empoderamento. Entretanto, boas intenções não são o suficiente para impedir que o resultado seja um tanto quanto datado, com progressões similares entre si e uma falta de tato no tocante à ousadia – e aqui me refiro especialmente à segunda metade do compilado, que se apaga em uma amálgama preguiçosa de auto-tunes e narrativas exploradas ad nauseam (e de forma coesa, diga-se de passagem). É claro que nem todas as canções são jogadas no lixo – e agradecemos de coração pelo fato de elas tornarem o álbum “ouvível”.

Britney Jean’ se inicia da maneira mais Britney que podemos imaginar – “Alien”. Ainda que a escrita das músicas não seja algo a que precisamos prestar atenção, a faixa em questão foge do convencional dentro da própria estrutura em que se respalda e é uma coesa que recupera o trabalho dance-pop de DJs como Avicii, Calvin Harris e David Guetta (e nos carrega para um refrão que rema contra a maré). “Mas as estrelas no céu parecem meu lar, leve-me para casa” é um dos brilhantes e pessoais versos, cortesia de William Orbit (uma das filiações de Madonna), transformando a iteração em algo que tem muito mais a dizer do que preza a ambiência distorcida. O mesmo acontece com a antêmica infusão sintética de “Work Bitch”, guiado pelo enredo de liberdade feminina.

Além das duas faixas supracitadas, temos talvez outras duas que ficam acima da mediocridade. “Perfume”, composta por Sia, abre portas para o synth-pop e surpreendentemente se transmuta numa power-ballad que se afasta do EDM e permite que Britney entregue vocais maduros e sem a necessidade da máscara eletrônica – algo que, devo dizer, é um dos pontos de convergência de deslizes amadores. Os sintetizadores, nesta faixa, se aglutinam a uma rendição de melancolia romântica que nos arremessa de volta para “Don’t Let Me Be the Last to Know”, por exemplo – pincelados com violoncelos, a demarcação do piano e uma retumbante repetição sonora que reflete a paranoia discriminada pela artista; e “Til It’s Gone”, uma conceitual arquitetura que bebe do avant-EDM do início da década e que continua a traçar caminhos desbravados por ‘MDNA’ e ‘ARTPOP’. Isso significa que seja boa? Deixo a pergunta para que vocês respondam.

Tudo explode em demasia cansativa – em outras palavras, a falta de uma edição mais sólida deixa que gêneros diferentes lutem entre si para ver qual carrega a maior potência. “Now That I Found You”, apesar de uma nostalgia imbatível de alguns anos, a suavidade das primeiras estrofes e a própria identidade imprimida por Spears não combina em nenhum momento (aliás, poderíamos nos deliciar apenas com o refrão instrumental, nos esquecendo de qualquer outro elemento que aparece na faixa); “It Should Be Easy”, “Tik Tik Boom” e “Body Ache” formam o trio das criações que, caso tivessem abraçado o camp como prometeram, seriam ótimas – mas nenhuma delas sabe em que direção seguir. “Don’t Cry” e “Brightest Morning Star” também seriam melhor aproveitadas se apostassem fichas na vulnerabilidade da cantora. E, por fim, temos a inexplicável existência do dueto “Chillin’ With You”.

Britney Jean’ não faz jus à aplaudível carreira de Britney Spears – e, por essa razão, é o pior álbum de sua discografia. Não podemos tirar mérito das tentativas em entregar algo diferente, mas a pressa e a falta de cautela para tratar as músicas foram os grandes inimigos do que poderia ser uma obra-prima da princesa do pop (infelizmente).

Nota por faixa:

1. Alien – 4,5/5
2. Work Bitch – 5/5
3. Perfume – 3,5/5
4. It Should Be Easy (feat. will.i.am) – 1/5
5. Tik Tik Boom (feat. T.I.) – 1/5
6. Body Ache – 1/5
7. Til It’s Gone – 3/5
8. Passenger – 1,5/5
9. Chillin’ with You (feat. Jamie Lynn) – 0,5/5
10. Don’t Cry – 1/5
11. Brightest Morning Star – 2/5
12. Hold On Tight – 4/5
13. Now That I Found You – 3/5
14. Perfume (The Dreaming Mix) – 2,5/5

‘Matrix Resurrections’ tem duração revelada e será o MAIS LONGO da franquia; Veja imagens inéditas!

Segundo o Entertainment Weekly, ‘Matrix Resurrections‘ será o filme mais longo da franquia. A duração foi confirmada em 2 horas e 28 minutos (148 minutos) de duração.

O primeiro filme teve 2 horas e 16 minutos, seguido por ‘Matrix Reloaded‘ com 2 horas e 18 minutos e ‘Revolutions‘ com 2 horas e 9 minutos.

Confira novas fotos divulgadas pela revista e siga o CinePOP no YouTube:

Este texto contém possíveis spoilers

Uma exibição de teste de ‘Matrix Ressurections‘ já foi realizada pela Warner Bros. e segundo o portal World of Reel, a vindoura produção é definitivamente algo novo e está longe de ser uma sequência direta da trilogia original.

Uma fonte secreta e desconhecida, que teria assistido ao longa, detalhou algumas supostas informações referentes ao filme e vários possíveis spoilers foram trazidos à tona.

O espectador em questão ainda usa o clássico terror de Wes Craven, ‘O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger’, como ponto de referência. Na trama, todos os personagens parecem estar totalmente cientes da trilogia original.

O Morpheus de Yahya Abdul-Mateen II e o Agente Smith de Jonathan Groff são versões recodificadas de suas iterações anteriores, com Neil Patrick Harris sendo o intérprete do vilão.

Aqui, Neo (Keanu Reeves) é na verdade um desenvolvedor de jogos que trabalha para uma empresa pertencente à Warner Bros., chamada Deus Machina, que criou títulos de console que formam uma série conhecida como The Matrix.

Vale lembrar que nenhuma das informações foram confirmadas pela Warner Bros., portanto, trate tudo como rumores.

Assista, siga o CinePOP no YouTube e confira o cartaz nacional:

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por CinePOP (@cinepopcinema)

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer e e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

</a

‘La Casa de Papel’: Netflix CONFIRMA série derivada focada no Berlim; Assista ao teaser!

La Casa de Papel chega ao fim em breve com os cinco últimos episódios da parte 2 da 5ª temporada, mas a série já tem um spin-off confirmado.

A Netflix CONFIRMOU hoje uma série derivada focada no personagem Berlim.

Berlim – A Série‘ (Berlin: A New Series) é prevista para chegar em 2023.

“O roubo está chegando ao final, mas a história continua…”, informou a Netflix no post de anúncio.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube::

O criador da série Alex Pina já havia adiantado que não há possibilidade de uma nova temporada, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.

“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou. 

Crítica | La Casa de Papel – 5ª temporada tem muita AÇÃO, reviravolta e final agridoce

A estreia da Parte 2 da 5ª temporada na Netflix estreia dia 3 de Dezembro.

‘And Just Like That’: Revival de ‘Sex and the City’ ganha novo trailer incrível; Confira!

O aguardado revival da série ‘Sex and The City‘, intitulado ‘And Just Like That‘, ganhou um novo trailer oficial.

A produção será lançada no dia 9 de dezembro na HBO Max.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a série revival terá quatro novos membros ao seu elenco: Cathy Ang (‘A Caminho da Lua’), Niall Cunningham (‘Curb Your Enthusiasm’), Alexa Swinton (‘Tempo’) e Cree Cicchino (‘Mr. Iglesias’).

Ang será vida a Lily Goldenblatt; Cunningham será Brady Hobbes; Swinton irá interpretar Rose Goldenblatt; e Cicchino será a namorada de Brady, Luisa Torres.

Eles se juntam às recentemente confirmadas Sarita ChoudhuryNicole Ari ParkerKaren Pittman, que darão vida à três mulheres poderosas de Nova York, cuja conexão com Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) ainda é desconhecida.

A série acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

A nova temporada será composta por dez episódios e também trará o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson), Anthony (Mario Cantone), Mr. Big (Chris Noth) e Aidan (John Corbett).

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) fará sua introdução como Che Diaz, uma comediante não binária que apresenta um podcast que traz Carrie como uma das convidadas regulares.

Kim Cattrall, intérprete da icônica Samantha, não retorna.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.

Conheça os Filmes que Foram Verdadeiros “Projetos dos Sonhos” de Astros de Hollywood

Quando se é um ator iniciante, um artista aceita qualquer tipo de papel simplesmente para se ver empregado – já que esta área profissional possui grande nível de instabilidade. Isso é verdade até mesmo para jovens atores norte-americanos que chegam em Hollywood em busca de seu grande sonho: se tornar um astro do cinema. Alguns de fato conseguem. E quando atingem esse patamar, se deparam com um novo desafio na carreira (muito para além de fama e fortuna): como direcionar seus projetos? Com o sucesso vem também a autonomia de poder escolher trabalhar em produções que achem relevantes de alguma forma, ou que se comunique mais com suas visões de mundo.

Este é sempre o próximo passo de um artista renomado – saber escolher o tipo de filme que irá fazer e as pessoas com quem quer se envolver no meio, sejam diretores, produtores e outros atores. O que quase sempre ocorre em situações assim, ou seja, quando um astro ou estrela encontra um projeto que acha ser a sua cara, e pretende levar adiante, tirando tal obra do papel para as telas, é seu envolvimento também atrás das câmeras. Um ator nestes momentos precisa meter a mão na massa ele mesmo, e comandar de certa forma nos bastidores, mesmo que não seja o diretor do projeto. Para isso, estes astros terminam assumindo as funções de produtores em seus chamados “projetos dos sonhos”. Esse é justamente o tema desta matéria. Abaixo veremos algumas obras muito pessoais para algumas das grandes lendas atuais de Hollywood. Confira abaixo e comente.

Malévola (2014)

Começamos a lista com a toda-poderosa Angelina Jolie. Em cartaz atualmente nos cinemas mundiais com a mais recente superprodução da Marvel, Os Eternos, a estrela já era uma atriz vencedora do Oscar (e com uma segunda indicação) quando começou a se envolver de forma mais pessoal em alguns filmes. A primeira investida foi no documentário Trudell, de 2005. Em 2011, com Na Terra do Amor e Ódio além de produzir, resolveu estrear na direção, contando uma história de amor no estilo “Romeu e Julieta”, passada na Guerra da Bósnia.

Mas foi em 2014, que Jolie daria seu grande passo, assumindo a produção de um verdadeiro Blockbuster. Trata-se de Malévola, superprodução da Disney que reimagina o conta da Bela Adormecida. E o envolvimento mais próximo de Jolie é simples: este é um de seus filmes preferidos da infância e sua animação favorita da casa do Mickey. Assim, nada mais natural que ela quisesse tirar do papel uma versão de carne e osso deste conto. O curioso é que Jolie, uma eterna rebelde bad ass, não estava interessada no papel da protagonista, mas sim da vilã do título, que ganhou os holofotes e na pele da atriz rendeu uma caracterização perfeita. O sucesso foi tanto que ela voltaria cinco anos depois para uma sequência.

Deadpool (2016)

Essa estrada foi mais árdua, mas surgia como uma questão de honra para o jovem canadense Ryan Reynolds. Em cartaz atualmente nos cinemas e na Netflix com a blockbuster Alerta Vermelho, o ator aos poucos foi conquistando seu espaço em produções cada vez maiores voltadas ao entretenimento. E isso inclui os hoje muito famosos filmes de super-heróis. Reynolds não é estranho a eles e já esteve envolvido em nada menos que cinco. O primeiro foi Blade Trinity (2004), e antes de dar bola fora com Lanterna Verde (2011), realizava um sonho ao viver um personagem que é um grande preferido dos fãs, Deadpool. E de quebra atuar ao lado de Hugh Jackman, o Wolverine encarnado, no primeiro filme solo do mutante de garras afiadas em 2009.

O problema, bem, todos que viram X-Men Origens: Wolverine conhecem de cor. Para Reynolds o entrave se resume a um: a adaptação canhestra que Deadpool recebia naquele filme. Mas o ator não se deu por vencido e durante anos insistia e mexia seus pauzinhos de todas as formas que podia na FOX. Segundo Reynolds, o personagem merecia uma adaptação fiel e decente. Foram quase dez anos nessa luta, que ainda teve um teste “vazado” pelo estúdio – os fãs compraram e a partir disso o filme foi gerado. Hoje não dá para entender porque demoraram tanto, Deadpool e Reynolds parecem ter nascido um para o outro e serem a mesma pessoa.

Shazam! (2019)

O curioso aqui é que esse é um projeto dos sonhos de um ator que não está no elenco do filme. Bem, ao menos não por enquanto. Por falar em Ryan Reynolds e Alerta Vermelho, aqui temos o colega do ator, o peso pesado Dwayne Johnson, vulgo The Rock. A multipotência de Hollywood atual é um dos maiores astros do cinema, quem diria? De lutar de WWE para o topo da cadeia alimentar do cinema mainstream, Johnson já meteu a mão na massa em alguns de seus projetos e segue sem data para parar. Uma das produções pessoais do ator mais interessantes é o universo do herói Shazam, da DC Comics no cinema.

Acontece que o astro multimídia e completamente interativo nas redes sociais, há um tempo atrás fez uma pesquisa de opinião com seus fãs perguntando quem eles gostariam que interpretasse: o herói Shazam ou o vilão Adão Negro. Os seguidores do astro nem precisaram pensar duas vezes e elegeram Johnson como o vilão. É bom ser mau. Assim começava a epopeia e cabo de força para o astro começar a ver esse universo dentro da DC ganhar vida. E está funcionando. O primeiro passo foi produzir o filme do herói. Com um clima juvenil e divertido, como Homem-Aranha (2002), Shazam! se mostrou sucesso. Agora é a vez de dar continuidade com o filme do antagonista, esse sim estrelado pelo próprio The Rock, a ser lançado em julho do ano que vem.

Missão: Impossível (1996)

Quando falamos em astros de Hollywood – um nome surge no panteão dos Deuses da Sétima arte, no topo por nada menos que quase quatro décadas: Tom Cruise. Desde que protagonizou Top Gun – Ases Indomáveis (que ganha sequência ano que vem) em 1986, o ator deu o maior passo de sua carreira se tornando um dos maiores astros do cinema norte-americano. Porém, seria mais dez anos até que Cruise pegasse para si a autonomia de seus próprios projetos em sua carreira. A transição se deu justamente em 1996 – dez anos após Top Gun – quando o astro além de protagonizar, se tornou também dono da marca “Missão: Impossível”.

Aqui, é claro, falamos da revitalização do seriado de suspense, aventura e espionagem da década de 1960, que ganhou sobrevida nos anos 80 em nova série. Ao lado da então parceira de negócios Paula Wagner, o ator comprou os direitos da marca e a transformou num blockbuster de verão, que já soma seis filmes e o sétimo (e o oitavo) estão em vias de serem lançados igualmente. Se isso não é poder…

As Agentes 355 (2022)

Por falar em espionagem e agentes secretos, ano que vem teremos uma nova equipe maravilhosa para chamar de nossa – uma formada só por mulheres super espiãs. Tudo partindo da vontade da musa ruiva Jessica Chastain, uma grande porta-voz dos direitos igualitários e empoderamento feminino na indústria de Hollywood. No modo de pensar da estrela, não existe um gênero em que os homens possam reinar e as mulheres não. E ela está certa. Cansada de ver o gênero dos agentes secretos ser dominado por James Bond, Jason Bourne, Ethan Hunt e afins, Chastain tirou o chapéu uma equipe internacional com mulheres para lá de bad ass. Quem sabe inspirada pelo que Charlize Theron fez em Atômica (2017).

Foi Chastain que bolou a ideia e tirou do papel, mexendo seus pauzinhos e ligando “pra zamiga”. A ruiva convocou queniana Lupita Nyong’o, a espanhola Penélope Cruz, a chinesa Fan Bingbing e a francesa Marion Cotillard. O filme foi um verdadeiro sucesso de venda no Festival de Cannes 2018, com a Universal Pictures pagando US$20 milhões pela ideia de Chastain. Depois disso, a musa francesa Cotillard precisou se retirar do elenco, e foi substituída pela alemã Diane Kruger.

O Escândalo (2019)

Por falar em mulheres empoderadas em Hollywood, um dos grandes nomes de estrelas na atualidade é a autônoma Charlize Theron. Com sua produtora chamada Denver and Delilah, Theron já tirou alguns projetos pessoais do papel. O primeiro deles foi Monster – Desejo Assassino (2003), considerada a primeira grande atuação da carreira da musa, que não por menos recebeu uma indicação e depois a vitória no Oscar de melhor atriz, ao personificar uma serial killer da vida real. Um dos últimos projetos bancados pela atriz parece ter cunho ainda mais pessoal, e surge como um grito ecoando através de uma Hollywood no auge do movimento feminino do #metoo, onde diversas atrizes divulgaram seus maus tratos e abusos sexuais sofridos dentro da maior indústria do cinema do mundo – que terminou por derrubar o magnata Harvey Weinstein, entre outros.

O Escândalo não fala sobre Hollywood, mas funciona como espelho, já que relata abusos de jornalistas dentro da empresa Fox News – que igualmente derrubou um barão da mídia. E foi a própria Theron que alistou um timaço de três gerações: além dela, Nicole Kidman e Margot Robbie – todas contracenando pela primeira vez. Resultado, mais uma rodada de indicações ao Oscar.

Karatê Kid (2010)

“Pai, me compra aquela franquia para estrelar?”. Tudo bem, a brincadeira não foi tão engraçada e podemos estar sendo injustos. O fato é: Will Smith e a esposa Jada Pinkett empurraram seus filhos ao estrelato a todo custo. Tudo bem, pode ter sido desejo dos pimpolhos Jaden e Willow. Mas a vida pública para uma criança não é fácil. Willow se enveredou para o lado da música. Enquanto o pequeno Jaden foi “pinçado” pelo paizão coruja para lhe fazer companhia em À Procura da Felicidade (2006), onde debutou vivendo, bem, o filho de Will Smith nas telonas. Quatro anos depois e o paizão “comprou” a franquia Karatê Kid, um dos produtos mais queridos da década de 1980 (que rendeu quatro filmes, um desenho animado e todo tipo de produto licenciado, desde brinquedos até jogos de videogame).

E adivinhe só? Pois é, o nepotismo falou mais alto e Will colocou Jaden para estrelar. O fato causou comoção entre os fãs, com a maioria não curtindo muito a ideia – em grande parte devido à idade de Jaden na época, então com 12 anos de idade, saindo da infância ainda. Outro problema? Passado na China, a luta praticada no filme não é o karatê, e sim o conjunto de técnicas Kung Fu. O que fez os fãs pensarem que o filme deveria se chamar Kung Fu Kid desta vez. O fato de ter Jackie Chan como o novo mestre, ocupando a vaga do eterno Sr. Miyagi até que apaziguou um pouco o ranço geral sentido pelo remake. Mas Smith se mostrando superior e o cara legal que é, entendeu a reclamação dos fãs e o que eles queriam. Assim, seguiu para produzir também a série Cobra Kai, já que ainda tem a franquia em seu domínio – e assim fazendo o público feliz.

‘Kevin Can F**k Himself’: 2ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o TVLine, a 2ª temporada da aclamada comédia ‘Kevin Can F**k Himself‘ será a ÚLTIMA da produção.

O ciclo final, que contará com 8 episódios, estreará em 2022.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Amazon Prime!

A série foi criada por Valerie Armstrong.

A trama explora a vida secreta de uma mulher que todos nós crescemos assistindo: a esposa da sitcom. Uma beleza emparelhada com um marido menos atraente, desprestigiado e parecido com um homem das cavernas que pode ser um porque ela é uma nag e ele é engraçado. Nossa série parece quebrar a convenção de televisão e perguntar como é o mundo através dos olhos dela? Alternando entre o realismo de câmera única e o zaniness multi-câmera, os formatos estarão constantemente informando uns aos outros enquanto perguntamos o que acontece quando esse personagem coadjuvante é apresentado como uma pessoa real? E se essa pessoa estiver chateada?

Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Mary Hollis Inboden, Eric Petersen, Alex Bonifer, Brian Howe e Raymond Lee.

Nostalgia! Os Clássicos da Década de 80 que você não sabia que tiveram continuação

Quando falamos em continuações famosas de clássicos adorados da década de 1980, inúmeras sequências vêm imediatamente à cabeça: filmes como De Volta para o Futuro – Parte 2, O Império Contra-Ataca, Karatê Kid 2, Rambo 2 e em menor escala até mesmo Loucademia de Polícia 2. Porém, existem aqueles que renderam continuações tão obscuras, que terminaram varridas para debaixo do tapete, sem que grande parte do público sequer tenha tomado conhecimento de sua existência. Bem, e em alguns casos esse era o desejo dos realizadores e produtores – com vergonha do que de fato criaram.

O curioso é que para gerar uma continuação, um filme deve ter feito sucesso suficiente (ou até mesmo moderado) para gerar interesse por parte dos fãs, e para os realizadores se darem ao trabalho. E nessa categoria se encaixam os filmes cult – obras de sucesso inesperado, que não chegam a se enquadrar na categoria de blockbusters, mas que despertaram uma legião de seguidores, justificando assim a sequência de sua história – muitas vezes não tendo nada, ou bem pouco, a ver com a obra original querida que todos amam. Confira abaixo as continuações de sucessos da década de 1980 que você não sabia que tinham sido lançadas. E não esqueça de comentar.

A Hora do Espanto 2 (1988)

Quando falamos do clássico dos anos 80 sobre um vizinho vampiro, A Hora do Espanto, lembramos logo da produção original de 1985, presente atualmente no acervo da Netflix. Os mais novos podem inclusive pensar antes até no remake lançado em 2011, protagonizado por Colin Farrell e o saudoso Anton Yelchin – presente no acervo do Star+. Mas o que poucos podem saber ou lembrar é que o longa original de fato gerou uma sequência imediata, lançada três anos depois. A Hora do Espanto 2 (1988) trouxe de volta os mesmos protagonistas do original (William Ragsdale e Roddy McDowall) reprisando a parceria entre o jovem Charley e o veterano Peter Vincent. Desta vez a ameaça vem na forma da irmã de Jerry Dandrige, Regine (Julie Carmen) e seus asseclas, mais voltados para um terror de lobisomens do que de vampiros.

Arthur – O Milionário Arruinado (1988)

Até mesmo o sucesso indicado ao Oscar Arthur – O Milionário Irresistível (1981) gerou uma continuação nos fanfarrões anos 80. Aqui temos um caso parecido com o item acima. Muitos saudosistas lembram da produção clássica de 1981 com Dudley Moore e Liza Minnelli – uma comédia atemporal. E na pior das hipóteses, trinta anos depois em 2011, os mais novos podem até lembrar do remake protagonizado por Russell Brand, Greta Gerwig, Helen Mirren e Jennifer Garner. Mas dificilmente alguém lembrará que o Arthur original teve uma continuação, lançada sete anos depois, em 1988. Arthur – O Milionário Arruinado dá sequência direta aos eventos do filme de 1981, mostrando como está a vida do ex-ricaço Arthur agora que abriu mão de sua fortuna para ficar com sua amada, papel de Minnelli. Tudo e mais um pouco acontece nesse segundo filme, o casal pretende adotar uma criança e Arthur planeja uma forma de recuperar sua fortuna, mas para isso terá que ficar sóbrio e arrumar um emprego de verdade. Moore e Minnelli retornaram.

Splash 2 – Madison, a Sereia (1988)

Parece que o ano de 1988 gerou todo tipo de sequência “deserdada”. Podemos dizer que os anos 80 viveram uma revitalização do mito da sereia, trazendo essas figuras das lendas para as telas de cinema. O exemplo mais famoso que todos lembram sem dúvida é a animação da Disney, A Pequena Sereia (1989), que em breve ganhará versão em live-action, e que permanece como divisor de águas do estúdio rumo a uma nova era de sucessos. Mas antes desta icônica animação, outro produto permeou a imaginação de todos que cresceram na época.

Trata-se de um dos primeiros sucessos da carreira do astro Tom Hanks, Splash – Uma Sereia em minha Vida (1984), filme no qual o ator se apaixona por uma jovem irresistível (Daryl Hannah), somente para descobrir que ela tinha algo mais – neste caso, um rabo de peixe. O filme fez sucesso moderado e se tornou cult – emplacando nas reprises por aqui no Brasil. Foi esse sucesso que gerou uma continuação. Você sabia? Mas neste caso, infelizmente sem os atores originais reprisando seus papeis. Todd Waring viveu o protagonista que fora de Hanks e Amy Yasbeck foi a sereia outrora de Hannah. Fora isso, o longa teve um lançamento para a TV e não para os cinemas.

O Garoto do Futuro 2 (1987)

Seguindo por essa linha de produções cult de sucesso moderado, temos um filme protagonizado por Michael J. Fox e lançado no mesmo ano do fenômeno estrondoso De Volta para Futuro: 1985. Justamente por isso aqui no Brasil o Teen Wolf original (algo como Lobo Adolescente) se tornava O Garoto do Futuro – pegando uma carona descarada no sucesso sobre viagem no tempo. O que lobisomens tem a ver com futuro não me pergunte.

O impacto de tal longa cômico, subvertendo o que esperamos de um filme sobre um jovem que descobre uma “maldição” em sua família, ao se transformar num lobo à lua cheia, foi o suficiente para gerar uma série animada logo no ano seguinte, que durou duas temporadas até 1988 – olha o fatídico ano aí de novo. Mas não foi apenas isso, já que no ano seguinte do cartoon, outro adolescente se descobriria um ser peludo nas noites de lua cheia. Desta vez Fox não esteve envolvido, e coube a Jason Bateman ainda na adolescência viver o protagonista, um novo membro de tal clã com um problema similar. Em 2011, mais no estilo “Crepúsculo“, uma série se apropriou de tal título e fez muito sucesso.

Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina Voltaram (1982)

Não é todo dia que podemos falar de um filme que foi um dos primeiros papeis de destaque na carreira da musa veterana Michelle Pfeiffer. E essa continuação de um filme que fez muito sucesso em seu tempo é justamente isso. Grease – Nos Tempos da Brilhantina não foi lançado nos anos 80, mas sim em 1978. O clássico imortal é muito conhecido por todos os fãs de cinema por ser um dos melhores e mais queridos musicais da história da sétima arte – além de apresentar a química perfeita (que inclui canto e dança) entre os astros John Travolta e Olivia Newton-John. Um filme perfeito e redondinho, com começo, meio e fim, que não pedia qualquer continuação.

Mas foi justamente tal sucesso que encheu os olhos dos produtores – que viram possibilidade na trama continuar. Assim, Grease 2 chegava com a missão suicida de se tornar minimamente relevante, tendo o querido original para “substituir”. Bem, uma coisa podemos dizer, o filme se adequa bem a esses tempos de empoderamento feminino, subvertendo a narrativa do original. Desta vez é um rapaz britânico, recém-chegado no colégio, que se vê alvo de uma gangue de meninas populares, encabeçada por Pfeiffer, precisando se provar para elas, enquanto se envolvem amorosamente.

Os Embalos de Sábado Continuam (1983)

Novamente temos um querido musical protagonizado por John Travolta como tópico de um item da lista. O ator se tornou um dos maiores astros de Hollywood ainda no fim da década de 1970, ao ter seu nome associado a dois dos maiores sucessos de anos consecutivos. E se Grease se tornava uma febre em 1978, um ano antes Travolta já havia escrito seu nome nas estrelas ao protagonizar o mais dramático Os Embalos de Sábado à Noite (1977), com seu papel icônico do fútil e sem aspirações Tony Manero, um jovem que se contenta com seu “subemprego” desde que possa sair nos fins de semana à noite (em especial sábado) para dançar e curtir com os amigos, se tornando o rei da cena noturna. Um coming of age cru e bem centrado em Nova York.

Quem viu o filme e se tornou um dos maiores fãs foi ninguém menos que o brucutu Sylvester Stallone, que na época também lançava seu drama de superação Rocky – Um Lutador. Assim, Stallone entrou em contato com Travolta, e juntos tiraram do papel a continuação do filme, no original intitulada Staying Alive. Como não podia deixar de ser, Manero agora estava todo “sarado”, com os músculos “rasgados”, para tentar uma vaga num musical da Broadway. Ah sim, no início do filme Manero esbarra em Stallone, o diretor, numa breve cena de abertura.

‘Renfield’: Nicolas Cage interpretará o Conde Drácula no terror cômico

De acordo com o THR, Nicolas Cage (‘Motoqueiro Fantasma’) irá interpretar o lendário Conde Drácula em ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo do icônico vampiro.

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrelará como o personagem-título.

Recentemente, o produtor Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) será responsável pela direção.

O cineasta irá substituir Dexter Fletcher (‘Rocketman’), que alegadamente estava em negociações para comandar a produção, mas optou dirigir o reboot de ‘O Santo‘, para a Paramount Pictures.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

O personagem foi interpretado por Dwight Frye em ‘Drácula‘, de 1931.

Preço ALTO do ingresso faz com que as pessoas deixem de ir aos cinemas, revela pesquisa

Empty cinema with blank screen, popcorn and 3d glasses

Desde o início da pandemia do Coronavírus, a indústria cinematográfica luta para se manter de pé, mas foram poucos os títulos que se aproximaram das bilheterias pré-lockdown.

O último filme a ultrapassar o US$ 1 bilhão em bilheterias foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (2019), e o que mais chegou perto em 2021 foi o chinês ‘The Battle at Lake Changjin‘, que faturou US$ 895,7 milhões.

Logo atrás vieram o também chinês ‘Hi, Mom‘, com US$ 822 milhões, e ‘007- Sem Tempo Para Morrer’, com US$ 759,9 milhões.

No entanto, esses números poderiam ser bem maiores…

Além da preocupação com a saúde, os clientes acabaram se habituando às plataformas de streaming por conta do conforto do lar e das opções variadas de filmes de qualquer gênero.

Mas, de acordo com o Screen Rant, um estudo publicado pela Quorum; uma empresa de pesquisa de filmes, aponta que o principal fator que impede o público de voltar ao cinema não é apenas o medo do contágio pelo vírus, mas os altos preços dos ingressos.

O estudo feito em parceria com a Cultique, uma empresa de consultoria de marcas; e com a Fanthropology, um agência de engajamento de fãs, descobriu que a queda nas bilheterias se resume ao aumento do preço dos ingressos.

Na tentativa de se recuperarem dos rombos causados pela pandemia no ano passado, grandes redes de cinema e proprietários independentes viram a solução em repassar custos aos clientes, o que acabou sendo um tiro pela culatra.

Entre os 2.500 entrevistados na pesquisa, 49% alegaram que a indignação com o alto valor dos ingressos acaba superando a preocupação com a saúde, tornado-se o principal motivo por evitarem voltar aos cinemas.

Apesar de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ter se tornado a SEGUNDA maior pré-venda de ingressos da história do site Fandango, perdendo apenas para ‘Vingadores: Ultimato’, a sequência é uma exceção à regra devido à expectativa dos fãs.

Dessa forma, o relatório ainda diz que quanto mais as redes de cinema insistirem em aumentar os preços, mais vão sofrer com a falta de interesse do público.

“O tempo está passando. Quanto mais tempo os cimemas levarem para trabalhar num meio de reduzir suas taxas, mais os clientes vão se acostumar a ficar em casa, é mais seguro, é mais barato e mais confortável.”

A AMC Theatres até criou um pacote em que os clientes pagam um certo valor mensal para consumirem 12 títulos diferentes, mas a oferta acabou saindo mais cara, pois nem todos os clientes conseguem assistir todos os filmes.

Ainda assim, foi dito que muitos deles nem conhecem a iniciativa ou consideram burocrática demais… O que não vale a dor de cabeça.

Para competir aos serviços de streaming, os cinemas têm adotado tecnologias IMAX, 3D, poltronas reclináveis e diversos outros ajustes visuais e sonoros.

Mas, no fim das contas, tornar o cinema mais acessível financeiramente é a melhor forma de atrair o público.

Com exigências de comprovantes de vacinação e baixa nos preços, mais clientes estariam disposto a voltarem ao cinema em vez de se preocuparem em economizar seu dinheiro para outras opções de lazer.

Por falar em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, você acha que o filme pode ser o primeiro a ultrapassar o US$ 1 bilhão na era pandêmica?

Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Nicolas Cage vai viver o Drácula em terror cômico da Universal Pictures

Após vários projetos menores, Nicolas Cage finalmente vai voltar para os blockbusters. Segundo o Hollywood Reporter, Cage assinou contrato para estrelar ‘Renfield‘, o próximo filme de monstro da Universal Pictures .

Cage vai estrelar ao lado de  Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’), que viverá o protagonista Renfield, o servo de Drácula.

O filme será dirigido por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’).

Recentemente, o produtor Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.” 

O cineasta substituiu Dexter Fletcher (‘Rocketman’), que alegadamente estava em negociações para comandar a produção, mas optou dirigir o reboot de ‘O Santo‘, para a Paramount Pictures.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

O personagem foi interpretado por Dwight Frye em ‘Drácula‘, de 1931.

‘Arquivo 81’: Série de terror sobrenatural da Netflix ganha data de estreia; Confira as imagens!

A Netflix anunciou quando a série de terror sobrenatural ‘Arquivo 81‘ será lançada em sua plataforma no dia 14 de janeiro.

Além disso, as primeiras imagens oficiais foram divulgadas.

Confira:

A produção é baseada no popular podcast homônimo.

A trama segue o arquivista Dan Turner (Mamoudou Athie), que assume um trabalho para restaurar uma coleção de fitas de vídeo de 1994. Reconstruindo o trabalho de uma documentarista chamada Melody Pendras (Dina Shihabi), ele é imediatamente atraído pela investigação dela sobre um perigoso culto. Conforma a história se desenvolve nas duas timelines, Dan lentamente se torna obcecado em descobrir o que aconteceu com a Melody. Quando os dois formam uma conexão misteriosa, Dan fica convencido que pode salvá-la do fim aterrorizante que lhe passou há 25 anos.

James Wan (‘Invocação do Mal’) serve como produtor executivo ao lado de Rebecca Sonnenshine (‘The Boys’), Michael Clear (‘Maligno’), Rebecca Thomas (‘Stranger Things’), Antoine Douaihy (‘Panic’) e Paul Harris Boardman (‘Livrai-nos do Mal’).

Ridley Scott – 84 Anos | Grandes filmes do diretor para assistir nos streamings

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar ou que nunca assistiram a um filme do conhecido realizador Ridley Scott.

O cineasta e produtor britânico fez sua estreia oficial no mundo cinematográfico ainda em 1977, com o lançamento de ‘Os Duelistas’, mas não seria até dois anos mais tarde que revolucionaria o gênero da ficção científica com ‘Alien – O 8º Passageiro’. Desde então, Scott ficaria à frente de uma carreira recheada de altos e baixos e que, de qualquer maneira, ajudou a imortalizar clássicos fílmicos como ‘Blade Runner’Thelma & LouiseGladiador e vários outros.

Com 84 anos, Scott ainda permanece na ativa e, só em 2021, encabeçou dois projetos ambiciosos – o drama histórico ‘O Último Duelo’ e o drama de assassinato ‘Casa Gucci’. E, para celebrar seu aniversário (comemorado hoje, 30 de novembro), separamos os melhores títulos de sua filmografia que estão disponíveis nas plataformas de streaming.

Confira:

ALIEN – O 8º PASSAGEIRO (1979)

Onde assistir: Star+

Estrelado por Sigourney Weaver, o clássico sci-fi ‘Alien – O 8º Passageiro’ é um dos marcos do gênero em questão e acompanhou uma tripulação a bordo da nave espacial Nostromo que se tornou alvo de um predador espacial conhecido como xenomorfo. Trazendo nomes como Tom SkerrittVeronica CartwrightHarry Dean StantonJohn Hurt e vários outros, o título teve recepção mista à época de seu lançamento, levando décadas até que os especialistas compreendessem sua grandiosidade e sua importância para o mundo do entretenimento.

BLADE RUNNER – O CAÇADOR DE ANDROIDES (1982)

Onde assistir: HBO Max

Três anos depois de ‘Alien’, Scott voltaria a construir mais um marco no gênero da ficção científica com o icônico e atemporal ‘Blade Runner – O Caçador de Androides’. Adaptado do romance ‘Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?’, de Philip K. Dick, a narrativa neo-noir é ambientada em uma Los Angeles distópicas em que humanos sintéticos conhecidos como replicantes são construídos para trabalhar em colônias espaciais. Quando um grupo de replicantes rebeldes escapa de volta para a Terra, cabe a Rick Deckard (vivido por Harrison Ford) a caçá-los.

THELMA & LOUISE (1991)

Onde assistir: Telecine Play

A dramédia criminal estrelada por Geena DavisSusan Sarandon carrega consigo um dos melhores roteiros já escritos na história do cinema – e conquistou o Oscar de Melhor Roteiro Original. Considerado uma das assinaturas de Scott, Thelma & Louise merece ser ovacionado em sua completude. A história acompanha Louise Sawyer (Sarandon), uma garçonete quarentona, e Thelma (Davis), uma jovem dona-de-casa. Cansadas da vida monótona que levam, as amigas resolvem deixar tudo para trás e pegar a estrada. Durante a viagem, elas se envolvem em um crime e decidem fugir para o México, mas acabam sendo perseguidas pela polícia americana.

GLADIADOR (2000)

Onde assistir: Netflix

Garantindo o Oscar de Melhor AtorRussell CroweGladiador é um épico histórico que nos leva de volta à Roma Antiga. A trama acompanha Maximus, um poderoso general romano, amado pelo povo e pelo imperador Marcus Aurelius. Antes de sua morte, o Imperador desperta a ira de seu filho Commodus ao tornar pública a sua predileção em deixar o trono para Maximus. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego, e passa a se esconder como um escravo e gladiador enquanto vai atrás de vingança.

PERDIDO EM MARTE (2015)

Onde assistir: Telecine Play

O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é enviado a uma missão para Marte, mas após uma severa tempestade, ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no planeta inóspito com escassos suprimentos e sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra. Ele inicia então uma dura luta pela própria sobrevivência, utilizando de todo o seu conhecimento científico para fazer contato e retornar para casa.

TODO O DINHEIRO DO MUNDO (2017)

Onde assistir: MUBI

Itália, 1973. John Paul Getty III (Charlie Plummer) é o neto favorito do magnata do petróleo J. Paul Getty (Christopher Plummer), um dos primeiros bilionários da história da humanidade. O sequestro do rapaz coloca a sua mãe, Gail Harris (Michelle Williams), em uma corrida desesperada para convencer o ex-sogro a pagar o resgate milionário do filho. Frio, manipulador e mesquinho, Getty irá encarregar o ex-espião Fletcher Chase (Mark Wahlberg), seu homem de confiança, de descobrir quem e o que está por trás do crime, solucionando o problema sem o desperdício de nenhum centavo de sua fortuna.