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‘Dreamsgirls’: Aclamado vencedor do Oscar com Beyoncé será RETIRADO da Netflix

O aclamado e premiado musical ‘Dreamgirls – Em Busca de um Sonho‘, estrelado por Beyoncé, Jennifer Hudson e Jamie Foxx, será removido da grade de programação da Netflix. A produção deixará a plataforma de streaming no dia 15 de novembro.

A trama se passa em Detroit, década de 60. Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx) é um vendedor de carros, que sonha em deixar seu nome marcado no mundo da música. Ele deseja abrir sua própria gravadora, mas ainda não tem o formato e o produto certo para vender ao público. Curtis encontra o que procura ao conhecer o grupo The Dreamettes, formado pelas cantoras Deena Jones (Beyoncé Knowles), Lorrell Robinson (Anika Noni Rose) e Effie White (Jennifer Hudson).

Elas se apresentam em um show de talentos local, usando perucas baratas e vestidos feitos em casa. Suas vidas mudam quando Curtis, já seu agente, consegue que elas façam o Backing Vocal do show de James “Thunder” Early (Eddie Murphy), o pioneiro de um novo som em Detroit. Posteriormente o grupo alça voo solo, mudando de nome para The Dreams. Porém Curtis sabe que para alcançar o sucesso o grupo precisará apostar na beleza provocante e tímida de Deena, mesmo que tenha que deixar de lado a voz potente de Effie.

Bill Condon assina o roteiro e a direção.

Assista ao trailer:


 

Franquia de ‘Jogos Vorazes’ será REMOVIDA da Netflix; Saiba quando!

A franquia de ‘Jogos Vorazes‘ será removida da Netflix em breve. Os três filmes sequenciais da tetralogia, intitulados ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘, ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ e ‘Jogos Vorazes: A Esperança Parte 2‘, deixarão a grade de programação no dia 07 de novembro.

A trama da franquia se passa num futuro distante, onde boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual – e mortal – entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.

Confira o trailer do primeiro filme:

Vale lembrar que Lionsgate anunciou recentemente que a adaptação cinematográfica A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, livro prelúdio da saga Jogos Vorazes, começará a ser rodada na primeira metade de 2022 (via ComicBook.com).

As informações também indicam que a companhia espera lançar o longa-metragem nas telonas no final de 2023 ou no começo de 2024 e, ao que tudo indica, está “seguindo muito, muito bem” na pré-produção.

O livro foi lançado em território nacional em junho de 2020 e teve tiragem inicial de nada menos que 2,5 milhões de cópias.

Frances Lawrence retorna como diretor da pré-sequência.

Leia os três primeiros parágrafos (com tradução livre feita pelo CinePOP):

“Coriolanus jogou o repolho na panela com água fervente e jurou que, um dia, isso nunca mais passaria por seus lábios. Mas esse não era aquele dia. Ele precisava comer uma tigela grande daquela coisa anêmica e beber cada gota do caldo para impedir que seu estômago roncasse durante a cerimônia da colheita. Era uma das várias precauções que tomava para mascarar o fato de que sua família, apesar de residir na cobertura do apartamento mais opulento da Capital, era tão pobre quanto a escória dos distritos. Que, aos dezoito anos, o herdeiro da outrora gloriosa Casa Snow tinha nada com o que viver além de sua inteligência.

Sua camiseta para a colheita o estava preocupando. Ele tinha um par aceitável de calças escuras, compradas no mercado clandestino ano passado, mas era para a camiseta que as pessoas olhavam. Felizmente, a Academia provia os uniformes que precisava usar diariamente. Para a cerimônia de hoje, entretanto, os estudantes foram instruídos para se vestir com elegantemente, mas com a solenidade que a ocasião ditava. Tigris tinha dito para confiar nela, e ele assim o fez. Apenas a sagacidade de sua prima com a agulha o tinha salvado até agora. Mesmo assim, não poderia esperar por milagres.

A camiseta que retiraram do fundo do armário – que pertencia a seu pai e já tinha visto dias melhores – estava manchada e amarelada pelo tempo, com metade dos botões faltando e a queimadura de um cigarro em uma das mangas. Muito danificada para vender até no pior dos tempos. E essa deveria ser sua camiseta para a colheita? Naquela manhã, ele tinha ido a um quarto durante a aurora, apenas para encontrar tanto a camiseta quanto a prima faltando. Não era um bom sinal. Será que Tigris havia desistido daquela coisa velha e se aventurara pelo mercado clandestino em uma última tentativa de achar roupas apropriadas? E que diabos ela teria que valesse alguma coisa para trocar? Apenas uma coisa – ela mesma -, e a Casa Snow não estava desesperada àquele ponto. Ou estava, conforme ele salgava o repolho?”.

A autora Suzanne Collins irá retornar para assinar o roteiro do próximo filme, ao lado de Michael Arndt.

A Paris Filmes confirmou ao CinePOP que o novo longa tem distribuição garantida no Brasil.

A história se passa 64 anos antes dos eventos de ‘Jogos Vorazes‘, exatamente na manhã da Colheita para a décima edição dos Jogos Vorazes.

Em um comunicado oficial, Collins falou sobre o novo projeto:

“Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução dez anos após a guerra, comumente chamado de Dias Sombrios – enquanto o país de Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade ”.

‘The Witcher’: 2ª temporada trará uma IMPACTANTE revelação sobre a identidade de [SPOILER!]

De acordo com o Redanian Intelligence, a 2ª temporada de ‘The Witcher‘ trará uma impactante revelação sobre o personagem Duny (Bart Edwards) .

Para quem não se lembra, Duny é o jovem amaldiçoado e transformado em um porco-espinho humanoide, que acaba se casando com Pavetta (Gaia Mondadori), a princesa de Cintra, e mais tarde torna-se pai de Ciri (Freya Allan).

Foi dito que Duny será revelado como ninguém menos que Emhyr var Emreis, o governante de Nilfgaard, uma nação que serviu como a principal antagonista da série na primeira temporada.

Como o rosto de Emreis não foi mostrado até agora, está será uma baita surpresa, considerando seu ódio por Cintra, mas também traz mais sentido à sua busca por Ciri.

E aí, você está animado para os próximos episódios?

Lembrando que o novo ciclo têm estreia agendada para 17 de dezembro e que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Mad Max: Furiosa’: Anya Taylor-Joy quer se tornar “forte o bastante” para estrelar a pré-sequência

A pré-sequência ‘Mad Max: Furiosa’ promete mostrar um lado ainda desconhecido da amada personagem, que fora introduzida por Charlize Theron no aclamado e premiado ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.

E a atriz Anya Taylor-Joy está empolgada para iniciar a produção do longa. Em uma recente entrevista à revista EW para promover o seu vindouro thriller ‘Noite Passada em Soho‘, ela comentou sobre o projeto de George Miller e revelou sua preocupação em estar apta e forte o bastante para carregar o filme.

“Já amo trabalhar com ele. Ele é simplesmente o melhor. Minha preparação para o papel é apenas para me tornar forte o bastante para conseguir carregar este filme. É isso aí. É a força emocional, física e mental. Mal posso esperar, estou tão animada! E não seria Mad Max se não houvessem veículos de algum tipo”.

Vale lembrar que Miller quis a atriz para o papel após uma conversa com o diretor Edgar Wright, sobre sua performance em ‘Noite Passada em Soho‘. Ao longo de uma entrevista à revista Empire, os dois cineastas relembraram sobre como o nome de Taylor-Joy surgiu.

Segundo Miller:

“Eu sabia sobre Anya, mas nunca a tinha visto em um filme antes de ‘Soho‘. Lembro de ter pensado: ‘Puxa, ela é interessante.’ Comecei a dizer a você [Edgar Wright]: ‘Procuro alguém para escalar como Furiosa’, mas mal consegui pronunciar a frase inteira antes de você dizer: ‘Não faça nada além disso, [Anya Taylor-Joy] é ótima e será gigante [em Hollywood]. É fantástico trabalhar com ela’. Você foi tão enfático sobre isso!”

Miller chamou Taylor-Joy para fazer um teste para Furiosa virtualmente, por conta da pandemia de coronavírus e a atriz acabou conquistando o papel.

A pré-sequência não chegará mais às telonas em 23 de junho de 2023. A produção agora estreia apenas em 24 de maio de 2024.

O motivo do adiamento não fora revelado, mas as filmagens de ‘Furiosa‘ irão começar em fevereiro de 2022.

Anteriormente, Taylor-Joy havia revelado sobre o que o público pode esperar do novo filme da franquia.

“O que mais me empolga em ‘Mad Max: Furiosa‘ é o cérebro genial de George Miller [o diretor]. Ele consegue se renovar a cada filme e entregar momentos inesperados. Também estou muito animada para começar porque faremos muito trabalho físico, o que não faço desde ‘Os Novos Mutantes‘. Tenho que me transformar fisicamente para as cenas de ação e, isso é algo que estranhamente me dará muita paz.”

Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) também fará parte do elenco.

Infelizmente, a vencedora do Oscar Charlize Theron não vai reprisar o papel homônimo desta vez, já que a trama será focada em sua ascensão na juventude.

Em uma entrevista ao The New York Times, Miller havia revelado que originalmente a ideia era trazer Theron de volta como Furiosa por meio da tecnologia de rejuvenescimento facial, mas eventualmente acabou decidindo pela a escalação de uma nova atriz.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

 

‘Star Wars: Andor’: Andy Serkis entra para o elenco da série derivada de ‘Rogue One’

De acordo com o Making Star Wars, Andy Serkis foi adicionado ao elenco de ‘Star Wars: Andor‘, série derivada de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘.

Para quem não sabe, Serkis já deu vida ao Supremo Líder Snoke em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’.

No entanto, não foi revelado se ele vai reprisar o papel ou se será um personagem diferente.

Mesmo assim, fontes ligadas à produção especulam que Serkis pode estar interpretando o Imperador Palpatine original numa cena em que ele se encontra com adoradores para planejar a criação de clones de si mesmo.

Apesar do Making Star Wars ser uma fonte confiável, a escalação de Serkis ainda não foi confirmada oficialmente, então considere como rumor.

E aí, você está na torcida para rever o Imperador e seus planos malignos?

Anteriormente, o protagonista Diego Luna disse ao Deadline que as filmagens da atração já foram finalizadas.

Além disso, o intérprete do rebelde Cassian Andor prometeu o retorno de “rostos conhecidos” da saga na produção.

“Sinceramente, é uma benção poder fazer esse trabalho diante das circunstâncias que estamos enfrentando atualmente. Tive a chance de trabalhar com uma equipe e não poderia estar mais orgulhoso dela. É um momento difícil para gravações e nós fomos muito sortudos. Terminamos as filmagens e estamos pronto para que o público confira o que fizemos.”

Ele completa, “Vocês definitivamente verão o retorno de rostos conhecidos. Apesar de não poder revelar muito, posso dizer que essa experiência foi uma transformação para mim. É algo que eu queria muito fazer e pensei que não seria possível. Estou muito feliz.”

Os episódios são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes, que também é o showrunner da atração.

A 1ª temporada de ‘Andor‘ terá 12 episódios com estreia prevista para 2022.

Confira o teaser:

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Além do protagonista Diego Luna, o elenco conta Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre os personagem de Gough, Arjona, Skarsgård, e Soller.

‘Noite Passada em Soho’: Suspense com Anya Taylor-Joy ganha novas imagens oficiais

O aguardado suspense ‘Noite Passada em Soho‘, estrelado por Anya Taylor-Joy, ganhou novas imagens oficiais.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais em 29 de outubro.

Confira, com o cartaz animado:

LAST NIGHT IN SOHO
Thomasin McKenzie stars as Eloise and Anya Taylor-Joy as Sandie a Focus Features release.
Credit: Courtesy of Focus Features / ©2021 Focus Features, LLC
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Anya Taylor-Joy stars as Sandie and Thomasin McKenzie as Eloise in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / © 2021 Focus Features, LLC
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Thomasin McKenzie stars as Eloise in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / © 2021 Focus Features, LLC
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Director Edgar Wright and actor Anya Taylor-Joy on the set of their film LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / © 2021 Focus Features, LLC

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 73% de aprovação, com nota 6.80/10 baseada em 77 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar de lutar para manter a atmosfera de suspense, [o filme] mostra vislumbres de Wright em seu momento mais estiloso e ambicioso”.

Confira os principais comentários abaixo:

“No final, Wright não está particularmente interessado em mirar em tudo o que é obscuro sobre o fanatismo que molda uma cultura” – Slant Magazine.

“Um estimável e genuíno filme de terror que também diz algo real” – RogerEbert.com.

“Um trabalho virtuoso de Wright. Incrivelmente montado e executado” – JoBlo’s Movie Network.

Anya Taylor-Joy está completamente comprometida com o papel e captura tanto os aspectos físicos quanto os psicológicos de sua personagem” – AwardsWatch.

“Apesar da história demorar para desenrolar, traz uma quantidade digna de sustos genuínos, fantasmas assustadores e mágica cinematográfica” – Nightmare on Film Street.

Além de dirigir, Edgar Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Matt Smith. Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

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Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features

Crítica | Poesia e atemporalidade se fundem no intimista álbum ‘Blue Banisters’, de Lana Del Rey

Se há algo que Lana Del Rey sabe como fazer, é transformar música em poesia. Como ninguém, a performer estadunidense abriu portas para um tipo de narrativa que não necessariamente se encaixa em quaisquer rótulos, mas que faz bom uso de elementos diversos para criar um gênero próprio que a tornou símbolo do que faz – isso é, brincar com emoções e construções sinestésicas para passar as mensagens que deseja.

Apesar de ter encontrado fama com seu álbum de estreia, Born To Die, não seria até 2019 que Lana provaria ser uma das maiores compositoras da contemporaneidade com o lançamento de Norman Fucking Rockwell!’, que não apenas entrou para listas de fim de ano, como também foi condecorado como um dos suprassumos fonográficos da década passada. Pouco depois, a artista retomaria parceria com Jack Antonoff com o também aclamado Chemtrails Over the Country Club e, sete meses mais tarde, estaria pronta para abrir um novo capítulo de sua carreira com o antecipado Blue Banisters.

É claro que a emergência de um novo disco com um tempo tão curto de pausa poderia caminhar em duas direções: a primeira, uma exaustão criativa que não teria coisas diferentes a entregar aos fãs; a segunda, uma completa inversão de papéis que buscaria incursões e experimentações originais que demonstrariam uma ousadia que, de certa maneira, é escassa no escopo da música contemporânea. O resultado, felizmente, pende mais para a segunda direção e, ainda que Del Rey não fuja muito da melancólica identidade que a fez dominar os holofotes, a auxilia a ter um forte tato para aventuras com as que não está acostumada – permitindo que ela colabore com outros produtores. Não é surpresa que, logo nas primeiras faixas, tenhamos a presença de nomes como Gabe Simon, Zachary Dawes e Loren Humphrey, que fazem alusão a eras passadas da cantora sem pensar duas vezes antes de ambicionar pela distinção estética.

Quando pensamos na discografia de Lana, algumas faixas clássicas automaticamente vêm à tona em nossa memória – como “Summertime Sadness”, “Gods & Monsters”, “National Anthem” e “Doin’ Time”. Em Blue Banisters, ela resolve homenagear a si mesma com a cautela necessária para não se respaldar no pedantismo artístico e sempre fazendo questão de manter-se fiel à imagem que calcou no passado. Afinal, o intimismo que alimentou durante vários anos foi arquitetado de modo a construir uma ponte entre o presente e um passado místico dominado por nomes como Frank Sinatra, Billie Holiday e Nina Simone – e é em um momento de pura rendição e fragilidade que Lana se despe de quaisquer máscaras e mostra o lado mais pessoal de sua personagem.

Voltando a assinar e a produzir todas as faixas do álbum, Del Rey dá início à jornada com a incrível track “Text Book”, cujo arranjo instrumental já revela um apreço pelo sensorialismo e pela completa despreocupação com as fórmulas – esclarecidas pela amálgama sensual do baixo, da bateria e de vocais irretocáveis que pegam páginas emprestadas da discografia de Amy Winehouse, por exemplo. O mesmo acontece em “Black Bathing Suit”, prenunciando o início de um novo capítulo do disco e permitindo que as referências ao jazz e ao blues gritem em toda sua sutileza e desconstrução, como se os rigores engessados dos clichês musicais deixassem de existir em prol de uma vulnerável poética que deixa marcas em cada refrão e cada verso.

Caracterizar os álbuns de Lana como “idênticos” é realmente não ter a capacidade de perceber os minuciosos detalhes que se escondem em suas músicas – e não compreender a argúcia da qual a artista se vale para dar vida a enredos apaixonantes e movidos por experiências que variam do efêmero ao eterno. Aqui, nota-se uma transgressão do que se tomava como verdade, numa medida que transcende nossas expectativas e desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático: a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como “meu corpo é um mapa de Los Angeles” e “não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton”, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações.

A obra se apoia com força quase sobrenatural em instrumentos clássicos, cuja transcrição melódica destina-se ao piano, aos violinos e aos violoncelos (um consenso de praticamente todas as faixas). Canção a canção, Del Rey parece mais determinada a superar a si mesma – e espelha-se em trilhas sonoras fabulescas para iterações como “Beautiful” e “Dealer”, bem como a reprodução em trap de “Interlude – The Trio”, que resgata Ennio Morricone em seu melhor. Em “Thunder” e “Violets for Roses”, a artista se alicerça em orquestrais histórias que declama com facilidade aplaudível e que fazem breves investidas para o country com a junção da bateria com o violão; “Living Legend” e “Cherry Blossom”, por sua vez, mergulham no acústico e proferem sobre temáticas universais que aproximam os ouvintes de reflexões metafísicas e bastante tocantes.

Blue Banistersé mais uma ótima adição à carreira de Lana Del Rey e, apesar de não chegar à maestria de seus últimos dois álbuns, ainda arranca versos pungentes e muito bem construídos de uma artista que tem muito a nos contar – e que, lançamento após lançamento, amadurece o próprio estilo para encantar as pessoas ao redor do mundo.

Nota por faixa:

1. Text Book – 4,5/5
2. Blue Banisters – 4/5
3. Arcadia – 5/5
4. Interlude – The Trio – 4,5/5
5. Black Bathing Suit – 4/5
6. If You Lie Down With Me – 4/5
7. Beautiful – 4,5/5
8. Violets For Roses – 4/5
9. Dealer (Ft. Miles Kane) – 4/5
10. Thunder – 4,5/5
11. Wildflower Wildfire – 5/5
12. Nectar of the Gods – 3/5
13. Living Legend – 4/5
14. Cherry Blossom – 4/5
15. Sweet Carolina – 3,5/5

‘O Aviador’: Aclamada cinebiografia com Leonardo DiCaprio será RETIRADA da Netflix; Saiba quando!

O aclamado vencedor do Oscar ‘O Aviador‘, estrelado por Leonardo DiCaprio, Cate Blanchett e Kate Beckinsale, será removido da Netflix em breve. A produção deixa a grade de programação na próxima segunda-feira, 01 de novembro.

Na trama, depois de receber a herança de seu pai, Howard Hughes passou a investir na indústria do cinema e ajudou a carreira de grandes nomes de Hollywood. Apesar de sucesso e riqueza, o pioneiro da aviação sofria de depressão e fobias paralisantes.

John C. Reilly, Alec Baldwin, Alan Alda e Jude Law também estrelam o filme.

Martin Scorsese assina a direção, a partir de um roteiro escrito por John Logan.

Confira o trailer:

Alec Baldwin estava ensaiando algumas cenas de ‘Rust’ no instante do fatal incidente, afirmam autoridades

As investigações do terrível acidente no set de filmagens de ‘Rust‘ ainda estão sendo realizadas pelo departamento de polícia do Condado de Santa Fé e uma nova declaração juramentada foi emitida para o público.

O documento detalha o que teria acontecido minutos antes dos disparos da arma, que acarretou no fatal incidente que tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins.

De acordo com informações prestadas à polícia pelo diretor Joel Souza, conforme citado na declaração obtida pela EW, o ator Alec Baldwin estava ensaiando uma cena dentro do prédio da igreja, na Fazenda Bonanza Creek, quando o incidente ocorreu.

O ensaio envolveu Baldwin tentando uma manobra, “cruzando o saque de sua arma e apontando o revólver para a lente da câmera” antes da arma disparar, de acordo com os depoimentos.

Souza, que estava ao lado de Hutchins, ficou ferido, mas pouco depois teve alta do hospital. Já a artista não suportou os ferimentos e faleceu no Hospital da Universidade do Novo México.

Sobre o caso

Segundo o jornal New York Times, uma declaração juramentada emitida pelo escritório do xerife afirmou que um dos diretores assistente do filme garantiu ao astro Alec Baldwin que a arma entregue em suas mãos estava sem qualquer projétil verdadeiro.

Segundo o documento, ele pegou uma das três armas cenográficas preparadas pela equipe de armeiros, entregou em suas mãos e gritou “arma fria!”- termo usado em Hollywood que denota que o objeto não possui balas verdadeiras dentro de seu cartucho.

Ainda de acordo com a declaração, que foi emitida como parte de um pedido de mandado de busca, o diretor assistente “não sabia que havia balas verdadeiras na arma” quando fez isso.

Nenhuma acusação foi apresentada e a investigação está em andamento.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times, o incidente ocorreu horas depois de meia dúzia de membros da equipe de filmagem sair do set para protestar contra as condições de trabalho.

Uma fonte disse ao Times que os membros da equipe que protestavam, que faziam parte da Alliance of Theatrical Stage Employees, foram substituídos por profissionais não sindicalizados.

O fatal acidente tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu gravemente o diretor Joel Souza. Após ser levada para hospital da Universidade do Novo México, a profissional não resistiu aos ferimentos, falecendo aos 42 anos.

Horas depois, o astro emitiu um comunicado por meio de sua conta oficial do Twitter, lamentando o ocorrido e se colocando à disposição da família de Hutchins.

Na ocasião, ele disse:

“Não há palavras que possam descrever meu choque e tristeza pelo trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins: esposa, mãe e uma colega profundamente admirada por nós. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia aconteceu.”

Em outra publicação, ele acrescenta:

“Estou em contato com seu marido, oferecendo todo o meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por ele, pelo filho deles e por todos que conheciam e amavam Halyna.”

Confira:

Alec Baldwin divulgou um comunicado oficial sobre a morte da cineasta Halyna Hutchins, em quem ele atirou acidentalmente no set de ‘Rust’.”

Quem era Halyna Hutchins?

Aos 42 anos de idade, Hutchins trabalhava como diretora de fotografia desde 2012, e de lá para cá acumulou créditos em curtas, produções na TV e em filmes de pequeno alcance.

Ao longo da carreira, esteve por trás das lentes de ‘Archenemy‘ (2020), ‘Blindfire‘ (2020) e ‘The Mad Hatter‘ (2021).

Seu trabalho mais famoso foi A Luv Tale: The Series, exibida pla BET+ entre 2018 e 2021, e ‘Rust seria sua porta de entrada em grandes produções.

Nascida na Ucrânica, Hutchins estudou cinema em Los Angeles e também era formada em jornalismo pela Universidade Nacional de Kiev.

Inclusive ela trabalhou como jornalista investigativa em diversos documentários ao redor da Europa antes de ingressar em produções fictícias.

Em sua última publicação nas redes sociais, a cineasta compartilhou um vídeo andando a cavalo nos bastidores de Rust‘.

Na legenda, ela escreveu:

“Uma das vantagens de filmar um faroeste é andar a cavalo no seu dia de folga.”

Vale lembrar que o roteirista e diretor Joel Souza também foi atingido por Baldwin, mas já recebeu alta do Centro Médico Regional Christus St. Vincent, localizado em Santa Fé, no Novo México.

A informação foi divulgada pela atriz Frances Fisher, que também compõe o elenco.

Em seu perfil do Twitter, ela compartilhou a notícia sobre o tiroteio e disse que o próprio Joel conversou com ela.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a liberação do diretor, mas é possível que ele dê algumas declarações sobre o ocorrido assim que estiver recuperado do choque.

Confira a publicação de Fisher:

“O diretor Joel Souza me disse que já recebeu alta do hospital.”

Através de um comunicado, as autoridades responsáveis pelo caso detalharam o corrido:

“O gabinete do xerife confirma que dois indivíduos foram baleados nas filmagens de Rust. Halyna Hutchins, 42, diretora de fotografia, e Joel Souza, 48, diretor, foram baleados quando uma arma foi disparada por Alec Baldwin, 63, produtor e ator. A Sra. Hutchins foi transportada, de helicóptero, para o Hospital da Universidade do Novo México onde ela foi declarada morta pela equipe médica. O Sr. Souza foi transportado de ambulância para o Centro Médico Regional Christus St. Vincent, onde está fazendo tratamento para seus ferimentos. Esta investigação permanece aberta e ativa. Nenhuma acusação foi registrada em relação a este incidente. As testemunhas continuam a ser entrevistadas por detetives.”

Na trama de ‘Rust‘, Baldwin vive o bandido titular Harland Rust, cujo neto de 13 anos foi condenado por um assassinato acidental. O filme segue a tentativa de ‘Rust‘ de tirar seu neto da prisão.

Os detetives continuam entrevistando testemunhas.

‘Ms. Marvel’: Série do Disney+ ganha novas artes promocionais INCRÍVEIS; Confira!

Através do Twitter, foram revelados novos materiais promocionais da aguardada série ‘Ms. Marvel, estrelada por Iman Vellani (Kamala Khan).

Feitas em estilo animado, as artes estampam a protagonista titular.

Confira:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Mohan Kapur também faz parte do elenco como Yusuf, pai de Kamala.

Lembrando que a série tem previsão de lançamento para junho ou julho de 2022, ainda sem dia confirmado.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘gen:LOCK’: 2ª temporada ganha data de estreia na HBO Max!

HBO Max anunciou recentemente que a 2ª temporada da animação ‘gen:LOCK’ finalmente ganhou data de estreia.

Os novos episódios têm lançamento marcado para o dia 04 de novembro na platafomra de streaming.

Confira:

A produção é ambientada num futuro distópico no qual uma força opressiva e autoritária ameaça conquistar o mundo. A resistência, então, decide recrutar um time de pilotos para criar uma máquina devastadora, mas eles devem estar dispostos a sacrificar tudo para salvar o planeta.

Michael B. JordanDavid Tennant estrelam a série como Julian Chase e Dr. Rufus Weller, respectivamente. A dupla é acompanhada por Dakota FanningKōichi Yamadera.

Trilogia de ‘Matrix’ será REMOVIDA em breve da Netflix; Saiba quando!

Os fãs de ficção científica precisam ficar atentos, pois a trilogia de ‘Matrix‘ será removida da grade de programação da Netflix.

Os três filmes deixam a plataforma de streaming na próxima segunda-feira, 01 de novembro.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo em virtude de seu aspecto revolucionário e de seus efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou US$ 463 milhões mundialmente.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Assista ao trailer do primeiro filme:

Lembrando que o próximo capítulo da franquia, intitulado ‘Matrix Resurrections‘, chega em 2022. O longa foi oficialmente classificado como “Rated-R“, para maiores de 17 anos.

O motivo: “Extrema violência e linguagem adulta”, de acordo com um boletim emitido pela Motion Picture Association.

Isso não deve ser uma surpresa, considerando que os três filmes anteriores da franquia – ‘Matrix‘, ‘Matrix Reloaded‘ e ‘Matrix Revolutions‘ – também foi classificados como R.

Na verdade, ‘Reloaded‘ foi o filme “R” de maior bilheteria filme de todos os tempos por vários anos, até que foi derrubado do primeiro lugar por ‘Deadpool‘.

Confira fotos e a sinopse:

“Em um mundo de duas realidades, o cotidiano e o que está por trás dele, Thomas Anderson terá que optar por seguir o coelho branco mais uma vez. A escolha, embora seja uma ilusão, ainda é a única forma de entrar ou sair da Matrix, que está mais forte, mais segura e mais perigosa do que nunca”.

Matrix Ressurrections‘ estreará no Brasil numa quarta-feira, dia 22 de Dezembro de 2021.

Assista:

O novo filme contará com o retorno de Keanu Reeves (Neo), Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

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‘O Vendedor de Passados’: Suspense com Lázaro Ramos e Alinne Moraes já está disponível na Netflix

O Vendedor de Passados’, suspense nacional estrelado por Lázaro Ramos e Alinne Moraes, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta terça-feira (26) na grade de programação.

Inspirada livremente no livro homônimo do angolano José Eduardo Agualusa, a trama acompanha Vicente (Ramos), um carioca que tem um jeito inusitado de ganhar a vida: vender passados.

Para isso, ele utiliza documentos, fotos e vídeos para recriar a vida pregressa de seus clientes, de acordo com suas demandas. Um dia, é procurado por uma mulher misteriosa (Moraes) que, sem dizer nada sobre sua vida, lhe encomenda um passado. Vicente, sem perceber, vai se envolvendo com a personagem que ele mesmo criou. Ele só não imaginou as surpresas que esta cliente lhe reservaria.

Assista ao trailer:

Lula Buarque de Hollanda dirige, a partir de um roteiro assinado por Isabel Muniz.

O Vendedor de Passados-poster

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’: Kaya Scodelario dá detalhes sobre Claire Redfield em novo vídeo; Confira!

Sony Pictures Brasil divulgou um novo vídeo promocional de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’, trazendo Kaya Scodelario para falar um pouco sobre a personagem que interpreta no longa, a icônica Claire Redfield.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Robbie Amell como Chris Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Entre Laços’: Série latino-americana do Disney+ ganha novo teaser oficial; Confira!

Disney+ divulgou mais um teaser oficial de Entre Laços, sua nova série latino-americana.

A produção tem estreia marcada para o dia 12 de novembro na plataforma de streaming.

Confira:

Nicolás SilbertLeandro Mark entram como diretores.

Allegra é uma garota de 16 anos, apaixonada pela comédia musical que sonha em ser uma grande atriz e fazer parte da companhia Eleven O’clock, tornando-se a protagonista de ‘Sexta-Feira Muito Louca’. Ela admira sua avó Cocó, uma lenda no mundo da comédia musical, e tem uma relação complicada com sua mãe Caterina, quem ela acredita ser muito conformista. A vida de Allegra mudará por completo quando ela encontrar uma pulseira misteriosa escondida em sua casa, que a leva a 1994, uma época em que Caterina tinha sua idade e dava seus primeiros passos na Eleven O’clock ao mesmo tempo em que vivia sob a sombra de Cocó, que estava no auge de sua carreira. Ao conhecer o passado de sua mãe e de sua avó, Allegra poderá ajudá-las.

Carolina Domenech dá vida à Allegra. O elenco também conta com Elena Roger (Cocó), Benjamín Amadeo (Diego), Paula Morales (Greta), Clara Alonso (Caterina), Kevsho (Félix), Emilia Mernes (Sofía), Simón Hempe (Alan), El Purre (Marco) e outros.

‘Inventing Anna’: Nova minissérie de Shonda Rhimes para a Netflix ganha imagens oficiais; Confira!

Netflix divulgou recentemente a primeira leva de imagens oficiais de Inventing Anna, minissérie da prolífica realizadora Shonda Rhimes para a Netflix.

As fotos trazem a vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’) como Anna Delvey, a lendária herdeira germânica que roubou os corações na cena social de Nova York – e também roubou o dinheiro de muitas pessoas – que vira alvo de uma jornalista com muito a se provar.

Confira:

A minissérie é composta por dez episódios, com os dois primeiros sendo dirigidos por David Frankel (‘O Diabo Veste Prada’). Rhimes será a showrunner e a produtora-executiva ao lado de Betsy Beers.

A produção será baseada no artigo ‘How Anna Delvey Tricked New York’s Party People’, publicado na New York Magazine pela jornalista Jessica Pressler.

O elenco também conta com Anna ChmluskyLaverne CoxKatie LowesAlexis Floyd.

Chlumsky dará vida a Vivian, uma repórter que trabalha para salvar sua carreira com a história certa.

Cox será Kacy Duke, uma treinadora de celebridades e uma coach que é aspirada para o redemoinho da vida de Anna, mas cuja maturidade a impede de se envolver com problemas. Lowes será Rachel, uma seguidora cega de Anna que quase destrói seu trabalho e sua vida. Floyd, por fim, será Neff, uma aspirante a cineasta que trabalha como concièrge num hotel em Nova York.

Inventing Anna tem previsão de lançamento para 2022, ainda sem dia confirmado.

‘Dr. Brain’: Série sci-fi da Apple TV+ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial de Dr. Brain, nova série sci-fi estrelada por Lee Sun-kyun (‘Parasita’).

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 04 de novembro na plataforma de streaming.

Confira:

Kim Jee-woon (‘Eu Vi o Diabo’) fica responsável pela direção e pelo roteiro da série, que é baseada na webtoon homônima.

A trama segue um cientista que é obcecado em descobrir novas tecnologias para acessar a consciência e as memórias do cérebro. Sua vida vira de cabeça para baixo quando sua família é vítima de um acidente misterioso, e ele usa suas habilidades para acessar as memórias do cérebro de sua esposa para juntar as peças do que realmente aconteceu com sua família.

Lee You-young e Park See-soon completam o elenco.

‘Batwoman’: Ryan, Jada e mais nas imagens promocionais do episódio 03×03; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Freeze”, terceiro episódio da 3ª temporada de Batwoman, que marca a estreia do icônico vilão Senhor Frio na série.

Na trama, “um incidente infeliz em Gotham alerta Batwoman e seu time que um novo troféu caiu nas mãos erradas. Enquanto isso, um novo membro da família Jet vêm à tona quando Marquis Jet faz uma entrada não muito sutil, interrompendo um momento bastante pessoal entre Ryan e Jada. Nas ruas, criogenia é o nome do jogo e Sophie lembra a todos de que é boa no que faz, especialmente em meio a situações de risco. Batwing deve decidir se está pronto para usar o uniforme de novo e, na clínica de Mary, o Juramento Hipocrático força um momento de irmandade entre Alice e a nova doutora”.

O episódio vai ao ar no dia 27 de outubro.

Confira, junto à promo:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

‘The 4400’: Retornados se ajustam à nova realidade na promo do episódio 01×02; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “All Things Are Possible”, segundo episódio da temporada de estreia do reboot The 4400.

Na trama, “à medida que os 4400 ficam mais desencantados com suas acomodações, novas regras deixam todos à flore da pele. Andre e LaDonna ajudam Claudette a explorar sua nova habilidade ao limite. Keisha e Jharrell procuram uma forma de acalmar as tensões para um pequeno grupo de retornados, enquanto Shanice recebe uma visita inesperada. Rev começa a acreditar que pode ser parte de algo maior, mas o que isso significa para o restante dos 4400?”.

O episódio vai ao ar no dia 01 de novembro de 2021.

Confira:

Criada por Ariana JacksonAnna Fricke, a série é um reboot de ‘Os 4400‘ (2004-07).

O elenco ainda contará com TL ThompsonCory JeacomaDerrick A. King, Autumn Best e Khaliah Johnson.

Stephen King para o Dia das Bruxas – Relembre as 10 Primeiras Adaptações do Autor para as Telas

Se tem um mês do ano em que o autor Stephen King merece ser mais celebrado, esse é definitivamente outubro, o mês do halloween / dia das bruxas no Brasil. A data macabra e assustadora tem a cara do escritor, que desde o início da década de 1970 nos presenteia com suas histórias sombrias, mas deliciosamente divertidas igualmente. Esse é o verdadeiro significado da data: a diversão. King é provavelmente o autor mais adaptado ao audiovisual e sua carreira caminha lado a lado com o mundo do entretenimento visual. Dentre superproduções para os cinemas, filmes para o mercado de vídeo, séries televisivas, curtas-metragens e agora produções voltadas ao mercado de streaming, sejam filmes, seriados ou minisséries, Stephen King parece não sair dos holofotes, das mentes e da boca dos fãs.

É um fato impressionante o escritor continuar assustando as novas gerações, tendo feito isso muitas vezes com gerações mais antigas numa trajetória de mais de quatro décadas. Sim, vira e mexe alguma obra de King é redescoberta e ganha nova roupagem para os mais jovens, assim como livros e trabalhos recentes do escritor igualmente recebem oportunidade de brilhar. Para comemorar esse artista que tem tudo a ver com essa data que tanto adoramos, voltaremos às raízes de Stephen King, revisitando seus primeiros trabalhos adaptados para as telas, numa época em que o autor ainda não tinha o peso que possui hoje. Dê asas à sua nostalgia e vem com a gente conhecer as 10 primeiras adaptações de Stephen King.

#1) Carrie – A Estranha

Carrie marcaria com pé direito a entrada de Stephen King em Hollywood em 1976. O filme é a primeira adaptação de um texto do autor para as telas e foi também o primeiro livro publicado pelo renomado romancista. A obra literária foi lançada em 1974 e dois anos depois já era um filme de sucesso que, entre outras coisas, recebeu duas indicações ao Oscar de atrizes (Sissy Spacek e Piper Laurie). Aqui King já fazia críticas ao bullying e previa massacres em escolas – quando uma adolescente tímida sofre humilhação nas mãos das colegas de classe e resolve se vingar com seus recém-adquiridos dons telecinéticos (uma analogia à puberdade). Carrie ganhou uma continuação em 1999, uma minissérie em 2002 e uma refilmagem em 2013.

#2) Os Vampiros de Salem

Esse foi o segundo livro escrito por King, cujo título original é Salem’s Lot, lançado logo no ano seguinte de Carrie, em 1975. Ao contrário de Carrie, levado aos cinemas por Brian De Palma, a adaptação da segunda obra do autor viu sua estreia no canal americano CBS, com produção da Warner Bros. Television, no formato de uma minissérie em dois episódios exibidos em 17 e 24 de novembro de 1979. Apesar do lançamento menor, na direção, um verdadeiro ícone do gênero: Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica). A trama guarda muitas semelhanças com o mais recente sucesso da Netflix, Missa da Meia Noite (2021), com o criador Mike Flanagan inclusive revelando a inspiração em King. Ou seja, fala sobre um escritor retornando para sua pequena cidade, somente para descobrir que os residentes estão se tornando vampiros. A história ganhou uma continuação na forma de um filme de 1987 e uma minissérie moderna em 2004 – um filme para os cinemas é anunciado pelo Warner.

#3) O Iluminado

Nas páginas, O Iluminado foi o terceiro livro escrito por Stephen King e seu maior sucesso então. A obra literária cimentava seu nome como autor do momento, inclusive entre os jovens. Lançado em 1977, o livro seria comprado pela Warner e desenvolvido na forma de uma superprodução a ser comandada por um nome de imenso culto na época: Stanley Kubrick, talvez o maior cineasta a ter reimaginado um livro de King. O que parecia ser o negócio do século para o escritor, terminou se mostrando um pesadelo para ele, quando o excêntrico cineasta resolveu mudar muito do texto de King, e há quem diga, inclusive melhorá-lo. O escritor não poupou palavras para deserdar essa adaptação, lançada em 1980, e quase vinte anos depois, em 1997, criaria sua própria versão. Que parece ter agradado zero apenas uma pessoa. O próprio King.

#4) Cujo

Até então as adaptações dos livros de Stephen King vinham mantendo certa ordem cronológica: a cada livro lançado, um filme era produzido para estrear alguns anos depois. Bem, ao menos com os três primeiros. O hiato começou com Rage, livro lançado no mesmo ano de O Iluminado (1977), sob o pseudônimo Richard Bachman (usado por King em alguns de seus primeiros trabalhos). Acontece que Rage fala sobre um adolescente armado matando professores num colégio e gerou todo um debate quando o triste fato começou a ocorrer de verdade, terminando com King banindo sua própria obra. Assim, a próxima adaptação viria apenas com o décimo livro do autor, que focava num tema mais ameno: um cachorro da raça São Bernardo que, ao adquirir raiva, passa a aterrorizar uma mãe e seu pequeno filho. Bem, digamos que um tema mais ameno para os padrões de Stephen King. O filme era lançado em 1983, dois anos após o livro chegar às lojas.

#5) Na Hora da Zona Morta

O ano de 1983 seria movimentado para Stephen King. Após o sucesso de suas primeiras adaptações e do hiato até o início dos anos 80 para suas obras voltarem a emplacar com os estúdios, 83 veria o lançamento de três textos de King nas telonas. O primeiro, como citado, foi Cujo (com distribuição novamente da Warner), sendo seguido por Na Hora da Zona Morta, produção de Dino De Laurentiis, distribuição da Paramount e direção de David Cronenberg – como dito, King era propriedade quente da época e seus textos atraíam grandes e promissores cineastas. O filme é baseado no sétimo livro de King, lançado em 1979. Aqui, Christopher Walken protagoniza como um professor de vida simples que se envolve num acidente de carro, fica em coma e quando acorda, volta com o estanho dom de visões do passado e futuro de todos que toca. O filme gerou uma bem sucedida série que durou cinco anos, de 2002 a 2007.

#6) Christine – O Carro Assassino

O ano de 1983 fecharia as adaptações de Stephen King no cinema com Christine, da Columbia (Sony). Essa era uma ocasião importante, já que o livro era o 13º lançado pelo autor, o que para um especialista em terror é um número significativo (associado ao azar). No cinema, por outro lado, era a sexta produção audiovisual a ganhar forma. Depois de nomes como De Palma, Cronenberg, Hooper e Kubrick, mais um mestre se juntava à lista. Ninguém menos que John Carpenter, o pai de cults adorados como Halloween, Fuga de Nova York e O Enigma de Outro Mundo. A colaboração entre os lendários artistas teve como tema um carro possuído por maus espíritos, ou melhor, como fonte de obsessão para todos que o tem como donos. No fundo, uma nova trama sobre bullying e vingança. Uma nova versão vem saindo do forno pela Blumhouse.

#7) Chamas da Vingança

Esse é um dos filmes menos conhecidos do primeiro lote de dez das obras de King. Trata-se do oitavo livro escrito por King, sobre o relacionamento entre pai e filha. A dupla, fugitivos de uma agência do governo que experimentava em pesquisas científicas com novas drogas. O pai, um voluntário, usou substâncias químicas que geraram em sua filha dons da pirotecnia (criar e controlar o fogo com a mente). No cinema, o sétimo filme de King foi lançado em 1984 e marcou pela presença da menina Drew Barrymore, recém-saída do sucesso E.T. – O Extraterrestre. Um remake da Blumhouse com Zac Efron está em fase de pós-produção.

#8) Colheita Maldita

No mesmo ano de 1984, estreava o oitavo filme baseado em Stephen King. A história não é baseada num livro do autor, mas sim num conto de 1977, presente na coletânea Night Shift, de 1978. O longa marca assim o primeiro conto de King levado às telas – ao invés de um romance completo ser usado como fonte – fato que viria a ser recorrente também nas transições do autor para as telas. Na trama, um culto de crianças, comandadas pelo ameaçador Isaac, mata todos os adultos de uma pequena cidade rural americana. Um casal, vivido por Peter Horton e Linda Hamilton, tem o azar de parar no local e se tornar alvo do culto fanático de pequenos homicidas.

#9) Olhos de Gato

Sabe aquele ditado do “e se a moda pega…”, bem ela pegou mesmo e na época estúdios estavam providenciando longas-metragens baseados não apenas nos livros de Stephen King, como também eu seus contos mais curtos de coletâneas. Isso apenas demonstra o quão em alta estava o nome do autor. Lançado no ano seguinte de Colheita Maldita, em 1985, Olhos de Gato marcou o primeiro filme baseado em King que contava também com roteiro do próprio escritor. O longa, composto por três histórias ligadas somente pela presença de um gato, é baseado nos contos contidos no livro Night Shift novamente. Mais uma vez, Drew Barrymore estrelava (numa das histórias) e o filme é dirigido por Lewis Teague, que havia comandado Cujo dois anos antes.

#10) A Hora do Lobisomem

Finalizando as dez primeiras adaptações de King, o último item traz como base um livro diferente do autor. Bem, acontece que Cycle of the Werewolf, ou o ciclo do lobisomem, de 1983, é formado por uma história com começo, meio e fim, porém, a cada capítulo desta história temos um conto envolvendo um mês do calendário. O protagonista, no entanto, é o mesmo, um menino de 10 anos, cadeirante. King também adaptou o roteiro e o filme era lançado em 1985, com o título Silver Bullet (no Brasil A Hora do Lobisomem). Na trama, um lobisomem está aterrorizando uma então pacata cidade. Cabe a um menino e seu tio descobrirem sua identidade.