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‘Search Party’: 5ª e ÚLTIMA temporada da série de comédia ganha primeiras imagens oficiais

A 5ª e ÚLTIMA temporada da aclamada série de comédia da HBO Max, intitulada ‘Search Party‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais, divulgadas com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Search Party, season 5
CR: Jon Pack/HBO Max
Search Party, season 5
CR: Jon Pack/HBO Max
Search Party, season 5
CR: Jon Pack/HBO Max
Search Party, season 5
CR: Jon Pack/HBO Max

O último ciclo terá dez episódios e será lançado na plataforma de streaming em 07 de janeiro de 2022.

O elenco do próximo ano trará inúmeras adições, incluindo Jeff Goldblum (‘Jurassic World’), que será Tunnel Quinn, um carismático bilionário do cenário high-tech que firma uma parceria bastante pública com Dory (Alia Shawkat) do outro lado de sua experiência de quase morte; e Kathe Griffin, que irá interpretar Liquorice Montague, uma teórica conspiracional que adota Chantal (Clare McNulty) como aprendiza codependente.

Vale lembrar que as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis no catálogo da HBO Max.

O show foi criado por Sarah-Violet BlissCharles RogersMichael Showalter.

Na 4ª temporada, Dory (Shawkat) é mantida prisioneira por seu psicótico perseguidor Chip (Cole Escola), que está determinado a fazê-la acreditar que são melhores amigos. Enquanto isso, Portia (Meredith Hagner) estrela em um filme sobre o julgamento, apesar de não interpretar a si mesma; Elliott (John Early) mudou de partido e se tornou um apresentador de talk show conservador e de direita; e Drew (John Reynolds) tenta escapar de seu obscuro passado ao trabalhar como membro da equipe temática de um parque de diversões. Conforme os amigos começam a conectar os pontos que Dory pode não se apresentar em sua tour pela Europa, conforme sua conta falsa nas redes sociais sugete, eles devem decidir entre colocar traumáticos passados para trás e se tornarem, mais uma vez, uma equipe de busca – agora, por Dory.

Ann DowdSusan Sarandon, Griffin Dunne, Busy Philipps, Lillias White e R.L. Stine também fizeram parte da última temporada.

‘This is Us’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha data de estreia

THIS IS US -- Pictured: "This Is Us" Key Art -- (Photo by: NBC)

Os fãs da aclamada série ‘This is Us‘ podem se preparar, pois a 6ª e ÚLTIMA temporada da série já possui data de estreia.

O vindouro ciclo estreia em menos de dois meses, com seu primeiro episódio sendo exibido no dia 04 de janeiro de 2022. O ciclo de encerramento contará com 18 capítulos no total.

Desde sua estreia, ‘This is Us‘ tem sido um dos maiores fenômenos de audiência da televisão americana. A quinta temporada tem registrado 1.0 na demo, com um total de 5.6 milhões de espectadores – o que representa a maior audiência da emissora atualmente.

Vale lembrar que todas as cinco temporadas da produção já estão disponíveis na Star+.

No passado recente, a série ganhou um emocionante vídeo dos bastidores, em que o elenco se despede da série e do público.

Confira:

 

A série é criada por Dan Fogelman.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

‘Casa Gucci’: Lady Gaga e Adam Driver são destaque no novo clipe oficial do longa; Confira!

‘Casa Gucci’ chega em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Universal Pictures divulgou um novo clipe oficial dando destaque a Lady Gaga (Patrizia Reggiani) e a Adam Driver (Maurizio Gucci).

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas em 25 de novembro.

Ridley Scott (‘Perdido em Marte’) entra como diretor

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Jeremy IronsJared LetoAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

‘Rick e Morty’: 6ª temporada da animação adulta é confirmada para 2022

Adult Swim trouxe boas novas aos fãs de ‘Rick e Morty’ nos últimos dias e confirmou que a animação adulta retornará para uma 6ª temporada ainda em 2022.

Infelizmente, uma previsão de estreia mais precisa não foi revelada.

Vale lembrar que as cinco primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de HBO Max.

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Yellowjackets’: Série de sobrevivência com Christina Ricci ganha novas imagens oficiais

A vindoura série dramática de sobrevivência, intitulada Yellowjacketse estrelada por Christina Ricci, ganhou duas novas imagens oficiais.

Em uma delas, um grupo de adolescentes aparece aprisionada em uma ilha deserta, após a queda do avião onde estavam.

Confira, junto ao trailer completo:

Juliette Lewis as Natalie in YELLOWJACKETS, “Heart-Shaped Black Box”. Photo credit: Kailey Schwerman/SHOWTIME.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

A produção irá estrear oficialmente no dia 14 de novembro.

Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) dirigiu o episódio piloto.

O elenco também conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

‘Tico e Teco’: Live-action da Disney ganha imagem de bastidores e previsão de lançamento; Confira!

Na última sexta-feira (12), a Walt Disney anunciou uma série de novidades para celebrar o Disney+ Day e aproveitou para revelar que o reboot em live-action Tico e Teco: Defensores da Lei’ (‘Chip ‘N’ Dale: Rescue Rangers’, no original) ganhou previsão de estreia e chega à plataforma de streaming em meados de 2022.

Além disso, foi revelada a primeira imagem de bastidores da produção.

Confira:

O híbrido live-action e animação contará com as vozes de Andy SambergJohn Mulaney.

Akiva Schaffer, conhecido por seu trabalho em Saturday Night Live, comandará o projeto.

Tico e Teco fizeram sua estreia na Walt Disney Company em 1943 como parte do curta-metragem Private Pluto, dirigido por Clyde Geronimi, onde têm uma briga com Pluto sobre poderem ou não esconderem suas nozes no canhão de uma base militar.

Os esquilos antropomórficos fazem alusão ao famoso designer de móveis do século XVIII Thomas Chippendale.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Você notou? Teaser de ‘Mulher-Hulk’ traz referência à clássica série do Hulk; Confira!

A Disney+ divulgou ontem (12) o primeiro teaser oficial de ‘Mulher-Hulk’, nova série do Universo Cinemático Marvel estrelada por Tatiana Maslany (‘Orphan Black’).

Além de provocar o visual da estrela já transformada e revelar o retorno de Bruce Banner (Mark Ruffalo), a prévia traz uma bela referência à clássica série do Hulk, estrelada por Bill Bixby.

A referência acontece quando Jennifer Walters (Maslany) diz: “Não me irrite. Você não gostaria de me ver com raiva”, a frase bordão de dita por Bixby na atração exibida na década de 1970 e 1980.

Confira, junto com o trailer:

A estreia da produção está marcada apenas para 2022.

O elenco também conta com Ginger GonzagaRenée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Lembrando que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Kat CoiroAnu Valia entram como diretoras da série.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tornou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.

Segundo o site The Direct, a série trará um aspecto bastante interessante e particular do Universo Cinemático Marvel à vida: a quebra da quarta parede.

As informações idnicam que haverá “diversos momentos” em que Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Maslany) irá conversar diretamente com o público. Além disso, acredita-se que Jennifer terá ciência de que é um personagem dentro do MCU.

Vale lembrar que, apesar das similaridades com ‘Deadpool’ (que faz utilização do mesmo recurso nos filmes e nos quadrinhos), Mulher-Hulk não é estranha à quebra da quarta parede, como fez nas HQs The Sensational She-Hulk, de John Byrne, em que constantemente zombava dos heróis e fazia questão de lembrá-los de que “não eram reais”.

‘Encantada’: Elogiado filme estrelado por Amy Adams estreia no Disney+

O elogiado longa-metragem familiar Encantada, estrelado por Amy AdamsPatrick Dempsey, estreou no Disney+.

O título foi lançado na plataforma de streaming no último dia 12 de novembro.

Relembre o trailer:

Lançado em 2007, o filme foi dirigido por Kevin Lima.

Expulsa por uma rainha malvada do seu próprio conto de fadas, a princesa Giselle vai morar em Manhattan, Nova York, onde música, mágica e finais felizes já não são tão fáceis de encontrar. Giselle está completamente perdida no novo mundo, até que um advogado divorciado resolve ajudá-la. A situação se complica quando o príncipe de sua história chega para salvá-la.

James MarsdenIdina MenzelSusan SarandonTimothy SpallRachel Covey também fizeram parte do elenco.

Lembrando que uma sequência, intitulada Desencantada, será lançada na plataforma de streaming no final de 2022, trazendo Adam

Desencantada, sequência do divertido e elogiado Encantada, será lançado no Disney+ no final de 2022. Adams e Dempsey retornam nos papéis principais.

Adam Shankman entra como diretor.

A trama se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

A atriz Gabby Baldacchino dará vida à Morgan na adolescência. James Marsden (Príncipe Edward) e Idina Menzel (Nancy Tremaine) retornam, ao lado das recém-anunciadas Maya RudolphYvette Nicole BrownJayma Mays.

‘Detetive Madeinusa’: Comédia com Whinderson Nunes e Tirullipa estreia na Amazon Prime Video

A comédia nacional ‘Detetive Madeinusa‘, estrelada por Whinderson Nunes e Tirullipa, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (12) na grade de programação.

Na trama, Madeinusa é um ex-político que virou um detetive atrapalhado. Ele é contratado por Neldson, um lobista milionário, para desvendar o roubo de um boi premiado e com a ajuda de uma equipe ainda mais atrapalhada, ambos se envolverão em uma série de confusões.

Assista ao trailer:

 

Rodrigo Van Der Put assina a direção da comédia.

Gessica Kayane, Antonio Tabet, Luana Tanaka e Bruno Montaleone estrelam a produção.

‘Cowboy Bebop’: Série live-action da Netflix ganha novo teaser recheado de ação; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial da aguardada série live-action Cowboy Bebop, mostrando cenas inéditas da adaptação.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de novembro.

A adaptação é fruto de uma parceria entre a Netflix e a Tomorrow Studios e terá 10 episódios em sua primeira temporada.

O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, e Scott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.

‘Alerta Vermelho’: Gal Gadot, The Rock e Ryan Reynolds mandam recado especial para os fãs brasileiros; Confira!

O filme de ação ‘Alerta Vermelho‘, estrelado por Gal GadotThe RockRyan Reynolds, já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, o elenco se reuniu para mandar uma mensagem especial para os fãs brasileiros.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 42% de aprovação, com nota 4.9/10 baseada em 71 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

Separamos as principais críticas:

“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com

“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer

“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily

Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds mal estão atuando neste filme de ação”, Richard Roeper – Chicago Sun-Times

“Desfrute do do filme como puro entretenimento para os olhos, mas não espere mais do que isso.”, Trevor Johnston – Radio Times.

“O filme é um pastiche sem vida de vários filmes de ação blockbuster das últimas quatro décadas” – Slant Magazine.

“O produto final não faz jus ao poderoso trio protagonista” – Digital Spy.

“O filme é bastante divertido graças à ação e à atmosfera de comédia” – Mama’s Geeky.

Alerta Vermelho é um aventura mundial que se assemelha a ‘Missão Impossível’, a James Bond e a Indiana Jones” – Solzy at the Movies

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘Arcane’: Netflix libera mais três episódios da série baseada em ‘League of Legends’

Netflix liberou hoje (13) mais três episódios oficiais de Arcane, série de animação baseada na icônica franquia de games League of Legends.

Os três capítulos finais serão lançados em 20 de novembro.

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

Criada por Christian Linke e Alex Yee, a produção foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.

Confira:

Henry Cavill quer interpretar super-herói da MARVEL nos cinemas; Saiba quem!

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro Henry Cavill revelou que adoraria fazer parte da família da Marvel Studios e que, caso a oportunidade surgisse, gostaria de interpretar o herói Capitão Britânia.

“Nunca vou dizer um personagem da Marvel que já está sendo interpretado por alguém… Porque todos estão fazendo um ótimo trabalho”, ele disse. “Entretanto, tenho internet e vi vários rumores sobre o Capitão Britânia e acho que seria muito divertido fazer uma versão legal e modernizada dele – da mesma forma que modernizaram o Capitão América. Há algo divertido sobre isso e eu amo ser britânico”.

Para aqueles que não conhecem o personagem, Capitão Britânia fez sua estreia nos quadrinhos em 1976 com a edição Captain Britain Weekly #1. Alter-ego do Dr. Brian Braddock, o herói é campeão das Ilhas Britânicas e de seus povos. Dotado de poderes místicos através do Amuleto do Direito, dado a ele pelo lendário feiticeiro Merlyn e por sua filha, Roma, ele se tornou protetor da Terra-616.

Ele foi o único personagem do cânone da Marvel com o qual o famoso autor Alan Moore (‘Watchmen’, ‘V de Vingança’) já trabalhou.

O que você achou da ideia?

Vale lembrar que o astro retorna como Geralt de Rivia na vindoura 2ª temporada de The Witcher, que chega à Netflix em 17 de dezembro de 2022.

Confira o trailer:

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Taylor Swift lança videoclipe oficial de “All Too Well”, estrelado por Dylan O’Brien e Sadie Sink

A estrela da música vencedora do Grammy Taylor Swift lançou hoje (12) o videoclipe oficial da faixa “All Too Well”, versão regravada para o aclamado álbum Red (Taylor’s Version)’.

Considerada por inúmeros especialistas e fãs como a melhor canção de sua carreira, o curta-metragem é estrelado por Dylan O’BrienSadie Sink e conta com a direção e o roteiro de Swift (que já comandou os clipes de “cardigan”“willow”“The Man”).

Confira:

Vale lembrar que o álbum, que traz colaborações com Phoebe BridgersChris StapletonEd Sheeran, já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. State of Grace
  2. Red
  3. Treacherous
  4. I Knew You Were Trouble
  5. All Too Well
  6. 22
  7. I Almost Do
  8. We Are Never Ever Getting Back Together
  9. Stay Stay Stay
  10. The Last Time (feat. Gary Lightbody)
  11. Holy Ground
  12. Sad Beautiful Tragic
  13. The Lucky One
  14. Everything Has Changed (feat. Ed Sheeran)
  15. Starlight
  16. Begin Again
  17. The Moment I Knew
  18. Come Back… Be Here
  19. Girl at Home
  20. State of Grace (acústico)
  21. Ronan
  22. Better Man
  23. Nothing New (feat. Phoebe Bridgers)
  24. Babe
  25. Message in a Bottle
  26. I Bet You Think About Me (Chris Stapleton)
  27. Forever Winter
  28. Run (feat. Ed Sheeran)
  29. The Very First Night
  30. All Too Well (versão de 10 minutos)

Taylor Swift é uma das mais artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy para sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless1989 e ‘Folklore’. Além de Red (Taylor’s Version)’, a artista lançou recentemente Fearless (Taylor’s Version)’ e também o elogiado ‘Evermore’ (que tem grandes chances de aparecer na próxima premiação do Grammy).

Crítica em Vídeo | Alerta Vermelho – Ação MAIS CARA da Netflix é uma apenas uma diversão barata…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO do filme de ação ‘Alerta Vermelho‘, estrelado por Gal GadotThe RockRyan Reynolds, que já está disponível na Netflix.

O filme é o mais caro já feito pelo streaming, com orçamento de US$ 250 milhões. Mas o resultado fica aquém do esperado…

Assista a crítica:

Crítica | Alerta Vermelho – Filme mais caro da Netflix é o novo ‘Esquadrão 6’ do streaming

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 42% de aprovação, com nota 4.9/10 baseada em 71 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Wicked | Conheça o romance de Gregory Maguire que será adaptado para os cinemas

Nos últimos dias, a Universal Pictures finalmente revelou que a indicada ao Oscar Cynthia Erivo e a vencedora do Grammy Ariana Grande irão estrelar a vindoura (e já problemática) adaptação de Wicked, aclamado musical da Broadway que, por sua vez, foi baseado no ilustre romance assinado por Gregory Maguire.

Mas você conhece a história do livro?

Em 1995, Maguire decidiu resgatar o conto de O Mágico de Oz’, criado por L. Frank Baum em 1900 que contava a vida e as aventuras da jovem Dorothy Gale e sua jornada inesperada à longínqua e misteriosa terra de Oz, na qual encontra diversas criaturas sedentas por cumprirem seus desejos – e outras não tão amigáveis assim. De qualquer modo, fomos apresentados a um ponto de vista e não sabemos o que estava acontecendo neste território desconhecido antes da chegada da garota; é exatamente sobre isso que Maguire discorre em Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz’. E as coisas não poderiam ser mais chocantes: pelo que tudo indica, a Bruxa Má do Oeste é revelada como uma vítima cujas ambições são suprimidas por um regime totalitário comandado pelo Mágico; a Bruxa Boa do Norte é na verdade uma patricinha fútil que não se importa com ninguém além de si mesma. E a sociedade oziana (gentílico adotado pelos habitantes de Oz, obviamente) está prestes a ruir em disparidades sociais e pobreza.

Tudo parece uma grande brincadeira de mau gosto ou uma sátira novelesca. Três anos antes da publicação de Wicked, Geoff Ryman já havia lançado sua obra, Was’, mas como forma de manter o poder da fantasia e da arte, provocando em seus leitores meditações e divagações profundas sobre estas vertentes. Mas aqui as coisas são diferentes. A premissa principal resume-se mostrar os dois lados de uma mesma moeda e dizer que as pessoas que se portam como antagonistas na verdade não são piores que o restante de nós. Não digo que o autor trate a obra original com desrespeito, mas sim como um diamante a ser lapidado: os personagens aparecem, obviamente, mas em arcos diferenciados e, por vezes, assustadores, embebidos em pretextos que culminam em atos e escolhas quase inumanas. E apesar do tom dramático e provocativo, a narrativa de desenrola de forma tão fluida que nos faz mergulhar num universo novo em questão de segundos.

Em Wicked, como já citado, Elfaba (a futura Bruxa Má do Oeste) não é a antagonista, e sim uma criação mal compreendida que foi, de certo modo, abandonada pela família por ter nascido com a pele verde e por não poder entrar em contato com a água, além de ter dentes proeminentes que assustavam a qualquer um que ousasse chegar perto dela. Em contraposição, Glinda (a futura Bruxa Boa do Norte) emerge como uma socialite hipócrita obcecada pelo dinheiro e por status e cuja futilidade é exatamente o que Elfaba condenaa. O Mágico, por sua vez, é o grande vilão, pois, ainda que Glinda não seja flor que se cheire, suas intenções não são ruins. Mas o governante na verdade é um déspota tirano que destronou a Rainha Ozma para tomar a força o poder e ameaçar exterminar aqueles que ousassem lhe impedir ou lhe contrariar.

Elfaba é o que podemos chamar de arquétipo do idealismo anárquico e da coragem dos rebeldes que deseja estampar na cara da sociedade todas as mazelas sob as quais ela vive. Logo depois de entrar na Faculdade de Shiz, nome concedido em homenagem ao centro comercial de Oz e local onde todos os seus valores são colocados em cheque ao conviver com pessoas tão supérfluas e que a maltratam, ela se envolve na luta pelos direitos dos Animais (com A maiúsculo mesmo), uma classe que se diferencia do restante dos animais por ter a capacidade de falar. Para tanto, sua vida começa a ser permeada por outros personagens de cunho moralista, como o Doutor Dillamond, um Bode que realiza experiências antropológicas, Madame Morrorosa, que trabalha secretamente para o Mágico, e Nessa – sua irmã e futura Bruxa Má do Leste – que se encanta com uma vida que nunca pôde ter por conta de seu passado.

Após encontrar as vertentes extremistas da luta social, a protagonista abandona a escola, torna-se uma anarquista e se esconde. Depois que seu amante, Fiyero, é assassinado por soldados do Mágico, ela se une a um grupo de monjas, para cuidar dos fracos e doentes. Mas, durante uma longa jornada que eventualmente a leva de volta para sua própria casa, Elfaba se torna tão desiludida e paranoica que, mais breve que o esperado, abraça seu destino como Bruxa Má do Oeste.

Elfaba é uma personagem completa: complexa e problemática como todo ser humano e, por isso mesmo, torna-se emblemática. Apesar de todos os personagens também serem assim, com ela a visão multidimensional é muito mais clara. Ela é supostamente a heroína e aquela para a qual devemos sempre torcer. Mas por mais que saibamos que ela não passa de uma vítima de uma sociedade intolerante, corrupta e preconceituosa, suas próprias ações denunciam a quebra dos paradigmas heroicos que conhecemos. Sua mente está em constante mudança e é bombardeada por excentricidades que a levam em caminhos opostos ao que deveria. Entretanto, sabe muito bem diferenciar uma escolha individualista de outra social. E obviamente não podemos esquecer sua inteligência – algo notável não só no seu modo de agir, mas também em suas reflexões sobre a vida e o mundo (seja no campo espiritual, seja no terrestre).

“Eu nunca uso as palavras humanista ou humanitário, pois me parece que ser humano significa ser capaz dos crimes mais hediondos da natureza.”

A riqueza de detalhes de Maguire para descrever Oz também merece destaque. Não espere encontrar descrições precisas de lugares, lendas e criaturas como nos livros de J.R.R. Tolkien por exemplo, pois nem mesmo os próprios ozianos parecem conhecer Oz realmente – tanto que existem inúmeras teorias sobre como o mundo foi criado, sobre Deus, sobre o surgimento dos Animais, entre outras coisas. A riqueza de detalhes que me refiro encontra-se exatamente nos elementos que acabei de citar. Tudo é extremamente mundano e ordinário; seja nas discussões e questionamentos sobre a vida (tanto no aspecto natural/terreno quanto no sobrenatural/divino), seja nos problemas das pessoas e o modo como elas reagem a eles, seja na ignorância e na falta de compreensão dessas mesmas pessoas ao não conseguir conceber o diferente e tratá-lo com hostilidade e intolerância: tudo isso faz com que você esqueça na maior parte do tempo que está lendo um livro de fantasia. E apesar de causar estranheza no início, essa abordagem inusitada te faz ficar cada vez mais fascinado com esse universo complicado e por vezes espantoso.

O maior triunfo do livro sem dúvida está em suas reflexões. Não apenas sobre natureza do bem e do mal, mas sim na abrangência dos diversos níveis da psiquê humana. Nenhum personagem é unilateral ou linear quando falamos do caráter, e isso faz com que tanto eles quanto o leitor questionem e duvidem de seus pensamentos e ações o tempo inteiro. Assim como todos nós, perguntam-se qual a escolha mais sensata a se fazer, ainda que isso contrarie os seus princípios ou os da comunidade em que vivem. Maguire tenta mostrar através da história de Elfaba que conceitos de personalidade não são definitivos, e que o certo e o errado não se resumem ao que nos ensinaram. Nós mesmos somos colocados à prova em cada parágrafo minuciosamente escrito pelo autor; depende apenas de nós englobar a sabedoria necessária para discernir e compreender tudo isso (confesso que várias vezes durante a leitura, parei e pensei: “caramba, isso faz muito sentido.”)

“Glinda usava suas contas de purpurina, e você usava sua aparência exótica e sua história, mas vocês não estavam fazendo a mesma coisa, tentando maximizar o que tinham para conseguir o que queriam? As pessoas que se dizem más normalmente não são piores do que o resto de nós. – Ele suspirou. – É com as pessoas que se dizem boas ou melhores do que o resto de nós que devemos nos preocupar.”

Wickedé o tipo de livro que deixa os leitores intrigados, incomodados, desconfortáveis e, em alguns momentos, inconformados, como toda boa obra de arte, – e isso torna sua leitura obrigatória. As recomendações em sua contracapa são verdadeiras: reserve um espaço para a obra entre “Alice no País das Maravilhas” e “O Senhor dos Anéis”. Pois uma fusão entre fantasia e realidade que consiga fazer o que este livro fez, definitivamente merece um lugar especial.

Lembrando que o longa-metragem começa a ser rodado a partir de junho de 2022, no Reino Unido, com Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’, ‘Em um Bairro de Nova York’), atado à direção.

Crítica | Alerta Vermelho – Filme mais caro da Netflix é o novo ‘Esquadrão 6’ do streaming

Duas horas de caricaturas estereotipadas e uma coletânea de frases de efeito fazem de Alerta Vermelho uma experiência formulaica, batida e repetitiva. Não trazendo nada de novo para as telas, o novo filme de Rawson Marshall Thurber é quase um Michael Bay requentado: Força suas referências da cultura POP de forma blasé, transforma seus personagens em vilões infantiloides e pesa a mão nas cenas de ação, explorando explosões exageradas e performáticas a fim de manter a atenção da audiência. É cafona? Sem sombra de dúvidas. Mas às vezes é o tipo de entretenimento que mais diverte o assinante da Netflix.

Com um orçamento milionário, Alerta Vermelho chega sob a sombra da expectativa de que muito dinheiro investido também signifique qualidade fílmica. E enquanto aclamados cineastas como Martin Scorsese sofrem para finalizar seus longas, produções pouco expressivas como essa comédia de ação secam os cofres dos estúdios em sucessivas explosões que poderiam muito bem ter sido reduzidas pela metade. Dito isso, a produção não é um total desperdício. Ainda que seja uma reprodução de Esquadrão 6 com toques de Indiana Jones, a suntuosa comédia atrai o público geral por sua intensidade, que oferece poucos respiros e muitas cenas de luta.

Trazendo um background de origem que fragilmente tenta unir dois períodos históricos distintos, o longa quer despertar o ímpeto aventureiro na audiência, mas se estende em uma narrativa prolixa, que anda em círculos – enquanto tenta surpreender o público com grandes-pequenas reviravoltas. Suas duas horas são repletas de excessos e nada é tão convincente assim a ponto de nos fazer se engajar com a trama. Mas Gal Gadot, Ryan Reynolds e Dwayne Johnson se entrelaçam bem e mesmo que a dinâmica seja piegas e pouco intuitiva, o trio de atores é capaz de segurar a atenção da audiência, à medida em que faz um malabarismo mirabolante com suas frases de efeito que são pouco originais, mas que vez outra conseguem extrair um riso frouxo.

Completamente despretensiosa, a comédia de ação pode se tornar um desperdício de tempo para cinéfilos mais criteriosos, à medida em que facilmente pode cativar aqueles que pouco esperam de um filme. Quando não levado a sério e sob uma tremenda suspensão de realidade, Alerta Vermelho pode se tornar uma experiência cinematográfica prazerosa. Você poderia assistir algo um pouco mais substancial e bem melhor? Obviamente. Mas quando um filme é tão ruim a ponto de se tornar um prazer culposo, quem somos nós para julgar?

Artigo | 16 anos depois, ‘Orgulho e Preconceito’ continua como uma das melhores adaptações de Jane Austen

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

‘Alerta Vermelho’: Novo filme de ação da Netflix está CONQUISTANDO os assinantes; Confira as reações!

Alerta Vermelho‘ recebeu uma enxurrada de críticas negativas e conquistou apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

No entanto, o longa está fazendo a alegria dos assinantes da Netflix agora que chegou ao catálogo da plataforma.

Na trama, o investigador do FBI John Hartley (Dwayne Johnson) parte em busca da ladra de obras de arte mais procurada do mundo, vivida por Gal Gadot.

Mas para ter sucesso em sua missão, ele vai precisar da ajuda do golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds), que almeja o título de maior ladrão do planeta.

Nas redes sociais, o público está comemorando a chegada do aguardado longa e rasgando elogios à química do trio e à trama, repleta de aventura, humor e ação na medida certa.

O filme era tão aguardado que alguns até madrugaram para assistir assim que o título foi adicionado.

Confira as reações:

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘Prey’: Novo filme da franquia ‘Predador’ ganha logo e arte conceitual INCRÍVEIS; Confira!

O novo filme da franquia ‘Predador‘, oficialmente intitulado ‘Prey‘ (Presa, em tradução literal), ganhou nova arte conceitual e logo incríveis.

Confira:

O longa será lançado em meados de 2022, direto no serviço de streaming do Hulu. No Brasil, a produção deve chegar pelo Star+.

Amber Midthunder (‘Legion’) estrelará a produção. Ela irá interpretar uma mulher Comanche, que desafia as normas e tradições de sua tribo para se tornar uma guerreira.

Confira a sinopse completa:

“A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.”

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) será responsável pela direção.

O longa-metragem está sendo desenvolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’ e ‘Treadstone’) assina o roteiro.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados crossover com ‘Alien‘.