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‘Supergirl’: Kelly Olsen se transforma na Guardiã em novo pôster da 6ª temporada; Confira!

No episódio mais recente de ‘Supergirl, Kelly Olsen (Azie Tesfai) se tornou oficialmente a super-heroína Guardiã, assumindo o manto deixado por seu irmão, James Olsen (Mehcad Brooks) depois que ele deixou National City.

Pensando nisso, a CW divulgou um belíssimo pôster mostrando a personagem caracterizada com seu traje de heroína.

Confira:

Lembrando que a emissora já divulgou as imagens oficiais de “The Gauntlet”, décimo terceiro episódio da 6ª e última temporada.

Na trama, Supergirl e o time correm contra Nyxly pelo controle de um totem mágico que controla a coragem. Supergirl e Nyxly lutam entre si, cada qual conseguindo uma parte do artefato – e descobrem que a primeira pessoa a passar no teste de coragem conseguirá controle da manopla. Enquanto isso, Lena ainda tenta entender seu recém-descoberto presente”.

O capítulo será exibido em 28 de setembro.

Confira, junto à promo:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Tribunal Cinéfilo! Convidados debatem sobre o filme brasileiro ‘Bacurau’

Reunimos aqui nesse recinto virtual do STC (Superior Tribunal Cinéfilo) para as decisões dos amantes da 7a arte interessados no Processo Cinéfilo #00000000014, “Bacurau” na Vara virtual Pop, ministrada pelos excelentíssimos juízes cinéfilos Rafa Gomes e Rapha Camacho.

Para debater nas argumentações sobre essa obra, eis a apresentação dos ilustres convidados:

Para a defesa, a cinéfila de Florianópolis, graduada em letras e literatura e também psicanalista, da geração dos primeiros colecionadores da extinta Revista SET, Tatiana Russo.

Defendendo os que não amam o filme: o cinéfilo, bacharel em Cinema, diretor, roteirista, responsável por uma página no Instagram onde fala sobre cinema, Adriano Jabbour.

O júri é formado por vocês que assistem a esse programa ao vivo aqui na nossa plateia virtual.

Caso ninguém vote quando os juízes pedirem, os próprios juízes definirão a sentença.

Mandem mensagens ao longo desse programa que exibiremos sempre que possível.

Nome do filme: Bacurau

Diretor: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles

Sinopse do filme: Os moradores de Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, eles percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade. Quando carros são baleados e cadáveres começam a aparecer, Teresa, Domingas, Acácio, Plínio, Lunga e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Agora, o grupo precisa identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.

Acompanhem por aqui: https://www.youtube.com/watch?v=y1QtYjmgVvY

As Substituições de Atores em Ótimos Personagens que Deixaram a Desejar

Com clássicos não se mexe. Com certeza todos já ouviram essa frase. Existem os que acham que uma continuação ou uma refilmagem pode acabar com um filme original querido do grande público, mas a verdade é que esta obra nunca deixará de existir. O maior prejuízo recai não para a produção antiga, que já está cimentada em nossos corações eternamente, mas sim para a tal sequência desbravadora que, entre outras coisas, precisará convencer os espectadores que é digna de tal clássico atemporal. E isso muitas vezes quando todos os elementos estão no lugar com o retorno dos membros da equipe e elenco. Imagine então quando rola uma substituição. E pior, do protagonista!

Sabemos que nenhum ator pode ficar para sempre em um personagem, ou interpretá-lo a vida inteira – afinal cinema e séries de TV funcionam de forma diferente. Muitas vezes, tais atores desejam realizar novos voos e partir em novos desafios. Assim, uma substituição é inevitável. Em muitas ocasiões é inclusive bem-vinda, se mostrando tão eficiente quanto ou até mesmo melhor do que o original (embora este caso seja mais raro). Seja como for, pensando em algumas mudanças de protagonistas, digamos, não muito queridas pelo público, resolvemos criar nossa nova matéria. Aqui iremos abordar as mudanças de atores em personagens clássicos do cinema que deixaram a desejar, sendo apreciadas por um total de… zero pessoas! Confira abaixo.

James Bond

O maior espião do cinema já teve muitos rostos ao longo de sua trajetória nas telonas. Bem, na verdade, dentro da cronologia da franquia oficial foram “apenas” seis intérpretes. E aqui iremos abordar uma especificamente, já que nem todas foram insatisfatórias. Tudo começou com Sean Connery, é claro, o primeiro e único, tido pela maioria dos fãs ainda como o melhor 007 do cinema. Daniel Craig, o mais recente, não faz feio e igualmente é apontado, em especial pelos fãs mais jovens da franquia. Roger Moore é também muito querido, assim como Pierce Brosnan. E até Timothy Dalton possui alguns defensores. Porém, existe um nome que quase ninguém lembra: George Lazenby. Sim, o modelo australiano viveu James Bond nas telonas, embora quase ninguém lembre ou saiba. Foi em A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969). E o pior, substituindo ninguém menos que o próprio Connery. Bem, basta dizer que a troca não rolou e no filme seguinte, os realizadores voltaram correndo para o lendário primeiro intérprete em Os Diamantes São Eternos (1971).

Sarah Connor

Outra troca bastante criticada e que precisou novamente recorrer à intérprete original depois da bola fora foi dentro da franquia O Exterminador do Futuro. Aqui estamos falando da durona Sarah Connor, mãe do líder da rebelião John Connor. Quando o primeiro filme estreou em 1984, o criador James Cameron tratou de escalar a carismática Linda Hamilton para o papel, então uma garçonete lutando por sua vida, com a ajuda de um soldado vindo do futuro, contra uma máquina humanoide programada para matá-la. Foi no segundo longa, de 1991 (completando 30 anos em 2021), que o mundo se apaixonou pela bad ass que Sarah Connor havia se transformado, uma personagem cheia de atitude que se tornou uma das maiores heroínas de ação do cinema.

Essa havia sido a última vez que Hamilton tinha aceitado viver a personagem. Assim no quinto filme, de 2015, ela foi substituída pela baixinha Emilia Clarke. Embora tenha conseguido imitar alguns trejeitos e a forma de falar de Hamilton, Clarke é simplesmente muito graciosa e não cumpriu com o jeito duro e perigoso exigido pelo papel, parecendo estar em alguma comédia romântica. Tanto que no sexto filme, tiraram Hamilton de sua aposentadoria e a mulher continuou chutando traseiros, agora na terceira idade.

Clarice Starling

Por falar em filmes completando 30 anos em 2021, não conseguimos parar de falar de O Silêncio dos Inocentes, não apenas o melhor suspense de todos os tempos, como também um dos melhores filmes de todos os tempos. E não somos nós que estamos dizendo, embora sejamos fãs incondicionais, e sim os membros da Academia do Cinema, que presentearam o longa com o chamado Big Five, os Oscar de melhor filme, diretor, atriz, ator e roteiro – sendo o último da história a ganhar tamanha honraria. É claro que aqui estamos falando da parceria entre Jodie Foster e Sir Anthony Hopkins, imortalizados no papel da agente do FBI Clarice Starling e do psicopata canibal Dr. Hannibal Lecter. O Silêncio dos Inocentes é verdadeiramente incrível, mas ele não foi a primeira adaptação para as telonas dos livros de Thomas Harris.

Em 1986, Caçador de Assassinos, do diretor Michael Mann (Fogo Contra Fogo e Miami Vice), estreou e não fez sucesso, vindo anos mais tarde a se tornar cult. Muitos sequer relacionam os dois. Neste filme, Hannibal foi vivido por Brian Cox e Clarice não aparecia. Ok. Hopkins pegou o papel para si e fez tanto sucesso que voltaria a interpretá-lo outras duas vezes; sendo a primeira na continuação direta de O Silêncio dos Inocentes, passada dez anos depois e intitulada Hannibal (que completa vinte anos em 2021). Hopkins estava a bordo, mas e quanto à Jodie Foster. Para o desespero de muitos a atriz não topou voltar (e bem, muitos afirmam que ela fez certo). O resultado do filme não foi o esperado. Parte disso talvez seja do desfalque que a dupla sofreu, quando Clarice precisou ser substituída nas formas de Julianne Moore que, não me leve a mal, é ótima atriz – porém, não consegue reprisar a química de Foster com Hopkins.

Jack Ryan

Alguns atores conseguem pegar determinados papeis para si, mesmo que não tenham sido os intérpretes originais. Foi o caso citado acima com Anthony Hopkins, o único Hannibal Lecter possível, mesmo que o original tenha sido Brian Cox. Aqui, temos outra adaptação literária, mas uma de espionagem e não de thriller. Quando o agente da CIA Jack Ryan deu as caras pela primeira vez no cinema em Caçada ao Outubro Vermelho (1990), ele tinha as formas de Alec Baldwin. Bem, isso porque o astro daquela história era o desertor comandante russo de um submarino, interpretado por nenhum outro senão o maior espião do cinema, Sean Connery, nosso eterno James Bond. Quando chegou a hora de Jack Ryan ganhar um filme para chamar de seu, sendo elevado à categoria de protagonista dois anos depois em Jogos Patrióticos (1992), os executivos da Paramount não perderam tempo em reescala-lo nas formas do astro Harrison Ford.

Isso porque Baldwin simplesmente não tinha o potencial de arrastar multidões como Ford, que àquela altura já era Han Solo e Indiana Jones. Precisa dizer mais? Ford ainda permaneceria no papel mais um filme, em Perigo Real e Imediato (1994). Porém, a franquia estagnou, e com a mudança de década, a opção dos produtores terminou sendo por escalar um ator mais jovem, que pudesse estrelar em mais filmes consecutivos. Entra em cena Ben Affleck, um promissor jovem astro da época, que rapidamente se tornou um dos atores mais azarados dos anos 2000 devido à sequência de fracassos que resultaram a maioria de seus filmes no período. E A Soma de Todos os Medos (2002) foi mais um deles, tanto que a intenção de continuar a franquia com ele terminou por ali mesmo.

Lisbeth Salander

Aqui temos mais um caso parecido com os dois anteriores acima. A jovem Rooney Mara marcou na superprodução subestimada de suspense da Sony Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011 / que completa 10 anos em 2021). Muitos creditam o trabalho como seu divisor de águas na carreira, onde a jovem provou que era uma atriz audaciosa no papel da antissocial sociopata Lisbeth Salander. A atriz se entregou tanto ao papel no filme de David Fincher, apostando intensamente em sua caracterização, que além dos penteados e das tatuagens (falsas), resolveu entrar total no método e fazer de verdade um piercing no mamilo – como já revelou em diversas entrevistas. No papel ousado, Mara aparece nua em algumas das cenas e podemos notar o artefato em seu corpo. Porém, Mara não foi a primeira intérprete da Hacker.

Bem, pelo menos não no mundo. Acontece que o filme é baseado nos livros do autor sueco Stieg Larsson e as primeiras adaptações foram de mesma nacionalidade. Nesta trilogia, Lisbeth tinha as formas de Noomi Rapace, atriz igualmente revelada pelo papel e que fez carreira. Porém, a performance de Mara foi mais chamativa, devido ao realizador, e rendeu para ela sua primeira indicação ao Oscar. Por anos, Fincher, Mara e toda a equipe e elenco do longa demonstraram interesse em retornar àquele universo para ao menos completar a trilogia. Como o filme custou muito caro e não rendeu o esperado (em partes por ser uma obra de censura alta, que restringe o público), a Sony simplesmente cortou o sonho de todos os envolvidos e de muitos fãs que queriam ver Mara no papel e Fincher no comando das continuações.

O embargo durou anos e Mara verbalizava muito sua vontade de voltar à personagem que tanto investiu, toda chance que tinha. Por fim, a opção foi por um reboot, com A Garota na Teia de Aranha, que trouxe Claire Foy no papel principal. Foy até se parece com Mara fisicamente, mas além de seu empenho não ser o mesmo, sua persona vinha muito ligada com o teor gentil e agradável que era visto na série The Crown, da qual fazia parte. Assim, o pensamento geral foi de que Claire Foy não foi uma boa escalação para o papel.

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O aguardado ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ ganhou um novo cartaz incrível, cortesida da 4DX.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de outubro.

Em uma recente entrevista à IGN, o realizador Andy Serkis, que retorna para a cadeira de direção da sequência, comentou sobre a classificação indicativa para maiores de 13 anos e disse que a decisão foi feita para incluir um público mais amplo.

“Você pode criar uma versão adulta disso. Claro, você iria. Você poderia ter feito isso com o último filme. Mas nós queríamos expandir o nosso público alvo com isso e… Há várias regras a que precisamos obedecer”, ele comentou. “Entretanto, tendo dito isso, acho que forçamos os limites do perigo e da obscuridade e da ameaça de Carnificina. Só porque não vemos muito gore, ainda podemos sugeri-lo. A sugestão é deixada à imaginação do público e pode ser poderosa. Acho que é isso o que conseguimos fazer”.

A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

Diretores das animações ‘Avatar’ e ‘Soul’ assumem ‘Homem-Aranha no Aranhaverso 2’

Segundo a Variety, a vindoura sequência Homem-Aranha no Aranhaverso 2’ contratou três novos nomes para a direção: Joaquim dos SantosKemp PowersJustin K. Thompson.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que os produtores Phil LordChris Miller estão escrevendo o roteiro da continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Homem-Aranha no Aranhaverso 2‘ estava originalmente programado para chegar às telonas no dia 08 abril de 2022, mas agora será lançado em 07 de outubro do mesmo ano.

A decisão foi anunciada por conta da pandemia do Coronavírus, já que a agenda prevista para o processo de dublagem será afetada para evitar a propagação da doença.

O próximo filme traz de volta Miles Morales (Shameik Moore), que já está totalmente estabelecido como o Homem-Aranha de seu próprio universo. Ainda não se sabe quais membros do elenco retornam para a dublagem da sequência.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

Crítica | Garota da Moto – Maria Casadevall PROVA que filmes de ação brasileiros são bons

Existe um filão dos filmes de ação que atrai um público mais diversificado, pois são aqueles protagonizados por mulheres. A frequência com que esse tipo de filme tem estrelado nos cinemas e nas plataformas de streaming tem aumentado, justamente porque o público está interessado em ver mulheres em pé de igualdade ao protagonismo masculino nesse gênero de filme, como em ‘Atômica’ e ‘Operação Red Sparrow’. O mais recente representante desse grupo é ‘Garota da Moto’, longa nacional que acaba de estrear nos cinemas brasileiros.

Joana (Maria Casadevall) é mãe solteira de Nico (Kevin Vechiatto), mora com os pais em São Paulo e, para pagar as contas, trabalha como motogirl. Ela tem um passado obscuro, pois o pai de Nico era alguém importante que, depois de morto, fez com que ela tivesse que fugir desse meio para proteger o filho. Apesar de trabalhar entregando encomendas pela cidade, Joana acaba sempre se metendo em confusões, pois, embora não seja nenhum tipo de super-herói, ela não pode ver uma injustiça acontecendo que acaba se metendo. Quando durante uma entrega Joana descobre um galpão com mulheres em situação de trabalho escravo, ela literalmente quebra tudo para proteger as funcionárias, ainda que, com isso, acabe interferindo no trabalho da polícia. Só que esta boa ação acaba refletindo na sua vida pessoal, pois o dono desse esquema é Guimarães (Roberto Birindelli), um bandido perigoso que não gosta nem um pouco de ter seu esquema escuso desfeito por uma mulher.

Com cerca de uma hora e meia de duração, ‘Garota da Moto’ é um filme de ação com boas cenas de luta, mas com uma história confusa e desinteressante. Toda a parte do passado da protagonista é contada a partir da narração da própria, e literalmente não se encaixa em nenhuma parte do longa, sem influenciar no acontecimento dos fatos. O problema consiste em o filme começar contando esse passado para ambientar o espectador, então passamos o tempo todo esperando que estes dois tempos da história se encontrem, porém isso não acontece, de modo que o background dá protagonista serve apenas para justificar a paranoia dela com relação aos outros.

Não passa despercebido o fato de os personagens em posição de poder serem nomeados por seus sobrenomes – Ribeiro, Guimarães, Peixoto –, sejam eles bandidos ou mocinhos. Neste quesito, os bandidos não convencem, seja em suas motivações, seja na interpretação do elenco. Duda Nagle como delegado de polícia, querendo falar grosso com as mulheres do longa e botar banca até mesmo para o chefão do crime dá fica destoante com a proposta do filme de ação e até mesmo com a credibilidade do espectador.

O grande lance de ‘Garota da Moto’ é mesmo as cenas de ação, bem coreografadas e convincentes. Maria Casadevall brilha no protagonismo e mostra que é extremamente capaz de conduzir um filme de ação, estrelando ela mesma as cenas de luta. Para quem curte o gênero, é uma boa dica. Com uma pegada de filme de justiceiro versus bandidagem e uma protagonista badass estilo Lisbeth Salander, ‘Garota da Moto’ deixa no ar a possibilidade de uma continuação.

‘Psicopata Americano’ vai virar SÉRIE…

Em entrevista ao Deadline, Kevin Beggs, o presidente da Lionsgate Television, confirmou que uma série baseada no suspense clássico ‘Psicopata Americano‘ está em desenvolvimento.

Além disso, ele indicou a possibilidade de uma série baseada em ‘Jogos Mortais‘.

“Estamos desenvolvendo uma série baseada em ‘Psicopata Americano’. Nós estamos sempre explorando o que podemos fazer na televisão com franquias como ‘Jogos Mortais’, que segue sendo uma possibilidade.”

Apesar de Beggs não ter revelado mais detalhes, o site afirma que a Lionsgate TV está nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma série baseada em ‘Jogos Mortais‘.

Novas informações sobre ambos projetos devem ser divulgados em breve.

Apesar de não ter sido um grande sucesso nos cinemas (arrecadando apenas US$ 34.2 milhões mundialmente), o suspense ‘Psicopata Americano‘ ganhou status cult com o passar dos anos, construindo uma base leal de fãs.

‘Ghostbusters: Mais Além’: Sequência ganha novo cartaz nacional BELÍSSIMO; Confira!

O aguardado ‘Ghostbusters: Mais Além‘ ganhou um novo e belíssimo cartaz nacional, reunindo o elenco protagonista.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’) e Carrie Coon (‘The Sinner’), Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

Suzane von Richthofen NÃO VAI RECEBER UM CENTAVO por ‘A Menina que Matou os Pais’, revela Carla Diaz

Quando foi anunciado o início da produção do filmeA Menina que Matou os Pais‘, muitos leitores ficaram indignados que a horrível história de terror real brasileira seria contada nos cinemas.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Carla Diaz e Leonardo Bittencourt revelaram que Suzane Von Richthofen não ganhará um centavo pelo filme.

Assista:

A história foi dividida em dois filmes de 80 minutos, ‘A Menina Que Matou os Pais e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, que tiveram seus direitos adquiridos pelo Amazon Prime Video e agora serão lançados direto no streaming no dia 24 de setembro.

Os filmes vão adaptar a história real do julgamento de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos, réus confessos do assassinato dos pais de Suzane em um crime que chocou o País, em 2002.

Nem Suzane, nem os irmãos Cravinhos ou qualquer outra pessoa retratada nos filmes receberá dinheiro da produção, do Amazon Prime Video ou de direitos autorais. Como é um caso público e a produção só se baseia nos autos do processo, sem conexão com os envolvidos, não haverá qualquer tipo de pagamento.. Ou seja: eles não vão ganhar um centavo pelo filme.

 

Separamos mais algumas curiosidades dos filmes:

  • Estes filmes são produzidos 100% com investimento privado, sem verba pública (Lei Rouanet, fundo setorial ou outros meios).
  • Suzane Von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos não estão envolvidos com os filmes e tampouco têm contato com atores, produtores, diretor ou equipe.
  • Os filmes são uma adaptação cinematográfica de uma história real, reconstituída a partir das informações que constam nos autos do processo, em especial os depoimentos dos envolvidos.
  • O produtor, o diretor e os roteiristas tiveram acesso aos autos do processo, nos quais se baseia a história dos filmes.
  • Os filmes foram desenvolvidos a partir dos depoimentos dos envolvidos no crime. A produção deixa ao público a interpretação dos fatos e das versões.
  • Os atores e a equipe técnica passaram por treinamento com Ilana Casoy, coautora do roteiro e que acompanhou todo o processo na época do crime, e estava presente na reconstituição e no julgamento.

Assista ao trailer:

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

‘Star Wars: Visions’: Antologia em anime da famosa saga já está disponível no Disney+!

Star Wars: Visions’, antologia animada da popular saga intergaláctica, finalmente estreou no Disney+.

A produção foi lançada ontem, 22 de setembro, na plataforma de streaming.

Com nove episódios, a obra foi criada por sete lendários estúdios de animação japoneses, incluindo o Kinema Citrus, o Science SARU, o Production IG e o Trigger.

A série incluirá histórias ambientadas antes dos eventos do ‘Episódio I’ e depois do ‘Episódio IX’ (o último a ter chegado aos cinemas), incluindo uma narrativa intitulada “Tatooine Rhapsody” e descrita como uma rock opera que trará personagens como Jabba, o Hutt e Bobba Fett.

Star Wars: Visions’ tem estreia marcada para o dia 22 de setembro na plataforma de streaming.

‘A Crônica Francesa’: Ouça “Aline”, faixa oficial do novo filme de Wes Anderson

Searchlight Pictures divulgou uma faixa oficial da trilha sonora de ‘A Crônica Francesa’, filme de Wes Anderson que chega em breve aos cinemas nacionais.

track é intitulada “Aline” e vem acompanhada de um divertido clipe animado.

Confira:

Em uma recente entrevista ao IndieWire, o lendário compositor Alexandre Desplat revelou que já assistiu ao corte final da obra e não poupou elogios a ela.

“Eu assisti à versão finalizada [do longa] há algum tempo, e é simplesmente incrível”, ele comentou. Segundo Desplat, a obra talvez seja “até maior que O Grande Hotel Budapeste.

A produção terá 108 minutos de duração (1 hora e 48 minutos).

O filme estrela Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As filmagens ocorreram na França.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas e se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

‘Colin em Preto e Branco’: Série biográfica da Netflix ganha novo teaser trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o novo teaser oficial de Colin em Preto e Branco(‘Colin in Black and White’), série biográfica que gira em torno da vida do ativista Colin Kaepernick.

A produção estreia no dia 29 de outubro.

Confira:

Ava DuVernay entra como produtora executiva ao lado de Kaepernick. A obra terá seis episódios.

Michael Starrbury assina o roteiro. Mary-Louise ParkerNick Offerman também fazem parte do elenco como Terese e Rick Kaepernick, respectivamente, pais adotivos de Colin que “devem descobrir o que significa criar uma criança negra em uma comunidade e em uma família predominantemente branca”.

Kaepernick ganhou reconhecimento em 2012, quando tornou-se o principal quarterback do time da San Francisco 49ers, estabelecendo inúmeros recordes esportivos. Em 2016, se recusou a levantar para cantar o hino nacional dos Estados Unidos em protesto ao tratamento recebido ela comunidade negra no país, colocando-o como símbolo ativista pelos direitos civis.

DuVernay, por sua vez, é conhecida por inúmeros projetos. Ela ganhou aclame da crítica e do público pelo incrível Selma, sendo subestimada na categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar. Desde então, comandou projetos como o documentário A 13ª Emenda, a fantasia Uma Dobra no Tempo e a minissérie ‘Olhos que Condenam’. Seus próximos trabalhos incluem DMZ e a adaptação de Novos Deuses.

‘Querido Evan Hansen’: Julianne Moore e Amy Adams revelam detalhes sobre seus papéis na adaptação musical; Confira!

A adaptação do aclamado musical ‘Querido Evan Hansen‘ ganhou um novo vídeo de bastidores reunindo as icônicas atrizes Julianne MooreAmy Adams.

No featurette, a dupla revela detalhes sobre seus respectivos papéis no longa-metragem.

Confira:

Com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção dividiu a imprensa estrangeira e recebeu diversas críticas por apresentar problemas na execução de seu roteiro e na direção.

Para alguns críticos, o longa possui distrações gigantescas, que revelam uma artificialidade em todo o desenrolar narrativo. Já outros profissionais fizeram pequenos elogios às boas intenções do filme, que visa tratar sobre temas delicados como depressão, suicídio, trauma e luto.

Confira avaliações:

“Querido Evan Hansen poderia ter sido divertido, mas existem muitos problemas evidentes que não podem ser ignorados por uma questão de entretenimento”. – Valerie Complex, Deadline Hollywood Daily

“As más escolhas de direção de Chbosky anulam o sucesso empolgante que Querido Evan Hansen teve no palco, com uma cascata de distrações gritantes que continuamente apontam a artificialidade do gênero”. – Tina Hassannia, indieWire

“Querido Evan Hansen me incomodou na Broadway, e não me cai bem agora, apesar de algumas melhorias inteligentes no material”. – Peter Debruge, Variety

“Mesmo se você entrar com reservas, mesmo se você não sucumbir aos seus momentos mais extravagantes, o filme se aproxima furtivamente de você. Vá em frente, sorria, deixe doer ou derrame uma lágrima – você não está sozinho”. – Steve Pond, TheWrap

“Apesar das distrações incômodas, Platt e companhia ainda conseguem entregar a mensagem certa na hora certa”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter

“Querido Evan Hansen, obviamente, tem seu coração no lugar certo. Apesar das nobres intenções, no entanto, este é um filme que está quase em guerra consigo mesmo”. – Joey Magidson, Awards Radar

“Querido Evan Hansen dá uma voz agradável e melodiosa para importantes preocupações dos dias modernos, mas não tem os recursos dramáticos e cinematográficos para realmente decolar”. – Ian Freer, Empire Magazine

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, reprisa o personagem na versão cinematográfica. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.

Nik Dodani será Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Amandla Stenberg erá Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa. Julianne Moore interpretará a mãe do protagonista titular.

Kaitlyn Dever dará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa. Amy Adams será a mãe de Connor, enquanto Danny Pino será seu marido.

A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.

A peça conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.

Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível‘) assina a direção do projeto. Benj PasekJustin Paul ficam a encargo da trilha sonora.

Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel entram como produtores do filme.

‘O Senhor dos Anéis’: Compositor da trilogia original está em negociações para se juntar à série

Segundo o Deadline, o vencedor do Oscar Howard Shore está pronto para retornar à Terra-Média.

As informações indicam que Shore está em negociações para se juntar à ambiciosa série O Senhor dos Anéis, da Amazon Studios, para ficar a encargo da trilha sonora. O compositor levou para casa três estatuetas da Academia por seu trabalho na trilogia cinematográfica original.

Lembrando que a produção tem estreia marcada para o dia 02 de setembro de 2022 na plataforma de streaming.

Confira a primeira foto e a sinopse:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani

“A jornada começa em 2 de setembro de 2022 com a estreia de nossa série original sobre O Senhor dos Anéis no Prime Video,” disse Jennifer Salke, Head do Amazon Studios. “Não consigo expressar como todos nós estamos animados para levar nosso público global em uma jornada nova e épica pela Terra-média! Nossos talentosos produtores, elenco, e equipes criativa e de produção trabalharam incansavelmente na Nova Zelândia para dar vida a essa visão inédita e inspiradora”.

J.A. Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’) será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza. Charlotte Brändström Wayne Che Yip fazem parte do time de diretores junto a Bayona.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Ms. Marvel’: Nova série do Disney+ é oficialmente confirmada para 2022

O jornalista Adam B. Vary confirmou através das redes sociais que a aguardada série ‘Ms. Marvel, estrelada por Iman Vellani, ganhou previsão de lançamento.

A produção chegará ao Disney+ no início de 2022, confirmando os rumores anteriores do insider Matt Webb Mitovich.

Confira:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘Creepshow’: Um monstro ganha vida na nova cena divulgada da 3ª temporada; Confira!

O site ComicBook.com divulgou com exclusividade um novo clipe oficial da 3ª temporada da antologia Creepshow, que tem estreia agendada para o dia 23 de setembro.

Confira, clicando aqui!

O próximo ciclo trará nomes como Michael RookerJames RemarJohnathon SchaechReid ScottHannah Fierman.

Mais detalhes não foram divulgados.

Criada por Greg Nicotero, a série é baseada no terror antológico de 1982.

Quadrinhos ganham vida em uma série de segmentos sinistros, explorando terrores que vão desde assassinatos, criaturas e monstros até contos sobrenaturais e inexplicáveis.

‘Você’: 3ª temporada ganha novos cartazes NACIONAIS; Confira!

A Netflix divulgou novos cartazes nacionais e belíssimos da 3ª temporada da série ‘Você’.

Lembrando que o próximo ciclo tem lançamento agendado para o dia 15 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que o novo ciclo trará uma série de novos atores e atrizes, incluindo Scott Michael Foster (‘Crazy Ex-Girlfriend’),  Tati Gabrielle (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), Michaela McManus (‘One Tree Hill’) e Shalita Grant (‘NCIS: Nova Orleans’).

Penn Badgley e Victoria Pedretti retornarão em seus respectivos papéis como Joe e Love.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘Os Defensores’: Charlie Cox quer retorno de Jon Bernthal e Krysten Ritter como Justiceiro e Jessica Jones

Enquanto Charlie Cox continua negando seu retorno como Matt Murdock/Demolidor em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, os fãs ainda torcem para revê-lo na pele do Homem sem Medo.

No entanto, Cox disse à Forbes que uma ideia ainda mais legal seria ver o Demolidor e o Justiceiro juntos novamente.

E ele está torcendo para ver Jon Bernthal reprisando o papel.

Para quem não se lembra, o Justiceiro foi introduzido na 2ª temporada de ‘Demolidor‘ e acabou ganhando sua própria série de TV.

Infelizmente, ambas foram canceladas pela Netflix.

Questionado sobre quais personagens ele gostaria de ver se juntando ao Demolidor se a série não fosse cancelada, Cox disse:

“Não sei o que se passa nos bastidores da Marvel Studios. Não estou por dentro da tomada de decisões que levaram ao fim [da série], e o quer que eu diga pode ser interpretado como um rumor. A única coisa que eu posso dizer é que não vejo ninguém melhor que Jon Bernthal no papel de Justiceiro.”

Ele continuou, elogiando o colega de elenco:

“Ele fez com que o personagem ganhasse uma nova vida e é adorado até hoje. As pessoas são loucas por Frank Castle. Então, se eles vão trazer essas séries de volta, eu não sei, mas espero que façam porque eu adoraria rever o Demolidor e Frank juntos.”

Bernthal não é o único que Cox quer ver de volta e aproveitou para fazer campanha pelo retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

“Sinto o mesmo em relação a Krysten Ritter. Eu sei que Jessica Jones não é tão conhecida como Frank Castle, mas que atuação… Que série incrível foi aquela. Tudo graças ao carisma de Krysten, então eu acredito que ela merece uma nova chance.”

Falando nisso, depois que ‘O Justiceiro‘ foi cancelada pela Netflix no início de 2019, a Marvel Studios precisava aguardar pelo menos dois anos para reivindicar os direitos de imagem do personagem.

E, de acordo com o Comic Book, a Disney e a Marvel Studios já iniciaram o processo para recuperar os direitos do personagem.

Como ‘O Justiceiro‘ foi a última série da Marvel cancelada pela Netflix, isso significa que o estúdio também pode retomar os diretos de ‘Demolidor’, ‘Luke Cage’, ‘Jessica Jones’ e ‘Punho de Ferro’, membros da equipeOs Defensores‘.

No entanto, não foi revelado se os personagens serão readaptados para as telonas ou para as telinhas. Então só resta aguardar para saber que decisões serão tomadas pelos executivos do estúdio.

“Dwayne Johnson NÃO retorna para Velozes e Furiosos 10 e 11 por razões óbvias”, revela produtor de ‘Hobbs & Shaw’

Não é de hoje que a ausência do astro Dwayne Johnson na franquia de ‘Velozes e Furiosos tem sido comentada publicamente.

E desta vez, Hiram Garcia, produtor de ‘Hobbs & Shaw‘ e um dos líderes da produtora Seven Bucks (que pertence ao ator), confirmou definitivamente que The Rock não retornará para as sequências 10 e 11 da popular franquia de ação, “por razões óbvias”.

Em uma entrevista ao site Collider, Garcia ponderou sobre o assunto sem citar diretamente a treta entre o ator e Vin Diesel. Além disso, ele tranquilizou os fãs, revelando que a ausência de Johnson em ‘Velozes e Furiosos‘ não impacta em nada na jornada do seu personagem em seu próprio spin-off.

“Depois de filmar Velozes 8, Johnson tomou a clara decisão de fechar esse capítulo na sua vida, por todas as razões óbvias. Ele deseja o melhor para todos eles e mudamos o nosso foco para outras narrativas. E embora ele não retorne para Velozes 10 e 11, isso não interferirá de forma alguma nos nossos planos com Hobbs”.

O produtor de ‘Hobbs & Shaw‘ foi ainda mais além e reiterou que a dupla de personagens segue pertencendo ao universo de Velozes, mas com seu próprio caminho a ser traçado:

“Obviamente, todos esses personagens existem no universo de Velozes e adoramos ver todos os aspectos dessa franquia prosperar e ter sucesso. Apenas temos planos específicos para o que queremos fazer com o personagem Hobbs e acho que os fãs vão amar. Estamos trabalhando para entregar algo muito original e fresco e sabemos que o estúdio está ansioso para que façamos isso o mais rápido possível!”

Vale lembrar que o roteiro da sequência já está sendo escrito, conforme revelado no passado pelo mesmo produtor, em uma entrevista ao portal ComicBook.com.

Em entrevista ao Collider, o diretor Justin Lin revelou que o último capítulo da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ será dividido em duas partes.

“A ideia do último capítulo ser dividido em duas partes é correta. Eu estou muito feliz, pois quando entrei para essa franquia, uma nova sequência nunca foi algo garantido. Nós precisávamos merecer, sabe? E eu estar falando que teremos mais dois filmes é impressionante. Isso significa muito. Então, todos os dias eu penso sobre esse processo e em como eu posso alcançar o melhor resultado possível. Ter um capítulo dividido em dois filmes parece certo.”

Ele completa, “Nós temos nossas ambições sobre o que queremos fazer, mas também temos que enfrentar os problemas atuais do mundo. Eu não quero ser ganancioso. Eu quero fazer o que for melhor para a franquia.”

Vale lembrar que ‘Velozes e Furiosos 10‘ será lançado apenas em 2023.

Enquanto isso, ‘Velozes e Furiosos 9‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 467.8m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

The Other Two | Elenco revela o que o futuro aguarda para os personagens da série [ENTREVISTA]

The Other Two é a mais recente comédia original da HBO Max e já está disponível com suas duas incríveis temporadas na plataforma de streaming.

Já renovada para o seu terceiro ano, a trama acompanha uma dupla de irmãos tentando lidar com o repentino sucesso do caçula, de apenas 13 anos. Enquanto eles sofrem para se encontrar em suas respectivas vidas profissionais, o garoto conquista um sucesso gigantesco em meio à era das mídias sociais como o Instagram, sem sequer fazer muito esforço.

CinePOP teve o prazer de conversar com o elenco protagonista em uma recente coletiva de imprensa, onde o jornalista Thiago Nolla conversou com Molly Shannon (Pat Dubek), Heléne Yorke (Brooke Dubek), Drew Tarver (Cary Dubek) e Case Walker (Chase Dubek/ChaseDreams).

Na entrevista, o elenco contou um pouco sobre como as experiências profissionais foram trazidas à produção e como a produção se transformou num grande debate sobre inúmeros temas importantes, como feminismo, homossexualidade e a controvérsia da fama.

Confira:

Molly, você interpreta Pat Dubek na série. Durante a primeira e a segunda temporadas, Pat mergulha em um “ano do sim” e faz várias coisas insanas, como experimentar ecstasy, começar uma linha de joias, escrever um livro e até mesmo se tornar uma apresentadora de talk show. Você acha que ela fez isso para se conectar com o mundo do filho mais novo, pelo fato de ele ser uma superestrela, ou para tentar lidar com a morte do marido?

MOLLY: Boa pergunta, isso é muito interessante… O modo como eu encaro isso é que sim, por debaixo de tudo isso, ela está lidando com a morte do marido, mas acho que ela superou isso e tem todas essas oportunidades vindo em direção a ela, e ela está animada, está abraçando todas elas por estar muito animada. E acho que ela não percebeu que poderia ter todo um capítulo também, nem acho que ela acreditava nisso. Ela está vivendo a melhor vida, vivendo os próprios sonhos e ela quer que todos na família cresçam e trilhem os próprios caminhos e acho que ela está tentando navegar pelo luto e abraçar o ano do sim.

Na série, nós vemos Chase, que é um astro da música e tem vários fãs. Eu gostaria de saber se, quando você era mais nova ou agora mesmo, você tinha uma quedinha por alguma celebridade? Você fazia alguma coisa louca para entrar em contato com essa pessoa?

MOLLY: Quando eu estava crescendo, eu assistia a uma série chamada ‘Dias Felizes’ [ABC, 1974-1984] e eu escrevi uma carta para o [personagem] Fonzie [Henry Winkler], o que foi muito engraçado (risos). Então, eu escrevi uma carta para ele quando pequena, eu estava na minha casa em Cleveland, Ohio, dizendo: “Fonzie, eu adoraria que você viesse à minha casa, eu faria para você um espaguete com almôndegas”. E eu conheci [Wrinkler] anos depois e eu contei que mandei para ele essa carta e isso foi muito engraçado. Mas, sim, eu adorava o Fonzie e eu assistia com a minha família, quando jantávamos, sempre assistíamos à televisão – e era incrível.

No final da primeira temporada, Pat se torna uma apresentadora de talk show, como eu já havia dito antes, e exerce a profissão já nos primeiros episódios da 2ª temporada. O que o futuro aguarda para Pat na série? Se você puder nos contar, é claro.

MOLLY: Ah, eu sei… Não tenho certeza. Acho que ela terá que aprender a balancear a vida profissional e a pessoal, porque ela está trabalhando 20 horas por dia, acordando super cedo, levantando-se à meia-noite para começar seu dia… Ela realmente está se divertindo, mas ela está a 160 km/h. E, além disso, ela é mãe, ela está agenciando a carreira do filho e tem os outros dois filhos. [Pat] está fazendo muitas coisas… E ela é nova no show business e não pode seguir nesse ritmo para sempre, então acredito que ela terá que encontrar certo equilíbrio nisso.

A série cria uma variedade de personagens complexos e abre espaço para vários temas importantes como feminismo, homossexualidade e os prós e contras da fama. De que forma o show pode ajudar a quebrar pré-conceitos e tabus sobre esses temas?

HELÉNE: Você mencionou o feminismo e eu acho que é engraçada essa ideia de que, como uma mulher empoderada, você deve ter tudo controlado e saber de tudo e ser boa nisso. Acho que, na verdade, é universal não sentir no topo o tempo inteiro. Sabe, acho que você pode ver alguém engraçado no Instagram, mas há muito que não compreendemos sobre nós mesmos e sobre o mundo, e creio que a ideia de falhar e não ser ótima é bastante relacionável.

DREW: Sim, eu acho que essa série mostra o lado bom e o lado ruim da fama e de que forma isso pode te afetar, mas faz um bom trabalho em humanizar personagens que podemos encarar como vilões, às vezes, na vida. E creio que os personagens estão descobrindo sobre si mesmos de certa maneira… Com Cary, por exemplo, não é um show sobre um personagem que sai do armário, e sim sobre alguém que já saiu do armário, mas um tanto quanto tardiamente, e está tentando descobrir o que significa esconder uma parte dele mesmo por boa parte da vida. Eu acho isso interessante e não tenho visto isso muito na televisão, o que me atraiu para o projeto.

CASE: Acho que há uma relacionabilidade com cada um dos personagens em relação ao que fazem e onde estão. Chase é muito famoso, temos uma família louca e todos estamos tropeçando, todos estamos tentando descobrir como isso funciona. Creio que existe uma beleza nisso tudo.

Vocês trouxeram alguma experiência de suas vidas profissionais para o show?

HELÉNE: Sim! Digo, fiz isso na primeira temporada. Eu fiz muito teatro musical e tive de dançar em um videoclipe, então trouxe um pouco disso [para a série].

CASE: Para a primeira temporada, na sala dos roteiristas, nós tínhamos falado sobre isso antes. Meu primeiro veículo para investir na carreira artística foram as redes sociais. Então, eu estava passando pela loucura dos altos e baixos, e era insano. E boa parte dessas histórias ainda acontecem na série, especialmente na primeira temporada – por exemplo, no relacionamento que Case e Yendani [Sophia Rose] tiveram. Na segunda temporada, tivemos menos disso, porque agora tudo gira em torno de Pat e do talk show e da loucura dessa parte da indústria. Mas o arco de Chase definitivamente é reflexo da minha experiência nas redes sociais.

HELÉNE: Uma coisa que eu sempre pensei sobre a minha carreira foi: “quando eu conseguir, irei a várias premières e sessões de foto…”. E você chega lá e a única coisa que pensa é que os pés doem e que você quer um lanche – é a verdade sobre como funcionam as coisas. Acho que isso ressoa na série, você chega nesse lugar em que você tem que fazer o cabelo e a maquiagem para uma reunião no Zoom e eles fazem você acordar às 7h50min para eles virem até sua casa e colocar batom na sua cara. Sabe? (risos) É a ideia de que as coisas não são tão glamourosas quanto parecem.

DREW: Quando eu era um ator amador fazendo audições para ser um ator amador, havia momentos em que a produção vinha para mim e eu pensava: “espera, eles estão me zoando? Estão zoando minha vida?” (risos) E eles estão e é isso que é engraçado. [Os criadores] Chris [Kelly] e Sarah [Schneider] fazem um ótimo trabalho ao demonstrar os altos e baixos de um artista em ascensão e eles fazem com que tudo isso seja muito real, lidando com tópicos que são muito reais.

A série foi criada por Chris Kelly e Sarah Schneider.

Um aspirante a ator e sua irmã Brooke, ex-dançarina profissional, tentam encontrar seu lugar no mundo enquanto lutam com seus sentimentos sobre a súbita ascensão de seu irmão Chase, de 13 anos, à fama da Internet.

Ken Marino também faz parte da série.