A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.
A nova série de terror cômico ‘Just Beyond‘, baseada nos escritos do lendário romancista R.L. Stinee estrelada por Mckenna Grace, já está disponível no Disney+.
Para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou através do Twitter várias artes de fã incríveis que fazem alusão aos episódios da primeira temporada.
Confira:
Witches and monsters and spirits, oh my! 📖🌀Check out these comic book-inspired covers celebrating #JustBeyondSeries!
🎨: Irene Flores, Christian Ward, Diego Gallindo, and Jorge Corona & Sarah Stern
O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?
Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.
Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.
Criada por Christian LinkeeAlex Yee, ‘Arcane’ foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.
Dos mesmos criadores de ‘League of Legends’, chega uma nova série de animação: ‘Arcane’. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las.
A CW divulgou a sinopse oficial de “Welcome to Rivervale”, episódio de estreia da 6ª temporada de ‘Riverdale’ que também marca o retorno de Kiernan Shipka como Sabrina Spellman, da série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘.
Confira:
“Depois da explosão que ocorreu no final da 5ª temporada, um novo dia começa na cidade de RiverVALE, onde cada coisa está onde deveria. Veronica e Reggie agora são o casal mais poderoso da cidade, enquanto Jughead e Tabitha passam a morar juntos. Mas com Cheryl exigindo o retorno à normalidade, a serenidade logo é colocada em xeque”.
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 16 de novembro.
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A Netflix divulgou recentemente novas imagens promocionais da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, cuja estreia na plataforma de streaming acontece em 17 de dezembro.
Confira, junto ao trailer:
Go beyond today’s trailer with these glimpses of Geralt, Ciri, and Triss from Season 2… pic.twitter.com/fiHlHBSuYP
Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.
Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:
Episódio 1 – A Grain of Truth Episódio 2 – Kaer Morhen Episódio 3 – What Is Lost Episódio 4 – Redanian Intelligence Episódio 5 – Turn Your Back Episódio 6 – Dear Friend Episódio 7 – Voleth Meir Episódio 8 – [NÃO REVELADO]
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Recentemente, a HBO Max divulgou um novo trailer promocional de ‘The Many Saints of Newark’, pré-sequência da aclamada série ‘Os Sopranos’.
O vídeo revela a data de lançamento do filme na plataforma de streaming: 05 de novembro.
Confira:
A trama se passará nos anos 60, mostrando a briga de afro-americanos contra famílias italianas. Apesar de não ter sido confirmado, espera-se que a produção apresente versões mais jovens dos personagens apresentados na série.
No filme, Jon Bernthal (O Justiceiro) estrela como Giovanni Francis “Johnny Boy” Soprano, pai do chefão do crime Tony Soprano (James Gandolfini), originalmente interpretado por Joseph Siravo em seis episódios da série da HBO.
A aclamada série de suspense cômico ‘Only Murders in the Building‘ já está disponível no streaming Star+ e, para promovê-la, foi divulgado um novo vídeo em que o elenco e a equipe criativa nos levam para conhecer detalhes sobre o cenário principal do show: o edifício Arconia.
Confira:
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
A série conquistou impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os críticos apreciaram o tom cômico da produção, além de não poupar elogios aos seus protagonistas, Steve Martin,Selena Gomez e Martin Short – que são o verdadeiro destaque da série.
Depois do trailer oficial da 2ª temporada, a Netflix divulgou um novo vídeo promocional da série ‘A Máfia dos Tigres‘ (Tiger King), fazendo um resumão da primeira temporada antes da estreia dos novos episódios.
Confira:
Lembrando que o próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 17 de novembro.
Eric Goode e Rebecca Chaiklin retornam à direção.
Resta saber qual caminho eles seguirão com a história, já que Joe Exotic está preso.
A série documental foi assistida por mais de 34.3 milhões de contas diferentes nos EUA em seus 10 primeiros dias de lançamento.
Para termos de comparação, a terceira temporada de ‘Stranger Things‘, uma das produções mais populares do serviço de streaming, teve 36.3 milhões de visualizações nesse mesmo período de tempo no país.
A primeira temporada da série teve oito episódios e foi baseada no artigo “Joe Exotic: uma jornada sombria no mundo de um homem enlouquecido“, de Leif Reigstad.
No mundo dos proprietários de grandes felinos, a realidade supera a ficção. E Joe Exotic, um carismático cantor country polígamo que possuía um zoológico em Oklahoma, é uma das figuras mais excêntricas desse universo. Joe e um elenco inacreditável de personagens – que inclui até chefes do tráfico e líderes de seitas – têm algo em comum: a paixão por grandes felinos e pelo status e atenção que suas coleções atraem. Mas quando seu lucrativo negócio é ameaçado por Carole Baskin, uma ativista pelos direitos dos animais e proprietária de um refúgio de grandes felinos, a situação foge ao controle. A crescente rivalidade entre eles resulta na prisão de Joe, acusado de contratar um assassino para matar Carole, e a investigação do crime acaba revelando uma história surreal na qual o animal mais selvagem é o ser humano.
A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gagae o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “Night and Day”, novo single do elogiado álbum ‘Love for Sale’.
Confira:
O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado ‘Cheek to Cheek’, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.
A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ é o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
De acordo com o Deadline, Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) estrelará a série dramática ‘The Golden Cage‘, que está sendo desenvolvida pelo Hulu.
Descrita como uma mistura entre ‘Suits‘ e ‘O Lobo de Wall Street‘, a produção irá explorar até onde uma mulher pode ir para esconder seu passado enquanto escala as alturas vertiginosas da Wall Street.
A série foi criada por Oskar Nordmark, que também é responsável pelo roteiro.
Susanna White (‘Andor’) irá dirigir o piloto, além de servir como produtora executiva.
Darryl Taja (‘The Perfect Guy’) e Adam Rodin (‘Extant’) serão os produtores.
O terror ‘Dead & Beautiful‘ ganhou um novo trailer.
Confira:
O longa foi escrito e dirigido por David Verbeek.
Cinco ricos jovens asiáticos estão sofrendo de tédio da classe alta, sem saber como passar os dias quando tão pouco se espera deles. Em busca de emoção, os cinco amigos formam o “Círculo”, um grupo onde se revezam projetando uma experiência única e extravagante para os outros. Mas as coisas dão errado quando os urbanos privilegiados acordam depois de uma noite fora, para descobrir que desenvolveram presas de vampiro e uma sede insaciável por carne, sangue e aventura a qualquer preço.
O elenco conta com Gijs Blom, Aviis Zhong, Yen Tsao, Philip Juan e Anechka Marchenko.
O terror será lançado pelo Shudder no dia 4 de novembro.
O terror cômico ‘Black Friday‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Casey Tebo é responsável pela direção.
Na noite de Ação de Graças, um grupo de funcionários descontentes de uma loja de brinquedos chega a contragosto para para abrir a loja à meia-noite para o dia de compras mais movimentado do ano. Enquanto isso, um parasita alienígena cai na Terra em um meteoro. Este grupo de desajustados liderado pelo gerente da loja Jonathan (Campbell) e o funcionário de longa data Ken (Sawa) logo se veem lutando contra hordas de compradores de Natal que foram transformados em criaturas monstruosas em um ataque assassino na Black Friday.
Para promover o lançamento da 2ª temporada de ‘Sintonia‘, a Netflix convidou o elenco da série para compartilhar uma lista com suas produções favoritas no serviço de streaming.
A trama acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.
O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 10 de janeiro de 2022.
Após os eventos do segundo ciclo, um processo judicial e uma possível sentença de prisão estão pairando sobre o ex-policial Bob. Ferry é libertado da prisão, mas descobre que sua posição foi assumida por uma gangue nova, mais forte e mais inteligente, liderada pelo casal holandês-turco Serkan e Leyla Bulut. Quando um jovem agente disfarçado é assassinado, a polícia percebe que há um traidor entre eles. Patrick Diericks faz uma oferta a Bob: ele pode fazer seu processo judicial desaparecer se Bob se disfarçar novamente e pode desmascarar o traidor dentro da gangue de Serkan como um infiltrado civil. Bob relutantemente assume esta missão de risco para conseguir colocar sua vida nos trilhos e garantir um futuro com sua nova família.
Os filmes de gênero estão cada vez mais ganhando espaço e público nos cinemas brasileiros, e isso é muito, muito bom. É importante para a indústria nacional fazer filmes de todos os tipos, e, se conseguir descentralizar a produção do eixo Rio-São Paulo, melhor ainda, pois gera emprego e estimula a produção regional do cinema. Em uma parceria bem bacana, a distribuidora O2 fechou a distribuição de cinco longas-metragens da produtora Raça Ruim Filmes – produtora esta que faz muito sucesso no Maranhão, onde está localizada – e o primeiro deles chega essa semana aos cinemas brasileiros daquela região, intitulado ‘Curupira: O Demônio da Floresta’.
Quando um casal e sua filha desaparecem misteriosamente na Ilha do Medo, os jornais rapidamente anunciam que o desaparecimento pode ser coisa do Curupira, pois o fato não tem explicação. Desavisados do perigo, um grupo de seis jovens imprudentes – Diana (Rosanna Mualem), Cauã (Ruan do Vale), Marcos (Al Danuzio), Carol (Luna Gandra), Jéssica (Carol Cunha) e Beto (André Bakka) – vai de barco até a ilha para farrear. A primeira coisa que os rapazes fazem ao desembarcarem na ilha é brincar com um pobre jabuti que estava por ali, e isso provoca a ira do Curupira (Flávia Barroso), que espreita o movimento de longe. É assim que misteriosamente o barco do grupo é desamarrado e eles se veem presos nesta ilha, sem sinal de celular e com a nítida sensação de que alguém não os quer vivos por ali.
Escrito e dirigido por Erlanes Duarte, ‘Curupira: O Demônio da Floresta’ tem seus pontos positivos, mas parte de um argumento problemático que já vem causando polêmica: sem comunicar se há algum indígena na produção e na escritura do longa, o filme simplesmente conta a história de um espírito sagrado como o Curupira e o distorce, retratando-o como um demônio (que está literalmente no título), um ser malvado que está ali para prejudicar a vida dos pobres humanos que só queriam se divertir. Essa distorção da cultura indígena é desrespeitosa, ainda mais quando, já nas primeiras cenas, o grupo pega um jabuti de verdade e brinca de jogá-lo de um para o outro. Ainda que uma mensagem inicial diga que nenhum animal foi maltratado na produção, dá para ver quando um dos rapazes literalmente dá um tapa no casco do bicho – e isso é, sim, maus tratos.
Isto apontado, ‘Curupira: O Demônio da Floresta’ tem a vibe de filme trasheira de festival de cinema alternativo. Deve ter sido divertido para o elenco gravar as cenas cheias de sangue escorrendo e tripas saindo pra fora numa pegada gore – mas sem exageros. A maquiagem utilizada para retratar a entidade é interessante, e os efeitos utilizados para lhe conferir poderes são bem-feitinhos, posto o baixo orçamento da produção. Ainda assim, uns errinhos de continuidade (cena em que as meninas estão secas e, em seguida, estão molhadas; pernas cheias de lama que em seguida não têm lama alguma, etc) poderiam ter sido evitados se Erlanes Duarte desse uma caprichada na versão final de seu filme.
‘Curupira: O Demônio da Floresta’ é um filme de terror bem fraquinho, mas que dá início para impulsionar novos filmes do gênero produzidos no Maranhão no futuro e que estreiem em salas de cinema de todo o país. Tomara!
Horror espanhol desenvolveu, usando uma única locação, seu enredo
O subgênero do found footage é o preferido de muitos diretores, principalmente aqueles com orçamento extremamente limitado, por permitir uma naturalidade que, de outra maneira, costuma se perder em produções maiores. O primeiro exemplar do tipo data de 1980, quando o cineasta italiano, Ruggero Deodato, lançou Holocausto Canibal.
Junto a todas as polêmicas que se formaram, à época, ao redor do filme (como a polícia abrindo uma investigação para apurar as cenas de assassinato presentes na produção) o título apresentou pela primeira vez as bases do que seria conhecida como o subgênero found footage; sendo a mais evidente o fato do espectador ser apresentado a uma gravação que é encontrada, dentro do enredo do filme, que revela os últimos momentos de alguém.
Pode-se argumentar que o subgênero teve um início ainda antes de 1980, cerca de dois anos antes, com Faces da Morte; entretanto, tanto essa produção como sua sequência não entregam os elementos do found footage.
Indiscutivelmente o grande momento para esse segmento veio em 1999, quando o despretensioso A Bruxa de Blair atraiu olhares aterrorizados para si e a suposta veracidade dos acontecimentos mostrados na película. Além disso, é importante ressaltar que o filme foi um dos primeiros que se aproveitou da expansão da internet para fins publicitários, utilizando a rede global para conferir ainda mais credibilidade ao seu enredo.
“Bruxa de Blair” foi um divisor no subgênero
O sucesso comercial do mesmo pavimentou o caminho para uma nova geração de found footages a partir de 2007, com o primeiro Atividade Paranormal. A ótima aceitação do público (simbolizada pela bilheteria acima de US$ 190 milhões) somada a um baixo orçamento (de US$ 15 mil) abriram o caminho para que mais produções do tipo fossem produzidas ou procuradas. É o caso de As Fitas de Poughkeepsie, V\H\S e Rec.
Por volta de 2007 os diretores espanhóis, Jaume Balagueró e Paco Plaza, lançaram Recna esteira da explosão dos found footages. O enredo, também assinado por eles em colaboração com Luiso Berdejo, segue uma apresentadora de um telejornal noturno que está realizando uma reportagem sobre como é a rotina noturna de um corpo de bombeiros.
O que começa como algo trivial, com entrevistas básicas acerca dos procedimentos deles e tomadas pelo local, muda quando o grupo recebe uma chamada de emergência em um apartamento. Com a jornalista e sua equipe seguindo-os durante todo o trajeto, eles chegam ao local e percebem que a emergência vem de uma senhora que vive sozinha; ao tentar ajudá-la um dos policiais do local é atacado pela mesma.
A produção espanhola contou com orçamento extremamente controlado.
O grupo, então tenta sair do prédio junto com os outros moradores porém logo eles descobrem que estão trancados em quarentena dentro do local, mesmo com o policial ferido. Esse é outro caso de uma obra experimental que contou com um orçamento extremamente limitado, pouco mais de US$ 2 milhões, porém teve um retorno muito favorável, US$ 23 milhões mundialmente.
Um dos elementos mais notáveis do filme é a utilização de um único cenário pelo resto da obra. Ter um prédio residencial, de pequeno porte, contribui para que o sentimento de claustrofobia e medo dos moradores, bombeiros e jornalistas se torne mais crível, além de intensificar a problemática do estado de quarentena ali presente.
Cenário único é algo bem comum em obras do found footage, isso porque se evita um gasto bem maior ao que a produção tem disponível mas porque também a simplicidade de ter um único cenário barateado mantém a fantasia de que a gravação em destaque é algo crível.
A atmosfera independente se fez presente também nas gravações, já que todas as locações são reais e não houve uma criação de um set para as filmagens; o contato dos atores com o roteiro também foi incomum, visto que nenhum deles sabia de antemão qual era o destino de seus personagens e o desfecho da obra como um todo.
Recrecebeu quase que de imediato ao seu lançamento um status diferenciado, garantindo sinal verde para pelo menos mais quatro sequências, com o segundo ainda sendo assinado pela dupla e o terceiro e quarto contando com um revezamento dos dois diretores. Em 2009 um remake hollywoodiano intitulado Quarentenalevou a mesma história do primeiro filme para Los Angeles, porém sem contar com a participação de Balagueró e Plaza.
Releitura da obra de Stoker figurou em movimento alemão
Entre 1962 e 1982 a indústria cinematográfica alemã testemunhou o surgimento do Novo Cinema Alemão, uma iniciativa conduzida pela nova geração de cineastas que estavam surgindo e inspirados, principalmente, pela Nouvelle Vague francesa. Uma característica compartilhada por todos os projetos do período era a escassez orçamentária.
Dentre os nomes que encabeçaram essa fase estão os de Rainer Werner Fassbinder, Wim Wenders e Werner Herzog. Durante os anos 70, a filmografia deste último se tornou foco de interesse nos mercados da Alemanha Ocidental e Estados Unidos.
Por volta de 1974 sua obra biográfica, O Enigma de Kaspar Hauser, baseada em uma história real do século XIX foi o representante da Alemanha ocidental para pleitear uma nomeação ao Oscar de melhor filme estrangeiro porém a indicação não ocorreu.
Kaspar Hauser pôs em evidência o trabalho de Herzog.
Ainda assim, a excelente recepção da crítica com O Enigma de Kaspar Hauser catapultou o nome do diretor para o público mais amplo de modo que ele pôde se aventurar no terror. Inicialmente seu planejamento consistia em realizar um remake de Nosferatude 1922, este que é um dos filmes mais importantes da história alemã e símbolo do movimento Expressionista que moveu o cinema nacional no início do século XX.
A obra original do cineasta F.W. Murnau famosamente nasceu de maneira acidental, no qual o realizador não possuindo os direitos de adaptação sobre o livro Drácula, de Bram Stoker, executou a mesma história porém alterando nomes e locais específicos. Inevitavelmente um processo legal se instaurou e a família do autor venceu, o que levou a decisão de que os negativos de Nosferatufossem todos destruídos.
Dessa maneira a obra de 1922 reuniu ao longo do século seu próprio séquito de admiradores, dentre eles o próprio Herzog. Entretanto o que se iniciou como um desejo de homenagear um grande clássico teve seus planos alterados quando, ainda nos anos 70, os direitos autorais sobre Dráculadeixaram de valer e a propriedade se tornou domínio público.
O diretor, agora tendo a sua disposição todos os elementos originais que Murnau não possuía, readaptou sua visão para algo mais alinhado à criação de Stoker. Nomes conhecidos do público como Mina, Jonathan Harker, Renfield e o próprio Conde Drácula foram inseridos no roteiro que, ao final da experiência, tinha apenas o título (Nosferatu: o Vampiro da Noite) como um lembrete da ideia original do remake.
Para o papel principal, o diretor recrutou Klaus Kinski, ator com quem ele já havia trabalhado duas vezes até então, como em Aguirre. Da mesma forma com que aconteceu com o ator original de Nosferatu em 1922, Max Schreck, o processo de maquiagem em Kinski era bastante demorado e complexo; calcula-se que diariamente ele tenha passado por quatro horas apenas nesse processo.
Outro elemento problemático da produção foi uso de ratos; sendo essa versão de Drácula uma representação, segundo Herzog, de uma doença que inevitavelmente força as pessoas a reavaliar o valor das coisas. Dessa maneira, os ratos tem grande importância visual no filme; a problemática foi que o modo como eles foram transportados implicou em condições que os compeliram a praticar canibalismo, o que dificultou sua importação para a Holanda (local onde ocorreram as gravações).
Nosferatu: O Vampiro da Noite alcançou em poucos anos um status de cult instantâneo. Não apenas isso mas ele teve um impacto significativo no gênero de vampiros que, nos anos 60 e 70, era constantemente bombardeado com adaptações de baixo orçamento sobre Drácula (os filmes da Hammer sendo um exemplo). Herzog fugiu do padrão e entregou um trabalho autoral e incluso em um plano maior do Novo Cinema Alemão, garantindo à obra um olhar diferenciado.
Os fãs estão revoltados com falta de divulgação e com a demora do novo trailer da aguarda sequência. Por conta disso, o canal da Sony está sendo bombardeado por dislikes nos trailers de outras produções.
Em apenas dois dias, uma prévia comemorativa de ‘O Homem nas Trevas 2‘ teve mais de 09 mil dislikes contra apenas 900 likes.
Já os teasers dedicados aos personagens de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ somam mais de 21 mil dislikes contra 09 mil likes ao todo.
Além disso, todos os vídeos publicados pelo estúdio recebem comentários do tipo “Não ligamos para isso, queremos o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.”
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.
Assista ao trailer:
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Obra de 1959 é destaque na ampla filmografia do ator
Um dos nomes mais icônicos para o terror hollywoodiano é Vincent Price, acima de todos os outros. Seu estilo de interpretação, inconfundível graças a sua postura aristocrática, ficou imortalizado em várias obras do gênero produzidas a partir dos anos 30.
Outra característica recorrente de seus personagens era o compartilhamento da mesma aura inquietante e até mesmo diabólica. Um dos primeiros trabalhos no gênero em que o mesmo deixou de ocupar uma posição de coadjuvante para desempenhar algo mais central foi em a A Mosca; filme de 1957 (que teve um famoso remake em 1986) em que ele dá vida a um cientista que, após um acidente, tem seu corpo misturado ao de uma mosca.
Entretanto, foi somente em 1959 que o mesmo escreveu seu nome no gênero do terror definitivamente. Após um encontro com o diretor William Castle (que algumas décadas depois se tornaria um dos produtores mais influentes dos filmes de terror de baixo orçamento) Price gostou da ideia de que ambos poderiam trabalhar juntos em um novo projeto. Logo, o diretor começou a desenvolver a ideia ao redor de uma nova obra.
Tal projeto, intitulado A Casa dos Maus Espíritos, reuniu muitas das características que os chamados “ filmes B”ficaram famosos (orçamento escasso, cenários pouco variados, efeitos especiais duvidosos); essa nomenclatura se refere aos filmes extras que eram exibidos em sessões duplas, sendo as obras tipo “A” as grandes atrações.
O roteiro, assinado pelo escritor Robb White, apresenta cinco indivíduos que são convidados para uma festa em nome do milionário Frederick Loren (personagem de Vincent Price) e sua esposa Annabelle em uma mal afamada mansão isolada. Ao chegarem lá, onde cada convidado recebeu uma carona em carros funerários, lhes é proposto um desafio por Loren: se eles conseguirem passar a noite na casa, cada um receberá a quantia de US$ 10.000.
Esse então passa a ser o elemento de incentivo para que o filme desenvolva alguns dos personagens do grupo de convidados, muitos deles detentores de segredos sujos, bem como do próprio casal Loren. Assim que Frederick e Annabelle tem sua primeira cena juntos já fica evidente que a relação entre eles é problemática.
O casal Frederick e Annabelle possui um ódio mútuo bastante transparente.
Ela é quarta esposa de Frederick, ao qual todas as outras tiveram mortes suspeitas, e a todo instante Annabelle o confronta com sarcasmos de que ele também quer matá-la. Já o conjugue, no qual Price se utiliza de seu já mencionado estilo de atuação, a ameaça de maneira velada, sempre mantendo um verniz de cordialidade.
Mesmo sendo tecnicamente limitada, A Casa dos Maus Espíritos conseguiu imortalizar algumas façanhas, dentre elas os de sons assustadores. Isso deu em inspiração a cena inicial da obra e, tamanho foi seu sucesso, que muitas atrações de casas assombradas passaram a utilizar de um artifício sonoro para potencializar o medo no público.
Outro detalhe da obra ocorre na icônica cena do esqueleto emergindo do poço de ácido; ao contrário do que se pensa, aquele era de fato um esqueleto humano e não um cenográfico. A excêntrica escolha se deu pela já mencionada simplicidade da produção, uma vez que utilizar uma ossada real seria mais barato do que produzir uma falsa.
A clássica cena do filme.
Ainda assim, talvez o maior legado que o filme de William Castle deixou para o cinema, em termos gerais, foi que seu baixo orçamento chamou a atenção do cineasta britânico Alfred Hitchcock para o fato de que mesmo com pouco dinheiro era possível realizar uma obra de terror efetiva. A partir desse ponto, Hitchcock se inclinou para o desenvolvimento do clássico Psicose(1960).
A Casa dos Maus Espíritos é tanto um capítulo de destaque na filmografia de Price e Castle quanto uma obra influente por si só. A passos lentos e sem quaisquer pretensões ela impactou tanto o cinema como a cultura popular.
A CW divulgou a sinopse oficial do 6º episódio da 7ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’, que vai ao ar em 17 de novembro.
Intitulado ‘Deux ex Latrina’, o episódio foi dirigido por Nico Sachse e escrito por Ray Utarnachitte Mercedes Valle.
Na trama, “Quando as Lendas e Gwyn (Matt Ryan) finalmente viajam no tempo, a máquina do tempo enlouquece, deixando-os presos em uma floresta exuberante, sem ideia de quando ou onde estão. Vendo que Sara (Caity Lotz) e Ava (Jes Macallan) estão visivelmente estressadas, Nate (Nick Zano) assume e dá a todos as tarefas de armar um acampamento para manter todos ocupados. Enquanto isso, sem o conhecimento das Lendas, alguém continua tentando destruir as anomalias que continuam surgindo e que podem criar ondas maiores ao longo da história. Tala Ashe, Olivia Swann, Adam Tsekham, Lisseth Chavez, Shayan Sobhiane Amy Pemberton também estrelam.