A série da HBO Max que aborda o mundo do hóquei e tem feito sucesso, ‘Heated Rivalry’, está gerando repercussão sobre a intensa química dos bastidores entre o elenco principal.
Conforme o Deadline,Jacob Tierney, criador do romance esportivo LGBTQ+, revelou que os atores Hudson Williams e Connor Storrie se conectaram “quase instantaneamente” durante o processo de audição, alcançando um nível de intimidade que surpreendeu a todos.
Storrie, que interpreta Ilya, relatou a experiência da leitura: “Hudson foi o terceiro ator com quem eu fiz leitura. Os dois primeiros eu pensei: ‘Ok, isso é legal’, e então o Hudson entrou. O Jacob até me mandou uma mensagem direto perguntando: ‘O que você acha?’ E eu respondi: ‘Sim, Hudson, com certeza’. Instantaneamente”.
Williams, que vive Shane, acrescentou: “Eu fiz leitura com um outro possível Ilya, e foi bom. Mas algo sobre o Connor… Havia um fator X inexplicável que parecia mais real do que eu imaginava que pudesse ser. E isso foi algo”.
A química entre os atores foi tão imediata e intensa que Tierney relembrou uma frase marcante dita por Williams após o teste com Storrie: “Hudson me disse: ‘O outro cara era bom, mas o Connor parecia que ia me imobilizar e me f*der’. … Foi literalmente isso que ele disse. E eu pensei: ‘Bom, acho que escalei certo'”.
Tierney explicou que a busca era por uma parceria perfeita: “Eles foram essencialmente escalados ao mesmo tempo. Ficou muito claro para nós que precisávamos encontrar Shane e Ilya juntos. A série vive e morre com eles, então precisávamos garantir que funcionassem em conjunto. Você precisa encontrar pessoas que combinem no mesmo tom, e foi isso que os dois tiveram, quase instantaneamente”.
A série foi criada por Jacob Tierney, baseando-se no segundo romance da saga literária homônima de Rachel Reid.
Na trama…
Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.
O jovem ator Pietro Antonelli, filho dos renomados atores Murilo Benício eGiovanna Antonelli, manifestou-se recentemente sobre os bastidores de ‘Quem Ama Cuida’, nova novela das 21h da TV Globo. O estreante comentou a respeito do crescente “shipp” que surgiu nas redes sociais torcendo por um envolvimento romântico entre seu personagem, Felipe, e Maurício (Mau Mau), interpretado por João Victor Gonçalves.
De acordo com informações do Extra, embora tenha esclarecido que atualmente não existe nenhum romance planejado entre os dois, o ator de 20 anos enfatizou que receberia muito bem a oportunidade de interpretar um casal homossexual no horário nobre:
“Sinceramente, achei incrível. Eu sou hétero, mas não tem nada mais enriquecedor para um artista que sair da sua zona de conforto. Eu tô dentro, acho que ia me enriquecer muito como artista. E eu amo o João. Tenho uma ótima relação com ele”, afirmou.
Por enquanto, Pietro garantiu que a possibilidade de um romance gay envolvendo Felipe é “só fofoca do X (antigo Twitter)”. No entanto, como a telenovela é uma obra aberta e o enredo é moldado pela resposta do público, nenhuma reviravolta está descartada.
Vale lembrar que Walcyr Carrasco é amplamente conhecido por criar casais homoafetivos marcantes e de grande apelo popular no horário nobre. O autor fez história na teledramaturgia com o casal Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em ‘Amor à Vida’, responsáveis pelo histórico primeiro beijo entre dois homens em uma novela da Globo. Mais recentemente, em ‘Terra e Paixão’, o autor repetiu o sucesso com o romance entre Kelvin (Diego Martins) e Ramiro (Amaury Lorenzo), que conquistou as redes sociais.
Maurício (Mau Mau), vivido por João Victor Gonçalves, é filho de Elisa (Isabela Garcia) e irmão da protagonista Adriana (Leticia Colin). O personagem passará por uma intensa e sensível jornada de autodescoberta de sua sexualidade ao longo da trama.
Já Felipe, papel que marca a estreia de Pietro Antonelli na televisão, é filho de Fábia (Flávia Alessandra) e enteado de Ulisses (Alexandre Borges), enfrentando o desafio de ajudar a manter as aparências de sua família.
O enredo central acompanha a vida de Adriana (Letícia Colin), uma fisioterapeuta dedicada que vê seu mundo desmoronar após perder sua casa em uma enchente devastadora em São Paulo. Desamparada em um abrigo, o destino coloca em seu caminho uma oportunidade inesperada: cuidar de Arthur (Antonio Fagundes), um magnata solitário cercado por parentes gananciosos.
A convivência transforma a relação profissional em uma amizade profunda, o que desperta a fúria de Pilar (Isabel Teixeira), irmã de Arthur. Disposta a tudo para herdar a fortuna da família, Pilar tenta interditar o irmão judicialmente. Para proteger seu patrimônio e garantir o futuro da única pessoa em quem confia, Arthur propõe casamento a Adriana.
No entanto, o sonho se torna pesadelo. Na noite da celebração, o empresário é assassinado em circunstâncias misteriosas, e Adriana é apontada como a principal suspeita. Condenada injustamente, ela passa seis anos atrás das grades. Ao conquistar a liberdade, a protagonista precisará recomeçar do zero enquanto investiga quem realmente orquestrou a morte de seu mentor e marido.
A produção marca o aguardado retorno de Antonio Fagundes ao gênero após um hiato de sete anos, seu último trabalho em folhetins foi em ‘Bom Sucesso’ (2019).
Jason Momoa foi confirmado para interpretar ‘Lobo em Supergirl: A Mulher do Amanhã’, filme já confirmado no DCU, segundo o Deadline.
O ator, conhecido por seu papel como Aquaman no Universo Estendido da DC, já expressava interesse em viver o anti-herói de Czarnia há algum tempo.
Momoa compartilhou sua empolgação com a oportunidade nas redes sociais, revelando que sempre se sentiu atraído pelo personagem. Em um post no Instagram, ele disse: “Sempre quis interpretar o Lobo, porque é o papel perfeito para mim.”
Publicando um texto próprio onde dizia que gostaria de interpretar o personagem, Momoa escreveu na legenda da publicação: “Eles ligaram”, indicando que o convite para interpretar o Lobo foi feito.
O personagem Lobo, criado por Roger Slifer e Keith Giffen, é um anti-herói imortal e irreverente, conhecido por sua força sobre-humana e gosto por destruição. Originalmente um caçador de recompensas, ele foi introduzido nos quadrinhos em ‘Omega Men #3′, em 1983.
Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
A demonstração jogável de ‘Silent Hills, P.T.‘, produzida porHideo Kojima, completou oito anos na última sexta-feira (12), rendendo até uma menção do desenvolvedor no Twitter.
O cineasta Guillermo Del Toro, um dos envolvidos no projeto, também apareceu para sugerir que ainda está bem chateado com a Konami por conta do cancelamento.
O post de Kojima na rede social foi motivo de sobra para movimentar a comunidade. Del Toro veio em seguida e mencionou o post, mas foi bem breve e direto em sua mensagem: “F. K.” — ou “fu** Konami” (fod*** a Konami, em tradução livre).
Tweet principal — F.K. [fod*** a Konami, em tradução livre]
Tweet mencionado — Já faz 8 anos.
Claro, bastou essa publicação de Kojima mencionando PT para os fãs criarem teorias sobre o possível retorno do projeto — o que o próprio desenvolvedor já negou categoricamente em algumas ocasiões.
Elenco: Emma Watson, Kirsten Dunst, Leslie Mann, Brian Gattas, Carlos Miranda, Claire Alys Julien, Erin Daniels, Gavin Rossdale, Israel
Broussard, Katie Chang, Maika Monroe, Nina Siemaszko, Taissa Farmiga.
Direção: Sofia Coppola
Gênero: Suspense
Duração: 90 min.
Distribuidora: Diamond Filmes
Orçamento: US$ 20 milhões
Estreia: 16 de Agosto de 2013
Sinopse:
A história, baseada em fatos reais, acompanha um grupo de adolescentes foras-da-lei que aplicam uma série de golpes em casas de celebridades. Entre as vítimas do grupo, estavam Lindsay Lohan, Paris Hilton e Orlando Bloom.
Curiosidades:
» Emma Watson revelou que é totalmente diferente de sua personagem, e sequer tem vontade de assistir ao filme. “Eu me odeio
neste filme, e acho que não serei capaz de assisti-lo. Esta é a primeira vez que isto acontece”, afirmou. “Mas isso é uma das maravilhas no meu trabalho. Você pode interpretar uma pessoa com a qual não se identifica”, concluiu.
» Sofia Coppola (‘As Virgens Suicidas’) dirige, e o elenco ainda conta com Taissa Farmiga (‘American Horror Story’), Claire Pfister (Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) eKatie Chang.
A HBO anunciou que a quinta temporada vai estrear simultaneamente em mais de 170 países, incluindo o Brasil, no dia 12 de abril. Esta é uma iniciativa inédita na história de ‘Game of Thrones’.
Entre os territórios que exibirão a temporada INTEIRA ao mesmo tempo que os EUA estão: Ásia, Canadá, Europa, América Latina, Países baixos e Países nórdicos.
Composta por 10 episódios, a quinta temporada de ‘Game of Thrones’ (que adapta o quarto livro e partes do quinto) estreia nos EUA e Brasil em 12 de abril, com o sexto ano já confirmado e o elenco garantido até a sétima – e possível última – temporada.
Santana (Babu Santana) é um funcionário do Departamento de Combate às Zoonoses que trabalha recolhendo cachorros perigosos das ruas, na época em que a lei que proíbe o sacrifício de animais sadios ainda não havia sido sancionada. Avesso a confusões, ele leva uma rotina tranquila com sua esposa e filhos até o dia em que seu caminho se cruza com o de um rottweiler. Por um mal-entendido, o dono do cão, Nenê (Lázaro Ramos) se indispõe com Santana e suas atitudes vão alterar completamente a vida dele e de sua família.
A detetive Kalinda de ‘The Good Wife‘ vai continuar praticamente no mesmo ramo em ‘Blindspot‘.
Isso porque a intérprete da personagem, Archie Panjabi, é a primeira adição ao elenco da 2° Temporada do TV Show da NBC.
Archie vai viver a chefe de uma divisão da Agência de Segurança Nacional, que monitora à distância os curiosos casos protagonizados por Jane Doe (Jaimie Alexander).
As filmagens da nova temporada serão iniciadas entre julho e agosto para o season premiere em setembro.
A expectativa da gente por aqui é que o primeiro trailer também venha durante a San Diego Comic-Con.
Na série produzida por Greg Berlanti (‘Arrow’), uma bela desconhecida (Alexander) é encontrada nua na Times Square, completamente coberta com misteriosas tatuagens e sem memória de quem ela é ou de como chegou lá. A única coisa clara, no entanto, é o nome do agente do FBI Kurt Weller, estampado nas costas da mulher.
O agente Weller e o resto do FBI logo percebem que cada marca em seu corpo é a pista de um crime a ser solucionado, o que levará todos eles mais perto da verdade sobre a identidade da jovem e os mistérios que a cercam. A trama vem sendo descrita como uma mistura do filme ‘Amnésia‘ com a série ‘The Blacklist‘.
Martin Gero, produtor de ‘Stargate: Atlantis’ e ‘Stargate Universe’, escreverá os episódios e assinará a produção executiva ao lado de Berlanti.
‘Blindspot’ é exibida no Brasil pelo Canal Warner, às terças-feiras, 22h.
Quando seu querido avô deixa para Jake pistas sobre um mistério que se estende por diferentes mundos e tempos, ele encontra um lugar mágico conhecido como ‘O Lar das Crianças Peculiares‘. Mas o mistério e o perigo se aprofundam quando ele começa a conhecer os moradores e aprende sobre seus poderes especiais… e seus poderosos inimigos.
A Fox divulgou um novo cartaz de ‘Assassin’s Creed – O Filme‘.
Confira, com vídeos:
Nos EUA, a estreia acontece dia 21 de Dezembro de 2016. Nos cinemas nacionais, o filme foi adiado para 12 de Janeiro de 2017.
Por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) experimenta as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje.
Marion Cotillard também está no elenco. Justin Kurzel dirige. Ele já trabalhou com Fassbender em ‘Macbeth‘.
O roteiro ficou por conta da dupla Adam Cooper e Bill Collage, que roteirizou o inédito ‘Exodus‘, dirigido por Ridley Scott e estrelado por Christian Bale.
A Lionsgate fechou oficialmente a bilheteria de ‘Power Rangers’ em todo o mundo.
Assim, para conferir a produção só será possível por meio de DVD, Blu-Ray e plataformas digitais.
No geral, a bilheteria ficou em US$ 140 milhões, com US$ 85.3 milhões nos EUA e US$ 54.8 milhões nos mercados internacionais.
Lembrando que a sequência ainda pode acontecer, sobretudo, porque a venda de brinquedos relacionados ao filme e a atual temporada de ‘Power Rangers’ na TV teve um aumento de 114% somente em abril.
A expectativa agora é que a Lionsgate se posicione, ao menos, até o final desse ano.
Mais uma grande perda para os fãs dos filmes de terror. Após a morte deGeorge A. Romero no último mês, agora perdemos o diretor e roteirista Tobe Hooper.
Segundo o Instituto Médico Legal de Los Angeles, Hooper faleceu aos 74 anos neste sábado, dia 27 de agosto. A causa da morte não foi revelada.
Em 1974, Tobe Hooper entrou para a história do cinema ao dirigir um dos melhores filmes de terror de todos os tempos: ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, inspirado pelo caso real do assassino canibal em série Ed Gein. O filme custou apenas US$ 140 mil e rendeu quase US$ 40 milhões no mundo inteiro.
Com 14 críticas contabilizadas, o filme está com aprovação máxima no agregador de críticas.
Confira:
Na trama, que se passa em 1983, o astro será Red Miller, um homem atormentado e fragilizado após a morte de sua esposa por uma seita religiosa. Ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal.
Sob a tutela do estúdio Umedia and Piccadilly Pictures, o longa foi exibido recentemente no Festival de Sundance. A data de lançamento em circuito comercial não foi divulgada.
‘American Horror Story: Apocalypse‘ vai encerrar sua temporada com apenas 10 episódios, a mais curta de toda a série, e o episódio final acaba de ganhar seu trailer.
Intitulado Apocalypse Then, o episódio mostrará as ramificações da batalha entre o bem e o mal, e como aconteceu o apocalipse.
Assista:
Recentemente, o penúltimo episódio mostrou Cordelia (Sarah Paulson) pedindo para Dinah (Adina Porter) ajudá-la e chamar o Papa Legba para destruir Michael (Cody Fern) – e o demônio traz com ele a bruxa Nan.
Nan é uma clarividente e foi uma estudante na Academia de Miss Robichaux para Senhoritas Excepcionais, sendo morta na terceira temporada pelo próprio Papa Legba.
‘American Horror Story: Apocalypse’ teve o comercial do oitavo episódio divulgado, intitulado “Sojourn”.
A produção é baseada no livro homônimo escrito por Armistead Maupin.
Mary Ann (Linney) volta a San Francisco e se reencontra com a filha Shawna (Page) e o ex-marido Brian (Gross) 20 anos após abandoná-los para investir em sua carreira. Fugindo da crise de meia-idade criada por sua vida aparentemente perfeita em Connecticut, Mary Ann é logo atraída de volta para a órbita de Anna Madrigal (Dukakis) e da nova geração LGBTQ vivendo no número 28 de Barbary Lane.
Após o sucesso de ‘O Homem Invisível‘, a Universal Pictures voltou a se empolgar com seu Dark Universe e contratou a Blumhouse para realizar mais um filme do Universo dos Monstros.
Segundo o Hollywood Reporter, o estúdio vai realizar um reboot de ‘Drácula‘.
Assim como ‘O Homem Invisível‘, a história se passará nos dias de hoje e será uma releitura do clássico de Bram Stoker.
Matt Manfredi e Phil Hay, que já haviam trabalhado com Kusama em filmes como ‘O Peso do Passado‘, roteirizam.
Se o filme se concretizar, seria parte da nova abordagem do estúdio aos Monstros da Universal, após a infeliz introdução do “Universo Sombrio” em 2017 com ‘A Múmia‘.
Após a estreia de ‘Coringa‘, diversos fãs questionaram a origem do vilão e se perguntaram se Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) é o verdadeiro Palhaço do Crime ou apenas um louco que inspirou o futuro arqui-inimigo do Batman.
De acordo com o Comic Book, o diretor Todd Phillips sugere no material extra do Blu-ray que essa teoria pode ser possível.
Durante uma entrevista nos bastidores da produção, Phillips diz que:
“Há muitas maneiras de assistir ao filme. Ele pode não ser o verdadeiro Coringa. Esta é apenas uma versão de origem do Coringa. É apenas a versão que aquele cara está dizendo enquanto é examinado em uma instituição para doentes mentais. Não sei se ele é o narrador mais confiável do mundo, entende o que estou dizendo?”
Na adaptação, Fleck assume o nome de Coringa após criar um caos na cidade de Gotham, sendo admirado por marginais e lunáticos pelas ruas.
Dessa forma, sua fama poderia continuar se espalhando ao longo dos anos, o que poderia inspirar o surgimento do verdadeiro Coringa.
E você, o que acha da teoria?
Segundo o jornal Daily Mirror,Joaquin Phoenix está negociando um contrato de US$ 50 milhões para interpretar o Coringa em mais dois filmes.
A fonte afirma que os roteiros das duas sequências já estão sendo escritos e Joaquin está “bastante engajado” com a produção.
A ideia da Warner Bros é lançar os novos filmes em 2022 e 2024.
A Universal Pictures está investindo alto em seu Universo Cinematográfico dos Monstros, e contratou o mestre James Wan (‘Invocação do Mal’) para produzir o remake de ‘Van Helsing‘.
Segundo o Deadline, o terror terá a produção de Wan e direção deJulius Avery, que comandou o sucesso ‘Operação Overlord‘.
O filme foi roteirizado pelos conceituados Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’) eEric Heisserer (‘A Chegada’).
Em entrevista ao CinemaBlend, Spaihts afirmou que se inspirou na franquia ‘Mad Max‘ para recriar o icônico personagem.
“Eu só posso dizer que o comportamento e os trejeitos de Van Helsing foram inspirados por Mad Max”, revelou.
Segundo ele, o novo filme será bastante diferente dos anteriores.
“A tonalidade será bastante diferente dos outros filmes. Terá um pouco mais de comédia e muita ação, além de ser um filme tradicional de terror”, afirmou.
O jovem cineasta Eli Roth foi considerado um dos diretores mais promissores de Hollywood no ramo do terror e suspense quando dirigiu ‘Cabana do Inferno‘, terror que arrecadou mais de 100 milhões de dólares nas bilheterias e conseguiu chamar a atenção dos fãs do gênero e da crítica.
Logo depois, ele voltou a fazer sucesso com o nojento – mas ótimo – ‘O Albergue‘ (Hostel), que arrecadou 80 milhões de dólares mundialmente em 2006.
O macabro e popular terror já está disponível na plataforma de streaming da Netflix.
Na trama, três jovens que levam suas vidas de forma hedonista partem para uma viagem até a Eslováquia, a fim de conhecer o paraíso de diversão sexual – que supostamente existe numa de suas cidades. Ao chegar no local, hospedam-se num albergue e o que parecia ser a melhor viagem da vida deles, começa a transforma-se num pesadelo total, pois algo maligno, nefasto e perigoso parece está escondido no lugar. Algo ligado a terror, morte e tortura física e psicológica.
Essa descoberta pode mudar para sempre o modo de vida deles, pois lutar pela sobrevivência e conhecer lados obscuros da mente humana podem ser uma experiencia das mais aterradoras.
‘O Albergue‘ (Hostel) arrecadou 80 milhões de dólares mundialmente em 2006.
Após um segundo filme mediano lançado em 2007 (dirigido por Roth) e o terceiro filme (dirigido por Scott Spiegel) feito direto para o mercado de Home Vídeo, Roth revelou que tem planos para ‘O Albergue 4‘ (Hostel 4)
“Na verdade sim [vamos fazer]. Eu já tenho até uma ideia para o filme. Não pretendo dirigi-lo, mas estarei envolvido”, afirmou.
Uma das principais estrelas de ‘Não! Não Olhe!‘, Keke Palmer não perdeu a chance de se escalar para outra grande produção de Hollywood. A atriz revelou que quer interpretar a personagem Vampira no próximo filme dos ‘X-Men‘, que será feito pelo MCU.
“É confidencial. Brincadeira, eu não sei de nada. Mas se os fãs pudessem me escalar, eu seria convidada para um papel toda semana. Mas se eles querem que eu entre para a Marvel, eu estou dentro”, afirmou ao Comic Book.
Há um mês, Palmer respondeu ao comentário de um fã, que imaginava a atriz no papel da personagem, com direito até a um TikTok demonstrativo. A atriz então disse: “Vamos lá, agente!”.
Mesmo que tudo seja uma brincadeira, a gente pode também confabular a respeito, né? Imagina se a Keke era daquelas que brigava com os primos e primos para decidir quem era quem na abertura de ‘X-Men: Evolution‘
Sucesso nos Estados Unidos com mais de 200 milhões de dólares arrecadados e líder em todos os países na América Latina onde já estreou, o longa ‘Som da Liberdade‘ (Sound of Freedom) segue carreira e chega também ao topo das bilheterias brasileiras.
O longa, que chegou aos cinemas em 21 de setembro, já foi assistido por mais de 240 mil pessoas, segundo dados parciais da Comscore.
Com distribuição da Paris Filmes, a produção protagonizada por Jim Caviezel, de “A Paixão de Cristo”, contou com forte divulgação no Brasil – com presença do diretor e roteirista Alejandro Monteverde, Jeffrey Harmon (cofundador da Angel Studios), Fernando Garibay e Justin Jesso, responsáveis pela produção e canção original do filme -, para eventos no Rio de Janeiro e São Paulo. O longa contou ainda com pré-venda de ingressos.
Baseado em uma história real, o filme acompanha o ex-agente especial do Governo Americano Tim Ballard (Jim Caviezel), que embarca em uma missão arriscada para resgatar crianças vítimas de tráfico infantil. Na Colômbia, Ballard decide deixar seu cargo no Governo para seguir em busca da quadrilha em sua jornada que, agora, se torna pessoal.
Tivemos a oportunidade de conversar com o diretor Alejandro Monteverde e com Jeffrey Horman, CEO da Angel Studios (que adquiriu os direitos de exibição do longa após o projeto ser descartado pela Disney).
Durante a conversa, Horman explicou como se deu o processo de compra do longa-metragem, dizendo que tudo aconteceu de forma muito rápida:
“Esse filme começou com a [extinta] 20th CenturyFox“, ele conta. “O filme foi feito por eles, ficou completo. A Disney comprou a Fox e, por alguma razão, decidiram não lançar [o projeto]. Há várias especulações do porquê [disso]. E, então, eles venderam para [o produtor] Eduardo [Verástegui], que arrecadou o dinheiro e comprou o filme de volta. Então, veio a pandemia. Nós descobrimos que o longa estava disponível uma semana antes de assinarmos. Em questão de seis, sete dias, conversamos com os advogados, assinamos [o contrato] e lançamos o filme oitenta dias depois. Foi muito rápido”.
Pouco depois, quando questionado o motivo da Casa Mouse não ter investido esforços para dar continuidade o projeto após ter comprado a Fox.
“Eu posso ver vários motivos. Várias razões comerciais. Este não é um filme que a Disney já fez antes, seria o primeiro. E, se eles nunca fizeram algo assim, por que ficariam nervosos sobre como fazê-lo? Não quero especular muito. Acho engraçado, porque, no passado, a Angel Studios teve uma grande briga com a Disney e, eventualmente, conseguimos o filme que eles tinham. E [‘Som da Liberdade’] saiu na mesma época que ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’ – e o superou nas bilheterias. Isso não importa muito, mas acho que é engraçado”.
Na época, o filme ainda não tinha título nacional nem distribuidora no Brasil. Vale lembrar que o terror de possessão demoníaca conquistou sólidos 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Assista a crítica:
Na trama, o apresentador Jack Delroy (David Dastmalchian) tenta recuperar a audiência de seu programa, que despencou desde a trágica morte de sua esposa. Desesperado pelo sucesso, Jack planeja um especial para o Halloween de 1977, mas o que começa como uma noite de entretenimento se transforma em um pesadelo ao vivo.
Um dos grandes destaques do filme é a aparição de Tiamut, o celestial que foi morto em ‘Os Eternos’, e cujo corpo ficou congelado no oceano.
Desde o lançamento do filme, os fãs pedem por uma menção à presença dele nos longas da Marvel. No longa, o corpo de Tiamut aparece sendo chamado de “Ilha Celestial”, que também é apontada como a fonte do adamantium.
Durante uma entrevista à Variety,Julius Onah, diretor do filme, explicou como surgiu a ideia da Ilha Celestial.
“A Ilha Celestial sempre foi parte dessa história, porque era uma maneira divertida de explorar as grandes ramificações geopolíticas de um gigantesco alienígena espacial surgindo do Oceano Índico. O essencial foi não deixar isso ser algo que ofuscasse ou sobrecarregasse o filme, mas chegar até lá de uma forma que fosse orgânica. Então, novamente, a investigação de Sam é o que nos leva até lá”, explicou Onah.
Sobre a introdução do adamantium, ele comentou:
“Obviamente, estamos vendo personagens do universo dos X-Men se integrando ao MCU. Vimos isso com Deadpool e Wolverine. Mas o adamantium ainda não existe no MCU. Como os filmes do Capitão América são uma ótima maneira de estabelecer a realidade deste universo, todos nós discutimos o quão divertido e surpreendente seria usar [o adamantium] como uma peça geopolítica — e não apenas fazer disso a iteração mais óbvia que você poderia ter visto com Wolverine”, declarou o diretor.
Sobre a possibilidade de Sam ir até a ilha, Onah afirmou:
“Pensamos nisso. Experimentamos algumas versões disso, mas você nunca quer sobrecarregar o filme com muitos elementos que não estão necessariamente avançando a história da maneira que você quer. Mas o destino do filme, no final das contas, teve que voltar para Washington, onde conhecemos Sam e o Soldado Invernal, onde, obviamente, Ross agora é presidente, e onde, nas proximidades da capital, Baltimore, a história de Isaiah começou. Isso realmente me pareceu o lugar correto, tanto emocional quanto tematicamente”, concluiu.
Com 52% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Marina Ruy Barbosa está pronta para mergulhar em um território completamente diferente em Obsessão, título provisório do novo thriller do Prime Video. Durante o Prime Video Presents, na Cidade do México, a atriz revelou detalhes sobre Stella, sua personagem na produção, que promete explorar intimidade digital, vigilância, exposição nas redes sociais e os perigos que podem surgir por trás de conexões aparentemente inocentes. Para Marina, a série aborda uma questão extremamente contemporânea: até que ponto estamos dispostos a abrir nossa vida para pessoas que sequer conhecemos?
“Ela é Stella, mas ela também é várias mulheres dentro de Stella”, explicou Marina ao falar sobre a complexidade da personagem.
A atriz evitou revelar grandes acontecimentos da trama, mas deixou claro que Stella será uma protagonista atenta, observadora e capaz de perceber detalhes que outras pessoas poderiam ignorar.
“Ela é uma menina-mulher muito sagaz, muito atenta”, afirmou.
A personagem, segundo Marina, observa o ambiente ao seu redor de maneira quase constante e consegue identificar sinais de que alguma coisa não está certa.
A série parte de um comportamento cada vez mais comum na sociedade: compartilhar praticamente todos os detalhes da própria rotina nas redes sociais. Fotos, localização, família, viagens, trabalho e momentos íntimos passaram a fazer parte do cotidiano digital de milhões de pessoas. É justamente nesse cenário que Obsessão pretende construir seu suspense.
“A gente fala dessa coisa da intimidade, da exposição na era digital. É uma história muito contemporânea, muito moderna”, destacou a atriz.
Marina aproveitou a conversa para fazer uma reflexão pessoal sobre a própria relação com as redes sociais. Com uma audiência gigantesca no Instagram, a atriz afirmou que adotou uma regra para preservar a própria segurança: não publicar exatamente onde está no momento em que está naquele lugar. “Eu nunca posto exatamente onde eu estou na hora que eu estou. Eu posto depois que eu já saí”, contou. Segundo ela, a decisão não está relacionada apenas à exposição de uma celebridade, mas a uma preocupação mais ampla com a possibilidade de perseguição.
“Existem muitos stalkers por aí”, alertou Marina. Para ela, o problema não se limita às pessoas famosas.
“A gente acompanha muitas histórias de pessoas que não têm essa exposição midiática, que não são pessoas famosas, mas que existem pessoas que começam a stalkear e criar uma obsessão sobre aquela pessoa”, explicou. É justamente esse tipo de situação que dá à história de Stella uma dimensão que ultrapassa o suspense convencional.
Dentro da narrativa, Stella é capaz de perceber pequenas mudanças no comportamento das pessoas ao seu redor. Marina citou como exemplos um silêncio diferente, um olhar ou um movimento estranho. “Ela consegue observar pequenas diferenças, seja num silêncio, num olhar, num movimento mais estranho”, revelou. Essa capacidade de observação promete ser essencial para a personagem à medida que ela começa a perceber que há algo errado ao seu redor.
Mas a própria capacidade de perceber os sinais não significa que Stella esteja protegida. Marina acabou entregando, entre risos, uma das informações mais importantes sobre sua personagem: “Mesmo assim, ela é atravessada por um stalker”. A atriz imediatamente tentou conter o spoiler, mas a revelação já foi suficiente para aumentar a curiosidade em torno da produção. Afinal, se uma personagem tão atenta pode ser envolvida por uma situação de perseguição, a série promete brincar justamente com a sensação de segurança que as pessoas acreditam ter no ambiente digital.
Outro ponto levantado por Marina diz respeito à relação entre exposição e segurança familiar. A atriz chamou atenção para o hábito de compartilhar informações sobre filhos, lugares frequentados e detalhes da rotina sem necessariamente saber quem está consumindo aquele conteúdo. “Você não tem noção muitas vezes de quem são as pessoas que estão consumindo esse seu conteúdo”, afirmou. Para ela, aprender a lidar com a exposição de maneira mais consciente será cada vez mais necessário.
A atriz acredita que Obsessão pode fazer o público repensar a própria presença nas plataformas digitais. “Como que a gente vai estar aprendendo a lidar com essa exposição de forma segura, de forma onde você mantenha a sua própria segurança e onde você mantém a segurança da sua família, do seu entorno?”, questionou. Dessa maneira, o suspense protagonizado por Stella não pretende apenas criar tensão, mas também provocar uma conversa sobre os limites da intimidade na internet.
Ainda cercada de mistério e com Marina evitando revelar acontecimentos importantes, Obsessão surge como um projeto bastante diferente de Tremembé, outra produção do Prime Video estrelada pela atriz. Enquanto uma mergulha no universo do crime real e do sistema penitenciário, a outra explora uma ameaça muito mais próxima do cotidiano de qualquer pessoa conectada. “Eu acho que a Stella, minha personagem, é uma menina-mulher muito sagaz, muito atenta”, reforçou Marina. E é justamente essa combinação de inteligência, exposição e perigo que pode transformar a personagem em um dos novos destaques da atriz no streaming.
No fim, Marina resume a proposta da série como uma reflexão sobre até onde podemos compartilhar nossa vida sem colocar em risco aquilo que deveria permanecer privado. “Como nós podemos criar um limite para não dividir tanto a nossa intimidade a ponto de corrermos perigos?”, provocou. Com um thriller construído em torno de vigilância, obsessão e relações digitais, a produção promete transformar um comportamento cotidiano em uma fonte de suspense. E, se depender da atriz, o público ainda terá muitos motivos para desconfiar de quem está do outro lado da tela.
A saga de um famoso anti-herói. Criada pelo britânico Michael Hirst, produtor de Vikings e The Tudors, entre outros sucessos, chegou na Paramount Plus, quase desapercebido, uma série que nos leva de volta às disputas e conflitos no epicentro de um tumultuado velho oeste americano nos apresentando um amplo recorte sobre a vida do mais famoso pistoleiro desse período, Billy The Kid. Passeando pela história do marcante do período ligado à expansão americana, nos poucos mas intensos anos que viveu, o anti-herói presenciou a corrupção, terras sem lei, violência, disputas de comerciantes. Conhecido por alguns nomes, figura polêmica de uma época onde o sobreviver era o ganha pão de cada dia, Billy The Kid participou da famosa Guerra do Condado de Lincoln, fato que ficou integralmente para ser conferido nas próximas temporadas. No papel principal, o ótimo Tom Blyth brilha no papel principal.
Na trama, conhecemos os primeiros passos de William H. Bonney (Tom Blyth), depois conhecido como Billy The Kid, Desde o início de vida conturbado, vindo de uma família de imigrantes irlandeses, se muda para o velho oeste norte-americano junto com sua família ao mesmo tempo que uma série de tragédias começam a cercá-lo. Se vendo sozinho em um mundo cruel, onde sobreviver rompe com sua moral quase que instantaneamente. A primeira temporada foca em como ele tornou aos poucos um dos rostos mais procurados pelas autoridades da época.
Princípios que ferem princípios. Uma ampla análise é feita sobre essa figura controversa. O roteiro é bem detalhista, começando pela sua visão inicial do que seria sua vida dali em diante. Sua família foi para os Estados Unidos com o desejo de um tratamento justo para todos, fato que logo se revelara ser um objetivo difícil de se encontrar. As mortes que acompanham sua trajetória parecem o fazer entender a vida de outras formas, onde a justiça tem interpretações variadas o deixando em uma linha tênue sobre o que é ser justo e até mesmo suas interpretações para lealdade. Suas inúmeras fugas de prisões ganham real sentido além das escolhas que faz quando se vê entre traições e lealdades.
Na segunda metade da temporada, acompanhamos a história seguindo rumo ao epicentro dos seus conflitos (e os fatos que o tornaram conhecido), dentro das ações desenfreadas com uma gangue a princípio comandada por um impiedoso e perigoso amigo e o iminente rompimento, fruto de um idealismo conflitante. Aqui apresentam-se mais conflitos que o cerca. A disputa por gados, por meio de fazendeiros poderosos, um mundo onde a manipulação era uma ferramenta na busca por objetivos unilaterais, as concessões de terras espanholas, um clássico jogo pelo poder, em uma terra onde a lei é corruptível. Vivendo intensamente o período do Velho Oeste americano, os caminhos percorridos pelo protagonista segue em paralelo à história norte-americana.
Ao longo dos ótimos oito episódios da primeira temporada, a série criada por Michael Hirst é um retrato marcante de uma época, de atitudes moralmente questionáveis, que ainda tem muito a desenvolver nas próximas temporadas.
Direto de Compton – A História de uma revolução cultural
É importantíssimo entender antes de mais nada o significado que o movimento cultural iniciado em meados da década de 1980 trouxe para a sociedade (não apenas norte-americana) mundial. Straight Outta Compton não é apenas uma cinebiografia de cantores de rap, é o relato de uma revolução moderna e fervorosa.
Nos subúrbios de Los Angeles, O´Shea “Ice Cube” Jackson, Andre “Dr. Dre” Young, Eric “Eazy-E” Wright, entre outros, eram considerados apenas aspirantes a criminosos, sem qualquer futuro. Assim como tantos meninos do gueto, a vida difícil acarreta a tentação pela vida fácil. Nessa tênue linha, eles persistem com seu sonho de sucesso, plantando suas letras nas mentes de jovens iguais a eles, e com isso, mesmo não intencionalmente, se tornando líderes para uma geração.
O roteiro escrito Jonathan Herman e Andrea Berloff (As Torres Gêmeas) poderia facilmente ser confundido com uma biografia corriqueira, já que passa fazendo o check list por todos os itens contidos geralmente neste tipo de filme, os quais já vimos antes diversas vezes: o passado cruel, a escalada rumo ao sucesso, a cambaleada no topo, brigas, desentendimentos entre amigos, o empresário vigarista – todos clichês muito conhecidos. No entanto, o domínio pleno de uma história bem transcrita, somada com a direção precisa e absolutamente enérgica de F. Gary Gray (que não entregava um filme na direção desde o fraco Código de Conduta) elevam a obra a um patamar acima da grande maioria.
A importância do assunto apresentado é sentida durante a projeção, fazendo de Straight Outta Compton um verdadeiro épico do gênero. Para o espectador é muito bom saber que mesmo um gênero “batido” como o das biografias musicais pode ganhar vida de forma tão intensa nas telonas. É impossível não se contagiar, independente de gostos musicais.
Como dito, o chamado N.W.A. (Niggaz Wit Attitudes ou Negros com Atitudes) além de um grupo Gangsta Rap pioneiro, serviu como alavanca para toda uma contra cultura, e um estilo de vida ainda presente e representado até hoje. Antes do grupo carioca Planet Hemp, o NWA já polemizava com suas letras, a maioria utilizando reclamações sociais, e se metiam em encrenca com a polícia – o momento da prisão do grupo durante um show é uma das tantas cenas recheadas de adrenalina do longa.
Os atores igualmente servem como chamarizes aqui. Paul Giamatti, como sempre eficiente, interpreta o empresário duas caras Jerry Heller e a gracinha Alexandra Shipp (que já teve sua cota de biografia musical com o filme feito para a TV sobre a cantora Aaliyah e em breve poderá ser vista com a nova Tempestade de X-Men Apocalypse) empresta seu carisma para Kim, a companheira de Ice Cube. No entanto, os destaques ficam com a caracterização escarrada de O´Shea Jackson Jr. (filho na vida real de Ice Cube), interpretando o pai, e o desempenho emocionante de Jason Mitchell como Eazy-E.
No meio da competitiva época do verão norte-americano, onde os maiores filmes de seus respectivos estúdios se digladiam pela maior bilheteria, o grande campeão foi uma história para maiores de idade, imprópria para todos os públicos. Straight Outta Compton é também a esperança do cinema de Hollywood, um dos sucessos (inesperado) da temporada (parabéns Universal) que mostra que filmes fora do radar de super-heróis, continuações e franquias estabelecidas podem ter força. E bastante.
Pânico 6, o sexto filme da franquia querida dos fãs de terror, estreia em Março de 2023.
Para aquecermos os motores para o novo exemplar desta querida franquia da sétima arte, o CinePOP tem matérias que não acabam mais sobre os filmes anteriores. Tudo o que você quiser saber sobre os quatro filmes predecessores e mais um pouco tempos aqui – é só procurar no site. Recentemente, trouxemos para você uma matéria sobre as curiosidades mais interessantes dos bastidores do segundo filme, Pânico 2 (1997), que completa 25 anos hoje. Aqui, continuaremos focados na primeira continuação que o filme recebeu, desta vez para escancarar uma versão completamente diferente que o filme teria. Acontece que Pânico 2 foi um dos primeiros grandes filmes (ou quem sabe o primeiro) a sofrer com o advento da internet. Explico. O longa de terror teve seu roteiro vazado online por um figurante, e isso numa época em que ainda vivíamos os primórdios do mundo virtual. Pioneirismo até mesmo nas derrotas.
Sidney e Gale morreriam
Cotton Weary (Liev Schreiber) seria o assassino de Gale e Sidney na versão original.
Na versão original deste roteiro, o desfecho terminaria com um verdadeiro bad ending, onde numa matança todos os personagens principais seriam mortos. Além de Randy, Gale e Sidney também morreriam, e possivelmente Dewey também. Isso nos faz pensar que Kevin Williamson planejava encerrar a franquia com este segundo filme. O terceiro não havia sido planejado, e demoraria três anos até finalmente chegar aos cinemas – e sem um roteiro de Williamson.
Na primeira história do roteirista para Pânico 2, assim como no original a Sra. Loomis termina matando seus comparsas – aqui Derek e Hallie. No filme, a Sra. Loomis tenta convencer Cotton Weary (Liev Schreiber), que chega ao local armado, de deixa-la matar Sidney, já que a protagonista o acusou de assassinato e o manteve na cadeia por um ano. Por alguns momentos acreditamos que o sujeito irá aceitar a proposta, mas finalmente ele atira na assassina a matando. Na versão original do roteiro, Cotton iria esfaquear a Sra. Loomis, mas não iria parar por aí. Considerando que ambas Sidney e Gale foram responsáveis por arruinar sua vida, Cotton surtaria, e esfaquearia Gale a matando também. No fim, Cotton perseguiria Sidney, e o filme terminaria com os dois se esfaqueando até a morte, e caindo lado a lado. Um baita final mórbido.
Na versão original do roteiro de Pânico 2, a protagonista Sidney (Neve Campbell) morria!
Desta forma, com a história nas mãos de qualquer um que quisesse ler, o mistério estava revelado. E como sabemos, os filmes desta franquia dependem muito das reviravoltas, de quem morre e quem fica vivo e, principalmente, quem são os assassinos da vez. Como consequência deste ato sem noção, o roteirista Kevin Williamson precisou basicamente reescrever a história, modificando diversos fatos, inclusive a identidade dos assassinos. Confira abaixo como seriaPânico 2 antes do vazamento. Ah sim, o texto abaixo contém inúmeros spoilers da trama, ou seja, continue se você já está cansado de saber tudo. Ou por sua conta e risco.
Os Assassinos Originais
Apenas a Sra. Loomis, vulgo Debbi Salt (Laurie Metcalf) foi mantida como uma das identidades do Ghostface.
Como sabemos, Pânico 2 contém dois Ghostface assim como o original. E suas identidades são: Mickey, o estudante de cinema que está sempre com uma câmera na mão filmando tudo (vivido por Timothy Olyphant) e a jornalista Debbie Salt (Laurie Metcalf) que vive atormentando a outra repórter do filme Gale Weathers (Courteney Cox). Debbie, é claro, revela-se a Sra. Loomis, a mãe de Billy Loomis, o assassino do original, que é citada no primeiro Pânicocomo tendo abandonado o marido após descobrir uma traição. Pelo visto a família não era muito boa da cabeça, já que a mãe resolveu orquestrar sua própria matança, seguindo os passos do filho. A Sra. Loomis encontra Mickey num site e o contrata para seu plano sanguinolento.
Mas nem sempre foi assim. No primeiro roteiro vazado, Kevin Williamson havia programado os assassinos para serem Derek e Hallie; além da Sra. Loomis, a única mantida do roteiro original. Ou seja, no segundo filme teríamos três Ghostface: duas mulheres e um homem. Embora não saibamos a dinâmica dos três no filme, podemos imaginar que a mãe de Billy estaria no comando novamente, orquestrando os planos e usando os jovens como seus peões na matança. Essa revelação viria como dupla faca nas costas da protagonista Sidney (Neve Campbell). Isso porque Hallie, papel de Elise Neal, é sua melhor amiga no segundo filme. E Derek (Jerry O’Connell), seu novo namorado. Isso explica porque existe numa versão – que fez parte do trailer – Ghostface chama Sidney de “girlfriend” ao telefone. À princípio podemos pensar que está emulando Billy, mas com a conclusão originalmente pensada faz todo sentido. Essa versão foi mudada no filme. Ou seja, Sidney teria novamente um namorado se revelando um psicopata. Isso que é dedo podre.
Dewey, o segurança do campus
O policial “trapalhão” Dewey (David Arquette) deveria ter morrido no desfecho do original. Mas o diretorWes Craven gostou tanto do desempenho de Arquette no papel, que gravou dois finais, um que ele morria e outro que ficava vivo. No final, terminou optando pelo segundo. Assim, na continuação Dewey dá as caras novamente e aparece no campus da universidade da amiga Sidney quando novos assassinatos começam a ocorrer. Neste segundo filme, Dewey não é mais um policial e tem a marca de seu ferimento, com uma perna manca e um braço quase inutilizado. Mas se pararmos para pensar, o personagem não tem uma profissão e nem muito o que fazer ali, a não ser ficar de olho na colega.
No texto original, Dewey seria um dos seguranças do campus da universidade. O personagem propositalmente iria pedir transferência da polícia de Woodsboro para o campus da faculdade, a fim de ficar perto de Sidney. Esse trabalho faz mais sentido e daria uma função maior ao personagem.
Debbie Salt mais agressiva
Laurie Metcalf viveu a psicopata Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt. Vinte anos depois seria indicada ao Oscar por Lady Bird.
A Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt, é uma personagem que aparece pouco no filme, mas suas incisões são certeiras. Seu “disfarce” no filme é o de uma jornalista “abelhuda” que está sempre no lugar certo, na hora certa. É claro, assim estudando bastante não apenas os avanços da polícia em relação às mortes, como também o cenário de sua matança. Existe um meme na internet que diz que se Sidney a visse em algum momento, iria reconhece-la e o filme acabaria bem rápido. É verdade, mas justamente por isso a mulher se certificou de nunca cruzar o caminho com a ex-nora.
Na versão original do roteiro, Debbie Salt era mais agressiva e ácida, dando alfinetadas em suas perguntas jornalísticas. Talvez essa característica tenha sido mudada para que as pessoas não desconfiassem dela como sendo uma das assassinas. Em uma cena do roteiro original, ela perguntaria para Sidney se ela havia “finalmente surtado e se era ela cometendo todos os assassinatos”. No fim da cena, ela seria socada no rosto por Gale, emulando a cena do original em que Sidney soca Gale após a repórter fazer um comentário irônico sobre a acusação da protagonista. Só não sabemos como Sidney não reconheceria a Sra. Loomis. Talvez por isso a cena tenha sido mudada. Ou quem sabe a explicação viria com muitas cirurgias plásticas.
Derek, o documentarista
“Copia, mas faz diferente”. Jerry O’Connell como Derek seria o segundo namorado de Sidney a ser revelado o assassino.
Faz sentido que o assassino do segundo filme agora ande com uma câmera filmando os crimes e suas vítimas. Bem, isso foi antes da época dos Smartphones e das câmeras de celulares, o que facilitaria bem mais a vida do Ghostface. Seja como for, em determinado momento do filme, esse fato entra em jogo quando os protagonistas descobrem estar sendo filmados pelo assassino. E bem, só um personagem anda com uma câmera para cima e para baixo no filme: Mickey. E adivinhe só: ele é o assassino. Porém, na versão original do roteiro, Derek seria o assassino. E não apenas isso, mas também seria ele o estudante de cinema que viveria com uma câmera documentando tudo à sua volta.
Randy, o cameraman
Randy (Jamie Kennedy), o nerd preferido de todos, seria o cameraman de Gale na versão original.
Randy (Jamie Kennedy) foi um dos personagens favoritos dos fãs no primeiro filme. O nerd especialista em filmes de terror infelizmente é morto neste segundo longa, decisão que Wes Craven diz ter tomado para demonstrar que ninguém estava seguro desta vez. O diretor, no entanto, muitos anos depois disse ter se arrependido de matar o querido personagem. Seja como for, Randy é outro estudante de cinema na mesma universidade de Sidney. No roteiro original não seria assim, e Randy seria na verdade o cameraman de Gale Weathers. Essa dinâmica seria muito divertida.
Por outro lado, Joel (Duane Martin), o sujeito que de fato é o cameraman de Gale, e que espertamente “se manda” quando os corpos começam a se empilhar, conseguindo sobreviver no fim das contas, seria um estudante de medicina da mesma universidade. Joel seria um dos melhores amigos de Sidney nesta versão. Resta saber se ele também sobreviveria assim, ou com a mudança de profissão encontraria um destino pior.
Mickey, o cantor
Em seu início de carreira, Timothy Olyphant era sempre o vilão.
Basicamente, teríamos os papeis de Derek e Mickey invertidos. A não ser pelo fato de que Derek ainda seria o namorado de Sidney. Nesta versão original do roteiro também seria adereçado de forma mais efusiva a paixão de Mickey por Hallie, a melhor amiga de Sidney – com os dois talvez engatando em um romance. O fato é levemente pincelado na versão que ganhamos nas telonas. No original, Mickey é quem cantaria no refeitório, assim como Derek fez para Sidney. O rapaz, porém, cantaria para Hallie e a canção também seria outra, ao invés de ‘I Think I Love You’, a escolhida seria ‘I Will Always Love You’, de Whitney Houston.
Porta aberta para o três
Ambos Pânico (1996) e Pânico 2 (1997) terminam de uma forma que não necessariamente pedem continuações. Kevin Williamson disse que pensou na ideia para o dois enquanto ainda escrevia o primeiro. Mesmo assim, nada no desfecho do original indicava que o longa poderia ter uma sequência. Afinal, ele é uma história fechadinha em si. O que empurrou a continuação, podemos pensar que foi unicamente o sucesso e, claro, o dinheiro. O mesmo ocorre comPânico 2. Mas nem sempre foi assim. No roteiro original de Williamson, o segundo filme terminaria revelando outro Ghostface, que olharia tudo de longe, do alto da torre do sino do campus. Esse final indicaria a existência de um quarto assassino na trama, ou simplesmente um novo psicopata se preparando para entrar em ação no três.
Na série, “Diana Bishop, historiadora e bruxa, acessa Ashmole 782 e sabe que ela deve resolver seus mistérios. Ela recebe ajuda do enigmático Matthew Clairmont, mas ele é um vampiro e as bruxas nunca devem confiar em vampiros. Em um mundo onde relações entre espécies diferentes é proibido, eles terão que arriscar suas próprias vidas pelo que sentem.”
‘A Discovery of Witches‘ vai estrear no Sky One e no Reino Unido no segundo semestre do ano.
“Isso nunca havia sido feito antes. Quatro séries de televisão, cada uma com sua própria equipe criativa e elenco, sendo lançadas apenas a alguns meses de diferença. Então, eles se juntariam em um grande evento que se passaria no coração de Nova York. Nós os chamamos de ‘Os Defensores’. E, juntos, nós estávamos animados com as histórias do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, e até mesmo o Justiceiro se juntou a eles.
Disseram que não tinha como isso ser feito, mas a Marvel reuniu um time incrível de roteiristas, diretores, editores e conseguiu fazer 13 temporadas e 148 horas de episódios. Tire um momento e procure a lista de atores, roteiristas, diretores e compositores que nós beneficiou o melhor de seus trabalhos. Nós amamos cada minuto.
E nós fizemos tudo por vocês – os fãs –, que torceram por nós através de todo o mundo e nos fez trabalhar duro para tudo valer a pena. Então, obrigado a todos vocês! Em nome de todos na Marvel TV, não poderíamos estar mais agradecidos a nossa audiência. Nossa parceira pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel.
Assim como disse o pai do Matthew Murdock, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado no tatame, mas sim como ele levanta’.
Por enquanto, resta a terceira temporada de ‘Jessica Jones‘ para encerrar de vez a parceria entre a Marvel e a Netflix. No entanto, ainda não há previsão de estreia para o ciclo final.
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