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Papai Noel é sequestrado no divertido trailer da nova comédia natalina da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Quem Vai Salvar o Natal 2‘.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 5 de dezembro.

Depois que a diretora de uma empresa de brinquedos sequestra o Papai Noel, um homem e seu filho fazem de tudo para resgatá-lo e salvar o Natal.

Joaquín Mazón (‘Tal Pai, Tal Filho’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Ernesto Sevilla, Unax Hayden, Santiago Segura, Pablo Chiapella, María Botto, Emilio Gavira e Joaquin Reyes.

Suzane von Richthofen seguirá como PROTAGONISTA da 2ª temporada de ‘Tremembé’; Robinho e Thiago Brennand serão adicionados!

O Prime Video anuncia hoje a segunda temporada da série ‘Tremembé‘, após o sucesso instantâneo ao levar o espectador para dentro do presídio mais famoso do país. Estrelada por Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Carol Garcia, Letícia Rodrigues e grande elenco, a nova leva de episódios acompanhará os desdobramentos marcantes da primeira temporada, trará novas histórias e será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime.

“O engajamento excepcional da audiência nas histórias e personagens retratados em Tremembé, é resultado da união de um elenco de extrema qualidade com um primor técnico de roteiro e produção. Construímos um universo de true crime diverso no Prime Video que nos deixa ainda mais empolgados para a próxima temporada”, diz Julia Prioli, Head of Scripted Originals for Brazil, Amazon MGM Studios.

Na segunda temporada de ‘Tremembé‘, Suzane von Richthofen segue como protagonista na ala feminina e enfrenta sua maior prova de fogo: descobrir se será aceita pela sociedade na vida fora da prisão. Elize Matsunaga também busca recomeçar no regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão. Na ala masculina, Thiago Brennand e Robinho, milionários condenados por crimes sexuais, chegam a Tremembé e instauram um contraste de poder e privilégio entre os presos.

“O sucesso de Tremembé é a validação dos nossos esforços em compreender a demanda do público por histórias com as quais possam se conectar, além do olhar dedicado ao Brasil e sua produção cultural”, completa Felipe Tewes, Head of Originals for Brazil, Amazon MGM Studios.


Quem são os presos mais famosos retratados (e ainda presentes) no presídio de Tremembé

O apelidado “presídio dos famosos” realmente abriga (ou já abrigou) figuras criminais bastante notórias no Brasil. Aqui estão alguns dos nomes mais emblemáticos, segundo reportagens recentes:

  • Robinho: o ex-jogador de futebol foi condenado a 9 anos por estupro coletivo na Itália, e a condenação foi homologada no Brasil. Ele está preso em Tremembé desde março de 2024, em regime fechado.
  • Thiago Brennand: empresário condenado por estupro, com várias decisões judiciais confirmando penas.
  • Roger Abdelmassih: ex-médico de reprodução assistida, condenado a 181 anos por casos de estupro envolvendo suas pacientes.
  • Fernando Sastre Filho: outro nome citado entre os presos ainda na unidade, responde por homicídio qualificado e lesão corporal a partir de um grave acidente de trânsito.

‘Tremembé’: Roteirista revela casos que pretende explorar em possível 2ª temporada

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

Ressurreição traz consequências MORTAIS no trailer do terror ‘Além-mundo’; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer dublado de ‘Além-mundo‘ (Here After), terror sobrenatural estrelado por Connie Britton (‘American Horror Story’).

O longa já está disponível no catálogo nacional do serviço de streaming.

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Robert Salerno é responsável pela direção.

Claire fica radiante quando sua filha, Robin, é milagrosamente reanimada após um acidente fatal. Mas seu alívio se transforma em pavor ao perceber mudanças na filha, suspeitando que algo sombrio a tenha seguido de volta da beira da morte.

O elenco ainda conta com Freya Hannan-Mills, Giovanni Cirfiera, Tommaso Basili, Alessandro Riceci, Andrea Bruschi, Babetida Sadjo, Syama Rayner e Carlotta Proietti.

Conexão INTENSA em clipe inédito de ‘Heated Rivalry’, nova série de romance LGBTQ+

O serviço de streaming Crave divulgou um novo clipe de ‘Heated Rivalry‘, série de romance LGBTQ+ baseada no livro homônimo de Rachel Reid.

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A produção estreará oficialmente no dia 28 de novembro.

Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.

Hudson Williams e Connor Storrie estrelam a produção.

O elenco ainda conta com François Arnaud, Robbie GK, Sophie Nélisse, Ksenia Daniela Kharlamova, Dylan Walsh e Christina Chang.

As 10 Melhores Séries do Ano (Até Agora)

Estamos chegando no final do ano – e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de relembrar as melhores e as piores produções que o cenário do entretenimento nos entregou até então.

Depois de passarmos pelas Melhores Animações do Ano e pelos Melhores e Piores Filmes de Terror do Ano, chegou o momento de mergulhar de cabeça no circuito televiso e de streaming para compilar as Dez melhores séries de 2025 até agora – que traz a épica conclusão de Andor, a divertida comédia LGBTQIA+ Muito Esforçado e a segunda temporada do drama distópico The Last of Us.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita do ano:

10. BLACK MIRROR – 7ª TEMPORADA

Depois de uma década frustrando os fãs com histórias cansativas e sem muito nexo, Black Mirror aprendeu com os erros e nos entregou uma de suas melhores temporadas este ano. A nova leva de episódios resgatou as glórias da antologia sci-fi de maneira impecável, trazendo um de seus melhores episódios de volta para mais uma empreitada (“USS Callister: Into Infinity”) e reunindo um elenco admirável que incluiu Issa RaePaul GiamattiEmma Corrin para narrativas pungentes, emocionantes e reflexivas ao extremo.

9. THE LAST OF US – 2ª TEMPORADA

A 2ª temporada de The Last of Us recebeu críticas injustas por parte do público, que condenaram escolhas artísticas que afastaram a narrativa do game original. Porém, analisar esse espetacular ciclo com essa visão é um erro crasso e sem sentido, visto que lidamos com plataformas midiáticas diferentes. Afinal, o apreço dramático e estético do time envolvido com essa temporada é inegável, destinando esforços para tramas humanas em meio à impiedosidade assassina de uma natureza implacável – e de que forma a queda da civilização moderna é o ponto de início para uma barbárie sem fim.

8. MUITO ESFORÇADO

Em Muito EsforçadoBenito Skinner utiliza suas próprias experiências pessoais para construir uma profunda e jocosa narrativa de aceitação e descobrimento que não posa apnenas como um um exercício de entretenimento, mas uma forma saudável e terapêutica de analisar sua evolução. Afinal, a experiência de “sair do armário” é conhecida a quase todos os membros da comunidade queer – e ver um enredo assim ser remodelado na forma mais pura da diversão tem um valor inestimável de uma representatividade que não se força a esvaziamentos de pauta, e sim que foca em uma situação antropológica específica, tratada com propositais exageros e quebras de expectativa muito inteligentes. E, ao longo de oito curtos episódios, Skinner sabe muito bem o que está fazendo ao nos encantar com sólidas subtramas e atuações irretocáveis.

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7. MORRENDO POR SEXO

Michelle Williams é uma das atrizes mais prestigiadas do cenário do entretenimento atual – e, produção a produção, reitera sua invejável versatilidade artística. Na minissérie Morrendo Por Sexo, William se joga de cabeça em um de seus melhores papéis, interpretando uma mulher que é diagnosticada com câncer terminal e resolve deixar o marido em busca de um prazer sexual que nunca experimentou. E, construindo uma narrativa tragicômica de ponta, Liz MeriwetherKim Rosenstock alcançam um sucesso absoluto que merece ser apreciado em cada um de seus detalhes.

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6. ASSASSINATO NA CASA BRANCA

Seguindo os passos da recente mini-franquia ‘Entre Facasa e Segredos’,Assassinato na Casa Branca é um deleite do começo ao fim – uma divertida dramédia de suspense misteriosa de proporções épicas que nos levam ao interior da Casa Branca em um jogo de gato e rato que nos guia, episódio a episódio, em direções diferentes até culminar em uma reviravolta inesperada e complexa em demasia. Através de oito episódios frenéticos, o criador Paul William Davies apresenta uma série de personagens muito bem desenvolvidos e dotados de um certo ar de superioridade e complacência que logo cai por terra à medida que todos se tornam suspeitos – e são investigados pela presença revigorante de Uzo Aduba como a investigadora Cordelia Cupp.

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5. RUPTURA – 2ª TEMPORADA

ruptura

Um dos principais emblemas da nova era da Apple TV+ é o suspense psicológico Ruptura. Tendo retornado com uma exemplar 2ª temporada, a produção manteve o altíssimo nível do ciclo de estreia e abriu ainda mais espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um elenco estelar, que inclui Adam ScottBritt LowerPatricia ArquetteSarah Bock.

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4. THE PITT

Depois de ter estrelado o drama médico ‘ER’Noah Wyle retornou como estrela de mais uma produção do gênero com The Pitt, que chegou sem muito barulho ao catálogo da Max e, em pouco tempo, encantou os assinantes e os críticos ao redor do mundo. A beleza da série não vem apenas com o trabalho quase simbiótico de um elenco de peso, e sim acompanhado de uma precisão inenarrável da vida dos profissionais de medicina e de um cuidado estético que costuma passar batido pelas narrativas desse tipo.

3. ADOLESCÊNCIA

Netflix acertou em cheio ao lançar a minissérie Adolescência em sua grade de programação – e não apenas por um time de atores que incluiu Owen Cooper em uma estreia memorável e Stephen Graham em uma poderosa rendição, mas pelas ousadias estéticas que trouxeram elementos novos aos gêneros criminal e de drama psicológico. Com um grande impacto político na discussão sobre temas como educação e a problemática da “manosfera”, a minissérie discorre sobre como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

2. ANDOR – 2ª TEMPORADA

É inegável dizer que certas incursões recentes da franquia ‘Star Wars’ falharam em conquistar o público e a crítica, como foi o caso da despojada ‘Skeleton Crew’ e da subestimada ‘O Acólito’ – ambas canceladas pelo Disney+ após não cumprirem com as expectativas. Felizmente, a 2ª temporada de Andor veio para nos entreter do começo ao fim com uma história ainda melhor que o ciclo de estreia, auxiliando a expandir um cosmos vibrante e explosivo e cuidando para que cada elemento fosse rearranjado a fim de fornecer uma conclusão digna – e guiada pela performance admirável de Diego Luna.

1. O ESTÚDIO

the studio apple tv+

É muito difícil encontrarmos alguma produção realmente ruim no expansivo e quase irretocável catálogo da Apple TV+ – e, neste ano, Seth Rogen firmou parceria com a plataforma de streaming para a divertida, envolvente e incrivelmente bem delineada O Estúdio, dramédia metalinguística que nos leva aos bastidores de um estúdio cinematográfico que tenta se salvar da própria ruína.

Aqui, o estelar elenco domina as telas com fervor aplaudível, com destaque às atuações irretocáveis de Rogen, Kathryn Hahn, Catherine O’Hara e a presença pontual e espetacular de ninguém menos que Martin Scorsese (que, inclusive, deve faturar uma indicação ao Emmy de Melhor Convidado). Em meio a atuações irretocáveis, o teor cômico constrói uma belíssima e instigante jornada que eleva a si mesmo à enésima potência em uma sarcástica trama autocrítica que se vale de quebras de expectativa muito sagazes.

E a Festa Continua!

(Et la fête continue!)

 

Elenco:

Ariane Ascaride
Jean-Pierre Darroussin
Gérard Meylan

 

Direção: Robert Guédiguian

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em E A FESTA CONTINUA!, Rosa é a alma da comunidade e matriarca de uma grande família no bairro operário da antiga Marselha. Cercada pela inércia ao aproximar-se da aposentadoria, começa a perder o encanto pela vida, até que conhece Henri e percebe que nunca é tarde demais para realizar os seus sonhos pessoais e profissionais.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Robert Guédiguian também assina o roteiro ao lado de Serge Valletti;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Clube Zero

(Club Zero)

 

Elenco:

Mia Wasikowska
Sidse Babett Knudsen
Amir El-Masry

 

Direção: Jessica Hausner

Gênero: Comédia

Duração: 110 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 2 de Maio de 2024

Sinopse: 

Em CLUBE ZERO, uma professora aceita um emprego em uma escola de elite e forma um forte vínculo com cinco alunos – um relacionamento que acaba tomando um rumo perigoso.

Crítica: 

Crítica | Clube Zero – Mia Wasikowska protagoniza insípida sátira sobre alimentação “saudável”

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Jessica Hausner também assina o roteiro ao lado de Géraldine Bajard;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Years and Years’: Série INCRÍVEL que previu segundo mandado de Trump, Caos e IA SOME de todos os streamings

Uma série mexeu demais comigo… ‘Years and Years‘ abordava a vida de uma família em meio aos acontecimentos geopoliticos mundiais e me tocou profundamente por sua narrativa inteligente, e por ter previsto várias coisas que aconteceram mesmo antes de acontecer. O que me deixou bastante instigado a assisti-la de novo, mas eis que descubro que a série literalmente SUMIU. Produzida pela BBC e exibida pela HBO Max, a série foi removida do catálogo do streaming. Ficou um tempo no Prime Video. E puf. Sumiu também. Então decidi relembrá-la aqui com vocês, por que tenho certeza de que quem assistiu ficou maravilhado e assustado com o futuro que a série trazia, e que parece em partes estar acontecendo.

Years and Years é uma série britânica criada por Russell T Davies que mistura drama familiar, ficção científica e crítica sociopolítica para traçar um retrato assustadoramente verossímil das próximas décadas. A trama acompanha a família Lyons — uma típica família britânica de Manchester — ao longo de 15 anos, entre 2019 e 2034, enquanto o mundo sofre transformações drásticas em política, economia, tecnologia e moralidade.

Tudo começa em 2019, com a reeleição de Donald Trump nos Estados Unidos e uma crescente onda de populismo que se espalha pela Europa. No Reino Unido, surge Vivienne Rook (interpretada pela brilhante Emma Thompson), uma carismática e controversa empresária e comentarista política que ganha notoriedade por declarações chocantes e xenófobas — uma figura que simboliza o avanço de lideranças autoritárias e o colapso do discurso político tradicional. Sua ascensão ecoa os movimentos populistas globais, alimentados pelo medo, desinformação e desencanto com a política convencional.

Enquanto isso, o mundo vive uma sucessão de crises globais. As tensões entre dois países culminam num conflito que causa instabilidade geopolítica e uma série de consequências econômicas. A crise dos refugiados se agrava, e o governo britânico, sob a influência de Vivienne Rook e seu partido “Four Star Party” (cujo nome vem de um palavrão censurado nos noticiários), adota medidas cada vez mais autoritárias — campos de concentração disfarçados de centros de “reassentamento”, perseguições políticas e o fechamento das fronteiras.

A série acompanha essas transformações através da vida cotidiana dos Lyons:

  • Daniel Lyons, um funcionário público gay, trabalha com refugiados e acredita em políticas de acolhimento, até que se apaixona por Viktor, um refugiado ucraniano que foge da perseguição e acaba sendo deportado ilegalmente. Sua história traz à tona o drama humano da imigração e a brutalidade dos sistemas de controle de fronteira.
  • Stephen Lyons, o irmão mais velho, prospera como consultor financeiro, mas vê sua fortuna desaparecer após um colapso bancário — um retrato do capitalismo volátil e das desigualdades crescentes. Sua família é obrigada a se adaptar a um novo estilo de vida, simbolizando a fragilidade da classe média.
  • Edith Lyons, ativista política, viaja o mundo documentando injustiças e acaba se envolvendo em ações clandestinas contra governos autoritários. Ela é uma das vozes mais lúcidas da série, lutando para denunciar abusos e revelar verdades escondidas.
  • Rosie Lyons, que vive com paralisia, representa as classes trabalhadoras e o impacto direto das políticas de austeridade, da precarização do trabalho e das transformações tecnológicas.
  • E no centro de todos, a matriarca Muriel Lyons, que observa, com a sabedoria e o ceticismo de quem já viveu guerras e crises, como o mundo parece repetir seus erros em nova escala.

Muriel faz um monólogo que mexeu demais comigo, como as caixas de supermercado estão sumindo e dando espaço para máquinas:

https://www.youtube.com/watch?v=L6OBQMCEwaM

À medida que os anos avançam, a série mostra um mundo tecnologicamente avançado, mas moralmente em ruínas. A inteligência artificial e o transumanismo ganham espaço — a neta Bethany, por exemplo, deseja “transcender” o corpo humano, implantando chips e se tornando uma “pessoa digital”. Essa subtrama discute a fusão entre homem e máquina e as fronteiras éticas da tecnologia.

Paralelamente, o planeta enfrenta crises climáticas, colapsos econômicos e apagões tecnológicos. A desinformação domina as redes sociais, e as pessoas vivem em bolhas ideológicas. O sistema político britânico entra em colapso completo sob o domínio de Vivienne Rook, que implanta um regime totalitário disfarçado de democracia populista.

O clímax da série ocorre quando os Lyons, devastados por perdas pessoais e revoltas sociais, decidem agir. Daniel morre tragicamente tentando salvar Viktor, que foge para o Reino Unido. Edith, já gravemente doente por exposição à radiação após um ataque nuclear em Hong Kong, lidera uma missão para invadir um dos campos de concentração onde refugiados são exterminados. Com ajuda de tecnologia e coragem, eles expõem os horrores do governo de Rook, desencadeando um levante popular.

O final é ambíguo e profundamente simbólico. Muriel, em sua velhice, faz um discurso poderoso sobre a responsabilidade coletiva da população — que permitiu a ascensão de tiranos ao escolher o conforto e a indiferença. A série termina com uma nota agridoce: Edith morre, mas sua consciência é digitalizada, unindo-se a Bethany num espaço virtual — um vislumbre de esperança num futuro onde a humanidade pode sobreviver de forma diferente, ainda que fragmentada.

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo da minissérie que é uma mistura de ‘This is Us‘ e ‘Black Mirror‘.

Assista a crítica:

No momento, a série está desaparecida. Disponível em nenhum streaming. Você assistiu? Achou espetacular?

Três Verões

 

Elenco:

Regina Casé

Otávio Müller

Gisele Fróes

 

Direção: Sandra Kogut

Gênero: Drama

Duração: 93 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 1.5 milhões

Estreia: 3 de Setembro de 2020

Sinopse: 

A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma empregada e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.

Crítica | Três Verões – Jeitinho brasileiro na era da corrupção em filme divertido… mas triste!

Curiosidades: 

» O longa foi exibido no Festival de Toronto;

Trailer:

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Fotos: 

Sem Ursos

(No Bears)

 

Elenco:

Jafar Panahi
Naser Hashem
Vahid Mobaseri

 

Direção: Jafar Panahi

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Maio de 2023

Sinopse: 

A trama de Sem Ursos segue duas histórias de amor paralelas nas quais os parceiros são frustrados por obstáculos ocultos e inevitáveis, a força da superstição e a mecânica do poder.

Curiosidades: 

» Além de dirigir e estrelar, Jafar Panahi também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Wicked 3’: Roteirista revela desejo de produzir mais uma sequência

Wicked: Parte 2’ segue fazendo sucesso nas telonas, o que levanta entre os fãs a dúvida: será que podemos ter um ‘Wicked 3′? Vale lembrar que o segundo filme conclui a adaptação do clássico musical da Broadway.

Dana Fox, roteirista de Wicked: Parte 2’, abordou a possibilidade de uma sequência durante uma entrevista ao Deadline, expressando seu carinho pelos personagens e a vontade de retornar ao universo de Oz.

Fox revelou que a cena final deWicked: Parte 2’ já insinua uma possível continuação, atiçando a curiosidade sobre o destino das protagonistas:

“Eu ficaria honrada se alguém me convidasse para fazer parte de Wicked 3. E acho que esses personagens são tão queridos que ver o que eles estariam fazendo… Para mim, o momento em que Elphaba diz, em off: ‘Eu sei que ela nunca pode saber que estamos vivas’… Eu pensei: alguém está pedindo para descobrir que elas estão vivas em algum momento. Isso soa como um ‘olá’. Isso é picante para mim. Eu amo a ideia de poder reencontrá-las algum dia”, afirmou.

A roteirista também mencionou outras possibilidades, incluindo um prelúdio, e ponderou sobre o equilíbrio entre expandir a história e preservar a obra original:

“Minha filha quer um prelúdio, então eu faço o que meus filhos pedem. Eu fico tipo ‘claro, um prelúdio parece ótimo’, mas, honestamente, seria uma honra estar envolvida em qualquer coisa, se acontecer”, destacou.

“Mas às vezes acho que as melhores coisas da vida são aquelas que precisamos cuidar como tesouros delicados. E isso, às vezes, significa não mexer no que já é muito, muito bom”, concluiu.

Embora ‘Wicked 3’ não esteja confirmado, relatórios anteriores já indicavam que a Universal Pictures está ativamente estudando múltiplas ideias de prequels, sequências e spin-offs para o universo.

Wicked: Parte 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ alcançou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram os visuais do filme, chamando-o de “esplêndido”. Apesar de considerarem a segunda parte tão boa quanto o primeiro e uma adaptação incrível, muitos ainda a veem como um pouco inferior ao longa original.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

“Os efeitos visuais são de primeira linha. Assim como toda essa esplêndida e cinematográfica adaptação musical que, se você somar os tempos de duração dos dois filmes, fica apenas dois minutos abaixo de cinco(!) horas. Para ser honesto, eu queria mais”, afirmou Pete Hammond do Deadline.

“O filme corrige uma queixa comum do espetáculo, dando à dupla mais cenas (e músicas) juntas nesse trecho final, que agora soa como uma história robusta por si só”, disse Peter Debruge do Variety.

“Ariana Grande a preenche com tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, o filme inteiro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Se você gostou do que Wicked fez com o material, Wicked: Parte 2 é exatamente o que você estava esperando. Toda a empolgação que ficou ali, no fundo da sua mente, volta com tudo no momento em que o primeiro número musical começa”, disse Alex Harrison do Screen Rant.

“As coisas que não funcionaram da primeira vez, bem, elas ainda não funcionam. As coisas que deram certo em Wicked? Elas ainda dão, só que um tantinho melhor”, disse Kate Erbland do IndieWire.

Wicked: Parte 2 não é apenas uma adaptação fiel, mas também desenvolve o que funcionou no primeiro filme enquanto se apoia nas atuações principais. Os personagens são mais maduros e complexos, tornando-o um sucessor digno do primeiro filme”, disse Therese Lacson do Collider.

“Uma Parte Dois bem mais sombria e emocional, que culmina em uma conclusão incrivelmente catártica, embora não seja tão cativante quanto sua predecessora”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.

“Ainda assim, a sensação de uma obra que, na tradução de um meio para outro, deixa de desafiar a gravidade e meio que despenca de modo brusco de volta à terra firme não é algo fácil de dissipar”, disse David Fear do Rolling Stone.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Elvis

(Elvis)

 

Elenco:

Austin Butler

Tom Hanks

Olivia DeJonge

Kodi Smit-McPhee

 

Direção: Baz Luhrmann

Gênero: Biografia

Duração: 159 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 14 de Julho de 2022

Sinopse: 

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).

Crítica | Elvis – Austin Butler BRILHA na frenética cinebiografia de Baz Luhrmann

Curiosidades: 

» A cinebiografia vai acompanhar a evolução do Rei do Rock até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks;

» Os pais do Elvis Presley seriam vividos originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, mas os atores acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do COVID;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Pearl

(Pearl)

Elenco:

Mia Goth
David Corenswet
Tandi Wright

 

Direção:  Ti West

Gênero: Terror

Duração: 103 min.

Distribuidora: Cinecolor

Orçamento: US$ 1 milhão

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Presa em uma fazenda isolada, Pearl precisa cuidar do seu pai doente sob a vigilância amarga de sua mãe devota. Desejando pela vida luxuosa que ela vê nos filmes, Pearl encontra sua ambição, tentação e repressão em rota de colisão nessa icônica história de origem da assassina de ‘X: A Marca da Morte‘.

Críticas: 

Crítica | Pearl: Prequel do terror ‘X’ traz Mia Goth em um impecável ensaio sobre um surto psicótico

Curiosidades: 

» O longa foi filmado secretamente logo após o término das gravações de ‘X: A Marca da Morte‘, servindo de pré-sequência ao filme;

» A A24 já deu sinal verde para ‘MaXXXine‘, que servirá de sequência direta ao terror ‘X: A Marca da Morte‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Fãs reagem aos personagens conhecidos em suas versões JOVENS no trailer de ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’

Jogos Vorazes: O Amanhecer da Colheita‘ teve seu primeiro e impactante trailer divulgado, junto com o cartaz da adaptação.

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário.

O novo filme é baseado no mais recente livro de Suzanne Collins, “Sunrise on the Reaping”. 

O elenco principal ainda conta com grandes nomes como:

Confira a reação dos fãs ao ver os personagens conhecidos em suas versões jovens:

Elle Fanning, que dará vida a Effie Trinket, compartilhou uma atualização empolgante sobre o aguardado longa, que chega aos cinemas em 2026. O filme contará a história de um jovem Haymitch Abernathy durante os 50º Jogos Vorazes.

“A Effie está na tela, o que é superlegal. E as roupas estão incríveis”, continuou Fanning.

Mudando um pouco o foco, a atriz elogiou os filmes anteriores da franquia e a interpretação de Elizabeth Banks, que deu vida à personagem Effie nas produções originais:

“Eu amo o que Elizabeth Banks fez, então, sabe, me inclino diante dela!”, disse Fanning. “Espero conseguir deixar os fãs orgulhosos”.

Chamando a produção de “divertida”, Fanning ainda destacou o trabalho do diretor Francis Lawrence, a quem descreveu como “incrível”, além de elogiar o elenco, que considerou “excelente”.

‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’: Joseph Zada aparece como Haymitch nas novas imagens de bastidores do longa

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

 

‘Tremembé’: Prime Video renova sucesso para a 2ª temporada e confirma chegada de Robinho à prisão

A série nacional ‘Tremembé’, do Prime Video, que acompanha o cotidiano de alguns dos criminosos mais notórios do Brasil, foi oficialmente renovada para a segunda temporada. A novidade foi divulgada com entusiasmo por Marina Ruy Barbosa, protagonista que interpreta Suzane von Richthofen.

“Me ligaram direto de Tremembé. E dessa vez não era golpe. Chegou a confirmação que vocês estavam esperando!”, escreveu a atriz em sua conta.

Marina Ruy Barbosa revela POR QUE topou viver Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’ [EXCLUSIVO]

A conta oficial do Prime Video no Brasil também confirmou a notícia, atiçando a curiosidade do público:

“VOCÊS PEDIRAM ‼️ E agora é oficial: a 2ª temporada de Tremembé vem aí… Em breve, vamos descobrir novas histórias do presídio dos famosos”, escreveu.

Conforme noticiado pelo Extra, a nova temporada promete expandir o foco narrativo, explorando a vida das detentas Suzane von Richthofen (interpretada por Marina Ruy Barbosa) e Elize Matsunaga (Carol Dias) fora do ambiente prisional.

Além disso, a ala masculina do presídio dos famosos ganhará a chegada de dois novos personagens baseados em casos de grande repercussão:

  • Thiago Brennand (empresário).
  • Robinho (ex-jogador de futebol).

Ambos, condenados por estupro, terão suas histórias usadas para contrastar a diferença de tratamento, poder e privilégio que recebem dentro do sistema carcerário.

‘Tremembé’: Roteirista revela casos que pretende explorar em possível 2ª temporada

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

Kleber Mendonça Filho compara ‘O Agente Secreto’ com a política atual do Brasil

O cineasta Kleber Mendonça Filho continua colhendo o sucesso de seu filmeO Agente Secreto e, recentemente, ofereceu reflexões profundas sobre a mensagem da obra, ambientada há 50 anos, e sua conexão com a situação política contemporânea do Brasil.

Em uma entrevista ao Deadline, Mendonça Filho discutiu como, apesar de a sociedade ter evoluído, o Brasil viu um retrocesso político alarmante que ecoou o período retratado no longa.

“Acho que, por mais que a sociedade hoje em todo lugar ainda tenha tantas questões para resolver, nós melhoramos como sociedade. O uso de palavras, por exemplo, acho que há palavras muito duras no roteiro, e tive que discutir isso enquanto ensaiávamos e filmávamos o filme”, afirmou.

“Mas, ironicamente, eu sempre achei que estava escrevendo uma peça de época, o que estava, mas por causa do que aconteceu no Brasil nos últimos 10 anos, realmente voltamos no tempo de muitas maneiras”, acrescentou.

‘O Agente Secreto’: Diretor revela se acredita que reação seria diferente no governo Bolsonaro

O cineasta traçou um paralelo direto entre o período da ditadura e a ascensão da extrema-direita, focando no Comitê da Verdade e Reconciliação e seu desmonte:

“Tivemos um presidente [Jair Bolsonaro] que agora está indo para a cadeia. E isso é sobre o Comitê da Verdade e Reconciliação criado por Dilma Rousseff [presidente do Brasil de 2011 a 2016]”, destacou.

“E acho que isso coloca as coisas em perspectiva, porque Dilma Rousseff também foi torturada no início dos anos 70. Ela se tornou presidente e então criou o comitê. Quando ela é deposta, a extrema-direita entra, e então alguém como Jair Bolsonaro basicamente derruba o Comitê da Verdade e Reconciliação dizendo que ‘só os cães procuram ossos'”, acrescentou.

“Então é quase como se eu estivesse escrevendo uma peça de época, mas ao mesmo tempo, me encontrava em uma nova versão contemporânea do Brasil, que na verdade tentava trazer de volta os bons velhos tempos do regime”, afirma.

Por fim, o diretor afirma que a reeleição do Presidente Lula, culminou com um retorno à normalidade democrática.

“Mas, felizmente, agora em 2025 parece um pesadelo pelo qual passamos, e o pesadelo acabou quando [Luiz Inácio Lula da Silva] voltou para seu terceiro mandato. E neste momento, no Brasil, e quero dizer, agora, acho que estamos em uma situação muito boa em termos da reconstrução do pensamento democrático neste país. Estamos de volta a ter um governo que respeita o ideal democrático do país”, concluiu.

‘O Agente Secreto’ pode ter até oito indicações ao Globo de Ouro; saiba mais

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Wagner Moura, estrela de ‘O Agente Secreto’, fala sobre seus medos em relação à Inteligência Artificial

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

‘007’: Dick Van Dyke revela por que recusou viver James Bond

Dick Van Dyke, o lendário ator de Mary Poppins, surpreendeu ao revelar a razão inusitada pela qual recusou o papel de James Bond após ser convidado pelo produtor Albert “Cubby” Broccoli.

Conforme o Deadline, Van Dyke relembrou sua resposta direta a Broccoli:

“Você já ouviu o meu sotaque britânico?”, disse Van Dyke, referindo-se às críticas intensas que recebeu por seu forçado sotaque cockney no filme Mary Poppins (1964).

Após a recusa do ator, o papel de007 acabou nas mãos de George Lazenby para 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade’ (1969).

Apesar de ter declinado, Van Dyke refletiu que ter aceito teria sido “uma grande experiência” e que, com o tempo, o público provavelmente “aceitaria” vê-lo interpretando o espião.

‘007’: Sydney Sweeney comenta sobre a possibilidade de interpretar uma Bond Girl

Aos 99 anos e celebrando 75 anos de carreira, Van Dyke também ponderou sobre outro papel que recusou e que o persegue até hoje: trabalhar em um filme com Cary Grant.

“Eu me arrependo disso todos os dias da minha vida. Eu recusei Cary Grant. Nem acredito”, confessou Van Dyke.

Com a morte de Grant em 1986, essa oportunidade se perdeu para sempre, levando Van Dyke a uma reflexão melancólica sobre seus colegas:

“Todos se foram. Todos aqueles caras, todos aqueles comediantes, todos os meus velhos amigos se foram. Eu sobrevivi a todos eles — e vivi para ver algumas coisas”, concluiu.

‘Wicked: Parte 2’ estreia em PRIMEIRO LUGAR nos cinemas nacionais; ‘Truque de Mestre 3’ fica em 2º!

Wicked: Parte 2‘ estreou nos cinemas nacionais em primeiro lugar na quinta-feira, 20 de Novembro, levando 156 mil espectadores aos cinemas. A surpresa ficou por conta de ‘Truque de Mestre – O 3º Ato‘, que se manteve muito bem na segunda posição com mais 128 mil espectadores, mostrando o poder da franquia no Brasil.

Em terceiro lugar, ficou ‘O Agente Secreto‘ com 40 mil espectadores, seguido pelo lançamento de ‘Jujutsu Kaisen: Execução‘ em quarto.

O Sobrevivente‘, da Paramount Pictures, abriu em quinto lugar com 23.1 mil espectadores.

Confira o TOP 6, segundo o FilmeB:

Wicked: Parte 2‘ deve abrir em torno de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Projeções indicam que o longa deve arrecadar entre US$ 125-150 milhões em sua estreia nos EUA. Internacionalmente, a produção deve somar cerca de US$ 70 milhões através de 78 mercados.

A expectativa é que a continuação supere a abertura global do primeiro filme, tornando-se a maior estreia da história para um longa baseado em um musical da Broadway.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ alcançou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram os visuais do filme, chamando-o de “esplêndido”. Apesar de considerarem a segunda parte tão boa quanto o primeiro e uma adaptação incrível, muitos ainda a veem como um pouco inferior ao longa original.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

“Os efeitos visuais são de primeira linha. Assim como toda essa esplêndida e cinematográfica adaptação musical que, se você somar os tempos de duração dos dois filmes, fica apenas dois minutos abaixo de cinco(!) horas. Para ser honesto, eu queria mais”, afirmou Pete Hammond do Deadline.

“O filme corrige uma queixa comum do espetáculo, dando à dupla mais cenas (e músicas) juntas nesse trecho final, que agora soa como uma história robusta por si só”, disse Peter Debruge do Variety.

“Ariana Grande a preenche com tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, o filme inteiro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Se você gostou do que Wicked fez com o material, Wicked: Parte 2 é exatamente o que você estava esperando. Toda a empolgação que ficou ali, no fundo da sua mente, volta com tudo no momento em que o primeiro número musical começa”, disse Alex Harrison do Screen Rant.

“As coisas que não funcionaram da primeira vez, bem, elas ainda não funcionam. As coisas que deram certo em Wicked? Elas ainda dão, só que um tantinho melhor”, disse Kate Erbland do IndieWire.

Wicked: Parte 2 não é apenas uma adaptação fiel, mas também desenvolve o que funcionou no primeiro filme enquanto se apoia nas atuações principais. Os personagens são mais maduros e complexos, tornando-o um sucessor digno do primeiro filme”, disse Therese Lacson do Collider.

“Uma Parte Dois bem mais sombria e emocional, que culmina em uma conclusão incrivelmente catártica, embora não seja tão cativante quanto sua predecessora”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.

“Ainda assim, a sensação de uma obra que, na tradução de um meio para outro, deixa de desafiar a gravidade e meio que despenca de modo brusco de volta à terra firme não é algo fácil de dissipar”, disse David Fear do Rolling Stone.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ vai ser RELANÇADO novamente nos cinemas após sucesso da reestreia

Após o relançamento bem-sucedido de ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ nas bilheterias Brasileiras por um dia, em 15 de Novembro, a Warner Bros. decidiu relançar o filme mais um dia nas telonas.

Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ será relançado de novo no dia 13 de Dezembro, mais uma vez em comemoração aos 20 anos do lançamento original.

Relançado no dia 15 de Novembro, o filme conquistou o segundo lugar nas bilheterias.

Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ foi exibido apenas um dia no fim de semana, no sábado (15), e arrecadou R$ 7,14 milhões nas bilheterias em seu relançamento. O primeiro lugar ficou com ‘Truque de Mestre – o 3º Ato‘ (R$ 9,79 milhões), e o terceiro lugar ficou com ‘O Agente Secreto‘ com R$ 4,14 milhões.

Confira os dados da Comscore:

Harry Potter e o Cálice de Fogo’ representa o VERDADEIRO amadurecimento dos bruxinhos

Em 2004, a franquia Harry Potter passava por uma profunda mudança em sua estética com o lançamento de ‘O Prisioneiro de Azkaban’, adaptando o terceiro romance da saga assinada por J.K. Rowling. É notável como, através de uma sólida direção de Alfonso Cuarón, toda a imagética antes infantil que rodeava Harry, Rony e Hermione começou a transformar em um profundo conto de terror e suspense que apenas ganharia mais camadas nos capítulos seguintes. Todavia, enquanto o filme em questão deu os primeiros passos nesse amadurecimento compulsório, não foi até ‘O Cálice de Fogo’ que as temáticas receberiam uma roupagem ainda mais densa e chocante.

Lançado um ano depois de ‘Prisioneiro de Azkaban’, a quarta iteração da franquia mágica se inicia com uma tenebrosa e arrepiante sequência que dá continuidade aos eventos anteriores. Após escapar de uma possível prisão, Rabicho (Timothy Spall) reúne-se com outros asseclas de Lord Voldemort para trazê-lo de volta à vida, esquadrinhando um plano temeroso cujos corolários são inimagináveis. Pouco depois, percebemos que o retorno d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está intrinsicamente ligado aos constantes pesadelos sofridos por Harry (Daniel Radcliffe), indicando que o perigo está cada vez mais perto e premeditando reviravoltas que mudariam para sempre a perspectiva do protagonista acerca da própria vida e do que irá acontecer.

Durante a Copa Mundial de Quadribol, Harry, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) ficam cara a cara com os Comensais da Morte, seguidores ferrenhos de Voldemort, pela primeira vez – e têm certeza de que, talvez, Hogwarts não seja mais tão segura (não que fosse uma fortaleza impenetrável, para início de conversa). Assim que conseguem se desvencilhar das garras do Ministério da Magia, que acreditam que os três jovens foram responsáveis por dessacralizar o mundo dos bruxos com a invocação da Marca Negra, eles voltam à escola para descobrirem que ela será palco do Torneio Tribuxo – uma competição árdua que reúne os melhores alunos para digladiarem pela honra eterna, enfrentando obstáculos mortais em três provas quase impossíveis. E, como podemos imaginar, Harry é selecionado para participar do Torneio, tornando-se uma presa fácil para forças externas encontrarem-no e matarem-no.

É notável a mudança artística que acomete o filme: se no capítulo anterior tínhamos sido engolfados na melancolia do azul e do verde, aqui ambos os tons são camuflados com pinceladas mais obscuras e de pura desesperança. É claro que tais conceitos seriam explorados com firmeza maior nos títulos subsequentes, mas o diretor Mike Newell e o diretor de fotografia Roger Pratt compõe um contraste significativo de cores que permeia as tramoias de Voldemort e seus asseclas, o coming-of-age dos personagens principais, que agora adentram a adolescência e as significativas mudanças hormonais, o Baile de Inverno e as tarefas do Torneio Tribruxo. Mesmo com uma quantidade exacerbada de tramas e subtramas, a estética identitária une os pontos em uma letargia que se sagra nos momentos finais do terceiro ato.

O motivo é simples: esta é a primeira vez que Harry e seus amigos lidam, de fato, com o conceito da morte. É claro que o nosso herói já tinha presenciado a morte dos pais, mas era muito novo para sequer se lembrar de alguma coisa. Agora, ele tem a maturidade o suficiente para não apenas sofrer com as angústias de sua idade – como o amor não correspondido, os traumas de um passado que se recusam a ir embora e uma necessidade de se provar para todos -, mas com uma desesperadora tragédia à qual ele é impotente para impedir.

Como bem nos lembramos, a terceira tarefa do Torneio é ambientada em um labirinto metamorfo recheado de criaturas perigosas – algo que não vemos no filme, mas que está presente no romance original. Eventualmente, Harry e Cedrico (Robert Pattinson) encontram a Taça da Vitória no centro do labirinto e, ao tocarem-na, são transportados para um cemitério amedrontador, coberto por uma densa névoa e onde Lord Voldemort seria trazido de volta à vida por Rabicho. Mas, antes disso acontecer, Cedrico tenta proteger seu amigo ao enfrentar Rabicho, apenas para ser atingido pelo feitiço Avada Kedavra e transformar-se em um cadáver gélido e inexpressivo. Depois de enfrentar Voldemort e os Comensais com a ajuda da energia psíquica daqueles que já se forma, incluindo seus pais, Harry consegue levar o corpo de Cedrico de volta a Hogwarts e anunciar que o Lorde das Trevas, enfim, retornou.

Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, estando presente no momento da morte de Cedrico, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.

Lembrando que a saga Harry Potter está disponível no catálogo da HBO Max.

 

Matthew Lillard enaltece ‘Carrie, a Estranha’ e coroa Mike Flanagan como mestre do terror

O ator Matthew Lillard, que interpretará o personagem Henry Grayle na nova série de ‘Carrie, a Estranha’ (adaptação do épico conto de Stephen King), dirigida por Mike Flanagan, recentemente compartilhou suas primeiras impressões sobre o projeto, confirmando que as filmagens foram concluídas.

Segundo o ComicBookMovie, Lillard se mostrou muito otimista com o que viu: “Sim, encerramos as filmagens há duas semanas. Eu vi os três primeiros episódios. Mike Flanagan é o diretor mais rápido que já vi na minha vida. A série está tão boa. É ridículo”.

“A única coisa chata é que o público terá de esperar até o próximo outono [do hemisfério norte] para assistir, mas a verdade é que Mike é um dos nossos grandes contadores de história”, compartilhou.

Lillard rasgou elogios ao trabalho de Flanagan, destacando seu cuidado e inteligência na adaptação da obra de Stephen King:

“Ele é tão cuidadoso, tão inteligente, e acho que ele se importa profundamente com o gênero, com Stephen King e com contar histórias, contar a história da heroína, que é a Carrie. Acho que é algo com que todos podem se identificar, e ele adaptou isso para o mundo em que vivemos hoje. Acho que será um grande sucesso para ele”, concluiu.

O ator também deu detalhes sobre a dinâmica dos personagens na trama:

“Posso dizer que pais, alunos e professores estão todos misturados na trama. Eu chamaria pais e professores de ‘time titular’, os adultos mais velhos observando esses jovens e percebendo que nossa indústria está em ótima forma. Eles são atores incríveis. Trabalhar com eles foi maravilhoso. Mike Flanagan… sempre que ele liga, eu corro para fazer o que for. Ele é simplesmente o melhor”, concluiu.

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Lembrando que Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) já havia confirmado através de seu Instagram que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’ foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.