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‘Cruella 2’ vai explorar o lado SOMBRIO da personagem

A adaptação live-action de ‘Cruella‘ foi bastante elogiada pela originalidade do roteiro, dando à personagem uma origem completamente satisfatória conduzida pela atuação de Emma Stone.

E a Disney ficou tão satisfeita com a recepção do longa, que já está desenvolvendo a sequência com o retorno do roteirista Tony McNamara e do diretor Craig Gillespie.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Gillespie adiantou que o novo filme vai mostrar a personagem começando a se transformar naquela vilã que o público conheceu em ‘101 Dálmatas‘.

“Existem várias conversas sobre como será a sequência. Onde este mundo nos leva agora, sabe? Antes de mergulharmos fundo, ainda estamos naquela fase de explorar o que pode dar certo ou não […] Mas o que eu mais gostei no filme é que se torna cada vez menos Estella, ela vai se afastando de quem ela era, até se entregar àquela personalidade que conhecemos como Cruella.”

Ele continuou:

“Agora ela tem que viver de acordo com essa personalidade pública, mesmo estando em conflito consigo mesma, o que eu acho muito interessante. Ela está numa área cinzenta, mas vai se transformar naquela vilã de ‘101 Dálmatas’, sem dúvidas… Mas como ela se deixará ser levada pelo lado sombrio? Na minha mente, é disso que se trata o novo filme.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233,3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.

E aí, você está animado para a sequência?

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser  comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.

Assista:

Cruella‘ conquistou US$ 219,5 milhões pelo mundo e recebeu 74% de aprovação da crítica especializada.

Por outro lado, é o live-action da Disney com a melhor aceitação do público, alcançando 97% de avaliações positivas.

Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.

“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou. 

Filme da ‘Canário Negro’ será fiel aos quadrinhos, garante roteirista

Recentemente, a atriz Jurnee Smollett confirmou que voltará a viver a Canário Negro em um filme derivado de ‘Aves de Rapina‘ feito para a HBO Max.

Uma das reclamações dos fãs é que a heroína não usou um traje fiel aos quadrinhos na adaptação.

Além disso, boa parte do público sentiu falta das referências ao material original da personagem.

No entanto, a roteirista Misha Green garantiu que o vindoura longa vai respeitar a essência da heroína.

Quando um fã perguntou:

“Você está lendo os quadrinhos da Canário Negro?”

Ao que ela respondeu:

“Sim. A Pesquisa a chave de tudo.”

Confira:

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que o roteiro for finalizado.

Lembrando que Green foi indicada ao Emmy por ‘Lovecraft Country‘, também estrelado por Smollett.

O filme será produzido por Sue Kroll, que também foi produtora de ‘Aves de Rapina‘.

Relembre o anúncio:

“Acho que a Canário está fora da gaiola! 🤪 Estou muito animada para finalmente embarcar nesta aventura com minha irmã alma criativa @MishaGreen. 🖤💛 #blackcanary”, afirmou a atriz.

Confira nossa crítica de ‘Aves de Rapina‘:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Dossiê 007 | O Mundo Não é o Bastante (1999) – 19º Filme traz personagem feminina única

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

Em time que está ganhando não se mexe. Com certeza todos já ouviram essa expressão. E no cinema, ela é muito verdade. Para os produtores da EON Pictures, responsáveis pelos filmes de 007 no cinema, a contratação de Pierce Brosnan veio como um presente para a franquia. Reinando absoluto nos anos 1990 como o James Bond definitivo da década, os filmes de Brosnan colocaram a franquia num patamar de incrível popularidade, adentrando a cultura pop como só havia feito na era de Sean Connery. O público demonstrava o interesse e aprovação devido aos números de bilheteria. Sendo assim, nada mais natural do que o sinal verde para uma terceira aventura do ator no papel. Confira abaixo os detalhes de produção de O Mundo Não é o Bastante, décimo nono filme da franquia James Bond – que entre outras coisas, adentrava o novo milênio.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Apesar de estar atingindo um status na cultura popular mundial que há muito não via, os bastidores das novas produções de 007 não funcionavam da mesma forma harmoniosa. Isto é, a estreia de Goldeneye foi extremamente favorável neste sentido, porém, quando foi a hora de dar sequência à era de Pierce Brosnan, O Amanhã Nunca Morre se mostrou um pesadelo de bastidores, com um clima pesado entre o diretor da obra e seu elenco (parte dos atores não se davam entre si inclusive).

Nada disso, no entanto, seria empecilho, já que os números do décimo oitavo 007 falavam por si só, e o permitiram peitar o colosso Titanic – que estreou no mesmo dia. O fato fez os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, agora a cargo da EON após o falecimento do patriarca Albert R. Broccoli em 1996, cogitarem a volta do diretor Roger Spottiswoode para o comando do novo filme – mas o cineasta foi quem recusou por motivo de exaustão. O próximo filme do diretor viria a ser a ficção científica O Sexto Dia (2000), com Arnold Schwarzenegger.

Barbara Broccoli chegou inclusive a cogitar o diretor Peter Jackson para o cargo, por ser fã de seu drama criminal Almas Gêmeas (1994), porém, ao assistir seu mais recente trabalho Os Espíritos (1996), sentiu que o estilo do cineasta não casaria muito bem com o que procurava. Jackson, é claro, seguiria para o comando da trilogia O Senhor dos Anéis. Para o comando do décimo nono 007 então finalmente era contratado Michael Apted, britânico que tinha no currículo celebrados dramas, como O Destino Mudou Sua Vida (1980, vencedor do Oscar de melhor atriz) e Nas Montanhas dos Gorilas (1988, indicado ao Oscar de melhor atriz).

James Bond

Pierce Brosnan encarnava o posto de 007 pela terceira vez. Ao contrário da empolgação inicial em Goldeneye e da decepção pelos atritos no set em O Amanhã Nunca Morre, a décima nona aventura apresentava um Pierce Brosnan mais maduro – experiente no papel e bem à vontade. Algumas de suas sugestões inclusive entraram no resultado final do que vemos em tela. Como dito, o ator dominou o papel na década de 1990, sendo o James Bond definitivo do período. Somente ele e Daniel Craig compartilhariam tamanha honraria. Nem mesmo Sean Connery reinaria absoluto em sua década de estreia, os anos 1960, precisando dividir o personagem com George Lazenby. Nos anos 1970, Roger Moore o dividiu com Sean Connery. Nos anos 1980, Moore e Timothy Dalton foram os intérpretes. E nos anos 2000, Brosnan passou o manto para Daniel Craig. Mas os anos 1990 foram apenas de Brosnan. Assim como os anos 2010 foram de reinado de Craig.

Missão Secreta

Assim como os dois anteriores da era Pierce Brosnan, os livros de Ian Fleming não eram mais a base para os roteiros – isso porque todos os textos do autor já haviam sido utilizados e agora as produções precisavam seguir com as próprias pernas, criando suas próprias histórias. Assim como a trama de Na Mira dos Assassinos (1985) havia sido considerada um Goldfinger com chips de computadores, O Mundo Não é o Bastante também, segundo os fãs, reciclaria a história do terceiro filme de 007, trocando o ouro do Fort Knox por uma nova moeda mundial: o petróleo. Apesar disso, o recente filme guardaria algumas boas surpresas.

O Mundo Não é o Bastante utiliza muito do mundo moderno e de notícias reais da história mundial como pitadas de sua trama. Temos em jogo, por exemplo, a famosa síndrome de Estocolmo e o caso de Patty Hearst como bases para o desenvolvimento da personagem de Elektra King, a peça que faz a trama do filme girar. Adicionado na mistura alguns elementos do famoso caso de sequestro da família Getty igualmente entra no roteiro, além da tragédia grega de Elektra sobre vingança. Tudo faz de O Mundo Não é o Bastante um dos mais complexos e interessantes no que diz respeito ao seu roteiro.

Na trama, Bond é designado para proteger uma rica herdeira de um império de petróleo chamada Elektra King, já que aparentemente ela e sua família se tornaram alvo de um terrorista chamado Renard. A mulher inclusive já havia sido sequestrada pelo criminoso no passado. E agora seu pai é assassinado logo na abertura do filme. Assim, Bond se torna um “guarda-costas de luxo” ao fazer um favor pessoal para M (novamente Judi Dench), sua chefe, que mantinha uma longa amizade com o pai de Elektra. Ambos se tornam alvo de Renard por consequência.

Bondgirls e Aliados

O Mundo Não é o Bastante pode não ser o capítulo mais marcante da franquia, ou um que se destaque ficando dentre os melhores na opinião dos fãs. Porém, em um quesito se sobressai: apresenta a personagem feminina mais bem trabalhada da franquia até então. Vindo a rivalizar somente com Vesper Lynd na estreia de Daniel Craig. E aqui é onde entregaremos alguns spoilers do décimo nono filme. A era Brosnan marcou pelas reviravoltas em relação aos seus antagonistas. Por exemplo, o vilão de Goldeneye era revelado como sendo o antigo colega de James Bond no serviço, Alec Trevelyan, o 006. Aqui, a vítima protegida pelo espião se revela como a verdadeira vilã que estava arquitetando planos maquiavélicos.

Elektra King é vivida pela estonteante francesa Sophie Marceau – uma das atrizes mais belas do mundo. É consenso geral que Marceau seja a melhor atriz a ter interpretado uma Bondgirl na franquia – e a estrela europeia se empenha como se estivesse buscando prêmios por sua atuação. É boa neste nível e a cada cena sentimos sem alcance dramático. De começo sentimos pena da mulher por ter se tornado alvo de sequestro de terroristas e passado por um verdadeiro pesadelo. No terceiro ato a verdade vêm à tona e descobrimos que Elektra era quem realmente dava as ordens, manipulando Renard, seu amante, e inclusive planejando a morte do próprio pai – a quem ela credita parte de seu tormento por não ter pago seu resgate, instruído por M – mais uma vez pegando o caso real dos Getty como molde. Elektra ainda sequestra M, trazendo a dura chefe do espião para a ação.

Desta forma, a personagem de Marceau não é apenas uma Bondgirl como também é, de forma inédita em toda a franquia, a primeira vilã de um filme de 007. Mas Elektra não é a única Bondgirl de O Mundo Não é o Bastante, e aí adentramos um território muito controverso. Ao mesmo tempo em que o filme traz a melhor Bondgirl de um longa de 007, ele também traz a que é considerada a pior de todas elas. A Dra. Christmas Jones não é, por assim dizer, uma personagem muito rica ou repleta de camadas. Sim, é verdade que ela possui um nome para lá de tosco (Natal Jones), mas até então seria somente uma das personagens femininas vazias da série. Ela é uma física nuclear, muito inteligente e ao mesmo tempo atlética, participando das cenas de ação ao lado do protagonista. O grande problema reside em sua intérprete: Denise Richards, a “Megan Fox” dos anos 1990. A atriz marcou mais por sua beleza e certo carisma do que sua capacidade dramática de atuação. Então, quando foi a hora de ser divulgada como uma Dra. em física nuclear, zero pessoas acreditaram que a atriz conseguiu convencer no papel.

Vilões

A revelação do verdadeiro vilão é um dos chamarizes de O Mundo Não é o Bastante, assim como o artifício marcaria toda a era Brosnan. Somente O Amanhã Nunca Morre trazia um vilão bem definido desde o início. Goldeneye, como dito, visou surpreender, e o mesmo ocorreria no vindouro Um Novo Dia para Morrer – como veremos no próximo Dossiê. Seja como for, antes de Elektra se mostrar uma mulher vingativa e diabólica, Renard é quem ocupava o cargo como a grande ameaça do décimo nono filme. O papel havia sido oferecido a Javier Bardem, mas terminou nas mãos do escocês Robert Carlyle – que surfava na popularidade do indicado ao Oscar Ou Tudo ou Nada (1997), e portava um visual incrivelmente diferente do que estávamos acostumados a vê-lo e bem mais ameaçador. Bardem finalmente viria a interpretar um vilão na franquia em Skyfall (2012).

Renard é um vilão que faz uso de certas peculiaridades e deformidades em sua característica física – que sempre marcaram a galeria dos vilões de 007. Das mãos robóticas de Dr. No, à força e chapéu com abas de lâminas de Odjob, até os dentes de ferro de Jaws, os antagonistas de James Bond chegam quase ao nível dos excêntricos inimigos de Batman. E aqui, Renard possui o rosto deformado devido a uma bala alojada em sua cabeça, que não o matou, mas irá. A bala impossibilita qualquer operação, mas está se movendo e irá atingir seu cérebro internamente em breve. Enquanto não o faz o impossibilita de ter quaisquer sensações, como a dor por exemplo. Ou seja, é um vilão que não tem medo e por consequência, quase imbatível.

Relatório

Novamente, apesar das críticas mistas, O Mundo Não é o Bastante se tornou um sucesso de bilheteria. James Bond continuava surfando em sua popularidade na década e chegava à virada do milênio no auge de sua fama. De fato, a proposta era para que diversas Bondgirls do passado aparecessem realizando pequenas participações, desde Ursula Andress até Barbara Bach, mas o boato não se concretizou. O que ganhamos na forma de homenagem foi uma visita de 007 até a sala de Q (novamente vivido por Desmond Llewelyn) onde se depara com diversos artefatos usados durante toda a franquia, desde a fantasia de crocodilo usada por Roger Moore até a mochila jato usada por Connery em A Chantagem Atômica.

Aqui também tínhamos a introdução do inventor que substituiria Q, vivido por John Cleese. O ator Desmond Llewelyn já estava com idade e os produtores imaginaram que ele não conseguiria ficar no papel por muito mais tempo. No entanto, o pior aconteceu e o veterano faleceu, não de idade, mas sim devido a um acidente de carro em dezembro de 1999, após o lançamento desde filme. Q aparece ainda nas formas de Llewelyn mas fica clara a sua passagem de bastão.

A trilha sonora desta vez vinha servida com a canção principal da banda Garbage, que é a cara total dos anos 1990, época em que a banda de rock brilhou na MTV por exemplo.

O Mundo Não é o Bastante ao mesmo tempo em que introduz muitos elementos inovadores para a mitologia do personagem, terminou com gosto amargo em alguns outros, em especial por portar a pior Bondgirl da franquia. Mas os números falavam mais alto e Pierce Brosnan assinava para mais uma continuação na pele do espião – esta, ao contrário das anteriores que possuíam intervalo de dois anos, demoraria um pouco mais a sair do papel. E o resultado… bem, saberemos no próximo Dossiê.

‘Derry Girls’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o TVLine, a 3ª temporada de ‘Derry Girls‘, série de comédia da Netflix, será a ÚLTIMA da produção.

“Sempre foi nosso plano nos despedirmos na terceira temporada,” declarou a criadora da série, Lisa McGee. “A história de ‘Derry Girls’ segue cinco adolescentes enquanto elas lentamente… lentamente… se tornam adultas, enquanto, ao redor delas, o lugar que elas chamam de lar também começa a mudar. Estamos animados em começar a filmar o ciclo final e esperamos trazer uma última aventura para nossos fãs leais.”

Por causa dos atrasos na produção ocasionados pela pandemia de COVID, o ciclo final deve estrear apenas em 2022.

A série foi criada por Lisa McGee.

Situada na Irlanda do início da década de 1990, a trama acompanha as façanhas pessoais de uma menina de 16 anos, sua família e amigos.

O elenco conta com Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan, Jamie-Lee O’Donnell e Dylan Llewellyn.

‘The Orville’: 3ª temporada ganha data de estreia

O Hulu finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘The Orville‘ será lançada.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 10 de março de 2022 – quase três anos após o lançamento do último episódio da segunda temporada.

No Brasil, a produção está disponível no serviço de streaming do Star+.

Confira o anúncio:

Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série se passa 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo.

O elenco ainda inclui Adrianne Palicki, Penny Johnson Jerald, Scott Grimes, Peter Macon, Halston Sage, J. Lee, Mark Jackson e Jessica Szohr.

‘Claws’: Última temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A TNT finalmente anunciou quando a 4ª (e última) temporada de ‘Claws‘ será lançada.

O ciclo final da série irá estrear no dia 26 de dezembro.

Confira o teaser:

A série foi criada por Eliot Laurence.

No salão de beleza Nail Artisan of Manatee County, ninguém é quem parece ser. As cinco manicures principais são traiçoeiras e venenosas, com vidas que parecem saídas de um reality show.

O elenco conta com Niecy Nash, Carrie Preston, Kevin Rankin, Judy Reyes, Jason Antoon, Jack Kesy, Harold Perrineau, Karrueche TranJenn Lyon.

Adeus! Jamie Lee Curtis confirma que interpretará Laurie Strode pela ÚLTIMA vez em ‘Halloween Ends’

Em entrevista ao Total Film, Jamie Lee Curtis afirmou que ‘Halloween Ends‘ provavelmente marcará a última vez que ela interpretará a icônica sobrevivente Laurie Strode.

“Eu diria que, baseando-me no que sei sobre o terceiro filme, será a última vez que eu irei interpretar a Laurie Strode. E eu não estou dizendo: ‘Ah, eu morro!’. Não tem nada a ver com isso. Estou falando sobre a conclusão da história que construímos. Será um jeito espetacular de encerrar essa trilogia.”

Além disso, o diretor voltou a falar ao site sobre o terceiro filme: “Senti vontade fazer algo diferente. Se fosse para fazer mais do medo, eu preferia deixar outra pessoa assumir. Quando você tem essa oportunidade em uma franquia já estabelecida, é realmente divertido pensar em formas, tons e perspectivas diferentes para evoluir”.

Halloween Kills‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A última parte da trilogia, Halloween Ends‘, será lançada em outubro de 2022.

Assista ao trailer:

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Crítica | ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é uma poderosa reflexão sobre a vida e a morte

Mike Flanagan tornou-se um dos realizadores mais interessantes do cenário do entretenimento contemporâneo – mais especificamente, do gênero do terror e do suspense. Desde suas obras “menos” conhecidas, como ‘Hush – A Morte Ouve’ e o subestimado O Espelho, Flanagan ascendeu a um patamar respeitável ao resgatar os clássicos elementos das assombrosas narrativas que dominaram o cinema em sua Era de Ouro, pincelando-os com inúmeras tramas envolventes quanto em relação ao público atual e com reviravoltas de tirar o fôlego. Não é surpresa que ele tenha sido chamado para comandar o ambicioso e elogiado projeto Doutor Sono, sequência do icônico O Iluminado, e a antologia gótica ‘A Maldição’, que se desenrolou em duas temporadas belíssimas e instigantes.

Em seu mais novo projeto em associação à Netflix, o diretor e roteirista mergulhou fundo na complexidade temática que beira a dicotomia entre a vida e a morte, a danação e a salvação e a fé e a ciência com a minissérie Missa da Meia-Noite. A produção nos leva para uma comunidade insular isolada do mundo e que recebe a misteriosa visita de um padra chamado Paul (Hamish Linklater), que começa a promover uma série de mudanças na vizinhança e que esconde um segredo terrível que vêm à tona da maneira mais inesperada possível. Aqui, os personagens são envolvidos por traumas, decepções e receios que acompanham densos e problemáticos arcos e que culminam em uma explosiva análise sociológica e teológica que transcende os limites da “nossa vã filosofia”, como bem apontou William Shakespeare na tragédia ‘Hamlet’.

Ao longo de sete episódios, que se estendem por mais de sessenta minutos, Flanagan e seus competentes colaboradores encontram um fértil terreno em que puderam destrinchar as reflexões desejadas e criar mensagens de ressonância emocionante e profunda – talvez nos levando a uma crise existencial que permanece até mesmo depois dos créditos de encerramento. É claro que, conhecendo o simbólico e paradoxal estilo do realizador, a obra não é vista com olhos similares pelos espectadores e, por essa razão, boa parte deles pode não compreender o subtexto que se camufla em uma atmosfera de pura agonia e de criaturas da escuridão. Flanagan é inconspícuo no que realmente deseja criticar, mas escancara uma clareza de opiniões que deixa cada uma das criações cercada de hipocrisias e da falta de discernimento.

Como já percebemos em ‘Residência Hill’ ou ‘Mansão Bly’, o terror do qual o showrunner se vale abandona os conceitos maniqueístas de herói e vilão e traz tipos sociais de proposital exagero para serem observados pela audiência e para, de alguma maneira, se relacionar com eles. Temos, por exemplo, a conturbada personalidade de Riley Flynn (Zach Gilford), jovem rapaz que, depois de passar alguns anos na prisão por ter tirado a vida de uma garota em um acidente de carro, que retorna para a casa para encarar os pais e tentar reconstruir uma vida que sempre estará pautada nos graves erros que cometeu; ou então Erin Greene (Kate Siegel), a filha pródiga da peculiar Ilha Crockett, que seguiu os passos da tóxica mãe e se tornou professora local; ou então o Xerife Hassan (Rahul Kohli), que abandonou seu trabalho no FBI por sofrer injúrias raciais e xenofobia, encontrando um lugar distante para criar e proteger o filho.

Todos eles se conectam em um local que insurge como um purgatório, um lugar entre o céu e o inferno estagnado no tempo em que os habitantes parecem estar presos, sem saber como seguir em frente e como abandonar. Além de Paul, que vem em um ótimo momento para dar um pouco de esperança às almas perdidas de Crockett, há também a presença da irmã Bev Keane (Samantha Sloyan), uma devota religiosa que se entrega por completo aos trabalhos de evangelização e que é, na verdade, uma cruel mulher que utiliza métodos passivo-agressivos para impor seus pensamentos e diminuir aqueles que vão contra o que defende. A princípio, Paul se mostra como um homem que tem muito a encobrir e cuja backstory enfrenta contradições que logo são percebidas por alguns membros da comunidade; Bev, por sua vez, aceita o que lhe é dado sem questionamento e sem ousar mudar o que foi previsto nas escrituras.

Se o roteiro já nos fisga desde o episódio piloto a descobrir o que caminha pela escuridão da ilha, as atuações do elenco protagonista e coadjuvante são inexplicáveis e exortam performances avassaladoras. Linklater, já conhecido na esfera televisivo, redefine sua carreira ao encarnar Paul, enquanto Sloyan, antiga colaboradora de Flanagan, transmuta-se em uma mulher cega pelo preconceito e movida pelo fanatismo religioso; Siegel se prova, novamente, como uma atriz incrível e que não tem medo de arriscar, nem mesmo nos momentos mais complicados – como nos vários monólogos que encabeça. É claro que as literais citações da bíblia católica podem se render em um artifício demasiado recorrente, mas não o bastante para apagar a brilhantismo da série.

Missa da Meia-Noite é mais um incrível acerto de Mike Flanagan e uma honrável adição ao catálogo da Netflix. Recheada de twists muito bem construídos e uma conclusão comovente e guiada por uma potente carga dramática, esse terror não se assemelha a nada ao que o realizador já havia entregado antes – e, ao mesmo tempo, reflete seus trejeitos e seus apreços estéticos de forma aplaudível.

Crítica | Lucifer – 6ª Temporada: A EMOCIONANTE despedida do DIABO mais querido da TV

Desde sua origem nos quadrinhos, quando apareceu pela primeira vez na obra seminal de Neil Gaiman, Sandman, o personagem Lucifer nunca foi assim tão popular, entretanto, dentro do selo Vertigo, conquistou um bom número de fãs que se mostraram fiéis a ponto do título ganhar um spin-off e depois ser margem para uma série televisiva. Programa este que pode ser descrito da mesma maneira, isto por ter carregado um número considerável de fãs e obrigado a FOX produzir três temporadas, uma maior que a outra. Porém, como devem lembrar, já na reta final da terceira temporada, a emissora que agora pertence a Disney decidiu cancelar o show por achar que o custo de produção era alto em detrimento a baixa audiência enfrentada naquele momento. Talvez pelo fato de soltarem tantos episódios numa só temporada – 26 no último ano dessa fase – e ainda seguirem uma linha procedural em que os capítulos funcionam isoladamente, o público não tenha tido paciência.

Algo que se provou pela comoção dos fãs que, junto à própria equipe da produção, incluindo os atores, criaram o movimento #SaveLucifer para que algum serviço de streaming pudesse dar a chance dos roteiristas ao menos fazerem um final no mínimo digno, já que a terceira parte terminou com um imenso e proposital cliffhanger e dois episódios já guardados para uma possível quarta parte. Sim, esses dois episódios, que nada tinham a ver com a trama central que estava sendo desenvolvida, foram (jogados) adicionados ao que seria a última season.

Digo que seria, do verbo passado, porque felizmente a Netflix resolveu salvar Lucifer – assim como fez com The Killing, Black Mirror e a recente Manifest. Mais do que isso, além de enxugar para dez episódios e reestrutura a série num formato mais linear, que seguia uma trama fixa, se dando ao luxo de continuar abordando os ‘casos semanais’, injetou muita grana e deu outro patamar ao nível da produção. O resultado foi instantâneo com Lucifer ficando, por semanas, entre os dez mais vistos da plataforma em 2019 e ganhando sinal verde para renovar não só uma, mas duas temporadas extras.

Apesar de tudo, alguma hora Lucifer tinha que chegar ao fim, e dessa vez isso aconteceu nesta nova 6ª temporada, agora com tudo feito de maneira mais calma e com a aprovação de toda equipe, dos produtores aos atores. Muito porque a mudança mais interessante que adveio à obra, do ponto de vista artístico, após a migração para a Netflix, foi a liberdade que deram aos showrunners. É claro que sempre tivemos coisas como piadas ácidas, alfinetadas nas religiões ou mesmo um ou outro pequeno número musical, sempre focados em Tom Ellis. Só que, ao chagarem na nova casa, a mudança foi tão radical que até parte da estética visual foi remodelada. O que falar então da insanidade narrativa, de novos elementos como mais performances musicais, inusitados formatos de linguagem e, claro, as infindáveis tiradas e cutucadas (inclusive na própria FOX) que foram elevadas a enésima potência. Mesmo os atores pareciam mais confortáveis em cena. E o ápice disso tudo pode ser conferido nessa última temporada, que parece ter chutado o balde de vez, no melhor sentido da expressão.

Não vamos dar spoilers diretos, mas podemos adiantar que muitas pontas soltas foram amarradas e da mesma maneira tiveram um cuidado especial com cada personagem. Mesmo parecendo que, à primeira vista, tudo terminou numa espécie de final feliz, muitas perdas e despedidas de grandes personagens aconteceram sem a menor cerimônia; reencontros que geraram um novo e ardente romance lesboafetivo; a importância de ressaltarem a independência e o valor das mulheres da trama como um todo; e, claro, o desfecho corajoso do protagonista, algo que foi construído de maneira inteligente através de um dilema familiar que começou no ano anterior e terminou nesse de maneira orgânica, sem nenhuma histeria. Estes são só alguns exemplos que demonstram o quanto foram condizentes no ato final.

E pra quem achava que não teria nada de novo nessa nova temporada, se enganou redondamente, pois uma nova e curiosa história foi adicionada à trama, sobrepondo uma camada dramática ainda maior e colocando o então inabalável Lucifer Morningstar num dilema inédito, mas sempre verossímil devido a performance irretocável de Tom Ellis. O que nos leva justamente a grande surpresa dessa nova season, que não à toa rouba a cena, a angelicamente infernal Rory, que ganha força pela presença intensa da atriz Brianna Hildebrand – pra quem não lembra, ela foi a Míssil Adolescente Megassônico nos filmes do Deadpool. É interessante que você descubra, mas saiba que a chegada da garota provoca uma virada brutal na vida do Diabo e também da detetive Chloe Decker, onde vemos Lauren German nitidamente emocionada em diversos momentos, especialmente àquele que divide o piano com o próprio Ellis. Para quem ainda não sabe, German dedicou sete anos de sua carreira exclusivamente a Lucifer, desde que deixou Chicago Fire.

Como já comentamos, outro ponto que chama atenção são os formatos e ferramentas utilizados. Além de vários números musicais (com destaque para uma apresentação memorável de Ellis com a Bob the Drag Queen, vencedora da oitava temporada de RuPaul’s), do habitual viés detetivesco, da homenagem ao filme Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990) com o Dan (Kevin Alejandro), e até de um exercício de linguagem que apresenta os principais personagens da história pela visão particular da psicóloga Linda (Rachael Harris), temos também dessa vez um episódio em desenho animado, sim, uma animação cartoon clássica – que, como não podia deixar de ser, é repleto de piadas irônicas e atira para todo lado da indústria. Enfim, são pequenas coisas como estas que tornam Lucifer um grande barato. É diversão em estado bruto. Sem dúvidas, por todo resumo da opera, a série vai deixar saudades naqueles que seguiram até o fim e viram que ali havia algo de especial, afora ser apenas mais uma adaptação dos quadrinhos que trazia um super-herói que se achava. O debochado “Hello detective” vai fazer falta.

Usuários da Netflix passam em torno de 30 dias por ano assistindo o streaming

Durante a pandemia, os números da Netflix continuam crescendo à medida que novos usuários estão assinando o serviço de streaming. Como as sessões de cinema em casa se tornaram um hábito mais frequente, alguns usuários já assistiram centenas de filmes e séries da biblioteca.

No entanto, o Reviews.org decidiu determinar quanto do conteúdo disponível na Netflix é consumido pelos usuário médios, aqueles que não passam 24 horas em frente à TV ou grudado nos smartphones.

Atualmente, há cerca de 36.667 horas de conteúdo na Netflix, que adiciona novas atrações toda semana. A partir desses números, levaria pelo menos quatro anos, dois meses e oito dias para que todo o catálogo fosse zerado.

E quantas horas por ano um usuário médio passa assistindo filmes e séries do streaming?

Durante a pesquisa, o portal indicou que os usuários médios consomem 733 horas de conteúdo por ano, o equivalente a 30,5 dias.

Isso também equivale a apenas 2% do material disponível na plataforma.

Quando tempo por ano você acha que passa assistindo Netflix?

Para chegar ao resultado, os pesquisadores usaram dados compartilhados por Cindy Holland, vice-presidente de conteúdos originais da Netflix, e compararam as informações com o tempo total de execução da biblioteca do serviço.

A pesquisa também revela a Netflix é o serviço de streaming com mais conteúdos originais, com 5.400 títulos contra 2.657 do HUlU e 744 da Disney+.

Ou seja, mesmo se você assistir apenas aos conteúdos exclusivos, não conseguiria completar a lista ao longo de um ano.

 

 

Mate ou Morra

(Boss Level)

 

Elenco:

Frank Grillo

Annabelle Wallis

Mel Gibson

Naomi Watts

 

Direção: Joe Carnahan

Gênero: Ação

Duração: 94 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 45 milhões

Estreia: 16 de Setembro de 2021

Sinopse: 

Preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato, o ex-agente das forças especiais Roy Pulver descobre pistas sobre um projeto secreto do governo que poderia desvendar o mistério sobre sua morte. Em uma corrida contra o relógio, Pulver deve caçar o Coronel Ventor, chefe do programa em questão, enquanto foge de assassinos treinados e impiedosos que querem mantê-lo longe da verdade.

Crítica | ‘Mate ou Morra’ bebe na fonte de ‘O Feitiço do Tempo’ para criar um incrível e irônico filme de ação (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Inicialmente intitulado Continue, o roteiro original foi escrito por Chris Borey e Eddie Borey, em 2010;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Cry Macho: O Caminho para Redenção

(Cry Macho)

 

Elenco:

Clint Eastwood

Dwight Yoakam

Fernanda Urrejola

 

Direção: Clint Eastwood

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Setembro de 2021

Sinopse: 

Um ex-astro do rodeio e criador de cavalos fracassado consegue um emprego para levar o filho de um homem para casa e para longe de sua mãe alcoólatra. Em sua jornada, o cavaleiro encontra a redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem.

Crítica | Cry Macho – Sutileza e elegância em mais um filme de Clint Eastwood sobre legado (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por N. Richard Nash, em 1975;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kristen Stewart dá um SHOW como a Princesa Diana no trailer final legendado de ‘Spencer’

Spencer‘ ganhou seu trailer final legendado que traz a atriz Kristen Stewart brilhando como a princesa Diana.

Assista:

A atuação de Stewart foi ovacionada pelos críticos e ela já é uma das preferidas para o Oscar 2022.

Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

Assista ao vídeo da atriz sendo aplaudida:

A cinebiografia da Princesa Diana chega aos cinemas apenas em 05 de novembro.

A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.

Além de Stewart, o elenco também conta com Timothy Spall, Sally Hawkins e Sean Harris.

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

‘Duna’ ganha trailer Chinês com cenas INÉDITAS

Duna‘ teve um novo trailer divulgado, com cenas inéditas. A prévia serve para divulgar o lançamento na China.

Assista:

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

O filme estreou em 24 países nesse fim de semana e arrecadou ótimos US$ 36,8 milhões. O filme só será lançado nos Estados Unidos e no Brasil em Outubro.

Segundo o ComicBook, o filme arrecadou US$ 3,6 milhões nas telas IMAX em 142 telas, o que representa cerca de 10% do fim de semana total, com uma média de cerca de US$ 25 mil por tela.

O filme quebrou recordes de bilheteria na era pandêmica em 10 mercados, incluindo Rússia, França, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Noruega, Suécia e Ucrânia, Hong Kong e Cingapura.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

O filme teve sua première mundial no Festival de Veneza e foi recebido com aplausos por nada menos que sete minutos.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 85% de aprovação, com elogios à excelente direção de Villeneuve e ao universo rico e grandioso apresentado.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Uma realização cinematográfica formidável, um filme grandioso que pode ser estimulante em sua beleza sombria.” (The Wrap)

“‘Duna’ nos lembra o que um blockbuster de Hollywood pode ser.” (Guardian)

Denis Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida e, em alguns momentos, plausivelmente enervante.” (Los Angeles Times)

Denis Villeneuve, trabalhando com uma equipe técnica incrível, incluindo o cinematógrafo Greig Fraser, o editor Joe Walker e o designer de produção Patrice Vermette, consegue andar na linha tênue entre a grandeza e a pompa.” (RogerEbert.com)

“‘Duna’ é incrível em todos os sentidos da palavra. Será um filme que os fãs irão amar por muitos anos.” (io9.com)

“Eventualmente, ‘Duna’ apenas parece um sonho, porque termina de forma tão abrupta e não resolvida que você não irá acreditar que alguém tenha feito isso de propósito.” (Indiewire)

Vale lembrar que ‘Duna‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Batman 2’? Robert Pattinson fecha contrato de EXCLUSIVIDADE com a Warner Bros.

Robert Pattinson, que estrelará como Cavaleiro das Trevas no novo filme solo do ‘Batman‘, fechou um acordo exclusivo com a Warner Bros, que agora terá prioridade de distribuição em qualquer projeto que Pattinson assuma como ator e produtor.

Isso inclui um possível ‘Batman 2‘, já que o estúdio parece empolgado com a encarnação do ator como o herói e já encomendou duas séries derivadas.

Em anúncio oficial, Pattinson declarou: “A Warner Bros. e a HBO sempre foram sinônimos de cinema inovador. Estou animado em trabalhar com eles para descobrir as novas vozes no cinema e na televisão, e ajudar a trazer suas visões à vida. Eu adorei trabalhar com o estúdio ao longo dos anos e tenho muito respeito por sua dedicação, sua vontade de arriscar e seu desejo de ir além do limite de forma criativa.”

O acordo irá incluir lançamentos nos cinemas, VOD e produções na televisão, o que significa os termos irão englobar todas as mídias, incluindo o serviço de streaming da HBO Max.

“Ficamos incrivelmente impressionados o talento do Rob em identificar novos cineastas dinâmicos,” declararam Courtenay Valenti, presidente de produção e desenvolvimento da Warner Bros. Pictures, e Richard Brener, presidente e diretor de criação da New Line Cinema. “Além disso, ele continuar dando valor a histórias emocionantes que se transformam roteiros atraentes. Estamos muito animados que a Warner Bros. e a New Line sejam sua casa e que possamos nos beneficiar de suas paixões comerciais e criativas.”

O novo filme do ‘Batman‘ é escrito e dirigido por Matt Reeves.

Além de Robert Pattinson (Bruce Wayne) e Paul Dano (Charada), o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

 

Henry Cavill VOLTARÁ a viver o detetive Sherlock Holmes

Henry Cavill roubou a cena como o detetive Sherlock Holmes em ‘Enola Holmes‘ e teve seu retorno CONFIRMADO na sequência.

Além dele, Millie Bobby Brown retorna como Enola Holmes.

Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.

“Mal posso esperar para voltar a colaborar com a minha família Enola Holmes! Enola ocupa um lugar especial em meu coração – ela é forte, destemida, inteligente e corajosa. Estou ansioso para que os fãs vejam como a jornada dela continua!”, afirmou.

O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.

Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.

Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Harry Bradbeer (Fleabag) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

Novo suspense sobre invasão DIVIDE a opinião dos assinantes da Netflix; Confira as reações!

O thriller de invasão domiciliar ‘Intrusion‘, estrelado por Logan Marshall-Green (‘Upgrade: Atualização’) e Freida Pinto (‘The Path’), já está disponível na Netflix.

Nas redes sociais, os assinantes do streaming ficaram divididos com a produção. Apesar de chamarem o filme de “previsível”, algumas pessoas gostaram e outras não indicam.

Confira:

A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (22) na grade de programação.

A trama gira em torno de um casal que se muda para uma cidade pequena e acabam sofrendo uma invasão domiciliar que deixa a esposa traumatizada e desconfiada que todos ao seu redor não sejam o que parecem.

Assista ao trailer:

Adam Salky é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo‘).

 

‘While We Sleep’: Terror estilo ‘O Exorcista’ ganha trailer ASSUSTADOR; Assista!

O terror ‘While We Sleep‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Andrzej Sekula é responsável pela direção.

A jovem menina sofre com um raro distúrbio do sono e pesadelos sombrios. A família contrata um radiologista para descobrir a origem dos pesadelos, mas o que ele descobre é mais assustador e ameaçador do que os próprios sonhos.

Brian Gross, Olivia Trevena e Jacy King estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 1º de outubro.

‘Emily em Paris’: 2ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais; Confira!

Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada da série ‘Emily em Paris‘.

Confira:

Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 209 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Ashley Park as Mindy in episode 210 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, William Abadie as Antoine Lambert, Ashley Park as Mindy in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie, Samuel Arnold as Julien, Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘O Festival do Amor’: Nova comédia de Woody Allen ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado da comédia ‘O Festival do Amor‘.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Woody Allen.

Quando Mort decidiu viajar para a Espanha para acompanhar o Festival de San Sebastián, ele não imaginava que seu mundo iria virar de cabeça para baixo. Após deixar-se envolver pelo charme e magia do país, ele começa a desconfiar que Sue, sua esposa, pode estar tendo um caso com um brilhante diretor de cinema francês. Enquanto tenta lutar contra suas inseguranças, Mort percebe que, assim como nos filmes, a vida também pode ser uma comédia, um drama, um romance… mas, acima de tudo, é um verdadeiro mistério!

Wallace Shawn, Gina Gershon e Elena Anaya estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de dezembro.